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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Nº 1125 - 14 DE SETEMBRO DE 2010 - PAPAS, SANTOS DE CADA DIA, ETC.,

 

PAPAS DA IGREJA CATÓLICA
Resumo:
PAULO IV  -  CCXXI Papa de 1555 a 1559 - PIO IV – CCXXII Papa de 1559 a 1565 - SÃO PIO V  - CCXXIII Papa  de 1556 a 1572  - GREGÓRIO XIII – CCXXIV  Papa de 1572 a 1585 - SISTO V  – CCXXV  Papa de 1585 a 1590 - URBANO VII  -  CCXXVI Papa em 1590  -  GREGÓRIO XIV – CCXXVII Papa de 1590 a 1591 - INOCÊNCIO IX  - CCXXVIII Papa  em 1591 - CLEMENTE VIII – CCXXIX  Papa de 1592 a 1605 - LEÃO XI  – CCXXX  Papa em 1605 - PAULO V  – CCXXXI  Papa de 1605 a 1621   - GREGÓRIO XV  -  CCXXXII Papa de 1621 a 1623- URBANO VIII – CCXXXIII Papa de 1623 a 1644INOCÊNCIO X -  CCXXXIV Papa de 1644 a 1655ALEXANDRE VII  - CCXXXV Papa  de 1655 a 1667 CLEMENTE X – CCXXXVI Papa de 1670 a 1676  - INOCÊNCIO XI  -  CCXXXVII Papa de 1676 a 1689  - ALEXANDRE VIII – CCXXXVIII Papa de 1689 a 1691  - INOCÊNCIO XII -  CCXXXIX Papa de 1691 a 1700  - CLEMENTE XI  - CCXL Papa  de 1700 a 1721  -  INOCÊNCIO XIII – CCXLI Papa de 1721 a 1724  -  BENTO XIII– CCXLII Papa de 1724 a 1730  - CLEMENTE XII  -  CCXLIII Papa de 1730 a 1740  -  BENTO XIV – CCXLIV Papa de 1740 a 1758  - CLEMENTE XIII -  CCXLV Papa de 1758 a 1769  -  CLEMENTE XIV  - CCXLVI Papa  de 1769 a 1774  -  PIO VI – CCXLVII Papa de 1775 a 1799  - PIO VII – CCXLVIII Papa de 1800 a 1823   -  LEÃO XII  -  CCXLIX Papa de 1823 a 1829PIO VIIII – CCL Papa de 1829 a 1830GREGÓRIO XVI -  CCLI Papa de 1831 a 1846PIO IX  - CCLII Papa  de 1769 a 1774  LEÃO XIII – CCLIII Papa de 1878 a 1903  -  SÃO PIO X – CCLIV Papa de 1903 a 1914  - BENTO XV  -  CCLV Papa de 1914 a 1922 - PIO XI – CCLVI Papa de 1922 a 1939  - PIO XII -  CCLVII Papa de 1831 a 1846 - JOÃO XXIII - CCLVIII Papa  de 1769 a 1774 -PAULO VI – CCLIX Papa de 1963 a 1978 -   JOÃO PAULO I – CCLIV Papa de 1903 a 1914 - JOÃO PAULO II  -  CCLVI Papa de 1978 a 2005  e  BENTO XVI – CCLVII Papa desde 2005 
Hoje, dia 14-9-2010, falar-vos-ei de BENTO XVI – CCLVII Papa desde 2005  
BENTO XVI – CCLVII Papa desde 2005 
Nascido numa zona agrícola da Baviera, em Marktl am Inn (Alemanha), Joseph Ratzinger (16 de Abril de 1927) ascendeu ao Trono de São Pedro no dia 19 de Abril de 2005. A sua eleição para suceder o carismático Papa João Paulo II, que tinha chefiado a Igreja Católica durante 26 anos, provocou uma grande surpresa e perplexidade entre os fiéis que se encontravam na Praça de São Pedro na expectativa de quem seria o novo Sumo Pontífice.
O Papa eleito era o então responsável pela Congregação para a Doutrina da Fé (antigo Santo Ofício), o rosto da ala mais conservadora da Igreja, o mais radical defensor da ortodoxia doutrinária com pulso forte no comando da Santa Sé.
Filho de um comissário da polícia, opositor do regime nazi, e que sofria ao ver os filhos na Hitlerjugend e a servir o Estado conduzido por homens criminosos, Joseph Ratzinger com apenas 12 anos ingressou no seminário de Traustein e quatro anos mais tarde, já no final da Segunda Guerra Mundial, entrou para o Exército Nazi Alemão para a unidade de combate antiaéreo. Nascido no seio de uma família tradicional de camponeses fez treino básico de Infantaria e foi colocado na Hungria, país onde armadilhou minas de defesa antitanque até fugir em Abril de 1944, sendo depois capturado pelos Aliados. Em Novembro de 1944, foi dispensado do serviço militar por motivos de saúde e depois da derrota da Alemanha entrou para o seminário de Freising juntamente com seu irmão George Ratzinger. O facto de ter estado ao serviço do regime nazi fez com que ficasse mais convencido de que a Igreja tinha como obrigação defender os valores da verdade e da liberdade.
Aos 24 anos tornou-se padre e em 1953 licenciou-se em Filosofia e em Teologia, na Universidade de Munique, apresentando uma tese que versava sobre a Doutrina da Igreja de Santo Agostinho.
Aos 30 anos, passou a leccionar Dogmática, onde obteve grande distinção. Foi docente em diversas universidades alemãs, onde desenvolveu uma forte cultura teológica.
Como conselheiro teológico do arcebispo de Colónia, participou no Concílio Vaticano II, como especialista em Teologia, e mediante as suas intervenções foi considerado progressista. Foi nesta altura que mostrou a proposta da realização da missa na língua local em vez do latim.
Por ocasião do Maio de 68, voltou a destacar-se na defesa da fé perante o marxismo e o ateísmo que ganhavam terreno entre a juventude. Pode dizer-se que foi nesta altura que o progressista Ratzinger se voltou para o conservadorismo. O clima de desordem reinante na universidade era contrário à sua postura e face à onda contestária que abalou as próprias instituiçôes da Igreja, perante um ideal de Cristianismo que se desvanecia, Ratzinger lutou pela sua redefinição.
Nessa época, juntou-se a outros grandes pensadores do Vaticano II para publicar a revista Concilium, com a qual obteve grande prestígio. Na altura defendia uma reforma dos métodos do Santo Ofício, mais tarde rebaptizado de Congregação para a Doutrina da Fé. Publicou ainda obras de referência da teologia conciliar, como A Fé Cristã Ontem e Hoje (1969) e O Novo Povo de Deus (1971). Em 1969, foi eleito vice-presidente da conservadora Universidade de Regensburg e, paralelamente, tornou-se membro da Comissão Teológica Internacional, de 1969 a 1977.
Mais tarde, em Março de 1977, foi nomeado arcebispo de Munchen e Freising e cardeal pelo Papa Paulo VI. Já no ano de 1981, João Paulo II nomeou-o prefeito para a Congregação para a Doutrina da Fé, cargo que manteve até à data da eleição como Papa, presidente da Comissão Bíblica Pontifícia e presidente da Comissão Teológica Internacional. Nesse ano, participou, em Munique, numa manifestação pela liberdade na Polónia.
Joseph Ratzinger foi colaborador íntimo do Papa João Paulo II durante 22 anos.
Em 1993 foi designado bispo-cardeal da Sé Episcopal de Velletri-Segni e tornou-se decano do Colégio Cardinalício em 2002, passando a ser bispo titular de Óstia. Ratzinger foi e é um dos integrantes da Cúria Romana, onde era membro da secretaria de Estado, de diversas congregações, dos Conselhos Pontifícios para a Unidade dos Cristãos e das Comissões para a América Latina.
Este alemão que comunica em dez línguas e recebeu sete doutoramentos honorários é considerado um excelente pianista, e tem preferência por obras de Beethoven. Ratzinger é o oitavo Papa alemão.
No dia 19 de Abril de 2005, pelas 17h50 (hora local), o fumo branco saía pela chaminé da capela Sistina. Cerca de 15 minutos depois os sinos da basílica de São Pedro soavam e todas as dúvidas se dissipavam: havia Papa. Porém, se na capela Sistina, no final do conclave, um dos mais rápidos de sempre, existira consenso e houvera lágrimas, enquanto toda a gente batia palmas à escolha de Ratzinger, de 78 anos, já na praça o anúncio do novo pontífice foi uma desilusão para muitos. No entanto, a multidão aplaudiu de imediato o novo Papa que passou a usar o nome de Bento XVI.
A escolha do nome, ao que tudo indica, é uma homenagem ao Papa Bento XV, o italiano Giacomo della Chiesa, conhecido como o Papa da paz e que tentou, sem sucesso, negociar a paz durante a I Guerra Mundial.
A apreensão de alguns residia no facto de o cardeal Ratzinger ter sido o homem que durante mais de duas décadas assumiu a tarefa de vigiar e controlar a prática teológica, de lutar contra a descentralização da Igreja, chegando mesmo a inibir o diálogo ecuménico que João Paulo II encetou com outras religiões.
Homem culto e inteligente, é também visto como um homem frio e impiedoso. De facto, apesar do perfil intelectual do novo Papa não ser contestado nem pelos seus mais acérrimos críticos, foi durante anos a face da defesa da ortodoxia católica como guardião da Congregação para a Doutrina da Fé,  a que presidia.
 
FIM (para já) DA PUBLICAÇÃO NESTE BLOGUE, da descrição dos Papas da Igreja Católica, desde PEDRO a BENTO XVI
 
( Amanhã, (15-9) – se Deus quiser -  (e do mesmo livro “O GRANDE LIVRO DOS PAPAS” do Jornal de Notícias, encetarei a publicação de textos sobre FÁTIMA E OS PAPAS.
 
DEUS SEJA LOUVADO E COM ELE A SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS. ÁMEN.  
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EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

Exaltación de la Santa Cruz

Exaltação da Santa Cruz

Festa

Esta festa é também chamada da Cruz gloriosa. E os Orientais denominam-na «da preciosa Cruz portadora de Vida». É uma das mais antigas solenidades litúrgicas da Igreja: celebrava-se já em Jerusalém no tempo de Constantino (337). A Cruz que «se exaltava» neste dia era menos a de Jesus a sofrer no Calvário que a de Cristo glorioso subindo para o seu Pai, depois de vencer a morte e salvar o mundo. O que se recorda na festa de hoje é portanto o triunfo de Cristo e a mudança por ele causada na condição humana; isto tinha-o Jesus anunciado repetidamente. Por exemplo, quando dizia: «Quando elevardes o Filho do Homem, então sabereis quem sou» (Jo 8, 28); e ainda: «Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também tem de ser levantado o Filho do Homem, a fim de que todo aquele que n’Ele crer tenha a vida eterna» (Jo 3, 14); e por fim: «Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a Mim» (Jo 12, 32). Começou a celebrar-se o aniversário da invenção ou encontro da Santa Cruz (cf. Santa Helena) e a dedicação da Basílica do Santo Sepulcro na primeira metade do século IV, no dia 14 de Setembro. Eusébio de Cesareia conta-nos, na Vida que escreveu do primeiro Imperador cristão, as festas celebradas em sua honra, ao completar treze anos de reinado. Durante esse período realizou-se a dedicação da Basílica do Salvador, em Jerusalém. Era um conjunto de Santuários destinados a perpetuar a memória dos factos mais importantes da Paixão e da Ressurreição do Senhor. Sobressaíam o Martyrium, grande átrio central com o seu oratório adjacente, e a Anástasis ou Santuário da Ressurreição, o Santo Sepulcro. A dedicação desta imponente Basílica cristã realizou-se a 14 de Setembro de 335, na presença de tudo quanto havia de maior na corte e de centenas de bispos. A peregrina Etéria, do Ocidente Ibérico, descreve-nos a cidade de Jerusalém no dia e na noite de dedicação do Santo Sepulcro. Para lá convergem multidões de monges de toda a parte, da Mesopotâmia e da Síria, do Egipto e da Tebaida. Vão leigos de todas as províncias, homens e mulheres de alma fiel e devota. Os bispos com o seu clero atingem sempre número muito alto, considerando-se serem pouquíssimos quando não passam de 40 ou 50. A festa de 14 de Setembro passou de Jerusalém a todo o Oriente; e depois ao Ocidente. Roma recebeu-a no século VII. E, tirando-lhe todo o carácter local palestinense, reduziu-o à festa do triunfo e Exaltação da Santa Cruz. Tinha a sua razão. O mais característico da dedicação da Basílica de Jerusalém era a apresentação solene da verdadeira cruz. Esta manifestação da cruz autêntica, em que morrera o Salvador, era o que arrebatava e levava a Jerusalém as multidões. Santa Maria Egipcíaca foi vê-la por curiosidade e com isso curou a sua vida desregrada e converteu-se. Por todo o mundo cristão depressa se espalharam relíquias da verdadeira cruz e as Igrejas particulares gostavam de reproduzir a solenidade de Jerusalém, mostrando ao povo fiel a parte que elas possuíam da cruz, bandeira triunfal da salvação humana. No Ocidente confundiu-se mais tarde esta primeira festa da dedicação da Basílica de Jerusalém, ou da Exaltação da Santa Cruz, com a invenção ou encontro da mesma, quando o Imperador Heráclio a recuperou dos Persas, que a tinham furtado. O Imperador em pessoa levou-a às costas desde Tiberíades até Jerusalém, onde a entregou ao Patriarca Zacarias, a 3 de Maio de 630. A recuperação da Cruz encheu de alegria os corações cristãos, sobretudo ocidentais. Por isso, ao mesmo tempo que os Orientais continuaram a celebrar com grande esplendor a dedicação da Basílica do Salvador em Jerusalém, a 14 de Setembro, no Ocidente deu-se maior atenção à festa de 3 de Maio ou à invenção, que recebeu o título de Santa Cruz ou Invenção da Santa Cruz. A festa de 14 de Setembro conservou-se nos documentos, mas na prática litúrgica andou muito lentamente, sobretudo porque o dia 14 estava já ocupado pelos santos mártires Cipriano e Cornélio. A reforma litúrgica pós-conciliar restabeleceu a importância do dia de hoje, que é festa, suprimindo a de três de Maio: isto no calendário universal. O trono a que Jesus quer ser elevado, para triunfar da soberba e da sensualidade, é a Cruz, selo de infâmia para Ele, mas sede de misericórdia para nós. Nesse trono O sentaram um dia os Judeus por malícia, e nele se senta cada dia a fé cristã, que no Crucifixo adora o seu Deus e Redentor. Num túmulo do cemitério de Ciríaca, encontrou Pio IX uma cruz antiga de ouro, na qual estava gravada esta inscrição: CRUX EST VITA MIHI (a cruz é vida para mim), MORS INIMICE TIBI (e morte para ti, ó inimigo). Esta preciosa inscrição conserva-se hoje na Biblioteca Vaticana. Formosa e densa de sentido é também, a seguinte inscrição beneditina, expoente de grande fé e devoção: Crux sancta sit mihi lux (a Santa Cruz seja para mim luz). Numquam Daemon sit mihi duz (e o demónio nunca seja o meu guia). Com grande concisão, expressaram os antigos a eficácia da Cruz de Cristo, sinal triunfal da nossa redenção, no anagrama grego que significa: A Cruz é luz e é vida (fôs-zôê).  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

La Exaltación de la Santa Cruz

Himno (laudes)

Brille la cruz del Verbo luminosa, Brille como la carne sacratísima
De aquel Jesús nacido de la Virgen Que en la gloria del Padre vive y brilla.
Gemía Adán, doliente y conturbado, Lágrimas Eva junto a Adán vertía;
Brillen sus rostros por la cruz gloriosa, Cruz que se enciende cuándo el Verbo expira.

¡ Salve cruz de los montes y caminos,  junto al enfermo suave medicina,
regio trono de Cristo en las familias, cruz de nuestra fe, salve, cruz bendita!
Reine el señor crucificado, Levantando la cruz donde moría;
Nuestros enfermos ojos buscan luz,  Nuestros labios, el río de la vida.

Te adoramos, oh cruz que fabricamos, Pecadores, con manos deicidas;
Te adoramos, ornato del Señor, Sacramento de nuestra eterna dicha. Amén

ORACIÓN

. Señor, Dios nuestro, que has querido salvar a los hombres por medio de tu Hijo muerto en la cruz, te pedimos, ya que nos has dado a conocer en la tierra la fuerza misteriosa de la Cruz de Cristo, que podamos alcanzar en el cielo los frutos de la redención. Por nuestro Señor Jesucristo, tu Hijo.-

Himno (vísperas)
Las banderas reales se adelantan Y las cruz misteriosa en ellas brilla:
La cruz en que la vida sufrió muerte Y en que, sufriendo muerte, nos dio vida.
Ella sostuvo el sacrosanto cuerpo Que, al ser herido por la lanza dura,
Derramó sangre y agua en abundancia Para lavar con ellas nuestras culpas.
En ella se cumplió perfectamente Lo que David profetizó en su verso,
Cuándo dijo a los pueblos de la tierra: “ Nuestro Dios reinará desde un madero”.
¡Árbol lleno de luz, árbol hermoso, árbol hornado con la regia púrpura
y destinado a que su tronco digno sintiera el roce de la carne pura!
¡Dichosa cruz que con tus brazos firmes, en que estuvo colgado nuestro precio,
fuiste balanza para el cuerpo santo que arrebató su presa a los infiernos!
A ti, que eres la única esperanza, Te ensalzamos, oh cruz, y te rogamos
Que acrecientes la gracia de los justos Y borres los delitos de los malos.
Recibe, oh Trinidad, fuente salubre La alabanza de todos los espíritus,
Y tú que con tu cruz nos das el triunfo,  Añádenos el premio, oh Jesucristo. Amén

SÃO MATERNO

Bispo (entre 314 e 344)

Materno Santo

Materno Santo

Obispo

 

Desenvolveu-se especialmente o culto deste santo nas zonas ribeirinhas do Mosela, Mosa e Reno Inferior. Materno passa por ter sido o seu principal apóstolo, o primeiro que lá pregou o Evangelho. Infelizmente, pouco se conhece da sua história e apostolado. O que se sabe é que, nos princípios do século IV, governava a Sé de Colónia um sábio bispo, chamado Materno, quie tinha a confiança do Imperador Constantino e tomou parte activa no concílio de Roma, em 313, e no de Arles, no ano seguinte. O mais é lendário e só mostra, por parte das Igrejas da Gália e da Renânia, o desejo de se atribuirem foros de antiguidade, fazendo remontar as suas origens ao tempo dos Apóstolos.
 

Materno Santo

Materno Santo


Dizia-se que Materno era o próprio filho, ressuscitado, da viúva de Naim. Cerca do ano 50, S. Pedro dera-lhe por companheiros Eucário e Valério, e todos se encaminharam para a Alemanha, através dos Alpes. Apenas chegaranm à Alsácia, Materno, minado pelas febres, caiu gravemente doente e morreu. Eucário e Valério resolveram regressar a Roma, para contarem esta desgraça a S. Pedro. Este consolou-os e disse-lhes: «Levai o meu báculo pastoral, colocai-o sobre o corpo do defunto e ordenai-lhe, em nome do Senhor, que volte à vida». Eles assim fizeram, e o filho da viúva de Naim ressuscitou pela segunda vez. Muitos outros milagres se atribuem a S. Materno. Mencionemos especialmente o que operou num dia de Páscoa, celebrando Missa ao mesmo tempo em Tréveros, Tongres e Colónia, e aquele por meio do qual indicou o local em que desejava ficar sepultado. Como essas três cidades reclamassem as relíquias, resolveu-se colocar o caixão no Reno e viu-se que principiou a subir a corrente do rio até parar em Tréveros. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

Fuente Bibligráfica: ar.geocities.com/misa_tridentina01

Alberto de Jerusalém, Santo
Setembro 14 bispo,

Alberto de Jerusalén, Santo

Alberto de Jerusalém, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Tolemaida (São João de Acre), perto da actual Haifa, na Palestina, santo Alberto (de Castro Gualteri), bispo, que, trasladado da Igreja de Vercelli para Jerusalém, deu uma Regra aos eremitas do monte Carmelo e, enquanto celebrava a festa da Santa Cruz, foi assassinado pela espada de um malvado, a quem havia repreendido (1215).
Etimología: Alberto = Aquele de nobreza brilhante. Vem da línguaa alemã
No es carmelita en sentido estricto, pero la Orden del Carmen lo celebra con toda propiedad como a hijo querido por haber sido su Legislador.
Nació en Castel Gualtien, diócesis de Reggio Emilia (Italia), a mediados del siglo XII de la familia Avogadro o de los condes Sabbioneta.
En 1180 fue elegido Prior de los Canónigos Regulares de Santa Cruz de Mortara (Pavía). En 1184 es elegido obispo de Bobbio y al año siguiente de Vercelli, diócesis que gobernó por espacio de veinte años.
Durante este tiempo desempeñó, con gran acierto, delicadas misiones nacionales e internacionales, encargado por papas y emperadores. Todos acudían a él, sabedores de su prudencia, firmeza e independencia.
Fue lo que suele llamarse "experto árbitro" de los más intrincados litigios que tenían relación con la Iglesia.
Dadas sus cualidades y mirando el bien de la Iglesia universal, el papa Inocencio III lo nombró Patriarca de Jerusalén , aunque le dolió perder este sujeto, del que dijo en 17.2.1205:"... aunque nos eres muy necesario en la región de Lombardía, pues confiamos plenamente en ti para que nos representes incluso en los más dificiles asuntos"...
El 16.6.1205 anunciaba este mismo papa a los prelados de Tierra Santa que les enviaba a Alberto, "varón probado, discreto y prudente como legado suyo para la provincia eclesiástica de Jerusalén".
Llegó a Palestina a principios de 1206 y fijó su residencia en Accón (San Juan de Acre) porque Jerusalén estaba ocupada por los sarracenos.
Sus extraordinarias cualidades de experto mediador también las ejercitó con fruto durante los nueve años que duró su patriarcado.
Para nosotros - los carmelitas - su obra más benemérita fue la entrega de la Regla o Norma de vida que lleva su nombre y que aún hoy observa el Carmelo en todas sus múltiples Ramas.
El 14.9.1214, en Accón, mientras participaba San Alberto en una procesión, fue asesinado a puñaladas por el Maestro del Hospital del Espíritu Santo, al cual había reprendido y depuesto de su cargo a causa de su mala vida.
Su recuerdo, que comenzó a celebrarse en la Orden en 1504, celebramos ahora el 17 de septiembre con la categoría de fiesta.
Su espiritualidad
Por los años 1206-1209, a petición de los eremitas que moraban en el Monte Carmelo, entregó al "hermano e (rocardo) y compañeros" una Norma de vida o Regla, que llamamos "Regla de San Alberto".
Alberto codificó en breves trazos, ricos en citas bíblicas, la tradición monástica del Carmelo. Son normas concretas y prescripciones disciplinares. insiste, sobre todo, en la meditación de la Palabra de Dios para mejor servir a Jesucristo, en la oración, silencio,´ mortificación y trabajo.
La entregó en un solo cuerpo, pero hoy la tenemos dividida en un prólogo, dieciocho capitulillos y un epílogo.
Cantidad enorme de autores de dentro y fuera de la Orden han comentado durante estos más de siete siglos que cuenta de vida, este maravilloso documento legistavio-espiritual.
Muchos hombres y mujeres se santificaron observando esta Regla, que fue aprobada y transforada por varios Pontífices.
El himno del Oficio de Lecturas de su fiesta sintetiza su espiritualidad:
Alberto, sol refulgente, / pastor y legislador, / tus hijos hoy te celebran, / escucha su invocación./ De la paz y la concordia, Imensajero sembrador,/ eres faro que nos das / en fe y costumbres fulgor. / Patrias fronteras rebosa / de tu virtud el olor; / y llena Jerusalén / tu dignidad y tu honor./ Resplandeciendo en la Iglesia/santo y prudente rector, len santa Regla al Carmelo / guias por sendas de amor. / Haz que en nosotros aumenten / caridad, gracia, oración; / y contigo a Dios rindamos / sempiterna adoración. Amén.

Pedro de Tarantasia, Santo
Setembro 14 bispo 

Pedro de Tarantasia, Santo

Pedro de Tarantasia, Santo

Bispo de Tarantasia

Martirológio Romano: No mosteiro de Bellevaux, na região de Besançon, em França, tránsito de são Pedro, bispo, que, sendo abade cisterciense, foi promovido à sede de Tarantasia, regendo-a com fervorosa diligência e esforçado fomento da concórdia entre os povos (1174).
Etimologicamente: Pedro = Aquele que é firme como a pedra, é de origem latina.
Data de canonização: Sua canonização foi realizada em 1191 pelo Papa Clemente III

Nació en Saboya, en el Bourg de Saint Maurice, cerca de Vienne. Fue hijo de labradores y también debería ser labrador en el futuro, ya que el primogénito Lamberto se dedicaría a los estudios, pero su inteligencia desde pequeño hizo que también ocupara los duros bancos del cultivo intelectual y se enfrentara con los pergaminos para leer latín y griego, adquirir las nociones de filosofía y familiarizarse con los escritos de los Padres antiguos, la Sagrada Escritura y los cánones de la Iglesia.
A los veinte años comunica a su padre los deseos de entrar en la vida contemplativa y dedicarse a las cosas de Dios en el silencio del recién fundado monasterio cisterciense de Boneval.
La primera generosidad del padre se ve premiada con la vocación de todos los miembros de la familia a la vida contemplativa; los varones se van incorporando sucesivamente al mismo monasterio, incluido el padre, y las hembras van pasando a ocupar el recoleto recinto del convento de religiosas, sin que falte la madre.
Proliferan las vocaciones; no hay sitio en el convento; nacen nuevos monasterios. El abad de Boneval establece una nueva casa en la ladera de los Alpes, donde confluyen los pasos y caminos, que recibe el nombre simbólico de Estamedio y allí va nombrado como abad Pedro. Pronto corren las voces que hablan de las virtudes del joven abad por el ducado de Saboya y por el contiguo Delfinado.
Al morir el obispo de Tarantasia (Tarentaise o Tarantaise) en la provincia saboyana en cuyo territorio está afincado el monasterio-hospital de Estamedio, el clamor popular clama porque ocupe la sede el abad; parece que el papa aprueba y nombra a Pedro que sigue resistiéndose a mudar la paz del claustro por los asuntos episcopales. Hace falta que el clero y el pueblo acudan al Capítulo General de la Orden del Císter para pedir a Bernardo que le mande aceptara
Así se ha convertido Pedro en obispo de la diócesis más abandonada del mundo que parece encerrar todos los males de la época: la dureza del régimen feudal, fermentos de herejía, hurtos, simonía, flaquezas, codicias y supersticiones. No queda otro remedio que ponerse a rezar, hacer penitencia y tener comprensión que es caridad; son necesarias energía y austeridad para servir de ejemplo a los orgullosos señores y hacerse respetar por los clérigos levantiscos, perezosos y aseglarados que han conseguido fabricar unos fieles indolentes. Piensa que el régimen conventual es la llave del secreto que va a propiciar un cambio a mejor; se levanta para maitines y ya no se vuelve a acostar; su dieta son legumbres cocidas y sin condimentar, aunque las puertas del palacio episcopal están abiertas para el indigente que llama; va y viene a pie de un sitio a otro por su diócesis buscando al pecador arrepentido, consolando al que está apesadumbrados y acompañando a los menesterosos; alguna vez da a un mendigo su propia ropa para mitigar su frío, porque no tiene otra cosa que dar. Deja tras de sí un reguero de paz, incluso monta dos refugios en los abruptos pasos alpinos y encomienda su custodia a los monjes de Estamedio para que sirvieran de abrigo a peregrinos y caminantes.
El fiel cumplimiento de su ministerio episcopal llevado con sacrificio continuado da el normal resultado con la gracia de Dios. El éxito en lo humano es tan grande que tiene miedo de dejarse prender en las redes de la soberbia y toma una decisión espectacular por lo infrecuente. De noche y a escondidas desaparece del palacio episcopal, pasa a Alemania y pide un sitio en una abadía de la Orden como un simple hermano converso, empezando a cargar con los oficios más sencillos y penosos de la casa. Sólo con el paso del tiempo se conoció la verdadera personalidad del famoso y misteriosamente desaparecido obispo de Tarantasia cuya historia llevaban los soldados, mercaderes y juglares por Europa, al ser descubierto por un joven tarantasiano que allí pidió albergue.
Cuando se reincorpora a la sede aún vacante de Tarantasia, interviene en la solución de las tensiones entre los monarcas de Francia e Inglaterra enfrentados por ambiciones personales y por el cisma provocado por el emperador Federico de Alemania a la muerte del papa Adriano IV, queriendo mantener al antipapa Víctor frente al legítimo papa, Alejandro III.
Murió en el 1174, cuando regresaba de una delicada misión encomendada por el papa, como legado suyo, en Francia, Saboya, Lorena e Italia. Enfermó gravemente en la aldea cercana al monasterio cisterciense de Bellvaux. Muy poco tiempo después, en el año 1191, el papa Celestino III lo canonizó.

Gabriel Taurino Dufresse, Santo
Setembro 14 bispo e Mártir,

Gabriel Taurino Dufresse, Santo

Gabriel Taurino Dufresse, Santo

bispo e Mártir

Martirológio Romano: Na cidade de Chengtu, da provincia de Sichuan, na China, são Gabriel Taurino Dufresse, bispo e mártir, degolado cruelmente depois de uma plena dedicação à actividade ministerial durante quarenta anos (1815).
Data de canonização: Leão XIII o beatificou em 27 Maio 1900. Foi canonizado em 1 de Outubro de 2000 por João Paulo II junto a outros 119 mártires na China.

Después de las dificultades encontradas por los jesuitas en China en los siglos XVII y XVIII, se abre una nueva fase en el siglo XIX. Sacerdotes de la Sociedad de Misiones Extranjeras de París, mártires en China, Vietnam y en Corea durante ese siglo, fueron beatificados en 1900 y en 1909. Desde el siglo XVII, la Sociedad de Misiones Extranjeras de París ha enviado a Asia más de 4500 sacerdotes.
El Beato Gabriel Taurino Dufresse, fue uno de ellos. Nació en el año 1750 en Lezoux (diócesis de Clermont), Francia. De familia católica, recibió una esmerada educación religiosa. Durante sus estudios de adolescente se enteró de las misiones extranjeras en París; esto lo motivó a definir su vocación e ingresar al seminario, hasta ser ordenado sacerdote en 1774. Después de ejercer por un año el ministerio en su país, fue enviado a China en misión evangelizadora.
Viajó a Macao en 1776, donde, disfrazado para evitar las persecuciones paganas, se adentró en territorio chino y, meses más tarde, llegó a Pekín, ciudad en la que fue descubierto, encarcelado y desterrado. Sin embargo, su celo pastoral lo hizo regresar en 1789 y, encubierto, continuó catequizando. Por sus méritos, fue consagrado obispo de Tabraca en 1800, continuando con su celosa dedicación al apostolado. Su vasta obra misionera, desde su primer viaje, se extendió por espacio de cuarenta años, incrementando el número de fieles y catecúmenos y fomentando el clero nativo.
Reunió un sínodo diocesano, cuyas deliberaciones tuvieron gran difusión entre los misioneros. Por todo lo anterior y la delación de un apóstata, las autoridades paganas lo apresaron en 1815, lo condujeron a Chengdu y lo sentenciaron a morir decapitado en Chengtu, coronando así con el martirio su trabajo misionero, sentencia que se cumplió el 14 de septiembre de 1815.
Se le reconoce como el "gran Obispo del oeste de China".

Notburga, Santa
Setembro 14 Laica Virgem,

Notburga, Santa

Notburga, Santa

Patrona dos serventes e camponeses

Martirológio Romano: Na localidade de Eben, no Tirol, santa Notburga, virgem, cuja dedicação aos trabalhos domésticas e ao serviço de Cristo aos pobres foi exemplo de santidade para seus compatriotas (1313).
Data de canonização: Seu culto foi confirmado pelo Papa Pío IX em 22 de Março de 1862.

Nació en 1265 en Rattenberg, y murió el 16 de septiembre del año de 1313. Ella fue una cocinera en la familia del Conde Henry de Rothenburg, y acostumbraba dar comida a los pobres. Pero Ottilia, su ama, le ordenó que alimentara a los cerdos con cualquier remanente de alimento que quedara. La santa por lo tanto, llegó a resguardar algo de su propio alimento, especialmente los días viernes, para darlo a los pobres.
Un día, de conformidad con la leyenda, su amo la encontró y le ordenó que le mostrara lo que ella estaba llevando. Ella obedeció, pero en lugar del alimento lo que él vio fueron tajadas, y el vino se había convertido en vinagre. A partir de esto, Ottilia la despidió, pero la ama cayó enferma, casi inmediatamente de esto. Debido a ello, Norburga permaneció como enfermera, a su lado, preparándola para la muerte.
Notburga entró luego al servicio de un campesino en el pueblo de Eben, a condición de que ella pudiera ir a la iglesia en las tardes o noches, especialmente domingos y días festivos. Una tarde su amo le requirió que continuara trabajando en el campo. Lanzando su hoz en el aire, ella dijo: “dejemos que mi hoz sea quien decida entre usted o yo”, y se dice que la hoz se quedó suspendida en el aire. Mientras tanto el Conde Henry de Rothenburg, estaba llegando a tener muchas cosas desafortunadas, desde que se despidió a Norburga. En vista de esto, el conde volvió a tener a la santa y las cosas mejoraron en la casa.
Un poco de la muerte de la santa, ella le pidió a su amo que colocara su cuerpo en un vagón, que debía ser tirado por dos bueyes, y que se le enterrara en el lugar donde los bueyes se detuvieran. Los bueyes condujeron el vagón hasta la capilla de San Rupero, cerca de Eben, donde ella fue enterrada.
El culto de la santa fue ratificado el 27 de marzo de 1862, y su festividad se celebra el 14 de septiembre. A ella generalmente se le representa con una mazorca de maíz, o flores, y una hoz en su mano. A veces también se le representa con una hoz suspendida en el aire.
Su legendaria vida fue compilada en alemán, por Guarinoni en 1646.

21500 > Esaltazione della Santa Croce 14 settembre - Festa MR


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70220 > Beato Claudio Laplace Martire 14 settembre MR
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94594 > Beato Raimondo da Moncada Mercedario 14 settembre

http:www.es.catholic.net/santoral  -  www.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt (livro Santos de cada Dia)

 

António Fonseca