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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Nº 1071 - 19 DE JULHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

De: www.jesuitas.pt

SANTAS JUSTA e RUFINA

Mártires (fins do século III)

Justa y Rufina, Santas

Justa e Rufina, Santas

Mártires de Sevilha

Justa e Rufina ganhavam modestamente a vida em Sevilha vendendo louça. Como a argila obediente nas mãos do oleiro, assim seguiram elas o impulso do Espírito Santo nas circunstâncias que vamos descrever. Um culto oriental, que vinha talvez de antigos imigrados fenícios ou cartagineses mas que era então observado por colonos sírios, trouxe para a rua em que as duas vendedeiras tinham a loja uma quantidade de pedintes que traziam uma estátua de Salambo (Afrodite que chora opor Adónis, nos países semíticos). Este peditório ritual era acompanhado de danças: os cultos pagãos tinham esses ritos, como o da Grande mãe de Roma, ou ainda o de Ísis, ou antigamente o de Baal. Os antigos sálios de Roma conservavam uma dança sagrada em honra de Marte, e a palavra latina prasul, que o latim eclesiástico retomou algumas vezes para designar um prelado ou um pontífice, significa etimologicamente «aquele que salta para a frente». E David não dançava diante da arca levada em procissão? Em Sevilha, pois, essas mulheres pediam esmolas para a celebração das Adonias, ou tríduo de Adónis (17-19 de Julho), Das duas pobres vendedeiras queriam elas uma dádiva de barro, algum vaso para um «jardim de Adónis» (cf. Is 17, 10-11); Adónis era o deus da renovação primaveril, ofereciam-se-lhe flores caducas, murchas e logo a seguir tidas por renovadas. Justa e Rufina recusaram qualquer oferta. Então os pedintes quebraram-lhes a louça. Zangadas , as nossas duas Santas lançaram-se contra Salambo, conduzida sem dúvida num andor, e o ídolo caiu ao chão. Prenderam-nas e torturaram-nas. O governador Diogeniano obrigou-as, em reparação, a seguir descalças a procissão de Adónis, que se dirigia pelos campos para a Serra Morena. Depois, Justa terá sido lançada num poço, Mas é bem provável que nisso tenham feito confusão com um rito das Adonias; numa gruta, se fosse possível, afogava-se uma boneca de Adónis com um «jardim». A festa das nossas decididas mártires de Cristo celebrou-se na Espanha entre 17 e 19 de Julho. As duas mártires morreram, em fins do século III, uma a seguir à outra. Apagou-se a memória dos pormenores desse sacrifício duplo. A festa das duas cristãs substituiu o tríduo pagão. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Aliás, em 17 de Julho, através do site www.es.catholic.net foi já publicada esta efeméride neste blogue, conforme poderão verificar.

SANTO ARSÉNIO

(354-412)

Arsenio, Santo

Arsénio, Santo

Anacoreta

 Nasceu quase certamente em Roma pelo ano de 354, e morreu em Troe, perto de Mênfis, no Egipto, por 412. Algumas das máximas deste célebre anacoreta tornaram-se proverbiais; esta, por exemplo: «Arrependi-me muitas vezes de ter falado, raro de me ter calado». É duvidoso que tenha sido, como se julgou, diácono de Roma, e em seguida preceptor dos filhos de Teodósio I, em Constantinopla, antes de se retirar para o deserto da Cítia, no Egipto. Nele viveu por muitos anos. Vieram os Vândalos, que o obrigaram a refugiar-se em Canope e depois em Troe. Inteligente e experimentado, Arsénio acreditava no pecado original e suas consequências, no demónio e no perigo que representam, por vezes as mulheres para os servos de Deus. Uma matrona romana fez viagem para o ver, e descobriu-o devido a Teófilo, patriarca de Alexandria. «Volte para a sua terra e deixe-me em paz, gritou-lhe ele do fundo da sua gruta. – Prometa-me pelo menos, lembrar-se de mim diante de Deus. – Prometo-lhe, ao contrário, esquecê-la». A senhora partiu desesperada , até que Teófilo lhe explicou que era do seu corpo e do seu rosto, não da sua alma. que Arsénio não se queria lembrar. Como ela já nem era nova nem bela, estas palavras deram-lhe tanto gosto que reembarcou satisfeita, depois de entregar ao patriarca uma pingue esmola. Embora parecendo ser descaroável, Arsénio era o mais terno dos homens. Quer estivesse em oração quer fabricasse cestos,m chorava ao lembrar-se destas palavras do Salvador: «Ninguém possui maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos» (Jo 15, 13). tantas vezes, diz-se, limpava ele os olhos que já não tinha cílios nas pálpebras quando morreu.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic.net/santoral e www.santoebeati.it

 

SANTA ÁUREA

Mártir (856)

Foi vítima da perseguição que desencadeou o califa Maomé I (852-880). Havia uns 30 anos que ela era religiosa no convento de Cuteclara, perto de Córdova, quando foi apresentada ao tribunal muçulmano. Assustada ao ver os instrumentos de tortura que lhe mostravam, teve um momento de fraqueza e prometeu o que dela queriam. Mas depressa se arrependeu e, logo no dia seguinte, veio proclamar que tinha havido cartas mal dadas e que ela mais cristã que nunca. Foi decapitada, e o corpo lançaram-no ao Guadalquivir, isto no ano de 856.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW.JESUITAS.PT

www.es.catholic.net/santoral

 

Macrina a Jovem, Santa
Julho 19 Biografia

63450

 

Etimologicamente significa “resplandecente”. Vem da língua grega.
Quando a timidez impede pedir perdão, ¿porquê não se atrever a realizar um gesto muito simples que não necessita palavras: estender a mão para que o outro ou à outra faça nela o sinal do perdão, o sinal da cruz?
Esta rapariga viveu entre os anos 327 a 379. Era virgem. Se sabe que era a mais velha de dez irmãos.
Eram filhos de Basílio, o ancião, e de sua mulher, Emélia.
São Gregório de Nisa, aparentado com ela, escreveu sua vida. O exemplo de Macrina nos ensina como uma jovem, dotada de qualidades e entregue ao Reino de Deus, pôde contribuir para a vida das igrejas cristãs no século IV.
Estamos concretamente en Capadócia. Foi educada por sua mãe, que empregava frequentemente os livros Sapienciais da Bíblia para sua educação.
Também lhes ensinou como levar uma casa no dia que se casaram.
Aos 12 anos estava já prometida, mas seu noivo morreu. Desde então recusou a todos os demais pretendentes para se entregar totalmente aos cristãos.
Ajudou a seus irmãos e, quando já estavam todos colocados, se meteu a monja.
Seu irmano Basílio, quando voltou da universidade de Atenas, ao ver o exemplo de sua irmã, se fez monge.
Outro irmão correu paralela sorte mas, em lugar de um mosteiro, preferiu a vida de ermitão.
Ela caiu enferma e Gregório de Nisa foi a visitá-la desde Antioquia. Morreu santamente.
¡Felicidades a quem leve este nome!

 

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Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca