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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Nº 1147 - 6 DE OUTUBRO DE 2010 - SANTOS DE CADA DIA

 

Bruno, Santo
Outubro 6 Fundador dos Cartuxos,

Bruno, Santo

Bruno, Santo (1032-1101) 

Fundador dos Cartuxos

Santo Bruno é exemplo expressivo do que pode a fé quanto aos bens eternos. Num pleno apogeu de riquezas e glória, retira-se ele do mundo para uma solidão isolada, à busca da oração, penitência, jejum e sobretudo da salvação da alma, o negócio dos negócios. No trato com  os homens são inúmeras as razões que arrastam, violenta e insensivelmente, para o mal e torna-se muito difícil conservar a pureza do coração e conseguir a santificação da alma. Que fazem então os corações generosos, com vontade decidida e enérgica? Põem o fim acima de tudo. para isso, cortam as amarras que os prendem à terra, queimam, num acto de heroísmo, as naus que os convidam a uma fuga cobarde e obrigam-se sempre à vida de pobreza, castidade e obediência. Fogem, como Israel, do corrompido Egipto; voam como a pomba para a arca do velho Noé, para o tabernáculo onde mora Deus entre os homens e para a soledade do santuário. Com heroísmo espontâneo e energético, põem no seguro a própria alma e enchem-se de mérito e de glória, tornando-se salvadores de muitos escolhidos. Bruno de Hartenfaust nasceu em Colónia, Alemanha, em 1032. Estudou, os primeiros anos, na escola de S. Cuniberto, e aos catorze anos deixou a pátria, transladando-se para Reims a cursar humanidades. Em Tours deu-se à filosofia , voltou a Reims para a teologia e regressou a Colónia, acabando a carreira. Aqui recebeu o sacerdócio e foi nomeado cónego da catedral. Em 1057 chamou-o o arcebispo de Reims para lhe confiar a secretaria de todos os centros de ensino do bispado. Bruno começou a notabilizar-se como um  dos homens mais dotados do seu tempo, flor do clero e glória da Alemanha e da França. Mas ele não era homem  superficial, que se contentasse com figurar, com o louvor vão e mentiroso. Conservam-se versos da sua juventude , que nos revelam, o fundo sério de um carácter, alma profunda e meditativa, que não pára até chegar à entrada das mesmas coisas. «Feliz o homem que tem o espírito fixo no céu e evita o mal com vigilância contínua; feliz aquele que, depois de pecar, chora o seu crime com arrependimento. Por desgraça, os homens vivem como se a morte não existisse e como se o inferno fosse pura fábula».  Esta é a realidade iniludível da vida. Por trás do pano de fundo dos sentidos, mais ou menos escuros ou então alegres, vê-se o cenário definitivo, o destino eterno do homem, a sua salvação ou condenação. A maioria não vê, porém, tudo isto, devido ao pano de fundo dos sentidos lhes toldar a vista. É preciso olhar com a razão e com a fé. A lenda enquadrou a conversão de Bruno num episódio trágico e arrepiante, que a moderna crítica se nega a reconhecer como história. Encontrava-se em Paris por morte de um dos doutores daquela célebre universidade, que morrera com todos os sacramentos e com a fama de varão piedoso e cristão. O seu funeral foi soleníssimo e nele se cantou como era do ritual, o Ofício de defuntos. Ao chegar-se à lição quarta, que principia com as palavras Responde Mihi, o cadáver levantou a cabeça e com voz dolorosa exclamou: «Por juízo de Deus, sou acusado». O terror fez que o ofício se deixasse para o dia seguinte. Começou novamente o canto e, ao chegar-se às palavras Responde Mihi, o defunto voltou a responder: «Por justo juízo de Deus, sou julgado». Pela segunda vez deixaram o funeral para outro dia; começou o Ofício e, ao chegar-se às palavras fatídicas, ouviu-se o cadáver responder: «Não tenho necessidade de orações pois, por justo juízo de Deus, estou condenado ao fogo eterno». Seja isto lenda ou história, o facto é que S. Bruno, duma forma ou doutra, desenganou-se totalmente da vaidade das coisas temporais, renunciou à cátedra, à conezia e a tudo o que o prendia à terra, para voar livre pelas alturas. Em 1084 retirou-se para Grenoble com seis companheiros. Quando chegou à cidade, o bispo Hugo, seu antigo condiscípulo, acabava de ter um sonho em que julgava ver sete estrelaso atual escudo da Ordem dos Cartuxos –, a caírem aos seus pés, a levantarem-se e a desaparecerem no deserto montanhoso, para se estabelecerem num lugar selvagem chamado Chartreuse. Era a Providência que preparava o ânimo do bispo Hugo para facilitar, a S. Bruno e companheiros, a fundação da Ordem dos Cartuxos. O Bispo, quando viu a seus pés os sete varões, reconheceu imediatamente neles as sete estrelas do sonho, deu-lhes terras, ajudou-os na ereção das ermidas e abençoou-os nos propósitos de solidão e silêncio. Assim começou a Ordem gloriosa da Cartuxa. A fama de santidade e prudência de S. Bruno correu para toda a cristandade e chegou a Roma. Em 1090 foi chamado pelo Papa Urbano II, que desejava tê-lo a seu lado para se aconselhar. Era pedir-lhe o maior sacrifício, pois nada ansiava mais ardorosamente o nosso santo, como o seu recolhimento e oração na Cartuxa. Mas obedeceu e apresentou-se em Roma. O Papa facilitou-lhe poder seguir a vida de recolhimento e ajudou-o a erigir, em 1091, um segundo mosteiro de Cartuxos nas termas de Diocleciano, que se encontravam então em estado de desolação e deserto. A Cartuxa de Santa Maria dos Anjos, nas Termas, durou até ao século XIX. Pouco depois, saía Urbano II de Roma e com ele S. Bruno. Designaram este para ocupar a sé de Réggio Calábria e ele, assustado com a honra e responsabilidade, lançou-se aos pés do Sumo Pontífice e pediu-lhe, como a maior graça, licença para retirar-se à solidão. Conseguiu a desejada licença e abalou para um vale da Calábria. Lá passou os últimos anos orando, fazendo penitência e redigindo os seus comentários aos salmos e às epístolas de S. Paulo. Uma carta a Raul, preboste de Reims, e outra aos irmãos da grande Cartuxa de Grenoble, são as únicas obras autênticas que possuímos de S. Bruno. Nas duas cartas respira o mesmo amor pela soledade, a mesma profunda satisfação e bem-estar. «Só os que experimentaram, podem compreender as íntimas alegrias que há na solidão do deserto. Aqui é que se pode penetrar no interior da alma, onde é possível viver com liberdade, cada um diante de si mesmo, desenvolver no coração os germes mais pequenos da virtude, recolher os frutos que asseguram os gozos de Paraíso». S. Bruno morreu no mosteiro da Torre, na Calábria, a 6 de Outubro de 1101. O corpo foi enterrado no cemitério de Nossa Senhora da Torre e foi encontrado incorrupto em 1515. Leão X concedeu a reza dum  ofício em sua honra, o que foi considerado como beatificação, e Gregório XV estendeu-lhe o culto a toda a Igreja. O pensamento da morte e do inferno levou-o a fugir da glória e dos homens, mas a glória e os homens seguiram-no mesmo depois da morte. Os seus discípulos espalharam-se pelo mundo inteiro, apregoando a santidade do mestre e a glória do escudo das setes estrelas. Ásperos cilícios, prolongadas vigílias, silêncio perpétuo com os homens e conversação incessante com Deus. À portada da cela dos Cartuxos morrem os rumores do mundo e começa o limiar do céu. Só na igreja se reúnem para cantar o Ofício e participar na Missa. Vivem, na terra sublimados por cima das coisas visíveis, em quase absoluto silêncio uns para com os outros. Tendo os corações elevados ao céu. Do livro SANTOS DE CADA DIA, De www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

SANTA MARIA FRANCISCA DAS

CINCO CHAGAS  DE JESUS

Outubro 6 Religiosa, 6 de octubre

María Francisca de las Cinco Llagas de Jesús, Santa

María Francisca de las Cinco Llagas de Jesús, Santa

María Francisca de Nápoles

 

Nasceu em Nápoles, Itália a 25 de Março de 1715. Foram seus pais Francisco Gallo e Barba Barisina. Foi batizada na igreja paroquial de S. Francisco e recebeu os nomes de Ana-Maria-Rosa-Nicoleta. Apenas tinha quatro anos,  pediu a sua mãe que a levasse à igreja, a fim de assistir ao santo sacrifício da Missa. Causava já a admiração de toda a gente, e nada a afligia mais do que ser chamada “a santinha”. E, ao contrário, alegrava-se sempre que a desprezavam. Chegando à idade de dezasseis anos, encontrou um cavalheiro que lhe pediu a mão. O pai deu a palavra sem consultar a filha. Depois que lhe comunicou o seu plano, com grande surpresa ouviu esta resposta: «Meu pai, não posso fazer a sua vontade, porque estou resolvida a deixar o mundo e a tomar o hábito religioso na Ordem Terceira de S. Francisco, para o que desde já lhe peço autorização». O pai empregou todos os meios, até os mais severos, para a dissuadir, mas debalde. Enfim, chegou o dia desejado em que foi admitida na Ordem, com o nome de Maria Francisca das Cinco Chagas. Corria o ano de 1731. Observava com rigor os jejuns, penitências e disciplinas, aliando a isto o espírito de oração. Para a consolar, Nosso Senhor honrou-a com frequentes aparições. Algumas vezes também recebeu a visita do seu anjo da guarda, a quem consagrava terna devoção. O pai de Maria Francisca submeteu-a a mais duas provas violentíssimas, obrigando-a a retirar-se da sua companhia e a tomar sobre si a sustentação e cuidado da família. estava inteiramente persuadida de que, sem o sofrimento , não podemos ser agradáveis Àquele que se chamou o «Homem das dores». Em 1763, conheceu por revelação divina que no ano seguinte o reino de Nápoles devia ser desolado por uma grande forme e terrível peste. Ela mesma foi atingida pela epidemia, desde o começo do ano de 1764, tendo de receber os últimos sacramentos da Igreja. esteve alguns meses às portas da morte. A tantas provas e sofrimentos, o Senhor ainda juntou mais uma, afligindo sua fiel serva com uma desolação de espírito que a reduziu ao estado esquelético. passava dias e noites a chorar, sem encontrar consolação. No meio dos maiores sofrimentos dizia: «Seja feita a vontade de Deus! Deus seja bendito opor todos os séculos». «Oh!, que não possa eu dar a vida, exclamava ela, como testemunho da minha fé no grande mistério da Santissima Trindade!» Não começava nenhuma oração sem ter rezado um Glória ao Pai. A adoração da Santissima Trindade era a primeira e a última ação de cada dia. Àqueles que pretendiam perscrutar este mistério, respondia: «Não á dado a um pobre verme da terra compreender os mistérios mais sagrados da sabedoria divina; seria temerária presunção». Maria Francisca tinha tão viva confiança e um amor tão ardente para com a Santíssima Virgem, que nunca orava sem ter recorrido a Ela. esta mesma devoção inculcava aos outros: «Sede verdadeiramente devotos de Maria, recomendai-vos a Ela e obtereis de Deus todas as graças que desejais». Não havia canto na sua casa onde não estivesse uma imagem da Virgem. Preparava-se para as suas festas com orações, jejuns e mortificações, e era com o maior respeito que pronunciava o seu nome. Rezou sempre o Rosário e a Ladainha de Nossa Senhora. Encontrava-se em alguma necessidade? Recorria imediatamente à Santissima Virgem e com toda a confiança pedia que lhe assegurasse por um sinal sensível que a sua oração seria ouvida. Maria Francisca ardia em amor pelo seu Deus. A escola do amor de Deus e do próximo elevou-a à santidade. Sua caridade para com os pobres e miseráveis não tinha limites. Aos que lhe pediam esmola pelo amor de Deus, dava tudo o que possuía, camisas, vestidos, lenços, etc.., Vendeu um vestido novo para acudir à miséria de algumas crianças, obrigando-se a passar o rigor do Inverno sem roupa suficiente. Visitava frequentemente os hospitais e experimentava grande consolação sempre que se encontrava com os doentes mais repugnantes. Compunha-lhes os leitos e prestava-lhes todos os serviços de que tinham necessidade. Todavia, os primeiros objetos da sua caridade eram as almas, e teve a satisfação de ganhar um grande número para Deus. A virtude que encontra grande repugnância no orgulho do coração humano e faz abandonar a vontade própria, é a obediência. Eis porque Nosso Senhor, querendo ter uma prova incontestável do nosso amor para com Ele, nos convida a oferecer-lhe este sacrifício, mais excelente a seus olhos do que todos os holocaustos: «Quem quiser vir após mim, renuncie a si mesmo». Maria Francisca ouviu este convite, e desde a primeira idade, despojou-se da vontade própria. Perguntaram-lhe um dia qual era a virtude que mais lhe agradava: «Todas as virtudes me agradam, respondeu ela, mas a maior é a de não nos opormos nunca à vontade daqueles que têm o direito de nos mandar». O que dizia, fazia-o. Pelo que respeita aos mandamentos de Deus e da Igreja, era esta a máxima que a Serva de Deus procurava inculcar aos outros: «Todo o cristão é obrigado a crer e obedecer cegamente a tudo que a Santa Igreja ensina, e ninguém deve esquecer a obediência e submissão ao Sumo Pontifice, em tudo o que ele manda». A fim de tornar seus ensinamentos mais eficazes, Maria Francisca contava tudo o que os primeiros cristãos tinham sofrido para se conservarem fiéis a Deus. Era tal a unção de suas palavras , que não faltava quem se mostrasse disposto a voar ao martírio. Em toda a vida da serva de Deus, não houve momento que não fosse ocupado pela oração e penitência. A história da vida desta santa pode definir-se uma agonia contínua. No ano de 1791, os sofrimentos de Maria Francisca agravaram-se, tendo de mudar de ares, para prolongar a vida por mais tempo. Não obstante, teve de se submeter a uma dolorosa operação. No auge da sua dor, só dizia estas palavras: «Deus seja bendito!». Em breve foi conduzida a Nápoles, onde sofreu horríveis convulsões e dores agudas em todo o corpo. A paciência e a conformidade com a vontade de Deus, segundo a afirmação de testemunhas oculares, eram mais que heroicas. Seus lábios, não se abriam senão para bendizer o Senhor. Aproximava-se a festa da Natividade de Maria. Enquanto a serva de Deus se preparava para a celebrar, foi acometida por grandes convulsões e vómitos tão violentos que pareciam arrancar-lhe as entranhas. No entanto, não cessava de repetir: «O Senhor seja louvado!». No dia da festa, como não podia deixar o leito, pediu a sagrada comunhão, que recebeu com grande recolhimento e devoção. O mal aumentava sempre. Maria Francisca recebeu a Extrema Unção a 12 de setembro, festa do santo nome de Maria. A 5 de Outubro recebeu com o fervor do costume a Sagrada Comunhão, seu único alimento desde há alguns dias; quando estava recolhida a dar graças, foi arrebatada em êxtase, na presença de várias pessoas que a ouviam exclamar: «Meu Esposo bem amado, meu Mestre, fazei de mim  tudo o que quiserdes». Enfim, chegou o dia 6 de Outubro, que devia ser o último de Maria Francisca na peregrinação desta vida e o começo de seus eternos triunfos. O confessor perguntou-lhe se queria comungar. Não podendo responder, fez um sinal afirmativo. Quando o sacerdote apresentou a Maria Francisca o seu Esposo bem amado, adorou profundamente o seu Deus escondido debaixo das aparências da hóstia. Ficou extática. Mudou imediatamente de semblante. O confessor acendeu a vela benta e deu-lhe a última absolvição. Para se inteirar se já estava morta, deu-lhe o crucifixo a beijar, dizendo: «Maria Francisca, beijai os pés do vosso Esposo, morto por nós na Cruz». A moribunda aproximou os lábios dos sagrados pés do Salvador, e tendo-os beijado ternamente , expirou. Foi canonizada por Pio IX. Do livro SANTOS DE CADA DIA, De www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

SANTA FÉ (ou Foy)
Outubro 6
Virgem e Mártir,

Fe (Foy), Santa

Fe (Foy), Santa

Mártir

 

Sofreu o martírio em Agen (França), durante o século III. Quase não se falou nela até ao século IX, quando um monge de Conques (Aveyron) veio roubar os seus ossos  a Sainte-Foy d’Agen e os levou para a sua abadia. Esta, decadente por falta de relíquias, experimentou desde essa altura grande prosperidade. Encontrando-se Conques na estrada de Santiago, na Galiza, os peregrinos do santo detinham-se lá para rezar diante da bela estátua de ouro que encerrava o crânio da mártir.

 

Santa Fé foi desde então venerada em França, Portugal e na Espanha. Os conquistadores da Península Ibérica espalharam-lhe o culto nas Américas: é o que explica que haja tantas Santas Fés nos Estados Unidos, no México, no Brasil, na Argentina, no Chile e na Colômbia, cuja capital se chama na verdade Santa Fé de Bogotá. Do livro SANTOS DE CADA DIA, De www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários a P. Felipe Santos
: fsantossdb@hotmail.com

 

• Magno de Oderzo, Santo
Outubro 6 Bispo,

Magno de Oderzo, Santo

Magno de Oderzo, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Veneza, comemoração de santo Magno, bispo, que, ao tomar os lombardos sua sede episcopal de Oderzo (Opitergium em latim), com a maior parte de sua grei se mudou para junto da laguna véneta, fundando a nova cidade de Heraclia ou Eraclea, assim como várias igrejas no lugar onde mais tarde se levantou a cidade de Veneza (c. 670).
Data de canonização: Informação não disponível. Só sabemos que foi canonizado antes da criação da Congregação para a causa dos Santos, e que seu culto foi aprovado pelo Bispo de Roma, o Papa.

Según la tradición, Magno nació en Altino en una familia noble, probablemente en el último cuarto del siglo VI. Después de realizar estudios humanísticos en su ciudad natal, se retiró para hacer vida eremítica a una isla de una laguna cercana, donde se preparó para el sacerdocio. Fue ordenado en la ciudad de Oderzo, donde ejerció su sacerdocio combatiendo a los últimos propagadores del paganismo y a la infiltración arriana proveniente de la diócesis (Ceneda), ocupada por los Lombardos.
En 630 sucede a San Tiziano en la sede episcopal de Oderzo. La Ciudad y parte de la diócesis todavía está sujeta a Bizancio, de la que constituía el último contrafuerte de resistencia en tierra firme contra el reino lombardo. No es extraño que Rotari, aprovechando la circunstancia de que las fuerzas bizantinas estaban comprometidas en Oriente, en 638-39 asaltó y ocupó la ciudad. La mayor parte de los habitantes, bajo la guía de su jefe político y especialmente del obispo, se refugió en la isla vecina de la laguna véneta, que formaba parte de la diócesis de Oderzo. Magno obtiene del Papa Severino (28 maggio - 2 agosto 640) y de Primigenio, patriarca de Grado, la transferencia de la sede episcopal, aunque conservando el nombre de Oderzo. Allí construye la catedral dedicada al apóstol San Pedro, de modo que la tradición también lo hace fudador, por divina inspiración, de otras ocho iglesias en la zona en donde surgirá Venecia. En 665-667, Oderzo fue reocupada y casi destruida por los Lonbardos. El santo sobrevive pocos años a este triste evento: muerenonagenario alrededor de 670 y fue sepultado en su catedral.
Cuando debido al hundimiento de la laguna circundante, Eraclea fue abandonada por sus habitantes, Pietro Ziani (1205-29), el 6 de octubre de 1206, hizo trasportar los restos de San Magno Venecia, a la iglesia de San Jeremías. El 21 de dicembre de 1459 el senado veneciano decretó que ese día fuera festivo para toda la ciudad; el 28 de septiembre de 1563, un nuevo decreto del senado permite que un brazo del santo sea llevado a la basílica de San Marcos y que todos los años, el día 6 de octubre sea expuesto a la veneración de los fieles dentro de un rico relicario.
En Venecia se sigue venerando a San Magno a pesar de que después de el 22 de abril de 1956 sus restos volvieron a la nueva Eraclea para ser conservados en la iglesia parroquial de Santa María Inmaculada.

Maria Rosa Durocher, Beata
Outubro 6 Virgem Fundadora,

Maria Rosa Durocher, Beata

Maria Rosa Durocher, Beata

Virgem Fundadora
da Congregação de Irmãs dos Santos Nomes de Jesus e María

Martirológio Romano: Na localidade de Longueuil, no Canadá, beata María Rosa (Eulália) Durocher, virgem, fundadora da Congregação de Irmãs dos Santos Nomes de Jesús e de María, para a formação humana e cristã das jovens (1849).
Data de beatificação: Foi beatificada pelo Santo Padre João Paulo II em 23 de maio de 1982.

Bautizada con el nombre de Eulalie Durocher nació en San Antoine-sur-Richelieu (Canadá) el 6 de octubre de 1811.
Cuando era joven, quiso hacerse religiosa, pero su precaria salud le impidió llevar a cabo sus proyectos. Entonces decidió hacer de su casa un santuario, viviendo consagrada al Señor y dedicando su existencia a obras de caridad y de servicio a los demás. Ayudadaba a su hermano, que era párroco de San Benito, dirigiendo las labores domésticas de la casa rural, acogiendo a sacerdotes y seminaristas que allí deseaban hospedarse y fomentando obras de caridad. Así sirvió a la Iglesia durante 13 años.
Ella veía la gran necesidad de instrucción para la juventud. Sobre todo las jóvenes recibían muy poca instrucción.
Por solicitud del Obispo Ignace Bourget, ella fue a Longueuil para fundar una nueva comunidad dedicada a la instrucción de la juventud. Dicha comunidad, inspirada en la fundación de los hermanos lasallistas, recibió el nombre de Hijas de los Sagrados Nombres de Jesús y María.
Por su fe, su juicio y su creatividad apostólica, esta mujer tenía una gran influencia en la sociedad y la Iglesia de Quebec. Nacida para educar, supo desarrollar los dones de las personas a su alrededor y logró abrir su congregación al futuro.
El 8 de diciembre de 1844, junto con Henriette Cérré y Mélodie Dufresne, hicieron su profesión religiosa en la iglesia de Longueuil. El 6 de octubre de 1849, el Obispo Ignace Bourget presidió al entierro de Madre Marie-Rose que había fallecido ese mismo día a la edad de treinta y ocho años.

Artaldo de Belley, Santo
Outubro 6 Monge e Bispo,

Artaldo de Belley, Santo

Artaldo de Belley, Santo

Monge e bispo

Martirologio Romano: Na Cartuxa de Arvières, na Borgonha, fundada por ele próprio, santo Artaldo, bispo de Belley, que tinha perto de noventa anos quando, apesar seu, foi eleito bispo, mas aos dois anos renunciou, voltando à vida monástica, e faleceu com a idade de cento seis anos (1206).
Data de canonização: 2 de junho 1834.

El "Martyrologium Romanum" lo recuerda al 6 de octubre con el nombre de Artaldo, en Francia se lo conoce como Arthaud o Arthold. Nació hacia el 1101 en el castillo de Sothonod, parroquia de Songieu, en Valromey (Departamento francés de Ain cuya capital es Bourg-en-Bresse).
Artaldo transcurrió su juventud en la corte de Amadeo III de Saboya, 1095 -1148, quien murió en Chipre durante la segunda Cruzada. Con casi veinte años, en el 1120, entró en la Cartuja de Portes (Lione) y cuando tuvo 31 años fue enviado a la diócesis de Ginebra, para fundar allí un monasterio de la orden cartuja, fundado en el 1084 por San Bruno.
Pero la primera casa, levantada cerca de Mont Colombier, fue destruida un año después por un incendio; entonces Artaldo se desplazó a la meseta de Arvièrs donde fundó una nueva cartuja convirtiéndose en su prior.
En aquellos días debía ya de tener una reputación de santidad, dado que el papa Alejandro III (1159 -1181) le hacía confidencias en epístolas escritas después de sus confrontaciones con el emperador Federico Barbirrojo.
Muy a su a pesar, Artaldo fue elegido obispo de Belley, ciudad francesa y capital de un condado en la Edad Media, siendo el sucesor del obispo Reginaldo; para evitar asumir el cargo se escondió, pero por poco tiempo, en 1188 se vio obligado a aceptar el nombramiento.
Tan sólo estuvo a cargo de la diócesis por dos años, porque en el 1190 consiguió que el Papa Clemente III (1187 -1191) aceptara su renuncia y por lo tanto pudo regresar a su cartuja en Arvières, dónde vivió santamente hasta los 105 años, su muerte ocurrió el 6 de octubre 1206.
Sus reliquias, reconocidas oficialmente en 1640, durante la Revolución francesa, fueron confiadas a la parroquia de Lochieu, y luego de algunos entierros y exhumaciones, el 13 de abril de 1830 regresaron de nuevo a la susodicha iglesia parroquial.
Su fiesta celebrada por los cartujos el 6 de octubre, fue extendida a toda la diócesis de Belley y luego a toda Europa, de papa Gregorio XVI, mediante decreto confirmó su culto el 2 de junio 1834.

responsable de la traducción: Xavier Villalta

BEATO DIOGO DE SAN VÍTORES

Mártir (1627-1668)

Nasceu em Burgos, no dia 12 de Novembro de 1627, numa família da nobreza espanhola ao serviço do Rei. Educado no «Colégio Imperial»,. dirigido pela Companhia de Jesus em Madrid, entrou muito jovem no Noviciado. Já desde então sonhava poder ir para a China como missionário. Ordenado sacerdote,  em 1651, teve de esperar até 1660, ano em que o Padre Geral Goswino Nickel, o destinou à missão das Filipinas que Diogo de San Vítores teve o seu primeiro contacto com as Ilhas Marianas e se deu conta de que ninguém se ocupava da evangelização daquele arquipélago. Vem dessa altura a solicitude para que se desse começo a uma missão. Por isso, escreveu para Roma e para Espanha a pedir o envio de missionários para Guam e ofereceu-se a si mesmo para esta missão. Depois de muito trabalho de organização, chegou a Guam em 1668, com um grupo de companheiros. Dividido entre eles o campo de trabalho no arquipélago, a catequese desenvolvendo-se rapidamente, primeiro com resultado surpreendente, depois dificultada por aqueles que, ao ver a população indígena a converter-se à fé cristã, perdiam prestígio e vantagens. A oposição sempre crescente acabou em violência, emboscadas, mortes. Diogo de San Vítores prosseguiu a sua ação evangelizadora, passando de uma ilha à outra para animar os seus irmãos. Quando procurava um cristão que tinha abandonado a fé, encontrou-se com um a quem tinha feito muitos favores e que depois apostatara. Às instâncias sacerdotais do Padre, este respondeu agressivo, com ódio violento, com insultos blasfemos e, finalmente, com uma lança. Diogo de San Vítores morreu, vítima do ódio à fé, na praia de Tumon, a pouca distância de Agaña. Fui enviado a evangelizar os pobres (IS 61, 1 e Lc 4, 18). A frase da Escritura, que tão profundamente tinha impressionado Diogo de San Vítores quando ainda estava em Madrid, é a chave para entender a sua vida e missão. A sua perseverança para ser enviado para as Missões e a sua humildade esperam pela decisão dos Superiores: a sua tenacidade no trabalho empreendido e a paciente atividade com que leva avante o plano de Deus acerca da missão das Ilhas Marianas; a sua generosa entrega às pessoas e a sua evangélica fortaleza em enfrentar as dificuldades e oposição; a sua prontidão em enfrentar o martírio; tudo isto só tem explicação no fogo ardente do zelo que a sua fé quis expressar com a frase evangélica: Evangelizare pauperibus misit me (Mandou-me evangelizar os pobres). Foi beatificado a 6 de Outubro de 1985, pelo Papa João Paulo II. Do livro SANTOS DE CADA DIA, De www.jesuitas.pt.

BEATO FRANCISCO GÁRATE

Religioso (1857-1929)

 

Francisco Gárate, o segundo de sete filhos, nasceu numa família modesta, a 3 de Fevereiro de 1857, nos arredores de Azpeítia, muito perto de Loyola. Na idade de 14 anos foi para o Colégio de Nossa Senhora da Antígua, em Orduña, para trabalhar como empregado. Em 1874, entrou para o Noviciado. Em 2 de Fevereiro de 1876, fez os primeiros votos religiosos e, em 1877, foi destinado como enfermeiro para o Colégio do Apóstolo S. Tiago, em La Guardia (Pontevedra). Ali permaneceu dez anos, atendendo á saúde dos alunos e ocupando-se da sacristia. A sua entrega e carinho pelos doentes granjearam-lhe rapidamente a admiração de todos. Pronunciados os últimos votos em 15 de Agosto de 1887, o Irmão Gárate foi destinado a Deusto (Bilbao), em 1888, para ser porteiro do Colégio de Estudos Superiores ou Universidade. Neste cargo permaneceu até a morte, a 9 de Setembro de 1929. O Padre Geral, Wladimiro Ledochowski, esboçando as características deste irmão, pôs em relevo o que o impressionava a quantos tratavam com ele: «Admirável discrição posta a dura prova por mais de 41 anos de serviço numa portaria muito frequentada por pessoas de todas as idades e condições; humildade adornada por encantadora simplicidade; caridade que, como dotada de um instinto espiritual, adivinha e prevê o serviço oportuno…» Com estas virtudes vivia o Irmão Gárate o seu terrível quotidiano: com a mesma delicadeza e a mesma dedicação recebia os pobres e os ricos; com a mesma cordialidade tratava uns e outros; com entrega constante e sem se queixar, subia e descia as escadas do grande edifício da Universidade para levar recados aos Padres e Professores e chamar alunos. Um  dos que o conheceram bem foi o Padre Geral da Companhia de Jesus. Pedro Arrupe, então estudante universitário. Oiçamos como  viu, apreciou e amou: «… Para todos tinha o Irmão uma palavra oportuna, um gesto, um sorriso, uma solução caritativa; sempre aberto, acolhedor, benévolo, obsequioso com todos. Sempre também com simplicidade e naturalidade; nada de maneiras artificiais ou afectadas, e muito menos ainda credulidade ingénua e bonacheirona. Intuíam isso perfeitamente os jovens, quando diziam dele, porteiro de Deusto:O Irmão Finuras é um santo a sério, mas é também… um finório”» (Pedro Arrupe, S.J., no cinquentenário da morte do Irmão Gárate – 1929-1979). Em 6 de Outubro de 1985, João Paulo II elevou o irmão Francisco Gárate às honras dos altares, com o título de beato. Do livro SANTOS DE CADA DIA, De www.jesuitas.pt.

 

BEATA MARIA ANA MÓGAS FONTCUBERTA

Fundadora (1827-1886)

Maria Ana Mógas nasceu em Corró de Vall-Granollers (Barcelona-Espanha), a 13 de Janeiro de 1827, num lar profundamente cristão. Foi batizada no dia seguinte ao do nascimento e aos 6 ou 7 anos recebeu a primeira comunhão. Este acontecimento marcou profundamente o seu espírito no amor à Eucaristia. Aos 7 anos perdeu o pai e aos 14 a mãe, sendo acolhida por uma tia que vivia em Barcelona, da qual recebeu, desde o princípio todo o carinho. Na paróquia de Santa Maria do Mar descobriu a sua vocação para seguir a Cristo mais de perto. Entretanto, a sua personalidade fortalecia-se na oração, e na frequência dos sacramentos, ao mesmo tempo que procurava fazer bem a todos sem distinção; sentia, porém, que alguma coisa lhe faltava. Por esse tempo conheceu duas freiras ex-claustradas da Ordem Capuchinha, que eram orientadas por um padre também ex-claustrado. Os 3 viram na jovem Maria Ana uma peça importante no projeto que tentavam realizar e ela também simpatizava com a simplicidade e humildade das duas capuchinhas. As coisas não foram fáceis no início, mas finalmente em Junho de 1850, Ana Mógas encaminha-se para Ripoll, onde já se encontravam as suas companheiras, a fim de iniciar a vida religiosa e dedicando-se também ao ensino. As dificuldades nos começos foram muitas, mas elas não desanimaram. Algum tempo depois as religiosas ex-claustradas regressaram aos conventos da Ordem e Maria Ana ficou à frente da Instituição. Esta foi crescendo, com as características de um novo carisma na Igreja, de inspiração marcadamente franciscana e vitalmente mariana. Maria, a Virgem Mãe, Divina Pastora, era considerada pela fundadora e suas companheiras como a verdadeira Abadessa do nascente Instituto. Este foi sendo enriquecido pelo Senhor com novos membros e as fundações vão-se multiplicando, na Catalunha e em Madrid. Mas passado algum tempo, por razões várias e complicadas, dá-se uma ruptura entre as comunidades de Barcelona e Madrid, formando-se dois ramos diferentes: Franciscanas Capuchinhas da Divina Pastora em Barcelona, e Franciscanas da Divina Pastora, em Madrid. Isto constituiu motivo de grandes sofrimentos para a fundadora, mas tudo superou com coragem e confiança em deus. O Instituto foi-se enriquecendo com novos membros e Maria Ana tudo orienta com o seu exemplo, a oração e palavra. Vários prelados reclamam a presença das religiosas e a nova Congregação espalha-se por toda a Espanha. A caridade foi o farol que iluminou toda a sua vida. A oração e contemplação do Deus-Amor, leva-a a derramar à sua volta a suavidade e doçura de uma autêntica mãe. Esgotada pela doença que padeceu durante os últimos 8 anos da sua vida, falece a 3 de Julho de 1886, tornando-se realidade aquilo que ela tantas vezes tinha expressado na jaculatória: «Quando te verei, meu Deus, quando?». No dia 6 de Outubro de 1996 foi beatificada por João Paulo II, que estabeleceu que a festa litúrgica da nova beata se celebrasse nesse mesmo dia. Do livro SANTOS DE CADA DIA, De www.jesuitas.pt.

BEATO ISIDRO (ou ISIDORO) DE S. JOSÉ DE LOOR
Outubro 6 Religioso Passionista,

Isidoro de San José De Loor, Beato

Isidoro de San José De Loor, Beato

Religioso Passionista

Martirologio Romano: Em Courtrai, na Bélgica, beato Isidoro de San José de Loor, religioso da Congregação da Paixão, que cumpriu com fidelidade as funções que se lhe encomendaram e, tendo adoecido, foi exemplo para seus irmãos ao suportar terríveis dores (1916).
Data de beatificação: 30 de setembro de 1984, por S.S. João Paulo II.

Los santos pueden parecer todos iguales, pero al final vemos que no existe uno igual a otro. También Isidoro ofrece su vida al Señor en sacrificio y escribe a los suyos: "Los he dejado para vivir solo para el Señor y trabajar mucho por la salvación de mi alma, de la de ustedes y de las de muchos otros".
Se le puede definir como el campesino santo. Nace en Vrasene (Bélgica) el 8 de abril de 1881 de una familia de campesinos. Es doblemente afortunado, primero porque sus padres se distinguen por la piedad, la rectitud moral y una conducta irreprensible. En segundo lugar porque "La agricultura ha sido creada por el Altísimo" (Sir. 7,15) y el trabajo de los campos es agradable a Dios. También en el convento se dedicará con pasión al trabajo del campo y escribirá: "Trabajar y plantar en el huerto me hace maravillosamente bien".
Es un joven robusto, activo y sociable; ayuda a la familia trabajando en el campo y el invierno con el tico como obrero de la empresa de pavimentación de las calles; canta en el coro de la parroquia y también es catequista. Participa asiduamente en la vida de la parroquia, se inscribe a la "Pía unión por el Vía Crucis semanal" y ama meditar la pasión de Jesús. Mientras va madurando la idea de ser religioso. Un sacerdote redentorista lo encamina hacia los pasionistas por su amor a Jesús Crucificado. En abril de 1907, a los 26 años de edad entra en el noviciado pasionista de Ere como religioso hermano.
Sufre mucho por la separación de su familia y padece un malestar, él que habla flamenco, debe hablar en francés, la lengua oficial en el convento. El 8 de septiembre de 1907 toma el hábito pasionista y un año después emite la profesión religiosa.
Está feliz por su vocación. Escribe a sus padres: "Aquí todos somos iguales, del superior al más pequeño; todos en una misma mesa, en una misma oración, en un mismo reposo, en una misma recreación. Todos juntos trabajamos, según la condición de cada uno. Nos damos un servicio recíproco"
Su vida no cambia mucho; habituado desde su familia a ser un apóstol continúa a serlo también en el convento. "Cumpliendo todo por la gloria de Dios, escribe, "colaboro en la conversión de los pecadores y a difundir la devoción a la Pasión de Jesús y a los dolores de María. Mientras los sacerdotes van a predicar, nosotros los hermanos trabajamos para la comunidad; también el trabajo más insignificante se convierte en mérito para Dios y nuestra salvación. No anhelo, ni deseo otra cosa que sacrificarme enteramente por la salvación de las almas".
Humildad y paciencia son sus virtudes. "El trabajo, dice bromeando, me hace bien. Así cuando viene el diablo y me encuentra ocupado, se convence que no tiene nada que esperar de mi... y no le queda más que irse".
Su vida es una continua búsqueda de la voluntad de Dios; sobre ella extiende su jornada y en ella encuentra paz y serenidad, en una continua acción de gracias. En la víspera de sus votos escribe: "Estoy por hacer mi profesión, únicamente para hacer la voluntad de Dios". Lo llaman "el hermano bueno, el hermano de la voluntad de Dios, la encarnación de la regla pasionista".
Vive una rígida pobreza y escribe: "No poseo muchas cosas; solo tengo un crucifijo, una navaja de afeitar, un sacapuntas, un lápiz, pero no se como hacerles comprender la grande alegría que me llena viéndome libre de todo, para que mi corazón no ame sino a Jesús".
No falta el sufrimiento físico. En Junio de 1911, por un cáncer, le es extirpado el ojo derecho. Soporta todo con grande fuerza, tanto que el médico que lo opera exclama: "Este hombre deber ser un santo". Él escribe: "Me he confesado y en la comunión he ofrecido a Dios mi ojo por la expiación de mis pecados, por el bien espiritual y material de ustedes y por otras muchas otras intenciones. Me he abandonado cómodamente a la voluntad de Dios, sin entristecerme".
El mal continúa su curso. Padece cáncer en el intestino y el médico advierte al superior las consecuencias fatales de la enfermedad. El superior hace conciente a Isidoro, el cual acoge la noticia con la habitual serenidad. Padece dolorosas operaciones. Exclama: "Debemos aceptar nuestros sufrimientos en unión con Jesús, que es para nosotros el modelo de abandono a la voluntad del Padre". Los familiares no podrán estar siempre con él para asistirlo, porque lo impiden los alemanes que han ocupado Bélgica. Estamos en plena 1ª guerra mundial. Muere en octubre de 1916, de 35 años.
El humilde y silencioso hermano pasionista se convertirá en una de las figuras más amadas y populares de Bélgica. Juan Pablo II lo ha declarado beato el 30 de septiembre de 1984.

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

São Romão, bispo
Em Auxerre, de Neustria, são Román, bispo (c. 564).

Santo Ywio, monje
Na Bretanha Menor, santo Ywio, diácono e monge, discípulo de santo Cutberto, bispo de Lindisfarne, que passou de Inglaterra a esta região, onde viveu entregue às vigílias e jejuns (c. 704).

São João Xenos, monge
Em Azogyrea, na ilha de Creta, são João, apelidado Xenos, que propagou na ilha a vida monástica (s. XI).

São Pardulfo, abade
Em Guéret, na região de Limoges, em Aquitânia, são Pardulfo, abade, do qual, ilustre por sua santidade de vida, se conta que fez fugir de sua igreja aos sarracenos que retrocediam ante Carlos Martel (737).


SAN ABALDERÓN DE WÜRZBURG

 

 

 

 

 

Santo Adalberam, monge e bispo
No mosteiro de Lambach, na Baviera, morte de santo Adalberam, bispo de Würzburg, que, por defender a Sede Apostólica, teve que sofrer muito por parte dos cismáticos e, expulso várias vezes de sua sede, passou em paz seus últimos anos no dito mosteiro de Lambach, que ele mesmo havia fundado (1090).

Beato Francisco Hunot, presbítero e mártir
Frente a Rochefort, no litoral de França, beato Francisco Hunot, presbítero e mártir, que, por sua condição de sacerdote, durante a perseguição contra a Igreja foi encarcerado num velho navio ancorado, morrendo vítima das febres (1794).

São Francisco Tran Van Trung, mártir
Na cidade de An-Hoa, em Annam, são Francisco Tran Van Trung, mártir, que, sendo soldado, resistiu energicamente as propostas de apostatar da fé cristã, pelo qual o imperador Tu Duc o fez degolar (1858).

São Ságar, bispo e mártir
Em Laodiceia, de Frigia, são Ságar, bispo e mártir, que padeceu em tempo de Servilio Paulo, procônsul de Ásia, (c. 170).


SAN 
RENATO

 

 

 

 

 

São Renato, bispo
Na cidade de Sorrento, na Campânia, são Renato, bispo (c. s. V).

 

 

 

 

29400 > San Bruno (Brunone) Sacerdote e monaco 6 ottobre - Memoria Facoltativa MR


73360 > Beato Adalberone di Wurzburg Vescovo 6 ottobre MR
90292 > Sant' Alberta Vergine e martire 6 ottobre
93210 > Beato Alessandro da Ceva (Ascanio Pallavicino) Eremita camaldolese 6 ottobre
90542 > Sant' Artaldo (Artoldo) di Belley Certosino e vescovo 6 ottobre MR
93488 > Beato Bernardo Placido Fabrega Julia Religioso e martire 6 ottobre
29400 > San Bruno (Brunone) Sacerdote e monaco 6 ottobre - Memoria Facoltativa MR
73325 > Santa Fede di Agen Martire 6 ottobre MR
73370 > Beato Francesco Hunot Martire 6 ottobre MR
73380 > San Francesco Tran Van Trung Martire 6 ottobre MR
94640 > Beato Giacomo de Prunera Mercedario 6 ottobre
94485 > Beati Giovanni e Tecla Hashimoto, sposi, e figli Martiri giapponesi 6 ottobre
73330 > San Giovanni Xenos 6 ottobre MR
91498 > Beato Isidoro di S. Giuseppe De Loor Passionista 6 ottobre MR
91004 > San Magno Vescovo di Oderzo ed Eraclea 6 ottobre MR
90242 > Santa Maria Francesca delle Cinque Piaghe (Anna Maria Gallo) Religiosa 6 ottobre MR
92544 > Beata Maria Rosa (Eulalia Melania) Durocher Fondatrice 6 ottobre MR
94394 > Beati Martiri di Kyoto 6 ottobre
73340 > San Pardulfo (Pardolfo) Abate di Gueret 6 ottobre MR
73350 > San Renato di Sorrento Vescovo 6 ottobre MR
73320 > San Romano di Auxerre Vescovo 6 ottobre MR
73310 > San Sagaris (Sagaro, Sagara) Vescovo e martire 6 ottobre MR
91497 > Sant' Ywi Monaco in Britannia 6 ottobre MR

António Fonseca