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quarta-feira, 7 de julho de 2010

De Agência Ecclesia – 7 de Julho de 2010

 

 

«Também vos quereis ir embora?» (João 6,60)

Sabe-se como se lança um rastilho como meia notícia que a pressa dos media engole de imediato e joga para o papel ou para a informação em linha, ou mesmo nas redes sociais para ser o primeiro a anunciar

Não estão fáceis os tempos para a Igreja. Todos os dias vão surgindo novas notícias de escândalos, processos, condenações, abusos. Caem precipitadamente nas agências e são por vezes claras, directas, apesar de desagradáveis para os católicos. Outras são falsas embrulhadas  em meias verdades e com uma interpretação claramente enviesada, sempre com o dedo condenatório para membros do clero em diversos graus de responsabilidade na condução da Igreja a nível local ou universal. Nada nos espanta: nem os factos, nem a maneira como são descritos, distorcidos, dramatizados, sendo, quantas vezes, opinião antes de serem acontecimento. Isto não se passa apenas com a Igreja, mas com todos que estão alguns centímetros acima da grande multidão anónima e que, por via da visibilidade, colocados em cadafalso de julgamento e forca. Que um dia possivelmente foi trono de glória e ovação do mesmo povo anónimo e aparentemente inocente.

Mas há dados que permitem, no que diz respeito à Igreja, objectivar causas e intenções. Sabe-se como se lança um rastilho como meia notícia que a pressa dos media engole de imediato e joga para o papel ou para a informação em linha, ou mesmo nas redes sociais para ser o primeiro a anunciar. Quantas vezes a primeira-mão é a primeira mentira. Sabe-se de forças, movimentos, associações, secretas ou não, que cozinham nas suas caves de mistério materiais informativos para que na linha final todos aceitem o que sempre estes senhores quiseram dizer: que a especialidade da Igreja é ser hipócrita, hábil em absolver os seus próprios pecados mas implacável com os que se atrevem a enfrentá-la como se fora uma permanente inquisição sem tréguas nem remorsos.

A Igreja não pode converter a sua pregação em constantes  desmentidos sobre quanto dela se diz. Tem reconhecido os erros dos seus membros. Tem tido  a coragem – rara nos tempos de hoje – de pedir perdão. Sabe que a sua missão é ser impoluta na moral, e transparente nas suas acções em qualquer área que se cruze com a sociedade civil.

Vivemos um momento complexo: aceitando a verdade dos nossos pecados e dos nossos silêncios, corrigindo os erros da nossa comunicação, agradecendo os homens e mulheres que se mantêm firmes como sinais vivos de Cristo, aceitando com humildade as críticas justas que nos são feitas, e acreditando cada vez mais que “as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja”. Apesar de os pecados serem duma minoria, aceitamos vestir-nos de saco e cinza, de coração penitente pela família católica manchada com crimes execráveis de alguns. Mas sabemos separar o trigo do joio, distinguir a parte do todo e dizer que a Igreja, mesmo pecadora, continua una e santa. E que “não nos queremos ir embora”.

António Rego

Fotos

Editorial | António Rego | 2010-07-06 | 11:31:29 | 3402 Caracteres | Comunicações Sociais

Nº 1059 - 7 DE JULHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

In: MARTIROLóGIO ROMANO

www.siticatollici.it

7 luglio

91735 > Sant' Antonino Fantosati Martire 7 luglio MR
61050 > Beato Benedetto XI (Niccolò Boccasini) Papa 7 luglio MR
61030 > Sant' Edda di Winchester Vescovo 7 luglio MR
61020 > Sant' Etelburga (Edilburga) Badessa 7 luglio MR
61080 > Beato Giovanni Giuseppe Juge de Saint-Martin Martire 7 luglio MR
91736 > San Giuseppe Maria Gambaro Martire 7 luglio MR
61090 > Beata Ifigenia di S. Matteo (Francesca Maria Susanna) de Gaillard de la Valdène Martire 7 luglio MR
61040 > San Mael Ruain Vescovo e abate 7 luglio MR
61110 > San Marco Ji Tianxiang Martire 7 luglio MR
61120 > Santa Maria Guo Lizhi Martire 7 luglio MR
90101 > Beata Maria Romero Meneses 7 luglio MR
91659 > Beato Oddino Barotti 7 luglio MR
61060 > Sant' Oddone di Urgel Vescovo 7 luglio MR
61010 > San Panteno 7 luglio MR
90920 > Beato Pietro To Rot Martire della Papuasia 7 luglio MR
61070 > Beati Ruggero Dickinson, Rodolfo Milner e Lorenzo Humphrey Martiri 7 luglio MR
91021 > San Villibaldo 7 luglio MR

 

Firmíno, Santo
Julho 7   -  Bispo e Mártir

Fermín, Santo

Fermín, Santo

Bispo e Mártir
Século IV

Martirológio Romano: San Fermín, bispo de Pamplona. O bispo de Tolosa São Saturnino o enviou a pregar o Evangelho a Pamplona, o consagrou por seu primeiro bispo e, voltou depois de alguns anos às Gálias, pregou o Evangelho no norte de França, morrendo em Amiéns, s. II.
Etimologicamente: Fermín = Aquele que é constante, firme, recto, valoroso e sólido, é de origem latino.

Este Santo é o famoso patrono das "Corridas de San Fermín" em Espanha.
San Fermín de Amiens, nasceu em Pamplona em redor do ano 272, morreu em Amiens em 25 de Setembro de 303 foi um missionário cristão, primeiro bispo de Amiens, cuja igreja construiu. Foi decapitado quando tinha uns 31 anos. É padroeiro de Amiens, Lesaca, e co-padroeiro de Navarra junto com São Francisco Xavier.
Segundo a lenda, nasceu em Pompaelo (a actual Pamplona), filho de um senador pagão de nome Firmo, um alto funcionário da administração romana que governou Pamplona no século III. A pregação de santo Honesto, que havia marchado para a península após ser milagrosamente libertado de sua prisão em Carcassonne, comoveu a seus pais, que sem embargo não se converteram até ouvir a santo Saturnino de Toulose. O santo haveria baptizado a Fermín e a seus pais no lugar que hoje se chama popularmente
pocico de San Cernin.
Sob a tutela de Honesto o jovem Fermín aprendeu a religião e a arte da prédica. Aos 18 anos foi enviado a Tolosa, onde seria ordenado. Após pregar em Navarra, marchou a França, onde se assentou em Amiens. Havendo organizado a construção da igreja local, foi nomeado bispo aos 24 anos. A oposição oficial à doutrina cristã lhe granjeou a cadeia, onde,após se negar a cessar sua prédica, foi decapitado.
Em 1186 o bispo Pedro de París levou de Amiens a Pamplona uma relíquia da cabeça de Fermín.
Actualmente seu santoral se celebra em 7 de Julho. Em Pamplona se comemora com umas festas de fama internacional, os Sanfermines, em que destacam as largadas  de touros.
É além disso patrono das confrarias de boteros, vinateros e panaderos.

• María Romero Meneses, Beata
Julho 7   -  Religiosa

María Romero Meneses, Beata

María Romero Meneses, Beata

Religiosa Salesiana

Martirológio Romano: Na cidade de León, em Nicarágua, beata María Romero Meneses, virgem do Instituto das Filhas de María Auxiliadora, que nas diversas obras sociais para a formação das jovens, em especial as pobres e abandonadas, trabalhou com eficácia, difundindo a devoção à Eucaristía e à Santíssima Virgem (1977)

María Romero Meneses nasce em Granada (Nicarágua) em 13 de Janeiro de 1902, numa família muito acomodada, mas de grande sensibilidade para as necessidades dos mais pobres, a quem socorre regularmente com generosidade.
Orientada em família para os estudos artísticos, cedo revela seu talento para a música e pintura. Aos doze anos, no colégio das Filhas de María Auxiliadora, recém chegadas a sua cidade, começa a conhecer a dom Bosco: congemina imediatamente com a figura do grande apóstolo da juventude, em quem encontra como a encarnação dos ideais que vibram em seu espírito, primeiro de maneira genérica e vaga e logo cada vez mais claramente e com maior capacidade de a entusiasmar.
Hace su opción: Hija de María Auxiliadora (1923), y en el nombre de esta su Madre y «su Reina» – como ama invocarla – realiza una incansable actividad apostólica, dando vida a grandiosas obras sociales, especialmente en Costa Rica, a donde es enviada en 1931.
Con viva sensibilidad evangélica y eclesial, conquista para su misión apostólica a las jóvenes alumnas que se vuelven «misioneras» (misioneritas, las llama Sr. María) en los pueblitos de los alrededores de la Capital, entre niños semi abandonados y familias desheredadas. Luego, también adultos, empresarios adinerados y renombrados profesionales quedan conquistados por su devoción mariana, que obtiene gracias estrepitosas, y se sienten por lo tanto comprometidos a colaborar efectivamente a las iniciativas asistenciales que Sr. María, bajo la acción del Espíritu, va proyectando continuamente con la audacia de la más auténtica fe en la Providencia.
Sr. María sueña para sus pobres siempre nuevas soluciones a las urgencias apremiantes: obtiene primero visitas médicas gratuitas, gracias a la acción voluntaria de médicos especialistas, y con la colaboración de industriales del lugar organiza cursos de formación profesional para jóvenes y mujeres que en la pobreza hubieran encontrado una pésima consejera. En esta forma logra dar vida en poco tiempo a un ambulatorio múltiple, con varias especialidades, para asegurar la asistencia médico-farmacéutica a muchas personas y familias privadas de toda garantía social. Al mismo tiempo crea cerca instalaciones adecuadas para Ia acogida de los pacientes – a veces familias enteras – como también salas para la catequesis y la alfabetización en los momentos de espera, además la capilla y un gracioso jardín, y hasta el balcón con los canarios.
Para las familias sin techo, reducidas con frecuencia a una vida precaria bajo los puentes de la periferia, hace construir – siempre con la ayuda de una sorprendente Providencia – «verdaderas» casitas, en las cuales limpidez y propiedad, junto con los colores de un pequeñísimo jardín, tienen la función pedagógica de recuperar personas amargadas, restituir dignidad a vidas envilecidas por el abandono, abriendo los corazones a horizontes de verdad, de esperanza y de nueva capacidad de inserción social. Surgen así las ciudadelas de María Auxiliadora: una obra que continúa todavía, debido al interés de sus colaboradores a través de la Asociación de laicos Asayne (Asociación de Ayuda a los Necesitados).
En medio del sucederse de obras para organizar, y de una peculiar actividad suya como consejera espiritual (cada día horas y horas de intensos coloquios privados, las llamadas consultas) encuentra espacio y momentos de ardientes elevaciones del espíritu y de una profunda vida mística, que es en realidad la fuente de la fuerza interior de donde su apostolado brota y recibe extraordinaria eficacia.
Su ideal: amar profundamente a Jesús, «su Rey», y difundir su devoción junto a la de su divina Madre. Su íntima alegría es la posibilidad de acercar a la verdad evangélica a los niños, a los pobres, a los que sufren, a los marginados. La más ambicionada recompensa a sus sacrificios es la de ver reflorecer la paz y la fe en una vida «perdida».
Haciéndose como el Apóstol, «toda para todos» y olvidándose de sí para conquistar cada vez nuevos amigos a su Jesús, se entrega hasta el último de sus días: el primero en el que decidió darse un poco de descanso. La esperaba allí el descanso eterno, con «su Rey» y «su Reina». Era el 7 de julio de 1977.
La fama de su santidad se expresa en el lamento general de sus asistidos y de sus colaboradores; y por obra de éstos, en el continuo reflorecimiento de las obras fundadas por ella.
Fue beatificada el 14 de abril de 2002 por S.S. Juan Pablo II.
Reproduzido com autorização de Vatican.va

Bento Xl (Nicolás Boccasini), Beato
Julho 7   -  CXCIV Papa

Benedicto Xl (Nicolás Boccasini), Beato

Benedicto Xl (Nicolás Boccasini), Beato

CXCIV Papa

De nome Nicolás Boccasini, aos 14 anos ingressou na ordem dominicana em Veneza. Destacou por sua inteligência como mestre. Foi nomeado prior da Lombardia e em 1296 o nono de Superior Geral da Ordem de Pregadores. Por suas qualidades esteve encarregado de uma delicada missão diplomática na Flandres, onde obteve êxito e em continuação o Papa o nomeou cardeal em 1298. Foi bispo de Ostia. Na controvérsia com o rei Felipe o Formoso de França, é um dos cardeais que permaneceu fiel a Bonifácio VIII, com quem se refugiou no castelo de Anagni, sendo feito prisioneiro e forçado sem êxito a abdicar. À morte de Bonifácio VIII, foi eleito Papa em 1303.
Muito mais pacífico que seu antecessor, seu breve pontificado se incio con la absolución de la excomunión dictada contra Felipe el Hermoso de Francia, pero se negó sistemáticamente a perdonar a los autores materiales de la ofensa sufrida por su predecesor en Anagni, excomulgando tanto a Guillermo de Nogaret, consejero del rey francés, como a Sciarra Colonna.
Tras ocho meses de pontificado murió, el 11 de octubre de 1304, al parecer envenenado por orden de Guillermo de Nogaret.
De sus ocho meses de pontificado, se conoce la anécdota de que su madre, pobre y viuda fue a visitarlo, para lo que se le vistió apropiadamente para ser recibida por el Papa. Éste al verla, protestó por no reconocer a la pía dama, humildemente vestida, a quien tanto quería.
Fue beatificado en abril de 1736 por Clemente XII, su nombre se introdujo en el martirologio romano por disposición del Papa Benedicto XIV en 1748. Su festividad se celebra el 7 de julio.

Antonino Fantosati, Santo
Julho 7   -  Bispo e Mártir

Antonino Fantosati, Santo

Antonino Fantosati, Santo

Nasceu em Santa Maria in Valle em Trevi, província de Perusa, em 16 de Outubro de 1842.
De constituição débil, parecia que seria um galhardo e pacífico campesino, em troca foi  recebido na Ordem dos Irmãos Menores, ordenado sacerdote aos 23 anos de idade e partiu para a capital de Hupe na China, sede do Vicariato e residência principal da missão, aonde chegou em 15 de Dezembro de 1867. De seus 33 anos de apostolado na China os primeiros sete anos foram os mais serenos entre aquelas heróicas cristandades e pôde dedicar-se ao estudo da língua até a falar expeditamente, como um chinês, e ser chamado “o mestre europeu”.
Pasó luego a Lao‑ho‑kow, centro fluvial de primera importancia, donde por 18 años ejerció el ministerio con tacto, prudencia y singular penetración de la mentalidad china. Fue Administrador Apostólico del Alto Hu‑pe cuando la carestía y la peste desolaron a China. En 1878 fundó un orfanato para los niños abandonados y organizó la distribución de numerosas ayudas provenientes de Europa. Luego fue vicario general del obispo Banci y colaboró en la erección del gran templo de tres naves de estilo románico del Sagrado Corazón. En 1888 fue por breve tiempo a Italia. Al regresar a China, fue nombrado Obispo titular de Adana y Vicario Apostólico del Hu‑nan meridional.
Sus últimos años fueron amargados por cruces y persecuciones, pero las adversidades no apagaron su celo. En la feroz persecución de los bóxers perecieron en solo Shansi y en Hunan más de 20.000 cristianos. Precedido en el Hunan por el P. Cesidio Giacomantonio, muerto el 4 de julio, San Antonino acudió junto con el P. José María Gambaro al lugar del peligro, a donde llegaron el 7. Reconocidos, fueron asediados por los revoltosos con una granizada de piedras y objetos contundentes, y asesinados bárbaramente. El martirio del obispo se prolongó por más de dos horas entre atroces tormentos, hasta que un pagano, viéndolo todavía vivo, lo atravesó con un largo palo de bambú con una aguda punta de hierro, traspasándolo de un lado a otro. Los dos cadáveres, arrojados primero al río, fueron luego recogidos para ser quemados y sus cenizas dispersadas en el agua o arrojadas al viento a fin de que no se honrara su sepultura. A
lgunos testigos vieron en el lugar del suplicio dos ángeles elevarse al cielo mientras numerosos paganos que habían asistido a la escena exclamaban: “Estos misioneros eran en verdad hombres justos”. Tenía 58 años.
Foi canonizado em 1 de Outubro de 2000 junto a outros 119 mártires en China

José María Gambaro, Santo
Julho 7    -  Presbítero e Mártir

José María Gambaro, Santo

José María Gambaro, Santo

Presbítero Franciscano e Mártir

Martirológio Romano: Perto da cidade de Heu-Chow-Fou, na província de Hunan, na China, santos Antonino Fantosati, bispo, e José María Gambaro, presbítero da Ordem dos Menores, que durante a perseguição promovida pelo movimento dos Yihetuan, ao  aproximar-se da costa para prestar ajuda aos fieis cristãos, foram lapidados (1900).
Etimologicamente: José = Aquele a que Deus ajuda, é de origem hebraica.

Nasceu em Galliate, província de Novara, em 7 de Agosto de 1869. Aos treze anos entrou no colégio seráfico e em 20 de Setembro de 1886 recebeu o hábito religioso dos Irmãos Menores com o nome de José María.
Activo e circunspecto, entusiasta e prudente, foi estimado e apreciado pelos superiores, que o escolheram desde clérigo teólogo como assistente dos irmãos jovens de Ornavasso. a eleição foi sábia, pois sua natural perspicácia, unida a uma exemplaridade e afabilidade que conquistava, produziu frutos copiosos naqueles jovens que se preparavam ao sacerdócio e à vida religiosa franciscana. Apenas ordenado sacerdote (Março 13 de 1892) José foi nomeado reitor do coligiu de Ornavasso. Mas um ano depois, segundo seu desejo, se lhe permitiu ir como missionário: abandonou a Itália em 1896 e ao chegar a China foi destinado a Hu‑nan meridional.
Esta nueva experiencia se le manifestó de inmediato en su áspera dificultad: los usos y costumbres tan diversas no fueron tan difíciles de asimilar como la lengua. El Vicario apostólico Fantosati, considerando las óptimas cualidades de Gambaro, lo destinó al seminario de Schen‑fan‑tan; los tres jóvenes seminaristas estaban entusiasmados con él, lo admiraban y lo seguían: por tres años fue rector y profesor. Luego, al faltar el misionero en la importante cristiandad de Yent‑chou, José María fue encargado de sustituirlo. Supo hacer frente a la vida misionera activa, y sus inevitables pruebas, con serena fortaleza y con absoluto abandono en las manos del Señor.
En Pentecostés de 1900 fue llamado a Lei‑yang por Mons. Fantosati; terminado el trabajo, después de pocos días, ambos se dirigieron a San‑mu‑tchao para reconstruir la capilla destruida por los paganos: en esta localidad se abatió sobre ellos la persecución. Estalló de improviso el 4 de julio de 1900 en la ciudad de Heng‑tche‑fu, residencia del Vicario Apostólico. Apenas llegaron las primeras tristes noticias, ambos se apresuraron a regresar a la sede; en vano los cristianos insistieron para que buscaran un refugio seguro; ambos declararon abiertamente que, a cualquier costo, su puesto era junto a las ovejas en peligro. Se embarcaron hacia Heng‑tche‑fu: el viaje duró tres días, pero su presencia ya había sido advertida y fueron esperados por una turba fanática y enfurecida. Al bajar a la orilla fueron inmediatamente rodeados y asesinados a golpes de bastón y de lanzas. Alguien refirió que el P. José María, ya agonizante, tuvo la fuerza de pronunciar sus últimas palabras sobre la tierra: “Jesús, ten piedad y sálvanos”. Era el 7 de julio de 1900. Tenía 31 años de edad, catorce de religioso, ocho de sacerdocio y cuatro de vida misionera.
Foi canonizado, por S.S. João Paulo II, em 1 de Outubro de 2000, como parte dos 120 mártires católicos na China.

Pedro To Rot, Beato
Julho 7   -  Mártir

Pedro To Rot, Beato

Pedro To Rot, Beato

Primeiro Beato de Papua Nova Guiné

Angel To Puia, chefe respeitado e rico, vivia com sua esposa, María Ja Tumul, uma mulher honrada e silenciosa, na aldeia de Rakunai, no extremo norte oriental de Nova Bretanha (hoje Papua Nova Guiné). Homem de grande influência entre os seus, a tribo Gunantuna, era considerado como pai e protector, cujo conselho se buscava e cujas opiniões contavam em ordem à vida da comunidade.
Tiveram seis filhos. Os dois últimos morreram muito meninos ainda. Eram adultos conversos que formavam parte da primeira geração de católicos da região.
Pedro era o terceiro. Nasceu em 1912. Se fez notar em seguida por sua docilidade e obediência, ainda que estava adornado de um carácter enérgico.
Su padre vió en él a su futuro sucesor al frente de su pueblo de Rakunai, lo que le indujo a no mimarle nunca, aconsejarle, reprenderle, incluso castigarle en los fallos, aunque fueran mínimos.
Comienza a frecuentar la escuela de la misión hacia los siete años y no falta ni un sólo día, a no ser por causa de enfermedad: Detalle significativo, tanto del cuidado de sus padres, como del pundonor del niño, en un pueblo en que no había obligación de asistencia a la escuela, y, peor aún, en una tribu que no se distinguía precisamente por su afición a las ideas y costumbres cristianas. Los niños se sentían independientes, libres; vivían con quien les apetecía, ya fuera con su padre, ya con alguno de los tíos maternos, siempre bajo el dominio consuetudinario de la madre, en una sociedad con muchos elementos de matriarcado clásico.
To Rot era inteligente, captaba enseguida los temas y acostumbraba a estar muy atento. “Era el primero en responder a las cuestiones del maestro”, declara uno de sus antiguos condiscípulos. Otro subraya su afición a aprenderse pasajes de la Biblia y recitarlos sin equivocaciones. Disposiciones que le valieron ser admitido a la primera Comunión en edad muy temprana.
‑ “Todos conocíamos su actitud religiosa”, declara el catequista To Labit, era humilde y muy devoto del Santísimo. Algunos chicos iban a la iglesia sólo a mirar a todos lados.., él, en cambio, venía porque Jesús estaba en el Sagrario.
Era un jefe nato. Sus compañeros aceptaban de buen grado su dirección en juegos y trabajos. Le obedecían y sobre todos ejercía una saludable influencia: Les apartaba a menudo de los hurtos a que tan aficionados son los niños, pidiendo a los dueños permiso para coger algunos frutos de los árboles y repartirlos entre todos. Es cierto que en más de una ocasión participó en juegos un tanto comprometidos y profirió palabras malsonantes; pero, en cuanto advertía que el asunto revestía visos de gravedad, inmediatamente se aferraba a sus principios cristianos y se alejaba.
Fué el primero en ofrecerse cuando el Misionero buscó acólitos que asistieran con regularidad a las funciones del templo. Nunca dejó de levantar su mano en gesto afirmativo cuando en la escuela se preguntaba sobre quién había hecho las oraciones de la mañana y de la noche. Y cuando se pedía una relación de las actividades del día anterior, la de To Rot comenzaba invariablemente señalando su oración de la mañana, para anotar a continuación el cumplimiento de las diferentes tareas que sus padres le habían asignado.
Nadie crea que Pedro To Rot había nacido santo. Sus travesuras merecieron en más de una ocasión la reprensión y el castigo por parte de su padre. Un día el maestro se enfadó con él y hubo de propinarle un cachete. El compañero de escuela que lo narra no recuerda el motivo. Otra vez, durante la clase de redacción, escribió en su pizarra una fogosa carta de amor adolescente y se la enseñó después de la escuela a Teresa Ja Vinevel. Esta lo comunicó a sus propios padres. To Rot lo reconoció enseguida y la borró para poder hacer las cuentas.
En el otoño de 1930 ingresa a la Escuela de Catequistas de Tililigap.
Frecuentaba con gusto la oración. Rezaba con auténtico fervor. Pasaba por la iglesia antes de ir al trabajo, también a la vuelta, y después de las comidas, y varias veces a lo largo del día, cuando las clases le dejaban algún tiempo libre. Sentía profundo amor a Jesús Sacramentado. Comulgaba diariamente, percatándose de que Jesús era la vida y fuerza de sus obreros.
En la Escuela de Catequistas había tiempos dedicados al deporte y expansión. A Pedro le gustaba. Participaba en el fútbol y en otros juegos. Rehuía, empero las discusiones que se originaban. De temperamento alegre y bromista, cuando dos compañeros se pegaban, les hablaba bromeando, a fin de hacerles reír y lograr que el enfado se fuera disipando. Si alguno le molestaban, ni siquiera pasaba por su mente la idea de resarcirse.
No fue prolongada su estancia en la Escuela. Su párroco le necesitaba y le llamó antes de terminar el tercer año. Regresó a casa para convertirse en le catequista más joven de la zona de Rakunai. Era a principios de 1933.
Sus compañeros catequistas recalcan, en sus recuerdos, la modestia y sencillez de Pedro. Se dejaba guiar en su trabajo y aceptaba con gusto los consejos de los veteranos. Bien pronto, sin embargo, hubieron de reconocer su superioridad y acatar con gusto su indiscutible liderazgo, aunque fuese el más joven de todos.
Su actitud no sufrió cambios. Continuó modesto, amable, sencillo, de suerte que logró que entre ellos no hubiera nunca disensiones, ni envidias, ni resquemores.
Con frecuencia iba, por las tardes, a visitar a su Párroco. Quería continuar su formación. Le planteaba las cuestiones a las que él no encontraba respuesta.
No le importaba sólo saber cosas: le importaba sobre todo, penetrarlas hasta el fondo, lo que no era, a la verdad, fenómeno frecuente entre los nativos.
La única fecha que, en la vida de Pedro To Rot, puede señalarse como cierta y segura, es la de su matrimonio canónico. Se casó con Paula Ja Varpit el 11 de Noviembre de 1936 en la iglesia de Rakunai. Paula había nacido el 27 de Junio de 1920 en Ramalmal; pero, a los catorce años había venido a la granja de su madre en Rakunai. Asistía a la escuela de la misión y fué así cómo se convirtió en alumna de Pedro To Rot, su futuro marido.
El matrimonio fué muy feliz, aunque, al principio tuvieran sus dificultades. Lo cuenta Paula: “En lo comienzos tuvimos algunas peleas. La razón era que yo era un poco dura de mollera". Pero en situaciones de diferencia de opinión, era normalmente Pedro quien cedía primero. Hacía por su esposa cuanto estaba en su mano y acentuaba sus cuidados cuando le sobrevenía alguna ligera enfermedad.
Nació su primer hijo el 5 de Diciembre de 1939. Lo llamaron To Puya, en memoria del abuelo, ya difunto, y en el bautismo le impusieron el nombre cristiano de Andrés. Anota To Burangan, compañero de escuela de Pedro, que éste rezaba muy a menudo por su esposa y por sus hijos, especialmente por su primogénito. Le sacaba de paseo, le cuidaba, jugaba con él, de suerte que Andrés pasaba más tiempo con su padre que con su madre.
Dos años más tarde, en 1942, cuando ya la ocupación japonesa había comenzado, nació una niña, Rufina Ja Mama. No cabe duda de que la vida de Pedro To Rot como esposo y como padre fué ejemplar. Tenemos un testimonio espléndido en la declaración de su tío, el jefe Tarúe: "To Rot, afirma, era un hombre íntegramente bueno, que nunca decepcionó. Eran sus palabras tan buenas como sus hechos. Pensaba sólo en la religión. Su matrimonio fué para él sagrado y luchó contra la secularización del vínculo, defendida por otros”.
Cuando prematuramente le fué arrancado a los suyos y martirizado, su esposa creyó enloquecer. Tenía, a la sazón, 25 años. A pesar de su juventud, no quería oír hablar de nuevo matrimonio: "Nunca encontraré un hombre como Pedro". Mas, a la vuelta de algunos años, presionada por los parientes y para atender al bien de sus tres hijos, tan pequeños, aceptó casarse de nuevo.
En 1942 todos los misioneros y su personal fueron detenidos por los invasores japoneses y encerrados en campos de concentración. Pedro continuó dirigiendo los fieles de su pueblo lo mejor que pudo, cuidando de los enfermos, bautizando, enseñando a los fieles y ayudando a los pobres.
Cuando los japoneses comenzaron a perder batallas en la guerra, se desquitaron reprimiendo a los locales, prohibiendo el cristianismo, presionándolos para el regresen a sus costumbres pre-cristianas, en particular a la poligamia.
Pedro se opuso a ese retroceso y en 1945 fue detenido por organizar reuniones religiosas.
El 7 de julio de 1945 murió por envenenamiento y asfixia, esto ocurrió en el campo de concentración en Rakunai.
Fue beatificado por S.S. Juan Pablo II el 17 de enero de 1995.

Se tiverem informação relevante para a canonização do Beato Pedro, comunique-se a:
Archdiocese of Rabaul
Vunapope, P.O. Box 357
Kokopo, Enbp. Papua New Guinea

Fontes de Informação:
www.mscperu.org
saints.sqpn.com

 

Carlos Liviero, Beato
Julho 7   -  Bispo e Fundador

Carlos Liviero, Beato

Carlos Liviero, Beato

Fundador da Congregação
das Pequenas Escravas do Sagrado Coração

Nasceu em Vicenza (Itália) em 29 de Maio de 1866; era o maior de quatro filhos. Foi ordenado sacerdote em 20 de Novembro de 1888. Desde 1889 desempenou seu ministério em Gallio, província de Vicenza e diocese de Pádua. Ali manifestou desde o inicio o zelo pastoral que o caracterizaria durante toda sua vida. Via as necessidades espirituais e materiais de seus fieis e se dedicava sem descanso à evangelização e à promoção humana. Se entregou com paixão à pregação, à catequese e à administração dos sacramentos.
Em Gallio, onde não existiam associações católicas, dom Carlos trabalhou por melhorar as condições de vida da população mediante diversas instituições: estabelecimentos para crianças pobres, asilos de anciãos, caixas rurais, armazéns de cooperativas, obras paroquiais, sociedades católicas operárias e agrícolas... Formou um grupo de raparigas para animar as diversas obras, alimentando o projecto de iniciar com elas uma nova congregação religiosa, mas não conseguiu a aprovação do bispo da diocese.
El 1 de julio de 1899 fue nombrado arcipreste de Agna, una zona de Padua en la que vivía gente muy pobre y explotada por latifundistas sin escrúpulos. Allí puso a disposición de los pobres todo lo que tenía. Promovió también las numerosas obras que había puesto en marcha en Gallio, así como otras obras de carácter formativo: círculo de jóvenes, asociación de madres cristianas, Tercera Orden de San Francisco, Pía sociedad de San José, Congregación del Santísimo Sacramento, Hijas de María... Así, en diez años de trabajo en Agna, obtuvo excelentes resultados en la renovación de la vida cristiana de la población.
El 6 de enero de 1910 fue nombrado obispo de Città di Castello; el 29 de junio sucesivo celebró en la catedral su primer pontifical, con ocasión del cual expuso su programa pastoral. Su primera prioridad pastoral fue el clero. Convocó inmediatamente dos tandas de ejercicios espirituales. Contaba mucho con la colaboración de sus sacerdotes. Los impulsaba continuamente a ser hombres de oración y celosos en el anuncio del Evangelio.
Prestó atención especial a la juventud, en la que veía la esperanza de una renovación de la vida cristiana. Entre los jóvenes que siguió personalmente surgieron numerosas vocaciones al sacerdocio. Sostuvo y promovió la Acción católica. Realizó cinco visitas pastorales, recorriendo incluso las parroquias más lejanas, situadas en colinas o en los montes Apeninos.
Se preocupaba mucho de que se promoviera la participación en los sacramentos, en el catecismo y en las asociaciones católicas. También cuidaba las condiciones de los templos y la dignidad del culto. Su contacto continuo con el pueblo le permitía conocer bien los peligros para la fe y las costumbres, especialmente de la juventud.
Para responder a las exigencias religiosas, culturales y sociales de sus diocesanos, puso en marcha numerosas iniciativas en varios campos: un boletín interdiocesano, una librería católica, la Escuela tipográfica del Sagrado Corazón, una escuela primaria masculina, una pensión para estudiantes, una sala de cine, el hospicio del Sagrado Corazón, y la fundación de la congregación religiosa de las Pequeñas Esclavas del Sagrado Corazón, que tuvo lugar el 9 de agosto de 1917.
Dos momentos destacados de su episcopado fueron: el congreso eucarístico diocesano de 1927, con ocasión del II centenario de la muerte de santa Verónica Giuliani; y el Sínodo diocesano de 1928, celebrado para renovar la legislación diocesana dándole un sentido más pastoral.
Murió en el hospital de Fano el 7 de julio de 1932, a consecuencia de un accidente de carretera.
Fue beatificado el 27 de mayo de 2007.

Oddino Barotti, Beato
Julho 7 -  Presbítero

Oddino Barotti, Beato

Oddino Barotti, Beato

Presbítero

Martirológio Romano: Em Fossano, no Piemonte, beato Oddino Barotti, presbítero, pároco pobre e de conduta austera, que consumiu sua vida entregando-se dia e noite ao cuidado de enfermos e moribundos durante uma peste contagiosa (1400).

Mais de 650 anos nos separam dele, mas talvez no entanto, teria algo que dizer a seus concidadãos, sacerdotes e laicos, pelo heroísmo de uma fé integralmente sentida e concretizada em obras de caridade. Funda suas raízes na parte mais antiga de Fossano (província de Cuneo, Itália), onde, na rua Garibaldi, se indica todavia a casa en que haveria visto a luz, no ano 1344.
Nobre, ou ao menos aristocrata por nascimento, isto não o impedirá, uma vez ordenado sacerdote, ter atitudes que possam ser vistas como radicais e contra a corrente. Canónico da Colegiada de São Juvenal inclusive antes de ser ordenado sacerdote, pároco da igreja de São João, então a mais importante da cidade, poucos anos depois de sua ordenação sai em peregrinação à Terra Santa.
Naquela época isto não era tão só cumprir um simples e cómodo tour com um pouco de devota romaria, era empreender uma viagem cheia de imprevistos, longa e fatigante, de que nem sempre se podia regressar. O que o impulsiona a realizar a viagem é sua profunda devoção à Paixão de Jesús, uma devoção que deseja ir à fonte, onde a Paixão de Jesús se consumou e onde ele quer fortalecer sua fé. Não havia tomado em conta aos turcos, que o tomam prisioneiro e o encerram com pouco respeito e provocando-lhe muitos sofrimentos.
Libertado, retorna a Fossano, onde se vê em seguida os frutos desta atormentada romaria: incrementa seus momentos de oração, as penitências e as obras de caridade, transcorre longas horas em meditação diante do crucifixo, vive pobremente, privando-se inclusive do mais necessário para viver.
Se deja fascinar por el ideal franciscano, del que además del hábito terciario también adopta su espiritualidad. La gente está admirada, pero también preocupada, de su estilo de vida, porque apenas come lo estrictamente necesario para sobrevivir: un poco de pan y alguna hortaliza.
Sin embargo no hay discurso que le algo comer algo más, porque todo cuanto le regalan, hasta los manjares más exquisitos, acaban invariablemente en las casas de la gente pobre. Como aquel capón que recibió como regalo para su almuerzo de Navidad, que él se avergüenza de comer mientras familias enteras no tienen de qué comer: lo hace entregar a la casa de una pobre mujer que ha dado a luz hace pocos días, un perrito es quien se encargó de guiar al empleado que llevaba la encomienda.
Los enfermos también son pobres, no sólo en su salud, sino que en aquella época hacía mucha falta medicamentos y asistencia médica, eso lo impulsa a zambullirse en esta nueva obra de misericordia: Y ya que los enfermos también son ellos pobres, no sólo de salud pero a aquella época sobre todo de curas y de asistencia, he aquí zambullirse en esta nueva obra de misericordia: proyecta las bases del actual hospital, visita los enfermos pobres en sus pocilgas, construyen un alojamiento para los leprosos y otro para los enfermos atacados por el “fuego sagrado”1.
Tanto caritativo como devoto y piadoso, construye cuatro capillas a los cuatro puntos cardinales, (dedicadas a San Lázaro, San Bernardo, San Stefano y San Pedro), de esta forma crea una imaginaria cruz para protección de la ciudad.
Le confían la Colegiada de San Juvenal, la futura catedral, pero la encuentra en tal malas condiciones, que decide reedificarla. de sentirse en deber de reedificarla. Durante estos trabajos sus contemporáneos son espectadores de cosas prodigiosas: el albañil que cae del andamio de la torre campanario y es dado por muerto, se levanta sin un arañazo y vuelve enseguida al trabajo en cuanto él lo coge de la mano.
Era un hombre al que nada detenía, ni la peste. Está en la primera línea de atención a los enfermos y termina siendo contagiado él mismo, y es así como le llegará la muerte, la peste termina con su vida el 7 de julio de 1400 cuando tenía 56 años, todos ellos dedicados a Dios y a los más necesitados. Tendrán que pasar más de 400 años, pero al final, en 1808, Pío VII concederá la aureola de Beato a Oddino Barotti, el primer nativo de Fossano en tener el honor de los altares.
1 Enfermedad epidémica que hizo grandes estragos desde el siglo X al XVI, la cual consistía en una especie de gangrena precedida y acompañada de ardor abrasador. Era una erisipela maligna.
Reproduzido com autorização de Santiebeati.it

responsável da tradução: Xavier Villalta

Willibaldo, Santo
Julho 7   -  Bispo

Willibaldo, Santo

Willibaldo, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Dryopolis (hoje Eichstätt), em Franconia, santo Willibaldo, bispo, o qual, havendo abraçado a vida monástica, percorreu como peregrino muitos santuários e lugares santos com o fim de estabelecer neles a vida monástica, até que são Bonifácio o ordenou bispo desta sede e fez dele um valioso colaborador seu na evangelização de Germânia, convertendo a Cristo muitos povos (787).

É a este caminhante inglês que Montecassino deve seu renascimento espiritual, depois da destruição encabeçada pelo longobardo Zottone nos anos 580-81. Sua família o pôs na escola dos monges de Waltham, onde logo Villibaldo decide fazer-se monge. Mas antes de fazer seus votos definitivos sai de sua cela e de Inglaterra: se vai à Terra Santa com um grupo de peregrinos, entre os que estão seu pai (que morrerá em Lucca) e seu irmão Vinnibaldo. Permanece dois anos em Roma, logo continua sem seu irmão sua viagem para a Palestina, território que naquela altura estava sob domínio árabe. Os peregrinos cristãos eram geralmente bem acolhidos, sem embargo, por tensões políticas com o império de oriente, Villibaldo e os seus caem em prisão: os consideram espias. Mas enquanto se restabelece a paz são libertados, regressando a Roma em 729, haviam passado sete anos desde sua partida. 
Mas não volta  a sua pátria. O Papa Gregório II (715 -731), o envia em 729 a Montecassino, onde o tenaz bresciano Petronace´há reconstruído o mosteiro. Agora sua missão será formar aos novos monges, o lugar havia sido abandonado nos tempos de Zottone, quando o abade Bonito os monges buscaram estar seguros indo a Roma, levando consigo somente a provisão de pão e o livro da Regra. Ahora es un casi-monge de Inglaterra, quien no ha emitido todavía la “profesión” definitiva, quien tiene que reconstruir la comunidad siguiendo la ruta de la verdadera tradición y el estilo de vida enseñado por el Fundador. Esta obra le tomará diez años.
De regreso en Roma, hay un nuevo Papa, Gregorio III (731 -741) que le dice: “Hay necesidad de ti para evangelizar a los alemanes”. Pronto, Villibaldo, parte nuevamente, sintiendo que “su casa” está en cada parte de Europa. El enviado pontificio en Alemania era Winfrido, quien al ser consagrado obispo optó por el nombre de Bonifacio, quien era su pariente, y que cuenta entre sus colaboradores a Vinnibaldo, está organizando en Baviera una estructura diocesana. En el año 740 Villibaldo es ordenado sacerdote, y después de un año es consagrado obispo de Eichstätt.
El obispo Villibaldo construye su catedral, funda un monasterio y, por encargo de Bonifacio, controla rigurosamente a todos. Empieza, lo que para él es una experiencia nueva: la de predicador itinerante, delante de oyentes que sólo en parte son cristianos. Esta obra la realizará hasta su muerte y lo hace excepcionalmente popular, ganando ya en vida fama de santidad, misma que se transformará luego en culto espontáneo y duradero, con mucha antelación al reconocimiento canónico.

Reproduzido com autorização de Santiebeati.it

 

BEATO DIOGO DE CARVALHO

(Mártir – 1624)

Entrou na Companhia de Jesus na terra da sua naturalidade, Coimbra, aos 16 anos, onde o zelo missionário o levou para o Oriente. Concluiu os estudos de filosofia e teologia em Macau; e, ordenado sacerdote, entrou no Japão em 1609. Esquivando-se temporária e experimentalmente à perseguição, dirigiu-se para a Cochinchina, subindo até Yezzo, na Tartária, onde foi o primeiro a celebrar o sacrifício eucarístico e deixou fundada uma missão que depois se tornaria florescente. Mas o Japão chamava por ele e voltou. Acudindo a toda a parte, situou-se, como um ponto central, em certa região mineira, onde pôde arranjar esconderijo para se agruparem uns 60 cristãos, com os quais trabalhou até ser descoberto pelas pegadas, num  dia de neve. Foi preso, conjuntamente com 10 dos seus cristãos. Reproduzimos trechos duma sua carta que nos mostra os seus trabalhos e os frutos que deles colhia: «Partindo de Oxu para o reino de Devas, fui direito à cidade de Cabota e ali comecei, com grande segredo, a confessar os cristãos, que vinham, poucos e poucos, ter comigo, e juntamente tratei do modo que teria para visitar os cristãos desterrados que estão em Tugara. Ao terceiro dia veio acaso ter comigo um  cristão meu conhecido. logo entendi que Deus mo mandava para me levar a Yezzo. E porque a embarcação estava a pique, e eu tinha ainda muita gente que confessar em Cabota, conclui em três ou quatro dias o que havia de fazer em dez ou doze, confessando de dia e de noite, passando as noites sem dormir, porque mudava o lugar na mesma noite, por serem os concursos perigosos em tal tempo. Concluídas as confissões me fiz à vela com nome de mineiro que vai cavar nas minas. Com nome de mineiro me embarquei eu, porque os que passam a Yezzo ou são mercadores ou mineiros (…). Trataram-me todos com muita cortesia e honra, sem nunca me conhecerem por estrangeiro. As horas canónicas rezava-as pela manhã cedo com  a primeira luz, quando todos ainda dormiam, metendo a cabeça e Breviário debaixo do cobertor e deixando entrar alguma pouca luz. Chegámos enfim a Muçumay (Hocaído), recolhendo-me ( eu) logo em casa de um nosso cristão antigo.. Ali disse as primeiras missas que em Yezzo se disseram. A primeira foi dia de Nossa Senhora das Neves; parece que se dignará essa Senhora de tomar debaixo da sua protecção aquele reino. Foi grande a alegria com que os cristãos me receberam… davam por bem empregados os gastos e perigos daquela arriscada navegação, pois achavam, quando menos e onde menos o cuidavam, o remédio tão importante para as suas almas. Outros, finalmente, que lá se tinham baptizado, com grande devoção ouviam as primeiras missas, e, ouvida a prática da confissão, se confessavam com muita consolação sua e também minha por ver o fervor com que o faziam».

Levados a Xandai, capital do reino de Oxu, foram os 11 confessores de Cristo, sujeitos ao novo tormento de tanques gelados, onde, um após outro, foram, sucumbindo, sendo o último o Padre Diogo de Carvalho. Este, como bom pastor, quis estar ao lado dos outros acompanhando-os com orações e exortações, até os ver todos entrados e seguros no aprisco do Pai e do Céu, depois de repetidas imersões, durante cinco dias. Encerrou o cortejo o zeloso chefe e santo missionário, Beato Diogo de Carvalho, a 22 de Fevereiro de 1624. A beatificação realizou-a Pio IX em 1867. Eis uma breve narração contemporânea das últimas horas que este grande missionário viveu no tormento do “regelo” e da morte que então sofreu: Depois de três horas deste cruel tormento (o “regelo”), os tiraram do lago com grande trabalho por estarem enregelados. Os mais se estenderam sobre a areia para tomarem algum alívio; porém o Padre se assentou sobre os pés cruzados, compôs as mãos diante do peito e se põe em oração. estando o Padre naquele belo sossego de sua alma, se chegou a ele um moço do Governador e lhe disse: «Estes tormentos te deu o Governador por seres cristão; mas se queres deixar de o ser, ele te oferece a vida». «Nem quero nem posso – respondeu o Padre – negar a quem reconheço por Senhor de tudo, nem deixar a sua lei em que só há salvação». «Já que tu não queres – disse o moço – não faltará alguns dos teus companheiros que o faça para conservar as vida. Donde será bem que tu os persuadas».  «Enquanto viver – respondeu o Padre – tal coisa não farei; antes os persuadirei sempre a dar as vidas por Cristo». «Cometeste nisto – replicou o bárbaro – um grande pecado, por haver recusado obedecer ao Xógum, e por tal culpa vos há-de moer a todos». «Pecado – disse o Padre – cometeria eu, se lhes aconselhasse o contrario; porque é coisa santa não obedecer aos homens quando mandam alguma coisa contra Deus». «E se te atormentassem de novo – disse o gentio – e te queimarem, vivo, não mudarás essa teima?» «Se me queimarem vivo – respondeu o Padre – por não deixar a fé que ensino, o terei a grande beneficio de Deus». Chegados os vinte e dois (de Fevereiro), depois do meio-dia, foram tirados da prisão, tendo para si que seriam queimados vivos; mas os gentios os tornaram a meter no mesmo lago, atados aos paus como antes. eram já cinco horas da noite e os gentios se retiraram, ficando ali alguns cristãos, os quais afirmaram, depois, que o Padre Diogo Carvalho vivera até cerca da meia-noite, tendo sofrido dez horas aquele horrível tormento.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, www.jesuias.pt

 

BEATOS ROGÉRIO DICKENSON e RAUL MILNER

(Mártires – 1591)

Praticando e propagando a religião católica, os ingleses arriscavam-se, nesses tempos, à prisão e à morte. Raul Milner e Rogério Ralph ou Dickenson foram vitimas da sua devoção à Igreja romana. O primeiro era lavrador iletrado que abjurara o protestantismo; o segundo erra sacerdote secular, natural do condado de Lincoln, que tinha estudado em Reims e exercia secretamente o seu ministério no distrito de Winchester. Raul Milner foi preso no próprio dia da sua primeira comunhão e encarcerado; mas, de vez em quando, soltavam-no sob compromisso da sua palavra, e ele aproveitava-se da oportunidade para socorrer os companheiros de cativeiro e auxiliar os missionários itinerantes no seu apostolado. Foi assim que se associou a Rogério Dickenson. Este já tinha sido preso uma vez, mas nesse dia os guardas tinham bebido demais e deixaram-no ir em paz. Da segunda vez foi preso com Raul Milner. O juiz teve compaixão deste porque era já velho e pai de oito filhos. Procurando pretexto para o restituir 
à liberdade, disse-lhe que, se consentisse em ir rezar as suas orações na igreja protestante vizinha, ele aceitaria esse acto como gesto de reconciliação com a Inglaterra e deixá-lo-ia em paz, Raul Milner recusou-se a praticar esse acto de simulação e declarou que deseja participar da sorte de seu amigo Dickenson, sendo por isso ambos executados em Winchester, no dia 7 de Julho de 1591.
Do livro SANTOS DE CADA DIA, www.jesuitas,pt

Sites consultados: http://es.catholic.net/santoral, www.jesuitas.pt; www.siticatollici.it

Recolha, transcrição e tradução incompleta de algumas biografias, por António Fonseca