OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

sábado, 2 de outubro de 2010

Nº 1144 - 3 DE OUTUBRO DE 2010 - SANTOS DE CADA DIA, ETC.

SÃO FRANCISCO DE BORJA

Francisco de Borja, Santo

Francisco de Borja, Santo

 
Sacerdote (1510-1571)

S. Francisco de Borja nasceu em Gandia, Espanha, a 28 de Outubro de 1510. Fora seu pai D. João de Borja, terceiro duque de Gandia, neto de Rodrigo de Borja, e sua mãe D. Joana de Aragão, neta do rei católico. Era, portanto, bisneto de Alexandre VI e de Fernando V de Aragão; flor nascida dum solo manchado, destinado ele pela Providência a purificá-lo com as suas terríveis penitências e a cooperar na reforma da Igreja e na expansão da Companhia de Jesus; esta a sua dupla missão. Penitente como um anacoreta e apóstolo como um Xavier. Seus pais esmeraram-se por que tivesse uma educação privilegiada, à altura do seu nível e da sua missão de primogénito do Duque de Gandia. Aprendeu espanhol, latim, italiano, matemática e música, sentindo por esta simpatia especial; cantava e compunha,  peças religiosas principalmente. Aprendeu a andar a cavalo e a usar armas, embora não tivesse nascido para a guerra e as suas preferências fossem para a oração, os livros e liturgia. A Duquesa repetia-lhe: «Para ti Francisco, existem armas e cavalos, mas não imagens devotas e sermões. Pedi a Deus um duque e não um frade. Sê piedoso mas conserva-te cavaleiro». Os pais nem sempre acertam, todavia, com os planos de Deus sobre os filhos. A glória e a missão principal de Francisco ia ser precisamente aquela que sua mãe excluía. Aos dez anos perdeu Francisco a mãe – 1520 – e foi confiado a um tio materno, D. João de Aragão, arcebispo de Saragoça. Em 1528 saiu para Valladolid e entrou na corte de Carlos V. Em Alcalá, indo a cavalo, encontrou um pobre estudante que era levado à prisão. Sentiu pena; na verdade, o preso tinha cara de bom e muito honrado, e fixou Francisco; mas não adivinhou que mais tarde aquele pobre estudante iria ser mestre seu de espírito e seu superior. Tratava-se de Inácio de Loyola. Tinha Francisco 16 anos quando entrou na corte com um futuro risonho. Passou de triunfo a triunfo. Vencia nos exercícios de equitação e sobressaía pela delicadeza, piedade e gravidade. Não gostava do jogo, pois, segundo costumava dizer, nele perdem-se quatro coisas: tempo, dinheiro, devoção e muitas vezes a consciência. Carlos V dedicou-lhe sempre um afecto que nunca diminuiu; a Imperatriz deu-lhe por esposa a dama que mais estimava, D. Leonor de Castro, portuguesa, e desde aquele ano, 1529, Francisco ficou sendo Marquês de Lombay, monteiro-mor e estribeiro-mor do palácio. Viveu na corte como cristão de óptima consciência. Lia os Evangelhos, as Cartas de S. Paulo e as homilias de S. João Crisóstomo. Deus abençoou-o com cinco filhos e três filhas. Em 1536, acompanhou o Imperador na guerra contra a França e pôde recolher nos seus braços, no assédio do castelo de Muy, o seu amigo, o poeta Garcilaso de la Vega. Um acontecimento trágico feriu profundamente a sua alma. Em Maio de 1539, durante os grandes festejos que se estavam a celebrar em Toledo por causa da abertura das Cortes Gerais, faleceu a Imperatriz Isabel, em plena vida e glória humana. Francisco foi encarregado de presidir ao transporte do cadáver para Granada. Passados quinze dias para certificar que o cadáver encerrado na urna de chumbo era o da sua antiga senhora, foi preciso descobrir bo rosto da Imperatriz. E apareceu horrivelmente desfigurado pela morte. A impressão foi enorme. O Marquês não se atreveu a jurar, mas atendendo ao cuidado que tinha havido em toda a viagem, aquele tinha de ser o cadáver. No dia seguinte pregou S. João de Ávila e libertou-o do seu abalo. Depois do sermão, falando-lhe, abriu plenamente a consciência; e cobrou ânimo para cumprir aquele grande propósito seu, que pode servir de programa de vida: «Não continuar a servir senhor que me possa morrer». Tinha compreendido e sentido profundamente a vaidade da grandeza, do prazer e da vida humana. Voltando ele de Granada, o Imperador nomeou-o Vice-rei da Catalunha e, nos três anos e meio que durou o seu governo, mostrou-se grande político e patriota. Acabou com o banditismo, manteve os direitos reais, fomentou as forças marítimas e robusteceu a fronteira francesa. Em 1543, por morte do pai, herdou o ducado de Gandia e, durante sete anos, viveu tranquilo na sua terra natal, fomentando as artes e as ciências. Em 1546, fundou o Colégio da Companhia de Jesus de Gandia, que pouco depois foi elevado a Universidade. O desterro, como ele chamou ao seu retiro de Gandia, fez-lhe ouvir com maior clareza a voz de Deus. A 27 de Março de 1546 morreu-lhe a esposa. O Santo Duque ficava assim livre para executar o acto mais característico das sua vida, a renúncia heróica a todas as honras, riquezas e dignidades. Santo Inácio admitiu-o na Companhia de Jesus e obteve-lhe de Paulo III licença para continuar alguns anos com a aparência de Duque, enquanto ia tratando do casamento dos filhos. «Por agora o mundo não tem ouvidos para ouvir tão grande estrondo»: foi o comentário que leu Francisco de Borja em carta que lhe dirigiu nessa altura Santo Inácio de Loyola. Em 1550 foi a Roma; esteve três meses ao lado de Santo Inácio, mas houve que sair secretamente porque o Papa queria fazê-lo cardeal. Roma inteira sentiu-se edificada com a humildade do Duque; servia à mesa, esfregava os pratos na casa de Santa Maria da Estrada, como se fosse criado de todos. Regressando a Espanha, albergou-se num canto de Guipúscoa e a 11 de Maio de 1551 assinou em Oñate a renúncia de todos os seus Estados em favor do primogénito, D. Carlos. Foi ordenado sacerdote e celebrou a primeira Missa na capela da casa de Loyola. Disse outra solene em Vergara, ao ar livre, pois compareceram mais de 20 mil pessoas. Sempre que pregava enchiam-se-lhe as igrejas, porque a gente acudia em tropel para ver um «Duque santo». Pedia esmola pelas aldeias, visitava os hospitais, do mesmo modo que as cortes de Espanha e de Portugal. Santo Inácio, em 1554, nomeou-o Comissário Geral de Espanha e Portugal, Superior de todos os jesuítas residentes na Península. desde então, a presença de S. Francisco acendia o fervor em todas as comunidades, protegia os colégios desvalidos e solucionava todos os pleitos e todas as dificuldades. Em 1555 teve a consolação de obter com as suas orações a lucidez de D. Joana, a Doida; assim, a desgraçada rainha, que tinha estado reclusa mais de 40 anos, dispôs-se bem para morrer. Quatro vezes visitou ele Carlos V no seu retiro de Yuste, despertando sempre no Imperador desejos de oração e penitência: «Que é o nosso retiro, dizia este aos seus familiares, se o compararmos com o do Padre Francisco de Borja?». De 1554 a 1559, o apostolado de Borja decorreu sem incidentes. Mas depois não tardou que principiassem as calúnias e perseguições. Um livreiro sem escrúpulos editou um opúsculo intitulado «Obras do Duque de Gandia», onde estavam duas obras autênticas do Santo, mas também outros livrinhos não seus, cheios de erros. A Inquisição mandou recolher essas «Obras» e procedeu contra o santo, como se fosse o autor verdadeiro de tudo. Foi preciso esperar que se desvanecesse a tormenta; entretanto, o padre Laínez, sucessor de Santo Inácio, chamou a Roma S. Francisco, em 1561; nomeou-o primeiro Vigário Geral da Ordem, enquanto ele, Laínez , assistia ao Concílio em Trento. Depois foi nomeado Borja assistente para as províncias de Espanha. E em 1565 foi eleito Geral da Ordem, por morte do Padre Laínez. Durante os sete anos que para ele durou o supremo governo da Companhia, propagou as missões entre os infiéis, aumentou as províncias e aos 1 000 jesuítas vieram juntar-se outros 2 500. Morreu em Roma, em 1572, mártir da obediência. Em 1571 recebera de S. Pio V o encargo de acompanhar o cardeal Alexandrino nas viagens às Cortes de Espanha e Portugal: «Eu sirvo para esta classe de ofícios, escrevia ele, e julgo que teria desculpa na minha idade e nos meus achaques… Mas a obediência devida ao Vigário de Cristo impõe-me silêncio… Ela transportar-me-á felizmente por terra e por mar». Mas a viagem foi-lhe fatal para a saúde; voltou a Roma, ao cabo de oito meses, e morreu poucos dias depois, no dia 30 de Setembro de 1572. O mundo tinha sido pródigo com ele em  toda a espécie de liberalidades, mas ele tudo soube colocar aos pés do Crucifixo, a quem desejou, e a Ele só,  servir. S. Francisco de Borja foi padroeiro de Portugal durante dois séculos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

SANTOS VERÍSSIMO, MÁXIMA e JÚLIA

Mártires

Assim diz o Martirológio Romano de 1953: «Em Lisboa, na Lusitânia (agora Portugal), os santos mártires Veríssimo e suas irmãs Máxima e Júlia, que sofreram durante a perseguição do imperador Diocleciano» (284-305). Estes mártires, já muito celebrados na Península Ibérica, foram incluídos no Martirológio Romano pelo monge Usuardo, nos fins do século IX. No século seguinte, o calendário moçárabe de Córdova explica: «em Lisboa junto do mar oceano». E, subindo mais longe, parece bem que já tinham culto no século VI, e com certeza nos séculos X e XI, quando pelo menos sete igrejas lhes estavam dedicadas, só entre os rios Mondego e Minho. Não podemos acrescentar particularidades sobre o martírio. A igreja de Santos-o-Velho foi a primeira em Lisboa que albergou as relíquias deles; estas foram transladadas por ordem de D. João II, em 1475, para Santos-o-Novo, mosteiro das Comendadeiras de S. Tiago. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SANTOS EVALDO castanho-escuro (ou Negro) e

EVALDO louro (ou branco)

Mártires (695)

Evaldo el Blanco y Evaldo el Negro, Santos

Evaldo o Branco e Evaldo o Negro, Santos

Presbíteros e Mártires

É por meio de Beda, o Venerável, seu compatriota e contemporâneo, que temos conhecimento destes dois irmãos. Tomou-se o hábito, escreve o mesmo, de os designar pela cor do cabelo. Entre si amavam-se profundamente e nunca se separaram. Juntos se fizeram monges na Irlanda, e juntos seguiram S. Vilibordo quando este se lançou a converter os Frisões; mas depois separaram-se dele para irem, por seu lado, levar o Evangelho aos Saxões. Estes Alemães da Renânia, diz Beda, eram então governados por «sátrapas». cada tribo tinha o seu, que era independente e senhor na sua terra. Excepto em tempo de guerra, quando todos obedeciam a um dentre eles, que voltava ao seu posto logo que a paz se restabelecia. Foi a um destes sátrapas que os irmãos Evaldo pediram audiência, pouco depois de entrarem no país. Foi-lhes concedida para a semana seguinte. Quando o souberam, os notáveis da tribo recearam que o chefe se convertesse e os forçasse a abraçar a religião nova: «Que será de nós, diziam, quando os nossos deuses deixarem de nos proteger e se vingarem de os termos abandonado?» Apoderaram-se dos missionários, mataram-nos e lançaram-nos ao rio. Isto a 3 de Outubro de 365. Mas os corpos foram recolhidos abaixo, na margem, por um cristão que os sepultou. Alguns anos mais tarde, Pepino d’Herstal mandou-os levar para S. Cuniberto de Colónia, onde ficaram a ser honrados. Quanto ao sátrapa, com cuja bondade os dois apóstolos tinham contado, vingou-lhes a morte, escreve Beda, mandou exterminar todos os que tinham, tomado parte no crime e queimar a aldeia onde ele se realizara. Como se tratava duma povoação da Westfália, os dois irmãos Evaldo são os patronos dela. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

BEATO COLUMBA MARMION

Columba Marmion, Beato

Columba Marmion, Beato

 
Sacerdote (1858-1923)

Joseph-Aloysius Marmion nasceu em Dublin (Irlanda), no dia 1 de Abril de 1858, de pai irlandês e mãe francesa. Três da suas irmãs consagraram-se a Deus numa Congregação religiosa chamada «Irmãs da Misericórdia». Aos dezasseis anos ingressou no Seminário diocesano de Dublin, e terminou os seus estudos de teologia no Colégio «De Propaganda Fide», em Roma, sendo ordenado sacerdote no dia 16 de Junho de 1881. Sonhava ser monge missionário na Austrália, mas deixou-se cativar pela atmosfera litúrgica da nova Abadia de Maredsous, que tinha sido fundada na Bélgica em 1872, onde foi visitar um companheiro de estudos, antes de regressar à Irlanda. Quis entrar nesse mosteiro, mas o seu Bispo pediu-lhe que esperasse algum tempo. No seu ministério sacerdotal, de 1881 a 1886, conservou o zelo pastoral de missionário, desempenhando várias funções: vigário em Dundrum, professor no Seminário Maior de Clonliffe, capelão de um convento de monjas redentoristas e de uma prisão feminina. Mas o seu grande desejo era tornar-se monge beneditino. Contudo, só em 1896 é que lhe foi concedida licença para ingressar na Abadia de Maredsous, na diocese de Namur (Bélgica). O seu noviciado entre monges mais jovens foi difícil, pois teve de mudar de costumes, cultura e língua, mas empregou um grande esforço na aprendizagem da vida monástica e assim pôde emitir os votos solenes no dia 10 de Fevereiro de 1891. A partir desse momento, viveu intensamente o espírito monástico beneditino e a sua influência espiritual atingiu sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos, orientando-os para uma vivência deveras cristã, através dos seus escritos («Cristo, vida da alma», «Cristo nos seus mistérios» e «Cristo, ideal do monge»), dos retiros e da direcção espiritual. Exerceu cargos importantes, como Director espiritual, Professor e Prior da Abadia de Mont-César, em Lovaina, da qual tinha sido co-fundador. Em 1909 é nomeado 3º Abade da abadia de Maredsous que constituía então uma comunidade de mais de 100 monges, com uma escola de humanismo, outras de Artes Aplicadas e uma fama consolidada nas investigações e estudos sobre as origens da fé, sobretudo por meio da revista Revue Bénédictine e outras publicações. A grande prova do abade Marmion foi a primeira guerra mundial. A decisão de enviar os monges jovens para a Irlanda, para aí estarem seguros e poderem continuar a sua formação irá trazer-lhe grandes compromissos, viagens perigosas, preocupações e incompreensões entre as duas gerações de uma comunidade abalada e dividida pela guerra. Quando faleceu, a 30 de Janeiro de 1923, vítima de uma epidemia de gripe, muitos dos seus contemporâneos o consideravam santo e mestre de vida espiritual e como tal continuou a ser considerado, sobretudo na preocupação de basear a fé nas suas fontes bíblicas e litúrgicas. Foi beatificado no dia 3 de Setembro de 2000. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

• Juliano de Palermo, Beato
Outubro 3 Monge,

Juliano de Palermo, Beato

Juliano de Palermo, Beato

Monge do século XV

Etimologia: Juliano = de cabeleira abundante e riçada. Vem da língua grega.
Juliano foi um monge no século XV. A história deste beato nos leva a Sicília submetida a guerras, a rebeliões e com muitos prisioneiros.
El intentó, en medio de tantas dificultades, sembrar la paz y la concordia entre todos.
Y en esta caso, la regla de la paciencia serena fue para él y para los demás la mejor arma de combate.
Fue el primero en lamentarse de los lentos procesos judiciales. El, que era un benedictino de Palermo dela mitad de 1400, luchó con todo el arrojo y la fuerza que salían de corazón lleno de esperanza.
No se quedaba quieto. El apóstol encuentra en la oración la energía necesaria para cumplir con su misión.
Tuvo que enviar cinco delegaciones para tratar la paz con el Sultán de Túnez. El motivo centra era la devolución de los prisioneros cristianos.
El mismo había ido en 1438 y 1452 enviado por el rey de Aragón, Alfonso el Magnánimo.
Logró que las relaciones entre musulmanes y cristianos fueran cordiales.
Era una persona cualificada para este menester..
Había nacido en Palermo y se hizo benedictino porque anhelaba una vida de contemplación y de soledad.
Hizo un hospital con criterios modernos. Tuvo, más tarde, que representar al rey en el parlamento de Palermo. Cuando podía, iba al santuario de Romitello para hacer oración y penitencia. Aquí le vino la muerte en la paz de Dios.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
Comentarios al P. Felipe Santos:
fsantossdb@hotmail.com

Domingo Spadafora, Beato
Outubro 3 Presbítero dominicano,

Domingo Spadafora, Beato

Domingo Spadafora, Beato

Presbítero Dominicano

Martirológio Romano: Em Montecerignone, da Romagna, beato Domingo Spadafora, presbítero da Ordem de Pregadores, que trabalhou diligentemente no ministério da pregação (1521).
Domingo Spadafora, nació en Randazzo en 1450, de la nobilísima y antiquísima familia Spadafora, oriunda de Costantinopoli, llamada así porque tenía el privilegio de llevar la espada desenvainada en presencia del Emperador. Domingo, despreciando cualquier humana grandeza, decidido honrar y servir al Señor de los Señores entró en la Orden Dominica, en el floreciente Convento de Santa Zita en Palermo, fundado por Pedro Jeremías.
Enviado a Padua para completar sus estudios, si admirables fueron sus progresos en la ciencia, más admirables fueron los adquiridos en la sólida virtud. Conseguido el doctorado, y de regreso en su patria, su santidad y saber no pudieron permanecer escondidos y fue nombrado ayudante del Maestro General.
En una capillita de Monte Cerignone, en el estado de Urbino, había una milagrosa imagen de la Santísima Virgen por la que los habitantes tenían gran veneración; deseando edificar allí una iglesia con religiosos que se dedicasen a la cura espiritual de la población circundante, pensaron en los dominicos.
Se dirigieron al Maestro General para conseguir que se iniciara una obra tan ventajosa para las almas y para la gloria de la Virgen, a la cual la Orden profesa especial devoción. El proyecto se aprobó, y Domingo fue elegido para dirigir la nueva fundación. En 1491 surgieron así la iglesia y el Convento del cual Domingo fue guía hasta su muerte. Para edificación de toda la población, en la ferviente comunidad florecieron las leyes y el espíritu de la Orden.
En todo Montefeltro se lo consideraba a Domingo un santo, y como tal fue venerado después de su muerte, sobrevenida el 21 de diciembre de 1521. Fue sepultado en la iglesia conventual, y en 1545 se encontró su cuerpo incorrupto. Desde 1677 es venerado en la iglesia de Santa Maria in Reclauso en Monte Cerignone.
El Papa Benedicto XV confirmó su culto el 12 de enero de 1912. El 3 de octubre se conmemora el aniversario de la traslación de sus reliquias llevada a cabo en 1677.

Gerardo de Brogne, Santo
Outubro 3 Abade 

Gerardo de Brogne, Santo

Gerardo de Brogne, Santo

Abade

Martirológio Romano: Na região de Namur, em Lotaringia, são Gerardo, primeiro abade do mosteiro de Brogne, que ele próprio fundou. Trabalhou para instaurar a disciplina monástica na Flandres e Lotaringia, e ajudou a muitos mosteiros a recuperar a observância primitiva (959).
El ejemplarísimo abad san Gerardo, fue hijo de Estancio, varón ilustre de la casa de Haganón, duque de la Austrasia inferior, y de Plectrudis, hermana de Esteban, obispo de Lieja.
Hiciéronle seguir sus padres desde muy joven la carrera de las armas, propia a la sazón de mancebos nobles, y le enviaron a la corte de Berengario conde de Namur; donde resplandeció así por la modestia de sus costumbres, como por la discreción de sus palabras y natural elegancia de su persona.
Cobróle tanto amor el conde, que le llevó a su casa, y se servía de él para muchas cosas de importancia, y así le envió a Francia por su embajador para tratar con el príncipe Roberto un negocio grave que se le ofrecía. Luego que llegó a París, dejando allí sus criados, se fue solo al monasterio de san Dionisio para retirarse en él algunos días; y quedó tan edificado de la virtud de los monjes, y tan aficionado al sosiego y felicidad de la vida religiosa, que determinó dar libelo de repudio a todas las cosas de la tierra, para recogerse a servir a Dios en aquel monasterio.
Trató los negocios a que iba, y volviendo a dar cuenta de ellos al conde Berengario, suplicóle que le diese licencia pata profesar en dicho monasterio: y aunque con mucha dificultad y tristeza del conde, obtuvo su beneplácito. Vistióse pues el hábito de san Benito, y desde luego fue espejo de toda santidad y virtud.
Allí comenzó a estudiar desde las primeras letras como niño, y aprovechó tanto en las humanas y después en las divinas, que a los nueve años de su conversión se ordenó de sacerdote con grande gozo de su espíritu, y aprovechamiento de los otros monjes, de los cuales era tenido en gran veneración. Fue el primer abad del célebre monasterio de Broñá, a cuya iglesia trasladó con gran solemnidad muchas reliquias de santos cuerpos.
Un día vino al monasterio una mujer ciega y pidió que le diesen del agua con que el santo diciendo misa se había lavado los dedos: lavóse con ella los ojos, y luego cobró la vista. Habiendo recibido el marqués Arnulfo, señor de Flandes, de mano del santo la Comunión, se vio enteramente libre de un mal de piedra que le fatigaba mucho, encomendóle el gobierno de todas las abadías que tenía en su estado, y el santo las reformó, y tuvo cargo de diez y ocho monasterios, en los cuales floreció la más perfecta observancia religiosa. Finalmente recogido en su pobre monasterio de Bro ñá, y cargado de días y merecimientos, dio su espíritu al Señor, el cual le ilustró con muchos milagros.
REFLEXIÓN
Siempre han sido las órdenes religiosas semillero de santos, y la vida ejemplar de sus miembros poderoso aliciente para atraer las almas a la virtud. Si no tienes valor, oh cristiano, para despojarte, a imitación de san Gerardo, de las cosas de la tierra (que tarde o temprano te ha de arrebatar la muerte), tenlo al menos para dejarlas con el afecto, poniendo tu principal cuidado en amar y servir a Dios solamente y a todas las de más cosas sólo en Él y por Él. Porque ¿de qué nos aprovechará ganar todo el mundo, si perdemos el alma? Esta máxima bien ponderada hizo de un Javier un apóstol: ésta ha poblado el cielo de santos y ésta debe ser la única norma de todas nuestras acciones. ¡Dichoso quien se guía por ella, pues tiene asegurada su eterna salvación, único negocio para el cual estamos en este mundo, y que nos ha de preocupar seriamente!
ORACIÓN
Rogámoste, Señor, que nos recomiende delante de Ti la intercesión del bienaventurado abad Gerardo, para que alcancemos con su patrocinio lo que no podemos conseguir por nuestros méritos. Por Jesucristo Nuestro Señor. Amén

• Quintíno, São
Outubro 3 Mártir,

Quintín, San

Quintíno, San

Mártir

Martirológio Romano: Na região da Gália Turonense, são Quintino, mártir (s. VI)
Etimologia: Quintín = aquele que há nascido em quinto lugar, vem do latim
Según la Vida conservada en la Biblioteca Nacional de París, escrita en el siglo XIII, Quintín, nativo de la región parisina, estaba al servicio de Gontranno, noble de la Turingia, dignatario en la corte de Clotario I (m. 561).
Habiéndose rehusado a las propuestas indecentes de la mujer de su patrón, Aza, esta vengativa mujer decide desembarazarse de él. Para llevar a cabo su venganza, lo hace conducir por sus cómplices junto al río, y allí fue decapitado.
La cabeza, arrojada a una fuente, hizo milagrosas sus aguas. La leyenda es muy creíble y se encuadra en el contexto histórico y aún bárbaro del siglo VI secolo, donde la lujuria y la violencia eran usuales en la corte de los francos.
El oscuro autor concluye su relato con una violenta invectiva contra las mujeres malvadas, con la intención de dar una lección moral.
De San Quintín se sabe que ya en el siglo IV se le rendía culto el 4 de octubre en Tours, y de allí se extiende un poco a la región interna; en la catedral de San Esteban de Meaux son custodiadas, por lo menos desde el siglo XIII, las reliquias de San Quintín Mártir, venerado en Meaux, muerto por haber querido respetar los Mandamientos de Dios y por fidelidad a su patrón.

Ambrósio Francisco Ferro e 29 companheiros mártires, Beatos
Outubro 3 Mártires de Brasil,

Ambrosio Francisco Ferro y 29 compañeros mártires, Beatos

Ambrósio Francisco Ferro e 29 companheiros mártires, Beatos

Mártires de Brasil

Martirológio Romano: Na cidade de Cunhaú, perto de Natal, no Brasil, beatos Andrés de Soveral, presbítero da Companhia de Jesús, e Domingo Carvalho, mártires, que dolosamente encerrados na igreja quando celebravam a Missa, tanto eles como um grupo de fieis foram cruelmente assassinados por uns soldados (16 de Julho 1645), mais, beatos Ambrósio Francisco Ferro, presbítero, e companheiros, mártires, que deram a vida vítimas da opressão que se desencadeou contra a fé católica (1645). Seus nomes são: beatos Antonio Baracho, Antonio Vilela Cid, Antonio Vilela filho e sua filha, Diego Pereira, Manuel Rodrigues Moura e sua esposa, filha de Francisco Dias filho, Francisco de Bastos, Francisco Mendes Pereira, João da Silveira, João Lostau Navarro, João Martins e sete jovens, José do Porto, Mateo Moreira, Simão Correia, Estêvão Machado de Miranda e duas filhas suas, Vicente de Sousa Pereira (3 de octubre 1645).

Martirio de Cunhaú

Em 16 de Julho de 1645, os holandeses que ocupavam o nordeste de Brasil, chegaram a Cunhaú, no Río Grande do Norte, onde vários colonos residiam nos arredores de Molino, ocupados na plantação de cana de açúcar. Era um domingo. A hora da missa, 69 pessoas se reuniram na capela Nossa Senhora de Candeias. A capela foi rodeada e invadida por soldados e índios que eliminaram a todos os que ali estavam, incluindo o pároco sacerdote Andrés de Soveral que celebrava a missa. Eles não opuseram resistência aos agressores e entregando suas almas piedosamente ao Criador.

 
 

Martirio de Uruaçu

Aterrorizados pelo acontecido em Cunhaú, muitos habitantes pediram asilo no Forte Reis Magos (“Reis Magos”), ou se refugiavam em lugares improvisados. Em 3 de Outubro, perto de 80 foram levados às margens de Río Uruaçu, onde os esperavam soldados holandeses e índios armados. Os holandeses, calvinistas de religião, que eram acompanhados por um pastor protestante, ofereceram a quem apostatasse o perdoar-lhes a vida, todos os que se resistiram a esta oferta foram barbaramente sacrificados. Entre eles estava Mateo Moreira que, quando lhe arrancavam o coração pelas costas, morreu exclamando: "Louvado é Santíssimo Sacramento".

 

Beato Andrés de Soveral
Nascido em São Vicente, hoje o Estado de São Paulo, em redor do ano 1572. Ingressou na Companhia de Jesús em 6 de Agosto de 1593, na Baía; estudou latim e Teologia Moral. Sabendo muito bem o idioma indígena, estava a cargo da conversão de Índios nos territórios dependentes da escola de Pernambuco, na cidade de Olinda.
Em 1606 viaja a Río Grande numa missão. Provavelmente entre 1607 e 1610 passou ao clero diocesano, regressando a Rio Grande em 1614 já como sacerdote secular e ficando esta vez como pároco de Cunhaú. Ele teria 73 anos quando foi martirizado enquanto celebrava a missa na sua igreja paroquial.: “A figura do P. André de Soveral, o pastor do pequeno rebanho de Cunhaú, desponta como o grande herói que, não só ofereceu sua vida pela fé no momento sublime do sacrifício eucarístico, mas que também exortou a seus fregueses a que fizessem o mesmo, aceitando voluntariamente o martírio” (PEREIRA, F. de Assis. Protomártires de Brasil, p. 17)
Beato Domingo Carvalho
Além do Beato Andrés, Domingo é o único nome conhecido de entre todas as vítimas do massacre de Cunhaú. Depois da matança, os assassinos começaram a fazer festa e a roubar os pertences dos cadáveres. Se diz que num dos corpos, o de Domingo Carvalho, que era um dos principais do lugar, encontraram certa quantidade de ouro que foi distribuído entre os assassinos.


Beato Ambrósio Francisco Ferro
A primeira informação que se tem do P. Ambrósio data de 1636, consistindo aquela em que ele era o vigário de Rio Grande. Aparentemente mantinha uma relação amistosa com os holandeses, já que lhes pediu asilo na Fortaleza. Outro mártir, o Beato Antonio Vilela Cid, estava casado com a irmã de P. Ambrósio, Inés Duarte, “açoriana”. Se deduz portanto que ele era “açoriano” o que quer dizer português.

A lista dos demais beatificados é a seguinte:
Beato Juan Lostau Navarro;
Beato Antonio Vilela Cid;
Beatos Antonio Vilela filho e sua pequena filha;
Beatos Estêvão Machado de Miranda e suas duas pequenas filhas;
Beatos Manuel Rodrigues de Moura e sua esposa;
Beato José do Porto;
Beato Francisco de Bastos;
Beato Diego Pereira;
Beato Vicente de Sousa Pereira;
Beato Francisco Mendes Pereira;
Beato Juan de Silveira;
Beato Simón Correia;
Beatos Juan Martins e sete companheiros;
A Beata filha de Francisco Días;
Beato Antonio Barrocho;
Beato Mateo Moreira.
A estes mártires se  recorda nas duas datas de seus martírios: 16 de Julho e 3 de Outubro.

• Dionísio o Areopagita, Santo
Outubro 3 Discípulo de São Paulo,

Dionisio el Areopagita, Santo

Dionísio o Areopagita, Santo

Discípulo de São Paulo

Martirológio Romano - Comemoração de são Dionísio Areopagita, que aderiu a Cristo ao escutar o apóstolo são Paulo falando ante o Areópago, e foi primeiro bispo de Atenas (s. I).
Después del discurso de San Pablo en el Areópago de Atenas, muchos se convirtieron al cristianismo. en los "Hechos de los Apóstoles" (17, 34), se nombra a un tal "Dionisio el Areopagita" convertido por San Pablo con su discurso en el Areópago. Al parecer era miembro del tribunal, y por lo tanto, de la aristocracia ateniense. Y dicen los Hechos, que se convirtió Dionisio el Areopagita "y una mujer llamada Dámaris", según una tradición atribuida a San Juan Crisóstomo, ésta sería la esposa de Dionisio, pero es una suposición sin prueba alguna. En el Martirologio Santa Dámaris figura como Virgen.
Según un escrito posterior, Dionisio y el sofista Apollofanes habrían visto el eclipse del sol el día de la crucifixión y según De divinis nominibus (III, 2) Dionisio habría asistido a la Dormición de la Santísima Virgen.
En una carta de Dionisio, obispo de Corinto, contemporáneo del Papa Sotero, escrita a los atenienses antes de 175, se dice que Dionisio el Areopagita, murió como primer obispo de Atenas.
Una leyenda tardía lo ha confundido con el primer obispo de París, martirizado alrededor de 270. Tal identificación la encontramos en el Martirologio y en el Breviario Romano, el 9 de octubre. Pero en el Vetus Romanum Martyrologium, los dos Dionisios se distinguen claramente uno del otro; el 3 de octubre, en efecto, se lee: "Athenis, Dionysii Areopagitae, sub Adriano diversis tormentis passi, ut Aristides testis est in opere quod de Christiana religione composuit; y el 9 de octubre: "Parisiis Dionysii episcopi cum sociis suis a Fescennino cum gladio animadversi" (PL, CXXIII, col. 171).
La Crónica que lleva el nombre de Lucius Dexter identifica a San Dionisio de París con Dionisio el Areopagita, pero comúnmente se niega la autenticidad de este escrito. El primero que identificó a los dos Dionisios fue Hilduinus, abad de San Dionisio (m. 840), en la "Vita S. Dionysii".
Bajo el nombre de Dionisio el Areopagita, está sitado un escrito, que probablemente un monje siríaco promovido al episcopado, compuso entre 480 y 530 y que obtuvo gran difusión y ejerció gran influencia durante todo el Medioevo: De coelesti hierarchia; De mystica theologia; De ecclesiastica hierarchia; De divinis nominibus, y diez epístolas. Estos textos son mencionados actualmente como escritos por Pseudo Dionisio el Areopagita.

• María Guadalupe (María Francisca) Ricart Olmos, Beata
Outubro 3 Religiosa e Mártir,

María Guadalupe (María Francisca) Ricart Olmos, Beata

María Guadalupe (María Francisca) Ricart Olmos, Beata

Primeira Mártir Servita

Martirológio Romano: Na aldeia de Silla, perto de Valência, em Espanha, beata María Guadalupe (María Francisca) Ricart Olmos, religiosa da Ordem dos Servos de María e mártir, que na mesma perseguição recebeu o martírio por seu testemunho em favor de Cristo (1936).
La Beata María Guadalupe nació el 23 de febrero de 1881 en la ciudad de Albal, a 9 Kilómetros de Valencia. A los pocos días recibió en el bautismo el nombre de María. Fue la segunda hija de Francisco Ricart y de María Olmos. Al primogétito lo llamaron José y a sus hermanos menores Antonio y Filomena. En 1885 fallece su padre por una enfermedad, y su bondadosa madre, considerada por todos como una santa, afrontó la dura tarea de criar a los cuatro hijos y educarlos en el amor de Dios.
María asumió bien pronto responsabilidades dentro del humilde hogar colaborando con su madre en el cuidado de sus hermanos y en las tareas domésticas. Recibió la educación básica siendo unánime el reconocimiento de su capacidad intelectual. Participo vivamente en las actividades de algunos de los grupos parroquiales demostrando un gran entusiasmo como miembro del coro en el que hizo buenas amigas.
El hecho más significativo a nivel espiritual es el de su Primera Comunión. Entonces cuenta con sólo 10 años y representa para ella el inicio de una relación intensa con Jesucristo y su despertar vocacional. Desde ese momento la frecuencia y el modo de participar en la Santa Misa y comulgar, llama la atención de sus parientes y conocidos, que perciben incluso una variación en su carácter, que va transformándose, a medida que crece, de efusivo en moderado sin perder nunca su alegría y jovialidad.
Vocación
La Primera Comunión representa el inicio de su camino vocacional. En esa celebración ocurre un hecho inusual que impacta al párroco, P. Vicente Pastor, quien ese día dirigió a las niñas que ese día iban a comulgar una pregunta muy concreta: "¿alguna de las presentes desea entregarse a Dios para ser su esposa y ser enteramente suya?". Siguió un momento de incertidumbre. Luego se alzó una mano y tras de ella una niña que con voz clara respondió: "¡yo quiero serlo!". Esa niña era nuestra Beata María Guadalupe.
Después su deseo de consagrarse por entero a Dios crecía cada día más. En las visitas frecuentes al Monasterio de Al Pie de la Cruz de las Monjas Siervas de María de Valencia, donde su madre tenía una vieja amiga, encontró su vocación en la Iglesia. Con el consentimiennto de su madre y el apoyo del Párroco pudo ingresar allí a la edad de 15 años. Su inequívoca percepción de que Dios le había elegido nos ha dejado un hermoso testimonio de la madurez religiosa de una niña que daba signos de llegar a ser una gran mujer y una gran cristiana.
Mientras se dirigían a Valencia para entrar en la clausura un desconocido reprochó gritando: "¡Llevan engañada a esa muchacha!". Ella sin perder la calma, al igual que en los momentos del martirio, se giró y dijo: "Sé muy bien lo que hago, pues es Jesús quien me llama".
Sierva de María
Hizo su profesión solemne el 19 de junio de 1900, fiesta en que se recuerda a Santa Juliana Falconieri madre espiritual de la rama femenina de los Siervos de María.
Enamorada del carisma de la Orden vivió plenamente sus valores: la caridad fraterna y la unidad, la oración contemplativa y el humilde servicio y el amor y la devoción a la Virgen Dolorosa, a quien rezaba con fervor la Corona de los Siete Dolores, identificándose con los sufrimientos de la Virgen María. Buscaba siempre el recocimiento y practicaba la penitencia física al contemplar la Pasión de Jesús y a su Madre al pie de la Cruz.
Con un carácter alegre, una fuerte espiritualidad y dotes de liderazgo ocupó el cargo de Maestra de Novicias de 1928 a 1931, y luego el de Priora en los difíciles y confusos años de 1931 hasta 1934. Al acabar el priorato vuelve a ser elegida Maestra de novicias, cargo que ejerció hasta su martirio, dando a sus hermanas el más importante de los ejemplos.
Martirio
La madrugada del 2 de octubre de 1936, unos alborotos interrumpen su oración. Su hermana Filomena y su cuñado José intentaban disuadir a los que registraban su casa, donde ella se había refugiado por la persuecución. Sin dudarlo un instante la beata María Guadalupe salió de su alcoba llevando en la mano un libro de oraciones. Al verla los milicianos le preguntaron: "¿Es usted monja?", responde "Soy monja y si naciese mil veces, lo sería Al Pie de la Cruz", fue arrestada al momento sin que ella opusiese resistencia alguna.
Sostenida por la gracia del Señor, se mostro en todo momento igual de entera y entregada como a lo largo de su vida. Coemnzaba para ella su propio Via Crucis y Via Matris, unida a cada paso a la Pasión del Redentor y a los dolores de su Madre al Pie de la Cruz. Abrazada al crucifijo la subieron a una furgoneta, desde la que daba ánimos a sus familiares: "No lloréis por mí, pues me llevan a matarme y dar la vida por Aquel que primero la dió por mí".
Fue conducida a un tribunal ficticio en el que recibió la sentencia de muerte.
Fue beatificada el 11 de marzo de 2001, por S.S. Juan Pablo II junto a otros
mártires valencianos.

Oración
Dios Padre Santo,
Tú que por medio del Espíritu Santo
alientas a los perseguidos por causa de tu Hijo Jesucristo,
y los llenas de valor y fortaleza para que,
con una fe solida y una esperanza firme,
den testimonio del Evangelio,
te rogamos nos concedas...
(pídase la gracia que se desea obtener)
por intercesión de la Beata María Guadalupe,
quien sostenida por tu gracia,
no vaciló en le momento del martirio,
sinó que se unió gozosa a la Pasión del Redentor
y a los dolores de su Santísima Madre al pie de la Cruz.
Por Jesucristo Nuestro Señor.
Amén.
Padrenuestro, Ave María, Gloria.
Beata María Guadalupe, ruega por nosotros.

Se tiverem informação importante para a canonização da Beata María Guadalupe, contacte a:
vicepostulacion@madreguadalupe.com
o a través del sitio web
madreguadalupe.com.

Szilard Ignác Bogdánffy, Venerável
Outubro 3 bispo e Mártir,

Szilard Ignác Bogdánffy, Venerable

Szilard Ignác Bogdánffy, Venerável

Bispo e Mártir

Na prisão de Aiud, Transilvânia (Roménia), venerável Szilard Ignác Bogdánffy, bispo Auxiliar de Satu Mare e Oradea, mártir durante a ocupação comunista na Roménia ( 1953)

Szilard Ignác Bogdánffy nació el 21 de febrero 1911 en la localidad de Feketetó de Banat del Norte (después condado Torontál de Hungría, hoy en Serbia), donde su padre ejerció la función docente. En 1920 la familia se trasladó a Cruceni, donde su padre Szilard Bogdánffy recibió un nuevo puesto de profesor. En 1925 se trasladaron a Timisoara.
En 1925 ingresó a estudiar en el instituto escolapio en Timisoara, y en 1929 ingresó en el Seminario Teológico de Oradea. Fue ordenado diácono el 5 de febrero 1934. Luego fue ordenado sacerdote católico romano en la catedral de Oradea, el 29 de junio de 1934 por el Obispo Itsván Fiedler.
Durante 1935-1939, fue profesor en el colegio católico en Oradea y confesor en el Monasterio de las Ursulinas en la misma ciudad.
En 1939 Szilard Bogdánffy fue señalado por el servicio secreto rumano como importante miembro en las tareas de organizar las actividades del movimiento de Auto-Defensa de Érmihályfalva , organización de resistencia de la comunidad húngara que luchaba contra los intentos de romanización . En octubre de 1939 fue detenido y el 21 de diciembre 1939 fue deportado junto a otros 35 detenidos, entre ellos 15 sacerdotes católicos.
Entre septiembre de 1940 y junio de 1943, realizó estudios de filosofía y dogmática en la Universidad Pázmány Péter de Budapest, obteniendo el título de doctor en teología el 26 de junio de 1943. Su tesis doctoral versó sobre el "Apocalipsis Sinóptico”. Volvió a Rumania en 1944, fue nombrado profesor en el colegio católico "Szent József" en Oradea. En abril de 1947 fue elevado al canon de la Catedral Episcopal de Oradea y nombró Vicario Episcopal.
El 14 de febrero de 1949, a la edad de 38 años, en una ceremonia realizada en la clandestinidad, fue consagrado como Obispo Auxiliar de Satu Mare y Oradea, en la Capilla de la Nunciatura Apostólica de Bucarest por el obispo Gerald Patrick Aloysius O´Hara de Savannah, Georgia , ( EE.UU.), Regente de la Nunciatura Apostólica de Rumania.
El Obispo Bogdánffy fue detenido el 5 de abril de 1949 en Oradea, iniciando así su vía crucis por las siguientes prisiones: Jilava, Capul Midia, Sighet y Aiud. John Ploscaru, Obispo greco-católico clandestino, relata en sus memorias "Cadenas y terror" (Ed. Signata, Timisoara, 1993) algo de lo vivido por el Obispo Bogdánffy en la cárcel de Sighet.
"Fue el 02 de febrero 1951 (fiesta de la Presentación del Señor). Vinieron a la celda varios militares con el comandante de la prisión. El Obispo Suciu estaba acostado en la cama, débil como una momia.- ¡Levántate, todos de cara a la pared y quítense la ropa! Nuestra celda era un antiguo almacén, era de las más espaciosas de la prisión, pero hacía mucho frío, no teníamos leña para calentarnos. Nos quitamos la ropa y la pusimos en la pila de lavandería. Temblábamos de frío... Fue un duro invierno. - ¿Alguna idea de fuga?, preguntó el comandante, mientras revisaba nuestra ropa como buscando pulgas. Revisó los colchones, observando la habitación con una minuciosidad y paciencia exasperante. Nosotros, de cara a la pared, temblando de frío, el obispo Suciu apenas podía mantenerse de pie. No entiendo por qué el comandante miraba, tocaba, cada costura de toda la ropa. De repente un policía preguntó - ¿De quién es este abrigo? - Es mío, dijo Bogdánffy (sacerdote católico romano en Satu Mare, y su obispo). El policía tenía en la mano una punta de lápiz. - ¿Dónde está el resto del lápiz?
Para nuestra sorpresa Bogdánffy fue a su colchón, miró por debajo y sacó un lápiz de unos diez centímetros. - ¿Cómo lo obtuvo usted? - Lo tomé en la corte.
Búsqueda terminada. Duró aproximadamente una hora, estábamos atrapados en el frío. Obispo Suciu pudo ir a la cama. El comandante pidió a cada uno su nombre. Después de tener todos los nombres, ordenó, señalando Bogdánffy y Bele:
- Usted y usted van al "negro". "Negro" era una celda sin ventanas ni luz. Eran como de 2 metros cuadrados y se convirtió en la celda de castigo. El detenido era puesto allí sólo con ropa interior y descalzo. A veces tiraban agua en el suelo para que no pudiera sentarse. Las raciones de alimentos se reducían a la mitad. Por lo tanto el prisionero estaba en la oscuridad, con frío, desnudo, hambriento, a veces con grilletes, debía permanecer de pie todo el día, saltando de un pie al otro. Cuando oímos su condena vimos el miedo en Bogdánffy y Bele, pensando en las consecuencias de este castigo, porque ya estábamos en medio del invierno... Bogdánffy morirá después en la cárcel de Aiud. El Obispo Szilard Bogdánffy murió en la prisión en Aiud el 3 de octubre de 1953 a la edad de 42 años.
El sábado 27 de marzo de 2010, S.S. Benedicto XVI firmó el decreto referente al martirio del Venerable Szilard Bogdánffy, ahora sólo faltaría se señale la fecha para su beatificación.

Outros Santos e Beatos
Outubro 3 Completando o santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

Santa Cândida, mártir


Em Roma, no cemitério de Ponciano, na via Portuense, santa Cândida, mártir (s. inc.).

Fausto, Cayo, Pedro, Pablo, Eusebio, Querimón, Lúcio e outros dois e Dionísio, bispo, confessores


Em Alexandria, no Egito, comemoração dos santos Fausto, Cayo, Pedro, Pablo, Eusebio, Querimón, Lúcio e outros dois, todos os quais, primeiro em tempo do imperador Décio e depois sob Valeriano, por mandato do prefeito Emiliano sofreram de muitas maneiras, junto com o bispo Dionísio, chegando a ser confessores da fé, e, entre eles, Fausto alcançou a palma do martírio sob o imperador Diocleciano (s. III/IV).

 
São Hesíquio, monge


Em Mayuma, na Palestina, comemoração de são Hesiquio, monge, discípulo de santo Hilarião e companheiro seu de peregrinação (s. IV).

São Maximiano, bispo e confessor


Comemoração de são Maximiano, bispo de Bagai, em Numidia, que, sofreu pauladas repetidas vezes dos hereges, foi precipitado desde o alto de uma torre, ficando como morto, mas que tendo sido recolhido por uns transeuntes, recuperou e não deixou de lutar pela fé católica (c. 410).


São Cipriano, bispo


Em Toulon, na Provença, da Gália, são Cipriano, bispo, discípulo de santo Cesáreo de Arlés, que defendeu em vários sínodos a fé ortodoxa sobre a graça, ensinando que ninguém pode chegar ao divino se antes não tiver sido chamado pela graça de Deus (c. 543).

Beato Uto ou Otão, abade


No mosteiro de Metten, na Baviera, beato Uto ou Otão, fundador e primeiro abade (802).

Beato Adelgoto, monge e bispo


Em Chur ou Coira, entre os helvécios, beato Adelgoto, bispo, discípulo de são Bernardo em Clairvaux (ou Claraval), que foi um bom exemplo de disciplina monástica (1160).

Beato Crescêncio García Pobo, presbítero e mártir

Em Madrid, capital de Espanha, beato Crescêncio García Pobo, presbítero dos Terceiros Capuchinhos da Virgem das Dores e mártir, que derramou seu sangue durante a perseguição contra a fé (1936)

São Virila, abade

No mosteiro de São Salvador de Leyre, em Navarra, memória de são Virila, abade (s. X).

 

72720 > Beato Adalgotto de Coira Vescovo 3 ottobre MR
94635 > Beata Agostina dell'Assunzione Vergine mercedaria 3 ottobre
93258 > Beati Ambrogio Francesco Ferro e 27 compagni Martiri 3 ottobre MR
94697 > San Beneetto di Como Vescovo 3 ottobre
72660 > Santa Candida di Roma Martire 3 ottobre MR
72711 > San Cipriano di Tolone Vescovo 3 ottobre MR
93478 > Beato Crescenzio Garcia Pobo Sacerdote e martire 3 ottobre MR
94610 > Beato Damiano de Portu Mercedario 3 ottobre
94307 > Beato Desiderio Franco Agostiniano 3 ottobre
73675 > San Dionigi l'Areopagita Discepolo di S. Paolo 3 ottobre MR
72670 > Santi Dionigi, Fausto, Caio, Pietro, Paolo e compagni Martiri 3 ottobre MR
72700 > Sant' Edmondo di Scozia 3 ottobre
72680 > Sant' Esichio Discepolo di Sant'Ilarione 3 ottobre MR
93285 > Sant' Ewaldo il Nero ed Ewaldo il Bianco Monaci e martiri 3 ottobre MR
72650 > San Gerardo di Brogne Abate 3 ottobre MR
94634 > Beato Giovanni Tapia Mercedario 3 ottobre
90460 > Beato Giuliano da Palermo Monaco 3 ottobre
94636 > Beata Maddalena la Maggiore Vergine mercedaria 3 ottobre
92442 > Beati Martiri Cattolici del Brasile 3 ottobre e 16 luglio MR
72690 > San Massimiano di Ksar Bagai Vescovo 3 ottobre MR
91813 > Beato Utto (Udo) di Metten Abate 3 ottobre MR

António Fonseca

Nº 1143 - 2 DE OUTUBRO DE 2010 - SANTOS DE CADA DIA

SANTOS ANJOS DA GUARDA ou ANJOS CUSTÓDIOS

Outubro 2 Cada pessoa tem um anjo da guarda 

Ángeles Custodios

Anjos da Guarda

Nossos Guarda costas Celestiais


Os Anjos são puros espíritos mensageiros da bondade de Deus. Diz-nos a Epístola aos Hebreus que «todos eles são espíritos servidores, enviados em serviço daqueles que devem herdar a salvação» (Hb 1, 14). Segundo a piedade e a tradição cristãs, bem fundadas no dogma, as nações, as dioceses, as povoações, estão confiadas à guarda de um anjo. Dum modo particular, honramos hoje os Anjos que têm o encargo de guardar, iluminar e reger cada um de nós. Jesus disse expressamente: «Não desprezeis nenhum destes pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus vêm continuamente a face de meu Pai que está no Céu» (Mt 18, 10). Os últimos Papas têm-nos dado cativantes lições sobre a devoção aos Anjos da Guarda. O Papa Pio XI confidenciou a um grupo de peregrinos que cada manhã pedia a protecção do seu Anjo da Guarda, e que no decorrer do dia invocava o auxílio dos Anjos, de maneira especial quando o trabalho era complicado e difícil. Em acto de reconhecimento, o mesmo Papa declarou: «Para cumprir também um  dever de gratidão, devo afirmar que sempre me senti maravilhosamente assistido pelo meu Anjo da Guarda. Experimentei continuamente que ele está bem perto de mim, pronto a ajudar-me». De maneira especial inculcava a devoção ao Anjo a todos os educadores: «Recomendamos sempre a devoção ao Anjo, aos que têm a missão de ensinar». O Papa João XXIII conta que, ao mandá-lo como Delegado Apostólico para a Turquia e Grécia, Pio XI confiou-lhe este «belíssimo segredo» para acertar no desempenho da sua delicada missão: «Quando devo manter uma conversa difícil com qualquer pessoa, então peço ao meu Anjo da Guarda que fale ao Anjo da Guarda daquela pessoa com que devo tratar». Gostava também de recorrer aos Anjos da Guarda dos seus colaboradores e das pessoas que estavam à frente dos organismos eclesiásticos e das circunscrições territoriais. Pio XII, na Encíclica Humani Generis (1950), chamou a atenção para «algumas falsas opiniões que ameaçavam destruir os fundamentos da doutrina católica», entre as quais menciona esta: «por alguns põe-se em discussão se os Anjos são pessoas». A 2 de Outubro de 1958, uma semana antes do seu falecimento, exortou os peregrinos americanos a entreter-se familiarmente com os Anjos da Guarda. «Eles estavam nas cidades que visitastes, eram vossos companheiros de viagem. Não disse Cristo que os Anjos das crianças contemplam o rosto do Pai do Céu? (Mt 18, 10). Quando os pequenos se tornam adultos vão porventura ser abandonados pelos Anjos da Guarda?» Acabou afirmando que os Anjos «preocupam-se constantemente pela vossa salvação e santificação. Passareis uma eternidade de alegria com os Anjos. Aprendei desde agora a conhecê-los». João XXIII, este bom e piedoso Pontífice, vivia em familiaridade com os Anjos. Considerava o culto dos Anjos como devoção fundamental dos cristãos e assim o expressava nos seus discursos: «Os Anjos, entrando em casa, velem pelo restabelecimento da concórdia social, pela pureza dos costumes, pela prática da caridade, e pela paz entre as nações» (1-10-1961). Aos sacerdotes (6-1-1962): «Pediremos particularmente ao nosso Anjo da Guarda que nos assista na recitação quotidiana do Ofício divino para que o rezemos com dignidade, atenção e devoção e seja agradável a Deus, útil para nos e para as almas dos irmãos». A 30 de Setembro de 1959, recomendava aos pais que lembrassem aos filhos que nunca estão sós, porque têm um Anjo a acompanhá-los sempre. Exortava-os ainda a ensinar os filhos a tratar confiadamente com o celeste companheiro. Numa confidência a um bispo canadiano, atribuiu a ideia da convocação do Concílio a uma inspiração do seu Anjo da Guarda. Paulo VI, no Credo do Povo de Deus (30-6-1968), explica o sentido das palavras «Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis», esclarecendo: «Criador… das coisas invisíveis, como são os espíritos puros, chamados Anjos» e, por fim, evoca as almas que estão no céu «associadas aos santos anjos no governo divino exercido para nós em Cristo». João Paulo II dedicou quatro Alocuções das quartas-feiras (23 de Julho, 30 de Julho, 6 de Agosto, 13 de Agosto de 1986), a expor a teologia e devoção dos anjos. Referindo-se concretamente aos Anjos da Guarda, ensina: «Entre os livros do Novo Testamento, são especialmente os Actos dos Apóstolos que nos dão a conhecer alguns factos que atestam a solicitude dos Anjos pelo homem e pela sua salvação. Assim é quando o Anjo de Deus liberta os Apóstolos da prisão (cf. Act 5, 18-20), e antes de tudo Pedro, que estava ameaçado de morte por parte de Herodes (cf. Act 12, 5-10), ou quando guia a actividade de Pedro a respeito do centurião Cornélio, o primeiro pagão convertido (cf. Act 10, 3-18; 11, 12-13) e de modo análogo a actividade do Diácono Filipe no caminho de Jerusalém para Gaza (cf. Act 8, 26-29). Desde poucos factos citados, a título de exemplo, compreende-se como na consciência da Igreja se tenha podido formar a persuasão acerca do ministério confiado aos Anjos a favor dos homens. Portanto, a Igreja confessa a sua fé pelos Anjos da Guarda, venerando-os na Liturgia com uma festa própria, e recomendando o recurso à sua protecção, com uma oração frequente, como na invocação do Santo Anjo do Senhor… Esta oração parece um tesouro extraído das lindas palavras de S. Basílio : «Cada fiel tem ao seu lado um anjo como tutor e pastor para o levar à vida» (cf. S. Basilius, adv. Eunomium, III, I; veja-se também S. Tomás, Summa theol., I q. II, a3)» (Alocução de 6 de Agosto de 1986). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic.net e www.santiebeati.it e

consulta também Más de los ángeles, - Miguel, Gabriel y Rafael Arcángeles www.aciprensa.com

Saturio, Santo
Outubro 2 Eremita,

Saturio, Santo

Saturio, Santo

Eremita

Martirologio Romano: Em Numância, na Hispânia Cartaginense, são Saturio, eremita (606).
Etimología: Saturio = saturado. Vem da língua latina.
San Saturio, fue un noble visigodo del siglo IV, que repartió todos sus bienes entre los pobres y se retiró a a una cueva cercana a la ciudad de Soria, junto al Duero, para meditar y enseñar a quienes a él acudían.
La ermita del santo anacoreta se sostiene espectacularmente sobre una peña abierta por amplia cueva. Frente a la verja de entrada, una vidriera muestra al santo adoctrinando a su discípulo, San Prudencio, quien más tarde fue obispo de Tarazona y canonizó a su maestro. Al fondo se encuentra una espaciosa sala del s. XVIII con bancos de piedra y un busto del santo. Se trata del lugar donde celebraba sus juntas el Cabildo de Heros, Hermandad de labradores sorianos. Más arriba, subiendo por la escalera adyacente, se llega a la cueva de San Miguel, de quien era muy devoto San Saturio y lugar donde según la tradición habitó durante 36 años, y a la derecha, una losa donde se cuenta que se encontraron en 1580 sus reliquias.
Los frescos de la capilla, que reflejan la leyenda saturiana en las paredes y es una antología del anacoretismo primitivo en la cúpula, fueron pintadas por Juan Antonio Zapata, discípulo de Lucas Jordán y de Palomino, que concluyó su obra en 1704.
San Saturio es el patrón de la ciudad de Soria, España, y una figura muy entrañable y querida por los sorianos.

 

Antonio Chevrier, Beato
Outubro 2 Presbítero e Fundador,

Antonio Chevrier, Beato

Antonio Chevrier, Beato

Fundador da Obra da Providência do Prado

 

Filho de uma família modesta, nasceu em Lião (França), a 16 de Abril de 1826. Tendo completado os estudos preparatórios, filosóficos e teológicos, recebeu a ordem de presbítero no dia 25 de Maio de 1850. Foi nomeado pároco da freguesia de Santo André, no bairro operário de Lião, onde havia tremendos problemas sociais: crianças de 8 anos trabalhavam até dez horas por dia. Esta situação de injustiça levou as pessoas a afastarem-se da Igreja. Era urgente envidar esforços para remediar o mal. Ele fez o que pôde durante seis anos. No Natal de 1856, rezando demoradamente diante do presépio do Menino Jesus, sente-se inspirado a seguir pelo caminho da pobreza e da humildade, a fazer-se pobre com os pobres. Aconselhado pelo Santo Cura d’Ars, a quem consultou, em 1857 deixou a paróquia de Santo André para se tornar capelão duma espécie de cidade de urgência, na qual estavam alojadas as vítimas das terríveis inundações de 1856. Consagra a maior patre do seu tempo às crianças e jovens, preparando-as para a primeira comunhão. Alugou e, mais tarde, comprou o Prado, antigo salão de baile, e transformou-o numa escola. Começa por arranjar comida e vestidos para as crianças e jovens paupérrimos. Além disso, ensina-os a ler, escrever, contar e a rezar. Comunica-lhes as bases da fé e da vida cristã. As condições de vida no Prado são muito precárias. Vive-se da Providência, isto é, dos donativos que vão chegando. No entanto, foi prosseguindo e apareceram até pessoas dispostas a ajudar no trabalho, como a jovem Maria Boisson, que será depois a primeira das Irmãs do Prado. O Padre António Chevrier teve a intuição de formar padres para o auxiliarem e no futuro continuarem aquela obra benéfica. Em 1865 abriu uma escola com essa finalidade. Encaminha depois os jovens para o seminário. Em Outubro de 1876, com  a autorização do arcebispo de Lião, os seus quatro primeiros seminaristas partem para Roma. Ele próprio, na devida altura, assiste à ordenação deles em S. João de Latrão. É este um ponto importante na vida do Instituto dos Padres do Prado. O Padre Chevrier morreu aos 53 anos, a 2 de Outubro de 1879. Foi beatificado no dia 4 de Outubro de 1986. AAS 45 (1953) 515-17; L’OSS. ROM, 21-9.1986 e 12.10.1986; DIP 2, 88.  Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

 

João Beyzym, Beato
Outubro 2 Presbítero Jesuíta,

Juan Beyzym, Beato

Juan Beyzym, Beato

Apóstolo dos leprosos em Madagáscar

Martirologio Romano: Em Fianarantsoa, na ilha de Madagascar, beato Juan Beyzym, presbítero da Companhia de Jesús, que exerceu seu ministério junto aos leprosos, a que prodigalizou uma obra de caridade em favor de seus corpos e de seus espíritos (1912).
Nacido en Beyzymy Wielkie (actualmente Ucrania), el 15 de mayo de 1850 y murió el 2 de octubre de 1912, en en Fianarantsoa, Madagascar, es el apóstol de los leprosos de Madagascar.
Fray Beyzym fue el primer sacerdote en vivir entre las víctimas de la enfermedad de Hansen (lepra) en la historia de la misión de Madagascar.
Apostolado instrucción
Después de que sus estudios secundarios, él entró al noviciado Jesuíta Stara Wies el 10 de diciembre de 1872. Se ordenó el 26 de julio de 1881 en Kraków.
Fray Beyzym trabajó durante 17 años como un educador de jóvenes en las Universidades Jesuítas de Tarnopol y Chyrów. Durante todo este tiempo él estaba discerniendo un llamado de Dios para servir en la difícil misión entre los leprosos en Madagascar. En 1898, cuando tenía 48 años, viajó hacia Madagascar para empezar su apostolado. "Yo sé muy bien", escribió en 1897 a Fray Louis Martin (General en Roma), "lo que es la lebra y lo que debo esperar, pero todo esto no me asusta, al contrario, me atrae."
Misión entre los leprosos en Madagascar
Apenas llegado a Red Island (Madagascar) fue enviado al leprocomio de Ambahivoraka cerca de Antananarivo, donde 150 personas enfermas vivían en abandono casi total en el desierto, lejos de las personas sanas. Vivían en chozas que eran divididas en pequeños cuartos sin piso ni moviliario. No recibían ninguna medicación y vivían, día a día, sin ningún tipo de asistencia. Muchos morían a menudo de hambre en lugar de su enfermedad.
Después de dos semanas en el hospicio, Fray Beyzym escribió en 1899 a Rodolphe de Scorraille, Superior de la Provincia de Champagne y sus misiones, una carta para presentar las condiciones indescriptibles encontró y admite que le pidió al Señor que le ayudara a traer alivio a esta miseria y que lloró en privado por los sufrimientos de estas personas.
Sin embargo, él no se doblegó ante esta realidad. Consagró toda su fuerza, sus talentos como organizador y, sobre todo, su corazón al enfermo. Vivió entre ellos para demostrarles el hecho de que eran seres humanos y que ellos merecían la salvación.
Recolectó dinero y probó ayudándolos de cuanta manera pudo. En aquel momento no existía ninguna medicación eficaz para la enfermedad de Hansen. Sin embargo, Fray Beyzym notó que una comida saludable y la higiene adecuada limitaba el contagio, y que estas dos condiciones juntas impidian progresar a la enfermedad.
Fray P. Sau, testigo ocular, escribió de Fr Beyzym que durante su vida, "sorprendido dolorosamente por la visión de la pobreza extrema de Ambahivoraka, llamó a la caridad de sus compatriotas polacos y pronto pudo aumentar la ración de arroz de sus niños. La mejora en la dieta redujo el número de entierros de 5 o 7 por semana a 5 por año" (La Mission de Madagascar a vol d´oiseau, pp. 62-63).
Otro testigo ocular, Fray A. Niobey, escribió sobre la devoción de Fray Beyzym al cuerpo y alma del enfermo: "Su devoción a sus leprosos era inquebrantable. No poseía nada, pero entregaba lo poco que podía disponer desinteresadamente. Su respuesta a cada objeción siempre era: "Lo que hagas a la menor de mis criaturas a mi me lo haces. Nosotros debemos hacer como los comerciantes de esta tierra: debemos buscar la mayor ganancia" (Carta, junio 3 de 1913).
Respondiendo al provincial que le preguntó sobre las condiciones de trabajar con los enfermos, dijo: "Uno debe estar en unión constante con Dios y debe orar sin la tregua. Uno debe acostumbrarse poco a poco al hedor, aquí nosotros no respiramos el olor de flores sino el olor de putrefacción generado por la lepra en los cuerpos". (Carta, abril 18 de 1901).
Sin embargo, esto "habilidad" no vino en seguida. Fray Beyzym admitió que al principio sentía repulsión a la vista de las víctimas. Varios veces incluso se desmayó.
Su ardiente meta era construir un hospital donde los leprosos tendrían cuidados de y se protegerían de la permisibidad moral que prevaleció en los hospicios. En 1903 dejó Ambahivoraka para ir a construir un hospital a Marana cerca de Fianarantsoa. Hablando de la inauguración del hospital el 16 de agosto de 1911, Fray J. Lielet, doctor en medicina, dijo "el leprocomio de Fray Beyzym ha sido abierto finalmente.... La construcción y equipamiento de este inmenso hospital en un país donde falta todo era una tarea colosal, pero él completó la tarea. Llegando sin dinero, encontró maneras de colectar miles de francos en Europa (principalmente en Polonia, Austria y Alemania) para semejante distante proyecto, su confianza en la ayuda de Dios era inbatible. La providencia ha realizado casi milagros para él" (Chine, Ceylan, Madagascar, 1912, pág. 94). Él deseaba lograr condiciones de vida más humana para las víctimas de la enfermedad de Hansen.
El hospital todavía existe hoy e iradia amor, esperanza y justicia - las virtudes que hicieron su construcción posible. Desde 1964 pequeñas casas han sido construidas cerca al hospital para alojar a los familiares de los enfermos.
Vida interna, alma de su apostolado.
La vida interna de Fray Beyzym está marcada por una atadura profunda con Cristo y la Eucaristía. La Misa era el centro de su vida; él deploró el hecho que la pequeña iglesia cerca de la misión no tenía ni siquiera un tabernáculo permanente y que durante la estación lluviosa el agua goteaba sobre el altar durante Misa. Él era gran devoto de María y atribuyó sus éxitos a María siendo él tan sólo su instrumento. Era un hombre de acción y un obrero incansable, pero también un hombre de oración - Atribuyó a la oración un papel esencial en su vida apostólica, subrayando su importancia para lograr santidad. Fray Beyzym era un contemplativo en acción en el estilo de San Ignacio de Loyola. Tenía problemas diarios y batalló contra mil cuidados y sufrimientos, pero era sobre todo un hombre de oración. La oración era la fuente de su fortaleza. No teniendo mucho tiempo por la oración callada, oraba todo el tiempo y en todas partes. Repitía a menudo que su oración no merecía mucho la pena y que tenía problema orando. Por esto era qué él les pidió a las monjas Carmelitas que oraran para él.
Fué beatificado por Su Santidad Juan Pablo II el 18 de agosto del 2002, en Kraków, Polonia

Traducido por Xavier Villalta

Leodegário de Autun, Santo e seu irmão Gerino, 
Outubro 2 Bispo e Mártir,

Leodegario de Autun, Santo

Leodegário de Autun, Santo

Bispo e Mártir

Martirologio Romano: Em Sarcing, no território de Arras, em Neustria, França setentrional, morte de santo Leodegário, bispo de Autun, o qual, submetido a vários suplicios e cego, foi condenado à morte injustamente por Ebroino, mordomo de palácio do rei Teodorico. Com ele se venera a memória de seu irmão Gerino, mártir, que dois anos antes, por orden do mismo Ebroino, havia sido lapidado (679- 680 e 677).
Etimología: Leodegarido = que governa a seu povo, vem do teutónico
icoSan Leodegario (616-679) Nació en Fécamp, Francia hijo de un gran señor y formado por su tío Dido, obispo de Poitiers.
Se ordenó sacerdote y después fue nombrado obispo de Autun. Pero tuvo la desgracia de ser nombrado consejero de la reina Batilde donde despertó la envidia del mayordomo Ebroino. Sirvió a tres hijos de la reina en sus consecutivos reinados procurando siempre llevar a estos a una vida más cristiana, en algunos casos, con pocos resultados.
Durante el último reinado, logró Ebroino asediar Autun donde Leodegario estaba refugiado. El obispo se rindió para evitar a sus feligreses los horrores del hambre. Después de haberle arrancado la lengua y quemado los ojos, Ebroino convocó a un sínodo donde convenció a los miembros de declararlo “sacerdote indigno” y condenarlo a muerte. Sin embargo, Ebroino también fue asesinado algunos meses más tarde y en otro sínodo, los obispos otorgaron a Leodegario la corona del martirio.

 

Jeanne Emilie de Villeneuve, Beata
Outubro 2 Fundadora,

Jeanne Emilie de Villeneuve, Beata

Jeanne Emilie de Villeneuve, Beata

Fundadora da Congregação da Imaculada Conceição de Castres

Nasceu em Toulouse em 9 de Março de 1811; morreu en Castres em 2 de Outubro de 1854.
Fundou a Congregação de Nossa Senhora da Imaculada Conceição de Castres em 1836. Na actualidade esta Congregação dispõe de setecentas religiosas e implantação em 16 países, onde gestiona uma ampla obra social que incluí cinquenta colégios com 35.000 alunos anualmente inscritos, e múltiplas casas de acolhida de meninos abandonados. Presta serviço assim mesmo e hospitais e a familias desfavorecidas. Em Roma dispõe de uma residncia para acolhida de peregrinos.
Su vida
Jeanne Emilie de Villeneuve era nieta del Conde de Villeneuve y tercera de los cuatro hijos del Marqués de Villeneuve y de Rosalie d’Avessens. Los primeros años de su vida trascurrieron en el castillo de Hauterive, en la proximidad de Castres, a donde su madre debió retirarse por su delicado estado de salud. A la edad de 14 años, Jeanne Emilie de Villeneuve pierde a su madre, y tres años después a su hermana Octavie. Estos hechos trágicos marcarán su existencia, así como el contacto que traba con el padre jesuita Le Blanc, a quien trasmite las preocupaciones que de índole social habían germinado en ella (entre las que destaca la miseria que veía a su alrededor, en el contexto histórico de los primeros albores de la revolución industrial).
Tras la muerte de su madre, la vida de la familia de Jeanne Emilie de Villeneuve trascurre entre Hauterive y Toulouse, donde la abuela se hace cargo de la educación de sus nietos. A la edad de 19 años, Jeanne Emilie de Villeneuve se traslada definitivamente a Hauterive con su familia, donde lleva a buen puerto la gestión diaria de la vida familiar, descargando de esta tarea a su padre, alcalde de Castres (1826-1830). Poco después, declara a su padre su voluntad de entrar a formar parte de las Hijas de la Caridad. Éste no acepta su petición y le solicita un plazo de reflexión que durará cuatro años. Antes de que transcurra ese plazo, y con la aprobación del obispo, Jeanne Emilie de Villeneuve decide crear, junto a dos compañeras, la Congregación de Nuestra Señora de la Inmaculada Concepción de Castres (8 de diciembre de 1836), llamada abreviadamente las monjas azules por el color de su hábito. Entre los principios que regirán esta Congregación, destacan dos: “Dios sólo” y “Servir a los pobres”. La austeridad y la preocupación social por los menos favorecidos de la sociedad serán los ejes principales de la acción social y religiosa de esta Congregación. Partiendo de un humilde local en la localidad de Castres, presta ayuda a las jóvenes del extracto social menos favorecido, a obreros, a condenados a prisión y a enfermos. La Congregación ve aumentar el número de Hermanas, y su horizonte se amplía desde la Francia natal hasta Senegal, Gambia y Gabón, donde se desplazan las primeras Hermanas Misionarias, todavía en vida de Jeanne Emilie de Villeneuve. En 1853, Jeanne Emilie de Villeneuve solicita ser sustituida como Guía de la Congregación, consiguiendo que esta tarea le sea confiada a la Hermana Hélène Delmas. Escribe por este motivo a sus Hermanas Misionarias “Tras las elecciones tengo el consuelo de poder dedicarme mayormente al aspecto espiritual de la Congregación”.
A mediados de 1854 una epidemia de cólera y de fiebre asola el sur de Francia, llegando sus efectos hasta Castres. Jeanne Emilie de Villeneuve muere el 2 de octubre de 1854 como consecuencia de esta epidemia, rodeada del afecto de las Hermanas de su Congregación.
Su obra
En 1836, Jeanne Emilie de Villeneuve fundó en Castres (Francia) la Congregación de Nuestra Señora de la Inmaculada Concepción de Castres. Su fuerte vocación misionaria se manifiesta sólo doce años después de la fundación de la Congregación en Senegal (1848). En la actualidad, esta Congregación dispone de escuelas, hospitales y obras parroquiales y sociales en los siguientes países (aparecen ordenados según el año de implantación): Francia (1836), Senegal (1848), Gambia (1848), Gabón (1849), España (1903), Italia (1904), Brasil (1904), Argentina (1905), Paraguay (1939), Uruguay (1957), México (1982), Benín (1988), República Democrática del Congo (1990), Bolivia (1992), Venezuela (1996) y Filipinas (1997). Otros países donde en algún momento la Congregación ha dispuesto de sede permanente han sido Portugal (1886-1910), Guinea Ecuatorial (1897-1918) y Camerún (1915-1916).
Proceso de beatificación

Los primeros trámites procesales que acabarían concluyendo en el proceso de beatificación de Jeanne Emilie de Villeneuve se iniciaron en 1945. Tras la promulgación oficial del Decreto Papal sobre la heroicidad de las virtudes de Jeanne Emilie de Villeneuve (octubre de 1991), fue considerada venerable y pudo iniciarse el proceso de beatificación. En vista de la beatificación de Jeanne Emilie de Villeneuve, se inició la causa correspondiente a la Congregación de Causas de Santos en base a la curación de Binta Diaby. Binta Diaby (Mamou, Guínea Conakry, 1 de enero de 1978), tras ser repudiada por su padre por creerla embarazada, intentó el suicidio a la edad de 19 años mediante la ingestión de sosa cáustica, lo que le provocó daños irreversibles en diferentes órganos de su cuerpo. Fue llevada a Barcelona (España), ingresada y operada de urgencia. Entró en coma y su caso fue considerado, desde un punto de vista clínico, en fase terminal. Las Hermanas y Novicias de la Congregación de Nuestra Señora de la Inmaculada Concepción de Castres, informadas por miembros del hospital de la situación en que se encontraba Binta Diaby, dirigieron una novena a Jeanne Emilie de Villeneuve, rogando por su curación, y depositaron diferentes reliquias en la habitación donde se encontraba la enferma. Se produjo una inesperada y rápida curación de la enferma, que en la actualidad vive y trabaja en Barcelona. Entre el 16 de mayo y el 29 de octubre de 2003 se instruyó una encuesta diocesana por la Curia de Barcelona sobre la curación de Binta Diaby, presumiblemente milagrosa. El 4 de febrero del 2005 fue reconocido por la Congregación para la Causa de los Santos el proceso presentado por el Tribunal de Barcelona. El 16 de febrero de 2006, la Consulta Médica del Dicasterio reconoció que la curación de la ingestión de sosa cáustica, con las consecuencias directas post-operatorias, fue rápida, completa y permanente, e inexplicable a la luz de los conocimientos actuales de la ciencia médica. En las sesiones del 13 de junio de 2006 y del 26 de enero de 2007, el Congreso Particular de Consultores Teológicos, realizó una investigación con mayor profundidad del proceso de curación de Binta Diaby. El 6 de noviembre de 2007 se informó positivamente de la curación milagrosa acaecida a Binta Diaby en la Sesión Ordinaria de Cardenales y Obispos, siendo Ponente de la Causa el Excmo. Señor Lino Fumagali, Obispo de Sabina-Poggio Mirteto. El 17 de diciembre de 2007 el Papa Benedicto XVI autorizó la emisión del decreto sobre el milagro de la curación de Binta Diaby, atribuido a Jeanne Emilie de Villeneuve.
Este proceso se culminó el 5 de julio de 2009, en que Jeanne Emilie de Villeneuve fue beatificada en Castres (Francia), en presencia del Prefecto de la Congregación para las Causas de los Santos, el Reverendísimo Sr. Arzobispo don Angelo Amato, S.D.B.

SÃO TOMÁS DE EREFORD

Bispo (1282)

 

Tomás era descendente duma das mais ilustres famílias de Inglaterra, enlaçado em parentesco com as casas soberanas de França e da Grã Bretanha. Aprendeu as ciências sob a orientação do tio, bispo de Ereford; daqui passou a Paris para completar a educação intelectual, e lá se distinguiu no aproveitamento e na piedade. Muito versado na teologia e no direito civil e canónico, abraçou o estado eclesiástico, e foi nomeado chanceler da universidade de Oxónia (Oxford), e depois chanceler supremo do rei de Inglaterra. No desempenho dos seus trabalhos mostrou-se sempre justo, laborioso e incansável. Nada se fazia, nas assembleias e no paço, sem o seu parecer e voto, e era tão  respeitável a sua ilustrada prudência, que todos o buscavam como oráculo infalível. O papa Gregório X mandou-o comparecer no Concílio de Lião, celebrado em 1274; e um ano depois foi canonicamente eleito arcebispo de Ereford, e consagrado na catedral de Cantuária. Desde então, pensou somente em adquirir todos os predicados do pastor de almas, e chegou a conseguir a perfeição em todos eles. O tempo que lhe deixavam todos os deveres do seu ministério, dedicava-o ao retiro, ao estudo e à oração; e posto ser de débil compleição, não deixava de castigar o corpo com ásperas penitências. A sua caridade não conhecia limites, estendia-se a todas as necessidades espirituais e temporais dos seus diocesanos, a quem chamava irmãos. No sétimo ano do seu pontificado, necessitando fazer uma viagem a Roma para tratar de negócios do seu bispado, acometido por grave enfermidade em Monte Fiascone, na Toscana, entregou a alma a Deus a 25 de Agosto de 1282, depois de se preparar para a morte com os actos da mais tocante piedade. O venerável cadáver foi depois transferido para Ereford e colocado honorificamente na sua catedral. No dia 2 de Outubro de 1310, em presença dos milagres que Deus realizava pelos seus merecimentos, João XXII colocou solenemente a Tomás no catálogo dos Santos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

• Outros Santos e Beatos
Outubro 2 Completando o santoral deste dia,

Santo Eleutério, mártir


Em Nicomédia, de Bitinia, santo Eleutério, mártir (s. III/IV).


Santo Beregiso, abade


Em Andage ou Andain, nos bosques de Ardennes, na Austrásia, san Beregiso, abade, que fundou neste lugar um mosteiro de canónicos regulares, o qual presidiu com fidelidade (c. 725).


São Teófilo, monge


Em Constantinopla, comemoração de são Teófilo, monge, que, por defender o culto das santas imagens, foi torturado cruelmente pelo imperador Leão o Isáurico e depois exilado (795).


Santo Ursicino, abade e bispo


Na Recia, santo Ursicino, bispo de Chur (Coira) e primeiro abade do mosteiro de Disentis, que ele próprio  havia fundado (s. VIII).


Beatos Luis Yakichi  Lúcía, Andrés e Francisco, mártires


Em Nagasaki, no Japão, beatos Luis Yakichi e Lúcía, esposos, junto com seus filhos Andrés e Francisco, mártires, que morreram por Cristo. A mãe e os filhos foram degolados na presença do pai, e este foi queimado vivo (1622).


Beato Jorge Edmundo René, presbítero e mártir


No mar frente a Rochefort, no litoral norte de França, num velho naveio ancorado, beato Jorge Edmundo René, presbítero e mártir, que, sendo canónico de Vézelay, durante a Revolução Francesa foi encarcerado por sua condição de sacerdote, morrendo vítima de tuberculose (1794).


Beatos Francisco Carceller, religiosos presbíteros e mártires

Perto de Castellón, no levante espanhol, beatos Francisco Carceller, da Ordem dos Clérigos Regulares das Escolas Pías, e Isidoro Bover Oliver, da Irmandade de Sacerdotes Operários Diocesanos, presbíteros e mártires, que, durante a perseguição, em ódio ao sacerdócio foram fuzilados junto ao muro do cemitério, consumando assim seu martirio (1936).

Beatos Elías e Juan Bautista Carbonell Mollá, presbíteros y mártires

No lugar de Sax, perto de Alicante, também em Espanha, beatos Elías e João Bautista Carbonell Mollá, presbíteros e mártires, que, sendo irmãos, foram fuzilados na mesma perseguição contra a Igreja (1936).

Beata María Antonina Kratochwil, religiosa mártir

 

 

 


Na cidade de Stanislanòw, de Polónia, beata María Antonina Kratochwil, virgem, da Congregação das Irmãs das Escolas de Nossa Senhora e mártir, que, durante a guerra mundial, foi encarcerada por sua fé e morreu por causa das torturas suportadas por Cristo (1942).

 

 

 

Santi Angeli Custodi

Santi Angeli Custodi

Beato Antonio Chevrier Sacerdote

San Beregiso Abate di Andage

Santi Eleuterio e compagni di Nicomedia Martiri

Beati Elia e Giovanni Battista Carbonell Mollà Fratelli, sacerdoti, martiri

Beato Francesco Carceller Scolopio, martire

Beato Giorgio Edmondo Renè Martire

Beato Giovanni Beyzym Sacerdote gesuita

San Leodegario di Autun Vescovo

Beati Luigi, Lucia, Andrea e Francesco Yakisci Martiri

Beata Maria Antonina (Maria Anna) Kratochwil Vergine e martire

Beata Maria Guadalupe (Maria Francesca) Ricart Olmos Vergine e martire

San Teofilo di Bulgaria Monaco

Sant' Ursicino di Coira Vescovo

VideoBar

Este conteúdo ainda não se encontra disponível em ligações encriptadas.

SITI CATTOLICI ITALIANI