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sábado, 24 de julho de 2010

Nº 1076 - 24 de Julho de 2010 - SANTOS DO DIA

 

Cristina, Santa (a Admirável) 
Julho 24   -  Mártir

Cristina, Santa

Cristina, Santa

Virgem e Mártir

Nascida de família aldeã, em Brusthem, na diocese de Liège, cerca do ano de 1150, Cristina ficou orfã aos quinze anos. Os factos que a seu respeito narram o dominicano Tomás de Cantimpré (1270) e o cardeal Tiago de Vitry não merecem grande crédito. Tomás de Cantimpré, antigo professor de Teologia em Lovaína, afirma narrar o que ouviu da boca dos que a conheceram, mas mostra-se demasiado crédulo. Quanto a Tiago de Vitry, trata-se de cronista sério que afirma ter conhecido Cristina pessoalmente. «Deus operou nela, escreve, coisas verdadeiramente maravilhosas. Já estava morta há muito tempo, mas conseguiu a graça de retomar o corpo, a fim de sofrer o seu Purgatório cá na terra. Desta forma sujeitou-se a mortificações inauditas, ora rolando-se por cima do fogo, ora permanecendo nos túmulos dos mortos. Acabou por ser favorecida com graças sublimes e gozar duma paz profunda. Muitas vezes  transportada em êxtase, levou as almas dos mortos para o Purgatório e outras vezes tirou-as do Purgatório para as levar para o Paraíso». Cristina tinha pouco mais de vinte anos quando «morreu» pela primeira vez. Durante a missa de Requiem, levantou-se do caixão e subiu até à abóboda da igreja, tal era o desgosto que lhe causava a preernça dos pecadores que assistiam às cerimónias. Logo que desceu, afirmou que tinha ido ao inferno, onde encontrara muitas pessoas conhecidas; a seguir, ao purgatório, onde ainda encontrara mais; e por fim ao paraíso, donde Deus lhe permitiu que regressasse à terra a fim de orar e sofrer pelos fiéis defuntos. A sua existência passou-se no meio de milagres e fenómenos misteriosos. O odor do pecado repugnava-lhe por tal forma que só depois de algum tempo conseguia suportar o contacto com os seus semelhantes. Acabou os seus dias cerca do ano de 1224, no convento de Santa Catarina, em Saint-Troud, cuja superiora declarou ter sido Cristina sempre duma submissão perfeita.  Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt.  Ver também www.es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it

• Luisa de Saboya, Beata
Julho 24
- Princesa

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Luisa de Saboya, Beata

Princesa, Viuva, Religiosa

A Beata Luisa de Saboia, que se santificou no casamento e depois entre as clarissas de Orbe, era de linhagem régia pelo pai, o beato Amadeu IX, duque de Saboia, e pela mãe, Iolanda. Veio ao mundo no dia dos Santos Inocentes. Brilhou depressa pela humildade e pelos bons modos com todos. Notabilizou-se por conservar de memória as pregações, orações e Sagrada escritura. Desejava fazer-se Religiosa, mas julgou-se obrigada a obedecer aos pais e casou-se com Hugo de Châlons, em 1479. Era ele óptimo cristão, contava uns 30 anos e prestou-se a que a sua residência se regesse pela moral mais estrita. Dançava-se nela algumas vezes, mas sem os donos tomarem parte activa. Nas vigílias das festas de Nossa senhora, dizia Luísa, 365 Ave-Marias. Pela festa das Onze mil virgens, 11 000. Rezava muitas vezes o saltério. Confessava-se frequentemente e comungava nas festas. Quando as suas aias praguejavam, tinham de pagar multa: o dinheiro era para os pobres. Se a praga vinha dum fidalgo, esse senhor tinha de beijar o chão. Muitas vezes, depois duma festa mundana, dizia: «Senhor Deus, quanto estou aborrecida! De tudo isto será preciso dar contas». Os decotes desgostavam-na e ela proibia-os às suas damas. Não queria que se jogasse a dinheiro, mas tolerava, caso se tratasse de insignificâncias. E a quem perdia aconselhava: «Dê tudo por Deus, não conserve nada». Preferia sofrer em silêncio, de noite, em vez de acordar pessoas de guarda. Secretamente, gostava de dar grandes esmolas. Maledicências, interrompia-as com decisão. Às suas aias prestava toda a espécie de serviços. Em 1490 perdeu o marido. A aflição de Luísa começou por ser imensa. Levantava-se muito cedo. Até às 10 horas, oração e contemplação. Depois do almoço, trabalho manual. Rezava o ofício divino. A seguir ao jantar, falava de Nosso senhor, lia ou ouvia leituras. Numa palavra, o castelo tomava o aspecto de convento. «Só falta a campainha», observava um visitante. Em vida do marido, na Quinta-feira Santa, ele lavava os pés a treze pobres e ela a treze mulheres. Morrendo ele, ela manteve as treze mulheres da Semana santa, mas acrescentou, em todas as sextas-feiras, a lavagem dos pés de cinco pobrezinhas, dando-lhes depois esmola. Luísa não tinha filhos. Pôde, portanto, seguir a sua inclinação para a vida religiosa. Entrou entre as clarissas de Orbe, na Suíça, em 1492. Estava o convento ilustrado com a memória de Santa Coleta. A abadessa gostava de lhe dar ordens, só para a ver deixar imediatamente tudo o mais. Escolhia o pior de tudo. Esforçava-se por cuidar dos doentes, por lhes dar gosto. Hospitalidade para com os padres e religiosos de passagem constituía, na sua pessoa, coisa sagrada. Luísa tratava as Irmãs com bondade encantadora. A Sagrada Eucaristia dava-lhe como que êxtases. Tinha o dom das lágrimas. Escreveu meditações sobre o rosário e é-lhe atribuído um tratadinho sobre os sinais de tibieza num mosteiro. Citemos: «... Quando se frequentam demais os locutórios... Quando se lêem livros espirituais mais para aprender do que praticar; quando se lêem capítulos por costume e se dizem culpas a fingir e não para procurar emenda... Quando se tem mais cuidado do exterior que do interior...» Luísa morreu a 20 de Julho de 1503, depois de ouvir ler as Paixões segundo S. João e segundo S. Mateus, e a Missa do Santíssimo Sacramento. Faleceu no meio duma oração a Nossa senhora. O Papa Gregório XVI confirmou, em 1839, o culto prestado deste tempo imemorial à beata. Teve ofício e Missa nas dioceses do antigo reino da Sardenha, a 11 de Agosto, e entre os franciscanos, a 1 de Outubro; em Lausana, ficou sendo festejada a 24 de Julho. Do livro Santos de cada Dia, de www.jesuitas.pt; Ver também www.es.catholic.net/santoral e www.santibeati.it

BEATO JOÃO SORETH

Sacerdote (1471)

João Soreth nasceu na Normandia e entrou jovem para fazer parte dos carmelitas. Depois de ordenado sacerdote, frequentou a Universidade de Paris, onde se doutorou. Escolheram-no como provincial dos carmelitas de França. Teve de sanar um cisma na província da sua ordem na Baixa Germânia, e de apaziguar um conflito entre a Universidade de Paris e os religiosos mendicantes. Em 1451 foi eleito prior geral, e depois reeleito três vezes. O alto ideal que devia animar os religiosos deste instituto, ao mesmo tempo contemplativo e apostólico, não era então muito vigoroso. Sem comprometer a unidade da Ordem, João procurou lutar contra os abusos. Tinha a alma valente e empreendedora duma santa Teresa. Nas províncias que visitava, estabelecia pelo menos um convento de estrita observância; os Irmãos podiam ir para ele se desejassem. Em 1462, publicou edição nova das Constituições. Pela mesma altura , começaram a fundar-se conventos de religiosas carmelitas; foram inicialmente algumas beguinas dos Países Baixos que pediram filiação na Ordem. Deu-lhes a Regra dos religiosos, pura de qualquer afrouxamento, com as modificações convenientes. Da Holanda e da Bélgica espalharam-se pela Itália e pela Espanha. Na França, a Beata Francisca d’Amboise, viúva do Duque Pedro de Bretanha, obteve do duque Francisco II cartas patentes para a fundação de um convento de carmelitas perto de Vannes. Ela mesma tomou hábito nele, em 1468. (Ver 5 de Novembro). O papa Calisto III (1455-1458) desejava elevar João Soreth ao episcopado e ao cardinalato. Admitiu, porém, que ele recusasse humildemente estas dignidades e se consagrasse a restabelecer a boa observância na sua Ordem. Para isto teve de viajar até à Alemanha, Inglaterra e Sicília. O seu acompanhamento era constituindo apenas por um Irmão e um arrieiro. As intempéries tanto o tinham bronzeado que lhe mereceram o nome de «negro» ou mesmo de «diabo». Entre dois percursos, Liège era a sua residência, por vezes bem agitada. Em 1468, o duque de Borgonha, Carlos, o Temerário, chacinou os habitantes de Liège revoltados, na presença de Luís XI, que tinha por algum tempo às suas ordens, o qual estava de coração com os revoltosos. João Soreth arriscou a vida, no tumulto, para salvar o Santíssimo sacramento. O Beato morreu em Angers, a 15 de Julho de 1471, esgotado pela vida dura que levava havia tantos anos. Disse-se que foi envenenado por um Irmão, mas não há qualquer fundamento. Tratando-se do processo de beatificação de Francisca d’Amboise, o seu culto foi posto em questão mas aprovados por Pio IX, em 1865. É festejado entre os carmelitas descalços. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

• Chárbel Makhluf, Santo
Julho 24 - Solitário de Deus e Taumaturgo do Líbano

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Chárbel Makhluf, Santo

Grande amante da Eucaristía y de la Virgen Santísima

Martirológio Romano: San Sarbélio (José, Charbel) Makhluf, presbítero da Ordem dos Maronitas Libaneses, que, por amor à solidão e para alcançar a mais alta perfeição, deixou o cenóbio de Annaya, no Líbano, e retirou-se para o deserto, em que serviu a Deus dia e noite, vivendo com grande austeridade, jejuando e orando (1898).

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Youssef (José) nació el 8 de mayo de 1828 en un pequeño poblado del Líbano llamado Biqa-Kafra. Era el quinto hijo de Antonio Makhlouf y Brígida Choudiac, sencillos campesinos llenos de fe. Dos de sus tíos maternos eran monjes en el monasterio de Quzhaya que distaba una hora de camino desde Biqa-Kafra. José los visitaba con frecuencia y se quedaba con ellos ayudando en los oficios divinos, participando en sus oraciones y cantos y escuchando sus sabios consejos.
Tenía veintitrés años cuando dejó casa y familia para entrar al monasterio de Nuestra Señora de Mayfouk de la orden maronita libanesa.

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Chárbel Makhluf, Santo

Al recibir el hábito de novicio cambió su nombre por el de Chárbel, nombre de un mártir de la iglesia de Antioquía que murió en el año 107 bajo el imperio de Trajano. Cuando su madre y su tío se enteraron de su decisión, se dirigieron inmediatamente a buscarlo al monasterio tratando de convencerlo de que regresara. Finalmente, Brígida, también convencida de la vocación de su hijo, le dijo: Si no fueras a ser buen religioso te diría: ¡Regresa a casa! Pero ahora sé que el Señor te quiere a su servicio. Y en mi dolor al estar separada de tí, le digo resignada: ¡Que Dios te bendiga, hijo mío, y que haga de ti un santo...!
Desde joven había desarrollado una intensa vida interior y de oración que durante sus años de monje había madurado. Pronto se despertó en él la vocación por la vida eremítica que, de acuerdo con la tradición cristiana, se debe hacer viviendo en soledad. Se retiró a la ermita de San Pedro y San Pablo en Gebel an Nour (Montaña de la Luz) que tenía sólo dos habitaciones pequeñísimas y un oratorio también estrechísimo. Comenzó esta vida más austera en el año 1875 y la llevó durante veintitrés años. Se ejercitaba en diversas mortificaciones y en la oración continua; dormía sobre el suelo y comía una sola vez al día. Ordinariamente oficiaba la misa hacia el mediodía de tal forma que pasaba la mañana preparándose para el Santo Sacrificio y la tarde dando gracias a Dios. Vivía en el más absoluto retiro, del que sólo salía para atender alguna necesidad pastoral.
El 16 de diciembre de 1898 estaba celebrando la misa hacia las once de la mañana, cuando le sobrevino un ataque de parálisis en el momento de la consagración. Murió el 24 de diciembre y sus restos reposan en el monasterio de San Maron, actual meta de peregrinaciones y milagros incesantes. Fue canonizado el 9 de octubre de 1977 por el papa Pablo VI.

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• Antonio Torriani (De la Torre), Beato
Julho 24 - Médico e Sacerdote Agostinho

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Antonio Torriani (De la Torre), Beato

Médico de corpos e almas

Martirológio Romano: Em Àquila, na região Vestina, beato António Torriani, presbítero da Ordem dos Ermitãos de Santo Agostinho, médico de corpos e almas (1494).
Etimologicamente: António = Aquele que é digno de estima, é de origem latina.

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Nació en Milán (Italia) hacia el año 1424 de la noble familia de los Torriani o Della Torre. Después de haber estudiado medicina en la universidad de Pavía y durante algún tiempo ejercitado su profesión en Milán, vistió el hábito agustiniano en el convento de San Marcos de esta ciudad, y poco más tarde recibió la ordenación sacerdotal.
Temiendo que la estima y admiración de que le iban rodeando pudieran dañar a su espíritu, con el permiso de los superiores se retiró al convento de San Nicolás de Foligno, donde tuvo una visión de la Virgen María, de la que era devotísimo. Desde allí poco más tarde visitó la santa casa de Loreto. De la ciudad umbra de Spoleto, hacia el 1454, pasó a Roma, y después de visitar las tumbas de los Apóstoles partió en pía peregrinación a Santiago de Compostela. Estos desplazamientos contribuyeron a difundir su fama de santidad, sobre todo por la caridad hacia los enfermos y achacosos, a cuyo servicio ponía con generosidad su conocimientos médicos.
Famoso no sólo por los milagros que obraba sino también por su predicación ardiente y eficaz, en 1474 fue enviado a L’Aquila para aplacar las discordias que laceraban la ciudad. Fue precisamente allí donde se manifestaron mayormente sus virtudes: heroica penitencia, caridad con los apestados, humildad y celo incansable, oración asidua y observancia rigurosa de la regla.
Durante dieciocho años dirigió como maestro de espíritu el monasterio de las agustinas de Santa Lucía de L’Aquila, consiguiendo hacer florecer una ejemplar observancia regular. Fundó también las “manteladas” o “beatas” de San Agustín, con sede en la iglesia homónima, siempre en L’Aquila, piadosa y benemérita asociación que perduraría hasta el 1809.
Disfrutó del don de profecía y de los éxtasis. Al morir el 24 de julio de 1494, fue sepultado en la iglesia de S. Agustín, de donde en 1808 pasó a la de Collemaggio, y en 1838 a la de S. Bernardo. Muy pronto gozó de gran veneración, y su fiesta, celebrada en el aniversario del fallecimiento, contó con misa, himnos y antífonas propias. Su culto fue confirmado el 1 de julio de 1759 por S.S. Clemente XIII, y en 1770 fue dado como protector a la nueva provincia agustiniana aquilana.
Desde 1987 el cuerpo del Beato, venerado junto al de la Beata Cristina, se encuentra en la iglesia del monasterio de las agustinas de San Amico de L’Aquila.

• Balduino de Rieti, Santo
Julho 24 - Abade

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Balduino de Rieti, Santo

Abade

Martirológio Romano: Em Rieti, ciudade de Sabina, santo Balduíno, abade, discípulo de santo Bernardo no mosteiro de Claraval, que foi enviado pelo próprio são Bernardo a esta cidade para fundar e reger o mosteiro de São Mateus sub Lacu (1140).
Etimologia: Balduino = companheiro valente. Vem da língua alemã.
Balduino era hijo de Berardo, conde los Marsi, y hermano de Reinaldo, abad del monasterio de Monte Casino. Más tarde el Papa Inocencio II lo nombró cardenal en 1138.
Balduino prefirió ser un monje cisterciense. Y tuvo la suerte de estar bajo la égida y dirección del propio san Bernardo de Claraval.
Apenas se ordenó de sacerdote, lo enviaron a un monasterio en el que encontró muchas dificultades. Pero detrás tenía a Bernardo para orientarlo y ayudarle en todo lo que necesitaba.
Murió joven en el año 1140, y está enterrado en la catedral de Rieti, Italia.
En seguida empezó el culto a san Balduino. La gente admiraba en él su santidad, la riqueza de gracias con que Dios lo había adornado, los milagros que hacía en su nombre para la mayor gloria de Dios.
De hecho, sus reliquias se conservan en al altar de la Capilla "de las Gracias".
Todo el rico mundo interior d Balduino tenía la fuente milagrosa de la unión con Dios, de su oración continuada. El trabajo era para él oración, y ésta es el mejor medio para avanzar por la senda a la que Dios llama a todo ser humano que quiere ser más él mismo.
La abadía que rigió durante años, es todo un testimonio de cómo viviendo la oración, llevando una vida austera y entregándose con amor a los hermanos, todo resulta fácil. Por eso, Balduino, siguiendo este tipo d vida, escaló la santidad.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Comentarios al P. Felipe Santos: al Santoral">al Santoral">al Santoral">al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

• Nicolau Hermansson, Beato
Julho 24 - Bispo

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Nicolás Hermansson, Beato

bispo

Martirológio Romano: Em Linköping, na Suécia, beato Nicolás Hermansson, bispo, o qual, exigente consigo mesmo, se entregou totalmente à sua Igreja e aos pobres, e recebeu a custódia das reliquias de Santa Brígida (1391).
Etimologicamente: Nicolás = Aquele que é vencedor pelo povo, é de origem grega.

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Nicolás (Nils) Hermansson fue un destacado obispo y poeta de la Suecia medieval, estrechamente asociado con el Santa Brígida. Nicolás nació un Skanninge (Ostergotland). Temprano en la vida decidió ser un sacerdote. Estudió en París y Orleans; en su retorno a Suecia en 1358 fue canónigo en Linköping y Uppsala. En 1361 era al mismo tiempo archi-diácono y vicario general de la antigua e importante diócesis de Linköping, misma que administró durante la ausencia de su obispo. En 1374 fue elegido obispo de Linköping, cargo en el que lo ratificó el Papa Gregory XI, pero por la oposición del Rey Alberto no pudo tomar posesión hasta 1375.
Nicolás siempre tuvo una alta reputación. Severo consigo mismo, estaba totalmente consagrado a la Iglesia y a los pobres. Activo en su trabajo pastoral, visitó todas las parroquias de su diócesis, promoviendo la dignidad de culto y la moralidad en el clero. Era un predicador incansable, siempre accesible al creyente. Visitaba frecuentemente los monasterios, sobre todo el que Santa Brígida estaba fundando en Vadstena. Fue Nicolás quien presidió el entierro de Santa Brígida en Vadstena en 1374 y quien bendijo el monasterio en 1384. También ayudó substancialmente en su proceso de canonización que se completó en 1391. Él era un fiel devoto de los santos suecos; revivió el culto a
San Oscar, el apóstol de Suecia, tenía una devoción especial por San Sigfrido y San Botvido (28 julio). También era poeta litúrgico, escribió los himnos para el oficio de Santa Brigida cuyas Revelaciones él usó como una llamada al arrepentimiento y renovación. Colaboró en cuanto fuera necesario para resistir la opresión abusiva de los reyes, llegando incluso a excomulgar a Alberto y Haakon VI.
Nicolás murió el 2 de mayo de 1391. La fama de su santidad se extendió por toda la Escandinavia, y pronto se comenzaron a reportar milagros al pie de su tumba en la catedral de Linköping. Éstos acontecimientos serían registrados en 1402. En 1414 todo el episcopado sueco solicitó al cardenal Baldassare Cosa (el antipapa Juan XXIII) las canonizaciones de Brinolf de Skara, Ingrid de Skanning, y Nicolás de Linköping. El Concilio de Constanza autorizó la apertura del proceso de la canonización. El proceso formal sobre su vida y milagros fue sustentado en Linköping y Vadstena; es interesante y particular el analizar las virtudes de Nicolás y la vida religiosa en Suecia en momentos en que se vivía el Cisma de Occidente, mismo que terminó en 1417 con la elección de Martin V quien depuso a sus predecesores sismáticos. El Papa Martin V confirmó el trabajo de la comisión para la canonización de Nicolás, pero el proceso nunca se finalizó formalmente. El traslado solemne de sus reliquias tuvo lugar en Linköping en 1515. Posteriormente en 1523 el obispo autorizó la impresión del Oficio y Misa. Su festividad era anteriormente el 24 de julio pero se ha restaurado recientemente a la fecha de su muerte: 2 de mayo.
Nicolás no ha sido canonizado todavía formalmente, sería apropiado orar para que pueda darse la culminación de su proceso. Su culto y memoria deben ser una inspiración para la Iglesia Católica en Suecia, muy herida por la reforma protestante y sus consecuencias, pero que ha experimentado un pequeño pero significativo resurgir.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

fuente: Butler’s live of the saints

• Mercedes do Sagrado Coração Prat, Beata
Julho 24 - Virgem e Mártir

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Mercedes del Sagrado Corazón Prat, Beata

Virgem y Mártir

Martirológio Romano: Em Barcelona, Espanha, beata Maria de la Merced Prat, da Sociedade de Santa Teresa de Jesus, virgem y mártir, que durante la guerra civil española fue condenada a muerte por ser religiosa (1936).

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La Madre Mercedes nació en Barcelona (España) el 6 de marzo de 1880. Su padre, Don Juan Prat, murió el 26 de mayo de 1895, y su madre Doña Teresa Prat entregó su alma al Señor, un año después, el 16 de mayo de 1896.
En el Colegio de la Compañía de Santa Teresa de Jesús hizo su primera Comunión el 30 de junio de 1890. Una de las enseñanzas de las Teresianas que asimiló bien pronto fue la oración, especialmente en la práctica del famoso “Cuarto de Hora de Oración” que tanto inculcó el Padre Enrique de Ossó a las jóvenes de la Archicofradía, a la que ella pertenecía.
Mercedes dio pronto razón de su entusiasmo por la Compañía de Santa Teresa y su apostolado fundamental: “Para la Gloria de Dios y para Bien de la Religión, no hay nada mejor que los Institutos dedicados al apostolado de la enseñanza. Son sumamente necesarios”. El Noviciado le abrió sus puertas el día 27 de agosto de 1904. Entonces la Superiora General era la Fundadora María Teresa Blanch, y Maestra de Novicias la Madre Francisca Pla.
Una de las Hermanas con las que convivió definió a Mercedes Prat como “Una teresiana según el Corazón de Dios". El día 1 de marzo de 1905 vistió el hábito de la Compañía, y el día 10 de marzo de 1907 hizo los votos temporales y empezó su nueva vida de profesa en el lugar donde la obediencia la destinó.
El carácter natural de Mercedes se define por estas tres características más señaladas:
1ro. Simpatía natural en el trato y firmeza de carácter.
2do. Ecuanimidad y equilibrio en las reacciones.
3ro. Prudencia y verdad en su hablar y actuar.
La Madre Mercedes era considerada como una religiosa ejemplar por todas las Hermanas de la Comunidad, entre ellas así lo manifestó la Hna. María Teresa Fernández, quien también convivió con ella.
Una de las junioras que la conoció a través del trato que con ella tenían en el recreo, dijo: “Recuerdo que todas la apreciábamos por su afabilidad y virtud”. La Hna. Joaquina Miguel, su compañera en la detención y en el suplicio, asegura con sencillez encantadora que “era muy buena y muy santa”.
Su hermana Teresa Prat, asegura, que desde su niñez fue un alma entregada a Dios… como hermana mayor, nos hablaba del cielo y de los deseos de su posesión, excitándonos a los demás hermanos a la elevación de nuestra alma hacia Dios. Pero fue Cristo - atraída especialmente por su Corazón - el gran amor de su vida.
Dijo la Hna. Pilar Suárez Inclán, que manifestaba con sencillez su amor a la Persona de Cristo en sus misterios, especialmente en su Sagrado Corazón. Repetía con frecuencia cuando hablaba de los peligros de la revolución que se desarrollaba en España:”suceda lo que suceda, el Corazón de Jesús triunfará”.
La situación venía siendo crítica desde los últimos años de la República, se veía venir el desenlace. Silenciosamente pero sopesando los hechos, ella sabía que estaban en peligro, pero fue entonces cuando se le vio prolongar sus ratos de oración ante el Sagrario. De allí, sin duda, le vendría aquella confianza ilimitada y más adelante, aquella fortaleza ejemplar.
Corría el mes de julio de 1936 cuando tuvo oportunidad de dar testimonio de su obediencia y entrega. Al preguntarle unos milicianos quién era, respondió que una religiosa de enseñanza, y al preguntarles si sabían que por eso podían ser fusiladas, Mercedes y la Hermana que le acompañaba no lo ignoraban. “Nos van a matar”, dijo al salir de Ganduxer, “pero vamos allá, obedeceré porque el Señor lo quiere”. Fueron horas de angustia para las dos hermanas: interrogatorios, amenazas, simulacro de fusilamiento…Fue un día largo el 23 de julio.
Al fin, la madrugada del 24, en la carretera de la Rabasada, el pelotón de fusilamiento encontró a Mercedes con la oración en los labios. Se oyeron unos disparos. Herida de muerte repitió entre gemidos: “Jesús, José y María” y sus últimas palabras fueron las del Padrenuestro “Perdónanos como Perdonamos…”
Cuando su compañera le cerró los ojos la vio como “el angel del dolor”.-
El día 21 de mayo de 1955 los restos mortales de la M. Mercedes Prat fueron depositados en el cementerio de Las Corts en una urna que se colocó en nicho propio de la Compañía. Allí espera su cuerpo la resurrección.
El 29 de abril de 1990 fue Beatificada por el Papa Juan Pablo II.

María Pilar de San Francisco Borja e companheiras,

Beatas Teresa del Niño Jesús y de San Pablo de la Cruz (Eusebia) García y García, y

María Ángeles de San José (Marciana) Valtierra Tordesillas,
Julho 24 Virgens e Mártires

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María Pilar de San Francisco Borja y compañeras, Beatas

Vírgens e Mártires

Martirológio Romano: Na cidade de Guadalajara, em Espanha, beatas María Pilar de San Francisco Borja (Jacoba) Martínez García, Teresa del Niño Jesús y de San Pablo de la Cruz (Eusebia) García y García, y María Ángeles de San José (Marciana) Valtierra Tordesillas, carmelitas descalças, vírgens e mártires, todas elas coroadas com o martírio durante a guerra, enquanto aclamavam a Cristo, seu Esposo (1936).

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(Tarazona, 1877 - Guadalajara, 1936). Nació un 30 de diciembre en la calle Garnacha, número 1, hoy calle doña Valeriana Irazoqui, muy cerca de la Merced. Fue el undécimo de los hijos del matrimonio compuesto por Luis Martínez y Gabina García. Fue bautizada con el nombre de Jacoba en el templo catedralicio de Tarazona (parroquia de San Andrés) y confirmada por el obispo don Ramón Fernández en la iglesia de Santa María Magdalena.
Sus hermanos Julián y Severiana ya habían sentido la llamada de la vocación religiosa, y ella, aunque de niña confesaba a su madre que no quería ser monja, el 12 de octubre de 1898 entra Carmelita Descalza en el convento de San José de Guadalajara; desde esta fecha se llamará hermana María Pilar de San Francisco de Borja. Fue una monja carmelita ejemplar: humilde, alegre y feliz de entregarse a Dios en los demás. Monseñor Jesús Pla, obispo de Sigüenza-Guadalajara, en la pastoral «Del Carmelo al Calvario», en que daba cuenta de la beatificación, resaltó el amor de la hermana María Pilar a la Eucaristía.
Su vida discurrió en el convento hasta el día 24 de julio de 1936 en que, junto a otras dos carmelitas, las hermanas María Ángeles de San José y Teresa del Niño Jesús, fue fusilada por los milicianos. Dos días antes de morir habló con la madre priora para decirle: «Madre, he pedido al Señor que si desea víctimas en esta comunidad, me escoja a mí y libre a las demás».
Tras un largo y costoso proceso, congelado durante dieciocho años para evitar interpretaciones de signo político, en 1986 llegó el decreto de Juan Pablo II certificando que las tres religiosas carmelitas habían sido declaradas mártires y que su proclamación como beatas tendría lugar el día 29 de marzo de 1987.
Su beatificación se celebró, junto a la del cardenal Marcelo Spínola y el sacerdote Manuel Domingo Sol, en una ceremonia de especial importancia para la Iglesia Católica española, pues desde el siglo xvii no se vivía la circunstancia de reunir cinco nuevos beatos.
Para la Iglesia de Aragón el acontecimiento tiene una importancia añadida. La monja carmelita es la primera mujer que llega a los altares con el nombre de Pilar. Con tal motivo, por decisión del Cabildo Metropolitano, se va a colocar una imagen de la Beata en la Basílica del Pilar de Zaragoza.
El sepulcro y las reliquias de la hermana María Pilar se encuentran en Guadalajara. En Tarazona sólo se conservan las partidas de nacimiento y confirmación.

• María Ángeles de San José (Marciana) Valtierra Tordesillas, Beata ,

(Eusebia) García y García, y María Ángeles de San José (Marciana) Valtierra Tordesillas
Julho 24 - Virgem e Mártir

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María Ángeles de San José (Marciana) Valtierra Tordesillas, Beata

Virgem e Mártir

Martirológio Romano: Na cidade de Guadalajara, em Espanha, beatas María Pilar de San Francisco Borja (Jacoba) Martínez García, (Eusebia) García y García, y María Ángeles de San José (Marciana) Valtierra Tordesillas, carmelitas descalças, vírgens e mártires, todas elas coroadas com o martírio durante a guerra, enquanto aclamavam a Cristo, seu Esposo (1936).

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Nace en Getafe (Madrid), a vista del Cerro de los Angeles y de su Monumento al Sagrado Corazón de Jesús el 5 de marzo de 1905.
Bautizada el día 12 del mismo mes y año en la parroquia de Santa María Magdalena de Getafe, (catedral). Se le puso el nombre de Marciana, era la décima de la familia. Fueron sus padres Manuel Valtierra y Lorenza Tordesillas. De carácter manso y tranquilo. Era la alegría de su casa. Su familia estaba rodeada de religiosas; tres hermanas de su padre fueron monjas de clausura, de vida muy edificante, así como dos primas y una sobrina carmelita descalza en Alcalá de Henares. Su hermana Marcelina también entró en las Concepcionistas franciscanas de Alcalá de Henares.
Con 3 años ingresó en el colegio que en Getafe tienen las religiosas de la Sagrada Familia, en esta fecha ya había perdido a su madre. Comenzó pronto a destacar por sus virtudes; era dócil, humilde, aplicada, piadosa, encanto de maestros y compañeras de colegio. Y comenzó a manifestar esas virtudes que distinguirían toda su vida. Desde su juventud la caridad era su virtud más sobresaliente; se desvivía por los pobres, a los que ayudaba en sus necesidades. Jamás se buscaba en nada y era toda alegre y amable para los demás, hasta el punto que una de sus amigas decía”: Si vivimos mucho, veremos a Marciana en los altares”. Su espíritu misionero le llevaba hasta jugar a la lotería con intención de darlo a los misioneros y siempre le tocaba algún pequeño premio.
El 3 de junio de 1910 recibió el Sacramento de la Confirmación.
El 1 de mayo de 1913 hizo su primera comunión, para la que se preparó con muchos sacrificios, deseando desde ese hermoso día consagrarse por entero al Señor en la vida religiosa. Ese día deseó vestir a una niña pobre. Nadie supo la profundidad de aquel encuentro tan deseado, que se reflejaba en sus ojos. No hay que creer que era una niña osca y retraída, hacía muy bien los papeles que le confiaban en el colegio en los teatrillos; hizo llorar al público representando el de huerfanita, cuando aún era muy pequeña. La caridad era su virtud favorita. Con muy pocos años ayudaba a su madre a repartir limosna a los pobres, que quería hacerlo por su mano, si veía alguno por la calle le preguntaba si había comido y se lo llevaba a su casa. Ya de mayor cosía ropa para los niños pobres, se alistaba en las Conferencias de San Vicente de Paúl para ir a visitarlos, y socorrerlos también palabras evangélicas. Pertenecía a las Hijas de María y al Apostolado de la Oración y daba catequesis a los niños. Con celo apostólico se desvivía por la propagación de la fe, juntaba limosnas y sellos para las misiones.
¡ El gran valor que tiene el ambiente cristiano de la familia para la formación y maduración de la fe de sus miembros!
Sus grandes devociones fueron siempre el Sagrado Corazón de Jesús y la Santísima Virgen. Tuvo la dicha de asistir el 30 de mayo a la consagración de España. Hecha por el rey Alfonso XIII en el Cerro de los Angeles.
A los 12 años escribía a su hermana religiosa “cuando perdí a mamá, como era tan pequeña, no me di cuenta de lo que perdía. ¡ Cuánta falta me hace! pero he tomado por mi Madre a la Santísima Virgen”.
El cuidado de su padre y de dos tías, una de ellas paralítica, retrasaron el cumplimiento de su vocación. Era un sacrificio, pero lo sufría con paz viendo la voluntad de Dios. Es natural que viviendo tan cerca del Cerro de los Angeles, donde florecía el convento de Carmelitas Descalzas, subiera a pedir puesto en sus filas. La recibió la Madre Maravillas, pero tuvo que desengañarla. No había plaza en el número limitado por la regla. Tendría que esperar, mucho tiempo. Pero la aspirante tenía prisa, ¡ bastante lo había demorado, por caridad con sus familiares!
El 14 de julio de 1929, cumplidos los 24 años con la sonrisa en los labios, disimulando su dolor ante la pena de sus queridos, dejaba casa, padre y hermanos y recibiría el ciento por uno, entrando en el Carmelo de San José de Guadalajara. Era feliz, ya “sola con Dios solo” en el puerto deseado.
En 1930 toma el hábito con el nombre de Mª Angeles de San José. Elige este nombre por amor a la Virgen de los Angeles; hoy patrona de la Diócesis de Getafe, bajo esta advocación.
El 21 de enero de 1931 hizo su profesión simple y tres años más tarde la solemne. Destacó entre otras muchas virtudes por su humildad y caridad, huía de sobresalir en algo.
El 26 de marzo de 1934 pasó por la pena de perder a su padre, fue muy doloroso para su corazón, pero disimulaba, era una de las cualidades de su carácter. El anhelo del martirio crecía en cada corazón de estas benditas 18 carmelitas que componían el Carmelo de San José. En Alcalá, Guadalajara y Madrid no solo los oficiales del Ejército sino también los sacerdotes eran insultados públicamente y martirizados.
El 22 de julio de 1936, Guadalajara fue tomada. Había que abandonar el convento. Las monjas vestidas de seglares se disponían a salir cuando llegó el capellán D. Eulogio Cascarejo (que poco después alcanzaría también la palma del martirio), a darles la comunión y les dijo: “Comulguen por viático”. En estos momentos acude la portera y les dice que no se demoren en salir pues vienen a quemar el convento. Salen de dos en dos y se reparten en casas conocidas, allí oran sin cesar.
El 24, siendo muchas en el mismo lugar y comprometiendo a la dueña, salen para la casa de otra amiga suya: la Hna.Teresa, Hna. Pilar y la Hna. Mª Angeles. Salen sobre las 4 de la tarde y al pasar junto a un camión donde unos milicianos estaban merendando, una miliciana al verlas, exclamó: “Disparadles, son monjas”. Se bajan del camión y van en su busca. Ya habían entrado en el portal, pero las obligan a salir a la calle. La primera en salir es la Hna. Mª Angeles de San José, le dispararon varios tiros, cae mortalmente herida y en el silencio entrega su vida a Dios. ¡ El amor a Jesús es más fuerte que la muerte!. La noche anterior le había dicho a la Priora: ¡”Madre, qué dicha si fuéramos mártires”. !
Uno de sus confesores manifestó: ″La hermana Mª Angeles habría alcanzado la santidad, aunque no hubiera padecido el martirio”.
Vivió con fidelidad toda su vida “La aventura de su entrega”.
Del himno que se canta en honor de las tres mártires que no jugaron a ser monjas, ni a ser santas sino que vivieron siéndolo en serio y por ello dieron su sangre:

“Tres palomas del Carmelo
volaron hacia el Señor
tan alto alzaron el vuelo
que dieron caza al AMOR”

El 15 de marzo de 1941, el P.Silverio de Santa Teresa, previos los trámites requeridos, se recuperan los restos y trasladarlos a su querido convento, yacían en una fosa común; fueron pronto reconocidas, llevaban aún en su pecho sus crucifijos y restos del cilicio y de la disciplina, joyas que la Hna. Mª Angeles llevaba consigo al dejar el claustro. Estuvieron dos días depositados en la capilla del cementerio cada una en su humilde caja de madera. El 17 de marzo fue el traslado triunfal de allí al convento. Al día siguiente fueron colocadas en los nichos de la pared frontal de la cripta del Monasterio.
El 21 un piadosísimo funeral cerró los cultos. Lo ofició, con gran emoción, D.Julián García, hermano de la Hna.Teresa del Niño Jesús.
El 29 de marzo de 1987, fue beatificada por el Papa Juan Pablo II, junto con las hermanas
Teresa del Niño Jesús y Mª del Pilar de San Francisco de Borja.

• Teresa del Niño Jesús y de San Juan de la Cruz (Eusebia) García y García, Beata
Julho 24 - Virgem e Mártir

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Teresa del Niño Jesús y de San Juan de la Cruz (Eusebia) García y García, Beata

Virgem e Mártir

Martirológio Romano: Na cidade de Guadalajara, em Espanha, beatas María Pilar de San Francisco Borja (Jacoba) Martínez García, Teresa del Niño Jesús (Eusebia) García y García, y María Ángeles de San José (Marciana) Valtierra Tordesillas, carmelitas descalças, vírgens e mártires, todas elas coroadas com o martírio durante a guerra, enquanto aclamavam a Cristo, seu Esposo (1936).

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Nació en Mochales (Guadalajara) el 5.3.1909 y se llamó Eusebia. Fue la segunda de ocho hermanos. Sus padres, Juan y Eulalia, la educaron en una fe recia y generosa.
La lectura de la Historia de un alma, de Santa Teresa del Niño Jesús, fue la causa última de su vocación carmelita. Ingresó en el Carmelo asus 16 años, en 1925. Desde un principio tomó la vida religiosa en serio y decidió ser santa a toda costa.
Su martirio fue una maravilla: los milicianos intentaron engañarla y abusar de ella, pero no sabían con quién trataban. Huyó corriendo, y mientras la cosían a balazos, gritaba: "¡Viva Cristo Rey...!" Era el 24.7.1936.
El 29 de marzo de 1987 el papa Juan Pablo II beatificaba a estas tres carmelitas, muertas mártires de Jesucristo cincuenta años antes.

• Modestino de Jesús y de María Mazzarell, Beato
Julho 24 - Presbítero

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Modestino de Jesús y de María Mazzarell, Beato

Presbítero

Martirológio Romano: Em Nápoles, cidade da Campânia, beato Modestino de Jesús y de María (Domingo) Mazzarello, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores, que, sempre próximo a toda a classe de pobres e aflitos, ao assistir aos moribundos em tempo de cólera morreu contagiado da mesma enfermidade (1854).

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(1802‑1854)
Beatificado por Juan Pablo II en enero de 1995.
Nació en Frattamaggiore, Provincia de Nápoles, diócesis de Aversa, el 5 de septiembre de 1802, hijo de Nicola Mazzarella, cordelero, y Teresa Esposito, tejedora, humildes artesanos pero ejemplares padres cristianos. Bautizado al día siguiente de su nacimiento con el nombre de Domingo. Sirvió como monaguillo en la parroquia y ayudaba en el culto a la Santísima Virgen Madre del Buen Consejo.
A los 16 años fue acogido gratuitamente en el seminario de Aversa por el obispo Mons. Agostino Tommasi, al fallecer trágicamente éste hubo de volver a casa, pero no descuidó sus estudios de preparación para el sacerdocio. Atraído luego por la vida austera de los Hermanos Menores del vecino convento de Grumo Nevaro, vistió el hábito franciscano en el convento de Piedimonte Matese el 3 de noviembre de 1822, hizo el noviciado en el convento de Santa Lucía al Monte, Nápoles, hizo los votos el 27 de noviembre de 1824, fue ordenado sacerdote el 22 de diciembre de 1827 en la catedral de Aversa.
Dedicado a la predicación y al sacramento de la reconciliación, fue guardián en varios conventos. En 1839 fue trasladado al convento de Santa María della Sanità, en uno de los barrios más populares de la ciudad de Nápoles, donde permaneció hasta su muerte, ejerciendo un provechoso y admirable ministerio sacerdotal sobre todo a favor de los más pobres y enfermos. Se distinguió sobre todo por su celo en la defensa de la vida naciente y la difusión de la devoción a la Santísima Virgen bajo la advocación de Madre del Buen Consejo, la devoción de su juventud.
Se integró con cristiana compasión en el contexto social de su gente, y supo adaptar con formas adecuadas a la cultura y a la mentalidad de su tiempo el eterno evangelio de la caridad y de la paz, haciendo surgir del fondo del alma y del corazón del generoso pueblo napolitano insospechadas energías espirituales y morales.
El 24 de julio de 1854, afectado por el cólera contraído mientras asistía a las víctimas de esa epidemia, después de haber pedido perdón a los hermanos e invocado con filial fervor a la Madre del Señor, fue acogido por el Resucitado en el reino de los bienaventurados, con gran pesar de sus beneficiados y de toda Nápoles. Modestino, con su vida de apertura a las necesidades de los pobres y marginados de su tiempo, sigue siendo un modelo sobre todo para los consagrados, y es un llamamiento a dar testimonio con vigor y coherencia del evangelio de la caridad, e invita a los jóvenes a responder con valor y entusiasmo a la invitación de Aquel que los quiere hoy como colaboradores de Dios y testigos de su misericordia.

• João Boste, Santo
Julho 24 Presbítero y Mártir, 24 de julho

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João Boste, Santo

Presbítero y Mártir

Martirológio Romano: Em Durhan, em Inglaterra, são Yuan Boste, presbítero, que, sendo rainha Isabel I, por ser sacerdote sofreu o martírio e ante o juiz não cessou de dar ânimo a seus companheiros (1594).

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Sacerdote y mártir, nacido de una buena familia católica en Dufton, en Westmorelan, aproximadamente en 1544. Murió en Durham, el 24 de julio de 1594. Estudió en el Queen College, Oxford, de 1569 a 1572, llegó a ser integrante de la academia, y fue recibido en la Iglesia de Brome, en Suffolk, en 1576. Renunció a su pertenencia a la academia en 1580, y fue a Reims, donde fue ordenado sacerdote el 4 de marzo de 1581, y en abril fue enviado a Inglaterra.
Fue a Hartlepool y llegó a ser un dedicado misionero, a tal grado que los perseguidores hicieron extraordinarios esfuerzos por capturarlo. Al final, tras muchas veces en que pudo escapar por estrecho márgen, fue enviado a Waterhouses, la casa de William Claxton, cerca de Durham, traicionado por uno de los eglesfield, el 5 de julio de 1593. Ese lugar aún es visitado por católicos. Desde Durham, fue enviado a Londres, al lugar “de resolución, sobresaliente, gozoso y placentero”, aunque terrible, de la Torre de Londres.
Fue enviado de retorno a Durham en 1594, se mantuvo siempre con gran valentía y resolución e indujo a su compañero mártir George Swalwell a convertirse al ministerio, este último, aún con reticencia, se arrepintió de su cobardía, absolviéndolo públicamente en la corte. Sufrió en Dryburn, en las afueras de Durham.
Nuestro personaje recibió el Angelus mientras montaban el cadalso. Fue ejecutado con extraordinaria brutalidad, se le mantuvo en el patíbulo cuando fue cortado, de manera que los cortes se hicieron en su cuerpo estando aún vivo y de pié. Un recuento del juicio y de la ejecución ha sido escrito por un testigo visual, el venerable Christopher Robinson, quien también fue martirizado tiempo después en Carlisle.

Fue canonizado por Paulo VI entre los Cuarenta Mártires de Inglaterra y Wales, cuyo día de conmemoración es el 25 de octubre

Kinga (Cunegunda ou Cunegundes), Santa
Julho 24 ( ou 23) - Princesa de Polónia

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Kinga (Cunegunda), Santa

Virgem

Martirológio Romano: Em Stary Sacz, de Tarnow, na Polónia, santa Kinga ou Cunegunda (ou Cunegundes), filha do rei de Hungría e casada com o príncipe Boleslao, a qual, de acordo com seu esposo, conservou sua virgindade e, morto este, professou a vida religiosa sob a Regra de Santa Clara, no mosteiro fundado por ela mesma (1293).

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Virgen y religiosa de la Segunda Orden (1224‑1292). Aprobó su culto Alejandro VIII el 11 de junio de 1690. Canonizada por Juan Pablo II en 1999.
Cunegunda (Kinga) nació en 1224 hija de Bela IV rey de Hungría y de Teodora Laskarysa, y fue hermana de las Beatas Yolanda y Margarita. En 1238 fue dada como esposa al príncipe de Cracovia, Boleslao el Púdico, a quien indujo a hacer voto de castidad junto con ella. En la corte Cunegunda llevó una vida mortificada dedicando el tiempo libre de las oraciones y ocupaciones domésticas a la asistencia a los enfermos y a los pobres. Con el marido promovió la canonización de San Estanislao, Obispo de Cracovia, asesinado en 1079, lo cual obtuvo en 1253.
La muerte del rey Boleslao en 1279 rompió el único lazo que la unía al mundo y, rechazadas todas las propuestas de dirigir los destinos del Estado, ingresó en el monasterio de las Clarisas en Stary Sacz, fundado por ella con los bienes de su dote. Allí sus virtudes brillaron en todo su esplendor. Cediendo a los insistentes ruegos de las hermanas, asumió, aunque contra su deseo, las funciones de abadesa y, sin embargo, se comportaba como si fuera inferior a todas, dando ejemplo de profunda humildad. El descubrimiento del agua dentro del monasterio, que de otra manera debían traer de lejos, se atribuyó a sus oraciones. A ella se debe también el prodigioso descubrimiento de sal gema en Bochnia.
Su permanencia en el monasterio duró trece años. Dulce y afable con las cohermanas, obedecía como si fuera la última de ellas, escogía para sí los trabajos más humildes, como lavar la vajilla, asear la casa y asistir a los enfermos. Cuando entró en el monasterio había dicho a las religiosas: “Vengo a ustedes para ser sierva suya: olviden lo que he sido en el pasado; y ténganme como una humilde religiosa más”. La oración y una rigurosa penitencia eran su continua aspiración. La meditación de la Pasión del Salvador la hacía derramar abundantes lágrimas y las llagas de Jesús eran objeto de su especial devoción.
Como abadesa, Cunegunda dirigió la comunidad con prudencia y caridad verdaderamente maternales, impulsando a las cohermanas a la perfección más con el ejemplo que con las palabras.
Cuando en 1287 Polonia fue invadida por los tártaros, Cunegunda y sus 70 cohermanas debieron abandonar el monasterio y refugiarse en el castillo de Pyiemin. Los tártaros llegaron también al nuevo refugio. Las hermanas, espantadas se arrojaron a los pies de su Madre y se repitió el milagro de Santa Clara de Asís. También aquí los agresores fueron detenidos por una fuerza invisible. Y así, un tiempo más tarde pudieron las hermanas volver a su monasterio. Después de un año de enfermedad, confortada con una aparición de San Francisco, Cunegunda murió a los 68 años el 25 de julio de 1292.

• Boris y Gleb, Santos
Julho 24 - Mártires

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Boris y Gleb, Santos

Mártires

Martirológio Romano: Em Rússia, santos Boris e Gleb, mártires, príncipes de Rus e filhos de são Vladimiro, que preferiram morrer antes que opor-se pela força a seu irmão Svatopolk. Boris conseguiu a palma do martírio cerca de Pereislavia, junto ao rio Altam, e Gleb, pouco depois, junto ao rio Dneper, cerca de Smolensko (1015).

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Boris y Gleb, hijos de San Vladimiro, Duque de Muscovy y nietos de Santa Olga.
Boris desde pequeño fue muy piadoso y pensó ser monje pero, siguiendo el consejo de su padre, se casó siendo joven. Era gobernador de la ciudad de Rostov mientras que Gleb de la ciudad de Murom.
Los hermanos se amaban y sobre todo amaban a Dios. Pero tenían un hermano mayor, Svyatopolk, que era sanguinario y se reveló sin éxito contra su padre. Este le perdonó pero el joven no cambió de corazón. Una vez muerto su padre decidió matar a sus hermanos para obtener poder absoluto. Boris se enteró y se enfrentó con un dilema: ¿como debe actuar un cristiano en esta circunstancia? Recordó las palabras del Nuevo Testamento: "Si un hombre dice amar a Dios pero odia a su hermano, es un mentiroso" Después de una difícil lucha interna, decidió no presentar resistencia. Boris despidió a sus hombres y se quedó solo con un sirviente junto al rió Alta para esperar a los asesinos. Pasó su última noche en lágrimas y oración, confortado por los salmos y los Evangelios. Recordó también como Sta. Bárbara fue asesinada por su propio padre. En la mañana entraron los asesinos a su tienda y lo hirieron. Boris pidió que le dejaran vivir un momento mas para finalizar su oración. Entonces se ofreció como cordero de sacrificio diciendo: "Dense prisa en completar vuestro trabajo y que la paz sea con mi hermano Svyatopolk y con ustedes mis hermanos".
El principe Gleb, unos años mas joven que Boris, fue asesinado mas tarde en el río Dnieper. Al principio pidió que no le matasen pero al fin aceptó su destino con paz y dijo a los asesinos: "Si desean saciar su sed con mi sangre, me entrego a ustedes, mis hermanos, y a mi hermano, mi príncipe". Proclamó entonces que la muerte es el nacimiento a una vida nueva.
Los dos hermanos no buscaron la muerte ni murieron por causa de su fe sino por intereses políticos del hermano mayor. Pero ante la muerte los dos hermanos libremente optaron por actuar como cristianos, no devolvieron mal por mal sino que optaron por el perdón y la confianza en Dios.
El pueblo ruso, recién convertido al cristianismo, quedó profundamente impresionado con la conducta cristiana de los dos jóvenes príncipes que se unieron a la pasión de Cristo. Para ellos el ejemplo de Boris y Glen fue una maravillosa enseñanza de como vivir el cristianismo y del poder que Dios otorga para lograrlo. "Amad a vuestros enemigos y orad por los que os persiguen".
Canonizados (reconocimiento del culto) en 1724 por el papa Benedicto XIII
Oremos para que el ejemplo de los Santo Boris y Gleb inspire a Rusia y a todo el mundo a la paz cristiana.

35850 > San Charbel (Sarbel, Jerbello) Giuseppe Makhluf Sacerdote 24 luglio - Memoria Facoltativa clip_image017MR


90146 > Beato Antonio Torriani (Della Torre) da L'Aquila 24 luglio clip_image017[1]MR
62650 > San Baldovino (Balduino) da Rieti Abate 24 luglio clip_image017[2]MR
64150 > Santi Boris e Gleb di Russia Martiri 24 luglio clip_image017[3]MR
35850 > San Charbel (Sarbel, Jerbello) Giuseppe Makhluf Sacerdote 24 luglio - Memoria Facoltativa clip_image017[4]MR
64100 > Santa Cristina di Bolsena Martire 24 luglio clip_image017[5]MR
64160 > Beata Cristina l'Ammirabile 24 luglio MR
64140 > San Declano Vescovo 24 luglio MR
93826 > Beato Diego Martinez Protomartire del Perù 24 luglio
91121 > Beato Donato da Urbino Francescano 24 luglio clip_image017[6]
64130 > Sant' Eufrasia Eremita in Tebaide 24 luglio MR
64120 > San Fantino il Vecchio (o il Taumaturgo) 24 luglio clip_image017[7]MR
93304 > San Giovanni Boste Sacerdote e martire 24 luglio clip_image017[8]MR
93824 > Beato Giovanni Solorzano Protomartire dell’America 24 luglio
90651 > Beato Giovanni Tavelli da Tossignano Vescovo di Ferrara 24 luglio clip_image017[9]MR
64190 > San Giuseppe Fernandez Martire 24 luglio MR
64180 > Beato Giuseppe Lambton Martire 24 luglio MR
91017 > Santa Kinga (Cunegonda) Regina di Polonia 24 luglio clip_image017[10]MR
90384 > Beata Ludovica di Savoia Principessa, Clarissa 24 luglio clip_image017[11]MR
91510 > Santi Magi d’Oriente Adoratori di Gesù Bambino 24 luglio clip_image017[12]MR
91978 > Beata Maria degli Angeli di S. Giuseppe (Marciana Valtierra Tordesillas) Carmelitana, martire 24 luglio clip_image017[13]MR
91977 > Beata Maria Pilar di S. Francesco Borgia (Jacoba Martinez Garcia) Carmelitana, martire 24 luglio clip_image017[14]MR
90244 > Beata Mercedes del Sacro Cuore (Mercedes Prat Y Prat) Martire 24 luglio clip_image017[15]MR
90250 > Beato Modestino di Gesù e Maria (Domenico Mazzarella) Francescano 24 luglio clip_image017[16]MR
94369 > Sante Niceta ed Aquilina Martiri in Licia 24 luglio clip_image017[17]
64170 > Beati Nicolao Garlick, Robert Ludlam e Riccardo Simpson Martiri 24 luglio MR
93825 > Beato Pietro de Barellis Cardinale 24 luglio
92912 > Beato Saverio (Javier) Bordas Piferer Sacerdote salesiano e martire 24 luglio clip_image017[18]MR
92884 > Santa Sigolena Religiosa 24 luglio clip_image017[19]MR
91979 > Beata Teresa del Bambino Gesù e di S. Giovanni della Croce (Eusebia Garcia) Carmelitana, martire 24 luglio clip_image017[20]MR
69350 > San Vittorino di Amiterno Martire 24 luglio clip_image017[21]MR

 

sites: www.es.catholic.net/santoralwww.jesuitas.pt  ;  www.santiebeati.it

 

Continuam os problemas no meu computador, daí as falhas que vou encontrando e não consigo disfarçar no meu blogue. As minhas desculpas, aos meus eventuais leitores. Obrigado. António Fonseca

Memória de Santiago (Jacobeo de 2010) – a celebrar amanhã, dia 25 de JULHO


INTERNET: http://voz-portucalense.pt

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S. Tiago, imagem na Igreja de Ferreira


Este ano o dia dedicado a S. Tiago, 25 de Julho, dia de fortes tradições festivas na religiosidade popular na península, no país e particularmente do norte de Portugal e da Galiza, ocorre em dia de domingo. Por isso, como é tradicional, foi declarado “Ano Santo Compostelano” e, entre as tantas manifestações religiosas e culturais, romarias, caminhadas (entre as quais uma da juventude portuense), peregrinações e outras iniciativas, conta com a presença em Novembro do Papa Bento XVI, que será para aquelas terras, como foi para nós, um acontecimento que ficará na memória da população.
S. Tiago, o Maior, era aquele que, que segundo os Actos dos Apóstolos, acolhia em sua  casa os discípulos (Act, 21,18); Pedro manda dar-lhe conhecimento da sua miraculosa libertação do cárcere (Act. 12,17); toma a palavra após Pedro para garantir que a salvação em Cristo é universal (Act, 15, 13); S. Paulo confessa tê-lo conhecido após a sua primeira viagem apostólica (Gal, 1,17) e refere que o Senhor apareceu a Pedro e a Tiago (aspecto importante por ser responsável pelos cristãos de Jerusalém, Act, 21, 17). Certamente porque era o principal responsável da Igreja que ia crescendo em Jerusalém, foi mandado decapitar pelo tetrarca Herodes, com o que terá agradado aos chefes judaicos, facto que o levou também a prender Pedro (Act, 12).


História e religiosidade popular
É a partir deste dado relatado nos Actos, que se fundou a tradição de que seus discípulos o colocaram num barco que acabou por aportar à zona ocidental da Península, onde, transportado em cima de uma montada, acabou por aportar ao “Campus Stellae”, o campo da estrela, hoje Compostela, onde se foi desenvolvendo a devoção popular ao Apóstolo. A mítica lenda medieval do Santo Graal tem contornos e sentido semelhantes: ambas traduzem a evangelização da Europa, uma na Bretanha, outra na Península).
A narrativa tem todos os ingredientes de uma narrativa simbólica e mítica. Ela exprime a passagem do testemunho da fé cristã que se estende pelas novas terras; testemunha a S. Tiago, um Patriarca do Noroeste Peninsular afirmação da evangelização dos territórios peninsulares; a criação dos pólos de atracção da religiosidade popular. Como todos os mitos, ela é essencialmente verdadeira: traduz o carácter apostólico da fé que se transmite, traduz a veneração pelo primeiro bispo mártir da igreja; mostra como os povos que vieram até à península após o império romano acolheram a presença do apóstolo que anuncia Cristo. Assim se firmaram os numerosos caminhos de Santiago, que vêm do norte e do sul da Europa e continuam a constituir um testemunho da espiritualidade a da busca do religioso mesmo nos caminhos profanos da vida.
O crescimento na fé dos povos fez o resto: a primitiva igreja certamente visigótica, a posterior igreja românica medieval (que ainda tem por lá os seus resquícios), e depois a imponente catedral clássica e barroca que singrou pelos tempos até aos nossos dias.
Na diocese do Porto, os caminhos de S. Tiago têm rotas diversas, mas em cada uma, sendo uma igreja paroquial ou uma pequena ermida perdida, os caminhos do apóstolo continuam a exprimir-se histórica e simbolicamente.
Ao todo, 25 paróquias têm por padroeiro S. Tiago. Há várias linhas do percurso dos peregrinos: uma mais litoral, outra mais interior, a até uma que vem do leste da diocese. Na primeira, de sul para norte, temos Riba UL (Ol. Azeméis), Codal, (V. de Cambra), Rio Meão (Feira), Espargo (Feira), Lourosa (Feira), Lobão (Feira). Pela zona litoral norte temos Custóias (Matosinhos), Labruge (V. do Conde), Milheirós (Maia), Bougado (Trofa); em território já mais interior, há um notável conjunto: Burgães (S. Tirso), Carreira (S. Tirso), Rebordões (S. Tirso); Carvalhosa (P. de Ferreira), Modelo (P. de Ferreira), Cernadelo (Lousada), Lustosa (Lousada); mais para o interior, Pinheiro (Felgueiras), Sendim (Felgueiras), Capela (Penafiel), Fonte Arcada (Penafiel), Subarrifana (Penafiel), Valpedre (Penafiel); e na zona leste da diocese encontramos ainda Mesquinhata (Baião) e Valadares (Baião).
Os caminhos de Santiago são assim uma presença bem visível na nossa tradição religiosa-cultural. MCF (com a devida vénia)

NOTA de António Fonseca: Estava na minha pretensão, no início do corrente ano, efectuar uma peregrinação a pé a Santiago de Compostela, nesta altura, para assistir ao Jacobeo. Simplesmente as coisas complicaram-se de tal modo, que impossibilitaram de facto, que eu fizesse o que tinha projectado, inclusivamente à última hora, ainda cheguei a pensar em poder lá ir mesmo em transporte próprio. Porém, como acima digo, este sonho tornou-se impossível de efectuar, pelo menos, por agora. Espero, no entanto, poder lá ir brevemente, a pé ou de transporte, assim Deus o permita. Assim, aproveitando o texto publicado esta semana na Voz Portucalense, resolvi transcrevê-lo para partilhar de outro modo o JACOBEO DE 2010.