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quinta-feira, 29 de abril de 2010

29 DE ABRIL DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

Catarina de Siena, Santa
Abril 29   -  Doutora da Igreja

Catalina de Siena, Santa

Catalina de Siena, Santa

Virgem e Doutora da Igreja Padroeira de Itália e da Europa

Martirológio Romano: Memória de santa Catalina de Siena, virgem e doutora da Igreja, que havendo entrado nas Irmãs da Penitência de Santo Domingo, desejosa de conhecer a Deus em si mesma e a si mesma em Deus, se esforçou em assemelhar-se a Cristo crucificado e trabalhou também enérgica e incansavelmente pela paz, para que o Romano Pontífice regressasse à Urbe e pela unidade da Igreja, deixando esplêndidos documentos cheios de doutrina espiritual (1380).
Etimologicamente: Aquela que é pura e casta, é de origem grega.

Ver em http://es.catholic.net/santoral biografia em espanhol.

 

Catalina de Siena, Santa

Catalina de Siena, Santa

Em seguida, transcrevo biografia  no livro SANTOS DE CADA DIA, edição de www.jesuitas.pt

Lapa, a 25 de Março de 1347, deu à luz duas gémeas. Estava no seu vigésimo quarto parto. Uma destas gémeas morreu logo ou quase; a sobrevivente foi chamada Catarina, o que significa “branca”. Seu pai, modesto tintureiro do bairro de Fontebranda, escolheu para a última filha o nome da cor branca, símbolo de pureza. Catarina, na verdade, cresceu pura como açucena, e com uma açucena na mão a retrataram os primeiros pintores senenses.

Aos seis anos teve a primeira visão de Jesus, que a incitava a segui-Lo. Aos sete, diante de Nossa Senhora, desposou-se misticamente com Ele. Aos doze, já os pais pensavam casá-la com um jovem de Siena, segundo o uso daqueles tempos, quando se pode dizer que as mulheres nem conheciam a meninice. Catarina, como resposta aos projectos, cortou o cabelo e cobriu a cabeça com um  véu branco. Lapa tirou-lho violentamente dizendo: «Os cabelos tornarão a crescer e depressa te casarás». Catarina aceitou a perseguição familiar como prova; e resistiu. Uma noite, em sonho, S. Domingos disse-lhe que ela vestiria o hábito branco e preto das chamadas “Manteladas”. Na manhã seguinte, anunciou aos pais a sua decisão firme. O pai inclinou a cabeça; tinha visto uma pomba branca voar sobre a cabeça da sua branca filha. Lapa calou-se.

Assim pôde Catarina vestir o hábito das “Manteladas”: túnica branca, cinto e couro, manto negro e véu branco. Então Jesus tornou-lhe a aparecer, mas na cruz, vertendo sangue. desde aquele dia, a cor branca cedeu lugar á vermelha do sangue divino. Celebrou na Cruz os místicos desposórios com Cristo vítima, prometendo dedicar a vida à conversão dos pecadores e à reforma não da Igreja, mas daqueles que formavam a Igreja visível, desde a cabeça – isto é, do papa, a quem ela chamavao doce Cristo na terra” – até aos poderosos, até ao mais humilde cristão, todos responsáveis pelos sofrimentos de Jesus.

Dedicou-se às obras de misericórdia, servindo nos hospitais de leprosos;e procurou restabelecer a paz entre as famílias discordes da cidade. Depressa a filha do tintureiro, que era analfabeta, começou a ditar as suas palavras a vários amanuenses. “Escreve no precioso Sangue de Jesus”, dizia, e naquele sangue quente e vermelho escrevia a particulares e a prelados, a pais de famílias e a magistrados; a desconhecidos e a Reis; até ao Papa, que se encontrava em Avinhão e ela chamava para Roma, excitando-o, ela mulher, a ser viril: “Ânimo, virilmente, pai! Digo-vos eu que é preciso não tremer”.

A 13 de Junho de 1376, partiram com  ela para Avinhão vinte e oito caterinati (catarinados, a corte de Catarina). Podiam contar com todas as oposições;  mas ela varreu-as em poucas semanas. A 13 de Outubro, tomando Gregório XI quase pela mão, encaminhou-se para Roma com ele. Em Génova, ele quis voltar atrás, mas ela forçou-o a continuar; e morreu pouco depois de chegar. os cardeais deram-lhe como sucessor Urbano VI, que se estabeleceu em Roma. este chamou Catarina para junto de si. Antes de sair de Siena, ela ditou em pleno êxtase o seu famoso Diálogo, livro das suas doutrinas e visões que, pela beleza da língua, é um dos clássicos da prosa italiana.

Teve Catarina sempre em vista, dois ideais: a pacificação da Pátria e a purificação da Igreja; a esta chamava “a grande ponte sobre o mundo”, a ponte pela qual todos podiam passar da terra para o céu. Jesus teve-a por digna de receber os estigmas da sua paixão; estigmas nela invisíveis, procurados por dores mais espirituais que materiais. Pregava a paz e suspirava por ela, mas sabia que não existe paz no mundo sem que haja primeiro paz com Deus e que seja fundada na justiça. Por isso sofreu com todas as injustiças humanas, que procurou remediar com a infinita caridade de Jesus Cristo.

Ela mesma conta, numa sua famosíssima carta, a consolação que levou a um pobre jovem, injustamente condenado à morte; o facto está representado em Roma, num dos magníficos painéis marmóreos recentes, ao lado da figura da santa. Niccolo da Tuldo era jovem, era são, sobretudo era inocente e não queria morrer. Catarina confortou-o e convenceu-o a entregar a vida à justiça infinita de Deus. Chegado o dia da execução, ele veio, contou a santa, “como cordeiro manso; e vendo-me começou a rir-se; e quis que eu lhe fizesse o sinal da Cruz. recebendo ele o sinal,  disse eu: “Coragem, para as núpcias, irmão meu amado! Que depressa estarás na vida duradoira”. Inclinou-se com grande mansidão e eu estendi-lhe o pescoço e inclinei-me a recordar-.lhe o sangue do cordeiro. A sua boca só dizia Jesus e Catarina. E dizendo ele assim, recebi a cabeça nas minhas mãos, fixando os olhos na divina bondade, e dizendo: – eu quero”. Que é que queria? A intrépida mulher senense queria que a injustiça do mundo fosse compensada abundantemente pela infinita justiça de Deus.

A morte da santa não aconteceu tão serenamente. A última palavra que disse foi “Sangue, sangue, sangue”. sangue do redentor, que tornava mais branca ainda a alma de Catarina. era a 29 de Abril de 1380. Catarina tinha apenas 33 anos; a mesma idade do seu Esposo no Calvário.

Foi proclamada Santa 80 anos depois, por Pio II. Pio XI, em 1939, deu à Itália por protectora Catarina de Siena, juntamente com S. Francisco de Assis, a mulher forte ao lado do homem  caritativo. E, a 4 de Outubro de 1980, Paulo VI proclamou-a Doutora da Igreja; uma semana antes fizera o mesmo com Santa Teresa de Jesus. Precedentemente não havia na Igreja senão Doutores, não Doutoras. Em 1997, veio juntar-se-lhes Santa Teresa do Menino Jesus , proclamada Doutora da Igreja pelo papa João Paulo II.


Além do mais Santa Catarina é considerada Padroeira:

° contra os incêndios;
° contra os males corporais;
° contra a enfermidade;
° contra os abortos involuntários;
° contra as tentações;

°  de Allentown, Pensilvânia;
° para a prevenção de incêndios;
° dos bombeiros;
° das enfermeiras;
° das pessoas ridicularizadas por sua piedade;
° dos enfermos.

Roberto de Molesmes, Santo
Abril 29   -  Abade

Roberto de Molesmes, Santo

Roberto de Molesmes, Santo

Martirológio Romano: No mosteiro de Molesmes, em França, são Roberto, abade, que, desejoso de uma vida monástica mais simples e mais estrita, já fundador de mosteiros e superior esforçado, já director de ermitãos e restaurador exímio da disciplina monástica, fundou o mosteiro de Cister, que regeu como primeiro abade, e chamado de novo como abade a Molesmes, ali descansou em paz (1111).
Etimologicamente: Roberto = Aquele que brilha por sua fama, é de origem germânica.

Nacido alrededor del año 1029, en Champagne, Francia, de padres nobles llamados Thierry y Ermengarde; muerto en Molesmes, el 17 de Abril de 1111.
A los quince años de edad comenzó su noviciado en la abadía de Montier-la-Celle, o St.Pierre-la-Celle, situada cerca de Troyes, de la cual posteriormente llegó a ser prior.
En 1068 fue sucesor de Hunaut II como abad de St. Michael de Tonnerre, en la diócesis de Langres.
En esa época una banda de siete ermitaños que vivían en el bosque de Collan, en la misma diócesis, buscaron tener a Roberto como su jefe, pero los monjes, a pesar de que resistían su autoridad constantemente, insistieron en conservarlo como su abad porque gozaba de una gran reputación y era el ornamento de su casa.
Las intrigas de ellos determinaron a Roberto a renunciar a su cargo en 1071 y buscar refugio en el monasterio de Montier la Celle. El mismo año él fue colocado en el priorato de St. Ayoul de Provins, que dependía de Montier-la-Celle. Mientras tanto dos de los eremitas de Collan viajaron a Roma y rogaron a Gregorio VII les concediera como superior al prior de Provins. El Papa accedió a la solicitud y en 1074 Roberto inició a los eremitas de Collan en la vida monástica.
Como la localización de Collan fue encontrada inadecuada, Roberto fundó un monasterio en Molesme, en el valle de Langres a fines de 1075. A Molesmes llegó como huésped el distinguido canonista y doctor (écolâtre) de Reims, Bruno, quien en 1082, se colocó él mismo bajo la dirección de Roberto, antes de fundar la celebrada orden de Chartreux (Cartuja).
En ese tiempo la primitiva disciplina estaba aun en pleno vigor, y los religiosos vivían del trabajo de sus manos. Pronto, sin embargo, el monasterio llegó a enriquecerse a través de una multitud de donaciones, y con la riqueza, a pesar de la vigilancia del abad, vino el aflojamiento de la disciplina.
Roberto se esforzó en reestablecer la primitiva austeridad, pero los monjes mostraron tanta resistencia que abdicó y dejó el cuidado de su comunidad a su prior, Alberico, quién se retiró en 1093.
Al año siguiente él volvió con Roberto a Molesme. El 29 de Noviembre de 1095, el Papa Urbano II confirmó el instituto de Molesme. En 1098 Roberto, aún incapaz de reformar a sus rebeldes monjes, obtuvo de Hugo, arzobispo de Lyons y Le gado de la Santa Sede, autoridad para fundar una nueva orden conforme a nuevas reglas.
Veintiún religiosos dejaron Molesmes y alegremente se pusieron en camino hacia un lugar deshabitado llamado Cister en la diócesis de Chalons, y la abadía de Cîteaux fue fundada el 21 de Marzo de 1098.
Dejados a sí mismos, los monjes de Molesmes apelaron al Papa, y Roberto fue reestablecido en Molesme, que desde entonces llegó a ser un ardiente centro de vida monástico.
Roberto murió el 17 de Abril de 1111 y fue sepultado con gran pompa en el iglesia de la abadía. El Papa Honorio III en 1222, mediante Cartas Apostólicas, autorizó su veneración en la iglesia de Molesmes y poco después esa veneración se extendió a la Iglesia entera mediante un Decreto pontificio.
La fiesta fue fijada inicialmente el 17 de Abril, pero luego fue transferida al 29 de Abril.
La abadía de Molesmes existió hasta la Revolución Francesa. Los restos del santo fundador se conservan en la iglesia parroquial.

Cristino, Santo
Abril 29   -  Mártir

Cristino, Santo

Cristino, Santo

Mártir Padroeiro de Portoferraio

Etimologicamente: Cristino = é uma variante de Cristiano = Aquele que segue a Cristo, é de origem latina.

Cristino, es el santo patrón de Portoferraio, ciudad italiana situada en la isla de Elba. Su reliquia llamada devotamente "cuerpo santo" es conservada y venerada en la iglesia perteneciente a la "Cofradía de la Misericordia".
En 1661 el "cuerpo santo" fue descubierto en las catacumbas romanas de Priscila. El portoferraiense Antonio Vai, perteneciente a la Cofradía de la Misericordia recaló casualmente por Roma. El Papa de aquel entonces, Alejandro VII decidió donar el cuerpo santo a la comunidad de Portoferraio.
La reliquia llegó un 29 de abril, día que se convierte en fiesta patronal para toda la comunidad portoferraiense. En 1764, el papa Clemente XIII aprueba la elección de San Cristino como santo patrón de la ciudad. Es entonces, el 7 de abril de 1764 cuando la S. Congregazione dei Riti, concede a la fiesta de San Cristino todos los honores al ser la celebración del principal protector de Portoferraio. El 9 de agosto de 1764 el emperador Francisco I muestra su beneplácito mediante un decreto.
Por ocasión de sus fiestas, generalmente se abre la cripta donde reposan los restos de San Cristino, y se exponen en la iglesia de la cofradía, tras lo cual se trasfieren al Duomo de la ciudad. Tras esto se lleva a cabo una celebración religiosa y la urna con los restos de San Cristino es llevada por las calles del casco antiguo de la ciudad repartiendo su bendición sobre la ciudad.

• António Kim Song-u, Santo
Abril 29   -  Catequista e Mártir

Antonio Kim Song-u, Santo

António Kim Song-u, Santo

Catequista e Mártir

Martirológio Romano: Em Seul, na Coreia, santo António Kim Song-u, mártir, que costumava reunir em sua casa a vários fieis até que, encerrado na prisão, foi estrangulado (1841).
Etimologicamente: António = Aquele que é digno de estima, é de origem latina.

Nasceu em Gusan, Coreia do Sul, no ano 1795.
Em Seul, na Coreia, santo António Kim Song-u, catequista e mártir, que costumava reunir em sua casa a vários fieis até que, encerrado na prisão, foi estrangulado em 29 de Abril de 1841.
Foi canonizado, junto com outros 102 mártires coreanos, por S.S. João Paulo II em 6 de Maio de 1984.

Hugo de Cluny, Santo
Abril 29   -  Abade

Hugo de Cluny, Santo

Hugo de Cluny, Santo

Abade

Martirológio Romano: No mosteiro de Cluny, em Borgonha (hoje França), santo Hugo, abade, que governou santamente seu cenóbio durante sessenta e um anos, mostrando-se entregue às esmolas e à oração, mantendo e promovendo a disciplina monástica, atento às necessidades da Igreja e exímio propagador da mesma (1109).
Etimologicamente: Hugo = Aquele de inteligência clara, é de origem germana.

El glorioso y venerable abad de Cluny, san Hugo, nació en Semur, de una ilustre y antigua familia de Borgoña. Su padre llamado Dalmacio era señor de Semur, y su madre Aremberga, descendiente de la antigua casa de Vergi.
Quería el padre que su hijo Hugo siguiese, como noble la carrera de las armas, pero sintiéndose él más inclinado al retiro y a la piedad que a la guerra, recabó licencia para ir a cultivar las letras humanas en Châlon-sur-Saône, donde la santidad de los monjes de Cluny, gobernados por el piadoso abad Odilón, le movió a dar libelo a todas las cosas de la tierra, y a tomar el hábito en aquel célebre monasterio.
Hizo allí tan extraordinarios progresos en las ciencias y virtudes, que corriendo la fama de su eminente santidad, sabiduría y prudencia por toda Europa, el emperador Enrique le nombró padrino de su hijo; y Alfonso rey de España, hijo de Fernando, acudió a él para librarse de la prisión en que le tenía su ambicioso hermano Sancho, lo cual recabó el santo con su grande autoridad, y también puso fin a las querellas del prelado de Autún y del duque de Borgoña que devastaba las posesiones de la Iglesia. Y no fue menos apreciado de los sumos pontífices, por su rara prudencia y santidad. Nombróle León IV para que le acompañase en su viaje a Francia, y su sucesor Víctor II previno al cardenal Hildebrando, después Gregorio VII, que le tomase por socio y consejero en la legacía cerca del rey de los franceses; Esteban X que sucedió a Víctor, le llamó y quiso morir en sus brazos. El gran pontífice Gregorio VII se aconsejaba con este santísimo abad de Cluny en todos los negocios más graves de la cristiandad.
Entre las muchas cartas de san Hugo, se halla una escrita a Guillermo el Conquistador, el cual le había ofrecido para su monasterio cien libras por cada monje que le enviase a Inglaterra. Respóndele el santo abad que él daría la misma suma por cada buen religioso que le enviasen para su monasterio. si fuese cosa que se pudiese comprar en cuyas palabras manifestaba el temor de que se relajasen los monjes que enviase a Inglaterra no pudiendo vivir allí en monasterios reformados. Y si todas estas preocupaciones juzgaba el santo necesarias para conservar la virtud de aquellos tan fervorosos monjes, ¿cómo imaginamos nosotros poder estar seguros de no perder la gracia divina, si temerariamente nos metemos en medio de los peligros y lazos del mundo? Quéjanse muchos de las tentaciones que padecen, y murmuran de la Providencia por los recios y continuos combates que les dan los tres enemigos del alma: mundo, demonio y carne: pero día vendrá en que Dios se justifique recordándo1es que ellos mismos se metían las más de las veces en las tentaciones, y haciéndose sordos a las voces de la gracia y de la conciencia, se ponían voluntariamente en las ocasiones de pecar, y se rendían a sus mortales enemigos.
Es increíble lo mucho que trabajó este santo en la viña del Señor, edificándola con sus heroicas virtudes, defendiéndola de sus enemigos, y acrecentándola con su celo apostólico, Finalmente después de haber fundado el célebre monasterio de monjas de Mareigni, y echado los cimientos de la magnífica iglesia de Cluny, lleno de días y mere cimientos falleció en la paz del Señor a la edad de ochenta y cinco años.

Severo de Nápoles, Santo
Abril 29   -  Bispo

Severo de Nápoles, Santo

Severo de Nápoles, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Nápoles, da Campânia, santo Severo, bispo, a que santo Ambrósio amou como a um irmão e sua Igreja como a um pai (c. 409).
Etimologicamente: Severo = Aquele que se comporta de forma austera ou inflexível, é de origem latina.

En el catálogo de los obispos napolitanos ocupa el duodécimo lugar; de su vida anterior a su ministerio episcopal, no se sabe prácticamente nada.
San Severo sirvió su episcopado de febrero de 363 al 29 de abril de 409, por lo tanto algunas décadas después de la libertad de culto establecida por Constantino a favor de los cristianos (año 313); fue ciertamente un período en que las dos religiones, pagana y cristiana, fueron obligadas a convivir, y los retrocesos al paganismo fueron frecuentes.
Su obra se desarrolló después de estos retornos al paganismo y los violentos ataques de los heréticos arrianos; los seguidores del herético Ario de Alejandría (280 -336) afirmaban que el Verbo, encarnado en Jesús, no tenía misma sustancia del Padre, y que era tan sólo la primera de sus criaturas; la herejía condenada por los Concilios de Alejandría del 321 y Nicea del 325, provocó una lucha a veces también violenta, entre las dos posiciones existentes en la Iglesia de aquel entonces.
La Iglesia de Nápoles, con la guía iluminada de San Severo, refloreció en la fe auténtica del cristianismo; reestableció en la ciudad las obras de su predecesor san Máximo (siglo IV) quien murió en el destierro en Oriente, durante la persecución ariana.
Hace falta decir que san Máximo fue el décimo obispo de Nápoles y san Severo el duodécimo, entre los dos estuvo el usurpador ariano Zosimo, quien durante sus seis años de episcopado, retornó a la fe original, por lo que si está legítimamente considerado como el 11° obispo.
Varios documentos antiguos confirman que se ganó, no sólo consideración y cariño de los cristianos, sino también la de los paganos. Fue amigo de san Ambrosio (340 -397) obispo de Milán, a quien tuvo ocasión de conocer durante el Concilio plenario realizado en el 392 en Capua.
Le son atribuidas la construcción de cuatro basílicas, de una de ellas, engalanada con mármoles y preciosos mosaicos fue dedicada al Salvador, de esta antigua basílica llamada luego San Giorgio el Mayor, ha quedado tan sólo la cúpula.
A Severo es atribuida también la construcción del célebre Baptisterio de Nápoles, anterior con cerca de treinta años a aquel erigido en Laterano por Sisto III (432 -440) siendo por tanto el más antiguo de occidente. El Baptisterio está actualmente adosado a la basílica de Santa Restituta en la Catedral de Nápoles; también llamado "San Giovanni in fonte", se inspira en cánones orientales, con preciosos mosaicos traídos de otros baptisterios.
Fuera de los muros de la ciudad, Severo hizo construir a poca distancia de la Basílica de San Fortunato, una basílica cementerial, dónde hizo colocar las reliquias del obispo san Máximo y que parece fue incluso su primera sepultura. De esta basílica, sus reliquias fueron trasladadas hacia la mitad del siglo IX, a un oratorio de la Basílica urbana de S. Severo en el barrio Sanità, propiedad de una Congregación sacerdotal. En el 1310 el arzobispo Humberto de Ormont, quien antes fuera el abad de la Basílica de San Severo, colocó las reliquias bajo el altar mayor, dentro de un magnífico tabernáculo de mármol, que algunos estudiosos atribuyen a Tino de Camaino o a su escuela. Este último traslado de las reliquias, despertó el culto por el santo obispo, que se había visto bastante adormecido, luego de que en el año 1294 se popularizara la devoción hacia el mártir dominico san Pedro de Verona.
San Severo también es patrono de la ciudad y diócesis de San Severo, en la provincia de Foggia.
¡Felicidades a quienes llevan este nombre!

responsável da tradução (para espanhol): Xavier Villalta

SANTO WILFRIDO, o JOVEM

Bispo (744)

Wilfrido foi um dos cinco prelados eminentemente santos que diz Beda terem sido educados na Abadia de Whithy, quando ela estava governada por Santa Hilda. Ele pôs-se ao serviço de S. João de Berverley, como sacerdote assistente e mordomo. Quando João deixou a sua Sé de Iorque, sagrou Wilfrid para o constituir seu sucessor. O novo prelado mostrou grande zelo pela casa de Deus, dando ricas ofertas à sua catedral; era simultaneamente pastor no ministério da pregação; tomou grande cuidado dos pobres. A exemplo do seu mestre, quis terminar os seus dias numa casa religiosa; por isso foi a Ripo, onde ao que parece faleceu cerca do ano de 744.

O clero de Iorque defendeu que foram as suas relíquias e não as de S. Wilfrido I que foram transferidas por Santo Odão para Cantuária. Outros dizem que os restos de S. Wilfrido, o Jovem,  foram levados para Worcester por Santo Oswaldo, que nessa altura e num período seguinte, foi bispo de Worcester e de Iorque.

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Outros Santos e Beatos
Abril 29   -  Completando o santoral deste dia

Santo Tíquico, santo do Novo Testamento


Comemoração de santo Tíquico, discípulo do apóstolo são Paulo, a que, nas suas epístolas, chama irmão caríssimo, ministro fiel e con-servo no Senhor (s. I).

São Torpetes, mártir

Em Pisa, da Toscana, são Torpetes, mártir (s. inc.).

Santo Acardo, abade e bispo


No mosteiro de Lucerna, em Normandia, santo Acardo, bispo de Avranches, que, sendo abade de São Victor de Paris, escreveu vários tratados de vida espiritual para conduzir a alma cristã à perfeição, falecendo e sendo enterrado nessa abadia da Ordem Premonstratense, que visitava a miúdo (1172).

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Recolha, transcrição e tradução parcial das biografias acima apresentadas por António Fonseca