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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Nº 1010 - 20 DE MAIO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

Bernardino de Siena, Santo
Maio 20   -  Presbítero

Bernardino de Siena, Santo

Bernardino de Siena, Santo

Presbítero

Ver também http://es.catholic.net/santoral

 

S. Bernardino, de quem o Martirológio romano afirma ter sido astro luminoso para toda a Itália por causa da doutrina e santidade, nasceu em Massa, perto de Sena, em 1380. Cedo perdeu os pais e a sua educação foi confiada a uma tia. Diana, mulher de sólidas virtudes. Menino ainda, manifestou Bernardino inclinar-se declaradamente para a oração, para a vida religiosa e para o estudo. Grande era o amor que tinha à pureza do coração. Não dando mau exemplo aos companheiros, também não tolerava proferissem uma palavra sequer contra o pudor. Bastava-lhe a presença, para contê-los na linha. «Caluda, ai vem Bernardino!» diziam, interrompendo a conversa, se sabiam que lhes seria dirigida uma repreensão. Um homem que se atrevera a dizer palavras obscenas em presença de Bernardino, recebeu dele uma bofetada no rosto, com a intimação de não continuar a proferir obscenidades. Contra outro despudorado, recrutou um bando de meninos, que a pedradas o perseguiram até fora da cidade. Diana tinha uma filha piedosíssima. Bernardino visitava-a de vez em quando, com o fim de receber salutares instruções. Um dia disse-lhe Bernardino que se achava enamorado duma donzela formosíssima e lhe faltaria a paz e sossego, se não a procurasse diariamente. A piedosa Diana, ao ouvir esta declaração, não pouco se assustou, sem, porém, dar demonstração de desassossego. Para descobrir o segredo de Bernardino, observou-o atentamente, e qual não foi a alegria e o consolo que sentiu , quando soube que a querida de Bernardino era Maria Santíssima, a Virgem Imaculada, cuja imagem belíssima se achava às portas da cidade. Para lá se dirigia Bernardino diariamente e permanecia em oração aos pés da imagem. Por amor de Maria, o jovem jejuava aos sábados e praticava muitas obras pias e caridosas. Aconteceu um dia que a tia despachou um pobre sem lhe dar esmola. Bernardino, vendo isto, disse-lhe: «Não despacheis este pobrezinho, sem lhe dar alguma coisa, por amor de Deus. De boa vontade dispenso o meu jantar, mas não deixeis o pobre passar fome».

Bernardino contava 20 anos quando a sua terra foi visitada pela peste. Com a maior dedicação tratou dos doentes no hospital e esse exemplo generoso foi imitado por outros companheiros. Quatro meses durou este serviço hospitalar,  quando se sentiu acometido por violenta febre. Recuperou, porém, e foi orar numa casa dum subúrbio de Sena. Ainda mais se entregou às práticas de piedade, para conhecer a vontade de Deus relativamente à sua vocação. Após longo exame, decidiu-se pelo estado religioso e pediu o habito de S. Francisco. terminado o noviciado, recebeu a ordem de pregar a palavra de Deus. Com todo o fervor se entregou a esta obrigação e em pouco tempo adquiriu uma popularidade tal, que era chamado o Apóstolo de Itália. De todas as cidades recebia convites para que as visitasse e nelas se fizesse ouvir. As igrejas era m pequenas para comportar o povo e em muitos lugares as práticas eram feitas ao ar livre. Em determinada cidade atacou com tanto vigor o vício do jogo que já não havia quem quisesse pegar no baralho. Apresentou-se, queixoso, ao santo um homem que vivia do fabrico das cartas. Bernardino consolando-o, recomendou-lhe que fabricasse santinhos e objectos de devoção, no que foi atendido, e o homem em vez de continuar queixoso, muito lhe agradeceu o bom conselho, pois muito maior lhe foi em seguida o lucro, com a venda destes artigos. Sabemos o que ele dizia, pelos resumos latinos que deixou. Mas sabemos também como ele se expressava, graças ao juiz Porcilla, de Milão, que escreveu em estenografia a quaresma a que assistiu nesta cidade (1443). Bernardino confiou aos ouvintes ter tomado um  remédio na véspera ao deitar-se, ter-se levantado 18 vezes durante a noite, e ter sido nos ouvintes e na conversão deles que pensara ao atender às necessidades próprias. faz rir e chorar, entusiasma e encanta mas sobretudo converte

Bastam-lhe um ou dois sermões para reconciliar facções inimigas, parta que se aticem “fogueiras de vaidade”, em que as beldades vinham lançar as suas jóias. Enviou mais de 2000 jovens para o noviciado da sua Ordem. É a ele que se deve atribuir termos o monograma de Cristo, IHS (Jesus salvador dos homens), e ter-se espalhado a devoção ao Santíssimo Nome de Jesus na Igreja inteira. Era «homem  bom e manso, pequeno de estatura», que dissimulava as graças extraordinárias que recebia. Nada ignorava do que sabiam as maiores sumidades da sua época. De saúde miserável, andava sempre acompanhado pelo irmão Vicente, seu enfermeiro e amigo. Também a própria Ordem, foi grande o bem que Bernardino fez, pelas prédicas. Em todos os conventos franciscanos restabeleceu o espírito primitivo, concorrendo assim valorosamente para o incremento espiritual dos mesmos. Entre as virtudes em que mais se distinguir, cumpre frisar a humildade, a paciência e a pureza. Três vezes lhe foi oferecida a dignidade episcopal; uma vez pelo próprio Papa. Bernardino, porém, negou-se a aceitá-la, alegando que esperava fazer maior bem no apostolado da pregação. Mais de uma vez foi acusado de ter espalhado ideias heréticas. O Papa Martinho V, tendo dado crédito a tais acusações, cassou-lhe a faculdade de pregador. O humilde frade sujeitou-se sem protesto, a esta ordem duríssima, que pouco depois foi anulada, devido a melhores informações, fornecidas ao papa. Inimigos surgiram-lhe nas pessoas daqueles que mais se sentiram melindrados pelas suas verberações francas e evangélicas. Da parte destes vieram muitas calúnias e perseguições atrozes. Bernardino, porém, não se deixou intimidar. Era a sua defesa curta e clara; o resto entregava-o a Deus.

Quando pela primeira vez, em companhia dum irmão leigo, passava pelas ruas de Sena, com a sacola pedindo esmolas, uns meninos mal educados escarneceram deles e atiraram-lhe pedras. O companheiro, indignado com esta desconsideração, quis reagir e entregou-se a murmurações. Bernardino, porém, disse-lhe: «Deixa os meninos divertirem-se. Que mal faz? Não nos ajudam a ganhar o céu, dando-nos ocasião de praticar a paciência?» Em certa ocasião, foi convidado por uma fidalga a procurá-la no seu palacete. Bernardino, supondo tratar-se de receber uma esmola, para lá foi. Teve, porém, grande decepção. Em vez da esmola, recebeu da mulher propostas indecorosas, com a ameaça de gritar por socorro e denunciá-lo, caso não quisesse atendê-la. O santo empalideceu. Na sua ânsia e indignação, procurou um meio de sair desta horrível emboscada. Curta lhe foi a hesitação. Tirou do bolso um azorrague e bateu tão desapiedadamente na própria pele, que a tentadora deixou a ideia infame e pediu-lhe humildemente perdão. Assim salvou Bernardino a sua inocência. No ano de 1444, o santo achava-se a caminho de Nápoles, onde ia pregar uma missão. Chegando a Áquila, sentiu-se muito doente, tão doente que pediu os Sacramentos da Extrema Unção e do Viático. Pressentindo o desenlace, rogou que o deitassem no chão, sobre cinza, elevou os olhos ao céu, e nesta posição entregou a alma ao criador. Seis anos depois da morte, em 1450, o papa Nicolau V canonizou-o. O túmulo de S. Bernardino, que se encontra na igreja dos franciscanos em Áquila, tem sido glorificado por muitos e grandes milagres. www.jesuitas.pt

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Colomba (Paloma) de Rieti, Beata
Maio 20   -  Virgem

Colomba (Paloma) de Riete, Beata

Colomba (Paloma) de Rieti, Beata

Beata nascida em Rieti no ano 1467 e morta em Perugia (cidade de Itália Central e capital da região de Umbría) em 1501.
Filha de Ângelo Antonio Petrozzi e Vanna Guardagnoli, família de modestos comerciantes, chegou a ser uma mulher muito influente na sociedade italiana de sua época. Conta sua lenda que Colomba nasce em 2 de Fevereiro de 1467, dia da Apresentação do Senhor. Seus pais decidiram baptizá-la com o nome de Angélica, mas no momento do baptismo, apareceu sobre ela uma pomba branca e decidiram mudá-lo pelo de Colomba (pomba em português e paloma em espanhol).
Manifiesta muy pronto su vocación y su gran devoción por la Virgen. A los doce años comienza a tener visiones; en la primera de ellas, ve a Cristo acompañado por Santo Domingo y San Jerónimo, interpretado por ella como una llamada a su propia vocación. Decide así dedicar su vida a Dios y realiza planes para tener una vida solitaria.
Sin embargo su familia había decidido casarla con un joven de su misma ciudad, sin que ella lo supiera. Colomba en ese momento, y prevenida por otra visión de los planes que sus padres habían decidido para ella, se corta el pelo y se lo entrega al que iba a ser su prometido, negándose así a contraer matrimonio. Vista la oposición de los suyos, Colomba se consagra a Dios, y viste en su propia casa el hábito de la “Penitencia de Santo Domingo”, siguiendo el ejemplo de Santa Catalina de Siena (1347-1380), santa por la que sentía gran devoción. Todo esto haría que su hermano, un joven arrogante y violento, tratara de asesinarla.
Colomba empieza a hacerse célebre en su ciudad por sus visiones y sus éxtasis, además de por sus múltiples milagros. Eran famosos sus grandes ayunos y sus austeras penitencias, en los que se alimentaba únicamente de agua y de la Eucaristía.
A los diecinueve años, ingresa en las Terciarias Dominicas de su ciudad natal, mientras aumenta entre sus conciudadanos su fama de santidad. Buscando alejarse de la presión de la gente, Colomba se traslada a Foligno y de aquí a Perugia en 1488, donde toma solemnemente los votos. Vive allí como priora del convento dedicada a las obras de misericordia, hasta su muerte el 20 de mayo de 1501, festividad de la Ascensión, a la edad de 34 años. Sus reliquias son todavía veneradas en esta ciudad.
Son famosos sus milagros y sus visiones fruto del éxtasis. De entre los milagros, caben destacar dos. El primero, cuenta que en 1494 una terrible plaga de peste asolaba Perugia, por lo que sus habitantes acuden a Colomba que se ofrece como víctima en lugar de la ciudad, erradicándose de inmediato. El segundo milagro consiste en que hizo revivir a un niño ya muerto.
Estando en Perugia entra en contacto con muchas personas que acuden a pedirle consejo, no sólo italianos, también españoles y franceses. Hay reyes como Fernando e Isabel, los Reyes Católicos, y miembros del alto clero, como el cardenal francés Raimondo Perauld, que siguen su ejemplo y mantienen una especial devoción por Colomba.
De sus visiones, caben destacar dos. Colomba siempre había anhelado visitar Tierra Santa. Sin embargo nunca le fue posible viajar, aunque sí lo hizo espiritualmente en un éxtasis que le duró cinco días, en los que fue conducida por todos los Santos Lugares, y que posteriormente describió con absoluta exactitud. La segunda de sus destacadas visiones, tiene que ver con el Papa Alejandro VI (1492-1503), con el que mantuvo serias discrepancias. Durante algún tiempo, fue tratada por la curia romana como una impostora y fue desposeída de su cargo. En 1495, mantiene un encuentro en Perugia con el Papa, en el que cae en éxtasis delante del mismo. En el transcurso de la visita, Colomba recrimina al Pontífice su vida de pecado, y la de sus hijos (parece ser que fue duramente contestada por la hija del Papa, Lucrecia Borgia), así como la impiedad e inmoralidad prevalecientes en la Iglesia durante esta época.
Su confesor Sebastiano Angeli escribe su biografía a principios del siglo XVI, y la diócesis de Perugia-Rieti, interpone un siglo más tarde la causa de canonización. Es nombrada beata el año 1713.
En el arte, se la representa junto a un ángel que le lleva la Eucaristía, o con una mano proveniente del cielo que le acerca la Ostia, además de con una guirnalda de rosas en la cabeza, una cruz, una azucena y un rosario, o con una paloma, un lirio y un libro.
Su experiencia mística, sus éxtasis y sus dotes proféticas, unidas a una no común vida penitencial, hacen de Colomba una figura de fuerte reclamo. El pueblo de Perugia y Rieti, la recuerda como la “santa viva”.
Su labor por la paz, le dio el nombre popular de “Paloma (Columba) de la paz”. Antes de morir llamó a los magistrados para recordarles: “Cuantos no aman a sus hermanos, no son dignos del Padre de todos; el odio provoca la cólera divina y las lágrimas de los oprimidos son la condena de los poderosos” Murió a los treinta y cinco años el 20 de mayo de 1501.
Sus reliquias se conservan en el monasterio de las dominicas de Perugia.
El Papa Urbano VIII, confirmó su culto el 25 de febrero de 1627.

Lucífero de Cagliari, Santo
Maio 20   -  Bispo

Lucífero de Cagliari, Santo

Lucífero de Cagliari, Santo

Bispo

Etimologicamente significa “portador de luz”. Vem da língua latina. 
A possibilidade de utilizar as grandes técnicas científicas para atentar contra a vida de uma parte da humanidade, acrescenta uma violenta crise de confiança: Há povos que chegam a ter medo uns de outros, e os responsáveis dos estados caem neste mesmo medo; a consequência é um represar sobre si mesmos, as capacidades criativas ficam paralisadas pelo terror.
Foi um bispo do século IV. Quando se percorre a hagiografia dos santos, cai-se na conta de que este –com nome parecido ao do demónio Lucifer-, é um dos mais admirados e queridos pelo povo de Sardenha.
Nunca se represou sobre si mesmo, mas, pelo contrário, semeou a paz, a cultura entre seu povo que, graças a ele, não se sentia atemorizado.
Uma das frentes de batalha mais sérias com as que teve de se enfrentar, foi precisamente o arrianismo.
Menos mal que tinha uma funda preparação intelectual e uma grande firmeza de espírito.
Se o conhece como o grande combatente contra o herege Arrio. Santo Atanásio lhe escrevia desde Alexandria. Lhe dizia palavras como estas: "Oh Lucífero, segue fazendo honra a teu nome e semeia a verdade em todos os lugares".
Foi legado do Papa no concilio de Milão no ano 355.
Juntamente com santo Eusébio e são Dionísio de Milão foram os únicos em condenar a conduta do imperador Constante com Atanásio. Por isso seriam exilados os dois. Desde seu desterro na Palestina escreveu muitas cartas em defesa da doutrina da Igreja. Juliano o Apóstata lhe permitiu voltar a Cagliari, onde morreu em 370.
¡Felicidades a quem leve este nome!

Lidia de Tiatira, Santa
Maio 20   -  Comerciante

Lidiade Tiatira, Santa

Lidiade Tiatira, Santa

Comerciante

Martirológio Romano: Comemoração de santa Lídia de Tiatira, vendedora de púrpura, que foi a primeira que acreditou no Evangelio em Filipos, na Macedónia, quando o pregou o apóstolo são Paulo (s. I).

Ser o primeiro a fazer algo é um modo seguro de fazer que teu nome figure no livro dos récords. A primeira pessoa em dar a volta ao globo. A primeira pessoa a correr a milha em menos de três minutos. A primeira pessoa a chegar ao Pólo Sul. Lídia também foi uma das primeiras. Sua família foi a primeira na Europa a converter-se ao cristianismo e a ser baptizada.
Lidia era uma comerciante de púrpuras. Isso poderia não significar muito para nós hoje em dia, mas no século primeiro isso significava que era uma mulher muito rica. Dado que a tinta da púrpura se extraía com muitas dificuldades de certo molusco, só uma elite podia permitir-se ter telas tingidas dessa cor. Uma comerciante que vendesse essa tinta tão extremamente custosa era rica, e era vista como tal.
A riqueza se cita a miúdo como um dos principais obstáculos ao crescimento espiritual.
Se nos adverte que "é mais fácil para um camelo passar por uma agulha que para um rico entrar no Reino dos Céus". Isso não significa, sem embargo, que ser pobre te faça melhor automaticamente. Uma pessoa pobre que acumula umas poucas posses não é melhor que uma pessoa rica que acumula muitas. Não há indicações de que Lidia abandonasse seu negócio após se converter ao cristianismo. Mas há muitas provas de que utilizou sua fortuna sabiamente.
Entendeu que o valor real da riqueza reside no modo como a usas, não em quanto tenhas.

Arcángel Tadini, Santo
Maio 20 Pároco

Arcángel Tadini, Santo

Arcángel Tadini, Santo

Fundador la Congregação das Irmãs Operárias da Santa Casa de Nazaré

Nasceu en Verolanuova (Brescia, Itália), em 12 de Outubro de 1846. Seu pai, secretário do Ayuntamiento, casou-se en primeiras núpcias com Giulia Gadola, com quem teve sete filhos e de que ficou viúvo aos 39 anos. Depois casou-se com sua cunhada, Antónia Gadola, mãe de Arcángel, o qual foi de saúde delicada e precária. Fez os estudos primários em seu povo natal e logo no instituto de Lovere, como seus irmãos. Em 1864 ingressou no seminário de Brescia, onde se encontrava também seu irmão Julio. Naquele período sofreu um acidente que o deixou coxo para toda a vida.
En 1870 recibió la ordenación sacerdotal. Eran tiempos duros a consecuencia de la lucha por la unificación de Italia y de las tensiones entre el Estado y la Iglesia, caracterizados por una gran pobreza del pueblo, los enfrentamientos políticos y las primeras tentativas de industrialización; pero, al mismo tiempo, había grandes manifestaciones de caridad cristiana y de una profunda religiosidad popular.
Durante su primer año de ministerio, la enfermedad lo obligó a permanecer con su familia. De 1871 a 1873 fue vicario cooperador en Lodrino, pequeña aldea de montaña, y luego capellán en el santuario de Santa María de la Nuez, barrio de Brescia. En ambos lugares fue, al mismo tiempo, maestro nacional. Su atención a las necesidades de la gente constituyó uno de los rasgos característicos de su ministerio sacerdotal, desde el comienzo: cuando, a causa de un aluvión, muchos de sus feligreses perdieron todos sus bienes, organizó en la casa parroquial un comedor para 300 personas y dio cobijo a los que se habían quedado sin casa. En 1885 fue enviado a Botticino Sera como coadjutor. A los 41 años de edad fue nombrado párroco arcipreste de aquella iglesia. Celebró allí sus 25 años de párroco, poco antes de fallecer.
Amaba a sus feligreses y no escatimaba ningún esfuerzo con tal de lograr que crecieran humana y espiritualmente. Formó un coro, una banda musical y varias hermandades; reestructuró la iglesia; daba la catequesis apropiada a cada persona; y cuidaba con esmero la liturgia. Prestaba atención especial a la celebración de los sacramentos. Preparaba las homilías teniendo presente la Palabra de Dios, la doctrina de la Iglesia y el camino espiritual de sus fieles.
Su atención pastoral, en tiempos de la primera revolución industrial, se centró, sobre todo, en la pobreza. Se dio cuenta de que la Iglesia era interpelada por los que sufrían en las fábricas, en las hilanderías y en los campos. Siguiendo el ejemplo de otros sacerdotes, fundó la Asociación obrera de mutuo socorro, que garantizaba a las obreras una ayuda en caso de enfermedad, accidente laboral, invalidez o vejez. Los trabajadores más explotados eran las jóvenes; por eso, a ellas dedicó la mayor parte de sus fuerzas. Impulsado por la encíclica Rerum novarum del Papa León xiii, e interpretando los signos de los tiempos, proyectó y construyó una fábrica de tejidos con su patrimonio familiar. En 1895 quedó concluida, con instalaciones y maquinaria de vanguardia. Tres años más tarde, adquirió con un préstamo la casa anexa con el fin de hacer una residencia para las obreras.
Para educarlas fundó, con muchas dificultades, la congregación de las religiosas Obreras de la Santa Casa de Nazaret. Estas religiosas entraban a trabajar en las industrias con las obreras para compartir sus fatigas y tensiones, ganándose el pan con el trabajo; se preocupan de las muchachas y las educan con el ejemplo.
A sus religiosas, y también a las familias, don Arcángel propuso como modelo la Sagrada Familia de Nazaret, en la que Jesús, José y María trabajaron y vivieron con humildad y sencillez. Nuestro Señor no sólo se sacrificó en la cruz, sino que antes, durante 30 años, no se avergonzó de utilizar los instrumentos de carpintero, ni de tener las manos encallecidas y la frente bañada de sudor. Les enseñaba a aceptar la fatiga y las dificultades, ya que nos permiten cooperar en la redención.
A pesar de su frágil salud, don Arcángel sacaba fuerzas de su íntima unión con el Señor, acompañada por la penitencia y la oración. Su confianza en la Providencia era ilimitada. Su humildad y obediencia a sus superiores brillaban en las dificultades.
Debido a sus iniciativas, don Tadini fue objeto de calumnias e incomprensiones, incluso en el ámbito de la Iglesia. En realidad, anticipó los tiempos: intuyó que la religiosa, obrera entre las obreras, podía facilitar una comprensión más positiva del mundo del trabajo, ya no considerado como un lugar contrario a la Iglesia, sino como un ambiente necesitado de fermento evangélico, un mundo con el cual encontrarse más que oponérsele.
Era consciente de que su obra era precursora, pero estaba firmemente convencido de que no era suya, sino de Dios: "Dios la ha querido, la guía, la perfecciona, la lleva a término". Don Tadini, hombre emprendedor, fue un sacerdote auténtico, supo conjugar sabiamente riesgo y fe, amor a los hombres y amor a Dios, austeridad y ternura.
La muerte lo sorprendió, el 20 de mayo de 1912, cuando el sueño de su vida aún no se había realizado, pero, como semilla caída en tierra fértil, dio abundantes frutos.
Fue beatificado por el Papa Juan Pablo II el 3 de octubre de 1999. Con su canonización, Benedicto XVI lo pone como ejemplo a los sacerdotes, lo indica como intercesor a las familias y lo presenta como protector a los trabajadores.

• Josefa Stenmanns, Beata
Maio 20    -  Co-Fundadora

Josefa Stenmanns, Beata

Josefa Stenmanns, Beata

Co-Fundadora da Congregariam
de Missionárias Servas do Espírito Santo

Nasceu em 28 de Maio de 1852 em Issum, na Baixa Renânia (Alemanha). Era a mis velha  de sete irmãos. Já desde sua infância mostrou grande preocupação pelos pobres e pelos que sofrem, a quem visitava com sua mãe. Também cuidava com responsabilidade a seus irmãos menores. Quando deixou a escola, contribuiu aos ingressos familiares com seu trabalho como tecedora de seda. Já na sua juventude começaram a manifestar-se as qualidades que a caracterizariam: sua natureza maternal e jovial, a amabilidade e a compaixão. Sempre buscava aos enfermos e necessitados, e a gente se dirigia a ela em busca de conselho para resolver seus problemas. Sem que ela mesma o soubesse, Deus estava preparando o carácter e os talentos que necessitaria para suas futuras tarefas.
A los 19 años entró a formar parte de la Tercera Orden de San Francisco. En ese suelo fértil desarrolló una gran sencillez, tanto en la oración como en su trato con los demás, además de la confianza en Dios y su capacidad de entrega total. Su deseo de consagrarse a Dios fue creciendo en la medida en que absorbía el espíritu de san Francisco, pero la Kulturkampf («lucha por la cultura»), que implicaba una serie de leyes anticatólicas y que por entonces reinaba en Alemania, hacía imposible la vida religiosa. A esto se sumó la promesa que hizo a su madre agonizante de ocuparse de sus hermanos menores. La idea de la vida religiosa parecía cada vez más imposible.
Algunos años más tarde, a través de un aprendiz de su padre, Hendrina encontró el camino que la llevaría a Steyl y a pedirle al fundador de la Sociedad del Verbo Divino, Arnoldo Janssen, que la aceptara en la Casa Misional como Ayudante de cocina. Su intención profunda era apoyar la causa misionera con su trabajo en la cocina. Cuando llegó a Steyl tenía casi 32 años de edad. La carta a Arnoldo Janssen era una expresión de su espiritualidad y de su profundo deseo dedicarse totalmente a la tarea misional. No tenía grandes planes. Simplemente llevaba a cabo lo que reconocía como la voluntad de Dios en cada momento.
Su decisión de vivir en la Casa Misional como ayudante de cocina implicaba para ella, al igual que para su compañera Elena, descender hasta el nivel más bajo de la escala social. Así comenzó una vida de duro trabajo y de renuncias que duraría cinco años, mientras esperaba el momento de la fundación femenina. El 8 de diciembre de 1889, ella y un pequeño grupo de compañeras comenzaron su postulantado. Era la piedra fundamental de la nueva congregación, las Siervas del Espíritu Santo. Luego siguió el noviciado y los primeros votos, emitidos en marzo de 1894, con los que Hendrina recibió el nombre de Josefa.
La ahora hermana Josefa era responsable de dirigir los aspectos prácticos de la casa. Más tarde se convertiría en maestra de postulantes. Se caracterizó por su gran comprensión de la naturaleza humana y mostró su capacidad para introducir a las jóvenes en la vida religiosa con sabiduría y empatía. Luego el convento se abriría para retiros de mujeres, un apostolado que implicaba trabajo extra para las hermanas. Pronto se agregarían el estudio de idiomas y un curso de capacitación docente.
A la hermana Josefa se la conocía sobre todo por su amor a la oración. En medio de sus múltiples tareas, progresaba cada vez más en el. silencio interior y la verdadera contemplación. El rosario y ciertas jaculatorias, como la invocación «¡Ven, Espíritu Santo!», la llevaban a la presencia interior de Dios en su corazón.
Cuando la hermana María Elena pasó a la rama de clausura, Siervas del Espíritu Santo de Adoración Perpetua, la hermana Josefa asumió la dirección de la comunidad de las hermanas misioneras. A pesar del peso de las tareas y las exigencias de una comunidad grande y joven, no se perdió en el activismo. En lo profundo de su corazón permanecía en unión con Dios y supo mantener la paz interior.
Los últimos meses de la vida de la hermana Josefa estuvieron marcados por una grave y dolorosa enfermedad. Ya en su lecho de muerte, en medio de un ataque de asma, entregó su testamento espiritual a las hermanas: cada respiro de una Sierva del Espíritu Santo debía decir «¡Ven, Espíritu Santo!».
Murió en Stevl el 20 de mayo de 1903.
Fue beatificada el 29 de Junio del 2008 en el pontificado de S.S. Benedicto XVI.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

Marta Wiecka, Beata
Maio 20   -  Religiosa

Marta Wiecka, Beata

Marta Wiecka, Beata

Filha da Caridade

Nasceu em 12 de Janeiro de 1874 em Nowy Wiec a noroeste de Polónia. Foi baptizada seis dias depois com os nomes de Marta Ana. Era a terceira dos 13 filhos de Marcelino e Paulina. Seus pais, donos de um campo de cem hectares, viviam um ambiente de fé profunda. Em casa de Marta se rezava o Rosário em família todos os dias, se liam as biografias dos santos ou outros livros religiosos, e se compartilhava o conteúdo da homilia dominical. 
O Estado polaco havia desaparecido do mapa de Europa no ano 1795 depois das três repartições sucessivas de seu território entre Áustria, Prússia e Rússia. Nowy Wiec se achava na região prussiana cujas autoridades, aplicando métodos impositivos e às vezes brutais, submetiam a população a uma germanização forçosa. A família Wiecka, juntamente com outras muitas, constituíram a base de oposição ante a invasão germânica.
A la edad de dos años Marta cayó tan gravemente enferma, que estuvo a las puertas de la muerte. La mejoría radical sucedió tras una insistente oración a la Virgen en su santuario de Piaseczno. La familia interpretó este hecho como milagro, e impulsó a Marta a mantener siempre una relación cercana y filial con la santísima Virgen. Toda su vida estuvo marcada por la devoción mariana. Ella misma afirmaba que recurría a la Virgen en todas sus necesidades y María jamás le había negado nada de lo que pedía.
Desde su infancia, Marta ayudaba en casa cuanto podía. Los vecinos testimoniaron que era una chica piadosa, amable y humilde de corazón, de carácter recto; sobre todo, irradiaba serenidad y alegría. Su familia y sus vecinos conocían también su honda devoción a san Juan Nepomuceno. Siendo niña encontró una estatua de este santo y organizó su restauración, tras la cual fue colocada frente a su casa. Muchas veces se la podía ver rezando ante ella; y durante toda la vida conservó la devoción a este santo.
El 3 de octubre de 1886, a los 12 años de edad, recibió la primera Comunión. A partir de esta fecha, su unión con Jesucristo Eucaristía se fortaleció y su vida de oración se centró totalmente en él. Cuando podía, se dirigía a la iglesia parroquial, a 12 kilómetros de Nowy Wiec, para participar en la Eucaristía. En su casa dedicaba frecuentemente su tiempo a la oración. Cuando su madre se enfermó, la reemplazó en algunos trabajos de la casa, sobre todo en el cuidado de los niños más pequeños.
A los dieciséis años pidió el ingreso en la Compañía de las Hijas de la Caridad. La visitadora la hizo esperar dos años, hasta alcanzar la edad exigida. En el año 1892, a los 18 años lo solicitó de nuevo con su amiga Mónica Gdaniec, pero no fue admitida en Chelmno porque había exceso de postulantes. Entonces el número de admisiones estaba restringido por las autoridades prusianas. Ambas amigas, viajaron a Cracovia, que estaba entonces bajo el dominio austriaco, y allí, el 26 de abril de 1892, fueron admitidas en el postulantado. Después de cuatro meses, el 12 de agosto, entraron en el noviciado. Allí, durante ocho meses de formación inicial, asimiló el ideal de las Hijas de la Caridad que iba a desarrollar en los años posteriores.
Después de la toma de hábito, el 21 de abril de 1893, sor Marta fue destinada al Hospital general de Lvov, que se hallaba en la parte austriaca, y pertenecía a la provincia de Cracovia. Muy pronto se ganó la estima de una hermana por su amor y servicio a los enfermos con gran entrega y abnegación. La estancia en Lvov duró año y medio. Luego fue trasladada al pequeño hospital de Podhajce, donde durante cinco años también dio testimonio de devoción y cariño en el cuidado de los pacientes. En este hospital emitió los primeros votos, el 15 de agosto de 1897, ratificando su entrega total a Dios para servirle en los más pobres.
En 1899 fue destinada al hospital de Bochnia, ciudad cercana a Cracovia. En ese tiempo sor Marta tuvo una visión de la cruz, desde la cual le habló el Señor animándola a soportar todas las contrariedades y le prometió llevarla pronto consigo. Este acontecimiento despertó en ella un celo todavía más intenso en su trabajo y una fuerte añoranza del cielo. La prueba anunciada no tardó en llegar. Un hombre desmoralizado, al salir del hospital, divulgó por la ciudad la falsa noticia de que sor Marta había quedado embarazada por su relación amorosa con un paciente joven, pariente del párroco. A partir de entonces cayó sobre ella una ola de afrentas maliciosas de parte de los habitantes de la ciudad. Ella no dejó de cumplir sus deberes con la servicialidad y cariño de siempre. A pesar de sufrir persecución moral, soportaba esta calumnia en silencio abandonándose en manos de Dios.
En el año 1902 fue destinada al hospital de Sniatyn (hoy en Ucrania). El párroco del lugar pronto se dio cuenta de la profundidad espiritual de sor Marta y de su don de discernimiento de las almas. Y empezó a enviarle personas que no necesitaban cuidados de enfermería sino consejo y dirección espiritual. Sor Marta no se limitaba sólo a esta tarea; socorría y servía con fervor a todos los necesitados.
Amaba mucho su vocación e irradiaba alegría y satisfacción en su entrega a los pobres. Siempre tenía una sonrisa sincera en su rostro. Sabía establecer empatía con sus pacientes cuyos sufrimientos físicos y morales aliviaba. De forma discreta y callada les ayudaba en la preparación para la confesión, les instruía sobre la doctrina de la fe, les ayudaba a resolver los problemas en coherencia con su visión cristiana de la vida. Para el rezo del vía crucis en la capilla la acompañaban habitualmente cerca de cuarenta enfermos.
Poseía un don singular para reconciliar las almas con Dios. En su departamento nadie moría sin confesarse e incluso, más de una vez, algunos pacientes judíos pidieron ser bautizados. Sor Marta trataba con la misma atención y caridad a todos los enfermos , fueran polacos, ucranios o judíos, greco-católicos, ortodoxos o católicos. La fuerza para servir con esta entrega radical le venía de la oración.
Tanto su vida como su muerte estuvieron selladas por el amor auténtico a Dios y al prójimo, fuente y centro de su existencia. En 1904, consciente del peligro que esto conllevaba, se ofreció a sustituir a un empleado del hospital en la desinfección de una habitación donde había muerto una enferma de tifus. Sor Marta realizó este trabajo de buen grado. Y lo hizo para que no se contagiase el operario que debía hacerlo, cuyo trabajo constituía el sustento de su mujer e hijo. Sor Marta sintió la fiebre enseguida, pero se empeñó en terminar todas sus actividades. Durante la última semana en el hospital se hizo todo lo posible para curarla. A estos esfuerzos les acompañaba una continua oración de pacientes y empleados del hospital y personas buenas de toda la ciudad. Los judíos encendían velas en la sinagoga por sus intenciones. Gran número de personas esperaba frente al hospital interesándose por su salud. Después de recibir el santo Viático, sor Marta realizó una oración intensa y profunda, considerada por los testigos como un verdadero éxtasis. Murió serenamente, en Sniatyn, el 30 de mayo de 1904.
Los fieles del lugar cuidaron y veneraron la tumba de sor Marta. Durante más de cien años ha estado continuamente cubierta de flores, velas y una especie de tapetes bordados, muy tradicionales en esa región. Aun en los años del régimen soviético acudían a ella, y así lo siguen haciendo en la actualidad los peregrinos y habitantes del lugar.
Fue beatificada por el Cardenal Bertone, en represetación de S.S. Benedicto XVI, el 24 de mayo de 2008.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

Luis Talamoni, Beato
Maio 20   -  Sacerdote e Fundador

Luis Talamoni, Beato

Luis Talamoni, Beato

Sacerdote Fundador da
Congregação de Irmãs da Misericórdia

Martirológio Romano: Em Milão, Itália, beato Luis Talamoni, sacerdote, que, cultivando sua vocação de educar aos jovens, exerceu seu próprio ministério com muita dedicação e activa participação às dificuldades de seu tempo decidiu fundar a Congregação de Irmãs da Misericórdia (1926).
Etimologicamente: Luis = Aquele que é um guerreiro ilustre, é de origem germânica.

Luis Talamoni nasceu em Monza em 2 de Outubro de 1848, segundo de seis filhos de um modesto operário. Frequentou o oratório de Carrobiolo, guiado pelo barnabita Luis M. Villoresi, e foi um dos primeiros alunos do instituto para os clérigos pobres fundado pelo mesmo padre.
Ordenado sacerdote el 4 de marzo de 1871 y licenciado en ciencias históricas y filosóficas, don Luis enseñó en el Colegio San Carlos de Milano, del 1875 hasta su muerte, en el Seminario de bachillerato de Monza.
Sus alumnos, entre los cuales el papa Pío XI, le miró como a un gran maestro, ejemplo de activa vida sacerdotal.
Su frecuente predicación fue siempre fructuosa, porque en su corazón tubo mucho amor por Dios y por los hombres.
En la catedral de Monza confesó por mucho tiempo, cada día, por 50 años; fue verdadero mártir del confesionario.
Siempre acogió con admirable paciencia a personas afligidas que pedían consejo, consuelo; sus bendiciones obtuvieron gracias del Señor.
Quiso mucho a los enfermos, especialmente a los más necesitados espiritualmente. Su caridad fue inmensa: era el hombre de todos.
La pública opinión siempre lo consideró como el mejor de los ciudadanos monzesi.
De 1893 a 1916 y aún en el 1923 don Talamoni participó en el Consejo municipal de Monza porque la población lo estimó y lo quiso; también los adversarios reconocieron su superioridad moral. A él estaba confiado el bien de los conciudadanos: fue realmente «Padre del pueblo».
Mons. Luis Talamoni vivió en tiempos muy difíciles por la situación de la Nación y por las luchas de pensamiento: fue clara y fuerte su fe, su comunión con el Papa y con el Arzobispo.
Fue incansable en procurar los intereses de las almas y los cuerpos de sus hermanos, Fruto de la caridad de este beato Sacerdote es la Congregación delle Suore Misericordine que continúan su obra de misericordia en la asistencia a los enfermos y privilegiar el hombre en situaciones de necesidad y malestar.
La vivísima, fama de santidad de Mons. Luis Talamoni, muerto el 31 de enero de 1926, ha llevado en el 1952 al inicio del proceso de canonización.
El día 11 de julio de 1992 el Santo Padre Juan Pablo II proclama oficialmente la Venerabilidad y el 12 de abril 2003 promulga el decreto de reconocimiento del milagro para la Beatificación.
Fue beatificado el 21 de marzo de 2004.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

SÃO TEODORO DE PAVIA

Bispo (700-778)

S. Teodoro nasceu no ano de 700 em Bolonha, na Itália. O Senhor dotou-o dum engenho claro e pouco comum, assim como de índole dócil e carácter humilde. As sagradas letras, fonte inesgotável de todo o saber, foram estudadas por Teodoro com admirável fruto. Como as suas virtudes eram sólidas em alto grau, foi, com  particular satisfação de todos, ordenado padre. Logo que vagou a sede episcopal de Pavia, foi aclamado por unanimidade prelado daquela igreja. O papa S. Zacarias (741-752) consagrou Teodoro. O clero e o povo receberam-no com mostras inequívocas de júbilo, porque bem conheciam a sua grande santidade. No desempenho das suas funções, mostrou ser verdadeiro sucessor dos Apóstolos. reverenciado pelas suas ovelhas, rico de graças do Senhor e respirando suave e doce tranquilidade, adormeceu no Senhor em 778. www.jesuitas.pt

http://es.catholic.net/santoral  e   www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução incompleta de espanhol para português por António Fonseca