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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

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Nº 1197 - 25 DE NOVEMBRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

SÃO TOMÁS DE VILA NOVA

Bispo (1488-1555)

O que mais falta na literatura de hoje é o heroísmo”, escrevia em 1931 um dos mestres dessa altura, incrédulo. O Santo de que vamos falar, esse  monge espanhol que veio a ser arcebispo , é modelo de heroísmo, muitas vezes simples, sem brilho, prosaico, e por isso mesmo precioso para nós. Nasceu em Espanha, na Castela-a-Nova, na Mancha, região de altas planuras quase sem relevo. A pradaria constitui o fundo da paisagem manchega, mas o homem soube fazer que se alternassem lavras e terrenos de poisio. Nas alturas do fundo da paisagem, elevam-se moinhos de vento, imagens do trabalho espiritual movido pelo sopro do Espírito. A uns 80 quilómetros de Ciudad Real, em Villanueva de los Infantes, viu o nosso Santo a luz em 1488. Nasceu numa família de pequenos lavradores, limpios de todos cuartos, isto é, isentos de qualquer sangue mouro ou judaico. Tinham um moinho na margem do Jabalón, e a farinha das sextas-feiras passava em parte para os pobres. A mãe de Tomás era uma santa austera que usava cilício; a casa tinha tão bom nome que, ao passarem por lá tropas, todas as raparigas honestas iam nela refugiar-se. Ela sabia organizar a caridade e nas grandes festas repartia distribuições judiciosas. Tomasinho repetia com ardor à mocidade da vizinhança os sermões que tinha ouvido. Mostrava-se caridosíssimo e dava ora o pequeno almoço ora o saio, ou o seu gibão ou a boina, os sapatos ou o casaco. Um dia que a mãe tinha saído, sem deixar que distribuir aos pobres, Tomás deu um frango a cada mendigo que se apresentou. Regressando, a mãe aprovou.  Pelos 15 anos, foi estudar para Alcalá. O pai morreu dois anos mais tarde e reservou-lhe por testamento uma casa. Tomás obteve da mãe que esta fosse adaptada a hospício; e depois voltou para conseguir os títulos de Mestre em filosofia e licenciado em teologia. Tomou o hábito dos religiosos agostinhos em Salamanca, em 1516. Foi noviço modelo, orando, lendo S. Bernardo, calando-se e obedecendo. Durante o Advento e a Quaresma, dormia sobre tábuas. Fez a profissão solene em 1517, na festa de Santa Catarina. Ordenado sacerdote, quando no Natal chegou às palavras do prefácio per incarnati Verbi mysterium (pelo mistério do Verbo encarnado), teve de parar sufocado pelas lágrimas. Foi encarregado de comentar o livro das Sentenças, em Salamanca, diante de padres jovens; fê-lo tão brilhantemente que o imperador Carlos V quis tê-lo como pregador em Valladolid, onde residia a corte. Mas o novo Crisóstomo foi emprestado ao rei de Portugal. Como diretor de almas, mostrava-se eficaz, determinava grandes senhoras a darem-se a boas obras e aos pobres, reanimava o fervor entre as religiosas. A sua prudência cheia de sabedoria fez que fosse nomeado prior e provincial na sua Ordem. Apoiou a obra do Padre Jerónimo Ximénez no México, de maneira que o nosso Santo foi como que apóstolo deste país longínquo. Houve vontade de confiar a Tomás o arcebispado de Granada; recusou-se energicamente. Valência ficou disponível; ofereceram-lhe, mas ele de novo protestou. Insistindo Carlos V, ele apelou para Filipe II. Mas por fim teve de ceder diante da coalizão das coroas e dos superiores eclesiásticos, que o ameaçavam, de excomunhão no caso de recusa. Tomás tomou conta do governo  eclesiástico de Valência em 1544, quase sexagenário, quando era preciso chamar para Deus a cidade do Cid, atolada em bastantes abusos. Procurou inicialmente melhorar a prisão eclesiástica e arranjar um hospício. Mostrou-se sempre pobre; por vezes, mangas renovadas eternizavam-lhe o vestuário. Ele próprio se remendava, para mais poder dar aos pobres. Quiseram-lhe servir um dia um peixe estimadíssimo; recusou-o, mandando que o dessem aos pobres. Convocado para o Concílio Tridentino, desculpou-se com a falta de saúde. Reuniu um sínodo e defendeu com vigor a imunidade eclesiástica contra o governador da cidade, que prendera um cónego; o governador teve de fazer penitência pública. Diante duma violação do sigilo sacramental, condenou a prisão perpétua o padre inconfidente e conseguiu que fosse indultado pelos juízes o assassino confesso. O Santo recebia facilmente os pobres; falava-lhes, consolava-os, por vezes horas inteiras. Não se envergonhava de alguns dos seus parentes, gente miúda: ao atender dois bispos, dirigiu-se amavelmente a um tio, vestido à maneira popular castelhana. para seu primeiro sermão arquiepiscopal, tinham ornamentado magnificamente o púlpito; mas Tomás diminuiu muito este luxo. Quando celebrava Missa pontifical, nenhum paramento usava que não fosse seu; tudo vinha da Igreja onde estava; usava sobrepelizes e capas, por vezes em estado lastimoso. Fugia ao contacto com príncipes; mandou-o chamar Carlos V, quando ele preparava um sermão; mas ele desculpou-se. E o imperador teve esta reflexão edificante. : «Oxalá todos os monges fossem tão livres como este!» O prelado todas as noites dava uma volta pela sua casa. Uma vez, entrou no quarto de um arrieiro que estava agonizante; muito tempo se conservou com ele a ajudá-lo e valer-lhe, conforme podia. Em seguida foi para a cama; de manhã, o homem estava curado. Tomás diminuía as relações pessoais com mulheres. A mãe veio visitá-lo, mas ele não a recebeu em Valência; passou um mês com ela em Líria. Em Valência, ela teria visitas femininas no palácio episcopal, e Tomás receava tais invasões. Desejava ter uma diocese mais pequena, para se ocupar melhor das ovelhas. Suspirava pela conversão dos Mouros. Para evitar maiores males, não teve pressa em aplicar censuras canónicas ultimamente promulgadas. Teve paciência para reconduzir um cónego pouco edificante a uma vida melhor. Um dia, repreendeu com bondade um velho aldeão que, na ausência do pároco, tinha vestido a sobrepeliz e pegado no Cibório, e depois, à porta da Igreja, procurara afugentar uma trovoada, que na realidade se afastou. Deu-lhe como penitência oferecer dois altos círios brancos para serem acesos todo o ano à Missa, da consagração à comunhão. A um padre que, ao celebrar a Missa dos pré-santificados, na Sexta-feira Santa, tinha pronunciado uma praga tremenda por os cantores terem omitido algo, impôs três dias de jejum com três esmolas a pobres, assiduidade em frequentar o coro e proibição de celebrar a Missa durante quinze dias. Um clérigo tinha tido, no pecado, três filhos: o arcebispo soube chamá-lo ao dever, casou a mulher e mandou educar à sua custa os filhos. Outro clérigo foi preso pela polícia durante uma ronda noturna; era um homem que estava armado e combateu; Tomás conseguiu fazer dele um eclesiástico direito. O nosso Santo imitava o Bom Pastor; quantas ovelhas perdidas salvou e de que espinhos! Mas flagelava-se até ao sangue para as curar. Por vezes, os maus costumes dos seus padres tinham como desculpa a pobreza em que viviam; então, com os seus dinheiros, vinha ele em auxilio desses desgraçados. Socorria os pobres envergonhados, os desempregados e as viúvas; era o “pai dos pobres”. dava aos religiosos : a Companhia de Jesus beneficiou das suas generosidades quando se instalou em Valência. Cuidava de dotar as raparigas sem recursos; recolhia as crianças enjeitadas. Em Alcalá, fundou um colégio para estudantes pobres e outro na sua cidade episcopal. Em Fevereiro de 1555, Tomás exprimiu o desejo de resignar o seu cargo. A 29 de Agosto, foi atacado de angina. A 2 de Setembro recebo o Viático. Na cidade não faltava quem rezasse por ele. Endereçou aos pobres todo o dinheiro que tinha. teve a delicadeza de dar de presente até a sua cama, pedindo que a entregassem de esmola antes de ele morrer. Começava a festa da Natividade de Nossa Senhora quando ele se confessou pala última vez. Fizeram-lhe a leitura da Paixão segundo o quarto evangelista. A estas palavras de Jesus, «Dos que me confiastes, não perdi nenhum» (18, 9), fez sinal que parassem e chorou demoradamente olhando para o Crucifixo. depois continuaram a ler, com paragens . Foi celebrada a Missa diante dele. À elevação do cálix , disse «In te, Domine, speravi» (esperei em ti, Senhor), e morreu à comunhão. Tinha uns 67 anos. Existem dele Canciones sacrae (sermões), cartas e diversos escritos de ascética e mística; como servir a Deus, em dez regras; sobre os dons do Espírito Santo e o Pai-Nosso; e orações para depois da comunhão. Na grande escola espanhola do século XVI, ele é precursor. O Santo Arcebispo foi enterrado na igreja dos Agostinhos,  de Nossa Senhora do Socorro, em Valência. Foi beatificado em 1618 e canonizado em 1658. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA

Mártir (princípios do século IV)

Catalina de Alejandría, Santa

Catalina de Alejandría, Santa

Mártir

É uma das mais célebres mártires dos primeiros séculos, um dos Santos Auxiliadores (cfr. 8 de Agosto). O pai, diz a lenda, era Costes, rei de Alexandria. Ela própria era, aos 17 anos, a mais bonita e a mais sábia das raparigas de todo o império; esta sabedoria levou-a a ser muitas vezes invocada pelos estudantes. Anunciou que desejava casar-se, contanto que fosse com um príncipe tão belo e tão sábio como ela. Esta segunda condição embargou que se apresentasse qualquer pretendente. «Será a Virgem Maria que te procurará o noivo sonhado», disse-lhe o ermitão Ananias, que tinha revelações. Maria aparece, de facto, a Catarina na noite seguinte, trazendo o Menino Jesus pela mão. «Gostas tu d’Ele?», perguntou Maria. – «Oh, sim». – «E tu, Jesus, gostas dela?» – «Não gosto, é muito feia». Catarina foi logo ter com Ananias: «Ele acha que sou feia», disse chorando. – «Não é o teu corpo, é a tua alma orgulhosa que Lhe desagrada», respondeu o eremita. este instruiu-a sobre as verdades da fé, batizou-a e tornou-a humilde; depois disto, tendo-a Jesus encontrado bela, a Virgem Santíssima meteu aos dois o anel no dedo; foi isto que se ficou chamando desde então o «casamento místico de Santa Catarina». Ansiosa de ir ter com o seu Esposo Celestial, Catarina ficou pensando unicamente no martírio. Passou o imperador Maxêncio por Alexandria; ela foi-o repreender de perseguir os cristãos, provando-lhe ao mesmo tempo a falsidade da religião pagã. Incapaz de lhe responder, Maxêncio reuniu para a confundir os 50 melhores filósofos da província. Ela entupiu-lhes a boca a todos, até ao último, e conseguiu convertê-los. O Imperador mandou-os queimar vivos, assim como à sua mulher Augusta, ao ajudante de campo Porfírio e a duzentos oficiais que, depois de ouvirem Catarina, se tinham proclamado cristãos. Quando chegou a hora de ela ser sacrificada, um dos filósofos desceu do céu para lhe cingir a fronte com uma coroa de oiro. Em seguida foi aproximada uma máquina horrível. Consistia em quatro rodas, armadas de pontas e de serras, andando em sentido contrário. Nela foi introduzido o belo corpo de Catarina; e delas saíram umas papas ensanguentadas que os anjos recolheram e levaram para o Sinai. Tal é a lenda de Santa Catarina, como no-la transmitiu a Idade Média. Da verdadeira história, quase nada se sabe. O seu culto parece ter irradiado do Monte Sinai; a festa foi incluída no calendário por João XXII (1316-1334). Filósofos e estudantes, por um lado; amoladores, carpinteiros de rodas, curtidores, torneiros e fiandeiros, por outro, escolheram-na como padroeira; os primeiros por causa da fama de sábia; os outros em atenção á máquina de quatro rodas, de que acima falámos. Como a cidade de Goa foi conquistada por Afonso de Albuquerque em 25 de Novembro de 1510, Santa Catarina foi escolhida para sua padroeira. A roda de navalhas do seu martírio entrou no escudo heráldico da cidade , que lhe ficou a celebrar a festa com grande esplendor. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

BEATOS LUÍS BELTRAME e MARIA BELTRAME QUATTROCCHI

(Esposos (1880-1951; 1884-1965)

Luis Beltrame Quattrocchi y María Corsini, Beatos

Luis Beltrame Quattrocchi e María Corsini, Beatos

Primeiro Matrimónio Beatificados Juntos

Luís Beltrame nasceu na Catânia (Sicília, Itália), a 12 de Janeiro de 1880. Um seu tio sem filhos adoptou-o e trouxe-o para Roma. Luís estudou direito e formou-se com tão altas classificações que foi nomeado Advogado Geral do Estado, cargo que exerceu com grande competência e honestidade durante toda a vida. Maria Corsini nasceu em Florença, a 24 de Junho de 1884. Desde a infância mostrou um comportamento exemplar, sempre obediente e inclinada à piedade. Por causa do trabalho do pai, passa a viver sucessivamente em Pistoia, de novo Florença, depois Arezzo e finalmente Roma. Aqui frequenta o Instituto Feminino de Comércio e obtém a licenciatura, mostrando-se dotada sobretudo para as disciplinas literárias e revelando-se muito cedo como uma mulher culta, apaixonada pela arte, literatura, poesia e música. Luís Beltrame e Maria conheceram-se em Roma, em 1901, e em 1905 casaram em Santa Maria Maior. Dos quatro filhos que tiveram, três professaram a vida religiosa e a última filha levou uma vida consagrada no mundo. Viveram santamente unidos, durante quase 50 anos, numa vida comum, aparentemente igual a tantas outras, mas intimamente diferente. Luís ocupava-se da sua vida de advogado, sendo para todos exemplo de dignidade, honradez e espírito cristão. Assim contribuiu para o renascimento católico e social de Itália. A sua grande caridade lavava-o a dedicar-se aios afastados da Igreja e aos necessitados  que todos os dias, sobretudo durante a guerra, batiam à sua porta, pedindo auxílio. Maria, mulher dinâmica e corajosa, alistou-se como enfermeira voluntária na Cruz Vermelha, durante as duas guerras mundiais. Cuidava carinhosamente dos soldados feridos, procurando que nada lhes faltasse e também que não morressem sem sacramentos. Na sua paróquia realizou cursos de preparação para o matrimónio, novidade pastoral para a época. exerceu também o apostolado pela escrita, para a qual tinha especial queda, como já dissemos. Fez parte da Ação Católica, apoiou a fundação da Universidade Católica e a propagação do «Movimento para um Mundo Melhor». No início da vida conjugal não faltaram as dificuldades, mas tudo se foi resolvendo, dado o profundo espírito cristão deste casal. Todas as manhãs participavam juntos na missa em Santa Maria Maior e rezavam o terço todas as noites. Em 1917 filiaram-se na Ordem Terceira de S. Francisco. Acompanhavam as peregrinações nacionais dos doentes aos santuários marianos de Lourdes e Loreto, ele como servita e ela como enfermeira. João Paulo II confirma: «Estes esposos, entre as alegrias e as preocupações de uma família normal souberam realizar uma existência rica de espiritualidade. No centro, a Eucaristia quotidiana, à qual se acrescentava a devoção filia à Virgem Maria». Luís faleceu em 1951, com 71 anos de idade, e Maria em 1965, com 81. Foram beatificados a 21 de Outubro de 2001, na presença de três dos quatro filhos que tiveram. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.ptr. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

• Mercúrio de Cesareia de Capadócia, Santo
Novembro 25 Mártir,

Mercurio de Cesarea de Capadocia, Santo

Mercúrio de Cesareia de Capadócia, Santo

Novembro 25

Martirológio Romano: Em Cesareia de Capadócia, santo Mercúrio, mártir (250).
Etimologia: significa “pertencente a Mercúrio”. Vem da língua latina.
Fica-se alucinado quando se lê a biografia deste mártir do século III.
Todos os pagãos invocavam ao deus Mercúrio como o protetor dos comércios.
No calendário cristão há dois santos que levam este nome. Os dois são mártires e soldados. O de hoje gozou de uma grande popularidade no Oriente onde se difundiu sua Paixão (ou teatro) para o dar a conhecer melhor.
Segundo este teatro, Mercúrio militou nos exércitos de Décio e Valeriano, dos insignes –¡ valha o adjetivo! – perseguidores dos crentes em Cristo Jesús.
Quando estava a ponto de que o nomeassem chefe superior dos exércitos imperiais, se recordou de que havia sido batizado com o nome de Filopatrós, quer dizer, “que ama ao pai”. Então não teve a menor dúvida em se apresentar a seu chefe superior, e imperador, para lhe dizer que era cristão. Açoutaram-no. E nada. Então carregaram-no num asno para o levar a Capadócia onde deveria ser decapitado para escarmento dos cristãos desse lugar. Suas relíquias deram lugar a muitas curas e inclusive conversões ao cristianismo. Segundo os fieis de Capadócia foi são Mercúrio que empregou sua lança para lutar contra o imperador apóstata Juliano. É uma lenda. Historicamente não se sabe nada deste mártir, mas seu culto data desde a antiguidade na Capadócia.
¡Felicidades quem leve este nome!

Garcia, Santo
Novembro 25 Abade,

Garcia, Santo

Garcia, Santo

Abade

Martirológio Romano: No mosteiro de Arlanza,na região de Burgos, em Espanha, memória de são Garcia, abade (1073).
Nasceu em finais do século X ou princípios do XI na localidade burguesa de Quintanilha, que com o tempo teria o nome de São Garcia. Muito jovem, o futuro santo Garcia alcançou, em companhia de alguns familiares, na margem do rio Arlanza, onde estava o mosteiro de São Pedro de Arlanza, antiga abadia da ordem beneditina. A suas portas, e alheio aos rigores que exigia a vida monacal, São Garcia resolveu ingressar na ordem.
O moço adquiriria com os anos reputação de santidade e a ele se atribuem não poucos atos milagrosos. As crónicas contam que, durante uma das fomes que ciclicamente açoitavam a Europa medieval, o monge beneditino assombrou a seus companheiros de refeitório com o que o que se testemunha como um dos milagres atribuídos ao santo. Ante a estupefacção dos presentes, a água contida num jarro se converteu em vinho.
Os monges tinham vedado o consumo de carne. A dieta estava constituída por uma libra de pão diária e dois pratos em cada comida. Contudo, os monges consagravam oito meses do ano ao jejum. O jejuar do beneditino se cingia a uma manta, um cobertor, um colchão e uma almofada. Seu atavio, a cogula, a túnica, o escapulário, as calças, os calções e o calçado. O trabalho no campo, o canto e a redação de códices ocupavam a maior parte do tempo dos irmãos.
Com os anos, e após concluir seus estudos de Teologia, São Garcia foi elevado em 1039 à dignidade de abade e, mais tarde, à de conselheiro do rei Fernando I. Em companhia deste monarca foi testemunha da batalha de Atapuerca no ano 1054. São Garcia manteria sua condição de conselheiro real no reinado de Sancho II. Os historiadores concluem que o santo travou conhecimento com os mais conspícuos personagens de seu tempo. Assim, por exemplo, se conservam documentos de doações em que, junto à rúbrica do santo, figura a de Rodrigo Diaz de Bivar. Seu nome também é consignado por Gonzalo de Berceo em seus textos. São Garcia faleceria no ano 1073.

• Pedro Alexandrino (Pedro de Alexandria) e companheiros,

bispos Hesíquio, Pacómio e Teodoro, Santos
Novembro 25 bispo,

Pedro Alejandrino (Pedro de Alejandría) y compañeros, Santo

Pedro Alexandrino (Pedro de Alexandria) e companheiros, Hesíquio, Pacómio e Teodoro, Santos

Bispo e Mártir

Martirológio Romano: Em Alexandria, no Egito, são Pedro, bispo e mártir, que, dotado de todas as virtudes, foi decapitado por mandato do imperador Galério Maximiano, vindo a ser a última vítima da grande perseguição e com o selo dos mártires. Com ele se comemoram três bispos egípcios, que são Hesíquio, Pacómio e Teodoro, junto com outros mais que, também em Alexandria, sofreram na mesma perseguição e subiram ao céu por meio de cruel espada (305/311).
Etimologia: Pedro = rocha, pedra. Vem da língua hebraica.
Nasceu Pedro em Alexandria. E com o tempo chegou a ser patriarca desta florescente cidade. Entretanto Maximiano e Diocleciano estavam fazendo estragos com suas perseguições. Ele se entregou a ajudar a todos os crentes falando com eles e com quem não podia, o fazia mediante cartas. Escreveu mais de 600. Nelas os advertia do perigo que corriam por causa de sua fé.
Além de fazer tudo isto, lutou valorosamente contra os hereges e pagãos.
Sentiu muito ter que destituir ao bispo Melécio porque havia sacrificado aos deuses. Árrio (ou Ário), já excomungado por Pedro, o acusava neste trabalho. Quando Maximiano tinha o cetro no Oriente, mandou para a morte São Pedro A gente foi à cadeia e o tiraram ainda que suas vidas estivessem em perigo. O governador queria que se retratasse de sua doutrina. Não cedeu. Então tiraram-no sigilosamente da prisão e morreu felizmente no ano 311.
¡Felicidades a quem leve este nome!

• Beatriz de Ornacieux, Beata
Novembro 25 Monja Cartuxa,

Beatriz de Ornacieux, Beata

Beatriz de Ornacieux, Beata

Monja

Martirológio Romano: Na região de Valence, na Gália, beata Beatriz de Ornacieux, virgem da Ordem Cartuxa, insigne pelo amor à Cruz, que viveu e morreu com pobreza extrema no mosteiro de Eymeu, fundado por ela (1303/ 1309).
Etimologia: Beatriz = Aquela que enriquece ou gratifica, vem do latim

Beatriz nasceu na segunda metade do século XIII no solar feudal da nobre família dos Ornacieux, nos confins do Delfinado de Saboia (Sudeste de França).
Recibió una rica educación cristiana que la llevaría, con apenas 13 años, a abandonar para siempre el mundo para entrar en la cartuja del Monte de Santa María, en el desierto de Parménie (Isére, Francia ).
Margarita d’Oygnt, monja cartuja que la conoció, nos dejó escrita en lionés su vida. No se ha escrito todavía una biografía crítica sobre la beata Beatriz, ni tengo noticia que se esté intentando.
Según Margarita d’Oygnt, desde los comienzos como monja cartuja, Beatriz se destacó por la santidad de vida. Se manifestó siempre llena de mucha caridad y de una profunda humildad de corazón; procuraba en todo ayudar a sus hermanas de religión y manifestó una gran capacidad para sufrir. Su obediencia extrema y su fidelidad a la vida de oración fueron otros dos rasgos característicos de su vida. Nuestro Señor le concedió el don de lágrimas y en tal grado que estuvo a punto de perder la vista en varias ocasiones. Su gran deseo fue siempre hacer la santa voluntad de Dios. Un día delante del Sagrario pedía a Nuestro Señor que la sacase del mundo para ponerla así a salvo de los continuos ataques del demonio; pero una voz salida del Sagrario le prohibió desear otra cosa que no fuera hacer la voluntad del Señor; entonces sintió interiormente que su deseo de morir se cambiaba por un inmenso anhelo de vivir para la mayor gloria de Dios, y suplicó al Señor que le concediera la salud que en tantos momentos le faltaba debido a sus numerosas enfermedades; pero, una vez más, la voz del Señor se hizo oír diciéndole: “Recibe las consolaciones que te doy y no rehúses los sufrimientos que te envíe”; a partir de entonces, aleccionada por estas locuciones divinas, ya no deseó más algo que no fuera la voluntad divina, convirtiéndose ella misma en un modelo de confianza y de abandono en la Divina Providencia. Amó profundamente la penitencia, expresión de su amor loco a la Cruz.  Se entregaba a prolongados ayunos, se daba sangrientas disciplinas. Fue especialmente devota de la Pasión de Cristo y se dice que perforó su mano izquierda con un clavo para recordar mejor los sufrimientos de la crucifixión. Por otra parte, tuvo que soportar los asaltos frecuentes del demonio, en especial, la tentaba contra de la virtud de la santa pureza, poniéndole delante representaciones obscenas, a las cuales Beatriz siempre resistió con invencible pureza de alma y de cuerpo. En medio de estos ataques del enemigo y de las victorias de la gracia, sentía los consuelos de Jesús y María.
Un día la Virgen Santísima le dijo: “Nada temas, ten confianza; soy la Madre del Rey Omnipotente, tu Esposo, la Madre de la misericordia, y tomo tu alma y tu cuerpo bajo mi cuidado y protección; yo te defenderé contra los asaltos del demonio y te salvaguardaré de sus engaños”. Dios la enriqueció con múltiples dones y carismas extraordinarios: gozaba continuamente de la presencia del Señor en visión corporal a su lado; veía a Jesús Niño en la Sagrada Forma eucarística. Y también sentía, en ciertos momentos, las sequedades y los aparentes abandonos de Dios, motivos de gran sufrimiento para su alma. Una noche de Navidad, llena de angustia mortal por la duda de si estaría en pecado mortal, permaneció en su silla en el coro mientras sus hermanas fueron a comulgar; pero, recorriendo con gran devoción a la Divina Misericordia, le pidió que se dignara mostrarle su voluntad para que la cumpliera ciegamente. Entonces, sin saber como, y sintiéndose como que arrastrada por una fuerza superior, se encontró junto al comulgatorio. Comulgó, pues, y el Señor le concedió en esta comunión una infinidad de gracias. Como ejemplo de estas, se puede referir el hecho de que una porción de la Hostia sagrada se quedó en su boca, sin que la pudiera tragar, con un claro sabor a carne y sangre: esto le produjo gran aflicción; pero, luego sintió cómo esta porción eucarística le pasaba al corazón, abrasándola con un gran fuego de amor, dejándola sumida en un arrobamiento amoroso que permaneció durante varios días; y, todavía más, desde entonces, volvió al perfecto gozo de la unión amorosa con Dios y recobró la perfecta paz del alma, para nunca más perderla. En 1300 fue obligada, bajo obediencia, a aceptar el priorato de la cartuja de Eymeux, departamento de Drome; en esta nueva fundación cartujana, en el ejercicio del cargo de priora, brillaron sus grandes virtudes. Por fin, el 25 de Noviembre de 1303, el Señor vino a llamar a su esposa para las bodas celestiales, terminando su vida santa en la tierra con una preciosa muerte. Sin embargo, otras fuentes la dan por fallecida a 5 de febrero dos años después.  Fue sepultada en Eymeux, y casi de inmediato, empezaron a obrarse milagros en su tumba, extendiéndose su fama de santidad. Algún tiempo después, su cuerpo fue trasladado a su primera cartuja de Parménie. El 15 de Abril de 1869 el Beato Pío IX, Papa, aprobó su culto. Su fiesta se celebra el día 25 de noviembre, aniversario de su nacimiento para el cielo.  Es la única monja cartuja beatificada; no dejó ningún escrito.

• Jacinto Serrano López, Beato
Novembro 25 Mártir Dominicano,

Jacinto Serrano López, Beato

Jacinto Serrano López, Beato

Mártir Dominicano

Martirológio Romano: Em Puebla de Híjar, povoação perto de Teruel, em Espanha, beato Jacinto Serrano López, da Ordem de Pregadores e mártir, que foi fuzilado na perseguição contra a Igreja. Com ele se comemora o beato mártir Santiago Meseguer Burillo, presbítero da mesma Ordem, que, por Cristo, realizou seu glorioso combate em Barcelona, não se sabe exatamente em que data (1936).
Naces en Urrea de Gaén (Teruel), el 10 de julio de 1901. Te quedas huérfano de madre al poco de nacer y de padre a los 6 años. A los 12 ingresas en Escuela Apostólica de Solsona.
El 5 de abril de 1924 recibes el sacramento del Orden Sacerdotal. Ejerces la docencia en el seminario menor dominicano de Calanda y en el Estudio General de Valencia. Al mismo tiempo obtienes la licenciatura en la Facultad de Ciencias Físico-Químicas de Valencia. Tu apostolado se proyecta dando conferencias apologéticas, dirigiendo la revista Rosas y Espinas, colaborando en la revista Contemporánea, y dirigiendo la Asociación de Señoritas de la Beata Imelda, dedicada a la catequesis y beneficencia de niños pobres. En julio de 1936, como Vicario Provincial, preparas la evasión a Francia de varios religiosos y tú permaneces en Barcelona atento a las vicisitudes del resto de los frailes. A mediados de noviembre de 1936 eres detenido en Barcelona por unos milicianos paisanos tuyos que se desplazaron desde Urrea. Te encierran en el castillo de Montjuich, poco tiempo después te trasladan a Puebla de Híjar, allí fuiste encarcelado, sometido a interrogatorio, y después... dando la cara y diciendo ¡Viva Cristo Rey! te dispararon.
Tenías 35 años de edad, 19 de vida religiosa y 12 de ordenación sacerdotal.
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• Santiago Meseguer Burillo, Beato
Novembro 25 Mártir Dominicano,

Santiago Meseguer Burillo, Beato

Santiago Meseguer Burillo, Beato

Mártir Dominicano
Martirológio Romano: Em Puebla de Híjar, povoação perto de Teruel, em Espanha, beato mártir Santiago Meseguer Burillo, da Ordem de Pregadores e mártir, que foi fuzilado na perseguição contra a Igreja. Com ele se comemora o beato mártir Jacinto Serrano López,, presbítero da mesma Ordem, que, por Cristo, realizou seu glorioso combate em Barcelona, não se sabe exatamente em que data (1936). El 1 de mayo de 1885 nace en Híjar (Teruel). Allí recibe la primera instrucción y se familiariza con la lengua latina. Ingresa en el convento de la Orden en Corias (Asturias) y en 1905 es ordenado presbítero en Salamanca. En la redacción de La Ciencia Tomista, en Madrid y en el colegio de Vergara transcurre los meses de su actividad apostólica y ministerial en la Provincia de España. Se incorpora a la Provincia de Aragón desde su restauración y estuvo asignado en Barcelona, Solsona y Valencia para dedicarse principalmente a la enseñanza. En el año 1934 es promovido al grado de Maestro en Teología.
Se encontraba en Barcelona cuando empezó la revolución. Se esconde durante casi cuatro meses en diversos hogares de amigos. Y a finales de noviembre es asesinado el P. Meseguer con otros detenidos en la cárcel de El Clot. A los pocos días de ser liberada Barcelona, los restos mortales, enterrados en una fosa común e identificados, fueron depositados en un nicho propiedad de las Hermanas Dominicas de la Anunciata en el cementerio de Montcada.
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Outros Santos e Beatos
Novembro 25 Completando o santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

Santo Moisés, presbítero e mártir
Em Roma, comemoração de santo Moisés, presbítero e mártir, que no tempo do imperador Décio, ao ser martirizado o papa são Fabião, juntamente com o colégio de presbíteros cuidou dos irmãos na Igreja, determinou que devia outorgar-se a reconciliação aos lapsos enfermos e moribundos e, durante o longo tempo que esteve retido na cadeia, frequentemente os consolava com as cartas de são Cipriano de Cartago, sendo coroado finalmente com um martírio glorioso e admirável (251).


Santo Márculo, bispo e mártir
Em Numídia, santo Márculo, bispo, que, segundo a tradição, morreu mártir em tempo do imperador Constante, despenhado desde um rochedo por um tal Macário (347).

Santo Maurino, mártir
Na região de Agen, em Aquitânia, santo Maurino, mártir, que, dedicado à evangelização da gente do campo, foi desapiedadamente destroçado pelos pagãos, segundo dizem as crónicas (s. VI).

Beata Isabel Achler, reclusa
Em Reute, de Suábia, na Germânia, beata Isabel Achler, por sobrenome “Buena”, virgem, que, vivendo como uma reclusa da Terceira Ordem Regular de São Francisco, cultivou em grau admirável a humildade, a pobreza e a mortificação corporal (1420).


Santos Pedro Yi Hoyong, Águeda Yi So-sa, mártires
Em Seul, na Coreia, são Pedro Yi Hoyong, mártir, que, sendo catequista, foi feito prisioneiro por uns sicários, juntamente com sua irmã santa Águeda Yi So-sa, e permanecendo firme na confissão da fé, depois  de quebrar-lhe por três vezes os ossos o mantiveram quatro anos na cadeia, onde finalmente morreu, sendo o primeiro do glorioso esquadrão dos mártires (1838).

 

94787 > Beato Andrea de las Heras Mercedario 
91839 >
Sant' Audenzio di Milano 
94498 >
Santa Basilissa (Augusta) Imperatrice  (Chiese orientali)
90538 >
Beata Beatrice di Ornacieu Vergine e monaca certosina  MR
79050 >
Santa Caterina d'Alessandria Martire  - Memoria Facoltativa MR
79090 >
Beata Elisabetta Achler di Reute Vergine, terziaria francescana  MR
93237 >
Beati Giacinto Serrano Lopez e Giacomo Meseguer Burillo Sacerdoti domenicani, martiri  MR
94531 >
Beata Malcolda Pallio Monaca beneditina 
79070 >
San Marcolo Vescovo  MR
79080 >
San Maurino Venerato ad Auch  MR
79100 >
San Mercurio di Cesarea di Cappadocia Martire  MR
79060 >
San Mosè di Roma Martire  MR
92837 >
Santi Pietro d’Alessandria, Esichio, Pacomio e Teodoro e compagni Martiri  MR
79110 >
San Pietro Yi Ho-yong Martire  MR

 

 

 

www.santiebeati.it  -  www.es.catholicwww.jesuitas.pt, do livro Santos de Cada Dia

 

António Fonseca