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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Nº 1016 - 26 DE MAIO DE 2010 - SANTOS DO DIA

Felipe Néri, Santo
Maio 26   -  Apóstolo de Roma

Felipe Neri, Santo

Felipe Néri, Santo

Apóstolo de Roma

Filho dum notário, Filipe nasceu em 1515 e cedo ficou órfão. O seu proceder entre os mocinhos florentinos foi tal que lhe mereceu o nome de «Pippo bono», Filipe bom. Na adolescência gosto de poesia e música, como igualmente das belezas do campo. Aos 18 anos foi enviado para casa dum tio comerciante em São Germano, perto de Cassino; mais, porém, que pelo balcão, foi ele atraído pela gloriosa Abadia. É o santo padroeiro das Forças Especiais do Exercito dos EE.UU.; de Roma, Itália; Embora muito crente e fervoroso, não era, contudo, de tipo beneditino. Três anos mais tarde, transferiu-se para Roma, onde seguiu os cursos da Sapienza (universidade) e entregou-se a uma espécie de pregação ambulante, cheia de espírito, de bonomia e também de júbilo, que lhe conquistou a simpatia da cidade inteira, tanto que foi chamado «o apóstolo de Roma». Tinha fisionomia essencialmente italiana pela espontaneidade, o natural, a vivacidade, sendo o «mais italiano de todos os santos!» Quando saiu de São Girólamo para ir para a Vallicella, também em Roma, cedeu o quarto a São João Leonardi. Deixou-lhe também a gata, com medo que ela não se desse na Vallicela. E recomendou: «Pensai nela e tratai-a bem, pois eu quero a todo o custo que ela continue a ser feliz». Frequentava os bairros mais pobres, os hospitais mais abandonados, as prisões mais medonhas, levando a toda a parte a argúcia florentina, juntamente com a mais amável caridade cristã. Recolhia à sua volta turmas de rapazes desgrenhados e asselvajados; fazia-os cantar, tendo instituído o «Oratório do divino amor», chamado Oratório porque nele se rezava, se orava, mas não só; lá foi criado o drama lírico sobre palavras religiosas, com solos, coros e orquestra; ainda hoje se conserva este sentido musical da palavra. A fim de prolongarem estes apostolados, fundou Filipe os Padres Oratorianos, sociedade de sacerdotes seculares sem qualquer voto, depois implantados também noutras terras e noutros países, e abrangendo homens como o Cardeal Barónio, o Padre Manuel Bernardes, o cardeal Newman, etc. . Aos jovens , Filipe Néri divertia-os, educava-os, instruía-os. Dizia-lhes, nos momentos de maior turbulência: «estai algum tempo quietos, se sois capazes!» A quem lhe fazia notar a excessiva turbulência dos seus jovens, o santo, como verdadeiro educador, respondia: «Contanto que não façam pecados, de boas vontade suportarei que rachem lenha em cima das minhas costas». E à rapaziada dizia: «Felizes vós, que tendes tempo para fazer ainda tanto bem!» Para estes rapazes, para a saúde dos corpos e das almas, pedia pelas portas dos mais sumptuosos palácios. Certo dia, um senhor, enfastiado com as suas pedinchas, deu-lhe uma bofetada. Filipe não se perturbou: «Isto é para mim – disse sorrindo – e agradeço-lho. Agora dê-me alguma coisa para os meus rapazes». A graça celestial inundava-lhe a alma, tanto que o levava a dizer: «Retirai-vos Senhor, retirai-vos. detende a onda da vossa graça». Por outro lado, pedia ao Senhor que o ajudasse: «Conservai a vossa mão em cima da minha cabeça – dizia com argúcia – doutro modo Filipe, sem a vossa ajuda, faz alguma das suas!» À sua volta realizam-se prodígios. Durante a Missa é levantado!. E ele, a fim de não dar espectáculo, lê as Facécias de Pievano Arlotto, para «voltar á terra». Dedica-se à reforma católica, mas não transformando-se em profeta de infortúnios ou em eterno acusador. Só o amor de Deus e a santidade podem aliviar a Igreja. «É possível – diz ele – restaurar as instituições humanas com a santidade , não restaurar a santidade com as instituições».Os seus ditos e ensinamentos estão sempre cheios de sorridente e profunda sabedoria: «Não procureis nunca fugir àquela Cruz que Deus vos manda, porque seguramente encontrareis outra maior». Ou, falando dos sofrimentos que temos de suportar no mundo: «A quem não entra no inferno estando vivo, corre grande risco de lá cair depois de morto». Terminadas as cerimónias religiosas, despedia-se dos fieis dizendo: «Coragem a vossa hora de oração está acabada, mas não está acabado o tempo de praticar o bem!» A uma pessoa que lhe mostrava o livro da própria nobreza, dizia, sem se agastar mas com subtil ironia: «É mais importante o livro da vida eterna». Amado, admirado e venerado pelos vários papas, S. Filipe Néri sempre recusou o cardinalato. Tinha 80 anos quando caiu doente. Dizia: «Vós Senhor, na Cruz, e eu numa campa limpa , cómoda, com  tanta gente à minha volta para curar-me». Quando lhe traziam a sagrada Comunhão, exclamava todo contente: «Cá está o meu remédio». Depois de morto, os médicos puderam verificar que o seu coração era insolitamente volumoso, e que duas costelas se tinham curvado e fracturado para deixar livres as pulsações cardíacas, cheias de amor para com Deus e para com os homens. Deste Santo – como de São João de Ávila, António Maria Claret e outros – conta-se, em suas vidas, que eles, ao verem pessoas a sair da igreja logo depois de comungar , sem darem antes acção de graças, mandavam meninos de coro com velas para acompanharem, esses cristãos apressados, que saiam da igreja conservando ainda Nosso senhor Jesus Cristo no peito. www.jesuitas.pt. Ver também http://es.catholic.net/santoral

Mariana (ou Maria Ana) de Jesús de Paredes, Santa
Maio 26   -  A Açucena de Quito

Mariana de Jesús de Paredes, Santa

Mariana de Jesús de Paredes, Santa

A Açucena de Quito

Mariana (ou Maria Ana) de Jesús Paredes y Flores, nasceu em Quito (Equador) a 31 de Outubro de 1618. Morreu-lhe o pai quando tinha quatro anos e perdeu a mãe dois anos mais tarde. Foi recolhida pela irmã mais velha, já casada, que a educou com as suas filhas; a jovem tia consagrou especial afecto à sobrinha Joana, que tinha a sua mesma idade. Desde a infância, mostrou Maria Ana uma piedade e um amor à mortificação enormes; organizava procissõezinhas com as companheiras., rezava o terço e fazia a Via Sacra: e não eram infantilidades, pois a irmã teve a surpresa de descobrir um dia, ao despi-la, que ela trazia um cilício fabricado com filhas pontiagudas. Já se sabia que ela se escondia para tomar a disciplina com urtigas. Ao mesmo tempo, a irmã apresentou-a ao Padre João Camacho, jesuíta, que decidiu bem poder fazer ela a primeira comunhão na idade de sete anos. Isto uns três séculos antes de S. Pio X a ter adiantado aproximadamente para essa idade! E ela não quis esperar mais para fazer o voto de virgindade e para tomar o nome de Maria Ana de Jesus, a fim de mostrar que não desejava viver para outro. O padre Camacho iniciou-a nos exercícios de Santo Inácio, que ela assimilou, e as suas austeridades acentuaram-se com jejuns rigorosos. A vida em Quito parecia-lhe demasiado fácil, queria pregar o Evangelho. Preparou, com a sobrinha Joana e uma amiga, uma expedição que a levasse aos índios Mainas; tinha conseguido as chaves de casa para sair de noite mas, ao contrário de seu hábito, adormeceu até de manhã e o projecto gorou-se. Renunciando às missões, pensou em retirar-se, com as suas amigas queridíssimas, para um  oratoriozinho abandonado, erguido anteriormente no Pichincha para colocar sob a protecção da Virgem Maria a gente exposta aos furores desse terrível vulcão; as três amiguinhas foram detidas no caminho por um touro que lhes impediu obstinadamente a passagem. Diante duma vocação que, numa criança de doze anos, tomava formas tão extraordinárias, o cunhado e a irmã de Maria Ana julgaram que ela precisava de ser enquadrada a sério. Propuseram-lhe entrar nas Dominicanas ou nas Franciscanas. Gostava dumas e doutras, mas decidiu-se pelas segundas. Quando, porém, tudo estava pronto, ela declarou que Deus não queria. Foi escolhida uma solução bem diferente: o cunhado e a irmã deram-lhe três quartinhos na casa. Maria Ana quis que fossem mobilados à sua maneira; uma cama formada com  pedaços de madeira triangulares, uma cruz coberta de espinhos, um caixão da sua altura, disciplinas, cilícios e, em cima dum altarzinho, uma estátua do Menino Jesus e outra de Nossa Senhora; para estar sossegada, mandou colocar valentes ferrolhos. Adoptou como hábito um vestido preto, feito do pano que os Jesuítas usavam para as batinas, apertado na cinta por uma faixa; e cobriu a cabeça com um véu de lã preta. Passava recolhida a maior parte do tempo, mas saía cada dia para ir à Missa na capela dos mesmos Padres, para se ocupar dos pobres e para servir a sua família em cada refeição, sem provar nenhum prato. No princípio bastaram-lhe pão, legumes e fruta; depois, ficou só com pão e um copo de água, à tarde; por último, a Comunhão foi muitas vezes o seu único alimento. Com este regime, tanto emagreceu que toda a gente se compadecia dela. Para ficar descansada, pediu a Deus que lhe desse as aparências duma saúde em flor: e foi ouvida. As suas austeridades terríveis não lhe alteraram o carácter. Gostava der cantar tocando guitarra, ocupava-se em consolar os infelizes,  e foi para bem deles que se pôs a fazer milagres: curou a filha da sobrinha Joana, que rachara a cabeça com o coice duma mula, deu a sua irmã a alegria de dar à luz uma linda menina quando se tinha perdido toda a esperança, reconciliou pares de índios ou pretos, e reanimou uma pobre índia estrangulada e abandonada na floresta pelo marido. Todavia, o seu pobre corpo não podia resistir a tal regime. os médicos não descobriram outro remédio senão sangrias múltiplas, nas quais ela via uma imagem de martírio, mas que a foram sempre esgotando. Devorada pela febre, privava-se de beber, mesmo água, algumas vezes quinze dias seguidos. O demónio maltratava-a mas ela tinha descoberto um grande amigo da sua alma no irmão coadjutor jesuíta Fernando da Cruz, que, por caso excepcional na história da Companhia,  desempenhou junto dela o papel de verdadeiro director. Em 1645, a cidade de Quito foi assolada, ao mesmo tempo, por tremores de terra e uma epidemia, que aterrorizaram todos os habitantes. Maria Ana, a 25 de Março, ofereceu-se como vítima à Justiça Divina para que desviasse da cidade o duplo flagelo: os tremores de terra e a peste. No dia seguinte caiu gravemente doente, mas cessou logo a peste e a terra não mais tremeu. Morreu dois meses mais tarde, a 26 de Maio do mesmo ano. Aquela a quem chamavam já «a açucena de Quito» foi enterrada triunfalmente na igreja dos jesuitas. Foi beatificada por Pio IX em 1850, e canonizada por Pio XII, em 1950. É a primeira santa da república do Equador, que a proclamou heroína nacional. www.jesuitas.pt

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Pedro Sanz y Jordá, Santo
Maio 26   -  Mártir

Pedro Sanz y Jordá, Santo

Pedro Sanz y Jordá, Santo

Mártir

Martirológio Romano: Em Fuzhou, em Fujian, província de China, são Pedro Sans e Jordá, bispo da Ordem de Pregadores e mártir, o qual, havendo sido detido junto com outros sacerdotes e levado preso até ao tribunal através de um longo recurso, se ajoelhou no lugar do suplício e, terminada sua oração, ofereceu de boa vontade seu pescoço ao machado (1747).
Etimologicamente: Pedro = Aquele que é firme como a pedra, é de origem latino.

Pedro Sanz nasceu em 3 de Setembro de 1680 em Ascó, vila do bispado de Tortosa; seus pais foram Andrés Sanz e Catalina Jordá; de Ascó passou a Lérida. Sob o abrigo de um tio seu que era capelão catedralicio, e em Lérida tomou o hábito de dominicano em 1697, ordenando-se sacerdote em 20 de Setembro de 1704; em 1708 foi destinado a Santo Ildefonso de Saragoça e em 21 de Julho de 1712 sai de Saragoça caminho de Cádis, porto de onde zarpavam todas as expedições de missionários dominicanos para o Novo Mundo e para Oriente; em 16 de Setembro saiu de Cádiz; em 2 de Dezembro chega a Vera Cruz; em 5 de Abril de 1713 zarpa de Acapulco e arriba a Manila, vencido já o verão desse ano; em 12 de Junho de 1715 zarpa novamente rumo à China, chegando dias depois a suas ribeiras como um contrabandista com o divino contrabando de amor e do Evangelho.
Estos cinco intrépidos misioneros aguantaron el vendaval de las más crudas persecuciones. En contacto unos con otros, sin perder el temple de su fortaleza heroica, huyendo de villa en villa, con sagrados por entero a su labor apostólica, mantuvieron encendida la llama de la fe en la provincia de Fokién. Una y otra vez se embravecía la tormenta; pero ellos no conocían el miedo. Las relaciones que periódicamente enviaban a sus superiores y las cartas a sus amigos son un estupendo testimonio del espíritu con que evangelizaban, desafiando a la muerte con una alegría divina. La misión había sido fundada en 1556 por el padre Gaspar de la Cruz; las persecuciones la habían sacudido con furia diabólica; en 1643 se apuntaló espiritualmente con la muerte del protomártir de China: el Beato Franciscano Capillas. Pero nunca había atravesado una época de tanta hostilidad como en estos años del siglo XVIII. Según narra el Beato Alcover, era un milagro continuar viviendo; pero estaban todos embargados de gozo en medio de las tribulaciones.
En 1735 falleció el emperador Yung-Ching y le sucedió Kien-Lung. La tregua de los días de la sucesión fue corta; los misioneros se distribuyeron entre Fogán, Focheu, Moyang y Kan-Kiapán. El padre Sanz había sido nombrado vicario apostólico y consagrado obispo titular de Mauricastro en 1730. Al padre Alcover le ofreció el padre provincial el cargo de procurador de las misiones, con residencia en la colonia portuguesa de Macao, pero renunció, rogando que le dejase en campaña; más tarde aceptó el nombra- miento de vicario provincial.
El nuevo emperador prohibió la práctica de la religión católica en sus anchurosos dominios. El ministerio se complicó de tal manera que los misioneros tenían que salir de noche a ejercerlo y disfrazarse con trajes y oficios humildes y guarecerse en los montes para huir de la enconada búsqueda de los mandarines, que habían puesto a precio sus cabezas.
Las escenas más emocionantes se suceden como en una novela de aventuras a lo divino. El padre Alcover cuenta que andaba de un lugar para otro con sólo el breviario y una estampa de la Virgen de las Angustias, sin poder decir misa casi nunca. No se veían unos a otros más que de año en año. Una noche se subió a un árbol en un bosque para huir de las alimañas, y tuvo que atarse para sostenerse; creyó que había llegado su hora y entonó el Miserere; con sorpresa oyó que le respondían a coro; era el padre Serrano que había hecho lo mismo; esperaron al alba por temor a las fieras, se abrazaron y volvieron a despedirse.
Por fin, en 1746, el virrey de Focheu, Cheu-Kio-Kien, organizó la caza de los valerosos misioneros utilizando los informes de un apóstata. El 25 de junio, entre once y doce de la noche, cayó prisionero el padre Alcover; el 27, los padres Serrano y Díaz; el 2 de julio, el padre Sanz, y el 3, el padre Royo.
El 5 de julio están ya los cinco en la cárcel de Fogán; custodiados de soldadesca, ello llegan a Focheu. El 19 empieza un primer proceso; los jueces dictan sentencia absolutoria, pero el virrey monta en ira, depone a los jueces y nombra un nuevo tribunal, que empieza a actuar el 27 de agosto. De antemano estaba dada la sentencia de muerte. Mientras Cheu-Kio-Kien es galardonado con el cargo de jefe de los virreyes en la corte imperial; le sucede Coc, tan Herodes como él.
El 26 de mayo de 1747 la catana siega, en las afueras de la ciudad, la vida madura del padre Sanz; los otros cuatro esperan contentos que les llegue la hora; el padre Serrano es nombrado vicario apostólico y obispo titular de Tipasitania. No sueñan con honores, sino con martirios. Los cuatro son herrados en la cara con los caracteres Chan-Fan, es decir, "reo de muerte". Y el 28 de octubre de 1748, al atardecer, los cuatro prisioneros fueron degollados en sus respectivos calabozos. En el suelo, cuatro cadáveres; pero sus almas, con palmas recién estrenadas, se juntaron en la gloria con el coro de los testigos de la verdad.
El ejemplo de aquellos campeones de la fe llenó de asombro y admiración a toda la Iglesia militante. El rey católico Fernando VI escribió al provincial de los dominicos a Manila manifestándole que era un gran " honor a estos mis dominios de España el que hayan sido de su misma nación los religiosos que ofrecieron gustosos sus vidas, rubricando con su sangre la infalible verdad de nuestra religión". El padre provincial envió al padre Juan de Santa María, natural de aquel país, a rescatar los restos de los mártires. Tras mil peripecias, logró recoger los huesos calcinados, que fueron objeto de un apoteósico recibimiento en Manila. Benedicto XIV, que había seguido con desvelo la aventura, en dos alocuciones a los cardenales encomió su fortaleza inconmovible; en la primera los llamó " mártires designados", cuando aún vivían en aquella tierra áspera de Focheu; después de su martirio, en la segunda alocución, los calificó de "mártires consumados", reservando a sus sucesores el que los declararan " mártires vindicados", o sea, que los elevasen a la gloria de los altares.
Fue beatificado el 14 de mayo de 1893 por el Papa León XIII, y canonizado el 1 de octubre de 2000 por S.S. Juan Pablo II.

Francisco Patrizi de Siena, Beato
Maio 26   -  Presbítero Servita

Francisco Patrizi de Siena, Beato

Francisco Patrizi de Siena, Beato

Presbítero Servita

Martirológio Romano: Em Siena, de Toscana, beato Francisco Patrizi, presbítero da Ordem dos Servos de María, que com admirável zelo se entregou à pregação, a direcção espiritual e o ministério da penitência (1328).
Etimologicamente: Francisco = Aquele que porta a bandeira, é de origem germânico.

O beato Francisco nasceu em Siena no ano 1266.
Su piadosos padres fueron Arrighetto y Raynaldesca. Según leemos en un escrito de fray Cristóbal de Parma, que fue su compañero y padre espiritual, Francisco siendo de corta edad, acudía con frecuencia a la iglesia y escuchaba asiduamente la palabra de Dios.
Embriagado por la elocuencia de fray Ambrosio Sansedonio, predicador insigne, e impresionado por sus palabras, con las que en otro tiempo había ensalzado con gran fervor las excelencias de la vida solitaria y dedicada a la oración, determinó retirarse a vivir en soledad. Pero lo retuvo el amor a su madre, que estaba ciega, y a quien cuidó con gran cariño.
Al morir ésta, cuando él tenía veintidós años y con la posibilidad de realizar su ardiente deseo de vida eremítica, le pareció oír una voz interior que le sugería: “El mal no está en el trato con los hombres, sino en la imitación de sus vicios” y que Dios vería con agrado que se dedicara, con la palabra y el ejemplo, a conducir a los hombres por el camino del bien.
Entonces él, que ya desde la niñez había elegido a “la gloriosa Virgen como especial Madre y señora” y le había profesado siempre una gran reverencia, tanto en el alma como en el cuerpo, pidió y fue admitido en la Orden de los Siervos de santa María.
En el trato fraterno, aumentaron aún aquellas virtudes que habían adornado el alma de Francisco cuando vivía en el mundo: la caridad para con todos, el amor a la penitencia y a la pobreza, la humildad de corazón, la guarda de la castidad, la paciencia en las adversidades, la filial devoción a la santísima Virgen, a la que llamaba Señora y a la que invocaba con mucha frecuencia por su dulcísimo nombre.
Ordenado sacerdote, mostró un gran amor a la Eucaristía, y así, cuando celebraba, se le veía tan inundado de gozo y alegría que “cualquiera hubiese creído – dice su biógrafo – que vía sin el velo de los sacramentos a Cristo glorioso encarnado”. Tuvo un particular interés en explicar la palabra de Dios, y, para hacerlo con más eficacia, se preparaba más con la oración que con los libros, ya que estaba persuadido de que no la erudición sino la unción, no la ciencia sino la conciencia, no los escritos sino la caridad enseñan la verdadera teología.
Era tanta su entrega en la celebración del sacramento de la penitencia, en el dar saludables consejos, en el apaciguar las discordias, en ayudar a los necesitados, en atender a los enfermos, que acudían a él hombres y mujeres de toda edad y condición.
A la edad de sesenta y tres años, poco antes de la solemnidad de la Ascensión del Señor, presintió que se acercaba la hora de su muerte. Entonces, como el que se dispone a emprender un viaje, dispuso en orden a sus libros y enseres personales, visitó y bendijo a sus hijos espirituales. La vigilia de la Ascensión quiso comer con la comunidad, en señal de fraternidad y de despedida.
El día de la Ascensión – según refiere fray Cristóbal de Parma – purificó su alma con el sacramento de la penitencia; luego, aunque estaba casi extenuado, celebró la santa misa y con el permiso del prior se puso en camino hacia el pueblo de Prisciano, situado en las inmediaciones de Siena, para predicar allí la palabra de Dios. El biógrafo citado parece haber querido expresar el sentido y la índole de toda la vida del beato Francisco, al representarlo, a punto de morir, cumpliendo en el camino un deber de reverencia para con la Virgen: “Salió al encuentro del siervo de Dios una mujer desconocida, la cual, desde una casa de campo se le aproximó con un ramo de rosas, y le dijo: ‘Fray Francisco, aceptad estas rosas’. El siervo de Dios las recibió de buen grado de sus manos y, haciendo acopio de todas sus fuerzas, las llevó a una imagen de la Virgen gloriosa que estaba pintada en una ermita que allí había y , habiendo comenzado la salutación angélica, poco a poco hincó en tierra la rodilla derecha y a continuación se desplomó todo él por el lado derecho, ofreciéndose a sí mismo, como flor y lirio, él que era virgen, a la Virgen, en la inminencia de su muerte”.
Francisco fue llevado medio muerto al convento y allí, en presencia de los frailes, expiró, el 26 de mayo de 1328. Su cuerpo fue sepultado con honor en la basílica de Santa María de los Siervos en Siena. Benedicto XIV confirmó su culto el año 1743.
(Texto tomado del "Propio del Oficio de la Orden de los Siervos de Maria")

ORACION
Infunde, Señor, en nosotros
la suave piedad y el amor fuerte
con que tu siervo Francisco
veneró a la Madre de tu Hijo
y se entregó a la dirección espiritual
de tu pueblo.
Por Jesucristo nuestro Señor.
Amén.

• Andrés Franchi, Beato
Maio 26   -  Bispo

Andrés Franchi, Beato

Andrés Franchi, Beato

Bispo

Martirológio Romano: Em Pistoya, da Toscana, beato Andrés Franchi, bispo, que, depois da peste negra, como prior da Ordem de Pregadores reformou a vida regular nos conventos de sua Ordem nesta região e aprovou em sua cidade as confrarias de penitentes, para favorecer a paz e a misericórdia (1401).
Etimologicamente: Andrès = Aquele que é um Homem viril, é de origem grego.

Nasce em Pistoya (Itália) em 1335 da nobre família dos Franchi ou de Boccagni e aos catorze anos entra na Ordem no convento de Santa María Novella de Florença, onde faz seus estudos.
Foi um dos restauradores da vida religiosa depois da decadência provocada por causa da peste negra.
Foi prior de Pistoya (1370), de Lucca e Orvieto (1371-1375). Em Pistoya organizou um grupo de artesãos que se dedicavam com eficácia à caridade com os necessitados com o nome de “Companhia dos Magos” e ali fundou uma farmácia para os pobres.
Nomeado bispo de sua cidade natal foi esforçado promotor de sua pacificação. Foi de grande eficácia pastoral, especialmente por suas visitas pastorais e pela assistência caritativa. Foi excelente na piedade, na austeridade e na pregação. Sua piedade se centrava especialmente na devoção ao mistério do Menino Jesús com sua Mãe e os Magos. Recebia na sua mesa a peregrinos e forasteiros e lhes lavava os pés e ele próprio os servia.
Fomentou na cidade obras magníficas devido a sua preparação cultural e dedicação às artes liberais. Depois de dezoito anos de ministério pastoral apresentou sua demissão em 1400 e se retirou para o convento de Pistoya, onde viveu com suma simplicidade até sua morte em 26 de Maio de 1401.
Seu corpo se venera no convento de
Santo Domingo de Pistoya.
Seu culto foi confirmado por Bento XV em 23 de Novembro de 1921.

Eleutério, Santo
Maio 26   -  Mártir e Papa

Eleuterio, Santo

Eleutério, Santo

XIII Papa

Martirológio Romano: Em Roma, santo Eleutério, papa, a que os famosos mártires de Lyon, então presos, escreveram uma célebre carta para que mantivesse a paz na Igreja (189).
Etimologicamente: Eleutério = Aquele que se comporta com generosidade e liberdade, é de origem grega.

Santo Eleutério, natural de Nicópolis, cidade de Grécia, diácono e discípulo do Santo Pontífice Aniceto, sucedeu a São Sotero no pontificado no ano 175.Teve em seu tempo alguma paz e tranquilidade a Igreja, e com esta quietude se ia multiplicando maravilhosamente, e em Roma muitos cavaleiros e senhores, cansados já da superstição de seus vãos deuses e da crueldade e abominações de seus imperadores, pela doutrina e pregação do Santo Pontífice Eleutério, recebiam a luz do Evangelho e se convertiam ao Senhor.
Y no menos en las otras provincias y reinos descubría sus claros rayos y resplandores nuestra Santa Religión; particularmente se vio esto en Britannia, que ahora llamamos Inglaterra, porque Lucio su rey, habiendo entendido la santa vida y milagros de los cristianos, y, que poco antes Marco Aurelio emperador había alcanzado por oración de ellos una gran victoria contra los marcomanos, y que por esto permitían que viviesen en su ley y que algunos caballeros y senadores romanos se habían bautizado y seguido al estandarte de Cristo, movido del mismo Señor, envió solemne embajada con Elvano y Meduino, criados suyos, a San Eleuterio, suplicándole que le enviase algunos ministros suyos, para que a él y a toda su casa y reino hiciese cristianos y los reconociese como a ovejas suyas y del rebaño del Señor.
No se puede creer la alegría que el Santo Pontífice Eleuterio recibió con esta embajada; y para cumplimiento de lo que por ella se pedía, envió a Fugacio y Donacio, que otros llaman Damiano, varones dignos de tan grande empresa, a Britannia, para que enseñasen los misterios de nuestra San Fe a Lucio y a su reino, y con el agua del santo bautismo los reengendrasen en Cristo. Ellos fueron, y lo hicieron, y todo conforme al deseo y orden de Eleuterio; y el rey se bautizó y fue Santo, y como de tal hace mención de él el Martirologio romano a los 3 de diciembre, y su reino públicamente aceptó la fe de Jesús, y fue el primero del mundo que por público decreto y común parecer de los moradores de él recibió y profesó la religión cristiana; puesto caso que en España y Francia, y en los otros reinos y provincias, ya había en este tiempo muchos cristianos. Esta conversión de Lucio fue en el año de 183, según el cardenal Baronio.
Con la paz que tuvo la Iglesia en este tiempo, se levantaron algunos herejes que la turbaron, como los Valentinianos, Marcionistas, Severianos, y otros más; a los cuales el Pontífice Eleuterio resistió valerosamente, y fue ayudado de San Ireneo, discípulo de San Policarpo, y de Papías, que habían enviado de la Iglesia de Lyon de Francia, y en el tiempo que estuvo en ella escribió contra los herejes, y les hizo la guerra como varón doctísimo, confutando los disparates que ellos enseñaban, con la doctrina y tradiciones apostólica que él había aprendido; y después volvió a Lyon, de donde fue obispo y mártir gloriosísimo.
Y porque algunos herejes enseñaban que Dios había creado muchas cosas malas, y que no se había de comer algunos manjares, por ser tales, Eleuterio mandó que nadie desechara por superstición género alguno de manjar de las creaturas que Dios hizo para servicio del hombre; no porque no sea lícito y loable de abstenerse de manjares regalados y gustosos para mortificar y refrenar la carne y sus apetitos, o porque no se deba obedecer a la Iglesia cuando nos manda abstenernos de ellos en los días de ayuno, que esto es necesario, sino porque no se han de desechar, por pensar que son malos de su naturaleza.
Ordenó asimismo que ningún sacerdote fuera depuesto, sin que primero fuese legítimamente convencido de algún grave delito, y que ningún ausente fuese condenado antes de ser oído; pues Cristo no condenó, ni dejó de comulgar a Judas, con saber quién era, porque aún no era notorio su pecado. Dió tres veces órdenes en el mes de diciembre, y en ellas ordenó 12 presbíteros, 8 diáconos y 15 obispos; y después de haber gobernado santamente la Iglesia romana, fue martirizado, dando su vida por Cristo, siendo Cómodo emperador, aunque los Martirológios romanos antiguos no declaran con que género de muerte fue coronado. Su cuerpo fue sepultado en el Vaticano.

http://es.catholic.net/santoral  e  www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução parcial, de espanhol para português por António Fonseca