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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Nº 1029 - 7 DE JUNHO DE 2010 - SANTO DO DIA

 

Isaac e companheiros, Mártires
Junho 7   -  Mártires

Isaac y compañeros, Mártires

Isaac e companheiros, Mártires

Mártires

Na cidade os mouros estão cansados de matar; os cristãos que convivem ali estão cansados também de aguentar insolências e de sofrer humilhações com perigo. Bastantes vão preferindo a saída e se instalam nos arredores, ocupando as covas da montanha onde vivem como ermitãos. São mais do que se esperava; quase se pode dizer que formaram um cinturão cercando a cidade dos emires. Com frequência recebem a visita de Eulógio que os conforta com a palavra clara, forte e enérgica que deixa em suas almas registos de maior entrega a Deus, misturada com desejos de fidelidade à fé cristã e aos direitos da pátria.
Grande parte deles avivam na alma desejos sinceros de perfeição. Passam o dia e a noite repetindo os costumes ascéticos dos antigos anacoretas entre a meditação e o louvor. As numerosas ermidas da montanha formam um grande mosteiro que segue a Regra dos antigos e passados reformadores visigóticos Leandro, Isidoro, Frutuoso e Valério que muito provavelmente recopiaram, adaptando-as, as primeiras regras cenobitas dos orientais recolhidas por Pacómio, Cassiano, Agostinho e Bento. O mais importante é o
Tabanense.
Estalou a tormenta com o martírio do sacerdote cordobês Perfeito que foi arrastado ao tribunal, condenado e degolado.
Há revolta na cidade e protestos e indignação no campo. Há nascido um sentimento por muito tempo tapado; muitos, cheios de ânimo, se lançam em público a maldizer ao Profeta e se mostram desejosos de morrer pela justiça e a verdade. O próprio Eulógio pretendeu serenar os ânimos, mas de todos modos sustenta que «ninguém pode deter aqueles que vão ao martírio inspirados pelo Espírito Santo».
Isaac é  um jovem sacerdote de Tábanos, filho de família ilustre cordobesa; de boa educação, conhecedor excelente do árabe, hábil nos negócios, servidor na administração de Abderramán e de suas rendas. Mas amargurado em casa de seu amo pela insolência dos dominantes, por sua prepotência altaneira, ou talvez por escrúpulos de consciência, decidiu ir e entrar em Tábanos onde o tratou Eulógio. Agora, indignado pela perseguição dos muçulmanos, toma a decisão de se apresentar ao cadí com a intenção de ridiculizar a injustiça e acabar no martírio.
Simula querer ter razões para aceitar a religião do Profeta e as pede com ironia e sarcasmo ao juiz que cai na ratoeira. Tão de plano recusa ante o público reunido a mentira do Profeta, a baixeza da vida do maometano e a falsidade da felicidade prometida que, ressaltando a verdade do Crucificado, a dignidade que pede a seus fieis e a verdade do único Céu prometido, que, fora de si o improvisado e teimoso mestre, esbofeteia a Isaac, contra a lei e os usos. 
A crónica do sucesso narrada por Eulógio coincide com a versão árabe relatada nas Histórias dos juízes de Córdoba, de Alioxaní, pelo que sabemos até o nome do cadí, Said-ben Soleiman el Gafaquí, que o julgou. Abderramán II mandou aplicar o rigor da lei a seu antigo servidor; e para que os cristãos não pudessem fazer de seu cadáver um estandarte dando-lhe veneração, o manteve dois dias na forca, o fez queimar e espalhar depois suas cinzas pelo rio Guadalquivir. Foi martirizado em 7 de Junho de 851.
Isso sucedeu em quarta-feira 3 de Junho. Dois dias mais tarde, o mártir é Sancho, um jovem admirador de Eulógio, nascido perto dos Pirenéus, que era um escravo da guarda do sultão; a este, por ser culpado de alta traição além de ímpio, o estenderam no chão meteram o seu corpo numa comprida estaca, levantaram-no ao alto e assim morreu após longa agonia; essa era a morte dos empalados.
Seis homens que vestiam cogula monacal se apresentaram no domingo, dia 7, ante o juiz muçulmano, dizendo-lhe: «Nós repetimos o mesmo que nossos irmãos Isaac e Sancho; muito nos pesa de vossa ignorância, mas devemos dizer-vos que sois uns iludidos, que viveis miseravelmente enganados por um homem malvado e perverso. Dita sentença, imagina tormentos, deita mão de todos teus verdugos para vingar a teu profeta». Eram Pedro, um jovem sacerdote e Walabonso, diácono, nascido em Niebla, ambos do mosteiro de Santa María de Cuteclara; outros dois, Sabiniano e Wistremundo, pertenciam ao mosteiro de Armelata; Jeremias era um ancião cordobés que havia sido rico em seus bons tempos, mas havia sabido adaptar seu corpo aos rigores da penitência no mosteiro de Tábanos que ajudou a construir com sua fortuna pessoal e já só lhe restava esperar o Céu e, outro tabanense mais, Habêncio, morreram decapitados.
Em uns dias, oito homens foram mártires de Cristo. Isaac,Sancho, Pedro, Walabonso, Sabiniano, Wistremundo, Jeremias e Habêncio.

Curiosamente no passado dia 3 do corrente mês esta biografia foi aqui publicada, mediante transcrição feita através do Livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

• María Teresa de Soubiran, Santa
Junio 7   -  Fundadora

María Teresa de Soubiran, Santa

María Teresa de Soubiran, Santa

Fundadora da Sociedade de María Auxiliadora

A familia Soubiran pertencia à antiga nobreza. Suas origens datam pelo menos do século XIII, e entre seus antecessores indirectos se contam São Luis de França, Santo Eleazar de Sabran e sua esposa a Beata Delfina, Santa Rosalina de Villeneuve, Santa Isabel de Hungría e boa parte das famílias reais de Europa. No segundo quarto do século XIX, o chefe da família Soubiran era José de Soubiran la Louviere, que vivia em Castelnaudary, perto de Carcassone. José se casou com Noemí de Gélis de l´Isle d´Albi. Sofía Teresa Agustina María, segunda filha deste matrimónio, nasceu em 16 de Maio de 1835.
Os Soubiran mantinham as tradições religiosas da família, ainda que numa forma que reflectia mais a severidade que a alegria do cristianismo. Sofía, dirigida por seu tio, o canónico Luis de Soubiran, se sentiu cedo chamada à vida religiosa. Na congregação mariana sob a direcção do canónico, havia outras jovens que se sentiam também chamadas por Deus. Quando Sofía tinha dezanove anos, Dom Luis determinou fundar uma comunidade de "beguinas", quer dizer, de mulheres que vivessem em comunidade com votos temporais de castidade e obediência. Mas Sofía não acreditava que essa fosse sua vocação, já que as "beguinas" gozavam de muita liberdade e podiam volver ao mundo no momento em que o desejassem. Ela se sentia mais inclinada à austeridade e à vida retirada do Carmelo. Sem embargo, ao cabo de um período de vacilações e de solicitar conselhos, decidiu finalmente juntar-se aos desejos de seu tio. Assim pois, se mudou  para Gante para estudar o género de vida das "beguinas" e, à sua volta, foi nomeada superiora da comunidade de Castelnaudary, que então inaugurou seu tio o canónico. Estes acontecimentos tiveram lugar entre 1854 e 1855.
En los años siguientes, la nueva fundación prosperó, aunque en una forma bastante diferente a la de los "beguinatos" belgas, ya que Sofía y sus compañeras renunciaron a sus propiedades, establecieron un orfelinato y practicaron, por regla la adoración nocturna al Santísimo Sacramento. A pesar de los progresos, fue aquélla una época tan difícil para la comunidad y su superiora, que la casa en que habitaban recibió el nombre de "el convento del sufrimiento". En 1863, la madre María Teresa, como la llamaremos en adelante, consultó acerca de su vocación a la superiora del convento de Nuestra Señora de la Caridad, en Toulouse y a algunas personas de su confianza, quienes le aconsejaron que hiciese los Ejercicios de San Ignacio. Así lo hizo bajo la dirección del famoso jesuita, P. Pablo Ginhac. Dios le manifestó entonces claramente que debía llevar adelante su propósito de fundar la congregación de María Auxilidaora, tal como lo tenía planeado. El fin de dicha congregación consistía en que sus miembros practicasen la vida religiosa en toda su plenitud y trabajasen por "la empresa más divina y más humana que existe: la salvación de las almas". Ningún trabajo debería parecer demasiado grande ni demasiado pequeño a las religiosas, sobre todo si otras congregaciones no podían o no querían tomarlo entre manos. El canónigo de Soubiran acabó por plegarse a los deseos de su sobrina. El "beguinato" no se disolvió; simplemente, en septiembre de 1864 la madre Maria Teresa y unas cuantas hermanas se mudaron al convento de la Rue des Buchers de Toulouse, que iba a ser la residencia de la nueva congregación. A partir del año siguiente, los escritos de la beata nos permiten seguir de cerca su evolución interior hasta su muerte, ocurrida un cuarto de siglo más tarde.
Las nuevas religiosas siguieron dedicándose al cuidado de los huérfanos y a la instrucción de los niños pobres e inauguraron en Toulouse la primera casa de huéspedes para jóvenes trabajadoras a la que se dio el nombre de Maison de famille, porque era un verdadero hogar para las jóvenes que no lo tenían o que vivían lejos del suyo. Las auxiliadoras practicaban diariamente la adoración nocturna, en tanto que las "beguinas" sólo lo hacían una vez al mes. La madre Teresa calcó las constituciones de su congregación sobre las de la Compañía de Jesús. El P. Ginhac, que tomó parte muy activa en la nueva fundación se encargó de revisar las constituciones. En 1867, el arzobispo de Toulouse aprobó a las auxiliadoras y la Santa Sede publicó, en 1868, un breve laudatorio. En 1869, se inauguraron los conventos de Amiens y de Lyon, en los cuales las religiosas siguieron consagrándose al cuidado de las jóvenes trabajadoras. Durante la guerra franco-prusiana, las religiosas de los tres conventos se refugiaron primero en Southwark y después, en Brompton, donde los padres oratorianos las ayudaron mucho. Más tarde, establecieron una "casa de familia" en Kenington. Tal fue la primera fundación inglesa de las auxiliadoras.
En 1868, ingresó en la congregación una novicia que tres años después fue elegida por voto casi unánime del capítulo, consejera y asistenta de la madre general. Se trataba de la madre Maria Francisca, una mujer muy hábil e inteligente, cinco años mayor que la madre María Teresa de Soubiran. A la vuelta de Inglaterra, la madre María Francisca presentó un proyecto sobre el desarrollo de la congregación; con "el brillo de sus discursos, la fuerza y claridad de sus argumentos, la precisión de sus juicios, su tacto, su habilidad el manejo de los negocios y su fe ardiente y avasalladora", consiguió que el plan fuese aprobado. La cita anterior procede de los escritos de la beata María Teresa y muestra claramente la influencia que ejercía sobre ella su asistenta. Desgraciadamente, la beata no se dio cuenta durante mucho tiempo de que la madre María Francisca era "dominadora, inestable y ambiciosa", como el tiempo había de probar. El hecho fue que la congregación se desarrolló demasiado rápidamente y se abrieron nuevas casas sin recursos suficientes. A principios de 1874, la madre María Francisca declaró que la situación económica de congregación era desesperada. (Actualmente sabemos que tal juicio era exagerado).
Al principio, la madre María Francisca se echó a sí misma la culpa; pero pronto empezó a atacar a la madre María Teresa, acusándola de ser orgullosa, débil, vacilante y de poco espíritu religioso. Al poco tiempo, empezó a correr por todos los conventos de la congregación el rumor de que el mal estado de cosas se debía a la fundadora. La madre María Teresa recordó entonces que m poco antes le había parecido que el Señor le decía: "Tu misión ha terminado dentro de poco, no habrá sitio para ti en tu congregación. Pero mi poder mi bondad estarán contigo." Ella había respondido: "Amén". Desde entona estuvo dispuesta a repetir nuevamente su "amén", pero antes quiso consultar al P. Ginhac. Este quedó un tanto desconcertado e, inmediatamente, mandó llamar a la madre María Francisca, quien le expuso a su modo la situación. Entonces, el siervo de Dios aconsejó a la madre María Teresa que renunciase. Su consejera fue nombrada superiora general.
La casa madre de la congregación era entonces la de Bourges. La nueva superiora general no quiso que su predecesora retornase ni residiese en ninguno de los conventos de la congregación. Así pues, la madre María Teresa se retiró al convento de las Hermanas de la Caridad de Clermont, so pretexto de descansar algunas semanas. El descanso se prolongó siete meses -"siete meses de angustia"-, en tanto que la madre María Francisca determinaba su destino. No hay para qué narrar en detalle las desagradables medidas que la madre María Francisca tomó para evitar que la madre María Teresa reconquistase su antigua influencia y su autoridad. Baste con decir que esas medidas culminaron con la expulsión de la fundadora de la congregación. La beata tuvo que abandonar d convento de Clermont y el hábito religioso en septiembre de aquel año. A fines de 1874, la madre María Teresa, fundadora de la Compañía de María Auxiliadora, volvió a ser simplemente Sofía de Soubiran la Louviere.
Sofía estuvo veinte años en el convento y tuvo que empezar una nueva vida, una prueba muy dura para las personas que no viven "en el mundo", En vano solicitó ser admitida en la congregación de la Visitación y en la orden del Carmelo, "su primer amor". Entonces, pidió su admisión entre sus antiguas amigas del convento de Nuestra Señora de la Caridad en Toulouse, quienes se dedicaban a rescatar mujeres perdidas. Aquellas religiosas no le cerraron las puertas y comprendieron su deseo de ingresar más bien en el convento de París. Después de ciertas dilaciones debidas a algunas dificultades canónicas y a una enfermedad que casi costó la vida a la beata, ésta hizo finalmente la profesión en 1877, a los cuarenta y dos años de edad. Su diario muestra que entró entonces en un período de gran serenidad espiritual y que el poder y la bondad del Señor estaban con ella. El P. Hamon, su director espiritual, escribió: "La abnegación de la madre de Soubiran era tan extraordinaria, que consiguió olvidar completamente a su antigua familia religiosa, confiándola enteramente en manos de la providencia; en esa forma obligó al Divino Pastor a mirar por sus hijas huérfanas. La generosidad de ese sacrificio rayaba, a mi modo de ver, en el heroísmo."
En todo caso, la madre María Francisca no permitía ningún trato, epistolar ni personal, entre sus religiosas y la fundadora de la congregación. Sin embargo, al cabo de ocho años, el contacto se restableció de un modo dramático. La madre María Francisca despidió también de la congregación a la madre María Javier, hermana de la fundadora, pues temía que su presencia conservase vivo el recuerdo de la madre María Teresa. La madre María Javier ingresó también en el convento de Nuestra Señora de la Caridad de París y dio a su hermana noticias muy tristes sobre el estado de la congregación de María Auxiliadora. La madre María Teresa escribió por entonces: "Ahora sí que estoy segura de que esa pequeña compañía que Dios quiere tanto, sobre la cual ha velado tan amorosamente y en la cual había tantas almas fervorosas y verdaderamente virtuosas, estoy segura, digo, de que esa compañía está moralmente muerta, o sea que su fin, su forma y sus métodos han cesado de existir. Acepto amorosamente los planes de Dios, pues soy nada ante su santa e incomprensible voluntad." La Beata María Teresa había contraído la tuberculosis. La larga enfermedad la obligó a pasar en la enfermería los últimos siete meses de su vida. Murió el 7 de junio de 1889, al murmurar estas palabras: "Ven, Señor Jesús". Trató de hacer la señal de la cruz, pero no llegó a signarse. Fue sepultada en el cementerio de Montparnase, en la cripta del convento de Nuestra Señora de la Caridad. Actualmente, sus reliquias se hallan en la casa madre de las auxiliadoras en París. La madre María Teresa de Soubiran fue beatificada en 1946. La síntesis de su espíritu queda expresada en las palabras que escribió en una carta, poco después de su expulsión de la congregación de María Auxiliadora "Como podéis imaginaros, todo ello me ha hecho sufrir enormemente Dios es capaz de medir la intensidad y la profundidad de mi dolor y sabe hasta qué punto esa pena se ha convertido en una fuente de fe, esperanza y caridad. La gran verdad de que Dios es todo y el resto nada se va convirtiendo en la vida de mi alma y, sobre esa verdad me puedo apoyar seguridad, en medio de los incomprensibles misterios de este mundo. Es éste un bien superior a todos los bienes de la tierra, porque en el amor omnipotente podemos confiar durante la vida y por toda la eternidad. No sé si hubiese podido aprender esa gran lección sin pasar por tantas angustias; no lo creo. El tiempo pasa y pasa de prisa; pronto veremos la razón de tantas cosas que sorprenden y desconciertan a nuestra inteligencia débil y miope." La fiesta de la beata se celebra el 20 de octubre.
Dado que la fundación forma parte de la vida de un fundador, añadiremos unas palabras sobre la historia de la congregación que fundó la madre Soubiran. La beata había predicho que las cosas iban a cambiar totalmente en la compañía de María Auxiliadora, uno o dos años después de su muerte. Su profecía se verificó. La congregación estaba muy descontenta del gobierno de la madre María Francisca, y varias casas habían sido clausura das. A par 1884, la inestabilidad administrativa se hizo intolerable. Por ejemplo, en menos de cinco años, la sede del noviciado cambió siete veces. La crisis estalló 1889, cuando el capítulo general se negó a ratificar los nuevos cambios que la superiora proyectaba. El 13 de febrero de 1890, exactamente dieciséis después de la expulsión de la fundadora, la madre María Francisca dejó ser superiora y salió de la congregación.
El cardenal Richard, arzobispo de París, nombró a la madre Maria Isabel de Luppé superiora general. Bajo su gobierno, se hizo luz acerca de la verdadera historia de la fundadora, la madre María Javier ingresó nuevamente en la congregación y la compañía de María Auxiliadora recobró su forma original y empezó a adquirir las características que le han merecido el sitio tan distinguido que ocupa actualmente en la Iglesia.
Este corto artículo basta para probar que la historia de la Beata M Teresa de Soubiran fue realmente extraordinaria(1). Lo mismo puede decirse sobre la vida de la madre María Francisca, por más que no tenga cabida en una vida de santos. Nos limitaremos simplemente a observar que murió en 1921, cuando la causa de beatificación de la madre María Teresa ya estaba introducida. Después de la muerte de María Francisca, se descubrió que era casada y que para entrar en la congregación de María Auxiliadora había abandonado a su esposo. Como su marido vivía aún y ella lo sabía, María Francisca no pudo hacer votos válidos, de suerte que su generalato fue también inválido y, por consiguiente, todos sus actos fueron nulos. Por la misma razón, la madre María Teresa no dejó nunca de pertenecer, canónicamente, a la congregación que había fundado. Nada sabemos acerca de los últimos treinta años de la vida de María Francisca; según parece, poseía una fortuna personal y vivió sola en París.

António María Gianelli, Santo
Junio 7    -  Bispo e Fundador

Antonio María Gianelli, Santo

António María Gianelli, Santo

Bispo e
Fundador da Congregação das Filhas de María Santíssima do Horto

António Gianelli nasce em terra Ligur, em Cereta, pequena fracção de Carro, numa família pobríssima que cultiva terras arrendadas. Na escola para crianças fundada pelo Pároco de Castello, realiza seus primeiros estudos. 
Até aos 18 anos distribui seu tempo entre o estudo, a oração, o catecismo, o serviço das famílias labregas e as obras de caridade.
Una acaudilhada genovesa proprietária dos terrenos que seus pais cultivavam, lhe facilita a entrada no Seminário de Génova, Continua com êxito seus estudos, nas sobretudo cultiva a piedade e a mortificação.
Em 1813, depois de haver recebido a ordenação sacerdotal, é destinado como ajudante do Abade da Igreja de S. Mateo em Génova, onde permanece por dois anos.
Em Cáracari, Diocese de Acqui se desempenha como professor modelo, no Colégio dos Escolápios durante o curso escolar 1815-1816.
Conocido y apreciado por el Cardenal Spina es llamado al año siguiente al Seminario de Génova y se le confía la Cátedra de Retórica, que Gianelli ejerce por 10 años. Años plenos de intenso trabajo y responsabilidad al servicio de futuros sacerdotes de los que quiere: "Sean doctos, sí, pero por sobre todo santos".
Al quedar vacante, en 1826, la colegiala de S. Juan Bautista en Chiavari, el nuevo Arzobispo de Génova, Mons. Luis Lambruschini escribe a los Chiavareses: "Os envío la más bella flor de mi jardín". Y vuelto a Gianelli: "haga de cuenta que emprende una misión, no de pocos días, sino de 10 o 12 años..."
¿Fue una profecía? Estos 12 años de intensa actividad apostólica sacerdotal son, al mismo tiempo, escuela de ascética y pastoral, que preparan a Gianelli para una más difícil y sublime misión.
Antonio Gianelli atento al hombre era profundamente sensible a la promoción humana. Atento a la realidad histórica delmomento desde su llegada a Chiávari, favorece las obras sociales que en aquel momento son útiles y necesarias.
Se inscribe en la Sociedad Económica fundada en Chiávari en 1791 por el Patricio Esteban Rivarola para el desarrollo de las artes, de la industria, de la agricultura y del comercio y toma a pecho la vida y las iniciativas de esta Sociedad. el promotor quiere unir una Institución, particularmente benéfica para Chiávari: el Hospicio de Caridad y Trabajo cuyo objeto era ya, acoger a las huérfanas de la ciudad de Gianelli, durante su permanencia en Chiávari, formaba parte del Gobierno del Hospicio que era regido por un Consejo constituido por miembros de la misma sociedad.
Naturalmente como Párroco, sacerdote y padre de la gran familia chiavarense debía ocuparse y preocuparse más que los otros de las internas del Instituto.
tenía un lugar especial para la dirección del Hospicio, la cual era ejercida por turno, por señoras, generalmente viudas. Él, en verdad se daba cuenta que era necesario resolver radicalmente ese problema ya que se deseaba una sólida formación cristiana y Cívica para las niñas del Hospicio. Pensó confiar la dirección del Instituto a miembros de una Congregación religiosa, pero las precarias condiciones económicas, impidieron la actuación del proyecto.
El Instituto de las Hijas de María Santísima del Huerto nació por un impulso interior, un acto de amor intenso, brotó del corazón de Gianelli del amor apasionado que intuía las necesidades de los hijos de su Parroquia sin que se las manifestaran.
La caridad de Gianelli, a imitación de Cristo es vigilante, atenta, pronta a captar y comprender, a descubrir nuevas necesidades, a encontrar las soluciones del caso. Caridad evangélica, abierta a todos, siempre alerta superando el cansancio y la ingratitud. El Instituto nació para ser orfanatorio de Chiávari bajo el impulso del Espíritu Santo se extendió en toda la liguria, asumiendo otros servicios de caridad. Una síntesis de la amplitud de nuevas formas de servicio y de la rápida expansión del Instituto la da el mismo Gianellien la alocución que dirige al pueblo de Chiávari el 3 de abril de 1837 con ocasión de la bendición de la Piedra Fundamental del Conservatorio (Casa Madre del Instituto).
Después de 8 años de sufrida pero entusiasmante experiencia, Gianelli presenta su Institución como una respuesta a las urgencias religiosas y humanas de la ciudad de Chiávari, de la Liguria, de toda Italia, del mundo, porque con su Instituto abraza en su amor de Pastor, casi todas las necesidades del hombre en la Iglesia Universal.
El párroco, escribe Gianelli, es el padre de una gran familia es, sobre todo, el padre de los pobres que debe pensar aún en sus necesidades materiales. Todo en vista al gran fin: la santificación. "Vosotros que me véis aquí, entregado a una obra lisonjera, costosa, difícil, qué concepto tendréis de vuestro Pastor? Qué pensarán los pobres de este su Padre? También con esta empresa miro a una gran finalidad de mi ministerio. Nada hay en ella que no esté totalmente realizado para vosotros. todo a favor del Evangelio; todo amadísimos, para vuestra santificación". Gianelli relata a los Chiavareses la historia de los primeros 8 años de la vida de la Congregación. Es una evaluación que hace con su pueblo de la obra y espíritu de sus Hijas de María Santísima del Huerto.
En la Catedral de San Lorenzo, en Génova, Antonio María es consagrado Obispo el 6 de mayo de 1838 por S. Excia. el Cardenal Tadini. Aquella tarde un amigo suyo, rector del Seminario de Génova, confiaba a sus seminaristas: "Hoy he asistido a la consagración episcopal de un santo".
El 8 de julio, Monseñor Gianelli inicia su ministerio de Padre de la Fe en la Diócesis de Bobbio.
Consumido por las fatigas apostólicas vive pocos años y el 7 de junio de 1846 muere en Placencia.
La Iglesia lo cuenta entre sus Santos desde el 21 de octubre de 1951 en el pontificado de S.S. Pío XII. Ver também LIVRO SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

• Roberto de Newminster, Santo
Junho 7   -  Abade cisterciense

Roberto de Newminster, Santo

Roberto de Newminster, Santo

Nasceu no distrito de Craven (Yorkshire), provavelmente no povo de Gargrave; morreu em 7 de Junho de 1159.
Estudou na Universidade de París, onde se diz que compôs um comentário aos Salmos; se fez cura de Gargrave e logo beneditino em Whitby, desde onde se uniu, com a permissão do abade, aos fundadores do mosteiro cisterciense de Fountains.
Em redor de 1138, encabeçou a primeira colónia mandada desde Fountains e estabeleceu a abadia de Newminster, perto do castelo de Ralph de Merlay, em Morpeth (Northumberland). No tempo que foi abade, se mandaram três colónias de monges e se fundaram mosteiros: Pipewell (1143), Roche (1147) e Sawley (1148). 
A vida de Capgrave nos diz que seus próprios monges o acusaram de má conduta e que viajou ao estrangeiro (1147-48) para defender-se ante são Bernardo; mas se dúvida da veracidade desta história, que pode ter surgido de um desejo de associar pessoalmente ao santo inglês com o máximo dos cistercienses.
Sua tumba na igreja de Newminster se converteu em objecto de peregrinação.

Ana de São Bartolomeu, Beata
Junio 7   -  Carmelita Descalça

Ana de San Bartolomé, Beata

Ana de San Bartolomé, Beata

Nasceu em 10.10.1549 em Almendral (Ávila), de família pobre em bens materiais, mas muito bons cristãos.
Ingressou no Carmelo de São José de Ávila em 1570. Foi a primeira leiga da Reforma de Santa Teresa. Desde um principio foi muito querida da Santa Doutora, em cujas fez seus votos em 15.8.1572.
Por obra de Deus, méritos de Santa Teresa e obediência desta beata, ascendeu de simples irmã conversa e analfabeta à secretária muito particular da doutora mística.
Assim chegou a ser discípula predilecta e herdeira avantajada do espírito de Teresa, como do grande vidente Elías o foi do profeta Eliseu. Tal rezam os processos da causa da beata Ana.
Em funções de secretária acompanhou a Santa Teresa em suas correrias fundacionais. E a Santa, reconhecendo a valia de sua prestação pessoal e sua extraordinária santidade, chegou a dizer-lhe:
"Ana, Ana, tu tens as obras, eu tenho a fama".
Aprendeu a escrever de modo milagroso.
Descolou sempre por sua extraordinária caridade, tanto para com Deus como para com o próximo.
Em sua autobiografia se lê que desejava com ânsias morrer de amor e suspirava por esta sorte. Sua é a frase:
"¡Ai, como me pesa este corpo!. E estou cansada de o cuidar, todo meu desejo seria ver rompidas estas cadeias!"
Morta Santa Teresa, passou para França, donde fundou vários conventos, dando maravilhosos exemplos de todas as virtudes. Em sua Autobiografia, escrita por obediência, nos deixou constância das muitas graças místicas que gozou durante sua vida, como fruto de seu grande amor à Humanidade de Jesús e ao Mistério da Santíssima Trindade.
Morreu em 1622 e foi beatificada em 1917 pelo Papa Bento XV.

NOTA: Como podem verificar esta biografia foi colhida e traduzida de http://es.catholic.net.santoral. Contra o que é meu hábito não transcrevi a biografia do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt pelo facto de esta ser muito extensa, e dado que estou com problemas no computador não quis aventurar-me a fazê-lo. As minhas desculpas. António Fonseca