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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nº 1114 - 3 DE SETEMBRO DE 2010 - PAPAS, SANTOS DE CADA DIA, ETC.,

PAPAS DA IGREJA CATÓLICA
Resumo:
URBANO IV  - CLXXXI Papa  de 1261 a 1264 - CLEMENTE IV – CLXXXII  Papa de 1265 a 1268  - GREGÓRIO X – CLXXXIII  Papa de 1271 a 1276  - INOCÊNCIO V  -  CLXXXIV Papa em 1276 -ADRIANO V – CLXXXV Papa em 1276JOÃO XXI  - CLXXXVI Papa  de 1276 a 1277 - NICOLAU III– CLXXXVII  Papa de 1277 a 1280 - MARTINHO IV – CLXXXVIII  Papa de 1281 a 1285 - HONÓRIO IV – CLXXXIX  Papa de 1285 a 1287 - NICOLAU IV  -  CXC Papa de 1288 a 1292 - SÃO CELESTINO V – CXCI Papa em 1294 - BONIFÁCIO VIII  - CXCII Papa  de 1294 a 1303 - SÃO BENTO XI – CXCIII  Papa de 1303 a 1304 - CLEMENTE V  – CXCIII  Papa de 1305 a 1314 - JOÃO XXII – CXCIV  Papa de 1316 a 1334 - BENTO XII  -  CXCV Papa de 1334 a 1342 - CLEMENTE VI – CXCVI Papa de 1342 a 1352 - INOCÊNCIO VI  - CXCVII Papa  de 1352 a 1362 -URBANO V – CXCVIII  Papa de 1362 a 1370 - GREGÓRIO XI  – CXCIX  Papa de 1370 a 1378 - URBANO VI – CC  Papa de 1378 a 1389  - BONIFÁCIO IX  -  CCI Papa de 1389 a 1404 - INOCÊNCIO VII – CCII Papa de 1404 a 1406  - GREGÓRIO XII  - CCIII Papa  de 1352 a 1362  -  MARTINHO V – CCIV  Papa de 1417 a 1431 - EUGÉNIO IV  – CCV  Papa de 1431 a 1447 - NICOLAU V – CCVI  Papa de 1447 a 1458
Hoje, dia 3-9-2010, falar-vos-ei de mais SETE Papas
CALISTO III  -  CCVII Papa de 1455 a 1458 
O seu papado foi marcado pela luta com os muçulmanos e pela tentativa de reconquistar Constantinopla.
Apelou à cruzada contra os Turcos.
Reabilitou Joana d’Arc, morta na fogueira por ser acusada de bruxa.
 
PIO II – CCVIII Papa de 1458 a 1464 
Descendente de uma família nobre de Corsignano, em Siena, e filho de Sílvio Piccolomini e de Vitoria Forteguerri, Enea Sílvio Piccolomini (18 de Outubro de 1405-15 de Agosto de 1464) cultivou, enquanto jovem, a sua vertente humanista, que fortaleceu depois, com estudos jurídicos. Antes de principiar a sua carreira eclesiástica deixou-se fascinar pelos prazeres mundanos, muito próprios da
época e dos humanistas da renascença italiana. Conta-se que das suas paixões nasceram pelo menos dois filhos ilegítimos, na Escócia e em Estrasburgo.
Com 18 anos ingressou na Universidade de Siena, passando por Florença, onde dedicou dois anos ao estudo de clássicos e poesia. Ainda não tinha sido ordenado sacerdote quando participou no Concílio de Basileia, em 1432. Nesta altura, desempenhava o cargo de abreviador ao serviço de Domenico Capranica, bispo de Fermo, a quem se aliou contra o Papa Eugénio IV.
Depois, serviu o cardeal Nicolau Albergati, que acompanhou em várias viagens.
Foi mestre-de-cerimónias no conclave que elegeu Amadeu de Sabóia, Félix V, tendo pertencido à delegação que, em 1439, o escoltou a Basileia. Tornou-se no homem de confiança e secretário de Félix V, conhecido como o último Anti-Papa. Mais tarde, em 1445, viria a obter o perdão do Sumo Pontifice Eugénio IV por ter defendido o Concilio de Basileia e apoiado um Anti-Papa.
Antes, em 1442, foi nomeado poeta imperial e chanceler de Frederico III da Estíria. Foi por influência de Enea Sílvio que este imperador germânico assinou a Concordata de Viena e apoiou a Santa Sé. Coube-lhe também enquanto chanceler de Frederico III, tratar do casamento do soberano com D. Leonor de Portugal, bem como da coroação de ambos, em 1452.
Diz-se que teria já 40 anos quando enveredou pela carreira eclesiástica, que foi rápida e brilhante. Depois de ter sido ordenado sacerdote (e continuando ao serviço de Frederico III), em 1446, penitenciou-se pelos seus erros passados. Um ano depois, foi nomeado por Nicolau V, bispo de Trieste e em 1450 presidiu ao bispado de Siena. Em 1456 foi-lhe concedido por Calisto III o título de cardeal de Santa Sabina e a 19 de Agosto de 1458 era eleito para o Trono de São Pedro.
Amante das artes, Pio II patrocinou a reconstrução da cidade de Corsignano, rebaptizando-a com a designação de Pienza.
Em 1461 Pio II levou a cabo um dos mais importantes gestos do seu pontificado: a canonização de Catarina Benincasa, a Santa Catarina de Siena. esta mesma santa viria a ser proclamada Padroeira de Itália por Pio XII e doutora da Igreja pelo Papa Paulo VI. Pio II expediu ainda a bula Pia Deo et ecclesiae desideria, que autorizava a fundação do mosteiro de Jesus, em Aveiro.
Escreveu várias obras em latim, sendo o único Papa que deixou as suas memórias em forma de diário. Apesar dos seus vários talentos e cultura superior, não foi um Papa particularmente amado.
 
PAULO II  - CCIX Papa  de 1464 a 1471
 
Foi caridoso para com os mais desfavorecidos, restaurou monumentos, mandou construir o Palácio de S. Marcos (Palácio Veneza) e fixou a celebração do Jubileu a cada 25 anos.
 
 
SISTO IV – CCX  Papa de 1471 a 1484
 
Sancionou a ordem mendicante dos Mínimos, fundada por São Francisco de Paula, e no ano seguinte comemorou o Jubileu, o qual se direccionou mais para as obras de arquitectura do que para a devoção.
Em Espanha instituiu a Inquisição.
 
 
INOCÊNCIO VIII  – CCXI  Papa de 1484 a 1492
 
Nascido em Génova, em 1432, Giovanni Battista Cibo, que veio a ser o Papa Inocêncio VIII, era filho de um senador romano. Ainda em jovem levou uma vida despreocupada e teve dois filhos ilegítimos, Franceschetto e Teodorina, a quem atribuiu consideráveis privilégios.
Tornou-se bispo de Savona em 1467 e, em 1473, trocou Savona pela Sé de Olfetta em Nápoles. Foi feito cardeal em 1473 por Sisto IV, ascendendo ao Trono de São Pedro a 12 de Setembro de 1484.
Em 1484, através da publicação da bula Summis desiderantes, onde condenava  as bruxas e apoiava a sua captura, fez com que muitas mulheres inocentes fossem condenadas à fogueira.
Aquando da sua eleição , o conclave, tal como Roma, encontrava-se dividido em facções. os principais rivais era Giuliano della Rovere, sobrinho do papa, e Rodrigo Bórgia, sobrinho de Calisto III. A eleição só seria decidida quando Della Rovere e Bórgia se uniram num candidato comum, um homem de boa natureza a quem os cardeais esperavam  dominar, Giovanni Battista Cibo.
Como pontífice, concluiu a obra de pacificação entre os estados católicos, lutou convictamente contra o mercado de escravos e tentou, sem sucesso, empreender uma cruzada. O rei de Nápoles entrou em guerra com a Santa Sé, sendo excomungado, em 1485, e vencido, em 1492.
Assistiu à queda do último reduto muçulmano na Península Ibérica, em Granada, e apoiou Cristóvão Colombo no descobrimento da América.
Depois de Inocêncio VIII ter substituído Sisto IV, D. João II de Portugal decidiu enviar uma embaixada a Roma para confirmar a obediência do reino ao novo pontífice. Em 1486, através da bula Ort-hodoxae fidei, concedeu indulgências e remissão dos pecados aos que ajudassem militarmente as expedições portuguesas em África.
Embora tenha deixado um legado importante, este Papa foi criticado por diversas vezes ao longo da História.
Quando confrontado pelos padres noruegueses, que pediam a permissão de celebrar o sacrifício da missa sem o vinho, Inocêncio VIII recusou. Recorde-se que, desde os primórdios da religião cristã, o vinho sempre assumiu um carácter simbólico, sendo a expressão “Sangue de Cristo” muito familiar para os cristãos.
Quando faleceu, a 25 de Julho de 1492, deixou Roma sob uma grande anarquia.
 
 
ALEXANDRE VI – CCXII  Papa de 1492 a 1503
 
Nascido em Játiva, perto de Valência (Espanha), Rodrigo de Borja (1 de Janeiro de 1431-18 de Agosto de 1503) foi papa de 10 de Agosto de 1492 até à sua morte, tendo ficado conhecido como um dos pontífices mais famosos da História. Filho de Isabel de Borja, dama da nobreza castelhana e irmã do Papa Calisto III, e de Geofredo Doms y Borja, passou mais tarde a chamar-se Rodrigo Bórgia para italianizar o nome, para melhor soar aos romanos.
Os Bórgia foram uma família nobre espanhola que se notabilizou em Itália no Renascimento. Entre a sua linhagem encontram-se cardeais, bispos, duques e papas, com destaque para Calisto III e Alexandre VI, bem como os príncipes César e Lucrécia.
O cardeal Bórgia, um poço de ambição, multiplicou as promessas e as intrigas. Mesmo tendo em conta os exageros dos seus inimigos, tratou-se sem dúvida de um dos pontífices mais tenebrosos que ficaram registados na História, ficando para sempre associado à imagem negativa da família Bórgia, identificada com os actos bárbaros executados por este Papa.
A nomeação do tio materno Calisto III para o papado fez com que tivesse ocupado diversos cargos, tais como: bispo, cardeal (com 25 anos de idade) e vice-chanceler da Igreja. Esteve ligado à Cúria Romana durante alguns anos, ganhando vasta experiência administrativa, influência e riqueza.
Em 1470 juntou-se com a Vanozza de Catannei, uma relação da qual nasceram quatro filhos, entre os quais César, em 1475, e Lucrécia, em 1480. Contudo Alexandre VI foi um  homem de muitas mulheres. Ao que parece, teve como amante Giulia Farnese, mulher de Orsino Orsini. O pior e o mais grave foi a acusação de incesto (nunca provado, mas sempre falado) com Lucrécia.
Uma das suas medidas mais marcantes foi proibir os cardeais de fazerem testamentos e deixar as heranças a quem entendessem, passando assim o papa a ser o próprio herdeiro.
Alexandre VI deu o seu forte contributo no combate às heresias e protegeu as ordens religiosas. Através de uma bula, proibiu a impressão dos livros sem o consentimento do bispo local.
Favoreceu as artes e protegeu os homens de letras, cientistas (tais como Copérnico, com a cátedra de Astronomia) e artistas (como Pinturicchio e Sangallo).
A relação com  Portugal ficou marcada pela mediação deste pontífice nas questões da expansão marítima lusa. Com a ascensão do espanhol Alexandre VI, passou a existir uma clara parcialidade a favor dos reis de Castela, o que contrariava D. João II de Portugal. Este recusou as sucessivas propostas de Roma e optou pelo campo diplomático, conseguindo finalmente que Fernando e Isabel I decidissem iniciar negociações directas, em Março de 1494, resultando no célebre Tratado de Tordesilhas.
Alexandre VI morreu a 18 de Agosto de 1503 num jantar oferecido ao cardeal de Corneto, vítima de veneno que um criado, por engano, lhe servira no vinho com que pretendia matar o seu convidado. Foi sepultado no Vaticano.
 
PIO III – CCXIII  Papa em 1503
 
Declarou não querer ser Papa das armas mas sim da paz.
Mostrou-se misericordioso com todo, mesmo com César Bórgia. Projectou a reforma da Igreja e a pacificação do Ocidente.
(Continua...)
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Gregório Magno, Santo
Setembro 3 Papa e doutor da Igreja

Gregorio Magno, Santo

Gregório Magno, Santo

Papa e Doutor da Igreja

SÃO GREGÓRIO I, nascido cerca do ano de 540, encontra-se como linha divisória entre a Idade Antiga e a Idade Média. A sua veneranda figura ergue-se como um dos mais ilustres sucessores de S. Pedro. Dos Pontífices da antiguidade, unicamente São Leão penetrou tão fundo como ele, abrindo novos caminhos na sociedade eclesiástica e civil daquela época. Pode afirmar-se que toda a Idade Média viveu do espírito de São Gregório. A liturgia romana, o canto sagrado, o direito canónico, a ascética monacal, o apostolado entre os infiéis, a vida pastoral: numa palavra, toda a actividade eclesiástica se inspira do Santo Doutor, cujos escritos vieram a ser como o Código Universal do Catolicismo. Nasceu São Gregório em Roma, numa família antiquíssima, nobre e rica. Como filho de patrícios, encaminhou os primeiros passos para a carreira política e muito depressa, antes do ano de 571, foi condecorado com a dignidade de Pretor. A fascinação da glória mundana e das grandezas terrenas parece ter seduzido por algum tempo a sua alma grande. Mas afinal triunfou a graça e Gregório renunciou a todas as esperanças do século e, vendendo os bens que herdara, aplicou o produto em socorrer necessitados e fundar sete mosteiros, seis na Sicília e um em Roma, no Clivus Scauri, hoje Monte Célio, onde se erguia o seu palácio solarengo. Aqui vestiu o hábito de S. Bento e deu-se a cumprir a sua Regra com tanto fervor que arruinou a saúde e esteve em perigo de morte.

Gregorio Magno, Santo

Gregorio Magno, Santo

O Pontifice Bento I tirou-o do mosteiro, nomeando-o Cardeal Diácono ou regionário; Pelágio II confiou-lhe em 578 o tão difícil como honroso cargo de apocrisiário ou núncio na Corte de Constantinopla. Pelos anos de 584 e 585 conseguiu regressar à sua cela e pouco depois foi eleito abade. Ver uns jovens anglo-saxões a serem vendidos como escravos despertou-lhe a ideia de partir como missionário para a Inglaterra, a comunicar, a um povo ainda são, os benefícios do Cristianismo e da civilização. Com este propósito, e de acordo com o papa, tinha-se posto em segredo a caminho, mas foi inesperadamente detido pelos mesmos romanos, que não podiam permitir que se apartasse deles. Gregório era já o ídolo do povo de Roma. Em Fevereiro de 590 faleceu o papa e unanimemente foi aclamado, como sucessor, Gregório. O nosso Santo fez todo o possível para inutilizar os desejos dos seus eleitores, mas a Providência de Deus, eficaz sempre nos seus desígnios, impôs-se, e Gregório foi solenemente consagrado em S. Pedro, em Setembro de 591. De toda a parte lhe chegavam cartas de felicitações , mas ele respondia: «Sem desejar nada, nem ter nada nesta terra, preparava-me para estar no cimo dum alto monte; mas eis-me agora arrastado pelo furacão desta prova, submergido no pélago dos negócios e de tal maneira combatido pela tempestade, que posso repetir o que diz o Salmo:Fui levado ao alto mar e submergido pelas tempestades”… Perdi todos os encantos da quietação. Exteriormente pareço elevado; interiormente caí e vejo-me tão submergido pela dor que mal posso falar. A minha pobre alma recorda-se do que foi um dia no  mosteiro, quando pairava sobre o que se passa, ao libertar-se do cárcere temporal por meio da contemplação». Empunhou o leme da Igreja quando, segundo as suas palavras, ele era como o dum navio carcomido e velho, que mete água por ambos os costados e cujas débeis tábuas, batidas por incessantes borrascas, anunciavam um naufrágio estrepitoso. Na Itália, sucediam-se inundações, pestes e fomes. Os Lombardos incendiavam e matavam; a província eclesiástica de Milão tinha declarado estar separada de Roma; os Gregos começavam também a fazer o mesmo e descobria-se já na atmosfera o cisma daquelas Igrejas florescentissimas noutros tempos e mães das do Ocidente. A mão acalentadora e vigorosa do novo Papa era a única indicada para guiar a nauzinha de Pedro em mar tão tempestuoso. A eminente posição, desconhecida até essa altura, que adquiriu o Papado no mundo, preparação para o domínio temporal nos Estados da Igreja, conseguiu-a Gregório I com a hábil administração do importantíssimo Patrimonium Petri, que possuía a Igreja de Roma, aumentando as rendas, que eram aplicadas na maioria para remédio das misérias sociais; com as relações de amizade estabelecidas com a França e a aproximação com os Visigodos da Espanha, que então adquiriram unidade religiosa e política, e finalmente preparando a conversão dos Lombardos ao Catolicismo e fomentando a cristianização da Inglaterra. E é notável que este Pontífice, a quem a posteridade qualificou com o nome de Grande, tenha sido o primeiro a usar o nome de Servo dos Servos de Deus, como se chamam os Romanos Pontífices, ao lado do Patriarca de Constantinopla, que se intitula «Ecuménico» ou universal pontífice. Sempre as almas maiores e fecundas passaram a vida cheias de consciência do seu verdadeiro nada e real escravidão perante o Criador do universo, consciência que é a humildade cristã, ou a verdade humana, como lhe chama Santa Teresa.

Gregorio Magno, Santo

Gregorio Magno, Santo

Atendendo ao influxo enorme que exerceu São Gregório em todo o mundo, chegou-se a dizer com razão que ele e a Idade Média nasceram no mesmo dia. Os últimos anos do seu Pontificado foram a purificação daquilo a que ele chamava estar metido na maranha dos negócios mundanos. Deus preparou-o para o abraço eterno da glória com dolorosas e molestas enfermidades, que o foram desapegando da terra, cortando pouco a pouco as amarras que o seguravam à costa. Só nas grandes festividades conseguia levantar-se da cama e entrar em S. Pedro para as cerimónias do culto pontifício. Em princípios de Março de 604, fracturou-se definitivamente a amarra e a nauzinha da sua alma, impelida pelo vento do Espírito Santo, voou para a imensidade límpida e clara de Deus. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

Comentários a autor: jmarti@ciberia.es

SÃO REMÁCULO

Bispo ( 664 )

Remáculo, natural de Aquitânia (na actual França), viveu parte da juventude em Bourges, que se convertera num centro de vida cristã e de santidade. Governava então a Gália «o bom rei Dagoberto», que, na realidade, era um grande libertino, mas possuía a qualidade de escolher bons colaboradores. Enumerar os seus conselheiros é citar os nomes das mais virtuosas personagens dessa época. Foi Santo Elói que descobriu os méritos de Remáculo e o nomeou superior do convento que fundara em Solignac, perto de Limoges. Remáculo desempenhou-se com tanta competência dessas funções que, quando em 647 foi necessário substituir Santo Amândio na sé episcopal de Maastricht, não tiveram dúvidas em o escolher para sucessor. Os cristãos desta diocese eram de tal ordem que chegavam, por vezes, a assassinar os seus pastores. Ao cabo de três anos, Santo Amândio deixara-os, sacudindo sobre eles o pó dos sapatos. Remáculo convenceu o Santo rei Sigeberto, filho de Dagoberto, de que a melhor forma de acalmar aqueles selvagens e de converter aqueles idólatras era desenvolver a vida monástica nessa região. Auxiliado por ele, fundou as abadias de Malmedy e de Stavelot, que depois vieram a adquirir grande fama. Segundo certos etimologistas, Malmedy ou Malmundarium designa um «lugar que tinha sido purificado dos espíritos maus», e Stavelot ou Stabuletum um «estábulo» onde antigamente se refugiavam animais bravios. Quanto ao nosso santo, sabe-se que governou a diocese durante cerca de doze anos e que depois disso resignou e foi acabar os seus dias em Stavelot, pelo ano de 664. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

António Ixida (ou Ishida) e Companheiros,

Beatos Bartolomé Gutiérrez, Francisco Ortego, Gabriel Fonseca,

Juan Jerónimo Jô e Vicente Carvalho
Setembro 3 Mártires,

Antonio Ixida (o Ishida) y Compañeros, Beatos

Antonio Ixida (ou Ishida) e Companheiros, Beatos

Mártires

Martirológio Romano: Em Nagasaki, no Japão, beatos Bartolomé Gutiérrez, presbítero, da Ordem de Ermitãos de Santo Agostinho, e cinco companheiros, mártires - Antonio Amador Ishida (ou Ixida), Francisco Ortego, Gabriel Fonseca, Juan Jerónimo Jô e Vicente Carvalho, que, por ódio à fé cristã, foram submergidos todos eles em águas sulfurosas fervendo e depois atirados ao fogo (1632).
Data de beatificação: Foram beatificados por Pio IX em 7 de Julho de 1867

Antonio Amador Ishida (ou Ixida), nació en el año 1570 en Shimabara (Nagasaki), Japón.
Seminarista desde los quince años, se distinguió por sus dotes musicales y dominio de su lengua nativa, además de una seria formación clásica y de teología moral, adquirida en los colegios de Amakusa y Macao. Aun antes de su ordenación, se entregó con empeño al apostolado de la zona de Hiroshima, ayudando a uno o dos sacerdotes, en la ciudad y en sus excursiones pastorales por toda la región de Chugoku y parte de la isla de Shikoku. Después del edicto de expulsión (1614), continuó en Hiroshima, gracias a la benevolencia del daimyð Fukushima Masanori (quien era pagano), haciendo viajes apostólicos en compañía del P. Juan Bautista Porro hasta enero de 1618.
Por haber ocultado a Akashi Naiki Pablo de Hiroshima, noble prófugo, fue encarcelado hasta agosto de 1619, tras la caída de Fukushima Masanori. Una vez libre la Compañía de Jesús lo envió a Nagasaki donde tras diez años de fecundo apostolado fue apresado el 14 de noviembre de 1629. Casi tres años después, luego de superar por treinta días los tormentos en las ardientes aguas sulfurosas del monte Unsen, murió en la hoguera en Nagasaki, junto con cinco religiosos agustinos y franciscanos, el 3 de septiembre de 1632.
Sus compañeros del martirio fueron:
Bartolomé Gutiérrez nació en México en 1530. Se hizo agustino en 1596 y se ordenó de sacerdote en Puebla. En 1612 se fue a Japón como superior de Ukusi. Trabajó apostólicamente durante varios años, a pesar de que su vida corría siempre peligro.
Francisco Ortego nació en Villamediana, España. También era agustino. Lo enviaron a México y de aquí a Manila. Más tarde a Japón.
Gabriel Fonseca era un lego franciscano. Nació en Fonseca, España. Lo enviaron a Japón para estudiar medicina. La ejerció ayudando a todo enfermo sin cobrar nada. A los diez años de intenso trabajo apostólico fue arrestado hasta que murió mártir por Cristo.
Juan Jerónimo Jô era un sacerdote diocesano japonés. Recibió la educación en el seminario de Arima y ordenado de sacerdote en Manila. En 1628 volvió a su país y ejerció su ministerio sacerdotal hasta que lo arrestaron.
Vicente Carvalho nació en Lisboa. Era agustino. Lo enviaron a México y de aquí a Japón en donde sufrió la palma del martirio.

Bibliografía: Diccionario Histórico de la Compañía de Jesús
Charles E. O’Neill – Joaquín Mª Dominguez
Volumen III
Ortega Ediciones Gráficas
ISBN 84-8468-039-8
P. Felipe Santos Campaña
www.autorescatólicos.com
ar.geocities.com/misa_tridentina01

• Marino, Santo
Setembro 3 Diácono,

Marino, Santo

Marino, Santo

Diácono

Martirológio Romano: No monte Titano, cerca de Rímini, na Flaminia, são Marino, diácono e anacoreta, portador ao povo gentio do Evangelho e da liberdade de Cristo (s. IV/V)

Nacido en una familia cristiana, era albañil, nativo de Dalmacia, y uno de los numerosos trabajadores que en el año 257 fueron movilizados, por orden de Diocleciano y de Maximiano, para la reconstrucción de las murallas de Rímini.
Tras haber trabajado un tiempo en Rímini, donde se distinguió por su grandísima caridad cristiana. Fue enviado a otras canteras en el monte Titano para trabajar las piedras. Pasados tres años, Marino regresó a Rímini. En esta ciudad predicó el evangelio por doce años.
Para evitar ser capturado cuando las autoridades descubrieron su acción cristiana, huyó de la ciudad y con la ayuda de Dios se refugió en una gruta del monte Titano, donde vivió en solitario durante un año sin temer las insidias del demonio, que continuamente intentaba asustarlo. Marino, para no ser molestado por los visitantes, se retiró a la cima del mismo monte, y allí construyo una pequeña celda y una iglesia que dedicó a San Pedro. Tales obras suscitaron la ira de Verissimo, hijo de una noble viuda de nombre Felicísima, propietaria de aquellas tierras. Este, presentándose delante de Marino con intenciones nada pacíficas, cayó por tierra paralizado y mudo, tras la oración del santo. La madre, al saber la desgracia de su hijo, se acercó a Marino y dijo estar dispuesta a concederle todo lo que pidiese. En aquel mismo instante su hijo se curó y se postró delante del santo convirtiéndose al cristianismo junto a su madre y familiares.
San Gaudencio, Obispo de Rímini, conociendo las virtudes de Marino, los llamó y le ordenó diacono para que pudiera bautizar a los muchos conversos que lograba hacer. Después, Marino regresó a su morada. El santo continuó viviendo en la misma celda, dedicado a la oración y al trabajo, hasta el día de su muerte, el 3 de septiembre.
Fue sepultado en la iglesia edificada por él. La población que se construyó en aquel sitio llegó a ser la ciudad de San Marino, capital de la república de ese nombre, y que es independiente desde el siglo XI.

Bibliografía: Dicccionario de los Santos
C. Leonoardi, A. Riccardi y G. Zarri
Volumen II
Editorial San Pablo
ISBN: 84-285-2259-6

Bartolomé Gutiérrez, Beato
Setembro 3 Presbítero e Mártir,

Bartolomé Gutiérrez, Beato

Bartolomé Gutiérrez, Beato

Presbítero e Mártir

Ver Biografia acima de ANTÓNIO ISHIDA e 5 companheiros

• Brígida de Jesús Morello, Beata
Setembro 3 Fundadora,

Brígida de Jesús Morello, Beata

Brígida de Jesús Morello, Beata

Fundadora da Congregação de Irmãs Ursulinas de María Imaculada

Martirológio Romano: Em Piacenza, na região de Emilia, em Itália, beata Brígida de Jesús Morello, que, depois de enviuvar, se consagrou a Deus, trabalhando em obras de penitência e caridade, e fundando a Congregação de Irmãs Ursulinas de María Imaculada, dedicadas à educação cristã da juventude feminina (1679).
Data de beatificação: O papa João Paulo II a beatificou em 15 de Março de 1998.

Brígida Morello fue una mujer de su tiempo, el siglo XVII; una mujer de gran fe que supo ver en los acontecimientos históricos y sobre todo en los que a ella le toco vivir la santa voluntad de Dios.
“Dios es nuestro Padre y nunca nos abandonará”; esta seguridad de ser amada como hija, gratuita e incondicionalmente, la motivó a entregar su cariño a cada prójimo que tuviera cerca.
Nació el 17 de junio de 1610 a San Miguel de Pagana (Génova) sobre la Costa de Levante, sexta de once hijos, creció en entorno intensamente cristiano. A 23 años, el 14 de octubre de 1633, se casó Matteo Zancano de Cremona y se estableció con su marido en Salsomaggiore (Parma), dónde fue reconocida por sus virtudes.
A 27 años, el 11 de noviembre de 1637, quedó viuda, entonces hizo voto de castidad, deseando convertirse en religiosa, pero inútilmente intentó entrar entre las capuchinas de la localidad, el ser viuda se lo impedía.
En el 1640 se trasladó a Piacenza, en donde los jesuitas fueron sus directores espirituales, quienes siempre la guiaron y la mantuvieron en la vía a la perfección, especialmente por parte del padre Antonio Morando, su confesor y primer biógrafo.
Margarita de Medici, duquesa de Parma y Piacenza, quería dotar a Piacenza con un Instituto de Ursulinas para la educación de la juventud femenina, uno similar al que existía en Parma. Para ello Brígida Morello acogió en septiembre de 1646 a algunas jóvenes mujeres en su casa, bajo la denominación de Santa Úrsula, dando así inicio, el 17 de febrero de 1649, Miércoles de Ceniza, con cinco compañeras una nueva familia de Ursulinas, bajo la guía de los Jesuitas.
No fue sin embargo la primera superiora, ya que recién en 1665 fue elegida como tal, siendo confirmada en 1670 y en 1675; sus precarias condiciones de salud no le impidieron gobernar por largos períodos, incluso desde la cama, su Congregación de Ursulinas de María Inmaculada.
El 3 de septiembre de 1679 murió en Piacenza y fue enterrada en la iglesia local de San Pedro, hoy no existen rastros de su tumba, si existen un cierto número de cartas, algunos escritos autobiográficos y edificantes, documentos de los que se puede sacar una exacta visión de las experiencias espirituales de la fundadora.
Pero solamente en los años 1927-28 se celebró en Piacenza el proceso ordinario para su beatificación; el decreto sobre la heroicidad de las virtudes se obtuvo el 29 de abril1980.
Reproducido con autorización de
Santiebeati.it

responsable de la traducción: Xavier Villalta

 

90209 > Sant' Abibo di Edessa Diacono e martire 2 settembre MR
68680 > Sant' Agricolo di Avignone Vescovo 2 settembre MR
69300 > Sant' Alberto di Pontida Abate 2 settembre MR
93202 > Beato Alessandro Carlo Lanfant Sacerdote gesuita, martire 2 settembre
93172 > Beato Ambrogio Agostino (Ambroise-Augustin) Chevreux Abate e martire 2 settembre
93176 > Beato Andrea Grasset de Saint-Sauveur Sacerdote e martire 2 settembre
90957 > Sant' Antonino di Apamea Martire 2 settembre MR
90346 > Beato Apollinare da Posat (Jean-Jacques Morel) Sacerdote e martire 2 settembre
68720 > Beato Brocardo 2 settembre MR
93201 > Beati Carlo Luigi e Luigi Beniamino Hurtrel Martiri 2 settembre
94489 > Beato Carlo Regis Matteo de La Calmette Conte di Valfons, martire 2 settembre
68650 > Sant' Elpidio Abate 2 settembre MR
68700 > Sant' Elpidio di Lione Vescovo 2 settembre
94549 > Beato Enrico Filippo Ermes Martire 2 settembre
94418 > Beato Francesco Luigi Hebert Sacerdote eudista, martire 2 settembre
93174 > Beato Francois-Joseph de La Rouchefoucauld-Maumont Vescovo e martire 2 settembre MR
90718 > Beato Giacomo Friteyre-Durvè Sacerdote e martire 2 settembre
91269 > Beato Gianfrancesco Burtè Francescano conventuale martire 2 settembre
91124 > Beato Giorgio Girault (Severino) Martire Rivoluzione francese 2 settembre
94490 > Beato Giovanni Lacan Sacerdote e martire 2 settembre
90374 > Beati Giovanni Maria du Lau d'Alleman, Francesco Giuseppe e Pietro Ludovico de la Rochefoucauld e compagni Martiri della Rivoluzione francese 2 settembre MR
68660 > San Giusto di Lione Vescovo 2 settembre MR
69310 > San Guido (Vito) di Pontida Abate 2 settembre MR
90798 > Beata Ingrid Elofsdotter di Skanninge (di Svezia) 2 settembre MR
93175 > Beato Jean-Marie du Lau d’Alleman Vescovo e Martire 2 settembre
93594 > San Lanfranco di Vercelli Vescovo 2 settembre
94430 > Beato Laurent (Abbé Laurent) Sacerdote e martire 2 settembre
94968 > Beato Luigi France­sco Meallet de Fargues Sacerdote e martire 2 settembre
94179 > Beati Martiri delle stragi di settembre Vittime della Rivoluzione francese 2 e 3 settembre
68750 > San Nonnoso sul Monte Soratte Priore 2 settembre MR
93173 > Beato Pierre-Louis de La Rouchefoucauld-Bayers Vescovo e martire 2 settembre
93169 > Beati Pietro Giacomo Maria Vitalis e 20 compagni Martiri della Rivoluzione francese 2 settembre MR
94432 > Beato Pietro Landry Sacerdote e martire 2 settembre
94738 > Beato Pietro Ploquin Scerdote e martire 2 settembre
90232 > San Prospero di Tarragona Vescovo venerato a Camogli 2 settembre MR
93171 > Beato Salomone (Guillaume-Nicolas-Louis) Leclerq Protomartire lasalliano 2 settembre
68670 > San Siagrio di Autun Vescovo 2 settembre MR
50750 > Santi Teodota, Evodio, Ermogene e Callista Martiri 2 settembre MR
68800 > San Zenone e figli Martiri a Nicomedia 2 settembre MR

www.jesuitas.pt (livro SANTOS DE CADA DIA); www.es.catholic.net/santoral; e www.santiebeati.it

 

Saudações de António Fonseca