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domingo, 19 de setembro de 2010

Nº 1130 - 19 DE SETEMBRO DE 2010 - FÁTIMA, SANTOS DE CADA DIA, ETC.,

Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro, Meu Deus, meu Deus.

Eu vos amo no Santíssimo Sacramento” 

-  (Lúcia, 2006: 174)

FÁTIMA E OS PAPAS
AS APARIÇÕES
2ª APARIÇÃO – 13 DE JUNHO DE 1917
 
Neste dia juntaram-se cerca de 50 pessoas na Cova da Iria.
Após rezarem o terço, os três pastorinhos correram para o local da aparição.
Viram novamente o reflexo da luz e depois surgiu a Senhora sobre a carrasqueira.
Nossa Senhora garantiu que em breve levaria Jacinta e Francisco para o Céu, mas Lúcia ficaria para ajudar a estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração.
 
(Contínua amanhã – se Deus quiser…) 
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SÃO JANUÁRIO

ou Genaro

Jenaro Obispo, Mártir

Jenaro (ou Genaro)  Bispo, Mártir e COMPANHEIROS  Jenaro, Festo, Desidério, Sosso, Eutiques e Acucio (+ 305)

Bispo Mártir
Setembro 19

São JENARO
Os santos, - Jenaro (ou Genaro)  Bispo, Mártir e companheiros  Jenaro, Festo, Desidério, Sosso, Eutiques e Acucio (+ 305) - dos que temos Paixões muito posteriores, parece que derramaram seu sangue por Cristo no começo do século IV.

Há santos de que é  mais fácil conhecer a missão que lhes toca exercer do céu, do que aquela que desempenharam na terra. Neste caso se encontram muitos os antigos heróis cristãos, de quem a história muito pouco nos guardou, a lenda mais alguma coisa, mas de quem a devoção popular, larga como um rio, ilustrou através dos séculos o papel como valedores e intercessores, para bem dum povo ou duma época cristã. A contínua intervenção sobrenatural de S. Januário, na vida das gentes de Nápoles, recorda-nos Jesus clemente e poderoso que sossegava as tempestades e Se compadecia das multidões; que vivia com os homens , e era oprimido às vezes pelos apertos do fervor popular. Nápoles, um dos povos mais vivos e comunicativos da terra, sentada nessa maravilha que é a baía partenopeia, terna e alegre como um ninho, viveu sob a ameaça do Vesúvio, o sinistro vulcão vizinho, o monstro nunca morto, embora com frequência adormecido ou dormitante. Nápoles, cantora e jovial, onde a natureza é exuberante e branda, a temperatura maravilhosas, a vida humana fácil e cómoda, pertence a essas cidades cuja psicologia foi modelada pelo secreto terror da desgraça, que sempre se descobre sobre elas ao longe. Diante dos vestígios de antigas erupções, diante da recordação e cidades vizinhas desaparecidas debaixo da lava, diante da «respiração» periódica do vulcão que se coroa com a clássica fumarada ou “fumata”, era lógico que Nápoles buscasse – como Tebas – um exorcismo das suas inquietações. Nápoles é, de facto, uma das cidades onde são mais numerosos os «telésmata», objectos mágicos que se enterravam ao lançar os fundamentos das muralhas ou primeiras edificações. A lenda virgiliana encerra também um significado de protecção da cidade. Nápoles cristã encontrou opor fim o verdadeiro símbolo e sacramento no sangue do mártir S. Januário. A história da devoção a S. Januário é a história de sempre em Nápoles. É rigorosamente histórico o martírio de S. Januário, pelo ano de 305, assim como é certo que os seus restos repousavam na catedral de Nápoles, quando se desencadeou a perseguição de Diocleciano, a última que sofreu a Igreja antes da paz de Constantino. Pertence, portanto, S. Januário à mesma “promoção” martirial que S. Vicente, santa Eulália, S. Severo, Santa Engrácia e os «inumeráveis mártires de Saragoça». Refere a tradição que S. Januário foi reconhecido e preso pelos soldados do governador da Campânia, quando o Santo se dirigia à prisão para visitar os cristãos nela retidos. Segundo a mesma tradição, Januário e os companheiros foram lançados a um forno aceso de que saíram milagrosamente ilesos. Seja como for, depressa foram conduzidos a Pozzuoli (Putéoli em latim), a primeira terra italiana que pisou S. Paulo a caminho de Roma, e onde havia desde a antiguidade numerosa comunidade cristã. Conta-se que no anfiteatro desta cidade foram expostos às feras, que, do mesmo modo que anteriormente as chamas, também respeitaram os cristãos. O governador veio finalmente a ordenhar que fossem degolados. Os mártires, além do bispo Januário, foram os diáconos Sósio, Próculo e Festo; Desidério, leitor; Eutíquio e Acúrcio. Refere a lenda que um ancião pedira ao bispo, antes do martírio, uma recordação, e que no dia seguinte S. Januário lhe apareceu oferecendo-lhe um lenço ensanguentado: era o pano com que os verdugos costumavam vendar os olhos das vítimas antes do golpe. Os cristãos recolheram, segundo o costume que tinham, um pouco do sangue dos mártires para o colocar numas ampolas ou anforazinhas de vidro diante do túmulo destes. Sabe-se que os restos de S. Januário receberam a sepultura , primeiro em Pozzuoli, no Campo de Marte; depois em Nápoles, e nas catacumbas que depois foram designadas com o nome do santo. Nestas há documentos arqueológicos quer afirmam  a existência de uma devoção antiquíssima e singular. Entre eles está a pintura de S. Januário, que data do século V. No século IX foram, as relíquias trasladadas para Benevento e mais tarde para Montevérgine. Mas em 1497 encontraram sepulcro definitivo na catedral de Nápoles. Nesta vieram a ficar numa capela formosíssima construída em 1608, em cumprimento duma promessa feita pelos napolitanos em 1527, por ocasião duma peste que assolou a região, mas de que o santo preservou a cidade. Refiramo-nos a outras duas ocasiões de especial protecção do Santo. A primeira foi a erupção do Vesúvio em 1631, que se pode comparar com a que destruiu Pompeia e Herculano no ano 79 da nossa era. A segunda ocasião memorável foi no ano de 1884, quando a cólera dizimou ou destruiu  muitas localidades à volta, poupando a cidade. Mas também noutros casos de guerras e desventuras, a fé dos devotos não conheceu limites. Mas ser a devoção a S. Januário conhecida no mundo inteiro, não se deve ao que fica dito, mas sim ao portanto da liquefacção do sangue do mártir. O milagre é atestado, desde 1389, por uns 5 000 processos verbais; e  reproduz-se três vezes por ano: em Maio, sobretudo em Setembro, e em Dezembro. O prodígio consiste em, o sangue do mártir passar do estado sólido ao estado líquido, perdendo no peso e aumentando notavelmente no volume. Montesquieu, que assistiu em 1728 a duas destas liquefacções, escreve: «Posso declarar que o milagre de S. Januário não é intrujice; os padres estão de boa fé». A 15 de Setembro de 1902, o conteúdo das ampolas foi submetido a exame electroscópio diante das testemunhas. Escreve o cientista Sperindeo, que realizou a experiência: «Vi aparecer… por trás da linha D, a faixa escura característica do sangue, seguida doutra verde, e entre as duas uma zona clara». Não há dúvida que se trata de sangue humano, que uma vez coalhado não perde o estado sólido. Sendo o relicário levado a um ourives para ser reparado, deu-se a liquefacção inesperada e quase indesejável. Não se nega que haja outros casos paralelos com sangues, no Sul da Itália;: com o de S. João Baptista, Santo Estêvão e S. Lourenço, sempre no dia da festa deles. Mas estes casos não estão porventura tão estudados como o de S. Januário. E o que se tem passado na Catedral de Nápoles – apesar do cenário, bastante estranho, de devoção popular – foi referidamente e com maior rigor verificado nos últimos anos, 1904 e muitos seguintes. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também, www.es.catholic e www.santiebeati.it
 

BEATO AFONSO DE OROSCO

Sacerdote (1500-1591)

Este homem tentou a sorte, digamos assim, na corte de Carlos V e pouco depois na de Filipe II, de 1554 a 1591. Nascido em 1500, na província de Toledo, tinha entrado nos eremitas de Santo Agostinho, com um pouco mais de 20 anos. Desejava evangelizar as «Índias», mas teve de regressar, doente, das ilhas Canárias. Desejou sair de Madrid, cidade excessiva mundana, «Não queria expulsar os santos da corte», sentenciou Filipe II. Pregador oficial da corte, Afonso conseguiu fazer bem nela, não só a nobreza, mas também a todo o pessoal subalterno. Vivia, austero e humilde, em San Felipe el Real, e não aparecia nas cerimónias régias senão quando o serviço o obrigava. Recusou bispados, e mesmo a sé de Toledo, que lhe foi oferecida. Morreu com mais de 90 anos. «Deus não faz mal a ninguém», dizia ele na última doença. Foi beatificado em 1881 por Leão XIII. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

 

EMÍLIA MARIA GULIELMA DE RODAT, Santa

 
Religiosa (1787-1852)

 

Filha de uma nobre e piedosa família, veio ao mundo em Druelle (França), a 6 de Setembro de 1787. A avó materna, para ajudar a filha, encarregou-se da educação da neta. Aos 18 meses, levou-a para o seu castelo, onde vivia com uma cunhada, obrigada pela Revolução Francesa a abandonar o mosteiro da Visitação. As duas senhoras exerceram, grande influxo no espírito da menina, levando-a amar a oração, o estudo, a leitura espiritual e a comunhão frequente. Contudo, por volta dos 15 anos, Emília esfriou no fervor, depois de haver assistido à brilhante festa de casamento de um tio seu, que reuniu uma sociedade escolhida e elegante. Começou a interessar-se pela moda e pela vida mundana. Abandonou a prática da oração  e, pouco a pouco, afastou-se da Mesa Eucarística, deixando-se arrastar pelas frivolidades da sociedade. Esta crise durou cerca de 18 meses. Deus, porém, não abandonou esta alma generosa e, durante a semana da festa de Corpus Christi, a pregação de um santo jubileu, a que Emília assistiu, fê-la entrar em si e tomar a decisão de abandonar o mundo enganador. Voltou à vida de oração, penitências, humildade e prática da caridade. Começou a pensar entregar-se totalmente ao Senhor na vida consagrada, mas restava-lhe ainda um longo caminho a percorrer antes de descobrir o que Deus queria dela. A Providência serve-se das criaturas para atingir os seus fins. No caso de Emília foi o encontro com o Padre António Marty, homem culto e sobrenatural, que passou a orientar aquela jovem ansiosa opor acertar no rumo de vida. Ele era director espiritual de um colégio em Villefranche-de-Rouergue. É neste colégio que Emília começa a desenvolver o seu zelo apostólico, preparando as crianças para a primeira comunhão. Em 1815, com aprovação do Padre Marty e ajuda de três jovens,  ela abriu em sua casa uma escola para crianças pobres. Estavam lançados os alicerces para um novo Instituto religioso, que tomará o nome de Irmãs da Sagrada Família. O percurso não foi fácil. Quando constou que Emília pretendia fundar uma nova Congregação religiosa, muitos insurgiram-se contra ela, dizendo que aquilo era uma loucura. Os parentes abandonaram-na, mas alguns corações generosos ajudaram-na com o necessário para arrendar uma casa. Assim, a 3 de Maio de 1816 nascia o Instituto das Irmãs da Sagrada Família. Deus permitiu outras dolorosas provações, como a morte de algumas religiosas e alunas. Além disso, a Madre Emília passou pelo estado da «noite escura», com terríveis tentações contra a fé, esperança e caridade, durante 32 anos. Isto não a impediu de debruçar-se sobre toda a espécie de misérias do seu tempo: órfãos, emigrados, prisioneiros, doentes, jovens delinquentes, etc., etc. . Faleceu santamente a 190 de Setembro de 1852; foi beatificada a 9 de Junho de 1940 e canonizada dez anos depois, no dia 23 de Abril de 1950. AAS 43 (1951) 644-53; DIP 3, 1127-8. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Ver também, www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

José María de Yermo y Parres, Santo
Setembro 19 Biografia,

José María de Yermo y Parres, Santo

José María de Yermo y Parres, Santo

El sacerdote José María de Yermo y Parres nació en la Hacienda de Jalmolonga, municipio de Malinalco, Edo. de México el 10 de noviembre de 1851, hijo del abogado Manuel de Yermo y Soviñas y de María Josefa Parres. De nobles orígenes, fue educado cristianamente por el papá y la tía Carmen ya que su madre murió a los 50 días de su nacimiento. Muy pronto descubrió su vocación al sacerdocio.
A la edad de 16 años deja la casa paterna para ingresar en la Congregación de la Misión en la Ciudad de México. Después de una fuerte crisis vocacional deja la familia religiosa de los Paúles y continúa su camino al sacerdocio en la Diócesis de León, Gto. y allí fue ordenado el 24 de agosto de 1879. Sus primeros años de sacerdocio fueron fecundos de actividad y celo apostólico.
Fue un elocuente orador, promovió la catequesis juvenil y desempeñó con esmero algunos cargos de importancia en la curia, a los cuales por motivo de enfermedad tuvo que renunciar. El nuevo obispo le confía el cuidado de dos iglesitas situadas en la perifería de la ciudad: El Calvario y el Santo Niño. Este nombramiento fue un duro golpe en la vida del joven sacerdote. Le sacudió profundamente en su orgullo, sin embargo decidió seguir a Cristo en la obediencia sufriendo esta humillación silenciosamente.
Un día, mientras se dirigía a la Iglesia del Calvario, se halla de improviso ante una escena terrible: unos puercos estaban devorándose a dos niños recién nacidos. Estremecido por aquella tremenda escena, se siente interpelado por Dios, y en su corazón ardiente de amor proyecta la fundación de una casa de acogida para los abandonados y necesitados. Obtenida la autorización de su obispo pone mano a la obra y el 13 de diciembre 1885, seguido por cuatro valientes jóvenes, inaugura el Asilo del Sagrado Corazón en la cima de la colina del Calvario. Este día es también el inicio de la nueva familia religiosa de las “Siervas del Sagrado Corazón de Jesús y de los Pobres”.
Desde ese día el Padre Yermo pone el pie sobre el primer peldaño de una larga y constante escalada de entrega al Señor y a los hermanos, que sabe de sacrificio y abnegación, de gozo y sufrimiento, de paz y de desconciertos, de pobrezas y miserias, de apreciaciones y de calumnias, de amistades y traiciones, de obediencias y humillaciones. Su vida fue muy atribulada, pero aunque las tribulaciones y dificultades se alternaban a ritmo casi vertiginoso, no lograron nunca abatir el ánimo ardiente del apóstol de la caridad evangélica.
En su vida no tan larga (1851-1904) fundó escuelas, hospitales, casas de descanso para ancianos, orfanatos, una casa muy organizada para la regeneración de la mujer, y poco antes de su santa muerte, acontecida el 20 de septiembre de 1904 en la ciudad de Puebla de los Ángeles, llevó a su familia religiosa a la difícil misión entre los indígenas tarahumaras del norte de México. Su fama de santidad se extendió rápidamente en el pueblo de Dios que se dirigía a él pidiendo su intercesión. Fue beatificado por Su Santidad JuanPablo II el 6 de mayo 1990 en la Basílica de Ntra. Sra. de Guadalupe en la Ciudad de México. Fue canonizado el 21 de mayo de 2000 en la Plaza de San Pedro.

• María de Cervellón, Beata
Setembro 19 Religiosa,

María de Cervellón, Beata

María de Cervellón, Beata

Religiosa Mercedária

La primera religiosa mercedaria, nació en Barcelona, en la calle de Moncada, el 1 de diciembre de 1230.
Fue bautizada el 8 del mismo mes, en el sarcófago antiguo de la mártir barcelonesa Santa Eulalia, que servía de pila bautismal en la parroquia de Santa María del Mar.
La joven María, inmersa en el clima de caridad creado en su ciudad natal por los frailes redentores de cautivos, se sintió atraída por el empeño liberador, y se convirtió en el consuelo de los pobres, de los enfermos y de los cautivos, en el Hospital de Santa Eulalia. Allí conoció a las grandes primeras figuras de la Orden Mercedaria agrupados en torno a fray Pedro Nolasco.
Pidió, decidida, el hábito blanco de la Merced, y el 25 de mayo de 1265, emitió su profesión religiosa como hermana de la Orden de la Merced, prometiendo trabajar por la redención de cautivos. Con ella formaron comunidad las jóvenes sor Eulalia Pinós, sor Isabel Berti y sor María de Requesens, a las que muy pronto se agregó sor Colagia.
A Santa María de Cervelló también se le denomina Socós o Socorro. Esto se debe a los relatos que dicen que fue vista, en vida y después de muerta, ir sobre las alas del viento en ayuda de las naves de la redención combatidas por el mar embravecido.
Murió el 19 de septiembre de 1290. Sus restos mortales fueron sepultados en la iglesia de los frailes mercedarios de Barcelona, hoy Basílica de la Merced. En un altar, el primero de la derecha, reposa su cuerpo, que se conserva incorrupto. Desde el siglo XIII fue tenida como santa.
Ha sido invocada como patrona de los navegantes y tiene su templo parroquial en la Barceloneta, puerto de la ciudad Condal.
Su culto fue confirmado por el Papa León X el 13 de febrero de 1692.

• Mariano de Evaux, Santo
Setembro 19 Eremita,

Mariano de Evaux, Santo

Mariano de Evaux, Santo

Eremita

Martirologio Romano. En el territorio de Bourges, en Aquitania (hoy Francia), san Mariano, eremita, que sólo se alimentaba de manzanas agrestes y a veces de miel, si la encontraba (s. VI).
Etimologia: Mariano = iluminador, espejo. Viene de la lengua hebrea.
Cuando en las pruebas de tus pensamientos se imbrican unos en otros, la esencial paz del corazón hace que te vuelvas hacia Jesús, el Resucitado.
No mi paz, sino tu paz, esto es posible decirle a Cristo. Cuando surgen temores en nuestro interior, acudamos a él.
Mariano vivió en Bourges, Francia, y no se sabe mucho de su vida y de sus andanzas.
Se sabe que era de una familia rica y noble. Su juventud prometía para todos los suyos un casamiento original y feliz.
Pero Mariano, en contra de la opinión de los padres y de mucha gente que le halagaba, decidió entregarse enteramente a Dios.
Y con la mayor tranquilidad de lo que se podía esperar de sus años, les dijo a todos unas palabras que les hicieron pensar:"Si quieres ser perfecto, anda, deja cuanto tienes, dalo a los pobres y sígueme".
Siguió al pie de la letra el Evangelio de Jesús de Nazaret.
Vendió cuanto le correspondía por herencia y, sin la menor vacilación, se los entregó a los pobres.
Se fue a un bosque solitario a hacer penitencia y oración.
Su fama de santidad llegó a conocerla mucha gente que acudía a su cueva para que los curara o para que los animara en sus dudas y malos ratos.
Un día fue exagerada la gente que se acercó a verle. Cuál no fue su sorpresa al encontrarlo muerto debajo de un manzano.
Su devoción es grande en Francia, y Pío VII ordenó su fiesta para el día de hoy.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

 

29200 > San Gennaro Vescovo e martire 19 settembre - Memoria Facoltativa MR


70790 > Sant' Abbone (o Goerico) di Metz Vescovo 19 settembre MR
90141 > Sant' Alfonso de Orozco 19 settembre MR
70800 > Sant' Arnolfo di Gap Vescovo 19 settembre MR
93408 > San Carlo Hyon Song-mun Martire 19 settembre MR
91371 > San Ciriaco di Buonvicino Abate 19 settembre MR
94541 > Santi Costantino Bogorodskij e 2 compagni Martiri 19 settembre (Chiese Orientali)
93834 > Beate Elisabetta, Barbara, Antonia e Caterina Monache mercedarie 19 settembre
91176 > Sant' Emilia Maria Guglielma de Rodat 19 settembre MR
70770 > Sant' Eustochio di Tours Vescovo 19 settembre MR
93319 > Beata Francesca Cuallado Baixauli Vergine e martire 19 settembre MR
29200 > San Gennaro Vescovo e martire 19 settembre - Memoria Facoltativa MR
70840 > Beato Giacinto Hoynelos Gonzalez Martire 19 settembre MR
94505 > San Giovanni di Spoleto Vescovo 19 settembre
70830 > San Lamberto (Lantberto) di Frisinga Vescovo 19 settembre MR
91496 > Madonna de La Salette 19 settembre
70725 > Santa Maria de Cervellon 19 settembre MR
93428 > Beate Maria di Gesù de la Yglesia de Varo e Maria Addolorata e Consolata Aguiar-Mella y Diaz Martiri 19 settembre MR
66750 > San Mariano di Evaux Eremita 19 settembre MR
91242 > Santi Peleo, Nilo, Elia, Patermuzio e compagni Martiri 19 settembre MR
70820 > Santa Pomposa di Cordova Martire 19 settembre MR
70780 > San Segnano (Sequano) Abate 19 settembre MR
70810 > San Teodoro di Canterbury Vescovo 19 settembre MR
70750 > San Teodoro di Verona Vescovo 19 settembre
70760 > San Trofimo Martire 19 settembre MR

http:  www.es.catholic.net/santoral  -  www.santiebeati.itwww.jesuitas.pt (livro SANTOS DE CADA DIA)

 

António Fonseca