OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Nº 1196 - 24 DE NOVEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

 

SÃO COLUMBANO

Monge (540-615)

Columbano, Santo
Novembro 23 Fundador,

Columbano, Santo

Columbano, Santo

 

Foi uma das personalidades marcantes da sua época; homem apaixonadamente dedicado à causa de Cristo, extremamente inteligente, heroico e perseverante, amante da poesia e da natureza, amigo dos animais e sempre fiel aos usos e ao amor da sua terra. Nascido na Irlanda, cerca do ano de 540, Columbano recebeu a sua formação no mosteiro de Bangor, sob a direção rígida e austera de S. Comgall. Cerca do ano de 590, desembarcou em França com doze monges de Bangor. Ia, a convite do rei de Borgonha , pregar o Evangelho sob o aspecto mais rigoroso e fundar mosteiros segundo o modelo irlandês. Os primeiros foram os de Annegray, Fontaine e Luxeuil. A seguir ergueram-se outros em Coutances, Faremoutiers, Jouarre, Saint.Gall, etc.. A regra que lhes impôs predominou nas Gálias até à sua substituição pela de S. Bento. Columbano mandava os monges doentes debulhar trigo nas areias; os saudáveis, queria ele que se extenuassem antes de recolher ao leito: «Devem adormecer enquanto vão para lá e levantar-se antes de terem dormido o bastante». A influência de Luxeuil nessa época foi considerável; desse convento saíram vários bispos santos e grandes missionários. Columbano dirigiu-o durante cerca de vinte anos. Procurou instalar a piedade e a virtude na corte de Austrásia. Censurava os bispos por não celebrarem a festa da Páscoa na mesma data que na Irlanda; escrevia ao papa cartas cheias de veemência, apesar de se afirma «o mais humilde dos homens» e de assinar: «Columbano, o pecador». Importou do seu país o uso da confissão particular que chegou a impor nas Igrejas de Borgonha. Apesar de venerado por tofos, desagradava a muitos. Por isso, a rainha Brunilde e o rei Thierry, a quem ele censurava as suas desordens, acabaram por expulsá-lo dos seus Estados em 610, sem encontrarem grande oposição. Agilulfo, o rei dos Lombardos, cedeu-lhe então o território de Bóbio, na Itália; foi lá que Columbano construiu o seu último mosteiro, em 614, e morreu no ano seguinte. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Esta biografia foi já ontem publicada neste blogue sob texto – não traduzido – de www.es.catholic. Ver também www.santibetai.it

 

SANTAS FLORA e MARIA

Mártires (851)

Flora y María, Santas

Flora e María, Santas

Virgens e Mártires

Martirológio Romano: Em Córdova, na região hispânica de Andaluzia, santas Flora e María, virgens e mártires, que na perseguição levada a cabo pelos muçulmanos foram encarceradas com santo Eulógio e depois mortas a espada (856).
Etimologia:
Flora = Aquela que é uma bela donzela adornada com uma flor, é de origem latina.
Maria = Aquela que é excelsa - a amada por Deus, é de origem hebraica.

Os martirológios de Adão, Usuardo, Maurolico, do bispo Equilino e o Romano fazem memória destas duas virgens mártires de Córdova o que faz pensar na repercussão que deve ter o duplo martírio em toda a Espanha do século IX e explicar a rápida difusão de seu culto.
Flora é filha de mãe cristã e pai muçulmano. Foi educada por sua mãe desde pequena no amor a Jesus Cristo e aprendeu de seus lábios o valor relativo das coisas deste mundo. Tem um irmão —muçulmano fanático— que a denuncia como cristã na presença do cádi. Ali é açoitada cruelmente para a fazer renegar, mas mantém-se firme na fé. O cádi a põe sob custódia de seu irmão que agora tem o encargo da autoridade para a fazer mudar de atitude. Suporta todas as vexações e ultrajes a que a submete seu irmão sempre com a intenção de a perverter.
María é filha de cristãos que puseram a seu filho Walabonso sob a custódia de um sacerdote com o encargo de o educar num mosteiro; enquanto ela entra no cenóbio de Cuteclara. Morto mártir seu irmão, dirige-se agora à igreja de santo Acisclo depois de haver tomado uma firme resolução.
As duas jovens coincidem aos pés de santo Acisclo. A saudação da paz lhes facilita abrir-se mutuamente as almas e se encontram em comunhão de sentimentos, desejos e resoluções. Se juram amizade para sempre, uma caridade que dura até ao Céu.
Se encaminham com valentia ao palácio do cádi e fazem ante ele pública provisiono de fé cristã.
Encarceradas junto com prostitutas e gente de mau viver, são condenadas pelos juízes a morrer decapitadas, não sem o consolo, ânimo e bênção de santo Eulógio que as conheceu. Feito o sinal da cruz, primeiro será a cabeça de Flora cortada pelo alfange, depois a de María. Seus corpos ficam expostos, para dissuasão de cristãos e demostração de poder muçulmano, às aves e aos cães. No dia seguinte os atiraram ao Guadalquivir.
Suas cabeças se depositaram na igreja de santo Acisclo.

 

SANTA EANFLEDA

Rainha

Eanfleda era filha do rei dos Nortumbrianos, Santo Edvino e de Santa Etelburga de Kent. Nasceu, diz-nos Santo Beda, «na noite sacro-santa do domingo de Páscoa». O pai acabava de ser ferido por um sicário enviado pelo rei dos Saxões Ocidentais (20 de Abril de 626). Agradecendo ele aos deuses este nascimento, o bispo Paulino persuadiu-o que era melhor dar graças a Cristo. Edvino prometeu servir a Jesus, se se curasse e pudesse vencer o rei dos Saxões. Confiou a filha a Paulino, que a batizou pelo Pentecostes. Tendo morrido Edvino em combate a 12 de Outubro de 633, Paulino retirou-se para Kent com Eanfledinha. Mais tarde, por 643, esta casou-se com Oswy, rei da Nortúmbria. Deste casamento nasceu Santa Eanfleda, segunda abadessa de Whitby. Eanfleda empenhava-se em conservar o costume de Kent quanto à celebração da Páscoa, o que introduzia por vezes uma semana de diferença entre a sua data e a data do marido. Ela regulava-se pelo calendário romano do seu capelão, chamado precisamente Romanus, formado em Kent, sem questionar com Santo Aidano e com os Nortumbrianos. A mesma obteve a fundação dum mosteiro em Gilling, destinado a expiar o assassínio de Santo Oswin, rei de Deira. Santo Wilfredo encontrou nela uma protetora, que o colocou muito jovem em Lindisfarne e mais tarde apoiou o seu projeto de peregrinação a Roma, recomendando-o ao rei de Kent. O papa Vitaliano, por 667, escrevia a Oswy para suavemente a persuadir a tomar em tudo o uso de Roma, e enviava à rainha uma cruz com relíquias das cadeias de S. Pedro e de S. Paulo. Já em 664, numa conferência em Whitby, Oswy se tinha declarado pelo costume da Igreja patrocinada pelo celestial porteiro. Tendo Oswy falecido a 15 de Fevereiro de 671, Eanfleda retirou-se para o mosteiro de Whitby, onde sua filha Eanfleda era abadessa: Oswy já lá repousava. Eanfleda figura já no martirológio de Wilson do século XVII. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

 

BEATA MARIA ANA SALA

Religiosa (1829-1891)

María Ana Sala, Beata

María Ana Sala, Beata

Nasceu em Brivio (povo italiano da província de Lecco) em 21 de abril de 1829.
Foi uma das primeiras alunas da nascente escola das Irmãs Marcelinas no povo de Vimercate.
Foi acolhida pela Madre Marina Videmari, rapidamente se distinguindo pelo exemplar de sua vida e por seu aproveitamento escolar.
Em 1848, entrou a formar parte da nova Congregação, compreendeu de imediato que seu ideal e sua missão teriam que ser no ensino, a educação, a formação das jovens na escola e na família.
Sor María Ana se santificou na simplicidade por sua total fidelidade ao Carisma da congregação que havia eleito. De sua vida e exemplo, surgem três ensinamentos: a necessidade de formação de um bom carácter firme, sensível, equilibrado; o valor santificador do compromisso no próprio dever, assinalado pela obediência e a importância essencial da obra educativa.
Sua pedagogia foi a que seu diretor espiritual, Monsenhor Luís Biraghi, lhe recomendou: estar perto, estar junto às jovens em cada momento e circunstância, participando de sua vida quotidiana, nas aulas, na capela, no refeitório, no recreio, no dormitório.
Entre suas melhores alunas, se recorda a jovem Judith Alghisi Montini, que depois seria mãe do futuro papa Paulo VI.
Maria Ana Morreu santamente em 24 de novembro de 1891.
Foi beatificada por João Paulo II em 1980.

Pedro Dumoulin-Borie e companheiros

Pedro Vo Dang Khoa e Vicente Ngyen Tho Diem, Santos
Novembro 24 Sacerdotes e Mártires,

Pedro Dumoulin-Borie y compañeros, Santos

Pedro Dumoulin-Borie e companheiros, Santos

Sacerdotes e Mártires

Martirológio Romano: Na cidade de Dông Hoy, em Annam, santos mártires Pedro Dumoulin- Borie, bispo da Sociedade de Missões Estrangeiras de Paris, Pedro Vo Dang Khoa e Vicente Ngyen Tho Diem, presbíteros, dos quais, por ordem do imperador Minh Mang, o primeiro foi degolado e os outros estrangulados (1838).
Este jovem, amante das missões, nasceu em 20 de fevereiro de 1808 em Beynat de Corrèze.
Seus pais eram contra qualquer das decisões de seu filho. Lhe disseram em sua cara que não seria nem missionário, nem de Trapa, nem médico.
Não podia sair de França. O queriam perto de si mesmos. Egoísmo de pais.
Tudo o que lhe consentiam, era que fosse cura mas sem sair do país.
Seguindo os conselhos dos pais, entrou um belo dia no seminário maior de Tulle. Ele, sem embargo, tinha as ideias muito claras acerca de sua vida futura:"Seguirei minha vocação por onde queira que me chamem, ainda que seja nas missões estrangeiras".
Com a passagem do tempo, a ocasião se lhe apresentou propicia em outubro de 1829.
Durante o tempo dos motins e revoltas em Paris, lhe deram o tratamento de senhor porque o tomaram por um suíço. Nesta ocasião Deus o livrou do perigo porque seu acento era tipicamente francês.
Chegou ao sacerdócio em 21 de novembro de 1830. Sem ter a menor dúvida, embarcou no norte de França, no porto Le Havre com destino a Mónaco .
Era  18 de julho de 1831. Daqui continuou seu rumo para terras longínquas do Oriente. Desembarcou em Saigão porque uns contrabandistas chineses atacaram o barco.
Neste país se desencadeou uma revolução persecutória. Ele, com toda a força interior que levava em seu espírito, começou a evangelizar a região que se lhe havia confiado.
Entretanto prenderam-no as hordas inimigas em 1838. E é curioso que estando na mesma cadeia, recebeu o encargo de ser nomeado bispo.
O próprio verdugo que devia dar-lhe morte, não o queria fazer. Mas teve que o fazer recorrendo para isso a uma bebedeira.
Seus restos se conservam na Sala dos mártires do Seminário das Missões Estrangeiras de Paris.
Para ver mais sobre os 117 mártires no Vietname faz "click"
AQUI

Bálsamo de Cava, Beato
Novembro 24 Abade,

Bálsamo de Cava, Beato

Bálsamo de Cava, Beato

Abade

Martirológio Romano: No mosteiro de Cava, na Campânia, beato Bálsamo, abade, que no meio das turbulências e contradições de seu tempo desempenhou seu cargo com sabedoria e prudência (1232).
Etimologia: Bálsamo = aquele de alma perfumada. Vem da língua latina.
Foi um abade do século XIII. A história da abadia da Trindade de Cava, junto a Salerno, foi fundada cerca do ano mil. A história de seus abades é muito interessante para os historiadores e gente dedicada ao estudo e à investigação. Isto se deve à manutenção perfeita de suas bibliotecas que contêm nada menos que mil anos de história.
Bálsamo foi um abade desse mosteiro que encerra uma série de homens impressionantes para hoje e sempre. Se sabe que a abadia de Cava teve uma grande influência e importância em toda a Idade Média pela capacidade de trabalho de seus monges e por seu alto grau de santidade. Ele foi um dos mais ilustres. Dirigiu o mosteiro com suma maestria, com sabedoria e com um trato especial para os irmãos.
Esteve nela 25 anos: desde  1208 a 1232,  ano de sua morte.
Era um homem de letras. Por isso, havia ganho a amizade dos Papas e dos próprios imperadores. Federico II o chamava carinhosamente “o martelo do mundo”. Este imperador favoreceu muito este mosteiro e deu ao abade a potestade de julgar a quem atentasse contra a abadia.
¡Felicidades a quem leve este nome!

• Fermina (Firmina) de Amélia, Santa
Novembro 24 Mártir,

Fermina (Firmina) de Amelia, Santa

Fermina (Firmina) de Amélia, Santa

Mártir

Martirológio Romano: Em Amélia, cidade da Umbria, santa Firmina, mártir (303).
Etimologia: Firmina = firme. Vem da língua latina.

Fermina foi uma mártir do século III.
Quando há falta de muitos dados históricos sérios, existem, pelo contrário, muitas lendas acerca da vida de alguns santos.
Segundo as narrações tradicionais, Fermina era romana, e viveu no século III.
Deve ter nascido no seio de uma família chamada Pisoni.
Seu pai era o governador da cidade, e sua mãe uma cristã cheia de amor a Deus e ao próximo.
A jovem devia ter 16 anos quando estalou a perseguição em Roma, a sempre e traída perseguição de Diocleciano.
Vendo o perigo que se avizinhava, saiu da cidade, mas antes vendeu todas suas coisas – com grande alegria e desprendimento – e as entregou aos pobres.
Para chegar à nova região da Umbria italiana, teve que embarcar num barco no Tibre de Civitavecchia.
Como viu muitas necessidades entre os cristãos que eram dura e cruelmente perseguidos, ficou com eles para os ajudar em tudo aquilo que fosse necessário.
Quando chegou a Amélia, entregou-se a uma vida de oração e de penitência.
Sua felicidade ia a durar pouco tempo. Descoberta pelas autoridades, levaram-na aos tribunais. E julgada de má maneira, foi condenada a morte, Em Amélia se conserva sua memória.
¡Felicidades a quem leve este nome!

Andrés Dung-Lag e 116  companheiros, Santos
Novembro 24 117 Mártires vietnamitas dos séculos XVIII e XIX,

Andrés Dung-Lag y compañeros, Santos

Andrés Dung-Lag e 116  companheiros, Santos

Mártires de Vietnam

Esta memoria obrigatória dos cento dezassete mártires vietnamitas dos séculos XVIII e XIX, proclamados santos por João Paulo II na praça de São Pedro em 19 de junho de 1988, celebra a mártires que já haviam sido beatificados anteriormente em quatro ocasiões distintas: sessenta e quatro, em 1900, por Leão XIII; oito, por Pio X, em 1906; vinte, em 1909, pelo mesmo Pio X; vinte e cinco, por Pio XII, em 1951.
Não só são significativos o número insuperado na história das canonizações mas também a qualificação dos santos (oito bispos, cinquenta sacerdotes, cinquenta e nove laicos), a nacionalidade (noventa e seis vietnamitas; onze espanhóis; dez franceses, o estado religioso (onze dominicanos; dez da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris; outros do clero local, mais um seminarista), o estado laical (muitos pais de família, uma madre, dezasseis catequistas, seis militares, quatro médicos, um cantor de coro; além de camponeses, pescadores e chefes de comunidades cristãs).
Seis deles foram martirizados no século XV, os demais, entre 1835 e 1862; quer dizer, no tempo do domínio dos três senhores que governavam Tonkín, Annam e Cochinchina, hoje integradas na nação de Vietname.
Em grande parte (setenta e cinco) foram decapitados; os restantes morreram estrangulados, queimados vivos, esquartejados, ou faleceram na prisão por causa das torturas, negando-se a pisar a cruz de Cristo ou a admitir a falsidade de sua fé.
Destes cento dezassete mártires, a fórmula de canonização foi posta em relevo seis nomes particulares, em representação das distintas categorias eclesiais e das diferentes origens nacionais. O primeiro, de que encontramos uma carta no oficio de leitura, é Andrés Dung-Lac. Nasceu no norte de Vietname em 1795; foi catequista e depois sacerdote. Foi morto em 1839 e beatificado em 1900. Outros dois provinham do centro e do sul do Vietname. O primeiro, Tomás Tran-VanThien, nascido em 1820 e preso enquanto  iniciava sua formação sacerdotal, foi assassinado aos dezoito anos em 1838; o outro é Manuel Le-Van-Phung, catequista e pai de família, morto em 1859 (beatificado em 1909).
Entre os missionários estrangeiros são mencionados dois espanhóis e um francês. O dominicano espanhol Jerónimo Hermosilla, chegado ao Vietname em 1829, vigário apostólico de Tonkín oriental, foi morto em 1861 (beatificado em 1909); o outro dominicano, o bispo vasco Valentin de Berriochoa, que chegou a Tonkín em 1858, aos trinta e quatro anos, foi morto em 1861 (beatificado em 1906).
O francês Jean-Théophane Vénard, da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris, chegou a Tonkín em 1854 e foi assassinado aos trinta e dois anos (beatificado em 1906): suas cartas inspiraram a santa Teresa de Lisieux a rezar pelas missões, pelo que foi proclamada padroeira junto com são Francisco Javier.

LISTA DOS 117 MÁRTIRES DE VIETNAME

1 Andrés DUNG-LAC, Sacerdote 21-12-1839 - 2 Domingo HENARES, bispo O.P. 25-06-1838 - 3 Clemente Ignacio DELGADO CEBRIAN, bispo O.P. 12-07-1838 - 4 Pedro Dumoulin BORIE, bispo M.E.P. 24-11-1838 - 5 José María DIAZ SANJURJO, bispo O.P. 20-07-1857 - 6 Melchor GARCIA SAMPEDRO SUAREZ, bispo O.P. 28-07-1858 - 7 Jerónimo HERMOSILLA, bispo O.P. O1-11-1861 - 8 Valentin BERRIOCHOA, bispo O.P. 01-11-1861 - 9 Esteban Teodoro CUENOT, bispo M.E.P. 14-11-1861 -10 Francisco GIL DE FEDERICH, Sacerdote O.P. 22-O1-1745 - 11 Mateo ALONSO LECINIANA, Sacerdote O.P. 22-O1-1745 - 12 Jacinto CASTANEDA, Sacerdote O.P. 07-11-1773 - 13 Vicente LE OUANG LIEM, Sacerdote O.P. 07-11-1773 - 14 Emanuel NGUYEN VAN TRIEU, Sacerdote 17-09-1798 - 15 Juan DAT, Sacerdote 28-10-1798 - 16 Pedro LE TuY, Sacerdote 11-10-1833 - 17 Francisco Isidoro GAGELIN, Sacerdote M.E.P. 17-10-1833 - 18 José MARCHAND, Sacerdote M.E.P. 30-11-1835 - 19 Juan Carlos CORNAY, Sacerdote M.E.P. 20-09-1837 - 20 Vicente DO YEN, Sacerdote O.P. 30-06-1838 - 21 Pedro NGUYEN BA TUAN, Sacerdote 15-07-1838 - 22 José FERNANDEZ, Sacerdote O.P. 24-07-1838 - 23 Bernardo VU VAN DUE, Sacerdote 01-08-1838 - 24 Domingo NGUYEN VAN HANH (DIEU), Sacerdote O.P. 01-08-1838 - 25 Santiago Do MAI NAM, Sacerdote 12-08-1838 - 26 José DANG DINH (NIEN) VIEN, Sacerdote 21-08-1838 - 27 Pedro NGUYEN VAN TU, Sacerdote O.P. 05-09-1838 - 28 Francisco JACCARD, Sacerdote M.E.P. 21-09-1838 - 29 Vicente NGUYEN THE DIEM, Sacerdote 24-11-1838 - 30 Pedro VO BANG KHOA, Sacerdote 24-11-1838 - 31 Domingo TUOC, Sacerdote O.P. 02-04-1839 .- 32 Tomás DINH VIET Du, Sacerdote O.P. 26-11-1839 - 33 Domingo NGUYEN VAN (DOAN) XUYEN, Sacerdote O.P. 26-11-1839 - 34 Pedro PHAM VAN TIZI, Sacerdote 21-12-1839 - 35 Pablo PHAN KHAc KHOAN, Sacerdote 28-04-1840 - 36 Josée DO QUANG HIEN, Sacerdote O.P. 09-05-1840 - 37 Lucas Vu BA LOAN, Sacerdote 05-06-1840 - 38 Domingo TRACH (DOAI), Sacerdote O.P. 18-09-1840 - 39 Pablo NGUYEN NGAN, Sacerdote 08-11-1840 - 40 José NGUYEN DINH NGHI, Sacerdote 08-11-1840 - 41 Martín TA Duc THINH, Sacerdote 08-11-1840 - 42 Pedro KHANH, Sacerdote 12-07-1842 - 43 Agustín SCHOEFFLER, Sacerdote M.E.P. 01-05-1851 - 44 Juan Luis BONNARD, Sacerdote M.E.P. 01-05-1852 - 45 Felipe PHAN VAN MINH, Sacerdote 03-07-1853 - 46 Lorenzo NGUYEN VAN HUONG, Sacerdote 27-04-1856 - 47 Pablo LE BAo TINH, Sacerdote 06-04-1857 - 48 Domingo MAU, Sacerdote O.P. 05-11-1858 - 49 Pablo LE VAN Loc, Sacerdote 13-02-1859 - 50 Domingo CAM, Sacerdote T.O.P. 11-03-1859 - 51 Pedro DOAN LONG QUY, Sacerdote 31-07-1859 - 52 Pedro Francisco NERON, Sacerdote M.E.P. 03-11-1860 - 53 Tomás KHUONG, Sacerdote T.O.P. 30-01-1861 - 54 Juan Teofano VENARD, Sacerdote M.E.P. 02-02-1861 - 55 Pedro NGUYEN VAN Luu, Sacerdote 07-04-1861 -  56 José TUAN, Sacerdote O.P. 30-04-1861 - 57 Juan DOAN TRINH HOAN, Sacerdote 26-05-1861 - 58 Pedro ALMATO RIBERA, Sacerdote O.P. 01-11-1861 - 59 Pablo TONG VIET BUONG, Laico 23-10-1833 - 60 Andrés TRAN VAN THONG, Laico 28-11-1835 - 61 Francisco Javier CAN, Catequista 20-11-1837 - 62 Francisco DO VAN (HIEN MINH) CHIEU, Catequista 25-06-1838 - 63 José NGUYEN DINH UPEN, Catequista T.O.P. 03-07-1838 - 64 Pedro NGUYEN DicH, Laico 12-08-1838 - 65 Miguel NGUYEN HUY MY, Laico 12-08-1838 - 66 José HOANG LUONG CANH, Laico T.O.P. 05-09-1838 - 67 Tomás TRAN VAN THIEN, Seminarista 21-09-1838 - 68 Pedro TRUONG VAN DUONG, Catequista 18-12-1838 - 69 Pablo NGUYEN VAN MY, Catequista 18-12-1838 - 70 Pedro VU VAN TRUAT, Catequista 18-12-1838 - 71 Agustín PHAN VIET Huy, Laico 13-06-1839 - 72 Nicolás BUI DUC THE, Laico 13-06-1839 - 73 Domingo (Nicolás) DINH DAT, Laico 18-07-1839  - 74 Tomás NGUYEN VAN DE, Laico T.O.P. 19-12-1839  - 75 Francisco Javier HA THONG MAU, Catequista T.O.P. 19-12-1839  - 76 Agustín NGUYEN VAN MOI, Laico T.O.P. 19-12-1839 - 77 Domingo Bui VAN UY, Catequista T.O.P. 19-12-1839 - 78 Esteban NGUYEN VAN VINTI, Laico T.O.P. 19-12-1839 - 79 Pedro NGUYEN VAN HIEU, Catequista 28-04-1840 - 80 Juan Bautista DINH VAN THANH, Catequista 28-04-1840 - 81 Antonio NGUYEN HUU (NAM) QUYNH, Laico 10-07-1840 - 82 Pietro NGUYEN KHAC Tu, Catequista 10-07-1840 - 83 Tomás TOAN, Catequista T.O.P. 21-07-1840 - 84 Juan Bautista CON, Laico 08-11-1840 - 85 Martín THO, Laico 08-11-1840 - 86 Simón PHAN DAc HOA, Laico 12-12-1840 - 87 Inés LE THi THANH (DE), Laica 12-07-1841 - 88 Mateo LE VAN GAM, Laico 11-05-1847  - 89 José NGUYEN VAN Luu, Catequista 02-05-1854  - 90 Andrés NGUYEN Kim THONG (NAM THUONG), Catequista 15-07-1855 - 91 Miguel Ho DINH HY, Laico 22-05-1857 - 92 Pedro DOAN VAN VAN, Catequista 25-05-1857 - 93 Francisco PHAN VAN TRUNG, Laico 06-10-1858 - 94 Domingo PHAM THONG (AN) KHAM, Laico T.O.P. 13-01-1859 - 95 Lucas PHAM THONG (CAI) THIN, Laico 13-01-1859 - 96 José PHAM THONG (CAI) TA, Laico 13-01-1859 - 97 Pablo HANH, Laico 28-05-1859 - 98 Emanuel LE VAN PHUNG, Laico 31-07-1859 - 99 José LE DANG THI, Laico 24-10-1860  - 100 Mateo NGUYEN VAN (NGUYEN) PHUONG, Laico 26-05-1861 - 101 José NGUYEN DUY KHANG, Catequista T.O.P. 06-11-1861 - 102 José TUAN, Laico 07-01-1862 - 103 José TUC, Laico 01-06-1862 - 104 Domingo NINH, Laico 02-06-1862 - 105 Domingo TORI, Laico 05-06-1862 - 106 Lorenzo NGON, Laico 22-05-1862 - 107 Pallo (DONG) DUONG, Laico 03-06-1862 - 108 Domingo HUYEN, Laico 05-06-1862 - 109 Pedro DUNG, Laico 06-06-1862 - 110 Vicente DUONG, Laico 06-06-1862 - 111 Pedro THUAN, Laico 06-06-1862 - 112 Domingo MAO, Laico 16-06-1862 - 113 Domingo NGUYEN, Laico 16-06-1862 - 114 Domingo NHI, Laico 16-06-1862 - 115 Andrés TUONG, Laico 16-06-1862 - 116 Vicente TUONG, Laico 16-06-1862 - 117 Pedro DA, Laico 17-06-1862
_______________________
O.P. : Ordem dos Pregadores (Dominicanos)  - T.O.P.: Terceiro da Ordem dos Pregadores  - M.E.P.: Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris

 

Outros Santos e Beatos
Novembro 24 Completando o santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

SAN CRISÓGONO

São Crisógono, mártir
Em Aquileia, no território de Veneza, comemoração de são Crisógono, mártir, a quem se dá culto em Roma no dia de aniversário da dedicação da igreja cujo título leva seu nome (304).

São Romano, presbítero
No lugar de Blaye, no território de Bordéus, na Aquitânia, são Romano, presbítero (385).


São Colmano, bispo
Em Cluain Uama (hoje Clyne), de Hibernia (hoje Irlanda), são Colmano, bispo (600).


Beatas Nicetas de santa Prudência Plaja Xifra e companheiras, religiosas mártires
beatas Paula de Santa Anastácia Isla Alonso, Antonia de Santo Timoteo Gosens Sáez de Ibarra, Daria de Santa Sofia Campillo Paniagua,

Erundina de Nuestra Señora del Monte Carmelo Colino Vega, Consolada del Santísimo Sacramento Cuñado González,

Concepción de San Ignacio Odriozola Zabalía, Feliciana de Nuestra Señora del Monte Carmelo de Uribe Orbe, Concepción de Santa Magdalena Rodríguez Fernández,

Justa de María Inmaculada Maiza Goicoechea, Clara de Nuestra Señora de la Esperanza Urrutia y Cándida de Nuestra Señora de los Ángeles Cayuso

No Picadero de Paterna, no território de Valência, em Espanha, beatas Nicetas de santa Prudência Plaja Xifra e companheiras, virgens do Instituto das Irmãs Carmelitas da Caridade e mártires, todas as quais foram consideradas dignas de entrar com Cristo Esposo no convite eterno, levando suas lâmpadas acesas (1936). Seus nomes são: beatas Paula de Santa Anastácia Isla Alonso, Antonia de Santo Timoteo Gosens Sáez de Ibarra, Daria de Santa Sofia Campillo Paniagua, Erundina de Nuestra Señora del Monte Carmelo Colino Vega, Consolada del Santísimo Sacramento Cuñado González, Concepción de San Ignacio Odriozola Zabalía, Feliciana de Nuestra Señora del Monte Carmelo de Uribe Orbe, Concepción de Santa Magdalena Rodríguez Fernández, Justa de María Inmaculada Maiza Goicoechea, Clara de Nuestra Señora de la Esperanza Urrutia y Cándida de Nuestra Señora de los Ángeles Cayuso González.

SAN 
PROTASIO

São Protásio, bispo
Em Milão, da província de Ligúria, santo Protásio, bispo, que defendeu ante o imperador Constante a causa de santo Atanásio e tomou parte no Concílio de Sárdica (352).

92870 > Santi Martiri Vietnamiti (Andrea Dung Lac e 116 compagni)  - Memoria MR

78940 > Sant' Alberto di Lovanio Vescovo e martire  MR
90415 >
Beato Balsamo di Cava Abate  MR
78920 >
San Colman di Cloyne Vescovo  MR
90980 >
San Crisogono di Aquileia Vescovo e martire MR
80700 >
Sant’ Enfleda Regina di Bernicia, badessa 
91483 >
Sant' Ermogene di Agrigento Vescovo 
78900 >
Santa Firmina (o Fermina) di Amelia Martire  MR
91718 >
San Flaviano di Ricina Vescovo e martire 
79000 >
Sante Flora e Marta (Maria) di Cordova Martiri  MR
91821 >
San Hoardon Vescovo di Leon 
94788 >
Beato Luigi de la Pena Martire mercedario 
90591 >
Beata Maria Anna Sala Vergine  MR
92870 >
Santi Martiri Vietnamiti (Andrea Dung Lac e 116 compagni)  - Memoria MR
93481 >
Beate Niceta di Santa Prudenzia Plaja Xifra e 11 compagne Vergini e martiri  MR
93414 >
Santi Pietro Dumoulin-Borie, Pietro Vo Dang Khoa e Vincenzo Nguyen The Diem Sacerdoti e martiri  MR
78930 >
San Porziano Abate in Alvernia  MR
93354 >
San Protasio Vescovo di Milano  MR
78910 >
San Romano di Blaye  MR

www.santioebeati.it, www.es.catholic. e www.jesuitas.pt, do livro Santos de cada dia

 

António Fonseca