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quarta-feira, 28 de abril de 2010

BENTO XVI EM PORTUGAL – 12 A 14 DE MAIO DE 2010

In: Agência Ecclesia:

(Súmula de Entrevistas e notícias sobre a próxima vinda do Papa a Lisboa, Fátima e Porto, recolhidas através do Boletim da Agência Ecclesia, de 27/4/2010

Clima de missão para receber o Papa no Porto

É em clima de missão que Bento XVI será recebido no Porto, quando presidir à missa do dia 14 de Maio, na Avenida dos Aliados. A diocese multiplica-se em iniciativas desde o início do ano, na «Missão 2010»
É em clima de missão que Bento XVI será recebido no Porto, quando presidir à missa do dia 14 de Maio, na Avenida dos Aliados. A diocese multiplica-se em iniciativas desde o início do ano, na “Missão 2010” e é nessa dinâmica que D. Manuel Clemente entende a presença do Papa, um encorajamento para aprofundar o “sentido missionário da existência cristã”.
Agência ECCLESIA (AE) – Que oportunidade constitui para a Diocese do Porto esta visita do Papa em ano de Missão?
D. Manuel Clemente (MC) É uma belíssima oportunidade e circunstância, porque a Missão tem sido o nosso objectivo e o nosso programa, ao longo destes meses de 2010 nas nossas variadíssimas comunidades.
A presença do Papa, primeiro dos Apóstolos, aquele que nos confirma na fé e na vida eclesial, é muito bem-vida e certamente nos encorajará ainda mais nesse sentido missionário da existência cristã. Por isso, a altura não podia ser melhor.
Não foi essa a razão imediata do convite, dado que quando foi anunciado que o Papa viria a Portugal se procurou que não fosse apenas de Fátima para o Sul, procurando vir a algum sítio de Fátima para o Norte. O Papa aceitou e estamos muito gratos por isso. Há esta coincidência com o dinamismo missionário em que a Diocese está a crescer, ao longo deste ano de 2010.
AE – A temática da Missão será abordada pelo Papa no Porto?
MCSim, até pela circunstância litúrgica. O Papa estará breves horas no Porto, basicamente a celebrar a Eucaristia na Avenida dos Aliados. O dia 14 de Maio é a festa de São Matias, Apóstolo, por isso, a partir dos textos da liturgia, não poderia fugir a esta dimensão apostólica, missionária, evangelizadora da Igreja. Tudo isto são felizes coincidências.
AE – Coloca a Avenida dos Aliados banhada a vermelho…
MC (risos) Pois, mas é um vermelho litúrgico. Acontece até noutras datas, que também são festas nacionais, em que a Igreja veste de vermelho. São cores bonitas, é a cor do Espírito Santo.
AE – Para este ano da Missão, a Diocese promove eventos, mega eventos, até. Socialmente é importante que a evangelização aconteça também nesses eventos?
MC É como tudo na vida, há momentos habituais e depois temos aquelas circunstâncias mais sublinhadas: de certa maneira, comemoramos a vida todos os dias, mas é no dia do nosso aniversário que isso tem uma certa celebração. Esses momentos são importantes, porque aqueles que andamos a trabalhar mais isoladamente encontramo-nos uns com os outros e transmitimos entusiasmo, mais alegria, mais convicção e é essa a realidade das festas e das concentrações.
Não é aí que as coisas se resolvem, é no dia-a-dia, no empenhamento simples, sereno, humilde, concreto, na fidelidade de todos os momentos. Estas celebrações, estes festejos confirmam-nos e confortam-nos, passam uma mesma convicção e nesse sentido têm todo o cabimento.
Encontramos no próprio Evangelho Jesus retirado em oração, com o pequeno grupo dos discípulos mas também com as multidões. Tudo isso faz parte da vida.
AE – É uma oportunidade para chegar a pessoas diferentes, a novas fronteiras?
MCÉ, porque há muita gente que vem com alguma curiosidade, para ver, mesmo sem um espírito propenso, mas que acaba por sentir-se tocada.
AE – Como sente a preparação da Diocese para acolher do Papa?
MC - É difícil estar a responder por 477 paróquias, fora as congregações religiosas, movimentos e associações, mas aquilo que eu vejo é um conjunto de realizações que manifestam grande alegria e grande expectativa.
AE – É sadia a sintonia de interesses que há entre a Igreja e diversas instituições civis?
MC É, tal como seria com outra entidade cultural, religiosa ou política que também tivesse uma grande expressividade e cá viesse, porque as nossas autoridades não têm para si uma convicção religiosa específica, mas serve os cidadãos, também nas suas convicções religiosas.
Fotos
Entrevistas | Paulo Rocha | 2010-04-27 | 13:09:51 | 5187 Caracteres | Bento XVI - Portugal, Diocese do Porto
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Fátima quer ser uma casa para Bento XVI

D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima, não quer que os fiéis da Diocese se esqueçam que são os primeiros responsáveis por fazer com que o Papa se sinta em casa
Na altura de noticiar a azáfama dos preparativos que rodeiam uma visita papal, Fátima parece colocada à margem, tal a experiência dos responsáveis pelo Santuário em acolher grandes celebrações. D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima, não quer que os fiéis da Diocese se esqueçam que são os primeiros responsáveis por fazer com que o Papa se sinta em casa nesse espaço, acorrendo às celebrações do 12 e 13 de Maio.
Agência ECCLESIA (AE) – Com que perspectivas vai acolher Bento XVI a Diocese de Leiria-Fátima?
D. António Marto (AM)São três sentimentos, diríamos assim, com que acolhemos o Papa. Primeiro, a alegria e o regozijo de termos entre nós o pastor universal da Igreja e fazermos uma grande experiência da beleza da Igreja, aqui em Fátima.
Depois, é um sentimento de gratidão pela honra com que nos distinguiu em fazer-nos uma visita aqui em Fátima. Era um desejo desde há longo tempo cultivado, pelos menos desde 2007, no 90.º aniversário das aparições, e que agora se concretiza.
Em terceiro lugar, um sentimento do dom da consolação que o Papa traz, no sentido de que é um reconhecimento da actualidade da mensagem de Fátima para os tempos de hoje, que eu espero que ele desenvolva, e do carisma do Santuário, a sua importância, a sua relevância quer para a Igreja quer para o mundo, porque é um centro de peregrinação universal.
AE – A presença de Bento XVI dará um novo vigor à mensagem de Fátima?
AM Ninguém melhor do que ele conseguiu fazer toda a leitura teológica desta mensagem, que foi dirigida para um momento histórico, do século XX, quer para o mundo quer para a Igreja. Ninguém melhor do que ele, também, conseguirá fazer a sua reactualização para circunstâncias novas. É como aquelas profecias do Antigo Testamento que ainda valem para hoje, nunca se esgota a mensagem, temos de a reinterpretar.
Espero que o Papa faça essa reactualização de uma maneira muito pertinente e muito bela, como só ele consegue fazer.
AE – Podemos falar num Papa de Fátima, como foi João Paulo II?
AM É difícil dizer, porque João Paulo II sentiu-se ele mesmo protagonista da mensagem, na medida em que foi um Papa do século XX e, sobretudo, na terceira do segredo aparece a figura do Papa que encabeça a peregrinação, a Via Sacra dos mártires. Ele sentiu-se parte também dessa mensagem e da sua realização para o século passado, daí a grande devoção que o trouxe aqui três vezes.
Não sei se isto acontecerá a outro Papa, de qualquer modo Bento XVI é também um Papa mariano, um teólogo que tem textos lindíssimos sobre Maria na história da salvação, como modelo de fé para os cristãos.
AE – Apesar da dimensão nacional e internacional de se que reveste a visita a Fátima, este é também um momento especial para a própria comunidade diocesana…
AM Sim, já na Quaresma dirigi uma mensagem aos meus diocesanos a dizer-lhes que nós somos os primeiros anfitriões de tão ilustre e estimado peregrino, por conseguinte temos de nos mobilizar para o receber com a maior alegria, com o maior entusiasmo, com o maior afecto filial. Várias vezes tenho chamado a atenção para isso. Na peregrinação diocesana, em Março, quando estiveram 40 mil pessoas no Santuário, repeti esse apelo, que foi correspondido com aplausos. Espero uma mobilização dos que estão mais perto, espero que não se deixem levar pelo comodismo de ver só pela Televisão e que participem nas celebrações.
AE – A viagem acontece no 10.º aniversário da beatificação do Francisco e da Jacinta. É um momento relevante?
AM É uma coincidência feliz, que inclui também o 100.º aniversário do nascimento da Jacinta, que foi quem mais sentiu o sofrimento do Papa, a que ficou mais impressionada com aquela visão que fazia parte do segredo, que rezava e oferecia sacrifícios pelo Papa. A visita vem reavivar o afecto e a comunhão da Igreja com o Papa que é característico da mensagem de Fátima, precisamente neste momento em que a Igreja é abalada por alguns casos.
Fotos
Entrevistas | Octávio Carmo | 2010-04-27 | 13:12:25 | 5194 Caracteres | Bento XVI - Portugal, Diocese de Leiria-Fátima
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O Papa e Fátima: uma relação especial

José Carlos Carvalho
Esta relação entre o sumo-pontífice e a mensagem de Fátima não surge como apêndice, mas faz parte integrante da mensagem aos Pastorinhos e justifica precisamente os motivos que levaram a que Fátima acabasse por se impor à Igreja e ao papado do século XX. Não foram os Papas que fizeram Fátima ser o que é e ter o relevo que tem, mas foi Fátima que os fez cá vir, o que faz de Fátima também um santuário papal, e neste sentido o papado do século XX ficou ligado ao santuário, reconhecendo-lhe a importância devida devido à pertinência da mensagem que aqui foi revelada a três crianças.
A beata Jacinta trata familiarmente o Papa como Santo Padre, e na terceira parte do dito Segredo surge essa figura vestida de branco. Jacinta rezava sempre no fim das Avé-Marias pelo Santo Padre, e na visão do inferno o Santo Padre é visto a sofrer. Numa das idas ao poço, Jacinta tem a visão do Santo Padre a sofrer, a ser injuriado. Pede para rezar por ele. Na loca do Cabeço, diz ter visto o Santo Padre a rezar diante do Imaculado Coração de Maria numa grande casa, símbolo e imagem da Igreja.
Como qualquer aparição mariana, a Igreja precisa de muito tempo para lhe reconhecer crédito ou não. No caso de Fátima, esta referência explícita ao Santo Padre, a oração por ele, e o facto de tal ser transmitido por três crianças que estavam dispostas a tudo para preservar esta verdade, de facto chamou a atenção desde os inícios para a seriedade das aparições por parte das autoridades eclesiásticas. Já dois papas visitaram nesse estatuto o santuário. Vem o terceiro, que conhece bem a mensagem de Fátima, pois até comentou e balizou a terceira parte do segredo aquando da sua apresentação. Mas a reactualização da profecia que Fátima é, implica todo o grande papado do terrível e violento século XX. Na verdade, o homem vestido de branco e a oração pelo Sumo-pontífice inserem a mensagem na mais lídima tradição magisterial da Igreja, e serve esta figura para representar (precisamente porque é real) toda a comunidade eclesial. A seriedade da mensagem, a sua coerência e integração plena no todo do corpo doutrinal da fé, as graças que em Fátima continuam a ser concedidas ao povo de Deus, a fé com que vive o santuário, o acolhimento imediato que recebeu a mensagem e o alcance universal que Fátima granjeou no seio do povo de Deus constituem sinais indeléveis que levaram os sumos-pontífices e a Igreja a reconhecerem relevância a esta mensagem e um alcance universal da mesma, o mesmo é dizer, uma projecção católica, não só do ponto de vista da projecção, mas sobretudo do ponto de vista da profecia que oferece novamente ao mundo e à Igreja. Por isso, em Fátima a Igreja encontra-se desde o seu filho mais universal que é o sucessor de Pedro.
Naturalmente que as referências na mensagem ao sumo-pontífice levaram a olhar com atenção o sentido dessas mesmas referências. Mas a própria história do século XX, com a perseguição sistemática à Igreja e com a crise das ideologias na respectiva crítica à fé, não deixaram de permitir uma leitura dos sinais dos tempos ajudando a essa leitura, a qual, à boa maneira apocalíptica, desvela o sentido com imagens cuja semântica vai para lá do momento da respectiva origem. Com essa linguagem simbólica, a Igreja em Fátima conseguiu ser ajudada a ler o século XX em toda a carga de dramaticidade que trouxe à humanidade, esse século por muitos já considerado o século mais violento da história da humanidade.
Consideramos que a união do filho mais universal da Igreja à mensagem de Fátima, para lá das referências explícitas nas aparições, resultam da consistência universal da mensagem que aqui foi deixada nos três ciclos das aparições. Ainda que acentuando alguns aspectos do mistério de Deus e da Sua acção na história, o forte convite à adoração eucarística na aparição do Anjo, o insistente convite à penitência e o anúncio dos desígnios de misericórdia que Deus continua a dispensar à humanidade situam-se em plena conformidade com a tradição neo-testamentária e com a tradição da Igreja, onde o próprio sucessor de Pedro se revê sem dificuldade. Por isso, a este santuário peregrinam todos os filhos da Igreja, mormente o seu filho mais universal, porque é mais um lugar católico, que não obstante a particularidade da sua história, configura uma mensagem universal, a qual, no caso da figura papal, não deixa também de a considerar, pronunciando-se mesmo sobre ela para dizer que no século XX e sempre ao longo da história, a figura papal e a Igreja são incompreendidas. No fundo, reactualiza-se a própria experiência de Jesus. Logo, Fátima é deixada aí com sinal. É esse outro sinal, como tantos sacrários espalhados ao longo da terra, que Bento XVI não esquece, e diante do qual pode ajoelhar-se com toda a Igreja.
José Carlos Carvalho, UCP
Fotos
Dossier | José Carlos Carvalho | 2010-04-27 | 10:56:57 | 6049 Caracteres | Bento XVI - Portugal, Santuário de Fátima
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Fátima: Lançamento de livro com textos de Bento XVI sobre Nossa Senhora

No âmbito das iniciativas a propósito do acolhimento a Bento XVI na sua visita a Portugal, o Santuário de Fátima acolhe o lançamento do livro «Maria – Homilias. Orações. Discursos – Papa Bento XVI», uma edição da K Editora, prefaciada pelo Reitor do Santuário de Fátima.
Da inteira organização da editora, o lançamento da obra anunciada como “síntese de depoimentos fundamentais do Santo Padre sobre Nossa Senhora”, está agendado para as 15h00 desta Terça-feira, no Salão da Casa de Nossa Senhora do Carmo, no Santuário de Fátima.
Para o momento de apresentação da obra, a K Editora confirma a presença da jornalista da Rádio Renascença Aura Miguel e de um representante da Cáritas Portuguesa, uma vez que 2% do valor da edição reverte para esta instituição.
A Sala de Imprensa do Santuário de Fátima confirma a presença do Reitor do Santuário, Padre Virgílio Antunes, no momento do lançamento do livro.
No prefácio escrito para esta obra, o Reitor recorda que nos “dois mil anos, numa tradição ininterrupta, o Povo de Deus não cessou de reconhecer em Maria, a Mãe de Jesus Cristo e a sua própria Mãe”.
No seu texto, escrito a convite da editora, o sacerdote escreve também que “o magistério do Papa Bento XVI constitui um fortíssimo sinal dessa centralidade de Deus que será a marca do século XXI. Maria estará presente, junto à cruz, no seio da Igreja, Discípula de Cristo e Mãe da humanidade – o seu coração será o caminho que conduzirá o nosso século para Deus”.
A publicação também apresenta fotografias de Bento XVI por ocasião de visitas a conhecidos locais de peregrinação marianos. São ainda incluídas as imagens e a homilia da primeira visita de Bento XVI ao Santuário de Fátima, enquanto Cardeal, a 13 de Outubro de 1996.
Outras informações: www.keditora.com
Agência Ecclesia/LeopolDina Simões, Sala de Imprensa do Santuário de Fátima
Nacional | Santuário de Fátima | 2010-04-27 | 09:53:06 | 2550 Caracteres | Bento XVI - Portugal, Santuário de Fátima
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Bento XVI em Portugal: acreditação de jornalistas até 30 de Abril

Cerca de 1100 profissionais da Comunicação Social tinham efectuado a sua acreditação para a Visita do Papa a Portugal a uma semana do fim do prazo para a inscrição, refere o site oficial www.bentoxviportugal.pt
A acreditação, para profissionais e viaturas a utilizar na cobertura noticiosa da visita, decorre até 30 de Abril.
Os formulários e a documentação necessária, disponíveis em www.mne.gov.pt, devem ser remetidos por correio electrónico para o endereço visita.papal@mne.gov.pt
Além do preenchimento dos formulários (para profissionais e para as viaturas) é necessário o envio de fotografia tipo passe a cores digitalizada (em formato jpg ou bmp), bem como de uma digitalização do documento de identidade.
O site oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros adverte que, por razões de segurança, acreditações de última hora vão ser consideradas apenas em casos excepcionais e vão estar a longas demoras.
Nacional | Agência Ecclesia | 2010-04-27 | 11:08:35 | 1292 Caracteres | Bento XVI – Portugal
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Lisboa: Alargado prazo de inscrição para os jovens acompanharem visita do Papa

Mais de 2900 participantes inscritos no programa
O prazo de inscrição para as iniciativas que a Pastoral Juvenil de Lisboa está a organizar para acompanhar Bento XVI na sua estadia na capital e na deslocação a Fátima foi alargado até 2 de Maio.
Até esta data registaram-se no site “Eu Acredito” mais de 2900 jovens nas actividades que começam às 14h30 de 11 de Maio, com uma concentração ao fundo Parque Eduardo VII.
É nesse espaço que vai ser distribuída uma t-shirt aos participantes e onde serão dadas as indicações para a marcha até ao Terreiro do Paço (Praça do Comércio), que ocorre entre as 15h30 e as 16h30.
No fim na missa, que começa às 18h15, os jovens iniciam o trajecto até à Nunciatura Apostólica, de onde vão dar a “Boa Noite ao Papa” entre as 21h20 e as 22h15, na esperança de que Bento XVI dirija algumas palavras a partir da janela da embaixada do Vaticano.
No dia 12, às 7h00, os participantes partem de autocarro para Mira d’Aire, e a partir das 10h00 iniciam a peregrinação a pé para Fátima, em conjunto com jovens de outras dioceses do país.
O programa termina a 13 de Maio com a missa presidida por Bento XVI no Santuário, com o regresso a Lisboa marcado para as 14h00.
O site “Eu Acredito” possibilita aos jovens de todo o país e do estrangeiro a inscrição em todas as actividades ou em parte delas.
Nacional | Rui Martins | 2010-04-27 | 11:18:17 | 1696 Caracteres | Diocese de Lisboa, Pastoral Juvenil
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Bispos esperam clima de festa para Bento XVI

Os responsáveis pela Igreja Católica em Portugal esperam que a primeira visita de Bento XVI ao nosso país seja um momento marcante para todos, católicos ou não.
No dossier que a Agência ECCLESIA apresenta esta semana procura tomar-se o pulso às dioceses que acolhem no seu território o Papa Bento XVI.
Em Fátima, D. António Marto reconhece que a visita de Bento XVI “era um desejo desde há longo tempo cultivado, pelos menos desde 2007, no 90.º aniversário das aparições, e que agora se concretiza”.
Para o Bispo que acolhe o Papa no Santuário, este momento é encarado como “um reconhecimento da actualidade da Mensagem de Fátima para os tempos de hoje, que eu espero que ele desenvolva, e do carisma do Santuário, a sua importância, a sua relevância quer para a Igreja quer para o mundo, porque é um centro de peregrinação universal”.
A visita, conclui, vem “reavivar o afecto e a comunhão da Igreja com o Papa que é característico da mensagem de Fátima”, precisamente num momento “em que a Igreja é abalada por alguns casos”, refere D. António Marto, numa referência aos recentes escândalos de pedofilia envolvendo membros do clero.
É em clima de missão que Bento XVI será recebido no Porto, quando presidir à missa do dia 14 de Maio, na Avenida dos Aliados. A diocese multiplica-se em iniciativas desde o início do ano, na “Missão 2010” e é nessa dinâmica que D. Manuel Clemente entende a presença do Papa, um encorajamento para a aprofundar o “sentido missionário da existência cristã”.
Num clima de “grande alegria e grande expectativa”, o Bispo do Porto destaca a cooperação entre a Igreja e diversas instituições civis.
Clima justificado, tal como o seria “com outra entidade cultural, religiosa ou política que também tivesse uma grande expressividade e cá viesse, porque as nossas autoridades não têm para si uma convicção religiosa específica, mas serve os cidadãos, também nas suas convicções religiosas”.
D. Carlos Azevedo, coordenador geral da visita, fala, entre outros temas, do papel dos jovens ao longo destes dias: “A mensagem de esperança que Bento XVI envia aos jovens, o lugar que lhes está reservado nas celebrações mostra que, como povo de Deus, os jovens estão cada vez mais inseridos na comunidade e na pastoral. Não querendo criar um grupo à parte, também é bom o contacto directo”.
D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa, assina para uma mensagem que está a ser divulgada nas cerca de 300 paróquias das 15 Vigararias da Diocese, num folheto com informações sobre o programa papal no dia 11 de Maio, bem como indicações sobre a melhor maneira de estar presente na missa que o Papa celebra às 18h15 desse dia, no Terreiro do Paço.
O Patriarca apela à presença física dos católicos nos vários momentos na capital. “Quem puder venha a Lisboa rezar com ele. Lisboa será preparada para vos acolher. Não é a mesma coisa ver pela televisão. Ele precisa de nos sentir com ele, unidos a ele, como membros da Igreja”, escreve D. José Policarpo.
Eu espero que a Diocese de Lisboa vá recebê-lo, como se fosse o próprio Senhor”, sublinha ainda o Patriarca.
Fotos
Nacional | Agência Ecclesia | 2010-04-27 | 11:28:38 | 3920 Caracteres | Bento XVI – Portugal
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Madeira oferece flores para o Papa

10 mil flores virão da Madeira para compor um tapete que vai cobrir o percurso que Bento XVI atravessará no Terreiro do Paço, na missa a que preside no dia 11 de Maio.
A oferta de vários produtores da Madeira está a ser coordenada por Sílvio Gouveia, um católico madeirense que propôs ainda ao Patriarcado de Lisboa decorar o altar.
"Se o Papa não vai à Madeira, a Madeira vai ao Papa", diz o empresário ao “DN”.
Nacional | Agência Ecclesia | 2010-04-27 | 11:34:40 | 531 Caracteres | Bento XVI – Portugal
Recolha, transcrição por António Fonseca

28 DE ABRIL DE 2010 - SANTOS DO DIA

Teodora e Dídimo (ou Dimas), Santos
Abril 28   -  Mártires em Alexandria
Teodora y Didimo o Dimas, Santos
Teodora e Dídimo ou Dimas, Santos
Mártires em Alexandria
Sendo a virgem Teodora acusada no seu tribunal, Próculo, prefeito de Alexandria, dirigiu-se-lhe nestes termos: “Porque é que, livre e nobre como és, não concordas em te casar? Resolvi ficar virgem por amor de Cristo, respondeu. – Não sabes que, por vontade do Imperador, as virgens chamadas consagradas, que se recusam a sacrificar aos deuses, estão destinadas à desonra?Bem o sei; mas não sacrificarei e, se me ultrajarem, será contra a minha vontade. – Tenho compaixão da tua juventude e da tua beleza. Rogo-te, não constituías a vergonha da tua nobre família, e não me obrigues a tratar-te como escrava”. Mantendo-se porém Teodora inabalável, Próculo mandou-a embora, dando-lhe três dias para reflectir. Quando voltou, uma vez que se mantinha igualmente firme, condenou-a aos locais infames.
Mas o soldado Dídimo, que assistia às audiências, empregava bem o tempo de licença: Teodora não tinha ainda chegado ao lupanar e já ele lhe dizia: «Vem, eu sou o primeiro»; depois, estando os dois sós, propôs-lhe: «Dá-me o teu véu; aqui está o meu uniforme; sai à tua vontade e foge depressa». Teodora saiu portanto como soldado, ao mesmo tempo que Dídimo se apresentava como virgem consagrada aos desbragados que esperavam vez: «Vedes, é ao cristão Dídimo que vos apresentais, disse-lhes com a sua voz grossa, tirando o véu. Bendito seja Deus por me ter inspirado subtrair a virgem Teodora ao vosso desenfreamento, e poder esperar agora a palma do martírio!» Levado ao tribunal, foi condenado por Próculo a ser decapitado.
As Actas de Teodora não dizem o que lhe aconteceu, uma vez recuperada a liberdade. Mas Santo Ambrósio afirma que, ouvindo que Dídimo estava a ser julgado, ela veio apresentar-se de novo a Próculo, e que este mandou que ela partilhasse a sorte do seu benfeitor.  http://www.jesuitas.pt/.  Veja-se também http://es.catholic.net/santoral

Pedro Maria Chanel, Santo
Abril 28   -  Sacerdote e Mártir, Abril 28
Pedro Chanel, Santo
Pedro Chanel, Santo
Sacerdote e Mártir
Nasceu em Cuet (França) em 1803, e morreu na ilha Fotuna (na Polinésia) a 28 de Abril de 1841. Deixara a paroquiazinha de Corzet para entrar na Sociedade de Maria com a intenção de ser enviado como missionário de país remoto e morrer como mártir. Chegou à ilhota de Fotuna no fim  de 1837. O “rei” Niukuli começou por acolhê-lo bem, mas depois os “antigos” do seu conselho deram-lhe voltas à cabeça contra o “sacerdote branco” e mandou-lhe que saisse da ilha. Como o Padre Chanel não obedeceu, o chefe dos antigos e seus amigos vieram matá-lo à pancada na cabana, sem ele nada fazer para se ocultar e defender. Foi canonizado a 12 de Junho de 1954.  http://www.jesuitas.pt/.  Veja-se também http://es.catholic.net/santoral

Luis María Grignion de Montfort, Santo
Abril 28   -  O santo da verdadeira devoção Mariana
Luis María Grignion de Montfort, Santo
Luis María Grignion de Montfort, Santo
O santo da verdadeira devoção Mariana
Filho dum advogado, nasceu em Montfort-sur-Mer (França) em 1673, e morreu a 28 de Abril de 1716. Foi um desses pregadores populares que reacendem o sentimento religioso nas multidões e convertem muita gente. Evangelizou sem descanso a Bretanha, o Anjou, o Poitou, a Normandia e a Saitonge. O Papa nomeou-o “missionário apostólico”, a fim de ele conseguir falar, mesmo onde os bispos jansenistas o não queriam. Fundou duas congregações: uma de homens, a Companhia de Maria (Monfortinos); outra de mulheres, as Filhas da Sabedoria. O seu livro da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem muito influiu e continua a ser lido. Ainda que tenha sido perseguido sem descanso, Grignion manteve em si o entusiasmo e o calor. No leito da morte, endireitou-se e entoou um cântico da sua lavra que era cantado nas missões:
Vamos, meus bons amigos,
Vamos para o paraíso.
Ganhe-se aqui o que se ganhar,
Mais vale o paraíso.
 http://www.jesuitas.pt/  - Veja-se também http://es.catholic.net/santoral   ¿Queres saber mais ainda? Consulta corazones.org

Luquesio y Buonadonna de Poggibonsi, Beatos
Luquésio e Buona Donna de Poggibonsi, Beatos
Pregando na região de Florença, são Francisco de Assis reencontra este antigo companheiro de divertimentos, estabelecido agora em Poggibonsi e fazendo bons negócios. Uma das suas especialidades era armazenar o trigo no tempo das abundância para depois o vender a bom preço quando escasseava. O Pobrezinho converteu este amigo dos tempos de juventude, que estava prestes a encetar maus caminhos. Tendo o Santo acabado de redigir, para a gente do mundo desejosa de seguir o Evangelho, a sua regra da Ordem Terceira, deu a Luquésio e a Buona Donna, sua bela e inteligente mulher, o hábito de penitência; começou por eles a juntar os terceiros franciscanos.
Tendo distribuído os bens aos pobres, reservando apenas um terreno de cerca de um hectare e meio, a vida dos dois ficou pertencendo aos miseráveis. Recebiam-nos em casa e repartiam com eles as hortaliças do quintal. se os doentes estavam muito fracos para se deslocar, Luquésio ia tratar deles a casa. E alguns trazia-os mesmo para a sua; os vizinhos viam-no passar de vez em quando com dois doentes, um empoleirado no burro e o outro às cavalitas nos seus ombros.
Deus permitiu que estes dois esposos, tão unidos na vida, estivessem também unidos na morte. Luquésio estava de cama, quando Buona Donna caiu também logo doente. Ele ficou tão impressionado que a sua própria enfermidade agravou-se. Conseguiu levantar-se para ajudar a mulher a receber os últimos sacramentos; depois pegou-lhe na mão e disse: “Querida, como nos amámos tanto na terra, porque não havemos de partir juntos para a eterna pátria? Por favor espera por mim”. Meteu-se na cama, chamou o Padre Hildebrando, seu amigo, que lhe deu os sacramentos dos enfermos; depois, vendo que Buona Donna expirara, fez o sinal da cruz, invocou uma vez mais a Virgem Maria e S. Francisco, e entregou a alma a Deus. Nascera por 1185 e morreu em 1250.  http://www.jesuitas.pt/   Veja-se também http://es.catholic.net/santoral

María Luísa de Jesús, Beata
Abril 28   -  Co-fundadora
María Luisa de Jesús, Beata
María Luísa de Jesús, Beata
Co-fundadora das Filhas da Sabedoria
María Luísa Trichet (em religião María Luísa de Jesús), com São Luis María Grignion de Montfort, é a co-fundadora da Congregação das religiosas, chamadas Filhas da Sabedoria.
A futura co-fundadora das Filhas da Sabedoria veio ao mundo em Poitiers (França) em 1684. Formou-se na escola de São Luís Grignion de Montfort e seguiu-lhe os passos. A respeito da nova bem-aventurada, afirmou João Paulo II no dia da sua beatificação, a 16 de Maio de 1993:
Maria Luísa de Jesus deixou-se empolgar por Cristo, ela que procurou de maneira apaixonada a aliança interior da Sabedoria humana com a Sabedoria eterna. E o desenvolvimento natural deste laço de intimidade profunda, foi uma acção apaixonadamente devotada aos mais pobres dos seus contemporâneos. A adoração da Sabedoria do pai, encarnada no Filho, leva sempre a servir quotidianamente aqueles que nada têm para agradar aos olhos dos homens, mas que são muito queridos diante de Deus.
Esta manhã, Irmãos e Irmãs, damos graças ao Senhor pela fundação da grande família religiosa das Filhas da Sabedoria, fruto da santidade pessoal de São Luís Maria e da beata Maria Luísa de Jesus. A sua eminente caridade, o seu espírito de serviço, a sua aptidão a conservar, como a Virgem Maria, «todas as coisas no próprio coração», são-nos agora dados como exemplo e partilha”.
Faleceu santamente em St. Laurent-sur-Sévre, a 28 de Abril de 1749.
L’OSS. ROM. 23.5.1993; DIP 4, 12-14
http://www.jesuitas.pt/. Ver também http://es.catholic.net/santoral

Gianna Beretta Molla, Santa
Abril 28   -  Médica, esposa e mãe de família
Gianna Beretta Molla, Santa
Gianna Beretta Molla, Santa
Médica, esposa e mãe de família
Gianna Beretta nasceu em Magenta (província de Milão) em 4 de Outubro de 1922. Desde sua terna infância, acolhe o dom da fé e a educação cristã que recebe de seus pais. Considera a vida como um dom maravilhoso de Deus, confiando-se plenamente à Providência, e convencida da necessidade e da eficácia da oração.
Durante os anos de Liceu e de Universidade, em que se dedica com diligência aos estudos, traduz sua fé em fruto generoso de apostolado na Acção católica e na Sociedade de São Vicente de Paulo, dedicando-se aos jovens e ao serviço caritativo com os anciãos e necessitados. Havendo obtido o título de Doutora em Medicina e Cirurgia em 1949 na Universidade de Pavia, abre em 1950 um ambulatório de consulta em Mésero, município vizinho de Magenta. Em 1952 se especializa em Pediatria na Universidade de Milão. Na prática da medicina, presta uma atenção particular às mães, às crianças, aos anciãos e aos pobres.
Seu trabalho profissional, que considera como uma «missão», não a impede em dedicar-se mais e mais à Acção católica, intensificando seu apostolado entre as jovenzitas.
Se dedica também a seus desportos favoritos, o esqui e o alpinismo, encontrando neles uma ocasião para expressar sua alegria de viver, recreando-se ante o encanto da criação.
Se interroga sobre seu porvir, reza e pede orações, para conhecer a vontade de Deus. Chega à conclusão de que Deus a chama ao matrimónio. Cheia de entusiasmo, se entrega a esta vocação, com vontade firme e decidida de formar uma família verdadeiramente cristã.
Conhece o engenheiro Pietro Molla. Começa o período de noivado, tempo de gozo e alegria, de aprofundamento na vida espiritual, de oração e de acção de graças ao Senhor. No dia 24 de Setembro de 1955, Gianna e Pietro contraem matrimónio em Magenta, na Basílica de S. Martinho. Os novos esposos se sentem felizes. Em Novembro de 1956, Gianna dá à luz a seu primeiro filho, Pierluigi. Em Dezembro de 1957 vem ao mundo Mariolina e em Julho de 1959, Laura. Gianna harmoniza, com simplicidade e equilíbrio, os deveres de mãe, de esposa, de médica e a alegria de viver.
Gianna Beretta Molla, Santa
Gianna Beretta Molla, Santa

Em Setembro de 1961, ao cumprir-se o segundo mês de gravidez, fica em sofrimento. O diagnóstico: um tumor no útero. Se faz necessária uma intervenção cirúrgica. Antes de ser intervencionada, suplica ao cirurgião que salve, a todo o custo, a vida que leva no seu seio, e se confia à oração e à Providência. Se salva a vida da criatura. Ela dá graças ao Senhor e passa os sete meses antes do parto com incomparável força de ânimo e com plena dedicação a seus deveres de mãe e de médica. Se estremece ao pensar que a criatura possa nácar enferma, e pede ao Senhor que não suceda tal coisa.
Alguns dias antes do parto, confiando sempre na Providência, está disposta a dar sua vida para salvar a da criatura: «Se há que decidir entre minha vida e a do menino, não duvideis; elegei–o ou melhor, exijo a sua. Salvai-o». 
Na manhã de 21 de Abril de 1962 dá a luz a Gianna Emanuela. No dia 28 de Abril, também pela manhã, entre indizíveis dores e repetindo a jaculatória «Jesús, te amo; Jesús, te amo», morre santamente. Tinha 39 anos.
Seus funerais foram uma grande manifestação cheia de emoção profunda, de fé e de oração. A Serva de Deus repousa no cemitério de Mésero, a 4 kilómetros de Magenta.
«Meditada imolação», Paulo VI definiu com esta frase o gesto da beata Gianna recordando, no Ángelus do domingo 23 de Setembro de 1973: «uma jovem mãe da diocese de Milão que, por dar a vida a sua filha, sacrificava, com meditada imolação, a própria». É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.
S.S. João Paulo II a canonizou em 16 de Maio de 2004.
Reproduzido com autorização de Vatican.va
Vidal de Ravena y Valeria de Milán, Santo
Vidal de Ravena e Valéria de Milão, Santo
Mártires do Século II
O trânsito de Santo Vidal e Santa Valéria, mártires, pais dos Santos Gervásio e Protásio.

Vidal de Ravena y Valeria de Milán, Santo

Vidal de Ravena
Por haver enterrado com a devida honra o corpo de Santo Ursicino, foi preso por ordem do cônsul Paulino, que depois de o haver atormentado no potro, o deitaram numa profunda cova cobrindo-o de terra e pedras; com este martírio entregou a alma ao Senhor.
Valéria de Milão
Viúva de Santo Vidal, que havia ido viver para Milão, foi atirada de sua carruagem pelos seguidores do deus Silvano, que a tomaram e torturaram de tal maneira que morreu no dia seguinte por causa das feridas.
http://es.catholic.net/santoral  e  http://www.jesuitas.pt/
Recolha e transcrição (e tradução de espanhol para português) por António Fonseca

26 DE ABRIL DE 2010 - SANTOS DO DIA

Anacleto (Cleto), Santo
Abril 26   -  III Papa, Abril 26
Anacleto (Cleto), Santo
Anacleto (Cleto), Santo
III Papa
O santo papa Anacleto foi natural de Atenas, filho de Antioco, e por sua muita santidade e letras foi posto na Cadeira do Príncipe dos Apóstolos, por morte de São Clemente, papa e mártir, imperando Trajano. Este crudelíssimo imperador, vendo crescer a religião cristã e diminuir o culto de seus falsos deuses, levantou a terceira perseguição contra a Igreja, pensando que com tormentos poderia exterminá-la; mas a semente regada com o Sangue dos mártires frutificava mais e mais.
Em virtude desta perseguição tão rigorosa, ordenou Santo Anacleto que ao fim da Missa comungassem todos os que se achassem presentes. Mandou também que à consagração do bispo assistissem outros três bispos, e que os clérigos fossem admitidos às ordens publicamente. Escreveu algumas Epístolas, em que trata da autoridade do Sumo Pontífice, afirmando que só Deus o pode julgar. Finalmente, depois de haver governado a Igreja de Deus nove anos, três meses e dez dias, padeceu martírio pela fé de nosso Senhor Jesus Cristo no ano 88.
Antigamente se recordava a este santo em 13 de Julho, no actual martirológio mudou sua festa para 26 de Abril. http://es.catholic.net/santoral
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Segundo a lista papal que nos conservou Santo Ireneu, Anacleto seguiu Lino, imediato sucessor de S. Pedro. Também a lista apresentada por Eusébio de Cesareia refere a mesma sucessão. A cronologia do seu pontificado é incerta. O mesmo Eusébio lhe coloca a morte no ano duodécimo do reinado de Domiciano e fixa em doze anos a duração do seu episcopado, que pode portanto ser colocado aproximadamente entre os anos 79-91. O Livro Pontifical apresenta-o como de origem grega, nascido em Atenas, e acrescenta que ele, por reconhecimento para com S. Pedro, mandou construir um monumento (memorial) sobre o túmulo do primeiro Papa. Segundo o Martirológio Romano, Anacleto distingue-se de Cleto e foram ambos mártires. http://www.jesuitas.pt/
• Marcelino, Santo
Abril 26   -  XXIX Papa, Marcelino
Marcelino, Santo
Marcelino, Santo
XXIX Papa
Foi eleito papa sob o reinado do imperador Diocleciano, que, influenciado pelas crenças cristãs de sua esposa, manteve num primeiro momento um tratamento benévolo para com os cristãos.
Esta situação mudou quando, em Fevereiro de 303, o imperador Diocleciano persuadido por seu césar Galério, emitiu um édito contra a cristandade pelo que se expulsava aos cristãos do exército, se confiscaram as propriedades da Igreja cerrando-se ou destruindo-se seus templos, se profanaram e queimaram os livros e vasos sagrados para, finalmente, após dois incêndios no palácio do imperador cuja autoria se atribuiu aos cristãos, sentenciar a morte aos que não apostataram de sua fé.
Durante esta perseguição Marcelino foi acusado pelos donatistas de haver oferecido sacrifícios e incenso aos deuses pagãos e de haver entregue os livros sagrados às autoridades romanas. Estas acusações foram posteriormente rebatidas por Santo Agostinho de Hipona.
Morreu em 26 de Abril de 304, segundo a tradição cristã foi martirizado após ordenar Diocleciano que fosse decapitado.
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Papa de 296 a 304. Nada se sabe do seu pontificado. São-lhe atribuídas duas decretais que são falsas. Um bispo donatista de Constantina (ano 400) e uma crónica também donatista de 427 acusam-no de ter desfalecido na perseguição de Diocleciano. A calúnia foi depois repetida e aceite por verdade. Santo Agostinho e outros rejeitam porém tal acusação. O túmulo de Marcelino teve culto na Igreja antiga de Roma. A omissão de Marcelino em documentos que deviam citá-lo explica-se pela confusão com  o nome de Marcelo.
SÃO PEDRO DE RATES
Bispo de Braga (1º)
Na arquidiocese de Braga, venera-se hoje S. Pedro, chamado de Rates ou também S. Pedro Mártir. É tido como primeiro Bispo de Braga. Faltam completamente notícias seguras a seu respeito. Julga-se ter vivido no século V ou VI. http://www.jesuitas.pt/
Pascásio, Santo
Abril 26   -  Abade e Escritor, Abril 26
Pascasio, Santo
Pascásio, Santo
Escritor e Abade
Etimologicamente significa “de Páscoa”. Vem da língua hebraica.
Santo Pascásio Radberto, abade de Corbie e famoso escritor carolíngio. Nascido em Soissóns a finais do século VIII, padece desde criança a mais dura necessidade ao falecer seu pai já que se encontrou na miséria. Atendido e formado numa Instituição de Religiosas, mais tarde cedo se distingue por sua vida religiosa e por seus estudos científicos e teológicos. Renuncia a receber o sacerdócio, movido por sua humildade.
Com o tempo chegou a ser um afamado professor e, graças a Ele, as escolas de Corbie adquiriram fama em todos sítios. No ano 844, os monges o elegeram como seu abade, mas aos sete anos houve uma revolução que o obrigou a refugiar-se na abadia de são Riquier. Os monges de Corbie voltaram a chamá-lo. Retornou a viver com eles como simples religioso. E seguiu escrevendo.
Escreveu em prosa e em verso, comentou a São Mateus em doze livros, narrou as vidas de alguns Santos e varões ilustres, interveio nas polémicas de seu tempo com grande erudição escriturística e agudeza de génio, e fruto destes debates são seus tratados Del parto de la Virgen e Del cuerpo y la Sangre del Señor. Morreu em 26 de Abril de 860 em Corbie. http://es.catholic.net/santoral
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Pascásio Radbert foi personagem considerável no seu tempo. Os historiadores da teologia continuam a mencionar a teoria que ele imaginou para «esclarecer» o mistério da presença de Jesus no Santíssimo Sacramento. Como diplomata , viajou muito entre 822 e 834, para solucionar questões da Igreja e tentar apaziguar os conflitos que opunham em campo os sucessores de Carlos Magno.
Era um enjeitado exposto no pórtico de Nossa Senhora de Soissons no fim  do século VIII. A abadessa Teodarda, prima direita de Carlos Magno, recolheu-o e educou-o da melhor maneira que pôde. Sempre ele se referiu à sua mãe adoptiva com reconhecimento e veneração; apesar disso, deixou-a algum tempo para se lançar em aventuras. Converteu-se aos 22 anos, e foi então Adelardo, irmão de Teodarda, abade de Corbie, que o recebeu entre os seus monges. Veio a ser professor célebre, que deu celebridade às escolas de Corbie. Em 844, os seus colegas elegeram-no como abade mas, sete anos mais tarde, fizeram uma espécie de revolução que o obrigou a refugiar-se noutra abadia. Não se afligiu. Nascera para escritor, tinha várias obras em preparação: «Que felicidade, dizia, ser lançado nos braços, da filosofia e da sabedoria, e poder de novo beber no meu Outono leite das Sagradas Escrituras, que alimentou a minha juventude!» Mas afinal os monges de Corbie acabaram por o chamar; voltou a viver com eles como simples religioso, edificando-os com os exemplos e continuando a escrever. Aí morreu a 26 de Abril de 865.
Basílio de Amaseia, Santo
Abril 26   -  Bispo, Abril 26
Basilio de Amasea, Santo
Basílio de Amaseia, Santo
No inicio do século IV Basílio foi nomeado Bispo de Amaseia, e participou no ano 312 no concilio de Ancira e em 315 no de Neocesareia.
A lenda conta que Basílio brindou refúgio a uma jovem cristã de nome Glafira, que era servente da mulher do imperador Licínio, e que era acossada por aquele.
O imperador ao inteirar-se da intervenção de Basílio, o fez prender e o condenou a ser levado a Nicomedia para ali ser morto por decapitação.
Na viagem Basílio caiu ao mar, morrendo afogado, a mesma lenda dourada conta que Sinopo, um de seus discípulos foi guiado por um anjo para que pudesse encontrar o corpo e assim lhe dar cristã sepultura.
O que sabemos concerteza é que morreu entre os anos 319 e 322 durante a perseguição aos cristãos empreendida pelo imperador Licínio. http://es.catholic.net/santoral
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Basílio ou Basileu tomou parte, em 314, nos sínodos de Gangres e de Neocesareia. Foi uma das principais vítimas da perseguição de Licínio, sob o pretexto de ter dado esconderijo a uma cristã chamada Glafira. Denunciado ao imperador pelo tribuno, foi condenado a que lhe cortassem a cabeça, na costa marítima. Basílio sofreu a pena, depois de levantar a deus uma última oração pelo seu rebanho, e dar o beijo de adeus aos sacerdotes e aos diáconos da sua Igreja. O corpo, deitado ao mar, foi encontrado por indicação dum anjo; os cristãos deram-lhe honrada sepultura. de comum acordo, os latinos e os gregos honram-lhe a memória a 26 de Abril; supôs-se porém ter ele sofrido em Nicomédia a 28 de Março e que o 26 de Abril era o aniversário da trasladação do seu corpo para Amaseia. http://www.jesuitas.pt/

Frei María Rafael Arnáiz Barón, Santo
Abril 26   -  Religioso Cisterciense, 26 de Abril
Fray María Rafael Arnáiz Barón, Santo
Frei María Rafael Arnáiz Barón, Santo
Nació en Burgos (España) el 9 de abril de 1911, de una familia de alta sociedad y profundamente religiosa. En esa misma ciudad fue bautizado y confirmado. Comenzó sus estudios en el colegio de los padres jesuitas y recibió por primera vez la Eucaristía en 1919.
En esos años tuvo la primera visita de la que habría de ser su asidua compañera: una enfermedad de fiebres colibacilares que le obligó a interrumpir sus estudios. Cuando se recuperó, su padre, en agradecimiento a lo que consideró una intervención especial de la santísima Virgen, a finales del verano de 1921 lo llevó a Zaragoza, donde lo consagró a la Virgen del Pilar.
Su familia se trasladó a Oviedo, y allí continuó sus estudios de bachillerato, en el colegio de los padres jesuitas y al terminar se matriculó en la Escuela superior de arquitectura de Madrid, donde supo unir el estudio con una ardiente y asidua vida de piedad; había introducido en su horario de estudio una larga visita diaria a "el Amo" en el oratorio de Caballero de Gracia, y participaba puntualmente en su turno de adoración nocturna.
De inteligencia brillante y ecléctica, Rafael tenía destacadas dotes para la amistad y buen trato. Poseía un carácter alegre y jovial; era deportista, rico en talento para el dibujo y la pintura; le gustaba la música y el teatro. A la vez que crecía en edad y desarrollaba su personalidad, crecía también en su experiencia espiritual de vida cristiana.
En su corazón bien dispuesto a escuchar Dios quiso suscitar la invitación a una consagración especial en la vida contemplativa. Había conocido la trapa de San Isidro de Dueñas y se sintió fuertemente atraído porque la percibió como el lugar que correspondía a sus íntimos deseos. Así, en diciembre de 1933 interrumpió sus cursos en la universidad, y el 16 de enero 1934 entró en el monasterio de San Isidro.
Después de los primeros meses de noviciado y la primera Cuaresma vividos con entusiasmo en medio de las austeridades de la trapa, de improviso Dios quiso probarlo misteriosamente con una penosa enfermedad: una aguda diabetes sacarina, que lo obligó a abandonar apresuradamente el monasterio y a regresar a casa de sus padres para ser cuidado adecuadamente.
Regresó a la trapa apenas restablecido, pero la enfermedad le obligó a abandonar varias veces el monasterio, donde volvió otras tantas veces para responder generosa y fielmente a la llamada de Dios.
Se santificó en la gozosa y heroica fidelidad a su vocación, en la aceptación amorosa de los planes de Dios y del misterio de la cruz, en la búsqueda apasionada del rostro de Dios; le fascinaba la contemplación de lo Absoluto; tenía una tierna filial devoción a la Virgen María —la "Señora" como le gustaba llamarla—. Falleció en la madrugada del 26 de abril de 1938, recién cumplidos los 27 años. Fue sepultado en el cementerio del monasterio, y después en la iglesia abacial.
Muy pronto su fama de santidad se extendió fuera de los muros del convento. Sus numerosos escritos ascéticos y místicos continúan difundiéndose con gran aceptación y para el bien de cuantos entran en contacto con él. Ha sido definido como uno de los más grandes místicos del siglo XX.
El 19 de agosto de 1989 el Papa Juan Pablo II, con ocasión de la Jornada mundial de la juventud en Santiago de Compostela, lo propuso como modelo para los jóvenes del mundo de hoy y el 27 de septiembre de 1992 lo proclamó beato.
La canonización la realizó el Papa Benedicto XVI el 11 de octubre de 2009. Con su canonización el Papa Benedicto XVI lo presenta como amigo, ejemplo e intercesor a todos los fieles, sobre todo a los jóvenes.
Su fiesta se celebra el 26 de abril.
Algumas máximas espirituais do Beato Frei María Rafael
 
¡Só Deus enche a alma..., e enche-a toda! 
A verdadeira felicidade se encontra em Deus e somente em Deus. 
O que não tem a Deus necessita consolação; mas o que ama a Deus, ¿que mais consolação quererá?
Honrando a Virgem, amaremos mais a Jesús; pondo-nos sob seu manto, compreenderemos melhor a misericórdia divina.
¡Que grande é Deus, que doce é Maria!
ORAÇÃO
Senhor omnipotente
que glorificas aos humildes 
e abates aos soberbos,
te suplicamos pela glória de teu Santo Nome
exaltes a memória de São Rafael, concedendo-nos a graça que te pedimos por intercessão do mesmo,
que viveu e morreu para glorificar-te a Ti, Señor,
que com o Filho e o Espírito Santo vives e reinas pelos séculos dos séculos.
Ámen.
Ricário de Celles, Santo
Abril 26   -  Sacerdote, Abril 26
Ricario de Celles, Santo
Ricário de Celles, Santo
Nasceu em Celles, França,quando a região era ainda pagã. Ricário tinha certo poder e bom prestigio sobre a população.
Um dia protegeu a dois sacerdotes irlandeses que haviam desembarcado na costa e queriam cruzar pela região.
Para lhe mostrar gratidão, os sacerdotes instruíram e baptizaram a Ricário, que a seu tempo recebeu as ordens sagradas e começou a pregar a fé cristã com grande êxito.
Construiu uma abadia em Celles.
Morreu pelo ano 645.

Esteban de Perm, Santo
Abril 26   -  Bispo, Abril 26
Esteban de Perm, Santo
Esteban de Perm, Santo
Bispo de Perm
Etimologicamente significa “laureado, coroado”. Vem da língua grega.
Nació entre los años 1340 y 1345 en Velikiy Ustyug, una población de la región de Vologda, en Rusia.
Era hijo de un clérigo de Oustoug de Rusia. Desde muy joven, apenas sintió la vocación en su alma, pidió entrar en el monasterio de Rostov-el Antiguo.
Aquí aprendió, al mismo tiempo que las cosas propias de la carrera eclesiástica, el griego y se hizo todo un especialista en la Biblia.
Tenemos la suerte de conocer su vida, gracias al historiador san Sergio de Radonege.
Una vez que terminó sus estudios, lo ordenaron de sacerdote.
Sin la menor duda, salió para evangelizar las tribus paganas que vivían alejadas en los Urales.
¿Cuál fue su labor en este sitio inhóspito?
En primer lugar, para poder entrar en contacto con ellos, aprendió su lengua, la transcribió a un alfabeto y tradujo los Libros Santos con esta intención humana, cultural y religiosa.
En su trabajo pastoral con aquella gente tuvo muchas dificultades para que aceptaran la nueva luz que dimana del Evangelio.
Como persona que sentía la presencia de Dios en su vida, sobrellevaba con paciencia todo dolor y toda pena.
No obstante, su éxito entre aquella población muy excelente. Por esta razón, el metropolita de Moscú lo llamó para consagrarlo obispo.
No cambió para nada con su nuevo cargo. Se entregó como antes a la gente pobre. Sobrevino una hambre terrible. Entonces, gracias a su intervención, trajeron trigo de Vologda para repartirlo gratis a todos.
Murió en Moscú, Rusia, el 26 de abril de 1396.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
Comentários ao P. Felipe Santos: mailto:fsantossdb@hotmail.com?subject=Comentarios desde Catholic.net al Santoral

Alda de Siena, Santa
Abril 26   -  Viúva, Abril 26
Alda de Siena, Santa
Alda de Siena, Santa
Viúva
Etimologicamente significa “extremamente bela”. Vem da língua celta.
Esta mujer fue una viuda del siglo XIV. La hija de Francisco Ponzio y de Inés Bulgarini nació en Siena en 1249.
En el bautismo le pusieron por nombre Aldobrandesca. Pasado algún tiempo, todo el mundo la llamaba Alda.
Desde muy joven sintió el cambio radical que el Evangelio propone a la persona que quiere hacer la voluntad de Dios.
Le gustaba quedarse en casa. Tan sólo salía para participar en la Eucaristía y escuchar las homilías o sermones de los padres franciscanos o dominicos.
Siendo aún muy joven contrajo matrimonio con un joven noble y culto como ella, Bindo Bellanti.
Fue una esposa ejemplar en casa y, sobre todo, durante la larga enfermedad de su esposo.
Al quedarse viuda – como era tan guapa y tenía “pasta” – tuvo varios pretendientes.
Ella, a contracorriente, aceptó su estado de viudez para siempre.
Se quedó en el palacio como terciaria. En realidad, llevaba una vida de religiosa.
Era terciaria de los “Humillados”, que como todo el mundo conoce, tuvieron una gran importancia en todo el Medioevo.
Fueron los fundadores del primer capitalismo industrial. Para que todo marchara bien y estuviera todo bien controlado en plan de que produjera cuanto más mejor, fundaron las asociaciones profesionales. Alda fue un alma entregada a lo espiritual, y sus bienes de Siena los distribuyó entre los pobres. Murió el año 1309.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
Franca de Piacenza, Santa
Abril 26   -  Virgem e Abadessa, Abril 26
Franca de Piacenza, Santa
Franca de Piacenza, Santa
Abadessa
Franca Visalta tenía apenas siete años cuando entró a educarse en el convento benedictino de San Sirio de Piacenza.
A los 14 años hizo su profesión religiosa, y pese a su juventud, aventajaba a las otras religiosas en obediencia, devoción y olvido de sí misma.
A la muerte de la abadesa, fue elegida para sucederla, pero la férrea disciplina impuesta por ella, produjo su inmediata sustitución en el cargo.
Durante años, la santa tuvo que afrontar calumnias, falsos testimonios y graves pruebas interiores. Su único consuelo, era una joven llamada Carencia –que luego de ingresar al noviciado- convenció a sus padres de construir una nueva casa de la orden de Montelana.
La santa fue nombrada abadesa de la nueva fundación, lugar donde reinaba la austeridad y la pobreza de la regla cisterciense. Pero la abadesa no estaba todavía satisfecha, por lo que pasaba noches enteras en la capilla entregada a la oración.
Al ver que se debilitada en forma alarmante la salud de la abadesa, las religiosas ordenaron al sacristán que guardase la llave de la capilla; pero ello no bastó para impedir que la fervorosa superiora continuase con sus vigilias.
Finalmente, la santa falleció en 1218.
Fue canonizada por Gregorio X.

Júlio Junyer Padern, Beato
Abril 26   -  Sacerdote e Mártir, Abril 26
Julio Junyer Padern, Beato
Júlio Junyer Padern, Beato
Nació en Vilamaniscle (Gerona), el 30 de octubre de 1892.
Salesiano des­de 1912, sacerdote en 1921. Profesor en Gerona de los estudiantes de filosofía, destacado en literatura y canto gregoriano.
Detenido por haberse encontrado una carta suya en manos de quienes fueron sorprendidos al intentar pasar la frontera, es condenado a muerte el 23 de marzo de 1938, por el Tribunal de Espionaje y Alta Traición, que manifestó su odio al sacerdote.
Serenamente preparado, fue ejecutado en Montjuic, el 26 de abril 1938.
Fue beatificado junto a otros 232 mártires españoles el 11 de marzo de 2001 por S.S. Juan Pablo II.
Para ver más sobre estos 233 mártires en España haz "click" AQUI
Estanislao Kubista, Beato
Abril 26   -  Sacerdote e mártir, Abril 26
Estanislao Kubista, Beato
Estanislao Kubista, Beato
El 28 de setiembre de 1898 nació el P. Estanislao Kubista en Nysa, Polonia.
Entró al Seminario SVD (Sociedad Verbo Divino) de Nysa.
Fue ordenado sacerdote el 26 de mayo de 1927.
Se hizo cargo de la administración del apostolado de la prensa SVD.
Él y la comunidad fueron hechos prisioneros en el Seminario por los alemanes. El 5 de febrero de 1940 la comunidad fue internada en Stutthof y trasladada más tarde a Sachsenhausen.
Durante el viaje el P. Estanislao cayó enfermo. Uno de los testigos de esos dramáticos momentos, nos comparte: "el 26 de abril lo llevaron al cuarto de baño, a donde eran trasladados los prisioneros enfermos condenados a morir. En esa madrugada fatal, le habíamos ayudado a acostarse, pero tuvimos que mantenerlo en pie durante la revista. Cuando el líder del pelotón lo vio, dijo: ha llegado tu fin. Con un pie en su pecho y otro en su garganta aplastó el P. Estanislao. Agonizó hasta el 28 de abril de 1940. La causa oficial de su muerte fue calificada de ´bronquitis´ ".
El 13 de junio de 1999, el papa Juan Pablo II beatificó, en Varsovia, a 108 mártires de la última Guerra Mundial en Polonia, y estableció que su fiesta se celebre el 12 de junio.
Para ver más sobre los 108 mártires Polacos durante la segunda guerra mundial haz "click" AQUI
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e
http://www.jesuitas.pt/
Recolha, transcrição e tradução parcial de algumas biografias, de espanhol para português, por António Fonseca