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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Nº 1052 - 30 DE JUNHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

Primeiros Mártires da Santa Igreja Romana, Santos
Junho 30    -  Mártires

Primeros Mártires de la Santa Iglesia Romana, Santos

Primeiros Mártires da Santa Igreja Romana, Santos

Mártires da perseguição de Nero logo depois do incêndio de Roma

 

Na Praça de S. Pedro, no Vaticano, e nas vizinhanças, deram-se os horrores da perseguição de Nero. Estamos no local dos jardins de Agripina, mulher de Germânico, os quais dela passaram para o filho, Calígula, e assim deram entrada no património imperial. Calígula construiu neles um circo e um lago (naumáquia), e o filho doutra Agripina, Nero, fez m ais tarde a ponte de ligação com a outra margem do Tibre, onde se encontra a maior parte de Roma antiga. Do lado sul da basílica Vaticana, há um recinto pequeno, chamado ainda hoje Praça dos Protomártires (igual a primeiros mártires) Romanos. As iluminações, que lá se vêem na noite de 26 de Junho, evocam as fogueiras que, pelo ano 64 ou 65, extinguiram , ou sublimaram, humildes e heróicas vidas humanas. Roma ardera seis dias e sete noites. O Circo Máximo, em parte de madeira, ficou inutilizável, e provavelmente também o Circo Flamínio. Ainda assim, o povo não queria prescindir dos jogos em honra de Vénus, ao mesmo tempo que atribuiu a Nero a culpa do incêndio. Eis como se exprime o pagão Tácito (cerca de 55-120): «Para fazer calar esta voz, Nero apresenta réus e sujeita aos suplícios mais cruéis os homens, odiosos pelos seus crimes, a que o vulgo chama cristãos. Aquele de quem eles derivam o nome, Cristo, foi, durante o reinado de Tibério, supliciado pelo procurador Pôncio Pilatos. A execrável superstição, a principio reprimida, irrompeu de novo, não só na Judeia, origem deste mal, mas até em Roma, aonde vem ter e se junta o que existe, por toda a parte fora dela, de mais atroz e mais vergonhoso». E descreve mais directamente os cristãos e os seus tormentos: «Prendem-se primeiro os que manifestam (seguir o Cristianismo), e depois, conforme as indicações que eles dão, prendem-se outros em massa, condenados menos pelo crime de incêndio do que pelo ódio que lhes tem o género humano. Aos tormentos juntam-se as mofas, Homens envolvidos em peles de animais morrem despedaçados pelos cães, ou são presos a cruzes, ou destinados a ser abrasados e acendidos, à maneira de luz nocturna, ao acabar o dia». Por último, faz-nos ver Nero e incrimina de novo os cristãos, mas tem alguma pena deles: «Nero ofereceu os seus jardins para este espectáculo; vestido de cocheiro, corre misturado com a multidão, ou em cima dum carro. E, se bem que tais homens sejam culpados e dignos dos piores suplícios, a gente tem pena deles, porque são sacrificados, não à utilidade pública, mas à crueldade de um só». Até aqui Tácito. Segundo a oferta de Nero, houve pelo menos uma festa diurna e outra nocturna. Primeiro, desfilavam em cortejo os condenados, entre guardas munidos de azorragues. Depois, era a venatio ou a exposição deles às feras e a certos cães, ensinados especialmente para os jogos de circo, como diz Estrabão. Terá havido também mulheres, vítimas destes variados tormentos? S. Clemente papa, escrevendo trinta anos depois, cita alguma entre essa «ingente multidão de eleitos… que deixaram ilustre exemplo». Podemos supor que algumas cristãs tenham sido obrigadas a figurar nas costumadas representações teatrais, meio dramas meio bailados, «pyrricha», nas quais os condenados à morte desempenhavam os papeis trágicos  e eram de facto assassinados em cena, com variados requintes. Séneca (cerca de – 4 até 65), em duas cartas a Lucílio, para animar o amigo a suportar – com indiferença pelos males, estoicamente –as dores da gota, enumera assim os suplícios mais refinados que presenciara: «O ferro, as chamas, as cadeias, a multidão dos animais ferozes saciando-se de entranhas humanas; a prisão, as cruzes, os ecúleos, os ganchos, o pau a atravessar o tronco da vítima e a sair-lhe pela cabeça, os membros esquartejados , a túnica embebida em matérias inflamáveis e com elas tecida». E, noutra carta, apresenta-lhe as vítimas de tais suplícios: «Que é isso (refere-se à doença do amigo), que é isso ao lado da chama e do ecúleo e das lâminas em brasa e dos ferros chegados às feridas inchadas, para as renovar e aprofundar? No meio de tudo isto, um não gemeu. Mais, nada pediu. Mais, não respondeu. Mais ainda, sorriu e de vontade». Escrevendo ainda a outra pessoa, fala Séneca da crucifixão de cabeça para baixo: «Vejo aí cruzes não todas do mesmo feitio, mas fabricadas de diversos modos: alguns condenados foram suspendidos nelas de cabeça para baixo». Ora segundo o texto do filósofo cordovês não se pode referir nem a justiça dos vulgares, que não davam tais exemplos de doçura, nem a notáveis estóicos, que morriam corajosamente sim, mas sem passarem pelas referidas torturas. E todos os três passos, sobretudo os dois últimos, parecem visar os cristãos dos trágicos dias de Nero. Terá sido martirizado S. Pedro em companhia dessa multidão de eleitos… que deixaram ilustre exemplo?» Não há concordância entre os antigos autores sobre a data da sua execução. segundo o Pseudo-Lino, S. Pedro foi justiçado «junto do obelisco de Nero». Estando então o obelisco no lugar donde o tirou Sisto V em 1586, podemos concluir que o martírio se deu na actual Praça dos Protomártires, ou pertíssimo, isto é, junto da extremidade do transepto esquerdo da basílica. E é certo, segundo confirmaram as escavações realizadas durante o pontificado de Pio XII (1939-1958), que S. Pedro encontrou sepultura debaixo do altar papal e da cúpula de Miguel Ângelo. Desde a volta de Avinhão, residem os papas habitualmente no Palácio Vaticano, bem perto da sepultura de S. Pedro e da Praça dos primeiros Mártires Romanos. S. Paulo, decapitado junto da estrada que leva a Óstia, em «Tre Fontane», foi sepultado no túmulo de Lucina, existente num cemitério que em boa parte ainda hoje se vê. O local foi consagrado por uma grande basílica constantiniana. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também http://es.catholic.net/santoral

 

Adolfo de Osnabrück, Santo
Junho 30   -  Bispo

Adolfo de Osnabrück, Santo

Adolfo de Osnabrück, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Osnabrück, em Saxónia, santo Adolfo, bispo, que abraçou os costumes cistercienses no mosteiro de Altenkamp (1224).
Etimologia: Aquele que é um guerreiro valente, é de origem germânica.
Morreu em Osnabrück em 30 de Junho de 1224. Era filho de uma família muito rica. Ele, sem embargo, deixando aparte tanta herança e prebendas, se inclinou por se fazer monge. 
A coisa não foi fácil para este jovem. Ele não tinha uma vocação decidida como outros tantos que estamos lendo cada dia no santoral.
Foi justamente num mosterio, chamado Cam, a que se retirou para pensar em si mesmo, onde encontrou o sentido de sua vocação religiosa à vida consagrada.
Con todo respeto pidió al abad que le admitiera en el recinto sagrado. En seguida se ganó la simpatía de todos los hermanos en congregación. Durante los ocho últimos años de su vida desempeño pastoralmente el cargo de obispo de la ciudad que le vio nacer.
Su trabajo se basó principalmente en atender a los pobres y necesitados de atenciones, sobre todo el mundo marginado de los leprosos.
Uno de estos, que vivía alejado de todo el mundo, recibía la visita de Adolfo una vez al año. Le llevaba los remedios espirituales que, sin duda, eran más importantes que los simplemente materiales.
Se pasaba el día con él amigablemente charlando de temas de la oración y de la lectura de la Biblia.
Cada uno debe ocupar el puesto que la sociedad le encomienda con convicción y entrega absoluta a lo que la vocación le pide.
Este trabajo apostólico no era bien visto por algunos canónigos acomodados. Como no les prestaba la más mínima atención, lograron que el leproso se fuera de aquel lugar a otro .
No sabían estos señores canónigos que la obra de Dios está por encima de comodidades. Por eso, un ángel del Señor lo trasladó a la cueva en que vivía anteriormente. La razón no era otra que Adolfo pudiera verlo como siempre.
En los últimos momentos de su vida, el leproso se vio asistido por su amigo. Lo confesó y murió tranquilamente en la paz de Dios.
¡Felicidades a los Adolfos!

Comentarios al P. Felipe Santos: al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

Marcial de Limoges, Santo
Junho 30   -  Bispo

Marcial de Limoges, Santo

SÃO MARCIAL  ou  MARÇAL

Bispo

Existem duas biografias de S. Marcial, tão fantasistas uma como outra: a Vida primitiva e a Vida recente; a primeira, publicada por um membro do clero de Limoges, França, no século VIII; a segunda, por Ademar de Chabannes, monge da Abadia de S. Marcial de Limoges, no principio do século IX. A Vida primitiva conta que, tendo Marcial sido enviado por S. Pedro para converter as gentes de Limoges, partiu de Roma com dois companheiros, Alpiniano e Austricliniano. Este morreu no caminho; Marcial ressuscitou-o, porém, com o cajado de S. Pedro que trazia, e os três chegaram bem a Limoges. Toda a gente, ao que parece, os esperava para se converter. Marcial tomou a direcção da nova comunidade como bispo; devido a esse facto, a Igreja de Limoges pode orgulhar-se remontar aos tempos apostólicos; o que era preciso demonstrar. Contudo, a Vida primitiva não falava do que tinha feito Marcial antes de exercer apostolado. O padre de Chabannes preencheu esta lacuna com a Vida recente. Ficou esta a dizer-nos que Marcial, primo de S. Pedro, tinha sempre vivido na companhia do Salvador. Era ele «o menino» que Jesus mostrou aos Apóstolos quando os impelia a tornarem-se como crianças, se queriam entrar no reino dos céus (Mt 18, 3); e era, ele ainda «o rapaz que tinha cinco pães e dois peixes», quando da multiplicação dos pães no deserto (Jo 6, 5-15). Tal livro pretendia evidentemente valorizar as relíquias de S. Marcial, que estavam em posse da abadia do Padre de Chabannes, e atrair peregrinos e esmolas. A verdade está em não sabermos nada de S. Marcial, a não ser que morreu como bispo de Limoges, na segunda metade do século III. Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt. Ver também http://es.catholic.net/santoral

Erentrude, Santa
Junho 30   -  Abadessa

Erentrude,  Santa

Erentrude, Santa

Abadessa

Etimológicamente significam “¿que sorri, risonha?”. Vem da língua alemã.
Erentrude. Morreu em Salzburgo, Áustria, no ano 718.
Havia chegado do país de Worms (Palatinado), em igual que seu primo Ruperto, bispo de Juvanum.
Era também seu pai espiritual. Fundou, sob a direcção de seu primo, um mosteiro de mulheres de que ela foi a primeira abadessa.
Quando Ruperto estaba no leito de morte, Erentrude se encheu de lágrimas, e rezava assim: "Reza para que parta contigo. ¿Que vou ser eu quando não estiveres já aquí, privada de meu director espiritual?"
O bispo, com a melhor de suas intenções, não lhe prestou atenção em principio.
Poucos minutos depois mudou de opinião, uma vez que estava já no paraíso.
Não obstante, a jovem morreu poucos meses depois.
Foi este mesmo santo o que, com todo acerto, mudou o nome de Juvanum pelo de Salzburgo (cidade do sal) em recordação das salinas que ele mesmo havia criado para o bem dos cidadãos e de todos os arredores.
Os homens, quando fazem oração, difícilmente mudam ou abandonam a vocação a que Deus os há chamado.
¿Não será um sinal claro de que hoje se reza pouco dado o número ingente de pessoas que abandonam o matrimónio ou a vida religiosa? É questão de pensar.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários a P. Felipe Santos:
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Genaro María Sarnelli, Beato
Junho 30   -  Redentorista

Genaro María Sarnelli, Beato

Genaro María Sarnelli, Beato

Genaro Maria Sarnelli, filho do Barão de Ciorani, nasce em Nápoles em 12 de setembro de 1702.
Aos 14 anos, após a beatificação de Francisco Regis, decide fazer-se jesuita. Seu pai o dissuade crendo-o demasiado jovem. Genaro empreende então os estudos de direito que acaba com o título de doutor em ambos direitos em 1722.
Havendo-se distinguido no exercício de sua profissão se enrola, não obstante, na Congregação dos Cavaleiros Professionais do Direito e da Medicina, dirigida pelos Píos Operários de são Nicolás de Tolentino. Entre as regras desta Associação existe a obrigação de assistir aos enfermos do hospital dos Incuráveis. É aquí onde Genaro se sente chamado por Deus ao sacerdócio.
En septiembre de 1728 ingresa al seminario y es destinado por el Cardenal Pignatelli a la parroquia de santa Ana di Palazzo. Para poder estudiar tranquilamente se hospeda en el colegio de la Santa Familia, más conocido como el Colegio de los Chinos, fundado por Matteo Ripa. EL 8 abril del año siguiente deja el colegio de los Chinos para comenzar el 5 de junio del mismo año su noviciado en la Congregación de las Misiones Apostólicas.
El 28 de mayo de 1731 concluye el noviciado y el 8 julio del año siguiente se ordena sacerdote. Durante todos estos años, además de las visitas al hospital, se dedica a ayudar a los niños que son obligados a trabajar, enseñándoles el catecismo. Visita a los ancianos del geriátrico de san Genaro y a los marinos enfermos que yacen postrados en el hospital del puerto.
Es éste también el tiempo en el que entabla amistad con
san Alfonso de Ligorio y conoce su apostolado. Juntos se dedican a enseñar el catecismo a los laicos y organizan las capillas del atardecer.
Tras su ordenación, el Cardenal Pignatelli le encomienda que dirija la enseñanza religiosa en la parroquia de los Santos Francisco y Mateo, en el barrio español. Cuando se da cuenta de la corrupción que impera entre las jóvenes, decide emplear todas sus energías en la lucha contra la prostitución. En este mismo tiempo (1733), san Alfonso debe defenderse de las injustas críticas que padece a causa de la fundación de la Congregación misionera del Santísimo Redentor en Scala (SA) el 9 de noviembre de 1732. En junio del mismo año, al llegar a Scala para ayudar al amigo durante una misión en Ravello, Sarnelli decide hacerse redentorista al tiempo que continúa siendo miembro de las Misiones Apostólicas.
Desde el día de su entrada en la Congregación, en abril de 1736, se empeñará sin descanso en las misiones parroquiales y en escribir a favor de las "jóvenes en peligro". Escribe también sobre la vida espiritual. Su cansancio es tal que llega a estar al borde de la muerte. Con el consentimiento de san Alfonso vuelve a Nápoles para tratarse. Allí emprende nuevamente su apostolado entre las prostitutas.
Además de dedicarse al apostolado redentorista y al de las Misiones Apostólicas, promueve la meditación comunitaria entre los laicos publicando "El mundo santificado". Con otro libro suyo promueve una campaña contra la blasfemia. En 1741, al tiempo que planifica las grandes misiones predicadas en los suburbios de Nápoles, participa también en ellas y prepara la visita canónica del Cardinal Spinelli. A pesar de su permanente estado enfermizo sigue predicando hasta finales de abril de 1741 cuando, ya muy enfermo, vuelve a Nápoles donde muere el 30 de junio a la edad de 42 años.
Sus restos descansan en Ciorani, primera iglesia redentorista.
Genaro Sarnelli nos ha dejado en herencia unas 30 obras dedicadas a la meditación, a la teología mística, a la dirección espiritual, al derecho, a la pedagogía, a la moral y a diversas temáticas pastorales. Su actividad social en favor de la mujer le ha merecido el ser considerado entre los autores que con mayor autoridad han afrontado esta temática en la Europa de la primera mitad del siglo dieciocho.
El 12 de mayo de 1996, el Papa Juan Pablo II lo beatíficó en la Plaza de San Pedro.

Otão de Bamberg, Santo
Junho 30   -  Bispo

Otón de Bamberg, Santo

Otón de Bamberg, Santo

Santo Otão foi bispo de Bamberg e é chamado o Apóstolo de Pomerânia. Nasceu em Suabia, Alemanha, e viveu no século XII. Orfão de pai e mãe, enfrentou muitas dificuldades para custear seus estudos em filosofía e ciências humanas. Partiu para a Polónia para ganhar a vida. Pouco a pouco se estabeleceu e fundou uma escola que ganhou prestigio e lhe deu bons ganhos.
Se fez conhecido e estimado na corte polaca , amigo e conselheiro do imperador, que o nomeou bispo de Bomberg. Santo Otão, sem embargo somente ficou com a consciência tranquila quando foi consagrado bispo pelo papa Pascual, em redor do ano 1106.
Es considerado el evangelizador de la Pomerania; fundó allí numerosos monasterios. Y apoyado por Boleslao, duque de Polonia que dominaba la región, y por Vratislao, duque cristiano de Pomerania, recorrió todas las ciudades instruyendo a los gentiles y bautizando a los que se adherían a la fe, intercediendo ante el príncipe por la liberación de los prisioneros, exhortando a todos a abandonar los ídolos y a convertirse al Dios de Jesucristo. Esparció misioneros por toda la Pomerania.
Fue canonizado en el año 1189 por el Papa Clemente III.

Felipe Powell, Beato
Junho 30   -  Sacerdote e Mártir

Felipe Powell, Beato

Felipe Powell, Beato

Em Londres, em Inglaterra, beato Felipe Powell, presbítero da Ordem de São Bento e mártir.
Originário do País de Gales, em tempo do rei Carlos I foi detido a bordo de um navio e, por ser sacerdote e intentar entrar em Inglaterra, foi condenado ao patíbulo em Tyburn (1646).

Basílio Velyckovskyj, Beato
Junho 30  -  Bispo e Mártir

Basilio Velyckovskyj, Beato

Basilio Velyckovskyj, Beato

Bispo da Igreja greco-católica ucraniana "clandestina", da Congregação do Santíssimo Redentor (1903-1973). Mártir
Nasceu em 1 de junho de 1903 em Stanislaviv (actualmente Ivano-Frankvisk). No mês de agosto de 1925 entrou no noviciado da Congregação do Santíssimo Redentor e, pouco depois, foi ordenado sacerdote. Durante sete anos foi missionário na região de Volyn´; em 1942 foi nomeado superior em Ternopol. Em 11 de abril de 1945 foi preso e condenado a dez anos de detenção no campo de concentração de Vorkuta, na Sibéria. Libertado em 1955, voltou a Lvov, onde em 1959 foi nomeado clandestinamente bispo. Devido à dura perseguição, não pôde ser ordenado até 1963. Voltaram a prendê-lo pelo delito de "organizar estudios teológicos secretos em Ternopol"; o condenaram a três anos de exílio. Em 27 de Janeiro de 1972, antes de o libertar, lhe injectaram uma substância "desconhecida".
Faleceu aos 69 anos, em Winnipeg (Canadá), em 30 de Junho de 1973.
Foi beatificado por S.S. João Paulo II em 27 de junho de 2001, junto com outras 24 vitimas da perseguição do régime soviético aos católicos ucranianos. 
O grupo beatificado está integrado por:
Mykolay Charneckyj, Obispo, 2 abril; Josafat Kocylovskyj, Obispo, 17 noviembre; Symeon Lukac, Obispo, 22 agosto; Basilio Velyckovskyj, Obispo, 30 Junio; Ivan Slezyuk, Obispo, 2 diciembre; Mykyta Budka, Obispo, 28 septiembre; Gregorio (Hryhorij) Lakota, Obispo, 5 noviembre; Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, Obispo, 28 diciembre; Leonid Fedorov, Sacerdote, 7 marzo; Mykola Konrad, Sacerdote, 26 junio; Andrij Iscak, Sacerdote, 26 junio; Román Lysko, Sacerdote, 14 octubre; Mykola Cehelskyj, Sacerdote, 25 mayo; Petro Verhun, Sacerdote, 7 febrero; Alejandro (Oleksa) Zaryckyj, Sacerdote, 30 octubre; Klymentij Septyckyj, Sacerdote, 1 mayo; Severijan Baranyk, Sacerdote, 28 junio: Jakym Senkivskyj, Sacerdote, 28 junio; Zynovij (Zenón) Kovalyk, Sacerdote, 30 junio; Vida; Vladimir (Vitalij Volodymyr) Bajrak, Sacerdote, 16 Mayo; Ivan Ziatyk, Sacerdote, 17 mayo; Tarsicia (Olga) Mackiv, Monja, 18 Julio; Olympia (Olha) Bidà, Suora, 28 enero; Laurentia (Leukadia) Harasymiv, Monja, 26 agosto; Volodymyr Pryjma, Laico, 26 Junio
(as datas indicadas correspondem às de seu martirio)
Reproduzido con autorización de
Vatican.va

Zenon (Zynovij) Kovalyk, Beato
Junho 30   -  Presbítero e Mártir

Zenon (Zynovij) Kovalyk, Beato

Zenon (Zynovij) Kovalyk, Beato

Presbítero e Mártir

Martirológio Romano: Em Lviv, em Ucrania, comemoração do beato Zenon Kovalyk, presbítero da Congregação do Santíssimo Redentor e mártir, que em tempo de um regime hostil a Deus alcançou a palma gloriosa num día desconhecido. (1941)
Etimologicamente: Zenón = Aquele sujeito a Deus, é de origem grega.

Zynoviy Kovalyk nasce em 18 de agosto de 1903 na aldeia de Ivachiv Horishniy perto de Ternopil, no seio de uma familia camponesa e pobre. Antes de se fazer religioso trabalhava como mestre de primária em sua aldeia. Tem um carácter forte e não chega nunca a contendas com sua fé. Desde sua infância, o sonho de Wynoviy é ser sacerdote. Uma vez descoberta sua vocação a  vida consagrada, Wynoviy Kovalyk entra nos Redentoristas. Professa em 28 de agosto de 1926; pouco depois é enviado a Bélgica a fim de completar seus estudos de filosofía e teología.
De regreso a Ucrania, Wynoviy Kovalyk es ordenado sacerdote el 9 de agosto de 1932; celebra su primera misa solemne el 4 de septiembre en su aldea natal, Ivachiv. Los pequeños iconos que conmemoran su ordenación llevan el siguiente texto: "Oh Jesús, acéptame (como sacrificio) juntamente al Santo Sacrificio de tu Cuerpo y de tu Sangre: recíbelo por la Santa Iglesia, por mi Congregación y por mi madre patria". Cristo aceptó estas palabras que fueron una auténtica ofrenda. Bien pronto supo el Padre Kovalyk que estas palabras habían sido proféticas y que también muy pronto - solamente nueve años más tarde - habrían de cumplirse con su martirio.
Tras su ordenación, el Padre Kovalyk parte juntamente con el obispo Mykolay Charnetskyi hacia la región de Volhyn a fin de trabajar en la obra de reconciliación con los ortodoxos ucranianos. El joven sacerdote es una auténtica alegría para sus cohermanos. El Padre Kovalyk tiene espíritu, tiene una bonita voz y posee una dicción muy cuidada. Es buen cantor y un auténtico predicador que encandila a todos. Su devoción y labor apostólica atrae a millares de personas. El Padre Kovalyk ama de todo corazón a la Madre de Dios y no deja nunca de mostrar su sincera piedad hacia Maria. Estas cualidades hacen ciertamente que el Padre Kovalyk tenga un gran éxito en su actividad misionera.
Tras varios años de trabajo en la región de Volhyn, el Padre Kovalyk se traslada a Stanislaviv (ahora Ivano-Frankvsk) para dirigir las misiones que se dan en la ciudad y en las aldeas circunstantes. En 1939, poco antes de la invasión soviética, se traslada a Lviv, al monasterio redentorista de calle Wyblykevycha (ahora Ivana Franka) y se encarga de la economía del monasterio.
El celoso sacerdote continúa también predicando la Palabra de Dios cuando da comienzo la invasión soviética. Un campo importante del trabajo del P. Kovalyk es el de las confesiones; es una actividad apostólica en la que tiene particular éxito: está siempre rodeado de gran número de fieles que buscan su ayuda espiritual.
Mientras la mayor parte de los ucranianos de Galizia se encuentran acobardados por el terror, el Padre Wynoviy da muestras de un ánimo admirable. Muchos predicadores se han vuelto ya extremadamente cautos en sus sermones. Tratan de eludir los temas espinosos de la actualidad y se centran en exhortar al pueblo a ser fiel a Dios. El Padre Kovalyk, por el contrario, no tiene nunca miedo a condenar abiertamente las costumbres ateas introducidas por el régimen soviético. Sus sermones causan un fuerte impacto en los oyentes pero, al mismo tiempo, son un peligro no pequeño para el predicador. Avisado por los amigos del posible peligro que corre a causa de su modo de predicar, el Padre Kovalyk responde: "Acogeré con alegría la muerte, si ésta fuera la voluntad de Dios, pero no abandonaré nunca mis compromisos con mi conciencia de predicador".
Él último gran sermón del Padre Kovalyk tuvo lugar en Ternopil el 28 de agosto de 1940 con ocasión de la fiesta de la Dormición de la Madre de Dios. Aquel día los fieles que escuchaban al Padre Kovalyk eran alrededor de diez mil. Su sueño de martirio se realizaría pocos meses más tarde.
La noche del 20-21 de diciembre de 1940, los agentes de la policía secreta soviética penetraron en el monasterio de los Redentoristas para detener al Padre Kovalyk por sus sermones con ocasión de la Novena de la Inmaculada que tuvieron lugar en la iglesia del monasterio. Antes de dejar a sus cohermanos, el Padre Kovalyk pidió a su superior, Padre De Vocht, su última bendición y absolución.
Durante mucho tiempo los Redentoristas trataron de saber el paradero de su cohermano detenido, pero solo hasta abril de 1941 no llegaron a saber que el Padre Kovalyk había sido confinado como preso en la calle Zamarstynivska (la famosa prisión "Brygidky"). Durante su reclusión, que duraría seis meses, el Padre Kovalyk padece 28 penosos interrogatorios; tres veces es conducido a otras tantas cárceles para ser interrogado en ellas. Después de uno de estos interrogatorios, especialmente acompañado de torturas, el Padre Kovalyk enferma a causa de una hemorragia masiva.
Mientras permanece recluido en la prisión, el Padre Kovalyk continúa con su labor apostólica. Comparte una mísera celda (4,20m por 3,50m) y sin mobiliario alguno con otros 32 compañeros. El Padre Kovalyk reza el rosario todos los días juntamente con los prisioneros y un rosario entero el domingo. Además, dirige la oración litúrgica; durante el mes de mayo organiza plegarias a la Madre de Dios y el día de Reyes invita a sus compañeros a la bendición del agua. Además de orar, el Padre Kovalyk administra el sacramento de la reconciliación, dirige ejercicios espirituales y enseña el catecismo, consuela a sus compañeros narrando - con su estilo típico e ingenioso - diversas historias religiosas. No es de asombrar, por tanto, el hecho de que los prisioneros - gente con una extrema necesidad de esperanza y de consuelo - quisieran de todo corazón al Padre Kovalyk por su celo apostólico.
En 1941, cuando las tropas alemanas comienzan su ofensiva, los guardianes de la prisión, ansiosos por huir, y al ver que no pueden llevar consigo a los prisioneros, disparan sobre ellos. Pero no les basta con la intención de matar al Padre Kovalyk disparándole; recordando sus sermones sobre Cristo crucificado, lo clavan en el muro de la prisión a la vista de sus compañeros prisioneros.
Cuando las tropas alemanas entran en Lviv, abren rápidamente las cárceles para limpiar el lugar de la pila de cadáveres putrefactos. La gente corre a las prisiones con la esperanza de encontrar algún pariente. Todos testimoniarán la horrible visión de aquel sacerdote crucificado en la pared de la prisión, su abdomen abierto en canal y en su interior un feto humano.
Para describir al Padre Zynoviy Kovalyk podemos emplear justamente las palabras de vísperas del común de Mártires que se refieren al soldado glorioso e invencible que, armado con la Cruz, vence al enemigo y recibe la corona de la victoria del único Vencedor y Dios que reina por siempre. El dichoso martirio del Padre Zynoviy Kovalyk puede servir como representación gráfica de las siguientes palabras de la Biblia: "Las almas de los justos están en las manos de Dios y no les alcanzará tormento alguno. A los ojos de los insensatos pareció que habían muerto; se tuvo por quebranto su salida, y su partida de entre nosotros por completa destrucción; pero ellos están en la paz su esperanza estaba llena de inmortalidad; por una breve pena recibirán largos beneficios, pues Dios los sometió a prueba y los halló dignos de sí" (Sab. 3, 1.4-5).
Teniendo en cuenta los testimonios sobre la vida virtuosa del P. Zynoviy Kovalyk y, sobre todo, su perseverancia, su ánimo y su fidelidad a la Iglesia de Cristo durante el período de persecución, su proceso de beatificación se inició con ocasión del año Jubilar. Concluido el proceso a nivel de Eparquía, el 2 de marzo de dicho año es enviada la causa a la Sede Apostólica. El 6 de abril, la comisión teológica reconoce el martirio del Padre Kovaly; el 23 del mismo mes es estudiado su martirio por la asamblea de Cardenales y el 24 de abril de 2001 el San Padre Juan Pablo II firma el decreto de beatificación del P. Zynoviy Kovalyk, beato mártir de la fe cristiana.

Ladislau de Hungría, Santo
Junho 30   -  Laico

Ladislao de Hungría, Santo

Ladislau de Hungría, Santo

Rei da Hungria (1095)

 

Ladislau, chamado Laszlo pelos Húngaros, ou familiarmente Lancelote, nasceu entre 1041 e 1045, no palácio do avô materno, rei da Polónia, onde seus pais se tinham refugiado para escapar ao ódio de Pedro, sobrinho e sucessor de Santo Estêvão. Por morte de seu irmão Geysa, sucedeu-lhe pelo ano de 1076. Os Húngaros viraram-se para ele, que admiravam pela boa figura – ultrapassava, com a altura da cabeça, todos os seus concidadãos. Foi notável pela bondade, justiça e caridade, constituindo-se o sustentáculo dos órfãos, dos infelizes e de todos os aflitos; aplicava-se ao jejum e à oração; diz-se até que foi visto um dia elevado do chão e que salvou por milagre o seu exército desprovido de alimentos; fundou igrejas; e convidava, com o exemplo, os súbditos ao exercício do culto divino. Repeliu até às suas estepes os Tártaros que desolavam o reino, submeteu os Cumanos, os Búlgaros e os Sérvios. Em 1088 recusou o Império, que lhe era oferecido pelos príncipes germânicos. Sendo assassinado em 1091 o seu cunhado, rei da Croácia e da Dalmácia, Helena, sua irmã, para se proteger contra os assassinos do marido, chamou Ladislau em seu auxilio; não submeteu completamente o país, mas desenvolveu nele o Cristianismo e fundou o bispado de Sagrábia; e não tendo Helena filhos, a Dalmácia e a Croácia foram reunidas à Hungria. Ladislau protegeu o comércio e, na dieta de Szaboles, em 1092, estabeleceu novas leis. Quando a cruzada foi pregada por Pedro, o Eremita, e todos – Franceses, Espanhóis e Ingleses – desejaram ter Ladislau como chefe, ele satisfez-lhes os desejos. Mas, antes de partir para a Terra Santa, quando ia reprimir uma revolta dos Boémios, morreu a caminho da Morávia, a 30 de Junho de 1095. Sucedeu-lhe Colomano, seu sobrinho ou filho. Alguns dizem que Ladislau nunca se casou. Junto do seu sepulcro, multiplicaram-se os milagres.  Do livro  SANTOS DE CADA DIA , de www.esjesuitas.pt.  Ver também http://es.catholic.net/santoral