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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Nº 1226–24 DE DEZEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA


VIGILIA DO NATAL

Natal
Cópia da foto de um postal da ais, que com a devida vénia, transcrevi para este blogue. af
O Martirológio Romano assim anuncia hoje a solenidade do Nascimento de Jesus: “Da criação do mundo, quando no princípio criou Deus o céu e a terra, ano 5.199. Do dilúvio, 2.957. Do nascimento de Abraão, 2.015. De Moisés e da saída do povo de Israel do Egito, 1.510. Desde que foi jungido David como rei, 1.032. Na semana 65 conforme a profecia de Daniel; na Olimpíada 194; da fundação de Roma, no ano 752; no quadragésimo segundo do império de Octaviano Augusto, estando todo o Orbe em paz, na sexta idade do mundo, Jesus Cristo, eterno Deus e Filho do eterno Pai, querendo consagrar ao  mundo com a sua piedosíssima vinda, concebido por virtude do Espírito Santo e passados nove meses desde a sua conceição, nasce de Maria Virgem em Belém de Judá, feito homem”.
É o anúncio mais solene de todos os fastos do Martirológio. Prescindindo da exatidão das datas, toda a história da humanidade desfila diante do berço de Jesus Cristo, como os planetas giram à volta do Sol. E não há história dos homens senão em Cristo e por Cristo. É história de Cristo e não história dos homens.
Pequeno e frágil menino, mas forte e grande como Deus. Nunca um facto teve tanta ressonância como o nascimento de Jesus. Ao cabo de vinte séculos, a humanidade continua a palpitar de gozo e alegria, como palpitou de ansiedade e esperança durante os vinte, antes que nascesse.
Que encerra o nascimento deste Menino, tão suspirado antes e tão celebrado depois? Que luz há no fundo dessa cova que, por séculos e séculos, assim deslumbra a humanidade peregrina, como se fosse astro que de improviso e por caminhos novos aparecesse cada ano?
Rei dos séculos se lhe chamou antes de nascer, e Rei dos séculos continua a ser, porque é Rei dos corações. Que homem, entre os nascidos, impôs a data do seu nascimento como festa de todos os povos e gerações, e com o atrativo de interesse com que Jesus o conseguiu?
Quem nasce esta noite? – pergunta a mãe ao seu benjamim. E o pequeno responde com um sorriso nos lábios e enternecimento no coração palpitante de alegria: «O Menino Deus». Esta é a verdade, a única explicação do alcance universal que tem a festa do Natal, Na noite de hoje para amanhã, nasce Deus e só Ele pode realizar o milagre que representa o Natal, na história vinte vezes secular do Cristianismo.
«Não é coisa bem maravilhosa, exclamava Napoleão comovido no seu desterro de Santa Helena, que, passados dezoito séculos, haja tantos milhões de corações humanos que amem a Jesus? Nenhum dos heróis foi amado para além do sepulcro. Quem ama hoje a César? A Alexandre? Eu julgo conhecer o que são os homens, e afirmo que Jesus Cristo era mais que homem porque, se não fosse mais que homem, passados dezoito séculos não haveria homem que O amasse».
Na obscuridade da noite gelada , todos os anos rompem os sinos o ar frio de Dezembro, com repiques de glória e anúncios do Evangelho: um gozo, uma boa nova, um Menino que nasceu para todo o povo. Christum natum, venite adoremus, vinde adorar Cristo que nasceu.
É menino pobre, que nasceu há muito tempo, numa cova pobre, duma Mãe pobre, casada com um artífice humilde. E este Menino faz do seu nascimento a chave de toda a história, o eixo a cuja volta giram todos os acontecimentos, esperado como Redentor durante mais de quarenta séculos e adorado como Deus por vinte!
Quando Jesus vai nascer, César Augusto governa Roma e um decreto da sua vontade manda que se inscreva toda a terra que Roma domina. Parece que manda o homem, mas na realidade é Deus que manda. No livro de Deus havia uma ordem, escrita quando Roma ou não existia ou era um círculo de míseras cabanas; segundo ela, Jesus tinha de nascer em Belém de Judá. O recenseamento de César obriga José e Maria a deslocarem-se de Nazaré para Belém, e assim se cumpre a ordem de Deus. «Estando em Belém, Maria deu à luz o seu primogénito e recostou-o numa manjedoura, por não haver para eles lugar na hospedaria».
O censo de César, para consagrar o domínio terrestre do seu império, marca o princípio da sua queda, duma nova ordem de coisas no mundo. A César sucederá Pedro,e às águias romanas a insígnia da cruz. Durante três séculos, a espada de César ferirá o Menino e os que lhe pertencem. Mas outro César será batizado, o qual erguerá uma Basilica régia sobre a própria cova, celebrizada nesta noite, Basílica sobre a qual agitará o vento o lábaro da cruz. O presépio, onde nasce esta noite o menino, e a cruz, em que  morrerá depois, virão a ser o tesoiro que Roma guardará com maior apego.
Milagre? Sim, evidentemente, palpável, pois só por milagre podia triunfar o Menino do poder de César e suplantá-lo no seu trono, sem outro derramamento de sangue além, do próprio do Menino e dos que O seguem.
Mas a derrota do paganismo não é a conquista definitiva deste Menino, que na sua pobreza e debilidade se apresenta com planos de Rei e dominador. depois do desmoronamento do Império de Roma, virá o da Razão.
Há na terra uma ordem de coisas criada pelos homens, tendo em vista apenas o mundo visível presente, um império baseado na razão, na ciência, na economia e na sensualidade. parece sólido e eterno, como parecia o de César.
Pobre império construído com insuficiências! Não vem Cristo reinar em tal mundo, porque se há-de desmoronar, como se desmoronou a estátua do rei da Babilónia, que tinha as pernas de barro. Cristo nasceu para iluminar o caminho da humanidade para Deus. Na nossa órbita, vamo-nos aproximando do dia de Deus, esse dia em que descerá de novo Cristo à terra com a majestade da sua glória e as exigências dos seus direitos. Será a maior revolução anunciada por este Menino, pois separará os bons dos maus, e começará a ordem definitiva, com a glorificação dos justos e a humilhação eterna dos pecadores.
A Igreja, na oração da Missa da Noite, leva-nos a dizer: «Ó Deus, que fizestes resplandecer esta noite sacratíssima com a claridade de Cristo, luz do mundo, fazei, Vos pedimos, que, tendo conhecido na terra os mistérios desta luz, possam os no céu gozar da sua felicidade».
Quem agora se sobrepõe ao brilho e sedução do mundo dos sentidos e reconhece, na pobreza e humildade do Menino, a majestade de Deus e a luz da verdade, não tem que temer; a árvore da paz cobri-lo-á debaixo da sua sombra benfazeja e cingirá a sua fronte o  laurel da vitórias definitiva e eterna.
Mas é preciso primeiro beijar com lábios puros, com fé e com amor, o Menino que nesta noite vai nascer. É Jacob, mas vestiu-se com a roupa de Esaú; é Deus, que se fez homem pelas nossa salvação: propter nos homines et propter nostram salutem descendit de caelis – Por nós homens, e para nossa salvação desceu dos céus. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/

SÃO CHARBEL MAKHLOUF
Monge (1828-1898)
Com espírito de unidade no interior da Igreja una, embora com diversidade de ritos, e com votos de são ecumenismo, aproveitamos parte de um artigo do Padre Valério Alberton, S.J., publicado em 1977 na revistazinha brasileira NOTÍCIAS, de Porto Alegre:
No segundo domingo de Outubro de 1977, dia 9, o santo Padre Paulo VI canonizou solenemente, na Basílica de São Pedro, em Roma, o bem-aventurado Charbel Makhlouf, monge eremita libanês, falecido no século passado em Annaya, Líbano. Foi a primeira canonização, realizada pelo papa, dum membro da Igreja de Rito Oriental, desde que o Vaticano traçara, há quatro séculos, nova orientação para as canonizações. Antes da canonização atual, os santos maronitas eram proclamados pelo Patriarca da Igreja maronita. Até hoje, as igrejas católicas orientais utilizavam processos próprios para proclamar os seus santos. Os últimos maronitas declarados santos foram três vítimas de ataque muçulmano, em Damasco, no século passado. Mas eles não foram… reconhecidos ou venerados pelo resto da Igreja Católica Universal. A cerimónia de agora durou duas horas e um quarto. A missa foi celebrada pelo próprio Santo Padre e concelebrada por três prelados, entre os quais o Patriarca maronita de Antioquia. Como concessão às Igrejas orientais que reconhecem a autoridade papal, na liturgia da Missa foram incluídos textos em sírio antigo… Aproximadamente 15 000 pessoas assistiram ao ato. Entre elas, 12 000 cristãos maronitas do Líbano.Na sua admirável homilia, o Santo Padre afirmou que, no Líbano, encruzilhada entre o Leste e o Oeste, a tempestade dos factos recentes lançou sinistra sombra sobre o caminho da paz… E, então, pediu o auxilio do novo Santo para que o Líbano pudesse superar as suas atuais dificuldades, cicatrizar as suas feridas ainda abertas, e para que o país seguisse no caminho da esperança.
S. Charbel Makhlouf nasceu a 8 de Maio de 1828, em BikáKafra, aldeia montanhosa do norte, ao pé dos cedros do Líbano. Na idade de 23 anos foge de casa e refugia-se no mosteiro de Nossa Senhora de Mayfoug, da Ordem libanesa maronita. Um ano depois, transfere-se para o mosteiro de S. Maron de Annaya, da província de Jbail, verdadeiro oásis de oração e fé, a 1300 metros de altitude. Depois de seis anos de estudos teológicos, em Klifan, é ordenado sacerdote. Exerce, então, com muita edificação, as funções do seu ministério sagrado, juntamente com toda a sorte de trabalhos manuais. Após dezasseis anos de vida ascética, Charbel obtém autorização, em 1875, para se retirar ao eremitério dos Santos Pedro e Paulo, de Annaya. Durante 23 anos (1875-1898), S. Charbel entrega-se com todas as forças da alma, à busca de Deus, na bem-aventurada e total solidão. Deus recompensa o seu fiel servidor, dando-lhe o dom de operar milagres, já em vida; afirma-se que os realizou não somente com cristãos, mas também, com muitos muçulmanos. No dia 16 de Dezembro de 1898, enquanto celebrava a Santa Missa, sofreu um  ataque de apoplexia; levou-o à morte, no dia 24, Vigília da Festa de Natal. Tinha 70 anos de idade. Com o seu próprio punho, Pio XI assinou o decreto que dava início ao processo de beatificação do padre Charbel, dizendo expressamente: «O Padre Charbel já gozava, em vida, sem o querer, da honra de o chamaram santo, pois a sua existência era verdadeiramente santificada por sacrifícios, jejuns e abstinências. Foi vida digna de ser chamada cristã e, portanto, santa. Agora, após a sua morte, ocorre este extraordinário sinal deixado por Deus: seu corpo transpira sangue, sempre que se lhe toca, e todos os que, doentes, tocarem com um pedaço de pano suas vestes constantemente húmidas de sangue, alcançam alívio em suas doenças e não poucos até se veem curados. Glória ao Pai que coroou os combates dos santos. Glória ao Filho que deixou esse poder em suas relíquias. Glória ao Espírito Santo que repousa, com suas luzes, sobre seus restos mortais para fazer nascer consolações em todas as espécies de tristezas». Esta referência expressa de Pio XI às luzes do Espírito Santo sobre os restos mortais de S. Charbel aconteceu realmente. Logo após o enterro do Padre Charbel, viram luzes sobre o túmulo. Primeiro, padres e irmãos do convento. Depois, fiéis de fora. A princípio ficaram um tanto assustados. mas essas luzes foram aumentando até chegarem a um grande clarão. Pressentindo algo de extraordinário, o superior do convento escreve ao seu Superior Geral comunicando o facto. Este viaja para Annaya a fim de estudar o assunto, no local. Quatro meses após esse sepultamento, autoriza a exumação: com espanto geral, o corpo estava intacto, perfeitamente conservado, sem o mínimo sinal de corrupção. O sacerdote libanês Padre Daher conta o que sucedeu em 1952, por ocasião da terceira exumação do corpo de São Charbel:
«Estávamos, então, sob a presidência de Sua Eminência o cardeal Tappoyni e em presença do Revmº Superior-Geral da Ordem maronita, 12 arcebispos, muitos padres e monges do Mosteiro, um júri composto por médicos, para psicólogos e estudiosos, e um júri principal eclesiástico, nomeado pelo Papa». «Éramos, assim, muitos os que presenciávamos mais uma abertura da sepultura, onde jazia Charbel Makhlouf… Foram algumas horas de ansiosa expectativa, já que a parede da sepultura era muito espessa e hermeticamente fechada. Uma fila imensa esperava impacientemente na frente do Mosteiro. Pois já não acreditavam muito que o corpo  ainda estivesse intacto como das outras vezes em que fora desenterrado… Enfim, a sepultura foi aberta e o caixão transportado para uma sala do Convento e aberto, sob os olhares curiosos de todos os que aguardavam para ver». «Afinal, que estava eu vendo? Um cadáver? Francamente não tive, digamos assim, a impressão, o medo talvez, que se sente ao ver um cadáver. Tive, sim, a impressão de estar diante de um homem a dormir, mais precisamente dum monge revestido de paramentos sacerdotais. O corpo é retirado do caixão e sentado numa cadeira. Os braços e as pernas dobrados , curvados. A cabeça, inclinada balança de um lado para o outro. As vestes sacerdotais e as roupas interiores estão encharcadas em sangue. Vejam bem que sempre emprego o verbo no presente porque até hoje, semanalmente trocam-se as vestes, pois o sangue não cessa de correr». «Antes de colocá-lo no novo caixão fúnebre, feito dos famosos cedros libaneses e vidros grossos, eu aproximo-me do Padre Charbel e beijo-lhe as mãos, o que também fazem os bispos, arcebispos, médicos, padres e fiéis. Já que eu estava lá no Líbano por ordem do Vaticano para presenciar tudo,. não só beijei as mãos de um cadáver, mas de um ser vivo, já que eram mãos macias e quentes, ainda palpitantes». «Senti, então, coisa estranha naquele momento. Não tenho a menor dúvida. Uma coisa divina me tocara. Parece que tive a resposta a todas as minhas dúvidas. Acho, ou melhor, tenho plena certeza duma afirmação decisiva». Isto foi em 1952: era a terceira vez que o corpo de Charbel era exumado. O Padre Daher chama a atenção para as multidões que diariamente visitam Annaya, assim chamada Lourdes do Líbano. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/
SÃO DELFIM
Bispo (fim do século IV)
A Igreja teve neste grande bispo não só um defensor ilustrado e intrépido da verdade, mas ainda um protetor vigilante que a protegeu contra os ataques dos hereges. Não conhecemos nem o seu país nem o nome de seus pais, nem mesmo sabemos o ano em que foi elevado à sé episcopal de Bordéus, em França. Tudo o que podemos dizer é que a sua piedade e erudição o tornaram tão célebre que os mais santos bispos da Igreja se honraram de ser seus amigos. Em 380 foi chamado ao concílio de Saragoça, em Espanha, onde contribuiu muito para a condenação dos hereges priscilianistas. retirou-se, logo a seguir, para a sua diocese, a fim de obstar a que os referidos hereges, que não quiseram aparecer no concílio, aí espalhassem as suas doutrinas. esta precaução e diligência eram absolutamente necessárias, porque os priscilianistas, tendo resolvido implorar a proteção do Imperador passaram a França e espalharam a sua perniciosa doutrina, em particular em Bordéus. Delfim não dormia, mas, como bom pastor, velava pela guarda de seu rebanho; descobriu-lhes os desígnios e reduziu-os de tal modo, que foram obrigados a abandonar toda a Aquitânia e a fugir para Itália. Em avançada idade e cheio de méritos, Delfim morreu em Bordéus, a 24 de Dezembro, quase a começar o século V, no tempo do imperador Teodósio Magno. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/
• Gregório, Santo
Dezembro 24 Mártir,
Gregorio, Santo
Gregorio, Santo
Presbítero que morreu mártir na perseguição de Diocleciano a começos do século IV. Em sua história intervém um personagem chamado Flaco que é o encarregado pelo governo de Roma para pôr ordem no Império no que concerne à unidade de religião fundamento da ordem social. Pensou na sua estratégia contra os rebeldes e inconformistas de cuja existência em seu território está bem informado: multiplicará os deuses e obrigará a prestar-lhes adoração. Quem não acate a ordem com fidelidade será aniquilado. Na península itálica, na Umbria, concretamente em Spoleto, há um homem chamado Gregório, que se ocupa em fazer o bem aos outros, está interessado em dar remédio às necessidades económicas dos mais pobres e de facto as remedeia na medida que pode, dá consolo aos tristes e inclusive queima o tempo animando quando alguém está desalentado. Es pacífico y en su vida se advierte la rectitud. Todos lo tienen por hombre religioso. Incluso a los que quieren les descubre poco a poco los misterios de Dios y, lo que es más llamativo aún, algunos le siguen porque tanto su enseñanza como el estilo de su vida tienen un atractivo poco común. Sí, hay un no sé qué atrayente por su nobleza y altura de miras. Pero por lo que se ve que no agrada a todos. No quiere sacrificar a los dioses. Tiene ideas distintas. Él no se acomoda a lo establecido. Es acusado de "ser rebelde a los dioses". Afirma que sólo un Dios merece adoración y tan testarudo se muestra en su convicción que, a pesar de las amenazas y vejaciones, está dispuesto incluso a morir. De hecho así terminó su vida en el año 303. Desobediente. Inadaptado. Reaccionario. Indócil. Rebelde. Indisciplinado. Agitador. Inconformista. Independiente. Parece que todos estos calificativos tienen un contenido negativo. Pero, claro... hay que saber contra qué o contra quien. Porque a la postre y para ser justos en el juicio todo depende de a qué lado quede la verdad. Quizá resulte que hay que cambiar el esquema y se deban proponer para premios Nobel precisamente a los que no se acomoden a los croquis de la sociedad y vayan contra el "status". No siempre "ser como los demás" es signo de "estar en la verdad". A que la verdad no depende del poder, de la fuerza física, política o militar. ¡A que no!
• Paula Isabel Cerioli, Santa
Dezembro 24 Fundadora,
Paula Isabel Cerioli, Santa
Paula Isabel Cerioli, Santa
Etimologicamente significa “pequena”, vem da língua latina; Isabel = juramento divino”, vem da língua hebraica.
Cuando un ser humano ya no responde a la sed de absoluto que hay en él, las energías se agotan en la monotonía, las huidas y al aburrimiento. ¿Te parece mentira, o es que no lo ves en muchos rostros que te rodean? Esta joven vino al mundo en Cremona en el año 1816 y murió tal día como hoy en Bérgamo en 1865.
Los Carioli eran una familia célebre en la ciudad porque, entre otras cosas, eran condes. Por eso, cuando todavía no había cumplido los 20 años, se casó con el conde Gaetano, 40 años mayor que ella.. Además de su edad, resulta que era un excéntrico, apasionado por la música y con muchos celos.  Total, lo tenía todo para hacerle la vida insoportable a la pobre chica. Así, por ejemplo, quisiera o no, tenía que estar en los conciertos del castillo y en todas sus fiestas. Tuvieron tres hijos, pero sólo sobrevivió el mayor. Y para colmo, tuvo que llevárselo fuera porque no aguantaba que lo quisiera tanto, aún siendo su madre. Ella se lo tomó todo como un modo de santificarse. El hijo se le murió a los 16 años, poco después de la muerte de su marido. Su propio hijo le decía antes de cerrar los ojos por última vez:" Consuélate, mamá, Dios te enviará otros hijos". Así fue. Le envió centenares a los que adoptó en el castillo. Se hizo ayudar por compañeras con las que fundó la Santa Familia de Bérgamo. Su misión era recoger a los niños y niñas abandonados en los campos. Ella fue prudente, humilde y piadosa. No dejaba a sus chicas hasta que hubieran encontrado marido.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
“Donde hay matrimonio sin amor, habrá amor sin matrimonio” (Franklin).
• Irma, Santa
Dezembro 24 Virgem,
Etimologicamente significa “ grande, forte”. Vem da língua alemã.
Dice el Eclesiástico: “ Los que adoráis al Señor, esperad bienes, alegría perpetua y misericordia”. Fue una virgen del siglo VIII. No hemos unido el nombre de Irma al de santa Adela. Dice la tradición que eran hermanas e hijas de san Dagoberto, rey de Austrasia. La descendencia real de las dos hermanas no es demostrable ni nunca se ha hecho. Esto, sin embargo, no quita méritos a santa Adela. Su hermana Irma, sea o no hija de Dagoberto, reviste una similitud grande al de su hermana en un país que, entre el siglo VII y VIII, era todo fervor en la iniciativa misionera y en la fundación de monasterios. Dice la tradición que estaba prometida con el conde Armiño. Pero el novio murió antes de que contrajeran matrimonio. Tan triste se quedó que decidió, guiada por Dios, entrar en un convento benedictino. Y como tenía dinero, ella misma fundó un monasterio, el de Oeten, del que llegó a se superiora o abadesa. En su trabajo apostólico le ayudó mucho a san Bonifacio, patrono de Alemania, y a Willibrordo, un monje inglés. Todas sus hermosas cualidades humanas y cristianas las puso de manifiesto cuando una peste horrible sembró de muerte el país. Todos trabajaron por desarraigarla. Irma murió en el año 710.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
“Nadie alcanza una rica posesión sin osadía” (Siro).
¡Feliz nochebuena a todos/as!
• Adela de Pfalzel, Santa
Dezembro 24 Viúva,
Adela de Pfalzel, Santa
Adela de Pfalzel, Santa
Santa Adela, como Santa Irmina, era hija de Dagoberto II.  Se hizo monja a la muerte de su marido Alberico. Muy probablemente esta Adela sea la viuda Adula que, entre los años 691 y 692, vivía en Nivelles con su pequeño hijo, el futuro padre de San Gregorio de Utrecht.  Adela fundó un monasterio en Palatiolum, la actual ciudad de Pfalzel, cerca de Tréveris; fue la primera abadesa del mismo y lo gobernó con prudencia y santidad durante muchos años.  Parece ser que Adela se encontraba entre los discípulos de San Bonifacio, y una de las cartas que figuran en la correspondencia de este santo, firmada por la abadesa Aelfleda Whitby y dirigida a una abadesa Adola, pertenecía indudablemente a Santa Adela.
Bartolomé María dal Monte, Beato
Bartolomé María dal Monte, Beato
BEATO BARTOLOMÉ MARÍA DAL MONTE nació en Bolonia 3 de noviembre de 1726 hijo de Horacio Dal Monte y Anna María Bassani. A la edad de seis años y medio recibió la Confirmación de manos del Cardenal Prospero Lambertini, Arzobispo de Bolonia, quien luego fue el Papa Benedicto XIV. Aun cuando la fecha de su Primera Comunión es desconocida, las intenciones religiosas del muchacho han sido conservadas, ya que dio una dimensión de Eucarística a su vida entera.  Fue un muchacho de inteligencia viva y temperamento alegre, recibió una educación completa en humanidades en el Colegio Jesuita Santa Lucia. Pero su vocación sacerdotal encontró la oposición amarga de su padre que deseaba que su hijo fuera banquero. Su inclinación misionera fue animada por una reunión con San Leonardo de Puerto Mauricio quien confirmó la opción sacerdotal del joven. Recibió la Ordenación Sacerdotal el 20 de Diciembre de 1749.  El nuevo sacerdote fue obligado a posponer sus compromisos pastorales durante dos años, ya que el Vicario General le había pedido que completara sus estudios. Él los terminó brillantemente ganando un doctorado en teología. Después de pasarse sus primeros años aprendiendo el arte de predicar en la escuela de los más famosos predicadores de aquel tiempo, Fray Bartolomé María empezó un extraordinario ministerio de misiones populares.  Su actividad no se limitó a las parroquias de Bolonia: a pesar de salud delicada, él celosamente invirtió todos los 26 años de su vida generosa sacerdotal predicando en por lo menos 62 Diócesis, en centenares de misiones populares, retiros Cuaresmales y ejercicios espirituales para el clero, religiosas y el pueblo laico , realizando milagrosas conversiones y provocando muchas reconciliaciones grupos antagónicos. Cuando las consecuencias dañinas de ciertas ideas influenciadas por el Jansenismo se estaban extendiendo, las "misiones" se volvieron talleres intensivos de instrucción religiosa con evangelización sistemática para todos los creyente. Llegó a ser conocido como "el misionero de la discreción". Su vida se medeló en el ministerio del propio Cristo: intransigente en la proclamación de la verdad pero dando la bienvenida y misericordia a los pecadores. Como un sacerdote entregado totalmente a Dios se dedicó a la salvación de almas, él era una imagen viviente de Aquel que es "rico en misericordia" (Ef. 4:2), y era muy devoto a María, Madre de Misericordia.  Agotado por su incesantes labores apostólicas, durante su última misión, dos meses antes de su muerte, exclamó proféticamente: "Voy a morir en Bolonia en Nochebuena". El 24 de Diciembre de 1778 serenamente entregó su espíritu dejando esta vida para celebrar la Navidad en el cielo. Todo el Bolonia lo lamentó profundamente. Desde 1808 sus restos mortales han descansado en la capilla de Nuestra Señora de Paz en la Basílica de San Petronio en Bolonia.  Fue beatificado en Bolonia por Su Santidad Juan Pablo II el 27 de Septiembre de 1997.
traducido por Xavier Villalta
93859 > Beate 6 Monache Mercedarie di Merriz
83000 > Sant' Adele di Pfalzel Abadessa benedettina 
82970 > Santi Antenati di Gesù  MR
72075 > Beato Bartolomeo Maria Dal Monte Sacerdote e fondatore  MR
83100 > San Delfino di Bordeaux Vescovo  MR
93861 > Beati Dionisio Roneo, Filippo Claro, Giulio Pons e Pietro da Valladolid Merceda
92067 > San Giacobbe Patriarca 
83150 > San Gregorio di Spoleto Martire
82950 > Sant' Irmina di Treviri Vergine  MR
92031 > San Metrobio venerato a Malesco Martire 
91861 > Santa Paola Elisabetta Cerioli Vedova, fondatrice  MR
94824 > Beato Pietro de Solanes Mercedario
92477 > Santa Rachele Seconda moglie di Giacobbe  e 30 settembre
83050 > Santa Tarsilia (o Tarsilla)  MR
http://www.es.catholic/http://www.santiebeati.it/http://www.jesuitas.pt/
António Fonseca

Nº 1225–23 DE DEZEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

 

SANTAS VITÓRIA e ANATÓLIA

Mártires (253)

Supõe-se que as  duas Santas irmãs foram martirizadas em Roma por 253, durante a perseguição de Décio. Pertenciam, segundo se diz, a uma das famílias mais nobres de Tivoli. Ambas cristãs e dotadas de extraordinária formosura, tinham sido prometidas pelos pais a fidalgos pagãos da vizinhança. Vitória, destinada a Eugénio, via aproximar-se o dia das bodas com prazer. Anatólia, pelo contrário, noiva, contra sua vontade, de Tito Aurélio, aproveitava todos os pretextos para adiar o casamento. Incitada por Eugénio, que por seu lado sofria pressão de Tito Aurélio, Vitória tentou levar Anatólia a decidir-se. Provou-lhe pela Sagrada Escritura que o casamento era agradável a Deus, pois esse tinha sido o estado escolhido pelos patriarcas e pelos profetas, e o céu havia abençoado a sua posteridade. Anatólia retorquiu-lhe com argumentos tão convincentes a favor da virgindade, que Vitória, nesse mesmo dia, desfez os esponsais e vendeu as joias e o enxoval em proveito dos pobres. Solicitada a sua intervenção, o imperador permitiu aos pretendentes desiludidos que raptassem as duas raparigas, que as conduzissem para as suas casas de campo e lá as persuadissem a aceitá-los por esposos e a renegarem a fé. Todavia, nem, as boas maneiras nem os atos de violência, a que recorreram, conseguiram abalar-lhes a constância. Tito Aurélio foi o primeiro a perder a paciência e, por isso, Anatólia foi também a primeira a ser martirizada. Quanto a Eugénio, esperou que o tempo lhe restituísse o coração da noiva. Perseverou durante anos na esperança de a reconquistar, empregando ora meios suaves, ora maus tratos, chegando ao extremo de só lhe dar um bocado de pão seco para o sustento diário. Foi tudo inútil, longe de apostatar, Vitória convertia todos os que se aproximavam dela. Desesperado, Eugénio pediu por fim a Juliano, prefeito do Capitólio, que lhe enviasse o carrasco Liliarco. Foi este quem atravessou com uma espada o peito de Vitória. Os hagiógrafos acrescentam que Liliarco foi imediatamente atacado de lepra e morreu seis dias depois, roído de vermes. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SANTA MARIA MARGARIDA DUFROST DE LAJEMMERAIS D’YOUVILLE

Fundadora (1701-1771)

María Margarita de Youville, Santa

María Margarita de Youville, Santa

No dia 9 de Dezembro de 1990 foi solenemente canonizada a primeira santa canadiana, que nasceu a 15 de Outubro de 1701 em Varennes, no estado do Quebeque. Seu pai, nobre francês e chefe das tropas da colónia, faleceu quando a menina contava 7 anos. Recebida pelas Irmãs Ursulinas, permaneceu com elas dois anos. Passou depois a viver com a mãe em Montreal. Com o andar do tempo, começou a frequentar as reuniões sociais e, aos 21 anos, casou com Francisco d’Youville, jovem rico, do qual teve seis filhos, mas a vida matrimonial não lhe proporcionou as alegrias que esperava. Três anos antes da morte do cônjuge, renunciou à vida brilhante da sociedade e entregou-se a uma vida de intensa piedade. Em 1730 perdeu o marido, que a deixou endividada por haver delapidado o património comum. Trabalhou duramente. Com o auxílio da família e amigos montou um pequeno bazar. Conseguiu pagar as dívidas e garantir aos dois filhos a educação no seminário de Montreal. Mais tarde, teve a alegria de os ver padres. Empregava parte dos lucros do pequeno negócio em auxiliar os necessitados, sob a direção espiritual do Padre Luís Normant. Outras três senhoras uniram-se a ela na prática da caridade, e foi desta forma que nasceu, em 30 de Outubro de 1738, a Congregação das Irmãs da Caridade do Hospital ou “Soeurs Grises”. O empreendimento, porém, não foi fácil. Margarida d’Youville herdou do marido uma fama tão ruim e detestável que um dia lhe negaram a comunhão, sob o pretexto de ser uma pecadora pública. A este ponto chegaram as perseguições e calúnias contra a santa fundadora, que tudo suportou com paciência heroica. Não ficaram por aqui os seus sofrimentos. Apareceram-lhe num joelho duas chagas, que nenhum médico logrou curar em anos de tratamento. A 31 de Janeiro de 1745, um incêndio destruiu-lhes a casa. Maria Margarida viu na cruz uma indicação providencial que a convidava a despojar-se totalmente de qualquer propriedade. Tudo foi consagrado ao serviço dos pobres; o tempo, as iniciativas, a vida. Pelos fins de 1770, a Santa acusou um mal-estar geral que a impedia de falar e de andar normalmente. Era o princípio da paralisia que a levou à morte no dia 23 de Dezembro do ano seguinte. AAS 84 (1991) 561-3; DIP 3, 990-1; 348-52; L’OSS ROM. 16.12.1990. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

SÃO JOÃO CÂNCIO DE KETY

Sacerdote (1390-1473)

Juan Cancio de Kety, Santo

Juan Cancio de Kety, Santo

Nasceu em Kety, na diocese de Cracóvia, em 1390; ordenou-se sacerdote e foi muitos anos professor da Universidade de Cracóvia; depois, foi pároco de Ilkus. À fé que ensinava uniu grandes virtudes, sobretudo a piedade e a caridade para com o próximo, tornando-se um modelo insigne para seus colegas e discípulos. Morreu em 1473. Segundo cartas do Papa Clemente XIII (de 12 de fevereiro de 1767), ninguém duvida que o Beato João de Kety deve ser contado entre aqueles excelentes varões que foram exímios pela santidade e doutrina, que praticavam o que ensinavam, e que defenderam a verdadeira fé impugnada pelos hereges. Enquanto nas regiões vizinhas pululavam as heresias e os cismas, o bem-aventurado João ensinava na Universidade de Cracóvia a doutrina haurida da mais pura fonte, e explicava ao povo com muito empenho, em seus sermões, o caminho da santidade, confirmando a pregação com o exemplo da sua humildade, castidade, misericórdia, penitência e todas as outras virtudes próprias de um santo sacerdote e de um zeloso ministro do Senhor.

Juan Cancio de Kety, Santo

Juan Cancio de Kety, Santo

Deste modo, não só deu fama e glória ao corpo docente daquela Universidade, mas deixou exemplo maravilhoso que produzirá abundantes frutos, para todos aqueles que se dedicarem a este ministério; para que procurem ser mestres perfeitos e se esforcem por ensinar com as palavras e com as obras a ciência dos Santos, bem como as restantes disciplinas, para louvor e glória de Deus. À piedade com que se ocupava das coisas de Deus, Juntava grande humildade, de tal modo que, embora se avantajasse em todos em ciência, considerava-se inferior e não se antepunha a ninguém; mais ainda, desejava ser preterido e desprezado por todos, e tratava com toda a serenidade os que o desprezavam e difamavam.

 

 Juan Cancio de Kety, Santo

Juan Cancio de Kety, Santo

A sua humildade era acompanhada por uma rara simplicidade, própria de uma criança, e por isso nos seus atos e palavras não havia nem ambiguidade nem fingimento; o que tinha no coração, aparecia nas suas palavras. se suspeitava que ofendia alguém ao dizer a verdade, antes de se aproximar do altar pedia perdão, não tanto pelos seus erros como pelos alheios. Ao longo do dia, uma vez cumprido o seu dever de ensinar, dirigia-se diretamente à Igreja, onde durante muito tempo se entregava à oração e à contemplação diante de Cristo na Eucaristia. Em todas as circunstâncias, só tinha Deus no seu coração, só tinha Deus na sua boca.Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

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• João Stone, Santo
Dezembro 23 Mártir Agostinho,

Juan Stone, Santo

Juan Stone, Santo

Em 3 de novembro de 1534 o parlamento inglês declarava que o rei era a cabeça suprema da igreja em Inglaterra. Resultava assim oficializado, executado e obrigatório para todos os súbditos da coroa o cisma entre a igreja anglicana e a católica.
Aos religiosos não lhes restava outra alternativa que a de eleger uma destas três possibilidades: jurar fidelidade ao rei e abandonar a vida religiosa, refugiar-se no estrangeiro ou enfrentar a cadeia com grande probabilidade também de morte. O Padre John Stone, do convento agostiniano de Canterbury, tomou a decisão mais coerente com sua fé quando em 14 de dezembro de 1538 um agente régio se apresentou à porta do convento com a ordem de encerrar a casa religiosa e fazer firmar aos membros da comunidade o prescrito juramento de fidelidade. Muitos se submeteram por temor. O P. John, não.
Encarcelado inmediatamente, compareció ante el primer ministro Thomas Cromwell. Se intentó persuadirlo para que diera su asentimiento a la nueva normativa, pero nada ni nadie consiguió convencerlo. Es más, durante los doce meses de prisión que siguieron a su captura, por su espontánea voluntad quiso añadir ulteriores penitencias a los ya numerosos sufrimientos que le eran infligidos para así tener la fuerza de permanecer fiel a Cristo en el momento del testimonio supremo. La sentencia con la que se cerró el proceso era apremiante: el “papista” fue condenado a sufrir la pena capital.
El 27 de diciembre de 1539 una procesión lenta y lúgubre se movió por las calles de Canterbury. El Padre John, atado sobre un enrejado movido por un caballo, fue conducido a través de la ciudad hasta una colina fuera de las murallas, y allí fue ahorcado. A continuación, siguiendo la inhumana costumbre del tiempo, fue despedazado y sus restos cocidos en una caldera.
En el libro contable del camarlengo de Canterbury aparece la lista de los gastos a cargo de la caja común efectuados para pagar la madera utilizada en la construcción del patíbulo y la adquisición de la cuerda: «Pagado por media tonelada de madera para una horca en la cual ajusticiar al fraile Stone: 2s 6d.».
Beatificado por León XIII en 1886, Pablo VI el 25 de octubre de 1970 lo canonizaba junto con otros treinta y nueve mártires ingleses, sacerdotes, religiosos y laicos, hombres y mujeres, todos ellos sacrificados por la defensa de la verdad y de la unidad de la Iglesia.
Para ver más sobre los 40 mártires en Inglaterra y Gales haz "click" AQUI

António de Santa Ana (Frei Galvão)

Santo
Diciembre 23 Franciscano,

Antonio de Santa Ana (Fray Galvão), Santo

Antonio de Santa Ana (Frei Galvão), Santo

Nasceu em 1739 em Guaratinguetá (Estado de São Paulo), cidade que naquele tempo pertencia à diocese de Rio de Janeiro. Com a fundação da diocese de São Paulo, em 1745, Galvão viveu praticamente só nesta diocese, desde 1762 até 1822.
Sua família era profundamente cristã. Seu pai, Antonio Galvão de França, pertencia à terceira Ordem Franciscana e do Carmo, e era conhecido por sua grande generosidade; sua mãe, Izabel Leite de Barros, morreu com fama de mulher caritativa.
António viveu, com seus dez irmãos, numa casa cómoda e luxuosa, pois seus pais gozavam de prestigio social e influência política. Com a idade de 13 anos, seu pai o enviou a estudar ao seminário dos padres jesuitas, em Belém, onde já se encontrava seu irmão José. Permaneceu ali de 1752 a 1756, fazendo notáveis progressos no estudo e na prática da vida cristã. Queria entrar na Companhia de Jesús, mas seu pai, preocupado pelo clima anti-jesuíta impulsionado pelo governo do marquês de Pombal, o convenceu a ir com os padres franciscanos, que tinham um convento em Taubaté, não muito longe de Guaratinguetá.
El 15 de abril de 1760, a los 21 años, entró en el noviciado del convento de San Buenaventura, en la aldea de Macacu, en Río de Janeiro. Durante su formación se distinguió por su piedad y su celo, y era un dechado de virtudes, hasta tal punto que en el libro de los religiosos brasileños se leen palabras muy elogiosas sobre él. El 16 de abril de 1761 emitió la profesión solemne y, con un juramento que entonces pronunciaban los franciscanos, también se comprometió a defender el título de "Inmaculada" de la Virgen.
El 11 de julio de 1762, apenas un año después de su profesión religiosa, sus superiores lo admitieron a la ordenación sacerdotal, pues reconocieron que eran suficientes los estudios teológicos que había hecho anteriormente. Fue un signo evidente de la confianza que depositaban en el joven clérigo, al que destinaron al convento de São Paulo, donde perfeccionó sus estudios filosóficos y teológicos. Terminados los estudios en 1768, fue nombrado predicador, confesor y portero del convento. Este ultimo oficio le permitió entrar en contacto con la gente y hacer un intenso apostolado. Continuamente escuchaba y aconsejaba. Era un confesor muy estimado.
Entre 1769 y 1770, por una circunstancia providencial, fue nombrado confesor de un "Recolhimento" (casa de retiro donde se reunían muchachas piadosas y temerosas de Dios para vivir como religiosas) en São Paulo. Allí encontró a sor Helena Maria del Espíritu Santo, religiosa que tenía visiones en las que Jesús le pedía que fundara un nuevo "Recolhimento". Fray Antonio, con la ayuda de personas sabias, estudió sus mensajes y llegó a la conclusión de que eran de origen sobrenatural. El 2 de febrero de 1774 se procedió a la fundación de la nueva casa, que se llamó "Recolhimento" de Nuestra Señora de la Concepción de la Divina Providencia. El 23 de febrero de 1775 murió repentinamente sor Helena Maria, y fray Antonio debió asumir la responsabilidad de guiar a las "recogidas". A pesar de las presiones políticas que tuvo que afrontar inmediatamente después de su fundación, la comunidad salió adelante y aumentó. Fray Antonio redactó un Estatuto para ellas una especie de guía de vida interior y de disciplina religiosa, en el que plasmó sus características como futura institución eclesiástica. Años más tarde, precisamente en 1929, el "Recolhimento" se incorporó a la Orden de la Inmaculada Concepción.
En 1781 el santo franciscano fue nombrado maestro en el noviciado de Macacu, en Río de Janeiro, pero el obispo de São Paulo, que no quería privarse de un religioso tan virtuoso y amado por su gente, no le permitió marcharse. En 1798 fue nombrado guardián del convento de San Francisco, en São Paulo, y reelegido en 1801. Prodigándose incansablemente por su pueblo con verdadero espíritu evangélico, fray Antonio desempeñó numerosas actividades al servicio de su Orden y de la Iglesia, entre las que figuran la de definidor de la provincia de la Inmaculada Concepción, visitador general y presidente del capítulo. Falleció el 23 de diciembre de 1822. Sus restos mortales descansan en la iglesia del "Recolhimento da Luz".
El Papa Juan Pablo II lo beatificó el domingo 25 de octubre de 1998, en la plaza de San Pedro. Fue canonizado por Benedicto XVI en São Paulo, Brasil, el 11 de mayo de 2007, siendo el primer santo nacido en tierras brasileñas.

• Pablo Meléndez Gonzalo, Beato
Dezembro 23 Mártir e Pai de família,

Pablo Meléndez Gonzalo, Beato

Pablo Meléndez Gonzalo, Beato

Pablo Meléndez Gonzalo, pai de família numerosa, advogado e jornalista, havia nascido em Valência (Espanha) em 7 de novembro de 1876. Aos 14 anos perdeu a seu pai. Desde esse momento, dedicou o tempo disponível que lhe deixava a escola para ajudar a sua mãe e a outros 6 irmãos mais novos do que ele. Deus lhe concedeu uma vida espiritual intensa, profunda, sincera. Aos 15 anos ingressou nas congregações marianas, e cedo pôde participar nos grupos de Adoração noturna. Além disso, seu amor a Deus o levava a amar aos outros, especialmente aos enfermos (com frequência ia visitá-los). Tudo fazia com a força que lhe dava seu continuo contacto com Jesús: ia à missa e recebia a comunhão diariamente. Estudou direito na Universidade de Valência e obteve excelentes notas. Mas isso não o afastou de suas convicções: seus companheiros e professores notaram en seguida a fé profunda e o compromisso que Paulo tinha com a Igreja. Por essa fé e essa convicção participou ativamente na Juventude Católica, da que chegou a ser presidente para a zona de Valência. Terminados os estudos, começou a trabalhar como advogado. Também foi um bom jornalista. Com o tempo, chegou a ser diretor do periódico “Las Províncias”.
Em 25 de Janeiro de 1904 casou-se com Dolores Boscá. Deus bendisse aos esposos com 10 filhos:
Pablo, Antonio, Alberto, Rafael, Carlos, María Teresa, María de los Desamparados, María Luisa, Josefa y María Dolores.
Também participou na política, como membro da Liga católica, e ocupou alguns cargos públicos na sua cidade. Por isso, era conhecido seu compromisso por defender a moralidade pública e a liberdade religiosa da Igreja. Na Espanha daqueles anos este compromisso público podia ser muito perigoso, mais numa Valência em que se notava una especial hostilidade de alguns contra tudo o que “cheirasse a incenso” (como se dizia depreciativamente da gente da Igreja).Os factos se precipitam a partir de 1931. A tensão política é muito alta nos anos iniciais da II República espanhola. Em 1934 se produz um primeiro intento, fracassado, de revolução esquerdista. Mas o ambiente segue sumamente tenso, uma tensão que culmina em julho de 1936 com o inicio da guerra civil espanhola. Pablo Meléndez se encontra, nesse mês de julho, numa aldeia da província, Paterna. A zona fica sob o governo das autoridades republicanas e dos comités comunistas e revolucionários, que não duvidaram em pôr em marcha uma perseguição sistemática contra muitos católicos. Pablo sofre um primeiro registo como suspeitoso, mas não é preso. Muda-se para a cidade de Valência. Não lhe foi possível encontrar um esconderijo, pois tem que prover de atenção médica a um de seus filhos, Carlos, que está gravemente enfermo. Alguns lhe oferecem ajuda para escapar, pois sabem que sua vida corre perigo, mas Pablo nega-se: antes está o cuidado de seu filho.
Passados alguns meses, o perigo se faz realidade. Em 25 de outubro,pelas 6 da tarde, chegam para o prender. Levam-no com um dos seus filhos, Alberto. Um dos que o detém pergunta: “¿você é católico?” Pablo Meléndez contesta com segurança: “sou católico, apostólico e romano”. A ordem de prisão vem do Governo civil de Valência, a pedido do Conselho provincial de Vigilância popular antifascista, e com um motivo sumamente concreto: Pablo Meléndez era conhecido como pessoa comprometida com sua fé católica. Passa para a cadeia, e ali parece sentir-se algo seguro, ainda que tudo pode mudar en un instante. Un compañero de prisión le pregunta si cree que saldrán vivos. Pablo le responde: “si la Providencia nos destina para mártires nos fusilarán, y si no, quedaremos libres”. Otro de los compañeros de prisión le escucha decir lo siguiente: “estamos aquí pues Dios lo ha permitido, en sus manos estamos. He ordenado a mi familia que no haga gestiones para conseguir mi libertad. Sólo pido al Señor me dé su amor y gracia, y esto me basta”. Esa última frase le gusta mucho. La repite cuando le informan que su hijo Carlos acaba de fallecer.
Se acerca la navidad de 1936. Para todo cristiano, una fiesta grande. Pablo Meléndez no sabe, quizá, que va a celebrar esa fiesta en el cielo, acompañado por sus hijo Alberto y Carlos. El día 24 de diciembre, en la madrugada, sacan de la cárcel a Pablo y a Alberto, y los fusilan con rapidez. A la familia les dicen que los han puesto en libertad. Una de las hijas, sin embargo, sospecha lo que acaba de ocurrir. Va al cementerio, y encuentra los cadáveres de su padre y de su hermano, acribillados por las balas.
Estamos aquí porque Dios lo ha permitido”. La vida y la muerte pertenecen a Dios, aunque a veces los hombres sienten que son ellos quienes deciden y escriben la historia. La historia terrena de Pablo Meléndez y de su hijo terminó así, en vísperas de la Navidad. No resulta fácil comprender por qué Dios permitió su muerte, por qué privó a una familia numerosa de aquel padre que tanto amaba a los suyos. Desde la fe sabemos, sin embargo, que Pablo no dejó a los suyos: Dios lo acogió en su seno. Desde el cielo, supo seguir cerca de la familia, cerca también de todos los que seguimos en camino hacia la Casa del Padre. La Iglesia ha sabido reconocer su fidelidad al amor y nos lo presenta como ejemplo para nuestra vida diaria. Fue declarado beato por Juan Pablo II el 11 de marzo de 2001.

SANTO SÉRVULO, O Paralítico

Mendigo (590)

Sérvulo el Paralítico, Santo

Sérvulo el Paralítico, Santo

A história de Sérvulo encontra-se duas vezes nas obras de S. Gregório Magno. No Livro IV dos Diálogos, o pontífice retoma, quase palavra por palavra, o que antes dissera numa homilia para edificar o povo romano. Sérvulo passava o tempo debaixo do pórtico de S. Clemente. Era paralítico: a mãe e o irmão tinham de o ajudar para o menor movimento. As esmolas que recebia transmitia-as na maior parte a outros mais pobres que ele. Não sabia ler, mas tinha conseguido manuscritos da Sagrada Escritura e pedia às pessoas, que a ele se dirigiam, lhos lessem. Chegou assim a conhecer os textos santos. A sua dor sempre o levava a dar graças; os seus dias e noites não eram senão hinos a Deus. Quando sentiu que a morte estava próxima, pediu aos vizinhos e visitantes que o levantassem para cantar com eles os salmos, enquanto esperava pela partida. Ia morrendo, quando repentinamente exclamou: «Calai-vos! Não ouvis todas essas vozes no céu?» E enquanto apurava o ouvido do coração para esses louvores que na sua alma cantavam, foi liberto da carne. Isto antes do ano de 590. Pela assistência espalhou-se um perfume requintado, o qual durou até o Santo ser entregue à terra. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

 

90245 > Sant' Antonio de Sant'Anna Galvao Francescano  MR
94066 > Santa Bincema Vergine e martire 
82850 > San Dagoberto II Martire 
92637 > Santi Dieci Martiri di Creta  MR
94820 > Beato Giacomo Aymerich Mercedario 
30500 > San Giovanni da Kety (Canzio) Sacerdote  - Memoria Facoltativa MR
90160 > San Giovanni Stone Sacerdote agostiniano, martire MR
82920 > San Giuseppe Cho Yun-ho Martire  MR
92735 > Beato Hartmann (Artmanno) di Bressanone Vescovo  MR
91794 > Sant' Ivo (Yves) di Chartres Vescovo  MR
91619 > Santa Maria Margherita d'Youville (Dufrost De Lajemmerais) Fondatrice  MR
82910 > Beato Niccolò (Nicola) Fattore  MR
93246 > Beato Paolo (Pablo) Melendez Gonzalo Padre di famiglia, martire MR
82900 > San Servolo il Paralitico Mendicante  MR
92233 > San Torlaco (Thorlàk Thorhallsson) Vescovo   MR

www.santiebeati.it  -  www.es.cvatholic. e www.jesuitas.pt – livro Santos de Cada Dia

António Fonseca