OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Nº 1111 - 31 DE AGOSTO DE 2010 - PAPAS; SANTOS DE CADA DIA; ETC.,

PAPAS DA IGREJA CATÓLICA
Resumo:
URBANO IV  - CLXXXI Papa  de 1261 a 1264 - CLEMENTE IV – CLXXXII  Papa de 1265 a 1268  - GREGÓRIO X – CLXXXIII  Papa de 1271 a 1276  - INOCÊNCIO V  -  CLXXXIV Papa em 1276 -ADRIANO V – CLXXXV Papa em 1276JOÃO XXI  - CLXXXVI Papa  de 1276 a 1277 - NICOLAU III– CLXXXVII  Papa de 1277 a 1280 - MARTINHO IV – CLXXXVIII  Papa de 1281 a 1285 - HONÓRIO IV – CLXXXIX  Papa de 1285 a 1287
Hoje, dia 31-8, falar-vos-ei de mais SEIS Papas
NICOLAU IV  -  CXC Papa de 1288 a 1292 
Foi o primeiro Papa franciscano.
Foi designado de “papa missionário” destacando-se as missões realizadas como a países como a Pérsia e a China.
Foi durante o seu pontificado, em 1289, que se colocou um ponto final na contenda entre Portugal e a Santa Sé, iniciada com D. Afonso III.
SÃO CELESTINO V – CXCI Papa em 1294 
Fundou a Ordem dos Celestinos e renovou os decretos do Concílio de Lyon sobre a eleição papal, o que contrariou os cardeais.
Fruto da oposição que sentia, renunciou, não completando um pontificado vitalício.
 
BONIFÁCIO VIII  - CXCII Papa  de 1294 a 1303
 
Benedito Caetani (1235? – 11 de Outubro de 1303), natural de Anagni, na região do Lácio, era o nome de baptismo daquele que viria a ser o Papa Bonifácio VIII. Pertencente a uma antiga família nobre romana, tinha também grau de parentesco com as famílias Orsoni e Colonna.
 
Foi eleito Sumo Pontifice em Nápoles a 24 de Dezembro de 1294 e coroado a 16 de Janeiro de 1295. Governou a Igreja até à data da sua morte, que ocorreu a 11 de Outubro de 1303. Como símbolo de poder temporal e espiritual, foi o primeiro a usar a tiara com dupla coroa.
Convicto defensor da teocracia, estudou em Bolonha, formando-se em Direito Canónico e em Direito Civil. Na cidade de Roma, reorganizou o sector financeiro do papado e iniciou a construção da Universidade “La Sapienza”.
 
Nas obras História dos Papas e da Igreja, é descrito como uma pessoa com personalidade autoritária que enfrentava os adversários com sarcasmo e dureza, possuindo uma inteligência aguda. Era também considerado destemido e um homem dotado de uma grande capacidade de trabalho.
 
Antes de ser escolhido para ocupar o sólio pontifício,  desempenhou missões em França. Ao longo da sua vida eclesiástica , teve sempre como principal objectivo pacificar a Cristandade e o sacro Império Romano. Foi eleito depois de Celestino V ter renunciado ao pontificado. Esta situação gerou alguns conflitos entre Celestino V e Bonifácio VIII, que foi aconselhado a interná-lo.
 
Uma das características mais marcantes do pontificado de Bonifácio VIII foi a conhecida antipatia que nutria pelos franceses, alterando, por esse motivo, algumas das decisões tomadas pelo seu antecessor. Começou por destituir os sete cardeais franceses da Cúria, nomeados pelo anterior Papa, influenciado por Carlos II de Anjou.
 
A 24 de Fevereiro de 1296, emitiu a bula Clericis laicos, onde se manifestava contra a cobrança de impostos sem autorização de Roma, sob pena de excomunhão, dando assim isenção ao clero.
 
Defensor da supremacia do papado, o seu reinado ficou marcado por alguns fracassos. Um dos exemplos mais célebres foi a batalha que o papa manteve com Filipe IV, o Belo, que decretou a proibição da saída de letras de câmbio, de metal e moedas do país para os estados Pontifícios, deixando de enviar as habituais rendas papais em 1297.
 
Quando se preparava para excomungar o rei, o Papa Bonifácio VIII sofreu um atentado em Anagni, sua cidade natal – a mando do monarca e levado a cabo por Colonna e Nogaret.
 
Perseguido e preso pelo rei de França, foi de imediato acusado de heresia. Foi libertado numa revolta popular, pelos cidadãos dessa cidade, seus fiéis. Reentrou em Roma, onde foi injuriado e ultrajado, vindo aí a falecer, poucos dias depois, a 11 de Outubro de 1303.

 
SÃO BENTO XI – CXCIII  Papa de 1303 a 1304
 
SÃO BENTO XI empenhou-se em restabelecer a paz na Igreja.
Aceitou a paz com o rei de França, renovando todos os privilégios acordados entre ele a a Santa Sé, e excomungou Sciarra Colonna e Nogaret, culpados do atentado a Bonifácio VIII.
 
 
CLEMENTE V  – CXCIII  Papa de 1305 a 1314
 
Clemente V (1260 – 20 de Abril de 1314) será sempre recordado como o primeiro Papa a transferir a residência e sede papal para a cidade francesa de Avinhão, em 1309, iniciando o período do papado de Avinhão, que terminaria apenas com o papa Gregório XI, em 1378, quando se iniciou o Grande Cisma do Ocidente.
 
Baptizado como Bertrand de Got, nasceu  no seio de família distinta e religiosa. Um dos seus irmãos foi arcebispo de Lyon, cardeal-bispo de Albano e legado papal em França. Bertrand frequentou Artes em Toulouse e Direito Canónico e Civil em Orleães e em Bolonha. Foi cónego em Bordéus, vigário-geral do seu irmão em Lyon, capelão papal, bispo de Comminges e arcebispo de Bordéus. Neste último cargo, viu-se enredado no centro de um conflito entre a Inglaterra e a França, a propósito da posse da Normandia.
 
Ascendeu ao Trono de São Pedro após um longo conclave de 11 meses, realizado em Perúgia. A morosidade do processo deveu-se ao facto de as facções de cardeais franceses e italianos ali reunidos estarem em completo desacordo. Reza a história que o desempate em muito se deveu à acção e influência de Filipe IV de França, o Belo.
 
Depois da decisão, dirigiu-se a Perúgia e depois a Roma para assistir à cerimónia de coroação, a 14 de Novembro de 1305, com a presença de muitas individualidades, entre as quais Filipe IV e embaixadores de Eduardo I de Inglaterra. A coroação, porém, ficou marcada por grande tristeza. Quando era esperado um dia de festividade, durante a procissão pública, o Papa foi arremessado do seu cavalo quando um muro caiu e um dos seus irmãos faleceu ali mesmo, assim como um dos principais cardeais, Matteo Orsini, que já havia participado em 12 conclaves. Também nesse dia aziago perdeu-se uma jóia da tiara papal e no seguinte houve um assassinato.Todos estes acontecimentos trágicos foram interpretados como premonições.
 
O anarquismo que se vivia em Roma, devido essencialmente aos antagonismos entre os Colonna e os Orsini, levou a que o Papa não ficasse ali, como era habitual. Entre 1305 e 1309, residiu em  diferentes locais de Bordéus, Poitiers e Toulouse, acabando por fixar residência em Avinhão, perto da confluência do Ródano e do Durance.
 
Isto contribuiu para que ficasse à mercê de Filipe IV de França, que pretendia uma monarquia francesa e universal e a humilhação do Papa Bonifácio VIII, acusado de blasfémia.
 
Este Papa, que também favoreceu os seus familiares e possuía ele próprio um vasto património , teve um papel muito importante no desenvolvimento das universidades, tendo, entre outros factos meritórios, criado a Universidade de Perúgia, a cadeira de línguas asiáticas em Paris e permitido a transferência da Universidade de Lisboa para Coimbra.
 
Deixou notável herança ao Direito Canónico , com as decretais estabelecidas no Concílio de Viena e que ficaram conhecidas como Clementinas, passando a integrar a Corpus iuris canonici.
 
 
JOÃO XXII – CXCIV  Papa de 1316 a 1334
 
Instituiu a festa da Santissima Trindade, o Tribunal da Sagrada Rota e mandou construir o palácio papal em Avinhão.
Instaurou em Portugal e aprovou a Ordem de Cristo, à qual atribuiu a regra de São Bento.
 
(Continua...)
+++++++++++++++++
»«««««««««««»»»»»»»»»»»»
000000000000
000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

Ramón Nonato, Santo
Agosto 31 Cardeal,

Ramón Nonato, Santo

Ramón Nonato, Santo

Religioso, cardeal, Patrono das parturientes

Martirológio Romano: Em Cardona, de Catalunha, são Ramón Nonato, que foi um dos primeiros sócios de são Pedro Nolasco na Ordem da Bem-aventurada Virgem María de la Merced, e é tradição que, pelo nome de Cristo, sofreu muito para a redenção dos cativos (c. 1240).
Data de canonização: Foi canonizado em 1657 pelo Papa Alexandre VII

Nació en los mismos comienzos del siglo XIII.
Su nombre deja boquiabierto a quien lo oye o lo lee por primera vez. Nonnato -Nonato por más breve- sugiere a un santo sólo potencial; como si la palabra fuera un slogan publicitario que estuviera invitando a quien lo lee o escucha a que se decidiera a iniciar una programa que acabara con la santidad del guión preestablecido. De hecho, significa no-nacido. ¿Pretenderá decir el extraño nombre que, por no haber nacido todavía el santo que rellene el expediente completo de sus cualidades y virtudes, está como esperando la Iglesia a que haya uno que se decida de una vez a reproducirlas? Eso sería, lógicamente, confundir la santidad como algo que brota de la voluntad y decisión humana, cuando ella es en verdad el resultado de la acción del Espíritu Santo con quien se coopera libremente. Sería sencillamente pelagianismo.
El calificativo -que ha pasado ya a ser nombre- le viene a Ramón por el hecho de haber sido sacado del claustro materno, por medio de una intervención quirúrgica, cuando ya había muerto su madre. Por eso no nació como nacen normalmente los niños, lo extrajeron. Fue en Portell, en Lérida, cuando se iniciaba el siglo XIII.
La buena y alta situación de su padre le posibilitó crecer en buen ambiente y formación, aunque sin el cariño y los cuidados de una madre. Cuentan de su primera juventud la devoción especialísima a la santísima Virgen que le llevaba con frecuencia a visitar la ermita de san Nicolás donde pasaba ratos mientras sus rebaños pastaban. Luego su padre quiso irlo incorporando poco a poco a las tareas de administración de sus posesiones y esa fue la razón por la que se le encuentra en Barcelona en el intento de aprender letras y números. Allí tuvo ocasión de trabar amistad con Pedro Nolasco -que por aquel entonces era comerciante- y de compartir mutuamente los deseos de fidelidad a la fe cristiana vivida con radicalidad, llegando incluso a considerar la posibilidad de entrar en el estado clerical.
Como el padre disfruta de un gran sentido práctico, lo reincorpora al terruño de Portell y le encarga la explotación de varias de sus fincas. Pero, sigue diciendo la antigua crónica, que la misma Virgen María le comunica su deseo de que ingrese en la recién fundada Orden de la Merced y allí está de nuevo en Barcelona puesto a disposición completa en las manos de su antes amigo Pedro Nolasco.
Noviciado, profesión, ordenación sacerdotal y ministerio en el hospital de santa Eulalia se suceden con la normalidad propia de quien tiene prisa para cumplir el cuarto voto mercedario consistente en redimir a los cautivos y servir de rehén en su lugar si procede.
En el norte del continente negro predica, consuela, cura, fortalece, atiende y transmite paciencia a los cautivos de los piratas berberiscos; comprende bien su situación y se hace cargo de que están rodeados de todos los peligros para su fe. Incluso él mismo tuvo que soportar cárcel y la tortura de que sellaran sus labios por ocho meses con un candado para impedirle la predicación.
A su vuelta a España entre el clamor de las multitudes, lo nombra Cardenal de la Iglesia el papa Gregorio IX, reconociendo sus méritos y virtud de la caridad practicada de modo heroico; pero no le dio tiempo a llegar a Roma por morir, antes de cumplir los cuarenta años, cuando se disponía a hacerlo.
Por el empeño de hacerse cargo de su cuerpo tanto los frailes mercedarios como los nobles señores de Cardona, decidieron de común acuerdo darle sepultura allá donde lo decidiera una mula ciega que lo llevó a lomos hasta que quiso pararse ante la ermita de San Nicolás, de Portell.
Desaparecieron las reliquias, irrecuperables ya para la veneración, en el año 1936.
Lo que no ha sido relegado al olvido por sus paisanos es la figura del santo y su acción caritativa. Esa devoción secular que se refleja incluso en las fiestas y en el folklore. No digamos nada sobre la devoción que le profean todas las parturientas que lo tienen como especial patrón para su trance.
Se divulgó por el mundo la pintura que lo muestra con la Custodia en la mano derecha expresando así la fuente de su caridad con los hombres. Ver também livro de SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt e www.santiebeati.it

Aristides Marciano, Santo
Agosto 31 Apologista,

Aristide Marciano, Santo

Aristides Marciano, Santo

Apologista

Martirológio Romano: Em Atenas, santo Aristides, filósofo, notabilíssimo por sua fé e por sua ciência, que dedicou alguns de seus livros sobre a religião cristã ao imperador Adriano (c. 150).
Data de canonização: Informação no disponível,  Só sabemos que foi canonizado antes da criação da Congregação para a causa dos Santos, e que seu culto foi aprovado pelo Bispo de Roma, o Papa.

Este Santo do século II tinha ensinado Filosofia em Atenas. A Apologia que escreveu, depois de convertido, é dedicada a Adriano, o imperador que então reinava (117-138). Nela mostra que os Bárbaros, os Gregos e os Judeus formaram da Divindade uma ideia falsa, e que só os Cristãos a conhecem verdadeiramente. É aliás o que Jesus ensinava , dizendo que ninguém conhece o Pai senão o Filho e aqueles a quem o Filho o revelou (Lc 10, 22; Jo 8, 19; 14, 7). Reina na Apologia de Aristides um tom de sinceridade alegre que prova quanto o autor se sentia feliz por ter encontrado a Fé.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW,JESUITAS.PT. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it
Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

Francisco Piani de Caldarola, Beato
Agosto 31 Confessor,

Francisco Piani de Caldarola, Beato

Francisco Piani de Caldarola, Beato

Data de beatificação: Foi beatificado pelo Papa Urbano VII no ano 1634.

Francisco fue un confesor del siglo XVI.
Fue el gran propagador y fundador de los Montes de Piedad juntamente con el
Beato Bernardino de Feltre. Los dos eran hermanos franciscanos dela estricta observancia.
La economía no andaba bien en su tiempo y sobre todo en los obreros que se dedicaban a la labores agrícolas. Para promover a los pobres, fundó en 1400 la institución de los Montes de Piedad, esto es, institutos seculares que daban créditos con intereses módicos.
De esta manera, podían trabajar y no caer en las manos de los terribles usureros. Hubo muchas luchas contra ellos provocadas por estas fundaciones.
Los mismos dominicos los llamaban Montes de Impiedad por no prestar dinero gratuitamente. Francisco se encontró con ellos en Marche. En esta localidad hay una iglesia llamada santa María del Monte. En ella estaba él y, desde ella, distribuía todos los dineros del Monte.
También fue un gran predicador. Y del éxito de su predicación no hay que decir nada más que era el fruto de sus largas noches de oración.
Murió en 1507. Ocho años más tarde, el concilio laterano aprobaba los Montes de Piedad.
¡Felicidades a quien leve este nombre!

Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

• Dominguito del Val, Santo
Agosto 31 Patrono dos  Acólitos,

Dominguito del Val, Santo

Dominguito del Val, Santo

Patrono dos acólitos

Martirológio Romano: Na cidade de Saragoça, na região de Aragão, memória de santo Domingo del Val, mártir (1250).

Dominguito del Val nació en Zaragoza, la ciudad de la Virgen y de los Innumerables Mártires, el año 1243. Era rey de Aragón Jaime el Conquistador, vicario de Cristo en Roma, Inocencio IV, y obispo de Zaragoza, Arnaldo de Peralta. Media España estaba bajo el dominio de los moros y en cada pecho español se albergaba un cruzado.
Los padres de Dominguito se llamaban Sancho del Val e Isabel Sancho. Su madre era de pura cepa zaragozana, y su padre, de origen francés. El abuelo paterno había sido un esforzado guerrero a las órdenes del rey don Alfonso el Batallador. A su lado estuvo en el asedio de Zaragoza, que fue duro y prolongado. Todos los cruzados franceses se marcharon a sus casas; todos, menos uno. "Fue nuestro antepasado —decía Sancho del Val a su hijo, siempre que le contaba la historia—. El señor del Val, hijo de la fuerte Bretaña, sufrió inquebrantable el hambre y la sed, los hielos del invierno y los fuegos del verano, las vigilias prolongadas y los golpes de las armas enemigas. Y al rendirse la ciudad, el rey le hizo rico y noble, igualándole con los españoles más ilustres".
Sancho del Val no siguió a su padre por el camino de las armas. Prefirió las letras. Fue tabelión o notario y su firma quedó estampada en las actas de las Cortes de Aragón, al lado de las firmas de condes y obispos.
Dios bendijo la unión de Sancho e Isabel dándoles un hijo que iba a ser mártir y modelo de todos los niños y, de un modo especial, de los monaguillos. Porque Santo Dominguito del Val es el patrono de los monaguillos y niños de coro. El fue infantico de la catedral de Zaragoza, vistió con garbo la sotanilla roja y repiqueteó con gusto la campanilla en los días de fiesta grande. La imagen que todos hemos visto de este tierno niño nos lo representa con las vestiduras de monaguillo. Clavado en la pared con su hermosa sotana y amplio roquete. La mirada hacia el cielo y unos surcos de sangre goteando de sus pies y manos. Una estampa de dolor ciertamente, pero, también, de valentía superior a las fuerzas de un niño de pocos años. Las nobles condiciones, especialmente su piedad, que se advertían en el niño según crecía, indujeron a los padres a dedicarlo al santuario, al sacerdocio. Cuando fue mayorcito lo enviaron a la catedral. Entonces la catedral era la casa de Dios y, al mismo tiempo, escuela. Todas las mañanas, al salir el sol, hacía Dominguito el camino que separaba el barrio de San Miguel de la Seo. Una vez allí, lo primero que hacía era ayudar a misa y cantar en el coro las alabanzas de Dios y a la Virgen.
Cumplido fielmente su oficio de monaguillo, bajaba al claustro de la catedral a empezar la tarea escolar. Con el capiscol o maestro de canto ensayaban los himnos, salmos y antífonas del oficio divino. La historia y la tradición nos presentan a nuestro Santo especialmente aficionado y dotado para el canto. Por algo es el patrono de los niños de coro y seises.
La tarea escolar incluía más cosas. Había que aprender a leer, a contar, a escribir. Los pequeños dedos se iban acostumbrando a hacer garabatos sobre las tablillas apoyadas en las rodillas. La voz del maestro se oía potente y, al acabar, las cabecitas de los pequeños escolares se inclinaban rápidamente para escribir en los viejos pergaminos lo que acababan de oír. Así un día y otro día. Al atardecer volvía a casa. Un beso a los padres, y luego a contarles lo que había aprendido aquel día y las peripecias de los compañeros.
Uno se resiste a creer la historia que voy a contar. Es increíble que haya hombres tan malos. Sin embargo, parece que la substancia del hecho es verdad.
Los judíos solían amasar los alimentos de su cena pascual con sangre de niños cristianos. La historia nos ha conservado los nombres de estas víctimas inocentes: Simón de Livolés, Ricardo de Norwick, el Niño de la Guardia y Santo Dominguito del Val. "Oyemos decir —escribía el rey Alfonso el Sabio, en aquellos mismos días de Santo Dominguito del Val— que los judíos ficieron, et facem el día de Viernes Santo remembranza de la pasión de Nuestro Señor, furtando los niños et poniéndolos en la cruz, et faciendo imágenes de cera et crucificándolas, cuando los niños no pueden haber."
Los judíos eran por entonces muchos y poderosos en Zaragoza. En la sinagoga se había recordado "que al que presentase un niño cristiano sería eximido de penas y tributos". Y un sábado al terminar de explicar la Ley el rabino, dijo: "Necesitamos sangre cristiana. Si celebramos sin ella la fiesta de la Pascua, Jehová podrá echarnos en cara nuestra negligencia".
Estas palabras fueron bien recogidas por Mosé Albayucet, un usurero de cara apergaminada y nariz ganchuda. Por su frente arrugada pasó una idea negra. Pensó en aquel niño que todos los días al oscurecer pasaba delante de su tienda. Este niño era Dominguito del Val, que volvía de la catedral a casa. A veces solo y otras con un grupo de compañeros. Con frecuencia, al cruzar el barrio judío, de tiendas obscuras y estrechas callejuelas, cantaban himnos en honor del Señor y su Santísima Madre. Seguramente los que acababan de ensayar con el capiscol de la catedral.
Más de una vez los había oído Mosé Albayucet y, desde la puerta de su tienda, los había amenazado con su mano. Le pareció la ocasión oportuna y prometió a sus compañeros de secta que aquel año iban a tener sangre de niño cristiano para la Pascua y bien reciente.
Era el miércoles 31 de agosto de 1250. El atardecer se hacía más obscuro en las estrechas callejuelas del barrio judío por donde pasaba Dominguito camino de su casa. De repente, y antes de pensarlo o poder lanzar un grito, nota que algo se le echa encima. Son las manos de Mosé Albayucet que le cubren el rostro con un manto. Le amordaza bien la boca para que no pueda gritar y le mete de momento en su casa. Las garras de la maldad acaban de hacer su presa.
Aquella misma noche es trasladado el inocente niño a la casa de uno de los rabinos principales. Allí están los príncipes de la sinagoga. Dominguito tiembla de miedo ante aquellos rostros astutos y malvados. Sus manos aprietan la cruz que pende de su pecho.
—Querido niño —le dice una voz zalamera—, no queremos hacerte mal ninguno; pero si quieres salir de aquí tienes que pisar ese Cristo.
—Eso nunca —dice el niño—. Es mi Dios. No, no y mil veces no.
—Acabemos pronto —dicen aquellos malvados ante la firmeza del niño.
Va a repetirse la escena del Calvario. Uno acerca las escaleras que apoya sobre la pared; otro presenta el martillo y los clavos, y no falta quien coloca en la rubia cabellera del niño una corona de zarzas, así el parecido con la crucifixión de Cristo será mayor.
Con gran sobriedad de palabras refieren las Actas del martirio lo que sucedió:
"Arrimáronle a una pared, renovando furiosos en él la pasión del divino Redentor; crucificáronle, horadando con algunos clavos sus manos y pies; abriéronle el costado con una lanza, y cuando hubo expirado, para que no se descubriese tan enorme maldad, lo envolvieron y ataron en un lío y lo enterraron en la orilla del Ebro en el silencio de la noche."
Todos nos imaginamos fácilmente los espasmos de dolor que estremecerían aquellos músculos delicados de niño. Abrieron sus venas para recoger en unos vasos preparados su sangre. Sangre inocente que iba a ser el jugo con que amasasen los panes ácimos de la Pascua.
Una vez muerto cortaron sus manos y cabeza, que arrojaron a un pozo de la casa donde había tenido lugar el horrendo crimen. Su cuerpo mutilado fue llevado, como dicen las Actas, a orillas del Ebro. Allí sería más difícil encontrarlo.
Los judíos se retiraron a sus casas contentos de haber hecho un gran servicio a Dios. La Seo había perdido a su mejor monaguillo y el cielo había ganado un ángel más. Todo esto ocurría la noche del 31 de agosto de 1250.
Dios tenía preparado su día de triunfo, su mañana de resurrección, para Dominguito del Val.
Mientras en la casa del notario Sancho del Val se oían gemidos de dolor, una extraña aureola aparecía en la ribera del Ebro. Los guardas del puente de barcas echado sobre el río habían visto con asombro durante varios días el mismo acontecimiento. La noticia recorre toda Zaragoza.
Algunas autoridades y un grupo de clérigos se dirigen hacia el lugar de la luz misteriosa. Allí hay un pequeño trozo de tierra recientemente removida. Se escarba y, metido en un saco, aparece un bulto sanguinolento. Se comprueba que es el cuerpo mutilado de Dominguito. Una ola de dolor e indignación invade la ciudad de punta a punta.
La cabeza y las manos aparecen, también, de una manera milagrosa. Aunque aquí la leyenda no concuerda. Según una versión, un perrazo negro gime lastimeramente, y sin que nadie le pueda espantar, al borde del pozo a que fueron arrojados los miembros del niño mártir. Es el perro del notario Sancho del Val. Se agota el agua y en el fondo aparecen las manos y cabeza de Dominguito. Otra versión dice que las aguas del pozo se llenaron de resplandeciente luz, que crecieron y desbordadas mostraron el tesoro que guardaban en el fondo. Pronto se supo toda la verdad del hecho. El mismo Albayucet lo iba diciendo: "Sí, yo he sido. Matadme, me es igual; la mirada del muerto me persigue, y el sueño ha huido de mis ojos". El santo niño había de conseguir el arrepentimiento para su asesino. Bautizado y arrepentido, Albayucet subirá tranquilo a la horca.
"Divulgado el suceso —escribe fray Lamberto de Zaragoza—, y obrados por el divino poder muchos milagros, el obispo Arnaldo dispuso una procesión general, a la que asistió con todo el clero la ciudad, la nobleza, la tropa y la plebe, todos con velas blancas, y llevaron el santo cuerpo por todas las iglesias y calles de la ciudad, hasta por la puerta Cineja, mostrándolo a todos y haciendo ver en él las llagas de las manos y pies y costado."
Hoy mismo es muy viva la devoción que Zaragoza siente por su glorioso mártir. Su fiesta está incluida entre las de primera clase y los niños de coro de La Seo y del Pilar le festejan como Santo patrono. Desde los días del martirio existe la cofradía de Santo Dominguito. El rey Jaime I de Aragón tuvo a honor ser inscrito en ella.
Sus restos mortales se conservan en una capilla de la catedral en hermosa urna de alabastro. Sobre la urna un ángel sostiene esta leyenda: "Aquí yace el bienaventurado niño Domingo del Val, mártir por el nombre de Cristo".
¡Felicidades a quienes lleven este nombre!

Pedro (Pere) Tarrés, Beato
Agosto 31 Sacerdote,

Pedro (Pere) Tarrés, Beato

Pedro (Pere) Tarrés, Beato

Data de beatificação: Foi beatificado em 5 de Setembro de 2004.

Pere Tarrés i Claret nace el 30 de mayo de 1905 en Manresa, provincia de Barcelona, Cataluña (España).Sus padres Francesc Tarrés Puigdellívol y Carme Claret Masats eran creyentes y ejemplares; tienen otras dos hijas, Francisca y María. Pere es bautizado el 4 de junio en la parroquia de la Virgen del Carmen.
La familia realiza frecuentes traslados (Badalona, Mataró, Barcelona) a causa del trabajo del padre (mecánico); en Badalona Pere es confirmado el 31 de mayo de 1910. Alumno de los Padre escolapios recibe la primera comunión el 1 de mayo de 1913. En 1914 la familia retorna a Manresa y Pere estudia con los padres jesuitas.
Adolescente de carácter alegre y abierto, cariñoso con sus padres y hermanas, amante de la naturaleza, contemplativo, místico con alma de poeta. Habitualmente ayuda en la farmacia del Sr. Josep Balaguer, quien lo encamina hacia la continuación de los estudios.
Obtiene una beca de estudios que le permite concluir el bachiller en el colegio de San Ignacio. Con otra beca de estudios, obtenida con la ayuda de algunos médicos que lo estimaban, puede acceder a la Facultad de Medicina de la Universidad de Barcelona. Desde 1921 vive en el barrio popular de Gracia, donde participa del Oratorio de San Felipe Neri y allí, desde 1922 a 1936, es hijo espiritual del P. Jaume Serra.
Es miembro de la Federaciò Jovens Cristians con ardiente celo apostólico. La Federaciò es Acción Católica (A.C.) como el Papa Pío XI la proponía entonces: oración, estudio y acción, bajo la dirección de la jerarquía local. Pere cubre encargos en la Federaciò y en la A. C. contemporáneamente. Para Pere el secreto de la vida espiritual de los militantes está en la devoción eucarística y el amor filial a la Madre de Dios.
En julio de 1925 muere su padre y poco tiempo después su madre sufre un accidente que la deja inválida.
En la Navidad de 1927, estando en Monistrol de Calders, hace el voto de castidad con la aprobación de su director espiritual.
En 1928, después de haber concluido la carrera de Medicina (con premio extraordinario), se establece definitivamente en Barcelona. Durante este período sus hermanas ingresan en el convento de las Concepcionistas. Junto con su compañero, Dr. Gerardo Manresa, funda el sanatorio – clínica de Nuestra Señora de la Merced de Barcelona.
Durante el ejercicio de su profesión de médico es ejemplar en la caridad y en la vida de piedad; jamás pierde aquella alegría contagiosa que le permite tratar con respetuosa familiaridad a los enfermos.
Tarrés el 8 de julio de 1936 se traslada al Monasterio de Monserrat para realizar los ejercicios espirituales, que son interrumpidos el día 21 por el Alzamiento nacional; Pere se traslada a la Generalitat y logra obtener la tutela de la policía para preservar la integridad del Monasterio de la barbarie de los anárquicos. Refugiado en Barcelona lleva, a escondidas, la comunión a los perseguidos por los milicianos rojos y logra escapar a una perquisición realizada en su casa.
En julio de 1938 debe enrolarse en el ejército republicano como médico. Gracias a su coraje y dedicación los mismos soldados piden su promoción a capitán del ejército. Dedicaba parte de su tiempo al estudio del latín y de la filosofía, en preparación a sus futuros estudios sacerdotales y no pierde ocasión de manifestar su fe.
En enero de 1939 retorna a su casa del frente de guerra. El 26 de enero de 1939 se rinde Barcelona al ejército nacional. Integrado en la vida normal continua su actividad de médico, cubre algunos encargos en la A.C. y se prepara para ingresar en el Seminario de Barcelona evento que tendrá lugar el 29 de setiembre de 1939.
En 1941 año en el cual muere su madre recibe las Órdenes menores y el subdiaconado (20 de diciembre) y al año siguiente el diaconado (22 de marzo de 1942). Ordenado presbítero el 30 de mayo de 1942 el obispo lo designa coadjutor (vicario) de la parroquia de San Esteban de Sesrovires el 3 de junio. En 1943, por deseo del Obispo, va a estudiar a la Universidad Pontificia de Salamanca donde obtiene la Licencia en Teología el 13 de noviembre de 1944.
A su retorno a Barcelona recibe los siguientes nombramientos pastorales: vice-asistente diocesano de los jóvenes de la A.C., asistente del centro parroquial de las mujeres y de las jóvenes de A.C. de la parroquia de San Vicente de Sarriá (1944), capellán de la comunidad y del colegio de las Hermanas Franciscanas de la Inmaculada Concepción (1945).
En las distintas obras apostólicas que le encargan no le faltan dificultades que lo hacen sufrir pero él sabe responder con actitudes evangélicas de caridad, prudencia y fortaleza sembrando desde la cruz la tierra de su apostolado. El 17 de noviembre de 1945 escribe en su Diario che se siente sumergido en el océano del apostolado, como había soñado por tanto tiempo, con el mismo fuego y entusiasmo que, desde laico, sintió por la Federaciò. Antes de morir expresará su alegría por el apostolado en la A.C. femenina de Sarriá, afirmando: “Yo soy hijo de obreros. En el cielo trabajaré mucho por todas Uds.”.
Durante las vacaciones en el santuario de la Virgen de Nuria, en el Pirineo de la provincia de Gerona, a 2.000 mt., recibe numerosos grupos de jóvenes de A.C.
También cubre los siguientes encargos: consejero y asesor de los Oblatos laicos benedictinos y de la Unions di scolans di Monserrat –antiguos miembros cantores del coro del monasterio- (1946), director de la Obra de la Visitación de Nuestra Señora, actividad destinada a procurar ayuda material y espiritual a los enfermos pobres (1947); beneficiado de la parroquia de Santa Ana (1949); consejero de la Escuela Católica de enseñanza social de Barcelona (1949); confesor ordinario del Seminario (1949); delegado diocesano de la Protección de la Mujer (1949); director espiritual del Hospital de Las Magdalenas, donde se acogen mujeres en fase terminal, por la prostitución o la extrema miseria moral. Pere Tarrés dejó una huella perenne y benéfica en todos los que lo trataron por actividades apostólicas.
El 17 de mayo de 1950 le realizaron una biopsia cuyo diagnóstico fue linfosarcoma linfoblástico. Tarrés vivió su enfermedad con una actitud de total abandono en Dios y ofreciendo su vida por la santificación de los sacerdotes. El 31 de agosto de 1950, a 45 años, moría en la Clínica que había fundado. Fue sepultado en el cementerio de Montjuic. El 6 de noviembre de 1975 sus restos mortales fueron trasladados a la iglesia parroquial de San Vicente de Sarriá, donde aún reposan.
Reproduzido com autorização de Vatican.va

Aidano de Lindisfarne, Santo
Agosto 31 Bispo,

Aidano de Lindisfarne, Santo

Aidano de Lindisfarne, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Lindisfarne, de Northumberland, santo Aidano, bispo e abade, varão de suma mansidão, piedade e recto governo, que, chamado do mosteiro de Iona pelo rei Osvaldo, estabeleceu ali sua sede episcopal e um mosteiro, para dedicar-se com eficácia à evangelização  daquele reino (651).
Data de canonização: Informação não disponível,  Só sabemos que foi canonizado e que seu culto foi aprovado pelo Bispo de Roma, o Papa.

Todo lo que se conoce de la figura de Aidano, monje, abad y obispo de Lindisfarne, muerto el año 651, está asociado a su obra como misionero en el reino de Northumbria, y puede hallarse tan sólo en las páginas que Beda le dedica es su Historia.
Oswald, reconquistará el trono de Northumbira en el año 633, luego de vivir su destierro como huésped del monasterio de Iona, donde además de ser bautizado, aprendió la lengua de los celtas y recibió una instrucción básica. Una vez en el trono decide evangelizar su reino, para lo que pide ayuda al monasterio en que conoció a Cristo, y tras el fracaso del primer misionero, Corman, es elegido Aidano.
En el año 635 es consagrado obispo, y con una pequeña comunidad de monjes se asienta en Lindisfarne, una isla del Mar del Norte a poca distancia de la costa, frente a la cual está la fortaleza de Bamburgh, residencia del rey.
La colaboración entre rey y el abad-obispo es maravillosa. El rey entrega en donación tierras y ayudas para fundar monasterios, oratorios y lugares de culto, y además acompaña a su obispo en los viajes por las distintas partes del país, y a menudo el rey se presta a hacer de traductor de la predicación de Aidano.
Beda, nos dice que Aidano «estaba particularmente dotado de la gracia de la discreción, que es la madre de las virtudes». Junto a esta gracia brillan en Aidano la mansedumbre, el sentido del deber, el celo incansable, la generosidad con los pobres y el gusto por la oración contemplativa hecha en la soledad, según la más canónica tradición del monaquismo céltico. Para practicarla solía retirarse a los inaccesibles acantilados de la islita de Inner Farne, más lejos de tierra firme. Es interesante observar que, además de la amabilidad y mansedumbre Aidano sabe encontrar la fuerza de hablar abiertamente y sin temor ante los ricos y poderosos que no cumplen con su deber. Logra alternar el ayuno y la participación, si se le invita, a los banquetes en el palacio del rey. No usa el dinero para comprar la protección de los poderosos; pero si lo tiene o lo recibe, lo emplea para los pobres, sobre todo para el rescate de los esclavos, que a menudo después, acogidos en sus monasterios, se convierten en discípulos suyos: algunos, educados e instruidos por él, llegan incluso al sacerdocio.
Beda, señala que el obispo solía moverse a pie, quizá por humildad, cabe deducir, que esto le daba la oportunidad de detenerse a hablar con las personas que se encontraba, si eran paganos, los exhortaba a la conversión, si se trataba de creyentes, le gustaba leer con ellos un pasaje de la Escritura al objeto de reforzar su fe.
En concordancia con todo un estilo de vida, Aidano exhala su último aliento es una especie de tienda apoyada a la pared lateral de una iglesia, no lejos de la fortaleza real de Bamburgh. Es el 31 de agosto del 651.

Bibliografía: Diccionario de los santos
C. Leonardi, A. Ricardi, G. Zarri
Volumen I
Editorial San Pablo ISBN: 84-285-2258-8

 

68275 > Sant' Aidano di Lindisfarne Vescovo 31 agosto MR
68310 > Beato Andrea Dotti da Borgo Sansepolcro 31 agosto MR
68400 > Sant' Aristide Marciano Apologista 31 agosto MR
94517 > Santi Centomila Martiri di Tbilisi 31 agosto (Chiese Orientali)
91135 > San Cesidio e compagni Martiri a Trasacco 31 agosto
68450 > San Domenico del Val Chierichetto, martire 31 agosto
68320 > Beati Edmigio Primo Rodriguez, Amalio Zariquiegui Mendoza e Valerio Bernardo Herrero Martínez Martiri 31 agosto MR
45850 > San Giuseppe d'Arimatea 31 agosto MR
90954 > San Nicodemo Membro del Sinedrio 31 agosto MR
68350 > San Paolino di Treviri Vescovo 31 agosto MR
92128 > Beato Pere Tarres i Claret Sacerdote 31 agosto
68300 > San Raimondo Nonnato Religioso 31 agosto MR

 
Desculpem não fazer nenhuma tradução. Obrigado António Fonseca