OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

SALVÉ–21-OUTUBRO (1940-2010 = 70 ANOS)

 

Quero manifestar aqui os meus desejos de um

Muito Feliz Aniversário,

cheio das Bênçãos do Senhor e muita

 PAZ, SAÚDE e AMOR (a Deus e aos homens),

ao Reverendo Padre Doutor MANUEL CORREIA FERNANDES,

Pároco da Igreja da Senhora do Porto

e da Comunidade de S. Paulo do Viso

Director da VOZ PORTUCALENSE, (além de outros cargos)

que hoje completa 70 anos de idade,

e que Deus permita que o seja por muitos mais anos, o

NOSSO PASTOR

 

António Fonseca

Nº 1162 - 21 DE OUTUBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

 

SANTO HILARIÃO

Eremita (por 372)

Hilarión de Gaza, Santo

Hilarión de Gaza, Santo

Eremita

A figura de Santo Hilarião tornou-se popularíssima na Idade Média sobretudo por causa dos seus milagres. Hoje tem para nós especial interesse e dá-nos oportunas lições. Jovem rico e com futuro, soube desfazer-se de quanto lhe pesava, a fim de voar para as alturas da perfeição evangélica; retirou-se das relações com o mundo e buscou no deserto o paraíso. Teve a sorte de encontrar um grande cantor das suas façanhas em S. Jerónimo e hoje podemos seguir passo a passo o decorrer simples da sua vida pura e transparente como a água de regato escondido. Nasceu Santo Hilarião em Tabada, perto de Gaza, na Palestina, cidade mediterrânica aberta às estradas infinitas do mar. seus pais eram pagãos e aos dez anos enviaram-no para Alexandria, a fim de beber lá as águas mais puras e fortes da filosofia e da arte. Os planos de Deus eram outros. Alexandria tinha-se aberto à luz da verdade cristã e contava grande e fervorosa comunidade. Sobretudo floresciam nela grandes sábios e mestres do saber simples do Evangelho. Orígenes e Clemente tinham tido ilustres continuadores e a escola catequética da Alexandria seguia cada vez mais florescente. Hilarião encontrou o sábio Áquila, ilustre figura da catequese e ciência bíblica cristã . A sua palavra comoveu-o e descobriu-lhe horizontes infinitos de luz e verdade. Hilarião encontrou a sabedoria de Cristo e foi batizado. Outro mestre enchia com a sua potente voz – a voz da vida e do exemplo – as igrejas e reuniões cristãs de Alexandria. Era Antão, que há vinte anos vivia separado na solidão do deserto, como poderoso íman que atrai a si as partículas mais pequenas de metal puro e bom. O jovem Hilarião sentiu-se entusiasmado pelas coisas que se contavam, do grande Antão. Foi à busca dele, ao retiro de Arsinoé, seguindo o curso do rio Nilo; conquistado com a palavra e a vida dele, pediu-lhe que o admitisse entre os seus discípulos. Antão resistiu a que ele estivesse mais de dois meses, porque era muito jovem para ficar definitivamente no deserto. O quem é certo é que a Providência queria Hilarião para que levasse à Palestina a vida que ele tinha inaugurado no Egipto. Ao despedir-se, disse-lhe Antão: «Persevera, jovem, até ao fim, para conseguires saborear o fruto doce dos teus trabalhos». Hilarião voltou à Palestina e entrou em Gaza com o tesouro da sua juventude e da sua fé cristã. Os pais tinham morrido; ele vendeu o rico património que lhe tinham deixado, distribuiu-o todo entre os pobres, segundo o conselho do Evangelho, e retirou-se para o vizinho deserto de Majuma, lugar abrupto e impenetrável. Diante o mar, atrás rochas escarpadas, dos lados uma lagoa, palmeiras, cedros e figueiras bravas. Ainda que a sua compleição fosse débil, segundo o testemunho de S. Jerónimo, ali ficou apenas com um saco grosseiro, a cogula de peles e uma manta. Construiu uma choça  de juncos e ramos, que fortificou com pedras, tendo de altura cinco pés e de largura quatro. A cama era o chão e a enxerga uns juncos da lagoa vizinha, Comia uma só vez por dia, ao pôr do Sol, e não mais que cinco figos. Nunca lavou nem mudou a túnica até ela lhe cair aos pedaços. Para a festa da Páscoa, cortava as unhas e o cabelo. Não tinha ainda vinte anos quando principiou esta vida de rigor, que pouco a pouco lhe foi roubando as forças do corpo, a vivacidade dos olhos, a cor agradável e graciosa da face. mais tarde consentiu em comer um pedaço de pão e em adubar as ervas com azeite. Com este regime de penitência  prolongadas orações e trabalho constante, passou os primeiros anos do seu isolamento, buscando a harmonia do próprio ser e a obediência da carne ao espírito. Se o corpo pedia o que lhe tocava e a tentação levantava a voz, respondia resoluto o soldado de Cristo: «Eu farei, burrinho, que não escoiceies; não te alimentarei com cevada mas com palha; farei que sofras fome e sede, e porei aos teus ombros uma carga pesada». Diminuía a ração e aumentava o trabalho; suco de ervas, figos de dois ou de três dias; tecia cestinhos de vime, cultivava a terra e orava. Passados 22 anos de luta, de esquecimento e de solidão, o mundo começou a dar conta dele. A luz não se podia esconder debaixo do alqueire. Acorreu a gente ao deserto, pediam-lhe orações, milagres e direcção. A voz do espírito soou então aos seus ouvidos, chamando-o para mais longe. Acabava de morrer o grande Antão. O nosso santo partiu para o Egito; já não é um jovem de 20 anos. O rosto está emagrecido, pálido,  os olhos encovados, mas no seu interior arde a chama da fé e do amor. Visitou os desertos dum e doutro lado do Nilo, repassou pelos lugares habitados por seu mestre Antão; chorava de consolado, beijava as paredes da cela e pisava a esteira dele para recolher o calor da caridade. Visitou Alexandria, cidade da sua juventude e seu baptismo, e quis ficar num deserto próximo. veio a saber que os emissários de Julião Apóstata o procuravam para dar-lhe a morte; diante disso, resolveu embarcar para o Ocidente. Arribou à Sicília; viveu muito tempo no promontório de Pachinum; subiu em seguida para a Dalmácia e navegou de novo até à ilha de Chipre; cheia de recordações santas de Paulo e de Barnabé. O bispo dela era um santo, o grande Santo Epifânio. Os dois fizeram-se amigos desde o primeiro momento. Hilarião admirou a ciência de santo Epifânio e este a santidade do peregrino. Quando morreu Santo Hilarião, pelo ano de 372, Santo Epifânio foi o seu primeiro panegirista. Na morte não tinha deixado senão uma túnica de esparto, um manto, uma cogula e um Evangelho. Seu discípulo Esíquio recolheu tão preciosas relíquias e transportou o cadáver para a Palestina. A gente de Gaza saiu a receber o santo, que foi honrado da mesma maneira que os mártires. Santo Hilarião foi dos primeiros confessores venerados como santos; na verdade, esta honra reserva-se no principio só para os mártires. Deixou-nos S. Jerónimo um facto sobre a sua morte, que depois recolheram todos os autores ascéticos. A parte sensível resistia a dar o passo definitivo para a eternidade, já agonizante, dizia a si mesmo: «Sai, minha alma. De que tens medo? Há uns setenta anos que serves a Cristo e agora tens medo de morrer?». Grande ensinamento este último de tão insigne varão. Tinha militado  toda a sua vida como fiel soldado debaixo da bandeira de Cristo, sempre na primeira linha. Podia com razão olhar alegre para o dia da vitória. A carne resistia a morrer; o juízo de Deus talvez se lhe apresentasse com o terrível. Mas ele podia consolar-se com a sua vida de austeridade, de amor e apostolado. felizes de nós, se naquela hora, de que depende a nossa sorte definitiva e eterna, pudermos também animar-nos com as mesmas palavras de Santo Hilarião: «Há uns 70 anos que serves a Cristo. De que tens medo?». 

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

SANTA ÚRSULA  e as 11 000 Virgens

Úrsula y compañeras, Santa

Úrsula e companheiras, Santa

Mártir

 

No século IX descobriu-se em Colónia, numa igreja do século IV, uma epígrafe confusa, cujo princípio «XI M» se podia ler Onze Mártires ou Onze Mil. Adoptou-se a segunda leitura; e ficou entendido que fora para honrar 11 000 virgens martirizadas nesse local que a sobredita igreja foi construída. Na narrativa, chamada Paixão, fabricada para contar a história delas, lia-se que tinham fugido da Inglaterra com Úrsula, filha do rei, para escapar aos Saxões pagãos, que, segundo Úrsula ficara sabendo na oração, iam invadir esse país. Por desgraça, quando o navio com  elas chegou a Colónia, já lá estava Átila com os seus Hunos. Ele quis casar-se com a princesa Úrsula e destinou para esposas dos seus guerreiros as outras. Mas tendo todas recusado sacrificar a própria virgindade, todas foram assassinadas; e ficou havendo, disse-se, mais de 11 000 «virgens e mártires» no paraíso. O bom êxito deste romance foi enorme. Santa Úrsula tornou-se popular na Europa inteira; a universidade de Paris e o instituto de Santa Ângela Merici (Ursulinas) tomaram-na como padroeira. Todas as igrejas quiseram ter relíquias das Onze Mil Virgens; graças a um antigo cemitério descoberto em Colónia em 1106, foi possível satisfazer tantos pedidos.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it. Comentários ao P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

 

SÃO GONÇALO DE LAGOS

(Ver dia 27 de Outubro, neste Livro SANTOS DE CADA DIA)

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

 

SÃO GASPAR DEL BÚFALO

Fundador (1786-1863)

Filho do empregado do príncipe Altiéri, Gaspar nasceu em 1786 e estudou no Colégio Romano; pensou entrar na Companhia de Jesus, estabelecida em 1814. Foi ordenado sacerdote em 1808 e, porque se recusou a prestar juramento de fidelidade a Napoleão, passou cinco anos no cárcere. reapareceu, desde que terminou a aventura imperial de Bonaparte, e foi encarregado por Pio VII de pregar missões na Itália do Centro. O carácter um pouco teatral que lhes dava e a sua eloquência trovejante produziram grandes resultados. para ajudar no seu labor apostólico, fundou em 1818 o Instituto dos Padres do Preciosíssimo Sangue. Faleceu a 28 de Dezembro de 1836. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Carlos I da Áustria (ou Carlos de Habsburgo)

Karl of Austria.jpg Carlos I de Habsburgo, Beato

Beato

Carlos I da Áustria e IV da Hungria ou Carlos I de Habsburgo-Lorena nasceu no dia 17 de agosto de 1887 em Persenbeug (Baixa Áustria) e morreu no Funchal no dia 1º de abril de 1922. O seu nome de baptismo era Karl Franz Josef Ludwig Hubert Georg Maria von Habsburg-Lothringen. Foi o último Imperador da Áustria, Rei da Hungria e Boêmia, entre 1916 e 1918. Ficou conhecido como Carlos I da Áustria, IV da Hungria e III da Boémia. A Igreja Católica o designa como Beato Carlos da Áustria, Imperador.

Primogénito do Arquiduque Otto e da Princesa Josefa de Saxónia. Sucedeu seu tio avô Francisco José I. Antes de ascender ao trono prestou serviços no exército. Converteu-se em sucessor em 1914 após o assassinato do seu tio, o Arquiduque Francisco Ferdinando em Sarajevo, Bósnia, motivo para o início da Primeira Guerra Mundial.

Sem suficiente capacidade de manobra, durante o ano de 1917, manteve a revelia da Alemanha uns polêmicos contatos com o governo francês para tratar de alcançar a paz por separado com os aliados através de seu cunhado, o Príncipe Sexto de Borbón-Parma, que fracassaram. Com a derrota da Áustria-Hungria na guerra e iniciada a dissolução do Império, renunciou ao cargo de chefe de Estado em 11 de novembro de 1918 mas não aos seus direitos como chefe da dinastia e ao trono. Partiu para o exílio na Suíça.

Em 1921, com escasso apoio político, participou de uma conspiração para restaurar a monarquia na Hungria. Sem embargo, o almirante Miklós Horthy o traiu e conseguiu retirar-lhe o trono, expulsou de seu país e converteu-se em regente de uma Hungria que se definia como "reino com o trono vago".

O imperador Carlos morreu de pneumonia na ilha da Madeira no ano de 1922. Seus restos ainda permanecem na ilha, na Igreja de Nossa Senhora do Monte, com permissão dos seus sucessores. Ver www.wikipedia.com

 

Vendelino, Santo
Outubro 21 Eremita,

Vendelino, Santo

Vendelino, Santo

Eremita

Martirológio Romano: Em Tréveris, de Austrásia, em território que hoje pertence a Alemanha, santo Vendelino, eremita (s. VII).

Príncipe de Escócia, nascido no ano 534, filho do rei Forchado e da Rainha Irelina. Foi educado pelo bispo local, Vendelino decidiu abandonar a vida da família real, e consagrar-se a Deus. Vestido de peregrino, Vendelino saiu de seu castelo no meio da noite, e deixou a vida mundana para trás.
Peregrinou a muitos lugares sagrados, chegando a Roma em 574. Durante uma audiência com o Papa Bento I, que lhe disse que seguisse seu desejo de ter uma vida unida a Deus. Viveu por uns tempos em Einsidel, Alemanha e logo como ermitão no bosque de Westerich.
Durante uma viagem aos santuários em Tréveris, segundo informações, conheceu a um rico ladrão de caminhos. O ladrão o admoestou que fosse um mendigo quando obviamente era muito capaz de ganhar a vida. Trabalhou para o ladrão como  porqueiro, até que encontrou que não havia tempo para suas orações. Foi transferido a criar gado, Vendelino de novo teve tempo para a oração. Sem embargo, o rebanho que atendia cresceu tão rápido que cedo se encontrou outra vez com excesso de trabalho. Desta vez foi transferido a cuidar ovelhas, um trabalho tradicionalmente destinado às crianças ou aos homens mais velhos, já que era menos exigente fisicamente. Ainda quando seu rebanho cresceu, tinha tempo para a oração. A lenda diz que Deus transportava a Vendelino e seus rebanhos à antiga ermida muitas vezes, e logo regressava pela noite.
No ano 590 era ermitão em Tréveris, e em 597 era abade em Tholey, onde faleceu por volta do ano 617.

Bertoldo de Parma, Santo
Outubro 21 Irmão Leigo,

Bertoldo de Parma, Santo

Bertoldo de Parma, Santo

Hermano Lego

Etimologia: Bertoldo = O chefe esplêndido. Vem da língua alemã.
Foi um irmão leigo do século XII.
Leigo é aquele membro de uma Orden religiosa que não é sacerdote.
Entre os nomes grandes deste dia, estão santa Ursula e companheiras mortas em Colónia por defender sua virgindade.
Bertoldo provinha de uma família estrangeira que se havia estabelecido em Parma, em que nasceu e morreu no ano
1106.
O pai era inglês e a mãe bretã. Viviam em Itália como pobres artesãos no trabalho que lhes aparecia.
Chegaram a Itália fugindo das invasões normandas que faziam estragos em Inglaterra.
A princípio se estabeleceram en Milão. O pai começou a trabalhar de sapateiro.
A vida era dura. Então emigraram para Parma onde nasceu Bertoldo em
1072.
Aos sete anos trabalhava ajudando a seu pai arranjando sapatos. Aos 12 sentiu que Deus o chamava para viver numa Ordem religiosa entregue plenamente a Deus.
O pai lhe pôs dificuldades, pois havia posto grandes esperanças em seu amado filho.
Bertoldo tinha uma ideia clara de sua vocação e ao mesmo tempo muito firme. Foi para o convento dos monges beneditinos. Viveu a Regra com pontualidade e zelo. Era obediente e humilde. Foi como peregrino a Roma e a França. Fez numerosas curas.
¡Felicidades a quem leve este nome!
Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

Laura de Santa Catalina de Siena, Beata
Outubro 21 Religiosa fundadora

Laura de Santa Catalina de Siena, Beata

Laura de Santa Catalina de Siena, Beata

Fundadora da Congregação das Irmãs Missionárias
de María Imaculada e Santa Catarina de Siena
(Missionárias de María)

Martirológio Romano: No lugar de Belencito, perto de Medellín, na Colômbia, beata Laura de Santa Catalina de Siena Montoya y Upeguí, virgem, que, com notável sucesso, se dedicou a anunciar o Evangelho entre os povos indígenas que ainda desconheciam a fé em Cristo e fundou a Congregação das Irmãs Missionárias de María
Etimologia: Laura = Aquela que triunfa, vem da língua latina
Data de beatificação: 25 de abril de 2004.

La Madre Laura de Santa Catalina de Siena (Laura Montoya Upegui), estando aquí, en la Basílica de San Pedro en el mes de noviembre del año 1930, después de una viva oración eucarística escribe: «Tuve fuerte deseo de tener tres largas vidas: La una para dedicarla a la adoración, la otra para pasarla en las humillaciones y la tercera para las misiones; pero al ofrecerle al Señor estos imposibles deseos, me pareció demasiado poco una vida para las misiones y le ofrecí el deseo de tener un millón de vidas para sacrificarlas en las misiones entre infieles! Mas, ¡he quedado muy triste! y le he repetido mucho al Señor de mi alma esta saetilla: ¡Ay! Que yo me muero al ver que nada soy y que te quiero!».
Esta gran mujer que así escribe, la Madre Laura Montoya, maestra de misión en América Latina, servidora de la verdad y de la luz del Evangelio, nació en Jericó, Antioquia, pequeña población colombiana, el 26 de Mayo de 1874, en el hogar de Juan de la Cruz Montoya y Dolores Upegui, una familia profundamente cristiana. Recibió las aguas regeneradoras del Bautismo cuatro horas después de su nacimiento. El sacerdote le dio el nombre de María Laura de Jesús. Dos años tenía Laura cuando su padre fue asesinado, en cruenta guerra fratricida por defender la religión y la patria. Dejó a su esposa y sus tres hijos en orfandad y dura pobreza, a causa de la confiscación de los bienes por parte de sus enemigos. De labios de su madre, Laura aprendió a perdonar y a fortalecer su carácter con cristianos sentimientos.
Desde sus primeros años, su vida fue de incomprensiones y dolores. Supo lo que es sufrir como pobre huérfana, mendigando cariño entre sus mismos familiares. Aceptando con amor el sacrificio, fue dominando las dificultades del camino. La acción del Espíritu de Dios y la lectura espiritual especialmente de la Sagrada Escritura, la llevaron por los caminos de la oración contemplativa, penitencia y el deseo de hacerse religiosa en el claustro carmelitano. Tenía sed de Dios y quería ir a El “como bala de cañón ”.
Esta mujer admirable crece sin estudios, por las dificultades de pobreza e itinerancia a causa de su orfandad, hasta la edad de 16 años cuando ingresa en la Normal de Institutoras de Medellín, para ser maestra elemental y de esta manera ganarse el sustento diario. Sin embargo, llega a ser una erudita en su tiempo, una pedagoga connotada, formadora de cristianas generaciones, escritora castiza de alto vuelo y sabroso estilo, mística profunda por su experiencia de oración contemplativa.
En 1914, apoyada por monseñor Maximiliano Crespo, obispo de Santa Fe de Antioquia, funda una familia religiosa: Las Misioneras de María Inmaculada y Santa Catalina de Sena, obra religiosa que rompe moldes y estructuras insuficientes para llevar a cabo su ideal misionero según lo expresa en su Autobiografía: Necesitaba mujeres intrépidas, valientes, inflamadas en el amor de Dios, que pudieran asimilar su vida a la de los pobres habitantes de la selva, para levantarlos hacia Dios
MAESTRA CATEQUISTA DE LOS INDIOS
Su profesión de maestra la llevó por varias poblaciones de Antioquia y luego al Colegio de La Inmaculada en Medellín. En su magisterio no se contenta con el saber humano sino que expone magistralmente la doctrina del Evangelio. Forma con la palabra y el ejemplo el corazón de sus discípulas, en el amor a la Eucaristía y en los valores cristianos. En un momento de su trayectoria como maestra, se siente llamada a realizar lo que ella llamaba “la Obra de los indios”: En 1907 estando en la población de Marinilla, escribe: “me vi en Dios y como que me arropaba con su paternidad haciéndome madre, del modo más intenso, de los infieles. Me dolían como verdaderos hijos”. Este fuego de amor la impulsa a un trabajo heroico al servicio de los indígenas de las selvas de América.
Busca recursos humanos, fomenta el celo misionero entre sus discípulas, escoge cinco compañeras a quienes prende el fuego apostólico de su propia alma. Aceptando de antemano los sacrificios, humillaciones, pruebas y contradicciones que se ven venir, acompañadas por su madre Doloritas Upegui, el grupo de “Misioneras catequistas de los indios” sale de Medellín hacia Dabeiba el 5 de Mayo de 1914. Parten hacia lo desconocido, para abrirse paso en la tupida selva. Van, no con la fuerza de las armas, sino con la debilidad femenina apoyada en el Crucifijo y sostenida por un gran amor a María la Madre y Maestra de esta Obra misionera. “Ella, la Señora Inmaculada me atrajo de tal modo, que ya me es imposible pensar siquiera en que no sea Ella como el centro de mi vida”. La celda carmelitana, objeto de sus ansias en el tiempo de su juventud, le pareció demasiado fría ante aquellas selvas pobladas de seres humanos sumidos en la infidelidad, pero amados tiernamente por Dios. “Siento la suprema impotencia de mi nada y el supremo dolor de verte desconocido, como un peso que me agobia”.
Comprende la dignidad humana y la vocación divina del indígena. Quiere insertarse en su cultura, vivir como ellos en pobreza, sencillez y humildad y de esta manera derribar el muro de discriminación racial que mantenían algunos líderes civiles y religiosos de su tiempo. La solidez de su virtud fue probada y purificada por la incomprensión y el desprecio de los que la rodeaban, por los prejuicios y las acusaciones de algunos prelados de la iglesia que no comprendieron en su momento, aquel estilo de ser “religiosas cabras”, según su expresión, llevadas por el anhelo de extender la fe y el conocimiento de Dios hasta los más remotos e inaccesibles lugares, brindando una catequesis vivencial del Evangelio. Su Obra misionera rompió esquemas, para lanzar a la mujer como misionera en la vanguardia de la evangelización en América latina. El quemante “SITIO”- Tengo sed- de Cristo en la Cruz , la impulsa a saciar esta sed del crucificado :”¡Cuánta sed tengo! ¡Sed de saciar la vuestra Señor! Al comulgar nos hemos juntado dos sedientos: Vos de la gloria de vuestro Padre y yo de la de vuestro corazón Eucarístico! Vos de venir a mí, y yo de ir a Vos”
Mujer de avanzada, elige como celda la selva enmarañada y como sagrario la naturaleza andina, los bosques y cañadas, la exuberante vegetación en donde encuentra a Dios. Escribe a las Hermanas: ”No tienen sagrario pero tienen naturaleza; aunque la presencia de Dios es distinta, en las dos partes está y el amor debe saber buscarlo y hallarlo en donde quiera que se encuentre.”
Redacta para ellas las “Voces Místicas”, inspirada en la contemplación de la naturaleza, y otros libros como el Directorio o guía de perfección, que ayudan a las Hermanas a vivir en armonía entre la vida apostólica y la contemplativa. Su Autobiografía es su obra cumbre, libro de confidencias íntimas, experiencia de sus angustias, desolaciones e ideales, vibraciones de su alma al contacto con la divinidad, vivencias de su lucha titánica por llevar a cabo su vocación misionera. Allí muestra su “pedagogía del amor”, pedagogía acomodada a la mente del indígena, que le permite adentrarse en la cultura y el corazón del indio y del negro de nuestro continente.
La Madre Laura centra su Eclesiología en el amor y la obediencia a la Iglesia. Vive para la Iglesia a quien ama entrañablemente, y para extender sus fronteras no mide dificultades, sacrificios, humillaciones y calumnias.
Esta infatigable misionera, pasó nueve años en silla de ruedas sin dejar su apostolado de la palabra y de la pluma. Después de una larga y penosa agonía, murió en Medellín el 21 de octubre de 1949. A su muerte dejó extendida su Congregación de Misioneras en 90 casas distribuidas en tres países, con un número de 467 religiosas. En la actualidad las Misioneras trabajan en 19 países distribuidas en América, África y Europa.
Por todo lo que vivió hizo y significo la Madre Laura en su época y por todo lo que seguirá significando para la sociedad, la Congregación y la Iglesia, hoy la Congregación por ella fundada se llena de alegría al ver concretizado y culminado su proceso de Beatificación, abierto el 4 de julio de 1963, en la capilla de la Curia Arquidiocesana de Medellín, en el cual se nombró el tribunal eclesiástico para buscar diligentemente los escritos de la Sierva de Dios Laura Montoya Upegui, instruir el proceso informativo sobre su fama de santidad, virtudes en general y posibles milagros realizados por la Sierva de Dios. Hoy este proceso que duro cuarenta años ha llegado a su culminación, cuando el 25 de abril de 2004, S.S. Juan Pablo II la proclamara beata de la Iglesia.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

Celina (Célia ou Cilina) de Laon, Santa
Outubro 21 Mãe de Santo Remígio,

Celina (Celia o Cilina) de Laon, Santa

Celina (Célia ou Cilina) de Laon, Santa

Madre de São Remígio de Reims

Martirológio Romano: Em Laon, cidade da Gália, santa Cilina, mãe dos santos bispos Principio de Soissons e Remígio de Reims (post 458).
Etimologia: Celina = que vem do céu: língua latina

O mesmo que Santa Silvia, mãe do Papa Gregório o Grande, e muitas outras mães de santos que também alcançaram a santidade, Celina foi famosa por causa de seu filho, posto que deu ao mundo esse grande santo, Remígio ou Remi, bispo de Reims.
De acuerdo con el pseudo Venancio Fortunato, Celina y su esposo pertenecían a la nobleza. En cierta ocasión, un monje llamado Montano, que tres veces consecutivas había recibido un aviso celestial en sueños, vaticinó a Celina que daría a luz un hijo quOllegaría a ser un hombre de grandísimos méritos. A su debido tiempo, Remigio vino al mundo.
Hinemar de Reims complementó estos datos tan escasos en el siglo nueve: Celina y Emilio, su marido, habían tenido dos hijos: Principio, quien llegó a ser obispo de Soissons, y su hermano Emilio, quien a su vez tuvo un hijo, Lupo, sucesor de su tío Principio en la sede de Soissons, a la que gobernó hasta la muerte de Remigio (Duchesne, Fastes Episcopaux, vol. III, 1915, pp. 89-90).
Cuando el monje Montano anunció el nacimiento del niño, Celina quedó desconcertada, puesto que tanto ella como su marido ya eran entrados en años. Pero Montano, que era ciego, reiteró su profecía y aun agregó estas palabras: "Cuando hayas parido al niño cuyo nacimiento te anuncio, me frotarás los ojos con unas gotas de la leche de tus pechos y así recuperaré la vista". Fue el propio Remigio, a los pocos días de nacido, quien puso su manecita mojada con la leche del pecho de su madre, en los ojos de Montano, y éste obtuvo la gracia de volver a ver. Hinemar hace la advertencia de que, al nacer, Remigio quedó limpio de toda culpa por obra del Espíritu Santo. Había sido concebido "en la iniquidad, como todo hombre", pero contrariamente a lo que sucede en la condición humana, "su madre no lo parió en los delitos de la prevaricación, sino en la gracia de la remisión". Por esa razón, Remigio se asemejaba a San Juan Bautista (Luc. 1, 15) y a Isaac (Gen. XVII, .Nació en el país de Laon y se le impuso el nombre de Remigio porque estaba destinado a regir, a dirigir la nave de su Iglesia a merced de las olas tempestuosas y también sería el "Remedio" (otro significado de su nombre) tconra la justa cólera de Dios o bien contra la ferocidad de los paganos.
Luego de cursar breves estudios en los que destacó sobremanera, Remigio tuvo deseos de imitar el ejemplo del monje Montano, se retiró al convento y se separó para siempre de Celina. De acuerdo con uno de los párrafos del testamento de San Remigio, su madre había sido sepultada en Labrinacum (Lavergny), cerca de Laon, en el Aisne. La traslación de sus restos a Laon, según Molanus y Vermeulen, los editores del Martirologio de Usuardo (ed. Du Sollier, Anvers, 1714, p. 194) tuvo lugar un 5 de abril.
Actualmente, en la diócesis de Reims se conmemora a Santa Celina el 22 de octubre.

Pedro Capucci, Beato
Outubro 21 Presbítero Dominicano,

Pedro Capucci, Beato

Pedro Capucci, Beato

Presbítero Dominicano

Martirológio Romano: Na cidade de Cortona, na Toscana, beato Pedro Capucci, presbítero da Ordem de Pregadores, que meditando sobre a morte, se exercitou na vida espiritual e com sua pregação exortou os fieis a evitar a morte eterna (1445).
Data de Beatificação: O culto foi confirmado pelo Papa Pío VII.

Poseemos muy pocos datos acerca de la vida del Beato Pedro, debido a que los archivos del convento de Cortona, donde vivió la mayor parte de su vida, quedaron destruidos durante un incendio.
Nació en Tiferno (Cita di Castello), en 1390 en el seno de la familia Capucci. A los quince años tomó el hábito de Santo Domingo. En el convento de Cortona, donde hizo el noviciado bajo la dirección del Beato Lorenzo de Ripafratta, conoció a San Antonino y a Fray Angélico.
El Beato Lorenzo le recomendó que se dedicase más bien a la contemplación que a la acción, pero las lecciones del Breviario hacen notar que Pedro estaba siempre pronto a ejercitar los ministerios sacerdotales con cuantos se lo pidiesen, tanto dentro como fuera del monasterio.
Se refieren varios milagros obrados por este beato. Una vez, encontró en la calle a un hombre de mala vida y le detuvo para decirle: "¿Qué maldad estás tramando?, ¿Cuánto tiempo vas a seguir añadiendo pecado sobre pecado? No te quedan más que veinticuatro horas de vida, al fin de las cuales, tendrás que dar cuenta a Dios de tus actos". El hombre se intranquilizó, pero no hizo caso. Aquella misma noche sufrió un grave accidente y, en seguida mandó llamar al Beato Pedro, con quien se confesó humildemente antes de morir.
El beato solía predicar con una calavera en la mano. Su culto fue confirmado por Pío VII.

Pedro Yu Tae-ch’l, Santo
Outubro 21 Menino Mártir,

Pedro Yu Tae-ch’l, Santo

Pedro Yu Tae-ch’l, Santo

Mártir Laico

Martirológio Romano: Em Seul, na Coreia, são Pedro Yu Tae-ch’l, mártir, que aos treze anos exortava os companheiros de cárcere a aceitar os tormentos, consumando seu martírio ao receber cem açoites e ser estrangulado (1839).
Data de canonização: 6 de maio de 1984, por S.S. João Paulo II.

Desde los primeros siglos, siempre ha sido muy difícil encontrar información segura sobre los mártires, ya que, aunque constituyen el grupo más grande de los santos, los cristianos probablemente nunca han considerado correcto recopilar los detalles de su existencia terrena, sino más bien poner debida atención en su último testimonio de fe cristiana, el cual lo realizó con el derramamiento de su sangre. Este problema subsiste incluso con mártires de los tiempos modernos, especialmente si vivía en algún rincón remoto del planeta, o si murió a una edad temprana. Y éste es indisputablemente el caso del mártir que recordamos hoy: San Pedro Yu Tae-ch’l, de nacionalidad coreana y muerto con apenas trece años.
Pedro nació en 1826 en Ipjeong, cerca de Seúl. A la edad de trece años (aproximadamente, porque no sabemos la fecha exacta de su nacimiento), fue encarcelado en Seúl por los enemigos de la fe cristiana. Durante su permanencia en la cárcel no paró de exhortar a los demás presos a resistir las torturas a las que eran sometidos. El padeció muchos sufrimientos, y consumó su martirio por estrangulación.
Fue beatificado en 1925 y canonizado por S.S. Juan Pablo II el 6 de mayo de 1984, con 102 mártires que regaron con su sangre el suelo de Corea. El grupo, conocido como "Santos Andrés Kim Taegön, Pablo Chöng Hasang y compañeros" es recordado el 20 de septiembre.
Reproducido con autorización de
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responsável da tradução: Xavier Villalta

90485 > Sant' Agatone d'Egitto Eremita 
90486 > San Bertoldo di Parma 
91648 > Beato Carlo I d’Asburgo Imperatore e re 
74600 > Santa Celina Madre di S. Remigio  MR
90272 > Santa Celina di Meaux Vergine 
91314 > Santa Cordula Martire a Colonia 
91799 > San Dasio, Zotico e Caio (Gaio) Martiri a Nicomedia  MR
94398 > Beato Giuliano Nakaura Sacerdote geesuita, martire 
94758 > Beato Guglielmo da Montreal Mercedario 
74650 > Sant' Ilarione di Gaza Abate  MR
94554 > Sant' Ilarione di Moglena Vescovo
92026 > Beata Laura di Santa Caterina da Siena Montoya y Upegui Fondatrice  MR
90222 > Santa Letizia
74570 > San Malco Eremita  MR
74630 > San Mauronto di Marsiglia Vescovo  MR
91705 > Sant' Odilia Martire 
74550 > Sant' Orsola e compagne Martiri  MR
90810 > Beato Piero Capucci Domenicano  MR
92968 > San Pietro Yu Tae-ch’ol Giovane martire  MR
94762 > Beato Ponzio de Clariana Mercedario 
94761 > Beati Raimondo e Guglielmo da Granada Mercedari 
93648 > Beato Sancio d’Aragona Arcivescovo di Toledo, martire 
74580 > San Severino di Bordeaux Vescovo  MR
74620 > San Vendelino Eremita  MR
74610 > San Viatore di Lione Monaco in Egìitto  MR
91584 > Santa Zaira Martire 

 

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António Fonseca