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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nº 1038 - 16 de JUNHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

• João Francisco de Regis, Santo
Junho 16   -  Pregador Missionário

Juan Francisco de Regis, Santo

Juan Francisco de Regis, Santo

Pregador Missionário

A tensão entre os católicos e os calvinistas franceses - os que receberam o nome de huguenotes -, alimentada pelos interesses políticos da Casa de Valois e a Casa de Guise, foi aumentando em França; estalará a guerra civil no século XVI e se prolongará durante o século XVII. 
Num dos períodos de paz em que se desperta o fervor religioso com manifestações polarizadas em torno à Eucaristía e à Santíssima Virgem, em nítido clima de ressurgimento católico, nasce Juan Francisco em Foncouverte, em 1597, de uns pais camponeses acomodados.
Quando nasceu, já havia passado a terrível Noite de são Bartolomeu de 1572 em que milhares de huguenotes foram assassinados em París e em outros lugares de França, com Coligny, seu chefe. E faltava um ano para que el rei Enrique IV, já convertido ao catolicismo, promulgasse o Édito de Nantes que proporcionaria aos huguenotes liberdade religiosa quase completa.
Juan Francisco decidiu entrar na Companhia de Jesús. Estava começando os estudos teológicos, quando se declara em Toulouse a terrível epidemia de peste do ano 1628. Há abundantes mortes entre enfermos e enfermeiros até ao ponto de falecer 87 jesuítas em três anos; e como fazem falta braços no que podem para dar algo de remédio ao mal. Se faz ordenar sacerdote precisamente para isso, ainda que sua decisão traga dificuldades para a profissão solene.

Juan Francisco de Regis, Santo

Juan Francisco de Regis, Santo

Este hombre es tan de Dios que, cuando la obediencia le manda desempeñar su ministerio sacerdotal en la región de Montpellier, se hace notar por su predicación a pesar de que su estilo no goza del cuidado y pulcritud que tienen los sermones y pláticas de otros predicadores. Tan es así que, ante el éxito de multitudinaria asistencia y las conversiones que consigue, grandes figuras de la elocuencia sagrada van a escucharle y salen perplejos del discurso que han escuchado por la fuerza que transmite a pesar de la pobreza de expresión. Alguien llegó a decir que «se creía lo que predicaba». De hecho, llegó a provocar celotipias entre los oradores de fama hasta el punto de llegar a acusarle ante su padre provincial declarando que deshonraba el ministerio de la predicación por las inconveniencias y trivialidades que salían de su boca. ¿Por qué el santo suscita envidia precisamente entre los más capacitados que él? ¿Por qué la envidia de los demás es casi consustancial al santo? ¿Cómo es posible que se dé tanta envidia precisamente entre los eclesiásticos? Son preguntas a las que no consigo dar respuesta adecuada.
Quiso ir al Canadá a predicar la fe; pretendía ir con deseo de martirio; hace gestiones, lo solicitó a sus superiores que le prometieron mandarlo, pero aquello no fue posible. Su Canadá fue más al norte de Francia, en la región del Vivarais, donde vivió el resto de su vida. Allí fue donde se pudo comprobar más palpablemente el talante de aquel religioso grandote y flaco que con su sotana raída y parcheada buscaba a las almas. La región era el reducto inexpugnable de los hugonotes que habían ido escapándose de las frecuentes persecuciones. La diócesis de Viviers se encontraba en un deplorable estado espiritual; la mayor parte de los puestos eclesiásticos se encontraban en mano de los protestantes; sólo veinte sacerdotes católicos tenía la diócesis y en qué estado. La ignorancia, la pobreza, el abandono y las costumbres nada ejemplares habían hecho presa en ellos. Le ocupó la preocupación de atenderles y esto volvió otra vez más a acarrearle inconvenientes, ya que algunos que no querían salir de su «situación establecida» le culparon ante el obispo de rigorismo excesivo y de que su predicación -llena de sátiras e invectivas- creaba el desorden en las parroquias; y la calumnia llegó hasta Roma desde donde le recomiendan los jefes prudencia y le prohiben exuberancia en el celo. Creyeron más fácilmente a los «instalados» que al santo. ¿Por qué será eso?
Si los sacerdotes estaban así, no es difícil imaginar la situación de la gente. A pie recorre sube por los picos de la intrincada montaña, camina por los senderos, predica en las iglesias, visita las casas, catequiza, convence y convierte. Allí comienzan los lugareños a llamarle «el santo» y se llenan las iglesias más grandes de gente ávida de escucharle. Organiza la caridad. Funda casas para sacar de la prostitución a jóvenes de vida descaminada. No le sobra tiempo. Pasa noches en oración y la labor de confesonario no se cuenta por horas, sino por mañanas y tardes. Así le sorprendió la muerte cuando sólo contaba él 43 de edad: derrumbándose después de una jornada de confesonario, ante los presentes que aún esperaban su turno para recibir el perdón. Cinco días después, marchó al cielo. Era el año 1640.
Y «si hay un santo a quien pueda invocarse como patrón de las misiones rurales en tierras de Francia, este es san Juan Francisco de Regis», lo dijo Pío XII.
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• Julieta e Ciro (seu filho de 3 anos) de Tarso, Santos
Junho 16   -  Mãe e filho -  Mártires

Ciro de Tarso, Santo

Ciro de Tarso, Santo

Menino Mártir
(também se o conhece como São Ciriaco ou São Qurico)

Santa Julieta habitava em Icónio com o filho Ciro, de três anos apenas. Quando o governador da Licaónia, Domiciano, começou a aplicar os éditos persecutórios de Diocleciano, ela foi procurar refúgio, primeiro em Selêucia e depois em Tarso. Foi nesta última cidade que foi presa por ordem do governador da Cilícia, Alexandre. Declarou-se cristã; o governador tirou-lhe o filho e mandou-a flagelar. Nos tormentos, ela não parava de repetir: «Sou cristã», e Cirozinho forcejava por escapar aos braços do governador e voltar para os da mãe, gritando: «Eu também sou cristão». Enfurecido, Alexandre apanhou a criança por um pé e atirou-a violentamente contra os degraus do tribunal, resultando a fractura do crânio. Julieta, em lugar de chorar, agradeceu a Deus ter visto morrer o filho ornado com a coroa do martírio. Os suplícios que a ela foram infligidos em seguida não lhe abalaram a constância; por último, foi decapitada. Estes martírios aconteceram no século IV.  www.jesuitas.pt. Ver também http://es.catholic.net/santoral
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários ao P. Felipe Santos:
fsantossdb@hotmail.com

Lutgarda, Santa
Junho 16   -  Mística

Lutgarda, Santa

Lutgarda, Santa

Virgem

Santa Lutgarda, monja belga do século XIII, foi favorecida com graças verdadeiramente raras e extraordinárias. Por outro lado, a sua Vida escreveu-a um contemporâneo, que admitia sem verificação nem crítica o que lhe parecia edificante. Lutgarda nasceu em Tongres, em 1182. Esteve como interna, durante uns doze anos, entre as monjas beneditinas de Santa Catarina, na diocese de Liége, no Limburgo. Não tinha dote para casamento honroso; os pais tinham posto isso de parte. A pequenina gostava de vestir bem, dos jogos e das graças; recebia algumas visitas. Era uma vida um pouco mundana ainda, mas um dia, na sala de visitas, durante uma conversa, Jesus apareceu-lhe, mostrou-lhe as suas chagas sagradas e pediu-lhe que O amasse com amor exclusivo. Ela tomou-O por esposo e para mostrar que este Esposo sagrado não O amava sem seriedade, mudou imediata e radicalmente de vida. Adeus a jogos e risos! Agora, oração e mortificação. As religiosas ficaram pasmadas com tal mudança. Fogo de pouca dura! – pensavam. Mas o fogo tornou-se tal que bem poderia incendiar os cedros do Líbano como tochas, para iluminarem os passos do Muito Amado percorrendo as colinas eternas. Ela imaginava a presença do Senhor de maneira material. Se lhe impunham uma maçada absorvente, ela dizia! «Esperai aqui, Senhor Jesus. Eu volto logo que termine o meu trabalho». As suas visitinhas de outrora eram substituídas pelas da Virgem Maria ou de Santa Catarina; uma águia simbolizava o evangelista S. João, em conformidade com as estampas medievais. Meditava a Paixão com tal intensidade que por vezes se formava na sua cabeça um orvalho de sangue. Um dia, tão intensa foi a oração que o sangue correu. O Senhor tomou-lho como martírio. Ela intercedia pelos seus irmãos, os homens, e, segundo o testemunho da beata Maria d’Oignies, convertia muitos pecadores e libertava muitas almas da demora no Purgatório. Para levar vida mais austera, imigrou, em 1206, para entre as cistercienses de Aywiéres, na diocese de Namur. A língua nesse mosteiro era o francês ela era flamenga. Facilitou-lhe isto levar vida de silêncio e humildade, recusando qualquer ofício importante. Mas as suas frases imperfeitas conseguiam aliviar maravilhosamente as almas. Onze anos antes de morrer perdeu a vista. Alma tão interior podia acaso afligir-se? O admirável salmo 118 diz ao Senhor: «Aparta os meus olhos da vaidade…». Deus livrava-a, com tal prova, de todo o supérfluo que prejudica a contemplação. Jejuava demorada e amorosamente, com intenções nobres, grandes e católicas, por exemplo, pela conversão dos albigenses. Um dia, convidou-a o Senhor a preparar-se para a morte, agradecendo a Deus, pedindo pelos pecadores e abandonando-se à sua vontade. trocou esta vida pela vida verdadeira, no sábado a seguir à Santíssima Trindade, 16 de Junho de 1246. As matinas do domingo – domingo, esse dia que todas as semanas comemora a vitória de Cristo saindo do túmulo – estavam a começar. www.jesuitas.pt. Ver também http://es.catholic.net/santoral

María Teresa Scherer, Beata
Junho 16 Co-fundadora

María Teresa Scherer, Beata

María Teresa Scherer, Beata

Co-fundadora das Religiosas da Caridade da Santa Cruz

María Teresa Scherer nasceu em 31 de Outubro de 1825 em Meggen (Lago dos Quatro Cantões, Suíça). Foi baptizada com o nome de Ana María Catalina. Era a quarta de sete filhos da família Scherer-Sigrist. Aos sete anos ficou órfã de pai e foi viver com uns parentes, que lhe deram uma sã educação cristã. nos tempos livres se ocupava dos trabalhos da casa e do campo.
Por deseo de su madre, a los 16 años entró en el hospital cantonal de Lucerna para completar su preparación doméstica. Después tuvo que ocuparse también de los pobres y los enfermos. A los 17 años fue admitida en la Tercera Orden de san Francisco y en la congregación de Hijas de María. Durante una peregrinación a Einsiedein se sintió llamada a la vida religiosa. El 1 de marzo de 1845 ingresó en el instituto de las Religiosas Enseñantes, que había fundado hacía poco el capuchino P. Teodosio Florentini. En el otoño de aquel mismo año hizo los primeros votos. Un año después fue enviada a Baar y luego a Oberägeri, como profesora y superiora en ambas comunidades. Fue un período de dudas y dificultades, que superó con una ascesis austera y la obediencia a su director espiritual. El año 1850 el P. Teodoro la llamó a Näfels, para que guiase el hospicio de los pobres y huérfanos. Ese mismo año el P. Teodosio fundó en Coira un pequeño hospital y encomendó a María Teresa su dirección. Ella aceptó, convencida de que el carisma del fundador abarcaba el aspecto escolar-educativo y el caritativo.
El año 1856 las Religiosas Enseñantes se separaron del fundador para continuar su apostolado educativo independientemente. Sor María Teresa sufrió mucho por ello: oró, se aconsejó y finalmente comprendió que Dios deseaba se ocupase en el futuro de las obras de misericordia espirituales y corporales. En 1857 fue elegida superiora general de las «Religiosas al servicio de la escuela y de los pobres». Al lado del P. Teodosio guió el instituto de las Religiosas de la Caridad de la Santa Cruz, que se desarrolló rápidamente. A Ingenbohl llegaban continuamente peticiones, solicitando religiosas para que se ocuparan de los pobres y los huérfanos, del servicio en casas de corrección y lazaretos: eran tareas arduas, pero estaban en sintonía con el pensamiento de la madre María Teresa. Abrió hospitales y escuelas especializadas para inválidos, pero no le gustaba ver a las religiosas como responsables de empresas. Por ello se crearon tensiones con el fundador. De todas formas, estaba persuadida de que la intención del P. Teodosio era resolver la cuestión obrera con justicia y solidaridad, por lo que le ayudó todo lo posible, y a cuyo espíritu permaneció fiel aun después de su muerte, acaecida el 15 de febrero de 1865. Recibió no sólo su herencia espiritual sino también la material, teniendo que trabajar ella y sus hermanas durante años para saldar las deudas que había contraído el P. Teodosio en su apostolado social. Luchó por salvar las constituciones que había dado al instituto el P. Teodosio, aun a costa de oponerse al celo reformador de sus sucesores. La madre María Teresa era la regla viviente, pero pocos años antes de su muerte fue criticada por el modo de guiar la congregación y de observar la pobreza. Fue calumniada y soportó grandes sufrimientos físicos, que no le impidieron realizar numerosos viajes para animar a sus hijas y orientarlas a vivir según el espíritu del fundador. Falleció el 16 de junio de 1888 en el convento de Ingenbohl. Ya formaban parte del instituto 1.689 religiosas.
Juan Pablo II la beatificó el 29 de octubre de 1995

Aureliano de Arlés, Santo
Junho 16   -  Bispo

 

Aureliano de Arlés, Santo

Aureliano de Arlés, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Lyon, na Gália, sepultura de santo Aureliano, bispo de Arlés, o qual, nomeado vigário na Gália pelo papa Virgílio, fundou em sua cidade dos mosteiros, um masculino e outro feminino, aos que deu uma Regra própria (551).
Etimologicamente: Aureliano = aquele de cor dourada, é de origem latino.

Era originario de una familia aristocrática de Borgoña, cercana al poder, que jugaba un papel importante cerca de los reyes francos. San Aureliano era hijo de San Sacerdos, quien llegara a ser en 544 arzobispo de Lyon y primo hermano de San Niceto, sucesor de San Sacerdos en la sede arzobispal de Lyon.
San Aureliano sucede a Auxanio en la sede de Arlés el 23 de agosto de 546. Su designación a la edad de 23 años para tan importante sede episcopal de Francia es debida tanto a sus cualidades espirituales y religiosas como a la pretensión del rey merovingio Childeberto I de tener un punto de apoyo fiable en la zona mediterránea.
No es sorprendente tampoco que el nuevo arzobispo recibiera, muy poco tiempo después de su consagración, el Palio y el vicariato, manifiestamente de acuerdo a la voluntad de Childeberto I. En efecto, en 548, el papa Vigilio le nombra vicario de la Santa Sede y le otorga el Palio.
En el año 547 o 548, San Aureliano funda en Arlés un monasterio masculino, por orden del rey Childeberto I, al que va a tener en gran estima. Este monasterio llamado Monasterio de los Santos Apóstoles, hoy desaparecido, es el origen de la actual Iglesia de la Santa Cruz, (Sainte-Croix en francés), del barrio de La Roquette de la ciudad de Arlés. Su primer abad fue Florentinus († 553). San Aureliano enriqueció la iglesia de este monasterio de reliquias fort précieuses y le dio una regla llena de honestidad y mortificación, de inspiración benedictina.
Fundó igualmente en 547 o 548 en el interior de las murallas de la ciudad, en un lugar hoy desconocido, un monasterio femenino bajo la advocación de la Santa Virgen, dotado de la misma regla monástica que el masculino.
Asistió al Concilio de Orleans el 28 de octubre de 549. Se sabe a través de Gregorio de Tours que, ese mismo año, Arlés fue golpeada por la Peste de Justiniano. Las actas de dicho concilio están firmadas en primer lugar por San Sacerdos, arzobispo de Lyon y padre de San Aureliano, y por éste último inmediatamente después.
Poco tiempo después, en 550, en el marco de la Controversia de los Tres capítulos, San Aureliano envió a Anastasio, un clérigo de su iglesia a Constantinopla para entrevistarse con el papa Vigilio para asegurarse de la veracidad de las opiniones emitidas por el papa. El 29 de abril de 550, el papa Vigilio le remitió una carta a través de su enviado.
En 1308 se descubrió una inscripción sobre su tumba en la iglesia de San Niceto de Lyon en la que se indica que San Aureliano murió en esa ciudad el viernes 16 de junio de 551.

http://es.catholic.net/santoral  e   www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português, parcial, por António Fonseca