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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Nº 1113 - 2 DE SETEMBRO DE 2010 - PAPAS, SANTOS DE CADA DIA E…

PAPAS DA IGREJA CATÓLICA
Resumo:
URBANO IV  - CLXXXI Papa  de 1261 a 1264 - CLEMENTE IV – CLXXXII  Papa de 1265 a 1268  - GREGÓRIO X – CLXXXIII  Papa de 1271 a 1276  - INOCÊNCIO V  -  CLXXXIV Papa em 1276 -ADRIANO V – CLXXXV Papa em 1276JOÃO XXI  - CLXXXVI Papa  de 1276 a 1277 - NICOLAU III– CLXXXVII  Papa de 1277 a 1280 - MARTINHO IV – CLXXXVIII  Papa de 1281 a 1285 - HONÓRIO IV – CLXXXIX  Papa de 1285 a 1287 - NICOLAU IV  -  CXC Papa de 1288 a 1292 - SÃO CELESTINO V – CXCI Papa em 1294 - BONIFÁCIO VIII  - CXCII Papa  de 1294 a 1303 - SÃO BENTO XI – CXCIII  Papa de 1303 a 1304 - CLEMENTE V  – CXCIII  Papa de 1305 a 1314 - JOÃO XXII – CXCIV  Papa de 1316 a 1334 - BENTO XII  -  CXCV Papa de 1334 a 1342 - CLEMENTE VI – CXCVI Papa de 1342 a 1352 - INOCÊNCIO VI  - CXCVII Papa  de 1352 a 1362 -URBANO V – CXCVIII  Papa de 1362 a 1370 - GREGÓRIO XI  – CXCIX  Papa de 1370 a 1378 - URBANO VI – CC  Papa de 1378 a 1389
Hoje, dia 2-9-2010, falar-vos-ei de mais SEIS Papas
BONIFÁCIO IX  -  CCI Papa de 1389 a 1404 
Confrontou-se com a penúria de Roma.
Por isso mesmo, teve de recorrer a enérgicas medidas financeiras, tendo, porém, sido criticado por ter feito desvios de fundos da Igreja a favor da sua família.
 
INOCÊNCIO VII – CCII Papa de 1404 a 1406 
Natural de Solmona (Itália), enfrentou o Anti-Papa de Avinhão, Bento XIII.
Amante da cultura e dos estudos, impulsionou a Universidade “La Sapienza” de Roma, local onde introduziu as faculdades de Medicina, Retórica, Filosofia e Grego.
 
 
GREGÓRIO XII  - CCIII Papa  de 1352 a 1362
 
Eleito aos 80 anos de idade, enfrentou um dos mais críticos episódios do Grande Cisma do Ocidente numa altura em que existiram três sedes papais: Gregório XII, em Roma; Bento XIII, em Avinhão, e Alexandre V, em Pisa.
Foi abandonado pela maioria dos seus cardeais.

 
MARTINHO V – CCIV  Papa de 1417 a 1431
 
Natural de Roma, Martinho V foi eleito no Concílio de Constança, colocando-se o ponto final no Grande Cisma do Ocidente, o que permitiu o regresso do poder pontifício a Roma.
Apoiou os portugueses na expansão da fé cristã.
 
 
EUGÉNIO IV  – CCV  Papa de 1431 a 1447
 
Entrou em conflito com o Concílio de Basileia, impondo a suspensão do mesmo.
A ordem valeu-lhe o confronto com uma facção que insistiu na manutenção do Concílio e que veio a eleger o Anti-Papa Félix V.
 
 
NICOLAU V – CCVI  Papa de 1447 a 1458
 
Nasceu em Sarzana com o nome de Tommaso Parentucelli (15 de Novembro de 1397-25 de Março de 1455). É descrito como sendo um homem sábio, justo, benévolo, gracioso, pacifico, afectuoso, caridoso e humilde.
Filho de um médico, ficou órfão muito cedo, o que fez com que tenha passado muitas dificuldades económicas durante as suas infância e juventude. A falta de recursos financeiros obrigou-o, inclusivamente, a interromper os seus estudos na Universidade de Bolonha. Arranjou um emprego como preceptor em Florença e, dois anos depois (1419), retomou a sua formação em Teologia. Foi enquanto trabalhava como tutor que estabeleceu um primeiro contacto com o movimento humanista.
Ordenado sacerdote em 1421, foi por duas décadas secretário do cardeal e bispo de Bolonha. Depois, tornou-se mestre de Teologia na Universidade de Bolonha. Participou activamente em dois Concílios: o de Basileia, em 1433, e o de Ferrara-Florença, que decorreu entre  1438 e 1443. Pouco tempo depois foi chamado pelo Papa Eugénio IV para suceder ao beato Nicolau Albergati, tendo sido nomeado cardeal e bispo de Bolonha.
Em 1447 foi eleito para ocupar o Trono de São Pedro, altura em que toma o nome de Nicolau V, em homenagem, ao bispo de Bolonha, que tanto admirava e de quem tinha sido muito próximo.
O papado de Nicolau V reflecte o tempo em que viveu, profundamente marcado pela transição da Idade Média para a época moderna.
Pode dizer-se que Nicolau V foi um homem de dois tempos, que enfrentou com indiscutível coragem um período histórico caracterizado por acontecimentos cruciais: por um lado, a conclusão definitiva do Cisma do Ocidente e o culminar de um longo período de guerra na Itália; e, por outro lado, o grande jubileu.
Durante o ano santo de 1450 a afluência dos peregrinos a Roma foi de uma magnitude sem precedentes. De tal forma que os registos da época davam conta de uma analogia no mínimo curiosa ao comparar o afluxo de peregrinos a uma multidão imensa de formigas.
Numa época de mudança, este Santo Padre procurou, sobretudo, sensibilizar e preparar os crentes para uma nova era. Ele próprio deu o seu contributo para fomentar o movimento cultural – o Humanismo – que então começava a desabrochar em Itália.
Enquanto papa, reconheceu as Ordens de Santiago e das Carmelitas e, a 19 de Março de 1452, coroou Frederico III da Germânia, aquele que foi o último Imperador do Sacro Império Romano a ser consagrado pela Igreja. E através da Concordata de Viena de 1248 assegurou o reconhecimento dos direitos dos papas, designadamente no que concerne a benefícios e bispados. Alcançou, além disso, dois grandes feitos, conseguindo a submissão do último dos Anti-Papas – Félix V, que se torna cardeal – e a dissolução do Concílio de Basileia.
Problemas de saúde acabaram por apressar a morte do grande humanista Nicolau V, falecendo em 1455.
 
(Continua...)
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BEATOS LUÍS JOSÉ FRANÇOIS,
JOÃO HENRIQUE GRUYER e
PEDRO RENATO ROGUE

Pedro Renato Rogue,  Beato

Pedro Renato Rogue, Beato - Presbítero e Mártir

 

Mártires (1792 e 1796)

Os dois primeiros foram executados a 3 de Setembro de 1792 e o último a 3 de Março de 1796; todos vitimados pela Revolução Francesa. Na véspera de 10 de Agosto de 1792, os elementos avançados viram-se libertos do chamado veto, que os impedia de fazer justiça por si mesmos contra os inimigos (!) da liberdade. Entretanto, chegou a Paris a notícia da invasão prussiana; o nervosismo foi muito grande e tomou-se a resolução de partir para as fronteiras, mas só depois de feita justiça nos traidores. No dia 2 de Setembro, umas centenas de adeptos das «novas filosofias» e de populares começaram a invadir as prisões cheias de padres que se tinham negado ao juramento de fidelidade à Constituição Civil; melhor, as cadeias normais estavam cheias e tinham-se estabelecido outras, no convento do Carmo e no Seminário de S. Firmino (só para padres e religiosos), e ainda outras. Começou o morticínio nesse dia 2. No dia seguinte de manhã, entraram os assassinos no mencionado Seminário, lançaram os presos para fora das janelas ou mataram-nos à pancada. Entre estas vítimas, estavam o venerável superior do Seminário, Padre François, e o Padre João Henrique Gruyer. ambos lazaristas. Dos vitimados, só nesse princípio de Setembro, de 2 a 5, por se negarem ao mencionado juramento, vieram a ser beatificados por Pio XIentre bispos, padres e quatro leigos191 pessoas. A beatificação foi a 17 de Outubro de 1926. Pedro Renato Rogue nasceu em Vannes, em 1758, e foi ordenado sacerdote em 1782. Entrou na Congregação da Missão em 1786, em Paris. Foi professor de Dogma no seminário da sua cidade natal. Em 1791, levantou-se o conflito de consciência para todos os sacerdotes: jurar ou não a Constituição civil do clero. O superior de Rogue no seminário aceitou a proposta, convencido pela Assembleia Nacional de não tratar-se de nenhuma intromissão no domínio espiritual; mas o professor de Dogma convenceu-o depois a que apresentasse retratação. Em Janeiro de 1792, todos os dirigentes do Seminário foram expulsos. Rogue continuou a ocupar-se da sua paróquia na cidade. Alguns dias mais tarde, os sacerdotes que não tinham jurado viram-se obrigados a exilar-se ou a esconder-se. Rogue iniciou uma vida perigosa, saindo às escondidas para dizer Missa e administrar os Sacramentos; a guilhotina já fora aplicada a outros padres. Seguiu-se uma acalmia, de maneira que ele apresentou-se às autoridades e pôde exercer o seu ministério mas com muitas limitações, pois as igrejas continuavam ocupadas pelos «constitucionais». E, tendo a Convenção reposto em vigor, a 25 de Outubro de 1795, toda a legislação perseguidora, ele foi preso quando levava a Sagrada Comunhão a um doente. Para não comprometer ninguém, recusou-se a aceitar a oportunidade que lhe ofereciam de evadir-se. Mas não se fazia ilusão sobre o seu futuro, tanto que se despediu por carta dos amigos. Diante da insistência do Directório na política anti-religiosa, Rogue foi executado, com o sacerdote coadjutor duma paróquia. IO seu sepulcro, em Vannes, tornou-se meta de numerosas peregrinações; invoca-se o mártir sobretudo contra as febres. Pedro Renato Roque foi beatificado a 10 de Maio de 1934. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de WWW.JESUITAS.PT

 

BEATOS FRANCISCO L. HÈBERT,

FRANCISCO LEFRANE e

PEDRO C. POTTIER

Mártires (1792)

Além dos Lazaristas recém-nomeados, houve na França, no mês de Setembro de 1792, o martírio de: 3 bispos da diocese de Paris; 41 sacerdotes das paróquias, de faculdades teológicas, seminários e colégios eclesiásticos; capelães, 16; outros padres residentes na capital, 13; e seminaristas, 3; das dioceses da província, 38 sacerdotes; religiosos ou sacerdotes da vida comum, 31; e antigos Jesuítas (abrangidos pela supressão da Ordem de 1773), 23. Entre todos estes, nomeamos apenas 3 Padres Eudistas a quem presta culto, como Beatos, a Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor; são eles Francisco Luís Hèbert, Francisco Lefranc e Pedro Cláudio Pottier. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de WWW.JESUITAS.PT

BEATO JOÃO BEYZYM

Sacerdote (1850-1912)

Juan Beyzym, Beato

Juan Beyzym, Beato

Apóstolo dos leprosos em Madagáscar

Este servo de Deus nasceu em Beyzym (Ucrânia), no dia 15 de Maio de 1850. Entrou para a Companhia de Jesus na Polónia e foi ordenado em Cracóvia, em 1881, Durante muitos anos foi educador da juventude, em vários colégios dos jesuítas. Tendo já 48 anos pediu para ir para Madagáscar, a fim de trabalhar com os leprosos. Entregou-se a esta missão com toda a generosidade. Passou a viver no meio deles, para estar mais disponível de noite e de dia, numa vida austera e dedicada completamente aos leprosos, aos pobres, abandonados e marginalizados. Depois de um dia que para ele começava às 3,40 h, e significava sempre uma longa jornada de trabalho, deitava-se às 22 horas. Dormia sobre uma tábua e alimentava-se como os doentes; um punhado de arroz sem tempero. Por toda a dedicação que mostrava, os doentes chamavam-lhe “pai e mãe dos leprosos”. Como havia necessidade de um sanatório, Beyzym lança mãos ao projecto e consegue construir um hospital com 150 camas, que um jornal do tempo classificava como «o hospital mais bonito de Madagáscar». João Paulo II visitou este hospital no dia 1 de Maio de 1989, na peregrinação apostólica que realizou àquela ilha. Exausto por um trabalho que superava as suas forças e uma tosse continua derivada da lepra, o Padre Beyzym morreu, sozinho, aos 62 anos de idade, a 2 de Outubro de 1912. A sua vida caracterizou-se por uma fé viva e grande sentido de justiça, amor filial a Nossa Senhora e um profundo zelo apostólico pela salvação dos homens. A evangelização andava sempre a par da exigência de respeito pelos direitos da pessoa humana, sobretudo o direito a condições de vida digna. Conservam-se 543 cartas suas,  em que descreve o trabalho que desenvolveu durante 14 anos, sem interrupção. Em relação a este trabalho, é bem significativo o facto de que, durante todo este tempo, não morreu nenhum doente sem ter recebido os sacramentos. A obra realizada por ele foi, além de tudo o mais, pioneira, pois podemos considerar o Padre Beyzym como um precursor da cura moderna da lepra. Na sua última viagem à Polónia, de 16 a 19 de Agosto de 2002, o papa beatificou este servo de Deus. Dele disse João Paulo II: «Era um amor heróico que queria tornar-se semelhante em tudo aos desventurados… Considerava que, como leproso, teria direito a dizer ao Senhor: “Dei a alma pelos meus irmãos”. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de WWW.JESUITAS.PT .  Ver também www.es.catholic.net

Teodora de Alexandria, Santa
Setembro 2 Penitente, 

Teodora de Alejandría, Santa

Teodora de Alexandria, Santa

Penitente

Ella es una santa poco común. Me explico: generalmente los santos y santas son presentados como personajes extremadamente dotados de cualidades poco asequibles al común de los mortales. Teodora no es precisamente una de esas. Pese a lo débil que es la documentación histórica de que se dispone, el comienzo de su santidad parte de un acontecimiento nada santificable como es el adulterio.
Fue una mujer casada que vivía en Egipto y de costumbres irreprochables. Un joven enamorado de sus bondades se sintió rechazado en sus pretensiones impuras hasta que recurrió a una hechicera que con pócimas y palabras llevó a Teodora a consentir en la infidelidad.
La tristeza consecuente al pecado la llevó a la determinación de hacer penitencia de por vida.
Tomó ropas de hombre y pidió, suplicando, la admisión en un monasterio. Bajo el nombre de Teodoro admiró a todos con la aspereza de sus mortificaciones.
Pero no acaba aquí su historia. Una ventera del lugar acusa calumniosamente al falso monje de ser el padre del hijo que había tenido con un viajero.
Y aquí aparece el rasgo de generosidad. Teodora no quiso negarlo, es expulsada del monasterio, cuida en las soledades del niño alimentándolo con leche de cabra, mientras que las inclemencias del tiempo a la intemperie curten su piel y mudan su semblante.
Pasados unos años, suplica de nuevo la entrada en el monasterio donde se le admite con la condición de no abandonar su celda. Sólo a la muerte de la penitente se descubre su condición.
Se cuenta en esta especie de novela ejemplar que el niño que ella cuidó llegó con el tiempo a ser abad del monasterio.

Antolin de Pamiers, Santo
Setembro 2 Mártir,

Antolin de Pamiers, Santo

Antolin de Pamiers, Santo

Patrono dos caçadores espanhóis

Etimología: Antolín = florido, inestimable. Viene de la lengua griega.
El patrono de los cazadores españoles y de la ciudad de Palencia fue un joven que anduvo entre dos frentes: el de la lucha y la soledad.
Había nacido en la parte sur de Francia, en Narbona cuando mediaba el siglo III de nuestra era.
Como era un espíritu aventurero, se marchó pronto a Italia. En la ciudad de Palermo lo ordenaron de sacerdote, debido a su predicación y a sus dotes, entre las cuales se destacaba la santidad de vida personal y su irradiación a los demás.
Los cristianos cultos y también los sencillos supieron recoger los datos fundamentales de la vida de estos santos mártires. Gracias a ellos hoy podemos mencionarlos y tributarles nuestra devoción más sentida.
En Palermo estuvo nada menos que 18 años trabajando por el reino de Dios mediante el anuncio del Evangelio.
Por razones personales volvió a Francia. Y en ese tiempo reinaba en esta región, perteneciente a Toulouse, su tío Teodorico.
Una vez que se enteró de que su sobrino era cristiano, lo mandó prender y durante siete días no le dio alimento ni nada. Sin embargo, un amigo suyo – para algo sirven los auténticos amigos -, le ayudó a escondidas. Así pudo soportar el hambre a la que le sometió el pagano gobernante.
Le sobrevino la muerte a su tío. Entonces quedó libre. Buscó la soledad de un bosque cercano para vivir en paz, oración y tranquilidad, y alejado del mundanal ruido.
Galacio, nombre del que sucedió a su tío en el reino, era también de armas tomar.
Siguiendo la conducta de su antecesor, lo metió de nuevo en la cárcel. Esta vez no estaba ya solo. Un buen grupo de amigos, convertidos al cristianismo, lo acompañaron para sufrir el martirio por la fe en el Señor.
Sus cuerpos se arrojaron al río Aregia.
Se cuenta que el rey Sancho de Navarra, muy aficionado a la caza, fue a una cacería de ciervos. Y andando se encontró con una cueva. Vio un animal e intentó matarlo, pero su mano quedó paralizada. Esta cueva se mantiene en la cripta de la catedral de Palencia.
¡Felicidades a quienes lleven este nombre!

Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

Justo de Lião e Viator, Santos
Setembro 2 Eremitas (Bispo e Monge)

Justo y Viator, Santos

Justo y Viator, Santos

Bispo e Monge


De ascendência galo-romana, ao que parece. Justo era diácono da Igreja de Viena quando, por 374, a Igreja de Lião o escolheu para seu Bispo. Em 381, esteve no concílio de Aquileia, onde foram depostos dois bispos que eram favoráveis ao arianismo e onde se encontrou com Santo Ambrósio, ao qual já o ligavam laços de amizade. Ainda existem duas cartas deste último, das quais se depreende que o seu amigo lhe pedira que não voltasse a contar-lhe novidades, mas apenas comentasse as Escrituras, pois o resto redundava em perda de tempo. Delicado e até escrupuloso, Justo deixou o bispado, em seguida a um assassínio que não conseguiu evitar. Foi o caso que um louco andara pelas ruas de Lião atacando os transeuntes com a espada e ferindo alguns mortalmente. Perseguido e já quase alcançado, o louco refugiou-se numa igreja. O bispo correu em seu auxílio e conseguiu libertá-lo dos que o queriam matar, mas, pouco depois, a multidão enfurecida precipitou-se sobre ele e infligiu-lhe torturas mortais. Teria o bispo já alimentado, antes, desejos de se retirar? O certo é que, na noite seguinte, fugiu em direcção a Marselha, onde embarcou para o Egipto. O navio estava já para levantar âncora quando um dos seus clérigos, chamado Viator, se lhe foi juntar. Tendo chegado à região de Scete, entraram ambos para um convento e, sem revelarem, a sua identidade, levaram durante oito ou nove anos a vida penitente dos Padres do deserto. Sucedeu, no entanto, que foram reconhecidos por um peregrino chegado de Lião, que se aventurou até essas regiões. Foram também visitados pelo presbítero Antíoco, que foi expressamente de Lião para ver pela última vez o seu velho bispo. Justo e Viator morreram com pouco intervalo um do outro, pelo ano de 390. Mais tarde, os cristãos de Lião empreenderam viagem até ao Egipto, a fim de transportarem as relíquias destes santos para a sua terra. A devoção a S. Justo espalhou-se por toda a França, onde ainda hoje cerca de trinta vilas conservam o seu nome. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de WWW.JESUITAS.PT .  Ver também www.es.catholic.net

Ingrid Elofsdotte de Skanninge, Beata
Setembro 2 Religiosa,

Ingrid Elofsdotte de Skanninge, Beata

Ingrid Elofsdotte de Skanninge, Beata

Religiosa

Martirologio Romano: En Skänninge, ciudad de Suecia, beata Ingrid Elofsdotter, que, al enviudar, dedicó todos sus bienes al servicio del Señor, vistiendo el hábito dominicano tras una peregrinación a Tierra Santa (1282).
Etimología: Ingrid = hija del héroe Norse. Viene de la lengua alemana.
Era por su madre, nieta del rey Canuto de Suecia, y murió en el año 1234.
Cuando enviudó, se fue a Roma para hablar con el Papa. Quería pedirle la autorización para fundar un monasterio d religiosas contemplativas en su país.
Su hermano, Juan Elovson, caballero teutónico, le ayudó con todo el dinero que necesitaba.
El convento fue inaugurado en Skäninge, Suecia, el 15 de agosto de 1281.
Ingrid pasó a la casa del Padre tal día como hoy.
Los mártires de Septiembre. Estamos en el año 1792. Hubo muchos eclesiásticos que sufrieron el martirio durante la Revolución francesa.
Pío IX llevó a los altares a 186. Fueron masacrados en París del 2 al 5 de agosto.
Casi todos tienen un doble nombre: Juan Pedro, Jaime Leonor...Esto prueba que los cristianos en el siglo XVIII se ponían doble nombre - como, por otra parte, sucede en muchas familias actuales.
De entre ellos tan sólo había uno de París con nombre simple. Este, en lugar de morir en la guillotina, lo martirizaron en la propia abadía, en la que llevaba una vida de oración, trabajo y penitencia.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

92473 > Sant' Adiutore Vescovo 1 settembre
93464 > Beato Alfonso Sebastia Vinals Sacerdote e martire 1 settembre MR
93673 > Sant’ Anea Corpo santo 1° settembre
92081 > Sant' Arealdo di Brescia Martire 1 settembre
95194 > Sant' Augusto di Caserta Protovescovo 1 settembre
92314 > Santa Colomba Eremita 1 settembre
68530 > San Costanzo di Aquino Vescovo 1 settembre MR
68540 > Beati Cristino (Michele) Roca Huguet e compagni Martiri 1 settembre MR
68500 > Sant' Egidio Abate 1 settembre MR
90186 > Santi Egidio ed Arcano da Sansepolcro 1 settembre
68550 > Sant' Elpidio di Atella (S. Arpino) Vescovo 1 settembre
92446 > San Giosuè Patriarca 1 settembre MR
91771 > Beata Giovanna Soderini da Firenze Serva di Maria 1 settembre MR
92513 > Beata Giuliana di Collalto 1 settembre MR
94584 > San Giustino di Parigi Martire mercedario 1 settembre
94587 > Beato Lugi Conciso Mercedario 1 settembre
91950 > San Lupo di Sens Vescovo 1 settembre MR
91053 > Madonna di Montevergine 1 settembre
92927 > Beate Maria Carmen Moreno Benitez e Maria Amparo Carbonell Munoz Protomartiri delle Figlie di Maria Ausiliatrice 1 settembre MR
91280 > San Nivardo (Nivard, Nivo) di Reims Vescovo 1 settembre
93135 > Beato Pietro Rivera Rivera Sacerdote e martire 1 settembre MR
91875 > San Prisco di Capua Vescovo 1 settembre MR
94586 > Beato Simone Ponce Mercedario 1 settembre
68510 > San Sisto di Reims Vescovo 1 settembre MR
36400 > San Tammaro Vescovo 1 settembre
90322 > San Terenziano Martire 1 settembre MR
91316 > Santa Verena di Zurzach 1 settembre MR
68520 > San Vincenzo Vescovo e Martire 1 settembre MR
68600 > San Vittore di Le Mans Vescovo 1 settembre MR

Obrigado pela atenção que dispensarem. António Fonseca