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terça-feira, 27 de abril de 2010

PEDOFILIA… SÓ NA IGREJA? ………………e no resto da SOCIEDADE CIVIL – POLÍTICA, ETC., ETC., ETC. . (como é???)

Da autoria de INÊS PEDROSA, na Revista Única – Expresso 10/04/2010 e recolhida através do jornal CRESCENDO 2ª Série – Ano 30 – Número 117 – Abril 2010, da paróquia de Santa Cruz do Bispo, e solicitando a devida vénia aos dois jornais e à respectiva autora pela sua frontalidade, transcrevo o texto que tem o título. Antes ainda uma NOTA PRÉVIA: Permiti-me sublinhar a negrito e itálico, algumas passagens que julgo pertinentes, para melhor compreensão…

SÓ HÁ PEDÓFILOS ENTRE OS PADRES?
Dos políticos pedófilos é proibido falar. Bendita prescrição.
Aqui vai:
Há uma coisa que eu nunca poderei perdoar aos políticos: é deixarem sistematicamente sem argumentos a minha esperança”, Miguel Torga, “Diário”, 14 de Novembro de 1985.
De repente, parece que o crime de pedofilia é um exclusivo dos sacerdotes da Igreja Católica. Não haverá pedófilos em nenhuma outra religião? E que dizer das religiões como o islamismo, em diversos países do Médio Oriente – que não só pactuam como aprovam o casamento forçado de meninas com velhos? Ou o crime de pedofilia, desde que consignado pela lei, deixa de ser crime?
Critica-se o Vaticano por não fazer um acto de contrição suficientemente claro quanto aos crimes dos seus membros. Não entendo porque teria a Igreja de pedir desculpa por crimes que nada têm que ver com a instituição enquanto tal. A religião católica condena a pedofilia, como aliás todos os crimes contra as pessoas, sem olhar a credos ou a raças. Nem todas as religiões defendem os direitos humanos em absoluto – mas a Igreja católica do século XXI defende-os. A história é um longo estendal de crimes imperdoáveis – se nos fixarmos nela, não encontraremos um só período, até ao século XX, em que as pessoas tenham sido consideradas todas igualmente dignas. Ainda hoje, em largas partes do mundo, as mulheres, as crianças ou os pertencentes a etnias diferentes da maioritária são tratados como lixo. A famosa Grécia Antiga era um território de senhores e escravos e uma civilização que oprimia barbaramente as mulheres. Sempre que se fala de pedofilia surgem conversas tão eruditas quanto insidiosas sobre as relações íntimas de aprendizagem entre homens e rapazinhos na Grécia Antiga - como se as iluminações mentais de uma plêiade de filósofos pudessem justificar o injustificável. O brilhantismo de Heidegger não chega para perdoar o nazismo – antes pelo contrário: é importante pensarmos como pode uma cultura subir tão alto e descer tão baixo em simultâneo. A cultura alemã, como a civilização grega, são excelentes campos de analise sociológica, politica e filosófica. Como puderam os espíritos criadores da ideia democrática de Polis considerar a cidadania como um privilégio dos supostamente mais aptos? De que modos não vigora ainda hoje este entendimento do mundo?
A mensagem de Cristo é precisamente a oposta – e se é verdade que a Igreja católica tem um modo hierárquico e ostentatório de ser e de viver que em nada se coaduna com o modo de viver de Cristo ou a palavra dos Evangelhos, não é menos verdade que é ela quem hoje está, muitas vezes só, junto dos desvalidos. Se assumisse a culpa pelos crimes de pedofilia de um conjunto dos seus elementos, a Igreja estaria a sujar a imagem desses seus outros milhares de padres que se entregam a tornar felizes os que nada têm.
Entretanto o julgamento da pedofilia na Casa Pia eterniza-se. Esta semana surgiu a notícia de que uma das vítimas, transformada em mera testemunha porque os abusos de que foi alvo já prescreveram, ameaçou fazer justiça pelas próprias mãos contra os arguidos. Notícia sem alardetalvez porque o presumível autor dos crimes de pedofilia já prescritos é, segundo o “Diário de Notícias”, uma “figura do Estado”, cujo nome o Tribunal impede que se revele. Não entendo porque razão hão-de prescrever estes crimes - nem, aliás, quaisquer outros. A pedofilia é um crime que se exerce sobre crianças, ou seja, seres frágeis e totalmente desprovidos de poder. É um crime de que a vitima muitas vezes acaba por se sentir cúmplice, e que afecta irreversivelmente a sua identidade e a sua vida. A prescrição, em particular neste crime, representa conivência da lei com o criminoso. A mensagem é a de que, passado um tempo, não há sequelas nem razão para se falar de crime. A revolta desta vítima remetida à brutalidade do papel de testemunha é a prova de que assim  não é – e o silêncio obrigatório em torno da “figura do Estado” demonstra quem e o quê está a proteger a Lei: o poder e os poderosos. As ameaças da vitima foram relatadas ao procurador pelo próprio psiquiatra, que teve a coragem de enfrentar o paciente e avisá-lo de que o  iria fazer (condição necessária para a quebra do sigilo profissional). Se todos os psiquiatras tivessem esta coragem, haveria certamente menos crimes. Mas enquanto se admitir a prescrição deste crime tenebroso, os pedófilos continuarão impunes. E a culpa não é da Igrejaé dos políticos, que fazem leis para proteger, antes de mais, os seus correligionários. Não há pedófilos e pedófilos: todos são criminosos. É mais que tempo de sairmos da Grécia antiga.
http://www.centrobispo.org/
Como acima informo a responsabilidade da publicação deste texto, sublinhado em vários pontos com negrito e a itálico, é apenas e exclusivamente minha – António Fonseca (proprietário deste blogue)

27 DE ABRIL DE 2010 - SANTOS DO DIA

Zita de Lucca, Santa
Abril 27   -  Virgem
Zita de Lucca, Santa
Zita de Lucca, Santa
Padroeira das serventes domésticas. Se invoca também pelas chaves perdidas.
Foi discutido entre especialistas de Dante se a alusão que um demónio negro faz aos «anciãos de Santa Zita», isto é, às autoridades de Luca, implica porventura falta de reverência àquela Santa, que era apenas uma pobre criada ou empregada doméstica. Mas Dante, se bem que de natureza soberba e escarnecedora, não podia distinguir entre Santas nobres e Santas de humilde condição, porque a santidade está acima de qualquer diferença social. Dante, com o nome de Santa Zita, quer simples e inevitavelmente indicar a cidade de Luca, que tinha culto especial por aquela que serviu o Senhor servindo – acima dos seus patrões – os pobres que são, não apenas os amigos de Jesus, mas o próprio Jesus, escondido sobre os trajes dos necessitados.
Zita nascera, de facto, perto de Luca, em 1218, de família de trabalhadores da terra. Destituída de qualquer especial instrução, desde criança tinha escolhido para si uma  regra de comportamento religioso, perguntando-se unicamente: «Isto agrada ao Senhor? Isto desagrada a Jesus?» Maiorzinha, os pais entregavam-lhe um cesto de verdura ou fruta, para vender pelas ruas da cidade. O aspecto da menina, os seus modos e a sua atitude foram notados por um dos mais ricos e nobres cidadãos de Luca, que a pediu aos pais como empregada.
Zita tinha 18 anos quando entrou na casa dos Fatinelli. Trocado o campo pela cidade, deixava a casa paterna aldeã para transferir-se para um grande palácio. A coisa em si, se podia ter certa sedução, apresentava também não poucos perigos. Para uma inexperiente menina de 18 anos, havia o perigo de cair nos fáceis ardis da vida citadina. A casa dos Fatinelli, é certo, era governada com princípios de severa moralidade, mas a criadagem, numerosa e variada, poderia, se não corromper mesmo, pelo menos deformar a alma ingenuamente dócil da jovem campónia. Zita, mesmo entre os Fatinelli, continuaria a mesma linha de proceder, interrogando-se: «Isto agrada ao Senhor? Isto desagrada a Jesus?» Ao Senhor agradava de facto que todas as manhãs, com licença da patroa, ela fosse à primeira Missa, na igreja vizinha, quando as companheiras ainda dormiam. E, de regresso a casa, ao Senhor agradava que ela satisfizesse todas as pesadas e preocupantes incumbências caseiras, a que se dedicavam as mulheres daqueles tempos.
Uma manhã, Zita demorou-se em oração na igreja mais do que era costume. Quando saiu e reparou que o sol já batia nas cornijas do palácio, teve medo de ter descuidado os seus deveres caseiros. A hora de receber a padeira já tinha passado, sem que Zita desse conta. Ansiosa e confundida, correu à cozinha. Mas o pão, que ela devia ter preparado, brilhava já, dourado e bem cheiroso, em cima da toalha. Nenhuma outra empregada a tinha substituído no trabalho, e o milagre era devido Àquele a quem, agradava que ela começasse o dia com  oração.
Todas as sextas-feiras da semana, atropelavam-se os pobres da cidade à porta do palácio. Zita, a de maior confiança entre toda a criadagem, tinha a missão de distribuir as esmolas. Mas às do patrão desejava ela juntar sempre alguma coisa de seu. Jejuava ou limitava-se no comer, para conseguir pôr de parte mais comida para os pobres de Jesus, a quem deu também roupa sua. Depressa chegou aos ouvidos do senhor que Zita dava aos pobres mais do que ele destinara. E era verdade, mas esse mais, não lhes pertencia; representava o supérfluo da criada, sóbria de modo até um pouco incrível.
Um dia, encontrando Zita com o avental cheio de comida, perguntou-lhe severamente que levava. “Flores e folhas”, respondeu a rapariga. E flores e folhas caíram do avental aberto. Flores de caridade e folhas de generosidade. Assim foi que, na casa dos Fatinelli, Zita se tornou a empregada Santa, que os patrões quiseram tomar como membro da família,. Mas Zita não tomou nunca confiança nem sobranceria. Manteve-se empregada até perto dos 60 anos, sempre solicita e serena, sempre pontual e obediente, sempre paciente e benéfica.
Nunca foi incómoda, nem, mesmo na doença, que lhe durou, segundo previra, não mais de cinco dias. E quando, em 1278, expirava no modesto quarto da serventia, toda a família dos Fatinelli estava ajoelhada à volta da sua cama. Dali a pouco, Luca inteira encontrava-se de joelhos à volta do seu caixão de milagres. E as autoridades da cidade não se envergonhavam, pelo contrário, honravam-se, sendo chamadas «os anciãos de santa Zita».  http://www.jesuitas.pt/


• Nossa Senhora de Monserrate
Abril 27   -  Padroeira de Catalunha
Nuestra Señora de Montserrat
Nossa Senhora de Monserrate
Padroeira de Catalunha
O mosteiro de Monserrate situa-se a 40 km da costa mediterrânea, perto de Barcelona, entre penhascos “serrados” (daqui o nome de «Montserrat»: «monte serrado», em catalão), de uma beleza extraordinária. É centro de peregrinações conhecido mundialmente e no qual se venera a imagem românica da Virgem de Montserrat, que os fieis invocam carinhosamente como “La Moreneta” pela cor escura do seu rosto.
A lenda atribui a S. Lucas a autoria da santa imagem. escondida numa cova, durante a invasão dos árabes, teria sido descoberta milagrosamente por uns pastores. Quando o bispo e os seus acompanhantes estariam a trasladar solenemente a imagem, não terão podido prosseguir o seu caminho e tiveram que deter-se precisamente onde agora se encontra o santuário. Compreenderam, então, que a Senhora desejava permanecer na montanha e edificaram ali a sua primeira ermida.
Esta lenda popular tem a sua profundidade teológica: Maria escolheu este lindo lugar para se sentir próxima dos seus filhos e atrai-los a Jesus, seu Salvador. Assim o compreendeu e expressou, em palavras inspiradas, João Paulo II, na sua peregrinação a Monserrate, no dia 7 de Outubro de 1982: “Monserrate figura, felizmente, entre aqueles santuários que (…) tive o gosto de qualificar como “sinais de Deus” da sua irrupção na história humana”.
Os monges beneditinos que estão ao serviço deste santuário desde o século XI, são testemunhas das inumeráveis conversões que por intercessão da Santíssima Virgem se operam neste lugar santo . É frequente que muitos que aqui sobem como simples turistas, desçam como autênticos peregrinos da fé. Todos esses são herdeiros e continuadores de inumeráveis peregrinos que através dos séculos encontraram aqui novo alento no seu seguimento de Jesus Cristo: Inácio de Loiola, Pedro Nolasco, Vicente Ferrer, Francisco de Borja, João XXIII…
http://www.jesuitas.pt/
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A Virgem de Monserrate foi declarada santa padroeira de Catalunha pelo papa Leão XIII.
Etimologicamente significa “ monte aserrado”. Vem do francês.
Entre um mar de beleza natural, rochas, picos e ermidas se eleva o santuário da Virgem de Monserrate que aparece já no século IX.
Durante o tempo dos abades Ripoll e Oliva se propagou muito.. Este último lhe deu um impulso enorme a seu culto.
Praticamente, desde então até agora segue vigente, e milhares e milhares de peregrinos de Catalunha, Espanha e do estrangeiro se passam dias ou algumas horas orando ante a Moreneta de la Serra. E desde então até nossos dias há uma grande expansão desta devoção mariana.
O Papa Leão XIII lhe concedeu o privilégio de que fosse a primeira Virgem coroada e a nomeou padroeira de toda Catalunha.
O mundo das lendas não é alheio a todas estas Virgens. Esta, por exemplo, se lhe atribui a são Lucas. Diz que foi ele próprio que a lavrou ou talhou. Se trata de uma Virgem românica de uma grande beleza com o Menino em seus joelhos em atitude de benzer a todos os que se aproximam a este precioso lugar. E a tradição segue falando acerca de quem a traçou. Uns dizem que o próprio Lucas, outros que são Pedro.
Durante a invasão árabe houve que a enterrar até que terminou a Reconquista
Se lhe chama Moreneta devido, segundo alguns autores e estudiosos, ao fumo proveniente de tantas velas acesas em sua honra como sinais de sua protecção o como sinal de lhe pedir favores ou de acção de graças.
Esta devoção montserratina não tardou em chegar aos lugares mais longínquos. Os navegantes e conquistadores aragoneses e catalães a levaram até ao mesmo Oriente e ao Novo Mundo.
Devido à sua grande devoção, há muitas igrejas levantadas em sua honra ao longo da geografia cristã.
A Montserrat hão acudido muitos santos desde o século XIII. Os reis de Espanha a têm visitado como mostras de sua fé e amor à Senhora de Montserrat. Os monges beneditinos lhe dão culto cada dia. E o coral ajuda a manter viva esta devoção.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Com dinheiro se pode fundar uma vivenda esplêndida, mas não uma família ditosa”.
Jaime de Bitetto, Beato
Abril 27   -  Franciscano
Jaime de Bitetto, Beato
Jaime de Bitetto, Beato
Religioso da Primeira Ordem Franciscana
(1400‑1490)
Clemente XI aprovou seu culto.
Nasceu em Dalmácia (daí o sobrenome de Ilírico), mais provavelmente em Zara (segundo outros em Estridónio) em 1400, filho de Leonardo e Beatriz Varinguer.
De uns vinte anos de idade entrou na Ordem dos Irmãos Menores em Zara, na qualidade de irmão religioso. Em 1438 acompanhou a Itália a seu provincial; ao chegar a Bari, pediu e obteve o poder permanecer na dita província.
Viveu doze anos em diversos conventos e logo foi destinado a Bitetto, onde, salvo breves temporadas, permaneceu até sua morte, pelo qual se lhe apoda também de Bitetto. Exercitou principalmente o oficio de esmoler, e desta forma exerceu um frutuoso apostolado; se distinguiu por sua caridade heróica durante a peste de 1482.
Obrou prodígios, alguns deles um tanto estranhos e dignos do mundo das «Florecillas». Os habitantes da Apúlia do século XV, durante 40 anos viram e admiraram ao humilde penitente frei Jaime percorrer seus caminhos, tocar de porta em porta, para pedir a esmola em nome do Senhor e dar em troca uma palavra de alento que brotava de seu grande coração recheado de caridade divina.
Só Deus sabe quanto bem fez ele com o bom exemplo e com a palavra simples e persuasiva. 
O nome de nosso Beato há permanecido ligado à gruta de nossa Senhora chamada «La Bendita», não muito longe do convento. Enamoradíssimo da celestial Mãe, passava longas horas em oração ante a imagem de Maria; muitas vezes foi visto arroubado em dulcíssimos êxtases.
Dotado de espírito profético, predisse muitas coisas que logo se cumpriram, entre elas a cura ou a morte de pessoas enfermas que recorriam a ele. Estes e muitos outros factos prodigiosos glorificaram a santidade do humilde irmão esmoler e cozinheiro, que em sua vida nada buscou, nada pediu, nada amou senão a Deus.
Era já muito ancião e seu corpo estava desgastado pelas prolongadas penitências. Nos últimos anos tinha que se ajudar com o bastão para sustentar-se em pé. Finalmente veio a irmã morte a convidá-lo ao repouso eterno. Sempre havia vivido no silêncio e na humildade e assim sua morte foi rodeada de oração e de silêncio. Uma antiga pintura o representa recostado na dura esteira, rodeado de seus co-irmãos e dos fieis chorando. O rosto do moribundo está rodeado de uma misteriosa luz, o gozo dos santos no acto solene de receber o prémio eterno. 
O Beato Jaime de Bitetto morreu em 27 de Abril de 1490. Tinha 90 anos.
María Antonia Bandrés y Elósegui, Beata
María Antónia Bandrés y Elósegui, Beata
Religiosa da Congregação das Filhas de Jesús
Nasce em Tolosa (Espanha) em 6 de Março de 1898.
Seu papá se chamava Ramón Bandrés e sua mamã Teresa Elósegui. Foi a segunda filha dos quinze que teve o matrimónio.
Antonita sentia um amor entranhável para com seus pais e irmãos, isto fez que lhe custasse muito afectivamente a separação dos mesmos ao ingressar no noviciado, por isso se lhe ouviu dizer: “Só por Deus deixei”. 
Naquele lar se vivia a fé e a caridade cristã. Dona Teresa era uma mulher exemplar e santa, que soube ajudar a seus filhos a crescer em tudo, mas especialmente no amor a Deus, a María e aos mais pobres e necessitados.
Sua saúde era um pouco débil. Seus pais tiveram com ela cuidados especiais. A debilidade e o excessivo zelo dos seus, ajudaram a acentuar naquela menina um carácter sensível até a susceptibilidade, que nos primeiros anos chegou a preocupar a D Teresa: 
“¡Que pequenita mais fastidiosa! ¡Quanto vais a sofrer com esse carácter!”. E sofreu sim, mas sem que o sorriso, ainda que tida às vezes de melancolia, desaparecesse de seus lábios.
Cursou seus estudos no colégio de São José (Tolosa), que foi fundado pela Madre Cândida e ali mesmo conheceu a encantadora Antonita, ainda menina. Cativada por seu olhar profundo e transparente, profetizou a Madre Cândida: “Tu serás Filha de Jesús”.
Sin duda estas palabras se grabaron con anhelo de respuesta fiel en su corazón, que ya quería ser sólo de Jesús. El amor a la Virgen, que había germinado en los brazos de su madre, floreció espléndido en el colegio, ya que el mismo está marcado por la advocación de la Virgen del Amor Hermoso. Y María Antonia Bandrés fue congregante mariana por méritos de conducta y aplicación.
Su amor a los pobres y necesitados
Con ellos compartía de niña sus ahorros y todo lo que tenía, pero supo siempre hacer las obras de misericordia con sencillez y naturalidad para que nadie se sintiera herido. Para Antonita seguir a Jesucristo y estar cerca de los pobres eran una misma cosa. Lo había aprendido de sus padres que le enseñaron que el amor a los otros era un deber. Primero los visitaba con su madre, luego –catorce o quince años– iba a su encuentro sólo con la sencillez y humildad que la caracterizaban.
A veces cuando el lugar o la persona visitada podían suponer algún riesgo, le acompañaba Francisca, una empleada de la casa, cómplice en la caridad y en el silencio con que María Antonia actuaba en estas situaciones difíciles: Aquella viejecita de la chabola, que respondía con gritos y mal humor a su ternura; el marido amenazante, que se calmaba sólo cuando “la señorita” lo esperaba en su propia casa para evitar el terror de los niños; las obreras del sindicato, para quienes ella era “distinta de las demás, aunque todas buenas”; lugares, personas en los que el paso de María Antonia dejó huella.
Su llamada
La llamada a ser Hija de Jesús encontró su corazón bien dispuesto. La decisión estaba tomada. El realizarla costaría mucho, pero había de llegar a término seguro: “Es preciso llegar a la cumbre”. E inició María Antonia aquella subida, que nunca tuvo retrocesos. Las piedras del camino fueron hiriendo sus pies sin que jamás se detuviera a vendar las heridas. Era natural sufrir por Jesús, “que tanto sufrió por nosotros”. Tener algo que ofrecerle, era una compensación a sus deseos de darse toda, porque “de hacerlo, hacerlo entero”.
Movida por un impulso del Espíritu Santo, ofreció a Dios su vida por quien había sido su padrino de bautismo, el querido tío Antón. El le manifestó su desacuerdo cuando ella se marchó al Noviciado, por tener una postura más agnóstica, pero comprendió luego el gesto misericordioso de su ahijada y descubrió tras él la misericordia del Padre, que lo acogió en sus brazos en un día de gracia y de perdón, bajo la mirada maternal de la Virgen de Aranzazu. Para sus últimos instantes, le estaban reservadas las gracias de la paz y la consolación verdaderas: “¿Esto es morir? ¡Qué dulce es morir en la vida religiosa! Siento que la Virgen está a mi lado, que Jesús me ama y yo lo amo…”
Entro al Reino Celestial el 27 de abril de 1919, y fue beatificada por S.S. Juan Pablo II el 12 de mayo de 1996.
• Hossana de Kotor, Beata
Abril 27   -  Dominicana
Hosanna de Kotor, Beata
Hossana de Kotor, Beata
Nascida em Montenegro, no ano 1493, no seio de uma família ortodoxa grega, foi baptizada dentro dessa tradição com o nome de Catalina (Catherine) Cosie. Ela era uma pastorinha em sua juventude, e aproveitava seu labor para passar horas em oração solitária, e nesta época começou a ter visões do Menino Jesús. Quando cumpriu 12 anos, suas visões foram seguidas por um forte desejo de viajar a Kotor, onde ela sentia que poderia orar muito melhor.
Sua madre lhe conseguiu um trabalho como servente de uma católica muito endinheirada, que lhe permitia passar na igreja todo o tempo que ela desejasse, foi aqui que Catalina se converteu ao Catolicismo Romano. 
No final de sua adolescência ela sentiu o chamado de levar a vida dura e espiritual de um anacoreta. Ainda que fosse muito jovem para assumir esta vida, seu director espiritual lhe facilitou uma cela perto da igreja de São Bartolomé em Kotor.
Logo ela se mudou para uma cela na igreja de S. Paulo, e tomou o hábito de terceira dominicana mudando seu nome para Hossana em memória da beata Hossana de Mântua, e viveu sob a regra dominicana os seguintes 52 anos.
Um grupo de irmãs dominicanas mudou-se para perto dela para seguir seus conselhos e guia, pedir-lhe orações. A consideravam sua líder. Chegaram a ser tantas, que um convento dominicano foi construído para elas.
As visões místicas não se detiveram, ela via a Santíssima Virgem com o Menino Jesús, vários santos e de vez em quando o próprio demónio. Uma vez Satanás tomou a aparência da Virgem, mas Hossana se deu conta de quem era quando lhe pediu que deixasse a vida religiosa. 
A tradição conta que quando Kotor foi atacada pelos turcos, lograram sua libertação graças às orações de nossa beata; também se conta que suas orações salvaram a Kotor da praga.
Morreu no ano 1565, e foi beatificada no ano 1934 durante o pontificado de S.S. Pío XI
• Nicolás Roland, Beato
Abril 27   -  Fundador
Nicolás Roland, Beato
Nicolás Roland, Beato
Fundador das Irmãs do Menino Jesús
Nicolás Roland nasce na pequena localidade de Baslieux-les-Reims, a nove kilómetros de Reims, filho de Jean-Baptiste Roland (1611-1673), comissário para as guerras e antigo comerciante de panos e de Nicole Beuvelet. O padrinho de seu baptismo, celebrado em 23 de Julho de 1643, foi seu tio, o logo famoso Matthieu Beuvelet.
En 1650 ingresa en el colegio de los jesuitas de Reims, junto a la iglesia de San Mauricio, donde demuestra una inteligencia viva y el deseo de hacerse sacerdote. En 1653 recibe la tonsura de manos del obispo de Pouy en la abadía de Saint-Pierre les Dames.
Ya clérigo, comienza sus estudios de Retórica y Teología, participando también en varias obras de teatro, como la estrenada con ocasión de la coronación de Luis XIV el 7 de junio de 1654, Le lys, sacreé roi des fleurs. Una vez terminados sus estudios, abandona momentáneamente la carrera sacerdotal y emprende un viaje por toda Francia para conocer el país. Tras un accidentado viaje por mar, decide consagrarse totalmente a Dios y hacerse presbítero.
El joven estudiante se traslada a París en 1660 para estudiar Filosofía y Teología, probablemente con los jesuitas. Se aloja en el Colegio de "Bons Amis". Pertenece a varias asociaciones piadosas, demostrando un carácter apasionado y activo que le acompañó toda su vida, como la "Asociación de Amigos" del jesuita Jean Bagot, la de San Vicente de Paul y la Asociación de Misiones Extranjeras. Incluso llega a plantearse ingresar en la Compañía de Jesús. Se entusiasma con los misioneros y decide trasladarse a Siam, pero antes termina con el Doctorado sus estudios de Teología. En 1664, recibe el diaconado y el 3 de marzo de 1665 es ordenado sacerdote.
Su deseo de ser misionero en tierras lejanas se disipa al recibir la prebenda de Canónigo «Teologal» -es decir, predicador- de la Catedral de Reims. Ya como canónigo, hace algunos viajes misioneros como predicador popular, pero su función principal es escribir sermones y formar a los nuevos sacerdotes.
En 1666 abandona la casa paterna y se traslada a la calle de Barbâtre, en Reims, donde comienza una vida entregada a la caridad desde una gran pobreza. Establece contactos con el seminario de Saint Nicholas-du-Chardonnet, donde trabaja su tío y se impregna del espíritu de Adrian Bourdoise, Jean-Jacques Olier y el movimiento de renovación del clero francés. Pasa varios meses en Ruán, en la parroquia de Saint-Amand, viviendo en el hueco de la escalera durante seis meses. Allí sigue las orientaciones de Antoine de la Haye en total desprendimiento y pobreza. Tras esta experiencia, su casa se convierte en una especie de seminario preparatorio para jóvenes aspirantes al sacerdocio que él anima y ayuda de diversas formas.
APOSTOLADO
De entre todas su muchas actividades apostólicas y además de hacia la dirección espiritual, es hacia la educación popular hacia la que se siente más atraído el joven canónigo, especialmente tras la publicación en 1668 de las Amonestaciones de Charles Démia, verdadero precursor de la escuela para los pobres. En Ruán conoce a otro apasionado religioso embarcado en la obra de las escuelas para los pobres, el mínimo y posterior beato Nicolás Barré, que había llegado a la ciudad en 1659.
El 15 de octubre de 1670 realiza la defensa legal del orfanato remense fundado por Marie Varlet. Solicita al padre Nicolás Barré el envío de dos religiosas maestras de las Hermanas de la Providencia, fundadas por la Orden de los Mínimos, para ayudar en esta obra.
El 27 de diciembre del mismo año recibe a las dos maestras y las alberga en la casa. Eran Françoise Duval y Ana Le Coeur, con las que iniciará de la Congregación de Hermanas del Niño Jesús, dedicadas a la educación de las niñas pobres y abandonadas.
LA FUNDACION
En 1672 se encuentra con otro joven canónigo de Reims, Juan Bautista de La Salle, de quien asume por un tiempo la dirección espiritual. Ambos se animan mutuamente en las obras apostólicas que emprenden. Mientras su dirigido permanece en el Seminario de Saint-Sulpice, en París, conserva con él estrecha correspondencia y diversos encuentros. Sus primeras relaciones son más bien espirituales, aun cuando le va inculcando el desprendimiento que él mismo tiene y que luego manifestará el fundador de los Hermanos de las Escuelas Cristianas.
Tras el fallecimiento de su padre, en 1673, se entrega más al apostolado sacerdotal y a la animación de la nueva comunidad de Hermanas del Niño Jesús. Además del Orfanato, se encarga de varias escuelas de barrio. El 13 de junio abre en Reims la primera escuela propia de las Hermanas. Lo hace a sus expensas. Se siente seguro en el terreno de las niñas, pero no sabe cómo atender por igual las escuelas de niños. Intentará que comience La Salle la obra masculina, pero no lo consigue.
En 1675 recibe la aprobación de la Regla de las Hermanas, por parte del Arzobispo Charles-Maurice Le Tellier. Las señala el nombre de "Hermanas del Niño Jesús", por su devoción a esta advocación venerada en el Carmelo de Beaune, su lugar preferido de peregrinación. Escribe diversos obras espirituales y publica el manifiesto "Avisos para las personas regulares". Uno de los avisos dejado a las Hermanas dice así:
"El fuego sagrado, que debe abrasar a las Hermanas, les lleva a caldear a los demás, sobre todo a las maestras, a las alumnas, y a cuantas personas traten. Así lograrán, con los buenos ejemplos y las palabras edificantes, hacer el bien que la Divina Providencia desee. Con ese fuego, amarán al prójimo, pues Dios no separa la caridad con que quiere que le amemos a Él de la que debemos tener con todos los hombres. Este es el principio que debe animar en la instrucción de las niñas en la escuela, no haciendo distinción de personas ni de sus cualidades humanas y naturales".
Al año siguiente entrega todos sus bienes para consolidar la joven congregación. Multiplica sus actividades en favor de los necesitados. Sufre diversas incomprensiones por parte del cabildo catedralicio y de la autoridad eclesial. Emprende varios viajes a París para conseguir el reconocimiento civil de su Comunidad, pero el proceso se demora.
Durante los meses de marzo y abril de 1678 participa en una gran campaña de predicación y apostolado, ayudando a los padres del Oratorio. El 30 de marzo asiste con gozo a la primera misa de su dirigido, Juan Bautista de la Salle. Anima a La Salle a canjear su canonjía por una pequeña parroquia, pero el arzobispo se opone y la operación queda en suspenso.
INGRESO AL REINO DE LOS CIELOS
El 19 abril de 1678 tiene que guardar cama aquejado de una fuerte fiebre. El 23 del mismo mes redacta el testamento, dejando el encargo a Juan Bautista de La Salle y al joven clérigo Nicolas Rogier de dar terminación a su Instituto. El 27 fallece tranquilamente, siendo enterrado en la capilla de las Hermanas el día 29. Tenía sólo 36 años y dejaba un gran proyecto apostólico iniciado, aunque sólo contaba 20 Hermanas, un asilo y cuatro escuelas.
San Juan Bautista de La Salle continuará la aprobación de su obra y posteriormente seguirá sus pasos fundando la congregación de los Hermanos de las Escuelas Cristianas para la educación humana y cristiana de los hijos de los artesanos y de los pobres.
Nicolás Roland fue beatificado en Roma, por el Papa Juan Pablo II el 16 de octubre de 1994, junto a los religiosos Josefina Vannini, Alberto Hurtado Cruchaga, Petra de San José Perez Florido y María Rafols, como paso previo a una futura canonización. Sus restos descansan en una cripta en la catedral de Reims.
BEATOS DOMINGOS e GREGÓRIO
(Século XIII)
Domingos e Gregório, irmãos pregadores que viveram no primeiro século da Ordem, pertenciam a um convento de Castela. Passaram por Aragão e foram evangelizar a gente que vivia em montanhas abruptas, últimos contrafortes dos Pirenéus. Essa região fora reconquistada aos Mouros a partir de 1101. Ajudando-se um ao outro, estes dois religiosos viajavam sempre a pé, sem ouro nem prata; pediam o comer de cada dia e davam edificação com os exemplos de vida.
Mas um dia foram surpreendidos por uma trovoada, e não havia nenhum abrigo. Foram colocar-se nas pendentes dum rochedo ao lado do caminho. Mas, de repente, sobreveio um estalido horrível: mal tiveram tempo de se lançar nos braços um do doutro, e ficaram esmagados sob o peso da massa enorme arrancada ao penedo. Ao mesmo tempo houve maravilhas que provaram a santidade eminente destes dois homens. Os sinos das paróquias vizinhas dobraram sozinhos, anunciando a morte dos dois servos de Deus. E um viajante descobriu uma grande luz, sobre o ponto em que se dera o acidente. Houve questões sobre a posse dos corpos das vitimas. No fim de tudo, tocou o privilégio de os possuir a paróquia de Bezians onde eles foram sepultados. Em consequência dos milagres obtidos, o culto destes beatos fixou-se e Pio IX confirmou-o no principio do seu pontificado. Os dois nomes estão incluídos a 26 de Abril, no Ano dominicano.
SANTO ÂNTIMO
Bispo e mártir (303)

Este Bispo de Nicomédia (Izmir, Turquia) morreu no ano de 303. Então, escreve o antigo historiador Eusébio, o palácio imperial de Nicomédia, cidade em que residia Diocleciano, foi destruído por um incêndio. Devido talvez a uma vela mal apagada ou à distracção de uma cozinheira; mas a opinião pública não permitiu nenhum inquérito; admitiu-se sem mais que eram os cristãos os responsáveis; e forneceram estes a matéria para um morticínio espantoso. Todos quantos não fugiram a tempo, foram uns queimados vivos em fogueiras imensas, e outros lançados vivos ao mar.
Os três soldados mandados à procura do Bispo Ântimo nunca o tinham  visto. Foi ele que os recebeu quando eles chegaram à quinta onde ele se tinha escondido. “O bispo Ântimo, vós não o conheceis, disse ele: eu conheço-o e vou em breve entregar-vo-lo. Mas, para festejarmos tão feliz acontecimento, sentemo-nos primeiro e comamos juntos”. E mandou que lhes servissem um dos mais lautos banquetes. Depois, tomou em companhia deles o caminho de Nicomédia, onde as autoridades mandaram que lhe fosse cortada a cabeça.

SÃO PEDRO CANÍSIO
Doutor da Igreja (ver biografia em 21 de Dezembro)
http://es.catholic.net/santoral e
http://www.jesuitas.pt/
Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca.