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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Nº 1155 - 14 DE OUTUBRO DE 2010 - SANTOS DE CADA DIA

 

 

SÃO CALISTO I

Outubro 14   -  XVI Papa,

Calixto I, Santo

Calixto I, Santo

XVI Papa

Um dos mais importantes e gloriosos na história da Igreja é o pontificado de S. Calisto I, mas a sua figura luminosa está envolvida num halo de obscuridade e névoa, levantado pelas acusações e invejas dos seus adversários: Tertuliano e sobretudo Hipólito Romano, o autor mais provável do livro chamado Filosofúmena. Enquanto este livro denigre e rebaixa quanto pode o nome de S. Calisto, o Liber Pontificalis exalta-o e põe-no ao nível dosa maiores papas. Parece certo ter Calisto nascido escravo. Chamava-se o seu amo Carpóforo e deve ter sido cristão, embora clandestino, homem de muito dinheiro, e grandes negócios. Calisto já desde os primeiros anos era a pessoa de toda a confiança. Carpóforo encarregou-o do banco; muitas viúvas e muitos cristãos confiaram-lhe os seus bens. Não sabemos como – segundo o seus inimigos, por má administraçãoCalisto perdeu o dinheiro. Temendo o castigo, fugiu; mas foi surpreendido por outros escravos do mesmo senhor e condenaram-no ao pistrino, lugar em que os servos faziam andar, como animais, a roda do moinho. Afinal parece ter sido Calisto vítima, nos seus negócios, dum engano urdido por parte dos judeus. O senhor acabou por restitui-lo à liberdade, com a esperança de ele recuperar o perdido. Calisto deve ter tido altercações violentas com os que o enganaram, os quais, sendo mais influentes que ele, conseguiram que fosse deportado para as minas da Sardenha, como cristão. A adversidade forjava assim o carácter do futuro diácono do papa Zeferino, que foi antecessor seu na Cátedra de Pedro. O confessor de Cristo, vítima ao que parece da avareza, voltou a Roma. Por morte do papa Vítorque diríamos ter olhado sempre desfavoravelmente para S. Calisto, influenciado sem dúvida pelas calúnias levantadas pelos seus inimigosS. Zeferino subiu à cátedra de S. Pedro. devia conhecer muito de perto as notáveis qualidades de Calisto e depositou nele toda a confiança. Nomeou-o secretário e confiou-lhe a administração dos bens da Igreja. Como arcediago de Roma, desempenhou atividade benemérita para toda a comunidade e mesmo para os fiéis do mundo todo. Foi ele quem dirigiu a ampliação do cemiteriozinho entre a Via Ápia e a Ardeatina, que hoje é conhecido pelo nome de Catacumbas de S. Calisto; nos séculos III e IV adquiriram, importância excepcional, sendo hoje as mais visitadas de toda a Roma. A influência doutrinal e dogmática do arcediago que teve o papa Zeferino foi também decisiva nos princípios do século III, Começavam em Roma as lutas trinitárias e cristológicas. Havia perigo de exagerar a unidade divina, negando a distinção real das três pessoas, ou também de insistir demasiado na trindade com detrimento da unidade de natureza e essência. Calisto combateu energicamente o monarquismo trinitário contra Práxeas e Sabélio: em Deus há três pessoas realmente distintas e em tudo iguais, ainda que a natureza seja a mesma para as três. Das três Pessoas divinas só o Filho encarnou e morreu por nós. No ano de 218 ou 219, foi eleito papa S. Calisto. Não se podia comparar em ciência com o presbítero Hipólito, que tinha alimentado esperanças de suceder a S. Zeferino. Ferido na ambição, Hipólito declarou guerra ao novo Papa, Bem depressa se apresentou a ocasião propicia para o combater. A antiga disciplina eclesiástica de reservar para o juízo de Deus os pecados mais graves contra a Fé e a moral, tais como a apostasia, o adultério e o homicídio, no século III era contraproducente, pois aumentara o número de cristãos e tinha diminuído o fervor. O Papa tornou público um decreto, prometendo a absolvição canónica a toda a espécie de pecadores, contanto que se sujeitassem à correspondente penitência. Muitos se alegraram com esta compreensão e mansidão do sucessor de Pedro, que recebera os poderes de Cristo para salvar e não para condenar, para abrir as portas do céu aos homens de boa vontade e não as fechar. Mas num sector de rigoristas, personificados na África por Tertuliano, já cismático, e em Roma por Hipólito, levantou-se grande poeirada de calúnias, tergiversações e atitudes ridículas. Tertuliano, adiantando-se em vários séculos aos cismáticos do Oriente, insulta o Papa, como autoritário insolente, que se arroga o título de Sumo Pontifice, Bispo dos Bispos. Hipólito dirigiu também violentas diatribes, exagerando os riscos que se seguiriam da prudência e do espírito acomodatício do novo papa contra a moralidade pública. As vozes deles, todavia, perderam-se no vácuo. O sentido equilibrado do papa impôs-se, as pessoas desapaixonadas colocaram-se do seu lado e, se bem tenha tido de sofrer muito, triunfou, porque tinha a verdade consigo e a assistência do Espírito Santo. S. Calisto, na sua benignidade e indulgência moderada, não fazia senão inspirar-se no espírito do Evangelho, nas palavras d’Aquele que disse a Pedro que devia perdoar ao irmão setenta vezes sete, isto é, sempre que ele confessasse a sua culpa. E quando falava em público aos fiéis, referia-lhes e explicava a parábola do Bom  Pastor, que não repara na contumácia e rebeldia da ovelha perdida, seja ela quem for, mas a procura, pega nela e põe-na aos ombros. Tertuliano ria-se desta linguagem e escrevia-lhe sarcasticamente  «Bom pastor, bondoso pai, referes a parábola da ovelha perdida, vais à busca da cabra extraviada e prometes que no futuro ela será fiel e não tornará a abandonar o rebanho». Sempre a verdade e a virtude foram a medida e a discrição, perante o extremismo inconsiderado e intemperante do erro e da heresia. Nada mais conforme ao Coração bondoso e manso de Jesus, que a bondade e perdão diante do pecador arrependido, que aceita a penitência para satisfazer a culpa. neste caso, todo o rigor é inimigo da salvação. S. Calisto coroou a vida com o martírio, como Bom Pastor que dá a v ida pelas suas ovelhas. Segundo a tradição mais segura, morreu numa revolta popular contra os cristãos e foi lançado a um poço. Mais tarde, deram-lhe sepultura honorífica no Cemitério de Calepódio, na Via Aurélia, junto do lugar do seu martírio. Assim se explica não ter sido enterrado na grande necrópole que ele próprio ampliara e onde foram enterrados S. Zeferino e os Papas seguintes, na parte chamada precisamente Cripta dos Papas. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.  Ver também www.es.catholic. e www.santioebeati.it

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BEATA MADALENA PANATTIERI

(1443-1503)

Entre o Piemonte e a Lombardia estava, no fim do século XV, o marquesado de Monferrato. Lá, na cidade de Trino, nasceu Madalena Panattieiri, em 1443. Vinha ao mundo pelo mesmo tempo que Bramante, Cristóvão Colombo, Perugino, Commynes e Botticelli. A França e a Inglaterra estavam em conflito, e a ameaça otomana crescia a Oriente. Madalena fez os seus votos de religião antes dos 20 a nos, alistando-se definitivamente na Ordem Terceira Dominicana. Um convento, fundado em Trino em 1403, servia de centro a uma fraternidade de piedosas donzelas e viúvas. Madalena, alma de grande coração, mostrava muito cuidado, pelo bem-estar dos seus compatriotas. Era vista cada dia, na cidadezinha, fazer uma ronda de caridade, um pouco como enfermeira, outro pouco como distribuidora de alimentos, sempre pronta a prestar serviço, nunca como mexeriqueira. Por vezes tratava dos mendigos e banqueteava-se com os restos por eles deixados. Gostava de crianças e socorria mulheres estéreis, mães e criancinhas em perigo. O melhor que lhe era possível, combatia os vícios, em particular a usura, verdadeiro flagelo social na Itália dessa época. Catequizava numa capela; modestas conferências, começadas pouco a pouco para algumas mulheres, que viram o auditório ampliar-se. Vieram-na escutar homens, padres e religiosos. teve a ouvi-la noviços dominicanos, trazidos pelo mestre. Graças sem dúvida à oração dela. Trino veio a constituir centro de fervor apostólico, animado em 1490 por Maggi, prior dos pregadores de Milão, comissário geral da congregação lombarda. Um dia, um arrebatado inimigo dos dominicanos, bate-lhe por ela censurar de rasgar uma bula colada à porta da igreja. Mas ela pôs-se de joelhos, dizendo: «Meu irmão, eis aqui também a outra face (cfr. Mt 5, 39). Bata! Estou pronta por amor de Deus e da Igreja». O bruto, que tinha o nome predestinado de Perduto (=perdido), morreu de morte desastrada nesse ano – se havemos de acreditar no hagiógrafo. Madalena, iluminada por Deus, previa as infelicidades que o século XVI reservava para Itália; seria espezinhada pelo estrangeiro, Roma seria saqueada em Maio de 1527. Nos seus êxtases, gritava como profetisa: «Desgraçada Itália!» Mas o que é certo é que Trino foi poupada. Morreu a 13 de Outubro de 1503. Quando lhe trouxeram o Viático, ela pôs-se a rezar muito alto, acusando-se com profunda humildade e intercedendo pelo povo de Trino. depressa se manifestou o culto popular, confirmado por Leão XII, em honra da terceira dominicana. A sua mão direita é conservada num relicário precioso. Houve festas em 1903 a assinalarem, o quarto centenário da sua morte. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

SÃO JOÃO OGILVIE

Sacerdote (1579-1615)

Nasceu em Drum (Escócia), em 1579, morreu enforcado em Glásgua, a 10 de Março de 1615. Foi beatificado por Pio XI em 1929, e canonizado por Paulo VI, a 17 de Outubro de 1976. João Ogilvie, de sangue nobre, foi criado no calvinismo. Aos 16 anos partiu para Lovaina, onde o célebre jesuíta Cornélio à Lápide o converteu ao catolicismo. Entrou depois na Companhia de Jesus, em Brunn, na Morávia, Checoslováquia, e foi ordenado sacerdote em Paris. À força de pedir que o deixassem voltar à Pátria, a fim de socorrer os católicos perseguidos, obteve licença e foi. Converteu muitos hereges, mas entregue 18 meses depois por um traidor ao arcebispo protestante em Glásgua, sofreu na prisão os maiores suplícios. Durante oito dias e nove noites, os carcereiros não o deixaram dormir. Trespassavam-lhe continuamente o corpo com agulhas e estiletes. Isto, porém, não o impediu de desconcertar os juízes pela firmeza, a-propósito e graça das suas respostas. Momentos antes de execução, conseguiu engenhosamente que um ministro protestante confessasse, quase sem dar por isso, que ele morria só pela fé católica. «Daria mais cem vidas, de boa vontade, se as tivesse», declarou ele à multidão que rodeava o cadafalso. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

• Román Lysko, Beato
Outubro 14 Sacerdote e Mártir,

Román Lysko, Beato

Román Lysko, Beato

Mártir Ucraniano

Martirologio Romano: Em Lviv, de Ucrânia, beato Román Lysko, presbítero e mártir, que durante a perseguição contra a fé, seguindo de perto as pegadas de Cristo, por sua graça chegou ao reino celestial (1949).
Etimologia: Román = Aquel que pertence a Roma, vem do latim
Nació el 14 de agosto de 1914 en Horodok (Lvov). En 1938 se casó con Neonila Huniovska. El 28 de agosto de 1941 fue ordenado sacerdote(*); desarrolló su apostolado en la archieparquía de Lvov. Durante 1944 fue párroco de Belzets.
En 1946, el Gobierno soviético, que había anexado esa parte de Polonia al estallar la segunda guerra mundial, suprimió la Iglesia greco-católica y obligó a sus obispos, sacerdotes y fieles a pasar a la ortodoxia. Los Lysko se refugiaron en su pueblo natal, en Horodok.
Roman seguía ejerciendo su ministerio pastoral sin crearse problemas. Bautizaba en el patio de casa y celebraba bodas en el bosque, decía misa en los pueblos, en las casas de los fieles, con las ventanas cerradas, junto a una mesa con vodka para hacer creer que era una fiesta entre amigos, en caso de que irrumpieran los agentes de la NKVD (la policía secreta de Stalin).
Su rechazo a pasarse a la Iglesia ortodoxa le costó la cárcel en Lvov, en la que murió, a la edad de 35 años (1949), por un "paro cardíaco", la causa exacta de su muerte se desconoce, algunos prisioneros testimoniaron que fue golpeado brutalmente por sus carceleros y colocado en una rejilla incandescente. Según otra versión, fue encerrado vivo entre cuatro paredes cerradas con cemento.
Foi beatificado dentro de um grupo integrado por:

Mykolay Charneckyj, bispo, 2 abril - Josafat Kocylovskyj, bispo, 17 novembro - Symeon Lukac, bispo, 22 agosto - Basilio Velyckovskyj, bispo, 30 Junho - Ivan Slezyuk, bispo, 2 dezembro - Mykyta Budka, bispo, 28 setembro - Gregorio (Hryhorij) Lakota, bispo, 5 novembro - Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, bispo, 28 dezembro - Leonid Fedorov, Sacerdote, 7 março - Mykola Konrad, Sacerdote, 26 junho - Andrij Iscak, Sacerdote, 26 junho - Román Lysko, Sacerdote, 14 outubro - Mykola Cehelskyj, Sacerdote, 25 maio - Petro Verhun, Sacerdote, 7 fevereiro - Alejandro (Oleksa) Zaryckyj, Sacerdote, 30 octubre - Klymentij Septyckyj, Sacerdote, 1 maio - Severijan Baranyk, Sacerdote, 28 junho - Jakym Senkivskyj, Sacerdote, 28 junho - Zynovij (Zenón) Kovalyk, Sacerdote, 30 junho - Vidal Vladimir (Vitalij Volodymyr) Bajrak, Sacerdote, 16 Maio - Ivan Ziatyk, Sacerdote, 17 maio - Tarsicia (Olga) Mackiv, Monja, 18 Julho - Olympia (Olha) Bidà, Suora, 28 Janeiro - Laurentia (Leukadia) Harasymiv, Monja, 26 agosto - Volodymyr Pryjma, Laico, 26 Junio

 
(as datas indicadas correspondem às de seu martírio) (*)Os varões casados podem ordenar-se nas Igrejas católicas de rito oriental.

• Domingo Loricato, Santo
Outubro 14  - Eremita,

Domingo Loricato, Santo

Domingo Loricato, Santo

Eremita

Martirologio Romano: Em San Severino Marche, do Piceno, em Itália, santo Domingo, chamado Loricato, pela couraça de ferro que levava junto ao corpo, presbítero da Ordem Camaldulense, que havendo sido ordenado simoniacamente, se fez monge eremita e, discípulo de são Pedro Damiani, levou uma vida austera e disciplinada (1060).
Etimologia: Domingo = Aquele que é consagrado o Senhor, vem do latim
La severidad con que el joven Domingo se condenó a hacer penitencia por un crimen que él no había cometido, es un reproche para todos aquellos que, tras de ofender a Dios a sabiendas, esperan el perdón, sin poner las condiciones de la verdadera penitencia. Los padres de Domingo, que ambicionaban para su hijo una brillante carrera eclesiástica, regalaron al obispo una piel de cabra para que le ordenase sacerdote. Cuando Domingo se enteró de ello, .concibió graves escrúpulos sobre su ordenación y jamás volvió a celebrar la misa ni a ejercer los ministerios sacerdotales. Por entonces había en Umbría, en las fragosidades de los Apeninos, un santo varón llamado Juan de Montefeltro que se consagraba a la vida eremítica con sus dieciocho discípulos. Domingo acudió a él y le rogó que le admitiese en la comunidad. Juan de Montefeltro aceptó gustoso. El fervor con el que Domingo se entregó a la penitencia, era la mejor prueba de la pena que consumía su corazón, Algunos años después, hacia 1042, Domingo se retiró a la ermita de Fonte Avellana, gobernada entonces por San Pedro Damián.
El abad quedó sorprendido por el espíritu de penitencia de Domingo, por más que estaba acostumbrado a los ejemplos de penitencia heroica. Domingo vestía una especie de cota de malla de puntas aceradas, por lo cual se le apodó el "loriactus" o enmallado. Como si eso fuera poco, solía atarse cadenas en los miembros, y sus frecuentes disciplinas sobrepasaban toda medida. Se alimentaba exclusivamente de pan, yerbas y agua, en cantidades muy reducidas, y dormía de rodillas. Vestido con su coraza de cilicio y ceñido de cadenas acostumbraba hacer numerosas postraciones o permanecer con los brazos en cruz hasta que se agotaba su resistencia. El santo practicó ese género de penitencias hasta el fin de su vida. Dios le llamó a Sí pocos años después de que Domingo había sido nombrado superior de la ermita que San Pedro Damián fundó en San Severino. Santo Domingo rezó maitines y laudes con sus monjes la última noche de su vida, y murió cuando éstos empezaban a cantar prima, el 14 de octubre de 1060.

Outros Santos e Beatos
Outubro 14 Completando o santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

San Lúpulo, mártir
Na cidade de Cápua, na Campânia, santo Lúpulo, mártir (s. inc.).

São Fortunato,

bispo
Em Todi, cidade de Umbría, são Fortunato, bispo, que, como relata o papa são Gregório I Magno, demonstrou uma abundante caridade no cuidado dos enfermos (s. V).

Santa Manequilde,

virgem

No território de Châlons, em Champagne, da Gália, santa Manequilde, virgen (s. V).

Santo Jacobo Laigneau de Langellerie,

presbítero e mártir
Em Angers, em França, beato Jacobo Laigneau de Langellerie, presbítero e mártir, que durante a Revolução Francesa foi degolado por ser sacerdote (1794).

SAN GAUDENCIOSão Gaudêncio,

bispo
Em Rimini, na província de Emilia, santo Gaudêncio, bispo, que é venerado como primeiro pastor durante o tempo de perseguição (s. IV).

SAN DONACIANO

Santo Donaciano,

bispo
Na cidade de Brujas, na Gália Bélgica, santo Donaciano, bispo de Reims, cujas relíquias se conservam nessa povoação (389).

SAN VENANCIOSão Venâncio,

bispo
Na cidade de Luni, na Ligúria, comemoração de são Venâncio, bispo, que se ocupou do clero e dos monges, e foi amigo do papa são Gregório I Magno (s. VII).
SANTA 
ANGADRISMA

Santa Angadrisma,

abadessa
Em Beauvais, cidade de Neustria, santa Angadrisma, abadessa do mosteiro fundado por santo Ebrulfo, chamado Oratório (hoje Oroër) por possuir vários lugares de oração, de modo que se servia a Deus sem intermissão (c. 695).

BEATA ANA MARÍA ARANDA RIERA

Beata Ana María Aranda Riera,

virgem e mártir
Na localidade de Picadero de Paterna, na região espanhola de Valência, beata Ana María Aranda Riera, virgem e mártir, que durante a perseguição contra a fé derramou seu sangue por Cristo (1936).

Beatos Estanislao Mysakowski e Francisco Roslaniec,

presbíteros e mártires

BEATOS ESTANISLAO MYSAKOWSKI y FRANCISCO ROSLANIECNo campo de concentração de Dachau, perto de Munich, na Baviera, de Alemanha, beatos Estanislao Mysakowski e Francisco Roslaniec, presbíteros e mártires, que durante a guerra, ao ser ocupada Polónia por gente contrária a Deus e aos homens, consumaram seu martírio na câmara de gás (1942).

92971 > Santa Angadrisma Badessa  MR
93317 >
Beata Anna Maria Aranda Riera Vergine e martire  MR
29550 >
San Callisto I Papa  - Memoria Facoltativa MR
90230 >
San Celeste (Celestio) di Metz Vescovo 
90940 >
San Domenico Loricato Monaco  MR
91643 >
San Donaziano di Reims Vescovo  MR
74145 >
San Fortunato di Todi Vescovo  MR
94644 >
Beato Francesco da Silos Mercedario 
90632 >
San Gaudenzio (Gaudenzo) di Rimini Vescovo e martire  MR
74170 >
Beato Giacomo Laigneau de Langellerie Martire  MR
74140 >
Santi Lupulo e Modesto Martiri a Cápua  MR
74155 >
Santa Manechilde Vergine  MR
92941 >
Beato Romano (Roman) Lysko Sacerdote e martire  MR
93090 >
Beati Stanislao Mysakowski e Francesco Roslaniec Sacerdoti e martiri  MR
74165 >
San Venanzio di Luni  MR

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António Fonseca

Veja a http://tv.cm-porto/ na internet

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93º aniversário da última aparição em Fátima, da Virgem Santíssima, Mãe de Deus

Peregrinação Aniversária - 12 e 13 de Outubro


Peregrinação Aniversária ao Santuário de Fátima

Nos dias 12 e 13 de Outubro, a Renascença transmite a Peregrinação Aniversária ao Santuário de Fátima. As cerimónias serão presididas pelo Cardeal Arcebispo de São Salvador da Baía, Brasil, D. Geraldo Majella Agnelo.
A Peregrinação Internacional Aniversária de Outubro 2010 terá como tema “Afeiçoai-vos às coisas do alto” (CI 3,2).
A Renascença transmite as cerimónias em direto do Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, na Terça-feira às 21h30 e na Quarta-feira às 10h.

António Fonseca

Nº 1154 - 13 DE OUTUBRO DE 2010 SANTOS DE CADA DIA

 

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

93º ANIVERSÁRIO

DA ÚLTIMA APARIÇÃO DA VIRGEM SANTÍSSIMA NA COVA DA IRIA, EM 13 DE OUTUBRO DE 1917, AOS PASTORINHOS IRMÃ LÚCIA E A SEUS PRIMOS, IRMÃOS FRANCISCO E JACINTA.

Ver mais detalhes no meu blogue nº 1000, publicado em 13 de Maio de 2010, se desejarem recordar vários textos que ali editei.

António Fonseca

 

• Alexandrina María da Costa, Beata
Outubro 13 Apóstola do sofrimento reparador,

Alejandrina María da Costa, Beata

Alexandrina María da Costa, Beata

Laica

Martirológio Romano: No lugar de Balasar, perto de Braga, em Portugal, beata Alexandrina María da Costa, que ao tentar fugir de quem a perseguia com más intenções, caiu, ficando paralisada de todos seus membros, encontrando na contemplação da Eucaristia o modo de oferecer ao Senhor todas as suas dores por amor de Deus e dos irmãos mais necessitados (1955).
Laica portuguesa, membro da União de Cooperadores Salesianos, apóstola do sofrimento reparador (data de beatificação: 25 de abril de 2004).
Nasceu em Balasar, província e distrito do Porto e arquidiocese de Braga (Portugal) em 30 de Março de 1904, e foi batizada em 2 de abril seguinte, Sábado santo. Foi educada cristãmente por sua mãe, junto com sua irmã Deolinda. Alexandrina permaneceu com sua família até aos sete anos; depois foi enviada a Póvoa do Varzim, onde se alojou com a família de um carpinteiro, para poder assistir à escola primária, pois não a tinha em Balasar. Ali fez a primeira comunhão em 1911; no ano seguinte recebeu o sacramento da confirmação.
Depois de dezoito meses, voltou a Balasar. Com sua mãe e sua irmã mudou-se logo, para viver na localidade de «Calvário», onde permaneceu até sua morte.
Começou a trabalhar no campo. Sua adolescência foi muito feliz; tinha um carácter comunicativo, e era muito apreciada por suas companheiras. Sem embargo, aos doze anos adoeceu: uma grave infeção (talvez “tifo”) a levou a um passo da morte. Superou o perigo, mas em consequência disso, sua constituição ficou debilitada para sempre.
Quando tinha catorze anos sucedeu um facto decisivo para sua vida. Era em Sábado santo de 1918. Nesse dia ela, sua irmã Deolinda e uma rapariga aprendiz realizavam seu trabalho de costura, quando se deram conta de que três homens tratavam de entrar em sua casa. Apesar das portas estarem fechadas, os três conseguiram forçá-las e entraram. Alexandrina, para salvar sua pureza ameaçada, não duvidou em se atirar pela janela desde uma altura de quatro metros. As consequências foram terríveis, embora não imediatas. Com efeito, As diversas visitas médicas a que se submeteu sucessivamente diagnosticaram sempre com maior claridade um factor irreversível.
Até aos dezanove anos pôde ainda arrastar-se até à igreja, onde, totalmente contrafeita, permanecia sempre, com grande admiração de toda a gente. A paralisia foi progredindo cada vez mais, até que as dores voltaram horríveis, as articulações perderam seu movimento e ela ficou completamente paralítica. Era em 14 de abril de 1925. Nos restantes trinta anos de sua vida Alexandrina não pôde levantar-se da cama.
Até ao ano 1928 não deixou de pedir ao Senhor, por intercessão da Virgem, a graça da cura, prometendo que, se se curasse, se faria missionária. Mas, quando compreendeu que o sofrimento era sua vocação, o abraçou com prontidão. Dizia: «Nossa Senhora me concedeu uma graça ainda maior. Primeiro a resignação, depois a conformidade completa à vontade de Deus e, por último, o desejo de sofrer».
A este período remontam seus primeiros fenómenos místicos, quando iniciou uma vida de profunda união com Jesus no sacrário, por meio de Maria Santíssima. Um dia que estava só, lhe veio improvisadamente este pensamento: «Jesus, tu estás prisioneiro no sacrário e eu em meu leito por tua vontade. Faremos companhia um ao outro».
Desde então começou sua primeira missão: ser como a lâmpada do sacrário. Passava suas noites como peregrinando de sacrário em sacrário. Em cada missa se oferecia ao eterno Pai como vítima pelos pecadores, junto com Jesus e segundo suas intenções. Na medida en que percebia de maneira mais clara sua vocação de vítima, crescia nela o amor ao sofrimento. Fez o voto de fazer sempre o que fosse mais perfeito.
De sexta-feira 3 de outubro de 1938 a 24 de Março de 1942, ou seja, 182 vezes, viveu cada sexta-feira os sofrimentos da Paixão. Superando seu estado habitual de paralisia, descia do leito e com movimentos  gestos acompanhados de fortíssimas dores, reproduzia os diversos momentos da via sacra, durante três horas e meia.
«Amar, sofrer, reparar» foi o programa que lhe indicou o Senhor. Desde 1934, por mandato de seu diretor espiritual, punha por escrito tudo o que lhe dizia Jesus.
Em 1936, por ordem de Jesus, pediu ao Santo Padre a consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria. Esta súplica foi várias vezes renovada até 1941, pelo que a Santa Sede interrogou três vezes ao arcebispo de Braga sobre Alexandrina. Em 31 de outubro de 1942, Pío XII consagrou o mundo ao Coração Imaculado de Maria com uma mensagem transmitida a Fátima em língua portuguesa. Este acto foi renovado em Roma na basílica de São Pedro em 8 de dezembro do mesmo ano.
Desde 27 de março de 1942, Alexandrina deixou de se alimentar, vivendo só da Eucaristia. Em 1943, durante quarenta dias e quarenta noites, seu jejum absoluto e sua anuria (supressão de urina…) foram estritamente controlados por médicos no hospital da Foz do Douro no Porto.
Em 1944 seu novo diretor espiritual a animou para que seguisse ditando seu diário, depois de constatar a altura espiritual a que havia chegado; ela obedeceu com docilidade até à morte. No mesmo ano 1944 Alexandrina inscreveu-se na União dos cooperadores salesianos. Rezou e sofreu pela santificação dos cooperadores de todo o mundo.
Apesar de seus sofrimentos, seguia interessando-se e empenhando-se em favor dos pobres, do bem espiritual dos paroquianos e de muitas outras pessoas que recorriam a ela. Promoveu tríduos, quarenta horas e exercícios quaresmais na sua paróquia.
Especialmente nos últimos anos de vida, muitas pessoas acudiam a ela inclusive desde longe, atraídas por sua fama de santidade; e bastantes atribuíam a seus conselhos sua conversão.
Em 7 de Janeiro de 1955 foi-lhe anunciado que seria o ano de sua morte. Em 12 de Outubro quis receber a Unção dos enfermos. Em 13 de Outubro, aniversário da última aparição da Virgem de Fátima, foi ouvida a exclamar: «Sou feliz, porque vou para o céu». Às 19,30 expirou.
(Texto: L’Osservatore romano, edição em língua espanhola, 23 de abril de 2004). Ver www.es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it.

SANTO EDUARDO III

Rei (1000-1066)

Santo Eduardo III, rei dos Anglo-Saxões, chamado o Confessor ou o Piedoso, nasceu pelos princípios do undécimo século. Foi sobrinho de um santo rei mártir, do seu mesmo nome, filho de Etelredo e de Ema, filha de Ricardo, duque da Normandia. Por singular e extraordinária eleição da divina Providência, foi jurado rei estando ainda no ventre de sua mãe, com prejuízo do príncipe Edmundo, seu irmão, primogénito do primeiro matrimónio, e de seu irmão, o príncipe Alfredo, que era primogénito do segundo. Juntos em cortes todos os Estados do reino, prevendo já a próxima irrupção e inundação dos dinamarqueses que ameaçavam a Inglaterra, convieram em reconhecer como herdeiro presuntivo da coroa o infante que a rainha trazia em suas entranhas, jurando-lhe fidelidade. Logo que nasceu, foi levado para a Normandia com toda a família real para fugir ao furor dos dinamarqueses. Todo o tempo que durou a educação que recebeu naquele desterro, observou-se então que, com toda a inocência de costumes, iam crescendo no tenro príncipe o horror ao vício e o amor à virtude. Sempre lhe parecia pouco o tempo que despendia na igreja. Sendo tão inimigo de todos os divertimentos, toda a sua recreação, logo ao concluir as horas de estudo e as suas devoções, era ir passar alguns instantes a qualquer mosteiro. Morreu por este tempo seu pai. Os dinamarqueses tiraram barbaramente a vida a seus dois irmãos, ajudados nesta façanha por Goduíno, um dos principais senhores de Inglaterra, levando tudo a fogo e sangue; pelo que se viu Eduardo herdeiro único do reino. Vivia nestes tempos calamitosos o santo bispo Britualdo, que teve um sonho muito consolador. Pareceu-lhe ver S. Pedro a ungir como rei o príncipe Eduardo, a prognosticar-lhe que reinaria em paz para felicidade dos seus vassalos. Disseram um dia a Eduardo os cortesãos que não poderia abrir caminho para o trono senão à ponta da espada; ao que respondeu prontamente, que nunca poria coroa alguma que lhe pedisse uma só gota de sangue. Subiu enfim ao trono dos seus maiores, depois da morte do rei Canuto e de seus filhos, restituindo logo a seus Estados a antiga felicidade. Antes de mais nada, reparou as igrejas que os inimigos haviam saqueado ou arruinado, edificou outras, fundou muitos mosteiros e ordenou que fossem dizer que o bem público da monarquia estava inseparavelmente ligado ao maior bem da Igreja. Dedicou todos os cuidados à reforma dos abusos, a pôr em ordem todas as coisas e a procurar que renascesse por toda a parte a justiça. Nunca os seus súbditos lhe mostraram de modo mais ostensivo o amor que lhe tinham, do que no dia em que foi consagrado, na Páscoa de 1041. Foi universal a alegria, inúmeros os votos que ao céu ofereceu toda a nação, para que lhe conservasse um príncipe tão bom. Os grandes do reino apertavam com ele para que se casasse, com o legítimo intento de dar um sucessor à coroa. Ignoravam que Eduardo havia feito voto de perpétua castidade. Mas havia-lhe destinado o céu uma esposa com todas as prendas dignas de uma rainha; esta desde a infância tinha resolvido conversar a sua virgindade. O rei declarou à rainha voto que tinha feito; a rainha, por sua parte, comunicou-lhe também o seu. O amor a Cristo Sacramentado correspondia à viva fé que o animava. Todos os dias gastava muitas horas diante do Santissimo Sacramento, despertando a fé dos cortesãos. Assistindo ao santo sacrifício da Missa, viu reflectidamente com os olhos corporais a Jesus Cristo, na forma humana, ao tempo da elevação da sagrada hóstia. Foi também dotado com o dom da profecia. estando a ouvir Missa em certa ocasião,, viu a morte do rei da Dinamarca com a perda de toda a sua esquadra; vinha operar um desembarque na Inglaterra: Notaram os circunstantes que tinha ficado extático, derramando depois abundantes lágrimas. Acabada a Missa, permitiram-se alguns grandes a liberdade de lhe perguntar o que significava aquela novidade; ele então referiu-lhes sinceramente o sucesso funestíssimo dos dinamarqueses e de sua armada, notícia que pouco depois se confirmou. Ganhou o coração de todos por sua doçura e afabilidade, ao mesmo tempo que a sua ardente caridade com os necessitados lhe mereceu o glorioso título de tutor dos órfãos e de pai dos pobres. Encontrou um dia na rua um pobre bastante paralisado, carregou com ele às costas e transportou-o à igreja. Premiou Deus no mesmo instante um acto tão heroico de caridade, porque o paralisado ficou são repentinamente. Seu tesoureiro-geral deixou um dia aberto o tesouro por inadvertência; certo oficial, sem reparar que o rei estava a ver, aproveitou-se da ocasião e furtou uma quantia considerável. Não lhe disse palavra o santo rei; mas, voltando o tesoureiro e reconhecendo o furto, suplicou a sua Majestade que mandasse abrir uma devassa. «Não farei tal, respondeu o suavíssimo rei, porque é natural que aquele que furtou esse dinheiro tivesse mais necessidade dele do que eu; mas tu tem cuidado de que para o futuro não sejam fáceis esses furtos». Além do terno e respeitoso amor que professava a Jesus Cristo e da ardente devoção à Santissima Virgem, sentia particularmente devoção para com S. João Evangelista, um dos principais protetores da virgindade. Por meio deste Santo recebeu o aviso de ter apenas seis meses de vida. Recebeu Santo Eduardo essa comunicação do seu insigne patrono com visíveis demonstrações de alegria; ordenou que se fizessem orações por todo o reino; por sua parte, dobrou as suas penitências e as demais obras boas. Foram, aqueles seis meses uma renovação de fervor e um continuado exercício de virtudes e obras de misericórdia. Enfim, tendo chegado o dia predito, que foi 5 de Janeiro de 1066, entregou a sua alma inocente nas mãos do Criador, por entre as lágrimas saudosas de toda a Inglaterra. O sagrado corpo foi levantado da terra 36 anos depois da sua morte, achando-se tão inteiro e fresco, com todos os membros tão flexíveis, como se estivesse vivo, e com os vestidos tão novos, como se acabassem de lhos fazer. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SANTO FAUSTO e companheiros

SÃO JANUÁRIO e SÃO MARCIAL

Mártires (307)

O ódio com que a gentilidade perseguiu a Igreja de Jesus Cristo provinha do seu aferro às velhas superstições do paganismo e ao erro deplorável de que eram essa crenças o sustentáculo do Império e a condição essencial da sua eterna permanência. Os imperadores publicaram terríveis decretos contra os cristãos, reputados a peste pública, para cuja execução enviavam, como governadores das províncias, homens que estivessem bem compenetrados da necessidade de os exterminar. Para a Espanha, entre outros, veio um, chamado Eugénio. Achavam-se por este tempo em Córdova, Fausto, Januário e Marcial, a quem vários escritores nacionais fazem irmãos, filhos de São Marcelo, centurião, ilustre mártir de Jesus Cristo. Educados no fervor da piedade, ansiosos de padecer o martírio, condoídos de ver a injustiça do governador romano, perseguidor dos seus irmãos na fé, apresentaram-se perante o seu tribunal e disseram-lhe: – «Que fazes ou pensas Eugénio? Porque persegues os servos de Deus em lugar de acreditares no que eles acreditam?» Surpreendido com esta apóstrofe, que tomou por ousadia, perguntou-lhes: – «Quem sois vós, desventurados, que assim ousais falar?» – «Nós, respondeu Fausto, somos cristãos; reconhecemos um só Deus verdadeiro, por quem tiveram o ser todas as criaturas: a Ele adoramos e reverenciamos; os vossos ídolos só têm o ser que lhes deram as mãos dos homens, sem que neles haja outra virtude senão a que a vossa cegueira lhes atribui; e com  tudo isso não vos envergonhais de adorar as obras das vossas mãos, deixando de fazê-lo com o Criador de todas as coisas». – «Que desespero vos impeliu a procurar a vossa perda?» – «Vós é que sois o desesperado, pois tendo ódio ao nome cristão, pode-se-vos perguntar que tendes com inocentes, que em nada vis ofenderam, cujo crime está em reconhecerem por seu Deus a Nosso Senhor Jesus Cristo». Não gostou Eugénio desta santa liberdade; para castigar o que ele reputava petulância, ordenou aos carrascos que estendessem o santo no cavalete e o atormentassem. Então falou Januário a Fausto, em presença do tirano, nestes termos: – «Tu padeces por nós, sendo certo que não tens mais culpa do que a que todos cometemos», ao que Fausto respondeu: – «Nós, que temos estado sempre unidos na terra, crede que estaremos também no céu». Ouvindo Eugénio estes e outros discursos, tendentes a mostrarem o ardente desejo que tinham de padecer, disse-lhes: – «Sei muito bem que estais unidos na impiedade, e que entre vós combinastes o que tendes aqui dito; portanto, cessai já de blasfemar chamando Deus ao que o não é». – «Muito te enganas, replicou Januário, em reputares impiedade a nossa uniformidade em confessar a Jesus Cristo por verdadeiro Deus na presença de um inimigo». Pelo que foi também estendido no cavalete como Fausto; e outro tanto fizeram a Marcial por se manter firme em igual confissão. Tentou novamente a Fausto para que sacrificasse aos deuses do Império; mas, vendo-o alegre em meio de tormentos, Eugénio mandou que lhe cortassem as orelhas, o nariz, as sobrancelhas e o lábio inferior, lhe arrancassem os dentes superiores, sem que o santo deixasse no meio desta carnificina de louvar ao Senhor. Julgou Eugénio que com semelhantes tratamentos intimidaria a Januário, e portanto dirigiu-lhe a palavra nestes termos: – «Já vês o estado a que reduziram a desobediência e obstinação deste teu correligionário; tem dó de ti mesmo, subtraindo-te à mesma crueldade». «Estás enganado, respondeu Januário, se julgas Fausto obstinado, porque professa com constância a verdadeira religião. Quanto a mim, jamais romperei os laços de caridade que a ele me unem; ninguém nos poderá demover da confissão do verdadeiro Deus, por cujo amor estamos resolvidos a sofrer quantos tormentos tu possa imaginar». Teve os mesmos tratamentos cruéis que Fausto. Voltando-se para Marcial, representou-lhe que não quisesse acompanhar os seus dois correligionários em tanta demência; Marcial manteve-se porém constante na mesma confissão, pelo que padeceu iguais suplícios, até que Eugénio, cansado de esperar que reconsiderassem a seu modo, os mandou queimar a todos. O sacrifício das três ilustres vítimas foi consumado a 18 de Outubro de 307. Não consumiu o fogo os veneráveis corpos de modo que não ficassem ossos e restos, que os fiéis guardaram a ocultas, até ao tempo da paz dada à Igreja. Nessa ocasião, edificaram um  templo em sua honra, do qual fala Santo Eulógio, muito concorrido de fiéis a celebrarem o seu culto. Essa igreja tomou depois o título de S. Pedro, porque foi neste dia que o rei São Fernando reconquistou Córdova aos mouros. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Rómulo, Santo
Octubre 13 Obispo,

Rómulo, Santo

Rómulo, Santo

Obispo

Martirologio Romano: En Matuta (hoy Sanremo), en la costa de la Liguria, san Rómulo, obispo de Génova, que, lleno de ardor apostólico, murió durante una visita pastoral (s. V).
Etimología: Rómulo = fundador de Roma. Viene de la lengua latina.

Cristo no vino a la tierra para ejercer un castigo, sino para que todo ser humano sea salvado, reconciliado, y descubra que Dios es amor y sólo amor.
Rómulo fue un obispo del siglo V.
El nombre mítico del fundador de Roma recorre el calendario una docena de veces.
Cuando se va estudiando su biografía, uno cae en la cuenta de que han sido mártires por defender su fe en Cristo el Señor.
El de hoy fue obispo de Génova en el siglo V.
¿Por qué se le conoce?
Hay dos característica en su vida que reflejan toda una vida que giró en torno a dos ejes fundamentales que, por otra parte, son los propios de cada cristiano:
En primer lugar, en todo cuanto hacía, pensaba y meditaba, le guiaba la luz de la fe. Sin esta lámpara encendida en su corazón no habría podido llevar a cabo lo que constituye su segundo eje.
La caridad sin límites. El amor de Dios, que ha venido para ayudar y para que todo el mundo se encuentre alegre y feliz, era el ímpetu que le lanzaba a recorrer la ciudad, las parroquias para tomar nota de las necesidades que padecían los predilectos de Dios, los pobres.
Dicen que agotado de tanto trabajo, murió en la paz de Dios. Y que desde el momento en que enterrado, su tumba comenzó a ser venerada por los genoveses y que incluso se hicieron varios milagros.
Cuando durante la invasión sarracena hubo que trasladar la sede episcopal a Villa Matutiana, se llevaron los restos de san Rómulo.
Históricamente no hay nada comprobado. Son leyendas inventadas en la Edad Media.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
Comentarios al P. Felipe Santos:
fsantossdb@hotmail.com

Magdalena Panattieri, Beata
Octubre 13 Virgen,

Magdalena Panattieri, Beata

Magdalena Panattieri, Beata

Virgen

Martirologio Romano: En la localidad de Trino, en el Monferrato, beata Magdalena Panatieri, virgen, hermana de Penitencia de Santo Domingo (1503).
Muchos autores consideran el hábito de los hijos de Santo Domingo símbolo por excelencia de la caridad y entrega al servicio del prójimo. Esa idea estuvo muy generalizada en una época, y numerosas personas tomaban el hábito de la tercera orden de Santo Domingo y vivían en sus casas el espíritu de caridad característico del fundador.
Santa Catalina de Siena es un ejemplo clásico; la Beata Magdalena Panattieri constituye otro. Magdalena nació y vivió toda su vida en el pueblecito de Trino-Vercellese del marquesado de Monte Ferrato, entre el Piamonte y la Lombardía. Antes de cumplir los veinte años, Magdalena hizo voto de castidad perpetua e ingresó como terciaria de Santo Domingo, en una cofradía de jóvenes que se consagraban a las obras de piedad y beneficencia. La vida de la Beata Magdalena no tiene nada de pintoresco. Cosa extraña: Magdalena no parece haber sido víctima de ninguna persecución y pronto llegó a ser un personaje de importancia en su pueblo. La caridad con que se consagraba al cuidado de los niños pobres, en cuyo favor realizó varios milagros, le facilitaba la tarea de convertir a los pecadores. Por estos últimos oraba y se imponía continuamente nuevas penitencias; pero no vacilaba en reprenderlos severamente, sobre todo a los usureros. La beata tenía gran facilidad de palabra y empezó a dar una serie de conferencias a las mujeres y a los niños en un salón llamado "la capilla del marqués", contiguo a la iglesia de los dominicos; pronto empezaron a acudir, a las conferencias también los hombres y aun los sacerdotes y religiosos, y el superior de los dominicos solía enviar a los novicios a escuchar las fervorosas exhortaciones de Magdalena.
Gracias a los esfuerzos de la beata, los dominicos empezaron, a practicar más estrictamente la observancia. El año de 1490, el Beato Sebastián Maggi fue de Milán a Vercellese para ratificar ese movimiento de reforma. Por entonces, los dominicos estaban envueltos en un pleito con uno de los miembros del consejo de Milán. El consejero abusó tanto de su poder, que fue excomulgado por Roma. En la terrible confusión que produjo esa sentencia, un joven abofeteó públicamente a Magdalena, la cual le presentó la otra mejilla, cosa que no hizo sino enfurecer más al agresor. Los habitantes de Vercellese vieron una especie de señal del cielo en el hecho de que el violento joven,
que se llamaba Bartolomé Perduto, murió trágicamente un año más tarde, y el consejero de Milán falleció también a consecuencia de una terrible enfermedad. La beata lloró esas muertes sinceramente. Según parece, Magdalena profeetizó las calamidades e invasiones que iban a abatirse sobre el norte de Italia en el siglo XVI. Los habitantes de Vercellese, que inexplicablemente no sufrieron daño alguno, atribuyeron a la intercesión de la beata ese favor. Sin embargo, en 1639, la población fue cañoneada por los españoles y los napolitanos, y las reliquias de Magdalena fueron destruidas.
Cuando Magdalena comprendió que se aproximaba el momento de su muerte, mandó llamar a todas las terciarias, a las que se unieron muchas otras personas, y les prometió orar por ellas en el cielo, diciendo: "No podría ser feliz en el cielo, si vosotras no estuviérais ahí." La beata entregó apaciblemente el alma a Dios, en tanto que los presentes entonaban el salmo 30. Los habitantes de Trino-Vercellese veneraban a Magdalena como santa desde antes de su muerte, ocurrida el 13 de octubre de 1503. El Papa León XII confirmó el culto de la beata.

Chelidonia (Celidónia ou Quelidónia), Santa
Octubre 13 Eremita,

Chelidonia (Celidonia o Quelidonia), Santa

Chelidonia (Celidonia o Quelidonia), Santa

Eremita

Martirologio Romano: Cerca de Subiaco, en el Lacio, santa Quelidona o Celidona, virgen, que, como dice la tradición, durante cincuenta y dos años condujo vida solitaria y austera, dedicada únicamente a Dios, (1152).
Etimología: Chelidonia = golondrina. Viene de la lengua griega.

Esta chica, de nombre original y que no mucha gente lo lleva, disfrutaba con la soledad. Se pasó nada menos que 60 años en el monte que rodea la ciudad de Abruzzo, Italia.
Este lugar era entonces un itinerario importante para lograr la santidad, debido, en parte, a las huellas de san Benito y a su inmensa obra religiosa.
Fue aquí a donde se retiró la primera vez para llevar una vida de penitencia y oración.
Fundó doce eremitorios. Hoy queda sólo el de santa Escolástica, hermana de san Benito.
Esta joven se fue en peregrinación a Roma. A su vuelta, tomó el hábito de monja en el monasterio de santa Escolástica. Esto significa que lo hizo en la comunidad femenina más antigua de Occidente.
Su vida estuvo marcada por el silencio, la oración, la meditación y la contemplación
La muerte le sobrevino en 1152. Cuatro siglos más tarde, sus reliquias se llevaron a la iglesia de santa Escolástica, en donde se veneran.
Ahora, ya sin sus vuelos como las golondrinas de una parte para otra por el monte, se le honra como a la patrona principal de la diócesis de Subiaco.
Posiblemente, en nuestros días habría menos estrés e infartos si mucha gente dedicara algunos días a lo que hizo Chelidonia. Sería la mejor terapia para todo aquel que siente necesidad de paz interior. Y es un hecho que las hospederías de los monasterios se encuentran llenas todo el año de personas que buscan el silencio.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
Comentarios al P. Felipe Santos:
fsantossdb@hotmail.com

Outros Santos e Beatos
Outubro 13 Completando o santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos

São Teófilo, bispo
Comemoração de são Teófilo, bispo de Antioquia, varão muito erudito, que ocupou esta sede como sexto sucessor de são Pedro e compôs um livro para defender a fé ortodoxa contra o herege Marción (s. II).

São Florêncio, mártir
Em Tessalónica, cidade de Macedónia, são Florêncio, mártir, que, segundo a tradição, depois de vários tormentos morreu queimado vivo, (c. s. III).

São Lubêncio, presbítero
Em Kobern, junto ao Mosela, no território de Tréveris, são Lubêncio, presbítero (s. IV).

São Venâncio, abade
Em Tours, da Gália Lugdunense, são Venâncio, abade, o qual, tendo-se casado na sua juventude, ao visitar a basílica de são Martinho se comoveu ante a vida dos monges e, com a permissão de sua esposa, se juntou a eles para viver para Cristo (s. V).

São Leobono, eremita
Em Salagnac, no território de Limoges, em Aquitânia, são Leobono, eremita (s. inc.).

São Comgano, abade
Na ilha de Iona, na Escócia, sepultura de são Comgano, abade, que chegou a esta região procedente de Hibernia, junto com sua irmã santa Kentigerna, os filhos desta e alguns missionários (s. VIII).

São Simberto, abade e bispo
Em Augsburgo, de Baviera, na Germânia, são Simberto, bispo, que antes foi abade de Mürbach (c. 807).

São Geraldo, laico
Em Cierges, na região de Auvernia, na Gália, são Geraldo, que, sendo conde de Aurillac, foi um exemplo para os demais príncipes por haver vivido como monge com hábito secular, procurando o bem das regiões que tinha encomendadas (909). ...[ler hagiografia]

90074 > Beata Alessandrina Maria da Costa  MR
91966 > San Benedetto Martire 
90479 > Santa Chelidonia di Subiaco Solitária  MR
92970 > San Comgano Abate  MR
92969 > Santi Fausto, Gennaro e Marziale Martiri  MR
74105 > San Fiorenzo di Tessalonica Martire MR
94643 > Beati Francesco da Torquemada e Alfonso de Ossorio Mercedari 
92106 > San Geraldo D'Aurillac  MR
94943 > Beato Gerardo Fondatore dell'Ordine di Malta 
74130 > San Leobono Eremita  MR
74110 > San Lubenzio  MR
90480 > Beata Maddalena Panattieri Domenicana  MR
74125 > Santa Parasceve la Giovane Eremita 
74100 > San Romolo di Genova Vescovo  MR
74135 > San Simperto (Simberto) Vescovo  MR
90478 > San Teofilo di Antiochia Vescovo  MR
74120 > San Venanzio di Tours Abate  MR

www.jesuitas.pt – do livro SANTOS DE CADA DIA; www.santiebeati.it; e www.es.catholic.net/santoral

 

António Fonseca