OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

domingo, 26 de dezembro de 2010

Nº 1229 - 27 DE DEZEMBRO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

SÃO JOÃO

Apóstolo e Evangelista

Juan Apóstol y Evangelista, Santo

Juan Apóstolo y Evangelista, Santo

O Discípulo Amado
Dezembro 27

Vinte anos teria, quando muito, ao ser chamado por Jesus. Foi, sem dúvida, o mais novo dos discípulos e com menos que o Mestre uma boa dúzia de anos. Ribeirinho do lago de Tiberíades, nem o seu género de vida como pescador; nem aquela fogosidade juvenil que lhe mereceu o título de Boanerges (filho do trovão), partilhado com  o seu irmão Tiago, o Maior; nem a sua atividade apostólica nos tempos heroicos da primitiva Igreja palestinense; nem a sua longevidade quase centenária, que supõe constituição corpórea vigorosa; nem a intrepidez com que defendeu – diante dos gnósticos, chamando-lhes “anti-cristos” – a verdadeira fé em Jesus Deus-homem; nem a densidade sublime da sua teologia e da sua mística, baseadas, no entanto, na realidade histórica; nada disso autoriza essa figura de jovenzinho brando – quase feminino, se não enfermiço – tantas vezes representada por uma arte iconográfica que parece ignorar os dados bíblicos. Se João foi «o discípulo que Jesus amava» e o mais jovem dos apóstolos, foi também o pescador robusto e vigoroso, o moço equilibrado e sereno que respeitosamente sabe manter-se em segundo lugar quando acompanha Pedro; o homem varonil a quem Jesus confia vitaliciamente a sua própria mãe como herança; o teólogo que, sem perder o contacto com a terra, sabe elevar-se a tais cumes teológicos, como nenhum outro escrito neotestamentário, nem sequer S. Paulo. Tudo isso supõe personalidade riquíssima em qualidades humanas, e uma entrega interna e externa, total e decisiva, ao amor e ao serviço do Mestre. Conhecem-se dois períodos na sua vida, separados por longo silêncio de quase meio século. Os pormenores do primeiro ficaram registados no Testamento Novo; os do segundo, na mais estrita e depurada tradição contemporânea. Entre um e outro, a falta de dados durante esse prolongado silêncio.  A respeito da primeira época, sabemos que João era de Betsaida, nas margens do lao, terra também de Pedro. Teve como pais Zebedeu e Salomé (irmã de S. José?). Os filhos deste matrimónio, Tiago e João, foram pescadores como o pai, mas não de condição precária, pois tinham ao seu serviço jornaleiros, possuíam barco próprio, pescavam com o corpo ligado a extensa rede varredora, e a mãe deles era uma daquelas piedosas mulheres que valiam com os seus bens às necessidades materiais do Mestre. João, o irmão Tiago e o amigo Pedro formavam o grupo predileto de Jesus. Os três foram testemunhas diretas da ressurreição da filha de Jairo, da transfiguração de Jesus no Tabor e da sua agonia no Getsémani. Jesus teve tal predileção por João que este assinalava-se como «o discípulo que Jesus amava». Na noite da ceia reclinou a cabeça sobre o peito do Mestre e foi o único discípulo que esteve ao pé da cruz; e a ele Jesus agonizante deixou a sua Mãe entregue. a amizade de João com Pedro foi de sempre. Conterrâneos e companheiros de pesca, foram ambos encarregados de preparar a última ceia pascal. Também foi sem dúvida João quem introduziu Pedro na casa do sumo sacerdote, durante a noite da paixão. E na manhã da ressurreição verificam, ambos juntos, que o sepulcro está vazio. Juntos aparecem também na cura do paralítico por Pedro, na prisão e no julgamento sofrido diante do sinédrio, e na Samaria, para onde se dirigem em nome dos Doze, a fim de invocarem lá, sobre os já crentes, o Espírito Santo. E quando S. Paulo, aí pelo ano de 49, volta a Jerusalém no fim da primeira experiência missionária, encontra lá Pedro e João, aos quais qualifica de «colunas» da Igreja. O segundo período da sua vida coincide com o último decénio do primeiro século da nossa era, pouco mais ou menos, João é nessa altura o oráculo dos cristãos da província romana da Ásia, quer dizer, do litoral egeu e de parte da terra interior da atual Turquia. O centro da sua atividade apostólica mantém-se continuamente em Éfeso. Ele mesmo nos diz no Apocalipse que esteve desterrado em Patmos, por ter dado testemunho de Jesus. Deve ter isto acontecido durante a perseguição de Domiciano (81-96 depois de Cristo). O sucessor deste, o benigno e já quase ancião Nerva (96-98), concedeu amnistia geral; em virtude dela pôde João voltar a Éfeso. Lá o coloca a tradição cristã da primeiríssima hora, cujo valor histórico é irrecusável. O Apocalipse e as três cartas de João testemunham igualmente que o autor vivia na Ásia e lá gozava de extraordinária autoridade. E não era para menos. Em nenhuma outra parte do mundo, nem sequer em Roma, havia já apóstolos que sobrevivessem. E é de imaginar a veneração que sentiriam os cristãos dos fins do século I por aquele ancião, que tinha ouvido falar o Senhor Jesus, e O tinha visto com os próprios olhos, e Lhe tinha tocado com as próprias mãos, e O tinha contemplado na sua vida terrena e depois de ressuscitado, e presenciara a sua Ascensão aos céus. Por isso, o valor dos seus ensinamentos e o peso das suas afirmações não podiam deixar de ser excepcionais e mesmo únicos. E neste ancião, que parecia não dever morrer nunca – isso anelavam e, em parte, acreditavam os bons filhos espirituais do apóstolo, vendo a sua longevidade, encontravam aquelas comunidades na sua espiritualidade e na suave e unção cristocêntrica dos escritos – os Santos Padres daquela primeira geração pós-apostólica que com ele trataram pessoalmente ou se formaram na fé cristã com os que tinham vivido com  ele, como S. Pápias de Hierápole, S. Policarpo de Esmirna, Santo Inácio de Antioquia e Santo Ireneu de Lião. E são estas precisamente as fontes donde dimanam as melhores notícias, que a tradição nos transmitiu acerca deste a última etapa da vida do apóstolo. Mas a situação não era nada risonha para a Igreja. Às perseguições mais ou menos individuais de Nero seguiu-se, no tempo de Domiciano, uma perseguição em toda a regra. O imenso poder do divinizado César romano propõe-se aniquilar a inerme Esposa de Cristo. A Besta contra o Cordeiro. E, para mais, o cúmulo de heresias que desentranhava o movimento religioso gnóstico, nascido e propagado fora e dentro da Igreja, procura corroer a essência mesma do Cristianismo. Triste situação a deste nonagenário sobre cujos membros pesa agora, por ser o sobrevivente único dos que conviveram com o Mestre, o sustentáculo da fé cristã. Mas Deus concedeu-lhe, providencialmente, tão longos anos de vida para ser o pilar básico da sua Igreja naquela hora terrível. Alguns autores dos primeiros séculos indicam que João ressuscitou um morto. Mas o milagre principal foi o sucedido na sua própria pessoa. refere Tertuliano que, sendo levado o apóstolo a Roma, pouco antes do desterro para Patmos, foi metido numa talha de azeite a ferver, da qual saiu porém totalmente ileso e cheio de renovada juventude. Há quem ponha em dúvida a historicidade deste facto, porque nem consta que S. João tenha estado alguma vez em Roma nem de tal milagre se fizeram eco os escritores que tiveram conhecimento do Santo, ao passo que Tertuliano, da Igreja de África, dificilmente poderia ter informação segura. mas a Igreja romana celebrou muito tempo a festa de «S. João diante da Porta Latina», dando crédito ao tormento ineficaz do azeite. Uma lenda curiosa recolheu Santo Agostinho. No sepulcro do santo apóstolo – diz – vemos mover-se a terra sobre a parte correspondente ao peito, como se o corpo ali sepultado respirasse ainda, ou continuasse a palpitar o seu coração. Nada mais que lenda, é claro. Mas o que não é lenda, mas realidade; é o coração do santo evangelista continuar a palpitar nos seus escritos, e essas palpitações serem de amor, de admiração e de enlevo diante da pessoa de Jesus, que foi para ele a grande revelação da sua vida e o centro do seu viver. E João queria  que o fosse também para todos os homens. Porque Jesus é o Cristo, o Filho de Deus; é a Luz, e a Verdade, e a Vida, e o Amor. Do Livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

 

SANTA FABÍOLA

(399)

Nasceu em Roma e em Roma veio a falecer, no ano de 399. O seu principal título de glória foi compadecer-se dos doentes abandonados e fundar em Óstia, junto de Roma, um grande hospital em que eles eram tratados gratuitamente. Foi a primeira fundação do género existente na Europa. Esta fundação é «uma das datas mais altas na história da civilização ocidental», escreve o historiador Camille Julian. Fabíola pertencia à ilustre gens dos Fábios. Na juventude, tinha escandalizado a Igreja, divorciando-se civilmente do seu marido legítimo para se casar com outro. Mas, falecendo ambos pouco tempo depois, fez publicamente penitência em S. João de Latrão, e o papa Sirício (384-399) admitiu-a de novo à comunhão. Consagrou-se desde esse momento à piedade e despendeu os enormes bens em obras caritativas. Em 395, Fabíola partiu para a Terra Santa e esteve algum tempo na escola de S. Jerónimo. Este ficou impressionado com a sua forte personalidade, inteligência e virtude; e escreveu-lhe a biografia. Receando uma invasão dos Hunos, deixou ela a Palestina e voltou para a Cidade Eterna. Do Livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

SANTOS TEODORO e TEÓFANES

Estes dois irmãos palestinianos, ambos monges e ambos poetas, sofreram, tormentos atrozes em Constantinopla, por terem permanecido fiéis ao culto das imagens. Teodoro morreu na prisão em consequência dos ferimentos que recebeu. Teófanes, posto em liberdade , foi arcebispo de Niceia e sobreviveu quatro anos ao irmão. Do Livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt.

 

• Loreta ou Lorena Fusconi, Santa
Dezembro 27
Religiosa

Etimologicamente significa “laurel”. Vem da língua latina.
Jesús disse: “
Voltai-vos para Deus, porque está chegando o reino dos céus”.
Loreta ou Lorena foi monja no século XV. Nasceu em Nurcia, Itália, na mesma pátria de são Bento, o grande fundador da Ordem beneditina. Era filha de uma família importante na cidade. Seu pai era senador em Roma. Era amigo do Papa Urbano IV. Tanta era sua influência que chegou a salvar ao Papa de um atentado que ia a cometer Banderesi contra ele. Foi um pai exemplar em casa. Sua filha Loreta encontrou em casa os primeiros germes de sua vocação religiosa. Em1400, meditando tudo em seu coração e ante a presença de Deus, tomou a opção de se entregar a Deus por completo na vida religiosa, e num convento das dominicanas. Vestiu o hábito no convento de sua cidade, fez seu postulado e em continuação o ano de noviciado, após o que professou solenemente na Ordem.
Toda sua vida a passou no mesmo convento.  Esteve nele 30 anos, até sua morte, acontecida no ano 1430. Durante este tempo, se dedicou inteira e intensamente à oração, a penitência, pureza e ao heroísmo da caridade pelos mais necessitados.
Na grande árvore dominicana havia nascido uma flor nova de santidade nesta rapariga
Lorena.
¡Felicidades a quem leve este nome!
“Perdoa a miúdo aos demais, nunca a ti mesmo” (Siro).

• Alfredo Parte, Beato
Dezembro 27 Mártir Escolápio,

Alfredo Parte, Beato

Alfredo Parte, Beato

O P. Alfredo se nos apresenta como um testemunho de Cristo nestes tempos modernos, vítima da intolerância que desencadeou a dura guerra civil espanhola nos anos 1.936-39.
Em poucas palavras vamos a sintetizar a vida do
Beato Alfredo.
FAMILIA CRISTÃ
. Mace em Cilleruelo de Bricia (Burgos), em e de junho de 1.899, no seio de uma numerosa família cristã de sete filhos. Ele era o mais velho. Seus pais: Castor e Justa. SACERDOTE ESCOLAPIO. De menino quis seguir a Jesús de Nazaré, imitando a S. José de Calasanz, dedicando sua vida à educação cristã. E se ordena Sacerdote em Palência, en 1.928.  GESTO. Uma enfermidade no fémur o deixou coxo quando tinha 18 anos. Isso o impediu compartilhar o desporto com seus alunos, expresando el carácter alegre que tenía. Además, esa enfermedad originó una de las anécdotas más significativas y espontáneas de su martirio. Viéndole cojo los milicianos, quisieron ayudarle a subir a la cubierta del barco para fusilarle. A lo que él respondió. “Hasta ahora he necesitado bastón, pero para subir hacia Dios no lo necesito”. Y la arrojó, trepando como pudo hasta la cubierta.  MÁRTIR. En su vida encontramos rasgos muy marcados del creyente, religioso, educador y sacerdote: generoso, humilde, hombre de oración, devoto de Ntra. Sra., amigo de los chicos, siempre estaba rodeado de ellos. Pero además fue mártir, es decir, dio la vida por la fe. Estaba en el colegio de Villacarriedo cuando estalló la guerra. Se refugió en la casa de su tía, pero lo cogieron preso, llevándole a la bodega del barco Alfonso Pérez, anclado en la bahía de Santander. Pudo disimular su condición de sacerdote pero, ante la pregunta de qué era, confesó en voz alta oyéndolo los compañeros de bodega: “Soy sacerdote Escolapio de Villacarriedo”. Y le fusilaron. Era el 27 de diciembre de 1.936.
BEATIFICADO. Ante los datos claros de su martirio, Juan Pablo II le beatificó en Roma, junto con otros doce escolapios, el 1 de octubre de 1995.

• Francisco Spoto, Beato
Dezembro 27 Sacerdote e Mártir,

Francisco Spoto, Beato

Francisco Spoto, Beato

Francisco Spoto nasceu a 8 de julho de 1924, em Raffadali (Itália). Os pais o educaram para uma fé profunda e genuína e eles lhe transmitiram um grande sentido do dever. A família, a escola e a paróquia eram as atmosferas frequentadas por Francisco: seus educadores e os pais em primeiro lugar se deram conta de que nesse rapaz bom, consciente e sensível estava amadurecendo o gérmen da vocação o serviço de Deus e dos irmãos. Francisco entró en el Seminario de la Congregación de los Misioneros Siervos de los Pobres, en 1936. Desde el principio mostró poseer un carácter: humille, pero tenaz, con un alto sentido del deber y de responsabilidad. Precisamente debido a su determinación y la tenacidad ganó dos apodos, de los compañeros y los superiores respectivamente: “alemán” y “piedra”, nombres que dan una imagen clara del temple del joven. Durante los años en el seminario nació en él la pasión por los estudios, que en su breve vida se tradujeron en una preparación sólida, claramente visible en sus escritos, cartas y homilías. La cultura no era en sí su meta, sino colocarla al servicio del amor a Dios y a los hermanos.  En 1 de noviembre de 1940 Francisco emitió su primera profesión. Recibió la Ordenación sacerdotal al 22 de julio de 1951. Inmediatamente dedicó su ministerio sacerdotal al desarrollo de los trabajos típicos de la Congregación de los Misioneros Siervos de los Pobres. El Capítulo General de 1959 lo escogió Superior-General teniendo tan sólo 35 años justos, necesitó una dispensa de la Santa Sede debido a su corta joven. Asume las nuevas responsabilidades con tenacidad renovada, determinación y fuerte sentido del deber empeñándose con todo sus fuerzas en dar impulso y vitalidad a la Congregación, poniéndose al servicio de todos con activa humildad y la amorosa firmeza. La oración perfuma y palpita en su vida, ya que él la considera centro de sus actividades cotidianas. Su manera concreta permitió conseguir la aprobación de las Constituciones de parte de la Santa Sede, la nueva Casa de estudios teológicos en Roma y, en 1961, la inauguración de la misión en Biringi, en la actual República Democrática de Congo (anterior-Zaire). Y, de hecho allí, en la tal estimada tierra, P. Spoto pasará los últimos meses de su vida en una camino direccionado a la santidad y al martirio. El 4 de agosto de 1964, partió para Biringi para confortar a los hermanos que se encontraron en dificultad notable debido a la situación políticamente crítica y peligrosa en la ex-colonia belga que, después de obtener la independencia en 1960, pasó un periodo muy inestable, con luchas marcadas por ideologías materialistas y anti-religiosas, que se volvieron más feroces a partir de 1964 debido a la persecución de innumerables religiosos y monjas. En este contexto, P. Francisco partió para el Congo, lleno de entusiasmo, aunque consciente de que podría perder su propia vida. En el mes de septiembre, cuando la situación en Biringi se hizo más difícil, decidió dejar el cargo de Superior-General, comunicando su decisión en una carta dirigida al Vicario-General: “Si me quedo aquí no es por persistencia o indiferencia, más bien es por un alto sentido alto del deber, interés y amor de la Congregación" (Carta al Vicario-general, el 20 de septiembre de 1964). Un padre bueno no abandona a sus propios hijos en la necesidad extrema. A inicio de noviembre, P. Spoto y tres hermanos de la congregación fueron obligados dejar la misión y vagar sin dirección, escondiéndose y intentando huir de los Simba que los seguían por matarlos.
En esta situación penosa, P. Francisco puso a punto su sentido de sacrificio, perfeccionando el deseo de ofrendar su vida para salvar a sus compañeros. No obstante vivir esa vida nómada, repleta de sustos y miedos, P. Francisco consiguió escribir una especie de “diario”. El día 3 de Diciembre sus compañeros fueron capturados. Él logró huir, empezó la noche vagando por el bosque con los pies descalzos, sediento, hambriento, ensangrentado... la mañana siguiente, él encontró a sus tres compañeros libres, milagrosamente ilesos. En la noche del 11 de Diciembre P. Francisco fue atacado por dos guerrilleros y, debido a los violentos golpes, quedó paralítico. A partir de esa trágica noche, hasta el día de su muerte, él fue transportado en una especie de camilla, continuando el escape para evitar ser capturados nuevamente. P. Francisco murió al 27 de diciembre de 1964, después de haber recibido el Sacramento de la Unción. Enterrado en las proximidades de la choza donde se refugiaron. Sus hermanos de la Congregación sobrevivieron y regresaron a Italia.
Su muerte no fue una oferta inútil: su sangre inocente bañó ese pedazo de tierra de África e hizo crecer y producir abundantes frutos.
Reproducido con autorización de Vatican.va

traducido por Xavier Villalta

• José María Corbín Ferrer, Beato
Dezembro 27 Mártir de Valência,

José María Corbín Ferrer, Beato

José María Corbín Ferrer, Beato

Nasceu em Valência, em 26 de Dezembro de 1914.
O mais jovem dos mártires tratou de levar a seus companheiros a viver plenamente as virtudes cristãs com o testemunho de sua vida.
Morreu em Santander, no barco prisão "Alfonso Pérez", em 27 de Dezembro de 1936.
Para ver mais sobre os 233 mártires em Espanha faz "click"
AQUI

Sara Salkahazi, Beata
Dezembro 27 Mártir,

Sara Salkahazi, Beata

Sara Salkahazi, Beata

Nació el 11 de mayo de 1899 en Kassa-Košice, Eslovaquia. Provenía de una familia acomodada. Era una mujer inteligente, profesora y periodista. En contacto con sus alumnos, conoció los problemas sociales de los pobres, que después denunció en sus artículos periodísticos. Para ampliar sus horizontes y experimentar directamente lo que implicaba ser discriminado, aprendió el oficio de encuadernadora y también trabajó para una modista. Se afilió al partido social cristiano y fue redactora de su periódico, ocupándose sobre todo de problemas sociales femeninos. En 1929, cuando tenía 30 años, solicitó ingresar en el instituto de las Religiosas de la Asistencia, congregación húngara fundada por Margit Schlachta para promover obras caritativas y sociales en favor de la mujer, actualmente presente en Estados Unidos, Canadá, México, Taiwan y Filipinas. Emitió los votos temporales en el año 1930. Eligió como lema de su vida religiosa las palabras de Isaías: «Heme aquí: envíame» (Is 6, 8). Desempeñó su primera labor apostólica en su ciudad natal, donde organizó la obra caritativa católica. A continuación, fue enviada a Komárom con la misma finalidad. Creó una publicación católica femenina, gestionó una librería religiosa, dirigió un hospicio para pobres y también se dedicó a la enseñanza. Los obispos de Eslovaquia le encomendaron la organización del movimiento nacional de jóvenes. En aquella época impartía cursos de dirección y publicaba manuales. En su corazón Sara albergaba el deseo de ir a misionar a China o a Brasil, pero el estallido de la segunda guerra mundial no se lo permitió. Después de algunas incomprensiones con sus superioras, en 1940 emitió los votos perpetuos. Como directora nacional del movimiento católico de jóvenes trabajadoras creó el primer colegio húngaro para trabajadoras, cerca del lago Balaton. En Budapest abrió casas para trabajadoras y organizó cursos de formación. Cuando el partido nacionalsocialista húngaro alcanzó el poder y comenzó a perseguir a los judíos, las Religiosas de la Asistencia dieron refugio a muchos. Por su parte, sor Sara, con grandes sacrificios y poniendo en peligro su vida, les brindó alojamiento en las casas que había fundado para las trabajadoras. Durante una redada en Budapest, los soldados la detuvieron y la condujeron hasta un muelle a orillas del Danubio. Allí, mientras se hacía la señal de la cruz, la fusilaron, juntamente con la catequista Vilma Bernoviczs y las personas que había escondido en su casa. Era el 27 de diciembre de 1944; después arrojaron su cuerpo al río. En 1996 la archidiócesis de Esztergom-Budapest inició su proceso de beatificación y canonización. El 17 de Septiembre de 2006 en Budapest, Hungría, fue beatificada Esta beatificación será la primera que se realice en Hungría desde el año 1083, cuando el primer rey del país, San Esteban, fuera beatificado con su hijo, Emerico, y San Gellert, un obispo italiano que contribuyó a la evangelización de la nación.
Reproducido con autorización de Vatican.va

91745 > Beato Alfredo Parte Scolopio, martire 27 dicembre MR
83300 > Santa Fabiola di Roma Matrona romana 27 dicembre MR
90217 > Beato Francesco Spoto Sacerdote e martire 27 dicembre
22100 > San Giovanni Apostolo ed evangelista 27 dicembre - Festa MR
93245 > Beato Giuseppe Maria (José Maria) Corbin Ferrer Giovane laico, martire 27 dicembre MR
94059 > Santa Nicarete (Niceras) di Costantinopoli Vergine 27 dicembre
94825 > Beato Raimondo de Barellis Mercedario 27 dicembre
92766 > Beata Sara Salkahazi Vergine e martire 27 dicembre
83290 > Santi Teodoro e Teofane Grapti 27 dicembre MR

www.santiebeati.it  -  www.es.catholic.  e www.jesuitas.pt

 

António Fonseca

26 de Dezembro – Domingo – A Sagrada Família

 

26 de Dezembro – Domingo – A Sagrada Família

Mt 2, 13-15; 19,23

Quando saíram os magos, o anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: “Levanta-te, toma o Menino e sua Mãe e foge para o Egito: espera ali até que eu te avise, porque Herodes vem procurar o Menino para o matar”. José se levantou, pegou no Menino e na sua Mãe de noite; foi para o Egito e esperou até à morte de Herodes; assim se cumpriu o que disse o Senhor pelo Profeta: “Chamei a meu Filho para que saísse do Egito”. Quando morreu Herodes, o anjo do Senhor apareceu em sonhos a José no Egito: “Levanta-te, pega no Menino e em sua Mãe e volta a Israel; já morreram os que atentavam contra a vida do Menino”. Se levantou, tomou o Menino e sua Mãe e voltou a Israel. Mas ao saber que Arquelau reinava na Judeia como sucessor de seu pai Herodes teve medo de ir mais além. E avisado em sonhos retirou-se para a Galileia e estabeleceu-se num povo chamado Nazaré. Assim se cumpriu o que disseram os profetas, que se chamaria Nazareno”.

1. No domingo seguinte ao dia de Natal, a liturgia recorda-nos o exemplo da família de Jesus. O que se costuma aproveitar nas missas deste domingo, para refletir sobre os problemas que hoje aparecem na instituição familiar. Um tema capital, sobretudo nestes tempos de profundas mudanças, que demandam soluções novas aos novos problemas com que nos vemos confrontados.

2. O mais importante é proteger a instituição familiar. Porque está demonstrado que onde a família entra em crise, na medida em que se descompõe, por isso mesmo o tecido social se desintegra. O que se traduz, antes de mais, em fenómenos incessantes de violência em todas as suas formas. Daí que o mais necessário é que a Instituição familiar esteja protegida mediante leis, que garantam os direitos das pessoas e, junto a isto, é decisivo que a educação esteja bem pensada e gerida, para que as crianças que nascem se possam integrar devidamente na sociedade. E para que a convivência resulte humanamente possível, num espaço humano de respeito, tolerância, estima e afecto.

3. Para conseguir esta finalidade é de suma importância: 1) A igualdade efetiva de direitos dos cônjuges. 2) Que ambos os cônjuges gozem da devida autonomia económica, para que a mútua convivência nunca esteja motivada por interesses de dinheiro. 3) Os pais são os que devem decidir os filhos que podem ter e educar; 4) Cuidar, sobretudo, o respeito de todos para com todos, no grupo familiar. 5) É fundamental manter sempre a mais clara transparência nos assuntos que concernem a economia do grupo e as relações pessoais. 6) O determinante tem de ser sempre a “relação pura” (A. Giddens), baseada na comunicação emocional, em que as recompensas derivadas dessa forma de comunicação são a base primordial para que a unidade familiar se mantenha: 7) Tudo isto, devidamente entendido e realizado, é o que, com realismo prático, hoje se pode entender como o amor que une as pessoas e faz possível a felicidade.

WWW.EDESCLEE.COM

Com a devida vénia, este texto foi traduzido, exclusivamente do original A Religião de Jesus, de José Mª Castillo, para ser publicado neste blogue, por

António Fonseca

Nº 1228- 26 DE DEZEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

 

• Sagrada Família de Jesus
Dezembro 26 Festa,

Domingo seguinte ao Natal

Sagrada Familia de Jesùs

Sagrada Família de Jesus

Na festividade da Sagrada Família, recordamos e celebramos que Deus quis nascer dentro de uma família para que tivesse alguém que o cuidasse, o protegesse, o ajudasse e o aceitasse como era. Ao nascer Jesús numa família, o Filho de Deus  santificou a família humana. Por isso nós veneramos a Sagrada Família como Família de Santos.


¿Como era a Sagrada Família?

María e José cuidavam de Jesus, esforçavam-se e trabalhavam para que nada lhe faltasse, tal como o fazem todos os bons pais por seus filhos. José era carpinteiro, Jesus o ajudava em seus trabalhos, já que depois o reconhecem como o “filho do carpinteiro”.
María se dedicava a cuidar que não faltasse nada na casa de Nazaré. Tal como era  costume naquela época, os filhos ajudavam a suas mamãs moendo o trigo e acarretando água do poço e a seus papás no seu trabalho. Podemos supor que no caso de Jesus não era diferente. Jesus aprendeu a trabalhar e a ajudar a sua família com generosidade. Ele sendo Todo-poderoso, obedecia a seus pais humanos, confiava  neles, os ajudava e os queria. ¡Que ensinamento nos dá Jesus, que houvesse podido reinar no mais sumptuoso palácio de Jerusalém sendo obedecido por todos! Ele, em troca, recusou tudo isto para se esconder do mundo obedecendo fielmente a María e a José e dedicando-se aos mais humildes trabalhos diários, na oficina de São José e na casa de Nazaré. As famílias de hoje, devem seguir este exemplo tão formoso que nos deixou Jesus tratando de imitar as virtudes que vivia a Sagrada Família: simplicidade, bondade, humildade, caridade, laboriosidade, etc. A família deve ser uma escola de virtudes. É o lugar onde crescem os filhos, onde se formam os cimentos de sua personalidade para o resto de sua vida e onde se aprende a ser um bom cristão. É na família onde se formará a personalidade, inteligência e vontade do Menino. Este é um trabalho formoso e delicado. Ensinar às crianças o caminho para Deus, levar estas almas ao céu. Isto se faz com amor e carinho. “A família é a primeira comunidade de vida e amor o primeiro ambiente onde o homem pode aprender a amar e a sentir-se amado, não só por outras pessoas, mas também antes de tudo por Deus.” (João Paulo II, Encontro com as Famílias em Chihuahua 1990). O Papa João Paulo II na sua carta às famílias nos diz que é necessário que os esposos orientem, desde o principio, seu coração
e seus pensamentos para Deus, para que sua paternidade e maternidade, encontre n’Ele a força para renovar-se continuamente no amor. Assim como Jesus cresceu em sabedoria e graça ante Deus e os homens, em nossas famílias deve suceder o mesmo. Isto significa que os meninos devem aprender a ser amáveis e respeitosos com todos, ser estudiosos obedecer a seus pais, confiar neles, ajudá-los e querê-los, orar por eles, e tudo isto em família. Recordemos que “a salvação do mundo veio  através do coração da Sagrada Família”. A salvação do mundo, o porvir da humanidade dos povos e sociedades passa sempre pelo coração de toda família. É a célula da sociedade.


Oração

Oremos hoje por todas as famílias do mundo para que consigam responder a sua vocação tal e como respondeu a Sagrada Família de Nazaré. Oremos especialmente pelas famílias que sofrem, passam por muitas dificuldades ou se veem ameaçadas em sue indissolubilidade e no grande serviço ao amor e à vida para que Deus as elegeu” (João Paulo II) “Oh Jesus, acolhe com bondade a nossa família que agora se entrega e consagra a Ti, protege-a, guarda-a e infunde nela tua paz para poder chegar a gozar todos da felicidade eterna.” “Oh María, Mãe amorosa de Jesus e Mãe nossa, te pedimos que intercedas por nós, para que nunca falte o amor, a compreensão e o perdão entre nós e obtenhamos sua graça e bênçãos” “Oh São José, ajuda-nos com nossas orações em todas as nossas necessidades espirituais e temporais, a fim de que possamos agradar eternamente a Jesus. Ámen.”

SANTO ESTEVÃO

Protomártir (entre 31 e 36)

Esteban, Santo

Esteban, Santo

Protomártir
Dezembro 26

Nos capítulos VI e VII dos Atos dos Apóstolos encontramos  um longo relato sobre o martírio de Estevão, que é um dos sete primeiros Diáconos nomeados e ordenados pelos Apóstolos. Eis a descrição, tirada desse livro: «Estevão, porém, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. Levantaram-se então alguns da sinagoga, chamados dos Libertos e dos Cirenenses e dos Alexandrinos, e dos da Cicilia e da Asia e começaram a discutir com Estevão, e não puderam resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele falava. Subornaram então alguns homens que disseram: “Ouvimo-lo proferir palavras blasfematórias contra Moisés e contra Deus”. E amotinaram o povo e os Anciãos e Escribas e apoderaram-se dele e conduziram-no ao Sinédrio; e apresentaram falsas testemunhas que disseram: “Este homem não cessa de proferir palavras contra o Lugar Santo e contra Lei; pois, ouvimo-lo dizer que Jesus, o Nazareno, destruirá este Lugar e mudará os usos que Moisés nos legou”. E todos os que estavam sentados no Sinédrio, tendo fixado os olhares sobre ele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo». Num longo discurso, Estêvão evoca a história do povo de Israel, terminando com esta veemente apóstrofe: «”Homens de cerviz dura, incircuncisos de coração e ouvidos, resistis sempre ao Espírito Santo, vós sóis como os vossos pais. Qual dos profetas não perseguiram os vossos pais, e mataram os que prediziam a vinda do Justo que vós agora traístes e assassinastes? Vós que recebestes a Lei promulgada pelo ministério dos anjos e não a guardastes”.» Ao ouvirem estas palavras, exasperaram-se nos seus corações e rangiam os dentes contra ele. Mas ele, cheio do Espírito Santo, tendo os olhos fixos no céu, viu a glória de Deus e Jesus que estava à direita de Deus e disse: “Vejo os céus abertos e o Filho do homem que está à direita de Deus”. E levantando um grande clamor, fecharam os olhos e, em conjunto , lançaram-se contra ele. E lançaram-no fora da cidade e apedrejaram-no. e as testemunhas depuseram os seus mantos aos pés de um jovem, chamado Saulo. E apedrejavam Estevão que invocava Deus e dizia: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”. Depois, tendo posto os joelhos em terra, gritou em voz alta: “Senhor, não lhes contes este pecado”. E dizendo isto, adormeceu». Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,pt

Vicenta María López y Vicuña, Santa

Fundadora, Dezembro 26

Vicenta María López y Vicuña, Santa

Vicenta María López y Vicuña, Santa

Fundadora das Religiosas de María Imaculada
(Cascante [Navarra] 22.III.1847 – Madrid 26.XII.1890)

Santa, fundadora das Religiosas de María Imaculada (Serviço Doméstico).  Desde pequena recebeu uma esmerada educação humana e cristã. Seu pai, José María López, membro do Colégio de Advogados de Pamplona, foi seu primeiro mestre. A partir de 1857, com o fim de completar sua educação reside em Madrid, com seus tios maternos D. Manuel María e dona María Eulalia Vicuña. Estes haviam iniciado em Madrid uma obra apostólica e benéfica assistencial para a acolhida e educação de jovens serventes. Vicenta María continúa sus estudios en la misma casa de sus tíos a la que asisten profesores particulares. Su tía María Eulalia le elabora una distribución del tiempo, dedicado principalmente al estudio y a las prácticas religiosas. Solía también acompañar a su tía en las visitas al “Asilo de sirvientas”. Estas visitas abren sus ojos a una realidad nueva para ella y son como la semilla de la que brotará su vocación. Su colaboración e inclinación a trabajar en la obra iniciada por sus tíos van siendo cada vez mayores. A los 17 años, resuelta a dedicar su vida a aquel apostolado y convencida de la necesidad de fundar una congregación religiosa que garantice su continuidad, comunica la idea a su director espiritual el P. Víctorio Medrano SJ. El jesuita aprueba la idea con la consigna de dejar en suspenso la resolución para el porvenir.  En el mes de marzo de 1868 hace Ejercicios Espirituales en el Primer Monasterio de la Visitación y sale confirmada en su decisión de fundar. En el mes de mayo escribe a sus padres, para informarles de que ya no la retiene en Madrid su educación, sino el seguir la vocación. Sus padres se oponen al proyecto y la obligan a ir a Cascante, donde permanece siete meses.  Regresó a Madrid en febrero de 1869 y se dedicó por completo al desarrollo de la obra a favor de las sirvientas y a la elaboración de las Constituciones y reglas de la nueva congregación. La situación social y política retrasó el momento de la fundación pero Vicenta María con su tía María Eulalia y un pequeño grupo de señoras empezaron a hacer vida de comunidad a partir del 22 de febrero de 1871 en un piso de la plaza de San Miguel, número 8, en el que convivían con las jóvenes sirvientas acogidas. En julio de 1875, el P. Isidro Hidalgo y Soba SJ se hizo cargo de la dirección espiritual de Vicenta María y sus compañeras. En marzo de 1876, el siervo de Dios, Dr. Ciriaco María Sancha y Hervás fue nombrado Obispo Auxiliar de la Diócesis de Toledo con residencia en Madrid e intendente general de las Órdenes religiosas.  La presencia en Madrid del Sr. Obispo Sancha y del P. Hidalgo fue providencial para el impulso definitivo de aquella obra y la fundación del nuevo Instituto.  El 11 de junio de 1876, Solemnidad de la Santísima Trinidad, D. Ciriaco María Sancha impuso el hábito religioso a Vicenta María López y Vicuña y a otras dos compañeras suyas: nacía la Congregación de Hermanas del Servicio Doméstico (el nombre actual de la Congregación, después de varios cambios es “Religiosas de María Inmaculada”). La joven fundadora vivió en aquella jornada la felicidad de ver nacer la nueva Congregación y el sufrimiento que le proporcionaba la negativa de sus padres. Un mes más tarde, el 16 de julio, fueron admitidas otras seis jóvenes. Santa Vicenta María, respondiendo a la llamada del entonces canónigo del Pilar y más tarde cardenal, D. Antonio María Cascajares, fundó en Zaragoza (7.XII.1876) el segundo colegio para sirvientas. Antes de que se cumpliera un año de la fundación, la Madre Fundadora, abre la tercera casa en Jerez de la Frontera (2.VI.1877). Las dificultades se van sucediendo, las nuevas vocaciones van llegando lentamente, los medios económicos escasean, Santa Vicenta María se ve afectada por la tuberculosis desde marzo de 1879, pero íntimamente persuadida de que la obra es de Dios y en Él hemos de poner nuestra confianza, no ahorró esfuerzos ni sacrificios en sus tareas de formación de las religiosas y expansión de la Congregación.  A la muerte de su madre, doña María Nicolasa Vicuña (24.XI.1883), traslada a su padre a la cada de Madrid donde vivirá hasta su muerte (5.VIII.1888). La cuarta casa la abre en Sevilla (14.III.1885) a instancias del jesuita, P. Celestino Suárez en el convento de San Benito cedido por el Sr. Arzobispo, D. Ceferino González y García Tuñón. Tres años más tarde (1.III.1888) inaugura otra casa en Barcelona, gracias al celo y desprendimiento económico de la sierva de Dios doña Dorotea de Chopitea y Villota. La última de las fundaciones, realizada en Burgos (7.XII.1889) la siguió en todos sus detalles desde Barcelona, donde la retuvieron los trámites para la compra de un terreno para edificar la casa. Postrada en cama por el estado de debilidad a que la había reducido su enfermedad, pronunció la formula de su profesión perpetua el 31 de julio de 1890, a las cinco y media de la mañana. Dos horas más tarde participó en la capilla de la primera celebración de este tipo que se tenía en la Congregación para recibir la profesión de nueve compañeras suyas.  En sus apuntes de Ejercicios de 1868, había escrito “si vivimos bien, la muerte será el principio de la vida”. La última etapa de su vida es de un dolor intenso y continuado, pero también de una serenidad y alegría que encuentran todo su sentido en el sometimiento a la voluntad de Dios: “¿Lo queréis Vos, Dios mío? Pues yo también lo quiero” y “Lo que Vos queráis, Señor, lo que Vos queráis, no quiero anteponer mi querer al vuestro” fueron expresiones que repitió a menudo. Eran las dos menos cuarto de la tarde del día 26 de diciembre de 1890 cuando, después de haber bendecido por primera vez a sus Religiosas, tomó en sus manos el Crucifijo y una estampa de la Virgen y, mientras una sonrisa se dibujaba en su rostro, entregó su espíritu al Creador. Introducida la causa para su beatificación y canonización (19.II.1915), fue proclamada beata por el Papa Pío XII el 19.II.1950 y canonizada por el Papa Pablo VI el 25.V.1975. Su fiesta litúrgica se celebra el día 25 de mayo.

Nicodemo o Consagrado, Santo

Fundador, 26 de dezembro

Etimologicamente significa “vencedor de um povo”. Vem da língua alemã. Dice Isaías: “En una visión, Isaías oyó la voz del Señor que decía: ¿A quién enviaré? Y él contestó: Aquí estoy, envíame”. El santo de hoy nació en Procope, Serbia, hacia el año 1330 y murió en Tismana, Rumania, en el 1404. Estuvo durante mucho tiempo en el monasterio de Atos buscando la manera de santificarse. Volvió a Serbia a requerimientos del obispo y de las autoridades. Cuando se dio cuenta de que lo querían nombrar obispo y patriarca dela Iglesia de Serbia, se fue corriendo a Rumanía.
Su gran mérito, entre otros, fue la fundación de monasterios en este país – que iba a perder su independencia posteriormente. Estos centros de espiritualidad serán más tarde los focos de verdaderos hogares cristianos y los bastiones contra la influencia islámica. Tuvo que dedicar gran parte de su tiempo a luchar contra los intrusos. No obstante, seguía fundando monasterios hasta el año 1387, que fundó el último. Hoy es la célebre abadía de Tismana, en la que él murió. Desde entonces, los rumanos van cada año en peregrinación para rezarle y darle gracias por el valor que tuvo en impedir la invasión musulmana. Estuvo, como Isaías, dando respuestas positivas a Dios en cuanto le ordenara en el interior de su corazón y en su continua unión con él mediante la plegaria.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!
“No todas las preguntas merecen respuesta” (Siro).

92651 > Beate Agnese Phila, Lucia Khambang e 4 compagne Protomartiri della Tailândia MR
83250 >
San Dionigi (o Dionisio) Papa  MR
83240 >
Sant' Eutimio di Sardi Vescovo e martire  MR
91209 >
Sant' Evaristo di Costantinopoli Abate 
94347 >
Beato Giovanni Orsini Vescovo 
91637 >
Beato Pagano di Lecco Domenicano 
94826 >
Beato Pietro Boffet Martire mercedario 
22175 >
Santa Famiglia di Gesù, Maria e Giuseppe(celebrazione mobile) - Festa MR
36250 >
Beato Secondo Pollo Sacerdote e martire MR
22050 >
Santo Stefano Primo martire- Festa MR
91161 >
Santa Vincenza Maria Lopez y Vicuna  MR
83230 >
San Zenone di Maiuma Vescovo  MR
91633 >
San Zosimo Papa  MR

www.santiebeati.it  -  www.es.catholic  -  www.jesuitas.pt

 

António Fonseca