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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O PAPA “NÃO” JUSTIFICA USO DE PRESERVATIVOS…

 
Senhores periodistas: o Papa NÃO  justificou o uso do preservativo
Para que o Papa pudesse aprovar o uso do preservativo, teria primeiro que anular mediante um decreto magisterial (e não numa entrevista coloquial) a Humanae Vitae, a Casti Connubi, a Evangelium Vitae, o Catecismo da Igreja Católica e todo ele.Autor: Lucrécia Rego de Planas | Fuente: Catholic.net


Grande discussão se desencadeou nos meios de comunicação, pelos jornalistas (sempre ávidos de escândalo), devido a um muito desafortunado artigo publicado em L´Osservatore Romano, que violando o período de embargo estabelecido pelos editores, apresentou alguns parágrafos descontextualizados do novo “livro-entrevista” de Bento XVI intitulado “A luz do mundo” realizado pelo jornalista alemão Peter Seewald e que sairá à luz no próximo dia 23 de novembro (amanhã mesmo…).O que desencadeou o escândalo foi uma parte tirada de contexto da resposta que deu o Santo Padre a Seewald, ante a pergunta acerca do uso de preservativo na luta contra a SIDA.
O parágrafo publicado por L´Osservatore Romano diz assim:

Pode haver casos justificados singulares, por exemplo, quando uma prostituta utiliza um preservativo, e este pode ser o primeiro passo para uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade para desenvolver de novo a consciência sobre o facto de que nem tudo está permitido e de que não se pode fazer tudo o que se quer. Sem embargo, este não é o verdadeiro modo para vencer a infeção do VIH. É verdadeiramente necessária uma humanização da sexualidade.


Destas palavras do Papa, os meios de comunicação em redor do mundo não tardaram em redigir grandes títulos que diziam, com umas ou outras palavras, que o Papa havia aprovado o uso do preservativo.
O principal que há que rever é a tradução para espanhol do que realmente respondeu o Papa em alemão à pergunta de Seewald.
No texto original, em alemão, o Papa fala de "männliche Prostituierte" que significa “prostituto” (e não prostituta) e vale apena pontualizar que o Santo Padre está falando do preservativo como ferramenta contra a SIDA e não do preservativo como ferramenta de anticoncepção.
Misteriosamente o termo "männliche Prostituierte" conserva o género masculino na tradução em inglês, onde se fala de "male prostitute", mas muda-se de maneira arbitrária ao feminino nas traduções para espanhol, italiano e francês. Ignoro se o erro é de L´Osservatore ou das editoriais que publicaram o livro, mas creio que terão que o modificar.
O que disse o Papa, se tomamos suas palavras originais em alemão, é simplesmente que se um prostituto homossexual utiliza um preservativo (com o objetivo único de não contagiar nem se contagiar de SIDA), isto pode ser sinal de um início de moralização, de que o homem se está dando conta (em seu interior) de que não pode fazer com o sexo o que lhe venha à vontade.
L´Osservatore Romano não publica a seguinte pergunta-resposta, na qual o Papa aclara que a Igreja jamais poderá aprovar o uso do preservativo como algo moral.

Seewald: ¿Quer dizer, então, que a Igreja Católica na realidade não se opõe em princípio à utilização dos preservativos? Bento XVI: Ela [a Igreja], por suposto, não o considera como uma solução real ou moral, mas, neste ou outro caso, pode haver, sem embargo, a intenção de reduzir o risco de infecção, como um primeiro passo para uma forma distinta e mais humana de viver a sexualidade.


Não quero pensar que haja sido uma omissão voluntária de L´Osservatore Romano. Note-se, porém, que é tão ridículo o que têm publicado os mídia, pelo simples facto de que não tomam em conta que
Para que o Papa pudesse aprovar o uso do preservativo, teria primeiro que anular mediante um decreto magisterial (e não numa entrevista coloquial) a Humanae Vitae, a Casti Connubi, a Evangelium Vitae, o Catecismo da Igreja Católica e todo o magistério anterior que fala sobre moral conjugal.

Enfim, senhores jornalistas, o Papa NÃO  justificou o uso do preservativo, nem para as prostitutas nem para ninguém.
Lucrécia Rego de Planas
lplanas@catholic.net

Traduzido do espanhol para português (e retocado em certas palavras – para que se torne mais compreensível o texto) através do e-mail que me foi enviado por Lucrécia Rego de Planas lplanas@catholic.net
António Fonseca

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Nº 1194 - 22 DE NOVEMBRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

SANTA CECÍLIA

Novembro 22 Mártir,

Cecília, São

Cecília, São

Virgem e Mártir

Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda.A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trástevere: o terreno tornou-se o cemitério de S. Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos papas. Lá repousou, sem fazer falar de si, até ao século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Santa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia. Para lhes satisfazer a curiosidade foi então publicada uma  Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da sua Paixão é uma jovem da mais alta nobreza que, desposada contra vontade, observa o voto de virgindade antes feito, e morre mártir três dias depois do casamento, depois de converter, neste pouco tempo, o marido, o cunhado, os algozes e outros 400 pagãos. Ainda hoje está, na mencionada igreja do Trástevere, em Roma, estendido na urna de cipreste, o corpo decapitado de Santa Cecília, com  a túnica que levou quando a transportavam para as catacumbas. Não sabemos sequer em que época viveu. Há quem afirme que foi contemporânea de Marco Aurélio, enquanto outros sustentam que foi vítima da perseguição de Diocleciano ou da de Julião Apóstata (imperadores entre 161-180, 284-305 e 361-363). Diz-se que era uma jovem patrícia muito culta, cujos ascendentes eram tudo o que havia de mais ilustre na história de <Roma. Embora tivesse feito voto de virgindade, os pais casaram-na com Valeriano, que vivia no Trástevere. Logo a seguir à cerimónia nupcial, Cecília disse-lhe: «O dulcissime et amantissime juvenis – Ó dulcíssimo e bem-amado jovem, há um mistério que eu te revelarei se me jurares que o guardaras fielmente.  Valeriano jurou, e ela então revelou-lhe que era guardada por um Anjo; «mas, para o veres, acrescentou, tens primeiro de ser purificado». Por estas indicações, Valeriano foi encontrar-se com o ancião Urbano, que vivia escondido entre os túmulos cristãos, e recebeu das suas mãos o baptismo. Ao regressar, encontrou Cecília em oração e um anjo a seu lado. este, que tinha nas mãos duas coroas, colocou uma sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano e ofereceu-se a este para lhe conceder qualquer favor que desejasse. Valeriano pediu-lhe então que fosse também concedida a graça do baptismo a seu irmão Tibúrcio. Como a perseguição recrudescia e os dois irmãos se dedicavam a inumar os confessores da fé a quem a polícia imperial recusava sepultura, foram presos e decapitados. Por sua vez, Cecília foi presa por ter sepultado os corpos deles na sua vila da Via Ápia. Colocada perante a alternativa de sacrificar aos deuses ou morrer, ela escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que lhe lembrava que tinha sobre ela direito de vida ou de  morte, respondeu: «É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida». Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou-lhe cortar a cabeça. Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: «Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro esposo». Estas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. Diante do altar da Basílica de Santa Cecília «in Trastávere», admira-se a bela estátua marmórea de Estevão Maderno, que em 1600 a representou como foram descobertas as suas relíquias, que se encontram, como dissemos, numa urna de cipreste. A mártir está deitada sobre o lado direito, com a cabeça virada para o chão e uma grande cutilada no pescoço. Tem os dois braços estendidos diante do tronco, apresentando a mão esquerda o dedo indicador, único não dobrado, e a mão direita com o polegar, o indicador e o maior, bem salientes. Um na direita e três na esquerda; afirmação da unidade e da trindade de Deus, dogmas pelas quais a Santa morria. Os joelhos tem-nos um pouco dobrados, para o vestido, em gesto de grande resguardo, chegar bem até ao pé esquerdo, único visível. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt.

 

SEGUE-SE AGORA, EM TRADUÇÃO AUTOMÁTICA DO GOOGLE, O TEXTO DE WWW.ES.CATHOLIC, PARA SE VEREM AS DIFERENÇAS…

 

A grande devoção à Virgem e mártir romana fez o novo calendário litúrgico reteve sua memória, apesar da falta de documentos históricos anteriores ao século VI. Esta devoção e o patrocínio mesmo de Santa Cecília sobre a música sacra deve ser realmente a história do seu martírio, intitulado Paixão, datado de depois do ano 486. Nele, o fundador do "título" da Basílica de Santa Cecília, em Trastevere é identificado com um santo homônimo enterrado nas catacumbas de São Calixto e teria sofrido o martírio durante o reinado de Alexandre Severo, em 230.
Na Liturgia das Horas ler: "O culto de Santa Cecília, sob cujo nome era uma basílica construída em Roma no século V, foi amplamente distribuída por causa da história de seu martírio, que é aclamado como o mais perfeito exemplo mulheres cristãs, que abraçou a virgindade e sofreu o martírio por amor a Cristo. "
Cecília, nobre e rico, cada dia era uma missa celebrada pelo papa Urbano nas catacumbas, perto da Via Ápia, e uma multidão de pobres estavam à espera, porque eles sabiam que sua generosidade. No dia de seu casamento com Valeriano, enquanto o órgão tocava, ela cantava em seu coração ", mas para o Senhor" (esta passagem de sua paixão resultava com o patrocínio de Cecília sobre a música sacra), então quando a noite O jovem disse que Valério: "nenhuma mão iníqua pode me tocar, porque um anjo me protegendo. Se você me respeitar, ele vai amar como Ele me ama. "
Ao contrário do marido tinha outra escolha senão seguir o conselho de Cecília, ser instruídos e batizado pelo Papa Urbano e então compartilham o mesmo ideal de pureza da esposa, recebendo em troca a sua própria glória, a palma do martírio, para que A graça divina é também associada irmão de Valeriano, Tibúrcio.
Embora a história do martírio parece ser o resultado de uma fantasia piedoso, é verdade que historicamente Valeriano e Tibúrcio foram mártires foram sepultados nas catacumbas de Pretestato. Após o julgamento, disse com abundância de detalhes pelo autor da Paixão, Cecília foi condenado à decapitação, mas os três poderosos golpes do carrasco não conseguiu cortar sua cabeça: isso aconteceu porque, de acordo com a história, Cecília pediu a Senhor a graça de ver o Papa Urbano antes de morrer.
Na expectativa desta visita, Cecília passei três dias em agonia, professando sua fé. Incapaz de dizer uma palavra, disse que o dedo de sua fé no Deus uno e trino.
Quer saber mais? Consulta
Santa Cecília, Lírio do Céu Jesus Martí Ballester.  www.es.catholic . Também em seguida outro texto, mão traduzido, do mesmo site www.es.catholic.

 

• Fiesta de Santa Cecília
Novembro 22 Padroeira da Música

Fiesta de Santa Cecilia

Fiesta de Santa Cecília

Lírio del cielo
Novembro 22

I. EL PALACIO DE LOS CECILIOS. UNA CASA PATRICIA DE LA ROMA IMPERIAL
En un ángulo del campo de Marte, cerca del mausoleo de Augusto y tan próxima al Estadio, que en los grandes días se oyen los gritos de la multitud, se yergue una casa patricia de la roma imperial. Desde allí se ve el Tíber. Detrás, se alza la fachada del Panteón, a la derecha el jardín, y en el interior un patio alegre, poblado de estátuas, pertenecientes a la nobilísima gens de los Cecilios. Pero los mármoles rodaron y el recuerdo se ha olvidado. Aquel palacio aristocrático de la Roma de los Antoninos, es hoy la iglesia de Santa Cecilia, espejo de la nueva Roma, restaurada por Cristo, la abeja industriosa de los panales del Señor, como la llama el pontífice Urbano. Una abeja libadora de flores de virtudes, que atesora en silencio y en oración. En una habitación, en un cofre de plata, se guarda el Evangelio que la joven lee todos los días.
II. LA BODA DE CECILIA
El palacio de los Cecilios se viste de fiesta. Esclavos y esclavas desfilan llevando joyas brillantes, telas preciosas y cestillos de flores, preparando la fiesta nupcial de la boda de Cecilia. Una noche, en las catacumbas, el pontífice había puesto sobre su cabeza el velo de las vírgenes; era la esposa de Cristo, pero no ha podido vencer la voluntad de su padre; y ahora se pone confiada en las manos del Señor. Avanza el cortejo. Van delante un niño adornado con verbenas y una niña coronada de rosas. Describiendo ligeros ritmos de danza, siguen cuatro adolescentes que acaban de vestir la toga pretexta. Cecilia lleva el vestido prescrito por el ritual: una túnica blanca de lana con su ceñidor también blanco y encima un manto color de fuego, símbolos de la inocencia y del amor. Cuando empezaba a brillar el lucero de la tarde, la nueva esposa es conducida a la morada del esposo.
III. HACIA LA CASA DE VALERIANO
La casa de Valeriano estaba al otro lado del Tíber, convertida hoy en la iglesia de Santa Cecilia. Cecilia sonríe con suavidad, pero una angustia infinita le acongoja el corazón. A los pocos pasos apareció la casa de Valeriano. En el pórtico, adornado de blancas colgaduras y guirnaldas de hiedra, aguardaba el esposo feliz. Cambiaron el saludo tradicional: -"¿Quién eres tú?"- preguntó él. Y ella respondió: -"Donde tú Cayo, yo Caya". Cecilia atraviesa el umbral. Una esclava se adelanta y le presenta en un cáliz de plata el agua, figura de la limpieza; otra le entrega una llave, símbolo de la administración que se le confía; y otra, le ofrece un puñado de lana para recordarle las tareas del hogar. Y pasan al triclinio, donde se va a servir el banquete nupcial. Brillan los candelabros, los lirios de Aecio y de Tívoli derraman sus perfumes, caen el chipre y el falerno en las copas de oro, escanciadas por jóvenes efebos, resuena la melodía de las arpas y los címbalos y los comensales aplauden al poeta que canta el epitalamio.
IV. EN EL BANQUETE DE BODA
Cecilia parece enajenada; su corazón está suspendido por una música celeste. "Durante el banquete de bodas, mientras la música sonaba, ella entonaba oraciones en la soledad de su corazón, pidiendo que su cuerpo quedara inmaculado", según se lee en las Actas de santa Cecilia, del año 500: "Que mi corazón y mi carne permanezcan puros". Cecilia iba a dar el último paso hacia el peligro. Dos matronas guiaron sus pasos temblorosos hacia la cámara nupcial. Arden los candelabros, brillan los tapices y fulguran las joyas.
V. EN LA CAMARA NUPCIAL
Llega Valeriano. Se acerca a su esposa radiante de dicha; pero ella le detiene con estas palabras: -"Joven y dulce amigo, tengo un secreto que confiarte; júrame que lo sabrás respetar". Valeriano lo jura sin dificultad, y la virgen añade: -"Cecilia es tu hermana, es la esposa de Cristo. Hay un ángel que me defiende, y que cortaría en un instante tu juventud si intentases cualquier violencia". El joven palidece, se irrita, grita desesperado; pero poco a poco la gracia le domina, y con la gracia la dulzura infinita de Cecilia. -"Cecilia -dice al fin-, hazme ver ese ángel, si quieres que crea en tus palabras". "Para ver ese ángel de Dios se necesita antes creer, hacerse discípulo de Cristo, bautizarse". -"Pues bien -responde Valeriano -; ahora mismo, esta misma noche; mañana será tarde". - Y con el ímpetu de la juventud y la sierpe de la duda en el alma, deja en la habitación a su esposa y camina envuelto en el silencio de la noche en busca del pontífice Urbano. Poco a poco, una fuerza desconocida va dominando su alma. Empieza a comprender.
VI. DOS CORONAS DE ROSAS Y LIRIOS
Unas horas más tarde volvía vestido con la túnica blanca de los neófitos. Prosternada en tierra, Cecilia está absorta en oración; una luz deslumbrante la rodea y un ángel de inefable belleza flota sobre ella, sosteniendo dos coronas de rosas y de lirios, con que adorna las sienes de los dos esposos. Al bautismo de Valeriano siguió el de su hermano Tiburcio y poco después, los dos esposos daban su sangre por la fe. Reinaba entonces en Roma el emperador Aurelio, hombre honrado, corazón bueno y compasivo, que se rebela contra los juegos sangrientos del anfiteatro; pero cruel con los cristianos. En su persecución sufrieron Tiburcio y algún tiempo después, la virgen Cecilia.
VII. EL MARTIRIO CRUEL
Tras los intentos de ahogarle en el hipocausto, el líctor blandió la espada y la dejó caer tres veces sobre el cuello de Cecilia, pero con tan mala suerte, que quedó envuelta en su propia sangre luchando agónica con la muerte. Tres días después iba a recibir el galardón de su heroísmo. Los cristianos recogieron el cuerpo de la mártir y respetuosamente lo encerraron en un arca de ciprés, sin cambiar la actitud que tenía al morir. Así se encontró catorce siglos más tarde, en 1599, según el testimonio del mismo Cardenal Baronio.
VIII. TESTIMONIO DE CARDENAL BARONIO
"Yo vi el arca, que se encerró en el sarcófago de mármol -dice el cardenal Baronio- y dentro, el cuerpo venerable de Cecilia. A sus pies estaban los paños empapados en sangre, y aún podía distinguirse el color verde del vestido, tejido en seda y oro, a pesar de los destrozos que el tiempo había hecho en él. Podía verse, con admiración, que este cuerpo no estaba extendido como los de los muertos en sus tumbas. Estaba la castísima virgen recostada sobre el lado derecho, unidas sus rodillas con modestia, ofreciendo el aspecto de alguien que duerme, e inspirando tal respeto, que nadie se atrevió a levantar la túnica que cubría el cuerpo virginal. Sus brazos estaban extendidos en la dirección del cuerpo, y el rostro un poco inclinado hacia la tierra, como si quisiese guardar el secreto del último suspiro. Sentíamonos todos poseídos de una veneración inefable, y nos parecía como si el esposo vigilase el sueño de su esposa, repitiendo las palabras del Cantar: “No despertéis a la amada hasta que ella quiera". Aunque la relación parece fruto de la fantasía, los mártires Valeriano y Tiburcio, sepultados en las catacumbas de Pretextato, son históricamente ciertos. Después del proceso, referido por el autor de la Passio, Cecilia, condenada a ser decapitada, recibió tres poderosos tajos del verdugo, sin que su cabeza cayese cortada: Había pedido y obtenido la gracia de volver a ver al papa Urbano antes de morir. En la espera de esta visita ella continuó durante tres días profesando la fe. No pudiendo hablar, expresó con los dedos el credo en Dios uno y trino. Y con este gesto la esculpió Maderno en su célebre, bellísima e impresionante imagen de mármol.
IX. PATRONA DE LA MUSICA
Cecilia, virgen clarísima, Lirio del cielo llega escoltada por la gloria divina con música y cantos, al banquete nupcial, en palabras de la narración de la Passio: Cantantibus organis, Caecilia, in corde suo, soli Domino decantabat, dicens: - Fiat cor et corpus meum immaculatum ut non confundar -, "Mientras tocaba el órgano, Cecilia cantaba salmos al Señor". A su Señor, a su Esposo: "Que mi corazón y mi cuerpo permanezcan inmaculados, para que no quede confundida". Sus oraciones fueron escuchadas y fue martirizada. Este relato escrito de las Actas de la mártir se grabó en mosaicos, y se decoró een frescos y miniaturas.
X. LOS PINTORES Y POETAS
En el siglo XVI y siguientes su posición como patrona de la música fue creciendo. Y los artistas la representaron tocando el órgano, o junto a él, en numerosas pinturas, destacando las de Rafael, Rubens y Pousin. Así la celebraron los pintores, los músicos y los poetas, Dryden, Pope, Purcell y Händel. El Movimiento Ceciliano alemán del siglo XIX la tomó como Patrona para la reforma de la música litúrgica, que culminó en el Motu Proprio de San Pio X, en 1903.
XI. CECILIA CANTA EN EL CIELO
Podemos imaginarnos a Cecilia cantando gozosa en el cielo, pidiendo al Señor que nosotros seamos dignos de cantar las alabanzas de Dios por las maravillas que obra en el mundo, unidos a su alma, limpia y enamorada. Dice santo Tomás en la 2a-2ae q. 91 a. 1 resp sobre el Canto Litúrgico, que tanto cuanto asciende el hombre a Dios por la divina alabanza, se aleja de lo que va contra Dios. El hombre asciende a Dios por medio de la divina alabanza, que le eleva alejándolo de lo que se opone a Dios, el egoismo y la soberbia, y lo convierte en hombre interior. La alabanza exterior de la boca ayuda a motivar el amor interior del que alaba. La alabanza exterior de los labios contribuye a aumentar el amor del que alaba, como lo había experimentado muy bien San Agustín viviendo la experiencia de la Iglesia que canta. La melodía divina con su fuerza transformante, lo había conducido al camino de su conversión. Confiesa el Santo que cuando oía los himos, de los salmos y de los cánticos en Milán, se sentía vivamente conmovido a la voz de tu Iglesia, que le impulsaba suavemente. Aquellas voces se mantenían en mis oídos y destilaban la verdad en mi corazón; encendían en mí sentimientos de piedad; entretanto derramaba lágrimas que me hacían bien (Conf. IX 6-14). En la Iglesia de Cristo, que es hogar de gozo, el canto es esperanza en acto porque es plegaria. Por lo tanto dedicarse a cantar a Dios y a escuchar la música sagrada es preparse para orar con mayor esperanza y a vivir la vida de Dios en nuestro santuario interior que desborda en la sociedad como anuncio del Reino de Cristo.
XII. LAS IMAGENES DE LA PATRONA DE LA MUSICA
A partir del Siglo XVI, la iconografía la representa llena de alegría por la presencia del Señor tocando instrumentos musicales, la lira, la cítara, el órgano, el clavicordio, el arpa, el violín, el violoncelo, y rodeada de ángeles cantando. Así la representan en el Louvre, Domenichino, Guido Reni, Rubens y Pierre Mignard. Desde la Catedral de Palermo a la Pinacoteca de Dresde, la figura de la mártir romana, personifica el espíritu del canto y de la música sacra, y sale de los límites de la música italiana para inspirar la música y la pintura europeas y el arte internacional ya que el arte no tiene fronteras, como no lo tiene el bien, ni la verdad ni la belleza, que viven en Dios y son participados por los hombres, que habiendo saboreado un retazo de hermosura, se enamoran de la plenitud de la belleza de Cristo Pantocrator. Porque la belleza, la verdad y el bien convergen y conducen a los hombres a reencontrarse con Dios.
XIII. LA PEDAGOGIA DEL ARTE
En la Pinacoteca de Bolonia se puede admirar un cuadro de Rafael que representa a Cecila, junto a instrumentos musicales, absorta en las armonías celestes. La Vida divina trinitaria, el Paraíso, la Comunión de los Santos son luz, armonía y color, santidad, que es belleza, magnificencia y esplendor. Ese es el ministerio de la liturgia y el magisterio del arte, ayudarnos a comprender mejor, a orar y a elevar nuestra mente a la armonía del Paraiso, al que estamos llamados. Los templos no son museos refinados, sino auxilios para afianzar nuestra fe y caminos de conversión interior. La música y el canto sagrado, las expresiones artíticas de la arquitectura, las pinturas, las imágenes, vienen a ser como sacramentales, para que los hombres, dotados de sentidos, se abran a su vocación de santidad, atraidos y fascinados por el aroma de los nardos de los santos, y por la blancura lilial de la Patrona de la Música CECILIA, Coeli-lilia, que en castellano significa Lirio del Cielo.
Comentarios al autor:
jmarti@correo.infase.eswww.es.catholic.  Ver também em www.santiebeati.it

 

Miguel de Tver, Santo
Novembro 22 Mártir,

Miguel de Tver, Santo

Miguel de Tver, Santo

Noviembre 22

Etimologicamente significa “¿quem como Deus?”. Vem da língua hebraica.
Quando o crente está atento à voz de Deus, dia após dia renova em sua pessoa uma espontaneidade que faz que se sustenha só em Cristo. A fidelidade de toda uma vida supõe uma atenção constante.
Morreu no ano 1318. Seu tio se chamava santo Alexandre Nevski. Era um pai de família generoso e muito comprometido com todos os assuntos referentes à religião cristã.
Teve quatro rapazes e quatro raparigas. A todos educou numa autêntica formação espiritual.
Teve que intervir com dureza para que seu povo não caísse sob a invasão dos Tártaros, sustentados e apoiados em seu tempo pelos mesmos príncipes moscovitas.
A todo aquele que não seguisse as instruções dos Tártaros, se os obrigava a levar amuletos que indicassem sua confissão e sua conformidade com os deuses pagãos.
O que não o fazia era apelidado de traidor e era exposto à risota e vergonha públicas.
Tinham que levar os estandartes do chefe dos Tártaros.
Aquele que não os levasse era considerado traidor à pátria. Por cantar a glória de Deus desconhecido a quem adoravam os cristãos.
Então fizeram o mais fácil: o entregaram ao príncipe dos moscovitas, que se chamava Georges Danielocitch.
Este príncipe tinha tão más entranhas que não pensava nada mais que em acabar com eles e com ele.
Cheio de desespero pela valentia que demostravam os cristãos e Miguel a sua cabeça, se enfadou tanto que ordenou que todos fossem levados à morte sem mais julgamento. Os esbirros os assassinaram com suas espadas.
¡Felicidades quem leve este nome!

SANTO FILÉMON´, SANTA ÁPIA (esposa) e  SANTO ARQUIPO (filho)

Século I

Novembro 22 Mártires,

Filemón y Apia, Santa

Filémon e Ápia, Santa

Discípulos de San Pablo

Filémon era rico habitante de Colossos, na Frígia, Ásia Menor. Encontrou-se com S. Paulo e fez-se cristão, cristão convicto que pregava o Evangelho à sua volta e reunia os irmãos em sua casa. Tinha também um escravo que se chamava Onésimo, belo nome que significa «útil, proveitoso», mas nome que Onésimo não honrava; era preguiçoso e, depois de roubar ao senhor, fugiu para Roma, a fim de escapar ao castigo. Em Roma, Onésimo esteve com S. Paulo, que o batizou e o recambiou, dando-lhe uma breve carta de recomendação dirigida a Filémon, Ápia e Arquipo, sem dúvida a mulher e o filho. Amavelmente, convidava Filémon a que recebesse bem Onésimo; sugeria, sem o exigir, que lhe desse a liberdade. Ao terminar, anunciava-lhe a sua própria visita como provável. Esta carta de S. Paulo faz parte do Novo Testamento. Ter merecido a confiança de S. Paulo, que honra! Os hagiógrafos gregos julgaram dever completar a biografia de Filémon. Segundo as Constituições apostólicas, veio a ser bispo de Colosssos, e lá mesmo sofreu o martírio; conforme conta o martirológio romano. segundo outros, veio a ser bispo de Gaza. Foram-lhe dedicadas várias Igrejas em Constantinopla. Os latinos foram mais moderados e Filémon só entrou no martirológio com Barónio. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt.  Ver também www.es.catholic e www.santiebeaiti.it

 


• Pedro Esqueda Ramírez, Santo
Novembro 22 Mártir,

Pedro Esqueda Ramírez, Santo

Pedro Esqueda Ramírez, Santo

Nasceu em San Juan de los Lagos, Jal. (Diocese de San Juan de los Lagos), em 29 de abril de 1887.
Vigário de San Juan de los Lagos. O ministério a que se dedicou com verdadeira paixão foi a catequese das crianças.
Fundou vários centros de estudo e uma escola para a formação de catequistas. Sempre foi muito devoto do Santíssimo. Em plena perseguição organizava a as famílias para que não faltassem à guarda perpétua a Jesús Sacramentado em casas particulares.
Desde o momento de ser preso foi tão duramente ferido, que se lhe abriu uma ferida na cara. Um militar, depois de o golpear,disse-lhe: «Agora já hás-de estar arrependido de ser cura»; ao que contestou docemente o padre Pedro: «Não, nem um momento, e pouco me falta para ver o céu».
Em 22 de novembro de 1927 foi tirado de sua prisão para ser executado; os meninos o rodearam e o Padre Esqueda insistentemente repetiu a um pequeno que caminhava junto a ele: «Não deixes de estudar o catecismo, nem deixes a doutrina cristã por nada».
E num pedaço de papel escreveu suas últimas recomendações para as catequistas. Ao chegar fora da povoação de Teocaltitlán, Jalisco, dispararam três balas que mudaram sua vida terrena pela eterna.
Foi canonizado por João Paulo II em 21 de Maio de 2000.
Para ver mais sobre seus 24 companheiros mártires no México faz "click"
AQUI
Publicado com autorização de Vatican.va

BEATOS SALVADOR LILLI e 7 Companheiros

Mártires (1895)

Novembro 22 

Salvador Lilli y compañeros mártires, Beato

Salvador Lilli e companheiros mártires, Beato

No dia 3 de Outubro de 1982, João Paulo II elevou às honras dos altares o Padre Salvador Lilli, O. F. M., e seus sete companheiros mártires. O Padre Salvador nasceu na Capadócia (Itália), a 19 de Junho de 1853. Em 1870 vestiu o hábito dos Frades Menores e no ano seguinte fez a profissão religiosa. Devido às condições históricas de Itália naquele tempo, em que as Ordens religiosas foram extintas, ele partiu para a Palestina e lá, nas cidades de Belém e Jerusalém, fez os estudos de filosofia e teologia, ordenando-se sacerdote no dia 6 de Abril de 1878. Depois de dois anos de trabalhos apostólicos no templo do Santo sepulcro, foi mandado para Marasc da Arménia Menor, onde durante quinze anos desenvolveu um apostolado maravilhoso. Movido pela caridade de Cristo, fundou três novas aldeias para reunir os núcleos familiares dispersos, com o objectivo de melhor protegê-los e instrui-los. Adquiriu um vasto terreno para dar trabalho e pão a quem deles precisava. Desenvolveu muitíssimo a vida religiosa daquelas populações. «Durante a epidemia da cólera, o seu apostolado iluminou-se de caridade heroica. foi ao mesmo tempo sacerdote e médico. Não temendo o contágio, passava de casa em vasa para assistir moral e materialmente os doentes», afirmou o Santo Padre no dia da beatificação. Em 1894, foi nomeado Pároco na cidade de Mujuk-Deresi. No ano seguinte, os Turcos desencadearam uma feroz perseguição contra os cristãos. A vida do Padre Salvador corria grande perigo. Aconselharam-no a pôr-se a salvo, mas ele respondeu que o pastor não pode abandonar as ovelhas, e acrescentou: «Prefiro morrer com elas, se for preciso». De facto, pouco depois foi preso com sete paroquianos, humildes camponeses e fervorosos cristãos. Se renegassem da fé católica, salvavam-se, mas eles preferiram dar a vida por Jesus Cristo. Foram assassinados no dia 22 de Novembro de 1895AAS 84 (992) 940-2; L’OSS. ROM. 10.10.1982.  Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

 

• Tomás Reggio, Beato
Novembro 22 bispo,

Tomás Reggio, Beato

Tomás Reggio, Beato

Nasceu em Génova (Itália) em 9 de Janeiro de 1818 de uma família nobre. Ainda que se poderia prever para ele uma carreira brilhante, aos 20 anos decidiu ser sacerdote deixando tudo para trás.
"Quero fazer-me santo, custe o que custar", dirá Tomás no momento em que sua opção chegou a ser definitiva.
Recibió la Ordenación Sacerdotal el 18 de Septiembre de 1841 y, con apenas veinticinco años, fue nombrado vice-rector del Seminario de Génova y sucesivamente rector del Seminario de Chiávari. En este servicio se dedicó con valor a la formación de los futuros sacerdotes para que estuviesen dispuestos a comprometer la propia vida, sin recelos, por Dios y por la iglesia.
Precisamente en cuanto dirigía el Seminario, desenvolvió una intensa actividad como jornalista y fue uno de los cofundadores del primer jornal italiano católico, preocupándose con defender la fe y los principios auténticos del cristianismo.
En 1865, durante la campaña electoral, el "Estandarte católico" – así se llamaba el jornal - condujo la lucha para promover listas de candidatos católicos y pensó en crear un partido católico.
La idea era demasiado audaz, y cuando en 1874 el "non expedit" sonaba claramente y los católicos fueron invitados a no votar, el Padre Tomás "intuyó" que su jornal no podría continuar. Acató las ordenes de los superiores y prefirió estar en sintonía con el Papa y la Iglesia; apenas expuso su pensamiento cuando fue consultado por la Santa Sede.
En 1877 fue consagrado Obispo de Ventimiglia, diócesis muy pobre: lo cubrió varias veces, fue pastor clarividente y verdadero guía espiritual de su rebaño, convoco tres sínodos en quince años, creo nuevas parroquias, renovó la liturgia y se esforzó por mantener el patrimonio artístico de las Iglesias.
En 1878 fundo la Congregación de las Religiosas de Santa Marta, que tenían por finalidad “responder a las necesidades de todos los tiempos. Pidió a las hermanas de acogiesen a los más pobres entre los pobres “como Marta, que tuvo la ventura de servir a Jesús con el humilde trabajo de sus manos”. Estas religiosas aprendieron de ella a adorar en silencio, a alimentarse de la oración, a encontrar de rodillas las razones de una fe, que hay que descubrir a Cristo en los pequeñitos con los cuales él se identificó.
Cuando, en 1887, un terremoto devasto la Región, D. Reggio, a pesar de su avanzada edad, se presentó inmediatamente junto a los afligidos por la catástrofe llevándoles ayuda, y después convoco a los párrocos pidiéndoles que lo informasen sobre el Estado de sus parroquias, a fin de providenciar las ayudas que recibía de muchas personas, entre la cuales lectores de varios periódico.
Fue pródigo, reservando para si apenas su batina y su antiguo reloj, testimonio así que se hizo pobre por su gente. Cuido de modo especial de los muchos huérfanos victimas del terremoto, inicialmente asistió en algunos centros ya existentes en la ciudad que el creó, más tarde, un orfanato en Ventimiglia entrego al cuidado de las Religiosas de Santa Marta.
En 1892 escribió al Papa: "Pido a Su Santidad que me exonere del cargo episcopal, a fin de poder ser un simple sacerdote para que la diócesis no vaya a sufrir a causa de mi edad y se confié a otro una tarea tan pesada".
La respuesta del Santo Padre fue sorprendente: en Mayo de ese mismo años, D. Tomás fue nombrado Arzobispo de Génova. A pesar de sus 74 años de edad y de las dificultades, acepto humildemente el cargo para cumplir la voluntad de Dios.
Cuando en 1900 la Italia católica decidió consagrar a Dios y a la Virgen el nuevo siglo, D. Tomás Regio invito a todos los Obispos de la Región a una gran peregrinación al Monte Saccarello, donde se coloco la estatua del redentor. También él partió de Génova en un carruaje de tercera clase, con otros sacerdotes y muchos peregrinos, hasta Triora, pequeña localidad a los pies del Monte. El deseo de proseguir a pie el itinerario de la peregrinación era muy fuerte, más no le fue posible hacerlo, pues un malestar sé lo impidió. Fue el inicio de la enfermedad que lo llevaría la termino de su vida.
Falleció en la tarde del 22 de Noviembre de 1903, respondiendo a aquellos que se preguntaban si desearía alguna cosa: “Dios, Dios, solo Dios me basta!”. La respuesta fue la expresión de eso que lo movió siempre.

• Elias Julião Torrijo, Beato
Novembro 22 Mártir Lassallista,

Elías Julián Torrijo, Beato

Elías Julián Torrijo, Beato

Julián Torrijo Sánchez nasceu em Torrijo del Campo, Teruel, a 17 de novembro de 1900. Foi batizado em 18 do mesmo mês.
Ingressou no Noviciado Menor de Cambrils em 3 de novembro de 1916. Recebeu o Hábito em 11 de fevereiro de 1917 em Hostalets de Llers, Gerona.
Começou seu apostolado com os párvulos de Sta. Coloma de Farnés em 1920.
Em 1925 lhe encomendaram os trabalhos de carpintaria na construção do Noviciado de Cambrils, pois antes de entrar para os Irmãos ajudava a seu pai neste ofício.
Em 1928 foi nomeado Administrador do Internato de Manlleu. Em 1929 voltou à aula em Santo Hipólito de Voltregá e logo esteve dois anos em Condal. Em 1934 passou para a Escola Nossa Senhora do Carmo, em Barcelona.
Devido a uma enfermidade, teve que passar uma temporada na enfermaria de Cambrils. Ali se achava quando estalou a perseguição religiosa.
Era uma pessoa simples, serviçal e de grande capacidade de trabalho.
Junto com O Irmão Beltrão Francisco, (,Estrela ver abaixo a sua biografia) foi acompanhar a um grupo de Noviços e Escolásticos aragoneses a suas casas, mas antes de chegar, em Segunto, foram interceptados pelos milicianos. Chegados a Valência e não podendo continuar para Aragão, distribuíram os rapazes nas casas de famílias amigas.
Numa das visitas aos rapazes, foram interceptados, identificados como religiosos e detidos. Dos calabouços do Governo Civil, foram transferidos para a Cadeia Modelo de Valência. Ao ser fuzilado, o Irmão Elías tinha 35 anos.
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• Beltrão Francisco Lahoz, Beato
Novembro 22 Mártir Lassallista,

Beltrán Francisco Lahoz, Beato

Beltrán Francisco Lahoz, Beato

Francisco Lahoz Moliner nasceu em Campos, Teruel, em 15 de outubro de 1912. Foi batizado no dia seguinte ao seu nascimento.
Em 10 de agosto de 1925 ingressou no Noviciado Menor de Cambrils, procedente do Aspirantado de Monreal del Campo.
Tomou o Hábito em 2 de fevereiro de 1929.
Terminada sua formação no Escolasticado, foi indicado como professor do Noviciado Menor, onde se ocupou dos alunos con maiores dificuldades de aprendizagem e depois foi fazer catequese dos noviços.
De carácter firme e austero, era paciente para suportar bromas e sua atitude com os demais era complacente e fina. Homem modesto e de grande capacidade de trabalho.
Com motivo da perseguição religiosa de 1936, se lhe encomendou, junto com o Irmão Elías Julián, Estrela Ver biografia acima) acompanhar os noviços da região de Valência e Aragão.
Como se mencionou nos dados do Irmão Elías Julián, depois de haver permanecido isolados em forma quase total, foram sumariamente julgados e fuzilados no campo militar de Benimamet. O Irmão Bertrán Francisco tinha 24 anos de idade. Foram sepultados num fosso comum do cemitério de Valência.
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78760 > Sant' Anania di Arbela Martire  MR
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San Benigno di Milano Vescovo  MR
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Santa Cecilia Vergine e martire  - Memoria MR
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Santi Filemone ed Appia Sposi e martiri, discepoli di San Paolo  MR
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Beato Salvatore Lilli Francescano martire MR
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Beato Tommaso Reggio Vescovo  MR
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Santi Valeriano e LXXX compagni Martiri a Forlì 

www.santiebeati.itwww.es.catholic. – www.jesuitas.pt. do livro Santos de Cada dia

 

António Fonseca