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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Nº 1231–29 DE DEZEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

 

SÃO TOMÁS BECKET

Arcebispo (1117-1170)

Tomás Becket, Santo

Tomás Becket, Santo

Bispo e mártir

Em 1155, Henrique II, rei de Inglaterra e de parte da França, nomeou seu chanceler Tomás Becket. Oriundo da Normandia, onde nasceu em 1117, e senhor de grande riqueza, era considerado um dos homens de maior capacidade de seu tempo. Compararam-no a Richelieu, com o qual na realidade nada se  parecia, pelas qualidades de homem de Estado e amor das grandezas. Ficou célebre a visita que fez, em 1158, a Luís VII, rei de França.Tendo atravessado a mancha em seis fragatas, com dois mil homens, Tomás Becket tomou o caminho de Paris, passando por várias cidades, precedido de duzentos e cinquenta músicos, rodeado de numerosos galgos e seguido de oito coches, puxados a seis cavalos cada um. Seguiam-se vários carros, com  o seu quarto de cama, cozinha, capela e baixela; depois, em soberbos alazões, centenas de escudeiros, cercando a fina flor da nobreza, recamada de oiro e prata. Quando vagou a sé de Cantuária, Henrique II nomeou para ela o chanceler.

Tomás Becket, Santo

Tomás Becket, Santo

Tomás foi ordenado sacerdote a 1 de Junho de 1162 e sagrado bispo dois depois. Desde então, passou a ser mais importante a seguir ao rei e mudou inteiramente de vida, convertendo-se num dos prelados mais austeros. Convencido de o cargo de primeiro ministro e o de príncipe de Inglaterra serem incompatíveis, pediu a demissão de chanceler, o que descontentou muito o rei. Henrique II ficou ainda mais aborrecido quando, em 1164, por ocasião dos «concílios» de Clarendon e Northampton, o arcebispo tomou o partido do Papa contra ele. Tomás viu-se obrigado a fugir, disfarçado em irmão leigo, e foi procurar asilo em Compiègne, junto de Luís VII. Passou, a seguir, à abadia de Pontigny e depois à de Santa Comba, na região de Sens. Decorridos quatro anos, a pedido do Papa e do rei de França, Henrique II acabou por  consentir que Tomás regressasse a Inglaterra. Persuadiu-se de que poderia contar, daí em diante,  com a submissão cega do arcebispo, mas em breve reconheceu que muito se tinha enganado, pois este continuava a defender as prerrogativas da Igreja romana contra as pretensões régias. Desesperado, o rei exclamou um dia: «Malditos sejam os que vivem do meu pão e não me livram deste padre insolente». Quatro cavaleiros tomaram à letra estas palavras, que não eram sem dúvida mais que uma exclamação de desespero. A 29 de Dezembro de 1170, à tarde, vieram encontrar-se com Tomás no seu palácio, exigindo que ele levantasse as censuras que tinha imposto. Recusou-se a isso e foi com eles tranquilamente para uma capela lateral da sé. «Morro de boa vontade por Jesus e pela Santa Igreja», disse-lhes; e eles abateram-no com as espadas. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

SÃO GERARDO DE SAINT-WANDRILLE

Abade (assassinado em 1029)

S. Gerardo nasceu em França, pouco antes de 970, duma família de pequena nobreza. Enviado para as escolas de Chartres, seguiu lá os cursos de dois discípulos do ilustre Gerbert: primeiro, de Herbert, judeu convertido, de 984 a 996; e, depois, de Fulbert, o futuro bispo, a partir de 987. Herbert, feito monge, deu o hábito a Gerardo e, por 1001, encarregou-o da fundação de uma abadia. Gerardo tanto mereceu o apreço de Ricardo II, duque da Normandia, que recebeu dele o báculo de abade de Saint- Wandrille, e durante 23 anos deu lá os melhores exemplos de virtudes monásticas e de capacidade administrativa. Parece ter aí introduzido certos usos e algumas particularidades da liturgia de Chartres. Por 1024, provocou provavelmente os avisos do Beato Ricardo, reformador dos mosteiros lorenos. Reconstruiu a igreja (incendiada em 1284) o refeitório, que ainda se conserva, promoveu o culto de S. Vulfrano e reconheceu as suas relíquias; e, ajudado pelo seu prior, S. Gradulfo, construiu uma abadia em Ruão. Durante a noite de 29 para 30 de Novembro de 1029, foi assassinado durante o sono por um  monge, irritado com as observações dele e excitado pelo conflito que então opunha o abade ao tirânico duque Roberto I. Os religiosos de Saint-Wandrille consideraram-no como mártir, “pois morreu pela verdade”, e dedicaram-lhe um culto que, de privado, se tornou público. As suas relíquias foram descobertas em 1671. Foi honrado, só em Saint-Wandrille, até à Revolução francesa. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

• Juan Bautista Ferreres Boluda, Beato
Dezembro 29 Mártir Jesuíta

Juan Bautista Ferreres Boluda, Beato

Juan Bautista Ferreres Boluda, Beato

Martirológio Romano: Na localidade de San Miguel de los Reyes, na mesma região, beato Juan Bautista Ferreres Boluda, presbítero da Companhia de Jesús e mártir, que durante a perseguição contra a fé em Espanha, imitando a paixão de Cristo, conseguiu a palma do martírio (1936).
Padre Juan Bautista Ferreres Boluda nasceu em Olleira (Valência) em 27 de novembro de 1861 e entrou na Companhia de Jesús em 1888, onde se fez sacerdote.  Era mestre de Teologia Moral e de Direito Canónico no teologado de Sarriá.  Morreu em Valência no lugar chamado “Picadero Paterna” em 29 de dezembro de 1936 em consequência dos maus tratos recebidos.  Tinha 75 anos.

• David, Santo
Dezembro 29 Rei e Profeta

David, Santo

David, Santo

Rei, antepassado de Jesus

Martirológio Romano: Comemoração de santo David, rei e profeta, filho de Jessé betlehemita, que encontrou graça ante Deus e foi ungido com o santo óleo pelo profeta Samuel para reger o povo de Israel. Mudou para a cidade de Jerusalém a arca do Senhor, e o Senhor lhe jurou que sua descendência permaneceria para sempre, porque dele nasceria Jesus Cristo segundo a carne.
Etimologia: David = aquele que é amado, é de origem hebraica.
En la Biblia, el nombre de David sólo lo ostenta el segundo rey de Israel, el bisnieto de Booz y Rut (Rut 4 18 ss.). Era el más joven de los ocho hijos de Isaí, o Jesé (I Reyes 16 8; cf. I Cro 2 13), un pequeño propietario de la tribu de Judá que habitaba en Belén, dónde nació David. Nuestro conocimiento de la vida y características de David se deriva exclusivamente de las páginas de Sagrada Escritura (ver I R 16; II R 2; I Cro 2, 3 y 10-19; Rut 4 18-22) y los títulos de muchos Salmos. Según la cronología usual, David nació en 1085 y reinó de 1055 a 1015 a.C. Recientes escritores han datado su reinado, deduciéndolo de inscripciones asírias, unos 30 ó 50 años más tarde. Por las limitaciones, no es posible dar más que un esbozo de los eventos de su vida y una simple estimación de sus características y su importancia en la historia del pueblo elegido, como rey, salmista, profeta e imagen del Mesías.  La historia de David se divide en tres períodos: (1) antes de su elevación al trono; (2) su reinado, en Hebrón sobre Judá y en Jerusalén sobre todo Israel, hasta su pecado; (3) su pecado y sus últimos años. Aparece primero en la historia sagrada como un joven pastor que cuidaba los rebaños de su padre en los campos cercanos a Belén, "rubio, de bellos ojos y hermosa presencia”.  Samuel, el profeta y último de los jueces, fue enviado a ungirlo en lugar de Saúl. a quien Dios había rechazado por su desobediencia. Los relatos de David no parecen haber reconocido la importancia de esta unción que lo marcó como sucesor al trono después de la muerte de Saúl.  Durante un período de enfermedad, cuando un espíritu maligno atormentaba a Saúl, David fue llevado a la corte para aliviar al rey tocando el arpa. Ganó la gratitud de Saúl y lo puso al frente del ejército, pero su estancia en la corte fue breve. Más tarde, mientras sus tres hermanos mayores estaban en el campo, luchando bajo Saúl contra los Filisteos, David fue enviado al campamento con algunos comestibles y regalos; allí oyó las palabras con las que el gigante, Goliat de Gat, desafiaba a todo Israel a un combate singularizar y él se ofreció para matar al filisteo con la ayuda de Dios. Su victoria sobre Goliat provocó la derrota del enemigo. Las preguntas de Saúl a Abner en este momento, parecen implicar que él nunca había visto antes a David, sin embargo, como hemos visto, David ya había estado en la corte. Se han hecho varias conjeturas para explicar esta dificultad. Como el pasaje hace pensar en una contradicción en el texto hebreo, es omitido por la traducción de los Setenta, algunos autores han aceptado el texto griego en preferencia al hebreo. Otros suponen que el orden de las narraciones se ha confundido en nuestro texto hebreo actual. Un solución más simple y más probable mantiene que, en la segunda ocasión, Saúl sólo preguntó a Abner por la familia de David y sobre su infancia. Antes no había prestado atención a estas cosas.  La victoria de David sobre Goliat le ganó la amistad entrañable de Jonatán, el hijo de Saúl. Obtuvo un lugar permanente en la corte, pero su gran popularidad y las imprudentes canciones de las mujeres excitaron los celos del rey, que intentó matarlo en dos ocasiones. Como jefe de mil hombres buscó nuevos riesgos para ganar la mano de Merab, la hija mayor de Saúl: pero, a pesar de la promesa del rey, fue dada a Adriel de Mejolá. Mical, la otra hija de Saúl, estaba enamorada de David, y, con la esperanza de que finalmente fuera muerto por los Filisteos, su padre prometió dársela en matrimonio, con tal de que David matara a cien Filisteos. David tuvo éxito y se caso con Mical. Este éxito, sin embargo, hizo temer más a Saúl y finalmente le indujo a ordenar que debiera matarse a David. Por mediación de Jonatán fue perdonado durante un tiempo, pero el odio de Saúl le obligó finalmente a huir de la corte.  Primero fue a Ramá y desde allí, con Samuel, a Nayot. Los grandes esfuerzos de Saúl por asesinarlo eran frustrado por la interposición directa de Dios. Una entrevista con Jonatán le convenció de que la reconciliación con Saúl era imposible y de que, para el resto del reino, él era un desterrado y un bandido. En Nob, David y sus compañeros fueron armados por el sacerdote Ajimélec, que después fue acusado de conspiración y asesinado con todos sus sacerdotes. De Nob, David fue a la corte de Aquis, rey de Gat, de donde escapó de la muerte fingiendo locura. En su retorno se convirtió en cabeza de una banda de aproximadamente cuatrocientos hombres, algunos parientes suyos otros entrampados y desesperados, que se reunieron en la cueva o refugio de Adulán. Poco tiempo después su número llegó a seiscientos. David liberó la ciudad de Queilá de los filisteos, pero fue obligado a huir de nuevo de Saúl. Su siguiente morada fue el desierto de Zif, memorable por la visita de Jonatán y por la alevosía de los zifitas que avisaron al rey. David se libró por la llamada a Saúl para rechazar un ataque de los filisteos. En los desiertos de Engadí estuvo de nuevo en gran peligro; pero, cuando Saúl estaba a su merced, él generosamente le perdonó la vida. La aventura con Nabal, el matrimonio de David con Abigail, y una segunda ocasión rehusada de matar a Saúl, fueron seguidas por la decisión de David de ofrecer sus servicios a Aquis de Gat y así poner fin a la persecución de Saúl. Como vasallo del rey filisteo, se estableció en Sicelag, desde donde hizo incursiones a las tribus vecinas, devastando sus tierras y no dejando con vida hombre ni mujer. Pretendiendo que estas expediciones eran contra su propio pueblo de Israel, se aseguró el favor de Aquis. Sin embargo, cuando los filisteos se prepararon en Afec para emprender la guerra contra Saúl, los otros príncipes no fueron partidarios de confiar en David, y él regresó a Sicelag. Durante su ausencia había sido atacada por los amalecitas. David los persiguió, destruyó sus fuerzas y recuperó todo su botín. Entretanto había tenido lugar la fatal batalla en el monte de Gelboé, en la que Saúl y Jonatán fueron muertos. La elegía conmovedora, que se conserva para nosotros en II Reyes 1, es un arranque de pesar de David por su muerte.  Por mandato de Dios, David, que tenía ahora treinta años, subió a Hebrón para reclamar el poder real. Los hombres de Judá lo aceptaron como rey y fue ungido de nuevo, solemne y públicamente. Por influencia de Abner, el resto de Israel permanecía fiel a Isbóset, hijo de Saúl. Abner atacó las fuerzas de David, pero fue derrotado en Gabaón. La guerra civil continuó durante algún tiempo, pero el poder de David aumentaba continuamente. En Hebrón tuvo seis hijos: Amnón, Quilab, Absalón, Adonías, Sefatías, y Yitreán. Como resultado de una riña con Isbóset, Abner hizo maniobras para llevar a todo Israel bajo el poder de David; sin embargo, fue alevosamente asesinado por Joab, sin el consentimiento del rey. Isbóset fue asesinado por dos benjamitas y David fue aceptado por todo Israel y ungido rey. Su reinado en Hebrón sobre Judá había durado siete años y medio.  David tuvo éxito en sus sucesivas guerras, haciendo de Israel un estado independiente y provocando que su propio nombre fuera respetado por todas las naciones circundantes. Una notable hazaña fue, al principio de su reinado, la conquista de la ciudad jebusita de Jerusalén, a la que hizo capital de su reino, “la ciudad de David”, el centro político de la nación. Construyó un palacio, tomó más esposas y concubinas, y engendró más hijos e hijas. Habiéndose liberado del yugo de los filisteos, resolvió hacer de Jerusalén el centro religioso de su pueblo, transportando el Arca de la Alianza (ver artículo) desde Baalá (Quiriat Yearín). La trajo a Jerusalén y la puso en la nueva tienda construida por el rey. Después, cuando propuso construir un templo para ella, le fue dicho, por el profeta Natán, que Dios había reservado esta tarea para su sucesor. En premio a su piedad, le fue hecha la promesa de que Dios le construiría a una casa y establecería su reino para siempre.  No hay detalles sobre las diversas guerras emprendidas por David; sólo tenemos algunos hechos aislados. La guerra con los amonitas es recordada de un modo más completo porque, cuando su ejército estaba en el campo durante esta campaña, David cometió los pecados de adulterio y asesinato, atrayendo por ello grandes calamidades para él y su casa. Estaba entonces en la plenitud de su poder, era un gobernante respetado por todas las naciones, del Eufrates al Nilo. Después de su pecado con Betsabé y el asesinato indirecto de Urías su marido, David la convirtió en su esposa. Pasço un año de arrepentimiento por su pecado, pero su contrición fue tan sincera que Dios le perdonó; aunque, al mismo tiempo, le anunció los severos sufrimientos que le sucederían. El espíritu con que David aceptó estas penas lo ha hecho en todo tiempo modelo de penitentes. El incesto de Amnón y el fratricidio de Absalón (ver artículo) trajeron la vergüenza y la aflicción a David. Absalón permaneció tres años en el destierro. Cuando fue llamado de regreso, David lo mantuvo en desgracia durante dos años más y entonces le restauró a su anterior dignidad, sin ninguna señal de arrepentimiento. Molesto por el tratamiento de su padre, Absalón se consagró durante los siguientes cuatro años a seducir a la gente y finalmente se proclamó rey en Hebrón. David fue cogido por sorpresa y obligado a huir de Jerusalén. Las circunstancias de su huída se narran en la Escritura con gran simplicidad y patetismo. El rechazo de Absalón del consejo de Ajitófel y su consecuente retraso en la persecución del rey, hizo posible a éste último reunir sus fuerzas y vencer en Majanáin dónde Absalón murió. David retornó triunfante a Jerusalén. Una gran rebelión bajo Seba fue reprimida rápidamente en el Jordán. En este punto de la narración de II de Reyes leemos que “hubo hambre, en los días de David, durante tres años consecutivos”, en castigo por el pecado de Saúl contra los gabaonitas. A su llamada, siete de la familia de Saúl fueron entregados para ser crucificados. No es posible fijar la fecha exacta de la hambruna. En otras ocasiones, David mostró gran compasión con los descendientes de Saúl, sobre todo con Mefibóset, el hijo de su amigo Jonatán. Después de una breve mención de cuatro expediciones contra los filisteos, el escritor sagrado recuerda un pecado de orgullo por parte de David en su resolución de hacer un censo del pueblo. Como penitencia por este pecado, se le permitió escoger entre hambre, derrotas o peste. David escogió la tercera y en tres días murieron 70.000. Cuando el ángel estaba a punto de golpear Jerusalén, Dios se apiadó y cesó la peste. David fue enviado a ofrecer un sacrificio en la era de Arauná, el lugar del futuro templo.  Los últimos días de David fueron perturbados por la ambición de Adonías, cuyos planes para la sucesión fueron frustrados por Natán, el profeta, y Betsabé, la madre de Salomón. El hijo que nació después del arrepentimiento de David, fue elegido con preferencia sobre sus hermanos mayores. Para asegurarse que Salomón le sucedería en el trono, David lo había ungido públicamente. Las últimas palabras recogidas del anciano rey son una exhortación a Salomón a ser fiel a Dios, premiar a los sirvientes fieles y para castigar a los malos. David falleció a la edad de setenta años, tras haber reinado en Jerusalén treinta y tres años. Fue enterrado en el Monte Sión. San Pedro dice que su tumba todavía existía en el día de Pentecostés, cuando el Espíritu Santo descendió sobre los Apóstoles (Hch 2 29). David es honrado por la Iglesia como un santo. Se le cita en el Martirologio romano, el 29 de diciembre.  El carácter histórico de las narraciones sobre la vida de David ha sido atacado principalmente por escritores que han desatendido el propósito del narrador de I Cro. Este pasa por encima los acontecimientos que no están relacionadas con la historia del Arca. En los Libros de los Reyes se narran los eventos principales, buenos y malos. La Biblia recuerda los pecados de David y sus debilidades sin excusa ni paliativos, pero también recuerda su arrepentimiento, sus actos de virtud, su generosidad hacia Saúl, su gran fe y su piedad. Los críticos que han juzgado duramente su carácter no han considerado las circunstancias difíciles en las que vivió o los modales de su edad. No es crítico ni científico exagerar sus faltas o imaginar que toda la historia es una serie de mitos. La vida de David fue un momento importante en la historia de Israel. Fue el fundador real de la monarquía, la cabeza de la dinastía. Escogido por Dios “como un hombre según Su propio corazón”, David fue probado en la escuela del sufrir durante los días de destierro y se convirtió en un renombrado líder militar. A él es debida la completa organización del ejército. Dio una capital, una corte y un gran centro de culto religioso, a Israel. La pequeña banda de Adulán se convirtió en el núcleo de una eficiente fuerza. Cuando fue proclamado rey de todo Israel, tenía 339.600 hombres bajo su mando. En el censo se cuentan 1.300.000 capaces de empuñar un arma. Un ejército dispuesto, que constaba de doce cuerpos, cada uno con 24.000 hombres, que se turnaban para servir durante un mes cada vez, en la guarnición de Jerusalén. La administración de su palacio y su reino exigió un gran séquito de sirvientes y oficiales. Sus diferentes funciones están fijas en I Cro 27. El rey mismo ejerció la función de juez, aunque posteriormente los levitas fueron designados para este propósito, así como otros oficiales menores.  Cuando el Arca fue llevada a Jerusalén, David emprendió la organización del culto religioso. Las funciones sagradas se confiaron a 24.000 levitas; además 6.000 fueron escribas y jueces, 4.000 porteros, y 4.000 cantores. Organizó las diversas partes de los ritos, y asignó a cada sección sus tareas. Los sacerdotes estaban divididos en veinticuatro familias; los músicos en veinticuatro coros. A Salomón había sido reservado el privilegio de construir la casa de Dios; pero David hizo amplias preparaciones para el trabajo reuniendo tesoros y materiales, así como transmitiendo a su hijo un plan para el edificio y todo sus detalles. Se nos relata en I Cro., cómo exhortó a su hijo Salomón para llevar a cabo este gran trabajo y dio a conocer a la asamblea de jefes la importancia de las preparaciones.  La parte más importante de los trabajos del templo, musicada y cantada, como compuso David, está rápidamente explicada con sus habilidades poéticas y musicales. Su habilidad para la música se recuerda en I Reyes, 16 18 y Amós 6 5. Se encuentran poemas compuestos por él en II Reyes, 1, 3, 22 y 23. Su conexión con el Libro de Salmos, muchos de los cuales se atribuyen expresamente a diferentes situaciones de su carrera, fue tomada para atribuirle por parte de muchos, en los últimos tiempos, todo Salterio. La paternidad literaria de estos himnos y las cuestiones acerca de en qué medida pueden ser considerados un medio para proporcionar material ilustrativo sobre la vida de David, se trata en el artículo los SALMOS.  David no fue meramente un rey y gobernante, también fue un profeta. “El espíritu del Señor ha hablado por mi y su palabra por mi lengua” (II Reyes, 23 2), es una declaración directa de inspiración profética en el poema allí recordado. San Pedro nos dice que era un profeta (Hch 2 30). Sus profecías están inmersas en los Salmos literalmente mesiánicos que compuso y en las “últimas palabras de David” (II R 23). El carácter literal de estos Salmos Mesiánicos se indica en el Nuevo Testamento. Ellos se refieren al sufrimiento, la persecución y la liberación triunfante de Cristo, o a las prerrogativas conferidas a Él por el Padre. Además de estas profecías directas, el propio David siempre ha sido considerado como un modelo del Mesías. En esto la Iglesia siguió las enseñanzas de los profetas del Antiguo Testamento. El Mesías sería el gran rey teocrático; David, el antepasado del Mesías, era un rey según el corazón de Dios. Se atribuyen sus cualidades y su mismo nombre al Mesías. Episodios en la vida de David son considerados por los Padres como prefiguración de la vida de Cristo; Belén es el lugar de nacimiento de ambos; la vida de pastor de David apunta hacia Cristo, el Buen Pastor; las cinco piedras escogidas para matar a Goliat son tipo de las cinco llagas; la traición por su consejero de confianza, Ajitófel, y el pasaje en el Cedrón nos recuerda la Sagrada Pasión de Cristo. Muchos de los Salmos davídicos, tal y como los comprendemos, desde el Nuevo Testamento, son claramente el anuncio del futuro Mesías.

• Enrique Juan Requena, Beato
Dezembro 29 Sacerdote e Mártir

Enrique Juan Requena, Beato

Enrique Juan Requena, Beato

Martirológio Romano: No povo de Picadero de Paterna, na região de Valência, Espanha, beatos mártires Enrique Juan Requena, presbítero, e José Perpiñá Nácher, os quais lutaram nobremente por Cristo (1936).
Etimologia: Enrique = Aquele que é chefe de lar. É de origem germânica.
Enrique Juan Requena nasceu em Aielo de Malferit, em Espanha, em 19 de Janeiro de 1883 e foi sacerdote da Arquidiocese de Valência.  Ao estalido da guerra civil e a feroz perseguição religiosa que atravessou Espanha, foi chamado a testemunhar com sangue sua fé em Cristo. Foi executado por conseguinte perto de Picadero Paterna em 29 de dezembro de 1936 junto com José Aparício Sanz e José Perpiña Nácher.
O Papa João Paulo II o beatificou em 11 março de 2001 com outras 232 vítimas da mesma perseguição.

• José Aparício Sanz, Beato
Dezembro 29 Sacerdote e Mártir

José Aparicio Sanz, Beato

José Aparício Sanz, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Paterna, na região de Valência, em Espanha, beato José Aparício Sanz, presbítero e mártir, que derramou seu sangue por Cristo quando receava a perseguição contra a fé (1936).
O P. José Aparício Sanz nasceu em 12 de março de 1893 em Enguera. Seus pais foram Manuel Aparicio Sanz e Leonor Sanz Sanz, que o educaram num ambiente profundamente cristão, dando sinais desde muito menino de piedade e vocação sacerdotal. Logo depois de finalizar seus estudos secundários, ingressou no Colégio de Vocações Eclesiásticas de São José, de Valência. Depois passou ao Seminário Conciliar Central de Valência, que então tinha o posto de Universidade Pontifícia, onde foi um seminarista modelo tanto por sua aplicação ao estudo como por suas virtudes.Foi ordenado sacerdote em 17 de junho de 1916 pelo bispo de Segorbe, o também Servo de Deus frei Luis Amigó Ferrer. Em 30 do mesmo mês celebrou sua primeira Missa em sua paróquia natal, a arciprestal de San Miguel de Enguera. Exerceu seu primeiro ministério sacerdotal na vigaria de Benalí, onde, além de seu bom exemplo, deixou a recordação da reconstrução da igreja e da casa abadia.
En 1917 fue trasladado a Santa María de Oliva, como coadjutor, y, al tratarse de una parroquia mayor, pudo tener más campo para desarrollar sus actividades en todos los sectores de la pastoral, añadiendo a ello el alto espíritu de caridad que demostró durante la epidemia de gripe del año 1918, que afectó gravemente a numerosas poblaciones valencianas. Más tarde pasó a Luchente, parroquia de la que tomó posesión el 16 de octubre de 1921 y lugar apropiado para el desarrollo de su profunda devoción eucarística. Tal vez desde entonces comenzó a firmar sus escritos como director espiritual de almas y escritor místico con el título de "Centinela de mi Sagrario". De este pueblo, santificado por el prodigio de los Corporales de Daroca, hizo un centro de irradiación y atracción eucarísticas. En 1930, cuando tenía 37 años, fue nombrado arcipreste de su población natal, Enguera, parroquia que dirigió hasta coronar su vida de apóstol con el martirio. Fue en esta parroquia donde culminó su trabajo pastoral iniciado anteriormente en otros pueblos, y en todos los campos, aspectos y matices del apostolado dejó huellas indelebles de la fuerza de su espíritu. Al estallar la revolución española de 1936, el P. José Sanz reaccionó como verdadero sacerdote católico. El 11 de octubre de 1936 fue detenido por unos milicianos en casa de su familia, siendo trasladado a la Cárcel Modelo donde encontró a otros feligreses. Estos feligreses le pidieron al P. Sanz que interceda y pida clemencia al Comité de Enguera, que los habaía encarcelado, al estar cerca las fiestas navideñas. El sacerdote accedió y el resultado fue que pusieron en libertad a unos y a otros les martirizaron, entre ellos el fiel sacerdote. Durante los meses que permaneció en cautiverio, el P. Sanz animó a sus compañeros a sufrir el martirio por Cristo y a perdonar de corazón a sus ejecutores, pues la recompensa del "cielo" estaba esperando por ellos. Fue ejecutado el 29 de diciembre de 1936 en Paterna. Sus restos descansan en la Capilla del Santísimo de la parroquia de Enguera.

• José Perpiñá Nácher, Beato
Dezembro 29 Mártir Laico

José Perpiñá Nácher, Beato

José Perpiñá Nácher, Beato

Martirológio Romano: No povo de Picadero de Paterna, na região de Valência, Espanha, beatos mártires Enrique Juan Requena, presbítero, y José Perpiñá Nácher, os quais lutaram nobremente por Cristo (1936).
José Perpiña Nácher, fiel laico, nació el 22 de febrero de 1911 en Sueca, cerca de Valencia -España.
Fue bautizado el 25 de Febrero 25 de 1911 y recibió la primera comunión por el mes de mayo de 1919, siempre en la iglesia de la parroquia de San Pedro Apóstol de su ciudad natal. Telegrafista de profesión, prestó sus servicios en la nave “Buenos Aires”.  Graduado en Jurisprudencia, lo hicieron secretario del Sindicato de la Policía Rural.  Trabajó mucho por los pobres, sobre todo como abogado sin cobrar por sus servicios.  Se uniò a Acción Católica y a la Adoración Nocturna.  Hombre muy devoto, era usual que recibiera la Eucaristía periódicamente y lo distinguió por servir a su comunidad como catequista y periodista.  En abril 22 de 1935 se casó con Francisca Bosch Pieva en la iglesia de la parroquial de la Santísima Virgen de Sales, pero la relación duró desgraciadamente muy poco. Con el estallido de la guerra civil y la feroz persecución religiosa que la caracterizò,fue arrestado el 3 de septiembre de 1936 y el 29 de diciembre siguiente sufrió el martirio por odio a la fe cristiana en el Picadero Paterna.  Junto a él también murieron José Aparicio Sanz y Enrique Juan Requena.  El Papa Juan Pablo II lo beatificò el 11 de marzo de 2001 con otras 232 víctimas de la misma persecución.

• Gerardo Cágnoli de Valenza, Beato
Dezembro 29 Franciscano

Gerardo Cágnoli de Valenza, Beato

Gerardo Cágnoli de Valenza, Beato

Martirológio Romano: Em Palermo, de Sicília, beato Gerardo Cagnoli, religioso da Ordem de Irmãos Menores, que durante muito tempo fez vida eremítica (1342).
O culto que desde tempo imemorial se tributava em Palermo e outras partes, a este franciscano, foi confirmado por Pío X em 13 de maio de 1908.
Gerardo nació hacia 1270. Era el único vástago de una noble familia del norte de Italia. A los diez años de edad perdió a su padre. Su madre murió algunos años después.  Resistió a los consejos de sus parientes que querían casarlo y, distribuyó sus bienes entre los pobres.  Hasta los cuarenta años, vivió como ermitaño en los sitios más inhospitalarios de Sicilia.  A principios del siglo XIV, se habló mucho de la santidad y milagros de San Luis de Anjou, quien había renunciado al trono que le esperaba para hacerse franciscano.  Gerardo, tomándole por patrono, ingresó en la misma orden alrededor de 1310.  La sencillez y devoción con que cumplió sus deberes de hermano lego, fueron la admiración de todos.  Un día de fiesta, cuando él era cocinero del convento, se quedó absorto en oración y se olvidó de preparar la comida. Cuando a media mañana el guardián se enteró de que ni siquiera había encendido el fuego, reprendió al hermanito por su descuido. Sin inmutarse por ello, Gerardo se dirigió a la cocina. Asistido por un joven desconocido, de radiante belleza, consiguió preparar, para la hora fijada, el banquete más delicioso que la comunidad había jamás probado.  A la intercesión del Beato Gerardo se atribuyeron muchos milagros. Por ejemplo, en una ocasión, encontró llorando a un niño que había roto una jarra de cristal que llevaba a su madre; el hermano Gerardo recogió los fragmentos, los bendijo y entregó al niño la jarra en perfecto estado.  Para los milagros de curación empleaba el aceite de la lámpara del altar de su patrono, San Luis. Vivía a pan y agua, dormía sobre una tabla, se disciplinaba hasta sacarse sangre y, con frecuencia, era arrebatado en éxtasis a varios palmos sobre el suelo, rodeado de un halo luminoso.  Dios le llamó a Sí el 29 de diciembre de 1345. Los restos mortales del Beato Gerardo Cágnoli reposan en el templo de San Francisco en Palermo, a pocos pasos de la puerta del convento que por largos años fue testigo de su santidad.

• Guillermo (William) Howard, Beato
Dezembro 29 Mártir

Guillermo (William) Howard, Beato

Guillermo (William) Howard, Beato

Martirológio Romano: Em Londres, em Inglaterra, beato Guillermo Howard, mártir, que, sendo visconde de Stanford, professou a fé católica e por isto foi acusado de conspiração contra o rei Carlos II, morrendo degolado por amor a Cristo (1680).
Naciò el 30 de Noviembre de 1614.
Nieto de San Felipe Howard, siendo vizconde de Stafford, profesó la fe católica y por esto fue acusado de conspiración contra el rey Carlos II, encarcelado en la tristemente celebre Torre de Londres.
Muriendo degollado nn Londres, Inglaterra el 29 de Diciembre de 1680.

Outros Santos e Beatos
Dezembro 29 Completando o santoral deste dia

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

Santo Trófimo, bispo

Em Arlés, da Provenza, na Gália, santo Trófimo, considerado como o primeiro bispo de esta cidade (s. III).

 
Santo Libosio, bispo e mártir

Em Cartago, santo Libosio, bispo de Vaga e mártir, que no concílio de Cartago afirmou acerca do baptismo dos hereges: Cristo disse no Evangelho: Eu sou a verdade, e não disse: Eu sou o costume (c. 258).

Santo Martiniano, bispo

Em Milão, da Ligúria, santo Martiniano, bispo (c. 431).

Santo Marcelo, abade

Em Constantinopla, santo Marcelo, abade do mosteiro dos Acemetes no  Bósforo, onde dia e noite, sem parar, se cantavam salmos (c. 480).

Santo Ebrulfo, abade

Em Oroër, de Neustria, santo Ebrulfo, abade do mosteiro de Saint-Fuscien, em tempo do rei Childerberto (c. 596).


Santa Benedicta Ion Kyong-nyon

e seis companheiros, mártires

Em Seul, de Coreia, santa Benedicta Ion Kyong-nyon, viúva e catequista, e seis companheiros, mártires, todos os quais sofreram muitos suplícios por causa do nome de cristão, acabando degolados (839). Seus nomes são: são Pedro Ch’oe Ch’ang-hub, catequista; Bárbara Cho Chungi, viúva de são Sebastián Nam I-gwam; Magdalena Han Yong-i, viúva; Isabel Chong Chong-hye, virgem, filha de santa Cecilia Yu So-sa e irmã de são Paulo Chong Hasang; Bárbara Ko Sun-i, mulher de santo Agustín Pak Chong-won; e Magdalena Yi Yongdog, virgem, irmã de santa Catalina Yi.

83360 > Sante Benedetta Hyon Kyong-nyon e compagne Martiri  MR
83350 >
San Davide Re  MR
83355 >
Sant' Ebrulfo (Ebrolfo) di Ouche Abate  MR
93247 >
Beato Enrico (Enrique) Juan Requena Sacerdote e martire  MR
94828 >
Beato Francesco Ruiz Martire mercedario 
83325 >
Beato Gerardo Cagnoli  MR
93199 >
Beato Giovanni Battista Ferreres Boluda Sacerdote gesuita, martire  MR
93248 >
Beato Giuseppe (José) Perpina Nacher Giovane laico, martire  MR
93211 >
Beato Guglielmo Howard Visconte di Stafford, martire  MR
93256 >
Beato Josè Aparicio Sanz Sacerdote e martire  MR
83335 >
San Liboso Vescovo e Martire  MR
83345 >
San Marcello l'Acemeta Abate  MR
83340 >
San Martiniano di Milano Vescovo  MR
30550 >
San Tommaso Becket Vescovo e martire  - Memoria Facoltativa MR
83330 >
San Trofimo di Arles Vescovo  MR

www.santiebeati.it; www.es.catholic.; www.jesuitas.pt

António Fonseca

NATAL (em alta tecnologia)

Caros amigos leitores:

Através do jornal electrónico "PÁGINA UM" da Rádio Renascença que me é enviado todos os dias por e-mail, reparei num tezto de Opinião, escrito pelo Prof. Dr. Manuel Pinto, da Universidade do Minho, sobre
"Um grande fenómeno neste Natal" em que uma agência de marketing lisboa "Excentric" idealizou uma "HISTÓRIA DIGITAL DA NATIVIDADE" que foi enviada para todo o mundo por meio da Internet - Google, Twiter, etc., e já terá sido visto por mais de 200 000 pessoas. Quis juntar-me à lista e fazer a respectiva publicação do vídeo referido, e ei-lo pois aqui: 


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É curioso, interessante e não ofende...


Boas Festas

António Fonseca

Nº 1230–28 DE DEZEMBRO DE 2010–SANTOS DO DIA

 

OS SANTOS INOCENTES

Los Santos Inocentes

Os Santos Inocentes

Quando os Magos chegaram a Belém, guiados por uma estrela misteriosa, «encontraram o Menino com Maria e, prostrando-se, adoraram-No e, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentesouro, incenso e mirra -. E, tendo recebido aviso em sonhos para não tornarem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra. Tendo eles partido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: “Levanta-te, toma o Menino e sua mãe e foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o Menino para o matar”. E ele, levantando-se de noite, tomou o Menino e sua mãe, e retirou-se para o Egito.- E lá esteve até à morte de Herodes, cumprindo-se deste modo o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: “Do Egito chamarei o meu filho”. Então Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos Magos, irou-se em extremo e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e arredores, de dois anos para baixo, segundo a data que tinha averiguado dos Magos. Então se cumpriu o que estava predito pelo profeta Jeremias. “Uma voz se ouviu em Ramá, grandes prantos e lamentações: Raquel chorando os seus filhos, sem, admitir consolação, porque já não existem”» (Mt 2, 11-20).

Los Santos Inocentes

Os Santos Inocentes

Quanto ao número dos assassinados, os Gregos e o jesuíta Salmerón (1612) diziam ter sido 14 000; os Sírios 64 000; o martirológio de Haguenau (Baixo Reno) 144 000. Calcula-se hoje que terão sido cerca de vinte ao todo. Foram muitas as Igrejas que pretenderam possuir relíquias deles. Na Idade Média, nos bispados que possuíam escola de meninos de coro, a festa dos Inocentes ficou sendo a destes. Começava nas vésperas de 27 de Dezembro e acabava nas do dia seguinte. Tendo escolhido entre si um «bispo», estes cantorzinhos apoderavam-se das estiolas dos cónegos e cantavam em vez deles. A este bispo improvisado competia presidir aos ofícios, entoar o Invitatório e o Te Deum e desempenhar outras funções que a liturgia reserva aos prelados maiores. Só lhes era retirado o báculo pastoral ao entoar-se o versículo do Magnificat: Derrubou os poderosos do trono, no fim  das segundas vésperas. Depois o «derrubado» oferecia um banquete aos colegas, a expensas do cabido, e voltava com eles para os seus bancos. esta extravagante cerimónia também esteve em uso em Portugal, principalmente nas comunidades religiosas (Viterbo, Elucidário. V. «Bispo dos Fátuos»). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic ¿Queres saber mais? Consulta ewtn e www.santiebeati.it

• Gaspar de Búfalo, São
Dezembro 28 Presbítero e Fundador,

Gaspar de Búfalo, San

Gaspar de Búfalo, San

Fundador dos Missionários do Precioso Sangue

Martirológio Romano: Em Roma, são Gaspar del Búfalo, presbítero, o qual lutou denodadamente pela liberdade da Igreja e, encarcerado, não cessou de conduzir aos pecadores pelo caminho recto, principalmente com a devoção ao preciosíssimo sangue de Cristo, em cuja honra fundou as Congregações de Missionários e de Irmãs. (1837)
Etimologicamente: Gaspar = Aquele que administra tesouros. Vem das línguas hebraica e persa.

Este santo nasceu em Roma em 1786. Era filho de um capitão. Foi ordenado sacerdote em 1808. Mas em 1809 Napoleão prendeu ao Sumo Pontífice Pio VII e então o Padre Gaspar e todos os sacerdotes que permaneceram fiéis ao Papa, foram desterrados. Em 1814, ao ser derrotado Napoleão, pôde voltar livre o Pontífice a Roma e também o Padre Gaspar voltou à cidade eterna, e viu que tendo estado a cidade vários anos sem sacerdotes, quase, havia muitíssimo trabalho que fazer em confissões e pregações e em tratar de instruir a juventude, e se dedicou a isso com toda sua energia e de tempo completo.


Gaspar de Búfalo, San

Gaspar de Búfalo, San

Viendo que se necesitaban fervorosos misioneros que predicaran de pueblo en pueblo y de ciudad en ciudad, se propuso fundar una nueva comunidad religiosa: Los Misioneros de la Preciosa Sangre. El Papa lo ayudó y lo animó y así pronto tuvo ya un buen número de misioneros. El quería que las casas de su nueva comunidad se fundaran en los barrios más pobres, más abandonados y más pervertidos de cada ciudad. Y empezó por la ciudad de Nápoles que en ese tiempo era una verdadera guarida de bandidos, donde nadie tenía la vida segura. El propio Sumo Pontífice le recomendó que empezara por Nápoles, pues esa gente necesitaba mucho de la conversión .Y las dificultades que se le presentaban eran extremas. Parecía que Nuestro Señor lo estaba poniendo a prueba, pues apenas solucionaba una dificultad le aparecían varias más. Sin embargo él, con una gran confianza en Dios, logró reunir un buen número de sacerdotes y allá se fue a fundar casas de misiones y obtuvieron grandes conversiones. A sus misioneros les recomendaba que trabajaran fuertemente, y que nunca se dieran por vencidos a pesar de las dificultades y que no dejaran un solo día sin instruirse más y más en nuestra santa religión. El y sus sacerdotes recorrían pueblos y ciudades predicando el evangelio y la conversión. Aguantaban hambres, fríos, persecuciones y pobreza, pero conseguían un gran número de conversiones, con su predicación, su buen ejemplo y sus sacrificios. Las gentes al verlos tan mortificados y tan instruidos y al oírlos hablar con tanto entusiasmo acerca de la conversión y de la salvación del alma se entusiasmaban y cambiaban de modo de vivir y empezaban a ser mejores. El santo, que terminaba cada misión terriblemente fatigado, les decía a sus amigos: ¿Si es tan bonito trabajar por Nuestro Señor aquí en medio de tantas fatigas, cuánto más será estar junto a El en el cielo donde no hay dolor ni cansancio?.
Por todas partes por donde andaba predicando iba propagando la Adoración Nocturna: ese dedicar una noche cada mes para pasar varias horas rezando ante el Santísimo Sacramento. Ya bastante enfermo sufría muchísimo de sed por el calor y por la fiebre, pero hacía el sacrificio de no tomar agua, para obtener con ese sufrimiento la conversión de los pecadores. En invierno el frío lo hacía sufrir muchísimo pero no tenía calefacción, porque el martirio del frío podía convertir pecadores. Murió en Roma en 1836, y fueron tantos los milagros que se obtuvieron por su intercesión, que el Sumo Pontífice lo declaró santo en 1954. San Gaspar: te encomendamos nuestras ciudades, especialmente aquellos barrios donde hay más maldad, para que ruegues a Dios por ellos y consigas la conversión de muchos pecadores.

• Gregório (Hryhorij) Khomysyn, Beato
Dezembro 28 bispo e Mártir,

Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, Beato

Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, Beato

Ao crente não muito metido no coração de Dios, es su pasado, sus culpas y sus remordimientos lo que le atormentan. Dios, sin embargo, ha puesto nuestro futuro en manos de Cristo y el pasado lo ha sepultado en el olvido para siempre. ¿Cuándo vas a empezar a vivir esta realidad? Este nombre ucraniano no te suena de nada. Sin embargo, merece la pena que sepas algo de su vida. Nació en Ternopil en 1867 y murió tal día como hoy del 1945.
¿Quién fue este joven?
Desde pequeño deseaban entrar en el seminario para llegar un día a ser sacerdote. Este acontecimiento, fundamental para el resto de su vida, tuvo lugar en 1893. Dada su valía personal, lo eligieron Rector del Seminario en 1902, a los dos años lo consagraron de obispo Ivano-Frankivsk. Los comunistas de entonces, cegados por su manía de desterrar a Dios de los corazones de la gente, fueron derechos a por él en 1939. Lo sometieron a torturas de todo tipo, sobre todo el “come cocos”. Lo dejaron en libertad durante dos años.  Esperaban que la tortura a la que le habían sometido, surtiera efecto. Y esto, en un alma de Dios, no es posible. Por eso, en 1945 lo arrestaron de nuevo. Ya estaba muy mal de salud por los sufrimientos y horribles interrogatorios que había padecido. Día y noche se turnaba la policía soviética para que abnegara de su fe y no hiciera apostolado entre los fieles católicos. Como ya no podía soportar tanto dolor, murió en la misma cárcel de Lukianivska en Kiev. El es uno de los 26 mártires de la iglesia greco-católica muertos entre 1935 y 1973. Fueron duramente perseguidos por el régimen comunista. Este apoyaba sólo a la iglesia ortodoxa. Ellos no quisieron unirse a ella. Dados sus méritos, el Papa Juan Pablo II los beatificó el 27 de junio del año 2001 en Leópoli (Lviv) durante su peregrinación apostólica a Ucrania.
El grupo beatificado está integrado por:
Mykolay Charneckyj, Obispo, 2 abril Josafat Kocylovskyj, Obispo, 17 noviembre Symeon Lukac, Obispo, 22 agosto Basilio Velyckovskyj, Obispo, 30 Junio Ivan Slezyuk, Obispo, 2 diciembre Mykyta Budka, Obispo, 28 septiembre Gregorio (Hryhorij) Lakota, Obispo, 5 noviembre Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, Obispo, 28 diciembre Leonid Fedorov, Sacerdote, 7 marzo Mykola Konrad, Sacerdote, 26 junio Andrij Iscak, Sacerdote, 26 junio Román Lysko, Sacerdote, 14 octubre Mykola Cehelskyj, Sacerdote, 25 mayo Petro Verhun, Sacerdote, 7 febrero
Alejandro (Oleksa) Zaryckyj, Sacerdote, 30 octubre Klymentij Septyckyj, Sacerdote, 1 mayo Severijan Baranyk, Sacerdote, 28 junio Jakym Senkivskyj, Sacerdote, 28 junio
Zynovij (Zenón) Kovalyk, Sacerdote, 30 junio Vidal Vladimir (Vitalij Volodymyr) Bajrak, Sacerdote, 16 Mayo Ivan Ziatyk, Sacerdote, 17 mayo Tarsicia (Olga) Mackiv, Monja, 18 Julio Olympia (Olha) Bidà, Suora, 28 enero Laurentia (Leukadia) Harasymiv, Monja, 26 agosto Volodymyr Pryjma, Laico, 26 Junio  (las fechas indicadas corresponden a las de su martirio)

• Catalina (Caterina) Volpicelli, Santa
Dezembro 28 Fundadora,

Catalina (Caterina) Volpicelli, Santa

Catalina (Caterina) Volpicelli, Santa

Fundadora das Escravas do Sagrado Coração

Catalina Volpicelli, Fundadora de Las Esclavas del Sagrado Corazón, pertenece a la compañía de los "apóstoles de los pobres y de los marginados" que, en el siglo XIX, fueron para Nápoles un signo resplandeciente de la presencia del Cristo "buen Samaritano" que se acerca a cada hombre herido en el cuerpo y en el espíritu, para derramar sobre sus heridas el aceite de la consolación y el vino de la esperanza (cf. Misal Romano, 2 ed. Italiana, Roma 1983, Prefacio común VIII, pág. 375). Nacida en Nápoles el 21 de enero de 1839, Catalina tuvo en su familia, perteneciente a la alta burguesía, una sólida formación humana y religiosa. En el Colegio Real de San Marcelino, bajo la sabia guía de Margarita Salatino (futura cofundadora, con el Beato Ludovico de Casoria de las Hermanas Franciscanas Elizabetinas Bigie), aprendió letras, idiomas y música, cosa que no era usual para una mujer de su tiempo. Guiada por el Espíritu del Señor, que le revelaba el plan de Dios a través de la voz de sabios y santos Directores espirituales, Catalina que mientras insistía en rivalizar con su hermana y en brillar en la sociedad, frecuentando teatros y espectáculos de danzas, rápidamente renunció a los valores efímeros de una vida elegante y despreocupada, para adherir con generosa decisión a una vocación de perfección y de santidad. El encuentro ocasional con el Beato Ludovico de Casoria, el 19 septiembre de 1854, en "La Palma" en Nápoles, fue, como afirmó ella misma: "un momento singular de la gracia obsequiosa, de la caridad y de la predilección del S. Corazón enamorado de las miserias de su Sierva". El Beato la asoció a la Orden Franciscana Seglar y le indicó como única finalidad de su vida, el culto al Sagrado Corazón de Jesús, invitándola a permanecer en medio a la sociedad, en la cual debía ser "pescadora de almas". Guiada por su confesor, el barnabita P. Leonardo Matera, el 28 mayo de 1859 Catalina entró a formar parte de las Adoradoras perpetuas de Jesús Sacramentado, pero en poco tiempo se retiró, por graves motivos de salud. Otro era el designio de Dios para Catalina. Lo había intuído muy bien el Beato Ludovico que a menudo le repetía: "El Corazón de Jesús, oh Catalina, ésta es tu obra !" Por indicación de su confesor, la Volpicelli conoce la hoja mensual del Apostolado de la Oración "Le Messager du Coeur de Jèsus". Escribe al P. Enrique Ramière, director general del Apostolado de la Oración en Francia, recibiendo de él noticias detalladas de la naciente Asociación, con el Diploma de Celadora, el primero llegado a Italia. En julio de 1867, P. Ramière visita el edificio de Largo Petrone en la Salud, en Nápoles, donde Catalina está pensando establecer la sede de sus actividades apostólicas "para hacer renacer en los corazones, en las familias y en la sociedad el amor por Jesucristo". El Apostolado de la Oración será el centro de todo la estructura espiritual de Catalina, que le permitirá cultivar su amor ardiente por la Eucaristía y se convertirá en instrumento de una acción pastoral que tiene las dimensiones del Corazón de Cristo y por lo tanto abierta a todo hombre, siempre al servicio de la Iglesia, de los últimos y de los sufridos. Con las primeras celadoras, el 1 julio de 1874 Catalina funda el nuevo Instituto de las "Esclavas del S. Corazón", aprobado en primera instancia por el Cardenal Arzobispo de Nápoles, el Siervo de Dios Sixto Riario Sforza, y posteriormente, el 13 junio de 1890, por el Papa León XIII que concede a la nueva familia religiosa el Decreto de alabanza". Interesada en el futuro de la juventud, abrió enseguida el asilo de huerfánas las "Margaritas", fundó una biblioteca circulante e instituyó la Asociación de las Hijas de María, con la guía sabia de la Venerable M. Rosa Carafa Traetto (+ 1890). En poco tiempo abrió otras casas: en Nápoles en el edificio Sansevero y luego junto a la iglesia de la Sabiduría, en Ponticelli, donde las Esclavas se distinguieron en la asistencia a las víctimas del cólera del año 1884, en Minturno, en Meta de Sorrento y en Roma. El 14 mayo de 1884, el nuevo Arzobispo de Nápoles, el Cardinal Guillermo Sanfelice, OSB, consagró el Santuario dedicado al S. Corazón de Jesús, que la Volpicelli había hecho eregir junto a la Casa Madre de sus obras, destinándolo particularmente a la adoración reparadora, solicitada por el Papa para el sostèn de la Iglesia, en una època difícil para la libertad religiosa y para el anuncio del Evangelio. La participación de la Catalina al primer Congreso Eucarístico Nacional, que se celebró en Nápoles en el año 1891 (19-22 noviembre), fuè el acto cumbre del apostolado de la Fundadora de las Esclavas del S. Corazón; en aquella ocasión montó una rica exposición de ornamentos sagrados, destinados a las iglesias pobres, organizó la adoración eucarística en la Catedral y fue la animadora de aquel gran movimiento de almas que culminó en la impresionante: "Confesión y Comunión general". Catalina Volpicelli muere en Nápoles el 28 diciembre de 1894 ofreciendo su vida por la Iglesia y por el Santo Padre. La Causa de beatificación y canonización de la insigne testigo de la caridad del Corazón de Cristo, despuès de la instrucción del Proceso Ordinario en los años 1896-1902 en la Curia eclesíastica de Nápoles, fue oficialmente presentada ante la entonces S. Congregación de los Ritos el 11 enero de 1911. El 25 de marzo de 1945, el Santo Padre, Pio XII declaraba la heroicidad de las virtudes, atribuyèndole el titulo de Venerable. El 28 de junio de 1999, su Santidad Juan Pablo II, aprobó la lectura del decreto para su beatificación. El 26 de abril de 2009 fue canonizada por S.S. Benedicto XVI.

• Mattía Nazarei, Beata
Dezembro 28 Abadessa Clarissa,

Mattía Nazarei, Beata

Mattía Nazarei, Beata

Virgen religiosa de la Segunda Orden Franciscana (1236‑1320). Clemente XIII aprobó su culto el 27 de julio de 1765. Matía, nacida hacia el año 1235 en Matelica, en las Marcas, pertenecía a la familia noble De Nazarei. Creció rodeada de los amorosos cuidados de los familiares, que hicieron todo para prepararla para un brillante porvenir. Su padre, se soñaba para ella un matrimonio digno de su categoría. Pero un hecho inesperado trastornó todos sus planes. El ejemplo de las dos santas hermanas Clara e Inés de Asís también se repitió en Matelica. Un día Matía sin avisar a nadie, huyó de su casa y fue a tocar las puertas del monasterio de Santa María Magdalena de las hermanas Clarisas, pidiendo a la abadesa que la recibiera entre sus cohermanas. Esta le hizo notar que era imposible sin el consentimiento de sus padres. Poco después el padre y algunos parientes irritadísimos irrumpieron en el monasterio decididos a llevarla de nuevo a su casa por la fuerza. Pero todo fue inútil. El padre fue vencido por la insistencia de su hija, que así pudo realizar su sueño de seguir a Cristo por el camino de la perfección. Tenía dieciocho años cuando comenzó el noviciado y antes de la profesión distribuyó parte de sus bienes a los pobres y parte la reservó para urgentes trabajos de restauración del monasterio. Tras su ejemplo otras muchachas la siguieron por el camino de vida evangélica que habían trazado San Francisco y Santa Clara. Después de ocho años de vida religiosa fue elegida abadesa unánimemente. Durante cuarenta años Matía fue la celosa superiora de las Clarisas, iluminada guía espiritual y al mismo tiempo sagaz administradora. Poseía las cualidades aparentemente contradictorias de una gran mística y de una sabia organizadora. Confiando en la Divina Providencia, con ofrendas de la población y de su familia, reconstruyó casi desde los cimientos la iglesia y el monasterio. La vida interior de la Beata Matía se modeló sobre la Pasión del Señor. Por muchos años todos los viernes sufrió dolores y numerosos arrobamientos. Fue una mujer de gobierno que a las virtudes contemplativas unía las virtudes prácticas. Se mantuvo también en contacto con el mundo, sabiendo decir una palabra de consuelo, ayuda y exhortación a los muchos que acudían a ella. Fue llamada “Madre de la caridad” pues ayudaba en la medida de las posibilidades aun a indigentes y pobres. Un niño estaba a punto de morir como consecuencia de una caída. La madre desesperada lo llevó a la Beata Matía, quien después de orar lo tocó con la mano y lo restituyó sano y salvo a su madre. Y se cuentan de ella otros prodigios.  El 28 de diciembre de 1320, después de haber exhortado y bendecido por última vez a sus queridas cohermanas, murió serenamente a los 85 años, dejando tras de sí un dulce recuerdo, que luego se transformaría en culto, el cual confirmaría Clemente XIII.

83320 > Sant' Antonio di Lerins Vescovo MR
90246 > Santa Caterina Volpicelli MR
35900 > San Gaspare Del Bufalo Sacerdote MR
94827 > Beato Gregorio da Chaors Mercedario 
90656 > Beato Hryhorij Khomysyn Vescovo e martire ucraino  MR
22150 > Santi Innocenti Martiri  - Festa MR
90390 > Beata Mattia Nazarei (Nazzareni)  MR
83310 > San Teona (Teone) d'Alessandria Vescovo  MR

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António Fonseca