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sábado, 12 de junho de 2010

1034 - (2) – 12 DE JUNHO DE 2010 - NOSSA SENHORA DO SAMEIRO

 

NOSSA SENHORA DO SAMEIRO

Festa da Coroação  -  (Braga)

 

O Monumento da Imaculada

A 8 de Dezembro de 1854, definiu solenemente o Papa Pio IX que «a Bem-aventurada Virgem Maria no primeiro instante da sua Conceição foi, por graça e privilégio singular de Deus todo-poderoso e em vista dos merecimentos de Jesus Cristo Salvador do género humano, preservada e imune de toda a mancha da culpa original».

A devoção a Nossa Senhora da Conceição, tão querida a todo o mundo católico, e de modo particular a Portugal, do qual é Padroeira, adquiriu com este solene acto do Magistério eclesiástico novos esplendores. Imenso foi o júbilo de todos os bons cristãos; numerosos foram os monumentos erectos para comemorar este triunfo de Maria. Passados sete anos, em Setembro de 1861, num passeio ao alto do Monte Sameiro, a 10 kms da cidade primaz, um culto e fervoroso sacerdote bracarense, Padre Martinho António Pereira da Silva, teve a inspiração de erigir, naquelas alturas, um monumento em honra da Conceição Imaculada de Maria, à semelhança de tantos outros levantados por esse mundo fora. Exposto o projecto aos amigos e a muitas pessoas devotas de Maria, de todos recebeu calorosa aprovação. Para adquirir os meios indispensáveis organizou uma Comissão. O lançamento e bênção da primeira pedra processou-se a 14 de Junho de 1863, pois em igual data de 1637, o Sínodo de Braga, presidido pelo Arcebispo D. Sebastião de Matos de Noronha, jurou solenemente crer e defender sempre o privilégio da Imaculada Conceição de Maria, que só passados mais de dois séculos haveria de ser definido como dogma de fé. Presidiu à cerimónia o Deão da Sé Primaz que, no seu eloquente discurso, proferiu estas palavras: «É, por certo, aqui onde estará bem colocado o trono da Rainha do Céu e da terra! É deste lugar que um monumento, mais perene que o bronze, bradará, por assim dizer ao céu e à terra, que a bem-aventurada Virgem Maria, por uma graça singular de Deus omnipotente, em vista dos merecimentos de Jesus Cristo, Salvador do género humano, foi preservada e inteiramente isentas, desde o primeiro instante da sua Conceição, de toda a mancha do pecado original». O monumento veio a constar de um amplo quadrado no centro do qual se erguia uma coluna encimada por uma bela estátua de mármore da Imaculada Conceição, esculpida pelo artista italiano, radicado em Portugal, Emídio Carlos Amatucci. Passados seis anos, a 29 de Agosto de 1869, último Domingo do mês em que então se celebrava a festa do Imaculado Coração de Maria, foi o monumento inaugurado e benzido pelo Arcebispo D. José Joaquim de Azevedo e Moura. Durou 14 anos, pois a 9 de Janeiro de 1883, ruiu, ou por acção de um raio, ou por deficiência da construção, ou, mais provavelmente, por acto criminoso dos inimigos da Igreja. No ano seguinte, começaram as obras para o novo monumento, que veio a ser inaugurado com uma nova estátua, passados dois anos, a 9 de Maio de 1886. Esta segunda estátua transitou para o terceiro monumento, que agora se encontra na esplanada em frente da Basílica, inaugurado a 13 de Junho de 1954, na conclusão do II Congresso Mariano Nacional. Ao lado, e de iguais proporções, ergue-se o monumento ao Coração de Jesus, edificado pelo Apostolado da Oração e inaugurado a 13 de Julho de 1930. Como o da Imaculada, foi substituído por outro de maiores proporções – o actual – inaugurado também a 13 de Junho de 1954.

O Templo do I Concílio Vaticano

Projectou o mesmo Padre Martinho a erecção de uma capela, perto do monumento da Senhora da Conceição, a fim de comemorar o I Concílio Vaticano e a Infalibilidade Pontifícia nele definida. A 19 de Junho de 1873, dirigiu a Comissão um apelo a todos os portugueses: «Entre os assinalados feitos que ilustram o gloriosíssimo Pontificado do actual Vigário de Cristo, o nosso Santíssimo Padre o Papa Pio IX, dois sobretudo o tornarão para sempre memorável nos fastos da Igreja; são a definição dogmática da Imaculada Conceição da beatíssima Virgem e a celebração do Sacrossanto Concilio Ecuménico Vaticano. Para comemorar o primeiro e perpetuar sua recordação nas idades futuras, já por iniciativa da religiosa cidade de Braga se erigiu, em nome de todos os portugueses, o monumento que se eleva na eminência do Monte do Sameirotrata-se agora de levantar, junto deste padrão da glória da Virgem, outro monumento que sirva de memória do  Sagrado ConcílioConsistirá o novo monumento numa espaçosa Capela que se edificará na mesma eminência do Monte SameiroSerá dedicada a capela à Santíssima Virgem Imaculada na sua Conceição, debaixo de cujo patrocínio foi convocado o Concilio Ecuménico e aberto no dia da sua festividade. O altar maior será dedicado em honra da Imaculada Conceição, e os dois laterais em honra do Patriarca S. José, Patrono da Igreja católica, e do Príncipe dos Apóstolos, S. Pedro, primeiro Vigário de Cristo, cabeça visível da Igreja, que sempre vive e fala na sua imortal cadeira pela boca infalível do seu sucessor». No sábado, 28 de Agosto de 1880, sete anos após a bênção da primeira pedra, foi benzida a nova capela, que no dia seguinte devia receber a imagem de Nossa Senhora da Conceição (a chamada Senhora do Sameiro), esculpida em Roma e benzida pelo Papa Pio IX, a 22 de Dezembro de 1876. Depressa se notou que esta ermida, pela exiguidade das suas proporções, não condizia com a grandiosidade do Santuário, nem albergava os fiéis que continuamente visitavam a Mãe de Deus. Por isso, dez anos mais tarde, no dia 31 de Agosto de 1890, na tradicional peregrinação anual, foi solenemente colocada a primeira pedra para o novo templo, que é o actual remodelado, com o enorme zimbório e continuado com a vasta cripta. Na festa da Imaculada Conceição de 1964 foi elevado por Paulo VI à categoria de Basílica. O seu novo altar de granito polido tinha sido sagrado a 12 de Julho de 1941 e a cripta do Imaculado Coração de Maria veio a ser inaugurada a 17 de Junho de 1979. Em frente da Avenida do Padre Martinho destacam-se as estátuas dos quatro maiores doutores marianos: S. Cirilo de Alexandria (30/8/1959), Santo António de Lisboa (8/12/1959), S. Bernardo (29/5/1960), Santo Afonso Maria de Ligório (28/8/1960). O amplo e moderno edifício do Centro Apostólico «Mater Ecclesiae» é o pólo orientador e dinamizador de toda a vida católica da Diocese, e foi construído para comemorar o primeiro centenário da fundação do Sameiro e o Concílio Vaticano II.

Farol de Luz

No tempo da grave crise religiosa que afectou Portugal no fim do século XIX e no primeiro quartel do século XX, o Sameiro aparece como centro de convergência, de orientação e apoio de todas as forças católicas da Nação contra o indiferentismo, o liberalismo e a perseguição religiosa reinante. D. António Bento Martins Júnior, Arcebispo de Braga desde 29/9/1932 até 19/8/1963, escreveu a 5 de Maio do ano da sua morte: «Se é certo que a devoção à Santíssima Virgem e ao Mistério da sua Imaculada Conceição foi sempre o enlevo do povo português, especialmente do povo do Minho, berço da nossa nacionalidade, não é menos verdade que, no passado século, quando Portugal era vítima dos ataques do mal, o Sameiro surgiu como um novo farol, a galvanizar a alma da gente lusa… Com força sempre crescente, se vão sentindo atraídas para este lugar as almas dos fiéis que, angustiados, sobem, esta montanha para implorar o auxílio de Maria. O movimento de piedade aumentou em ritmo tão intenso que o Sameiro pode considerar-se um centro de piedade mariana e eucarística donde, na roda do ano, as almas sobem aos milhares suavemente, por Maria até Jesus». O Sameiro é a confirmação da profecia que a humilde donzela de Nazaré proferiu na casa de sua prima Isabel: «Todas as gerações me proclamarão bem-aventurada» (Lc 1, 48). De Maio de 1955 a igual mês do ano seguinte, entrou na Basílica um milhão de pessoas. Se contarmos aqueles que, sobretudo nos dias de peregrinação, vão ao Santuário mas não conseguem entrar no templo, podemos calcular em bastante mais de um milhão o número de fiéis que já nesse ano subiu ao Sameiro. Desde então, a afluência de peregrinos aumentou muito, de modo que o Sameiro se tornou o principal Santuário do Norte e o segundo maior de Portugal, logo depois de Fátima. Mas o que sobretudo conta é o movimento de piedade: a regeneração, purificação e santificação contínua das almas, por meio de Maria. Aqui se registam, estimulam, e vivificam todas as manifestações de piedade: oração, penitência, confissões, comunhões, missas, casamentos, baptizados, retiros espirituais, concentrações, congressos. É, como alguém escreveu, um «Céu aberto». Aqui se concluíram os Congressos nacionais: I e II Eucarísticos (respectivamente, (1924 e 1974), I e II Marianos (1926 e 1954), e I e III do Apostolado da Oração (1930 e 1957), Catequistico (1932), além de vários Diocesanos. Estes Congressos despertaram a vida católica, galvanizaram as forças do Bem e animaram os fiéis em horas de angústia e desânimo. Aqui os Prelados levantaram corajosamente a voz contra as invectivas do mal.

Os Papas e o Sameiro

Os Papas distinguiram o Sameiro com graças e privilégios, com as suas mensagens e até com a sua presença. Pio IX, o Papa da Imaculada, honrado com uma estátua no principio do escadório, cumulou o Sameiro com graças espirituais e benzeu a imagem do Santuário. O Papa S. Pio X, por meio do Núncio Apostólico de Lisboa, coroou a imagem de Nossa Senhora do Sameiro, a 12 de Janeiro de 1904, no decurso das festas cinquentenárias da definição do dogma da Imaculada Conceição. Foi o acto mais solene de culto prestado até então em Portugal em honra de Maria e a primeira coroação que se fez no nosso país em nome do Sumo Pontífice. Por isso a Diocese de Braga obteve o privilégio de celebrar todos os anos, no dia 12 de Junho, a festa da coroação de Nossa Senhora do Sameiro. Foi Pio XII o primeiro Pontífice que fez ouvir a sua voz no Sameiro, através de uma radiomensagem, a 19 de Maio de 1957: «Portugal já não é visto como um país mártir, mas é julgado nação católica… Para além do alcance dos sentidos , quem não descortina a acção da providência que, na hora oportuna prepara, suscita e acompanha até ao final triunfo, os seus instrumentos? E o Sameiro, Trono da Imaculada, e a Fátima, milagre do carinho maternal de que  se declarou Senhora do Rosáriocentros de oração simples, humilde e penitente – não mostram bem a acção da Providência?» Ao comemorar-se, a 7 de Junho de 1964, o centenário da Fundação do Santuário do Sameiro, dirigiu Paulo VI nova radiomensagem, da qual extraímos estas palavras: «Hoje, concluís, amados filhos e filhas, de um modo tão solene, na presença de todo o Episcopado, a celebração do I Centenário do Santuário do Sameiro… Quanto é consolador para Nós recordar que o Nosso antecessor Pio IX, de memorável memória, depois de enriquecer esse templo de indulgências, benzeu ele mesmo a imagem de Nossa Senhora, que aí tendes diante de vós…». A maior glória e honra do Sameiro foi por certo a visita do Santo Padre João Paulo II, do dia 15 de Maio de 1982, aquando da sua viagem apostólica a Portugal. O santuário reconheceu este favor inaugurando, a 3 de Junho de 1984, um digno monumento ao Papa Peregrino. Devido ao mau tempo, que não permitiu fazer o percurso  de helicóptero, o Santo Padre chegou ao Sameiro com 4 horas de atraso. Depois de, na esplanada fronteiriça ao Santuário, ser saudado pelas Autoridades civis e aclamado pelos jovens, entrou na Basílica, onde ofereceu um ramo de flores a Nossa Senhora e ficou seis minutos de joelhos em recolhida oração diante do Santíssimo Sacramento. Depois de se paramentar, seguiu num jipe branco aberto para o altar na extremidade da Avenida do padre Martinho, num delírio de entusiasmo da multidão. No principio da concelebração, foi saudado pelo Arcebispo D. Eurico Dias Nogueira: «Sede bem-vindo a este recanto mariano do velho Portugal. Aqui se venera, com especial carinho e devoção há mais de 100 anos, a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem, em recordação da definição dogmática de tão sublime mistério. A essa feliz memória associou-se, pouco depois, a da Infabilidade Pontifícia, proclamada alguns anos mais tarde. Assim respondia o povo católico de Braga à campanha sectária contra a Igreja no século passado… Bem hajais, Santo Padre! deixai-nos a Vossa preciosa bênção de pai e Pastor Universal. E que as bênçãos maternais da Senhora do Sameirorepresentada na linda imagem benzida pelo Vosso Predecessor Pio IX de santa memória – estejam sempre convosco e o Vosso luminoso pontificado». Depois da proclamação do Evangelho, na concelebração, em que participaram os bispos de Portugal e alguns da Galiza, desenvolveu João Paulo II a doutrina católica sobre a família, terminando com esta súplica:

«Virgem Imaculada, Nossa Senhora do Sameiro, Mãe do “Menino” posto como “sinal de contradição”; junto do Vosso Filho Jesus Cristo, cujas palavras conserváveis e meditáveis no Vosso Coração, dai a todas as famílias de Portugal a graça de saberem ouvir e guardar fielmente a palavra de Deus Mãe do Verbo Divino na Sagrada Família de Nazaré, obtende para estas famílias a harmonia, o amor e a graça! Que nelas nunca seja contradição “o sinal”, nunca seja contradito o amor de Deus misericordioso, manifestado em Jesus Cristo. Ámen».

Ao fim de cerca de 3 horas, finalmente consegui transcrever todo o texto do livro SANTOS DE CADA DIA II, edição de Editorial A. O, de www.jesuitas.pt sobre a comemoração da Coroação de Nossa Senhora do Sameiro, que decorre hoje, 12 de Junho. António Fonseca

Nº 1034 (1) - 12 DE JUNHO DE 2010 - IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

NOTA: Pelo facto de hoje se comemorar o IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA e, embora seja muito longa, decidi transcrever o texto sobre este evento, publicado no livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt, em separado, com o nº 1034 (1) e em seguida vou tentar transcrever o texto também ali publicado sobre NOSSA SENHORA DO SAMEIRO, também com o nº 1034 (2), cujo dia também se celebra hoje. Obrigado. António Fonseca

 

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IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

(Sábado a seguir à festa do Coração de Jesus)

A devoção ao Imaculado Coração de Maria não é nova na Igreja; tem as suas profundas raízes no Evangelho, que repetidamente chama a nossa atenção para o Coração da Mãe de Deus, qual tesouro dos divinos mistérios da Redenção (Lc 2, 19.51); nos mostra o seu amor e a sua gratidão para com Deus (Lc 1, 46), a sua compaixão e solicitude para com o próximo (Jo 2, 3), o seu martírio associado à Paixão do Redentor (Jo 19, 15); a sua imaculada pureza, a sua fé, a sua humildade, todas as suas virtudes (Lc 1, 28.45; Mt 1, 22). Esta mina preciosa foi explorada pelos santos Padres e seria fácil aduzir numerosos passos em que eles celebram eloquentemente o Coração da Mãe de Deus, as suas prerrogativas e santidade incomparáveis. Mais tarde, entre os grandes Místicos da Idade Média e depois entre os Santos, Teólogos e Ascetas dos séculos seguintes, não faltam insignes devotos do Coração de Maria, como do Coração de Jesus. Mas o culto litúrgico, que devia tornar a sua devoção património comum dos fiéis, começa com S. João Eudes (1601-1680), o qual «movido do grande amor que o inflamava, para com os Corações de Jesus e Maria, foi o primeiro que, não sem divina inspiração, pensou em tributar-lhes culto litúrgico. da qual dulcíssima devoção deve considerar-se pai… doutor… e apóstolo». O Santo, já em 1643, vinte anos antes de celebrar a festa do Coração de Jesus, celebrava com  os seus religiosos a do Coração de Maria. Esta tornou-se pública em 1648, entrando assim na liturgia comum. A partir daquela data, muitos Bispos autorizaram nas próprias dioceses o culto do Coração de Maria e os Sumos Pontífices concederam aprovação e favores a confrarias e a diversas práticas de piedade em sua honra. Os dois actos mais importantes da Santa Sé em favor do Imaculado Coração de Maria, foram a disposição de Pio VII (1805) de que a festa se pudesse conceder às Dioceses e Institutos religiosos que a pedissem, e a Missa e Ofício próprios aprovados por Pio IX (1855), mas unicamente pro aliquibus locis ( para algumas localidades). Entretanto, a devoção continuou a propagar-se, como prova o número sempre crescente de Institutos Religiosos que tomaram o nome do Coração de Maria (uns vinte no século XIX); assim, pode-se dizer que, depois da devoção ao Coração de Jesus, conquistou posto relevante na piedade dos fiéis. Foi sobretudo a partir das Aparições de Fátima que se divulgou pelo mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria, pois, como escreveu o cardeal D. Manuel Gonçalves Cerejeira, a «missão especial de Fátima é a difusão no mundo do culto ao Imaculado Coração de Maria. À medida que a perspectiva do tempo nos permitir julgar melhor os acontecimentos de que fomos testemunhas, estou certo que melhor se verá que Fátima será, para o culto do Coração de Maria, o que Paray-le-Monial foi para o culto do Coração de Jesus. (8-9-1946). E a 30 de Maio de 1948, disse o mesmo Prelado no Congresso Mariano de Madrid: «Qual é precisamente a mensagem de Fátima? Creio que poderá resumir-se nestes termos: a manifestação do Coração Imaculado de Maria ao mundo actual, para o salvar». Deus, bondoso e paternal, vem sempre em socorro da pobre humanidade, e a cada época oferece um meio especial para que ela obtenha o perdão dos próprios delitos se evada aos castigos da sua justiça e alcance as suas graças. Para os nossos tempos, esse meio especial é, segundo as revelações de Fátima, o Imaculado Coração de Maria. Os desígnios misericordiosos de Deus começaram a manifestar-se nas aparições de Junho e sobretudo de Julho de 1917, na Cova da Iria, e tiveram o seu magnifico epilogo em Espanha, nas visões de 1925 e 1926 em Pontevedra, e 1927 e 1929 em Tuy.

Em Fátima, no dia 13 de Junho, manifesta-se o Coração de Maria circundado de espinhos, pedindo reparação, enquanto a Senhora pronuncia estas palavras: «Jesus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração». Na aparição seguinte, os destinos do mundo e das almas aparecem dependentes do Coração Imaculado de Maria: «Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar, mas, se não deixarem de ofender a Deuscomeçará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo dos seus crimes por meio da guerra, da fome de perseguições à Igreja e ao santo padre. Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a Comunhão Reparadora nos Primeiros Sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia converter-se-à e terão paz; senão, espalhará os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja; os bons serão martirizados; o santo padre terá muito que sofrer; várias nações serão aniquiladas. Por fim, o meu Coração Imaculado triunfará. O Santo padre consagrar-me-à a Rússia que se converterá e será concedido ao mundo algum tempo de paz. Em Portugal conservar-se-à sempre o Dogma da Fé, etc». Tudo quando Nossa Senhora predisse nesta aparição, realizou-se anos mais tarde, como adiante veremos. Para bem da terra, mostra-se o Céu empenhado na difusão do culto ao Imaculado Coração de Maria. DEUS QUER. Dizia Nossa Senhora aos Pastorinhos na aparição: «Vistes o inferno para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, DEUS QUER estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração». A Jacinta repetia à Lúcia: «Já falta pouco para ir para o céu. Tu ficas cá para dizeres que DEUS QUER estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria». JESUS QUER TAMBÉM: «JESUS QUER estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração» (Aparição de Junho). A Jacinta recomendava à Lúcia: «Diz a toda a gente… que o CORAÇÃO DE JESUS QUER que, a seu lado, se venere o Coração Imaculado de Maria». Tudo isto o temos profeticamente entrevisto nas palavras de despedida da Jacinta à sua prima Lúcia, que encerram o que há de mais intimo na mensagem de Fátima: «Já falta pouco para ir para o céu. Tu ficas cá para dizeres que Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria. Quando fores para dizer isso, não te escondas. Diz a toda a gente que Deus nos concede as graças por meio do Coração Imaculado de Maria, que lhas peçam a Ela, que o Coração de Jesus quer que, a seu lado, se venere o Coração Imaculado de Maria, que peças a paz ao Coração Imaculado de Maria, que Deus lha entregou a Ela. Se eu pudesse meter no coração de toda a gente o lume que tenho cá dentro do peito a queimar-me e fazer-me gostar tanto do Coração de Jesus e do Coração de Maria!»

Temos aqui cinco afirmações de grande alcance:

1. «Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria. 2. Lúcia é encarregada de o dizer.  3. Deus concede todas as graças por meio do Coração Imaculado de Maria. 4. O Coração de Jesus quer que a seu lado se venere o Coração de sua Mãe. 5. É no Coração de Maria que está a paz do mundo»..

Podemos sintetizar desta forma as grandes graças que Deus concederá ao mundo  por meio do Coração de sua Mãe:

1. Salvação das almas. Disse Nossa Senhora na aparição de 13 de Junho: «A quem abraçar esta devoção prometo a salvação e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por mim, a adornar o seu trono».  E na aparição de Julho:  «Para salvar as almas, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas».  Aos que praticarem a devoção dos Primeiros Sábados, promete Nossa Senhora «assistir-lhes na hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação».  2.  Refúgio. São para todos os devotos do Imaculado Coração de Maria as palavras que Nossa Senhora dirigiu a Lúcia; «O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus».  3.  Todas as graças. Diversas vezes, na mensagem de Fátima, aparece-nos Nossa Senhora como como Medianeira Universal. Vêmo-lo de modo particular nestas palavras, atrás citadas, da despedida de Jacinta à sua prima Lúcia: «Diz a toda a gente que Deus nos concede as graças por meio do Imaculado Coração de Maria, que lhas peçam a Ela». 4A Paz. Nas aparições de 13 de Maio, 13 de Julho e 13 de Setembro manda Nossa Senhora rezar o terço para alcançar a Paz. Em Julho diz também: «Se fizerem o que eu vos disser, terão Paz». A Jacinta diz à Lúcia que temos de pedir a Paz ao Imaculado Coração de Maria, pois Deus lha entregou a Ela».  5.  Conversão da Rússia. Outro grande dom de Deus ao mundo por meio do Coração Imaculado de Maria. escutemos a descrição da deslumbrante aparição em que é referida a conversão dessa grande nação: A 13 de Junho de 1929, na capela do convento das religiosas Doroteias, em Tuy, numa Hora santa das 11 para a meia noite, cumpriu-se a promessa feita por Nossa Senhora no dia 13 de Julho, em Fátima: «Virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração». A vidente encontrava-se em oração: «A única luz era a da lâmpada. de repente, iluminou-se toda a capela com uma luz sobrenatural e sobre o altar apareceu uma Cruz de luz que chega até ao tecto. Em uma luz mais clara, via-se na parte superior da Cruz uma face de homem, com o corpo até à cinta (Pai), sobre o peito uma pomba também de luz (Espírito Santo), e pregado na Cruz, o corpo de outro homem (Filho). Um pouco abaixo da cinta, suspenso no ar, via-se um cálix e uma hóstia grande sobre a qual caíam algumas gotas de sangue que corriam pelas faces do Crucificado e de uma ferida do peito. Escorrendo pela hóstia, essas gotas caiam dentro do Cálix. Sob o braço direito da Cruz estava Nossa Senhora (… era Nossa Senhora de Fátima com seu Imaculado Coração… na mão esquerda… sem espada nem rosas, mas com uma coroa de espinhos e chamas…) com seu Imaculado Coração na mão… Sob o braço esquerdo (da Cruz), umas letras grandes, como se fossem de água cristalina que corressem para cima do altar, formavam estas palavras: «Graça e Misericórdia"». Compreendi que me era mostrado o mistério da Santíssima Trindade, e recebi luzes sobre este mistério que me não é permitido revelar. Depois Nossa Senhora disse-me: É chegado o momento em que Deus pede para o Santo Padre fazer, em união com todos os Bispos do Mundo, a consagração da Rússia ao meu Coração, prometendo salvá-la por este meio». Esta deslumbrante manifestação, fecho da abóbada das aparições de Fátima, mostra-nos Maria, como Co-redentora e Medianeira de graça, ao lado do sacrifício da Cruz, renovado no altar. Afirma o papa Pio XI, na encíclica Miserentissimus Redemptor que a consagração e a reparação são as duas práticas fundamentais da devoção ao Coração de Jesus. O mesmo se pode aplicar ao Coração Imaculado de Maria.

Consagração. A consagração é o ápice de todos os actos de culto, pois consiste no reconhecimento do poder, grandeza, mérito e bondade de alguém, com a consequente submissão, dedicação e entrega a essa pessoa. Na devoção ao Imaculado Coração de Maria significa um acto de fé no amor e reconhecimento da transcendência de Maria na obra de salvação e na consciente entrega confiante a essa Mãe e Rainha. Nossa Senhora em Fátima pediu a consagração – feita pelo Papa e pelos bispos em união com ele – do mundo e particularmente da Rússia. Os Vigários de Cristo escutaram esses apelos. Pio XII, na solene conclusão das Bodas de Prata das Aparições de Fátima, em radiomensagem dirigida a Portugal, consagrou o mundo inteiro ao Imaculado coração de Maria e na festa seguinte da Imaculada Conceição, 8 de Dezembro de 1942, renovou esse acto na basílica de S. Pedro no Vaticano com estas expressivas palavras: «A Vós, ao Vosso Coração Imaculado, nesta hora trágica da história humana confiamos, entregamos, consagramos não só a santa Igreja mas também, todo o mundo». A Rússia, para a qual neste acto de consagração havia um pedido de especial protecção, foi consagrada dez anos mais tarde, a 7 de Julho de 1952: «Nós – para mais facilmente serem ouvidas as nossas e as vossas fervorosas preces e para darmos esta singular prova da Nossa benevolência – assim como há alguns anos consagramos todo o género humano ao Coração Imaculado da Virgem Mãe de Deus, assim também agora, de modo especialíssimo dedicamos e consagramos todos os povos da Rússia ao mesmo Coração Imaculado». Querendo Pio XII todo o mundo entregue ao Imaculado Coração de Maria, várias vezes estimulou as Dioceses, paróquias e sobretudo as famílias a imitarem o seu exemplo: «Desejamos que, sempre que as circunstâncias o aconselharem, se faça esta consagração (ao Imaculado Coração de Maria) tanto nas Dioceses como em cada uma das Paróquias e nas famílias. Temos confiança que desta Consagração particular e pública brotarão abundantes frutos e favores celestes (Enc. Auspicia Quaedam, 1 de Maio de 1948). «Que todas as famílias cristãs se consagrem ao Coração Imaculado de Maria. Tal acto de fé será, para os esposos, precioso auxilio espiritual no cumprimento dos deveres de castidades e fidelidade conjugal; manterá na sua pureza o ambiente do lar em que crescem os filhos; mais ainda, fará da família, amparada pela devoção mariana, célula viva para a transformação social e para a conquista apostólica» (Enc. Le Pèlerinage de Lourdes, 2 de Julho de 1957). No seu breve pontificado, várias vezes se referiu João XXIII à Consagração ao Coração de Maria feita por Pio XI e à «Consagração da Nação Portuguesa ao Imaculado Coração de Maria» (8-3-1961). Encorajou e pediu orações pela Consagração de Itália ao Imaculado Coração de Maria (13.9.1959). Paulo VI, na clausura da 3ª sessão do Concílio Vaticano II, a 21 de Novembro de 1964, na presença do Episcopado do mundo inteiro, pronunciou estas palavras: «O nosso olhar abre-se para os horizontes sem fim do mundo inteiro, objecto das atenções mais vivas do Concílio Ecuménico e que o nosso predecessor Pio XII, de veneranda memória, não sem inspiração do alto, solenemente consagrou ao Coração Imaculado de Maria. Esse acto de consagração julgamos oportuno recordá-lo hoje de modo particular… Ao teu Coração Imaculado, ó Maria, recomendamos finalmente o género humano inteiro». Na Exortação «Signum Magnum», publicada no dia da sua visita a Fátima, 13 de Maio de 1967, emite estes votos: «Exortamos todos os filhos da Igreja a renovar pessoalmente a sua própria consagração ao Coração Imaculado da Mãe da Igreja e a viver este nobilíssimo acto de culto com uma vida cada vez mais conforme à vontade divina, e em espírito de serviço filial e de devota imitação da sua Celeste rainha». João Paulo II, o papa de Maria (Totus tuus, todo teu, ó Maria) consagrou-lhe a santa Igreja e cada uma das nações por onde peregrinou. Em Fátima, a 13 de Maio de 1982, e em Roma, a 16 de Outubro de 1983, com os Padres Sinodais presentes na canonização do capuchinho São Leopoldo, e sobretudo a 25 de Março de 1984, diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima da capelinha das Aparições, consagrou-lhe o mundo inteiro. «Estou aqui, unido com todos os pastores da Igreja por aquele vínculo particular, pelo qual constituímos um corpo e um colégio… No vínculo desta unidade, pronuncio as palavras deste Acto, no qual desejo incluir, uma vez mais, as esperanças e as angústias da Igreja no mundo contemporâneo». Quanto à consagração da Rússia, pedida por Nossa Senhora, os diversos Papas nunca a esqueceram. A 31 de Dezembro de 1942, o Papa Pio XII consagrou o mundo inteiro ao Imaculado Coração de Maria, com um  pedido de especial protecção para a Rússia, e dez anos mais tarde fez a consagração explicita só da Rússia ao mesmo Imaculado Coração, como atrás ficou expresso. Estava feita pelo santo Padre a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Para se cumprirem inteiramente os desejos de Nossa Senhora, faltava que todos os Bispos do Mundo a fizessem também «em união» com ele. Isto procurou realizá-lo o santo padre João Paulo II. Nas consagrações proferidas em Fátima e em Roma, depois de dizer: «Estamos aqui unidos com todos os Pastores da Igreja por um vínculo particular pelo qual constituímos um corpo e um colégio», proferiu estas palavras: «De modo especial Vos entregamos e consagramos aqueles homens e aquelas nações que desta entrega e desta consagração têm particular necessidade». A 8 de Dezembro de 1983 dirigiu a todos os Bispos do mundo uma carta, na qual pedia que fizessem em união com ele a consagração no dia 24 ou 25 de Março: «Ficarei muito grato se nesse dia 24 de Março ou então no dia 25 de Março quiserdes renovar este acto conjuntamente comigo». O Santo padre fez o acto de consagração no domingo, dia 25 de Março, diante da imagem de Nossa senhora de Fátima da Capelinha das Aparições, ida propositadamente a Roma. Ao texto oficial impresso acrescentou espontaneamente esta frase: «Ilumina, de modo especial, os povos em relação aos quais aguardas que a Ti os consagremos».

Reparação. Tem-se escrito que o ponto característico e mais «novo» das aparições do Coração de Jesus a santa Margarida Maria em Paray-le-Monial é a reparação. O mesmo se poderia afirmar acerca da mensagem de Fátima: uma das suas notas distintas é a reparação ao Coração de Maria. Até Fátima, era costume representar o Coração de Nossa Senhora cercado de rosas. Em Fátima aparece circundado de espinhos, que ferem e magoam. São os nossos pecados, blasfémias e ingratidões. Logo na segunda Aparição viram os Pastorinhos o Coração de Maria «cercado de espinhos que parecia estarem-lhe cravados  «Compreendemos – escreve Lúcia – que era o Imaculado Coração de Maria ultrajado pelos pecados da humanidade que queria reparação». Na aparição seguinte, anuncia a Mãe de Deus que virá mais tarde pedir a «Comunhão reparadora dos primeiros sábados» e ensina-lhes este oferecimento, que hão-de repetir muitas vezes, sobretudo quando fizerem algum sacrifício: «Ó Jesus, é por vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria». Este carácter aparece sobretudo nas aparições de Pontevedra e Tuy. A 10 de Dezembro de 1925, estando a vidente Lúcia na primeira destas cidades – é ela própria que escreve em terceira pessoa –, apareceu-lhe a Santíssima Virgem e, ao lado, suspenso em uma nuvem luminosa, um menino. A Santíssima Virgem, pondo-lhe a mão no ombro, mostrou-lhe ao mesmo tempo um Coração que tinha na outra mão, cercado de espinhos- Ao mesmo tempo, disse o Menino: «Tem pena do coração de tua Santíssima Mãe, que está coberto de espinhos, que os homens ingratos, a todos os momentos me cravam com blasfémias e ingratidões. Tu, ao menos, procura consolar-me, e diz que todos aqueles que durante cinco meses no primeiro sábado se confessarem, receberem a sagrada comunhão, rezarem um terço e me fizerem 15 minutos de companhia, meditando nos 15 mistérios do Rosário com o fim de me desagravar, Eu prometo assistir-lhes na hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas». Cumpriu-se o que Nossa Senhora tinha dito na aparição de 13 de Julho em Fátima: «Virei pedir a devoção reparadora dos primeiros sábados». A 15 de Fevereiro de 1926 e a 17 de Dezembro de 1927 é o próprio Jesus que insiste para que se estabeleça e propague esta devoção. Perguntou o P. José Bernardo Gonçalves, um dos Directores espirituais da Irmã Lúcia, porque haviam de ser cinco e não 9 ou 7 os primeiros Sábados. A vidente respondeu: «Ficando na capela, com  Nosso Senhor, parte da noite do dia 29 para 30 deste mês de Maio, 1930, e falando a Nosso Senhor das perguntas 4 e 5, senti-me de repente possuída de mais intimidade da divina presença; e, se me não engano, foi-me revelado o seguinte: «Minha filha , o motivo é simples: são cinco as espécies de ofensas e blasfémias proferidas contra o Imaculado Coração de Maria:

1. As blasfémias contra a Imaculada Conceição;  2. Contra a sua virgindade; 3. Contra a maternidade Divina, recusando ao mesmo tempo recebê-la como a Mãe dos Homens; 4. Os que procuram infundir nos corações das crianças, a indiferença, o desprezo e até o ódio para com esta Imaculada Mãe; 5. Os que a ultrajam directamente nas suas sagradas imagens.

Eis, minha filha, o motivo, pelo qual o Imaculado Coração de Maria Me levou a pedir esta pequena reparação; e de, em atenção a ela, mover a minha misericórdia ao perdão para com essas almas que tiveram a desgraça de A ofender».

Tal é a transcendência desta devoção que a Vidente de Fátima pôde escrever: «Da prática de devoção dos Primeiros Sábados unida à consagração ao Imaculado Coração de Maria depende a guerra ou a paz do mundo; por isso eu desejo tanto a sua propagação e sobretudo por ser essa a vontade do nosso Bom Deus e da nossa tão querida Mãe do Céu » (19-3-1939). A devoção reparadora dos cinco primeiros sábados foi aprovada e tornada pública pelo Bispo de Leiria, Dom José Alves Correia da Silva, na Peregrinação de 13 de Setembro de 1939, treze dias depois de começada a segunda guerra mundial, que teve inicio no primeiro dia de Setembro desse ano.

www.jesuitas.pt

Recolha integral do texto inserido no livro SANTOS DE CADA DIA II, editado pela Editorial A. O. Braga – www.jesuitas.pt. por António Fonseca

Nº 1034 - 12 DE JUNHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

NOTA INICIAL:

 

As minhas maiores desculpas aos mais eventuais leitores: POR MOTIVOS TÉCNICOS QUE NÃO ME FOI POSSÍVEL RESOLVER – POR ABSOLUTA FALTA DE TEMPO E NÃO SÓ – VI-ME FORÇADO A TRANSCREVER AS BIOGRAFIAS DE HOJE, SEM TER EFECTUADO AS RESPECTIVAS TRADUÇÕES, o que vou procurar resolver nas próximas edições. Obrigado. António Fonseca

 

JOÃO de SAHAGÚN, Santo
Junho 12   -  Pregador Agostinho

Juan de Sahagún, Santo

Juan de Sahagún, Santo

Pregador

“¡Padre, no has sabido frenar tu lengua! Señor Duque, dígame para qué he subido al púlpito, ¿para anunciar la verdad a cuantos me escuchan o para adularlos vergonzosamente?”. Este tenso diálogo tuvo lugar entre el indignado duque de Alba, presente en la función religiosa, y el agustino fray Juan de Sahagún, que había pronunciado el sermón. Aquel día el P. Juan, aprovechó la presencia en la iglesia de muchos nobles de la ciudad y de las autoridades civiles para denunciar el mal gobierno de la administración y las injusticias perpetradas por los poderosos con daño de las personas más débiles, los latrocinios más o menos encubiertos, los fomentadores de banderías, y la opresión a los súbditos. En Salamanca Juan se había convertido en punto de referencia segura para todos. El público se sentía atraído por el predicador “amable”, pero a la vez valiente y justo.
Juan había nacido en Sahagún, provincia de León (España), hacia 1430. Hijo de Juan Gonzalez de Castillo y Sancha Martinez, el mayor de siete niños, el primero después de 16 años de esterilidad y frustración. De joven un tío suyo le proporcionó un empleo en la curia episcopal de Burgos, al que iba unido un beneficio eclesiástico. Después fue ordenado sacerdote.
Pero a los 33 años Juan entró en crisis. No se sentía a gusto en la viña del Señor sin trabajar en ella. Fue así cómo, al morir el obispo, cambió el rumbo de su vida y se hizo agustino, dedicándose de lleno al apostolado, con la predicación al pueblo sencillo, la promoción de la paz y de la convivencia social, siempre en defensa de los oprimidos y de sus derechos conculcados.
“Si se me preguntase acerca del comportamiento de fray Juan - testimonia uno de sus contemporáneos – en relación con pobres y afligidos, con viudas y niños explotados, con los necesitados y los enfermos, deberé responder que ya de naturaleza se mostraba habitualmente impelido a ayudar a todos con palabras o con limosnas. Y puso particular interés en conducir a todos a la paz y a la concordia después de haber apagado enemistades y desavenencias. Viviendo en Salamanca, encontrándose la entera ciudad dividida en bandos a causa de divergencias civiles, consiguió evitar muchas luchas sangrientas”.
Debido a sus reiteradas tentativas a favor de la pacificación, en 1476 los nobles de Salamanca firmaron un solemne pacto de perpetua concordia. La fuerza y el valor en sus actuaciones lo sacaba de la eucaristía, que celebraba diariamente con extraordinaria devoción.
Murió en 1479. El proceso acerca de su vida y virtudes se concluyó con la beatificación, en 1601, y con la canonización, que tuvo lugar en 1690. Las reliquias del santo se conservan en la catedral nueva de Salamanca, ciudad llena de lugares cuyos nombres recuerdan los portentos obrados por el Santo en vida y después de la muerte.
http://es.catholic.net/santoral  e  www.jesuitas.pt

 

Onofre, Santo
Junho 12   -  Ermitão

Onofre, Santo

Onofre, Santo

Ermitão

Si no lo hubiera encontrado el abad san Panufcio, ya moribundo, y no hubiera escrito su vida es seguro que no conoceríamos a este personaje originalísimo. Es un ermitaño, morador de una cueva del desierto egipcio de la Tebaida.
Allí mismo donde la civilización faraónica había florecido siglos antes, ahora, en las primeras centurias del cristianismo, los monjes pueblan el despoblado y viven en solitario su intensa experiencia interior y espiritual.
A nuestra sociedad lo profundo le sabe a raro y los compromisos definitivos o las decisiones comprometedoras de por vida no están de moda. Onofre, sin embargo, nos ofrece un testimonio admirable de profundidad interior capaz de abarcar todo su paso por la tierra.
Se dedicó a la oración y, después de orar, a dar buen consejo a quien se lo requería. ¿Nada más? Y... nada menos: dejar que el alma rebose amor de Dios para que otros puedan descubrirlo y amarlo; dejarse afectar desde el centro de la propia personalidad por la Gracia y contagiarla a otros como la gran curación, la gran salud, la gran salvación.
Si en la Iglesia no existieran estos absolutos testimonios del Absoluto, todo sería aún más relativo de lo que es.
¡Estaríamos buenos!
Gracias, san Onofre, por liberarnos de relativismos estériles con tu testimonio.

Este día también se festeja a San Juan de Sahagún http://es.catholic.net/santoral  e   www.jesuitas.pt

 

Guido (Guy) de Cortona, Beato
Junho 12   -  Franciscano

Guido (Guy) de Cortona, Beato

Guido (Guy) de Cortona, Beato

Sacerdote da Primeira Ordem Franciscana
(1190•1250)

Su culto y misa fueron concedidos por Gregorio XIII en 1583.
Guido, compañero de San Francisco, nació en Cortona hacia el 1190, de la familia Vignotelli. Pasó su juventud adquiriendo una buena cultura que le permitió llegar a ser sacerdote, y dado a la oración, la mortificación y el trabajo en ayuda de los pobres.
En 1211 el Poverello de Asís fue huésped suyo. Comieron juntos y cuando tomaban el postre, le confió al Santo con gran sencillez su deseo de hacerse discípulo suyo. Preguntó qué debía hacer y la respuesta fue breve. Dar todo a los pobres, renunciando a todos los bienes terrenos. Guido no perdió tiempo. Siguió con tanta rapidez el consejo del Pobrecillo, que al otro día, arreglados todos sus asuntos, pudo recibir el hábito y ceñir la cuerda de la penitencia franciscana.
Cortona tuvo así en las afueras de los muros su conventillo de Hermanos Menores, del cual Guido fue el alma y guía. Fue sacerdote y hermano, sin faltar en nada a la humildad franciscana y a la perfecta modestia. El Santo de Asís lo quiso sinceramente y lo estimó como a pocos otros discípulos.
Pero quien lo amó particularmente fue el pueblo de Cortona, del cual el Beato fue un gran bienhechor. La devoción popular le atribuye clamorosos milagros, como el del agua convertida en vino, de la harina prodigiosamente multiplicada, de la curación de un paralítico y sobre todo el de volver a la vida a una muchacha caída en un pozo. Entre los milagros y las muchas buenas obras, la oración y la penitencia, las prácticas religiosas y el cuidado del convento transcurrió serena y luminosa la vida de Guido.
Con el Seráfico Padre se retiró por algún tiempo a un lugar solitario a un kilómetro de Cortona, llamado el conventico de Las Celdas, que se considera uno de los primeros construidos en la Orden, y cultivó más intensamente la vida de piedad y de mortificación. Más tarde visitó a San Francisco de Asís y obtuvo el permiso de la predicación, con la cual, como con sus milagros, recogió abundantes frutos de bien. Al volver Francisco a Cortona, fue nuevamente a donde él, y recibió del mismo un gran elogio delante de los cortoneses, que obtuvieron la seguridad de la poderosa intercesión que él siempre había ejercitado en su favor, predicción que no quedó sin cumplirse.
Un día el Patriarca de Asís, muerto hacía cerca de veinte años, se apareció al fraile cortonés
anunciándole la hora de la recompensa. Cuando ésta llegó, pareció que Guido partiera para un viaje largamente ansiado, en compañía de la persona más amada: “He aquí a mi querido San Francisco, exclamó agonizando. Todos de pies! Vamos tras él”. A los 60 años de edad, voló su alma de la tierra al cielo en junio de 1250. Su cuerpo permaneció donde vivió y murió, en Cortona, que así vino a ser la ciudad del Beato Guido, antes de ser, unos decenios después, la ciudad de Santa Margarita, la mujer apasionada, después del hombre generoso y bienhechor.

Leão III, Santo
Junio 12 XCVI Papa

León III, Santo

León III, Santo

XCVI Papa

Fecha de nacimiento desconocida; murió en 816. Fue elegido el mismo día que fue enterrado su predecesor (26 de diciembre de 795), y consagrado al día siguiente.
Es bastante probable que esta prisa fuera debida a un deseo de los romanos de evitar cualquier interferencia por parte de los francos en su libertad de elección. León era romano, hijo de Aciupio e Isabel. En el momento de su elección era cardenal de Santa Susana, y aparentemente también “vestiarius”, o sea jefe del tesoro pontificio (o guardarropa).
Junto con la carta dirigida a Carlomagno en la que le informaba de que había sido elegido papa por unanimidad, León le envió las llaves de la confesión de San Pedro y el estandarte de la ciudad. Esto lo hizo para mostrar que consideraba al rey franco el protector de la Santa Sede. A cambio recibió de Carlomagno cartas de felicitación y una parte considerable del tesoro que el rey había tomado a los ávaros. La adquisición de esta riqueza fue una de las causas que permitieron a León ser un gran benefactor de las iglesias e instituciones de caridad de Roma.
Empujados por los celos, por la ambición o por sentimientos de odio y venganza, un cierto número de parientes del Papa Adriano I urdieron un plan para hacer a León indigno de ejercer su sagrado oficio. Con ocasión de la procesión de las Grandes Letanías (25 de abril de 799), cuando el papa se dirigía hacia la Puerta Flaminia, fue repentinamente atacado por un grupo de hombres armados. Fue arrojado al suelo, donde intentaron arrancarle la lengua y sacarle los ojos. Después de un tiempo sangrando en la calle, fue trasladado por la noche al monasterio de San Erasmo, en el Celio. Allí, de una manera al parecer bastante milagrosa, recuperó el uso total de los ojos y la lengua. Huyendo del monasterio, se trasladó, acompañado de muchos romanos, a la corte de Carlomagno. Fue recibido por el rey franco con todos los honores en Paderborn, a pesar de que sus enemigos habían llenado los oídos del rey de maliciosas acusaciones contra él.
Después de unos meses de estancia en Alemania, el monarca franco le envió con una escolta de vuelta a Roma, donde fue recibido con gran demostración de júbilo por todo el pueblo, tanto naturales como extranjeros.
Los enemigos del papa fueron juzgados por los enviados de Carlomagno y, como no fueron capaces de probar la culpa de León ni la inocencia de ellos mismos, fueron enviados como prisioneros a Francia (Reino de los francos). Al año siguiente (800) Carlomagno en persona fue a Roma, y el papa y sus acusadores fueron puestos frente a frente. Los obispos reunidos declararon que no tenía derecho a juzgar al papa; pero León, por su propia voluntad, con el objetivo, como dijo, de disipar cualquier sospecha en las mentes de aquellos hombres, declaró bajo juramento que era totalmente inocente de los cargos que se habían presentado contra él.
A petición suya, la pena de muerte emitida contra sus principales enemigos fue conmutada por una sentencia de exilio.
Unos días después, León y Carlomagno volvieron a reunirse. Fue el día de Navidad en San Pedro. Después de leer el Evangelio, el papa se acercó a Carlomagno, que estaba de rodillas ante la Confesión de San Pedro, y le colocó una corona en la cabeza. Inmediatamente la muchedumbre reunida en la basílica pronunció el siguiente grito: “¡A Carlos, el más pío Augusto, coronado por Dios, a nuestro grande y pacífico emperador, larga vida y victoria!” Por este acto, resurgió el Imperio de Occidente y, al menos en teoría, la Iglesia declaró que el mundo estaba sujeto a un solo poder temporal, como Cristo lo había hecho sujeto a un solo poder espiritual. Se entendió que la primera obligación del nuevo emperador era ser el protector de la Iglesia romana y de la Cristiandad contra los paganos. Con la vista puesta en la alianza entre Oriente y Occidente bajo el efectivo gobierno de Carlomagno, León se esforzó en promover el proyecto de un matrimonio del emperador con la princesa de Oriente Irene. Sin embargo, el destronamiento de ésta (801) impidió que este excelente plan pudiera ser llevado a cabo. Unos tres años después de la partida de Carlomagno de Roma (801), León volvió a cruzar los Alpes para verle (804). Según algunos, fue a discutir con el emperador la división de sus territorios entre sus hijos. En cualquier caso, dos años después fue invitado a dar su aprobación a las previsiones del emperador para la mencionada partición. Actuando igualmente en armonía con el papa, Carlomagno combatió la herejía del adopcionismo que había surgido en España, pero fue algo más allá que su guía espiritual cuando deseó provocar la inserción general del “Filioque” en el Credo de Nicea. No obstante, los dos actuaron de consuno cuando hicieron a Salzburgo la sede metropolitana de Baviera y cuando Fortunato de Grado fue compensado por la pérdida de su sede de Grado con la entrega de la de Pola. La acción conjunta del Papa y el Emperador se sintió incluso en Inglaterra. Gracias a ella, Eardulfo de Northumbria recuperó su reino y se resolvió la disputa entre Eambaldo, arzobispo de Cork, y Ulfredo, arzobispo de Canterbury.
Sin embargo, León tenía muchas relaciones con Inglaterra por su cuenta. Bajo su mandato, el sínodo de Beccanceld (o Clovesho, 803) condenó el nombramiento de laicos como superiores de monasterios. De acuerdo con los deseos de Etelardo, arzobispo de Carterbury, León excomulgó a Eadberto Praen por usurpar el trono de Kent; además, retiró el palio que había sido concedido a Litchfield, autorizando la restauración de la jurisdicción eclesiástica de la Sede de Canterbury “como lo había establecido San Gregorio Apóstol y patrono de los ingleses”. León también fue llamado para solventar las diferencias entre el arzobispo Ulfredo y Cenulfo, rey de Mercia. Muy poco se sabe acerca de las diferencias entre ellos, pero, quienquiera que fuera el más culpable, lo cierto es que el arzobispo fue el que más sufrió. Parece que el Rey indujo al Papa a suspenderle en sus funciones episcopales y a mantener el reino bajo una especie de interdicto durante seis años. Hasta la hora de su muerte (822), el ansia de oro provocó que Cenulfo continuara la persecución del arzobispo. Lo mismo hizo con el monasterio de Abingdon: hasta que no recibió una gran suma de dinero de su abad, no decretó la inviolabilidad del monasterio, actuando, como declaró, a petición del señor apostólico y muy glorioso Papa León.
Durante el pontificado de León III, la Iglesia de Constantinopla se encontraba en una situación de tensión. Los monjes, que prosperaban durante este periodo bajo la guía de hombres como San Teodoro el Estudita, sospechaban de lo que ellos concebían como los principios laxos de su patriarca Tarasio, y se oponían vigorosamente a la malvada conducta de su emperador Constantino VI. Con el propósito de ser libre para casarse con Teodota, el soberano se había divorciado de su mujer, María. Aunque Tarasio condenó la conducta de Constantino, rehusó, emperador, para evitar males mayores, a excomulgarle. Por haber condenado su nuevo matrimonio, Constantino castigó a los monjes con las penas de prisión y destierro. Afligidos, los monjes pidieron ayuda a León, como hicieron cuando fueron maltratados por oponerse a la arbitraria rehabilitación del sacerdote a quien Tarasio había degradado por casar a Constantino con Teodota. El Papa replicó, no sólo con palabras de alabanza y ánimo, sino también con el envío de ricos presentes; y, tras la llegada de Miguel I al trono bizantino, ratificó el tratado entre Carlomagno y él para asegurar la paz entre Oriente y Occidente.
El Papa y el Emperador de los francos actuaron conjuntamente, no sólo en la última operación mencionada, sino en todos los asuntos de importancia. Siguiendo el consejo de Carlomagno, León, para rechazar las violentas incursiones de los sarracenos, mantuvo una flota, de suerte que la línea costera era regularmente patrullada por sus navíos de guerra. No obstante, debido a que no se consideraba competente para mantener a los piratas musulmanes fuera de Córcega, confío la protección de la isla al Emperador. Apoyado por Carlomagno, fue capaz de recuperar una parte del patrimonio de la Iglesia romana en los alrededores de Gaeta, y pudo administrarlo de nuevo a través de sus párrocos. Pero cuando murió el gran Emperador (28 de enero de 814), los malos tiempos volvieron a León. Una nueva conspiración se formó contra él, pero en esta ocasión el Papa fue informado de ella antes de que llegara a un punto crítico. Ordenó que los cabecillas de la conspiración fueran detenidos y ejecutados. Apenas se había eliminado esta conspiración cuando un grupo de nobles de la Campania se levantaron en armas y se dedicaron al pillaje por toda la región. Estaban preparándose para marchar sobre la misma Roma cuando fueron derrotados por el duque de Spoleto, a las órdenes del Rey de Italia (Langobardía o Lombardía). Las enormes sumas de dinero que Carlomagno entregó al tesoro papal permitieron a León llegar a ser un eficaz protector de los pobres y mecenas del arte; así, llevó a cabo obras de renovación en las iglesias de Romas e incluso en las de Ravena. Empleó el imperecedero arte del mosaico, no solamente para retratar las relaciones políticas entre Carlomagno y él mismo, sino fundamentalmente para decorar las iglesias, en particular su iglesia titular de Santa Susana. Hasta finales del siglo XVI se podía contemplar una figura de León en un mosaico de esa antigua iglesia.
León III fue enterrado en San Pedro (12 de junio de 816), donde se encuentran sus reliquias, junto a las de Santos León I, León II y León IV. Fue canonizado en 1673. Los denarios de plata de León III todavía existentes llevan el nombre del Emperador además del de León, mostrando así al Emperador como protector de la Iglesia y señor de la ciudad de Roma.

María Cândida da Eucaristia, Beata
Junio 12 Carmelita

María Cándida de la Eucaristía, Beata

María Cándida de la Eucaristía, Beata

Carmelita Descalça

María Barba nació el 16 de enero de 1884 en Catanzaro (Italia), a donde la familia, oriunda de Palermo, se había trasladado momentáneamente por motivos de trabajo del padre, Pedro Barba, consejero del Tribunal Superior.
Cuando la niña tenía dos años la familia regresó a la capital siciliana y allí vivió María Barba su juventud, en el seno de una familia profundamente creyente, pero que se opuso obstinadamente a su vocación religiosa, experimentada desde los quince años de edad. María, en efecto, tuvo que luchar casi veinte años hasta ver realizada su aspiración, demostrando, durante esos años de espera y de sufrimiento interior, una sorprendente fortaleza de ánimo y una fidelidad poco común a la inspiración inicial.
En esta batalla, que se prolongó hasta su entrada en el Carmelo teresiano de Ragusa el 25 de septiembre de 1919, María Barba fue sostenida por una especialísima devoción al misterio eucarístico: en la Eucaristía veía ella el misterio de la presencia sacramental de Dios en el mundo, la muestra concreta de su amor infinito a los hombres, el motivo de nuestra plena confianza en sus promesas.
En ella, el amor a la Eucaristía se manifiesta desde la más tierna infancia. «Cuando era pequeñita —cuenta ella misma— y todavía no se me había dado Jesús, esperaba a mi madre, cuando volvía de la Santa Comunión, casi en el umbral de casa, y, de puntillas para llegar hasta ella, le decía: “A mí también el Señor!”. Mi madre se inclinaba con afecto y alentaba sobre mis labios; yo la dejaba en seguida y, cruzando y apretando las manos sobre el pecho, llena de alegría y de fe, repetía saltando: “Yo también tengo al Señor! yo también tengo al Señor”». Son señales de una vocación y de una llamada de Dios, cuya iniciativa comienza a preparar un regalo extraordinario para la Iglesia.
Desde que, a los 10 años, fue admitida a la Primera Comunión, su mayor alegría era poder comulgar. Desde entonces, privarse de la Santa Comunión, era para ella «una cruz y un tormento bien grande». En efecto, tras la muerte de su madre en 1914, no podía acercarse a la Comunión sino raramente, por no reñir con sus hermanos que no le permitían salir sola de casa.

María Cándida de la Eucaristía, Beata

María Cándida de la Eucaristía, Beata

Entrada en el Carmelo, donde tomó el nombre, en cierto modo profético, de María Cándida de la Eucaristía, quiso «acompañar a Jesús, en su condición de Eucaristía, lo más que pudiese». Prolongaba sus horas de adoración, y, sobre todo, la hora de las 23 a las 24 de cada jueves, la pasaba ante el Tabernáculo. La Eucaristía polarizaba verdaderamente toda su vida espiritual, no tanto por las manifestaciones devocionales, cuanto por la incidencia vital en la relación entre su alma y Dios. De la Eucaristía sacó fuerzas María Cándida para consagrarse a Dios como víctima el 1 de noviembre de 1927.
María Cándida desarrolló plenamente lo que ella misma define como su «vocación a la Eucaristía» ayudada por la espiritualidad carmelitana, a la que se había acercado a través de la lectura de la Historia de un alma de Santa Teresita. Son bien conocidas las páginas en que santa Teresa de Jesús describe su especialísima devoción a la Eucaristía y cómo, en la Eucaristía, experimentó la santa Fundadora el misterio fecundo de la Humanidad de Cristo.
Elegida priora del monasterio en 1924, lo fue, salvo una breve interrupción, hasta 1947, infundiendo en su comunidad un profundo amor a las Constituciones de santa Teresa de Jesús y contribuyendo de forma directa a la expansión del Carmelo teresiano en Sicilia, fundación de Siracusa, y al retorno de la rama masculina de la Orden.
A partir de la solemnidad del Corpus Domini de 1933, año santo de la Redención, María Cándida comienza a escribir lo que podríamos definir como su pequeña obra maestra de espiritualidad eucarística, La Eucaristía, «verdadera joya de espiritualidad eucarística vivida». Se trata de una larga, intensa meditación sobre la Eucaristía, siempre tensa entre el recuerdo de la experiencia personal y la profundización teológica de esa misma experiencia. En la Eucaristía ve sintetizadas, la Madre Cándida, todas las dimensiones de la experiencia cristiana. La fe: «Oh mi Amado Sacramentado, yo Te veo, yo Te creo!... Oh Santa Fe». «Contemplar con Fe redoblada a nuestro Amado en el Sacramento: vivir de Él que viene cada día». La esperanza: «Oh mi divina Eucaristía, mi querida esperanza, todo lo espero de ti... Desde niña fue grande mi esperanza en la Santísima Eucaristía». La caridad: «Jesús mío, cuánto Te amo! Es un amor inmenso el que nutro en mi corazón por Ti, oh Amor Sacramentado... Cuán grande es el amor de un Dios hecho pan por las almas! De un Dios hecho prisionero por mí».
En la Eucaristía, la Madre Cándida, entonces priora de su comunidad, descubre también el sentido profundo de los tres votos religiosos, que en una vida intensamente eucarística hallan, no sólo su plena expresión, sino también un ejercicio concreto de vida, una especie de profunda ascesis y de progresiva conformación al único modelo de toda consagración, Jesucristo muerto y resucitado por nosotros: «¿Qué himno no debería entonarse a la obediencia de nuestro Dios Sacramentado? Y ¿qué es la obediencia de Jesús en Nazareth, comparada con su obediencia en el Sacramento desde hace veinte siglos?». «Después de instruirme sobre la obediencia, cuánto me hablas, cuánto me instruyes en la pobreza, oh blanca Hostia! Quién más despojada, más pobre que Tú...No tienes nada, no pides nada!... Divino Jesús, haz que las almas religiosas estén sedientas de desprendimiento y de pobreza sincera!».«Si me hablas de obediencia y de pobreza..., qué fascinación de pureza no suscitas Tú con solo mirarte! Señor, si tu descanso lo encuentras en las almas puras, ¿qué alma, tratando contigo, no se hará tal?». De ahí el propósito: «Quiero permanecer junto a Ti por pureza y amor».
Pero es sin duda la Virgen María el verdadero modelo de vida eucarística, Ella que llevó en su seno al Hijo de Dios y que continuamente lo engendra en el corazón de sus discípulos: «Quisiera ser como María — escribe la María Cándida en una de las páginas más intensas y profundas de La Eucaristía —, ser María para Jesús, ocupar el puesto de su madre. En mis Comuniones, María la tengo siempre presente. De sus manos quiero recibir a Jesús, ella debe hacerme una sola cosa con Él. Yo no puedo separar a María de Jesús. Salve! Oh Cuerpo nacido de María!. Salve María, aurora de la Eucaristía!».
Para María Cándida, la Eucaristía es alimento, es encuentro con Dios, es fusión de corazón, es escuela de virtud, es sabiduría de vida. «El Cielo mismo no posee más. Aquel único tesoro está aquí, es Dios! Verdaderamente, sí verdaderamente: mi Dios y mi Todo». «Le pido a mi Jesús ser puesta como centinela de todos los sagrarios del mundo hasta el fin de los tiempos».
El Señor la llamó, después de algunos meses de agudos sufrimientos físicos, el 12 de junio de 1949, Solemnidad de la Santísima Trinidad en ese año.
Fue beatificada el 21 de marzo de 2004 por S.S. Juan Pablo II.

• 108 mártires de Polónia durante a segunda guerra, Beatos
Junho 12   -  Mártires

108 mártires de Polonia durante la segunda guerra, Beatos

108 mártires de Polonia durante a segunda guerra, Beatos

El 13 de junio de 1999, el papa Juan Pablo II beatificó, en Varsovia, a 108 mártires de la última Guerra Mundial en Polonia, y estableció que su fiesta se celebre el 12 de junio. Entre ellos hay 3 obispos, 52 sacerdotes diocesanos, 26 sacerdotes religiosos, 3 clérigos, 7 religiosos no sacerdotes, 8 religiosas y 9 personas laicas.
Durante la II Guerra Mundial, en Polonia fueron numerosas las víctimas de la encarnizada persecución nazi contra la Iglesia. También otros muchísimos ciudadanos fueron perseguidos y asesinados en aquellas terribles circunstancias. Pero los 108 beatificados por el Papa fueron todos ellos asesinados por odio a la fe cristiana en diversas circunstancias o lugares, o murieron como consecuencia de los sufrimientos infligidos por el mismo motivo en las cárceles y campos de concentración. La mayoría de los sacerdotes murieron por no dejar de ejercer su ministerio, a pesar de las amenazas; muchos de estos mártires perdieron la vida por defender a judíos; las religiosas, por su parte, en su servicio amoroso y silencioso, aceptaron con espíritu de fe los sufrimientos y la muerte. Todos fueron en sentido estricto testigos de la fe de Cristo.
Los padecimientos de los 108 mártires polacos —torturados y ejecutados por los nazis durante la Segunda Guerra Mundial —elevados a los altares por el Papa Juan Pablo II— evidencian los sufrimientos de la Iglesia durante la Segunda Guerra Mundial, así como la ayuda que ellos prestaron a judíos, comunistas y en general a todo perseguido por las fuerzas del Eje.
El Postulador General de los mártires, P. Tomasz Kaczmarek, informó que los 108 polacos, que murieron a manos de soldados alemanes durante la ocupación nazi (1939-1945) y que fueron declarados beatos el 13 de junio en Varsovia, proceden de 18 diócesis diferentes y 22 órdenes religiosas.
Salvadores de judíos
Entre los polacos a ser beatificados están 15 víctimas del campo de concentración de Auschwitz y otros 43 que sufrieron en Dachau, campo ubicado cerca de Munich. También se cuentan varios católicos que fueron perseguidos, torturados y ejecutados por salvar a judíos y comunistas que eran buscados por los soldados alemanes.
Así por ejemplo, dos religiosas, que se encuentran en la lista de los futuros beatos, fueron asesinadas por rescatar a decenas de judíos durante la Segunda Guerra Mundial. De la misma manera, la religiosa dominica Julia Rodzinska (1899-1945) murió de tifus en el campo de concentración de Stutthof, luego de dar ayuda, junto con otras siete religiosas, a varias mujeres judías.
Los judíos hallados por los nazis en el ático del convento de las hermanas de la Inmaculada Concepción fueron causa de tortura y ejecución de las religiosas Bogumila Noiszewska (Maria Ewa) y Kazimiera Wolowska (Maria Marta), que murieron fusiladas en Slonim en 1942. Del mismo modo, el párroco de Gdeszyn, P. Zygmunt Pisarski, fue arrestado y asesinado en Dachau en 1943 por rechazar entregar a comunistas locales a la Gestapo.
Perseguidos por ser católicos
El P. Kaszmarek afirmó también que la misma experiencia de sufrimiento fue vivida por Mons. Julian Nowowiejski, Arzobispo de Plock (1858-1941), quien fue duramente maltratado y finalmente asesinado en el campo de concentración de Dzialdow.
Otro de los obispos que fueron acosados por el nazismo fue el también prisionero en Dachau,
Michal Kozal (1893-1943), Obispo de Wloclawek, diócesis que sufrió el exterminio de la mitad de sus sacerdotes, once de los cuales están en la lista de beatificaciones.
"El odio a los polacos se mezcló con el ataque a la Iglesia Católica, que representaba un inconveniente obstáculo a la implementación de la insana visión de Hitler sobre la raza y la vida política y social", afirma el P. Kaczmarek.
El Postulador de la causa de los beatos cree que el Papa Wojtila conoció a uno de los mártires durante su juventud, cuando él estudiaba en Cracovia, el P. Jozef Kowalski, quien fue asesinado en Auschwitz en 1942 por rehusarse a cometer sacrilegio con su propio rosario.
Entre los 52 sacerdotes que pasaron por las torturas y ejecuciones nazis, la mayoría de ellos jóvenes, hay dos hermanos que ofrecieron sus vidas en virtud de su ministerio pastoral. Se trata de los padres Kazimierz y Stefan Grelewski, procedentes de Radom, el primero de los cuales fue colgado y el segundo torturado hasta morir en Dachau en 1943.
Otros dos ejemplos de sacrificio y amor a la Iglesia fueron el fray Anicet Koplinski (1875-1941), un capuchino nacido en Alemania que prefirió morir en las cámaras de gas a abandonar su orden, y dos marianistas Jerzy Kaszyra (1904-1943) y Antoni Leszczewicz (1890-1943), que murieron quemados en dos atrocidades cometidas en Rosica.
También laicos
Entre los 108 mártires polacos, existen un total de nueve laicos como Natalia Tulasiewicz, una agente pastoral de 39 años, que fue asesinada en una cámara de gas en Ravensbruck, y Mariana Biernacka (1888-1943), una campesina que pidió ser fusilada en lugar de su nuera que tenía varios meses de embarazo, en Grodno.
Documentación
El padre Kaczmarek explicó que las causas de los mártires fueron sólidamente fundadas en 92,000 páginas de documentación, que fueron entregados oportunamente al Vaticano en 1994. En la investigación han participado 600 especialistas, entre archivistas, historiadores y teólogos.
"Una pregunta me viene a la mente muchas veces: ¿por qué Dios ha querido revelar sus mártires a sus compatriotas contemporáneos justo ahora, en el umbral del Tercer Milenio? Una sola respuesta viene siempre a mi mente: necesitamos estos testigos para nuestros tiempos´´, dijo el padre Kaczmarek.

A continuación la lista de los 108 mártires:

- Adam Bargielski - Aleksy Sobaszek - Alfons Maria Mazurek - Alicja Maria Jadwiga Kotowska - Alojzy Liguda - Anastazy Jakub Pankiewicz - Anicet Koplinski - Antoni Beszta-Borowski - Antoni Julian Nowowiejski - Antoni Leszczewicz - Antoni Rewera - Antoni Swiadek - Antoni Zawistowski , sacerdote (1882-1942 KL Dachau) - Boleslaw Strzelecki , sacerdote (1896-1941, Germania Auschwitz) - Bronislaw Komorowski , sacerdote (1889-22.3.1940 KL Stutthof) - Bronislaw Kostkowski , estudiante (1915-1942 KL Dachau) - Brunon Zembol , religioso (1905-1922 KL Dachau) - Czeslaw Jozwiak (1919-1942 prisionero en Dresden), - Dominik Jedrzejewski , sacerdote (1886-1942 KL Dachau) - Edward Detkens , sacerdote (1885-1942 KL Dachau) - Edward Grzymala , sacerdote (1906-1942 KL Dachau) - Edward Kazmierski (1919-1942 prisionero en Dresden), - Edward Klinik (1919-1942 prisionero en Dresden), - Emil Szramek, sacerdote (1887-1942 KL Dachau) - Ewa Noiszewska, religiosa (1885-1942, Góra Pietrelewicka in Slonim) - Fidelis Chojnacki, religioso (1906-1942 KL Dachau) - Florian Stepniak, religioso, sacerdote (1912-1942 KL Dachau) - Franciszek Dachtera, sacerdote (1910-23.8.1942 KL Dachau) - Franciszek Drzewiecki, religioso, sacerdote (1908-1942 KL Dachau) - Franciszek Kesy (1920-1942 priosionero en Dresden), - Franciszek Rogaczewski, sacerdote (1892-11.1.1940) - Franciszek Roslaniec, sacerdote (1889-1942 KL Dachau) - Francisco (Franciszek) Stryjas, padre de familia, (1882-31.7.1944 prisionero en Kalisz) - Gregorio (Grzegorz) Boleslaw Frackowiak, religioso (1911-1943 decapitado en Dresden) - Henryk Hlebowicz, sacerdote (1904-1941 Borysewo) - Enrique (Henryk) Kaczorowski, sacerdote (1888-1942 KL Dachau) - Henryk Krzysztofik, religioso, sacerdote (1908-1942 KL Dachau) - Hilario (Pawel) Januszewski, religioso, sacerdote (1907-1945 KL Dachau) - Jan Antonin Bajewski, religioso, sacerdote (1915-1941 KL Auschwitz) - Jan Nepomucen Chrzan, sacerdote (1885-1942 KL Dachau) - Jarogniew Wojciechowski (1922-1942 prisionero en in Dresden). - Jerzy Kaszyra, religioso,sacerdote (1910-1943, in Rosica), - Jozef Achilles Puchala, religioso, sacerdote (1911-1943) - Jozef Cebula, religioso, sacerdote (1902-1941 KL Mauthausen) - Jozef Czempiel, sacerdote (1883-1942 KL Mauthausen) - Jozef Innocenty Guz, religioso, sacerdote (1890-1940 KL Sachsenhausen) - Jozef Jankowski, religioso,sacerdote, (1910 -16.10.1941, Auschwitz) - Jozef Kowalski - Jozef Kurzawa, sacerdote (1910-1940) - Jozef Kut, sacerdote (1905-1942 KL Dachau) - Jozef Pawlowski, sacerdote (1890-9.1.1942 KL Dachau) - Jozef Stanek, religioso, sacerdote (1916-23.9.1944, morto a seguito delle torture in Varsavia) - Jozef Straszewski, sacerdote (1885-1942 KL Dachau) - Jozef Zaplata, religioso (1904-1945 KL Dachau) - Julia Rodzinska, religiosa (1899-20.2.1945 Stutthof); - Karol Herman Stepien, religioso, sacerdote (1910-1943) - Katarzyna Celestyna Faron, religiosa (1913-1944 KL Auschwitz) - Kazimierz Gostynski, sacerdote (1884-1942 KL Dachau) - Kazimierz Grelewski, sacerdote (1907-1942 KL Dachau) - Kazimierz Sykulski, sacerdote (1882-1942 KL Auschwitz) - Cristino (Krystyn) Gondek, religioso, sacerdote (1909-1942) - Leon Nowakowski, sacerdote (1913-1939) - Leon Wetmanski(1886-1941, Dzialdowo), Obispo - Ludwik Gietyngier - Ludwik Mzyk, religioso, sacerdote (1905-1942) - Ludwik Pius Bartosik, religioso, sacerdote (1909-1941 KL Auschwitz) - Maksymilian Binkiewicz, sacerdote (1913-24.7.1942, Dachau) - Marcin Oprzadek, religioso (1884-1942 KL Dachau) - Maria Antonina Kratochwil, religiosa (1881-1942) - Maria Klemensa Staszewska, religiosa (1890-1943 KL Auschwitz) - Marian Gorecki, sacerdote (1903-22.3.1940 KL Stutthof) - Marian Konopinski, sacerdote (1907-1.1.1943 KL Dachau) - Marian Skrzypczak, sacerdote (1909-1939 in Plonkowo) - Mariana Biernacka (1888-1943), - Marta Wolowska, religiosa (1879-1942, Góra Pietrelewicka in Slonim) - Michal Czartoryski, religioso, sacerdote (1897-1944) - Miguel (Michal) Ozieblowski, sacerdote (1900-1942 KL Dachau) - Michal Piaszczynski, sacerdote (1885-1940 KL Sachsenhausen) - Michal Wozniak, sacerdote (1875-1942 KL Dachau) - Mieczyslaw Bohatkiewicz, sacerdote (1904-4.3.1942 shot in Berezwecz) - Mieczyslawa Kowalska, religiosa (1902-1941 KL Dzialdowo) - Narcyz Putz, sacerdote (1877-1942 KL Dachau) - Narciso Turchan, religioso, sacerdote (1879-1942 KL Dachau) - Natalia Tulasiewicz (1906-31.3.1945 Ravensbrück), - Piotr Bonifacy Z|ukowski, religioso (1913-1942 KL Auschwitz) - Piotr Edward Dankowski, sacerdote (1908-3.4.1942 KL Auschwitz) - Roman Archutowski, sacerdote (1882-1943 KL Majdanek) - Roman Sitko, sacerdote (1880-1942 KL Auschwitz) - Stanislaw Kubista, religioso, sacerdote (1898-1940 KL Sachsenhausen) - Stanislaw Kubski, religioso, sacerdote (1876-1942 KL Dachau) - Stanislaw Mysakowski, sacerdote (1896-1942 KL Dachau) - Stanislaw Pyrtek, sacerdote (1913-4.3.1942 Berezwecz) - Stanislaw Starowieyski, padre de familia (1895-13.4.1940/1 KL Dachau) - Stanislaw Tymoteusz Trojanowski, religioso (1908-1942 KL Auschwitz) - Stefan Grelewski, sacerdote (1899-1941 KL Dachau) - Symforian Ducki, religioso (1888-1942 KL Auschwiitz) - Tadeusz Dulny, seminarita (1914-1942 KL Dachau) - Wincenty Matuszewski, sacerdote (1869-1940) - Wladyslaw Bladzinski, religioso, sacerdote (1908-1944) - Wladyslaw Demski, sacerdote (1884-28.5.1940, Sachsenhausen) - Wladyslaw Goral,(1898-1945 KL Sachsenhausen), Obispo - Wladyslaw Mackowiak, sacerdote (1910-4.3.1942 Berezwecz) - Wladyslaw Maczkowski, sacerdote (1911-20.8.1942 KL Dachau) - Wladyslaw Miegon, sacerdote, (1892-1942 KL Dachau) - Wlodzimierz Laskowski, sacerdote (1886-1940 KL Gusen) - Wojciech Nierychlewski, religioso, sacerdote (1903-1942 KL Auschwitz) - Zygmunt Pisarski, sacerdote (1902-1943) - Zygmunt Sajna, sacerdote (1897-1940 Palmiry)

Mercedes de Jesus Molina y Ayala, Beata
Junho 12 A Rosa de Guayas

Mercedes de Jesús Molina y Ayala, Beata

Mercedes de Jesús Molina y Ayala, Beata

A Rosa de Guayas
Fundadora do Instituto das Irmãs de Santa Mariana de Jesús

Nació en Baba, población perteneciente en esa época parte del Departamento de Guayaquil, provincia del Guayas (luego de una división administrativa Baba queda hoy en día en la provincia de Los Ríos), el 24 de septiembre de 1828, hija de don Miguel Molina y Arbeláez y de doña Rosa Ayala y Aguilar.
Dos años más tarde murió su padre, por lo que con su madre se trasladó a vivir a Guayaquil, donde ingresó a estudiar en una de las escuela de la ciudad. Por esa época su madre le enseñó a rezar y a conocer la doctrina cristiana.
A los quince años de edad sufrió el gran dolor de perder a su madre; era entonces una bella jovencita que atraía poderosamente a muchos gentiles galanes que rondaban su casa con pretensiones amorosas, pero en 1849, cuando acababa de cumplir veintiún años, renunció a un brillante matrimonio, y al frente de un asilo de huérfanos se dedicó a la acción social y evangélica. Entonces repartió todos los bienes que había heredado de sus padres -destinándolos a obras para los pobres-, y colaboró con la incipiente Junta de Beneficencia de Guayaquil (institución de servicio social existente hasta nuestros días).
Mercedes se entregó por entero a Dios y emitió votos de virginidad perpetua tomando el camino del sacrificio, la bondad, la oración y la meditación. Sucedió entonces que estando en oración contemplativa, siguiendo los pasos de
Mariana de Jesús a quien imitaba en su amor a Dios, éste le manifestó, a través de un rosal florido, que fundaría un colegio religioso.
En 1862 comenzó a levitar cuando oraba, perdía los sentidos y entraba en éxtasis después de comulgar. Al año siguiente su fama de beata se extendió por toda la ciudad ocasionando los más variados comentarios. Fue justamente por esa época cuando conoció a
Narcisa de Jesús Martillo Morán, con quien compartió su casa por largo tiempo para ayudarse mutuamente en el camino de la cruz, y practicar juntas la virtud, la oración y la penitencia.
En 1870 viajó al oriente con el propósito de evangelizar a los jíbaros, y tres años más tarde, luego de cumplir con su labor cristiana a costa de muchos sufrimientos, el Señor la condujo a la ciudad de Riobamba donde el 14 de abril de 1873 vio cristalizado su deseo de fundar un instituto religioso, al que puso bajo el patrocinio de la santa quiteña Mariana de Jesús.
Posteriormente continuó llevando una vida ejemplar, de amor al prójimo y de sacrificio hasta el heroísmo, y debido al ayuno y la penitencia su cuerpo se fue debilitando poco a poco hasta que la muerte la sorprendió, en olor a santidad, el 12 de junio de 1883.
El 8 de febrero de 1946, Su Santidad el Papa Pío XII decretó la introducción de la causa de su beatificación, y el 27 de noviembre de 1981, el Papa Juan Pablo II expidió el Decreto sobre las Virtudes Heroicas y le dio el título de Venerable. Cuatro años más tarde, el 1 de febrero de 1985, «La Rosa del Guayas» fue beatificada durante la visita pastoral que el Santo Padre realizó a la ciudad de Guayaquil.
Sus restos descansan en la ciudad de Riobamba, en la misma casa donde fundó la Congregación de las Marianitas.
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Lourenço Salvi, Beato
Junho 12   -  Passionista

Lorenzo Salvi, Beato

Lorenzo Salvi, Beato

O Misionário do Menino Jesús

Lorenzo Salvi es un hombre que ha gastado su vida al servicio de Dios y no se detuvo nunca por lo que mereció como apelativo "movimiento perpetuo". Otras de sus características fueron la mansedumbre y la humildad que aprendió en la escuela de Jesús a niño y de la familia de Nazareth.
Todo esto se dio cuando la suerte lo hizo nacer en Roma, en un ambiente aristocrático, el 30 de octubre de 1782 de Antonio y Mariana Biondi, en el palacio de los condes de Carpegna. El padre se desempeñaba como el administrador de esta noble familia y en aquel tiempo esto significaba casi gozar de los privilegios de la noble familia. Apenas un mes después de su nacimiento su madre muere, por suerte no padece por ello un gran trauma; en efecto esto sólo lo sabrá antes de su ordenación sacerdotal.
Desarrolla sus estudios bajo la guía de los preceptores de los Carpegna y frecuenta el cercano Colegio Romano, donde encuentra como compañero de escuela a S. Gaspare del Búfalo y se convierte en discípulo del camaldolense don Mauro Cappellari, que será Papa con el nombre de Gregorio XVI.
A 19 años se convierte en religioso y elige a los Pasionistas, que ha conocido por la fuerte personalidad y oratoria de S. Vicente Maria Strambi. El padre intenta retenerlo, para ello le pide esperar todavía un año más mientras le dice: "Por un año no me hables ni de curas, ni de frailes". Lorenzo obedece, pero terminado el año, se presenta puntualmente al padre y le pide:
“He obedecido, pero ahora debes mantener tu promesa". El Sr. Antonio no puede incumplir los pactos. Transcurre el año de noviciado en el monte Argentaro y emite la profesión religiosa el 20 de noviembre de 1802. Es ordenado Sacerdote en Roma el 29 de diciembre de 1805.
También le toca sufrir por la supresión de los conventos decretada por Napoleón; durante los años de 1811 al 1814 se refugia en el pequeño convento de Pievetorina (Mc). Pasada la tormenta napoleónica, es elegido como consejero provincial y como superior de varias comunidades, comprendida la casa general de los Santos Juan y Pablo en Roma, dónde tiene como vicario al B. Domingo Barberi. Lorenzo es un hombre activo y contemplativo y también un óptimo organista. Tiene los dones de la profecía y el éxtasis durante la oración. Realiza muchos hechos prodigiosos.
Es un misionero incansable y óptimo director espiritual. Muchos lo piden como guía espiritual debido a su gran piedad, su celo incansable y su prudencia. Son al menos 260 los cursos de misiones y ejercicios espirituales conducidos por él. Agradable y siempre buscado, prédica a toda clase de personas, desde las monjas de clausura hasta los presos con frutos abundantes. Su palabra es eficaz porque está acompañada del ejemplo de una vida santa y de muchos hechos prodigiosos.
Pero su característica principal es su tierna devoción al niño Jesús que en Pievetorina (Mc) en el año de 1812 se le apareció y lo curó de una grave enfermedad. Desde aquel momento el misterio de Belén es "el más dulce y el más suave de los misterios", este misterio se convierte en el alma de su vida ascética y mística, de su apostolado y de sus escritos. Con un voto particular y con la escritura de muchos libros se empeña en propagar esta devoción. Con la imagen del niño Jesús, que él llama cariñosamente "mi dulce pequeño emperador”, realiza no poco milagros. Lo bautizan "el misionero del niño Jesús". Belén, en su decir, "es 1a primera escuela pública de todas las virtudes". Lorenzo, hombre activo y concreto, vive y enseña la bienaventuranza de los "pequeños" a los cuales Dios se complace en revelar "los misterios del reino de los cielos". La pequeña vía de la infancia "espiritual", que será después recorrida y difundida por santa Teresa de Lisieux, es la respuesta de Lorenzo a los desafíos culturales y sociales de su tiempo, a los que propone otras categorías y otros parámetros.
No sin emoción todavía hoy podemos admirar algunos "Niños Jesús" de cera construidos por él y un libro para enseñar a construirlos escrito por él mismo. También funda la asociación llamada la "Escuadra de la Sagrada Cuna" para quienes publica un reglamento. Nacido cuando la Ilustración había ya ofuscado muchas mentes, Lorenzo habla de un Dios que por amor se viste de humanidad y que, convertido en niño, invita a todos a caminar con sencillez de corazón.
En el 1856, a pesar de no sentirse con fuerzas, obedece a la invitación de los superiores de ir a Capranica (VT) para visitar algunos enfermos que desean su bendición. Va, pero advierte que no estará allí más que tres días. Llega el 9 de junio de 1856; acoge a los que lo visitan, confiesa a los penitentes, bendice a los enfermos, conforta a los dolientes. El 12 de junio muere por un ictus.
"Hemos perdido nuestro santo", dice la gente conmovida mientras acaparan sus reliquias. Antes de que Lorenzo sea reconducido al convento, quieren que su cuerpo sea llevado en procesión por todo el pueblo; con trabajos los guardias logran defenderlo de la excesiva devoción.
Y enterrado en el convento de S. Ángel de Vetralla VT. Juan Pablo II lo proclama beato el primero octubre de 1989.
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• Gaspar Luis Bertoni, Santo
Junho 12   -  Fundador

Gaspar Luis Bertoni, Santo

Gaspar Luis Bertoni, Santo

Fundador da Congregação
dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo

GASPAR BERTONI nació en Verona, en la República de Venecia, el 9 de octubre de 1777, hijo de Francis Bertoni y Brunora Ravelli de Sirmione. Fue bautizado al día siguiente por su tío abuelo, Fr. James Bertoni, en la iglesia de la parroquia de San Pablo, en el Campo Marzo de la sección de Verona.
En ambos lados de la familia, se ejercía la profesión de "Notario", y en un viejo documento legal, puede verse que la familia era bastante rica. Pero aun más aun rica, era sin embargo, la práctica de la fe.
A consecuencia de la temprana muerte de su pequeña hermana, Gaspar siguió siendo el único hijo. Tuvo el beneficio de una educación excelente, tanto en su casa como en la escuela de San Sebastían que era dirigida por la municipalidad luego de la supresión de los Jesuitas. Ellos, sin embargo, continuaban enseñando el enseñando y también dirigiendo la Congregación Mariana. El joven Bertoni ingresó aquí bajo la influencia de de Fr. Louis Fortis quien luego habría de ser el primer General de los Jesuítas luego de la reintegración de la Compañía de Jesús.
Como fruto de la gracia de su primera comunión, a edad de 11 años, Gaspar Bertoni fue llamado a una vida de unión mística. Su vocación al sacerdocio maduró, y a las 18 años, entró en el seminario. Asistiendo al curso teológico como un estudiante externo, él encontró en su profesor de teología moral, Fr. Nicolás Galvani, un director espiritual excelente.
Durante su primer año de teología, fue testigo de la invasión de los ejércitos franceses, (1 de junio de 1796). Esto era el principio de un periodo de 20 años de gran lucha para su ciudad natal. Inspirado por su profunda caridad, se dedicó a la ayuda de los enfermos y heridos, como un miembro de la Fraternidad del Evangelio para los Hospitales que había sido creada por el Siervo de Dios Fr. Peter Leonardi.
A su ordenación sacerdotal (el 20 de septiembre de 1800), se encontró en un mundo con necesidad de mucha ayuda para solucionar los serios problemas que perturbaban el alba de un nuevo siglo.
Se dedicó con todos su energías y gran habilidad organizativa a su nueva misión pastoral. Estableció un Oratorio bajo la forma de una "Cohorte Mariana", que tenía fomo meta el cristianizar y formar a los jóvenes. Todas esas organizaciones fueron suprimidas por un decreto de Napoleon (1807), y Fr. Bertoni guardó sus planes para tiempos mejores.
Entretanto, él tomó la dirección espiritual de una comunidad fundada en aquel entonces por Santa Magdalena de Canossa en el Convento de San José (mayo de 1808), aquí conoció a la Sierva de Dios Leopoldina Naudet, a quien él guiaría espiritualmente a lo más alto del misticismo del santo abandono y en la fundación de las Hermanas de la Sagrada Familia. Él extendió esta faceta de su ministerio a otra Sirvia de Dios, Teodora Campostrini, de noble cuna, quien también estaba en la etapa de discernimiento de su vocación, para la fundación de su Comunidad, la de las "Hermanas Mínimas" de la Caridad de la Madre Dolorosa.
En su espíritu de abandono a Dios, y servicio a la Iglesia, Fr. Bertoni fue guiado por el espíritu santo para fundar una Congregación llamada de los "Estigmatinos" quienes quiso que fueran "Misioneros Apostólicos para Ayudar a los Obispos".
El 4 de noviembre de 1816 se mudó con otros 2 religiosos a la casa de los estigmas de San Francisco, de la cual derivó parte del nombre de su congregación y en ella interiorizó sobre la meditación de los estigmas de Jesucristo, se abrió una escuela gratuita con otros servicios gratuitos a la comunidad.
Sus últimos años
Gaspar Bertoni cayó gravemente enfermo, y mientras era atendido en la enfermería de la casa generalicia, dijo sus últimas palabras: "Preciso sufrir".
Pronunciando estas palabras, murió el dia 12 de junio de 1853.
Fue canonizado el 1 de noviembre de 1989 por Juan Pablo II.

Florida Cevoli, Beata
Junho 12   -  Clarissa

Florida Cevoli, Beata

Florida Cevoli, Beata

Clarisa Capuchinha

Florida Cevoli, en el siglo Lucrecia Elena, hija del conde Curzio Cevoli y de la condesa Laura della Seta, nació en Pisa (Italia) el 11 de noviembre de 1685. Educada en la fe en el seno de su familia, afinó su espíritu bajo la guía de las clarisas del monasterio de San Martín, de Pisa, adonde la llevaron a los 13 años y donde vivió como educanda durante cinco años. Aquel clima de silencio que se respiraba allí suscitó en ella un gran deseo de la vida religiosa.
A los 18 años ingresó en el monasterio de las Clarisas capuchinas de Città di Castello (Perusa), el 7 de junio de 1703; tomó el nombre de Florida. Guiada por los consejos y sobre todo por los ejemplos de santa Verónica Giuliani, maestra de las novicias, sor Florida demostró un espíritu de oración excepcional y un gran deseo de progresar en el camino de la contemplación. Se insertó en la vida comunitaria con espíritu atento y humilde, prodigándose en los trabajos más modestos. Hizo la profesión religiosa el 10 de junio de 1704.
Desempeñó varios oficios: cocinera, despensera, panadera, responsable de la farmacia, maestra de novicias, vicaria y abadesa. En 1716 sor Verónica fue nombrada abadesa del monasterio y sor Florida, vicaria; estaban tan compenetradas, que toda la comunidad recibió un gran impulso hacia el ideal de la íntima unión con Cristo: era la confidente de la Santa y además le ayudaba como secretaria. En 1727, al morir sor Verónica, fue llamada a ocupar su puesto, y hasta su muerte, ejerció el oficio de abadesa, reelegida en trienios consecutivos, con algunos intervalos.
Como su maestra, fue una gran reformadora: se distinguió por una vida de pobreza y austeridad, propia de la reforma de las capuchinas. Los sufrimientos de Cristo en su pasión y la presencia eucarística constituían el objeto primario de su contemplación y de su amor; tenía una devoción especial a la Virgen de los Dolores. Su fama de santidad en vida fue mayor que la de santa Verónica. Es de destacar el servicio que prestó a Città di Castello como mediadora de paz, con ocasión del levantamiento popular que estalló a la muerte del papa Benedicto XIV, en 1758. Murió el 12 de junio de 1767.
La beatificó Juan Pablo II el 16 de mayo de 1993.

 

Beata Jobenta, a Penitente

Religiosa (século XII)

Religiosa beneditina de Aquíria, no Brabante, Bélgica, no século XII. Do seu mosteiro de monjas negras, onde se observava a Regra de S. Bento, passou, com dispensa para a reforma cisterciense, que então florescia com extrema observância. Morreu a 10 de Dezembro, não se sabe de que ano. WWW.JESUITAS.PT

 

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Problemas técnicos, impediram que efectuasse a transcrição das biografias de BEATO LOURENÇO SALVI, BEATA MERCEDES DE JESUS MOLINA, SANTO ONOFRE e SÃO JOÃO DE SAHAGÚN (ou de SÃO FECUNDO) publicadas no livro SANTOS DE CADA DIA, pela Editorial A. O, de www.jesuitas.pt. Também fiquei impedido de traduzir as restantes biografias publicadas em http://es.catholic.net/santoral, pelo que solicito as maiores desculpas. No entanto, vou tentar transcrever, em separado – POR SE TRATAR DUM TEXTO MUITO LONGO, o que se refere a NOSSA SENHORA DO SAMEIRO, que se celebra hoje, também, de www.jesuitas.ptAntónio Fonseca