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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Nº 1089 – 6 DE AGOSTO DE 2010 - Papas e SANTOS DO DIA

 

N O V A   R U B R I C A
 
PAPAS DA IGREJA CATÓLICA
Resumo:
SÃO CORNÉLIO - XXI Papa de 251 a 253; SÃO LÚCIO - XXII Papa de 253 a 254; SANTO SISTO II – XXIII Papa de 257 a 258; SÃO DIONÍSIO – XXIV Papa de 259 a 268; SÃO FÉLIX – XXV Papa de 269 a 274; SANTO EUTIQUIANO - XXVI Papa de 275 a 283; SÃO CAIO - XXVII Papa de 283 a 296; SÃO MARCELINO - XXVIII Papa de 296 a 304; SÃO MARCELO - XXIX Papa de 308 a 309; SANTO EUSÉBIO - XXX Papa em 309; SÃO MELCÍADES - XXXI Papa de 311 a 314; SÃO SILVESTRE - XXXII Papa de 314 a 335; SÃO MARCOS - XXXIII Papa em 336; SÃO JÚLIO - XXXIV Papa de 337 a 352; SÃO LIBÉRIO - XXXV Papa de 352 a 366; - SÃO DÂMASO –XXXVI Papa de 366 a 384; - SÃO SIRÍCIO – XXXVII Papa de 384 a 399; - SANTO ANASTÁCIO I – XXXVIII Papa de 399 a 401; -  SANTO INOCÊNCIO I  - XXXIX Papa de 401 a 417; -  SÃO ZÓZIMO  - XL Papa de 417 a 418; SÃO BONIFÁCIO I  - XLI Papa de 418 a 422)

Hoje, dia 6-8, falar-vos-ei de mais três Papas
(tendo o terceiro uma longa biografia, pelo que amanhã continuarei com os restantes…)
SÃO CELESTINO I - (desde 422 a 432)
Numa altura em que continuavam as invasões bárbaras, mandou Santo Patrício evangelizar a Irlanda.
Fez o que pôde para a unificação das Igrejas e tratou, ainda, de fazer alastrar no mundo a fé eclesiástica. 
SÃO SISTO III - (desde 432 a 440)
Em memória do Concílio de Éfeso, o Papa Sisto III renovou e ampliou a basílica de Santa Maria Maior.
No plano doutrinal, combateu as teses nestorianas, conseguiu reconciliar João, bispo de Antioquia, e São Cirilo, patriarca de Alexandria.

SANTO LEÃO I - (desde 440 a 461) 

São Leão I (? – 461), cognominado de O Magno (O Grande) devido à sua rara e eminente erudição, foi Papa entre os 440 e 461, tendo o seu pontificado de 21 anos sido considerado um dos mais gloriosos e mais longos da antiguidade cristã, na medida em que enfrentou grandes desafios, com destaque para o encontro, em 452, com Átila, rei dos hunos (conhecido também como o Flagelo de Deus), um ano após estes terem assolado o Norte de Itália e pilhado a zona, causando várias mortes.
Com a sua forte personalidade, Leão I conseguiu firmar um acordo de paz com Átila, em Mântua, oferecendo-lhe uma grande riqueza, fazendo assim com que se retirasse.
De acordo com o Liber Pontificalis (livro dos papas), Leão era filho de Quintianus e nasceu no final do século IV na região de Toscana. Viveu em Roma desde a sua juventude, onde, ainda novo, foi agregado ao clero romano, chegando a obter o grau de diácono.
Após a morte do Pontífice Sisto III (? –440), a quem prestou serviços, Leão I não se encontrava em Roma, mas este facto não impediu a sua nomeação para sucessor. Homem de grandes qualidades, entre as quais se salientam a humildade, a modéstia, a piedade e a total falta de ambição, recebeu a notícia da sua eleição ao Trono de São Pedro com grande coragem e chegou a Roma 40 dias depois, tendo sido sagrado a 29 de Setembro de 440.
Enquanto Sumo Pontífice tinha como principal objectivo manter a unidade da Igreja e, por isso, durante o seu papado dedicou-se com grande empenho ao combate das heresias dos maniqeus, dos priscilianos, dos pelagianos e dos eutiquianos. Leão I censurou fortemente os sacerdotes, diáconos e clérigos , que tinham aderido à doutrina do monge Pelágio, no sentido de obrigar a renunciar publicamente o pelagianismo, uma doutrina que minimizava o papel da graça divina e insistia na eficácia do esforçou pessoal.
O Maniqueísmo foi outra das doutrinas à qual Leão se opôs.Com o objectivo de fazer com que a vida religiosa se processasse sem sobressaltos, o Magno determinou a utilização do vicariato papal dos bispos de Arles, no sentido de criar um centro para o episcopado gaulês em união com Roma. Inicialmente, esta ideia foi contrariada face ao conflito com o então bispo de Arles, Santo Hilário, que não queria que os bispos abdicassem dos seus privilégios. Mais tarde, Hilário reconciliou-se com o Papa Leão I. Inclusive, depois da morte de Hilário o Sumo Pontífice declarou-o Beato.
O seu pontificado foi também bastante significativo pelo facto de nele ter sido descrita a asserção do episcopado universal  do Bispo de Roma, apoiando-se em alguns versículos do Evangelho Segundo São Mateus (16: 16-19). Leão I proclamou que o Pontífice era a autoridade suprema da Igreja, alegando ser o herdeiro de Pedro. É muitas vezes identificado como “o primeiro Papa”. Leão I, o Magno, faleceu a 10 de Novembro de 461, sendo sepultado no pórtico da basílica de São Pedro.
                www.jn.pt
(Continua...)
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SANTOS DO DIA DE HOJE, SEXTA-FEIRA, DIA 6 DE AGOSTO DE 2010

 

Justo e Pastor, Santos
Agosto 6   -  Meninos Mártires

Justo y Pastor,  Santos

Justo y Pastor, Santos

Meninos Mártires


Eram estudantes, martirizados em Espanha, na região de Alcalá de Henares, no ano de 304. Logo que souberam, por um condiscípulo, que o governador Daciano estava a entrar na cidade, Justo e Pastor saíram imediatamente da escola e correram a postar-se no caminho do cruel perseguidor. Gritaram-lhe que eram cristãos ou foi um pagão que os descobriu? O certo é que Daciano, de cima do cavalo, ordenou que os sujeitassem à tortura. E eles cantaram de felicidade, bendizendo quem lhes preparava o martírio. O governador, vendo e sentindo quanto se tornava ridículo, como bruto que era, logo mandou que lhe cortassem as cabeças. Oitenta anos mais tarde, Paulino de Nola enterrou junto do sepulcro deles o filhinho de berço que perdera; esta morte tê-lo-ia lançado no desespero se não se tivesse, pouco antes, feito cristão.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

Sixto II e companheiros, Santo
Agosto 6   -  XXIV Papa, Mártir

Sixto II  y compañeros, Santo

Sixto II y compañeros, Santo

Papa y Mártir


Foi Sisto decapitado pela polícia durante uma cerimónia clandestina que ele celebrava num cemitério da via Ápia. Foram ao mesmo tempo executados  seis dos sete diáconos que o rodeavam. Só pouparam algum tempo o diácono Lourenço, seu tesoureiro, a quem deixaram quatro ias para entregar os bens da Igreja. Assim se procedia desde que Valeriano (260) estabelecera a pena de morte «sem julgamento, só com verificação de identidade», contra os bispos, padres e diáconos da religião cristã. S. Sisto II foi papa nos anos de 257 a 258. Além de S. Lourenço, foram particularmente célebres na antiguidade os diáconos Felicíssimo e Agapito, enterrados no cemitério de Pretextato, perto de S. Calixto. No século IV acorriam tão numerosos os peregrinos, que foi necessário aumentar a capela onde eles estavam. S. Dâmaso compôs em honra deles a seguinte poesia epigráfica: «Olhai, este túmulo conserva os membros celestes dos santos que arrebatou num instante a corte do céu. Os companheiros da sua (de Sisto II) cruz invencível, ao mesmo tempo que os seus diáconos, partilhando o mérito e a fé de quem tinham por chefe, entraram nas moradas do Alto e no reino dos eleitos. O povo de Roma sente-se feliz e orgulhoso de que eles tenham merecido triunfar com  Cristo sob o comando de Sisto. A Felicíssimo e a Agapito, aos santos mártires, Dâmaso, Bispo». O papa Leão  IV, em 848, transportou as relíquias destes dois mártires para a igrejinha de S. Nicolau in Cesarini. Quando foi demolida, em 1927, encontrou-se em três pedaços a inscrição damasiana referida, que tinha sido transportada das catacumbas juntamente com os corpos.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

• A Transfiguração de Jesús (ou do Senhor)
Agosto 6   -  Festa, Nosso Senhor mostrou sua glória a três de seus apóstolos no monte Tabor

Transfiguración de Jesús

Transfiguração de Jesús

A cruz não é o termo. A dor não é o último destino do homem. É um caminho e nada mais, um meio para chegar ao gozo do Senhor. E Jesus quer dar uma amostra desse gozo aos três discípulos que hão-de presenciar, mais de perto, os tormentos da sua Paixão. Ao regressar de Cesareia, chegou, com os Doze, em uma tarde e de Agosto, ao sopé do Tabor, montanha graciosa, símbolo da felicidade sobrenatural, do amor beatifico, do abraço de Deus. Deixou nove discípulos na falda do monte e, levando consigo Pedro, João e Tiago, subiu ao cume, para orar. Dizem que Pedro representa os constantes na fé, Tiago os firmes na esperança, João, os ardentes no amor. Pedro é o Vigário de Jesus Cristo; João, o discípulo virgem; Tiago, o primeiro Apóstolo mártir. Chegando a um lugar tranquilo, começaram a orar. Jesus prolongou a sua oração, mas os discípulos estavam rendidos de sono. Adormeceram. «Enquanto Jesus orava transfigurou-se diante deles e o seu rosto resplandecia como o sol e as suas vestes tornaram-se brilhantes e duma alvura extrema, como a da neve. Neste instante apareceram, Moisés e Elias em forma gloriosas, falando com Ele; e falavam da sua saída (deste mundo), que havia de cumprir-se em Jerusalém. Os discípulos, ao despertar, viram a glória de Jesus e os dois varões que estavam com Ele».

Transfiguración de Jesús

Transfiguração de Jesús

Que impressão para os três! Ver o seu amado Mestre, cheio de graça, formosura e majestade, a conversar com aqueles dois santíssimos varões: Moisés, o libertador do povo judeu, e Elias, o grande profeta mártir, que durante a vida haviam ansiado pela vinda do Ungido do Senhor e agora eram chamados do outro mundo para O ver, ouvir e Lhe falar… A Transfiguração é a vitória da Luz: Elias foi arrebatado ao Céu em carro luminoso de fogo; Moisés desceu do monte com feixes de Luz na fronte. Jesus é a Luz eterna, é Luz da Luz que ilumina a todo o homem que vem a este mundo. Desde que nasceu, a beleza divina da sua alma não cessou de crescer aos olhos dos homens. Agora brilhava deslumbrantemente. Transparecia através do corpo e do vestido. Erguia o seu corpo acima da terra, e se Jesus não tivera atendido senão às exigências da sua natureza divinizada, ter-se-ia realizado ali a ascensão. Mas renunciava a ela e falava com os dois Aparecidos a respeito de como havia de sair da vida mortal. Elias saíra sem morrer. Moisés saíra morrendo, mas de morte tão suave que a Escritura afirma que expirou no ósculo de Deus. Ambos conheceram, sobre este monte, uma ciência mais alta. A ciência de preferir a morte: a ciência de morrer ignominiosamente em uma cruz, nu, desprezado, escarnecido pela multidão, abandonado do próprio Deus, para realizar assim a redenção dos homens. Eis do que se falava sobre o monte Tabor. Moisés e Elias contemplavam estáticos, mudos de assombro e de admiração, aquela maneira de sair da vida, única, maravilhosa, digna de Jesus. Nem Pedro nem Tiago nem João compreendiam aquilo. Só viam a glória. E como amavam ternamente o seu Mestre, assistiam radiantes à sua glorificação. A Pedro que, como os grandes corações, tinha o segredo das frases belas, ocorreu uma, admirável: «Senhor, como se está bem, aqui: façamos três tendas, uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Para si não pedia nada, porque tinha a certeza de participar na glória do seu bom Mestre. Mas o Evangelista adverte que, falando assim, «Pedro não sabia o que dizia».  «Estando Ele ainda a falar, veio uma nuvem luminosa que os envolveu e ao entrarem na mesma tiveram medo. E eis que saiu da nuvem uma voz que dizia: – Este é o meu Filho amado em quem pus toda a minha complacência. Ouvi-O.Ouvindo aquela voz, os discípulos caíram de bruços e tiveram muito medo. Porém, Jesus, aproximou-Se deles, tocou-lhes e disse:Erguei-vos e não temais.Eles então, erguendo os olhos e olhando à volta. não viram ninguém senão Jesus». Tudo voltara ao estado normal! O rosto de Jesus perdera o seu fulgor, a túnica era como todos os dias e Ele voltava a ser o Amigo carinhoso de cada hora. Nessa noite, porém, três homens tinham assistido à glória do Nazareno e escutado a voz de Deus:Este é o meu Filho muito amado: escutai-O. E um deles, Pedro, poderá um dia escrever nas suas cartas: «Nós escutamos esta voz descida do céu, quando estávamos com Ele no monte santo». E para defender a verdade do seu testemunho, viria a morrer mártir. Antigamente, Deus falou aos Patriarcas por meio dos Profetas. Agora fala-nos por meio do seu Filho. Com Ele dá-nos tudo, por Ele nos diz tudo: escutemo-Lo. Quando desviam do monte, Jesus interrompeu o silêncio em que vinham, meditando no que acabavam de ver, e disse-lhes: «A ninguém direis o que vistes, até que o Filho do Homem ressuscite entre os mortos». E eles calaram-se durante aqueles dias e não disseram a ninguém o que tinham visto: mas, de si para si, cogitavam o que significaria quando ressuscite de entre os mortos. Parecia-lhes impossível que o seu Mestre pudesse morrer e estar entre os mortos e por isso desconfiavam que aquela frase tivesse qualquer sentido misterioso. Apagadas as luzes do Tabor, tinham de descer às misérias da vida diária, às rivalidades dos fariseus, aos ataques do Tentador. Já não viam as claridades do monte nem escutavam a voz do Pai. Não é possível permanecer sempre no gozo das alturas.É preciso descer. Mas continuaram eles e continuamos nós escutando a voz do Filho nas palavras do seu Evangelho «que fazeis muito bem em atender, como a luz que brilha no meio das trevas, até que nasça o dia e se acenda a luz nos vossos corações». Assim nos diz, aconselhando-nos a ouvir a palavra de Deus escrita, o próprio S. Pedro, aquele ditoso Apóstolo que escutou a sua palavra falada. Fazeis muito bem atendendo-a, que a sua palavra é luz e esta vida é uma passagem tenebrosa. Esperai algum tempo; também para vós brilhará o dia duma transfiguração maravilhosa e nascerá em vossos corações uma torrente de luz e ficareis convertidos em claridade e sereis semelhantes a Deus, porque O vereis tal como é; não brilhante como o Sol, não branco como a neve, mas como é… E cantareis eternamente o hino de gratidão e de amor: – Senhor! Como estamos bem aqui!.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,pt. Veja-se também www.es.catholic/net/santoral e www.santiebeati.it

Consulta também Transfiguración de Jesús de Jesús Martí Ballester

Octaviano, Beato
Agosto 6   -  Bispo,

Octaviano, Beato

Octaviano, Beato

Bispo

Martirológio Romano: Em Savona, da Ligúria, beato Octaviano, bispo e irmão do papa Calixto II, que tanto no claustro como na cátedra buscou com afinco servir a Deus e aos irmãos (1132).
Etimologia: Octaviano = do oitavo dia. Vem da língua latina.
Octaviano morreu em Ligúria em 1132. Era nada menos que o filho de Guillermo II, rei de Borgonha. Seu irmão chegou a ser Papa com o nome de Calixto II. Outro irmão foi o arcebispo de Besançon.
Toda a ilusão que animava em seu puro coração era a de ser monge de Cluny.
O pai, sem embargo, que o havia reservado para que fosse seu sucessor, o enviou a estudar na universidade de Bolonha.
Era um jovem muito inteligente. Ao terminar seus brilhantes estudos, se converteu em professor.
Guillermo via que sua morte se acercava.
Então enviou mensageiros para que seu filho voltasse. Quando chegaram, seu pai já havia morrido.
Graças a esta morte, dolorosa mas esperada, ele pôde seguir livremente sua vocação com a qual os seus não puseram dificuldades.
Ao não as encontrar, entrou na abadia de são Pedro em que viveu por espaço de quarenta e dois anos., entregue à oração e ao estudo da Palavra de Deus.
Era uma pessoa muito sociável e com talentos apropriados para tratar a todo o mundo como se merecia.
Pôde conquistar as honras mais altas, e, em verdade, se lhe apresentaram a miúdo. Jamais, sem embargo, os aceitou em sua alma.
O que ele sentia realmente era a humildade de Jesús feito carne nele mesmo.
Vinte meses antes de sua morte, teve que presidir à diocese de Savone porque não havia candidato. Durante este tempo realizou vários milagres, o primeiro dos quais foi a reforma dos canónicos. Privou-os de suas prebendas enquanto não mudassem de conduta.

¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários al P. Felipe Santos:
al Santoral">al Santoral">al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

Carlos López Vidal, Beato
Agosto 6 - Mártir

Carlos López Vidal, Beato

Carlos López Vidal, Beato

Sacristão Mártir

Martirologio Romano: En las cercanías de Gandía, en Valencia, en España, beato Carlos López Vidal, mártir, que en tiempo de persecución de la fe alcanzó la gloria celestial (1936).
Carlos López Vidal, laico fiel, nace el 15 de noviembre de 1894 en Gandía (Valencia) e hizo sus estudios en el colegio escolapio de aquella localidd.
Era sacristán en Colegiata de Gandía y contrajo matrimonio con Rosa Tarasona Ribanocha.
Era un hombre de fe y de vida orante como parte de su ejercicio de virtudes cristianas. Fue miembro de algunas asociaciones de apostolado.
Encarcelado en agosto de 1936 fue martirizado hasta morir, en la Pedrera de Gandía, sus últimas palabras fueron: "Viva Cristo Rey".
Fue beatificado, junto a otros
232 mártires españoles, el 11 de marzo de 2001 por S.S. Juan Pablo II.

María Francisca de Jesús (Ana María Rubatto), Beata
Agosto 6   -  Fundadora

María Francisca de Jesús (Ana María Rubatto), Beata

María Francisca de Jesús (Ana María Rubatto), Beata

Fundadora do Instituto das
Irmãs Terceiras Capuchinhas

Martirologio Romano: En Montevideo, de Uruguay, beata María Francisca de Jesús (Ana María) Rubatto, virgen, que en la ciudad de Loano, cerca de Savona, en Italia, fundó el Instituto de las Hermanas Terciarias Capuchinas y, habiéndose trasladado a América Latina, puso todo su empeño en el servicio a los pobres (1904).
María Francisca de Jesús (en el siglo, Ana María Rubatto) nació en Carmagnola (Turín) el 14 de febrero de 1844. Cuando tenía cuatro años, quedó huérfana de padre. A los diecinueve años perdió a su madre, tras lo cual fue a vivir a Turín. Dotada de una gran inteligencia, aunque no tenía estudios alcanzó un grado notable de cultura, que armonizó constantemente con la vida práctica. Cultivó desde pequeña una profunda espiritualidad. En la capital piamontesa entró al servicio de la noble Mariana Scoffone, de la que fue dama de compañía y colaboradora en la administración de su ingente patrimonio desde 1864 hasta 1882. Durante esos años Ana María se dedicó a las obras de caridad, a la enseñanza del catecismo a los niños, y a la visita a los enfermos del Cottolengo y a los abandonados. En el verano de 1883 se trasladó a Loano. Un día, al salir de la iglesia, oyó lamentos y llanto: una piedra se había caído de la construcción y había herido en la cabeza a un jovencísimo peón. Ana María socorrió al joven, lavó y curó la herida y, después de darle el equivalente a dos días de trabajo, lo envió a casa para que se recuperara. La construcción debía albergar a una comunidad femenina, para la cual se estaba buscando una directora: el padre capuchino Angélico de Sestri Ponente, que apoyaba esta iniciativa, pensó que Ana María Rubatto podía ocupar el cargo de directora.
Vistió el hábito religioso junto con otras cinco jóvenes el 23 de enero de 1885. Cambió su nombre por el de sor María Francisca de Jesús. Se convirtió, por mandato del obispo diocesano, en superiora, pero sobre todo en madre y formadora. Fue éste el inicio del «instituto de las Hermanas Capuchinas de la Madre Rubatto» [luego, Terciarias o Hermanas Capuchinas de Loano]. Tres años después, el instituto comenzó a dilatarse: Génova-Voltri, Sanremo, Génova-Centro... En 1892 fundó en Montevideo. Siguió la fundación en Uruguay y Argentina. Siete veces atravesó la fundadora el océano para estar al lado de las hermanas en los dos continentes. Abrió dieciocho casas en los veinte años de su gobierno. Durante los ocho años que duró en total su estancia en América, fueron incontables los viajes de Uruguay a Argentina y de una casa a otra. Fundó también en Alto Alegre en 1899, pero 18 meses más tarde las religiosas fueron asesinadas con los misioneros capuchinos y muchos fieles.
Después de organizar las casas de Italia, viajó a América para lo que iba a ser una visita pastoral de pocas semanas, pero que en realidad se prolongó por más de un año. Allí, en Montevideo, la sorprendió la muerte el 6 de agosto de 1904. Juan Pablo la beatificó el 10 de octubre de 1993.

• Mateo de Bascio, Beato
Agosto 6   -  Fundador

Mateo de Bascio, Beato

Mateo de Bascio, Beato

Fundador da Ordem de Frades
Capuchinhos Menores

Fue fundador y primer superior general de la orden de los frailes capuchinos menores, la rama principal que se dedicó de la Reforma de la Observancia. Nació en 1495 en Bascio en la Diócesis de Montefeltro en el Ducado de Urbino. Murió en Venecia en 1552. Cuando tenía 17 años de edad entró en la orden de los Observantes de Montefiorentino. En 1525 era sacerdote y misionero siendo también miembro de la Provincia Reformada de Ancona.
Motivado por la necesidad que sentía por reformarse, la cual era común en toda la familia franciscana, resolvió en 1525 en el año del jubileo, principiar con una vida más austera escogiendo para el efecto un estilo más parecido al de San Francisco. El Papa Clemente VII le aprobó su requerimiento y por medio del mismo le permitió predicar en cualquier lugar y tener seguidores. Algunos de los miembros de la observancia pidieron el permiso para unirse a Mateo, y el 3 de Julio de 1528 el Papa decretó la Bula “Religionis zelus”, por medio de la cual la nueva reforma era aprobada y colocada en la jurisdicción nominal de los Conventuales. El nombre “Capuchino” fue dado por la gente a los nuevos monjes franciscanos y luego adoptado oficialmente, en los decretos pontificales los seguidores de Bassi utilizaron varios estilos en la expresión “Capucini”, “Capuciati” “Capulati” y “Hermanos de la Observancia Capucinorum”.
En abril de 1529 la orden tuvo su primera seccional en Albacina donde Mateo de Bacci fue electo por aclamación vicario general. Se elaboró un código a manera de constitución que servia de base a la reforma. Sin embargo, el humilde fundador no mantuvo su cargo por mucho tiempo. Después de visitar unos poblados deseo volver a tener su carrera apostólica y quizá también influido por el hecho de sentirse sin mayor poder contra las dificultades que se generaban por parte de problemas con los discípulos, renunció a su puesto.
Desde entonces no tomó parte en el gobierno de la orden. Aproximadamente en el año 1537 decidió retornar a la obediencia de los Observantes aún con el temor de incurrir en alguna censura eclesiástica. En diferentes oportunidades y diferentes épocas habrían obtenido bulas y decretos contra la nueva reforma. Bacci predicó en todo el país de Italia y parte de Alemania.
Murió en Venecia en medio de sus labores y fue enterrado en la Iglesia de los Observantes de esa ciudad en presencia de una vasta concurrencia que había llegado al lugar atraída por su reputación como un santo. El siguiente texto de Arthur du Monstier se puede leer el Martirologio Franciscano y dice: “allí murió en Venecia el Santo Mateo, confesor, fundador de la congregación de los capuchinos. Sus continuos ayunos, vigilias y oraciones, su gran pobreza y ardiente celo por las almas, le confirieron una santidad extraordinaria y el don de los milagros hace que su memoria sea gloriosa”.

Hormisida, Santo
Agosto 6   -  LII Papa

Hormisda, Santo

Hormisida, Santo

LII Papa

Martirologio Romano: En Roma, en la basílica de San Pedro, sepultura de san Hormisda, Papa. Abanderado de la paz, consiguió acabar con el cisma de Acacio en Oriente, y en Occidente hizo que se respetaran religiosamente por los nuevos pueblos los derechos de la Iglesia (523).
Originario de la Campania, era un diácono de Roma, viudo, cuyo hijo San Silverio había de ceñir también la tiara pontificia.
En el año 514, Hormisdas fue elegido Papa. Tuvo que consagrar toda su actividad al problema delicado y complejo de la situación que había producido en el oriente el cisma provocado por Acacio de Constantinopla, con el fin de aplacar a los monofisitas.
A San Hormisdas pertenece el honor de haber acabado con el cisma mediante la confesión de fe que lleva su nombre: "La Fórmula de Hormisdas". Este documento, citado todavía por el Concilio Vaticano I, es una de las pruebas más fehacientes de la autoridad que se atribuía al Papa en los seis primeros siglos.
Sabemos que San Hormisdas fue un hombre inteligente, hábil y amante de la paz . En sus últimos años tuvo el consuelo de ver cesar en Africa la persecución de los vándalos.

Tadeu Dulny, Beato
Agosto 6   -  Seminarista Mártir

Tadeo Dulny, Beato

Tadeo Dulny, Beato

Mártir

Martirologio Romano: Cerca de Munich, de Baviera, en Alemania, beato Tadeo Dulny, mártir. Al ser ocupada militarmente Polonia, su patria, fue llevado al campo de concentración de Dachau por su fe en Cristo y, víctima de crueles tormentos, emigró a la gloria celestial (1942).
Etimológicamente: Tadeo = Aquel que alaba, es de origen arameo.

El seminario, luego el campo de concentración, y allí dentro la muerte. Así se resume la vida de Tadeo Dulny. Nacido en una numerosa familia (seis hijos y dos hijas) en la Polonia sudoriental. Sus primeros maestros en la fe son sus padres, Jan y Antonina, quienes le dieron el sí cuando manifiesta su deseo de ingresar en el seminario de Wloclawek, después de haber terminado con mucho esfuerzo su educación en Ostrowiec. También en el seminario debe esforzarse mucho para llevar el ritmo de estudios, pero no se queja ni se rinde, cualidad que no deja de ser causa de admiración entre sus compañeros.
El 1 de septiembre de 1939 empieza la segunda guerra mundial: Polonia es invadida primero por la Alemania nazi y luego por la Rusia comunista. Sin embargo a finales de septiembre, Tadeo se presenta puntual al seminario, para el nuevo año escolar. Pero el 7 de octubre llega la policía nazi y se lleva todo, profesores y clérigos. Primera etapa, la prisión local en Wloclawek, por tres meses. Luego un traslado a la ciudad de Lad, los ponen en las instalaciones de un colegio salesiano, con algunas libertades de movimiento al interior; se trata entonces de retomar los cursos del seminario y Tadeo lleva a término el programa del quinto año de estudios. Todo se derrumba en el verano de 1940. El 26 de agosto, maestros y seminaristas son llevados al campo de concentración de Sachsenhausen, cercano a Berlín. Por fin, el 15 de diciembre, Tadeo y otros son llevados a Dachau, en la alta Baviera. Aquí está el primer campo de concentración nazi, creado en 1933 y los primeros deportados fueron ciudadanos alemanes anti nazis. Vinieron luego, en número creciente, los judíos capturados primero en Alemania y luego en los Países invadidos por las tropas alemanas.
En el 1940 son llevados allí más de ochocientos sacerdotes y religiosos polacos. Con ellos está Tadeo, que no es sacerdote todavía; así lo recuerda un compañero de deportación: «No era como los otros, en esas circunstancias su personalidad maduró y resaltó poco a poco que era un hombre increíblemente generoso, que moría a si mismo». El objetivo de este nuevo «curso de estudios» era la muerte. Para los torturadores, los deportados no son hombres con un nombre, tan sólo son números, y él es el número 22662. No es más un futuro sacerdote, porque allí nadie tiene un futuro. Sólo existía un presente atroz, y luego la muerte.
Aquí el clérigo Tadeo progresa: se olvida de su persona, hace de si un instrumento de alivio para los demás. El objetivo de su vida, y muerte, en Dachau es evitar a otros la fatiga, los golpes, las torturas; es procurar comida a quien está muriendo de hambre. Hace uso de toda su voluntad para sobrevivir ayunando, para dar su ración a otros. Un testigo cuenta: «Elevarse por encima de la necesidad de comida, allí donde el hambre torcía los tripas, era una empresa extraordinaria». Otro dice: «Tadeo, un chico besado del sol. En las situaciones más oscuras, él logró recoger un rayo de la misericordia divina para dárselo a los demás». Un compañero de reclusión relata así su fin: «Murió de hambre. Asado en el crematorio». Tenía 28 años.
En el año 1999, durante una de sus visitas a Polonia, el papa Juan Pablo II lo proclamó beato, como mártir, junto a otras 107
víctimas del odio a la fe entre 1930-1945.

responsable de la traducción: Xavier Villalta

21300 > Trasfigurazione del Signore 6 agosto - Festa MR


72615 > Sant' Anna Paleologina (Giovanna di Savoia) Imperatrice bizantina 6 agosto (Chiese Orientali)
93314 > Beato Carlo Lopez Vidal Laico coniugato, martire 6 agosto MR
91318 > San Cremete Abate 6 agosto
95221 > Santi Felicissimo, Agapito, Gennaro, Magno, Vincenzo e Stefano Martiri di Roma 6 agosto
65570 > Beato Gezzelino Eremita 6 agosto MR
65540 > Santi Giusto e Pastore Martiri 6 agosto MR
94414 > San Glisente Apostolo della Val Camonica 6 agosto
94092 > San Goderanno Abate e vescovo 6 agosto
94563 > San Guglielmo Sanz Martire mercedario 6 agosto
94567 > Beato Guglilmo di Altavilla Mercedario 6 agosto
90388 > Beata Maria Francesca a Iesu (Anna Maria Rubatto) Fondatrice 6 agosto MR
93958 > Beato Matteo da Bascio Fondatore dei Cappuccini 6 agosto
65360 > Sant' Ormisda Papa 6 agosto MR
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Meus amigos: Finalmente parece que consegui resolver o problema do computador – era uma ligação que estava queimada, e, não deixava dar acesso à motherboard, - e, aliás, estava mesmo em riscos de acabar por avariá-lo sem remédio. Felizmente o assunto foi resolvido por um amigo meu, hoje de manhã, ou melhor ao principio da tarde, e, só agora…, são mais de 16 horas é que consegui editar o meu bloguem de hoje. António Fonseca