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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

MENSAGEM URGENTE E MUITO ACTUAL…–18-11-2010

 

Caros Amigos:

Esta biografia será publicada apenas amanhã, dia 19, neste blogue, porém, em face do que vem ali dito, não resisti a publicar este excerto hoje mesmo. PODE SER QUE VALHA A PENA!!!

Trata-se de um excerto da biografia do Profeta Abdias, que viveu no século V antes de Cristo e profetizou – O castigo a Edom e o triunfo de Israel no “Dia de Yahvéh” ou do “Juízo Final

 

 


Como reclamava justiça divina o ultraje que sofria Israel —o povo de Deus— no tempo desta profecia, hoje seguem postulando a mesma justiça, quantidade inumerável de ultrajes cujos responsáveis haverão de responder no "Dia de Yahvéh".

¿Não estarão chegando aos ouvidos de Deus os gritos dos milhões de famélicos que há no mundo?

¿E os das vítimas de quem promove as guerras?

¿e as queixas dos ignorantes?

¿Deixará Deus o queixume mudo dos não-nascidos porque se os privou aberrantemente de seu primeiro direito com o aborto?

¿Terá surdez Deus para os protestos dos que suportam leis iníquas?

¿Terá tapado os ouvidos para não escutar a indizível algaravia que formam os lamentos dos desempregados, dos sem-tecto, dos que contemplam o desperdício irresponsável de outros?


Yahvéh
segue hoje vendo aos prepotentes, aos que exploram, aos que impulsionam ao desterro, aos que fazem tráfico de mulheres, crianças e homens brancos (ou de negros, ou de outras raças), aos orgulhosos e aos soberbos, aos que caluniam, aos que causam o desprezo, aos que insultam e maldizem, aos que humilham, aos que roubam o alheio... e aos que se vendem por dinheiro.
Todo o "machucado"
pela malícia do irmão vive em terra sua, habita em seu domínio, lhe pertence ¡É o seu povo!

¡Graças, Abdias, tu foste bom e avisaste a tempo!

 

Os meus cumprimentos a todos os leitores!

 

António Fonseca

Nº 1190 - 18 DE NOVEMBRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

DEDICAÇÃO DAS BASÍLICAS DE S. PEDRO e S. PAULO

No Vaticano, em Roma

Dedicación de las Basílicas de S. Pedro y S. Pablo

Dedicação das Basílicas de S. Pedro e S. Paulo

A morte de S. Pedro em Roma fixou para sempre a sede do seu império espiritual. Com o sangue de Pedro e de Paulo conseguiu Roma mais conquistas de que com todos os seus soldados e legionários. A que era mestra do erro, tornou-se discípula da verdade e resplandeceu em todo o orbe, como sol entre as estrelas. O fogo sagrado, que irradia calor e vida, recolhe-se junto do túmulo dos dois Apóstolos. Lá se ajoelha Roma, de lá olha para o mundo e lá se torna visível Cristo. A liturgia de hoje chama-nos a Roma, ao túmulo dos dois Apóstolos, às Basílicas de S. Pedro e S. Paulo. Estão distantes entre si, mas une-as um mesmo espírito, uma mesma fé se respira nelas, um mesmo Cristo fala nas duas. «Eu posso-te mostrar os sepulcros dos Apóstolos. Se vieres ao Vaticano, se chegares à via Ostiense, verás os gloriosos troféus dos que fundaram esta Igreja». Assim escrevia no século II um presbítero de Roma, Caio, e assim nos fala hoje a liturgia católica. Vamos ver os sepulcros dos Apóstolos Pedro e Paulo, os dois grandes astros do céu cristão. Como o confirmaram as escavações recentes, da época de Pio XII, é certo que S. Pedro foi enterrado na colina do Vaticano, ao pé do lugar da sua crucifixão, que estava junto do circo de Nero. O túmulo de S. Pedro foi núcleo de atração para outros sepulcros cristãos posteriores, especialmente dos papas dos séculos I e II, desde S. Lino até S. Vítor. S. Paulo foi decapitado junto da estrada que leva a Óstia, em Tre Fontane (Três Fontes), e enterrado na propriedade duma senhora piedosa chamada Lucina. Sobre o sepulcro de S. Pedro, no Vaticano, levantou o Papa Anacleto uma memória, isto é, um oratório. Logo que brilhou o sol da paz, o papa São Silvestre propôs a Constantino se desse aos sepulcros de Pedro e Paulo aquela forma exterior de grandeza arquitectónica e riqueza artística que exigiam os dois maiores santuários da fé católica. Constantino acolheu a ideia e, tanto na Via Cornélia como na Via Ápia, levantou duas magníficas Basílicasdomus regales são chamadas pelo Livro Pontifical – resplandecentes pelo oiro e dotadas com ingente património imóvel. O primeiro trabalho de Constantino consistiu numa espécie de armário para proteger e, por assim dizer, blindar os dois sepulcros. O biógrafo de S. Silvestre diz-nos que, dentro daquela massa enorme, os corpos dos dois Apóstolos ficavam inteiramente seguros e intangíveis. Sobre ambos erigiu o piedoso Imperador uma grande cruz de oiro, que pesava 150 libras. Nesta obra do século IV havia duas partes distintas: a câmara sepulcral ou domus regalis, e a basílica exterior, coruscans aula, que a circundava. desde os tempos do Papa Hormisdas, século VI, a câmara sepulcral estava completamente inacessível. A Basílica constantiniana de S. Paulo ficou mais pequena que a de S. Pedro, por imposição do lugar, compreendido entre a Via Ostiense e outro caminho do lado do Tibre. Depressa resultou pequena para a afluência de peregrinos e teve de ser ampliada em 386, com a ajuda dos Imperadores Valentiniano II, Teodósio I e Arcádio. Ao transladar-se a Corte Imperial para Constantinopla, Roma cristã sentiu maior necessidade de apertar-se à volta do Pontífice e de olhar para as Basílicas dos Príncipes dos Apóstolos como para o verdadeiro Palatino ou a nova Régia da Religião católica. Pedro e Paulo foram desde então os únicos Soberanos de Roma. A liturgia das festas principais, como na Epifania, na Ascensão e no Pentecostes, realiza-se na Basílica de S. Pedro. O Papa, os presbíteros e diáconos romanos reúnem-se aí. O novo pontífice começa nela o seu pontificado e termina-o também, com a sua sepultura. O Papa, quando confirma, senta-se na mesma cátedra de madeira que, segundo uma tradição ultrapassada, S. Pedro usava, adornada a e enriquecida com o melhor que souberam inspirar a arte e o génio da fé. Rodeada por Leão IV com uma muralha torreada, a Cidade Leonina surgiu no século IX como símbolo e fortaleza do túmulo do Pontificado Supremo. Até este século, o túmulo de S. Pedro devia estar visível; foi por motivo da invasão sarracena que se ocultou. Uma inscrição que se lia na abóbada , debaixo do mosaico da abside, mosaico renovado por Inocêncio III no século XI, indica-nos a ideia cristã sobre a Basílica de S. Pedro: «Esta é a Suprema Sede de Pedro e o Templo consagrado ao Príncipe dos Apóstolos. Esta é a Mãe, a glória e o ornamento de todas as igrejas. Quem presta devota adoração neste templo a Cristo recolherá as flores da sua virtude e, a seu tempo,  o fruto da eterna salvação». Na extremidade da ábside, debaixo da «glória» de Bernini, vê-se um trono de bronze elevado que encerra uma cadeira antiga que se dizia ter servido ao próprio S. Pedro. sabe-se hoje que foi dada ao papa João VIII (872-882), por Carlos, o Calvo, rei de França. A história da Basílica de S. Paulo é paralela à de S. Pedro. Quando, em 410, Alarico I, rei dos Visigodos, saqueou a Cidade Eterna, mandou apregoar aos Romanos que seriam perdoados todos os que se refugiassem nas Basílicas dos Apóstolos . E sabemos por S. Jerónimo que Marcela, com a sua discípula Principia, se refugiou em S. Paulo «buscando um asilo ou um sepulcro». S. Gregório Magno diz-nos que, no seu tempo, as duas Basílicas eram famosas pelo número dos seus milagres e que os fiéis lhes tinham tal respeito e veneração, que não se atreviam quase a aproximar-se. João VIII rodeou, depois da invasão sarracena coma muralha torreada, a Basílica de S. Paulo. As inscrições falam-nos da fé e estima dos fiéis: «Paulo, sepultado aqui, levantou-se mais alto que o céu. Ele, a quem todo o orbe é devedor da sua fé em Cristo». «Esta é a sede da fé, onde o Soberano Dominador liberta as almas, as purifica na fonte sagrada e as toma sob a sua proteção». As atuais Basílicas de S. Pedro e S. Paulo não são as mesmas que admiraram os peregrinos da Idade Média. O templo de S. Pedro foi derribado no século XVI, reconstruído com, o maior esplendor e sagrado por Urbano VIII, a 18 de Novembro de 1626. Em 1823, enquanto Pio VII, na agonia, recordava delirando os dias felizes que tinha passado, como simples monge da Abadia de S. Paulo, um tremendo incêndio destruiu grande parte da Basílica do Doutor das gentes. Foi difícil que as chamas respeitassem o cruzeiro onde estava o altar do Apóstolo, debaixo do arco triunfal de S. Leão Magno. Ao Papa moribundo ocultaram a tragédia. Única dor que foi poupada ao Pontífice mártir! A fé e a generosidade de quatro Pontífices levantaram a nova Basílica de S. Paulo, maior, mais formosa e artística que a primeira . Pio IX consagrou-a a 10 de Dezembro de 1854, na presença dos Cardeais e Bispos que tinham acorrido a Roma, de todas as partes do mundo, para assistirem a ser proclamado o Dogma da Imaculada Conceição. Do Livro Santos de cada Dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.cathiolic e www.santiebeati.it.¿Queres saber mais? Consulta ewtn

 

BEATA CAROLINA KÓZKA

(1898-1914)

 

Carolina Kózka, Beata

Carolina Kózka, Beata

«Também as crianças têm a sua própria atuação apostólica. Segundo as forças, são em verdade testemunhos vivos de Cristo entre os companheiros». Estas palavras do Concílio Vaticano II têm a plena confirmação na vida da menina Carolina Kózka. Foi a quarta de onze filhos de João Kózka e Maria  Borzecka, pobres mas honestos trabalhadores de Wal-Ruda, na diocese de Tarnów (Polónia). Veio ao mundo a 2 de Agosto de 1898 e foi batizada no dia seguinte. Como a igreja paroquial estava a 7 Kms de distância, a casa dos Kózkas era ponto de reunião de todos os vizinhos, para rezar e louvar a Deus. Nesse ambiente de oração e virtudes domésticas foi crescendo a menina Carolina. Dos 7 aos 13 anos , frequentou a escola local. Pelo seu carácter afável e comportamento irrepreensível , atraiu as simpatias dos professores e companheiros. Aplicou-se com interesse a todas as matérias, mas sobressaiu no estudo da religião, conquistando vários prémios de lições de catecismo. de acordo com o costume da paróquia, no segundo ano escolar recebeu os sacramentos da Penitência e Comunhão. E, tendo sido construída uma igreja em Zabava , a 4 Kms da casa dos Kózkas, Carolina e a mãe, durante a semana, alternavam-se na assistência à Santa missa. Desta forma a Serva de Deus tinha a felicidade de comungar quatro vezes por semana, o que naquele tempo era coisa foras do vulgar. Concluído o 6º ano escolar, matriculou-se na escola secundária para estudar humanidades e sobretudo completar a formação religiosa, que não deixou de cultivar com a leitura de bons livros e a meditação da vida dos santos. Ardendo em zelo apostólico, inscreveu-se em várias associações religiosas, como o Rosário Vivo, o Apostolado da Oração, a Sociedade de Abstinência, a cujos compromissos não só foi plenamente fiel, mas como zeladora procurou que os outros associados o fossem também. Foi modelo de virtudes para todos os jovens da freguesia. Socorreu os pobres com obras e bons conselhos. Conseguiu que muitos se portassem melhor e frequentassem os sacramentos. Era devotíssima do Santíssimo Sacramento, da Paixão de Cristo e do Sagrado Coração de Jesus. No Advento e na Quaresma fazia a  Via-Sacra. Cultivou igualmente a devoção à Santíssima Virgem, rezando o terço e assistindo às funções que se faziam na igreja nos meses de Maio e Outubro. No dia 18 de Maio de 1914 recebeu com muito fervor o sacramento da Confirmação, que lhe conferiu as forças necessárias para o martírio que a esperava. Com efeito, no dia 18 de Novembro desse ano,  um cossaco russo, sob o pretexto de indagar o caminho que tinham seguido os soldados austríacos, bateu à porta dos Kózkas e de arma em punho forçou Carolina e o pai a ir até ao bosque vizinho. Na entrada do mesmo, com ameaças obrigou o pai a voltar para casa e deu ordens à filha que seguisse em frente. Pouco depois, dois rapazes viram Carolina a lutar com o cossaco e avisaram a família. Todas as buscas deram em nada. Finalmente, por acaso, no dia 4 de Dezembro encontrou-se o cadáver dilacerado com feridas mortais. Feitos os exames, verificou-se que a jovem conseguira defender a sua virgindade à custa da própria vida. Se antes era estimada por todas as pessoas da freguesia, depois da morte a fama e estima estenderam-se aos povos  vizinhos, de tal forma que ao enterro acudiu uma multidão como nunca se vira antes. Nem sequer faltaram alguns soldados russos, convencidos , como toda a gente, de que a jovem tinha morrido mártir da castidade. Tendo perdurado essa fama, o Bispo de Tarnów, D. Jorge Alewicz, mandou instaurar o processo diocesano, que foi levado a cabo nos anos de 1965-1967 e remetido para Roma. A 6 de Junho de 1986, a Santa Sé declarou oficialmente que Carolina Kózka foi mártir da pureza. No dia 10 de Junho de 1987, João Paulo II, durante a visita à sua pátria, elevou Carolina Kózka à glória dos beatos da Igreja. AAS 73 (1981) 681-4; 79 (1987) 459-62; L’OSS. ROM. 21.6.1987. Do livro Santos de Cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

SANTO ODO (ou ODON)  DE CLUNY

Monge (879-942)

Odón, Santo

Odón, Santo

Abade

Parece que nunca foi pior o estado da Igreja do que no seu tempo. «Já não há, por assim dizer, um só mosteiro em que a regra seja observada», dizia o Papa João XI em 931. Mesmo quanto aos papas, era um suceder-se de três em três anos, devido ao veneno que lhes administravam ou aos naturais acidentes mortíferos que lhes aconteciam. Foram nessa altura 32 os que sucederam na cátedra de S. Pedro (de 822 a 894). Santo Odo não levou, está claro, a que cessasse tal estado de coisas; mas contribuiu, mais que ninguém, para que ao menos não se agravasse. Seu pai tinha-o, desde o berço, consagrado a S. Martinho. Quando chegou aos 20 anos, Odo juntou-se aos 150 cónegos prebendados que velavam, em Tours, pelo seu túmulo. Foi a seguir para Paris estudar belas letras e música. Em 909, fez-se monge e, no ano seguinte, juntou-se em Cluny com Bernão, santo que terminara de estabelecer lá a sua reforma; e em 927 sucedia-lhe. Foi ele que deu a Cluny a organização que lhe permitiu, durante dois séculos, exercer tanta influência na Igreja e na política dos Estados europeus. Este grande homem, de mão de ferro, era de bondade infinita e de humor sempre alegre. «No recreio, fazia-nos rir até às lágrimas», escreveu um dos seus monges. Versejou e compôs música toda a sua vida. No Verão de 942, encontrando-se em Roma pela quarta vez, teve o pressentimento do fim próximo. Partiu logo, porque não era lá que ele queria morrer. Durante a viagem, demorou-se ainda a ensinar antífonas e cânticos aos pastores das montanhas e dava-lhes presentes se cantavam bem. Morreu, como desejava, em Tours, junto do túmulo do seu querido S. Martinho, logo que lá chegou; isto em 942. Lá tinha também nascido, em 879. Do livro Santos de Cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

 

BEATO DOMINGOS JORGE,

BEATA ISABEL FERNANDES e BEATO INÁCIO

Mártires (1619 e 1622)

 

Domingos Jorge nasceu em Vermoim da Maia, perto do Porto – Portugal. Muito jovem, partiu para a Índia, onde combateu pela fé e pela Pátria. Aventureiro por natureza, empreendeu viagem para o Japão, onde nesse tempo reinava perseguição furiosa. Todos os missionários eram mortos, e mortos também todos aqueles que os albergassem em suas casas. Apesar de todos os riscos, não quiseram os missionários estrangeiros abandonar aqueles fervorosos cristãos. Disfarçados em comerciantes, andavam, de terra em terra, para os instruir, animar e lhes administrar os sacramentos. Domingos Jorge, membro fervoroso da Companhia do Rosário, casou com uma jovem japonesa, à qual o missionário português, Padre Pedro Gomes, oito dias após o nascimento, deu o nome de Isabel Fernandes. Vivia este casal modelo no amor de Deus, na paz e na felicidade, perto da cidade de Nagasáqui. Por bondade e piedade, receberam em sua casa dois missionários jesuitas, o padre Carlos Spínola, italiano, e o Irmão Ambrósio Fernandes, natural da povoação do Xisto, na Diocese do Porto. Às 11 horas da noite do dia 13 de Dezembro de 1618, festa de Santa Luzia, os soldados por ordem de Gonrócu, o Governador de Nagasáqui, prenderam e levaram para a cadeia os dois missionários e o hospedeiro. Ao cabo de um ano de prisão, foram condenados à morte. Domingos Jorge, após escutar a sentença, pronunciou estas palavras: «Mais aprecio esta sentença do que me fizessem Senhor de todo o Japão». Na carta de despedida ao Padre Mateus de Couros, Provincial da Companhia de Jesus no Japão, afirma: «Escrevo na véspera da minha ditosa partida deste mundo para a eternidade, levando no coração o doce afecto que professo a Vossa Reverência e a toda a Companhia, e abraçando a todos no amor de Jesus. Foi vontade do Deus das misericórdias e Pai de toda a consolação a dita de eu ser escolhido, sem algum mérito da minha parte, para tão gloriosa morte por Cristo, meu Redentor. Não podendo escrever a todos os Padres e Irmãos, como desejava, por intermédio de Vossa Reverência, lhes peço que deem todos, por tudo, muitas graças a Deus e à Santíssima Virgem». O percursos até ao «Monte Santo» de Nagasáqui, onde tantos cristãos deram a vida por Deus, fizeram-no a pé. Apenas um, pela fraqueza, foi levado em carro. Ofereceram este privilégio ao nosso destemido Domingos Jorge que respondeu «que, a pé e descalço, havia de ir para imitar a Jesus Cristo Nosso Senhor que, a pé e descalço, fora ao monte Calvário a morrer por nós». Chegados ao local do suplício, junto dos postes onde haviam de ser queimados,  começaram todos, um de cada vez, a dirigir exortações ao povo. Não faltou também a nossa língua por boca do piedoso Domingos Jorge, honra da nossa Pátria. Porque ali havia muitos portugueses vindos em três navios de Macau «lhes fez sua cortesia e, levantando o lenço que levava na mão, se despediu de todos, dizendo em voz alta: “Sarba! Sarba!” palavra que usam os japoneses nas despedidas, a qual, em se ouvindo, foi tamanho o grito e pranto que se levantou em resposta do que o Santo disse, que parece se fundia a terra. Foram tantas as lágrimas dos cristãos e ainda de alguns gentios e ingleses hereges que ali se acharam, que mais não podiam ser». Cada qual se ajoelhou diante do esteio onde ia ser queimado, persignou-se e benzeu-se com grande ânimo e devoção. Pegaram os algozes fogo à lenha, levantando-se logo novelos de labaredas. Domingos Jorge, com voz timbrada, rezou o Credo até às palavras nasceu da Virgem Maria: «tolhendo-lhe o fumo e o fogo, a fala, em veneração do mistério da Encarnação, baixou a cabeça para depois a tornar a levantar fitando os olhos no Céu, e bulindo com os beiços, continuou em oração até expirar». Passados três anos, na manhã de 10 de Novembro de 1622, o «Monte Santo» de Nagasáqui, regado com o sangue de tantas centenas de cristãos, apresentava um aspeto solene e comovedor. Ali se apinhavam mais de 30 mil pessoas para assistirem ao Grande Martírio, isto é, à morte de 52 filhos da Santa Igreja Católica. Entre eles, encontravam-se Isabel Fernandes, de uns 25 anos de idade, viúva do Beato Domingos Jorge, e seu filhinho Inácio, de quatro anos. Os mártires foram divididos em dois grupos: 24 religiosos de várias Ordens, condenados a morrer a fogo lento; os outros 32 eram constituídos por 14 mulheres e 18 homens. Quatro destes cristãos deveriam ser queimados vivos como os do primeiro esquadrão. Aos restantes, ser-lhes-ia cortada a cabeça. O chefe de todo este sagrado exército, o Padre Carlos Spínola, condenado ao fogo, entoou em voz alta o hino: Louvai ao Senhor todas as gentes. Isabel Fernandes, antes de ser degolada, exclama: «De todo o coração ofereço a Deus as duas coisas mais preciosas que possuo no mundo: a minha vida e a do meu filhinho». Voltando-se para a criança continua: «Olha, Inacinho, para quem te fez filho de Deus (Padre Carlos Spínola) e te deu uma vida muito melhor que esta, que vai agora acabar. Recomenda-te a ele para que te abençoe e reze por ti». O anjinho ajoelha-se, junta as mãos e pede a bênção ao Padre que o tinha batizado e já estava envolto em chamas. O carrasco aproxima-se de Isabel, que levanta ao alto a mão e agita o lenço num adeus de despedida. cai de joelhos, ergue as mãos, recolhe-se em oração e o alfange assassino corta-lhe o pescoço. A cabeça desta heroica mártir rola pelo chão e vai cair mesmo junto do filhinho, que não se assusta. Sem mostra de medo, ajoelha-se, afasta a gola da camisa, cruza as mãos sobre o peito e estende a cabeça ao ferro cruel do algoz, e a cabecinha do pequeno mártir rola também pelo chão. Esta cena impressionante comoveu o mundo, até o próprio Papa Pio IX, que no Breve da Beatificação, ocorrida em Julho de 1867, assim expressou os seus sentimentos acerca desta família santa. «Domingos Jorge, com  a esposa Isabel Fernandes e o filho, menino de quatro anos, foi levado ao local do martírio pelos algozes. Dele se lê nas Atas algo que parece prodigioso, pois imóvel, sem dar um ai, ao ver a cabeça da mãe rolar, como desejasse associar-se à confissão de fé da sua mãe, com a mesma alegria mostrada por ela, perante a admiração da multidão que presenciava , oferece ao algoz o pescoçozinho para ser decapitado». Do livro Santos de Cada dia, de www.jesuitas.pt

BEATA SALOMÉ DE CRACÓVIA

Viúva e Religiosa (1202-1268)

Salomé é nome hebraico, ilustrado pela mãe dos Apóstolos Tiago e João, e pela filha de Herodes-Filipe e de Herodíades. Salomé signgifica “pacífica”. A nossa Salomé era filha do principe da Polónia, Leszek. Quando ela chegou aos três anos, por 1205, o beato Vicente Kadlubek, arcebispo de Cracóvia, recebeu a missão de a levar à corte do rei Henrique II da Hungria. Ciom o tenmpo, ela devia casar-se com Colomán, filho de André, e vinha para isso aprender os usos do país. Quando chegou aos 13 anos, foi celebrado o casamento. O seu Coómán vinha a ser duque da Galícia, sendo a galícia o dote de Salomé. A princesa viveu mais como religiosaa e menos com o rainha

BEATA FILIPA DUCHESNE

Religiosa (1769-1852)

Noviembre 18 Monja,

Rosa Filipina Rosa Duchesne, Santa

Rosa Filipina Rosa Duchesne, Santa

Religiosa Estrela Esta biografia foi já publicada no passado dia 17 de Novembro, neste mesmo blogue

Martirologio Romano: En la ciudad de San Carlos, en el estado de Missouri, de los Estados Unidos de Norteamérica, santa Filipina Duchesne, virgen, de las Hermanas del Sagrado Corazón, que, nacida en Francia, durante la Revolución Francesa reunió la comunidad religiosa y, trasladándose a América, abrió allí muchas escuelas (1852).
Etimología: Rosa = aquella que es bella como una rosa, es de origen latino.

Filipina Rosa Duchesne es el primer nombre que aparece en la lista de los pioneros del Memorial Jefferson de San Luis, Missouri. Llegó a los Estados Unidos a la edad de cuarenta y nueve años y durante otros treinta y cuatro se dedicó a la educación de los colonos y los indios, muriendo a la edad de ochenta y tres.
Nació en Grenoble (Francia), el 29 de agosto de 1769. De niña su mamá la llevaba a visitar a los pobres y enfermos y regalaba a los niños algunos de sus juguetes. También ayudaba a los pobres con el dinero que sus papás le daban para gastar. Estudió con las Visitadinas en el colegio de Santa María d´en Haut. Como a los doce años manifestó a sus padres la idea de hacerse religiosa, la retiraron del colegio y le pusieron un tutor que le enseñara matemáticas, latín, lengua, música y danza. Hacia los dieciocho años pidió permiso a su papá para ingresar al convento, pero él se opuso rotundamente. Sin embargo, visitando un día el convento en compañía de una tía, se quedó con las religiosas, y con el tiempo obtuvo el consentimiento de su padre, quien quedó convencido al constatar su determinación por seguir el camino de la vida consagrada.
Al estallar la revolución francesa el convento de Santa María fue confiscado y las religiosas expulsadas. Filipina Rosa tuvo que regresar a casa de sus padres donde vivió como religiosa. Durante los siguiente once años desarrolló una intensa labor apostólica desde su casa, asistiendo a prisioneros, pobres y enfermos. Terminada la revolución en 1801 se unió a las religiosas del Sagrado Corazón, congregación que había sido fundada recientemente por la madre Magdalena Sofía Barat.
En 1817, el obispo de Luisiana, Estados Unidos, en visita por Francia, pidió religiosas para educar a las niñas y a los indios de su diócesis y la Madre Rosa Felica fue elegida, con cuatro compañeras para realizar esta misión.
Luisiana era un amplio territorio explorado por los franceses durante un siglo y que por ochenta millones de francos había vendido el gobierno de Napoleón Bonaparte a los Estados Unidos. Ya al año siguiente había fundado numerosas escuelas en todo el Valle del río Mississippi, y en 1820 abrió un noviciado con el ingreso de la primera religiosa norteamericana de la congregación.
En medio de numerosas penalidades físicas, y la crítica e incomprensión de muchas personas, realizó durante casi treinta años un apostolado infatigable en favor de la educación de la juventud y de servicio a los indígenas. Una vez relevada del cargo de superiora, cuando tenía setenta y dos años, llevó a cabo el deseo que había añorado durante muchos años: llegar a un campamento de indios Potawatomi en Sugar Creek (Kansas) y entregarse de lleno a su evangelización. Como se le dificultó mucho aprender el difícil idioma de los indios, dedicó gran parte de su tiempo a la oración, por lo que los pieles rojas la apodaron “la mujer que ora siempre”. Después de un año fue llamada a la ciudad de San Carlos donde permaneció hasta su muerte ocurrida el 18 de noviembre de 1852. Fue beatificada por el papa Pío XII en 1940 y canonizada por el papa Juan Pablo II en 1988.

• Barulas, Santo
Novembro 18 Menino mártir,

Barulas, Santo

Barulas, Santo

Etimología: Barulas = aquel que vive el amor. Viene de la lengua griega.


San Román había sufrido terriblemente con el tirano Asclepiades. El juez se había quedado admirado después del juicio. Le habían cortado la lengua y seguía hablando con mayor perfección. El juez le pidió más pruebas a san Román. Este le dijo que, al primer niño de siete años que viese en la calle, le avisara para hacerle alguna preguntas. Este niño era Barulas. Dispóngase a creer lo que diga ante esta pregunta: ¿ Es mejor adorar a muchos dioses o a uno solo?
El niño contestó: “Los hombres deben adorar a un solo Dios que tiene un Hijo Jesús, que forma con él un solo Dios”. No aceptó la respuesta del niño. Y le preguntaron al niño: "¿Quién te ha enseñado esa verdad?", le preguntó el tirano. El niño respondió:" Mi madre, contestó el niño".
Llamó a la presencia y, en su presencia, lo flageló. Asclepiades, llevado por el diablo, lo mandó asesinar juntamente con su madre. El niño pidió agua. La madre le animó a que siguiera adelante, ya que en seguida iba a estar en el paraíso. Todo esto tuvo lugar en el año 303. La palabra de Dios fue la que impulsó a madre e hijo a dar testimonio de su fe en el Señor.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Maria Gabriela Hinojosa e 5 companheiras, 

Teresa María (Laura) Cavestany y Anduaga,

Josefa María (María del Cármen) Barrera e Izaguirre,

María Inés (Agnes) Zudaaire y Galdeano,

María Angela (Martina) Olaizola y Garagarza, y

María Gracia (Josefa Joaquina) Lecuona y Aramburu - Beatas
Novembro 18 Religiosas Mártires,

María Gabriela Hinojosa y compañeras, Beatas

María Gabriela Hinojosa y compañeras, Beatas

Martirologio Romano: En Madrid, en España, beatas María del Refugio (María Gabriela) Hinojosa y Naveros y cinco compañeras, vírgenes de la Orden de la Visitación de Santa María y mártires, que en la encarnizada persecución permanecieron encerradas en el monasterio, pero, apresadas traidoramente por los milicianos, fueron fusiladas, saliendo así al encuentro del Señor (1936). Sus nombres son: beata Teresa María (Laura) Cavestany y Anduaga, Josefa María (María del Carmen) Barrera e Izaguirre, María Inés (Agnes) Zudaaire y Galdeano, María Angela (Martina) Olaizola y Garagarza, y María Gracia (Josefa Joaquina) Lecuona y Aramburu.
En Madrid, en España, beatas María del Refugio (María Gabriela) Hinojosa y Naveros y cinco compañeras, vírgenes de la Orden de la Visitación de Santa María y mártires, que en la encarnizada persecución permanecieron encerradas en el monasterio, pero, apresadas traidoramente por los milicianos, fueron fusiladas, saliendo así al encuentro del Señor (1936).
Sus nombres son:
beata Teresa María (Laura) Cavestany y Anduaga, Josefa María (María del Carmen) Barrera e Izaguirre, María Inés (Agnes) Zudaaire y Galdeano, María Angela (Martina) Olaizola y Garagarza,María Gracia (Josefa Joaquina) Lecuona y Aramburu, y María Cecilia Cendoya y Araquistán.

• Grimoaldo de la Purificación (Fernando Santamaría), Beato
Noviembre 18 Religioso Pasionista,

Grimoaldo de la Purificación (Fernando Santamaría), Beato

Grimoaldo de la Purificación (Fernando Santamaría), Beato

EL CONFECCIONADOR DE SOGAS FALLIDO

Martirologio Romano: En Ceccano, junto a Frosinone, en Italia, beato Grimoaldo de la Purificación (Fernando) Santamaría, religioso de la Congregación de Pasionistas, que cuando se preparaba con fervor y alegría al sacerdocio, consumido por la enfermedad murió santamente (1902).
No es posible no querer a Grimoaldo. Es imposible no ser capturados de su poderosa fascinación, de su transparencia angelical y de su juvenil franqueza. Al encontrarlo rápidamente se le tiene devoción.
La vida fluye como el agua. ¿Y después…?
Entre los pasionistas escoge el nombre de Grimoaldo (y con éste parará a la historia); pero en el bautismo, recibido el día después del nacimiento, lo llamaron Fernando. El papá Pedro Pablo Santamaría y la mamá Cecilia Ruscio, los dos cristianos fervientes, trabajan haciendo sogas en Pontecorvo (Frosinone). A ellos llega cáñamo tosco que con manos expertas transforman en sogas de varias dimensiones para revenderlas después en mercados de los pueblos vecinos. En Pontecorvo Fernando, primogénito de 5 hijos, nace el 4 de mayo de 1883. En 1890 inicia la escuela primaria, recibe la primera comunión a los 8 años. Es tan bueno, piensa el párroco, ¿por qué hacerlo esperar como a sus compañeros que solo se admiten sobre los 10/12 años? La Iglesia es su lugar preferido, frecuentado con asiduidad. Sirve al altar como monaguillo con diligencia y concentración. Si no puede ir, porque debe trabajar, no logra contener el llanto. Pero cuando está en la Iglesia no es posible que se distraiga. De rodillas delante de la estatua de la Inmaculada parece también él una pequeña estatua: inmóvil con las manos juntas pase lo que pase. El viejo sacristán tiene lágrimas en los ojos y le encanta mirarlo. Al párroco se le ensancha el corazón cuando piensa en el futuro de aquel joven. Es verdad que el papá Pedro Pablo lo quiere como hacedor de sogas, pero el párroco don Vicente Romano intuye que no podrá ser así: Fernando que está siempre en la Iglesia como si fuese atraído por un imán, que tiene una gran pasión por ayudar en la misa, que está siempre presente en el coro parroquial para cantar con su bella voz, no será nunca un hacedor de sogas; aquel niño tiene otra vocación.  Y don Vicente ve bien las cosas. Desde hace tiempo se ha dado cuenta que el muchacho se queda mucho tiempo en una silenciosa y absorta contemplación. Por eso no se maravilla tanto cuando un día corren jadeantes a decirle que han visto a Fernando, hijo del hacedor de sogas arrebatado en éxtasis delante de la Virgen. Es un muchacho reservado sí, pero no aislado. Dócil pero no sin iniciativa. Bueno, pero quiere que también lo sean los demás. A la mamá le confía que reza por los muchachos malos “para que se hagan buenos”. Con frecuencia enseña catecismo a los compañeros. Con la familia Santamaría vive también la anciana tía Checca, ciertamente devota de la Iglesia pero poco. El sobrino de vez en cuando le recuerda que “está bien trabajar y orar en casa, pero se necesita ir a la Iglesia y escuchar misa”. Y después la penitencia. Fernando tiene un deseo sorprendente: ora con semillas de maíz o con pequeñas piedras bajo las rodillas, escoge la comida menos sabrosa, con frecuencia ayuna del todo, busca mortificaciones dignas de un ermitaño. Repite continuamente que él ha nacido para hacer penitencia. En la familia saben que a veces pasa parte de la noche en vela haciendo oración. Dirá un testigo: “Deseaba seguir a Jesús en sus sufrimientos”. La vida austera de los Pasionistas del cercano santuario de la Virgen de las Gracias, que frecuenta siempre, parece hecha propiamente para él. Y lo dice abiertamente. Pero el papá lo empuja hacia el oficio de las sogas. Fernando es el primogénito y debe continuar el trabajo que hoy es de su padre y que ayer ha sido de su abuelo. Trata de quitarlo, con severos castigos, de aquello que, según él, es un capricho de adolescente.
¿Los castigos rigurosos no sirven? Probemos con otros sistemas, se dice su papá Pedro Pablo: le compraré un caballo y una carreta, lo mandaré por ferias y mercados a vender sogas, hará dinero y la idea del convento se le quitará de la cabeza. La propuesta es atrayente, pero cuando Fernando la oye, mira el río que está a dos pasos y lo señala al papá diciendo: “la vida fluye como el agua… y nuestros días se van veloces… ¿y después?. Cierto. ¿y después? Reflexiona Pedro Pablo. Mirándose dentro, se da cuenta que alguna convicción acerca del futuro del hijo se le está tambaleando. Pero no es capaz de rendirse definitivamente. ¿Qué no ha hecho y que debe hacer todavía para llevar adelante su proyecto? Aquel bendito hijo apura y termina bien el trabajo de ayudante de hacedor de sogas para dedicar más tiempo a la oración. Las mañana para no despertar a los familiares desciende descalzo hasta la salida de la casa y después corre velozmente para escuchar misa. Ni siquiera en las frías y perezosas mañanas de invierno cuando el frío encadena a todos en la casa, Fernando falta a la cita con el Señor. Una noche el muchacho regresando a casa de la Iglesia, encuentra la puerta de casa ya cerrada, y es obligado a dormir en una casa vecina. Reflexionando en tanta severidad Pedro Pablo siente un nudo en la garganta y tiene ganas de llorar. También él comienza a entender aquello que la mamá Cecilia ha intuido desde hace tiempo. Ella se sorprende siempre más seguido considerando a su Fernando ya sacerdote y misionero. Le parece soñar y por la emoción tiembla de estupor. El muchacho tiene 16 años: sabe lo que quiere. Ha incluso anticipado el estudio del latín, gramática y retórica porque está decidido más que nunca a seguir su camino. Ha sido su maestro don Antonio Roscia que de joven había intentado la vida conventual; por enfermedad fue obligado a regresar a su familia, pero conservó la admiración y la simpatía por los Pasionistas. Fernando también ha estudiado de noche a la luz de las velas; y con un curso rápido de pocos meses ha recuperado casi tres años de estudio. Supera las infaltables ironías de sus compañeros que no pueden entender su extraña decisión. El papá termina por ceder pues en el fondo es bueno como un pedazo de pan aunque haya sido más severo de lo permitido. El mismo lo acompañará hasta la estación de Aquino para darle su ultima bendición y su ultimo beso. Fernando se vuelve más alegre y expresivo, la alegría ya incontenible se le ve en el rostro. Dirá uno de sus mejores amigos: “Encontrándolo y viéndolo todo transformado, le pregunté que tenía y me dijo que quería hacerse pasionista”. Parte “con rostro alegre”, advierten los escépticos en turno: “me voy y no regresaré más”. Deja detrás de si el ejemplo de un muchacho silencioso, modesto e irreprensible.
Como San Gabriel
El 15 de febrero de 1899 Gernando llega a Paliano (Frosinone) para iniciar el año de noviciado, el 5 de marzo de 1899 viste el hábito y toma un nuevo nombre: Grimoaldo por la devoción hacia el santo protector de Pontecorvo. La vida de novicio que es toda soledad, oración y mortificación le parece cortada a su medida: una alegría tan cierta e intensa no la había experimentado nunca antes. Los co hermanos más ancianos como los compañeros notan en él un empeño constante por la perfección. Un compañero suyo dice que “nunca noté en él defecto alguno” y que “hacía todo en grado heroico porque deseaba ser santo”. Emitida la profesión religiosa es trasferido a Ceccano, siempre en la provincia de Frosinone. Aquí retoma los estudios de las materias clásicas; seguirá después el estudio de la filosofía y de la teología para prepararse al sacerdocio. Con tenacidad se inclina sobre los libros deseoso de aprender siempre más para ser un digno sacerdote. En el estudio sus compañeros están más adelantados y tienen una preparación de base más completa y esmerada. Mientras la suya en Pontecorvo ha sido, desafortunadamente rápida y llena de lagunas. Pero Grimoaldo no pierde el ánimo. Acepta con gratitud la ayuda que le ofrece algún compañero en el campo escolástico. Es loable su empeño tanto que “los profesores lo ponen como ejemplo”. Él vive “siempre jovial aún en las humillaciones, en la contrariedad y en las dificultades del estudio”. Los estudiantes tienen poquísimo contacto con el mundo exterior y viven en prácticas desconocidas a la gente. Sin embargo la fama de Grimoaldo sobrepasa el recinto de la casa religiosa: las personas que viven en torno al convento han notado su bondad y se encomiendan confiados a su oración. Y, dicen, lo hace con resultados positivos. Las oraciones de Grimoaldo obtienen las gracias solicitadas. El joven es un “coloso de salud”, robusto, bien proporcionado, alto 1.75 m. Ninguno puede sospechar lo que está por suceder. El 31 de octubre de 1902 durante un paseo de la tarde en los contornos del convento, Grimoaldo advierte improvisos y lacerantes dolores en la cabeza con vértigos y molestias visuales. Regresa al convento y se mete en la cama. El día siguiente, fiesta de todos los santos, participa en la celebración de la misa y recibe devotamente la eucaristía. Pero continuando el mal regresa a la cama y es llamado el médico. El diagnóstico es cruel y sin esperanza: meningitis aguda a la que se sumarán otras complicaciones. En los días de la enfermedad deja ver más todavía su deseo de santidad y su amor a Dios. Y la habitación del enfermo se vuelve una escuela de virtudes. Grimoaldo en efecto “brilla en aquella paciencia de la cual ha dado siempre pruebas admirables y continuamente repite que acepta la enfermedad como voluntad de Dios, recomienda a los compañeros que lo ayuden con la oración para no perder la paciencia y el ánimo para abrazar la cruz. Con una alegría que le brilla en el rostro” se declara “contentísimo de hacer la voluntad de Dios”. “En los últimos instantes de su vida su rostro se vuelve espléndido como el sol y sus ojos están fijos en un punto de la habitación. Se apaga al caer el sol “calmado, sereno y tranquilo, como niño que dulcemente reposa entre los brazos de su madre” Es el 19 de noviembre de 1902. Grimoaldo tiene solo 18 años, 6 meses y 14 días. Los religiosos se animan “en la persuasión de que se pierde un co-hermano y se adquiere un santo”. Los padres no están presentes en su muerte: Grimoaldo se les aparecerá confortándoles. Vivirán serenos; contentos de haber tenido un hijo así. A él se dirigirán con la oración en sus necesidades. El joven estudiante “aquel que era tan bueno”, es sepultado en el cementerio local. Pero no se quedará allí siempre. En octubre de 1962 es exhumado y los restos mortales son colocados en la Iglesia del convento de Ceccano. Después de 60 años en la bolsa de su hábito, reducido a jirones, encuentran un pedacito de tela junto con una nota escrita: “hábito del venerable Gabriel de la Dolorosa”; una reliquia que el joven había portado devotamente consigo. Grimoaldo durante su vida miró con particular afecto a Gabriel, se nutrió con su ejemplo. Para quien pretende medir todo con el metro del perfeccionismo, de la apariencia o de lo ruidoso, Grimoaldo no ha hecho nada particularmente digno de admiración. Pero para quien mira las cosas con la óptica de la fe Grimoaldo ha cultivado lo esencial: vehemente anhelo de santidad, sed ardiente de Dios. Empeñado con todo su ser en las cosas de cada día celebra el don de la vida y la gracia de la vocación sobre el altar de la laboriosidad. Suave y sereno, admira por el amor al recogimiento, el gusto por la oración y también por la contemplación además de la penitencia, el amor a Jesús crucificado, la filial devoción a María inmaculada. Maravilla todo esto por la simplicidad de los pequeños y la constancia de los fuertes. Parece poco. Por el contrario es todo. Muchas y crecientes las gracias atribuidas a su intercesión. Los enfermos de tumores parecen ser sus predilectos. En Estados Unidos, donde viven algunos de sus parientes, Grimoaldo es amado y venerado y hace sentir siempre su celeste protección. Fue declarado venerable el 14 de mayo de 1991 y beato el 29 de enero de 1995. Grimoaldo: el nombre no es de los más comunes. Y quizá ni siquiera de los más bellos. Pero ahora es familiar y querido. Es el nombre de un joven fuerte y generoso propuesto como modelo. Es el hacedor de sogas fallido que quería ser santo y que ya ha ligado a sí innumerables corazones.

Outros Santos y Beatos
Novembro 18 Completando o santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

São Romão, diácono y mártir
Em Antioquia, de Síria, são Romão, mártir, diácono na Igreja de Cesareia, que quando viu, na perseguição sob o imperador Diocleciano, que os cristãos obedeciam seus decretos e se acercavam das estátuas dos ídolos, os exortou em público à resistência, pelo qual, após cruéis tormentos cortaram-lhe a língua, foi estrangulado na cadeia, consumando assim seu glorioso martírio (304).

São Pátroclo, eremita
Em Colombiers, na região de Bourges, na Aquitânia, são Pátroclo, presbítero, que foi ermitão e missionário (c. 576).

São Maudeto, abade
Na Bretanha Menor, são Maudeto, abade, que fez vida monástica numa ilha  deserta e, como mestre de vida espiritual, reuniu a muitos santos entre o número de seus discípulos (s. VI).


São Romacário, bispo
Em Constanza, de Neustria, são Romacário, bispo (s. VI).


São Teofredo, abade e mártir
Na região de Calmeliac, na Aquitânia, são Teofredo, abade e mártir (c. 752).

Bto.LEONARDO KIMURA

Beatos Leonardo Kimura, religioso presbítero, Andrés Murayama Tokuan, Cosme Takekeya, Juan Yoshida Shoun y Domingo Jorge Estrela, mártires
Em Nagasaki, de Japão, beatos mártires Leonardo Kimura, religioso da Companhia de Jesús, e Andrés Murayama Tokuan, Cosme Taquekeya, Juan Yoshida Shoun e Domingo JorgeEstrela* , todos os quais, em nome de Cristo, foram queimados vivos (1619).

Estrela Domingos Jorge, sua mulher Isabel Fernandes e seu filho de 4 anos, Inácio, (além de muitos outros) já estão mencionados na quarta biografia deste blogue, conforme se pode verificar.

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www.es.catholic. www.santiebeati.it. – www.jesuitas.pt. (do livro Santos de Cada Dia)

 

António Fonseca