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sábado, 13 de novembro de 2010

Nº 1185–13 DE NOVEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

 

SANTO ESTANISLAU KOSTKA

Religioso (1550-1567)

O calendário da Companhia de Jesus e a Igreja polaca  celebram hoje Santo Estanislau Kostka, um dos mais novos Santos confessores. Nasceu no castelo de Rostkow, na vila de Pransnitz, a 28 de Outubro de 1550. A sua família era uma das mais nobres da Polónia e distinguia-se pela invariável fidelidade à antiga fé católica, diante das tempestades luteranas e renascentistas. Em tal ambiente de sólida piedade cresce  Estanislau, esbelto como um cedro e sobretudo puro como um lírio. Quantas vezes uma palavra um tanto livre o fez padecer e cair desmaiado! «Falemos doutra coisa, costumava dizer o pai, senão o nosso Estanislauzinho levantará os olhos ao céu para dar em seguida com a cabeça no chão». Em Julho de 1564 partiu Estanislau para Viena com o o irmão mais velho, Paulo,  e o aio Bilinski, para continuar a formação no internato dos Jesuítas. Que dias tão felizes aqueles do Colégio! Fez grandes progressos no latim, mas sobretudo na amizade com Jesus. Uma ordem  do Imperador Maximiliano I encerrou porém o internato, que passou á categoria de externato. Então começou o calvário de Estanislau. Seu irmão Paulo determinou prosseguir em Viena com o pretexto de continuar a assistir às aulas dos Padres; na realidade, com o propósito de gozar vida mais livre e divertida. Alugou a um luterano um luxuoso andar num dos bairros de maior movimento. Estanislau teve de resignar-se a viver debaixo do mesmo tecto com o herege. Intensificou a oração e penitência. A altas horas da noite , levantava-se para orar e disciplinar-se sem compaixão. Durante o dia acrescentava cilícios e jejuns. Este teor de vida era repreensão tácita da ligeireza de Paulo, que principiou por fazer má cara a Estanislau, troçar dele e insultá-lo. Das palavras passou às obras,  crivando-o de punhadas e pontapés. O aio calava-se , não se atrevendo a defender a inocente vítima. Passados vários meses desta perseguição doméstica, a saúde de Estanislau cedeu.- Caiu gravemente doente e pediu com instância que o deixassem comungar pela última vez; mas o débil Bilinski, temendo as iras do luterano, se fizesse entrar um padre católico em casa, tornou-se surdo aos pedidos do enfermo. Então Estanislau, vendo que os homens o desamparavam , dirigiu-se aos anjos do céu. O que se deu, em seguida, é o aio mesmo que no-lo conta: «Uma daquelas noites em que eu velava à sua cabeceira, Estanislau disse-me com voz clara e imperativa: “ Ajoelhe-se, ajoelhe-se; olhe que Santa Bárbara  acompanhada de dois anjos, traz-me a comunhão”. E levantando-se pôs-se de joelhos na cama. depois disse três vezes: Senhor , não sou digno… Abriu a boca… e estendeu a língua com profundíssima humildade». À comunhão com os anjos seguiu-se a aparição de Maria Santíssima, que trazia Jesus menino, sem disfarce de espécies sacramentais, e deixou-Lho nos braços. Foram uns momentos de Céu. Ao despedir-se, disse-lhe a celestial Senhora: «Estanislau, entra na Companhia do meu filho Jesus». E, para não ficar dúvida da verdade da aparição, restituiu-lhe a saúde. As palavras de Maria assinalam novo rumo na vida de Estanislau. desde agora , todo o esforço da sua vontade está em  entrar no Noviciado. Pediu a admissão ao Padre Provincial da Áustria e recorreu ao legado do papa, Cardeal Commendono, para que interviesse em seu favor. Mas tanto um como o outro exigiram que primeiro conseguisse consentimento do pai. Estanislau compreendeu que por este caminho nunca entraria na Companhia de Jesus. Implora a luz do Céu e, ouvido o Padre Francisco António, jesuíta português confessor da Imperatriz, entrou no bom caminho para conseguir ser admitido: faz voto de peregrinar por toda a terra até encontrara casa em que o admitam sem condições. A primeira será em Augusta,  cidade da vizinha Alemanha. Se lá não o admitissem, irá andando até mesmo chegar a Roma. Paulo, na inconsideração e no arrebate da sua ira, dissera-lhe: «Vai para onde quiseres, contanto que me deixes em paz para sempre». Estanislau tomou o dito à letra e no dia seguinte saiu, vestido de peregrino, com bordão e cabacinha. Pelo meio dia comia alguma coisa junto dum regato, quando se lhe deparou uma cavalgada a galopar em sua direção. Eram Paulo e Bilinski que vinham à sua procura. Implorou o auxilio do céu e saiu ao encontro dos cavaleiros, pedindo-lhes uma esmolinha por amor de Deus. Estes lançaram-lhe uma moeda e continuaram a galopar. Tinham-no confundido com um mendigo qualquer. Em Augusta disseram a Estanislau que o padre Provincial estava em Dilinga. «Não importa – disse para consigo – , irei a Dilinga». E naquele dia, confortado novamente com a comunhão que lhe trouxeram outras vez os anjos, chegou a Dilinga. recebeu-o com todo o carinho o Provincial, S. Pedro Canísio. Ouviu comovidamente o relato da sua vida e, para prová-lo mais, antes de admiti-lo ao Noviciado, mandou-lhe que servisse como criado os colegiais. A prova durou três semanas. O Padre Provincial estava satisfeito e resolveu mandar para Roma o postulante com outros dois jovens jesuítas, que lá deviam estudar teologia. A Alemanha estava muito perto da Polónia e havia que temer possíveis represálias do pai do jovem. Num mês percorreu Estanislau os 800 quilómetros e a 28 de Outubro de 1567 entrou no Noviciado de Santo André do Quirinal, em Roma, depois de receber a paternal bênção de S. Francisco de  Borja, Prepósito Geral da Companhia de Jesus. A Virgem Maria deve ter sorrido ao ver a felicidade com que o seu servo tinha cumprido a ordem recebida. O Mestre de Noviços viu imediatamente que Estanislau não era um principiante, mas estava já no cume da perfeição. «Anjo do Noviciado» foi o nome que lhe deram os seus con-noviços. «Irmão Estanislau , ama muito a Maria?» – perguntou-lhe um dia o Padre jesuíta Miguel Botelho (Miguel Botelho e não Manuel de Sá, como se lê). respondeu o santo: «Pois, como não havia de a amar, se é minha Mãe». Só o pensamento de Deus já lhe transformava o semblante e os momentos de oração levantavam no seu peito chamas abrasadoras de divina caridade. Uma manhã, surpreendeu-o o Padre Mestre junto da fonte do jardim. «Porque andas tão cedo por aqui?» – pergunta-lhe: «Padre, o meu peito estava a arder e vim buscar um pouco de alívio». Tinham passado dez meses de Noviciado. Era no dia de S. Lourenço e aproximava-se a festa da gloriosa Assunção de Nossa Senhora. Estanislau foi comungar levando uma carta para a Santíssima Virgem. Pedia-lhe ingenuamente, que o levasse consigo a celebrar a sua festa no Céu… No dia seguinte, Estanislau teve de ficar na cama e, contra os prognósticos de médicos e enfermeiros, a 14, o estado agravou-se a tal ponto que se perderam as esperanças de o curar. De madrugada, quando começavam a despontar os alvores da Assunção, os Padres que velavam à cabeceira do enfermo, notaram que os seus lábios sorriam e que os olhos se iluminavam . «Maria, disse, veio buscar-me, acompanhada de virgens para me levar consigo». E voou para o céu, doce e suavemente, como criança que adormece nos braços da mãe. Viveu desterrado neste mundo 17 anos, 9 meses e 17 dias. Foi canonizado em 1726. Do livro SANTIOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

BEATA AGOSTINHA LÍVIA PIETRANTONI

Religiosa (1864-1894)

Agustina Livia Pietrantoni, Santa

Agustina Livia Pietrantoni, Santa

Quando naquela manhã Lívia entrou na aula, a professora interrogou-a severamente: – Queria que me dissesses, Lívia, porque vens um dia à escola e ficas dois em casa? A pequena corou, corou muito sem ser capaz de pronunciar uma palavra. A professora insiste e ela responde: – É que o meu pai está quase sempre doente e eu tenho de tratar dos meus irmãozinhos. Lívia não mentia. Pertencia a uma pobre família de lavradores, que trabalhavam duramente para tirar da terra pedregosa um pedaço de pão. Entre os onze irmãos, Lívia era a mais velha das raparigas, tendo apenas um rapaz acima de si. Os pais chamavam-se Francisco e Catarina Pietrantoni. Constituíam – como lembrou o Santo Padre na beatificação da filha – uma família onde se trabalhava muito e se rezava muito. Lívia nasceu a 27 de Março de 1864, na freguesia de Pozzaglia Sabina, na Diocese de Tivoli, perto de Roma. Desde tenra idade, conheceu esta menina a dureza da vida; guardar o rebanho, trabalhar no campo, de sol a sol. Durante 4 anos,  para ganhar um pouco mais, empregou-se na construção duma estrada, acarretando cestos de cascalho e areia. Neste meio tão perigoso, em nada manchou a pureza da sua alma. Mais que um rapaz a quis para esposa.Um deles deu este testemunho: «Lívia percebeu porque era inteligentíssima… Um dia passei por ela ao longo da estrada, quase por acaso. estava a ler um livro. Parou e olhou para mim, um pouco atrapalhada. depois tirou para fora do livro um “santinho”, um Ecce Homo (Cristo flagelado coroado de espinhos e com as mãos atadas). Mostrou-o e disse: – Este é que será o meu esposo. Respondi-lhe apenas: – Já sabia e és bem digna d’Ele». Às companheiras, que procuravam dissuadi-la, diz resolutamente: – Hei-de ser religiosa e no convento mais difícil. A mãe declarou: «Que bênção de Deus esta minha filha! Sabe tratar melhor do que eu com o pai, com os irmãos, com a agulha, com o tear, na cozinha e na limpeza. Que poderias eu fazer sem ela, com uma família tão grande?». Como mãe cristã que era, apesar da falta que lhe fazia, deu-lhe licença, assim como o pai, de seguir a vida religiosa. A 3 de Março de 1886 partiu para Roma. Contava 22 anos. O adeus foi de alegria e de lágrimas. Beijou os familiares e a soleira da porta, onde traçou uma grande cruz. de joelhos, pediu a bênção ao avô Domingos, doente na cama, e aos pais. Entrou na congregação das Irmãs de Caridade de Santa Joana Thourety, onde lhe mudaram o nome de Lívia para Agostinha. Passados 17 meses de prova, foi mandada como Enfermeira para o Hospital do Espírito Santo, em Roma, onde viveria seis anos, até à morte. Começou a tratar das crianças, passando depois para a enfermaria dos tuberculosos. O trabalho era muito difícil, não só pela gravidade da doença, então muito espalhada e quase incurável, como também pelo carácter dos enfermos. Naqueles tempos de luta declarada contra a Igreja, a paciente religiosa tinha de ouvir frequentemente blasfémias, injúrias, palavras malcriadas e provocadoras. «Descontentamentos, insultos, impaciências, grosserias de toda a espécie nunca lhe faltavam, mas ela sabia pagar tudo com muita delicadeza» – escreveu um enfermo. E outra testemunha: «Com os doentes era uma verdadeira mãe, especialmente com os mais graves. À noite, antes de retirar, não deixava de se aproximar das camas dos que estavam em maior perigo. Acomodava-lhes o travesseiro e dizia-lhes qualquer boa palavra. por vezes, algum doente mau e descontente provocava-lhe algum aborrecimento, como atirar o ao chão o prato da comida. Mas a irmã Agostinha nunca perdia a paciência». Pela sua dedicação, a boa irmã contraiu depressa a tuberculose,. Viu-se obrigada a retirar-se, mas levou a Superiora a prometer-lhe que, se se curasse, voltaria para a mesma enfermaria. E assim  aconteceu. O Martírio – Na enfermaria encontrava-se um doente chamado José Romanelli, que tinha sido quatro vezes condenado nos tribunais. Na noite de 23 de Outubro de 1894, toma atitudes provocadoras com as lavadeiras. Um enfermeiro avisa o diretor clínico que, dois dias depois, o despede do hospital. O desgraçado suspeita, sem razão, que foi a irmã Agostinha que o acusou e jura vingar-se. – Tu hás-de morrer por minhas mãos! – No dia 13 de Novembro de 1894, ao percorrer um estreito corredor, vê a boa Irmã diante de si José Romanelli, levantando um punhal. Atira-se sobre a santa religiosa,  espetando-lhe sete vezes. A Irmã cai de joelhos sem um lamento. Com extremo esforço levanta-se, dá uns passos para a habitação das religiosas, perdoa ao assassino e exala o último suspiro, murmurando: Minha mãe do Céu, ajudai-me! A autópsia revelará que o coração tinha sido atravessado em três pontos. No dia 15 de Novembro, toda a cidade de Roma se apinha nas ruas do Hospital do Espírito Santo para o cemitério, a fim de ver passar o caixão da religiosa mártir. Os jornais do tempo referem que estavam presentes mais de 200 mil pessoas. No dia 12 de Novembro de 1972, Paulo VI elevou às honras dos altares, com o título de beata, a Irmã Agostinha Lívia, de 30 anos de idade. Esta santa Irmã tinha feito a promessa solene: «Ofereço-me a Deus para amar a Nosso Senhor Jesus e para servi-Lo na pessoa dos pobres». Prometeu e cumpriu. Ela nos ajude a ter caridade para com os outros, vendo neles a pessoa de Jesus. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.esw.catholic e www.santiebeati.it

 

 

SÃO DIOGO DE ALCALÁ

Religioso (1400-1463)

Diego de Alcalá, Santo

Diego de Alcalá, Santo

Este humilde franciscano espanhol nasceu de pais pobres em S. Nicolau del Puerto (Andaluzia), nos primeiros anos do século XV. Exerceu primeiramente as funções de porteiro no convento de S. Francisco, em Arizafa, e foi depois escolhido para acompanhar alguns missionários que partiam para as Ilhas Canárias, recentemente descobertas. Lá esteve quatro anos, dirigindo o convento de Forteventura, apesar de ser apenas irmão leigo. No ano jubilar de 1450, que o foi o da canonização de S. Bernardino de Sena, acorreram a Roma quatro mil frades menores de todo o mundo. Declarou-se então uma epidemia entre eles, e o grande convento de Ara Coeli foi transformado em enfermaria, sendo confiada a direção a Diogo. Taumaturgo como era, o pão e os remédios multiplicavam-se-lhe nas mãos: chegava a curar moribundos, e quando o surpreendiam a beijar as chagas dos empestados, respondiam que era essa a melhor maneira de tratar semelhantes doenças. Regressando a Espanha, viveu sucessivamente nos conventos de Sevilha e Salceda e, por fim, no de Alcalá de Henares, onde morreu, deixando a fama de ser um dos maiores extáticos de sempre. Um quadro de Murillo representa-o elevado da terra e em êxtase na sua cozinha, enquanto alguns anjos se ocupavam com os fornos, preparando a refeição da comunidade em seu lugar. Um dos seus milagres mais memoráveis foi o que fez cem anos depois da morte, em favor de D. Carlos , filho de Filipe II; tinha quebrado a cabeça caindo dum cavalo. O seu estado ia piorando; no undécimo dia julgou-se ter chegado o fim. O rei veio a Alcalá e mandou abrir o túmulo onde Diogo repousava. estava intacto e parecia dormir. Puseram-lhe na cara um lenço de seda , que depois colocaram na cabeça do príncipe. este adormeceu e, ao acordar, pediu de comer; alguns dias mais tarde, estava curado. Houve uma explosão de alegria na Espanha inteira; e, a pedido de Filipe II, Roma colocou o taumaturgo nos altares; isto em 1588. Tinha morrido em 1463. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.esw.catholic e www.santiebeati.it

 

 

SANTO HOMEMBOM (ou hOMOBONO)

Leigo (1197)

Homabono de Cremona, Santo

Homabono de Cremona, Santo

 

Exerceu a profissão de ne4gociante em Cremona (Lombardia). Morreu em 1197, na igreja de S. Gil, onde todas as noites assistia às matinas, saindo apenas depois da missa cantada. NOTA de António Fonseca. Este o texto que retirei do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt, dado que não vem lá nada mais escrito. O que se segue, foi transcrito sem  tradução para português, de www.es.catholic.

San Homobono, confesor, en Cremona, fue sastre y mercader de telas; al cual habiendo resplandecido en milagros, canonizó Inocencio III.
La extraordinaria figura de san Homobono, comerciante de telas, esposo y padre de familia, que se convirtió al misterio de la cruz y fue "padre de los pobres" y artífice de reconciliación y paz, cobra un valor ejemplar como llamada a la conversión. Su ejemplo muestra que la santificación no es vocación reservada a algunos, sino que se propone a todos.
Es el primer fiel laico, y el único que, sin pertenecer a la nobleza o a familias reales o principescas, fue canonizado en la Edad Media.
«Padre de los pobres», «consolador de los afligidos», «asiduo en las continuas oraciones», «hombre de paz y pacificador », «hombre bueno de nombre y de hecho», este santo, como afirmó el Papa Inocencio III en la bula de canonización Quia pietas, sigue siendo aún hoy un árbol plantado junto a corrientes de agua, que da fruto en nuestro tiempo.
No sólo porque la santidad es una sola, sino también por las características de la vida y de las obras con que este fiel laico vivió la perfección evangélica. Responden de modo singular a las exigencias actuales y confieren a la celebración jubilar un profundo sentido de «contemporaneidad».
Los testimonios unánimes de la época definen a Homobono «pater pauperum», padre de los pobres. Esta definición, que se ha mantenido en la historia de Cremona, resume en cierto modo las dimensiones de la elevada espiritualidad y de la extraordinaria aventura del comerciante. Desde el momento de su conversión a la radicalidad del Evangelio, Homobono llega a ser artífice y apóstol de caridad. Transforma su casa en casa de acogida. Se dedica a la sepultura de los muertos abandonados. Abre su corazón y su bolsa a todos los necesitados. Se dedica con todo su empeño a dirimir las controversias que, en la ciudad, dividen a grupos y familias. Lleva a cabo con generosidad las obras de misericordia espirituales y corporales y, a la vez, con el mismo fervor con que participa diariamente en la Eucaristía y se dedica a la oración, protege la integridad de la fe católica frente a infiltraciones heréticas.
Recorriendo el camino de las bienaventuranzas evangélicas, durante la época del municipio, en la que el dinero y el mercado tienden a constituir el centro de la vida ciudadana, Homobono conjuga justicia y caridad y hace de la limosna el signo de comunión, con la espontaneidad con que, gracias a la asidua contemplación del Crucificado, aprende a testimoniar el valor de la vida como don.
Fiel a estas opciones evangélicas, afronta y supera los obstáculos que se le presentan en su ambiente familiar, ya que su esposa no comparte sus opciones; en el parroquial, que ve con cierta sospecha su austeridad; e incluso en el ámbito del trabajo, por la competencia y la mala fe de algunos, que tratan de engañar al honrado comerciante.
Así, surge la imagen de Homobono trabajador, que vende y compra telas y, mientras vive el dinamismo de un mercado que se extiende por ciudades italianas y europeas, confiere dignidad espiritual a su trabajo: una espiritualidad que es la impronta de toda su laboriosidad.
En su experiencia se funden las diversas dimensiones. En cada una encuentra el «lugar» adecuado para desarrollar su aspiración a la santidad: en el núcleo familiar, como esposo y padre ejemplar; en la comunidad parroquial, como fiel que vive la liturgia y participa asiduamente en la catequesis, unido profundamente al ministerio del sacerdote; en el ámbito de la ciudad, donde irradia la fascinación de la bondad y de la paz.
Una vida tan rica en méritos no podía menos de dejar una huella profunda en la memoria. En efecto, es admirable la perseverancia que ha tenido Cremona en el afecto y en el culto a este singular ciudadano suyo, que surgió precisamente del sector popular.
Es significativo el hecho de que, en 1592, la iglesia catedral fuera dedicada simultáneamente a él y a la Asunción de la Virgen María. Y es igualmente significativo que, en 1643, fuera elegido patrono de la ciudad por los miembros del Concejo, en medio del júbilo, «la inmensa alegría» y las «lágrimas de devoción» del pueblo. Un santo laico, elegido como patrono por los mismos laicos.
No ha de sorprender que el culto de san Homobono se haya difundido en muchas diócesis italianas y más allá de las fronteras nacionales. Homobono es un santo que habla a los corazones. Es hermoso constatar que los corazones sienten su amable fascinación. Lo demuestra la incesante peregrinación de fieles ante sus restos mortales, sobre todo, no exclusivamente, el día de su fiesta litúrgica, y la intensa devoción que le profesa la población, recordando las gracias recibidas y confiando en la intercesión del amado «comerciante celestial».
Se trata de un fiel laico que, como laico, alcanzó el don de la santidad. Su historia tiene un valor ejemplar como llamada a la conversión sin restricciones de ningún tipo y, por tanto, a la santificación, que no está reservada a unos cuantos, sino que se propone a todos indistintamente.
Murió en el templo durante la celebración de una misa. Cuando el sacerdote entonaba el Gloria Patri, tendió Homobono sus manos hacia el altar y cayó muerto con los brazos en cruz, ante el crucifijo. Su fama de santidad era tal que unos meses más tarde se esculpía su estatua para la fachada de la iglesia de San Homobono de Cremona, y dos años después de morir fue canonizado. Veja-se ainda
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Cristiano, Santo
Novembro 13 Um dos patronos de Polónia,

Christian, Santo

Christian, Santo

Novembro 13

Etimológicamente significa “creyente, cristiano”. Viene de la lengua latina.
Cuando la persona comprende que Dios la ama, y que la ama hasta en los momentos más deplorables, se vuelve más atenta a los demás. Todo el arte de la existencia consiste en vivir el amor de Dios reflejado en la gloria de todo se humano.
El joven Christian, acompañado de sus amigos Benito, Isaac, Santiago y Mateo, llevaban en sus corazones las ilusiones de todo buen creyente: trabajar por la conversión de su país al cristianismo.
Llegaron de Italia hasta Polonia y, no teniendo sitio en donde cobijarse, se establecieron en el bosque de Kazimeierz, al sur de Gniezno.
Pertenecían todos a la orden de los camaldulenses. El apóstol siente en sus venas el gozo de llevar la Buena Noticia del Evangelio a todos los rincones del universo.
Sin embargo, hay personas que no solamente persiguen a los hombres de paz, sino que los persiguen y acaban con ellos.
Una noche, la del 11 de noviembre del año 1003, mientras dormían en su cama, fueron unos bandidos a hurtadillas a matarlos.
¿Cuál era la razón de semejante acto de barbarie?
Los banda de criminales creía, que los chicos que habían llegado de Italia, llevaban consigo un tesoro inapreciable.
La única forma de tenerlo – se decían – es matarlos.
Al día siguiente, los habitantes del lugar los encontraron muertos. Y como buena gente, les dieron sepultura. Y entre los creyentes corrió en seguida la voz de que habían muerto como mártires.
Christian era el cocinero del grupo, y era polaco. Al encontrarlo algo apartado de los otros, lo enterraron en el claustro de la iglesia.
Hoy es uno de los patronos de la nación polaca.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Maria Patrocínio Giner Gomis de San Juan, Beata
Novembro 13 Mártir,

María Patrocinio Giner Gomis de San Juan, Beata

María Patrocinio Giner Gomis de San Juan, Beata

Nació en Tortosa, el 4 de Enero de 1874 y murió en Portichol de Tavernes de Valldigna, el 13 de Noviembre de1936.
Religiosa profesa de la Congregación de las Religiosas de María Inmaculada Misioneras Claretianas
Por muchos años formadora de las jóvenes generaciones de claretianas y educadora en Carcagente. Fundadora de la comunidad y colegio en Puerto de Sagunto, Sufrió la primera persecución el año 1931. Entregó la vida por Cristo y Su Evangelio ofreciéndola por la paz y reconciliación.
Ella es uno de los mártires de Valencia. Para ver más sobre los 233 mártires en España haz "click"
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Maria Teresa de Jesus (Maria Scrilli), Beata
Noviembre 13 Fundadora,

María Teresa de Jesús (María Scrilli), Beata

María Teresa de Jesús (María Scrilli), Beata

Fundadora del Instituto de Nuestra Señora del Monte Carmelo

Nacida en desamor
Nace María Scrilli el 15 de mayo de 1825 en Montevarchi, ciudad del Gran Ducado de Toscana. Era la segunda niña que nacía en el hogar de los Scrilli-Checcucci; se esperaba fuera un varón y la desilusión fue grande. “Aquella misma mañana de domingo y muy temprano…a las pocas horas de haber nacido, fue llevada a la pila bautismal de forma privada con gran disgusto de mis padres por haber tenido una segunda hija”, cuenta ella misma. “Hasta la edad de cuatro años o poco más, me sentía rechazada por mi misma madre, razón por la cual caía en una profunda tristeza y era propensa al llanto; no siéndole de mucho agrado, procuraba alejarme de ella lo más que podía”. (El drama infantil estaba servido). Y continúa escribiendo: «Cuando apenas fui capaz de comprender el desamor que me tenía mi madre no tengo palabras para poder expresar la magnitud de esa espina que atravesaba mi corazón. Mi tormento no era causado por la envidia de ver a mi hermana tan delicadamente querida por mis padres, sino porque en el fondo también yo sentía la necesidad de verme amada».
Terribles palabras de esta muchacha que descifrarán en parte la vida y la obra de esta singular mujer. Sin embargo, lo que pudo haber sido un verdadero trauma para la chiquilla le sirvió para ir modelando su carácter sin guardar ninguna acritud; afortunadamente supo comprender a tiempo que la envidia es la que corroe el corazón y no el vacío por la ausencia del amor; a colmar esas ansias va a dedicar María Teresa toda su vida sin amargura, sin tan siquiera un mínimo resentimiento para con su propia madre. En María la Virgen encontrará la solución a su íntimo problema de afectividad: Ella será su auténtica Madre, la del Cielo, ya que teniéndola no la tenía en la tierra; una tiernísima devoción mariana brotará con fuerza y modelará aquel corazón hecho para entregarse a cuantos eran víctimas del desamor, a semejanza de María.
A los 21 años ingresa en Santa María de los Ángeles en Florencia, el monasterio de Sta. María Magdalena de Pazzis, pero no prospera en su propósito. De aquella experiencia carmelitana adquiere unos sólidos fundamentos, base de toda su espiritualidad para el futuro; en su diario escribe, por ejemplo: “Pureza, pureza de intención. Buscar en todo complacer a Dios, hacer bien a los demás (esto también en Dios), y la abnegación de uno mismo. Todo basta para hacer un santo”. La pureza de intención y el amor propio fueron los ejes centrales de la espiritualidad de la santa florentina. Este principio no es solamente una feliz coincidencia. Del Carmelo de Florencia sale con una clara decisión: será contemplativa, pero «contemplativa en acción». Y lo conseguirá, perdiéndose.
Por la cultura y la dignidad humana
Y es que desde 1849 aquella región toscana vive un virulento anticlericalismo originado por el liberalismo más radical entonces de moda; aquella sociedad yace bajo un ínfimo nivel de analfabetismo y de miseria, factores que de ordinario suelen ir juntos. María Scrilli piensa qué puede hacer para remediarlo y, consciente de que la incultura e ignorancia degrada especialmente a la mujer, comienza a impartir enseñanza en su propia casa de Montevarchi a un grupo de niñas que encontraba por la calle. “En 1849 el número de mis pequeñas alumnas había llegado a doce; las tenía gratuitamente, pero ellas correspondían con tantas demostraciones de agradecimiento, que no tenía más remedio que corresponderlas”, escribe. Pronto se le unen a esta labor otras compañeras. “Éramos Edvige Sacconi, Ersilia Betti, Teresa del Bigio y yo…Escribí algunas normas que nos regularan, pero regularmente lo hacía de palabra”. En 1854 nace el Pío Instituto de Pobres Hermanitas del Corazón de María aprobado por el obispo de Fiésole. En agosto de 1857, estando en el monasterio de Sta. María Magdalena de Pazzis, Pío IX la bendice: “…y puso su mano sobre mi cabeza, mientras que yo me incliné y le besé los pies”, escribe, interpretando aquel gesto como un signo aprobatorio.
En junio de 1859 las tropas piamontesas entran en Montevarchi y ocupan el convento de las religiosas y por un decreto del 30 de noviembre el Instituto es suprimido; toda la obra de M. Scrilli se viene abajo y las monjas han de marchar a casa secularizadas. María Teresa se refugia en Florencia desde donde trata de reconstruir su instituto, hasta que en 1878 el arzobispo Eugenio Cecconi les concede recomponer la comunidad, quedando restablecido en 1892. “El Instituto, sin duda, según el diseño de Dios, debía fundarse con lagrimas, con dolor y con los combates de la fundadora”. Algunas Hermanas abandonan la casa, otras fallecen y ninguna otra ingresa. La mejor colaboradora, Clementina Mosca, se marcha con las dominicas de clausura. Todo el proyecto de la Scrilli se derrumba. Pero su ánimo no decae. Sabe muy bien que si aquello es obra de Dios y María su Madre lo quiere, la obra saldrá adelante; es consciente de que ella, como grano de trigo, debe morir y desaparecer para que una nueva vida surja.
Y así acontece. María Teresa se ofrece como víctima por aquella obra de la Iglesia. Cae gravemente enferma y muere en el mayor de los desamparos; el panorama congregacional era desolador: una Hermana anciana, otra enferma prácticamente paralítica y una novicia. Era el 14 de noviembre de 1889. Tras la muerte de María Teresa se presagia la total extinción. Todo ha terminado. Pero, el grano de trigo no cae en tierra y muere… (Jn 12, 24). Y se produce el milagro. He aquí que inesperadamente vuelve Clementina Mosca (1862-1934), «el ángel enviado por Dios»; adopta el nombre de María de Jesús y recoge el precioso legado de María Teresa. «Bajo el dinámico liderazgo de esta segunda fundadora el Instituto cobró nueva vida, creció en miembros y multiplicó las fundaciones, ampliando el arco de la acción apostólica: enseñanza, cuidado de enfermos y otros trabajos de caridad. Elaboró Constituciones y logró que su congregación fuese reconocida de derecho diocesano por el Cardenal Mistrangelo en 1929; el mismo año el prior general Elías Magennis las afilió a la Orden ya con el definitivo nombre de Instituto de Nuestra Señora del Monte Carmelo.
Fue beatificada el 8 de octubre de 2006.

Kamen Vitchev, Pavel Djidjov y Josaphat Chichkov, Beatos
Novembro 13 Presbíteros e Mártires,

Kamen Vitchev, Pavel Djidjov y Josaphat Chichkov, Beatos

Kamen Vitchev, Pavel Djidjov y Josaphat Chichkov, Beatos

Martirologio Romano: En Sofía, ciudad de Bulgaria, beatos Kamen (Pedro) Vitchev, Pavel (Pablo, en el siglo José) Djidjov y Josaphat ( en el siglo Roberto) Chichkov, presbíteros de la Congregación de los Agustininos de la Asunción, que bajo un régimen hostil a Dios, acusados falsamente y encarcelados por ser cristianos, merecieron recibir por su muerte el premio prometido a los discípulos de Cristo (1952)

El domingo 26 de mayo de 2002, en la ciudad búlgara de Plovdiv, el Papa Juan Pablo II beatificó a tres religiosos asuncionistas búlgaros, mártires asesinados por el entonces régimen comunista en noviembre de 1952.
Los beatos son los Agustinos de la Asunción Kamen Vitchev (1893-1952), Pavel Djidjov (1919-1952) y Josaphat Chichkov (1884-1952) -el primero de rito oriental y los dos segundos de rito latino-, que serán los primeros beatos de esta congregación, fuertemente comprometida, desde su fundación hace 150 años, en el acercamiento con el Oriente cristiano.
Fue la segunda vez, después de Ucrania en junio de 2001, que Juan Pablo II beatifique fuera de Roma a mártires del comunismo.
Testimonio heroico
Los tres religiosos fueron fusilados el 11 de noviembre de 1952 en la prisión central de Sofía, junto a Mons. Eugenio Bossilkov, obispo de Nicopoli, beatificado en 1998. Durante su larga prisión, los cuatro clérigos fueron torturados, tuvieron que soportar malos tratos y, a pesar de retractarse de las confesiones que habían hecho por la fuerza, los cuatro fueron condenados a muerte el 3 de octubre como “espías del Vaticano” y “lacayos del imperialismo” en un proceso dirigido por Moscú contra la Iglesia.
Sus cuerpos, enterrados en una fosa común, nunca fueron hallados.
El proceso contra 40 sacerdotes, religiosos y laicos católicos búlgaros, entre los que se encontraban Mons. Bossilkov y los tres asuncionistas, fue abierto el 29 de septiembre de 1952 ante la Corte Suprema de Bulgaria, en Sofía.
Los inculpados, presos y maltratados durante varios meses, fueron objeto de un “Acto de acusación contra la Organización Católica de complot y espionaje en Bulgaria”. Se los acusó de haber “organizado y dirigido, desde el 9 de septiembre de 1944, una organización que tenía como finalidad invertir, minar y debilitar el poder democrático popular a través de un golpe de Estado, insurrección, motines, actos terroristas, crímenes e intervenciones armadas del extranjero”.
Además fueron declarados “miembros de una organización de espionaje y de complot en una serie de ciudades del país para preparar una guerra imperialista contra la URSS, Bulgaria y otros países de democracia popular”.
La sentencia, dictada el 3 de octubre de 1952, víspera del XIX Congreso del Partido Comunista Soviético en Moscú, declaraba a los tres religiosos “culpables de haber organizado y dirigido en Bulgaria, desde el 9 de septiembre de 1944 hasta el verano de 1952, una organización clandestina, una agencia de servicios secretos del Papa y de los imperialistas”, y los condenaba “a muerte por fusilamiento con privación de sus derechos, confiscándoles todos sus bienes en beneficio del Estado”.

Kamen Vitchev

Kamen Vitchev (nacido en 1893), tal vez el más conocido de los tres, fue profesor, un erudito, y un líder. Cuando lo arrestaron en diciembre de 1951, era Vicario Provincial de los Asuncionistas de Bulgaria. Había sido profesor en el seminario asuncionista de Estambul y durante mucho más tiempo, en el colegio de San Agustín de Plovdiv . Era muy conocido en Bulgaria como experto profesor, predicador de la fe y muy activo en toda relación ecuménica entre las Iglesias. Escribía regularmente en la revista asuncionista de estudios teológios orientales "Ecos de Oriente", y fomentaba las buenas relaciones con el clero ortodoxo de Ploviv, al que acogía frecuentemente la comunidad. Sus artículos versaban sobre temas especializados de Derecho Canónico Ortodoxo, y también sobre acontecimientos destacables en las Iglesias católica y ortodoxa, o eran reflexiones sobre la vida del cristiano en el mundo. Es indudable que la difusión de su pensamiento sobre el valor de la visión cristiana de la vida frente a la que tenían las doctrinas ateas y materialistas dominantes no le granjeó el aprecio del régimen. Se hizo "culpable" de ser un distinguido intelectual y educador, y un apasionado de la causa de la unidad entre la Iglesia Oriental y la Iglesia Latina. Él mismo había sido ordenado sacerdote en el rito Bizantino.

Pavel Djidjov

Pavel Djidjov era el más joven de los tres (nacido en 1919). Buen atleta, hombre práctico, con estudios de Economía, se le confió la gestión financiera de la misión asuncionista de Bulgaria, pero volcó lo mejor de sus energías en la educación de la juventud. Durante sus años de profesor en la escuela asuncionista de Varna, en el Mar Negro, se hizo notar por su postura nada ambigua respecto del Partido en Bulgaria. Se hizo "culpable" de defender la libertad religiosa frente a un régimen totalitario; era muy querido de sus alumnos y firme en su lealtad hacia la Iglesia.

 

Josaphat Chichkov

 

Josaphat Chichkov el de más edad de los tres (nacido en 1884), ha sido durante mucho tiempo profesor y educador de jóvenes aspirantes al sacerdocio. Era un hombre sencillo, especialmente eficaz con los alumnos que tenían dificultades; y un tecnófilo, que para su ministerio echaba mano de las herramientas "modernas" apenas se inventaban (máquinas de escribir de caracteres cirílicos, cámaras de cine y gramófonos). Acusado de espiar a favor del Vaticano y de las potencias occidentales, fue en realidad "culpable" de ser un buen educador y muy popular, y un pastor afectuoso.

77510 > Sant' Abbone di Fleury  MR
77450 >
Sant' Agostina (Livia) Pietrantoni Religiosa  MR
92502 >
Santi Antonino, Niceforo, Zebina, Germano e Manatha Martiri  MR
77470 >
Santi Arcadio, Pascasio, Probo, Eutichiano e Paulillo Martiri  MR
77500 >
San Brizio di Tours Vescovo  MR
90433 >
San Dalmazio di Rodez Vescovo  MR
91349 >
San Donato Abate di Montevergine 
93182 >
Sant’ Eugenio II di Toledo Vescovo MR
92422 >
Sant' Eulogio di Ivrea Vescovo 
90636 >
San Florido (Fiorenzo) di Città di Castello e Amanzio Vescovo  MR
93049 >
Beato Giovanni (Juan) Gonga Martinez Giovane laico, martire  MR
94706 >
San Gredifael 
77490 >
Sant' Imerio Eremita  MR
91087 >
Beato Josaphat Chichkov Sacerdote e martire  MR
91085 >
Beato Kamen Vitchev Sacerdote e martire  MR
77480 >
San Leoniano di Vienne Abate MR
93432 >
Beata Maria del Patrocinio di S. Giovanni (Maria Cinta dell'Assunta Giner Gomis) Vergine e martire  MR
92643 >
Beata Maria Teresa di Gesù (Maria Scrilli) Fondatrice 
93183 >
Santa Maxellendis Vergine e martire  MR
77460 >
San Mitrio (Mitria) Venerato a Aix-en-Provence  MR
77525 >
San Niccolò I Papa  MR
35350 >
Sant' Omobono di Cremona Laico  MR
91086 >
Beato Pavel Djidjov Sacerdote e martire  MR
51400 >
San Quinziano Vescovo di Rodez e Clermont  MR
92114 >
Beato Veremondo (Varmondo) Arborio di Ivrea Vescovo  MR

 

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António Fonseca