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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Nº 1178–6 DE NOVEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

 

SÃO NUNO DE SANTA MARIA

(ou NUNO ÁLVARES PEREIRA)

(1360-1431 – Condestável e Santo)

Nuño de Santa Maria Alvares Pereira, Santo

Nuno de Santa Maria Alvares Pereira, Santo

Herói de Portugal e Religioso Carmelita

* Ver também Nota em 1 de Novembro, neste mesmo blogue.

Tão conhecida é a biografia do mais representativo herói da nossa galeria medieval que apenas dela se fará um breve resumo. Nasce em 24 de Junho de 1360, no Castelo de Bonjardim – filho do Prior do Hospital, D. Álvaro Gonçalves Pereira e de Iria Gonçalves do Carvalhal, criada da corte. O rei D. Pedro I legitima-o no ano seguinte, a 24 de Julho. Entra no séquito do rei D. Fernando em 1373aos treze anos, portanto – levado por seu pai. Logo se distingue num reconhecimento militar, quando o exército castelhano marcha sobre Lisboa. E é armado Cavaleiro. Em 1376, a 15 de Agosto, por obediência às instâncias paternas e embora contrariado – pois o exalta já o sonho de imitar o exemplo de Galaaz e fazer voto de castidade – casa com D. Leonor de Alvim, rica dama de Entre-Douro-e-Minho, já viúva de Vasco Gonçalves de Barroso. Têm uma filha: Dona Beatriz. Em 1383, ante a crise provocada pela morte de Dom Fernando e pelo facto de a única filha do Monarca ser casada com o rei de Castela, que ameaça a independência Nacional, entra em intensa atividade política e exorta Dom João, Mestre de Avis, a tomar a chefia da revolta contra os Castelhanos. De momento, hesita o Mestre e Nuno Álvares Pereira, desanimado, retira-se para Santarém – onde se dá o estranho encontro, em fins de Novembro, com  o alfageme a quem confia a sua espada para afiar e restaurar, e que declara não lhe aceitar qualquer pagamento senão quando o vir elevado a Conde de Ourém. É o título usado pelo Andeiro, favorito da Rainha Leonor Teles – que, pouco tempo adiante, a 6 de Dezembro, cai ferido de morte, em Lisboa, pelo Mestre de Avis. Eleito Regedor e Defensor do Reino, logo a 15 de Dezembro, Dom João chama Nuno Álvares Pereira para o Conselho do Governo. A 6 de Abril de 1384, depois de rápidas operações no Alentejo, obtém o seu primeiro êxito de vulto, nos Atoleiros, graças à táctica do quadrado, aprendida dos Ingleses que, na batalha de Crécy (1346), com ela destroçaram a cavalaria do rei de França, Filipe VI. E, a 1 de Julho, o Mestre de Avis nomeia-o Conde de Ourém e transfere para a sua posse os bens do Andeiro. O alfageme-profeta tinha razão! E chega o ano decisivo de 1385. Na mesma data de 6 de Abril, doze meses volvidos sobre a jornada dos Atoleiros, é aclamado Rei Dom João I nas cortes de Coimbra, em que sobressai o «grão-doutor» João das Regras. Entre Abril e Junho, Nuno Álvares Pereiranomeado Condestável a 7 de Abril, pelo Monarca – conquista a Província do Minho em ações militares fulminantes. E a 14 de Agosto, fere-se a batalha de Aljubarrota, em que de novo o quadrado português desbarata a soberba cavalaria de Castela e se consolida a nossa independência. Nuno Álvares tem parte primordial no triunfo e a sua aura cresce mais ainda quando, em Outubro, ganha memorável vitória em Valverde.  No ano seguinte, depois da romagem de agradecimento a Santa-Maria-do-Meio, na Sertã, reúne-se o Condestável a Dom João I para uma conferência com o Duque de Lencastre. Assenta-se no casamento da filha do Duque, Dona Filipa, com o nosso Rei que se efetua a 2 de Fevereiro de 1387. Em Outubro de 1388, já então tinha falecido D. Leonor de Alvim, e Nuno Álvares deixou a filha entregue aos cuidados da avó – inicia, em Aljubarrota, a construção da capela de São Jorge; em Julho de 1389, lança ombros a edifício do maior vulto: o Convento do Carmo, em Lisboa, sobranceiro ao Rossio. As hostilidades contra os castelhanos prosseguem e o Condestável dá testemunhos constantes da agudeza do seu génio militar e da rijeza de seu braço.Mas ajustam-se tréguas. E adivinha-se que no seu espírito despontam outras perspectivas e outras aspirações. Em 1393, reparte as terras que lhe foram doadas com os companheiros de armas. Em 1397, instala no Convento de Lisboa os frades da Ordem do Carmo – com os quais estabeleceu relações de especial afecto no Convento de Moura, onde se recolheu o antigo meirinho João Gonçalves e cujo vigário-geral, Frei Alfonso de Alfama, especialmente considera. Em 1401, ajusta-se o casamento de sua filha Dona Beatriz com o bastardo régio Dom Afonso, Conde de Barcelos, legitimado por Dom João. Treze anos mais tarde, em 1414, morre a Condessa de Barcelos e o pai, inconsolável, forma desde então o projeto de se recolher à clausura monástica. Ainda o solicitam, em 1415, para a expedição a Ceuta, que sinceramente aprova, e assim mais uma vez se ilustra como combatente – deixa assim ligado o seu nome ao primeiro passo que demos nos largos rumos da Expansão. Até que, em 1422, partilha entre os netos os seus títulos e domínios; Ourém, que cedeu ao genro, para o mais velho; Arraiolos e o seu condado para o outro neto, Dom Fernando; e para a mais nova, Dona Isabel, já casada então com o Infante Dom João, o castelo de Loulé e diversas terras. Despojados dos bens materiais, já pode agora voltar-se para a busca de outra espécie de bens, os espirituais, que a sua grande alma ambiciona. E professa no Carmo, em 1423, a 15 de Agosto. Sempre o dia de Nossa Senhora da Assunção a presidir-lhe aos momentos culminantes da vida; desde o casamento, quarenta e sete anos antes, em 1376, à apoteose de Aljubarrota, em 1385; e agora, ao definitivo ingresso no Mosteiro que vai ser a coroação de um dos mais extraordinários destinos que na História se conhecem! Ei-lo perante nós, aquele que mais nos interessa: o asceta despegado de todas ambições terrenas, de todas as humanas frivolidades, entregue por completo ao único fito de adorar e servir a Deus: o herói de outra batalha que, depois de se ter mostrado invencível nas lutas do mundo, abandona títulos, honras e riquezas – para ser apenas, humilde e feliz, Frei Nuno de Santa Maria. A sua existência é inteiramente percorrida por uma linha soberana, em que se descobrem três ideais distintos e um Ideal verdadeiro. Primeiro, a sedução generosa da cavalaria – a fase em que só deseja imitar Galaaz e ser paladino de todas as causas nobres; depois, a adesão apaixonada à defesa da independência nacional – a fase em que trava mil combates, manifesta total desprendimento pela vida e uma confiança como que sobrenatural na vitória, e desdenha os perigos, afronta exércitos com a maior indiferença pela desproporção numérica entre os seus e os adversários. Por fim, a anulação absoluta na vida religiosa – a fase em que, afastadas as ameaças, consolidado o Portugal independente, se retira para as sombras do claustro e unicamente aspira a engrandecer a sua alma com os mais edificantes atos de devoção e caridade. No fundo, o quem sempre lhe comanda o destino é uma razão transcendente. Bem o provam: a alta espiritualidade da sua conduta na juventude – quando procura esquivar-se ao casamento, decidido a cumprir, como lendário Cavaleiro da Távola Redonda, um claro voto de pureza; mais tarde, nas horas guerreiras, os seus alheamentos místicos - como o daquele dramático lance de Valverde em que se isola numa oração ardente enquanto,  à volta, tudo parece perdido, e afinal se levanta transfigurado para arrastar os companheiros ao assalto e ao triunfo; e, nos últimos anos, a naturalidade e a sinceridade insuperáveis em que se entrega na sua missão de monge de Cristo, a prodigalizar atos de piedade e benemerência, a gravar no coração do povo a imagem prodigiosa do Santo Condestável, maior ainda que a do libertador do território e vencedor dos Castelhanos! Três ideais distintos, um Ideal verdadeiro: no fundo, Nuno Álvares traz em si, desde o princípio, a vocação do serviço de Deus – para além de quaisquer outros senhores. e no serviço Deus se extingue, abraçado ao Crucifixo, na pequena cela do Carmo, acompanhado até à última pelo Rei e pelos Infantes, chorado pelos mil desamparados que acolheu e acarinhou, no primeiro dia de Abril de 1431. Quis ser enterrado na capela mor do Convento, em sepultura rasa – onde descansa, após as solenes exéquias ordenadas pelo Soberano, o Infante Dom Duarte, seu amigo dileto, manda pôr uma lâmpada de prata sobre o túmulo, cuja chama arde, descendente de Nuno Álvares, filha dos Reis Católicos e mulher de Filipe, O Formoso,  Arquiduque de Áustria, fá-lo transladar para um rico mausoléu de mármore, com a sua figura esculpida num dos extremos em hábito de Carmelita e noutro extremo sob o aspecto de Cavaleiro, provido de armas de guerra – mausoléu que o terramoto de 1755 destruirá. Quando os ossos do antigo Condestável vão para o lugar onde se acham atualmente acham atualmente, O Rei Dom José ordena que nova lâmpada ali seja colocada, também com fogo perpétuo. Toda a nação o considera Santo e se empenha em ver o seu culto autorizado pela Santa Sé. Daí, a súplica dirigida pelos três Estados, nas Cortes de 1641, a Urbano VIII, Para que proceda à beatificação de Frei Nuno de Santa Maria – instância renovada pelas cortes de 1674, a Clemente X. Correm os séculos, e a 15 de Janeiro de 1918, a Sagrada Congregação dos Ritos, em sessão plenária, aprova e reconhece o culto do Santo Condestável, que o Papa Bento XV confirma, no decreto de 23 de Janeiro do mesmo ano. Assim eleva a Igreja aos altares o mais perfeito expoente do heroísmo e de fé da Idade Média em Portugal. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Exemplo de vida cristã

Admirável foi este santo varão pelas muitas e especiais virtudes que cultivou, não só depois do divórcio que fez com o mundo, mas também antes de receber o hábito religioso. Na castidade foi sempre tão firme que jamais em prejuízo desta virtude se lhe conheceu o mais leve defeito. Forçado da obediência se sujeitou ao casamento, que sem desagrado de seu pai, o não chegaria a evitar. Mas aos 26 anos ficou livre do matrimónio, porque a inumana parca pôs termo à vida da sua esposa na flor de seus anos. Entrou El Rei no empenho de lhe dar outra esposa não menos digna de seu nascimento. Resistiu o invicto Condestável, encobrindo sempre o fundamento principal, que era o de viver casto.  Na oração foi tão incessante que admirava aos mesmos que faziam por ser nela seus imitadores. Faltava com o descanso ao corpo para se aproveitar da maior parte da noite orando mental e vocalmente.  Depois de ser religioso, estreitou mais o trato e familiaridade com o Senhor, porque então vivia no retiro conveniente para poder sem estorvo empregar todas as potências da alma no Divino Objecto que contemplava.
Na presença da soberana imagem da Virgem Maria Senhora Nossa, com o título da Assunção, derramava copiosas lágrimas; e com elas, melhor do que com as vozes, Lhe expunha as suas súplicas nas ocasiões que para si ou para os seus patrocinados Lhe pedia favores. Exemplaríssima foi a humildade com que, fora e dentro da Religião, serviu a Deus em toda a vida. Como árvore frutífera cujos ramos mais se inclinam quando é maior o peso dos seus frutos, assim este virtuoso varão mais submisso se mostrava com os triunfos e com as virtudes. Nunca no seu espírito teve lugar a soberba: antes, quanto lhe foi possível, trabalhou por desterrá-la dos ânimos dos que lhe seguiam as ordens e o exemplo. Aos sacerdotes fazia tão profunda veneração que passava a ser obediência. A um criado seu de muita distinção, que havia tomado o hábito da nossa Ordem, assim que o viu professo e feito sacerdote, começou a respeitá-lo em tal forma que a todos causava admiração.
Com o hábito religioso adquiriu o irmão Nuno muitos hábitos de mortificação. O sangue que lhe corria do corpo, quando com ásperos flagelos o lastimava, também lhe diminuía os alentos: mas ainda desta fraqueza tirava forças para, com pasmosa admiração dos Companheiros, continuar em semelhantes exercícios até ao último prejuízo da vida, que em desempenho do ardentíssimo desejo que teve de a sacrificar a Deus, sempre reconheceu como trabalho, e estimou a morte como lucro.
Depois de religioso, foi o servo de Deus mais admirável nos exercícios da caridade. Não se contentava com distribuir as esmolas pelo seu pagador, como no século fazia; mas pelas próprias mãos, na portaria deste convento, remediava a cada um a sua necessidade. Não menos caritativo era para com o seu próximo nas ocasiões que se lhe ofereciam de lhe acudir nas enfermidades. Assistia aos pobres nas doenças, não só com os alimentos necessários, mas com os regalos administrados por suas próprias mãos. Velava noites inteiras por não faltar com a assistência aos que nas doenças perigavam.
Continuando o Venerável Nuno de Santa Maria as asperezas da vida, sem nunca afrouxar dos seus primeiros fervores, chegou ao ano de 1431 tão destituído de forças, que no corpo apenas conservava alguns alentos para poder mover-se.
Entrando enfim na última agonia, rogou que, para consolação do seu espírito, lhe lessem a Paixão de Cristo escrita pelo evangelista São João; logo que chegou à cláusula do Evangelho onde o mesmo Cristo, falando com sua Mãe Santíssima a respeito do amado discípulo, lhe diz: "Eis o vosso filho", deu ele o último suspiro e entregou sua ditosa alma ao mesmo Senhor que a criara
. HTTP://ECCLESIA.PT

Fundador da casa de Bragança, nasceu em Cernache de Bonjardim, Portugal, em 24.6.1360 do nobre cavaleiro D. Álvaro, Grande Prior dos Cavaleiros de São João de Jerusalém. Aos treze anos entrou a formar parte da família real. Queria ser solteiro, mas, para obedecer a seu pai, contraiu matrimónio em 1376 e teve três filhos. Lutou denodadamente pelos direitos de sua pátria, pelo que é considerado "herói nacional". Este herói português e carmelita foi o eleito pela providência para libertar a sua pátria e conseguir sa independência.  Eleito também para que fosse seu exemplo e vontade quem opusera um dique à desenfreada licença de costumes daqueles tempos. Quem com sua vida mortificada e austera condenara a moleza da nobreza.
Quem com sua profunda humildade reprovara o domínio da altivez e soberba. Quem com sua caridade fazia aos pobres resolver os pavorosos problemas sociais que atacavam ao país. O povo português, já en vida, lhe chamava "o santo Condestável", porque havia compreendido que no guerreiro e no heroico capitão se escondia o santo. Sua esposa morreu em 1387 e ele continuou ocupando-se da defesa de sua pátria. Em 1423, mandou construir um grandioso templo que confiou aos carmelitas.
Ingressou na Ordem do Carmo, atraído especialmente pelo culto que os carmelitas davam à Virgem Maria e pelo bem que realizavam na liturgia. Foi para todos os religiosos um perfeito modelo de observância e de todas as virtudes. Passava longas horas ante o Santíssimo Sacramento, rezava todos os dias o ofício divino e assistia a quantas missas podia. Sua última enfermidade foi breve e se viu rodeado do rei e de todos os magnates do reino, a quem dirigiu muito sentidas e edificantes palavras.
Morreu em 1.4.1431.
Logo depois de sua morte recebia culto público, mas o Papa Urbano VIII (1623-1644), mediante uma série de decretos e disposições, quis impedir abusos na veneração de certos servos de Deus que morreram com fama de santidade mas que não haviam sido beatificados ou canonizados pela Santa Sé. Ao mesmo tempo ordenava como deviam tratar-se as causas de canonização, além de proibir que se continuasse dando culto àqueles que não haviam sido beatificados nem canonizados pela Santa Sé. Em finais do século XIX se introduziu a solicitude para a beatificação de Nuno de Santa Maria a fim de poder continuar com a prática do culto ao Santo Condestável. Se cumpriram todas as formalidades requeridas e em 15 de Janeiro 1918, em sessão plenária dos membros da Congregação de Ritos, se aprovava, por aclamação unânime, o reconhecimento do culto ao Beato Nuno de Santa Maria Álvares Pereira. O Santo Padre Bento XV, no dia 23 do mesmo mês, ratificava a sentença da Congregação com o decreto
Clementissimus Deus.
No dia 13 de Julho de 2003 foi aberto o processo sobre a atualidade da fama de santidade e do culto ao Beato Nuno para a canonização. O referido processo foi concluído no dia 3 de Abril de 2004.
Enquanto se está elaborando a Positio ou Ponencia do dito processo, se há feito o processo sobre uma cura cientificamente inexplicável quoad modum, atribuída à intercessão do Beato Nuno como um presumível milagre. Deus queira que o juízo dos espertos seja favorável e, ainda que se haja de esperar o tempo necessário para os trabalhos, estudos e revisões pertinentes, se chegue ao reconhecimento de parte do Santo Padre e conceda a canonização.
www.es.catholic

ÚLTIMA HORA

- Nota colocada por António Fonseca, neste blogue, em 1 de Novembro de 2009, na mensagem que publiquei no ex-blogue CONFERÊNCIA VICENTINA DE S. PAULO, atualmente denominado COMUNIDADE DE SÃO PAULO DO VISO, em 20-04-2009 16:42.- é feita a seguinte referência que transcrevo de seguida

Beato Nuno de Santa Maria

Nun’Álvares Pereira canonizado dia 26

Portugal vai ter mais um santo. Bento XVI vai canonizar Nuno Álvares Pereira. A Renascença dá-lhe a conhecer um mito da História de Portugal. Ao longo da semana, a Renascença vai trazer-lhe a vida e a importância de D.Nun’Álvares Pereira sob diversas perspectivas. Conheça as várias facetas do Santo (o militar, o fundador da Casa de Bragança, a figura histórica e algumas curiosidades sobre o Santo).

A Renascença entrevistou também várias personalidades ligadas a D.Nun’Álvares, como o Cardeal Saraiva Martins ou D. António Vitalino Dantas.

Fique também a saber qual a sua influência no estrangeiro (em Inglaterra, por exemplo, é patrono de um batalhão de fuzileiros), quais os santos e beatos que merecem maior devoção dos portugueses ou quais os nomes que se podem seguir na lista de beatificações do Vaticano.

Os porquês?

Nuno de Santa Maria (Nuno Álvares Pereira, 1360-1431) foi beatificado em 1918 por Bento XV e, nos últimos anos, a Ordem do Carmo (onde ingressou em 1422), em conjunto com o Patriarcado de Lisboa, decidiram retomar a defesa da causa da canonização. A sua memória litúrgica celebra-se, atualmente, a 6 de Novembro.

O processo de canonização foi reaberto a 13 de Julho de 2004, nas ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa, em sessão solene presidida por D. José Policarpo. Uma cura milagrosa reconhecida pelo Vaticano foi relatada por Guilhermina de Jesus, uma sexagenária natural de Vila Franca de Xira, que sofreu lesões no olho esquerdo, por ter sido atingida com salpicos de óleo a ferver quando estava a fritar peixe. O cardeal Saraiva Martins, Prefeito Emérito da Congregação para as Causas dos Santos, conduziu no Vaticano o processo de canonização.

Segundo D. José Saraiva Martins, a idosa sofria de "uma úlcera na córnea", uma coisa gravíssima. E os médicos, realmente, chegaram à conclusão que aquilo [a cura] não tinha "explicação científica", frisou, em declarações recentes à Lusa, explicando que o processo de canonização de D. Nuno Álvares Pereira chegou ao fim "em três meses", entre Abril e Julho de 2008. Em Abril, "o milagre atribuído à intervenção do beato Nuno foi examinado pelos médicos [do Vaticano]" e, em Maio, pelos teólogos, "no sentido de saber se tinha sido efeito da oração feita pela doente, pedindo-lhe a sua cura". Os cardeais da Congregação das Causas dos Santos viriam a aprovar as conclusões, "tanto dos médicos como dos teólogos", e, em Julho, a documentação resultante foi presente ao Papa Bento XVI por D. José Saraiva Martins.

Sua espiritualidade

Segundo referem seus biógrafos, seus costumes foram integérrimos. Grande e firme sua fé. Acendrada sua piedade, tendo sempre sobre todas as aspirações a Deus e a Pátria. Devotíssimo da Virgem Maria, a cuja proteção, depois de Deus, atribuía todas as vitórias; em reconhecimento, levantou muitas igrejas, dedicadas a Maria.
Observava rigorosamente todas as leis da Igreja, jejuava todos os dias prescritos e a pão e água as vigílias das festividades da Virgem. Casto na sua triple condição de solteiro, de esposo e de viúvo, como o atestam as crónicas de seu tempo. Valente e leal cavaleiro no campo de batalha, viveu sem mancha numa corte corrompida entre as grandezas e honras que a vida lhe tinha preparados. Também foi admirável sua caridade com os pobres, a quem socorria com largueza vendo neles a imagem de Jesus Cristo. Particularmente devoto do Santíssimo Sacramento, preparando-se sempre para a comunhão com longas orações. Uma vez que vestia o hábito de carmelita sua penitência foi mais rigorosa e jejuava com maior frequência. Para satisfazer suas ânsias de solidão, ocupou uma cela no lugar mais afastado, de onde saia somente para cumprir com suas devoções e caridade para com os pobres. Seu culto foi confirmado pelo Papa Bento XV em 23 de Janeiro de 1918, e foi canonizado em 26 de Abril de 2009 por S.S. Bento XVI.

Em Portugal é recordado de 1 a 6 de novembro Ver mais em 6 de Novembro neste blog e  nos sites www.es.catholic.net, www.santiebeati.it e no livro Santos de Cada Dia de www.jesuitas.pt.

Nota de António Fonseca:

Muito mais haveria a dizer sobre a Vida de SÃO NUNO DE SANTA MARIA ÁLVARES PEREIRA. é, no entanto muito escasso, o espaço (e o tempo) de que disponho. Apesar disso, permiti-me efetuar a translação de 3 artigos que escrevi (ou transcrevi…) de blogues anteriores. As minhas desculpas e Obrigado. AF.

Nº 1177–5 DE NOVEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

 

BEATA FRANCISCA D’AMBOISE

Viúva e Religiosa (1427-1485)

Foi duquesa da Bretanha e depois carmelita. A figura mais interessante do reinado de Pedro III, segundo La Borderie, Francisca é infelizmente conhecida só por documentos tardios. Filha mais velha de Luís d’Amboise, visconde de Thouars e de Maria de Rieux, Francisca nasceu a 9 de Maio de 1427. Rica herdeira, viu-se quase desde o princípio desejada pelo favorito de Carlos VII, Jorge de La Trémoille, para seu filho Luís; a infeliz criança teve de fugir com a mãe e colocar-se sob a guarda do condestável de Richemont, em Parthenay. E este influente protetor negociou o casamento de Francisca com o seu sobrinho Pedro, segundo filho de João V. Por isso foi ela transportada para Nantes e colocada na corte de Bretanha. Contratado em 1431, o casamento só veio a celebrar-se dez anos mais tarde. Os jovens esposos estabeleceram-se então em Guingamp, apanágio de Pedro. Mas este último não tardou em tornar-se ciumento: «alguns aduladores, de língua serpentina, lançaram na alma do príncipe suspeitas contra a sua casta e pudica esposa». Terá mesmo chegado a bater-lhe, mas não tardou em reconhecer que se enganara e em pedir desculpa. Em 1450, o duque Francisco I morreu; não deixou senão duas filhas e a as sucessão passou para Pedro II. A influência da sua virtuosa esposa e a beneficência delas cresceram para este meio. Não se deve contudo atribuir-lhe, como fazem certos hagiografos, tudo o que de bom se fez na época. Muito caridosa e esmoler, soube todavia manter o nível social Por isso é preciso acolher com justa reserva isto que afirma o bom Alberto Magno, que depois de ouvir pregar contra o «luxo e a superfluidade no vestir… se redobrou a tanta modéstia, que dentro de pouco tempo toda a nobreza das Bretanha, amoldando-se ao que fazia a princesa, se contentou com simples e modestos atavios». Desejando prolongar a boa influência de S. Vicente Ferrer, que foi canonizado durante o reinado de Pedro II, Francisca interessou-se especialmente pelas casas religiosas e fundou um mosteiro de clarissas em Nantes, e um Carmelo em Vannnes. Para esta última casa quis ela retirar-se, depois da morte do marido (1457). Recusando todas as propostas para um segundo casamento, tomou o véu carmelita em 1468. Em 1475 foi eleita prioresa. Mas a afeição de Francisco I e da esposa Margarida de Froix, que desejava aproximá-la deles, obteve de Roma a transferência do mosteiro para junto a Nantes. Foi neste que morreu, a 4 de Novembro de 1485. O culto imemorial que lhe era prestado,. confirmou-o em 1864 a Sagrada Congregação dos Ritos. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesduitas.pt

 

BEATO CAIO COREANO

Mártir (162)

Desde a juventude na Coreia, tinha Caio sentido a  mais viva queda para a contemplação e levou vários anos, numa gruta, a vida eremítica mais austera. Durante a expedição do japonês Hideyoshi (1592-1598), Caio foi aprisionado. Naufragou na ilha de Tsousima, chegando moribundo a Meaco, onde foi curado graças aos cuidados dum bom cristão. Entrou numa bonzaria, fez-se nela estimar, mas não encontrou aí a verdade que procurava. Um neófito levou-o à igreja dos jesuitas e ele ficou conquistado. Feito  cristão, Caio pediu para ser admitido como servo dos Padres. Foi empregado como catequista e gostava de se ocupar dos leprosos. Em 1614, teve de partir para as Filipinas, donde regressou ao fim de dois anos. Retomou as suas atividades missionárias que lhe valeram o cognome de «apostolozinho». Foi detido quando ia visitar os presos. Propuseram-lhe soltá-lo se prometesse não tornar a explicar os livros cristãos nem ensinar o catecismo. Respondeu que se manteria até à morte naquilo em, que se ocupava. Foi metido num cárcere com um japonês, Tiago Caichi, que fora preso por ter escondido o Padre Vasquez, mas que não foi incluído no decreto de beatificação. Foram condenados e executados juntos, Caio e Tiago, no dia 5 de Novembro de 1624, em Nagasáqui. Segundo o refinamento da tortura habitual, apenas ligeiramente tinham sido presos pelo braço esquerdo e colocados a alguma distância da fogueira. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesduitas.pt

 

Bernard Lichtenberg, Beato
Novembro 5 Sacerdote Mártir,

Bernard Lichtenberg, Beato

Bernard Lichtenberg, Beato

Sacerdote e Mártir

Martirologio Romano: Na aldeia de Hof, na Alemanha, beato Bernardo Lichtenberg, presbítero e mártir, que ao ver pisada a dignidade de Deus e dos homens, não cessava de orar em público pelos judeus inumanamente torturados e detidos, e por isso foi também preso e destinado ao campo de concentração de Dachau, onde, destroçado pelos maus tratos mas impávido, deu sua vida por Cristo (1943).
Etimologia: Bernard = Aquele que é valente e batalhador, é de origem germânica
Nasceu em Ohlau, Alemanha, em 3 de Dezembro de 1875.
Sacerdote da diocese de Berlim, exercia seus labores na Catedral berlinense, e era muito conhecido nos círculos cívicos da capital alemã.
Forte crítico dos Nazis e seu antissemitismo, o Padre Bernard organizou protestos fora dos campos de concentração, elevou orações públicas pelos hebreus logo depois da "Kristallnacht" (noite de cristal) e apresentou denúncias formais contra as políticas racistas do partido.
Por causa disto foi encarcerado durante dois anos, e após ser posto em liberdade retomou de imediato seus labores pastorais e sociais, pelo que foi detido novamente mas desta vez foi condenado ao campo de concentração de Dachau.
Tinha 67 anos, o embarcaram num trem para o levar a cumprir sua condenação, o Padre Bernard morreu no caminho para o campo de concentração, por causa da fome e enfermidades adquiridas na prisão, em 5 de Novembro de 1943.
Foi beatificado por João Paulo II no Estádio Olímpico de Berlim, em 25 de Junho de 1996.

Gomidas Keumurjian (Cosme de Carboniano), Beato
Novembro 5 Mártir,

Gomidas Keumurjian (Cosme de Carboniano), Beato

Gomidas Keumurjian (Cosme de Carboniano), Beato

Sacerdote e Mártir

Martirologio Romano: Em Constantinopla, beato Gómidas Keumurgian (Cosme de Carboniano), presbítero e mártir, que, sendo pai de família, nascido e ordenado na Igreja de Arménia, por manter firmemente e propagar a fé católica professada no Concílio de Calcedónia, padeceu enormemente e finalmente morreu degolado enquanto recitava o símbolo niceno (1707).
O Beato Gomidas Keumurjian se casou aos vinte anos.
Era sacerdote na igreja arménia.
Em 1696, ele e sua família se submeteram à autoridade de Roma.
Os funcionários arménios se encolerizaram, tomando-o como um insulto. Alguns deles caluniaram a Gomidas, acusando-o de ser espia de Roma.
Em razão disso, foi detido e executado pelas autoridades turcas. Se o considera mártir, pois sua morte foi o resultado de sua conversão.
Em 1929 foi beatificado pelo Papa Pío XI.

Guido Maria Conforti, Beato
Novembro 5 Bispo e Fundador,

Guido Maria Conforti, Beato

Guido Maria Conforti, Beato

Bispo e Fundador

Martirologio Romano: Em Parma, de Itália, beato Guido María Conforti, bispo e bom pastor, sempre em vela pela defesa da Igreja e da fé de seu povo, o qual, movido pelo anseio da evangelização dos povos, fundou a Pia Sociedade de São Francisco Xavier (1931).
Etimologia: Guido = Aquele que pertence ao bosque, é de origem germânica. O Beato Guido María Conforti nasceu em 30 de Março de 1865 em Ravadase, pequena aldeia da província de Parma (Itália). Sendo ainda muito jovem, contemplando a imagem de um Crucifixo, descobriu o Amor de Deus e a necessidade de o comunicar a todos. Mais tarde, lendo a vida de S. Francisco Javier, sentiu que no missionário navarro estava resumido o ideal de vida que havia descoberto no rosto de Cristo na Cruz.
Decidiu assim dedicar toda sua vida "à mais nobre das causas": anunciar, como Xavier, o Evangelho até aos confins da terra.  Em 3 de Dezembro de 1895, Guido fundou uma família missionária: os Missionários Javerianos, dedicados exclusivamente a levar a noticia do amor de Deus a quem ainda não o conhecem.
Chamado a ser bispo, Conforti trabalhou para que toda a Igreja vivesse a urgência da Missão.
Quis que sua diocese fosse missionária, foi bispo de Parma e missionário do mundo. Em 5 de Novembro de 1931, Guido María Conforti entregou sua vida de pastor e missionário nas mãos do Pai. Em 17 de março de 1996 o Santo Padre, João Paulo II, declarou beato a Guido María Conforti, "modelo de pastor e missionário".

Maria Carmela Viel Ferrando, Beata
Novembro 5 Mártir,

Maria Carmela Viel Ferrando, Beata

Maria Carmela Viel Ferrando, Beata

Virgem e Mártir

Martirologio Romano: Em El Soler, perto de Valência, em Espanha, beata María del Carmen Viel Ferrando, virgem e mártir, que na mesma perseguição levou a cabo uma luta gloriosa (1936).
Nascida na Suécia em 27 de Novembro de 1893.
Trabalhou muito com as jovens operárias e colaborou na atividade social da paróquia, participando ativamente nas iniciativas religiosas.
Em 2 de novembro de 1936, padeceu horríveis torturas por seu trabalho pastoral, para finalmente ser fuzilada na estrada de Saler na noite de 4 para 5 de novembro, quando tinha 42 anos.
Ela foi uma das mártires beatificadas por João Paulo II em Janeiro de 2001. Para ver mais sobre os 233 mártires em Espanha faz "click"
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Gregório (Hryhorij) Lakota, Beato
Novembro 5 bispo e mártir,

Gregorio (Hryhorij) Lakota, Beato

Gregorio (Hryhorij) Lakota, Beato

Bispo e Mártir

Martirologio Romano: No campo de concentração da cidade de Abez, na Sibéria Russa, beato Gregorio Lakota, bispo de Przemysl y mártir, que ao ver desprezada a fé de sua pátria pelos perseguidores, superou os tormentos corporais morrendo intrepidamente por Cristo (1950).
Etimologia: Gregório = Aquele que está sempre preparado, é de origem grega
Nasceu em 31 de Janeiro de 1883 em Holodivka, Distrito de Lviv, Ucrânia.
Estudou teologia em Lviv e foi ordenado sacerdote no rito greco-católico em Przemysl em 1908.
Doutorado em teologia na Universidade de Viena em 1911, logo foi professor e reitor do seminário de Przemysl.
Foi nomeado bispo auxiliar de Przemysl em 16 de maio de 1926. Esse mesmo mês as autoridades o deportaram para Ucrânia. Se lhe infligiu uma pena de dez anos de cárcere no campo de concentração de Abez, nas cercanias de Vorkuta (Sibéria).
Faleceu ali em 5 de novembro de 1950.

• Zacarias e Isabel, Santos
Novembro 5 Pais de João o Baptista,

Zacarías e Isabel, Santos

Zacarias e Isabel, Santos

Pais de João o Baptista

Martirologio Romano: Comemoração dos santos Zacarias e Isabel, pais de são João Baptista, Precursor do Senhor. Isabel, ao receber a sua parente María em sua casa, cheia de Espírito Santo saudou a Mãe do Senhor como bendita entre todas as mulheres, e Zacarias, sacerdote cheio de espírito profético, ante o filho nascido louvou a Deus redentor e pregou l próxima aparição de Cristo, Sol de Oriente, que procede do Alto.
O louvor mais sintético, autorizado e profundo que se há dito deste matrimónio é que "ambos eram justos ante Deus". Foi nada menos que o evangelista são Lucas quem o fez.
Se sabe que ele era sacerdote do templo de Jerusalém e que sua esposa Isabel era parente —talvez prima— da Virgem María. Se sabe, também pelo testemunho evangélico e por suas próprias palavras, que eram já bastantes idosos e que não haviam conseguido ter descendência por mais desejada que fosse.
Um dia, cumpre Zacarias o oficio sacerdotal e, enquanto oferece o incenso, vê um anjo —se chama Gabriel— que lhe disse: "
Tua oração foi escutada; Isabel, tua mulher, te dará a luz um filho a que porás por nome João".
Ainda que Zacarias seja um homem piedoso e de fé, não dá crédito ao que está passando. Certo que os milagres são possíveis e que Deus é o Todo-poderoso, certo que se conta na história um repertorio extenso de intervenções divinas, certo que conhece obras portentosas do Deus de Israel, mas que "isto" de ter o filho tão desejado se possa passar com ele e que sua boa esposa "agora" que é anciã possa conceber um filho... nestas circunstâncias... vamos que não o crê de todo por mais que a um anjo não se o veja todos os dias.
O castigo pela debilidade de sua fé será a mudez até que l prometido de parte de Deus se cumpra. Quando nasce João —o futuro BaptistaZacarias recupera a fala, bendiz a Deus e entoa um canto de júbilo, profetizando. Também Isabel pronunciou numa exclamação sublime —que repetimos ao rezar cada Ave-maria— quando estava grávida e foi visitada pela Virgem: "Bendita és Tu entre todas as mulheres, e bendito o fruto de teu ventre". Acrescentando "¡
Feliz a que acreditou que se cumpririam as coisas que lhe foram ditas de parte de Deus!".
Com Zacarias e Isabel a fé é aclamada com exultação e reconhecida em sua  inseparável escuridão.
Em alguns santorais sua celebração está marcada para 23 de setembro, em outros em 5 de novembro.

Outros Santos e Beatos
Novembro 5 Completando o santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

Santo Domnino, mártir
Em Cesareia de Palestina, santo Domnino, mártir, jovem médico, que nos começos da perseguição sob o imperador Diocleciano, o condenaram a ser enviado às minas de Fanesia, onde, após padecer cruéis vexações, foi entregue ao fogo por ordem do prefeito Urbano, no ano quinto da perseguição, por haver-se mantido firme na confissão da fé (307).

Santos Teótimo, Filoteo, Timoteo e Ausêncio, mártires
Na mesma cidade, memória dos santos Teótimo, Filoteo e Timoteo, mártires, que, sendo ainda jovens, foram destinados aos jogos de circo para diversão da plebe e se os entregou às bestas assim como santo Ausêncio, que era já ancião (307).


São Marcos, bispo
Em Apúlia, são Marcos, bispo de Ecano (hoje Troia) (s. V).


São Fibicio, bispo
Em Tréveris, na Renânia, de Austrásia, são Fibicio, bispo (500).


São Guetnocio, abade
Na Bretanha Menor, santo Guetnocio, venerado como irmão dos santos Winwaleo e Jacuto (s. VI).


SANTA BERTILLA

Santa Bertila, abadessa
No cenóbio de Chelles, junto a Meaux, na Gália Lugdunense, santa Bertila, sua primeira abadessa (s. VI).

São Geraldo, bispo
Em Beziers, da Gália Narbonense, santo Geraldo, bispo, varão de admirável honradez e simplicidade, a que, sendo canónico regular, se o obrigou a aceitar o episcopado, em cuja dignidade foi ainda mais humilde (1123).

Beato João António Burró Más, religioso mártir
Em Madrid, capital de Espanha, beato Juan Antonio Burró Más, religioso da Ordem de São João de Deus, mártir por sua profissão evangélica durante a perseguição contra a Igreja, (1936).


SANTO DOMINGO MAU
Santo Domingo Mau, religioso presbítero e mártir
Perto do rio Hung Yen, em Tonquín, santo Domingo Mau, presbítero da Ordem de Pregadores e mártir, que na perseguição sob o imperador Tu Duc, por exortar aos cristãos à profissão da fé levando o Rosário, por sua fidelidade a Cristo foi conduzido ao patíbulo para ser degolado, com as mãos juntas, como para subir ao altar (1858).

 

92413 > Beata Beatrice de Suabia Regina
92207 > Beato Bernardo Lichtenberg Sacerdote e martire MR
76230 > Santa Bertilla Badessa di Chelles  MR
91022 > Santa Canonica Anacoreta 
90978 > Santa Comasia Vergine e martire 
90869 > San Domenico Mau Martire MR
91239 > San Donnino Martire a Cesarea di Palestina  MR
95365 > Festa delle Sante Reliquie 
76220 > San Fibizio (Fibicio) di Treviri Vescovo  MR
92817 > Santi Galazione ed Episteme Sposi e martiri 
76235 > San Geraldo di Beziers Vescovo  MR
76240 > Beato Giovanni Antonio Burro Mas Martire  MR
92680 > Beato Gomidas Kaumurdjian (Keumurgian) Sacerdote e martire  MR
92931 > Beato Gregorio (Hryhorij) Lakota Vescovo e martire MR
76225 > San Guetnoco Abate  MR
76260 > Beato Guido Maria Conforti Fondatore dei Miss. Saveriani  MR
91043 > San Leto (Lieto) Prete 5 novembre
92847 > San Mamete (Mamet) Confessore 
91376 > San Marco di Atina Vescovo  MR
76215 > San Marco di Troia Vescovo  MR
93326 > Beata Maria Carmela Viel Ferrando Vergine e martire  MR
76210 > Santi Teotimo, Filoteo, Timoteo e Aussenzio Martiri MR
82305 > San Tigrino Martire di Roma
91592 > Santa Trofimena Vergine e martire
35200 > Tutti i Santi delle regioni Conciliari

 

Sites procurados: www.es.catholicwww.sangtiebeati.itwww.jesuitas.pt. , este através do livro Santos de Cada Dia.

António Fonseca