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sábado, 27 de novembro de 2010

Nº 1199–27 DE NOVEMBRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS ou da MEDALHA MILAGROSA

 

Novembro 27 Invocação Mariana,

Nuestra Señora de la Medalla Milagrosa

Nossa Senhora da Medalha Milagrosa

A APARIÇÃO. No dia 27 de Novembro de 1830, às cinco e meia da tarde, Santa Catarina Labouré, Irmã da Caridade, estando em oração na Capela do Convento da Rua do Bac, 140, Paris, França, foi favorecida com uma aparição da Santíssima Virgem, que a Santa descreve nestes termos: “A Senhora era de mediana estatura, o seu rosto tão belo e formoso, que me é impossível descrever toda a sua beleza. Estava de pé, vestida com um vestido de seda, cor de branco-aurora. Cobria-lhe a cabeça um véu azul, que descia até aos pés… As mãos estenderam-se para a terra, enchendo-se de anéis cobertos de pedras preciosas, mais belas umas que as outras, umas maiores, outras mais pequenas, jorrando feixes de luz em todas as direções… A Santíssima Virgem disse: Eis o símbolo das graças que derramo sobre todas as pessoas que mas pedem…, dando-me a entender quanto gostava que A invocassem, como era generosa para com todas as pessoas que A invocavam, quantas graças concede a quem lhas pede e a grande alegria que sente ao concedê-las. Formou-se então em volta de Nossa Senhora um quadro oval, em que se liam em letras de ouro estas palavras: «Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS». Nisto voltou-se o quadro e eu vi no reverso a letra M encimada por uma cruz, com um traço na base. por baixo os Sagrados Corações de Jesus e de Mariao de Jesus cercado por uma coroa de espinhos e a arder em chamas, e o de Maria também em chamas e atravessado por uma espada, cercado de doze estrelas. Ao mesmo tempo ouvi distintamente a voz da Senhora a dizer-me: – Manda, manda cunhar uma medalha por este modelo. as pessoas que o trouxerem por devoção hão-de receber grandes graças, sobretudo se a trouxerem ao pescoço, As graças serão mais abundantes para as pessoas que a trouxerem com confiança». Santa Catarina Labouré, que foi favorecida com três aparições de Nossa Senhora, passou, humilde e desconhecida, toda a vida ao serviço dos pobres velhinhos, no hospital de Engheim, Paris, onde morreu em odor de santidade, aos 70 anos de idade, a 31 de Dezembro de 1876. Foi beatificada em 28 de Maio de 1933 e canonizada a 27 de Julho de 1947PROVAÇÃO E EXPANSÃO. O Arcebispo de Paris, Dom Jacinto Luís de Quélen (1778-1839), aprovou dois anos depois, em 1832, a medalha pedida por Nossa Senhora, em 1836 ordenou um, Inquérito Canónico e exortou todos os fiéis a usarem a medalha e a repetirem a oração gravada em torno da Santíssima Virgem: Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS. A 23 de Julho de 1894, a Santa Sé concedeu a todas as Dioceses de França a festa na «Manifestação da Virgem Imaculada chamada da Medalha Milagrosa», a celebrar-se todos os anos no dia 27 de Novembro. A 26 de Julho de 1897, o papa Leão XIII, por meio do seu Legado, o Cardeal Richard, coroou solenemente a Imagem da Medalha Milagrosa. Con a bênção e aprovação da Igreja, a Medalha da Imaculada Conceição espalhou-se aos milhões pelo mundo inteiro, sendo a sua difusão acompanhada de tão numerosas graças e de tantas conversões, que os fiéis lhe puseram o nome de Medalha Milagrosa. «Esta piedosa medalha – disse o papa Pio XIIdesde o primeiro momento, foi o instrumento de tão numerosos favores, tanto espirituais como temporais, de tantas curas, proteções e sobretudo conversões, que a voz unânime do povo a chamou desde logo Medalha Milagrosa».  A DEVOÇÃO DA MEDALHA MILAGROSA. Perante os desejos explícitos de Nossa Senhora e as graças que nos promete, que devemos fazer? 1 – Trazer, com devoção e confiança, a Medalha Milagrosa, depois de a ter recebido, sendo possível, das mãos de um sacerdote que tenha o poder de a impor. 2 – Beijá-la respeitosamente de manhã e à noite, repetindo a invocação «Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS». 3 - Propagar a Medalha, é tão fácil dá-la, oferecê-la às crianças, aos doentes, ou por ocasião de um batizado, de uma festa, de uma prova, de uma doença, de uma graça que se pretende alcançar. Usar a Medalha Milagrosa é colocar-se sob a proteção de Maria Imaculada na vida e na morte. (Ver a biografia de Santa Catarina Labouré no dia de amanhã, 28/11). Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic , e, ainda ¿Queres saber mais? Consulta Medalla Milagarosa. E www.santiebeati.it.

 

Medalha Milagrosa, Nossa Senhora da

Aparições da Virgem María a Santa Catarina Labouré e a Medalha Milagrosa. Paris, 1830.

Medalla Milagrosa, Nuestra Señora de la

Nuestra Señora de la Medalla Milagrosa e  Nossa Senhora das Graças.

Em  virtude da sua grande extensão e também porque acima já está publicada uma síntese, do livro Santos de Cada Dia, endereço os meus leitores para o site www.es.catholic.net/santoral, para lerem esta biografia, que apesar de extensa é bastante interessante. António Fonseca

 

SÃO MÁXIMO DE RIEZ

Bispo (460)

 Originário de Decomeum, hoje Château-Redon, na Provença, foi monge em Lérins e sucedeu como abade desse mosteiro a santo Honorato, seu fundador. Não havia, nessa época em que se desmoronava o Império Romano do Ocidente, foco mais ardente de vida religiosa e intelectual na cristandade. Floresciam nele, além de Vicente e Salviano, tão célebres pelos seus escritos, numerosas personagens cuja fama ultrapassou mais tarde os limites das dioceses que foram chamados a governar: Santo Euquério, bispo de Lião; seu filho. S. Verano, bispo de Vence; Santo Hilário, bispo de Arles; S. Lopo, bispo de Tyres; S. Valeriano, bispo de Nice; e ainda outros. Escrevendo de Lião ao monge Hilário, seu amigo, Santo Euquério dizia: «Querido mosteiro, sempre te hei-de amar e honrar. Que anjos eu aí vi! O vaso de alabastro do Evangelho não exalava perfume mais suave. as luzes do homem interior    brilhavam nos seus rostos. Humildes, caritativos, de piedade terna e de olhar sereno, esses homens encaminhavam-se para o céu, que já possuíam no seu coração. O trabalho era para eles alegria, porque nele encontravam a Deus, que os há-de recompensar... Era Honorato, hoje bispo de Arles, em quem revive a majestade dos patriarcas, quem nos dirigia então. Hoje, é Máximo, grande até porque foi julgado digno de lhe suceder, que, preside aos vossos destinos… As Igrejas galo-romanas que perdiam os seus bispos, dirigiam-se muitas vezes a Lérins, para lhes encontrarem sucessores. Foi assim que Máximo viu um  dia aproximar-se da ilha  uma delegação de cristãos de Fréjus. Morrera-lhes há pouco o bispo e queriam que ele lhe sucedesse. Entranhou-se nas florestas, escondeu-se entre os rochedos durante três dias e dessa vez escapou ao episcopado. Em 433, foram delegados de Riez que desembarcaram em Lérins para lhe oferecer o governo da diocese. Máximo saltou para um barco e remou quanto pôde para a costa da Provença. Foi, porém, apanhado e levado para Riez e não teve outro remédio senão ceder aos desejos dos cristãos que o queriam para pastor. Depois de os ter edificado com  a sua penitência e caridade durante vinte e sete anos, voltou a Lérins para morrer, o que sucedeu n o ano de 460. esteve no concílio de Orange, em 441, e no de Arles, em 454. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

 

SANTOS FACUNDO e PRIMITIVO

Mártires

Veio à Espanha, como delegado dos ímpios imperadores Diocleciano (284-305) e Maximiano (286-305), um tal Ático, homem apaixonado pelas superstições pagãs. Coube-lhe como governo a província da Galiza. Chegado ao território de sua jurisdição, tratou de pôr em vigor os decretos perseguidores contra os cristãos, e como artifício para os descobrir ordenou que em certo dia se fizessem adorações públicas a um ídolo muito afastado. Não compareceram à grande solenidade Facundo e Primitivo; impedia-lho a sua crença cristã; mas também isso mesmo foi motivo para serem  conduzidos em ferros à presença do governador. Este perguntou-lhes qual era a sua religião e pátria. «Somos, responderam os dois, naturais desta comarca , e adoradores de Jesus Cristo». «Não tendes conhecimento dos decretos dos imperadores, os quais ordenam que todos sacrifiquem aos deuses romanos e a cujos preceitos estais obrigados como seus vassalos?». «Somos sabedores de uma medida tão injusta, a que não devemos obedecer; pois, embora sejamos súbditos no material, não o somos no espírito, a parte mais nobre da nossa natureza, em que somos servos de Jesus Cristo, a quem,  como a Deus Verdadeiro e redentor nosso, prestamos tofos os dias sacrifício em todas as ações e movimentos da nossa vida». «Sem dúvida, lhes tornou Ático, sois leitores da vossa Seita, como mostra o vosso modo de falar». «Nós não possuímos a vã sabedoria, lhe replicaram os santos, se alguma inteligência temos, essa vem de Deus, por cuja instrução O conhecemos; e se tu tiveras o mesmo conhecimento, não mandarias sacrificar aos demónios». Ofendido o presidente, determinou lançar mão dos tormentos,. Em primeiro lugar, dispôs que lhes pisassem os dedos , e lentamente, a fim de lhes tornar o sentimento da dor cada vez mais vivo e duradouro. Depois disto mandou-os meter em dura prisão. Alternando esta severidade com sinais de interesse, enviou-lhes ao cárcere uma iguaria da sua própria mesa; os santos, porém, recusaram-na pelo motivo de poder ter sido oferecida aos ídolos. Tão irritado ficou com esta recusa o presidente, que deu ordem de os lançar imediatamente a um forno ardente, o que se executou logo, sem que disso sofressem o menor dano. Confundido em presença do sobrenatural, ministrou-lhes veneno na comida para assim acabar com os santos. Advertidos do que se passava, disseram aos que lha traziam; «Ainda que não devíamos comer esta peçonha, para que o governador entenda qual é o poder de Jesus Cristo, comeremos sem que disso nos venha dano». e assim foi. Ático continuou com os requintes da sua tirania; escarnificação com garfos de ferro, ablução das feridas com azeite a ferver, aplicação de achas inflamadas às costas, mas , vendo-os cheios de alegria, e que mesmo o provocavam a que inventasse novos tormentos, disse para os carrascos no auge do furor: «Tirem-lhes esses olhos, que me ofendem». Ainda os suspenderam dos ramos duma árvore com a cabeça para baixo, e nesse estado os abandonaram; voltando dali a três dias,  encontraram-nos tão sãos, como se nada houvessem padecido; participando isto ao tirano, este mandou-lhes cortar a cabeça. Segundo o martirológio , este martírio foi no reino de Leão, junto ao rio Cea, por ordem de Ático, na época dos imperadores nomeados no princípio da narrativa. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

Bernardino Amici de Fossa, Beato
Novembro 27 Pregador e Escritor Franciscano,

Bernardino Amici de Fossa, Beato

Bernardino Amici de Fossa, Beato

Sacerdote de la Primera Orden (1420‑1503).
Su culto fue aprobado por León XII el 26 de marzo de 1828.

Bernardino Amici, predicador y escritor franciscano, nació en 1420 en Fossa, cerca de Aquila. No se conocen sus padres ni su procedencia social.
Se laureó en jurisprudencia en Perusa, allí ingresó entre los Hermanos Menores en 1445 en el convento de Monterípido, en Perusa. Vivió en Gubbio, en Stroncone y en otros conventos de la Umbría, luego pasó a los Abruzzos, y residió especialmente en Aquila.
Fue Ministro provincial de su región en los años 1454‑1460 y 1472‑1475. Estuvo en Bohemia y en Dalmacia en los años 1464‑1467; luego fue Procurador general de la Orden en la curia romana de 1467 a 1469.
Participó en el Capítulo general de la Orden en Aquila en 1452, en Asís en 1455, en Milán en 1457, en Roma en 1458 y en Mantua en 1467. Varias veces rechazó el Obispado de Aquila.
Fue célebre también como predicador, se recuerda su cuaresma en Sebenice en Dalmacia en 1465. En los últimos años de su vida se dedicó a difundir sus escritos de carácter teológico e histórico. La mayor parte de ellos sin embargo permaneció inédita.
Hijo auténtico del Seráfico Pobrecillo, ardiente ministro de Cristo, Fray Bernardino se propuso seguir las huellas del amable San Bernardino de Siena, a quien varias veces había oído predicar y por quien había quedado fascinado, especialmente cuando en 1438 en la plaza de Santa María de Collemaggio de Aquila predicó sobre la Asunción de María en cuerpo y alma al cielo. La inmensa multitud, entre la cual se encontraba también el Beato Bernardino, admiró en el cielo una estrella luminosa, cuyo resplandor superaba al del sol. También tuvo la alegría de conocer a San Juan de Capistrano.
De San Bernardino el Beato logró copiar el espíritu de fe y de recogimiento, la prudencia, la humildad, la modestia, el celo ardiente por la gloria de Dios. Lo vemos recorrer ciudades y más ciudades para predicar la palabra de Dios, suscitando por todas partes el entusiasmo y obteniendo conversiones.
Durante ocho meses estuvo postrado en cama en medio de terribles sufrimientos que soportó con gran resignación. Un día se le apareció su patrono San Bernardino de Siena, quien le obtuvo del Señor la completa curación.
Libre de los compromisos que la Orden le había confiado, regresó a los Abruzzos y prosiguió sus andanzas apostólicas con renovado fervor.
Su predicación era docta y popular al mismo tiempo y suscitaba gran entusiasmo y muchas conversiones. Fundó nuevos conventos, entre ellos el de San Angel d’Ocre en su región natal, donde él mismo habitó hasta avanzada edad.
Dios selló su santidad con el don de los milagros. Cansado por las fatigas apostólicas y por las penitencias se retiró al convento de San Julián cerca de Aquila, y pasó los últimos años revisando sus escritos teológicos e históricos, que más tarde fueron publicados, como la Chronica Fratrum Minorum Observantiae (Roma 1902), Funerale (32 sermones, Venecia 1572), Sermón sobre la Virgen según las palabras de Dante (L’Aquila 1856), y se preparó para el encuentro con la hermana muerte, que le sobrevino el 27 de noviembre de 1503. Tenía 83 años. Fue un digno hijo de San Francisco y fiel imitador del Santo de Siena.

Francisco Antonio Fasani, Santo
Novembro 27 Presbítero Franciscano,

Francisco Antonio Fasani, Santo

Francisco Antonio Fasani, Santo

En la segunda mitad del siglo XVII vivía en Lucera (Italia), una familia muy pobre: la familia Fasani. En su seno nació, el 16 de agosto de 1681, un niño que recibió los nombres de Donato Antonio Juan Nicolás. Comúnmente le llamaban Juan. Antes de cumplir los diez años murió su padre, que era campesino. Su madre volvió a casarse con Francisco Farinacci, que fue también un buen padre para Juan y lo envió a estudiar en el convento de los frailes menores conventuales de Lucera. Su madre era una mujer muy piadosa.
A los quince años ingresó en la orden de los frailes menores conventuales tomando el hábito franciscano y el nombre de Francisco Antonio en el noviciado de Monte San Ángel. Allí mismo hizo los votos. Después estudió filosofía y teología en los colegios de Venafro, Agnone, Montella, Aversa y Asís, donde fue ordenado sacerdote el 19 de septiembre de 1705. Se doctoró en teología con las máximas calificaciones, y en 1707 fue destinado a enseñar filosofía en el convento de Lucera, su ciudad natal.


 

Francisco Antonio Fasani, Santo

Francisco Antonio Fasani, Santo

El Padre Francisco Antonio pasó el resto de su vida en Lucera, donde le dieron el nombre de “Padre Maestro” desde que había recibido el título de teología y así se le llamó siempre, por más que ocupó otros cargos como superior, maestro de novicios, maestro de estudiantes profesos y ministro provincial de San Miguel Arcángel de Apulia. Fue él quien introdujo en Italia la costumbre de reunir regalos de navidad para los pobres. Inútil decir que los pobres acudían constantemente a él con peticiones posibles e imposibles, sobre todo cuando se trataba de sequías. Los habitantes de Lucera decían: “Quien quiera ver a San Francisco no tiene más que mirar al Padre Maestro”.
Apóstol infatigable, recorrió durante treinta y cinco años las ciudades y los poblados de Apulia septentrional y Molisa, predicando la palabra de Dios y ayudando a pobres, enfermos y encarcelados. Monseñor Antonio Lucci, obispo de Bovino, lo definió como sacerdote santo y docto.
Una de las características del padre Francisco Antonio era su gran devoción al Sagrado Corazón y la Inmaculada Concepción, cuya fiesta celebraba con novena. Esta costumbre se conserva todavía en Lucera. El Padre Fasani murió precisamente el primer día de la novena de la Inmaculada, el 29 de noviembre de 1742. Poco antes, sintiéndose bien de salud, predijo su muerte y anunció al Padre Luis Giocca que pronto lo seguiría. El Padre Giocca, a quien no sonreía esta perspectiva, respondió: “Padre Maestro, si usted quiere morir, está en todo su derecho, pero yo no tengo ninguna prisa”. “Los dos vamos a hacer el viaje: yo antes y usted después”, fue su respuesta. Dos meses después murió el padre Giocca.
El padre Francisco Antonio Fasani fue beatificado por el papa Pío XII el año 1951 y canonizado por el papa Juan Pablo II en 1986.

Teodósio, Santo
Novembro 27 Biografia,

Novembro 27

Etimológicamente significa “don de Dios”. Viene de la lengua griega.
Nunca en el Evangelio, Cristo invita a la tristeza o a la melancolía. Todo lo contrario, hace accesible una alegría apacible, e incluso un júbilo en el Espíritu Santo.
Este joven anacoreta murió en 1363. Se le conoce gracias a una amplia “Vida” escrita por el patriarca de Constantinopla Calixto I(1350-1363).
Fue su amigo hasta la muerte. Es posible que fuera originario de Bulgaria y que naciera en Turnovo.
Desde joven entró en el monasterio de san Nicolás, en el que mostró un gran sentido de la obediencia, humildad y tenacidad.
Buscando mayor perfección personal, se fue al de la Señora situado en la Montaña Sagrada.
Sus deseos no se vieron cumplidos y entonces fue pasando de uno a otro hasta que se enteró que había venido un monje santo procedente de del monasterio del Monte Atos.
Este monje tuvo que huir de las invasiones turcas. Se estableció en Paroria y construyó un centro de espiritualidad.
Junto a él encontró la alegría con que soñaba. Fue uno de sus amigos más íntimos y fiel seguidor de sus reglas para, con ellas, alcanzar la santidad.
Le encantaba la invocación frecuente a Jesús.
Poco a poco aprendió a orar con total inmovilidad, buscando la unión perfecta con Dios.
A pesar de los ataques turcos, él no perdía la calma. Más de una vez, por mandato de sus superiores, tuvo que ir al rey de Bulgaria pidiendo ayuda y protección. Lo hicieron abad pero por poco tiempo. Lo suyo seguía siendo la inquietud de buscar siempre el lugar idóneo para desarrolla su santidad. Fundó el monasterio de Kafaralevo, verdadera escuela y centro de literatura búlgara.

Delfina, Beata
Novembro 27 Viúva,

Delfina, Beata

Delfina, Beata

Patrona de las Novias

Martirologio Romano: En Apt, de la Provenza, beata Delfina, esposa de san Elzear de Sabran, con el cual prometió guardar la castidad, y después de su muerte permaneció en la pobreza y en la oración. ( 1358/1360)
Etimológicamente: Delfina = Aquella que mata serpientes. Viene de la lengua griega
Fecha de beatificación: 24 de julio de 1694 por el Papa Inocencio XII

Delfina de Signe, nació hacia 1284 en Puy•Michel en los montes del Luberón, Francia, de la noble familia Glandèves. Una encantadora figura de mujer, que pasa por el mundo llevando a todas partes la luz de su gracia, el perfume de la virtud, el calor de su afecto. No era una santidad ruidosa, que haya marcado la historia de su tiempo, sino una santidad delicadamente femenina que se difundió a su alrededor como linfa silenciosa y generosa para alimentar en el bien a cuantos estuvieron a su alrededor a lo largo de su vida.
Desde niña su presencia fue luz y consuelo para su familia. A los 12 años ya estaba prometida a un joven no inferior a ella por su gentileza, nobleza de sangre y belleza de alma. Elzeario, el novio, era hijo del Señor de Sabran y conde de Ariano en el reino de Nápoles. Desde el nacimiento su madre lo había ofrecido en espíritu a Dios y más tarde un austero tío lo había educado en un monasterio. Las bodas tuvieron lugar cuatro años más tarde. Fue un matrimonio “blanco”, porque los dos jóvenes esposos escogieron la castidad, un medio de perfección espiritual más alto y arduo. En el castillo de Ansouis, los dos nobles cónyuges vivieron no como castellanos sino como penitentes; no como señores feudales sino como ascetas dignos de los tiempos heroicos de la primitiva Iglesia.
Pasados al castillo de Puy•Michel, entraron a la Tercera Orden Franciscana. Su vida interior se enriqueció con una nueva dimensión, la de la caridad, mediante la cual ellos, ricos por su condición, se hicieron humildes y pobres para socorrer a los pobres. Delfina y su esposo a más de las penitencias, oraciones y mortificaciones, se dedicaron a todas las obras de misericordia, destacándose en todas.
Cuando Elzeario fue enviado a su ducado de Ariano como embajador en el reino de Nápoles, la actividad benéfica de los dos esposos continuó en un ambiente todavía más difícil. En medio de tumultos y rebeliones, los dos Santos fueron embajadores de concordia, de caridad, de oración. Continuaron sus buenas obras multiplicando sus propios esfuerzos y sacrificios hasta conquistarse la admiración del pueblo.
Elzeario murió poco después en París. Delfina en cambio le sobrevivió largo tiempo y honró la memoria de su esposo del mejor modo posible continuando las buenas obras e imitando sus virtudes. Tuvo la alegría de ver a su esposo colocado por la Iglesia en el número de los Santos. Ella, a los 74 años pudo reclinar su cabeza serena y feliz para el eterno descanso.
Murió en Calfières, el 26 de noviembre de 1358.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Bronislao Kostkowski, Beato
Novembro 27 Seminarista,

Bronislao Kostkowski, Beato

Bronislao Kostkowski, Beato

Nació en Slupsk, Polonia, el 11 marzo de 1915; murió en Dachau, Alemania, 27 de novembre de 1942.
Fue seminarista, cayó victima del nazismo y de su odio a la fe cristiana, tomado prisionero en su natal Polonia, fue trasladado al campo de concentración de Dachau, próximo a Munich, en Baviera.
Cruelmente atormentado en la cárcel alcanzó la palma de martirio.
Para ver más sobre los 108 mártires de Polonia durante la Segunda Guerra Mundial haz "click"
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Jacobo de Pérsia, Santo
Novembro 27 Mártir,

Jacobo de Persia, Santo

Jacobo de Pérsia, Santo

El gran mártir Jacobo el Persa (conocido como “el amputado”) nació en el siglo IV en el seno de una piadosa familia cristiana, conocida por su riqueza y su honorabilidad.
Su esposa era cristiana, ellos juntos formaron a sus niños en la piedad, inspirándolos en el amor por la oración y por la lectura de las Sagradas Escrituras.
Jacobo ocupó una muy importante posición en la corte del emperador persa Izdegerd (399-420) y en la de su sucesor Barakhranes (420-438). Pero en una de las campañas militares, Jacobo, seducido por la beneficencia del emperador, tuvo miedo de negar su fe en Cristo y de tener que ofrecer sacrificios a los ídolos y al emperador.
Sabiendo sobre esto, la madre y la esposa de Jacobo le escribieron una carta, en la que lo llaman a arrepentirse. Cuando recibió la carta, Jacobo se dio cuenta de la gravedad de su pecado. Y enfrentando el horror de ser separado de su familia y de Dios mismo, comenzó a llorar, pidiendo a Dios el perdón.
Los soldados que lo acompañaban, escuchándolo orar al Señor Jesús, contaron esto al emperador. Y habiendo sido interrogado, San Jacobo confesó su fe en el Verdadero Dios. Ninguna cantidad de dinero pudo hacerle cambiar su fe, entonces el Emperador ordenó que fuera muerto.
Comenzaron amputando sus dedos uno por uno, luego sus manos y sus pies, sus brazos y sus piernas. Durante esta prolongada tortura, San Jacobo ofrecía oraciones de agradecimiento al Señor, quien le había permitido la posibilidad de la redención por sus pecados soportando esas torturas.
Por ultimo, el mártir fue decapitado. Los cristianos se unieron alrededor de las piezas de su cuerpo y las enterraron con gran reverencia.

 

79480 > Sant' Acario di Noyon e Tournai Vescovo  MR
90910 >
Sant' Apollinare Abate di Montecassino 
92709 >
Beato Bartolomeo Xeki Laico giapponese, martire  MR
92082 >
Beata Vergine della Medaglia Miracolosa 
91860 >
Beato Bernardino da Fossa Francescano  MR
91956 >
Santa Bililde Duchessa  MR
93108 >
Beato Bronislao (Bronislaw) Kostkowski Seminarista e martire  MR
90450 >
Sant' Eusicio (o Eusizio) Eremita a Celles  MR
90582 >
Santi Facondo e Primitivo Martiri in Galizia  MR
79490 >
San Fergus (Fergusto) il Pitto Vescovo  MR
91626 >
San Giacomo l'Interciso (il Solitario) Martire in Persia  MR
92116 >
San Giovanni Vincenzo Vescovo ed eremita 
44450 >
San Gustavo (Gustano. Guistano) Monaco benedettino  MR
79460 >
San Laverio Martire a Grumento  MR
92152 >
San Massimo di Riez Vescovo  MR
79470 >
San Siffredo di Carpentras Vescovo  MR
79500 >
San Teodosio di Turnovo Anacoreta 
79510 >
Beati Tommaso Koteda Kiuni e compagni Martiri  MR
94026 >
Beato Valentino Gil Arribas Coadiutore salesiano, martire 
91156 >
San Valeriano di Aquileia Vescovo MR
79450 >
San Virgilio (Vigilio?) di Salisburgo Vescovo  MR

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António Fonseca