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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Nº 1007 - 17 DE MAIO DE 2010 - SANTOS DO DIA

Pascoal Bailão, Santo
Maio 17   -  Religioso Franciscano

Pascual Bailón, Santo

Pascoal Bailão, Santo

Religioso Franciscano

Ambas as biografias existentes em http://es.catholic.net/santoral e em www.jesuitas.pt  são bastante longas. Por esse motivo não fiz a tradução da primeira e quanto à segunda farei apenas a transcrição de uns poucos parágrafos para não se tornar muito fastidioso de ler pelos meus eventuais leitores. Assim se quiserem saber mais acerca deste Santo, endereço-os para os respectivos sites – para o que poderão fazer click nos mesmos Obrigado e desculpem por favor. António Fonseca.

Pascoal Bailão nasceu em 1540, no município de Torrehermosa, em Aragão, Espanha. Veio ao mundo no dia da Ressurreição, por isso foi chamado Pascoal. Seus pais mandaram-no desde a infância guardar os rebanhos e não lhe puderam ensinar senão a virtude e os princípios elementares da religião. O desejo de saber ler, porém, fez que Pascoal levasse para os campos um livrinho e pedisse a todos que encontrava para lhe ensinarem a ler e a escrever: diz-se que os anjos muitas vezes lhe serviram de mestres. Depois de aprender, não lia senão livros que lhe recordassem as máximas do cristianismo, os exemplos de Jesus Cristo e dos santos. O mestre que o ensinou depois, visto não ter filhos, quis adoptá-lo. Pascoal, porém, temeu que os bens da terra fossem obstáculos aos do céu e, modestamente, recusou a oferta.

Aos vinte anos, tomou a resolução de abandonar a casa paterna e dirigir-se para algum convento, onde daria mais largas à piedade e ao amor do Divino Mestre. Um pastor da sua intimidade quis dissuadi-lo. Após longa discussão, Pascoal, inspirado por Deus, disse ao seu contraditor: «Já que duvidas da verdade das minhas palavras, vais ser persuadido pelo efeito surpreendente que terás ocasião de notar». Bateu na terra por três vezes com o cajado e, imediatamente, jorraram três fontes. Dirigiu-se em seguida a Valência, onde havia convento de Franciscanos Descalços. Aí consultou os religiosos. Sem dúvida, segundo o seu conselho ou por desconfiança de si mesmo, antes de se encerrar no claustro, pôs-se ao serviço dos rendeiros da vizinhança e guardava rebanhos. Assim passou alguns anos captando a simpatia de todos, a quem não cessava de, quando podia, prestar serviços. Enfim, entrou no claustro, no ano de 1564. Preferiu permanecer irmão leigo, a fim  de desempenhar os cargos mais humildes, santificando-se assim mais e mais. Praticou a regra de S. Francisco em todo o rigor da letra e do espírito, e avançou na perfeição religiosa de maneira a admirar os mais antigos e os mais santos da comunidade. Pão e água eram a sua comida e a sua bebida . Às vezes juntava algumas ervas. Usava cilício, feito de cerdas de porco. Macerava terrivelmente a pele nua. Seu leito era o chão; tinha por travesseiro uma acha ou uma pedra.

(…)

NOTA de António FonsecaSeguem-se dezasseis parágrafos «na edição de SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt que prescindo de transcrever e retomo apenas a parte final» o que tornaria muito longa esta página.

(…)

… Estando um dia na igreja do convento de Vila Real, no reino de Valência, foi-lhe revelado que morreria brevemente; pôs-se, então, o santo a chorar de alegria. Chegando fora da igreja abraçou todos os seus amigos, despedindo-se deles e contando a feliz notícia. Pouco tempo depois, caiu gravemente doente. Até aí, jamais permitira que lhe lavassem os pés, embora este costume fosse praticado nos mosteiros; na véspera da morte, porém, pediu a um irmão que lhe lavasse os pés com água quente. Perguntando-lhe o irmão o motivo deste pedido, Pascoal respondeu: «Receberei hoje a Extrema Unção e , portanto, é preciso que os pés estejam limpos». Efectivamente , vendo o superior que o santo estava perigosamente enfermo, mandou administrar-lhe os Sacramentos. Recebeu-os com terna piedade, depois do que adormeceu docemente no Senhoragradecendo-Lhe todos os benefícios e invocando o Santo Nome de Jesus – no ano de 1592, domingo de Pentecostes, no momento da elevação da Santa Hóstia.

Grande número de milagres foram realizados junto do seu túmulo, onde se aglomerava numerosa multidão. Vê-se ainda, dizia o Padre Giry no século XVII, seu corpo sem mancha de corrupção, testemunho brilhante da santidade de vida. O que há de mais admirável e surpreendente, é ver que o corpo do grande servo de Deus conserva os olhos sempre abertos, tão vivos e brilhantes como se estivesse vivo. Nas artes é costume dar por atributos a S. Pascoal um cálice encimado de uma hóstia, ou um rebanho, perto do qual ele reza o rosário. A inteligência do primeiro símbolo é dada pela sua terna devoção à Santa Eucaristia. Foi inscrito no catálogo dos bem-aventurados, juntamente com outros santos, por Alexandre VII. O Papa Leão XIII declarou-o Protector dos Congressos e de todas as obras eucarísticas. www.jesuitas.pt

GEMA GALGANI, SANTA

Virgem (1878-1903)

 

É Santa quase dos nossos dias. Morreu em 1903, aos 25 anos de idade, e foi canonizada por Pio XII. Santa Gema Galgani nasceu em Camigliano, pitoresca aldeia da Toscana, perto de Luca, Itália, a 12 de Março de 1878. Seu pai era farmacêutico. À mãe não agradava o nome de Gema, por não se encontrar no catálogo dos santos. Mas veio a concordar quando um piedoso sacerdote lhe disse que Gema significava em latim, pedra preciosa, e que a sua filha seria uma das pérolas mais formosas da coroa da Igreja. Era muito nova quando o pai se transferiu para Luca. Gema, com menos de três anos, começou a ir à classe infantil dum colégio. Ainda não tinha cinco anos e já encontrava as suas delícias na oração. Em casa pedia à mãe que lhe falasse de Deus. O pai testemunhou que «via em Gema a graça de Deus melhor que nos outros filhos». A mãe, ao completar a filha três anos, começou a sentir os sintomas da tuberculose pulmonar. Receava não ter tempo para educá-la cristãmente. Via que ia morrer e até desejava levá-la consigo. – Gema, disse-lhe um dia, se eu pudesse levar-te para onde Jesus te chama, virias satisfeita?Para onde?Para o céu, onde está Jesus com os anjos. Estas palavras da mãe quase moribunda gravaram-se-lhe profundamente na alma e desde então pareceu-lhe o mundo um desterro e só lhe pareceu pátria o céu.

A 26 de Maio de 1885, recebeu a confirmação e ouviu uma voz misteriosa que lhe disse: – Queres dar-me a tua mãe?Sim, mas leva-me com ela. – Não, dá-me a tua mãe e tu ficas por agora com o papá. Deus queria-a na terra para prová-la, como Ele prova as almas a quem mais quer. A 17 de Setembro do mesmo ano perdeu a mãe. A resposta que deu a quem lhe comunicou a notícia dolorosa foi esta: « A Mamã está no céu». Logo se ajoelhou diante duma imagem de Nossa Senhora e disse-lhe: «Maria, já não tenho mãe na terra; sê tu, do céu, minha mãe». A 17 de Junho de 1887, festa do Coração de Jesus, fez a primeira comunhão. Tinha nove anos completos. Preparou-se com oito dias de exercícios espirituais no colégio. “O que naquele moimento se passou entre mim e Jesus não sei explicar. Jesus fez-Se sentir com  indizível doçura na minha alma, dando-me a entender que os prazeres do céu são bem diferentes dos da terra. senti-me obrigada a tornar perene aquela união com Deus. Sentia-me cada vez mais desprendida do mundo e mais disposta ao recolhimento».

Era a mais edificante das colegiais. No curso catequistico de 1893-1894 mereceu a medalha de ouro e o prémio de 100 liras de então. «Gema, repetia-lhe uma religiosa com frequência, lembra-te que deves ser verdadeira pedra preciosa». Com a idade de 16 anos perdeu seu irmão Ginés, que se preparava para o sacerdócio no seminário de Luca; pouco depois morreu o pai e os órfãos ficaram na miséria. Uns tios seus recolheram por alguns meses Gema. Por esta altura, surgiram propostas vantajosas por parte de jovens distintos, mas ela queria ser “só, toda e sempre, para Jesus». A um tio, que prometia deixar-lhe metade da herança, respondeu: “Vou-me fazer religiosa; se, em lugar da herança, me ajudar par o dote, ficar-lhe-ei agradecida». Uma grave doença manteve-.a entre a vida e a morte por bastante tempos, mais de um ano. Pela terceira vez, caía de cama. Nos momentos em que as dores a deixavam mais aliviada, leu a vida de S. Gabriel das Dores, e, com licença do confessor, fez voto de perpétua virgindade e de fazer-se religiosa no caso de se curar. Numa novena do Sagrado Coração de Jesus, sentiu-se completamente bem.

Chegou mesmo a escolher um Instituto religioso, mas as circunstâncias e a pouca saúde não lhe permitiram entrar. A 8 de Junho de 1899, véspera do Sagrado Coração, ao fazer a Hora Santa, apareceu-lhe Jesus, com as chagas abertas e das quais, em vez de sangue, brotavam chamas de fogo «que, chegando até ás minhas mãos e pés e lado, me causaram tão mortal angústia que, se não me sustentasse a minha Mamã (Nossa Senhora), teria caído no chão. Ao voltar a mim, senti dores fortes nas mãos, pés e lado, que deitavam sangue. Com o auxilio do meu Anjo, pude afinal deitar-me na cama». A 9 de Julho de 1900 recebeu as feridas da coroa de espinhos. Jesus tirou a coroa da sua cabeça, «colocou-a com as Suas Santíssimas mãos em cima da minha, apertando-a contra as fontes. Foram momentos de dor, mas felicíssimos. Assim estive uma hora sofrendo com Jesus». Na primeira sexta-feira de Março vieram-se ainda juntar as feridas da flagelação, que lhe atingiram inteiramente as costas. Depois recebeu uma profunda ferida no ombro, a qual correspondia «à de Jesus ao levar a cruz». «Tenho no meu corpo as chagas de Cristo», diz Santa Gema ao nosso frívolo século XX.

Cada dia se ia aproximando mais da suprema união com Deus. A Providência preparou-lhe então o lar cristão dum farmacêutico de Luca, onde foi recebida como filha. Levantava-se muito cedo, ouvia duas Missas e comungava  todos os dias. Trabalhava, em seguida, como se fosse criada; fazia as camas, varria, vestia as crianças que saíam para o colégio. depois trabalhava de costura e ponteava as meias de toda a família. De tarde visitava o Santíssimo, assistia à bênção, fazia a Via Sacra e voltava às ocupações da casa. Por fim, rezava o terço com a família e retirava-se.  Em 1889 conheceu os Padres Passionistas e quis pertencer ao ramo feminino deles. Na Itália só havia um convento de religiosas em Cometo, mas estas não quiseram admiti-la, por causa das maravilhas que tinham ouvido contar, dois êxtases e das revelações. Na noite de Natal ofereceu-se para o maior sacrifício da sua vida; morrer fora do claustro. Era o seu estado enfermiço que não lhe permitia lançar-se em novas tentativas.

Até meados de Junho de 1902 tinha relativamente boa saúde, com excepção de alguma febre, devida mais ao ardor da caridade do que a doença corporal. Em Junho começou a queixar-se do estômago. Em Setembro teve vómitos de sangue e dores intensas. No princípio de 1903 os sintomas eram já alarmantes. teve de sair da casa Gianini, em que prosseguia hospedada. Via-se abandonada pelos homens e sentia também, como sentiu Jesus, o abandono do Pai eterno: «Porque me abandonastes?». «Olha, Jesus, agora sim que já não posso mais. Nas tuas mãos entrego a minha pobre alma». Dirigiu um olhar para Maria Santíssima e disse-lhe: «Encomenda a Jesus a minha alma». Fixou os olhos no Crucifixo, desenhou-se nos seus lábios um sorriso e expirou suavemente a 11 de Abril de 1903, com 25 anos de idade. Em 1907, o confessor publicou-lhe a vida e abriu-se um processo informativo para a beatificação. Foi canonizada solenemente a 2 de Maio de 1940.  www.jesuitas.pt

SANTA MARGARIDA DE CORTONA

Penitente (1247-1297)

Nasceu em Laviano, na Toscana, em 1247, e faleceu em Cortona, também na Itália, em 1297. Era dotada de grande formosura. Seu pai, depois de viúvo, tornou a casar com uma mulher que foi causa de grandes sofrimentos para Margarida. Aos 18 anos acabou esta por ser seduzida por um fidalgo de Montepulciano, com quem viveu durante nove anos e de quem teve um filho. Tendo sido assassinado o amante, Margarida caiu em si e, depois de três anos de provação, foi admitida na Ordem  terceira franciscana de Corona, ficando a residir numa cela construída no jardim, duma família rica. Os Padres de S. Francisco, além de lhe conseguirem esta conversão, encarregaram-se do filho de Margarida, que depois veio a ser recebido na Ordem. Ela passou os últimos 23 anos de vida em Cortona, entregue às penitências mais severas e favorecida com as graças mais extraordinárias. O cão, com que esta penitente é de ordinário representada, recorda o animal que a chamou, ladrando e puxando-lhe pelo vestido, até que ela encontrasse o cadáver do amante, facto que esteve na origem da sua conversão.

Restituta, Santa
Maio 17   -  Virgem e Mártir

Restituta, Santa

Restituta, Santa

Virgem e Mártir

Segue-se a versão do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt.

No entanto, quem estiver interessado poderá consultar http://es.catholic.net/santoral a versão em espanhol.

Tinham-na metido numa barca, cheia de estopa, para ser queimada vida. Quando os marinheiros pagãos se fizeram ao largo e puseram fogo à estopa, as chamas voltaram-se contra eles e todos morreram em horríveis torturas, enquanto , sem sofrimentos do corpo, Restituta subia ao céu. Quanto à barca, continuou o caminho sem piloto e chegou à ilha de Ísquia (Itália), onde os cristãos, avisados por um anjo, a esperavam na margem. Esta é a lenda. A verdade é que as relíquias de Restituta desembarcaram na Ísquia no século IX e chegaram em seguida a Nápoles, onde estão ainda. Vinham de Teniza, perto de Cartago (Tunísia), onde parece que Restituta sofreu o martírio no princípio do século IV.


Emiliano de Vercelli, Santo
Maio 17   -  Bispo,

Emiliano de Vercelli, Santo

Emiliano de Vercelli, Santo

Bispo de Vercelli

Martirológio Romano: Em Vercelli, da província de Ligúria, em Itália, santo Emiliano (s. VI).
Etimologicamente: Emiliano = Aquele que é gentil e amável, vem da língua latina.
Data de canonização: Informação não disponível, a antiguidade dos documentos e das técnicas usadas para os arquivar, a acção do clima, e em muitas ocasiões do mesmo ser humano, têm impedido que tenhamos esta concreta informação no dia de hoje. Se sabemos que foi canonizado antes da criação da Congregação para a causa dos Santos, e que seu culto foi aprovado pelo Bispo de Roma, o Papa.

Jesús dice: Ama a Dios tu Señor con todo tu corazón, con toda tu alma y toda tu fuerza. Ama a tu prójimo como a ti mismo. Estos son los dos mandamientos más importantes.
¿Qué hubiera sido de la vida de los santos si no hubieran armonizado en su vida estos dos mandamientos? Nada. Seguro que hoy no se hablaría de ellos.
Emiliano era natural del Piamonte, en el norte de Italia. Hay que situarlo en el siglo V como obispo d Vercelli.
Se sabe que durante los años 502 y 503 asistió tomando parte activa en los concilios de Roma.
Los presidía el Papa san Simeón. El tema fundamental que se debatía en todas las sesiones fue el ataque contra el antipapa Lorenzo. Este antipapa era arcipreste de la Basílica de Santa María la Mayor. Tenía como forofos que le apoyasen, dijese lo que dijese, los herejes eutiquianos.
Cuando todo parecía imposible de solucionarse, se ve que Lorenzo se pensó las cosas mejor, teniendo su mente y su corazón en el amor a Dios y al prójimo que tenía allí presente, abdicó de sus pretensiones absurdas.
Fue el primero en reconocer la elección de san Simeón como Papa para que gobernara la Iglesia con tranquilidad.
Dicen que, para que se obrase este cambio de actitud inexplicable para sus seguidores, tuvo gran parte la mediación e influencia de Emiliano.
Murió el 11 de septiembre alrededor del año 506.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Comentários ao P. Felipe Santos: al Santoral">al Santoral">al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

• Antónia Messina, Beata
Maio 17 Virgem e Mártir

Antonia Mesina, Beata

Antónia Mesina, Beata

Mártir da pureza

Ver em espanhol esta versão, em http://es.catholic.net/santoral

A seguir transcrevo a versão do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt

 

Émula de Santa Maria Goretti, de quem era muito devota, Antónia Messina nasceu em Orgósolo (Itália), a 21 de Junho de 1919. Graças a S. Pio X, que permitiu às crianças acercarem-se da mesa eucarística, a Serva de Deus fez a primeira comunhão aos 7 anos. Pelos costumes daquele tempo, recebeu a Confirmação antes de completar ano e mio, a 10 de NOVEMBRO DE 1920. Era a segunda de dez irmãos de uma família modesta, mas profundamente cristã. A sua vida decorreu entre afazeres de casa, o trabalho rural e a igreja. Desde menina, filiou-se na Acção Católica, primeiro como benjamina, depois como aspirante e finalmente como membro activo. Fiel aos compromissos assumidos, cumpria escrupulosamente os seus deveres, assistindo sempre à missa dominical e, por vezes, durante a semana, quando lhe era possível. Muito devota de Nossa Senhora, honrava-a com o terço diário e outras orações. Durante o dia lembrava-se frequentemente de Deus e aconselhava as amigas a fazer o mesmo. Amante em extremo da pureza, vestia-se modestamente e não consentia a menor leviandade nesta matéria delicada. O seu porte era simples, mas digno e austero. desta forma estava preparada para vencer a grande provação que a esperava.

Com efeito, na sexta-feira, 17 de Maio de 1935, indo ao campo buscar lenha para cozer o pão, foi agredida por um rapaz., que a todo o custo queria abusar dela. Defendeu-se com todas as forças, preferindo a morte a pecar. O rapaz cego pela paixão, não a largou enquanto não a viu morta a seus pés. Repetia-se assim o caso de Santa Maria Goretti, desta vez com uma jovem de 16 anos. A fama do seu martírio correu de boca em boca e nunca ninguém duvidou que ela morreu por se ter recusado a pecar, por haver defendido a sua pureza imaculada. Depois de longo e rigoroso processo, como costuma fazer a Santa Sé, o santo Padre João Paulo II, perante os argumentos que lhe apresentaram e os votos favoráveis de todos os consultores da comissão para as causas dos santos, aprovou o martírio da Serva de Deus,  a 17 de Maio de 1987. Meses depois, na manhã de domingo, 4 de Outubro, na Basílica de S. Pedro, elevou-se às honras da beatificação juntamente com outros dois jovens mártires do século XX: Marcelo Callo e Pierina Morosini. AAS 79 81987) 1116-19.  www.jesuitas.pt

 

Júlia Salzano, Beata
Maio 17   -  Fundadora

Julia Salzano, Beata

Júlia Salzano, Beata

Virgem e Fundadora
da Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração

Martirológio Romano: Em Casoria, perto de Nápoles, na Campania, em Itália, beata Júlia Salzano, virgem, que fundou a Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração, para ensinar a doutrina cristã e difundir a devoção para com a Eucaristia

Filha de Diego, capitão dos lanceiros de Fernando II, Bei de Nápoles, e de Adelaida Valentino, Júlia Salzano nasceu em Santa María Capua Vetere, província de Caserta, em 13 de Outubro de 1846.
Órfã de pai aos quatro anos, levaram-na para sua educação às Irmãs da Caridade no Orfanato régio de S. Nicolás La Strada, onde permaneceu até aos quinze anos. Uma vez obtido o diploma de magistério, teve o encargo de ensinar na escola municipal de Casoria, província de Nápoles, onde se trasladou com a família em Outubro de 1865.
A la enseñanza se unía un notable interés por el catecismo y la educación de la fe de los niños, de los jóvenes y de los adultos, cultivando la devoción a la Virgen María
Junto con la Beata Catalina Volpicelli, propagó el amor y el culto al Sagrado Corazón, viviendo el lema: “ad maiorem Cordis lesu gloriam”.
Su constante preocupación por llevar la doctrina y la vida de Cristo a través de la enseñanza y el testimonio, la impulsó a fundar en 1905 la congregación de Hermanas Catequistas del Sagrado Corazón.
Gastó toda su vida en el carisma de la catequesis, y decía: “Yo impartiré siempre el catecismo, mientras me quede un hilo de vida. Y os aseguro que me encantaría morir enseñando el catecismo”.
Del mismo modo exhortaba a sus hijas: “La hermana catequista ha de sentirse siempre dispuesta a instruir a cualquier hora a los pequeños e ignorantes, no debe tener en cuenta los sacrificios que exige este ministerio, sino que, más bien, debería desear morir en la brecha, si Dios así lo quisiera”.
Otro Beato, Ludovico de Casoria, como en tono profético, le predijo: “Ten cuidado que no te venga la tentación de abandonar a los pequeños de nuestra querida Casoria, porque la voluntad de Dios es que vivas y mueras entre ellos”. Y así fue.
Murió el 17 de mayo de 1929.
“Doña Julieta”, como la llamaban los ciudadanos de Casoria, dejó una viva fama de santidad, hasta el punto que el 29 de enero de 1937 se inició el Proceso de Canonización. El 2 de enero de 1994 se entregó la Positio, un voluminoso dossier sobre la vida, virtudes y fama de santidad, en la Congregación para las Causas de los Santos y, el 23 de abril de 2002, Juan Pablo II dispuso la publicación del Decreto con el que se reconocía la heroicidad de sus virtudes, atribuyéndole el titulo de Venerable Sierva de Dios.
El 20 de diciembre del mismo año, Juan Pablo II ha firmado también el Decreto con el cual se reconoce el milagro atribuido a la intercesión de Julia Salzano.
Por su carisma, puede ser calificada como Mujer profeta de la Nueva Evangelización.
El 19 de diciembre de 2009 S.S. Benedicto XVI autorizó la promulgación del decreto que reconoce un milagro atribuido a la intercesión de la Beata Julia, la canonización se realizará el 17 de octubre de 2010.

Reproduzido com autorização de Vatican.va

Iván Ziatyk, Beato
Maio 17   -  Sacerdote e Mártir

Iván Ziatyk, Beato

Iván Ziatyk, Beato

Iván Ziatyk nasce em 26 de Dezembro de 1899 na aldeia de Odrekhova, a uma vintena de kilómetros a sul este da cidade de Sanok (agora território polaco). Seus pais, Stefan e Maria, são campesinos pobres. Aos 14 anos, Iván perde o pai. A mãe e o irmão mais velho Mykhailo, que assume o papel de pai, devem pensar na educação do menino.
Iván es un niño muy tranquilo y dócil. Ya desde la escuela primaria demuestra ser un alumno dotado. Se nota también la profunda piedad del chico. Completa su formación media y superior en el colegio de Sanok donde estudia del 1911 al 1919. Se pueden advertir sus óptimos resultados académicos y su comportamiento ejemplar. En 1919, Iván Wiatyk entra en el Seminario católico ucraniano de Przemysl y el 30 de junio de 1923 obtiene la licenciatura con mención especial. El mismo año, terminados los estudios teológicos, es ordenado sacerdote.
De 1925 a 1935, el P. Ziatyk trabaja como Director del Seminario católico ucraniano en Przhemysl. A la dirección espiritual de los seminaristas añade su aportación a la formación intelectual de aquéllos: enseña catequética y teología dogmática en el mismo seminario. Además, desarrolla la tarea de director espiritual y de profesor de catequesis en el Colegio femenino ucraniano de Przemysl.
El P. Iván Ziatyk es persona muy amable, obediente, intensamente espiritual. Quien lo encuentra queda impresionado por su persona. Durante largo tiempo, el P. Ziatyk alimenta el deseo de entrar en un monasterio. Aunque a sus superiores eclesiásticos no les agrada esta idea, el P. Iván Ziatyk toma su decisión final el 15 de julio de 1935 y entra en la Congregación Redentorista.
Terminado su noviciado en 1936, en Holosko (Lviv), el P. Ziatyk es enviado al monasterio de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro en Stanislaviv (ahora Ivano-Frankivsk). Sin embargo, no permanecerá largo tiempo allí: en el otoño de 1937, el Padre Ziatyk es trasladado a Lviv, al monasterio de la calle Zyblykevycha (ahora Ivana Franka), nn. 56-58. Allí asume el cargo de ecónomo del monasterio. Sustituye allí también al superior, Padre De Vocht, que debe ausentarse. En 1934, los Redentoristas abrieron su Seminario de Holosko y el Padre Ziatyk es destinado al mismo como profesor de Sagrada Escritura y Teología Dogmática. Del 1941 al 1944 es superior del monasterio de la Dormición de la Madre de Dios, en Ternopil, y del 1944 al 1946 es superior del monasterio de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro en Zboiska (Lviv) en el que se encuentra el seminario redentorista (Jovenado).
El fin de la Segunda Guerra Mundial señala el comienzo de un terrible período para la historia de Ucrania, para la Iglesia greco católica y para la Provincia Redentorista de Lviv. Son arrestados todos los obispos greco católicos y en la primavera de 1946 la policía secreta soviética reúne a los Redentoristas de Termopil, Stanislaviv, Lviv y Zboiska en Holosko, confinándolos en un ala sin calefacción del monasterio. También el Padre Ziatyk está entre éstos. Los Redentoristas permanecen allí durante dos años bajo la constante vigilancia de la policía secreta. Se les pasa revista tres o cuatro veces por semana. Los cohermanos son sometidos frecuentemente a duros interrogatorios durante los que, naturalmente, se les ofrecen diversos beneficios a cambio de su renuncia a la fe y a la vocación monástica. El 17 de octubre de 1948, a todos los Redentoristas de Holosko se les hace subir a camiones que los transportan al monasterio Estudita de Univ.
Casi de inmediato, el Provincial redentorista, Padre Joseph De Vocht, es expatriado a Bélgica. Antes de su salida, deja el cargo de Provincial de la Provincia de Lviv y de Vicario General de la Iglesia greco católica ucraniana en manos del Padre Iván Ziatyk, atrayendo así sobre él todo la atención de la policía. El 5 de enero de 1950 deciden arrestarlo y el 20 de enero ejecutan dicha orden. Tras numerosos interrogatorios, el 4 de febrero de 1950, el Padre Iván es acusado del siguiente delito: "Iván Ziatyk ha sido efectivamente miembro de la orden de los Redentoristas desde 1936; promueve las ideas del Papa Romano y se dedica a la difusión de la Fe católica en todo el mundo y a hacer que todos se hagan católicos".
Las investigaciones sobre Ziatyk durarán dos años y el P. Ziatyk vive todo este tiempo entre las paredes de las prisiones de Lviv y Zolochiv. Tan solo durante el tiempo que va del 4 de julio de 1950 al 16 de agosto de 1951 es interrogado 38 veces; en total, serán 72 los interrogatorios. A pesar de las terribles torturas que acompañan cada sesión, el Padre Ziatyk no traiciona su fe ni se somete al régimen ateo, aunque sus parientes más cercanos tratan de persuadirlo.
El veredicto le es anunciado en Kiev el 21 de noviembre de 1951. Es condenado a 10 años de prisión por haber "colaborado con la organización nacional antisoviética y con la propaganda antisoviética". Será internado en el campo de concentración de prisioneros de Ozernyl, cerca de la ciudad de Bratsk, en la región de Irkutsk.
Durante su reclusión, el Padre Ziatyk padece terribles torturas. Según algunos testigos, el Viernes Santo del 1952, el Padre Iván Ziatyk es violentamente golpeado, se le sumerge en agua helada y se le deja allí, inconsciente, a la intemperie del frío siberiano. Los golpes y el frío lo conducirán a la muerte tres días más tarde, el 17 de mayo de 1952, en el hospital de la prisión. El Padre Ziatyk es enterrado en el distrito de Taishet de la región de Irkutsk. El Gran Arquitecto prepara así otro precioso lugar para él en el gran mosaico del martirio.

Foi beatificado por João Paulo II em 27 de Junho de 2001 junto com outras 24 vítimas do regime soviético de nacionalidade ucraniana.
O grupo beatificado está integrado por:

1 - Mykolay Charneckyj, Bispo, 2 Abril; 2 - Josafat Kocylovskyj, Bispo, 17 Novembro; 3 - Symeon Lukac, Bispo, 22 Agosto; 4 - Basilio Velyckovskyj, Bispo, 30 Junho; 5 - Ivan Slezyuk, Bispo, 2 Dezembro; 6 - Mykyta Budka, Bispo, 28 Setembro; 7 - Gregorio (Hryhorij) Lakota, Bispo, 5 Novembro; 8 - Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, Bispo, 28 Dezembro; 9 - Leonid Fedorov, Sacerdote, 7 Março; 10 - Mykola Konrad, Sacerdote, 26 Junho; 11 - Andrij Iscak, Sacerdote, 26 Junho; 12 - Román Lysko, Sacerdote, 14 Outubro; 13 - Mykola Cehelskyj, Sacerdote, 25 Maio;  14 - Petro Verhun, Sacerdote, 7 Fevereiro; 15 - Alejandro (Oleksa) Zaryckyj, Sacerdote, 30 Outubro;
16 - Klymentij Septyckyj, Sacerdote, 1 Maio; 17 - Severijan Baranyk, Sacerdote, 28 Junho, 18 - Jakym Senkivskyj, Sacerdote, 28 Junho; 19 - Zynovij (Zenón) Kovalyk, Sacerdote, 30 Junho; 20 - Vidal Vladimir (Vitalij Volodymyr) Bajrak, Sacerdote, 16 Maio; 21 - Ivan Ziatyk, Sacerdote, 17 Maio; 22 - Tarsicia (Olga) Mackiv, Monja, 18 Julho; 23 - Olympia (Olha) Bidà, Soror, 28 Janeiro; 24 - Laurentia (Leukadia) Harasymiv, Monja, 26 Agosto; 25 - Volodymyr Pryjma, Laico, 26 Junho
(as datas indicadas correspondem às de seu martírio)

http://es.catholic/net/santoral  e  www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução parcial de algumas biografias de espanhol para português por António Fonseca