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terça-feira, 4 de maio de 2010

BENTO XVI EM PORTUGAL – MAIS NOTÍCIAS

In: Agência Ecclesia

As chaves da agenda do Papa em Portugal

Cultura, acção social e a vida da Igreja em análise

OR

Cultura, acção social e a vida da Igreja em Portugal são pontos centrais da viagem de Bento XVI a Portugal, que se inicia na próxima semana.

A Agência ECCLESIA perspectiva três momentos fundamentais dessa visita: o encontro do Papa com o mundo da cultura, no Centro Cultural de Belém (CCB), às 10h00 de 12 de Maio; também a 12 de Maio, pelas 18h00, já em Fátima, a celebração das Vésperas com sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas, seminaristas e agentes de pastoral, na Igreja da Santíssima Trindade; no dia seguinte, 13 de Maio, às 17h00, o encontro com as organizações de pastoral social, no mesmo local.

Para D. Manuel Clemente, presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, a reunião no CCB é uma oportunidade de reunir homens e mulheres da cultura com uma grande referência, “porque o Papa é uma grande referência cultural”.

O Bispo do Porto considera que a cultura se faz “no dia-a-dia, em variadíssimas actividades e na criatividade dos homens e mulheres da cultura, da literatura, das artes plásticas, da música”.

No entanto, este responsável acrescenta que “também é bom que haja uma oportunidade de encontro, que as pessoas se vejam umas às outras”. “Vem quem quer, ninguém é obrigado a ir, mas rapidamente se encheu a sala”, assegura.

O director do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, Pe. José Tolentino Mendonça, acredita que Bento XVI vai ser capaz de “uma palavra inconformista” e “audaciosa”. “Penso que a mensagem do Santo Padre chegará de certeza aos corações, e só a sua presença é uma consolação e um estímulo para todos aqueles que se reconhecem nos valores universais, da paz, da comunidade humana e da justiça”, disse à ECCLESIA.

Sobre a atenção que o actual Papa tem dedicado à Pastoral Social, José Dias da Silva, vogal da Comissão Nacional Justiça e Paz, assinala que Bento XVIfaz propostas e sugestões que, levadas a sério, rasgarão os horizontes do serviço da caridade”.

É evidente que há uma primeira forma de actuar: a rápida ajuda a quem está em extrema dificuldade”, escreve, acrescentando que “há, hoje, novas formas de pobreza, de carências, de exclusões que exigem competências adequadas”.

Não basta, pois, o voluntarismo. É preciso saber o que deve ser feito em cada situação concreta”, indica.

No encontro do Papa com as organizações da Pastoral Social estará um significativo grupo de 308 dirigentes de outras tantas IPSS filiadas na Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), ligadas ou não à Igreja Católica. “Curiosamente, os primeiros dirigentes a manifestarem vontade de marcar presença no encontro com o Santo Padre foram precisamente dirigentes de outras Igrejas e dirigentes sem opção religiosa”, adianta o Pe. Lino Maia, presidente da CNIS.

O Pe. Manuel Barbosa, presidente da Confederação dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), fala do encontro do Papa com os sacerdotes, religiosos e religiosas, consagrados e consagradas como um momento de “importância acrescida, por ser a primeira vez que o Papa Bento XVI visita Portugal e por se realizar em plena celebração do Ano Sacerdotal”.

Mais importante do que aquilo que nos possa dizer de modo repetido ou inovador, é essencial que provoque em todos nós renovados dinamismos de santidade, comunhão e missão”, assinala.

Fotos

Nacional | Agência Ecclesia | 2010-05-04 | 13:07:15 | 4198 Caracteres | Bento XVI - Portugal

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Cultura espera «palavra inconformista» e «audaciosa» de Bento XVI

Catolicismo é «lugar de inspiração» para a procura de um mundo mais coerente, diz Tolentino Mendonça

O director do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, Pe. José Tolentino Mendonça, acredita que Bento XVI vai ser capaz de “uma palavra inconformista” e “audaciosa” na sessão marcada para 12 de Maio no Centro Cultural de Belém.

Penso que a mensagem do Santo Padre chegará de certeza aos corações, e só a sua presença é uma consolação e um estímulo para todos aqueles que se reconhecem nos valores universais, da paz, da comunidade humana e da justiça”, disse o sacerdote à ECCLESIA.

Não é preciso ser cristão para estar presente”, afirmou o biblista, recordando que a sessão com o mundo da cultura que vai ocorrer em Lisboa é o único momento não litúrgico na visita do Papa.

No entender do Pe. Tolentino Mendonça, “o eco e o impacto” das intervenções de Bento XVI “vão muito para lá das fronteiras do catolicismo”, pelo que o encontro acolhe “criadores, investigadores e homens e mulheres ligados ao ensino e à cultura nas suas várias modalidades, que encontrem na pessoa do Papa uma referência nesta construção comum do mundo”.

O que é necessário – prosseguiu – é essa vontade de dialogar, de escutar, de participar numa assembleia que por sua natureza é de uma cordialidade imensa” e “ao mesmo tempo com uma carga simbólica muito forte”.

O sacerdote destacou também “o desejo de o Santo Padre encontrar-se com a gente da cultura nesta sua passagem por Lisboa e por Portugal” e assinalou que Bento XVI “é exemplar no sentido em que a sua palavra vai ao encontro de uma experiência que todos realizam”.

Para o Pe. Tolentino Mendonça, a relação entre cristianismo e cultura é “natural” porque “a fé não é uma abstracção, mas traduz-se num estilo de vida e num determinado olhar sobre a pessoa humana”.

O responsável pela Pastoral da Cultura afirma que o catolicismo é um “lugar de inspiração para essa tensão histórica e utópica que é a procura de um mundo mais coerente e consistente em termos dos seus valores e das suas procuras”.

A esperança – que, recordou o sacerdote, foi objecto de uma das encíclicas de Bento XVI – é uma das contribuições que a Igreja pode dar ao país: “Sendo esta uma hora de encruzilhada, com as dificuldades que conhecemos, é também um momento de transformação, de possibilidade de novos caminhos”, frisou o Pe. Tolentino Mendonça.

Nacional | Rui Martins | 2010-05-04 | 12:59:26 | 3016 Caracteres | Bento XVI – Portugal

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Sinos das igrejas do Patriarcado de Lisboa vão tocar à chegada do Papa a Portugal

Os sinos das igrejas do Patriarcado de Lisboa vão tocar às 11h00 do dia 11 de Maio, assinalando a chegada do Papa Bento XVI ao aeroporto da Portela, no início da sua viagem de três dias a Portugal.

Nos dias 11 e 12 de Maio vão também tocar os sinos das igrejas de Lisboa situadas nos locais por onde o Papa vai passar nos vários trajectos incluídos na sua permanência em Lisboa.

Com esta medida, explica o vigário-geral da Diocese, D. Tomaz da Silva Nunes, pretende-se mostrar a alegria do Patriarcado pela presença de Bento XVI em Portugal.

O Papa visita Portugal de 11 a 14 de Maio, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto

Nacional | bentoxviportugal.pt | 2010-05-04 | 12:43:55 | 735 Caracteres | Bento XVI – Portugal

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70 funções profissionais na cobertura noticiosa da visita de Bento XVI a Portugal

A complexa operação de cobertura noticiosa da visita do Papa Bento XVI a Portugal envolve cerca de 2.150 profissionais da Comunicação Social de 24 países (incluindo Portugal), distribuídos por mais de 70 de funções, cuja acreditação decorreu durante o mês de Abril.

Desse total cerca de 960 são jornalistas e repórteres de imagem, mas a maior parte dos profissionais envolvidos vão estar ocupados em funções técnicas, de produção e de apoio.

Entre as 70 funções profissionais encontram-se maquilhadoras, assistentes de teleponto, operadores de gruas telescópicas, informáticos, motoristas, seguranças, electricistas, produtores gráficos, realizadores, assistentes, estafetas, produtores, operadores de mistura ou animadores de rádio.

Os jornalistas, técnicos, produtores e outros profissionais estão ligados a 240 órgãos de Comunicação Social.

O maior contingente de pedidos de acreditação provém de Portugal (1.821), seguindo-se a Espanha (94), Itália (66) e Alemanha (34).

A RTP é o órgao de Comunicação Social que mais acreditações solicitou (663), seguindo-se a SIC (258), TVI (252), a Rádio Renascença (111) e a Agência Lusa (64).

O Papa Bento XVI visita Portugal de 11 a 14 de Maio, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto.

Nacional | bentoxviportugal.pt | 2010-05-04 | 12:42:29 | 1599 Caracteres | Bento XVI – Portugal

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Percursos, acessos e restrições à circulação no Porto anunciados Quarta-feira

Montagem do altar começa na manhã de 5 de Maio

Os percursos do Papa em Gaia e no Porto, os melhores acessos em termos de transportes, os parques de estacionamento disponíveis e as restrições à circulação automóvel e pedonal, bem como as medidas de segurança, vão ser anunciados Quarta-feira em conferência de imprensa no Paço Episcopal, às 15h00.

Além de representantes da Diocese e das autoridades distritais e locais vão estar presentes no encontro com os jornalistas responsáveis das autoridades policiais, de segurança e de assistência.

Na manhã desse dia começam as obras de montagem do altar e outras estruturas na Avenida dos Aliados, decorrendo durante a noite e madrugada as descargas de material.

Para Sexta-feira, às 10h30, igualmente no Paço Episcopal, está marcado um encontro do Bispo da Diocese, D. Manuel Clemente, com a Comunicação Social para fazer o balanço dos preparativos a uma semana da chegada de Bento XVI ao Porto.

O Papa visita Portugal de 11 a 14 de Maio, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto.

Bento XVI chega às 09h30 ao heliporto do Quartel da Serra do Pilar, em Gaia, seguindo em «Papamóvel» até à Avenida dos Aliados, onde celebra missa às 10h15.

A cerimónia de despedida, no Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, está prevista para as 13h30 e a partida para Roma marcada para as 14h00.

Nacional | bentoxviportugal.pt | 2010-05-04 | 12:31:46 | 1567 Caracteres | Bento XVI – Portugal

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Bento XVI visita «a crise profunda» de Portugal

Reitor da UCP diz que a actual situação do país pesou na decisão papal de visitar o nosso país

Portugal está a viver “uma crise profunda e, talvez por isso, o Papa tenha achado que valia a pena vir” ao nosso país.

No encerramento do conjunto de reflexões sobre «O pensamento de Bento XVI» realizado ontem (dia 3 de Maio), na Universidade Católica Portuguesa, Manuel Braga da Cruz, reitor da UCP, afirmou que “também em Portugal se fazem sentir os efeitos de uma demasiada auto-suficiência do racionalismo científico e, por isso mesmo, precisemos do contributo que ele deu”.

Ao longo do dia, vários intelectuais portugueses falaram sobre o Papa que visita Portugal de 11 a 14 de Maio. Mário Pinto, professor da UCP, assumiu-se como leitor de “encíclicas sociais”. No entanto, a «Caritas in Veritate» “não ataca o liberalismo nem o capitalismo”. Algo que “era feito insistentemente por todas as encíclicas sociais”. Por outro lado, realça Mário Pinto, o título da última encíclica “não é social”, mas há “uma nítida intenção de ensinar o povo cristão”.

No painel «Caritas in Veritate», Zita Seabra, presidente da Alêtheia Editores, afirmou que Bento XVI tem “surpreendido porque vai, frequentemente, a temas muito comuns, mas apresenta uma nova visão”.

Nacional | Luís Filipe Santos | 2010-05-04 | 12:30:23 | 1495 Caracteres | Bento XVI – Portugal

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Ler Bento XVI à luz do pontificado de Bento XV

Nuno Rogeiro passou em revista pensamento do actual Papa

A encíclica «Caritas in Veritate» tem de ser entendida como “genuinamente do Papa que olha o mundo, os seus efeitos na Igreja e os efeitos da Igreja no mundo” – disse ontem Nuno Rogeiro no colóquio sobre «O pensamento de Bento XVI».

Organizado pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa (UCP), neste conjunto de reflexões falou-se sobre «A Universidade. O discurso que não chegou a ser pronunciado na Universidade de la Sapienza»; «A Europa. Os seus fundamentos hoje e amanhã»; «O Discurso de Ratisbona»; «“Deus Caritas Est” (Encíclica “Deus É Amor”)» e «“Caritas In Veritate” (Encíclica “Caridade Na Verdade”)».

No painel sobre a «Caritas in Veritate», o comentador televisivo e professor universitário referiu que esta encíclica tem de ser entendida enquanto “carta circular aos cristãossacerdotes ou leigose como anúncio a todos no seguimento de outras reflexões importantes do cardeal Ratzinger”. A última encíclica de Bento XVI influenciou a “Comunicação Social e, inclusivamente, influenciou uma reunião do G8”. 

A terceira encíclica de Bento XVI deverá ser olhada na “senda existencialista” da encíclica «Humani Generis Redemptionem» (15 de Junho de 1917) de Bento XV, onde encíclica se reflectia sobre o paradoxo de “havendo cada vez mais padres e cada vez mais pregadores, haver também cada vez mais imoralidade e cada vez menos influência da religião nos assuntos seculares”. E acrescenta: “ou a doutrina era má, ou os proclamadores ineficientes por falta de formação ou, talvez, - conclui o pontífice – por falta de convicção”.

A «Caritas in Veritate» tem de se entender na corrente e no contexto de outros textos de autoridade papal. Não se pode falar desta encíclica sem falar das outras duas que marcaram este pontificado. “Em «Deus Caritas Est» - a sua primeira encíclica e pegando na famosa critica de Nietzsche sobre a putativa demonização do amor – Bento XVI discorre sobre a necessidade de socorrer o eros, de o purificar, de o tornar digno e eterno e libertá-lo da materialização” – afirmou Nuno Rogeiro.

A caridade é a concretização verdadeira do amor. Reconcilia essência e existência. Ela rompe o véu do absurdo moderno e pós-moderno”. E completa o professor universitário: “É aqui que «Deus Caritas Est» se aproxima da «Caritas in Veritate», ao explicar-se que a doutrina Social da Igreja – ligando fé e política – se baseia no direito natural, na consideração da natureza primeira do homem

Na «Spes salvi» (segunda encíclica do Papa alemão) há um retorno a textos de Ratzinger antes do pontificado. “Reflexão sobre a qualidade salvífica da esperança. A esperança na redençãoensinada por Paulonão é, obviamente, um mero aguardar por um desenlace como se estivéssemos a ser espectadores de uma peça de teatro. É processo activo, espécie de batalha quotidiana, onde a fé é a substância das coisas que esperamos e a prova das coisas invisíveis”. A esperança – como diz Bento XVI – “é a entrada do futuro no presente”. O cristão tem de “reagir e laborar pela verdade todos os dias”.

Na primeira audiência papal, Bento XVI explicou a sua ligação espiritual a Bento XV (o papa desbravador do Direito Internacional Público, da diplomacia apaziguadora, da mediação entre nações, da construção efectiva da paz). Na altura o papa alemão, considerou Bento XV “como o corajoso profeta da paz que guiou a igreja pelos tempos turbulentos da guerra. Nas suas pegadas coloco o meu ministério ao serviço da reconciliação e da harmonia entre os povos”. E adianta: “Bento XV está assim no cerne da «Cáritas in Veritate»”.

Revisitando a encíclica «Populorum Progressio» de Paulo VI, Bento XVI interpreta a crise planetária – dentro e fora das praças financeiras -; assinala os males da injustiça social – regional, nacional e global -, analisa a ameaça aos valores da pessoa e lembra a perversão das ideologias e das utopias que desligam o desenvolvimento da sua dimensão humana.

Nacional | Luís Filipe Santos | 2010-05-04 | 12:27:54 | 5181 Caracteres | Bento XVI – Portugal

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Lisboa prepara acolhimento a Bento XVI

Dois mil mupis, mil pendões e 200 outdoors mobilizam população para receber o Papa e participar nas celebrações

A Comissão Organizadora da Missa de Bento XVI em Lisboa apresentou esta Terça-feira a campanha “Foi o Pai que me Ensinou”, que vai dar as boas vindas ao Papa através da utilização de vários meios de comunicação.

A iniciativa, que já começou com 200 outdoorsLisboa com Bento XVI”, seguida da frase “Foi o Pai que me Ensinou”, pretende mobilizar a população para as celebrações que decorrem durante a estadia de Bento XVI em Portugal.

O Papa vai estar presente em mais de dois mil mupis e 200 «outdoors» de grande dimensão (8 por 3 metros) nos distritos de Lisboa e Setúbalconcelhos de Alenquer, Almada, Barreiro, Caldas da Rainha, Cascais, Loures, Mafra, Montijo, Óbidos, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Setúbal, Sintra, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

Esta noite vão ser colocados cerca de mil pendões na cidade de Lisboa, nos percursos onde o Papa vai passar, referiu a organização, em conferência de imprensa.

Haverá ainda três telas gigantes no Marquês de Pombal, Av. da Liberdade e Av. Fontes Pereira de Melo (a artéria em que o Papa passa mais vezes) e um vídeo que vai ser divulgado nos transportes públicos e, possivelmente, na televisão.

Os meios são dominados pelas cores branca - numa alusão a Deus - e azul, evocando o céu (eternidade), o rio Tejo e o mar (referência aos Descobrimentos), Maria e a azulejaria das igrejas dos séculos XVII e XVIII.

A concepção destes suportes, executada por pessoas que ofereceram o seu tempo e conhecimentos profissionais, foi gratuita, o mesmo acontecendo com a sua montagem e afixação, que vão ser asseguradas por empresas e autarquias, além de 2500 voluntários.

A campanha apoia-se em nove conceitos ("partilhar", "amar", "rezar", "acreditar", "confiar", "esperar", "perdoar", "escutar" e "festejar"), que se articulam de diferentes formas com a frase "Foi o Pai que me ensinou" - por exemplo "Partilhar foi o Pai que me ensinou".

A primeira mensagem de acolhimento que Bento XVI vai provavelmente encontrar será colocada na ponte pedonal localizada na Av. do Aeroporto, com a saudação "Bem-vindo" escrita em português, alemão e italiano (respectivamente a língua de origem de Joseph Ratzinger e aquela que é mais utilizada no Vaticano).

Os responsáveis pela organização da estadia do Papa em Lisboa pedem à população para colocar os estandartes à janela e usar os lenços para acenar ao Papa aquando da sua passagem.

O projecto integral da campanha pode ser consultado no site oficial da visita de Bento XVI a Portugal.

Fotos

Nacional | Rui Martins | 2010-05-04 | 12:25:52 | 3159 Caracteres | Bento XVI - Portugal

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Muito para (vi)ver na visita do Papa

D. Carlos Azevedo, coordenador geral, aborda pormenores da presença de Bento XVI em Lisboa, do encontro com os jovens ao mundo da cultura

D. Carlos Azevedo, coordenador geral da visita papal ao nosso país, aborda pormenores da presença de Bento XVI em Lisboa, do encontro com os jovens ao mundo da cultura. Em entrevista à Agência ECCLESIA, levanta a ponta do véu sobre os vários momentos que o Papa vai viver na capital portuguesa, ao longo de mais de 24 horas.

Agência ECCLESIA (AE) - As paróquias receberam recentemente uma brochura com informações sobre a visita do Papa à diocese de Lisboa. Que informações são importantes reter?

D. Carlos Azevedo (CA) - São informações práticas. Incidem sobre os locais onde as pessoas se podem deslocar, com indicações precisas para estacionamento se o automóvel for o veículo de transporte. No entanto, pedimos que, de preferência, as pessoas se desloquem em transportes públicos, que vão ser reforçados, em especial na hora de saída. Prevemos que a chegada seja paulatina, mas a saída será simultânea. A acompanhar a brochura de informações seguiu também uma pagela com uma oração para que a visita seja preparada espiritualmente.

AE - Há lugar para o imprevisto numa visita agendada ao minuto? Encontros do Papa que não estão agendados com os jovens ou com amigos portugueses?

CA - Não está previsto. Para a Nunciatura está previsto o encontro com o Primeiro-Ministro, José Sócrates, e com o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado. É possível que haja alguma surpresa na noite com os jovens. Nós assim o desejamos, que o Santo Padre possa ir à janela e saudar os jovens.

AE - Será suficiente para os jovens o Papa dirigir-se à janela?

CA - A mensagem de esperança que Bento XVI envia aos jovens, o lugar que lhes está reservado nas celebrações mostra que, como povo de Deus, os jovens estão cada vez mais inseridos na comunidade e na pastoral. Não querendo criar um grupo à parte, também é bom o contacto directo.

AE - O próprio Bento XVI cria esse contacto em muitas viagens apostólicas que realizou...

CA - Mas em Portugal era impossível. O programa feito para a visita não permitia isso. Em 2011 está prevista a Jornada Mundial da Juventude, para Madrid. Pensamos que dada a proximidade muitos jovens portugueses se preparam para ir a Espanha. De qualquer forma é simpático que os jovens queiram estar com o Papa e, certamente, Bento XVI vai responder a esta vontade e irá saudá-los.

AE - Sobre a celebração eucarística no Terreiro do Paço, os paramentos, o missal, o leccionário ou o evangeliário irão sair do Tesouro da Sé de Lisboa?

CA -As peças foram escolhidas e estão ainda a ser confirmadas mas em princípio serão do Museu da Sé de Lisboa e de São Vicente de Fora.

AE - Os paramentos do Papa chegam do Vaticano?

CA - Não sabemos ainda. Temos uma proposta. Vai depender do clima nesse dia. Temos um paramento possível feito em Portugal. O Vaticano traz outro. Depende das circunstâncias do clima. Os paramentos para os bispos são feitos em Portugal e são novos, tanto as mitras como os paramentos. Haverá um ar de festa.

AE - O paramento para Bento XVI foi feito de propósito?

CA - Sim, para a medida e para o gosto que sabemos que o Papa tem nos paramentos que usa. Foi já visto pelo responsável pelas celebrações pontifícias, o Monsenhor Guido Marini, quando esteve em Portugal, e ficou dependente do clima, devido ao peso do paramento.

AE - E depois, será oferecido ao Papa ou poderá integrar o espólio do Tesouro da Sé?

CA - Ainda não imaginámos.

AE - Mas está nos planos da diocese?

CA - Bom, sabemos que o Santo Padre vai trazer um presente para cada uma das dioceses e a diocese de Lisboa vai também dar-lhe um presente. Lisboa vai oferecer-lhe uma relíquia de São Vicente.

AE - Sobre o encontro com o mundo da cultura, a decorrer em Lisboa, o número de participantes está fechado?

CA - As inscrições fecharam na passada Sexta-feira (dia 23 de Abril). Temos uma lista de espera de pessoas que manifestaram interesse em estar presentes. Aguardamos as respostas aos convites.

AE - Que critérios estiveram na base dos convites?

CA - Quisemos ter presente a representatividade cultural. Não podem estar presentes todas as pessoas. Por isso procurámos que as personalidades presentes pudessem representar as diferentes áreas – da arte, do saber, do mundo da ciência e das letras. Pedimos a cada diocese que apresentasse sugestões e as pessoas indicadas tiveram a primazia do convite, tal como entidades oficiais, as várias academias, universidades, também alguns estudantes finalistas das várias universidades de Lisboa.

AE - Há nomes que são cartão de visita no panorama cultural português?

CA Sim, pessoas muito representativas como poderão ver no dia 12 de Maio.

AE - Não só do mundo católico mas também do mundo dos não crentes. Essa representatividade foi também importante, uma vez que o próprio Bento XVI apela ao diálogo com diferentes religiões?

CA - A organização conta com a confirmação do representante da comunidade islâmica e também da religião judaica. As grandes religiões vão estar presentes. A capacidade de abertura e diálogo é importante para nós. A organização não enviou o convite para algumas personalidades sabendo se são ou não crentes, mas mediante o seu gosto em estar ou não com um notável homem da cultura que tem uma proposta de verdade e beleza a fazer.

AE - A Igreja Católica  dirigiu o convite a outras confissões religiosas, ou tratou-se de uma manifestação de vontade por parte das outras confissões?

CA - Correspondeu a um convite feito pela Igreja Católica, manifestando o nosso objectivo de integração. Este era o encontro adequado, pois não se trata de uma celebração religiosa, mas um encontro com um discurso. Este seria o espaço onde as pessoas poderiam estar de forma mais natural.

AE - Está previsto um encontro entre a Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, e o Papa Bento XVI?

CA - A senhora Ministra da Cultura vai ter a oportunidade de cumprimentar o Papa no encontro. Está previsto um encontro com algumas personalidades representativas. A senhora Ministra, enquanto responsável pela pasta da cultura, representa a cultura portuguesa no seu todo. No encontro poderá ao cumprimentar, dirigir algumas palavras.

AE - Esse encontro restrito vai ser também no Centro Cultural de Belém?

CA - Sim. Vai ser posterior ao discurso, no final do encontro.

AE - No encontro com o mundo da cultura, vai ser entregue uma lembrança ao Papa feita pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira. Que intenção tem esta oferta?

CA - Em todos os encontros há lugar para um agradecimento através de um gesto. O arquitecto Siza Vieira estava disponível para oferecer o desenho de uma peça. Percebemos a existência de um conjunto de pessoas que gostava de ajudar, e também a colaboração de um dos melhores ourives modernos, Manuel Alcino. É uma peça muito bonita que penso que ficará bem no Vaticano.

Fotos

Entrevistas | Lígia Silveira | 2010-05-04 | 11:27:56 | 8837 Caracteres | Bento XVI – Portugal

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Reolha e transcrição através de e-mail recebido de Agência Ecclesia por António Fonseca

BENTO XVI EM PORTUGAL - NOTÍCIAS

In: Agência Ecclesia

 

Lisboa: Passeio de bicicleta para anunciar a chegada do Papa

A iniciativa, que decorre este Domingo, liga o Marquês de Pombal ao Mosteiro dos Jérónimos

Um passeio de bicicleta entre o Marquês de Pombal e o Mosteiro dos Jerónimos para anunciar a visita do Papa é a proposta para a tarde do próximo Domingo, refere o site oficial da visita de Bento XVI a Portugal.

A iniciativa, organizada por vários organismos da Igreja Católica, como o Movimento Comunhão e Libertação e os Focolares, “é uma ocasião para demonstrar publicamente o amor e fidelidade ao Papa”, afirmou um responsável da organização.

O encontro não está sujeito a inscrição, pelo que basta aparecer na Praça Marquês de Pombal, a 9 de Maio, às 15h00.

O que se pretende é uma tarde de convívio e alegria pela vinda de Bento XVI e por isso queremos que venham todos. Não há limite de idades”, referiu Catarina Mota, da equipa que está a preparar o encontro.

A responsável mencionou ainda que este passeio está inserido num conjunto de outras iniciativas que têm sido preparadas para anunciar a visita de Bento XVI, como é o caso de algumas conferências já realizadas em Lisboa.

A partir da próxima Quarta-feira será distribuído por escolas, colégios, universidades e paróquias um caderno com fotografias e viagens do Papa, que contou com a colaboração da jornalista Aura Miguel.

Nacional | bentoxviportugal.pt | 2010-05-04 | 10:32:51 | 1668 Caracteres | Bento XVI – Portugal

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Porta-voz do Vaticano apresenta viagem a Portugal

O director da sala de imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, promove um encontro com jornalistas esta Terça-feira para apresentar o programa da viagem do Papa a Portugal.

O briefing tem lugar às 11h30 (hora local, menos uma em Lisboa).

A visita de Bento XVI a Portugal decorre de 11 a 14 de Maio, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto.

Nacional | Agência Ecclesia | 2010-05-04 | 09:33:32 | 393 Caracteres | Bento XVI – Portugal

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Vaticano apresentou viagem de Bento XVI a Portugal

Fátima é importante para o Papa, diz o Pe. Federico Lombardi

O porta-voz do Vaticano apresentou esta Terça-feira a próxima visita de Bento XVI a Portugal, de 11 a 14 de Maio, destacando a importância que o Santuário de Fátima tem para o Papa.

Fátima é um lugar particularmente significativo para este Papa”, disse o Pe. Federico Lombardi, que falou do Santuário português como o coração da viagem.

Para o Pe. Lombardi, é evidente a relação de Bento XVI com os acontecimentos da Cova da Iria, dos quais o ainda Cardeal Joseph Ratzinger se ocupou “do ponto de vista da teologia e da espiritualidade”.

Fátima é um lugar em que o olhar se alarga para uma meditação sobre a história”, disse o director da sala de imprensa da Santa Sé, num encontro com os jornalistas destinado a apresentar o programa da visita.

A ligação do Papa a Fátima inclui uma deslocação ao Santuário, para presidir às cerimónias do 13 de Outubro de 1996, mas começou muito tempo antes, como prefeito da Congregação da Doutrina da Fé, funções que o levaram a estudar profundamente a Mensagem de Fátima.

Em 2000, quando foi tornada pública a terceira parte do chamado Segredo de Fátima, foi o Cardeal Joseph Ratzinger, na altura prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, a apresentar um comentário teológico sobre o documento.

O Vaticano apresenta a visita do Papa ao nosso país no quadro do décimo aniversário da beatificação dos Pastorinhos, Francisco e Jacinta.

À chegada ao Santuário de Fátima, na tarde do dia 12 de Maio, Bento XVI irá recordar João Paulo II e o atentado que sofreu a 13 de Maio de 1981, adiantou o responsável pela sala de imprensa da Santa Sé.

A 15ª viagem internacional de Bento XVI tem passagens por Lisboa, Fátima e Porto, tornando o actual Papa no terceiro a visitar Portugal, após Paulo VI e João Paulo II.

Segundo o Pe. Lombardi, a escolha de outras cidades para lá de Fátima quis simbolizar a vontade de Bento XVI em visitar “toda a nação portuguesa”.

O tema da viagem – “Contigo caminhamos na esperança” – foi também alvo de comentário do porta-voz do Vaticano, para quem a escolha pretende “dar uma esperança” a todo o povo de Portugal.

A Santa Sé destaca o facto de Bento XVI ir receber as chaves da cidade de Lisboa na celebração do próximo dia 11 de Maio.

Fotos

Internacional | Octávio Carmo | 2010-05-04 | 13:33:56 | 2858 Caracteres | Bento XVI - Portugal

Recolha e transcrição do boletim da Agência Ecclesia, através de e-mail recebido por António Fonseca

Notícias da Agência Ecclesia, em 3 de Maio de 2010

 

In: Agência Ecclesia

 

Notícias nacionais

Mais de uma centena de media estrangeiros acompanham visita do Papa

Mais de uma centena de órgãos de Comunicação Social estrangeiros de 23 países vão estar presentes em Portugal para acompanhar a visita de Bento XVI, de acordo com a lista oficial de acreditações. No total são 102 órgãos de Comunicação Social, entre canais ou programas de televisão, estações...

Bento XVI dialoga com «extraordinária doçura»

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Perda do sentido religioso deve-se ao enfraquecimento da razão

Cerca de duas dezenas de intelectuais analisam esta Segunda-feira o “Pensamento de Bento XVI”, num encontro promovido pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa (UCP). A iniciativa, que decorre em Lisboa, começou com a presença de uma centena de pessoas que encheram a sala, mas a afluência de público obrigou à...

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2680 jovens não deixaram o Santuário de Fátima dormiu na noite de 1 para 2 de Maio. Uma «Directa com Maria» tomou conta deste santuário mariano num momento de “grande sinergia” entre o jovens, a pastoral juvenil e o Santuário de Fátima. Uma noite cheia de actividades mostrou que uma directa “não serve apenas para se estar...

Jesuítas cativam jovens na preparação da visita do Papa

Depois de se terem lançado no projecto de oração em MP3 (www.passo-a-rezar.net) como preparação da vinda de Bento XVI, os Jesuítas investem na área da cultura com uma linguagem juvenil. Agora é publicada uma edição webzine “essejota” totalmente dedicada a Bento XVI. O Padre Gonçalo Castro Fonseca, responsável...

Colóquio sobre «A Crise Financeira e o Pensamento de Bento XVI»

«A Crise Financeira e o Pensamento de Bento XVI» é o tema de um colóquio organizado pela Faculdade de Direito de Lisboa no dia 5 de Maio com a participação de economistas, advogados e especialistas em Direito. Moderado por Pedro Romano Martinez, presidente do Conselho Científico da Faculdade de Direito de Lisboa, o encontro, com início às...

Jovens de Lisboa em semana de preparação para a visita de Bento XVI

Jovens de Lisboa, Almada e Alverca participam de 3 a 9 de Maio numa iniciativa denominada «Ao Encontro do Papa», organizada em conjunto pelo Centro Cultural de Lisboa Pedro Hispano e pela Associação Cultural Taprobana. Segundo o site oficial da visita, a iniciativa, com eventos culturais e lúdicos, tem por objectivo sensibilizar as pessoas, nomeadamente os jovens, «para...

Papa em Portugal: site oficial com versão em francês

O site oficial da Viagem Apostólica de Bento XVI a Portugal (www.bentoxviportugal.pt) tem disponíveis versões em francês, além das já existentes em castelhano, inglês e italiano. Os vários conteúdos existentes na página em português vão sendo progressivamente incluídos nas páginas em língua estrangeira...

«Gen Verde» de regresso ao Porto, inserido na Missão 2010

O conjunto Gen Verde - international multiartistic performing group | www.genverde.it –regressou a Portugal, desta vez a convite da Diocese do Porto, inserido no programa da Missão 2010, para cantar com um coro de mais de 100 estudantes na Missa da Bênção das Pastas, que se realizou este Domingo, às 11h00, na Avenida dos Aliados. Em consequente convite da Pastoral...

Bispo de Coimbra quer presença junto do Papa

D. Albino Cleto, Bispo de Coimbra, pediu aos cristãos da sua Diocese que participem nas celebrações previstas durante a visita de Bento XVI a Portugal. “A nossa Diocese estará presente em Lisboa e representada também no Porto. Vizinhos que somos de Fátima, não fujamos ao sacrifício de participarmos nas diversas assembleias presididas pelo...

Cerca de 2150 profissionais da Comunicação Social com acreditação para cobertura noticiosa da visita de Bento XVI

Cerca de 2150 profissionais da Comunicação Social de 24 países, incluindo Portugal, estão acreditados para a cobertura noticiosa da Visita de Bento XVI a Portugal, entre 11 e 14 de Maio, informa o site oficial. Os jornalistas, técnicos, produtores e outros profissionais estão ligados a 240 órgãos de Comunicação Social. A acreditação,...

Intelectuais portugueses aprofundam o pensamento do Papa

O Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa (UCP) promove, dia 3 de Maio, um conjunto de reflexões sobre «O Pensamento de Bento XVI». Ao longo do dia, cerca de 20 intelectuais portugueses aprofundam algumas temáticas relacionadas com Bento XVI: «A Universidade. O discurso que não chegou a ser pronunciado na Universidade...

Musical “ Paulo de Tarso” em V. N. Famalicão

Na passada sexta-feira, dia 30 de Abril, foi apresentado em V. N. Famalicão um Musical sobre o apóstolo S. Paulo. O mesmo, intitulado de “Paulo de Tarso”, teve lugar às 21h15 no Centro Pastoral de Famalicão. Este Musical totalmente construído, preparado, realizado e apresentado pelo Seminário Arquidiocesano de Braga, através do grupo de teatro...

Notícias internacionais

Papa encontrou-se com grupo de doentes em Turim

Bento XVI concluiu este Domingo a sua visita a Turim encontrando-se com um grupo de doentes. No discurso que lhes dirigiu, o Papa falou do carisma e da obra de São José Cottolengo (1786-1842), destacando a sua convicção de que “os pobres são Jesus, e como tal devem ser servidos”. “O princípio fundamental da sua obra foi, desde o início,...

Documentos

Homilia de Dom Ilídio Leandro na Eucaristia de encerramento do Fátima Jovem

Caros Jovens, neste ponto alto e final do programa de “Uma directa com Maria”, somos chamados a escutar o Filho Seu Amado e somos convidados a fazer o que Ele nos diz e nos propõe. Pedindo ao Bom Mestre o que é necessário para termos a Vida Eterna, a Mãe, sempre muito atenta, segreda-nos com ternura e carinho: Ouvi e fazei o que Jesus vos disser! E hoje, a Palavra...

Carta dos jovens a Bento XVI

Santo Padre Bento XVI Os jovens portugueses amam-Vos! Reunidos por ocasião da nossa Peregrinação Anual Fátima Jovem, ocorrida nos dias 1 e 2 de Maio, saudamos-Vos com profunda amizade e enorme carinho! Sentimos uma alegria imensa pela visita que nos faz! Quando receber em suas mãos esta Carta, nós estaremos espalhados um pouco por todo o lado onde passar o...

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Recolha e transcrição do boletim da Agência Ecclesia, de 3 de Maio de 2010 por António Fonseca

5 DE MAIO DE 2010 - SANTOS DO DIA


• Nancto, Santo
Maio 5   -  Abade
Nancto, Santo
Nancto, Santo
Abade
O século VII é, sem nenhuma classe de dúvida, o século de ouro, na comunidade cristã de Mérida. Consequentemente a vida monástica foi florescente: berço de futuros prelados e canteiro de santos. Em tempos do rei Leovigildo, veio das regiões de África para a província de Lusitânia um abade por nome Nancto. Frei Justo Pérez de Urgel amplia notícias sobre este personagem e seu mosteiro. Pelo livro de "Las Vidas de los Santos Padres de Mérida" sabemos de sua vida monástica: por um lado, seu isolamento do mundo, em especial das mulheres, como revela o encontro através do diácono Redempto na Basílica Eulaliense com a piedosa e nobre viúva, chamada Eusébia, após muito lhe rogar; por outro, sua retirada a um lugar desértico com uns poucos irmãos. Começou a brilhar por sua fama de santidade devido a suas muitas virtudes. O calendário espanhol de Sainz de Baranda o inclui entre os santos.
Hilário de Arles, Santo
Maio 5   -  Bispo
Hilario de Arles, Santo
Hilário de Arles, Santo
Bispo
Arcebispo, nascido pelo ano 401; falecido em 5 de Maio de 449. 
O lugar preciso de seu nascimento é desconhecido. Tudo o que se tem dito é que pertenci a uma notável família da parte Norte de Gália, da qual provavelmente descendia Santo Honorato, seu predecessor da Sede de Arles.
Culto e rico, Hilário havia calculado tudo para assegurar seu êxito no mundo, mas abandonou honras e riquezas ante as urgentes demandas de Honorato, acompanhando-o à ermida de Lerins, que este último havia fundado e dedicando-se o mesmo sob a santa obediência a praticar a austeridade e o estudo da Sagrada Escritura.
Entretanto Honorato, que havia chegado a Arcebispo de Arles, estava a ponto de morrer. Hilário correu a seu lado e o assistiu em seus últimos momentos. Estava Hilário por partir de regresso a Lerins quando foi retido pela força e proclamado arcebispo em lugar de Honorato.
Obrigado a ceder a esta coacção, empreendeu resolutamente as tarefas de seu pesado cargo, e assistiu a vários concílios que tiveram lugar em Riez, Orange, Vaison e Arles.
Seguidamente começou entre ele  e o Papa Santo Leão a famosa rixa que constitui uma das etapas mais curiosas da história da Igreja de Galiza. Numa reunião de bispos que presidiu no ano 444 e na que estiveram presentes Santo Eutério de Lyon e Santo Germano de Auxerre, destituiu por incapacidade a um tal Cheldonius.
Este último se apressou a ir a Roma, teve êxito na intercessão de sua causa ante o Papa e como resultado foi reinstalado na sua sede. Hilário então solicitou ao Papa São Leão que justificasse sua acção sobre o assunto, mas não foi bem recebido pelo soberano pontífice e foi obrigado a regressar precipitadamente a Gália.
Depois disto enviou a alguns sacerdotes a Roma a explicar sua conduta mas sem nenhum bom resultado. Além disso algumas pessoas que estavam hostis pelo referido assunto levaram várias acusações contra ele à Corte de Roma, pelo qual o Papa excomungou a Hilário, transferindo as prerrogativas de sua sede a Frejus e motivou a proclamação do Imperador Valentiniano III com o famoso decreto que libertava a Igreja de Viena de toda dependência de Arles.
Sem embargo há razões para crer que uma vez terminada a tormenta, foi restaurada a paz rapidamente entre Hilário e Leão. Estamos longe da época em que ocorreu esta memorável rixa e os documentos que podem arrojar uma luz sobre ela são muito poucos para permitir-nos emitir um juízo definitivo sobre esta causa e suas consequências.
Evidentemente existe o facto que os respectivos direitos da Corte de Roma e da cidade não estavam suficientemente clarificados nesse tempo e que o direito de apelação ao papa, entre outros, não estavam explicitamente reconhecidos. Existe um número de escritos que se atribuem a Santo Hilário, mas estão longe de ser autênticos. Mas Quesnel os coleccionou todos num apêndice ao trabalho em que foi publicado os escritos de São Leão. http://es.catholic.net/santoral
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Nasceu em 401 e faleceu em Arles, a 5 de Maio de 449. Tendo sido discípulo de Santo Honorato, em Lérins, sucedeu-lhe como arcebispo de Arles com a idade de 29 anos. Como metropolita de Provença, esteve à frente de três concílios locais. Teve necessidade de algum tempo até aprender o seu oficio. No princípio, quase toda a assistência saía da Igreja quando ele subiu ao púlpito e não voltava antes que terminasse. isto porque invectivava, nomeando-os, aqueles dos seus fieis que transgrediam os mandamentos: «Você, merceeira Fulana, que usa pesos falsos na balança… Você Juiz Beltrão, que absolve os acusados quando trazem gordas frangas… » Hilário inutilmente ameaçou as suas ovelhas com os castigos eternos; elas não voltavam à prédica senão quando ele mudou o estilo de pregar.   http://www.jesuitas.pt/
Angel de Jerusalém (de Sicília), Santo
Maio 5   -  Mártir Carmelita
Angel de Jerusalén (de Sicilia), Santo
Angel de Jerusalém (de Sicília), Santo
Mártir Carmelita
Martirológio Romano: Em Licata, de Sicília, em Itália, santo Ángel, presbítero, carmelita e mártir. (1225)
Etimologicamente: Ángel = Aquele que é portador de uma mensagem, é de origem grega.
Nasceu em Jerusalém, no seio de uma família de judeus conversos. 
Pela repentina morte de seu irmão gémeo, Santo Ángel decide ingressar na Ordem Carmelita, e é admitido no mosteiro no Monte Carmelo, na Palestina. 
No século treze, os Carmelitas passaram de uma ordem contemplativa para ser uma ordem de mendicantes; recordemos que era o século da revolução espiritual de São Francisco de Assis e de Santo Domingo de Guzmán.
Santo Ángel é enviado eventualmente a Roma, para levar uma mensagem ao papa Honório III. Em continuação recebe a encomenda de se dirigir a Sicília, para ajudar a pregar contra a heresia dos cátaros, que haviam tomado controle da ilha.
Sem embargo, a pouco tempo de haver desembarcado na Sicília, Santo Ángel foi assassinado à traição com cinco punhaladas pelas costas, ordenadas pelo líder dos hereges. No sitio onde morreu se edificou uma igreja, e seu sepulcro se converteu muito cedo em sitio de peregrinação. 
A Ordem Carmelita venera a Santo Ángel como santo pelo menos desde 1456. Em 1459, o papa Pío II aprovou seu culto.
Ángel se conta entre os primeiros Carmelitas que vieram do Monte Carmelo a Sicília, onde, segundo as fontes tradicionais dignas de fé, morreu apunhalado a morte em Licata a mãos de homens ímpios, na primeira metade do século XIII.
Venerado como mártir, muito cedo se edificou uma igreja sobre o lugar de seu martírio, e ali foi colocado seu corpo.
Só em 1662 seus restos mortais foram trasladados à igreja dos Carmelitas de Licata. 
O culto a santo Ángel se difundiu por toda a Ordem e também entre o povo. Ele e santo Alberto de Trápani são considerados os "pais" da Ordem por serem os dois primeiros santos que receberam culto na Ordem, e por isto foram representados muitas vezes na iconografia medieval ao lado da Virgem María.
Em Sicília existem muitos lugares que têm a santo Ángel como padroeiro, e o povo o invoca nas necessidades, dirigindo-se a ele com muito afecto e carinho.
SANTO ÁNGEL nos oferece um exemplo de misticismo e de obediência devida. http://es.catholic.net/santoral
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Nasceu em Jerusalém no ano de 1185 e morreu em Licata, na Sicília, a 5 de Maio de 1220. Entrou, na Palestina, na Ordem do Carmo aos 18 anos. Recebeu a ordenação sacerdotal em 1213. Em 1219 foi enviado a Roma para defender a sua Ordem. Dirigiu-se depois à Sicilia a doutrinar contra os cátaros ou albigenses. Lá, enquanto pregava na igreja de S. Tiago de Licata, foi morto com cinco espadeiradas por um senhor incestuoso, cuja cúmplice ele convertera.  http://www.jesuitas.pt/

Núncio Sulprizio, Beato
Maio 5   -  Operário Adolescente
Nunzio Sulprizio, Beato
Nunzio Sulprizio, Beato
Operário Adolescente
Etimologicamente significa “anúncio, boa notícia”. Vem da língua italiana.
Caminhando sem ver, como envolto pela noite...¡que luta tens que levar! Não tanto uma luta contra a dúvida, mas sim uma luta para te manter fiel e te atreveres a chegar até ao dom de ti mesmo, a um sim para toda a vida.  Numa sociedade em que o compromisso para toda a vida parece algo passado de moda, este jovem se nos apresenta hoje como um modelo a imitar.
Nasceu em 13 de Abril de 1817 em Pescosansonesco, Pescara, Itália.
Muito criança ficou órfão de pai e mãe. Uma triste realidade que há que enfrentar na noite escura da alma. 
O recolheu seu tio, mas o rapaz  passava francamente mal pelos maus tratos que ele lhe dava. Como consequência de tanto golpe, lhe ficou para sempre uma chaga na perna. 
O chamavam “o pequeno santo coxo”. Teve que emigrar a Nápoles buscando um trabalho para ganhar a vida.
Os companheiros gostavam muito dele porque era amável, doce, humilde e fiel com cada um deles. 
O viam que trabalhava como o primeiro. E num mundo operário – não muito entregue à oração – ele praticava e vivia a oração cada dia. Em seu coração abrigava o desejo de ser sacerdote. 
O pouco que tinha, o compartilhava com seus companheiros e, sobretudo, com os pobres que estavam sem trabalho.
Morreu em 5 de Maio de 1836, quando se inteiraram de que havia morrido aos 19 anos, todo o mundo chorou sua perda como algo próprio.
Se havia encarnado com a gente operária, para quem deixou uma mensagem de fé e caridade inapreciável.
¡Felicidades a quem leve este nome! http://es.catholic.net/santoral
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Veio ao mundo em Pescosansonesco (Itália) a 13 de Abril de 1817. Aos 3 anos recebeu o sacramento da Confirmação, mas não desfrutou por muito tempo do amor dos pais. Com efeito, bem cedo perdeu o pai, e a mãe pouco depois contraiu novas núpcias. O padrasto era muito duro com a pobre criança. por desgraça, morreu-lhe também a mãe. Foi recebido pela avó, Ana Rosária, que tratou o neto com amor materno. A sorte, porém, não durou muito, porque também esta piedosa mulher partiu para a eternidade. Núncio ficava órfão pela terceira vez. permaneceu-lhe, todavia, gravada na alma a memória da avó que o ensinou a rezar e a praticar as virtudes.
Em 1826 o avô, ferreiro, tomou conta do pequeno. Homem duro e desumano, proibiu-lhe continuar os estudos, meteu-o na oficina, carregou-o de trabalhos, sem lhe dar a alimentação necessária. A criança tinha que ir por ásperos caminhos através de montes, no Inverno, a tremer de frio, carregada com objectos de ferro para entregar aos respectivos donos. Suportava tudo isso com ânimo alegre, pensando em Deus, que sentia ser seu Pai. Todavia, o débil organismo não resistiu por muito tempo a carga tão pesada. Um carcoma numa perna vai ser para ele um verdadeiro martírio e um meio excelente para o fazer subir rapidamente a uma grande santidade.
Apesar das terríveis dores e maus tratos, ele nunca perdeu a serenidade e a paciência. Um dia quando lava as feridas num lavadouro público, às mulheres que o injuriavam e lhe atiravam pedras, respondeu com o cântico popular “Ave Maria”.
Internado em dois hospitais, foi um exemplo vivo de paciência para todos os doentes. A doença que o atacara foi-se agravando mais e mais, até que no dia 5 de Maio de 1836 este anjo em carne mortal partiu para os braços do Pai Celeste.
Tendo-se comprovado dois milagres atribuídos à sua valiosa intercessão, foi beatificado por Paulo VI no dia 1 de Dezembro de 1963.
AAS 56 (1964) 17-22   -    http://www.jesuitas.pt/


Maio 5   -  Religioso
Bienvenido de Recanati, Beato
Bienvenido de Recanati, Beato
Religioso da Primeira Ordem Franciscana
Pío VI concedeu oficio e missa em sua honra em 17 de Setembro de 1796.
Bienvenido nasceu em Recanati, nas Marcas, em 1200, da família Mareri. Foi religioso na Ordem dos Irmãos Menores no convento franciscano de sua cidade natal, alcançando a mais alta perfeição na fidelidade absoluta à regra dada por São Francisco.Transcurrió su vida en humildes trabajos manuales, que sin embargo no lo distrajeron de una constante unión con Dios. Hizo el oficio de cocinero del convento, santificándose entre ollas y calderos, entre actividades prácticas y éxtasis místicos, más elevados que los vuelos de cualquier poeta. Desde el comienzo de su vida religiosa se aplicó con ardor a la práctica de la humildad y de la penitencia.
En una fidelidad inviolable al franciscanismo encontró el medio para llegar rápidamente al ápice de la perfección. La Eucaristía era objeto de su adoración y de su amor. la vida oculta de Jesús en el tabernáculo era el libro donde el buen religioso acudía a aprender el amor ardiente a Dios y a los hermanos, el desprecio de las cosas del mundo, la fidelidad a las obligaciones de su estado, el amor al silencio, a la oración y a la vida oculta.
Un día, después de haber encendido el fuego en la cocina, hechos los primeros preparativos para la comida principal, el Beato Bienvenido se dirigió a la iglesia para participar en la santa misa. La contemplación del divino misterio lo arrobó en éxtasis; siguieron otras misas, y él permaneció inmóvil durante varias horas en contemplación a Dios. Terminado el éxtasis se acordó del almuerzo que debía preparar para sus cohermanos, salió rápidamente reprochándose su olvido. Con gran gozo encontró que ya todo estaba preparado.
Dios había querido así recompensar la caridad de su siervo fiel. Otro día, durante un éxtasis, el Niño Jesús se posó en sus brazos. Estos carismas divinos inflamaron de ardor seráfico el alma del Beato. Sus conversaciones eran más celestiales que terrenas. A los 89 años llegó finalmente la muerte tan esperada por él, la cual habría de liberar su alma de los lazos del cuerpo y le permitiría contemplar eternamente a Dios sumo bien. Murió en el convento de Recanati el 9 de mayo de 1289, llegando con un último suspiro, en un dulcísimo naufragio. Gracias a los milagros que ilustraron la tumba del Beato Bienvenido se propagó su culto.

Maio 5   -  Virgem
Catalina (Caterina) Cittadini, Beata
Catalina (Caterina) Cittadini, Beata

Caterina Cittadini nace en Bérgamo el 28 de septiembre de 1801, sus padres fueron Giovanni Bautista y Margherita Lanzani es bautizada el 30 de septiembre en la iglesia Parroquial de San Alejandro en Columna. En e1 1808, queda huérfana de madre y es abandonada por su padre, Caterina junto a su hermana Judit nacida en e1 1803, es acogida en un orfanatorio del Conventino de Bergamo. Bajo la guia del prior Padre Giuseppe Brena, vive una intensa vida cristiana, que contribuye a formar en ella una fe solida, una profunda confianza con el Señor, una caridad activa, una tierna devocion a la Virgen Maria, un gran sentido de responsabilidad y de laboriosidad en orden al desenvolvimiento del proprio deber. Después de haber conseguido el diploma de maestra elemental, en el 1823 deja el Conventino para transladarse con su hermana a casa de sus primos sacerdotes Giovanni y Antonio Cittadini que habitaban en Calolzio, Parroquia de la Diócesis de Bérgamo.
Aqui las hermanas permanecen cerca a dos años, encontrando en sus primos sacerdotes una segura guia espiritual en un ambiente pastoralmente muy activo. Caterina viene asumida, como maestra provisoria y en el 1824 como maestra estable, en la escuela comunal femenina de Somasca, fracción de la Comuna de Vercurago cercano a Calolzio. Con su hermana Judit madura el deseo de entrar en una Congregación religiosa.
Piden, por esta razón, consejo al Padre Giuseppe Brena, su director espiritual en el Conventino de Bérgamo, el cual indica que la voluntad de Dios consiste en quedarse en Somasca: ellas mismas serán las piedras fundamentales de una nueva familia religiosa en aquella pequeña región ya custodiada de la Santidad de San Jerónimo Emiliano.
En el 1826 juntamente a su hermana Judit, se translada definitivamente a Somasca en una casa tornada en alquiler. En el octubre del mismo año compra un inmueble que, sistematizado y ampliado con ulteriores adquisiciones, será sede de un colegio de niñas y seguidamente del lnstituto religioso de las hermanas Ursulinas.
En Somasca Caterina encuentra una idónea guia a su vida espiritual en los Clérigos Regulares Somascos, fundados por San Jerónimo Emiliano, que ella siente corno "padre" hasta , el fin de su infancia de huérfana y del cual admira y sigue el ejemplo de caridad y pobreza.
La tarea de maestra la introduce en la vida de la pequeña región de Somasca, donde Caterina participa activamente en la vida parroquial: es maestra de la doctrina cristiana, se inscrive a diversas confraternidades, participa con las compañeras y alumnas a las sacras funciones, abre su casa para el la acogida de la juventud femenina para animarla y recrearla , segùn el estilo oratoriano.
Caterina desenvuelve su tarea con tal fervor y empeño de alcanzar siempre el máximo elogio de las autoridades y el unanime consenso de la población.
La atención hacia los más necesitados y los más pobres, la puerta a extender, no sin grandes sacrificios de todo tipo, su obra benéfica a niñas huérfanas o imposibilitadas a frecuentar la escuela comunal o provenientes de lugares lejanos. Nace así en el 1832 la escuela privada "Cittadini" y en el 1836 el Colegio de Niñas, cuya dirección es confiada a la hermana Judit.
Las valoraciones positivas también sobre la escuela privada y sobre la casa de educación se multiplican: en realidad la formación de las educandas, inspirada en los valores de la vida cristiana, prepara a las muchachas a realizar una elección sabia de vida, vivieron con coherente cristiandad, así que un excepcional testimonio contemporáneo puede escribir: "La prueba más convincente y que basta de si sola aclarar es la óptima instruccion que aquellas niñas recibian de las pias maestras, con la constante floridez de aquel internado hasta ah ora, consecuencia del buen resultado de sus alumnas, las cuales no solo en Somasca se enriquecieron de cada virtud religiosa, moral y civil es de aquellos artes que a mujeres les conviene, mas aún llevaron a tales ventajas para a sus regiones, donde surgieron nuevas escuelas o reedificaron las deterioradas contal progreso de la moralidad que aquellos párrocos consideran todavía las maestras Ursulinas de Somasca, quales principales benefactoras de los pueblos de si directos".
Toda la vida de Caterina esta siempre acompañada de grandes pruebas. En el 1840 Judit muere improvisamente a solo 37 años, con la cual Caterina habia compartido: sufrimientos familiares, formación, ideales, proyectos, actividad. En el 1841, con la muerte de el padreGiuseppe Brena y su primo padre Antonio Cittadini, le llegan a faltar otros valiosísimos apoyos.
En el 1842 Caterina es presa de un grave malestar, del cual se sana prodigiosamente por interseción de la Virgen de Caravaggio y de San Jerònimo Emiliano.
En el 1845 debe dejar la actividad educativa en la escuela comunal, para dedicarse enteramente al colegio de niñas, al cuidado de las huérfanas y a la guia de las compañeras que eran muy unidas a ella, decisas a compartir no solo la actividad educativa, sino tambien la voluntad de consagrarse enteramente al Señor, en la vida religiosa.
En el 1844 Caterina, para dar estabilidad a su obra, por lo menos civilmente, estipula con tres compañeras un "Instrumento de Sociedad y de Estado y también de donación reciproca o Vitalicio", que presenta ya muchas características de un Instituto religioso. En el 1850 obtiene del Papa Pío IX el Decreto de erección del Oratorio privado donde conservan la Sagrada Eucaristía. En el 1850 al 1851 se dirige al Obispo de Bérgamo, mons. Carlo Gritti Morlacchi, varias súplicas para obtener la aprobaciòn de su "pequeña familia religiosa" y una regIa, pero el tiempo no está aún maduro. En el 1854 Caterina tiene un encuentro con el Obispo, mons. Pedro Luis Speranza, que le da valor a ella misma de escribir las reglas del Instituto y le pro mete ayudarla. Caterina le muestra el modelo de las constituciones de las Ursulinas de Milán, pero, cuando le presenta al Obispo, son rechazadas.
Sin rendirse, prepara un nuevo texto, que presenta al Obispo el 17 de septiembre de 1855, acompañado de una petición, en la cuál pide la aprobación del Instituto con el título de Ursulinas Geronimianas. Mons. Speranza aprueba las reglas, ad experimentum, prometiendo la definitiva aprobación del nuevo Instituto. Caterina espera con tanta confianza el día suspirado, pero las fatigas, las preocupaciones, los sufrimientos, afectaron sobre su salud y un deterioro orgánico generaI la reduce poco a poco al final de su vida.
Siempre lúcida, confiada y en continua plegaria, exhorta las compañeras a aceptar con serenidad la voluntad del Señor, porque todo sería continuado. Muere el 5 de mayo de 1857, después de un día de agonía, serenamente y santamente, rodeada de fama de santidad y grandemente llorada de sus hijas, de las educadoras y de la población, dejando a todos su ejemplo luminoso de profunda madurez espiritual
A poca distancia de su muerte, y precisamente el 14 de diciembre de 1857, llega el decreto de ereción canonica del Instituto de parte del Obispo de Bérgamo.
El Instituto tendrá el reconocimiento pontificio el 8 de julio de 1927.
En los primeros decenios el intenso apostolado educativo del Instituto de Caterina Cittadini se concentra en Somasca y en Ponte San Pietro, gran aldea en la provincia y diocesis de Bérgamo.
Del 1902 se extiende progresivamente en muchas partes de Italia y otros confines nacionales: hoy sus hijas espirituales desenvuelven su misión educativa también entre los inmigrantes italianos en Suiza y en Bélgica, entre los pobres de América Latina (Bolivia, Brasil) y de Asia (India, Filipinas).
Aunque la fama de santidad sea perdurada en el tiempo, la Causa de Beatificación y de Canonización de la Sierva de Dios inició solamente en el 1967, cuando con el Decreto del 21 de abril de 1967 el Obispo de Bérgamo mons. Clemente Gaddi constituyó la Comisión histórica que concluye sus trabajos el 5 de mayo de 1969. El 5 de agosto de 1971 viene constituido el Tribunal Eclesiástico diocesano para el Proceso ordinario que se concluye el 14 de diciembre de 1978.
El 12 de enero de 1979 se abre el Proceso a cargo de la Congregación para las Causas de los Santos.
El Decreto sobre los escritos de la Sierva de Dios fué aprobado el 12 de enero de 1981, después de que se pasó a la preparacion de la Positio.
Completada el 28 de septiernbre de 1989 la Positio Super Virtutibus, e19 de diciernbre de 1989 viene convocada la sesión de los Consultores históricos y el 16 de enero de 1996 fué celebrado con éxito favorable el Congreso peculiar de los Consultores teológicos. El 3 de diciernbre de 1996 se realiza la Congregación ordinaria de los Cardenales y Obispos, y el 17 de diciernbre de 1996 fué emanado de S.S. Giovanni Pablo II el Decreto sobre la Heroicidad de las virtudes de la Sierva de Dios Caterina Cittadini, Fundadora de las Hermanas Ursulinas de San Gerónimo de Somasca.
En seguida, el 20 de diciernbre de 1999, fué ernanado el Decreto "super miraculo" por la sanación atribuida a la intersesión de Caterina Cittadini del pequefio Samuel Piovani.
Con su beatificación (29 de Abril de 2001) el Papa Juan Pablo II indica a Caterina corno rnodelo de santidad diaria, como ejernplo luminoso de verdadera maternidad en Cristo y de dedición incondicional para las jóvenes generaciones.
Reproducido con autorización de Vatican.va

Maio 5   -  Bispo
Gotardo de Hildesheim, Santo
Gotardo de Hildesheim, Santo

Había nacido Gotardo -o Godofredo- en Baviera, en Reichersdorf, en el año 960. No disponemos de datos que se refieran a su niñez. Se le conoce ya con datos fiables cuando en el 990 era monje benedictino en Nieder Altaich y, más tarde, abad electo de la abadía de Altaich, cerca del lugar donde nació.
Fue elegido abad de este monasterio en el que devolvió toda la pureza original a la regla de San Benito, un tanto relajada en muchas comunidades, por lo que después se le confió la reforma de otros monasterios.
Terminó sucediendo a san Bernardo de Hildesheim en su diócesis, muy lejos ya de su Baviera natal.
Tiene muchos devotos en Austria y Prusia, y se le invoca contra la gota y el reumatismo, pero ha pasado a la historia sobre todo como un gran obispo constructor de iglesias y asilos para pobres.
Hildesheim es ciudad del noroeste de Alemania, en la Baja Sajonia, al pie del macizo montañoso del Harz, cerca de Hannover. Hoy es un gran centro industrial y de comunicaciones; en el siglo XIII era una ciudad libre del Sacro Imperio Romano Germánico y antes, en el siglo XI, san Bernardo la convirtió en un centro importante de del arte románico. Ya era obispado desde el comienzo del siglo IX. Traemos a la memoria a Hildesheim porque Gotardo fue su Obispo.
Recorrió diversos monasterios de las regiones del Rhin, introduciendo la disciplina que devolvía toda su pureza original a la regla de san Benito, un tanto relajada en muchas comunidades, y con justicia puede ser considerado como uno de los reformadores más conspicuos de su época.
También bajo otro aspecto se estudia su personalidad. Es uno de los animadores de la cultura del siglo XI. Su obra de constructor sacro fue posible por la confluencia de entusiasmos de otro gran hombre contemporáneo suyo, Enrique II (973-1024), rey germano, coronado por el papa Benedicto VIII como emperador del Sacro Imperio Romano (1002), último de los gobernantes sajones, nacido en Abbach, también en Baviera, que fue un rey peleón -guerra contra Boleslao para recuperar Bohemia del 1004 al 1018; invadió Italia y fue proclamado rey de los lombardos; y en 1021 una tercera campaña militar en el sur de Italia, contra los bizantinos, para someter Capua y Salerno-.
Fue la unión de los esfuerzos de un emperador artista procurando la construcción de catedrales del románico y un hombre santo canonizado en 1146 famoso por su piedad y por contribuir a la reforma eclesiástica.
Conocida la persona del reformador entusiasta de las obras sacras, el emperador Enrique II confió a Gotardo la reforma de otros cenobios, como las abadías de Hersfeld y Tergensee, y desde que en el 1022 sucedió a san Bernardo en su diócesis, también fue su epígono en la continuación de los proyectos artísticos bernardinos, llegando a terminar la catedral y la iglesia de San Miguel de Hildesheim.
Su labor pastoral no quedó agotada en las piedras por mucho arte que pudiera sacarse de ellas. Se esforzó igualmente en arbitrar medios que facilitaran la enseñanza de la juventud, proporcionó al pueblo sencillo escuelas y hospitales, y fundó asilos para pobres. Quizá sea por este trato directo con la enfermedad que intentaba aliviar en los dolientes, por lo que se le acostumbra a invocar entre sus muchos devotos en Austria y Prusia contra la gota y los reumatismos. De todos modos, ha pasado a la historia sobre todo como un gran obispo constructor.
Murió en el 1038.

Maio 5   -  Mártir Polaco
Gregorio Frackowiak, Beato
Gregorio Frackowiak, Beato
MISIONERO DEL VERBO DIVINO
El Hno. Gregorio nació el 18 de julio de 1911 y entró en la Congregación en 1929 siendo ya encuadernador.
Fue destinado como portero al Seminario de San José. Cuando Polonia fue invadida por el ejército alemán en 1939, el seminario fue ocupado.
La comunidad fue dispersada y el Hno. Gregorio volvió a su casa para trabajar en una imprenta de Jarocin.
La Gestapo ocupó la imprenta en 1942, tras la repetida aparición de volantes de propaganda anti-nazi. Aunque no estaba implicado personalmente en el asunto y no fue arrestado, el Hno. Gregorio -de propia voluntad y con el consentimiento de los cohermanos- decidió asumir la plena responsabilidad de la iniciativa.
Deseaba que sus compañeros de trabajo, la mayoría padres de familia, arrestados y encarcelados, fuesen puestos en libertad.
En cuanto se presentó en la Gestapo, todos sus compañeros fueron liberados. Gregorio pasó de cárcel en cárcel, terminando finalmente en Dresden, donde el 5 de mayo de 1943, fue decapitado.
Para ver mais sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click" AQUI

Máximo de Jerusalém
Bispo (351)
Foi o terceiro bispo de Jerusalém. Sucedeu a S. Macário em 331. S. Máximo, antes do episcopado, notabilizara-se como cristão perfeito, sofrendo as perseguições que se levantavam contra a Igreja. Estas tinham-no até mutilado. Com a ciência e a santidade, contribuirá para as decisões do primeiro Concílio de Niceia, celebrado no ano de 325. Posteriormente, contribuiu também para o concílio particular celebrado em Tiro, em 335. O zelo de S. Máximo reuniu em Jerusalém todos os bispos da Palestina, a fim de assistirem à sagração da imponente basílica mandada edificar pelo imperador Constantino. trabalhou muito em favor de Santo Atanásio. Governou vinte anos a Igreja de Jerusalém e mereceu que S. Jerónimo o elogiasse. No meio do seu rebanho, e cheio de méritos, descansou no Senhor no ano de 351.  http://www.jesuitas.pt/
http://es.catholic.net/santoral  e  http://www.jesuitas.pt/
Recolha, transcrição e tradução sempre que possível, de espanhol para português, por António Fonseca

4 de MAIO DE 2010 - SANTOS DO DIA

Afra de Bréscia, Santa
Maio 4   -  Mártir

Afra de Brescia, Santa

Afra de Bréscia, Santa

Mártir

Uma mártir de que conhecemos muito pouco, que em algumas oportunidades é confundida com Santa Afra de Augusta.
A ´paixão’ escrita por autor desconhecido, não dá informação precisa sobre a identidade da santa, mas se assinala que é esposa do nobre Itálico Bréscia.
De acordo ao relato, Afra estava no anfiteatro para ver como iam a ser torturados Faustino e Giovita, que, fazendo o sinal da cruz fizeram parar a cinco touros selvagens que docilmente se puseram aos pés dos santos.
Vendo tal portento, uns três mil espectadores se converteram ao cristianismo. Entre eles estava Afra, que foi denunciada como cristã ao imperador Adriano e foi condenada ao martírio logo depois da decapitação de Faustino e Giovita.
Afra, Faustino e Giovita são os santos patronos de Bréscia.

Ricardo Reynolds, Santo

e JUAN HOUGHTON, ROBERTO LAWRENCE, AGUSTIN WEBSTER e JUAN HAILE

e ainda mais 39 Mártires de Inglaterra e Gales

Maio 4   -  Mártires

Ricardo Reynolds, Santo

Ricardo Reynolds, Santo

Mártir

Martirológio Romano: Em Londres, em Inglaterra, santos Juan Houghton, Roberto Lawrence e Agustín Webster, presbíteros e mártires, priores respectivamente das cartuxas de Londres, Beauvalle e Axholme, e são Ricardo Reynolds, da Ordem de Santa Brígida, todos os quais, durante o reinado de Enrique VIII, e depois de haver professado valorosamente a fé dos pais, foram arrastados vivos até o lugar de seu suplicio em Tyburn, onde pereceram enforcados juntamente com Juan Haile, presbítero, pároco da localidade próxima de Isleworth (1535).
Etimologicamente: Ricardo = Aquele que é um caudilho ou líder, é de origem germânica.

Nasceu em 1490 da família Reynolds de Pinhoe, no condado de Devon (Inglaterra). Foi aluno destacado do Colégio de Cristo(Cambridge) e sócio do Colégio Corpus Christi , se graduou como bacharel em Teologia. Em 1513 professou no Mosteiro de Syon, da Ordem do Santíssimo Salvador.
Conhecedor exímio do hebreu e do grego, sua fama de erudito em Sagradas Escrituras, sua ortodoxia e santidade de vida valeram-lhe a consideração de ser um dos melhores teólogos de seu tempo em Inglaterra, sendo ponderado pelo próprio Santo Tomás Moro, chanceler do reino e mártir pouco depois dele.
Por defender o Primado de Pedro, e opor-se à lei de Supremacia de Enrique VIII foi brutalmente martirizado em Tyburn (Londres) junto a três monges cartuxos e ao sacerdote secular Alexandre Hales em 4 de Maio de 1535. Canonizado em 25 de Outubro de 1970 por Paulo VI, junto a outros 39 mártires de Inglaterra e Gales sua festa se fixou em 4 de Maio.

ORAÇÃO

Que São Ricardo interceda por nós, nos impulsione a viver o Evangelho em plenitude unidos à Sede de Pedro, e mantenha valorosos na defesa dessa mesma fé. Amém

 

S. GREGÓRIO, O ILUMINADOR

Bispo (240-325)

 

Este título de Iluminador deram-lhe os Arménios por os ter extraído das trevas e levado “à luz que é Cristo” (Jo 1, 4).

Primo, ao que se diz, de Tiridates. rei da Arménia (314). este, desde que subiu ao trono, tomou-o como colaborador e conselheiro. Ignorava então ser Gregório secretamente cristão. Quando o soube, prendeu-o na cadeia que tinha no seu palácio. Deixou-o lá 14 anos, até ao dia em que, atacado por doença repugnante, lhe disseram que o seu preso o poderia curar com as orações. Esperando isto, libertou-o; Gregório conseguiu-lhe a saúde, converteu-o e baptizou-o, a ele e à sua corte. Foi assim que o cristianismo se tornou religião do Estado da Arménia, três quartos de século antes de o ser no Império Romano.

Os Arménios converteram-se rapidamente. Sagrado pelo metropolita da Capadócia que lhe arranjou missionários, Gregório tomou a chefia da nova Igreja. A ela foram entregues os antigos templos e as riquezas deles. Os filhos dos sacerdotes idólatras, devidamente instruídos, formaram em boa parte o novo clero. Nos fins da sua vida, Gregório deu a sagração episcopal a seu filho Aristaques, que o substituiu como catholicos (bispo supremo): depois retirou-se para a solidão, a fim de preparar a morte.

A Igreja arménia, chamada “gregoriana”, não tardou que se afastasse tanto de Bizâncio como de Roma. Ficou desde então e é ainda autocéfala (independente). Hoje ainda, apenas uma ínfima parte dos Arménios expatriados estão unidos à Sé Romana. Uns e outros celebram S. Gregório, o Iluminador , na quinta sexta-feira depois da Páscoa. S. Gregório nasceu em 240 e morreu em 325.

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BEATOS JORGE HAYDOK e 84 Companheiros

entre os quais, sacerdotes e leigos, estudantes e artesãos como:

NICHOLAS POSTGATE, JOSEPH LAMBTON, HUGH TAYLOR e HENRY HEATH

em INGLATERRA, ESCÓCIA, GALES e IRLANDA

 

Mártires (1584-1679)

No dia 22 de Novembro de 1987, festa de Cristo Rei, João Paulo II, elevou às honras doas altares 63 sacerdotes e 22 leigos que deram a vida por Jesus Cristo e pela Santa Igreja. «Sofreram o martírio na Inglaterra, entre os anos 1584 e 1679, em virtude de uma lei do Parlamento inglês contra os jesuitas e contra quantos foram ordenados no estrangeiro e depois retornaram a Inglaterra; os leigos foram trucidados porque ofereceram colaboração e assistência aos sacerdotes».

Eis uma parte da homilia do Santo Padre:

Tomás Moro, o mais inglês dos santos, declarou no cadafalso: “Morre o bom servo do Rei, mas primeiro o servo de Deus”. Deste modo dava testemunho da primazia do reino.

Hoje declaramos Beatos outros oitenta e cinco mártires: da Inglaterra, da Escócia e de Gales, e um da Irlanda. cada um deles escolheu ser “primeiro servo de Deus”. Eles abraçaram a morte conscientemente e da melhor vontade, por amor de Cristo e da Igreja. Também escolheram o reino acima de tudo. Se o preço devia ser a morte, eles pagá-lo-iam com coragem e alegria.

O beato Nicholas Postgate bendisse a sua execução “como um caminho mais curto para o céu”. O Beato Joseph Lambton encorajou aqueles que estavam para morrer com ele, com as palavras “Estejamos alegres, porque amanhã espero que havemos de ter uma primeira refeição celestial”. O beato Hugh Taylor, não sabendo o dia da sua morte, disse: “Como seria feliz se nesta Sexta-feira, em que Cristo morreu por mim, eu pudesse encontrar a morte por Ele”. Foi executado naquele mesmo dia, Sexta-feira, de 26 de Novembro de 1585. O Beato Henry Heath, que morreu em 1643, agradecia ao tribunal por o ter condenado e lhe dar “a honra singular de morrer com Cristo”.

Entre estes oitenta e cinco mártires encontramos sacerdotes e leigos, estudantes e artesãos. O mais velho estava na casa dos oitenta anos, e o mais novo não tinha mais do que vinte e quatro. Entre eles havia um tipógrafo, um empregado de balcão, um moço de cavalariça, um alfaiate. O que une todos eles é o sacrifício da própria vida ao serviço de Cristo, seu senhor.

Os que dentre eles eram sacerdotes desejavam apenas alimentar o seu povo com o Pão da vida e com a palavra do Evangelho. Fazê-lo significava arriscar a própria vida. Mas para eles este preço era baixo, em comparação com as riquezas que podiam levar ao seu povo no santo sacrifício da Missa.

Os vinte e dois leigos deste grupo de mártires compartilharam inteiramente o mesmo amor pela Eucaristia. também eles,  repetidas vezes, arriscaram a sua vida, trabalhando em conjunto com os seus sacerdotes, assistindo-os, protegendo-os e dando-lhes refúgio. Os leigos e os sacerdotes trabalharam juntos; juntos estiveram em cima dos cadafalsos e juntos esperaram a morte. Também muitas mulheres, que hoje não estão incluídas neste grupo de mártires, sofreram pela sua fé e morreram na prisão, Elas conquistaram a nossa eterna admiração e recordação.

Estes mártires deram a própria vida pela sua fidelidade à autoridade do Sucessor de Pedro, o único que é o Pastor do rebanho».

L’OSS. ROMA. 28.11.1987

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Ver também http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português por António Fonseca