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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Nº 1124 - 13 DE SETEMBRO DE 2010 - PAPAS – SANTOS DE CADA DIA – ETC…

Continuando, segue-se o segundo e último capítulo da vida de JOÃO PAULO II 

PAPAS DA IGREJA CATÓLICA
Resumo:
PAULO IV  -  CCXXI Papa de 1555 a 1559 - PIO IV – CCXXII Papa de 1559 a 1565 - SÃO PIO V  - CCXXIII Papa  de 1556 a 1572  - GREGÓRIO XIII – CCXXIV  Papa de 1572 a 1585 - SISTO V  – CCXXV  Papa de 1585 a 1590 - URBANO VII  -  CCXXVI Papa em 1590  -  GREGÓRIO XIV – CCXXVII Papa de 1590 a 1591 - INOCÊNCIO IX  - CCXXVIII Papa  em 1591 - CLEMENTE VIII – CCXXIX  Papa de 1592 a 1605 - LEÃO XI  – CCXXX  Papa em 1605 - PAULO V  – CCXXXI  Papa de 1605 a 1621   - GREGÓRIO XV  -  CCXXXII Papa de 1621 a 1623- URBANO VIII – CCXXXIII Papa de 1623 a 1644INOCÊNCIO X -  CCXXXIV Papa de 1644 a 1655ALEXANDRE VII  - CCXXXV Papa  de 1655 a 1667 CLEMENTE X – CCXXXVI Papa de 1670 a 1676  - INOCÊNCIO XI  -  CCXXXVII Papa de 1676 a 1689  - ALEXANDRE VIII – CCXXXVIII Papa de 1689 a 1691  - INOCÊNCIO XII -  CCXXXIX Papa de 1691 a 1700  - CLEMENTE XI  - CCXL Papa  de 1700 a 1721  -  INOCÊNCIO XIII – CCXLI Papa de 1721 a 1724  -  BENTO XIII– CCXLII Papa de 1724 a 1730  - CLEMENTE XII  -  CCXLIII Papa de 1730 a 1740  -  BENTO XIV – CCXLIV Papa de 1740 a 1758  - CLEMENTE XIII -  CCXLV Papa de 1758 a 1769  -  CLEMENTE XIV  - CCXLVI Papa  de 1769 a 1774  -  PIO VI – CCXLVII Papa de 1775 a 1799  - PIO VII – CCXLVIII Papa de 1800 a 1823   -  LEÃO XII  -  CCXLIX Papa de 1823 a 1829PIO VIIII – CCL Papa de 1829 a 1830GREGÓRIO XVI -  CCLI Papa de 1831 a 1846PIO IX  - CCLII Papa  de 1769 a 1774  LEÃO XIII – CCLIII Papa de 1878 a 1903  -  SÃO PIO X – CCLIV Papa de 1903 a 1914  - BENTO XV  -  CCLV Papa de 1914 a 1922 - PIO XI – CCLVI Papa de 1922 a 1939  - PIO XII -  CCLVII Papa de 1831 a 1846 - JOÃO XXIII - CCLVIII Papa  de 1769 a 1774 -PAULO VI – CCLIX Papa de 1963 a 1978 -   JOÃO PAULO I – CCLIV Papa de 1903 a 1914 - JOÃO PAULO II  -  CCLVI Papa de 1978 a 2005  e  BENTO XVI – CCLVII Papa desde 2005 
Hoje, dia 13-9-2010, falar-vos-ei de JOÃO PAULO II 
2º Capítulo
JOÃO PAULO II  -  CCLVI Papa de 1978 a 2005
No dia 23 de Setembro de 1958 foi consagrado bispo auxiliar do administrador apostólico de Cracóvia, D. Baziak, o que o tornou o membro mais jovem do episcopado polaco.
Participou no Concílio Vaticano II, tendo colaborado em dois temas, influenciado o seu resultado: a liberdade religiosa e o papel dos leigos na Igreja.
Com a morte de D. Baziak, em 1964, Wojtyla passou a titular da sede de Cracóvia, que dois anos depois foi convertida em arquidiocese pelo Papa Paulo VI.
Um dos grandes momentos da vida de Wojtyla teve lugar em Junho de 1967, quando o Papa Paulo VI o tornou cardeal na Capela Sistina. Em 1974, o cardeal polaco ordenou 43 novos sacerdotes, naquela que foi a ordenação sacerdotal mais numerosa desde que terminara a II Guerra Mundial.
Após a morte de Paulo VI, em 1978, foi eleito um novo Papa, que tomou o nome de João Paulo I. Porém o «papa sorridente», como ficou conhecido, faleceu inesperadamente, ao fim  de 33 dias de papado.
Aquando do falecimento de João Paulo I, foi convocado o conclave que haveria de elevar Wojtyla ao Trono de São Pedro, a 16 de Outubro de 1978. Depois de 455 anos a eleger papas de origem italiana, a tradição foi quebrada com a nomeação de um polaco. Mais do que isso, um Papa que fugia completamente do estereótipo da autoridade eclesiástica tradicional: atlético e vigoroso, João Paulo II preparava-se para renovar a imagem do Vaticano.
O pontificado de João Paulo II, que viria a durar mais de 26 anos, foi o terceiro mais longo da história da Igreja Católica, ficando apenas atrás do pontificado de São Pedro e de Pio IX.
João Paulo II foi um homem que incentivou o diálogo entre os diversos credos, fomentou ininterruptamente a paz e soube estar perto dos fiéis, particularmente junto dos jovens,  com quem se sentia especialmente feliz e a quem apelidou de «Sentinelas da manhã».
João Paulo II foi em toda a História da Igreja o pontífice que mais países visitou, o que lhe valeu o título de «papa peregrino». O Chefe da Igreja Católica falava seis línguas e percorreu mais de un milhão de quilómetros em mais de mil horas de voo, mostrando uma ininterrupta vontade de percorrer o mundo.
Foi nas viagens que o Papa polaco encontrou o caminho para invocar a paz e a defesa dos direitos humanos.
A morte de João Paulo II, aos 84 anos, acabaria por ser anunciada no dia 2 de Abril de 2005.
O trabalho de João Paulo II em prol do diálogo ecuménico ficaria bem patente após a sua morte; dos quatro cantos do mundo surgiram declarações de profundo pesar, independentemente dos credos, etnias ou divisões políticas.
A 28 de Junho de 2005 foi aberto o processo de beatificação e canonização de João Paulo II, satisfazendo-se uma das exigências da multidão durante as exéquias do Sumo Pontifice: «Santo depressa».
 
 
( Amanhã, (14-9) – se Deus quiser -  publicarei o 1º capítulo de BENTO XVI e depois no dia (15-9) o 2º capítulo)
 
BENTO XVI – CCLVII Papa desde 2005 
(Continua...)
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SÃO JOÃO CRISÓSTOMO

Bispo, Doutor da Igreja (354-407)

Juan Crisóstomo, Santo

Juan Crisóstomo, Santo

Patrono dos pregadores

Nasceu em Antioquia, pelo ano de 354, de família distinta; o pai era comandante de cavalaria da Síria e a mãe, exemplar da mulher forte, enviuvando aos 20 anos, levara a que o retórico Libânio exclamasse: «Deuses da Grécia, que mulheres há entre os cristãos!». Chamava-se Antusa e pôs toda a sua alma em educar João o mais esmeradamente possivel. Deu-lhe por mestres o filósofo Andragácio e o célebre retórico pagão Libânio, que pouco antes de morrer dizia: «Queria deixar à frente da minha escola João, mas os cristãos arrebataram-mo». Com outros grandes Padres da Igreja do século IV, São João Crisóstomo baptizou-se com perto de 20 anos, sendo ministro do sacramento o bispo Melécio de Antioquia. Era cristãio consciente e sentia a necessidade de praticar o Evangelho integral. Primeiramente, levou em sua casa vida de austero ascetismo e logo a seguir resolveu isolar-se do mundo. Esteve quatro anos sob a direcção dum velho anacoreta e depois sozinho num lugar montanhoso dos arredores da cidade. «Quando a minha mãe soube da resolução que eu tomara – de ir para o desertopegou-me pela mão, conduziu-me ao seu quarto e, depois de me fazer sentar junto da cama em que me tinha dado o ser, começou a chorar e a dizer-me coisas mais amargas que o seu pranto». A delicada saúde de João obrigou-o a voltar à cidade, onde recebeu o diaconado das mãos de Melécio, em 381, e cinco anos depois, em 386, foi ordenado sacerdote pelo bispo Flaviano. Por esta altura compôs o seu excelente tratado sobre o sacerdócio, por causa principalmente da consagração episcopal do seu amigo íntimo e companheiro de estudos, S. Basílio Magno. Por doze anos, até 397, exercitou o apostolado em Antioquia, como ajudante do bispo, com a esmola, o sacrificio e sobretudo a palavra; foi uma festa de eloquência, diz um autor moderno. As suas mais célebres homílias, que são conhecidas com a designação «das estátuas», datam precisdamente desta época, por ocasião dum levantamento popular no ano de 387, motivado pelo aumento das contribuições, sendo então derrubadas as estátuas do imperador. Os cidadãos estavam espantados, temendo represálias. São Flávio, o bispo de Antioquia, tinha ido a Constantinoçla para obter perdão. João manteve com o seu povo constante comunicação, servindo-se do púlpito. A doença obrigou-o a calar-se uns dias e o terror do povo chegou então ao paroxismo. Um magistrado pagão teve de alentar a gente e quando, já restabelecido Crisóstomo, voltou a dirigir-lhe a palavra, começou o discurso com esta frase: «Coro de vergonha ao pensar que foi necessária a palavra de um infiel para reanimar o valor dos cristãos». Em 397 morreu o Patriarca de Constantinopla, Nectário, e foi nomeado para suceder-lhe o nosso Santo. Consagrou-o o bispo Teófilo de Alexandria, a 26 de Fevereiro de 398. A sua nova dignidade colocou-o no melhor e mais elevado púlpito que se podia levantar para a sua eloquente e evangélica palavra; a corte de Bizâncio. Foi bem activo em todo o seu ministério patriarcal; depôs vários bispos indignos, tentou moralizar o clero, repreendeu os monges que se davam ao turismo em vez de rezarem nos conventos. Desde o primeiro dia, se torna ele o amigo dos pobres, o melhor advogado e defensor deles. Todas as rendas destina para esmolas e fundação de hospitais. Um dia começou a homília sobre a esmola: «Venho comunicar-vos uma embaixada. E não é decreto do senado que tenha enviado, mas o espectáculo dos mais cruéis sofrimentos. Quando atravessava a praça, vi por terra muitos desgraçados que tiritavam de frio e padeciam fome». Em 399 caiu o poderoso ministtro Eutrópio, que se distinguira no governo pela avareza e cruéis arbitrariedades. A Imperatriz e o povo estavam contra ele. Expulso do palácio, refugiou-se numa igreja, valendo-se do direito de asilo. O Imperador e o povo reclamavam-no. Crisóstomo, o «boca de ouro», subiu ao púlpito e pronunciou uma das suas mais eloquentes homílias: «Vaidade de vaidades é tudo vaidade! Onde está agora o ilustre esplendor do consulado? Onde as tochas acesas que precediam sempre este homem no seu caminho, as danças e aclamações, os banquetes e as festas? Que é feito das coroas e dos ornatos da sua cabeça, do ruidoso entusiasmo da cidade e dos vivas no circo?» «Não te disse muitas vezesdirige-se agora a Eutrópio agarrado ao altarque a riqueza é coisa fugitiva? Eras um rei e não podias suportar as minhas palavras; Não te dizia eu que a riqueza é um senhor ingrato? Eras um rei e não querias acreditar-me; e agora ensina-te a experiência que a riqueza é não só fugitiva e ingrata, mas também homicida, pois já vês a que estado te reduz. Não te dizia eu que as feridas causadas por um amigo valem mais que as carícias de um inimigo?» E a seguir fala de novo ao povo irritado: «Deus permita que este sujeito mostre com as suas desditas o poder e a clemência da Igreja. Para salvar o inimigo que se refugia à sua sombra, a Igreja expõe-se à zanga do Imperador. Este é o melhor ornato do altar. Esse avarento, esse ladrão, esse malvado, direis, é quem se agarra à sagrada mesa? Isso de ornato é zombaria! – Não faleis assim. Uma prostituta enxugou os pés de Cristo; embaciou acaso a glória d’Ele? Vamos, vamos lançar-nos aos pés do princípe; ou melhor, roguemos a Deus que lhe dê um coração que saiba compadecer-se». A liberdade e zelo com que procedias nos seus ministérios trouxeram-lhe muitas rivalidades e ódios. Um dos principais inimigos do Santo foi Teófilo de Alexandria, homem orgulhoso, que desejava reconquistar a supremacia da sua Igreja no oriente, ameaçada desde 381 pelo Patriarca de Constantinopla, cidade imperial. Em 403 presidiu ao chamado Sínodo de Encina, perto de Calcedónia, a que não quis assistir S. João. O Sínodo depõs este e o Imperador desterrou-o. No dia seguinte, foi chamado com  urgência porque um forte terramoto tinha assustadio os seus inimigos. A calma durou dois meses. Por motivo da inauguração duma estátua da Imperatriz Eudóxia, houve danças e clamorosos jogos de carácter pagão, Crisóstomo protestou na Igreja. A Imperatriz revoltou-se mais e o santo respondeu-lhe num discurso que principia: «De novo dança e se enfurece Herodíades e pede a cabeça de João numa travessa». E mostrando que a ninguém temia, continuou: «Que vou temer? A morte? Já sabeis ser Cristo a minha vida e morrer para mim um ganho. O desterro? Mas se a terra toda é do Senhor! A perda dos bens? Nada trouxemos a este mundo e nada levaremos dele,… Se desejo viver é pelas vossas almas». O segundo desterro veio a 9 de Junho de 404. Passou três anos em Cucuso da Arménia. E, porque estava perto dos seus amigos de Constantinopla, fez-se que mudasse para Pítio, na margem oriental do Mar Negro. No caminho morreu em Comana, cidade do Ponto, a 14 de Setembro de 407. As suas últimas palavras foram: «Senhor, seja feita a vossa vontade em todas as coisas assim na terra como no céu». A imperateriz morreu pouco depois de Crisóstomo sair para o segundo desterro, em fins de 404. Seu filho, Teodósio II, mandou trasladar os restos do santo, colocando-os solenemente, a 27 de Janeiro de 438, na igreja dos Apóstolos de Constantinopla, data que deu origem à festa que até há pouco era celebrada no mesmo dia. Em 1209 foram levadas as reliquias para S. Pedro de Roma, onde ainda hoje se conservam na capela do coro. Desde o século VI que lhe é dado o título de Crisóstomo, boca de ouro, porque é o maior de todos os oradores da Igreja Grega. São Pio X proclamou-o patrono especial da eloquência sagrada. A sua produção literária (600 títulos, entre discursos e sermões) ultrapassa a todos os outros escritores orientais: e no Ocidente apenas se lhe pode comparar Santo Agostinho. O seu estilo junta a espiritualidade cristã com  a elegância  e a forma helénicas. Os sermões, que duravam por verzes duas horas, são enérgéticos, muito apostólicos e realistas; entrelaçam-se neles, entre  brilhantes imagens e comparaçôes, os acontecimentos do dia com os principios eternos da fé e o Evangelho, que ele tinha penetrado profundamente na leitura assídua de S. Paulo: «Se alguma coisa sei, devo-a ao carinho com que leio diariamente as suas cartas». Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.,pt  -  Ver também www.es.catholic.net e www.santiebeati.it

SANTO AMADO

Eremita (627)

Representa-se geralmente em companhia dum corvo. É a lembrança de um incidente ocorrido quando o santo se encontrava ainda no mosteiro de São Maurício, em Agaunum, na Suiça. O superior tinha-o autorizado a viver numa caverna, à porta da qual um monge chamado Berin  ia, duas vezses por semana, colocar um pote de água e um pão de cevada. Um dia apareceu na caverna um corvo que entornou o pote e levou o pão, obrigando o eremita a jejum prolonmgado. Amado começou então a cultivar um campinho de cevada e a abastecer-se de água numa fonte vizinha. Já assim vivia há três anos quando o mosteiro recebeu a visita de Santo Eustácio, abade de Luxeuil, que regressava de uma viagem em que se tinha avistado com São Columbano, em Bóbio. Todos sabem como era severa a regra seguida pelos monges de Luxeuil. Em certas noites de inverno, chergavam a recitar 75 salmos em matinas. Seduzido pela descrição que o visitante lhe fez das austeridades de Luxeuil, Amado deixou o vale do Ródano e acompanhou Eustácio. De tempos a tempos, saía do mosteiro a evangelizar as populações idólatras das regiões austrasianas. Em Mertz converteu um antigo conde palatino da corte de Teodeberto II, chamado Romarico. Quando o monge Agréstio encabeçou uma revolta, esta foi severa e prontamente reprimida por Santo Eustácio. Não se sabe porque motivos, São Romarico e Santo Amado enfileiraram a princípio ao lado de Agréstio. Mais tarde, deixaram Luxeuil e, com a aprovação de Santo Eustácio, fundaram em Hebend, na propriedade de um antigo palatino, um mosteiro dúplice para religiosos e religiosas, ao qual foi mais tarde dado o nome de Remiremont (Romarici Mons). Amado, quie foi o seu primeiro abade, estabeleceu para as monjas o costume do ofício perpétuo. Divididas em sete coros, como os anjos, as religiosas sucediam-se umas às outras, dia e noite, no canto do saltério, por forma que nunca se interrompesse o louvor divino. Por sua vez, Amado vivia habitualmengte no fundo dum barranco, encerrado numa gruta, para onde lhe desciam a comida por uma corda, e só subia à superfície nos sábados e domingos, a fim  de assisgtir aos ofícios divinos e pregar às duas comunidades. Morreu pelo ano de 627. Também se festeja hoje outro Santo Amado que, depois de ter sido abade de Agaunum, foi bispo de Sion (Suiça) e morreu, desterrado por Ebroíno, na abadia de Saint-Pierre-du-Breuil (actual diocese de Arrás), em 690. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.,pt 

BEATA MARIA DE JESUS LÓPEZ DE RIVAS

Religiosa (1560-1640)

Esta discipula de Santa Teresa de Ávila, que entrou no carmelo aos 17 anos e que nasceu em Tartanedo (Espanha), a 18 de Agosto de 1560, somente subiu às honras da beatificação no dia 14 de Novembro de 1976. Paulo VI, na sua homilia desse acto solene, dá a razão da demora: «Dificuldades de vária índole atrasaram a instrução do processo canónico, o qual, iniciado regularmente não antes do principio do século XX, conheceu ainda contratempos e pausas e pôde concluir-se só nos nossos dias. Por isso só agora é apresentada à Igreja em todo o seu fulgor a figura fascinante desta mulher, que mais de três séculos de história separam de nós, distantes peregrinos no tempo». A seguir, apresenta alguns rasgos da vida interior da bem-aventurada: «A nossa Beata não deixará de modelar as grandes linhas da espiritualidade Teresiana, segundo um designio pessoal, do qual virá a surgir a sua peculiar fisionomia espiritual. Os traços característicos dessa fisionomia podem resumir-se numa participação afectiva e efectiva mais marcada e explícita nos mistérios de Cristo, propostos pela Sagrada Liturgia nos diversos momentos do ano. E assim, encontramo-la durante o Advento totalmente absorta e como que transportada fora de si pela contemplação profunda do mistério de Deus encarnado. Durante as festas do Natal encontramo-nos com a sua devoção singular ao Menino Jesus, que ela chama familiarmente: “doutor da doença do amor”. Na Quaresma e sobretudo nos dias da semana Santa, admiramos a sua apaixonmada participaçâo nos sofrimentos do Redentor; a este propósito, o testemunho de um Carmelita seu contemporâneo informa-nos de que “tendo (ela) pedido a Nosso Senhor que lhe concedesse alguma coisa que lhe fizessse sentir fisicamente a sua Paixão, recebeu do Redentor, que lhe apareceu, uma coroa de espinhos na cabeça, donde lhe veio uma dor tão forte que nunca lhe passa” (Jerónimo Gracián, Peregrinacion de Anastasio, Dial. 16). Sor Maria de Jesus venerava com indizivel ardor a Eucaristia, especialmente no dia da sua festa. Às suas religiosas repetia com um tom que tocava o coraçâo: “Filhas, sabem que somos de casa com o Santissimo Sacramento, que vivemos com sua Mahestade, sob o mesmo tecto? Se os religiosos fossem conscientes de tal privilégio, nenhum julgaria adquiri-lo a preço demasiado caro, ainda que fosse à custa de lágrimas e de sangue”. A devoção intensa ao Sagrado Coração de Jesus e ao seu Preciosissimo Sangue completam o quadro da piedade cristocêntrica desta alma que gostava de exclamar: “Quem tem a grande sorte de se tornar Cristo Senhor do seu próprio ser sabe conhecer a Deus Divino e Humano; só ele envereda por caminho seguro”». Na Ordem Carmelita exerceu repetidas vezes os cargos de Mestra de Noviças e de Prioresa. Contudo, em 1600 levantaram-lhe uma vil calúnia que o Senhor permitiu. Quando se descobriu a falsidade da acusação, voltou a ser eleita para os cargos que antes ocupara com tanta simplicidade, sabedoria e prudência. Faleceu santamente em Toledo, a 13 de Setembro de 1640. AAS 69 (1977) 252-5; L’OSS. ROM. 21.11.1976.  DDo livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.,pt 

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.,pt  

Marcelino de Cartago, Santo
Setembro 13 Martír Laico, 

Marcelino de Cartago, Santo

Marcelino de Cartago, Santo

Mártir Laico

Martirológio Romano: Em Cartago, em África, são Marcelino, mártir, que sendo alto funcionário imperial muito relacionado com os santos Agostinho e Jerónimo, foi acusado de ser partidário do usurpador Heraclión e, ainda que fosse inocente, por defender a fe católica foi assassinado pelos hereges donatistas (413).
Etimologicamente: Marcelino = Aquele que procede de Marte (Deus romano da guerra), é de origem latina.

El martirio de Marcelino, alto funcionario imperial y amigo de san Agustín, está unido al cisma donatista que destrozó durante un siglo la Iglesia africana.
El inicio de este cisma se remonta al 310 cuando se objetó la validez de la elección del obispo de Cartago, Ceciliano, porque había sido consagrado por obispos así llamados “traditores”. Cuando el edicto de Diocleciano impuso a los cristianos que entregaran los libros sagrados para quemarlos, los que obedecieron se llamaron “traidores” y fueron considerados como pecadores públicos.
El obispo Donato (de ahí el nombre de donatismo que lleva la secta), opuesto por el partido cismático al legítimo obispo Ceciliano, resumía su doctrina en estos dos puntos: la Iglesia es la sociedad de los santos; los sacramentos administrados por pecadores son inválidos. El pretexto doctrinal en realidad ocultaba oposiciones regionales y sociales: Numidia contra África proconsular, proletarios contra propietarios romanos. Es en este momento cuando entra en escena san Marcelino, víctima ilustre de los donatistas.
Marcelino desempeñaba en Cartago los cargos de tribuno y notario. Buen padre de familia, cristiano ejemplar, fue definido por su amigo san Agustín: hombre con “fama et pietate notissimus”. Como deseaba aprender, se dirigía frecuentemente a san Agustín para que le aclarara los puntos más controvertidos de la doctrina católica. A su laudable curiosidad se deben algunas obras del gran teólogo de Hipona, como el tratado Sobre la remisión de los pecados, Sobre el espíritu y la letra y el más célebre sobre la Trinidad (de Trinitate), que Marcelino no alcanzó a leer, porque había pagado con la vida la valentía de ponerse de parte de la tradición católica, en la conferencia que tuvo lugar en Cartago en el 411 entre obispos católicos y donatistas.
En efecto, Marcelino había obtenido la victoria para los católicos, y el emperador Onorio promulgó un decreto contra los donatistas. Éstos se vengaron acusándolo de complicidad con el usurpador Heracliano. La acusación era grave y Marcelino fue condenado a muerte por el conde Marino el 13 de septiembre. Al año siguiente, el mismo emperador reconoció el error cometido por la justicia romana. Aclarada la situación, fueron sancionadas y aprobadas todas las decisiones del tribuno Marcelino, a quien la Iglesia honró como mártir por su fidelidad a la verdad aun ante la muerte.

Ketevan de Geórgia
Setembro 13 Mártir,

Ketevan de Georgia

Ketevan de Georgia

Mártir

Cuando alguien habla la verdad, dígala quien la diga, se puede pensar que viene de lo alto.
Esta joven, fallecida en el año 1624 y cuyo nombre es desconocido en nuestra cultura occidental, le tocaron tiempos malos para hablar abiertamente la verdad.
Era una época en la que Georgia se desgarraba por las luchas de sus dos poderosos vecinos: el imperio otomán y la Persia del Shah Abbas el Grande.
Y como cuando no se dicen las cosas claras, todo son hurtadillas y malentendidos, la familia real estaba dividida respecto a la política que debía seguir en aquellos momentos dolorosos.
Los príncipes habían sido bien educados pero habían recibido la educación en Persia.
La princesa Ketevan vio salir con pena a su hijo para Persia. Se sabe por la historia de aquellos lejanos territorios que llegó incluso a ser rey.
Sin embargo tuvo la mala suerte de ver con sus propios ojos cómo los persas invadieron su reino.
Lo destrizaron todo, expulsaron y dieron muerte a la población sin pedir cuentas a nadie.
¿Qué hizo Ketevan?
Lo que hace cualquier madre. Cogió el camino y se dirigió a Persia con sus dos nietos. La finalidad de su viaje era convencer al shah de que dejara tranquilos a sus habitantes de Georgia y que les diese la libertad y no los tuviese arrestados.
La reacción del shah fue horrible. Mató al mayor y al segundo logró que enloqueciera.
Ketevan rechazó hacerse musulmana. Por esta razón fundamentalista tuvo que sufrir muchos castigos. La quemaron viva. Y de esta forma murió mártir.
¡Felicidades a quien lleve este nombre”

Eulógio, Santo
Setembro 13 Patriarca de Alexandría,

 

Etimológicamente significa “bien tratado”. Viene de la lengua hebrea.
San Marcos Pedro escribe:"Confiad todas vuestras fatigas al Señor pues él cuide de vosotros.
Resistid firmes a vuestro adversario en la fuerza de la fe, sabiendo que vuestros hermanos que están en el mundo soportan los mismos sufrimientos".
Eulogio murió en el año 608. Nació en Esmirna.
Su vida, plenamente confiada en el Señor, tuvo que afrontar diversos problemas que había en su tiempo contra la Iglesia.
La causa de estas adversidades provenían de las herejías, sobre todo la de Eutiques, Nestorio y Arrio.
La paz de las conciencias estaba turbada. Unos decían una cosa y otros, otra.
A la Iglesia no le daba tiempo para reunir concilios y condenarlas como heterodoxas.
Muchos emperadores y gente de influencia las apoyaban. Eulogio abrazó la vida monástica y se dedicó a estudiar.
Cuando alcanzó la ciencia y la sabiduría, saltó a la palestra. Lo ordenaron de sacerdote y tomó parte activa en los concilios.
Entabló una profunda amistad con Eustaquio, patriarca de Constantinopla.
Se unieron los dos para hacer frente a los herejes. Al morir el emperador Justiniano II, le sucedió Tiberio Constantino, que era enemigo de los herejes.
Eligió en seguida a Eulogio como patriarca de Alejandría y más tarde de Constantinopla.
Entabló relaciones buena amistad con Gregorio Magno. Dado que era muy inteligente, escribió muchos libros para combatir las herejías.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

24400 > San Giovanni Crisostomo Vescovo e dottore della Chiesa 13 settembre - Memoria MR


70150 > Sant' Amato di Remiremont Abate 13 settembre MR
70200 > Sant' Amato di Sens (o di Sion) Vescovo 13 settembre MR
70170 > Beato Aurelio Maria (Benvenuto) Villalon Acebron Martire 13 settembre MR
90354 > San Bernardo Pellegrino 13 settembre
70160 > Beato Claudio Dumonet Martire 13 settembre MR
70120 > Dedicazione delle basiliche di Gerusalemme 13 settembre MR
70140 > Sant' Emiliano di Valence Vescovo 13 settembre MR
90969 > Sant' Evanzio di Autun Vescovo 13 settembre
24400 > San Giovanni Crisostomo Vescovo e dottore della Chiesa 13 settembre - Memoria MR
70110 > San Giuliano Martire 13 settembre MR
70130 > San Litorio di Tours Vescovo 13 settembre MR
48650 > San Marcellino Martire 13 settembre MR
92634 > Beata Maria di Gesù (Lopez de Rivas) Religiosa 13 settembre MR
70100 > San Maurilio di Angers Vescovo 13 settembre MR
93371 > San Venerio Eremita 13 settembre MR

http:www.es.catholic.net/santoral  -  www.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt (livro Santos de cada Dia)

 

António Fonseca