OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

sábado, 18 de setembro de 2010

18 DE SETEMBRO DE 2010 - “LEVANTA-TE PORTO! Contra a pobreza”

 

Portugal junta-se a vários países da Europa, África e Ásia que promovem acções semelhantes sob o mote "Levanta-te e faz barulho".

:: NOTÍCIAS RELACIONADAS

Crise obriga a esforço adicional para alcançar Objectivos do Milénio

Realiza-se este sábado, pelo segundo ano consecutivo, a iniciativa "Levanta-te Porto", uma acção que visa despertar a população para a fome e a pobreza no mundo.
As acções previstas pretendem assinalar a realização da Cimeira das Nações Unidas sobre os Objectivos do Desenvolvimento do Milénio (ODM), que decorre em Nova Iorque, entre os dias 20 e 22.
Às 14h00, começa uma marcha pela cidade do Porto no Instituto Superior de Engenharia (ISEP) e no Instituto Politécnico (IPP), que termina na Avenida dos Aliados. Os participantes irão vestir t-shirts alusivas aos oito Objectivos do Desenvolvimento do Milénio.
O teatro de rua "O som das Estrelas", a orquestra de saxofones "Vento do Norte" e o "Grupo Raízes" prometem animar a tarde, sendo que, para a noite, está programado um baile, que conta com a presença de Zé Pedro, guitarrista dos "Xutos & Pontapés" no papel de DJ.
Com esta iniciativa, Portugal junta-se a vários países da Europa, África e Ásia que, no mesmo dia e em simultâneo, promovem acções semelhantes sob o mote "Levanta-te e faz barulho".
O evento é apoiado pela Campanha do Milénio da ONU em Portugal –
Objectivo 2015 e por diversas entidades, entre elas a Federação Académica e a Câmara Municipal do Porto.
O objectivo desta iniciativa é relembrar os pressupostos da Declaração do Milénio, assinada pelos principais países mundiais (incluindo Portugal) há dez anos e que os organizadores entendem não estar a ser cumpridos.
No documento, os 189 países comprometeram-se a lutar contra a pobreza e a fome, a desigualdade de género, a degradação ambiental e o vírus da SIDA. Assumiram, ainda, o compromisso de melhorar o acesso à educação melhorado, cuidados de saúde universais e à água potável.

http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=120655

 

Transcrito com a devida vénia do site  http://www.rr.pt

por António Fonseca

Nº 1129 - 18 DE SETEMBRO DE 2010 - FÁTIMA, SANTOS DE CADA DIA, ETC. …

Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro, Meu Deus, meu Deus.

Eu vos amo no Santíssimo Sacramento” 

-  (Lúcia, 2006: 174)

FÁTIMA E OS PAPAS
AS APARIÇÕES
1ª APARIÇÃO – 13 DE MAIO DE 1917
 
No dia 13 de Maio de 1917, três crianças, Lúcia de Jesus, de 10 anos, Francisco Marto, de 9 anos e Jacinta Marto, de 7 anos, depois de marcarem presença na Missa das Almas, conduziram os dois rebanhos da família para a propriedade dos seus pais na Cova da Iria.
Quando tudo apontava para um dia igual a todos os outros, os três pastorinhos foram surpreendidos por um clarão. Mais pareceu um relâmpago. Alguns passos à frente, fixando atentamente a luz intensa aperceberam-se de uma imagem sobre o local onde hoje podemos ver a capelinha das Aparições. Observavam “sobre uma carrasqueira, uma Senhora, vestida toda de branco, mais brilhante que o Sol” (Lúcia, 2006: 173).
Os três Pastorinhos pararam a olhar fixamente para a Senhora. Com um a voz suave dirigiu-se aos Pastorinhos: «Não tenhais medo. Eu não vos faço mal. – De onde é Vossemecê? – perguntei-lhe. – Sou do Céu. – E que é que Vossemecê que me quer?Vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos, no dia 13 a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Depois voltarei ainda aqui uma sétima vez. – E eu também vou para o Céu?Sim, vais.E a Jacinta?Também. – E o Francisco? Também, mas tem que rezar muitos terços” (Lúcia, 2006: 173).
A Lúcia vê a Senhora, fala com Ela e ouve-A. A Jacinta vê a Senhora, ouve-A, mas não fala com Ela. O Francisco vê a Senhora, mas não lhe fala, nem a ouve!” (in Silva, 2003: 198), como se lê numa carta de Setembro de 1917, escrita pelo Dr. Carlos Mendes.
Após alguns momentos a Senhora continuou: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?” (Lúcia, 2006: 173-174).
Lúcia respondeu de imediato e positivamente. Falou em seu nome e no nome dos primos.
Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus, será o vosso conforto” (Lúcia, 2006: 173), disse Nossa Senhora, abrindo pela primeira vez as mãos, deixando passar uma luz bem forte em direcção ao peito das três crianças.
Após estes momentos, os três Pastorinhos caíram de joelhos e repetiram, para si mesmos:
Ó Santissima Trindade, eu vos adoro, meu Deus, meu Deus. Eu vos amo no Santissimo Sacramento” (Lúcia, 2006: 174).
As mãos e a luz foram outra das formas, para além das palavras, de Nossa Senhora se exprimir perante os três pequenos pastores. “Rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra” (Lúcia, 2006: 174), disse a Virgem antes de começar a subir.
Depois destas palavras a Senhora começou então a elevar-se calmamente, em direcção ao nascente até desaparecer já muito distante. “A luz que A circundava ia como que abrindo um caminho no cerrado dos astros, motivo por que alguma vez dissemos que vimos abrir-se o Céu” (Lúcia, 2006: 174). Esta primeira manifestação de Nossa Senhora de Fátima aos Videntes surgiu após as aparições do Anjo (conhecido hoje como Anjo da Paz ou Anjo de Portugal) aos três Pastorinhos, entre os meses de Abril e de Outubro de 1916. Ao que tudo indica estas serviram de preparação para as aparições de Nossa Senhora.
O medo que sentimos não foi propriamente de Nossa Senhora, mas sim da trovoada que supúnhamos lá vir; e dela, da trovoada, é que queríamos fugir. As aparições de Nossa Senhora não infundem medo ou temor, mas sim surpresa”. (Lúcia, 2006: 174), disse Lúcia posteriormente nas suas Memórias.
(Contínua amanhã – se Deus quiser…) 
+++++++++++++++++
»«««««««««««»»»»»»»»»»»»
000000000000
000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

 

SÃO JOSÉ DE CUPERTINO

José de Cupertino, Santo

José de Cupertino, Santo (1603-1663)

Patrono dos estudantes


A vida de S. José de Cupertino é sem dúvida uma das mais extraordinárias, e por vezes das mais perturbadoras que se encontram nos anais da santidade. Os pais de José, o pai sobretudo, possuíam muitas virtudes mas pouca perícia nos negócios. Por isso nasceu José, como Jesus, num estábulo, em Cupertino, no reino de Nápoles, a 17 de Junho de 1603. O menino recebeu formação enérgica de sua mãe, a ponto de poder dizer mais tarde: «Não precisei de noviciado para me ajustar à vida religiosa». Tinha aliás tudo o que se requer para se pôr à prova toda a paciência dos seus educadores e para excitar a viveza dos seus camaradinhas. Era, de facto, quase incapaz de levantar uma palha do chão e o seu cérebro era refractário a qualquer estudo. Por ele andar quase sempre assim, deram-lhe a alcunha de boca aberta. Mas tudo o que era de Deus o impressionava o mais possível e transportava-o para fora de si. Aos 17 anos quis entrar nos Menores Conventuais, onde tinha dois tios. As aparências jogavam tão pouco a seu favor que o despediram. Apresentou-se então aos Capuchinhos, que o aturaram algum tempo e o experimentaram em tudo, mas os seus êxtases contínuos sujeitavam a louça do convento a uma prova bem custosa! Foi preciso mandá-lo embora. Deixando o hábito religioso, o pobre José julgava que se lhe deslocava a carne dos ossos. Passado todavia algum tempo, os Conventuais reflectiram e concordaram em aceitá-lo, primeiramente para cuidar da mula do convento de Grotella; depois, o espectáculo da sua piedade, austeridade, obediência e dons sobrenaturais decidiu a que o admitissem. Foi mesmo recebido como clérigo. Isto exigia pelo menos que ele fosse capaz de ler o missal e o breviário. Frei José fazia todo o possível, mas o resultado era pouco. Quando a paciência do seu mestre começava a faltar, ele punha-se a pedir: «Tenha paciência, assim crescerá o mérito». Mas era preciso ficar bem nos exames exigidos. Que ia acontecer? O Santo entregou o assunto à boa mãe, Nossa Senhora da Grotella. A 3 de Janeiro de 1627, o Bispo de Nardo interrogou-o antes de o admitir ao diaconado; abriu o livro dos Evangelhos e mandou-lhe explicar o texto: «Felizes as entranhas que Te trouxeram». Ele saiu-se admiravelmente .

José de Cupertino, Santo

José de Cupertino, Santo

 

Antes do sacerdócio , apareceu, com os seus confrades, diante do bispo de Castro. A ciência dos primeiros examinados dir-se-á que respondeu pela dos últimos, que não foram interrogados; José estava no número destes. Aqui está a razão porque ele ficou sendo o padroeiro dos candidatos aos exames. Desde então, a vida do Santo já não passa de uma série de milagres e de privações. Nem todos aceitavam evidentemente com a mesma confiança ingénua os fenómenos sobrenaturais de que ele era objecto. Uma viagem que fez, por ordem do Superior, para visitar as casas de sua Ordem, no Sul de Itália, atraiu um pouco mais a atenção sobre ele, segundo o entender dum vigário geral. Foi denunciado ao santo Ofício, examinado primeiro em Nápoles e depois enviado a Roma. O seu Superior geral, primeiro desconfiado, depressa se mostrou conquistado e apresentou-o ao Sumo Pontifice Urbano VIII, diante de quem ele teve um êxtase. Enviado ao grande convento de Assis, suspirou ao entrar na igreja: «Pai santo, tanto amastes a pobreza durante a vida  mas eis que hoje estais na prata e no brocado, e entre as mais sumptuosas decorações». S. Francisco ensinou-lhe que tudo isso não era para ele, mas para o Hóspede do tabernáculo. A hostilidade e severidade dum guardião muito fizeram sofrer José. A sua maior privação constava em estar afastado de Nossa Senmhora da Grotella, de Cupertino. Para consolação, o Geral chamou-o a Roma por algum tempo. Mas regressando, foi acolhido em triunfo. Entrando na igreja, viu, pintada na abóbada, uma imagem de Nossa Senhora semelhante à de Grotella. Logo arrebatado fora de si, lançou-se ao ar para beijar a imagem, exclamando: «Minha mãe, seguiste-me». Este fenómeno era ordinário e repetia-se a qualquer propósito e em quaisquer circunstâncias. Um dia, o embaixador de Espanha, depois de lhe falar na sala de visitas, quis apresentar-lhe a esposa na Igreja. Uma ordem do seu guardião venceu nele a repugnância a tratar com mulheres. Mas, logo que chegou à igreja, vendo a estátua de Nossa Senhora, voou para lhe beijar os pés, soltando o seu forte grito habitual. depois duma prolongada oração, deu novo grito, desceu, beijou o chão, saudou a Virgem Maria, e, com o rosto escondido no capuz, voltou à cela, deixando as senhoras meio-mortas de susto. Vinham-no consultar outras personagens sobre a atitude que deviam tomar. Assim o príncipe Casimiro da Polónia, que deixara o seu país a fim de se fazer jesuita; tinha sido nomeado Cardeal por Inocêncio X. Acabava, com autorização do papa, de renunciar a esta dignidade, para se casar com a viúva de seu irmão e dar herdeiros ao trono. Para tranquilizar a consciência, passou por Assis e perguntou ao santo: «É com o chapéu de cardeal ou então com a espada que eu sou chamado por Sua Divina Majestade?» - «Com a espada». respondeu o santo. Todo este movimento criado à volta do humilde religioso e os fenómenos naturais estranhos inquietaram de novo a Inquisição. Em 1653, uma ordem do santo Ofício tirou-o de Assis para o levar a um convento de capuchinhos, em Petra Rúbia, e depois, para o isolar mais, a Fossombrone. Como em Assis, e pelas mesmas razões, devia o santo viver isolado da comunidade. Como exemplo: a sua missa durava habitualmente duas horas; de vez em quando, Deus avisava-o que a abreviasse para chegar a tempo de ir desempenhar o seu ofício de esmoler. A elevação do cardeal Chigi ao pontificado supremo, com o nome de Alexandre VII, permitiu aos conventuais recuperar aquele que tinham como sua glória. Queriam reconduzi-lo a Assis, mas o Papa respondeu: «Não, basta um S. Francisco em Assis». Foi enviado a Ósio, na Marca de Ancona, perto de Loreto (1657). Ao chegar lá, exclamou: Este é o meu descanso. Foi lá que morreu, a dezassete de Setembro de 1663. Foi beatificado por Bento XIV em 1753, e canonizado por Clemente XIII, em 1767.

 Que Deus nos ensine com estes factos tão maravilhosos, que Ele sempre enaltece aos que são humildes e os enche de graças e bênçãos


Oração


Confessamos, Senhor, que só tu és santo e que sem ti ninguém é bom, e humildemente te pedimos que a intercessão de São José Cupertino venha em nossa ajuda para que de tal forma vivamos no mundo que mereçamos chegar à contemplação de tua glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo teu Filho. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também www.es.catholic Ver também www.santiebeati.it

 

João Masías, Santo
Setembro 16 Dominicano,

Juan Macías, Santo

Juan Macías, Santo

O pai dos pobres

Martirológio Romano: Em Lima, no Peru, são Juan Macías, religioso dominicano, que, dedicado por muito tempo a ofícios humildes, atendeu com diligência a pobres e enfermos e rezou assiduamente o Rosário pelas almas dos defuntos (1645).
Etimologia: Juan = Deus é misericórdia. Vem da língua hebraica.
Data de canonização: 28 de Setembro de 1975 por Paulo VI

Nació en Rivera de Fresno, en Extremadura, España, el 2 de marzo de 1585. Era muy niño cuando sus padres murieron, quedando él bajo el cuidado de un tío suyo que lo hizo trabajar como pastor. Después de un tiempo conoció a un comerciante con el cual comenzó a trabajar, en 1616 el mercader viajó a América y Juan junto con él.
Llegó primero a Cartagena y de ahí decidió dirigirse al interior del Reino de Nueva Granada, visitó Pasto y Quito, para llegar finalmente al Perú donde se instalaría por el resto de su vida. Recién llegado obtuvo trabajo en una hacienda ganadera en las afueras de la capital y en estas circunstancias descubrió su vocación a la vida religiosa. Después de dos años ahorró un poco de dinero y se instaló definitivamente en Lima.
Repartió todo lo que tenía entre los pobres y se preparó para entrar a la Orden de Predicadores como hermano lego en el convento de dominicos de Santa María Magdalena donde había sido admitido. El 23 de enero de 1622 tomó los hábitos.
Su vida en el convento estuvo marcada por la profunda oración, la penitencia y la caridad. Por las austeridades a las que se sometía sufrió una grave enfermedad por la cual tuvo que ser intervenido en una peligrosa operación. Ocupó el cargo de portero y este fue el lugar de su santificación. El portón del monasterio era el centro de reunión de los mendigos, los enfermos y los desamparados de toda Lima que acudían buscando consuelo. El propio Virrey y la nobleza de Lima acudían a él en busca de consejos.
Andaba por la ciudad en busca de limosna para repartir entre los pobres. No se limitaba a saciar el hambre de pan, sino que completaba su ayuda con buenos consejos y exhortaciones en favor de la vida cristiana y el amor a Dios.
Murió el 16 de setiembre de 1645.

(Esta biografia foi já publicada no passado dia 16 neste blogue)

 

Adriana (Ariana ou Ariadna) de Prymnesso, Santa
Setembro 18 Mártir,

Adriana de Prymnesso, Santa

Adriana de Prymnesso, Santa

Mártir

Martirológio Romano: Em Prymnesso, de Frigia, santa Ariadna, mártir (s. inc.).
Etimologia: Adriana = Ariana = Ariadna = castíssima ou santíssima, vem do grego

Se sabe que esta jovem foi uma mártir do século I.
Se conta que foi uma bela mártir por amor a Cristo no século I. Se vê que assimilou muito cedo a profundidade da vida encerrada no Evangelho e, sem a menor dúvida, não teve reparos em entregar a própria existência por uma causa tão grave para toda sua vida.
A história dourada que há em redor dela diz que era uma escrava preferida do rei de Frigia. O facto é que se converteu ao cristianismo e, por esta razão foi processada.
Os juízes, antes de ditar o julgamento premeditado, permitiram-lhe que fosse a pensar melhor sozinha na montanha.
Quando voltou, lhe perguntaram acerca de sua última decisão. Era a mesma. Então mandaram executá-la.
¡Felicidades a quem leve este belo nome!
Comentários a P. Felipe Santos:
fsantossdb@hotmail.com

Ricarda ou Riquilda, Santa
Setembro 18 Imperatriz,

Ricarda o Riquilda, Santa

Ricarda ou Riquilda, Santa

Imperatriz

Martirológio Romano: Em Andlau, da Baja Lotaringia (Alsacia), santa Ricarda, que, sendo rainha, desprezou o poder terreno para servir a Deus no mosteiro fundado por ela mesma (c. 895).
Etimologia: Ricarda = forte na riqueza. Vem da língua alemã.
Nasceu e morreu em Alsácia, França, no ano 900. Era filha de Echanger, conde desta cidade.
Se casou com o conde Carlos o Grosso no ano 862. Era bisneto de Carlos Magno, e naquele tempo, rei dos Francos de Renânia.
Carlos em 881, com o apoio do Papa João VIII, chegou a imperador de Ocidente e, ao mesmo tempo de Alemanha, França, dono de uma parte de Itália e protector de Papado.
No entanto, abandonou o Papa quando este o chamou para que o ajudasse. Ao não acudir, o Papa foi massacrado a marteladas no palácio de são João de Latrão.
Após vinte anos de matrimónio, Ricarda foi acusada de adultério e repudiada, ela negou a acusação e foi submetida à prova de fogo para demonstrar sua inocência, Deus demonstrou com um patente milagre sua inocência.
E assim acabou o imenso império carolíngio. Seus sete filhos repartiram quanto restava.
Seu pai morreu no ano seguinte . E Ricarda não estava a seu lado nesses momentos cruciais para a vida de uma pessoa.
Como não havia seguido a vida Cristo em seu estrito cumprimento, nunca se sentiu feliz apesar de suas riquezas.
Se foi para a abadia de Alsácia, Andlau, para passar ali seus últimos anos.
Em 1049, o Papa Leão IX veio a venerar seus restos e os colocou no altar.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários a P. Felipe Santos:
fsantossdb@hotmail.com

David Okelo e Gildo Irwa, beatos
Setembro 18 Jovens mártires,

David Okelo y Gildo Irwa, beatos

David Okelo e Gildo Irwa, beatos

Catequistas e Mártires

Martirológio Romano: Na aldeia Paimol, perto da missão de Kalongi, no Uganda, beatos David Okelo e Gildo Irwa, catequistas e mártires, que havendo-se oferecido espontaneamente para anunciar o Evangelho ao povo, foram atravessados por lanças, manifestando assim no martírio a força de Cristo (1918).

Dos jóvenes catequistas ugandeses, David Okelo, de entre 16 y 18 años, y Gildo Irwa, de entre 12 y 14, fueron martirizados a golpes de lanza y cuchilladas en Palamuku, cerca de Paimol, aldea situada al norte de Uganda, en la cuenca del alto Nilo. Era el año 1918.
El ejemplo dado por estos dos jóvenes, unidos por una profunda amistad y por el entusiasmo de enseñar la religión cristiana a sus compatriotas, permanece como signo de coherencia de vida cristiana, fidelidad a Cristo y compromiso en el servicio misionero entre su pueblo.
La fecha de nacimiento de David y Gildo no se conoce con exactitud. Fueron bautizados el 1 de junio de 1916 y confirmados el 15 de octubre del mismo año. Pertenecían a la tribu Acholi, una rama del gran grupo Lwo, cuyos miembros viven aún en su mayor parte en el norte de Uganda, aunque también están presentes en el sur de Sudán, Kenia, Tanzania y Congo.
Los misioneros combonianos habían llegado en 1915 a la región de Kitgum, donde comenzaron su labor evangelizadora con la ayuda de algunos catequistas. Existían entonces muchas dificultades, algunas creadas por la primera guerra mundial, otras por la peste, la viruela y la situación de carestía. Para los brujos de la zona la llegada de la nueva religión era la causa de todas las desgracias. Por ello, surgieron movimientos anticristianos y anticolonialistas (los Adwi y los Abas) promovidos por los brujos y apoyados por los traficantes de marfil y de esclavos, que veían en el cristianismo un obstáculo para sus negocios. Además eran frecuentes las luchas tribales.
En este contexto de hostilidad y desconfianza se sitúa el testimonio heroico de los dos jóvenes catequistas, que no dudaron en trasladarse a Paimol para cubrir el vacío dejado en la obra de evangelización por la muerte de Antonio, el hermano de David. Cuando este pidió al padre Cesare Gambaretto sustituir a su hermano, juntamente con su amigo Gildo, el misionero intentó disuadirles, no sólo por su juventud, sino también por el peligro que corrían en aquella violenta zona. "¿Y si os matan?", preguntó entonces el misionero. "¡Iremos al paraíso!", fue la respuesta inmediata. "Ya está allí Antonio -añadió David-, no temo la muerte. ¿No murió Jesús por nosotros?".
Llegaron a su destino en noviembre de 1917 y once meses más tarde fueron asesinados por odio a la fe. Su martirio fue documentado por los habitantes de Paimol y ocho testigos oculares, entre los que se encontraba uno de los que les dieron muerte.
En Paimol, David y Gildo se dedicaban sin descanso a su misión de evangelización y ganaban su sustento trabajando duramente en los campos. Un catequista que enseñaba en una aldea dejó este testimonio: "Toda la gente del pueblo sin excepción les amaba por el bien que hacían (...). Murieron en el cumplimiento exacto de su enseñanza".
Al amanecer, David tocaba el tambor para llamar a sus catecúmenos a las oraciones de la mañana. Juntamente con Gildo, rezaba también el rosario. Enseñaba a los catecúmenos a memorizar las oraciones y las preguntas y respuestas del catecismo; durante las clases, para facilitarles el aprendizaje de las verdades fundamentales, les hacía repetir los textos también con la ayuda de cantos. Además, visitaba las aldeas vecinas, desde donde acudían sus catecúmenos, que durante el día ayudaban a sus padres en los campos o con el ganado. Cuando se ponía el sol, David llamaba a la oración en común y a rezar el rosario, concluyendo siempre con una canción a la Virgen. Los domingos, celebraba un servicio de oración, animado a menudo por la presencia de catecúmenos y catequistas de la zona.
Se recuerda a David como un joven de carácter pacífico y tímido, diligente en sus tareas como catequista y querido por todos. Nunca se vio involucrado en disputas tribales o políticas.
El padre Cesare Gambaretto, que había administrado los sacramentos a los dos jóvenes mártires, describía a Gildo como un joven de carácter dulce y alegre, muy inteligente. "Era de gran ayuda para David, y reunía a los niños para recibir la instrucción con su dulzura e insistencia infantil (...).
Había recibido el bautismo recientemente, cuya gracia preservó en su corazón y dejó traslucir con su comportamiento encantador".
Gildo estuvo siempre disponible y fue ejemplar en sus tareas como catequista-asistente. Espontáneamente, se mostró deseoso de ir con David a enseñar la palabra de Dios a Paimol.
Murieron atravesados por las lanzas de Okidi y Opio, dos Adwi (revolucionarios que se habían alzado en armas contra los jefes impuestos por las autoridades coloniales). Antes de matarles, los Adwi intentaron convencer a David y a Gildo para que abandonaran la región y la enseñanza del catecismo. Podrían haber salvado la vida, pero ellos rechazaron la oferta.
A Gildo se le dio la oportunidad de huir, pero él respondió: "Hemos trabajado en la misma obra; si es necesario morir, tendremos que morir juntos". Cuando les sacaron del pueblo para matarles, David lloraba. Fue entonces consolado por el pequeño Gildo: "¿Por qué lloras? Mueres sin motivo; no has hecho mal a nadie". Era poco antes del amanecer del 19 de octubre de 1918.
Los cristianos del lugar, acabada la furia homicida, no olvidaron a sus heroicos catequistas. El lugar del martirio, Palamuku, fue llamado desde entonces Wi-Polo ("En el cielo") para recordar el premio concedido por Dios a los dos adolescentes.
Fueron beatificados el 20 de octubre de 2002 por S.S. Juan Pablo II.

93469 > Beati Ambrogio Maria da Torrente (Salvatore Chulia Ferrandis) e 4 compagni Martiri 18 settembre MR
70500 > Sant' Arianna (Ariadne) di Primnesso Martire 18 settembre MR
90600 > Beato Carlos Erana Guruceta Marianista, Martire Spagnolo 18 settembre MR
92582 > Santi Costanzo e compagni Martiri 18 settembre
91201 > Beato Davide (Daudi) Okelo Catechista martire ugandese 18 settembre MR
90871 > San Domenico Trach Martire 18 settembre MR
92183 > Beato Elia da Mantova 18 settembre
70670 > Sant' Eumenio di Gortina Vescovo 18 settembre MR
70600 > Sant' Eustorgio I di Milano Vescovo 18 settembre MR
93450 > Beati Ferdinando Garcia Sendra e Giuseppe Garcia Mas Sacerdote e martire 18 settembre MR
70660 > San Ferreolo di Limoges Vescovo 18 settembre MR
70630 > San Ferreolo di Vienne Vescovo 18 settembre MR
91202 > Beato Gildo (Jildo) Irwa Catechista martire ugandese 18 settembre MR
93094 > Beato Giuseppe (Jozef) Kut Sacerdote e martire 18 settembre MR
34750 > San Giuseppe da Copertino Sacerdote 18 settembre MR
91838 > Sant' Irene Martire 18 settembre
70610 > Sant' Oceano Martire 18 settembre MR
70650 > Santa Riccarda Imperatrice 18 settembre MR
93997 > Beato Salvatore Fernandez Perez Sacerdote salesiano, martire 18 settembre
70640 > San Sinerio (Senario) d'Avranches Vescovo 18 settembre MR
91837 > Santa Sofia Martire 18 settembre
94596 > Beato Steano Pina Mercedario 18 settembre

http:  www.es.catholic.net/santoral  -  www.santiebeati.itwww.jesuitas.pt (livro SANTOS DE CADA DIA)

 

António Fonseca