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sábado, 8 de maio de 2010

PAPA BENTO XVI EM PORTUGAL

 

In: Agência Ecclesia

 

 

Notícias nacionais

Estar na missa com o Papa será uma prova de fé

Foi numa visita guiada desde o arco da Rua Augusta, atravessando o Terreiro do Paço até à zona do altar que todos responsáveis da visita de Bento XVI puderam apreciar os pormenores e dar a conhecer à comunicação social. D. Rino Passigato, Núncio Apostólico em Portugal, afirmou que "a vinda de todos os crentes a esta praça, mesmo...

Colégio Português em festa com o Papa

A viagem de Bento XVI a Portugal será também um momento de festa para a casa que acolhe os padres do nosso país que encontram a fazer estudos pós-graduados em Roma. O Pe. José Cordeiro, Reitor do Pontifício Colégio Português, assinala que a instituição “tem uma relação muito estreita com o Papa e com Fátima,...

Estar perto do Papa ajuda na formação dos padres portugueses em Roma

O reitor do Pontifício Colégio Português, em Roma, considera a proximidade da Santa Sé e do Papa como um complemento de qualidade da formação académica e eclesial dos sacerdotes que ali estudam. O Pe. José Cordeiro sublinha a importância de “estar na proximidade” de Bento XVI e de sentir o “pulsar da Igreja nas suas diferentes...

Santuário de Fátima distribui folheto de boas-vindas

Autoridade Nacional de Protecção Civil, Guarda Nacional Republicana, Governo Civil de Santarém, Câmara Municipal de Ourém e Santuário de Fátima são as entidades responsáveis pela elaboração e distribuição de um folheto de boas vindas aos peregrinos que estarão em Fátima para participar na Peregrinação...

Imagem Peregrina continua visita pela Madeira

“A Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima visitará a Paróquia da Ribeira Seca, seguindo o programa preparado pelo respectivo Pároco, Rev. Cón. Manuel Martins, e uma Comissão por ele constituída, com elementos das comunidades da Ribeira Seca e Machico. Percorrerá todos os sítios e terá um encontro celebrativo, no recinto...

Janelas e varandas enfeitadas em Fátima

A autarquia de Ourém quer que Fátima tenha o máximo de dignidade possível em receber o Santo Padre e todos quantos o acompanham. Por isso, o vereador do pelouro de Fátima, Nazaré do Carmo, deixa um convite para que a  população de Fátima dê cor e alegria às ruas e às casas, enfeitando as janelas e varandas...

Imagem de Sto. António oferecida a Bento XVI

Uma imagem de Santo António em porcelana e uma edição bilingue em Português e Latim dos sermões do mesmo santo, são estes os presentes que o Presidente da República vai oferecer ao Papa. As prendas serão entregues por Cavaco Silva na terça-feira, dia 11, no Palácio de Belém, durante a visita de Bento XVI a Portugal. A...

Visita do Papa é um apelo à convicção

"A visita de Bento XVI ao Porto será um apelo à convicção", foram as palavras de D. Manuel Clemente na conferência de imprensa do balanço da preparação de toda a visita. A menos de uma semana da chegada do Papa à Invicta "tudo está preparado para receber Bento XVI, são momentos que atraem muita gente e pode ser uma boa ocasião...

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Recolha e transcrição do Boletim da Agência Ecclesia, de 8 de Maio de 2010, por António Fonseca

8 DE MAIO DE 2010 – NOSSA SENHORA MEDIANEIRA

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NOSSA SENHORA MEDIANEIRA

O glorioso título de Maria Medianeira, que é celebrado nalgumas dioceses, exprime o papel da maternal intercessão que a Santíssima Virgem desempenha junto do seu divino Filho em favor dos filhos da terra. Este privilégio de Nossa Senhora funda-se na sua dupla maternidade: natural, a respeito de Jesus; espiritual, em relação com os homens. A Virgem Maria adquiriu esta última à custa de ter cooperado na obra de redenção, cooperação que esteve num íntimo sofrer, ligado com a vida e o sacrifício do Salvador. Em troca, recebeu a potência de alcançar e distribuir todas as graças destinadas aos homens.

I – História da crença na mediação mariana

1º -  A Sagrada Escritura – as origens desta doutrina encontram-se no Génesis, na célebre passagem que trata da brilhante desforra da mulher e da sua posteridade sobre a serpente. A Bíblia proclama aí a mediação da Santíssima Virgem, anunciando que por ela nos viria o Vencedor do demónio e se operaria a reconciliação do homem com Deus. Mas é o Evangelho, naturalmente, que anuncia os mistérios relacionados com a mediação de Maria: a anunciação, a visitação, o nascimento, as bodas de Caná, e sobretudo o Calvário, onde a Virgem Santíssima sofre com Jesus e nos é dada por Mãe.

2º.  A tradição

1. Dos tempos apostólicos até ao principio do século V – Antes do édito de Constantino (313), a história, por causa sem dúvida das perseguições, não abunda muito em documentos escritos. Todavia, os Diálogos de S. Justino (165) oferecem uma das argumentações fundamentais da mediação mariana: a antítese entre Eva e Maria, fazendo par com a que se realiza entre Adão e Cristo. Aparece também, em Santo Ireneu (200). Mas, a partir dos fins das perseguições, constituem multidão os documentos que provam a confiança bem estabelecida do povo cristão para com Maria. No século IV, a antítese é retomada por S. Cirilo de Jerusalém, Santo Efrém, Santo Epifânio, S. Jerónimo e S. João Crisóstomo. Santo Ambrósio escreve: «Maria gerou o autor da salvação. Operou a salvação do mundo e concebeu a redenção de todos».

2. Do século V ao século XII – Ao decorrer este período são afirmadas, com ainda maior energia e autoridade, a maternidade espiritual e a mediação universal de Maria. Santo Agostinho (430): «Maria é mãe de todos os membros da nossa cabeça, Jesus Cristo». Pelo Concílio de Éfeso (431), é a Virgem Maria proclamada Mãe de Deus, título que está na base da nossa doutrina. No século VIII, S. Beda Venerável desenvolve a mesma verdade. Mais tarde, S. Pedro Damião (1072) e Santo Anselmo (1109). Mas S. Bernardo (1153), o mais célebre panegirista da Virgem Maria, é incansável a este propósito. «Deus, afirma ele, quis que nós tivéssemos tudo por Maria». Faz da Medianeira «pescoço do Corpo místico: chama-lhe «aqueduto das graças, etc. .

3. Do século XII aos nosso dias – Notam-se, especialmente a contar do século XVI, afirmações muito explicitas da cooperação de Maria na nossa redenção. São as principais testemunhas, santo Alberto Magno (1280) e S. Tomás de Aquino (1274). Este último ensina que a Virgem deu o próprio consentimento à encarnação, em nome da humanidade inteira. Nos séculos XVI e XVII, os ataques dos protestantes são a ocasião de estudos mais aprofundados da mediação mariana. Fazem-se ouvir Bossuet, o Padre António Vieira e tantos outros oradores e escritores. No século XIX, idêntico ensinamento é dado em geral pelos teólogos: assim Ventura, o cardeal Pie, Terrien, Bittremieux e outros. E no século XX, particularmente Bover e Aldama. Os próprios Sumos Pontífices têm claramente afirmado a cooperação de Maria para a nossa redenção, a sua mediação e o seu papel no distribuir das graças. Assim Pio IV (em 1476); Bento XIV (1758); Leão XIII, que escreveu várias encíclicas tocando a mediação de Maria em numerosas passagens. Eis dois trechos de encíclicas diferentes: «Da mesma maneira que não se pode chegar ao Pai senão pelo Filho, também não se pode chegar a Jesus Cristo senão por sua Mãe»; «A Virgem é digna e bem aceite medianeira, junto do Medianeiro». Desde S. Pio X até João Paulo II, não houve Pontífice que não tenha trazido a sua pedra para o edifício da mediação universal de Maria.

II. O testemunho da arte através dos séculos

O facto da ligação espiritual ou mística que existe entre os textos e as imagens, traz-nos precioso socorro, sobretudo para a as origens, em que tanto faltam os testemunhos explícitos. As catacumbas conservaram-nos frescos do século II que representam a Virgem Maria com os braços em cruz, a interceder pela Igreja (figurada por S. Pedro e S. Paulo) e a rogar por todos os filhos dela. Estas Virgens, chamadas Orantes,  encontram-se nos séculos seguintes, variando entre si. No século X, a Auxiliadora figura em moedas. Nos séculos das catedrais góticas (XII e XIII), há esculturas, que todos conhecem, de eloquência genial. Mais tarde, vidreiros e santeiros miniaturistas reproduzem à porfia as lendas dos «milagres de Nossa Senhora». Canções e poesias desenvolvem abundantemente esses temas; citemos ao menos Dante, no século XIV. Os símbolos são inumeráveis: o manto protector da Mãe de Todos; a fonte da vida; o tinteiro da predestinação oferecido pela Virgem ao Menino Jesus; o livro da vida; a janela e a porta do céu; a chave e a escada do paraíso. Por fim, no além, a Virgem com a balança, a advogada no julgamento.

III. O magistério da Igreja e a mediação até aos anos de 1950

O Cardeal Mercier dirigiu, em 1921, uma carta ao episcopado do mundo inteiro com a finalidade de provocar um movimento em favor do reconhecimento dogmático desta verdade. Diante dos progressos da devoção a Maria medianeira, Pio XI instituiu uma comissão de estudo; dos trabalhos dela concluiu-se que esta doutrina está afirmada na revelação. Um teólogo de renome julgava, nessa altura, que a doutrina da mediação de Maria tinha chegado à maturidade e podia ser elevada a dogma. Parece tudo isto, escrevia-se há uns 30 anos, sinal precursor da definição. E acrescentava-se: A época em que vivemos, em que abundam as intervenções da Santíssima Virgem, época que se chama «idade mariana», verá talvez esse acontecimento , que serias bem glorioso para Maria, nossa Mãe. Este parece ser também o sentido mais profundo da mensagem de Fátima: mostrar ao mundo a função transcendente e insubstituível de Maria na obra da salvação. É o que a Pastorinha Jacinta recomendada na despedida à sua prima Lúcia: «Diz a toda a gente que Deus nos concede as graças por meio do Coração Imaculado de Maria; que lhas peçam a Ela; que peçam a paz ao Coração Imaculado de Maria, que Deus lha entregou a Ela».

www.jesuitas.pt

A recolha e transcrição deste texto foi efectuada em separado, na rubrica SANTOS DO DIA, por ser muito extensa através do livro SANTOS DE CADA DIA, publicado por www.jesuitas.pt, por António Fonseca e será também editada neste blogue separadamente, após a inserção dos SANTOS DO DIA DE HOJE (8/Maio/2010)

8 DE MAIO DE 2010 - SANTOS DO DIA

• Bonifácio IV, Santo
Maio 8   -  LXVII Papa

Bonifacio IV, Santo

Bonifácio IV, Santo

LXVII Papa

Martirológio Romano: Em Roma, junto à basílica de São Pedro, santo Bonifácio IV, papa, que obteve do imperador Focas no templo do Panteão, o qual transformou em igreja dedicada à Santíssima Virgem e a todos os mártires, e fomentou muito a disciplina monástica (615).
Etimologicamente: Bonifácio = Aquele que faz o bem, é de origem latina.

Hijo de Juan, un médico, marso de la provincia y ciudad de Valeria; sucedió a Bonifacio III tras un paréntesis de unos nueve meses; consagrado el 25 de Agosto de 608; murió el 8 de Mayo de 615; (otras fuentes indican que fue consagrado el 15 de Septiembre de 608 y murió el 25 de Mayo de 615).
En tiempos del Papa San Gregorio Magno fue diácono de la Iglesia romana y tuvo el cargo de dispensator, esto es, el primer funcionario en lo relativo a la administración de los patrimonios.
Bonifacio obtuvo el permiso del emperador Focas para convertir el Panteón en una iglesia cristiana, y el 13 de Mayo de 609 el templo erigido por Agripa a Júpiter Vengador, a Venus, y a Marte fue consagrado por el Papa a la Virgen María y a todos los mártires.(De ahí el título de Santa María Rotunda).
Fue el primer ejemplo en Roma de transformación de un templo pagano en lugar cristiano de culto. Se dice que veintiocho carretas de huesos sagrados fueron sacadas de las Catacumbas y colocadas en un recipiente de pórfido bajo el altar mayor.
Durante el pontificado de Bonifacio, Melitón, el primer obispo de Londres, fue a Roma "a consultar al Papa sobre cuestiones importantes relativas a la recientemente establecida Iglesia de Inglaterra". Mientras estaba en Roma asistió a un concilio que se estaba celebrando entonces referente a ciertas cuestiones de "la vida y paz monástica de los monjes", y, a su partida, se llevó consigo los decretos del concilio junto con cartas del Papa a Lorenzo, arzobispo de Canterbury, y a todo el clero, al
rey Etelberto, y a todo el pueblo inglés "referentes a lo que tenía que observarse por la Iglesia de Inglaterra". Los decretos del concilio hoy existentes son espurios.
Entre 612 y 615, San Columbano, que entonces vivía en Bobbio, Italia, fue persuadido por Agilulfo, rey de los Lombardos, para que dirigiera a Bonifacio IV una carta sobre la condena de los "Tres Capítulos" que es notable a la vez por sus expresiones de exagerada deferencia y su tono de aspereza excesiva.
En ella dice al Papa que está acusado de herejía (por aceptar el Quinto Concilio, esto es, el de Constantinopla, 553), y le exhorta a convocar un concilio y demostrar su ortodoxia. Pero la carta del impetuoso celta, que no captó la importancia del problema teológico implicado en los "Tres Capítulos", parece no haber perturbado lo más mínimo su relación con la Santa Sede, y sería erróneo suponer que Columbano se consideraba a sí mismo como independiente de la autoridad papal.
Durante el pontificado de Bonifacio hubo mucha aflicción en Roma debido al hambre, la peste, y las inundaciones. El pontífice murió en retiro monástico (había convertido su propia casa en un monasterio) y fue enterrado en el pórtico de San Pedro. Sus restos fueron trasladados tres veces-en el Siglo X u XI, a fines del Siglo XII bajo Bonifacio VIII, y al nuevo San Pedro el 21 de Octubre de 1603.

Segue-se versão de www.jesuitas.pt

Bonifácio IV, nascido em Valéria, nos Abrusos, Itália, filho de João, médico, professou a vida monástica em S. Sebastião de Roma. Sucedeu a Bonifácio III em 607, depois duma vagatura de 10 meses. Vendo as boas disposições do imperador Focas a respeito dos pontífices romanos, pediu e obteve o reconhecimento oficial do primado da Sé de Roma sobre a de Constantinopla. O mesmo Focas, com quem mantinha boas relações, cedeu-lhe o Panteão de Roma, construído por Marco Agripa, 27 anos antes de Cristo, refeito pelo imperador Adriano e ainda restaurado depois. Escapara à demolição dos templos gentios pelos cristãos, e Bonifácio consagrou-o ao culto em honra da Virgem Maria e de todos os mártires, a 13 de Maio de 609. É o primeiro exemplo conhecido dum templo pagão transformado em Igreja.

Em 27 de Fevereiro de 610, reuniu Bonifácio em Roma um sínodo dos bispos de Itália, em que se tratou «da vida e do repouso dos monges». A presença de Mellit, bispo de Londres, alargou o debate; o Papa convidou-o a tomar lugar no concílio, dando isto ocasião para se falar dos assuntos da Igreja na Inglaterra. Foi decretado «que se podiam elevar à dignidade sacerdotal os monges que tivessem as qualidades requeridas e que nada impedia que eles fossem aplicados no ministério de ligar e desligar». E foi posto termo aos usos celtas.

Voltando à Inglaterra, Mellit trouxe os decretos do sínodo, uma concessão de privilégios ao mosteiro de Dover, concedidos em atenção a Santo Agostinho de Cantuária que o tinha fundado, e três cartas do papa: para o arcebispo de Cantuária, para o rei e para a «nação dos Anglos». Nessa altura, o monge Columbano dirigiu ao papa uma carta cheia de censuras e lições, que hoje passaria por insolente.

Bonifácio IV foi pontífice piedoso e empenhado na manutenção da disciplina. No seu tempo houve grande miséria em Roma, por causa da fome, da peste  e das inundações. Jerusalém caiu em poder dos Persas em 614. A 8 de Maio do ano seguinte morria ele, recebendo sepultura debaixo do altar de S. Tomé, na antiga Basílica vaticana.  www.jesuitas.pt

S. BENTO II

Papa (685)

Bento, romano de nascimento, esteve ligado ao serviço da Igreja desde anos muitos juvenis. Aplicou-se de maneira especial ao estudo da Sagrada Escritura e do canto eclesiástico: considerava esta última função como aprendizagem do que fazem os santos no céu. De sincera piedade, foi elevado ao sacerdócio e teve grande parte no serviço da Igreja no tempo dos papas Agatão e Leão II; sucessor deste último em 683, não pôde ser entronizado no ano seguinte, porque, segundo o uso de então, teve de esperar que o imperador Constantino Pogonat lhe confirmasse a eleição. Mostrou muito zelo em conseguir que fossem recebidos por toda a parte os decretos do 3º Concilio de Constantinopla (680-681) contra os monotelitas, que afirmavam a existência de uma só vontade em Cristo. Os Bispos de Espanha, reunidos em Toledo, enviaram, com uma cópia do decreto deles, uma exposição do que pensavam sobre o ponto controverso. Ainda que reconheciam duas vontades em Jesus Cristo, Bento achou todavia que as expressões deles não eram inteiramente claras: pediu-lhes que se explicassem de maneira que não deixassem qualquer dúvida sobre a ortodoxia; fizeram-no durante o 15º concílio de Toledo. Bento II esforçou-se também por trazer a melhores sentimentos Macário, patriarca de Antioquia, que fora deposto por motivos de heresia.

Para evitar no futuro longas demoras na coroação dos Papas, foi decidido, de acordo com o Imperador, que esta confirmação deixaria de ser necessária. O Imperador tinha grande veneração por Bento; quis que os seus dois filhos, Justiniano e Heráclio, fossem adoptados pelo Papa: para isto mandou um anel do cabelo de cada um. O Papa trabalhou muito na conversão dos hereges, na reparação e ornamentação dos edifícios materiais. O seu excessivamente curto pontificado, que foi só de dez meses, foi caracterizado por uma multidão de boas obras. Viu-se brilharem nele a humildade, a doçura, a paciência, a mortificação e o amor dos pobres. Morreu a 7 de Maio de 685 e foi enterrado em S. Pedro do Vaticano. O nome dele está ainda inscrito a 8 de Maio no martirológio romano.

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Ulrica (Francisca) Nisch, Beata
Maio 8   -  Religiosa

Ulrica (Francisca) Nisch, Beata

Ulrica (Francisca) Nisch, Beata

Religiosa

Martirológio Romano: No lugar chamado Hegne, de Baden, na Alemanha, beata Ulrica (Francisca) Nisch, virgem, religiosa das Irmãs da Caridade da Santa Cruz, que, como infatigável serva do Senhor, viveu sempre entregue aos trabalhos mais humildes, principalmente no oficio de ajudante de cozinheira (1913).
Etimologicamente: Ulrica = Aquela que é rica em dons, é de origem alemã

Francisca Nisch nació en Oberdorf-Mittelbiberach, Alemania, el 18 de septiembre de 1882, el padre era lacayo en el castillo y la madre empleada de la hostería, fue la primera de once hijos, por la extrema pobreza de la familia fue criada por la abuela y una tía quienes le dieron una profunda formación religiosa, junto a sólidos sentimientos de bondad y a sencillez.
Luego de culminar sus estudios básicos tuvo que ayudar en sustentar la familia, yendo a trabajar como empleada doméstica en varias familias. En 1903 a los 21 años fue atacada por una grave forma de erisipela y hospitalizada en el hospital de Rorschach donde conoció a las Monjas de Caridad de la Santa Cruz de Ingenbohl, aquel trato frecuente hizo madurar su vocación religiosa, pidiendo entrar en dicha Congregación.
Acogida en la Casa provincial de Hegne cerca de Costanza, cambió el nombre de Francisca por el de Ulrica y el 24 de abril de 1907 emitió la profesión religiosa. Fue enviada, como ayudante de cocina, al hospital de Bühl en el Mittelbaden, y posteriormente como segunda cocinera a la Casa de San Vicente en Baden-Baden dónde se quedará por cuatro años hasta el agosto de 1912, laboraba siempre llena de humildad y dedicándose a los servicios más ocultos y desagradables, esas incomodas labores nunca fueron una excusa para evitar el ayudar a sus parientes y hermanas de hábito con buenos consejos; siguió fielmente el lema de las Monjas de la Santa Cruz: "soy toda del Crucifijo, por tanto toda del prójimo, representante del amor de Cristo."
Los trabajos pesados y una vida de renuncia agotaron las fuerzas de sor Ulrica, quien enferma de tuberculosis en el mayo de 1912 fue hospitalizada en el hospital de Santa Isabel cerca de la Casa de Hegne, dónde a la edad de 31 años, murió el 8 de mayo1913.
Su gran abnegación hacia los otros la hizo morir sola, porque en uno de sus últimos momentos de lucidez renunció a los cuidados de una monja, en favor de otra hermana de hábito.
Se calcula que más allá de 100.000 personas van anualmente a orar al pie su tumba. Fue beatificada por el papa Juan Pablo II el 1 de noviembre1987.

responsável da tradução para Espanhol: Xavier Villalta

Reproduzido com autorização de Santiebeati.it

Segue-se versão de www.jesuitas.pt

Entre aqueles que o Senhor distinguiu com especial amor, e que o mundo desconhece e despreza, há-de contar-se Ulrica Nisch, Irmã da Caridade da Santa Cruz de Ingenbohl. A sua vida decorreu obscura, humilde e ignorada do mundo. Mas Deus, que exalta os humildes, permitiu que a fama das suas virtudes em breve se estendesse ao longe. Na homilia da beatificação, assim se lhe referiu João Paulo II:

«Nela se cumpriram as condições das Bem-aventuranças do Evangelho nos 31 anos do seu peregrinar neste mundo. Quem conhece  a sua vida, é levado a admirar a grande pobreza da sua infância, o seu serviço no último lugar… A pureza de coração permitia-lhe ver nas coisas pequenas da sua vida a mão paterna e bondosa de Deus e acolher cada hora da vida com o agradecimento próprio de uma criança».

A Irmã Ulrica veio à luz do mundo em Oberdorf-Mitellbiberach (Alemanha), a 18 de Setembro de 1882 e foi baptizada no dia seguinte com o nome de Francisca. Passou os primeiros anos com a avó e uma tia. Viveu na pobreza e, como filha mais velha, sobre ela caiu boa parte dos trabalhos domésticos, dando já então provas de maturidade e de muita piedade com a frequente assistência à Santa Missa.

Feito o curso escolar obrigatório e adquiridos os indispensáveis rudimentos, entrou como empregada doméstica ao serviço de parentes e de outras famílias, na Alemanha e na Suíça, conquistando a admiração de todos com o seu procedimento correcto e particularmente com o exemplo de uma singular piedade. Entretanto, ia ganhando raízes a ideia da vocação religiosa. Até que um dia, por motivo de grave doença, em 1901, ao contactar com a vida exemplar das Irmãs do hospital, decidiu abraçar o seu Instituto e nele entrou em Hegne, a 7 de Outubro de 1904.

A Irmã Ulricatal era o seu nome em religião – , feitos os primeiros votos em 1907, foi logo enviada, como ajudante de cozinha, para Buhl e mais tarde para Baden-Baden. Desde o começo, entregou-se toda inteira às tarefas mais humildes e obscuras. Era infatigável e sabia unir o trabalho com uma devoção ardente ao Crucifixo e ao sacrário. Em toda a sua vida religiosa deu mostras de singulares virtudes. Foi exemplo de humildade, de paciência e de simplicidade. Foi fiel na observância regular e na oração diária. Sobressaiu na caridade, aconselhando e animando a todos. Soube, enfim, impregnar de espírito sobrenatural mo trabalho mais obscuro, elevando-o à dignidade de frutuoso apostolado.

Na homilia de beatificação, João Paulo II acrescenta ainda:

«O amor de Deus não encontrou oposição alguma, nem no seu pensamento, nem, nos seus sentimentos, nem na sua vontade… Possuía umcoração puro”, ao qual já na vida terrena se lhe tinha concedidover a Deusna união mística . Uma oração contínua acompanhava o seu trabalho e o seu descanso. “Para ela tudo era oração”, afirma um observador profundamente maravilhado».

Uma alma assim, toda entregue à vontade de Deus em constante oração, e favorecida com particulares graças místicas, vivia mais no Céu que na terra. E o chamamento divino não tardou. Gastas as forças em lenta enfermidade, deu entrada em 1912 no hospital de Santa Isabel de Hegne, onde veio a falecer aos 31 anos, a 8 de Maio de 1913.

A beatificação teve lugar no dia 1 de Novembro de 1987.

AAS 77 (1985) 335-8; 80 (1988) 7-11.

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Nossa Senhora do Rosário de Pompeia
Maio 8   -  Festa

Nuestra Señora del Rosario de Pompeya

Nossa Senhora do Rosário de Pompeia

No ano 79 ocorreu a famosa erupção do Vulcão Vesúvio que sepultou a pagã cidade de Pompeia (Sul de Itália). Ali a aristocracia Romana gostava passar tempo de recreio e foi surpreendida pela súbita destruição.
A começos do século XIX se instalaram nas cercanias famílias de camponeses que erigiram uma humilde capela. Em 1872 chegou o advogado Bártolo Longo (beatificado em 26 de Outubro de 1980), que trabalhava para a Condessa Fusco, dona dessas terras. Longo descobriu que, depois da morte do sacerdote, já não haviam missas na capela e poucos seguiam firmes na fé.


Salva a esta gente Bártolo. Propaga o Rosário

 
Uma noite Longo viu em sonhos a um amigo morto anos atrás que lhe disse "Salva a esta gente, Bártolo. Propaga o Rosário. Faz que o rezem. María prometeu a salvação para quem o faça". Longo trouxe de Nápoles muitos Rosários para repartir.
Bártolo também animou a vários vizinhos para que o ajudem a reparar a capela. A gente começou a vir a rezar ali o Rosário, cada vez em maior número.
Em 1878, Longo obteve de um convento de Nápoles um quadro de Nossa Senhora entregando o Santo Rosário a Santo Domingo e Santa Rosa de Lima. Estava deteriorado mas um pintor o restaurou. Este mudou a figura de Santa Rosa pela de Santa Catalina de Siena. Posta sobre o altar do Templo, ainda inconclusiva, a Sagrada imagem começou a operar milagres.
Em 8 de Maio de 1887, o Cardeal Mónaco de Valleta colocou na venerada imagem um diadema de brilhantes benzidos pelo Papa Leão XIII e em 8 de Maio de 1891, se levou a cabo a Solene Consagração do novo Santuário de Pompeia, que existe actualmente.

Nossa Senhora de Luján
Maio 8   -  Festa

Nuestra Señora de Luján

Nuestra Señora de Luján

Padroeira da Argentina

A 60 kilómetros a oeste de Buenos Aires se acha a vila de Luján. Em 1630 não havia naquela paragem nenhum rasto de povoação e só era frequentado pelas caravanas de carretas e récuas de mulas tucumanas que baixavam ou subiam do porto de Buenos Aires.
Sucedeu que um português dono de uma estância, a quarenta léguas da cidade, tratou de erigir nela uma modesta capela dedicada à Imaculada Conceição da Virgem. Para isto pediu a um amigo do Brasil que lhe enviasse uma imagem pequena da Virgem naquele mistério. Seu amigo lhe enviou duas imagens em bruto: uma que representava a María em sua Imaculada Conceição e que hoje se venera no santuário de Luján e outra que tinha em seus braços o Menino Jesús e agora é venerada em Sumampa.
Partiu então de Buenos Aires o encarregado de conduzir as imagens. Na tarde do terceiro dia se deteve a caravana para passar a noite e ao dia seguinte o condutor das imagens preparou os bois para prosseguir a viagem mas estes não se moviam. Vieram em sua ajuda tropeiros e peões mas não tiveram sorte. Finalmente julgaram que era necessário aliviar o peso da carreta. Descarregaram as imagens nesse momento os bois puderam mover-se com facilidade. Querendo certificar-se se o obstáculo provinha das imagens as puseram novamente na carreta e não se pôde mover. Então vendo que as imagens queriam ficar naquele lugar decidiram que uma delas permanecesse no Canadá e a entregaram ao dono dessas terras. A fama do prodígio correu até Buenos Aires e não faltou quem empreendesse uma viagem a Luján para contemplar a imagem.
Em 1887 a imagem foi coroada canonicamente  pelo Papa Leão XIII

• Desiderato ou Desejado de Bourges, Santo
Maio 8   -  Bispo

Desirato o Deseado de Bourges, Santo

Desiderato ou Desejado de Bourges, Santo

Bispo de Bourges

Martirológio Romano: Em Bourges, em Aquitânia, em França, são Desiderato, bispo, que havendo desempenhado anteriormente o cargo de chanceler na corte, como bispo dotou a sua Igreja com relíquias de mártires (550).
Etimologicamente: Desiderato = desejável, é de origem latina.

Nasceu em Soissons a finais do século V.  O santo de hoje, por exemplo, foi o grande bispo da época merovíngia. Com seu trabalho, seu exemplo e sua pregação contribuiu enormemente a que França saísse do poço caótico em que havia caído quando o império romano se veio abaixo e a civilização cristã dava seus passos de gigante no século VI.
Foi Ministro de Assuntos Exteriores de Clotário e Childelberto. Era um cargo nada fácil pelas intrigas do poder que reinavam à larga na corte.
Com sua diplomacia intentou comprazer a todo o mundo, excepto aos que se proclamavam hereges.
Sonhava em abandonar a corte, uma jaula verdadeira de suspeitas, intrigas e crueldades.
Desejava retirar-se mas não lho permitiam porque não podiam passar sem ele.
Sem embargo, seu anseio se centrava na construção de mosteiros e igrejas. 
E quando pôde, deixou a política para se entregar em pleno aos assuntos religiosos. 
O nomearam bispo de Bourges no ano 543, quer dizer sete anos antes de sua morte. Seu apostolado foi muito frutuoso. Acabou com as heresias que haviam importado os Bárbaros; cresceu muito o número de sacerdotes bons e o número de cristãos. 
Mas nos momentos difíceis recorriam a ele para solucionar los problemas. Por exemplo, graças a suas qualidades inatas de diplomático, logrou que fizessem as pazes Anjou e Poitou .
Ingressou no Reino de Deus em 8 de Maio de 550.
¡Felicidades a quem leve este nome!

• Acácio de Bizâncio, Santo
Maio 8   -  Mártir

Acacio de Bizancio, Santo

Acácio de Bizâncio, Santo

Laico Mártir

Martirológio Romano: Em Bizâncio, santo Acácio, soldado e mártir (s. IV).
Etimologicamente: Acácio = Aquele que não tem malícia, é de origem grega.

Nascido em Capadócia (Turquia) a finais do século III.
Foi um Centurião do exército romano acantonado em Trácia, (região do sudeste de Europa, na península dos Balcãs, ao norte do Mar Egeu, encravada na Bulgária, na Grécia e na Turquia europeia).
Foi acusado ante o tribuno Firmo e o procônsul Bibiano por ser cristão, que, logo depois de o fazer torturar, o condenaram a ser decapitado em Bizâncio. Era a era da perseguição empreendida por Diocleciano.
Seu martírio teve lugar em redor do ano 303. É o padroeiro dos soldados e das dores de cabeça. É um dos santos auxiliadores.

Luis Rabata, Beato
Maio 8   -  Presbítero Carmelita

Luis Rabata, Beato

Luis Rabata, Beato

Presbítero Carmelita

Martirológio Romano: Em Randazzo, na Sicília, beato Luis Rabatá, presbítero da Ordem Carmelita, fidelíssimo em sua observância da Regra e resplandecente em seu amor aos inimigos (1490).
Etimologicamente: Luis = Aquele que é um guerreiro ilustre, é de origem germânica.

Nasceu em Erice-Trápan (Itália) em 1443. Desde muito menino foi dado à piedade. Cedo vestiu o hábito carmelita no convento da Anunciação de Trápani. Fez seu noviciado com  grandes anseios de perfeição, entregando-se mais tarde por sua profissão, ao serviço de Deus com admirável generosidade.
Sua humildade sofreu dura prova quando os superiores o mandaram ordenar-se sacerdote, pois, em seu abandono, nunca se julgou digno de tão excelsa dignidade.
Cumpriu exemplarmente este sagrado ministério, tanto na pregação como no confessionário.
Sua prudência e santidade de vida eram tão notórias que os superiores submeteram de novo sua humildade a prova nomeando-o prior do convento reformado de Randazzo.
Os Processos de canonização (1533 e 1573) documentam a santa vida de nosso Beato como fervente religioso, que soube conciliar os deveres de uma observância impecável com os de seu amor ao próximo, a que o obrigava seu dever sacerdotal sempre iluminado pela caridade.
Se dizia dele que somente o vê-lo movia à devoção.
Ao ver tanta santidade num humilde religioso cheio de zelo apostólico contra o vicio, um homem perverso, António Cataluccio, aproveitando a ocasião de que o Beato volvia de sua postulação lhe atirou uma seta à cabeça, que o deixou gravemente ferido.
Mal pôde chegar a seu convento e ainda que tenham pedido ao Beato que denunciasse o agressor, nunca quis dizê-lo mas que de todo o coração lhe perdoou e fez por ele especial oração.
Sofreu durante alguns meses fortes dores, que não o impediram dedicar-se a mais subida contemplação. 
O Senhor lhe revelou seu próximo fim e o termo de seus trabalhos.
Recebidos os últimos sacramentos sem perder a paz e sua total conformidade com a vontade de Deus, exalou seu último suspiro em 1490. 
O papa Gregório XVI, em 1842, aprovou seu culto, seu oficio e sua oração.
Sua festa se celebra em 8 de Maio.

• María Catalina de Santo Agostinho, Beata
Maio 8   -  Virgem Hospitaleira Agostinha

María Catalina de San Agustín, Beata

María Catalina de Santo Agostinho, Beata

Religiosa

Martirológio Romano: Em Quebec, do domínio de Canadá, beata María Catalina de santo Agustínho (Catalina Symon de Longprey), virgem, religiosa das Irmãs Hospitaleiras da Misericórdia da Ordem de Santo Agostinho, que viveu até sua morte dedicada ao cuidado dos enfermos, assinalando-se pelo consolo que lhes proporcionava e a esperança que lhes infundia (1668).
Etimologicamente: María = Aquela senhora bela que nos guia, é de origem hebraica.
Etimologicamente: Catalina = Aquela que é pura e casta, é de origem grega.

Nascida em Saint-Sauvuer-le-Vicompte, França, em 3 de Maio de 1632, filha de James Simon de Longpré e Francisca Jourdan de Launay, foi baptizada no mesmo dia de seu nascimento com o nome de Catalina Simon de Longpré.
Em 1634, com apenas dois anos de idade, pela morte de sua mãe, a bebé foi confiada ao cuidado dos avós maternos, que tinham em sua casa algo similar a um pequeno hospital para os enfermos pobres.
Nessa casa teve oportunidade de entrar em contacto com religiosos e sacerdotes que acudiam para colaborar com a ajuda que se dava ali, assim iniciou sua formação como futura monja hospitaleira, e iniciar uma intensa vida espiritual.
Aos 12 anos ingressou como aspirante no Mosteiro das Agostinhas Hospitaleiras de Bayeux, casa em que sua família havia contribuído generosamente para sua fundação.
Depois de dois anos de preparação, foi aceite no Noviciado e recebeu o hábito religioso em 24 de Outubro de 1646, aos 14 anos de idade. No mesmo dia que sua avó materna enviuvava, ela ingressava ao convento.
Depois do noviciado, em 25 de Abril de 1648, aos 16 anos de idade, emitiu os primeiros votos e ao dia seguinte fez a profissão religiosa tomando o nome de María Catalina de San Agustín. 
A congregação das "Agustinas Hospitalarias de la Misericórdia de Jesús", havia fundado em 1639 o Hospital "Hotel Dieu" no Quebec, Canadá, e se via na necessidade de enviar mãos jovens para reforçar a actividade naquela cidade de norte América. A Madre María Catalina se ofereceu como voluntária para essa missão.
Viveu até sua morte dedicada ao cuidado dos enfermos, em Quebec, caracterizando-se pelo consolo que lhes proporcionava e a esperança que infundia naqueles.
Ingressou no Reino de Deus, em 8 de Maio de 1668.
Foi beatificada por S.S. João Paulo II em 23 de Abril de 1989.

http://es.catholic.net/santoral  e  www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução quase completa de espanhol para português, por António Fonseca