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domingo, 28 de novembro de 2010

Nº 1200 - 28 DE NOVEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

SANTA CATARINA LABOURÉ

Religiosa (1806-1876)

Catalina Labouré, Santa

Catalina Labouré, Santa

Religiosa

Numa família profundamente cristã de remediados lavradores da Borgonha, em França, nasceu, a 2 de Maio de 1806, Catarina Labouré. Era a nona filha com que Deus abençoava seus virtuosos pais. Depois dela floriram naquele jardim mais dois rebentos ainda. É quase sempre no seio das famílias numerosas que irrompem os grandes homens e os grandes santos. Aos 9 anos e meio perdeu a mãe. Depois de passar algum tempo à sombra dos tios, regressou novamente ao regaço familiar. Os irmãos mais velhos iam debandando. Sobre ela recaíam agora as canseiras domésticas. Sem sombra de exagero, pode dizer-se que o curso da vida e dos anos não embaciou a sua pureza, modéstia e simplicidade. Às repetidas pretensões de casamento opôs sempre forte resistência porque – dizia ela – desde há muito tempo estava desposada com Jesus. Consagrar-se a Deus na vida religiosa era a sua mais ardente aspiração. Desejava seguir os passos de sua irmã mais velha. religiosa nas Irmãs da Caridade. O pai não queria de maneira nenhuma consentir. apesar de Catarina ter já ultrapassado a maior idade. Para obrigar a que ela se distraísse, mandou-a para casa dum seu irmão, que mantinha um restaurante de operários, num bairro suburbano de Paris. Aí devia arejar e esquecer todos os intuitos da vida religiosa. O trato forçado e contínuo com os clientes, gente rude de sentimentos, tornava-se para ela verdadeiro martírio. Condoída da sua sorte, uma cunhada, diretora dum colegiozinho em Chatillon, frequentado pelas raparigas da aristocracia local, convidou-a para junto de si. O novo contacto com as Irmãs da Caridade, que moravam perto. reacendeu-lhe o desejo de as imitar. O pai, por fim, consente. Em sinal de relutância, não lhe deu o dote, que teve de ser posto pela cunhada.

 

Catalina Labouré, Santa

Catalina Labouré, Santa

 

Na casa local das Irmãs da Caridade, aos 24 anos de idade, a 22 de Janeiro de 1830, enceta o postulado, aperfeiçoando-se na cultura e na piedade. Meses depois, parte para Paris a iniciar o noviciado na Rua du Bac. Entra naquela casa durante a solene novena que precederia a transladação das relíquias de S. Vicente de Paulo. Desde logo se lhe depararam visões do coração o santo Fundador, cheias de simbolismo. Nosso Senhor mostra-Se-lhe frequentemente através das espécies  eucarísticas.  Estes favores preludiavam graças mais extraordinárias. Na noite de 17 para 18 de Julho de 1830, pouco tempo após o começo do Noviciado, às 11 e meia da noite, estando a dormir, sente uma voz que a chama. Acorda, levanta a cortina. Vê uma criança, vestida de branco, aparentando quatro ou cinco anos de idade, que lhe diz: «Vem à capela, Nossa senhora, espera-te». A  humilde religiosa receia que deem conta. O pequeno mensageiro tranquiliza-a: «Sossega. São 11 e meia. Estão todos a dormir profundamente. Fico à tua espera». Acompanhada daquela criança, que supõe ser o seu Anjo da Guarda, entra na capela, profusamente iluminada. Após demora um pouco longa, ouve estas palavras do Anjo: «Eis a Santíssima Virgem: ei-la». Logo sentiu um ruído como o de roçagar dum vestido de seda. Era Nossa Senhora. Vindo do lado da tribuna, senta-se na cadeira do diretor das Filhas da Caridade, ao lado do Evangelho, junto do altar. Catarina aproxima-se, ajoelha, põe as mãos sobre os joelhos da celestial visitante, que se inclina para ela com afabilidade e doçura. Começa entre ambas um íntimo e familiar colóquio que se prolonga por cerca de duas horas. A branca Senhora comunica-lhe que Deus a destina para uma missão especial. Há-de sofrer muito para a tornar conhecida. Não receie. A graça de Deus não a abandonará. Deve manifestar tudo ao confessor, que será o seu auxiliar em tão divina empresa. Descerrando-lhe o véu do futuro, prognostica-lhe as desgraças que daí a 40 anos cairiam sobre a França. Todas elas se vieram a realizar no tempo prefixado, em 1870, durante o cerco de Paris e a Comuna. Finalmente, como mãe solícita pelo bem dos seus filhos , aponta-lhe alguns pequenos abusos , ocasionalmente intrometidos em ambas as famílias de S. Vicente de Paulo, aos quais era preciso pôr emenda. para isso havia de se valer do seu confessor, que brevemente ascenderia a postos importantes na Congregação. Na verdade, dentro em pouco o Padre Aladel foi nomeado assistente da Congregação da Missão e diretor das Irmãs da Caridade. Ambas as famílias de S. Vicente de Paulo haviam de se espalhar por todo o orbe de modo extraordinário. «Minha filha, Deus quer encarregar-te duma missão», tinha-lhe dito a Celestial Visitante. para lha manifestar, apareceu-lhe novamente, a 27 de Novembro de 1830, às 5 e meia da tarde, enquanto a humilde religiosa se encontrava em oração na capela. Já referimos esta visão ontem, ao tratar de Nossa Senhora das Graças ou da Medalha Milagrosa. A Santíssima Virgem apareceu-lhe ainda uma terceira vez para insistir nos mesmos pedidos e apresentar um modelo da medalha de Nossa Senhora das Graças. No fim, concluiu: «Minha filha, doravante não me tornarás a ver, mas hás-de ouvir a minha voz nas tuas orações».Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

BEATO GRÁZIA DE CÁTTARO

Religioso (1438-1509)

Era pescador de Cáttaro, na Dalmácia (antiga Jugoslávia). Nascido pelo ano de 1438, levava vida muito regrada quando se converteu à vida perfeita, tendo cerca de trinta anos. Foi conquistado por um sermão dum religioso agostinho, o Padre Simão de Camerino que pregava numa igreja de Veneza. Entrou na Ordem donde lhe viera este apelo e ingressou como converso agostinho em Monte Ortona, perto de Pádua, numa casa pouco antes fundada pelo mesmo Padre Simão para uma estreita observância. Trabalhou sobretudo nos jardins. Foi transferido para Veneza, para um antigo mosteiro camaldulense, S. Cristóvão da Paz. Conta-se que, graças ao Beato Grázia , num Verão sequíssimo, um poço bastou para todas as carências da comunidade e para os trabalhos de restauro da igreja. Morreu pelo ano de 1509, ajoelhado num ímpeto de energia para honrar o sacramento da Eucaristia. O culto de Grázia foi confirmado em 1889 para os Agostinhos e para CáttaroDo livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

 

S. TIAGO (ou SANTIAGO) DA MARCA

Religioso (1391-1476)


Santiago de la Marca, Santo

Santiago de la Marca, Santo

Pregador incansável

Terá nascido em 1391, numa aldeia de Marca de Ancona, Itália. Recebeu no baptismo o nome de Domingos. Depois de aprender os primeiros rudimentos do latim em Ofído, e as humanidades em Áscoli, estudou direito civil na Universidade de Perusa, então muito florescente. Tendo morrido seu pai e sua mãe, fez-se preceptor dos filhos dum homem rico da mesma cidade, com o qual passou a Florença, a fim de o auxiliar na administração dum cargo de magistratura. Neste emprego reconheceu a iniquidade do mundo, tomando a resolução de se retirar para um convento. Seu primeiro pensamento foi entrar para os Cartuxos: mas numa viagem que fez a Babiena, na Toscana, ficou de tal modo edificado com as conversações frequentes que teve com os franciscanos, que resolveu abraçar o seu instituto. recebeu o hábito, tomando o nome de Tiago, no convento de Nossa Senhora dos Anjos, perto de Assis, onde, pouco tempo depois, fez profissão. Tinha vinte e um anos. Sabendo quanto o tempo é precioso, procurava não perder um único instante. Ordinariamente, apenas dormia três horas; passava o resto da noite na meditação das coisas celestes. Nunca comia carne, jejuava inviolavelmente as sete quaresmas de S. Francisco. Todos os dias se disciplinava com rigor. Estas penitências arruinaram-lhe a saúde. A única pena que sentia era não poder dedicar-se à pregação, único emprego que desejava na sua Ordem. Para conseguir o que tanto desejava, foi a Nossa Senhora do Loreto, celebrou a Santa Missa e, depois da consagração, a Santíssima Virgem apareceu-lhe a dizer que a sua oração tinha sido ouvida. Começou a pregar com tanto fervor que nunca subia ao púlpito sem tocar os corações mais endurecidos, fazendo muitas conversões miraculosas. Pregando um dia em Milão sobre Santa Madalena, falou tão eloquentemente contra o vício da impureza, que no fim do sermão trinta e seis mulheres infelizes renunciaram ao seu comércio infame e resolveram levar vida penitente. Foi associado a S. João Capistrano para pregar a cruzada entre os Turcos que, tendo-se apoderado de Constantinopla, enchiam de terror toda a cristandade. Foi tal o seu zelo por esta ocasião que se lhe pode atribuir em grande parte o sucesso desta gloriosa empresa. Adquiriu grande império sobre os corações. Em Buda, Hungria, conteve uma furiosa sedição com a sua presença e mostrando o crucifixo ao povo. Os sediciosos, deixando de roubar e de matar, tomaram-no aos ombros e conduziram-no em triunfo por todas as ruas da cidade. Consagrou cerca de treze anos a percorrer as províncias do Norte. Trabalhava com sucesso maravilhoso nos confias da Alemanha na conversão das almas, e preparava-se para ir pregar aos Turcos, com a esperança de encontrar a coroa do martírio, quando recebeu carta de Calisto III que o chamava imediatamente e desempenhou o cargo de Inquisidor geral contra os hereges. Obedeceu imediatamente e desempenhou o cargo com todo o proveito que se desejava. Uma infinidade de pessoas detestaram o seu erro e entraram, no grémio da Igreja. Este zelo apostólico atraiu-lhe grandes perseguições dos hereges. Deus, porém, livrou-o de todos os perigos. Depois de ter percorrido uma parte de Itália, chegou finalmente a Roma, onde foi honrosamente recebido pelo Papa Paulo II, que tinha sucedido a Calisto III e a Pio II. Numa visita que fez ao Cardeal de Savona, que tinha sido Geral da sua Ordem, como lhe falasse num tratado que tinha composto sobre a Conceição de Jesus Cristo, uma imagem da Virgem baixou  a cabeça à vista de todos os assistentes, para testemunhar a verdade de tudo o que tinha escrito sobre este assunto. A reputação dum homem tão santo fez que Fernando I, rei de Nápoles, desejasse possuí-lo nos seus estados. Mandou seu filho, o Duque da Calábria, pedir-lhe que viesse para lá. Recusando-se o santo, a pretexto da sua idade e enfermidades, o monarca recorreu ao papa, que ordenou ao santo que fosse. Partiu imediatamente , sentindo grande alegria em sacrificar a saúde e a vida ao dever de obediência. Quando chegou a Nápoles teve revelação de que aí terminaria os seus dias. Não foi para o convento da Observância da cidade, com receio de lá ser importunado com visitas. Retirou-se a um mosteiro, situado fora de Nápoles, onde esperava encontrar mais solidão. Somente saía para ir trabalhar na salvação das almas por meio da pregação e outras funções evangélicas. fez muitos  milagres no reino de Nápoles. Por fim, tendo de idade oitenta e cinco anos, foi violentamente atacado por uma doença. Depois de ter sofrido durante alguns dias as mais agudas dores com uma paciência invencível, e de ter recebido os Sacramentos com todo o fervor, perdeu de repente as forças em transportes de amor, em virtude dos quais parecia que o seu corpo queria voar para o Céu. Foi no meio destes transportes que entregou a sua alma a Deus, no dia 28 de Novembro de 1476. Foi canonizado em 1726 pelo papa Bento XIII. Do livro Santos de cada Dia, de www.jesduitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

 

• Fausta Romana, Santa
Novembro 28 Mãe do século I,

Novembro 28

Etimologicamente significa “ feliz”. Vem da língua latina.
El Señor dice: “Mirad que voy a crear un cielo nuevo y una tierra nueva. Habrá gozo perpetuo por lo que voy a crear. Voy a hacer de mi pueblo una tierra de alegría”.
Fausta fue un madre en el siglo I. Existe una carta de aquellos años en la que se dice:"Aunque mi padre sea pagano, mi madre es siempre fiel y casta. Me ha hecho cristiana desde la cuna". El nombre de su hijo era Crisógono.
Había ya en los primeros años del cristianismo personas con esta reciedumbre y fortaleza. Pertenece, sin duda, a lo que dice el Señor: Era de una tierra nueva y de un nuevo cielo. Para los apologistas, la difusión del cristianismo constituyó por sí mismo un verdadero milagro. Este milagro hubiera bastado para probar la divinidad de Cristo. La misma conversión de la gente era un camino seguro de santidad. Por eso, los cristianos de la primera hornada se llamaban “santos”. Anastasia hablaba muy bien en su “Pasión” o teatro medieval para ensalzar y el conocimiento de los santos, de la madre Fausta como una verdadera cristiana que educó en la verdad y la santidad a su hija.
Cuando en la familia florece la flor del creyente auténtico, se debe, en parte, a unos buenos padres que, además de alimentarlos y educarlos, no descuidan nunca el valor religioso. Si hoy existe tanto despiste y falta de sentido en alguna juventud, se debe a que lo cristiano está aparcado para actos oficiales de bautizo, primera comunión, boda y funerales.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

• Nerea de Tolomei, Santa
Novembro 28 Monja,

Etimologicamente significa “a que me pertence”. Vem da língua vasca.
Disse Pedro: “Não devolvais mal por mal, nem insulto por insulto. Ao contrário, bendizei, pois haveis sido chamados a herdar uma bênção”.
Nerea fue una monja del siglo XIII. Puede llamársele la hermana de santa Catalina, nacida, sin embargo, un siglo después. Nerea ou Nera pertenecía a una familia importante en la ciudad, ña de los Tolomeos.
Nació en el 1300 y también nació su hermano san Bernardo, fundador de la Orden del Monte de los Olivos. Fue una mística de altos vuelos. Tenía cuanto se podía soñar en este mundo, desde placeres hasta el poder que tanto fascina a la gente. En el silencio de su alma hizo voto de virginidad perpetua. Los padres, como era natural, querían casarla a toda costa. Ella se fabricó una especie de celda en el palacio en donde residía con vistas a iglesia.
Hablaba con el amigo Jesús y la guardiana pensaba – con toda razón – que era muy distinta a las demás. Tenía visiones celestiales y sobrenaturales, un don que Dios concede a almas especiales. Ella aguantaba en su prisión personal toda clase de sufrimientos que no nada en comparación con los bienes dela eternidad, su gran aspiración. Una vez fueron lo padres a verla. Coincidió que estaba en éxtasis y hablando con Jesús. Tenía la frente iluminada de gran luz y fulgor. Y desde entonces, la dejaron libre para hacerse mona terciaria dominica.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
“Quem discute com um ébrio, luta com um ausente” (Siro).

• Luis Camos Gorriz, Beato
Novembro 28 Pai de família e Mártir,

Luis Camos Gorriz, Beato

Luis Camos Gorriz, Beato

Nasceu em Valência em 30 de junho de 1905. Após estudar os primeiros ensinamentos e a média no colégio de São José que dirigiam os padres jesuitas, fez as licenciaturas em Direito e Filosofia e Letras na Universidade de Valência (em simultâneo) e doutorou-se em Leis na Universidade Central de Madrid. Durante estes anos de estudante, realizou distintas viagens pela Europa acompanhando o servo de Deus Ángel Herrera Oria.
Entre los cargos que desempeñó dentro del Apostolado seglar en sus 31 años de vida, destaca el de Secretario y Presidente de la Federación de Estudiantes Católicos de Valencia; miembro de la Junta Suprema de Confederación Nacional de Estudiantes Católicos; Presidente de la Congregación de la Inmaculada y San Luis Gonzaga de Valencia, Secretario del Centro de Valencia de la Asociación Católica de Propagandistas y finalmente, Secretario General de la misma.
En 1933 contrajo matrimonio con Carmen de Arteche, con la que se trasladó a vivir a Madrid. Fallecida su esposa, la Guerra Civil le sorprendió en la localidad valenciana de Torrente, donde vivía su padre, registrador de la Propiedad. Aunque los primeros meses de la contienda transcurrieron con cierta tranquilidad, el 28 de noviembre fue detenido por un grupo de personas armadas y tras ser interrogado, fue conducido al picadero de Paterna, donde lo fusilaron.
El día 11 de marzo de 2001 el Papa Juan Pablo II lo elevó a los altares, en la que ha sido la mayor ceremonia de beatificación de la historia: 233 mártires de la Guerra Civil española fueron declarados beatos. Entre ellos, sacerdotes, religiosos y seglares pertenecientes a distintos movimientos y asociaciones laicales.
Para ver mais sobre os 233 mártires em Valência, Espanha faz "click" AQUI

• Nossa Senhora das Dores de Kibeho (Ruanda)
Novembro 28 Invocação Mariana,

Nuestra Señora de los Dolores de Kibeho (Ruanda)

Nuestra Señora de los Dolores de Kibeho (Ruanda)

APARIÇÕES EM KIBEHO, (RWANDA, AFRICA) 1981-1989
Mãe do Verbo

As aparições começaram em 28 de Novembro de 1981. Anteciparam o genocídio que ocorreu em 1994. Esta aparição foi aprovada formalmente em 2001.
As 3 videntes
A primeira a ter as aparições foi Alphonsine Mumureke, de 16 anos. Estas ocorriam na escola e os mestres e estudantes não acreditavam e muitos se riram disso. Mas mais tarde outras duas meninas começaram a ver também a Virgem. Alphonsine foi filmada durante algumas aparições. Um doutor da comissão de investigação da Igreja examinou a jovem durante a aparição.
A segunda jovem foi Nathalie Mukamazimpaka, 17 anos, que começou a ver a Virgem em Janeiro 1982. Viu a Virgem quase
2 anos.
A terceira foi Marie Claire Mukamgango, de 21 anos. Viu a Virgem de março a setembro de 1982. Antes não acreditava nas aparições. A Virgem lhe deu a missão de difundir o Rosário das Sete Dores de María. (Ela morreu no massacre que relataremos depois).
Outros quatro jovens videntes não foram incluídos na aprovação eclesiástica
Quatro jovens de Kibeho disseram que também viam a Virgem em diferentes ocasiões, mas só receberam aprovação oficial as aparições aos três acima mencionados.
Entre as raparigas que disseram ter visto a Virgem havia uma jovem muçulmana que se converteu e batizou. Também um jovem pagão chamado Sagstashe, que depois das aparições se converteu tomando o nome Emmanuel. A Emmanuel, Jesús lhe apareceu no campo em julho de 1982 e ensinou-lhe o Pai Nosso e o catecismo. Ele nunca antes das aparições havia estado numa igreja.
As aparições terminaram para seis dos videntes em 1983 e só Alphonsine continuou tendo aparições, uma vez no ano em 28 de novembro. A última foi em 1989.
Para ver mais sobre as mensagens da Virgem em Kibeho faz "click" AQUI

• Estevão o Jovem, Santo
Novembro 28 Mártir,

Esteban el Joven, Santo

Esteban el Joven, Santo

Santo Estevão o jovem foi, antes de nascer, oferecido ao Senhor por seus pais.
Ele próprio se consagrou ao serviço de Deus abraçando a vida religiosa o mais cedo que pôde.
Pediu uma habitação sem tecto, a fim de estar exposto a todas as inclemências da intempérie.
Constantino Coprónimo lhe proibiu que honrasse as imagens dos santos, mas lhe respondeu o santo que estava disposto a morrer antes que cumprir sua proibição.
Esta generosa resposta lhe mereceu a corona do martírio, no ano 764.

 

79530 > Sant' Andrea Tran Van Trong Martire  MR
79650 >
Santa Fausta Romana Vedova 
35550 >
San Giacomo della Marca Religioso e sacerdote  MR
93346 >
Beato Giacomo Thompson Sacerdote e martire  MR
79540 >
Beati Giovanni Gesù (Mariano) Adradas Gonzalo e compagni Martiri  MR
93014 >
Sant’ Irenarco Martire  MR
93200 >
Beato Luigi Campos Gorriz Padre di famiglia, martire  MR
91937 >
Nostra Signora del Dolore di Kibeho (Rwanda) 
79520 >
Santi Papiniano di Vita, Mansueto di Uruci e compagni Martiri  MR
90452 >
San Sostene Discepolo di Paolo
92321 >
Santo Stefano il Giovane Monaco orientale, martire  MR
93222 >
Santa Teodora di Rossano Badessa  MR

 

 

www.santiebeati.itwww.es.catholic. – www.jesuitas.pt, (livro Santos de Cada Dia)

 

António Fonseca

1º Domingo do Advento–28 de Novembro de 2010–Ciclo A

Do livro La Religión de JESÚS, da autoria de José Mª Castillo (Editorial de Desclée De Brouver),

 www.edesclee.com e com a devida vénia, permito-me transcrever (e traduzir para Português) o comentário ao Evangelho diário do CICLO A (2010-2011) – Domingos, dias de Festa Santificados, etc., para este blogue pessoal.

28 de Novembro – Domingo – 1º Domingo do Advento

Mt 24, 37-44

Naquele tempo disse Jesus a seus discípulos: “Quando vier o Filho do Homem passará como no tempo de Noé. Antes do dilúvio as pessoas comiam e bebiam e se casavam, até ao dia em que Noé entrou na arca; e quando menos o esperavam chegou o dilúvio e os levou a todos; o mesmo sucederá quando vier o Filho do Homem: Dois homens estarão no campo, a um levarão e ao outro o deixarão; duas mulheres estarão moendo; uma será levada e a outra deixada. Portanto estejam velando, porque não sabeis em que dia virá vosso Senhor. Compreendei que se o dono da casa soubesse a que hora da noite vem o ladrão, estaria velando e não deixaria abrir um buraco na sua casa. Por isso estai também vós preparados, porque à hora em que menos penseis virá o Filho do Homem”.

1. Não é possível saber com segurança se Jesus pronunciou estas palavras que nos recorda este Evangelho. E muito menos ainda poderemos saber se Jesus disse estas coisas tal como aqui ficaram escritas. Em todo o caso, o que não se pode admitir é que Jesus falasse em tom de ameaça. Pelo que contam os evangelhos, Jesus não passou pela vida ameaçando as pessoas. Não era essa a sua mentalidade. Nem era esse o seu estilo. Este texto se redigiu de forma que dá pé para entender a vinda de Jesus como um dilúvio devastador. Ou (o que repugna mais) como um ladrão que chega a uma casa, à noite e com maldade, para roubar. Jesus não se pode comparar nem com uma catástrofe, nem com um bandido. Sugerir isso de Jesus é quase como uma blasfémia.

2. Segundo o mesmo Evangelho de Mateus, Jesus pediu a seus discípulos que estivessem vigilantes, que não se deixassem dominar pelo sono. Isso é o que lhes disse na noite trágica da sua Paixão, quando orava no Horto de Getsémani: “Mantei-vos despertados comigo” (Mt 26, 38.40.41). Estar vigilantes com Jesus não é viver assustado, temerosos ante uma provável desgraça  ou esperando que venha um ladrão. O que vê assim a Jesus não crê em Jesus. Crê num ser perigoso e ameaçador, que pode arruinar a qualquer um para sempre. Jesus não trouxe uma mensagem de terror, mas sim uma “boa nova” de ilusão, paz e esperança. Tal é o sentido do Advento.

3. Viver vigilantes com Jesus é estar na mesma disposição que o próprio Jesus pediam aos que o acompanhavam na noite da sua paixão. É viver com tal honradez, no sítio e no trabalho em que esteja, que se vive na disposição constante de que faço o que tenho de fazer, e digo o que tenho que dizer, ainda que isso represente para mim uma séria ameaça, um perigo que pode chegar a ser mortal. Jesus não mete medo, propõe-nos um projeto de responsabilidade ante a tarefa que cada um tem que levar adiante na vida.

António Fonseca