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sexta-feira, 7 de maio de 2010

7 DE MAIO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

Flávia Domitila, Santa
Maio 7   -  Mártir

Flavia Domitila, Santa

Flávia Domitila, Santa

Flávia Domitila pertencia, como o marido, Flávio Clemente, à gens ou família dos Flavianos, de que saíram os três últimos imperadores do século I: Vespasiano (69-79), Tito (79-81) e Domiciano (81-96). Os dois primeiros não aplicaram o rescrito de Nero (68), que tornava cada cristão como criminoso. Domiciano, pelo contrário, repô-lo em vigor: isto por uma questão de impostos.

Desde que Tito destruíra Jerusalém (70) e reduzira a Palestina à escravidão, todos os Judeus do Império tinham de pagar uma taxa especial. Domiciano, que precisava de dinheiro, decidiu estender esta obrigação a todos os que «levaram a vida judaica», em particular aos cristãos. Ora, estes tinham horror a ser igualados aos Judeus, cuja religião repudiavam. Julgando que seria apostatar o obedecer à ordem imperial, recusaram-se a pagar o imposto. Daí a ira de Domiciano, que desencadeou contra eles perseguição.

Pode imaginar-se o furor deste «homem orgulhoso e cruel», quando soube que a religião condenada conquistava adeptos até na sua própria família. sem falar do seu seu primo direito, Flávio Clemente, que, embora não cristão, ao menos não aplicava. como governador de Roma. o édito da perseguição, havia Domitila, que praticava abertamente a fé e não se escondia de dar sepultura aos mártires no seu cemitério da Via Ardeatina. O imperador mandou executar Clemente, sob a acusação de«inércia», e expulsou Domitila paras a ilha de Pandatária, onde antes tinha sofrido exílio as imperatrizes Júlia, Agripina e Octávia. Aí terminou Domitila os seus dias com o martírio.

Quanto a Domiciano, foi assassinado pouco depois no palácio, facilitando esse acto a imperatriz; e o Senado, que ele dizimara, mandou apagar-lhe o nome, como maldito, dos monumentos públicos.  www.jesuitas.pt

Por sua vez em http://es.catholic.net/santoral diz o seguinte:

Martirológio Romano: Em Roma, comemoração de santa Domitila, mártir, que, sendo filha da irmã do cônsul Flávio Clemente, foi acusada durante a perseguição sob o imperador Domiciano de haver renegado dos deuses pagãos e, por isso, por sua fé em Cristo, junto com outros muitos cristãos foi desterrada para a ilha de Ponza, no Lácio, em que padeceu um prolongado martírio (s. I/II).
Etimologicamente: Flávia = Aquela de cabelos doirados, é de origem latina.

O imperador é Vespasiano. Flávio Clemente é seu sobrinho, está casado com Flávia Domitila, que se fizeram cristãos e é cônsul no ano 95. Tem dois primos carnais que são Tito e Domiciano que, ao não terem descendência directa masculina, deveriam deixar seu posto a um dos filhos de Flávio Clemente segundo o direito romano; pouco faltou para que a Igreja tivesse no primeiro século um imperador cristão, mas não só não foi assim, mas que o imperador Domiciano desatou uma violenta perseguição.
No distinguían muy bien por aquel entonces los que mandaban en Roma entre judíos y cristianos; los llaman simplemente paganos porque ni unos ni otros adoraban imágenes por seguir los Libros Santos. Vespasiano y Tito habían hecho la guerra y destruido la Ciudad Santa; los judíos y cristianos -que para ellos es igual- deben pagar impuestos. Como las cuentas cantan, Domiciano advierte por el monto de la recaudación el gran número de paganos que hay en el Imperio y ve que están presentes en todos los estamentos. Piensa que la depuración étnica se impone y Flavio Clemente, entre muchos, es denunciado -dice Suetonio «con acusaciones muy endebles»- y martirizado junto con su mujer o quizá ésta fuera mandada al destierro a la isla de Pandataria, como era costumbre entre los romanos para la gente noble. Así se concluyen los datos que proporciona la historia bien documentada.
Pero así como la historia ofrece unos datos seguros y fiables, la leyenda marca el paso de la historia a la ficción en la historia novelada para gusto y edificación de los cristianos cuando se habla de Flavia Domitila. Más que admitir la existencia de dos Flavias en el mismo tiempo y lugar, según los datos que se tienen, parece lo más probable y sensato aceptar la lectura en novela de la mártir Flavia Domitila, desdoblada.
Así nos encontramos con una novela de altos vuelos literarios en la que, con la base firme de la existencia de una mártir perteneciente a la más alta nobleza, se narra el destierro de Flavia, joven prometida de un joven pagano llamado Aureliano; los soldados
Nereo y Aquileo, terminan por convencer a la novia para que acepte la virginidad rechazando la boda prevista. Se anota la esperada reacción violenta del joven pagano despreciado: denuncia como cristiana a la novia y la destierran a la isla de Poncia. La imaginación del autor hace intervenir al papa Clemente consagrando la virginidad de Flavia Domitila. Hay enredos entre amigos de la magia y adivinación por una parte y testigos que narran lo que pasó entre Pedro y Simón, el mago, por otra.
La protagonista que ocupa el centro del relato es un ejemplo de pulcritud y sensatez, mantiene el nervio de la historia con la valentía del seguimiento a Jesús ante la autoridad constituida, apareciendo también momentos de dudas que mantienen el suspense sobre los inciertos resultados de su elección, y ¡cómo no! su apostolado. Se desarrolla abundante doctrina para proclamar -en demasía- la excelencia de la virginidad sobre el matrimonio. El guión no está exento de elementos dramáticos que mantienen la atención de los lectores y oyentes con los enredos de seducción por parte de Aureliano, que acaba dramáticamente muerto por la decepción y el rechazo. También se condenan las orgías propias del tiempo y la vanagloria de quien no tiene más perspectiva que la vida presente. La vuelta del destierro, además de poner fin a la preciosa novela ejemplar, sirve para describir el martirio con formas adecuadas al estilo del relato: Flavia Domilitila y sus dos sirvientas neoconversas por su ejemplo y palabras -también vírgenes cristianas- acaban quemadas vivas en su propia casa de Terracina por denuncia de paganos.

• Gisela de Hungria, Beata
Maio 7   -  Viúva e Abadessa

Gisela de Hungría, Beata

Gisela de Hungria, Beata

Viúva e Abadessa

Faleceu pelo ano de 1060. Era irmã de Santo Henrique, imperador da Alemanha e esposa do rei Santo Estêvão, que implantou o cristianismo na Hungria. A sua vida de rainha deve ter sido feliz com um marido tão bom e, ao que dizem, sempre de humor alegre. Quando o perdeu (1038), regressou à Baviera, sua naturalidade, e aí passou os seus últimos vinte anos na abadia de Niedernburg.

www.jesuitas.pt

Por sua vez em http://es.catholic.net/santoral diz o seguinte:

Martirológio Romano: No mosteiro de Niedernburg, próximo de Passau, de Baviera, na Alemanha, beata Gisela, que esteve casada con santo Estêvão de Hungria, a quem ajudou na propagação da fé, mas à morte do rei foi privada de seus bens e de seu reino, retirando-se ao citado mosteiro, que governou depois como abadessa (1060).
Etimologicamente: Gisela = Aquela que é uma flecha poderosa, é de origem germânica.

Etimologicamente significa “flecha poderosa”. Vem da língua alemã.
Nascida em finais do século X, foi filha de Santo Enrique II, imperador de Baviera.
Se casou com
Santo Estêvão de Hungria, de quem foi a primeira e mais importante colaboradora na conversão ao catolicismo de Hungria, fundando e ajudando com muitas dotações a mosteiros e igrejas do reino.
No ano 1031 morreu seu filho Emérico e no ano 1038 faleceu seu esposo, o que foi o inicio de um acosso por parte do sucessor ao trono, Pedro Orseolo, que o privou todas suas possessões e foi obrigada a deixar Hungria.
Regressou a Baviera e ingressou ao mosteiro beneditino de Niedernburg, próximo de Passau, onde foi eleita abadessa.
Faleceu no ano 1060 e foi enterrada no mesmo mosteiro.

• Juan de Beverly, Santo
Maio 7   -  Bispo

Juan de Beverly, Santo

Juan de Beverly, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Berveley, em Northumbria, são Juan, bispo de Hexham, e depois de York, em Inglaterra, que uniu o trabalho pastoral à oração em solidão e, depois de haver renunciado a seu cargo, transcorria os últimos anos de sua vida no mosteiro que o próprio havia fundado (721).
Etimologicamente: Juan = Deus é misericordioso, é de origem hebraica

São Juan de Beverly, Bispo de York, foi primeiro monje e logo bispo, viveu em finais do século VII e princípios do VIII.
Sua caridade era constante com os mais necessitados, tanta que chega a sarar a um surdo-mudo, após descobrir, pacientemente, um modo de o fazer vocalizar. Ainda que tenha morrido no ano 721, tem sido considerado por isso como um precursor do sábio beneditino Ponce de Leão. Ainda que as ocupações de um bispo sempre são muitas, e mais as de um como este, Juan sempre conseguia arranjar alguns momentos, tantos como podia, para sua oração e meditação, e por isso passava seus dias livres num bosque. Sentindo-se já cansado, se retira em 717 para o mosteiro de Beverley, depois de deixar a outro santo à frente de seu bispado, morrendo quatro anos depois San Juan de Bevérley, bispo de York, 1721.
Pode ser considerado como um precursor do beneditino Pedro Ponce de León, que no século XX receberá o nome de "o sacerdote dos tartamudos" por ser o autor do método de convergência ortofónica, de renome geral, morto com fama de santidade em Madrid em 1963.
Morreu em 721.

• Rosa Venerini, Santa

SANTA ROSA DE VITERBO

 
Maio 7   -  Mestra e Fundadora

Rosa Venerini, Santa

Rosa Venerini, Santa

Fundadora das Pias Mestras Venerini

Martirológio Romano: Em Roma, beata Rosa Venerini, virgem, que nasceu em Viterbo e fundou as Mestras Pias, com as quais abriu em Itália as primeiras escolas para a educação das meninas (1728).
Etimologicamente: Rosa = Aquela que é bela e doce como uma rosa, é de origem latina.

Rosa VENERINI nasceu em Viterbo no dia 9 de Fevereiro de 1656.
Seu pai, Goffredo, originário de Castelleone di Suasa (Ancona), depois de haver conseguido o título em medicina em Roma, se mudou para Viterbo e exerceu brilhantemente a profissão de médico no Hospital Grande.
De seu matrimónio con Marzia Zampichetti, membro de uma antiga família viterbense, nasceram quatro filhos:
Domingo, Maria Magdalena, Rosa e Horácio.
Rosa,
por natureza, era dotada de inteligência e de sensibilidade humana fora do comum. A educação recebida na família lhe permitiu desenvolver os numerosos talentos de mente e de coração e de se formar sob princípios cristãos sólidos. 
Com a idade de sete anos, segundo seu primeiro biógrafo, Padre Jerónimo Andreucci S.I., fez voto de consagrar a Deus sua vida. Durante a primeira fase de sua juventude, viveu o conflito entre as seduções do mundo e a promessa feita a Deus. Superou tal conflito com orações e muitos sacrifícios.
Aos 20 anos, Rosa se interrogava sobre seu futuro. Naquele tempo a mulher podia escolher apenas entre as duas orientações de vida: o casamento ou o convento. Rosa estimava as duas opções, mas se sentia atraída para realizar outro projecto para o bem da Igreja e da sociedade de seu tempo. Teria que passar muito tempo dedicado aos sacrifícios e à busca, para ser impulsionada interiormente por intuições proféticas, que a levassem a uma solução inovadora.
No Outono de 1676, de acordo com seu pai, Rosa entrou no Mosteiro Dominicano de Santa Catalina em Viterbo com a perspectiva de realizar seu voto. Junto a sua tia Ana Cecília aprendeu a escutar Deus no silêncio e na meditação. Ficou no Mosteiro poucos meses porque a morte prematura de seu pai a obrigou a regressar para acompanhar no sofrimento a sua mãe.
Nos anos seguintes Rosa viveu acontecimentos trágicos em sua família: o irmão Domingo faleceu com apenas 27 anos de idade, em seguida, morre também sua mãe que não aguentou a dor. Sua irmã Maria Magdalena contraiu matrimónio.
Permaneciam em casa somente Horácio e Rosa que a esta altura tinha 24 anos. Impulsionada pelo desejo de fazer algo grande para Deus, em Maio de 1684 a Santa começou a reunir em sua casa as meninas e mulheres da vizinhança para rezar o Rosário. O modo de orar das jovens e de suas mães, e sobretudo as charlas que precediam e seguiam à oração, abriram a mente e o coração de Rosa frente à triste realidade: a mulher pobre era escrava da pobreza cultural, moral e espiritual. Entendeu, então, que o Senhor a chamava a uma missão mais alta que, gradualmente, a enchia da urgência de se dedicar à instrução e formação cristã das jovens, não com encontros periódicos, mas com uma Escola entendida no sentido total da palavra.
Em 30 de Agosto de 1685, com a aprovação do Bispo de Viterbo, Cardeal Urbano Sacchetti e a colaboração de duas companheiras, Gerolama Coluzzelli e Porzia Bacci, Rosa deixou a casa paterna para dar inicio à sua primeira escola, projectada segundo um desígnio original que havia amadurecido na oração e na busca da Vontade de Deus. O primeiro objectivo da Fundadora era o de oferecer às meninas da povoação pobre uma formação cristã completa e de as preparar para a vida civil. Sem grandes pretensões, Rosa havia aberto a primeira «Escola Pública Feminina em Itália». A origem era humilde, mas de grandeza profética: a promoção humana e a elevação espiritual da mulher eram uma realidade que não tardaria em receber o reconhecimento das autoridades religiosas e civis. 
O crescimento da Obra.
En el comienzo no fue fácil: Las tres primeras Maestras tuvieron que afrontar las resistencias del Clero que sentía como exclusividad suya enseñar el catecismo; pero la resistencia más fuerte venía de los intelectuales que se sentían escandalizados al ver la osadía de una mujer, de la alta burguesía viterbense, que tomaba con seriedad y amor la educación de las niñas de la baja clase social. Rosa enfrentó todo por amor a Dios, y con firmeza que era la caracterísaba, prosiguió el camino que había iniciado, teniendo ahora más que nunca, la certeza de estar dentro de un verdadero Proyecto de Dios.
Los resultados le dieron razón: ¡los propios Párrocos constataron el bien qué estas Escuelas Pías surtieron entre las niñas y sus madres!. La valía de aquella iniciativa fue reconocida y la fama sobrepasó los confines de la Diócesis. El Cardenal Marcos Antônio Barbarigo, Obispo de Montefiascone, comprendió la genialidad del proyecto viterbense e invitó a la Santa a su diócesis. La Fundadora, siempre lista, contestó a la invitación: de 1692 a 1694 Rosa abrió una decena de escuelas en Montefiascone y en las Ciudades cituadas alrededor del lago de Bolsena. El Cardenal suministraba los medios materiales y Rosa concienciaba las familias, preparaba las maestras y organizaba la Escuela. Cuando tuvo que tornar a Viterbo, para cuidar de la estabilidad de su primera obra, Rosa confió las Escuelas y las Maestras a la dirección de una joven, Lucia Filippini, cuyas calidades, de mente, de corazón y de espíritu, ya había percibido antes.
Después de las Escuelas de Viterbo y Montefiascone, fueron abertas otras en la región de Lazio. Rosa llegó a Roma en el año 1706, pero la primera experiencia romana fue para ella un fracaso total. Esto le marcó hondamente y la forzó a esperar un período largo de seis años antes de reconquistar la confianza de las autoridades. En el día 8 de diciembre del 1713, con a ayuda del Abad Degli Atti, gran amigo de la familia Venerini, Rosa pudo abrir su Escuela en el centro de Roma, a los pies del Capitolio. El 24 de octubre de 1716 recibió a visita del Papa Clemente XI, que acompañado por ocho Cardenales, quiso asistir a las clases. Maravillado y lleno de complacencia, al fin de la mañana, se dirigió a la fundadora con estas palabras: «¡Señora Rosa, usted hace lo que nosotros no podemos hacer!. Le agradecemos mucho porque, estas escuelas, ¡santificarán Roma!». Desde aquel momento, Gobernadores y Cardenales pidieron las escuelas para sus territorios. El trabajo de la Fundadora se volvió intenso, lleno de peregrinaciones y de cansancio para la formación de nuevas comunidades. Fue, también, motivo de mucha alegría y de sacrificios. Donde surgía una escuela, luego se notaba un radical cambio positivo, de la juventud.
Rosa Venerini murió santamente en la casa de San Marcos en Roma, en la noche del 7 de mayo de 1728. Había abierto más de 40 Escuelas. Su cuerpo fue sepultado en la Iglesia de Jesus (Roma) que ella tanto amaba. En el año 1952, por ocasión de la Beatificación, sus restos mortales fueron trasladados en la Capilla de la Casa General, en Roma. 
A Espiritualidade
Durante toda su vida, Rosa siempre se movió adentro del océano de la Voluntad de Dios. Decía: «me siento tan apegada a la Voluntad de Dios, que no me importa ni la muerte ni la vida, quiero lo que Él quiere, quiero servíle lo cuanto Él quiere ser servido por mí y nada más! ». Después de un primera contacto con los Padres Dominicos del Santuario «Madonna della Quercia» en los alrededores de Viterbo, siguió la dirección espiritual del P. Ignacio Martinelli, y acogió fielmente la espiritualidad austera y equilibrada de San Inácio de Loyola creada para la dirección de los Jesuitas.
Las crisis de la adolescentes, las perplejidades de la juventud, la busca de nuevos caminos, la fundación de las Escuelas y de las Comunidades, las relaciones con la Iglesia y con el mundo, todo era orientado al Querer Divino. La oración era el aire que respiraba durante toda su jornada.
Rosa no imponía a sí misma ni a sus hijas largas oraciones pero recomendaba qué la vida de las Maestras, en el ejercicio del ministerio educativo, ¡fuese un continuado hablar con Dios, de Dios, para Dios!. La íntima comunión con el Señor era mantenida por la oración mental que la Santa consideraba «alimento esencial del alma». En la meditación, Rosa escuchaba al Maestro que enseñaba caminando por las carreteras de Palestina, pero, de manera particular, desde lo alto de la Cruz.
Con lo mirada fija en Jesus Crucificado, Rosa sentía cada vez más fuerte dentro de sí la pasión para la salvación de las criaturas humanas. Por eso, vivía cada día la Eucaristía de manera mística: en su imaginación, la Santa veía el mundo como un gran círculo; se colocaba en el centro y contemplaba Jesús, Víctima inmaculada, que en toda rincón de la tierra se ofrecía al Padre a través del Sacrificio Eucarístico. Llamaba a este modo de elevarse a Dios "el Círculo Máximo". Con oración incesante, participaba espiritualmente de todas las Santas Misas que eran celebradas en toda parte del mundo: unía los dolores, el cansancio, las alegrías de su vida a los sufrimiento de Jesucristo, preocupándose que la Preciosa Sangre de Jesus no fuese derramado en vano.
O Carisma
Podemos sintetizar el carisma de Rosa Venerini en pocas palabras. Vivió consumada por dos grandes pasiones: la pasión por Dios y la pasión por la salvación de las criaturas humanas. Cuando comprendió que las niñas y las mujeres de su tiempo tenían necesidad de ser educadas e instruidas sobre las verdades de la Fe y de la Moral, no escatimó tiempo, trabajo, luchas, dificultades de todo tipo a la fin de contestar al llamado de Dios. Era consciente de que el anuncio de la Buena Nueva sólo podía ser acogido, si antes, las personas fuesen liberadas de las tiniebla de la ignorancia y del error. Además, había intuido que la formación profesional podía conseguir para la mujer una promoción humana y un reconocimiento en la sociedad. Este proyecto requería una Comunidad Educadora, sin pretensiones. Rosa, con gran anticipación histórica, ofreció a la Iglesia el estilo de la Comunidad Religiosa Apostólica.
Rosa no ejerció su misión educativa sólo en la escuela, sino usó todas las oportunidades que tuvo para anunciar el Amor de Dios: confortaba y curaba a los enfermos, reanimaba a los desesperanzados, consolaba a los aflictos, invitaba a los pecadores a la vida nueva, exhortaba a la fidelidad a las personas consagradas, auxiliaba a los pobres, combatía toda forma de esclavitud moral. Educar para salvar se volvió el lema que impulsa a las Pías Maestras Venerini a continuar la Obra del Señor de acuerdo a los deseos de su Fundadora y a irradiar por el mundo el Carisma de la Santa Madre: liberar a la criatura humana de la ignorancia y del mal para que el Proyecto de Dios, que cada persona posee, se vuelva visible.
Es ésta a magnifica herencia que Rosa Venerini dejó a sus hijas; doquiera que estén: en Italia, como en los otros Países, las Pías Maestras buscan vivir y transmitir el deseo apostólico de la Madre, privilegiando a los más pobres. La Congregación, después de haber dado su contribución en favor de los italianos emigrados a los E.U.A., desde 1909, y en Suiza de 1971 al año 1985, expandió su actividad apostólica en otros Países: en India, en Brasil, en los Camerún, en Romania, en Chile, en Venezuela, en la Albânia y en Nigeria.
Fue canonizada el 15 de octubre de 2006 por S.S. Benedicto XVI.

Reproduzido com autorização de Vatican.va

traduzido (para Espanhol) por Xavier Villalta

Agustín Roscelli, Santo
Maio 7   -  Sacerdote e Fundador

Agustín Roscelli, Santo

Agustín Roscelli, Santo

Fundador da
Congregação de Irmãs da Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem María

Martirológio Romano: Em Génova, em Itália, santo Agustín Roscelli, presbítero e fundador da Congregação de Irmãs da Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem María, para a formação das meninas (1902).
Etimologicamente: Agustín = Aquele que é venerado, é de origem latino.

Em Agustín Roscelli, a Igreja nos assinala um exemplo de sacerdote e de Fundador santo.
Como sacerdote encarnou a figura de "pastor", de  educador na fé, de ministro da Palavra, de guia espiritual.
Sempre disposto a doar-se na obediência, na humildade, no silêncio e no sacrifício, buscou só a vontade d’Aquele que o havia chamado e enviado.
No desenvolvimento de seu ministério sacerdotal seguiu o exemplo de Cristo, harmonizando a vida interior com a intensa acção pastoral e sua obra foi fecunda porque esteve alimentada pela contínua oração e por um grande amor para com a Eucaristia.
Soube ler as situações de seu tempo e intervir concretamente em favor dos mais indefesos, e em particular empenhou-se para salvar a juventude, das insídias e dos perigos morais.
Se deixou conduzir pelo Espírito até fundar, quase sem o saber, uma Família religiosa.
Nasceu em Bargone de Casarza Ligure (Génova, Itália), em 17 de Julho de 1818 de Domingo e María Gianelli; foi baptizado no mesmo dia porque se temia por sua vida.
Sua família, pobre de meios materiais, foi sempre para ele, um exemplo de fé e de virtudes cristãs.
Inteligente, sensível, muito reservado, Agustín muito cedo se mostrou útil à família no cuidado do rebanho paterno.
Seus pais o confiaram ao Pároco, o Padre Andrés Garibaldi, que lhe inculcou os primeiros elementos do saber.
Para o sacerdócio
En mayo de 1835, con ocasión de una misión animada por el Archipresbítero de Chiavari, Antonio María Gianelli, Agustín se sintió decididamente llamado al sacerdocio y se trasladó a Génova para comenzar los estudios.
Los años de preparación a la Ordenación sacerdotal fueron duros y difíciles, debiendo él mismo afrontar graves desafíos económicos.
Lo sostuvieron la voluntad tenaz, la intensa oración y la ayuda de personas buenas, tales como el canónigo Gianelli quien, nombrado Obispo de Bobbio en el año 1838, le encontró una ubicación como clérigo-sacristán y custodio de la iglesia del Conservatorio de las Hijas de San José en San Rocchino, de la cual Mons. Gianelli era el Director; los jesuitas después, lo vieron como el "diligente prefecto", como lo afirma el mismo Rector en 1845.
El 19 de setiembre de 1846, fue ordenado sacerdote por el Cardenal Plácido María Tadini.
Vice-Párroco - Confesor santo - Educador junto a los Artesanitos
El Padre Agustín fue destinado inmediatamente al populoso barrio de San Martín de Albaro donde, con el espíritu de Cristo Pastor y con la administración de todos los sacramentos, inició su humilde servicio en la obra de santificación, dedicándose con esmero, caridad y con el ejemplo, al crecimiento espiritual del Cuerpo de Cristo.
En el confesionario adquirió un conocimiento concreto de la triste realidad y de los peligros en los que se encontraban tantas jóvenes que, por motivos de trabajo, se trasladaban a la ciudad convirtiéndose en fácil presa para los deshonestos.
Allí, su corazón de padre se angustiaba y se conmovía al pensar que tantas almas sencillas podían perderse, porque se las dejaba solas e indefensas.
En 1858, si bien continuaba a dedicarse asiduamente al ministerio de la Confesión, aceptó colaborar con el Padre Francisco Montebruno en la Obra de los Artesanitos.
Entre los encarcelados y luego al horfanatorio
En 1872 amplió su campo de apostolado. Como ministro de Cristo "tomado entre los hombres y constituido en favor de los hombres", se consagró enteramente a la obra a la que el Señor lo había llamado, sin apartarse de las miserias y de las pobrezas morales de su ciudad, interesándose no sólo de la juventud masculina y femenina, sino incluso de los detenidos en la cárcel de San Andrés, para llevar el consuelo y la misericordia del Señor.
En 1874, Capellán del nuevo Horfanatorio Provincial en la calle "delle Fieschine", se dedicó a los recién nacidos administrándoles el Bautismo por un lapso de 22 años (de los registros resulta que los bautizados fueron 8.484) y, haciendo suyas las palabras de San Agustín "la plenitud de todas nuestras obras es el amor", trabajó intensamente incluso a favor de las madres solteras, las que eran jovencitas sencillas del pueblo que, por la falta de un trabajo digno y retribuido, se convertían en víctimas de los malintencionados.
Las escuelas taller
El Padre Roscelli recibió la propuesta de algunas de sus penitentes, espiritualmente maduras que, condividiendo su deseo de salvar las almas, le ofrecieron su colaboración para ayudar a tantas jóvenes necesitadas de asistencia moral, de una guía segura y de ser capaces de ganar honestamente lo necesario para vivir.
En estas sedes, las jóvenes recibían una instrucción moral y religiosa, junto a una sólida formación humana y cristiana en forma tal que las preparaba para prevenir o para defenderse de los peligros de la ciudad, y al mismo tiempo las capacitaba profesionalmente.
Uma nova Congregação
La tímida idea de dar vida a una Congregación religiosa fue estimulada por Mons. Salvador Magnasco y por las colaboradoras del Padre Roscelli, las maestras de las Casas-Taller, las que estaban convencidas que la Consagración a Cristo y el empeño de santificación en la vida comunitaria, son la fuerza del apostolado.
El Padre Agustín, interpeló incluso al Papa Pío IX y después de haber recibido la respuesta "Deus benedicat te et opera tua bona" (Dios te bendiga a ti y a tu buena obra), se sometió totalmente a la voluntad de Dios y el 15 de octubre de 1876 realizó su sueño, y el 22 del mismo mes, entregó el hábito religioso a sus primeras Hijas a las que llamó Hermanas de la Inmaculada, indicando a las mismas el camino de santidad, señalado particularmente por las virtudes propias de Quien es el modelo de la vida consagrada.
Después de las primeras incertezas, su obra se consolidó y se dilató más allá de los confines de Génova y de Italia.
La existencia del "pobre sacerdote" concluyó el 7 de mayo del año 1902.
O Padre Roscelli fue:
Homem de Deus: intuyó los designios de Dios sobre sí mismo y se abandonó a El en una total docilidad.
En el humilde Sacerdote la acción divina y la humana, la contemplación y la acción, se integraron en una admirable unidad de vida. Su apostolado siempre ha brotado de la experiencia de Dios, que se abre a la oración, a la testimonianza de fidelidad al ministerio sacerdotal, al anuncio del Evangelio.
Sal da terra: contemplativo, pobre, austero, siempre eligió el último puesto, la renuncia. Olvidado de si mismo, de las propias exigencias, del proprio tiempo, estuvo siempre a disposición de los demás en el confesionario, y como fermento evangélico, intensificó la caridad "en la que confluían el amor hacia Dios y hacia los hombres".
Sinal profético: separado del mundo, pero en estrecha relación con la realidad concreta de su tiempo, el Roscelli ha hecho visible el primado del amor de Dios, acercándose con espíritu misericordioso y con corazón amoroso de Padre, a los abandonados, a los encarcelados, a las madres solteras, a la juventud en general y injusticia a quien hubiese caído víctima de la injusticia; a todos ayudó y se mostró con una profunda sensibilidad por los derechos humanos y por la causa justa de la promoción del hombre.

Alberto de Bérgamo, Beato
Maio 7 -  Terceiro Dominicano

Alberto de Bérgamo, Beato

Alberto de Bérgamo, Beato

Terceiro Dominicano

Martirológio Romano: Em Cremona, de Lombardia, beato Alberto de Bérgamo, lavrador, o qual, depois de suportar com paciência as repreensões que sua mulher lhe fazia por sua grande generosidade para com os pobres, abandonou suas terras e viveu como irmão de penitência de santo Domingo (1279).
Etimologicamente: Alberto = Aquele que brilha por sua nobreza, é de origem germânica.

Alberto pertencia à Terceira Ordem Dominicana e, por isso, viveu como leigo, apesar de ser casado e estar dedicado à vida de trabalho no campo.
Dono de uma sensível generosidade, passou sua vida ajudando aos necessitados, distribuindo alimentos e dinheiro.
Além disso, fez numerosas peregrinações, sobretudo a Santiago de Compostela, prestando seus serviços a outros peregrinos a todo o longo do caminho, que era percorrido a pé.
Também visitou Roma e Terra Santa.
Morreu em Cremona, em Itália.
Depois de sua morte, lhe foram atribuídos muitos milagres, sendo sua generosidade, marca distintiva de sua personalidade, famosa até nossos dias. 
O Papa Bento XIV confirmou seu culto em 9 de Maio de 1748.
A comunidade dominicana o recorda em 7 de Maio, mas em outros santorais é recordado em 11 do mesmo mês.

António Bajewski, Beato
Maio 7   -  Mártir

Antonio Bajewski, Beato

Antonio Bajewski, Beato

Presbítero e Mártir

Martirológio Romano: No campo de concentração de Oswiecim ou Auschwitz, perto de Cracóvia, na Polónia, beato Antonio Bajewski, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores Conventuais e mártir, que alcançou a glória do Senhor durante a guerra, terrivelmente quebrantado pelos tormentos sofridos na cadeia por causa de sua fé (1941).
Etimologicamente: António = Aquele que é digno de estima, é de origem latina.

Sacerdote, professo na Ordem dos Irmãos Menores Conventuais desde 1934.
Viveu no convento de Niepokalanów, e foi um dos mais próximos colaboradores de
São Maximiliano Kolbe.
Se destacava por sua fé profunda e viva. Preso em 17 de Fevereiro de 1940, morreu em Auschwitz em 8 de Maio de 1941 por causa das condições inumanas do acampamento.
Em meio dos sofrimentos repetia: «Quero ser cravado com Cristo na cruz». Ao aproximar-se a morte pediu a um dos prisioneiros: «Conta a meus co-irmãos de Niepokalanów que morri aqui, fiel a Cristo e à Imaculada».

Para ver mais sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click"
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António de Kiev, Santo
Maio 7   -  Eremita

Antonio de Kiev, Santo

Antonio de Kiev, Santo

Eremita

Martirológio Romano: Em Kiev, na Rússia (hoje em Ucrânia), santo António, ermitão, que iniciou sua vida monástica no monte Athos e depois a prosseguiu no mosteiro dessa cidade, denominado das Grutas (1073).
Etimologicamente: António = Aquele que é digno de estima, é de origem latina.

Durante a época da evangelização de Rússia floresceu muito a vida monástica bizantina. O mosteiro de Studios, em Constantinopla, assim como os que surgiram dele, se achavam no cume de seu esplendor (ainda que muito pouco tempo depois ia a começar a decair sua influência) e começavam a fazer-se as grandes fundações do Monte Athos. Mas os primeiros mosteiros que houve na Rússia, que deviam sua existência à intervenção dos grandes príncipes e bispos gregos, não tiverem maior importância. A época de florescimento da vida monástica na Rússia começou com a fundação do mosteiro das Cuevas em Kiev (Kiev-Pecherskaya Lavra). O dito mosteiro não nasceu por iniciativa dos grandes deste mundo, mas que foi fundado por monges russos e para monges russos. Mons. Alejandro Sipiaguin há escrito que foi "o primeiro mosteiro russo, cronologicamente falando e também o primeiro em importância, pelos grandes valores espirituais com que enriqueceu o tesouro da religião do povo." Seus fundadores, "primeiras luzes brilhantes acesas por Rússia ante a imagem de Cristo universal", foram Santo Antonio e São Teodósio Pechersky.
António nasceu em 983, em Lubeck, perto de Chernigov. Em sua juventude viveu algum tempo na solidão, segundo o exemplo dos anacoretas de Egipto. Mas cedo compreendeu que essa forma de vida, como qualquer outra, exigia certa preparação. Assim pois, empreendeu a viagem ao Monte Athos, onde praticou a vida eremítica com os monges do mosteiro de Esfigmenu. Ao cabo de alguns anos, seu abade o mandou regressar a sua pátria, apesar da repugnância de António, dizendo-lhe: "O Senhor te há fortalecido no caminho da santidade, e agora te toca guiar a outros por esse caminho. Volta a tua pátria, com a bênção do Monte Santo; aí serás pai de muitos monges."
Antonio obedeció. Sin embargo, como no encontrase paz ni soledad suficientes en los monasterios fundados por los príncipes, se refugió en la cueva de un acantilado a orillas del Dniéper, en Kiev. Se alimentaba de pan, verduras y agua, cultivaba una parcela de tierra y pasaba el resto del tiempo en oración. Algunas personas acudían a consultarle o a pedirle su bendición; de cuando en cuando, le hacían algún regalo, que el santo distribuía inmediatamente entre los pobres. Algunos de esos visitantes acabaron por quedarse con él. El primero fue el monje Nikon, que era sacerdote; a éste siguieron otros aspirantes a la vida religiosa, los cuales vivían en celdas excavadas en la roca. Ampliaron algunas cuevas para instalar la capilla y el refectorio. Al contrario de otros abades de la época, San Antonio aceptaba a todos los candidatos que poseían las cualidades necesarias, ya fuesen ricos o pobres, libres o esclavos. La comunidad creció tanto, que empezó a faltar el sitio. Entonces, el príncipe Syaslav les ofreció las tierras situadas en lo alto del acantilado, y ahí construyeron los monjes un monasterio y una iglesia, dedicados a la Dormición de la Santa Madre de Dios. El cronista Néstor dice: "Muchos monasterios fueron construidos con la ayuda de los príncipes y los nobles, en cambio, este monasterio se construyó con lágrimas, ayunos y oraciones. Antonio no poseía oro ni plata y por ello se valió de estos medios."
San Antonio confió pronto la dirección de la comunidad a un monje llamado Barlaam. Después, para no verse mezclado en las disensiones de los nobles de Kiev, se retiró a Chernigov, donde fundó otro monasterio. Sin embargo, más tarde volvió a Pecherskaya Lavra y ahí murió, en su cueva, el año 1073, a los noventa años de edad.

Outros Santos e Beatos
Maio 7   -  Completando o santoral deste dia

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

Santos Flávio e quatro companheiros, mártires

Em Nicomédia, de Bitinia, santo Flávio e quatro companheiros, mártires (s. III/ IV).

 
Santo Cenérico, eremita


Em Cenomano (hoje Le Mans), na Gália, santo Cenérico, diácono e monge, que, depois de visitar os sepulcros de santo Martinho de Tours e de são Julião de Le Mans, passou o resto de sua vida na solidão e na austeridade (s. VII).

http://es.catholic.net/santoral  e  www.jesuitas.pt

 

Recolha, transcrição e tradução parcial de algumas biografias, de espanhol para português, por António Fonseca