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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Nº 1050 - 28 DE JUNHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

Ireneu, Santo
Junho 28   -  Bispo e Mártir

Ireneo, Santo

Ireneu, Santo

Bispo e Mártir

A 2 de Junho celebramos os mártires de Lião, imolados no ano de 177. Os sobreviventes, impressionados com a perturbação que despertava o movimento profético montanista, nascido na Ásia menor, enviaram cartas aos irmãos da Ásia e da Frígia, assim como a Santo Eleutério, bispo de Roma, papa. E pediram a Ireneu que lhes servisse de embaixador. Veio munido da seguinte recomendação para Eleutério: «Encarregamos o nosso irmão e companheiro, Ireneu, de te entregar esta carta e pedimos-te que lhe deis bom acolhimento, como a zeloso que é pelo testamento de Cristo», «Se pensássemos que o posto cria a justiça, nós havíamos de o apresentar primeiro como sacerdote da Igreja, porque é isso que ele é». O nome de Ireneu deriva da palavra grega que significava «paz». Ireneu recebia uma missão de paz. Sempre seria ele agente de ligação, de união e de paz. A Gália era nessa altura país de missão e não tinha ainda, ao que parece, episcopado indígena. Ireneu, sucessor de Potino em Lião como bispo, nascera na Ásia Menor, talvez em Esmirna, pelos anos de 130-135. Na juventude, conhecera o santo bispo Policarpo. «Posso dizer, escrevia ele uns 30 anos depois, onde o bem-aventurado Policarpo se sentava para falar, como entrava e saía, qual era o carácter da sua vida, o seu físico, as conversas que tinha com o seu povo, como ele contava as suas relações com João e com os outros, que tinham visto o Senhor…». O seu espírito formara-se admirando as «testemunhas do Verbo da vida»; tinha portanto recebido em alto grau o culto da tradição. Compreende-se que as novidades gnósticas, tenham encontrado nele um adversário decidido. A gnose (palavra grega a significar ciência, conhecimento) pretendia oferecer a um escol conhecimentos superiores sobre Deus e o universo. A passagem difícil do infinito ao finito realizava-se, neste sistema, graças a emanações de seres intermediários, os eões, cujos acasalamentos estranhos faziam reviver as teogonias mitológicas. Ireneu escreveu contra a gnose. A refutação da falsa ciência, livro que se chama também Adversus haereses (Contra as heresias). Desculpava-se do seu mau estilo grego: «Vivemos entre os celtas e, na nossa acção junto deles, usamos muitas vezes língua bárbara». Mas o contacto com estes bárbaros, que traziam travada no coração pelo espírito a mensagem, da salvação, era salutar. Para vencer os inovadores, bastava quase revelar as doutrinas que propunham. O emprego da ironia, a propósito de todos estes partos de eões, seria fácil. Mas Ireneu procurava sobretudo converter os gnósticos: «Com toda a nossa alma, estendemos-lhe a mão, e não nos cansaremos de o fazer». Diante das fantasias mórbidas dos adversários, quanto parece simples a sua teologia, sã e optimista: «O Verbo de Deus, impelido pelo imenso amor que nos dedicava, fez-Se o que nós somos para nos fazer o que Ele próprio é». Sem descuidar a teologia, Ireneu expôs com felicidade particular o argumento da tradição: « A tradição dos apóstolos está manifesta no mundo inteiro; basta contemplá-la em qualquer Igreja, para ver a verdade quem quer. Podemos enumerar os bispos que foram instituídos pelos apóstolos, e os sucessores deles ate nós; nada ensinaram, nada conheceram que se parecesse com  essas loucuras. Porque se os apóstolos tivessem conhecido mistérios escondidos, com os quais tivessem instruído os perfeitos – isolados do resto e no desconhecimento do resto (dos cristãos) – seria sobretudo àqueles a quem entregaram as Igrejas que eles os comunicariam. Exigiam a perfeição absoluta, impecável, daqueles que lhes sucediam e a quem confiavam, em lugar deles, o cargo de ensinar… Levar-nos-ia longe de mais… enumerar os sucessores dos apóstolos em todas as Igrejas; não nos ocuparemos senão da maior e mais antiga, conhecida de todos, da Igreja fundada e constituída em Roma pelos dois gloriosíssimos apóstolos Pedro e Paulo; mostraremos que a tradição, que ela conserva dos apóstolos, e a  fé, que ela anunciou aos homens, chegaram até nós, por sucessões regulares de bispos… É com esta Igreja (romana), por causa da autoridade da sua origem, que deve estar de acordo toda a Igreja, isto é, todos os fiéis vindos de toda a parte; e foi nela que todos estes fiéis conservaram a tradição apostólica». Ireneu escreveu também um livrinho, Demonstração da pregação apostólica. Estava perdido, mas foi descoberto em 1904, em tradução arménia. Na controvérsia sobre a data da Páscoa, Ireneu inclinava-se para o costume da Ásia, que festejava a ressurreição no domingo, e não noutro dia. Mas tendia também para salvaguardar a caridade, a tolerância. Procurava conter o papa Vítor, inclinado a excomungar os dissidentes. escrevera: «Não há Deus sem bondade». Finou-se Ireneu pelo ano de 202. Morreu mártir? Há no sentido afirmativo uma indicação do martirológio jeronimiano, outra do próprio S. Jerónimo e outra de S. Gregório de Tours. Os antigos bolandistas propendiam neste sentido; mas nada se pode afirmar ao certo. Santo Ireneu, segundo S. Gregório de Tours, foi enterrado na cripta da basílica de S. João, debaixo do altar; a esta basílica sucedeu uma igreja de Santo Ireneu, que deu o nome a um bairro de Lião. Em 1562, os calvinistas dispersaram as relíquias do santo.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também http://es.catholic.net/santoral

Heinrado, Santo
Junho 28   -  O louco por Cristo

Heinrado, Santo

Heinrado, Santo

El loco por Cristo

Etimologicamente significa “protector de um Estado”. Vem da língua alemã. 
O Evangelho é levedura que purifica e eleva a quem se deixa levar por sua vida e ensino.
Este jovem, originário de Suabia, foi, sem lugar a dúvidas, uma das figuras mais populares em toda a Idade Média.
Seus pais eram simples trabalhadores. Não suspeitavam que seu filho inclinasse sua vida pelo sacerdócio. A razão é muito simples: era algo que não se coadunava naqueles ambientes. Mais ou menos como ocorre hoje em dia.
Como muitos outros, saiu em peregrinação para Terra Santa. Deve ter ali vivido tão intensamente as pegadas de Cristo, que, à sua volta, lhe puserem por nome “O Louco por Cristo”.
Durante quarenta anos, se dedicou a percorrer Alemanha em plano de peregrino. Era tão simples e tão bom que todo o mundo o tratava como ao próprio Jesús.
Em suas correrias apostólicas e sacrificadas, se acercou a um mosteiro em Renânia, Alemanha.
Quando esteve ante a presença do abade do dito lugar santo, Heinrado o increpou pela sua pouca santidade de vida. E mandou que lhe desse uma paulada.
Outra vez em Wesffalia, um cura lhe lançou os cães para que deixasse quanto antes a paróquia. 
A própria  imperatriz Cunegunda ordenou que o açoutassem porque havia dito que ele era irmão do imperador. Quando o castigo tinha terminado, disse a ela:" Temos o mesmo Pai nos céus".
Santa Cunegunda o lamentou e lhe pediu perdão. 
E tal como havia sido, assim morreu; só e abandonado numa cabana.

¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários a P. Felipe Santos
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Vicenta Gerosa, Santa
Junho 28   -  Co-fundadora

Vicenta Gerosa, Santa

Vicenta Gerosa, Santa

Co-Fundadora do Instituto das Irmãs da Caridade de María Menina de Lovere

Vicenta Gerosa nasceu em Lovere, no ano 1784, sobre o lago de Isso (Lombardia) de família de comerciantes acomodados e prósperos.
Foi baptizada com o nome de Catalina Gerosa, sua infância transcorreu parte no colégio, incomodada por vários lutos e vicissitudes políticas. Devia também acostumar-se ao trabalho, mas sua ocupação preferida era recolher a outras jovens para as adestrar em vários trabalhos domésticos e estar juntas em oração.
Era de grande proveito para sua alma a presença de dos sacerdotes santos, desejosos de desenvolver as obras de caridade. Lhe chegou um novo impulso com a chegada de
Bartolomea Capitanio. Cedo Vicenta foi atraída por seu entusiasmo, e aceitou fundar com ela uma Congregação consagrada à caridade para com os necessitados e particularmente os enfermos. Com anterioridade se havia inscrito na Terceira Ordem franciscana, e do franciscanismo havia aprendido um espírito profundamente evangélico.
Con sólo 26 años en 1833 muere Bartolomea Capitanio: su muerte pareció comprometerlo todo; pero Vicenta recibió consejos para continuar y fue así como superando una a una las dificultades de las diversas aprobaciones del gobierno austríaco y de la Iglesia, el 25 de marzo de 1835 se pudo proceder a la vestición en el nuevo Instituto. Desde entonces el Instituto se difundía y las casas se multiplicaban. La gran prueba del cólera en 1836 reveló al pueblo a aquellas nuevas hermanas como verdaderos ángeles de caridad.
Sólo en 1841 pudo tener lugar la ceremonia de la profesión religiosa.
Vicenta Gerosa viene a ser al primera en el Instituto de las Hermanas de la Caridad de María Niña. No quiso asumir el título de superiora, sino de hermana mayor. Redactó con particular sabiduría las Constituciones del Instituto pensando en la formación espiritual e intelectual de las nuevas hermanas. Sin grandes dotes de ingenio, sin gran cultura, Sor Vicenta Gerosa fue una maravillosa directora de espíritu y una hábil organizadora.
Ella conocía al Crucificado, es decir, conocía el secreto del sacrificio, de la paciencia, por lo cual la serenidad y la confianza la acompañaban constantemente.
En 1840 una carta apostólica de Gregorio XVI aprobaba el Instituto de Lovere. A la muerte de la hermana mayor, a los 63 años de edad el 20 de junio de 1847, ya se contaban 24 casas del Instituto de las Hermanas de la Caridad de María Niña esparcidas por todo el mundo, desde Palestina hasta América. También esto movió a Pío XII a la canonización de Santa Vicenta el 18 de mayo de 1950.

• Paulo I, Santo
Junho 28   -  XCIII Papa

Pablo I, Santo

Pablo I, Santo

XCIII Papa

Martirológio Romano: Em Roma, são Paulo I, papa, que, afável e misericordioso, pela noite, em silêncio, visitava as casas dos enfermos pobres, prestando-lhes ajuda. Defensor da fé ortodoxa, escreveu aos imperadores Constantino e León, para que restituíssem o culto às sagradas imagens. Muito devoto dos santos, cuidou de trasladar desde os cemitérios em ruínas no interior da cidade, nos diversos títulos e mosteiros, os corpos dos mártires, em meio de hinos e cânticos (767).
Etimologicamente: Paulo = Aquele que é pequeno ou débil, é de origem latina

data de nascimento desconhecida; morto em Roma em 28 de Junho de 767.
Era irmão de Esteban II. Haviam sido educados para o sacerdócio no palácio Laterano. Esteban confiou a seu irmão, que aprovava la linha de conduta do Papa com respeito ao rei Pipino, muitos assuntos eclesiásticos, entre outros a restauração aos Estados Romanos das cidades que haviam sido tomadas pelos reis lombardos Astolfo e Desidério; Desidério prometeu devolver estas cidades.
Mientras Pablo estaba con su hermano moribundo en el Laterano, una parte de los romanos se reunió en casa del arcediano Teofilacto para asegurar la elección de éste a la sede papal. Sin embargo, inmediatamente después del entierro de Esteban (murió el 26 de Abril de 757) Paulo fue elegido por una gran mayoría, y recibió su consagración episcopal el 29 de Mayo.
Pablo continuó la política de su antecesor hacia el rey de los francos, Pipino, y por eso mantuvo la supremacía papal sobre Roma y los distritos de Italia central frente a los esfuerzos de los lombardos y el Imperio de Oriente. Pipino envió una carta al pueblo romano, exhortándole a permanecer fiel a San Pedro.
En la respuesta enviada por el senado y el pueblo de Roma al rey franco, se urgía a éste para que completara la extensión de la provincia romana que él había arrebatado a los bárbaros, y a perseverar en la obra que había comenzado. En 758 le nació una hija a Pipino, y el rey envió al Papa las ropas usadas en el bautismo como presente, renovando de esta forma el patrocinio papal.
Pablo le dio las gracias e informó a Pipino de la acción hostil de Desiderio, que había incumplido su promesa de entregar las ciudades de Imola, Osimo, Ancona y Bolonia a Roma, y también había devastado la Pentápolis en su expedición contra los rebeldes duques de Spoleto y Benevento. Los dos ducados fueron conquistados y anexionados por Desiderio (758). En Benevento Desiderio mantuvo una conferencia con el embajador griego Georgios, y acordaron una alianza mutua de bizantinos y lombardos en Italia central. En su camino de regreso Desiderio llegó a Roma, y cuando el Papa le pidió la devolución de las antedichas ciudades, rehusó obedecer. Prometió devolver Imola, pero a condición de que el Papa persuadiera a Pipino de devolverle los rehenes lombardos que el rey franco se había llevado, algún tiempo antes, en la época de su segunda victoria sobre el rey lombardo Astolfo. Si Paulo no hacía esto, Desiderio lo amenazaba con ir a la guerra contra él.
El Papa estaba en un gran apuro. Encontraba difícil incluso conseguir que el rey franco fuera informado de su situación. Dio dos cartas al obispo Jorge de Ostia y al sacerdote romano Esteban, sus embajadores a Pipino, que hicieron el viaje con el mensajero franco Ruperto. En la primera carta destinada a garantizar a los embajadores un viaje seguro a través del territorio lombardo, daba su conformidad a las demandas de Desiderio y pedía a Pipino que accediera a los deseos de los lombardos firmando un tratado de paz y devolviendo los rehenes.
Al mismo tiempo los enviados tenían que dar al rey franco una segunda carta secreta, en la que el Papa le comunicaba los últimos sucesos, le informaba del acuerdo de Desiderio con los bizantinos para la conquista de Ravena, e imploraba a Pipino que viniera en ayuda del Papa, a castigar al rey lombardo y a forzarle a entregar las ciudades que retenía. Hacia el final de 759 otra embajada fue enviada a Pipino. A primeros de 760 dos embajadores francos, el obispo Remigio de Ruán, hermano de Pipino, y el duque Ansgar, se presentaron ante Desiderio, quien prometió devolver su patrimonio a la Iglesia Romana en Abril, y también entregar las ciudades pedidas por el Papa.
Pero de nuevo rehusó llevar a efecto sus promesas, las demoró, e incluso se introdujo por la fuerza en territorio romano. Una vez más Pablo imploró la ayuda del rey franco. La situación se hizo aún más amenazadora por la acción bizantina. Georgios había ido del sur de Italia a la corte de Pipino y allí había vencido al embajador papal, Marino. Pese a todos sus esfuerzos Georgios no pudo hacer cambiar de opinión a Pipino. En 760 se extendió por toda Italia la noticia de que una gran flota bizantina estaba navegando hacia Roma y el reino franco.
Más tarde se informó que los bizantinos pretendían enviar un ejército a Roma y Ravena. El arzobispo Sergio de Ravena recibió una carta del emperador bizantino, en la que buscaba obtener la sumisión voluntaria de los habitantes de Ravena. El mismo intento se hizo en Venecia. Sergio envió la carta del emperador al Papa, y el Papa lo notificó a Pipino. En caso de guerra con el Imperio de Oriente era importante asegurarse el apoyo de los lombardos y consiguientemente Pipino deseaba llegar a un acuerdo con Desiderio. Enseguida el rey lombardo mostró mejor disposición en la cuestión del patrimonio romano incluido en territorio lombardo, y cuando visitó Roma en 765, las disputas fronterizas entre el Papa y él fueron arregladas.
El rey franco mandó ahora a Desiderio a ayudar al Papa a recobrar el patrimonio romano en las regiones del sur de Italia bajo gobierno bizantino, y a apoyar los derechos eclesiásticos del Papa frente a los obispos de estos distritos. La oposición de Pablo a los planes del emperador Constantino Coprónimo no tenía realmente base política. El propósito del Papa era defender la ortodoxia eclesiástica en lo referente a la doctrina de la Trinidad y a la veneración de las imágenes contra el emperador de Oriente. Pablo despachó repetidamente legados y cartas referentes a la veneración de las imágenes al emperador de Bizancio. Constantino envió embajadores a Europa Occidental que, al presentarse ante el rey Pipino, no disimularon su intención de negociar con él lo referente a cuestiones dogmáticas, además de sobre la sumisión del exarcado de Ravena a la soberanía bizantina. Los legados papales también se presentaron ante Pipino en relación con estas cuestiones. A su vuelta, los legados pudieron dar garantías de nuevo al Papa sobre las opiniones del gobernante franco, que mantuvo junto a sí a dos de los embajadores papales, el obispo Jorge y el sacerdote Pedro.
En 767 se celebró un sínodo franco en Gentilly, cerca de París, en el que se mantuvieron las doctrinas de la Iglesia relativas a la Trinidad y la veneración de las imágenes. Pablo mostró gran actividad y celo en alentar la vida religiosa en Roma. Convirtió su hogar paterno en monasterio, y cerca de él construyó la iglesia de San Silvestro in Capite. La creación de esta iglesia condujo a la celebración de un sínodo en Roma en 761. A esta iglesia y a otras iglesias de Roma, Pablo trasladó los huesos de numerosos mártires desde sus deteriorados santuarios de las catacumbas devastadas por los lombardos en 756.
Trasladó las reliquias de Santa Petronila (vid.) de la catacumba de Santa Domitila a una capilla en San Pedro, erigida por su predecesor para este fin. La leyenda de Santa Petronila motivó que en esa época fuera considerada hija de San Pedro, y como tal se convirtió en la patrona especial romana de los gobernantes francos. Paulo también construyó un oratorio de la Santísima Virgen en San Pedro, y una iglesia en honor de los Apóstoles en la Vía Sacra, más allá del Foro Romano. Murió cerca de la iglesia de San Pablo Extramuros, donde había ido durante el calor del verano. Fue enterrado en esta iglesia, pero tres meses después su cuerpo fue trasladado a San Pedro. El "Liber Pontificalis" también alaba la caridad cristiana y benevolencia del Papa a la que se unía su firmeza. Pablo es venerado como santo.
Su fiesta se celebra el veintiocho de Junio.

María Pía Mastena, Beata
Junho 28   -  Fundadora

María Pía Mastena, Beata

María Pía Mastena, Beata

Fundadora das Religiosas do Santo Rosto

MARÍA PIA MASTENA nasceu em 7 de Dezembro de 1881 em Bovolone, província de Verona.
As testemunhas falam dos pais da beata como óptimos cristãos e muito fervorosos na prática religiosa e no exercício da caridade. Dos quatro irmãos, o último, Tarcisio, professou na Ordem dos Capuchinhos e morreu também em odor de santidade. 
A futura beata recebeu com grande fervor em 19 de Março de 1891 a primeira comunhão, em cuja ocasião emitiu privadamente o voto de castidade. Em 29 de Agosto recebeu o sacramento da Confirmação. Durante sua adolescência frequentou assiduamente as funções religiosas e se comprometeu nas actividades da paróquia, especialmente como catequista.
Sentiu cedo a chamada à vida religiosa, continuando seu ideal em que sobressai sua grande devoção à Eucaristía e ao Santo Rosto. Na idade de 14 anos, pediu entrar no convento, mas só em 1901 foi aceite como postulante no Instituto das Irmãs da Misericórdia de Verona.
Con el permiso de los Superiores, el 11 de abril de 1903, el mismo día que —sin saberlo— volaba al cielo la mística de Lucca, S. Gema Galgani, pronunció el « voto privado de víctima ».
El 29 de septiembre de 1902 vistió el hábito religioso y el 24 de octubre de 1904 emitió los votos religiosos, imponiéndosele el nombre de Sor Passitea del Niño Jesús. La Beata vivió con generosa intensidad espiritual esta primera etapa de su vida religiosa y la recordará siempre como un tiempo de gracia y de bendición, hablando siempre con estima y agradecimiento de los superiores y de las religiosas del instituto Hermanas de la Misericordia. El fervor encontrado en este instituto la moverá a pronunciar más adelante el voto de buscar en todo lo más perfecto.
Se dedicó a la enseñanza en diversos lugares de la región véneta, residiendo 19 años en Miañe, dedicándose además a un intenso apostolado entre los alumnos de todas las edades, enfermos e inválidos.
Buscando secundar sus anhelos contemplativos, el 15 de abril de 1927, con la autorización de sus superiores y el « nulla osta » de la Santa Sede, entró en el monasterio cisterciense de Veglie.
El 15 de noviembre de 1927, animada por el Obispo de Vittorio Veneto, abandonó el Monasterio, volvió a la enseñanza y emprendió la fundación de una nueva Congregación llamada Religiosas del Santo Rostro. Erigida canónicamente el 8 de diciembre de 1936, después de muchos sufrimientos, fue reconocida como Congregación de Derecho Pontificio el 10 de diciembre de 1947.
En el futuro toda su actividad la dedicó a consolidar y extender la Congregación, promoviendo nuevas iniciativas en favor de los pobres, de los que sufren y de los enfermos, confiando al Instituto el carisma de « propagar, reparar, restablecer la imagen del dulce Jesús en las almas ».
Murió en Roma el 28 de junio de 1951.
El 13 de noviembre de 2005 la beatificó S.S. Benedicto XVI.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

Juan (John) Southworth, Santo
Junho 28   -  Sacerdote e Mártir

Juan (John) Southworth, Santo

Juan (John) Southworth, Santo

Presbítero e Mártir

Martirológio Romano: Em Londres, em Inglaterra, são Juan Southworth, presbítero e mártir, que, por exercer seu sacerdócio nesse país, teve que suportar cárceres e desterros, e sob Oliverio Cromwell foi condenado a morte. Quando viu o patíbulo preparado em Tyburn, exclamou que era para ele o que foi a cruz para Cristo (1654).
Etimologicamente: João = Deus é misericordioso, é de origem hebraica.

Nasceu no ano 1592 em Samlesbury, Lancashire, Inglaterra.
Estudou e se ordenou na Universidade Inglesa, em Douai, França. Regressou a Inglaterra 13 de Outubro de 1619 para atender aos católicos e lograr conversões. 
Preso e condenado à morte por sua fé em Lancashire em 1627, esteve em varias prisões. Ouviu a confissão final de Santo Edmundo Arrowsmith justamente uns minutos antes daquele mártir fosse levado ao patíbulo.
Através da intercessão de Rainha Henrietta Maria, ele e outros quinze sacerdotes foram postos sob a protecção do embaixador francês e em 11 de Abril de 1630 foi enviado ao desterro em França.
Pouco depois, o Padre João regressou a Inglaterra e trabalha com Santo Henry Morse. Eles laboraram incansável e intrepidamente ajudando aos enfermos durante o nascimento da praga de 1636.
Foi preso novamente por sua fé em Westminster em 28 de Novembro de 1637. Esteve encarcerado até 16 de Julho de 1640 quando o deixaram em liberdade por suas boas obras em favor dos mais necessitados.
Novamente preso em 2 de Dezembro de 1640, foi encontrado culpável do crime de exercer o sacerdócio,e foi condenado à morte. Depois de 14 anos em prisão durante os quais trabalhou e ajudou a qualquer prisioneiro que mostrasse interesse na fé.
Em 28 de Junho de 1654, foi enforcado, arrastado e esquartejado em Tyburn. Seus restos foram resgatados pelo embaixador espanhol em Inglaterra e enviados à Universidade Inglesa em Douai.
Durante a revolução francesa os restos foram escondidos para evitar sua destruição, e se os reencontrou no ano 1927 e actualmente estão na Catedral de Westminster em Londres.
 
É um dos Quarenta Mártires de Inglaterra e Gales.
Foi canonizado em 25 de Outubro de 1970 pelo Papa Paulo VI.

Argemiro de Cabra e de Córdoba, Santo
Junho 28   -  Mártir

  -  Argimiro de Cabra y de Córdoba, Santo

Argemiro de Cabra e de Córdoba, Santo

Monge Mártir

Martirológio Romano: Em Córdoba, na província hispânica de Andaluzia, santo Argemiro, mártir, que na perseguição sob os sarracenos em tempo de Mohamed II, sendo monge, e já avançado em idade, foi convidado pelo juiz a negar a Cristo, mas, por perseverar na confissão da fé, foi atormentado no potro e finalmente trespassado por uma lança (856).
Etimologia: Argemiro = Exército famoso, vem do germano
Argemiro, nasceu em Egabro, actual Cabra; e morreu em Córdoba, em 28 de Junho de 856. Foi um religioso moçárabe em Al-Andalus, venerado como santo com o nome de Santo Argemiro ou Santo Argimiro de Cabra.
Argimiro foi durante algum tempo censor do emirato em Egabro, e ao afastar-se da administração se retirou a um mosteiro em Córdoba. Foi conduzido ante um juiz acusado de profissão do cristianismo e haver injuriado o profeta Maomé. Após alguns dias detido e encerrado em prisão, foi reconduzido ao juiz que se esforçou em convencê-lo mas não conseguiram fazê-lo mudar de parecer.
Foi condenado a ser decapitado, sucedendo o martírio em 28 de Junho de 856, dia em que a Igreja o comemora.
Seu corpo permaneceu no patíbulo durante muitos dias até que por ordem do juiz foi trasladado à basílica de Santo Acisclo, perto de seu sepulcro e de Santo Perfeito

SÃO LEÃO II

Papa (em 683)

S. Leão II, papa, era filho de um médico chamado Paulo. Dedicado à Igreja, dedicou-se também ao estudo da Escritura e dos santos padres. Aplicou-se ainda à eloquência, para a qual tinha especial talento, e cultivou a música com grande esmero. Por ser conhecida a sua caridade, escolheram-no para esmoler-mor da Igreja, Promovido ás ordens sacras, era o exemplo de todo o clero romano quando morreu o papa Santo Agatão (681). No principio do mês seguinte, por geral consentimento de todos e sem a menor contestação, foi colocado na Sé Apostólica, S. Leão, e consagrado poucos dias depois. Deu principio ao seu pontificado, confirmando o sexto concilio ecuménico e terceiro constantinopolitano, convocado contra os monotelistas, ao qual tinha presidido o seu antecessor Santo Agatão por seus legados, declarando hereges todos aqueles que afirmassem que em Jesus Cristo não havia mais do que uma só vontade, contrariamente ao que o concilio tinha definido. Macário, patriarca de Antioquia, Anastácio, presbítero e Leôncio, diácono da Igreja de Constantinopla, com alguns outros, depostos e anatematizados pelo concilio, apresentaram um memorial ao imperador, suplicando-lhe que os remetesse ao papa, em virtude do que se lhes assinalou Roma para lugar de seu exílio. Recebeu-os o pontífice com aquela bondade, amor e caridade cristã que formavam o seu carácter; fez-lhes ver a verdade, convenceu-os de seus erros e para lhe dar mais espaço para reflectir, pô-los separadamente em distintos mosteiros. Macário persistiu pertinazmente em seu erro: Anastácio e Leôncio abjuraram os seus: S. Leão absolveu estes últimos dois e reconciliou-os com a Igreja. Não era  menor o vigor e severidade com que resistia aos que perdiam o respeito à Sé Apostólica. Desde o ano de 568, em que o imperador Justino tinha mandado à Itália um governador com o nome de Exarca, cuja residência era em Ravena, havia o arcebispo desta cidade usurpado alguns direitos que não lhe pertenciam. Sustentado sempre pelos exarcas, que em várias ocasiões se tinham   arrogado o direito de eleger papas, em muitos pontos não reconhecia a submissão devida à Sé Apostólica. Conseguiu S. Leão trazer ao que é razoável o arcebispo de seu tempo; e para cortar pela raiz os abusos, obteve um decreto do imperador em que proibia severamente aos prelados que, debaixo de pretexto algum, tomassem partido pelos arcebispos de Ravena contra a Santa Sé; de sorte que a igreja de Ravena ficou inteiramente submetida á autoridade do papa; e o arcebispo – que pretendia não reconhecer a sua autoridade senão naquilo em que a reconheciam os patriarcas de Constantinopla, de Alexandria e de Antioquia – ficou de tal sorte sujeito a ela, que não pode ser eleito, nem, consagrado, sem expresso consentimento do pontífice. Expediu e publicou diferentes leis para aperfeiçoar a disciplina eclesiástica; reformou o canto gregoriano e compôs muitos hinos para o oficio divino. Toda a sua aplicação e solicitude de consagrava unicamente a promover em toda a Igreja a pureza da fé e a dos costumes, para o que muito concorria a eficácia de seus exemplos. A sua vida era verdadeiramente austera, minorando a saúde com o rigor das suas contínuas e excessivas penitências. As suas rendas eram para os pobres; e costumava dizer que desejava morrer pobre para lhes assistir a eles.. À vista de tantas e tão eminentes virtudes, não era muito que desejassem os fiéis longos anos de tão glorioso pontificado; mas Deus dispôs outra coisa, porque se apressou a tirá-lo do mundo para o cumular de glória. Morreu da morte dos santos, a 4 de Junho e ano de 683, e foi sepultado no dia 28 do mesmo mês.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

http://es.catholic.net/santoral  e   www.jesuitas.pt

 

Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca