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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Nº 1080 - 28 DE JULHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

Nazário e Celso, santos
Julho 28   -  Mártires

Nazario y Celso, santos

Nazário e Celso, santos

Mártires


Celso significa “elevado, alto”. Nazário pode ter tido origem oriental, semítica. Há sobre estes santos uma Paixão em latim e em grego, sem valor. O nosso martirológio, segundo ela, faz de Celso um puer, um rapazinho; mas, em 1777, um cirurgião considerado examinou o corpo de S. Celso e declarou que o mártir devia ter mais de 20 anos. Depois da morte de Teodónio (395), Santo Ambrósio mandou trazer para Milão, para a basílica dos Apóstolos, o corpo de S. Nazário, que estava num jardim fora dos muros da cidade. Pôde-se ver a cabeça do mártir, separada do corpo, bem conservada, e o sangue ainda muito fresco. Segundo o biógrafo de Santo Ambrósio, Paulino, colocou-se o corpo de Nazário num esquife; e os presentes foram seguindo o bispo Ambrósio até ao local do jardim onde repousava Celso. Estava num lugar em que Ambrósio não costumava ir rezar, e Paulino perguntou a si mesmo se o local não lhe foi revelado pelo céu. Havia todavia, entre os guardas do jardim, uma tradição segundo a qual se encontravam lá tesouros escondidos – e que mais belos tesouros que estes corpos de mártires? Depois de se transferir o corpo de Nazário para a basílica dos Apóstolos, o Bispo tomou a palavra. Mas um possesso começou a gritar: «Ambrósio tortura-me!». E o prelado voltou-se para ele: «Cala-te demónio. Não é Ambrósio que te tortura, mas a fé dos santos, e a tua inveja, pois vês homens subir ao cume donde tu caíste». E o desgraçado pôs-se quieto. Santo Ambrósio mandou colocar uma inscrição métrica, por si redigida, no templo. Dizia: «A Nazário, mártir, Ambrósio fundou e consagrou ao Senhor este templo com relíquias que o nome dos Apóstolos honra. Em forma de cruz está o templo, a vitória de Cristo faz este templo. A imagem sagrada e triunfal marca este lugar. Na capela-mor do templo está Nazário que teve uma vida fecunda, e o solo ergue-se debaixo das relíquias do mártir. Onde a Cruz eleva a sua cabeça sagrada sobre a dupla curvatura, aí está a capela-mor do templo e da casa de Nazário, que desfruta de eterna paz, vencedor pela sua piedade. A Cruz, que foi a sua alma, é ainda o seu asilo». A tradução procurou transmitir o que o estilo lapidar de Ambrósio encerra de embaraçado. Caput, que aparece três vezes, significa tanto «cabeça” como «altar-mor». A tradição milanesa coloca a morte dos dois santos em 28 de Julho. O encontro das relíquias festeja-se a 10 de Maio, segundo um calendário milanês do século XI. Sempre se julgou em Milão que não foi levado o corpo de Celso para a basílica dos Apóstolos, que se encontrava na Igreja junto da qual o bispo Landulfo, no século X, fundou um  mosteiro. A glória dos velhos santos milaneses ficou um tanto eclipsada pela dos mártires descobertos por Santo Ambrósio: Gervásio e Protásio, Nazário e Celso. Conquistaram celebridade muito para além da Itália; as relíquias deles, sobretudo as do primeiro grupo, foram muito solicitadas.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também os outros sites.

Victor I, Santo
Julho 28   -  XIV Papa

Víctor I, Santo

Victor I, Santo

XIV Papa da Igreja e Mártir


Terá nascido na África. O pai ter-se-á chamado Félix. O Liber Pontificalis, nossa principal fonte, com a História Eclesiástica de Eusébio e o De viris de S. Jerónimo, nota ter ele tido um pontificado de dez anos, dois meses e dez dias. Sucedeu ao Papa Eleutério, pelo ano de 189, no tempo do imperador  Cómodo. Morreu provavelmente durante o império de Septímio Severo, por volta de 199. O Liber diz que foi mártir, mas nenhum texto e nenhum documento confirmam  esta asserção, seguida por alguns. Vítor, com um sínodo romano, excomungou Teódoto, curtidor de Bizâncio, que via em Cristo só um homem e não um Deus. A heresia montanista, monopolizando as efusões do Espírito e o reinado do Paráclito propagava-se em Roma. Iria ser condenada pelo papa Zeferino, cerca do ano 200. O Liber informa que Vítor fixou a celebração da Páscoa no domingo: era o uso romano bem antes de Vítor! O que é verdade é que o Bispo de Roma promoveu a reunião de sínodos provinciais contra as Igrejas da Ásia, chamadas catorzimais, por fixarem a Páscoa no dia 14 do Nisã judaico, ao passo que em Roma e noutros sítios era no domingo seguinte. As respostas deram razão a Vítor, mas os Asiáticos estavam bem apegados à sua tradição. O bispo de Éfeso, Polícrates, escreveu ao Bispo de Roma em nome dos seus colegas: «Não me deixo intimidar… Antes obedecer a Deus que aos homens». Muito impressionado, Vítor pensou em excomungar os cristãos da Ásia. mas Ireneu de Lião conseguiu detê-lo: uma vez que a fé era a mesma, não devia haver ruptura devido a um ponto de observância. No seu De viris, S. Jerónimo escreveu que S. Vítor foi o primeiro dos escritores cristãos a utilizar o latim. Na verdade, bem parece que ele se mostrou campeão vigoroso do espírito latino, romano, ocidental. O seu duelo com o venerável Polícrates é, a este propósito, bem significativo. O Bispo de Roma apresenta-se como chefe e actua como tal. O Liber Pontificalis atribui-lhe a criação de clérigos supranumerários (sequentes). Terá promovido doze bispos em diversos lugares. Foi enterrado num 28 de Julho, cerca do ano 200, no Vaticano, ao lado do bem-aventurado apóstolo Pedro. Florus, e os martirológios que dele derivam, colocaram S. Vítor em 20 de Abril.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.,pt.  Var também os outros sites.

• Inocêncio I, Santo
Julho 28   -  XL Papa

Inocencio I, Santo

Inocêncio I, Santo

XL Papa

Nascido em Albano, estava-lhe reservado um pontificado atormentado mas que marcaria uma época decisiva na história da Igreja – a hegemonia pontifícia que substituiu o império romano decadente. Atestam-no, de modo eloquente, as decretais empenhadas em estabelecer entre as Igrejas de Itália, Gália e Espanha uma uniformidade de normas morais, canónicas e litúrgicas. No campo dogmático, afirma dever ser conservado por todos o que fora transmitido por Pedro, príncipe dos Apóstolos, à Igreja romana, ao mesmo tempo que, no campo jurisdicional, se pode apelar para ela, mesmo das determinações dos concílios provinciais. À Igreja do inicio do século V estava destinada uma dolorosa provação. Os bárbaros do norte, os Visigodos, provenientes da Escandinávia e Alemanha, depois de algumas tentativas de invasão mal sucedidas, conseguem entrar pelo norte de Itália, comandados por Alarico, no ano 410. Roma seria devastada por um impiedoso saque que deixa a cristandade desorientada e estarrecida. Como era possível – perguntavam-se os cristãos – que concluída a cristianização oficial do império romano, Deus permitisse que tudo se afundasse na mais horrenda catástrofe? Para levantar os ânimos, escreve Santo Agostinho, bispo de Hipona, no norte de África, os dez primeiros livros da sua obra imorredoira: A Cidade de Deus – grandiosa concepção filosófica e teológica da História, através da luta entre a cidade de Deus, (cidade celeste de perfeição ideal, inatingível neste mundo) e a cidade terrena, cúmulo de imperfeições e misérias. Um discípulo seu, o historiador e teólogo Paulo Orósio, nascido em Braga, pelo ano 385 (dois anos antes da conversação do grande Doutor da Igreja), fugindo à perseguição dos Suevos, refugia-se em Hipona, atraído pela fama de Santo Agostinho, e escreve, na mesma linha e com a mesma finalidade, um tratado sobre a destruição de Roma – reflexo do grande pavor e desconcerto que se abatera sobre a cristandade. Deus, no entanto, velava sobre o seu povo e aconteceu o que parecia impossível: Alarico morre e o seu sucessor, Ataúlfo, casando-se com uma irmã do imperador Honório, entra em acordo com ele, comprometendo-se a reconquistar as Gálias e a Espanha, fugidas ao império romano. Chegados a Espanha, e apesar de arianos até meados do século V, os visigodos respeitam a hierarquia e instituições do catolicismo já estabelecido, talvez porque, apesar de dominadores, se sentiam em minoria, o que permite à Igreja hispânica refazer-se da devastação anterior dos Vândalos. Mas em Roma, aliviada do peso dos bárbaros, a Igreja via-se acometida pela heresia pelagiana. Originário da Grã-Bretanha, Pelágio surge com fama de asceta, a pregar uma doutrina aliciante. A graça ficava reduzida ao simples exemplo de Cristo, que actuava apenas como estimulante, e a redenção, esvaziada de sentido, não passava de um  chamamento a uma vida mais perfeita, a conquistar com as próprias forças. O homem poderia, sem qualquer auxilio sobrenatural, praticar obras sobrenaturalmente boas e alcançar a visão beatifica. Contra semelhante doutrina, ao mesmo tempo absurda e aliciante, erguer-se-ia S. Jerónimo no seu refúgio de Belém, secundado por Paulo Orósio que, a conselho de Santo Agostinho, se dirigira a Belém para consultar o exímio escriturista. Mas o principal paladino antipelagiano seria Santo Agostinho, que enfrenta a heresia com tal denodo que levaria os concílios milivitano e cartaginês a condená-la sem hesitação, no ano 416 – condenação que Inocêncio I, a pedido do grande Doutor da Igreja, confirmaria com excomunhão contra os principais responsáveis. Foi nessa altura, ao receber a resposta do papa, que Santo Agostinho proferiu a célebre frase: Roma locuta est, causa finita est - «Roma falou, está encerrada a questão». Seria o último acto oficial de Inocêncio I, que faleceu a 12 de Março de 417.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também os restantes sites.

 

Pedro Poveda Castroverde, Santo
Julho 28   -  Sacerdote e Mártir

Pedro Poveda Castroverde, Santo

Pedro Poveda Castroverde, Santo. Nasceu em Linares (Jaen, Espanha), a 3 de Dezembro de 1874, A sua vida decorre num período particularmente complexo e dramático para a Espanha e para a Europa. Desde muito pequeno sentiu vocação para o sacerdócio. É ordenado em Guadix (Granada), onde trabalha com os «coveiros», que viviam em covas escavadas na montanha. Funda escolas e planifica uma verdadeira elevação espiritual e cultural daquelas pessoas. O seu itinerário está vinculado a vários outros lugares da geografia espanhola: Linares, Jaén, Covadonga (Astúrias), Madrid, cidade onde exerce uma acção incisiva e completa. Em Covadonga amadurece Poveda a convicção na força transformadora da educação, colocando a pessoa humana no centro de toda a educação educativa. Pensando no momento histórico e na secularização que se ia impondo na Espanha, vislumbra na força integradora de fé e ciência o futuro de uma presença cristã, comprometida nas mediações educativas e culturais. Dentro desta perspectiva vê claramente a importância de formar pessoas que comunguem neste ideal, o que há-de ter como fruto a Instituição Teresiana, fundada por ele em 1911. Assim oferecia à Igreja um novo modelo de santidade laical: cristãos que combinam um forte compromisso evangélico com uma presença social activa, nas várias actividades em que a sua vida se desenrola. Em Linares e Jaén, aonde regressa depois da estadia em Covadonga, começa a germinar a semente em pequenos grupos educativos – as Academias de Santa Teresa – , especialmente concebidas para a educação académica da mulher. Estas Academias hão-de espalhar-se por toda a Espanha. Pedro Poveda é nomeado capelão real e parte para Madrid, o que lhe permite estender a sua acção a toda a Espanha. Imediatamente cria em Madrid várias actividades, todas elas destinadas à formação universitária das mulheres. A vida de Poveda é alimentada por um forte sentido de Igreja, revelando uma grande disponibilidade para os ministérios que lhe eram pedidos, mesmo que tivesse que deixar outras tarefas já começadas. A sua espiritualidade é de encarnação, profundamente cristocêntrtica, e ancorada no momento que lhe é dado viver. Homem atento ao presente, comprometido com ele, faz da sua existência um diálogo carregado de humanismo, mas também impregnado de coerência evangélica. Poveda vive na Eucaristia diária a sua entrega ao Senhor e o seu mistério de ressurreição e vida, faz-se com Ele pão partido e sangue derramado para a vida do mundo. Com efeito, Pedro, em 1936, há-de entregar a sua vida pela fé. Em 1993, o papa João Paulo II declara-o modelo de santidade para a Igreja e beatifica-o. O mesmo papa virá a canonizá-lo a 4 de Maio de 2003. Numerosos Centros têm o seu nome e mais de 4000 homens e mulheres realizam a sua missão, de acordo com o carisma teresiano, em 4 continentes.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também outros sites.

 

Catalina Tomás, Santa
Julho 28 Monja

Catalina Tomás, Santa

Catalina Tomás, Santa

Monja

Martirológio Romano: Na cidade de Palma, na ilha de Mallorca, em Espanha, santa Catalina Tomás, virgem, que, havendo ingressado na Ordem de Canonesas Regulares de Santo Agostinho, destacou-se por sua humildade e a abnegação da vontade (1574).

Sí alguna vez van ustedes a Mallorca, será obligado que visiten Valldemosa. El turismo se basa, por desgracia, en lo espectacular. Y así, les enseñarán la Cartuja, con sus celdas, y aquellas donde vivieron el pobre Federico Chopin y la escritora George Sand una bien pobre aventura humana. O en La Foradada, la mancha de humo de aquella hoguera que encendió Rubén Darío, cuando quiso hacer una paella junto al mar. Salvo que ustedes pregunten, nadie o casi nadie les hablará de Catalina Thomás, aquella "santita mucama", como la llamó un escritor viajero español.
Pues allí, en Valldemosa, nació la chiquilla. En 1531, según unos historiadores. O en 1533, según otros. Hija de Jaime Thomás y Marquesina Gallard. Y desde su niñez, la leyenda dorada que acompaña piadosamente a los santos con milagros candorosos y prodigios extraños.
Las biografías de Catalina Thomás recogen un sinfín de estos datos que muestran que la Santa tuvo, ya en vida, una admiración popular fervorosa: mientras recoge espigas, Catalina recibe la visión de Jesús crucificado. Otra vez, huyendo de una fiesta popular que no le gustaba, es Nuestra Señora misma quien baja a decirla que está escogida por su Hijo. Hasta prodigios candorosos: una vez, llorando arrepentida por haber deseado unos vestidos como los de su hermana, dice la tradición que Santa Práxedes y Santa Catalina mártir —que será siempre fiel protectora suya— bajan del cielo para consolarla.
Pocos prodigios tan poéticos, tan bellos como el de aquella noche en que, al despertarse, vio Catalina la habitación inundada de una luz hermosa y clara. Era la luz blanca, azulada, del plenilunio. Catalina piensa que está amaneciendo y se levanta a por agua a una cercana fuente. Estando allí, dieron las doce de la noche en la Cartuja y luego la campana que llamaba a coro a los frailes del convento. Catalina se asusta entonces, al encontrarse perdida en aquella noche de luz tan misteriosa. Como es una chiquilla, empieza a llorar. Y San Antonio Abad, dicen, bajó del cielo y la tomó de la mano para llevarla a casa.
Catalina va a conocer una gran amargura muy joven. A los tres años murió su padre. Ella se puso a rogar por su alma y un ángel vino a decirle que estuviese contenta, porque su padre estaba en la gloria de Dios. Cuatro años más tarde, tenía siete la chiquilla, se le aparece su madre:
"Hija mía, acabo de expirar en este mismo momento. Estoy esperando tus oraciones para entrar en la gloria." Y tres horas más tarde, Catalina recibía el consuelo de que su madre estaba en el cielo. Huérfana, Catalina fue recogida por unos tíos suyos, quienes la llevaron al predio "Son Gallart". Durante once años, Catalina vivió en aquella finca, a seis o siete kilómetros de Valldemosa. Es éste un momento duro para Catalina, pues la ausencia de Valldemosa significa dificultad para ir al templo, para oír misa y para las prácticas religiosas en la casa de Dios. Los domingos, al fin, podía asistir a misa en el oratorio de la Trinidad. Es aquella zona donde los eremitas buscaban la paz de Dios frente a la paz de aquel mar inolvidable; frente a esos crepúsculos de Mallorca en los que el sol parece incendiar finalmente las aguas, teñirlas de rojo o, cuando está en lo alto, revela desde la cornisa valldemosina, el fondo limpísimo del mar.
Pero Catalina no tenía mucho tiempo para la contemplación poética. Una finca como "Son Gallart" exige mucho trabajo. Hay en ella muchos peones, y ganado, y faenas de labranza que realizar. Catalina es una muchacha activa. Ya es la criadita. Va a donde trabajan unos peones a llevarles la comida de mediodía, trabaja en la casa, fregando, cosiendo, barriendo; guarda algún rebaño cuando lo manda tío Bartolomé. Y tiene siempre buen semblante, sonrisa a punto, corazón abierto.
Aparece entonces en la vida de Catalina un personaje importante y muy decisivo. Uno de aquellos ermitaños, el venerable padre Castañeda. Es un hombre que ha abandonado el mundo buscando la total entrega de su alma al Señor. Vive en las colinas y de limosna. Un día pasa por el predio a pedir y Catalina le conoce. Surge entre ambos una corriente de simpatía y de afecto. Recomendada más tarde por Ana Más, Catalina va a visitar al padre Castañeda al oratorio de la Trinidad. Catalina se le confía: ella quiere ser religiosa. A la segunda entrevista, el padre Castañeda está convencido. La dirección espiritual del religioso hará todavía un gran bien a la muchacha. Pero entonces empieza un largo episodio: el de las dificultades.
Los tíos, al saber la vocación de su sobrina, se oponen decididamente. Por aquellas fechas, una muchacha valldemosina, que había ingresado en un convento de Palma, se sale, reconociéndose sin verdadera vocación. Es, pues, mal momento político para que nadie ayude a Catalina. Por otra parte, Catalina era una muchacha guapa y muy atractiva. Es natural que muchos jóvenes de los alrededores se fijaran en ella con el deseo de entablar relaciones y casarse. Catalina espera pacientemente. Y otra dificultad llega. El padre Castañeda decide marcharse de Mallorca.
Catalina se despide de él con una sonrisa misteriosa. No, el padre se irá, pero volverá, porque Dios quiere que él sea su apoyo para entrar en el convento. Efectivamente, el barco que llevaba al religioso sale de Sóller con una fuerte tormenta que le impide llegar a Barcelona. Y regresa de nuevo a Valldemosa. El religioso ve que la profecía de la muchacha se ha cumplido y decide ayudarla plenamente. Va a hablar con los tíos y los convence. Catalina se marcha a Palma, para ir realizando las gestiones previas a su ingreso en un convento. Y, en tanto, se coloca como sirvienta en la casa de don Mateo Zaforteza Tagamanent y, en concreto, al servicio de una hija de este señor llamada Isabel. Las dos muchachas se cobran un fuerte cariño. Isabel la enseña a leer, escribir, bordar y otros trabajos. Catalina da más; Catalina habla de Dios, permanentemente, a Isabel. Y lleva una vida tan heroica, tan mortificada, que cae enferma. Los señores y sus hijos se turnan celosamente junto al lecho de la criada. Como si la criada fuese ahora la señora y ellos los honrados en servirla.
Y llega el momento de intentar, ya en serio, el ingreso en alguno de los conventos de Palma. El padre Castañeda los recorre, uno tras otro. Hay un grave inconveniente: Catalina carece de dote. Es totalmente pobre. Pero estos conventos son también necesitados. No pueden acoger a una aspirante que no traiga alguna ayuda... Convento de Santa Magdalena, de San Jerónimo, de Santa Margarita... Las noticias que el padre va llevando a Catalina son descorazonadoras. Catalina se refugia en la oración. Y reza tan intensamente que, cuando ya todo aparece perdido, los tres conventos a la vez, interesados por la descripción que de la joven les ha hecho el religioso, deciden pasar por alto el requisito de la dote. Y los tres conventos están dispuestos a admitir a Catalina Thomás.
Una tradición representa a Santa Catalina, sentada en una piedra del mercado, llorando tristemente su soledad. Y en aquella piedra, según la misma tradición, recibe Catalina la noticia de que ha sido admitida. Aún se conserva esta piedra, adosada al muro exterior de la sacristía, en la parroquia de San Nicolás, con una lápida —colocada en 1826— que lo acredita. Catalina, entonces, decide ingresar en el primero de los tres conventos visitados, el de Santa Magdalena.
A los dos meses y doce días de su ingreso, Catalina toma el velo blanco. Media ciudad de Palma, con su nobleza al frente, acude al acto, pues tanta es ya la fama de la muchacha. Enero de 1553.
Los años que vive Catalina en el convento palmesano serán casi ocultos. Pero como es tan difícil que la santidad pueda estar bajo el celemín, toda la ciudad acude a verla, a consultarle sus problemas, a encomendarse a sus oraciones, a pedirle consejo... Ella se resiste a salir al locutorio, se negaba a recibir regalos y cuando tenía que recibirlos, los daba a las demás monjas. Practicaba la pobreza, la obediencia, la castidad, siempre en grado heroico. La prelada decidió un día someterla a una prueba bien dura. En pleno verano, le ordenó que se saliese al patio y estuviera bajo el sol hasta nueva orden. Catalina no dice una sola palabra: va al lugar indicado y permanece allí varias horas, hasta que la superiora, admirada de su fortaleza, la manda llamar.
Catalina crece en amor y sabiduría. Sus éxtasis son cada vez más frecuentes e intensos. Algunos duran hasta días. En su celda se conserva aún la piedra sobre la que se arrodillaba y que muestra las hendiduras practicadas por tantísimas horas de oración en hinojos. Aunque ella procuraba ocultar, por humildad, estos regalos de Dios, era natural que sus hermanas se enterasen. Y la fama crecía.
Un día, Catalina recibe el aviso de Dios. Diez años antes de su muerte, supo cuándo sería llamada por el Señor. Y estuvo esperando ansiosamente este momento. La Dominica de Pasión de 1574, el 28 de marzo, Catalina entró en el locutorio donde estaba una hermana suya con una visita. Iba a despedirse —dijo—, pues se marchaba al cielo. Y efectivamente, al día siguiente, después de comulgar en éxtasis, mandó llamar al sacerdote porque se sentía morir. Los médicos dijeron que no la encontraban grave, pero el sacerdote acudió y apenas recibidos los sacramentos, mientras la superiora rezaba con ella las oraciones, tras haber pedido perdón a la madre y a las hermanas, cayó en un éxtasis al final del cual entregó su alma a Dios el 5 de abril.
Lo demás, vendría por sus pies contados. El proceso de beatificación, la beatificación, el proceso siguiente y por fin la gloria de los altares. Con una particularidad. El fervor popular por Santa Catalina Thomás iría creciendo y manteniéndose de tal modo que, aunque ella murió en 1574, la beatificación se dicta —por Pío VI— en 1792 y la canonización —por Pío XI— en 1930. El cuerpo de Catalina Thomás se ha conservado incorrupto.
La vida de esta muchacha mallorquina es, ya lo decimos, un distinto camino de la santidad, Una santidad vivida con impresionante sencillez, con rotunda eficacia. Una santidad hecha de la elevación de la virtud al grado heroico. Y, al mismo tiempo, una santidad popular. En el alma de Mallorca sigue bien recio el amor por su santita criada, su santita pastora, su santita monja. Aunque el turismo no muestre su itinerario, está en el corazón de los mallorquines.
En Valldemosa se la festeja durante dos días, 27 y 28 de Julio. El Martirologio romano la recuerda el 5 de Abril.

 

• Sansão de Dol, Santo
Julho 28 Abade e Bispo

Sansón de Dol, Santo

Sansón de Dol, Santo

Abade e Bispo

Martirológio Romano: Em Dol, cidade da Bretanha Menor (França), santo Sansão, abade e bispo, que propagou em Domnonia o Evangelho e a disciplina monástica, que havia aprendido em Gales do abade são Iltudo (c. 565).
Etimologia: Sansão = homem de grande força, do arameu


San Sansón fue uno de los principales misioneros ingleses del siglo VI. Actualmente se le venera en Gales del Sur y en Bretaña. Nació hacia el año 485. Su padre, Amón, era originario de la provincia de Dyfed y su madre, Ana, de Gante. El nacimiento del niño fue la respuesta del cielo a las incesantes oraciones de sus padres. Por ello, cuando Sansón tenía apenas cinco años, sus padres le consagraron a Dios en el monasterio fundado por San Iltud en Llantwit de Glamorgan, que fue un verdadero almacigo de santos. Sansón fue desde el primer momento muy virtuoso, de inteligencia despejada y de gran austeridad de vida. San Dubricio le ordenó primero diácono y después sacerdote. Como Sansón era todavía muy joven, ello despertó la envidia de dos monjes que eran hermanos entre sí y sobrinos de San Iltud, ya que uno de ellos aspiraba a suceder a su tío en el gobierno del monasterio. Dichos monjes trataron de envenenar a Sansón, pero el veneno no le produjo efecto alguno. Entonces, uno de los dos hermanos se arrepintió. El otro fue víctima de un ataque en el momento en que recibía la comunión de manos de su victima, pero las oraciones del santo le restituyeron la salud. Sansón obtuvo permiso de trasladarse a una isla en la que había un monasterio gobernado por un tal Piro. Se cree que se trataba de la isla de Caldey, frente a la costa de Pembrokeshire. Ahí, el santo "pasaba día y noche en oración y comunión con Dios y llevaba una vida de admirable paciencia y recogimiento y, sobre todo, de gran amor de Dios. Empleaba el día entero en el trabajo manual, con la mente puesta en Dios." Como el padre de Sansón sintiese que se acercaba la hora de su muerte, mandó llamar a su hijo. Este se resistió al principio a volver al mundo, pero Piro le reprendió y le dio a un diácono por compañero. Cuando Sansón administró los sacramentos a su padre, éste recobró la salud. Entonces el padre y la madre del santo determinaron abandonar el mundo. Después de encontrar acomodo a su madre en un convento, Sansón regresó a la isla con su padre, su tío Umbrafel y el diácono que le había acompañado. San Dubricio había ido a la isla a pasar la cuaresma, según la costumbre de la época y, cuando se enteró de las maravillas que había obrado Sansón durante el viaje, decidió llevarle consigo a su monasterio. Poco después falleció Piro y Sansón fue elegido abad. Viviendo casi en completa clausura, Sansón consiguió restablecer poco a poco la disciplina en el monasterio. También hizo un viaje a Irlanda y dejó a cargo de Umbrafel un monasterio que se le confió en aquel país. A su vuelta a la isla, renunció al cargo de abad y se retiró con su padre y otros dos monjes a una ermita de las cercanías del río Severn.
Pero la paz se vio pronto turbada en aquella soledad, ya que Sansón fue nombrado abad del monasterio que, "según se dice, había fundado San Germán." Poco después, San Dubricio le confirió la consagración episcopal. La víspera de la Pascua, Sansón tuvo una visión en la que se le ordenó que partiese al otro lado del mar. Así pues, se trasladó a Cornwall con sus compañeros; al cabo de un "viaje feliz, con viento favorable", desembarcó en los alrededores de Padstow. Inmediatamente, se dirigió al monasterio de Docco (actualmente de San Kew). En cuanto los monjes supieron que se hallaba en las cercanías, enviaron al hombre más prudente del monasterio, Winiaw, quien poseía el don de profecía, para que saliese a su encuentro. Ello no significa que le hayan recibido particularmente bien, ya que, cuando Sansón decidió quedarse en el monasterio, Winiaw le indicó con gran tacto que no lo hiciese, "pues nuestra observancia ya no es la que solía ser. Prosigue tu camino en paz..."
Sansón interpretó esas palabras como una señal de Dios y atravesó todo Cornwall en una carreta que había llevado de Irlanda. En el distrito de Trigg convirtió a muchos idólatras al resucitar un niño que se había caído del caballo. Fundó una iglesia en Southill y otra en Golant, siguió el río Fowey hasta la desembocadura y ahí se embarcó con rumbo a la Bretaña, dejando al cuidado de su padre el monasterio de Southill. No es imposible que durante su larga estancia en Cornwall haya visitado las Islas Scilly, ya que una de ellas tomó el nombre del santo.
Los biógrafos de Sansón hablan, sobre todo, de los milagros que realizó en la Bretaña. Viajó por toda la región predicando el Evangelio y llegó hasta las Islas del Canal; uno de los pueblecitos de Guernsey lleva su nombre. Igualmente fundó dos monasterios: uno en Dol y otro en Pental, en la Normandía. El santo fue uno de los que ayudaron al legítimo príncipe Judual a recobrar el trono que le había arrebatado su rival, Conmor, el año 555. En una visita que hizo a París, Sansón atrajo sobre sí las miradas del rey Childeberto; según se cuenta, el monarca le nombró obispo de Dol. Probablemente nuestro santo fue el "Sansón, Pecador, Obispo" que firmó las actas del Concilio de París el año 557. Pero es cierto que Dol no constituyó una sede episcopal regular sino hasta el siglo IX. San Sansón murió apaciblemente entre sus monjes, el año 565.

• Germano Martín Martín, Beato
Julho 28   -  Sacerdote e Mártir

Germán Martín Martín, Beato

Germán Martín Martín, Beato

Germán Martín Martín nasce em San Cristóbal del Priero, Oviedo (España), em 9 de Fevereiro de 1899.
Logo depois de ingressar nos Salesianos de Dom Bosco, fez sua profissão religiosa no ano 1918 e recebeu a ordenação sacerdotal em 1927.
Se prodigalizou com generosidade e zelo ao bem das almas em La Havana (Cuba), Bilbao e Madrid.
Iniciada a revolução em 1936, buscou um refúgio e seguiu exercendo seu ministério.
Foi preso em Madrid em 30 de Agosto de 1936, e só por ser sacerdote foi fuzilado em 28 de Julho.
Beatificado em 28 de Outubro de 2007 junto a outros 497 mártires em Espanha.

Afonsa da Imaculada Conceição (Ana) Muttathupadathu, Santa
Julho 28   -  Primeira Santa da Índia

Alfonsa de la Inmaculada Concepción (Ana) Muttathupadathu, Santa

Alfonsa de la Imaculada Concepción (Ana) Muttathupadathu, Santa

Religiosa Clarissa da Índia

Martirológio Romano: Na cidade de Bharananganam, em Kérala, na Índia, Santa Alfonsa de la Imaculada Concepción (Ana) Muttathupadathu, virgem, que, para evitar que a obrigassem a casar-se, meteu o pé no fogo, e admitida nas Clarissas Malabarenses, viveu quase continuamente enferma oferecendo sua vida a Deus (1946).

Santa Alfonsa, católica de rito siro-malabar, religiosa profesa de la congregación de las Franciscanas Clarisas de Kerala, es la primera mujer de la India que ha sido beatificada. El tiempo de su vida religiosa fue un sucederse de enfermedades y sufrimientos, que ella afrontaba gozosa y serena a la luz del misterio pascual, confortada en la contemplación de la muerte y resurrección de Jesucristo.
Santa Alfonsa de la Inmaculada, en el siglo Ana Muttathupadam, nació el 19 de agosto de 1910 en Kudamaloor (Kerala, India); fue bautizada 8 días después y se le impuso el nombre de Ana; fue educada en el contexto socio-religioso de las familias católicas de rito siro-malabar. Después de los estudios elementales y medios pidió, en 1928, ingresar en el instituto de las Franciscanas Clarisas; vistió el hábito religioso el 19 de mayo de 1931; emitió la profesión simple en 1932 y la perpetua el 12 de agosto de 1936.
El período de 1930 a 1936 estuvo caracterizado por graves enfermedades y sufrimientos morales. A partir de 1936 y hasta su muerte, acaecida en 1946, sor Alfonsa no pudo ejercer por largo tiempo ninguna tarea debido a las continuas enfermedades. Durante un año enseñó en Vakakkadu, pero la tuberculosis que padecía desde hacía años le impidió seguir enseñando. Desde 1939 fue un subseguirse de enfermedades dolorosas. Un tumor extendido por todo el organismo transformó su último año de vida en una continua agonía. Murió serenamente el 28 de julio de 1946 en Bharananganam.
Su lema fue: consumarse como una vela para iluminar a los demás. Daba un gran valor al sufrimiento, viéndolo a la luz del misterio pascual, es decir, de la muerte y de la resurrección de Cristo. Si bien esta actitud espiritual se afinó y elevó con el tiempo, sin embargo la tenía ya en el período de su primera juventud, cosa que afirma un familiar suyo y también un médico pagano brahmán que, después de haber visitado a sor Alfonsa, manifestó a un amigo su gran admiración y asombro por la serenidad y el gozo con los que la religiosa soportaba los grandes sufrimientos causados por el tumor extendido por todo su cuerpo. La explicación de esta actitud alegre ante el dolor nos la da una compañera suya: «Pasión, sacrificio, amor de Dios y del prójimo, son éstos los elementos que deben santificar la vida; y éste es el mensaje que sor Alfonsa lanza al mundo moderno, a la Iglesia y a la patria».
Mons. Sebastián Valloppilly, obispo de Tellicherry (India), que conoció muy bien a la Sierva de Dios, percibió el valor incalculable, actual y eclesial del mensaje de sor Alfonsa para el mundo actual: el dolor no es un mal, las pruebas y dificultades de la vida, aceptadas y sufridas con gozo por amor de Dios, son causa de méritos, y para adquirirlos no es necesario realizar acciones extraordinarias que llamen la atención: las cruces diarias, abrazadas con gozo por amor de Dios, exaltan la vida cristiana y nos permiten adquirir grandes méritos. Sor Alfonsa, durante su breve vida, no hizo grandes y extraordinarias acciones desde el punto de vista humano, pero su mensaje es fácilmente perceptible en India: el mismo Ghandi enseñó el valor del sufrimiento; sor Alfonsa, además, imprimió a esta enseñanza la luz sobrenatural del Evangelio.
El mensaje de sor Alfonsa se dirige al mundo entero, pero de forma particular a los sacerdotes, religiosos y almas consagradas, por quienes se ofreció como víctima.
Es notable el hecho de que esta heroína de las virtudes es honrada no sólo por católicos, sino también por brahmanes y mahometanos, que visitan su tumba e invocan su intercesión: este modo de practicar el ecumenismo comenzó inmediatamente después de la muerte de la Sierva de Dios (1946) y sigue también hoy creciendo progresivamente.
La congregación de las Franciscanas Clarisas de Kerala fue fundada hacia 1870; trabaja especialmente con los pobres, enfermos, ancianos y abandonados. Tiene 9 provincias, 300 casas y más de 4.000 religiosas: 2.000 actúan en Kerala y otras tantas trabajan en las misiones del Norte de India, donde cada provincia tiene misiones propias.
Fue beatificada el 8 de febrero de 1986 por S.S. Juan Pablo II y canonizada el 12 de octubre de 2008 por S.S. Benedicto XVI.

Jaime Hilário (Manuel Barbal Cosán), Santo
Julho 28   -  Mártir Lassallista

Jaime Hilario (Manuel Barbal Cosán), Santo

Jaime Hilário (Manuel Barbal Cosán), Santo

Mártir Lasallista

Martirológio Romano: Em Tarragona, Espanha, beato Jaime Hilário (Manuel) Barbal Cosán, religioso dos Irmãos de Escolas Cristãs, mártir, condenado à pena capital por ódio à Igreja na mencionada perseguição (1936).


Manuel Barbal Cosán nace el 2 de enero de 1898 en Enviny, pequeña ciudad al pie de los Pirineos al Norte de España. Conocido por su carácter serio, no tiene más que 12 años cuando, con la bendición de sus padres, trabajadores valientes y piadosos, entra en el seminario de la diócesis de Urgel. Pero al poco tiempo tiene problemas auditivos y le aconsejan de volver con su familia. Convencido de que Dios le llama, siente una gran alegría cuando, en 1917, se entera de que el Instituto de los Hermanos le acepta en el Noviciado de Irún, cerca de la frontera francesa. Después de dieciséis años en diferentes comunidades, sus problemas auditivos aumentan y le obligan a abandonar la escuela para trabajar en la huerta de la casa de formación de San José en Cambrils, Tarragona.
En julio de 1936, dirigiéndose a su casa familiar en Enviny, se encuentra en Mollerusa cuando la guerra civil estalla. Identificado como Hermano, es arrestado y encarcelado. En diciembre se le traslada a Tarragona y se le envía a un barco-prisión junto con otros Hermanos. El 15 de enero de 1937, se le hace un juicio sumario. A pesar de que puede lograr su libertad declarando que no es más que hortelano, insiste sobre su condición de religioso y de este modo sella su destino. El 18 de enero, es conducido al cementerio en la cuesta llamada Monte de la Oliva para ser ejecutado. Sus últimas palabras a sus asesinos son: "Muchachos, morir por Cristo es vivir". Cuando dos descargas de fusil fallan su diana, los soldados abandonan sus fusiles y huyen. Su jefe, vociferando insultos groseros, dispara cinco pistoletazos a quemarropa y la víctima cae a sus pies.
Nacido el 2 de enero de 1898 Entrado en el Noviciado el 24 de febrero de 1917 Martirizado el 18 de enero de 1937
Beatificado el 29 de abril de 1990 Canonizado el 21 de noviembre de 1999

Melchor (ou Melchior) de Quirós, Santo
Julho 28   -  Bispo e Mártir

Melchor de Quirós, Santo

Melchor de Quirós, Santo

Bispo e Mártir

Martirológio Romano Em Nam Dinh, de Tonquín (hoje Vietname), são Melchor García Sampedro, bispo, da Ordem de Pregadores e mártir, encerrado primeiro por ser cristão numa estreitíssima cadeia, e depois, por ordem do imperador Tu Duc, materialmente despedaçado (1858).


En una pequeña aldea, Cortes, del concejo asturiano de Quirós, el año 1821, nace Melchor García Sampedro. Un tío suyo sacerdote que regenta una parroquia cercana le instruye en las primeras letras. A los catorce años se desplaza a Oviedo. Estudia en la Universidad de esa ciudad Filosofía y Teología con vistas a ser sacerdote en aquella diócesis. Cuando estaba en los últimos años de teología decide incorporarse a la Orden Predicadores. Esto le obligó al terminar sus estudios e incluso tras ser durante algún tiempo profesor en la Universidad a desplazarse al único convento de dominicos que las leyes desamortizadoras habían tolerado e España, el de Ocaña.
Toma el hábito y empieza el noviciado en agosto de 1845. Un año después se compromete definitivamente con la Orden. El 29 de mayo de 1847 sería ordenado sacerdote. Sólo nueve meses después sería destinado a Manila. Embarcará un siete de marzo de 1848. Con él otros cuatro dominicos navegaron durante cinco meses y medio. El día de Santiago desembarcaron en la capital de las islas Filipinas.
Se le propone ser profesor en la reconocida universidad de Santo Tomás de Manila que los dominicos habían fundado y era, y es, el centro católico de más prestigio del Oriente. Manifiesta, sin embargo, su deseo de siempre de ser misionero y los superiores respetan esa decisión.
Las misiones a las que quería ser enviado eran las de Tung-King, como entonces se llamaba el Vietnam de ahora. Si por algo se significaban esas misiones era por el hecho de que el misionero se jugaba la vida, a causa de las oleadas de persecuciones que de vez en cuando desataban las autoridades políticas.
Llegado a Tung-King tuvo que enfrentarse antes de nada con el aprendizaje de la lengua anamita. No debió tardar mucho en hacerse más o menos con ella, porque a los pocos meses estaba ya ejerciendo el ministerio pastoral, es decir: oyendo confesiones, predicando. Pronto se le nombró Vicario General del Vicariato oriental.
La situación de persecución se agudizó y generalizo. Lo que hizo que la Iglesia quisiera que, junto al obispo titular, se consagrara también uno coadjutor. Así en el caso del martirio del obispo, la iglesia no quedaría nunca sin pastor. Mons. José María Díaz Sanjurjo fue delegado de la santa Sede para elegir y consagrar un obispo coadjutor. Y eligió al que todos esperaban que lo fuera, Fray Melchor García Sampedro.
San Melchor comenzó su actividad como obispo a los 34 años. Difícil fue su ministerio. Mons. Melchor, ahora un personaje, por su condición de obispo y por la admiración de sus fieles, encontraba realmente difícil no ser reconocido por los perseguidores. Sin embargo su ministerio le obligaba a desplazarse de comunidad cristiana en comunidad cristiana. El martirio estuvo siempre en sus deseos más profundos. De momento le tocó presenciar cómo fieles cristianos, sacerdotes, catequistas iban siendo martirizados. Él pudo contar el encarcelamiento, los sufrimientos y el martirio del obispo titular, hoy San José María Díaz Sanjurjo. Tuvo lugar e 20 de julio de 1957.
Fue un tiempo, lo relata el mismo San Melchor de desplazamientos camuflado, vestido como un hijo de aquella tierra, a pie descalzo, o en pequeñas barcas...; de catequesis durante las noches, de misa antes de amanecer. Todo ello viendo cómo la persecución se iba llevando a catequistas, sacerdotes fieles...Se sentía casi con mala conciencia por ver que el martirio no le llegaba a él, que tenía como misión alentar esa fe que a otros les había supuesto ser asesinados.
Se le busca ansiosamente para acabar con su vida. Tuvo que realizar un duro discernimiento, ofrecerse él a quienes lo buscaban o seguir ocultándose. El mismo refiere lo que llama el "purgatorio" de no saber qué hacer. Pero, sin necesidad de salir al encuentro de quienes le buscaban el 13 de mayo escribe a la autoridad de la Orden en España, despidiéndose con estas palabras "Si ésta es la última, hasta el cielo. Adiós”.
De acuerdo con la estrategia que, como hemos dicho se seguía, tuvo que proceder a elegir entre los sacerdotes uno que la Santa Sede nombrara obispo coadjutor. Eligió a Fray Valentín de Berriochoa, vasco de Elorrio. Un mes después San Melchor fue hecho prisionero. Se le acusaba de haber entrado en aquel país sin permiso y de ser el jefe de quienes atentaban contra el emperador Tu-Duc. Siendo cierta la primera razón, fray Melchor manifestó siempre un cuidado interés en quedar fuera de las decisiones puramente políticas y en respetar la autoridad política. En las numerosas cartas que se conservan nunca se encuentra alusión, y menos crítica, a asuntos puramente políticos.
Fue su sucesor Mons. Valentín, así como otros sacerdotes, quienes han contado con todo detalle su arresto, su traslado a la capital de la provincia y su terrible martirio. Pocos martirios podemos ver en actas de mártires que hayan alcanzado la crueldad del infligido a san Melchor. Extremidades descoyuntadas para atarlas a estacas que estaban a mayor distancia de lo que permitían sus brazos y piernas, para luego ser cortadas sus extremidades con un hacha sin filo. Los testigos relatan incluso el número de golpes que fue necesario dar a sus rodillas, a sus brazos para cortarlos. Le abrieron el vientre y finalmente le cortaron la cabeza. Era el 28 de julio de 1858. Tenía el santo 37 años
Será su sucesor, San Valentín de Berriochoa, comentará cómo se cumplió en aquellas tierras una vez más que la sangre de mártires es semilla de cristiana. "Por muchos años que hubiera vivido el santo obispo fray Melchor desarrollando su conocido celo apostólico difícilmente hubiera convertido al cristianismo más que los que convirtió con su martirio", dice el santo.
Cuando llegó a Asturias la noticia del martirio de san Melchor aún vivían sus padres. Sus restos llegarían años después. Hoy se veneran en la catedral de Oviedo.
Pío XII le beatificó junto a su predecesor, José María Díaz Sanjurjo el 29 de abril de 1951. El 19 de junio de 1988 fue canonizado por Juan Pablo II, junto con otros
ciento dieciséis mártires de la Iglesia Vietnamita.
El mismo papa los proclamó patronos de esa iglesia.

ORACIÓN
Sacerdote de Dios,
misionero fervoroso,
apóstol infatigable,
mártir de la fe de Jesucristo,
bienaventurado fray Melchor.
Me acerco a ti confiadamente impetrando tu ayuda en mi necesidad,
tu consuelo en mi dolor,
tu esfuerzo en mi desaliento.
Tu que anduviste por caminos de humildad,
quítame el espíritu de soberbia;
tu que te entregaste a Dios tan generosamente,
haz que desaparezca en mí el egoísmo.
Haz que en Dios crea con la intensidad de tu fe
y que a Dios sirva con el desinterés con que tu le serviste.
Haz que arda en mí aquella caridad que te llevó a sufrir
tan horrible y doloroso martirio.
Si lo que te pido en esta novena es para gloria de Dios,
alabanza tuya y bien de mi alma,
concédemelo; de lo contrario,
dame conformidad, energía y entereza para sobrellevar
mis sufrimientos y para cumplir en todo
y siempre la voluntad de Dios.
Amén.

José Caselles Moncho e José Castell Camps, Beatos
Julho 28   -  Mártires Salesianos

José Caselles Moncho y José Castell Camps, Beatos

José Caselles Moncho y José Castell Camps, Beatos

Mártires Salesianos

Martirológio Romano: Em Barcelona, Espanha, beatos José Caselles Moncho e José Castell Camps, presbíteros da Sociedade Salesiana e mártires, que durante a mesma perseguição religiosa mereceram alcançar com o martírio a glória da vida eterna (1936).
José Caselles Moncho
Era de Benidoleig (Alicante). Nació el 8 de agosto de 1907. Estudió en el colegio salesiano de Valencia y se fue pronto al aspirantado, a Campello. Allí profesó en 1927. De ahí se trasladó a Samá, recordado siempre como un joven amable, servicial y caritativo.
Cursó Teología en Carabanchel (Madrid) y fue ordenado sacerdote en 1936 en Valencia, durante el verano lo enviaron al Tibidabo. Con la guerra su única pretención era asegurar el refugio a los niños que allí vivían, sin preocuparse de él mismo. Al final le detuvieron y tras torturarle en una de las checas de Barcelona, lo asesinaron el 27 de julio.
José Castell Camps
Don José era natural de Ciudadela (Menorca), desde el 12 de octubre de 1902. Allí conoció a los salesianos y un tiempo después se marchó a Campello y Carabanchel para sus estudios salesianos. Profesó en la Congregación en 1918 y se ordenó sacerdoten en 1927.
En 1933 fue destinado al Tibidabo. En julio del 36 vio arder el templo desde el bosque y bajó después a Barcelona a buscar refugio. El 28 de julio una patrulla de milicianos le detuvo, le sometieron a un careo ante otro salesiano y, finalmente, lo mataron esa misma noche en una de las checas de la capital catalana.

Fueron beatificado por S.S. Juan Pablo II el 11 de marzo de 2001 junto a otros 231 mártires españoles.

Manuel Segura, Beato
Julio 28 Mártir, 28 de julio

Manuel Segura, Beato

Manuel Segura, Beato

Martirológio Romano: Em Gabasa, povo da provincia de Saragoça, em Espanha, beatos Manuel Segura, presbítero, e David Carlos, religioso da Ordem dos Clérigos Regulares das Escolas Pias, mártires durante a perseguição contra a Igreja durante a guerra civil espanhola(1936)

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Nació en Almonacid de la Sierra (Zaragoza), el 21 de enero de 1881. Vistió el hábito escolapio en Peralta de las Sal (Huesca) el 1 de noviembre de 1899 y fue ordenado sacerdote en Barbastro el 25 de mayo de 1907.
El p. Manuel Segura cumplió su misión de maestro y educador en los colegios escolapios de Barbastro, Tamarite, Pamplona y Tafalla. Cuando el santuario calasancio de Peralta fue cercado por los milicianos armados, los novicios estaban jugando al fútbol en el patio. El p. Segura, su maestro, les exhortó a pasar del deporte al martirio. Ellos se libraron y lo recuerdan como un educador lleno de ternura. Recibió la corona del martirio el 28 de julio de 1936, tenía 55 años de edad.
A su lado fue sacrificado, a sus 29 años, el hermano David Carlos, un navarro de Asarta. Encargado del huerto, trabador y noble, era muy querido por los peraltenses, también labradores. Sus verdugos le dijeron que le perdonaban la vida si abandonaba el hábito religioso. Pero no renegó.
Fueron beatificados el 1 de octubre de 1995.

92516 > Sant' Acacio (Acazio) di Mileto Martire 28 luglio MR
64625 > Sant' Alfonsa dell'Immacolata Concezione (Anna Muttathupadathu) Clarissa dell’India 28 luglio MR
90464 > Sant' Arduino di Ceprano Sacerdote 28 luglio
94222 > Beato Astolfo Lobo Vescovo 28 luglio
92113 > San Botvido di Svezia Martire 28 luglio MR
64670 > San Cameliano di Troyes Vescovo 28 luglio MR
93636 > Beata Chiara (Sancia di Maiorca) Regina di Sicilia 28 luglio
91746 > Beato Davide Carlos Fratello Scolopio, martire 28 luglio MR
93424 > Beato Emanuele Segura Martire 28 luglio MR
94003 > Beato Germano Martin Martin Sacerdote salesiano, martire 28 luglio
90243 > San Giacomo Ilario (Emanuele) Barbal Cosàn Religioso martire 28 luglio MR
92913 > Beati Giuseppe Caselles Moncho e Giuseppe Castell Camps Sacerdoti salesiani e martiri 28 luglio MR
64660 > Santi Martiri della Tebaide d'Egitto 28 luglio MR
93420 > San Melchiorre Garcia Sanpedro Vescovo e martire 28 luglio MR
64650 > Santi Nazario e Celso Martiri 28 luglio MR
91486 > San Pedro Poveda Castroverde Fondatore, martire 28 luglio MR
91953 > Santi Procoro, Nicanore, Timone, Parmenas e Nicola Diaconi 28 luglio MR
94001 > Beato Sabino Hernandez Laso Sacerdote salesiano, martire 28 luglio
91716 > San Sansone Abate e vescovo di Dol 28 luglio MR
90137 > San Vittore I Papa e martire 28 luglio MR

sites utilizados:  www.es.catholic.net/santoral  -   www.jesuitas.pt  -  www.santiebeati.it

Recolha  efectuada por António Fonseca