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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Nº 58 - 27 DE FEVEREIRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

Ver notas de sábado, domingo e de hoje. Esta publicação, refere-se à que deveria ter sido feita ontem.

 

Nº 1290

Ana Line, Santa
Mártir

Ana Line, Santa

Ana Line, Santa

Mártir inglesa, morreu em 27 de Fevereiro de 1601. Foi filha de William Heigham de Dunmow (Essex), cavalheiro de boa posição económica e um ardente calvinista. Quando ela e seu irmão manifestaram sua intenção de converter-se em católicos, ambos foram repudiados e deserdados por seu pai. Ana contraiu matrimónio com Roger Line, converso como ela, mas pouco depois de seu casamento, foi detido por assistir à missa. Após um breve espaço de tempo, foi posto em liberdade e se lhe permitiu ir para o exílio na Flandres, onde morreu em 1594. Quando o padre John Gerard estabeleceu uma casa de refúgio para sacerdotes em Londres, se pôs a cargo a senhora Line. Depois de escape do padre Gerard de la Torre em 1597, e ao mesmo tempo que as autoridades começavam a suspeitar que Line o ajudava, foi transferida a outra casa, mesma que converteu em centro de reuniões para os católicos vizinhos.  No dia da Purificação (1601), o padre Francis Page, S.J., estava a ponto de celebrar missa no dito edifício, quando entraram caçadores de sacerdotes.  O padre Page imediatamente tirou a vestimenta religiosa e se misturou com os demais; mas bastou a presença de um altar preparado para a cerimónia para prender a senhora Line. Foi julgada em Old Bailey em 26 de Fevereiro de 1601, e acusada segundo a acta 27 da rainha Isabel, quer dizer, por dar albergue a um sacerdote, ainda quando isto não pudesse provar-se.  No dia seguinte foi levada à forca, e valentemente proclamando sua fé alcançou o martírio pelo que havia rogado. Seu destino o compartilharam dois sacerdotes, [Bto.] Mark Barkworth, O.S.B., e Roger Filcock, S.J., que foram executados ao mesmo tempo. Roger Filcock havia sido por muito tempo amigo e frequente confessor da senhora Line. Depois de entrar na universidade inglesa de Reims em 1588, foi enviado junto com outros em 1590 a colonizar o seminário de Santo Albán em Valladolid, e, uma vez que terminou ali seus cursos, foi ordenado e enviado à missão inglesa. O padre Garnett o fez passar um período de prova de dois anos para comprovar sua tempera antes de a admitir na Sociedade de Jesús. Ao ver que era fervente e valoroso, o admitiu finalmente. Já ia a cruzar até ao continente para cumprir seu noviciado quando foi preso por suspeitas de ser sacerdote e foi executado após um julgamento que mais parecia uma farsa.  [Nota: em 1970, Ana Line foi canonizada pelo papa Paulo VI entre os quarenta mártires de Inglaterra e Gales, cuja festa em conjunto se guarda em 25 de Outubro.] Para ver mais sobre os 40 mártires em Inglaterra e Gales faz "click" AQUI

• José Tous e Soler,

Servo de Deus


Sacerdote e Fundador

José Tous y Soler, Siervo de Dios

José Tous e Soler, Servo de Deus

Sacerdote e Fundador da Congregação das Irmãs Capuchinhas da Madre do Divino Pastor

José Tous e Soler, sacerdote professo da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e fundador da Congregação das Irmãs Capuchinhas da Mãe do Divino Pastor; nascido em 31 de Março de 1811 em Igualada (Espanha) e falecido em 27 de Fevereiro de 1871 em Barcelona (Espanha). Nascido em Igualada em 31 de Março de 1811 (*) – quase 200 anos… - no seio de uma família profundamente cristã é o nono de doze irmãos.  Em idade precoce sentiu a chamada de Deus e não se deixou atrás: opta por seguir a Cristo segundo a “forma de vida” de Francisco de Assis. Aos 15 anos, amadurecida sua opção, inicia o postulado na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos. Impulsionado pelo Espírito muda a vida acomodada de seu lar e o prestigio social que tinham alcançado os Tous, pela vida pobre, penitente e humilde dos capuchinhos. Em 18 de Fevereiro de 1827, vestido com o hábito franciscano, começa o Noviciado como frade menor capuchinho. Desde o Noviciado se distinguiu por sua distinta fidelidade à vida de noviço, com uma entrega generosa ao estudo e à oração. O Evangelho, Maria, são Francisco e o amor ao próximo modelou seu coração capuchinho. Em 19 de Fevereiro de 1828, Frei José de Igualada, é já capuchinho e começa seu caminho até ao sacerdócio. Seis anos de vida escondida, de oração, silêncio, de abnegada dedicação ao estudo de itinerância (Calella, Gerona, Valls, Vilanova), vividas no ambiente franciscano alegre e simples da comunidade capuchinha até receber a Ordenação Sacerdotal em Barcelona em 24 de Maio de 1834, aos 23 anos. Nesse ano foi destinado ao Convento de Santa Madrona.  Mas transcorridos apenas dois meses, em 25 de Julho de 1835, a violência da revolução arrancou-o do convento. Junto com outros irmãos e por conselho de seus superiores, aceitou o exílio fora de Espanha. De povo em povo, ao estilo capuchinho daquele tempo, frei José percorreu a costa mediterrânea de França até Greccio (Itália). Mas Itália não foi o lugar adequado para viver seu exílio e em 1837 se instalou em Toulouse (França) exercendo o sacerdócio ministerial no Mosteiro das Beneditinas. Ali pôde dedicar tempo à contemplação e à adoração da Eucaristia e à ajuda espiritual das jovens do internato. Empurrado por seu zelo apostólico, regressava a Catalunha em 1843 para trabalhar na Igreja local, como sacerdote secular já que não estava autorizada a vida conventual. Viveu com seus pais enquanto desenvolvia o ministério sacerdotal em diferentes paróquias. A Eucaristia, a devoção a Maria, Mãe de Jesus Bom Pastor, a Associação de donzelas da menina e mártir santa Romana, foram os meios de  que o Padre Tous se serviu para derramar a Paz e o Bem na juventude que o buscava para receber conselho e orientação. Os sentimentos de compaixão para com as crianças e jovens, que o Bom Pastor pôs no coração do Padre José, convergiam com os piedosos desejos das jovens Isabel Jubal, Marta Suñol e Remédio Palos: “Derramar no terno coração das crianças os santos pensamentos e devotos afectos que Deus lhes comunicava na oração”. Depois de amadurecer na oração e consultar o projecto, o Padre Tous aceitou orientá-las. Partindo da Regra de Santa Clara, adequa as Constituições capuchinhas da beata Maria Ángela Astorch para umas Capuchinhas Terceiras de Ensino. Se estabeleceram em Ripoll em Março de 1850 para iniciar a vida comunitária, e, em 27 de Maio abriam as portas da primeira escola. Os anos que lhe restam de vida, os dedica à atenção caritativa e prudente às Irmãs assim como às comunidades que se vão formando: São Quirico de Besora, Barcelona e Madrid. Em seus escritos às Irmãs aflora seu espírito capuchinho: as Irmãs “estão chamadas à vida mista de contemplação e acção”. Insiste em que só desde o “amor a Jesús” alimentado na oração, é possível “a união santa”; que só desde a “humildade” é possível a “obediência”; que o trabalho das Irmãs é sua única fonte de recursos; que “Maria os conduzirá a Jesús”, a forma de renovar a presença amorosa de Deus na vida; que é necessário viver desde a “fé e a confiança em Deus que já sabe o que nos convém”…  E deixa a terra pelo Céu enquanto celebrava a Missa no convento de Barcelona. Era em 27 de Fevereiro de 1871. Em 19 de Dezembro de 2009 S.S. Bento XVI autorizou a promulgação do decreto que reconhece um milagre atribuído à intercessão do Servo de Deus José Tous, ainda está pendente se indique a data da beatificação.

• Gabriel das Dores, Santo
  Religioso Passionista,

Gabriel de la Dolorosa, Santo

Gabriel de la Dolorosa, Santo

Em 1 de Março de 1838 nasceu na aldeia de Assis (Itália) um menino chamado Francisco que, como o famoso fundador dos franciscanos, chegou a ser santo. Era o undécimo de treze irmãos e ficou órfão de mãe aos quatro anos. Francisco (que tomou mais tarde como nome religioso Gabriel de la Dolorosa) tinha um "temperamento suave, jovial, insinuante, decidido e generoso, possuía também um coração sensível e cheio de afectividade... Era de palavra fácil apropriada, inteligente, amena e cheia de uma graça que surpreendia...". De estatura mais bem alta (media 1,70 metros), tinha "boa voz, era ágil e bem formado".  Com sua família se mudou para Espoleto onde, como o outro Francisco, era um líder dos jovens. Ali foi a escola dos irmãos das Escolas Cristãs, e ao liceu clássico com os jesuítas. Lhe agradava muito o canto, e conseguiu prémios em poesia latina e nas veladas teatrais. Era um jovem dinâmico, com uma grande paixão por sua fé cristã.Em seu quarto havia colocado uma escultura da Pietá para sua veneração íntima . Quando ia ao teatro Meliso com seu pai, muitas vezes saía a escondidas para ir a rezar sob o pórtico da catedral, que estava muito perto; depois regressava antes de que concluísse a função para sair com os demais espectadores. Algumas vezes usava cilicio e se sabe que numa ocasião recusou as propostas desonestas de um libertino, ameaçando-o com uma navalha. Em 22 de Agosto de 1856 estava assistindo à procissão da "Santa Icone", uma imagem mariana venerada em Espoleto, quando a Virgem Maria lhe falou ao coração para convidá-lo como prémio: "Tu não estás chamado a seguir no mundo. ¿Que fazes, pois, nele? Entra na vida religiosa" (Fontes, p. 208). Em 10 de Setembro de 1856 entrou no noviciado passionista de Morrovalle (Macerata) e tomou o nome religioso de Gabriel. Tinha só 18 anos. Sua entrega foi com todo seu coração e na vida religiosa encontrou sua felicidade: "A alegria e o gozo que desfruto dentro destas paredes são indizíveis" (Escritos, p. 185). Seus maiores amores eram Jesús Crucificado, a Eucaristia e a Virgem Maria.

Gabriel de la Dolorosa, Santo

Gabriel de la Dolorosa, Santo

No convento de Isola, quando os primeiros raios de sol entravam pela janela de sua cela na manhã de 27 de Fevereiro de 1862, Gabriel, sumido em êxtases de amor e rodeado pelos religiosos que choravam junto a seu leito, abandonou a terra e foi para o céu, convidado pela Virgem Maria. Trinta anos mais tarde, em 17 de Outubro de 1892, se iniciaram os trâmites para o inscrever entre os santos já que a devoção dos fieis e os milagres que realizava eram muitos. Foi canonizado por Bento XV em 1920. Declarado co-padroeiro da juventude católica Italiana, 1926. É o Padroeiro principal de Abruzo em 1959. Santa Gemma ao ler a vida de São Gabriel de la Dolorosa ficou profundamente vinculada espiritualmente com ele e este lhe apareceu em muitas ocasiões para a guiar e a consolar.

• Francisca Ana da Virgem das Dores, Beata
  Fundadora,

Francisca Ana de la Virgen de los Dolores, Beata

Francisca Ana de la Virgem de los Dolores, Beata

Esta jovem veio ao mundo na encantadora ilha de Maiorca, não muito longe da capital, Palma. Como soa ocorrer, os pais eram lavradores, boa gente, ainda que pouco formada na vida religiosa. Por isso, quando sua filha lhes manifestou que queria fazer-se monja, ficaram assombrados. Nem o imaginavam. Sua reacção foi uma negativa rotunda. Seguiu trabalhando no campo, nas tarefas que lhe encomendavam, mas nunca perdia de vista a vocação a que Deus a chamava. E assim esteve durante quarenta anos. Ao morrer seus pais, foi ela própria o motor de sua existência. Viu como todo o mundo interior que era tão rico, podia, por fim, ter uma saída.  Começou de uma forma simples. Como outras santas que vão desfilando pelo Santoral, se rodeou de umas quantas amigas e companheiras para fazer algo interessante pela Igreja e pelo povo em que viviam. Te recordo que ela havia nascido no ano 1781. Pois bem, com estas amigas começou sua obra de evangelização. Levavam uma vida religiosa cada uma em sua própria casa e seu trabalho respectivo. Passado o tempo, este grupo deu lugar às Filhas da Caridade.  Em primeiro lugar, dedicar-se por inteiro à vida paroquial com catequese, ensino, visita aos enfermos e às famílias sem meios económicos. Em segundo lugar, trataram de fundar a casa mãe em Felanitx, pois justamente neste povo de Maiorca havia um pároco muito zeloso e caritativo, que já havia posto em marcha uma casa de caridade. A obra se estendeu em seguida pela ilha e pela península. Sua própria casa a transformou num convento mais. Morreu aos 70 anos. Sua Santidade João Paulo II a beatificou em 1989.

• Juan de Gorze, São
Abade,

Juan de Gorze, San

Juan de Gorze, San

Etimologicamente significa “Deus é misericórdia”. Vem da língua hebraica. Este jovem nasceu em Lorena de pais campesinos. Apenas teve idade para trabalhar, o pai o encarregou que levasse a administração. Ao crescer os outros irmãos, ele se foi ao próximo. Lhe comoveu ver a uma monja muito jovem que levava posto um cilicio para mortificar-se. Desde esse instante pensou que ele faria o mesmo. Logrou juntar uns quantos amigos com ânsias de perfeição para levar uma vida monástica. Seu desejo era ir para Itália, mas não lhe foi possível. Inteirado de seu caso o bispo de Metz, o encarregou que restaurasse a abadia de Gorze. Uma vez que fizeram seu trabalho, o bispo nomeou abade a Einoldo. Juan era o porteiro e o administrador. Tanto se entregou a seu trabalho, que em pouco tempo floresceu material e espiritualmente esta abadia que estava quase abandonada. Dedicou-se à vida de oração, a uma comida austera, mas – isso sim – tratava com muita doçura aos enfermos e aos débeis.  No ano 953, o imperador Otón I lhe deu uma missão diplomática: encontrar-se com o Califa de Córdoba. A missão foi difícil e durou três anos.  À morte de Einoldo, o elegeram abade. Seguiu com sua vida de austeridade e morreu em 976. O beneditino Ménard escreveu sua vida. Era famoso por sua extraordinária memória, daquelas que agora chamamos "memória fotográfica". ¡Felicidades a quem leve este nome!

• Maria Caridade Brader, Beata
  Fundadora,

María Caridad Brader, Beata

María Caridad Brader, Beata

Virgem e Fundadora
da Congregação de Franciscanas Filhas de María Imaculada

Martirológio Romano: Na cidade de Pasto, em Colômbia, beata María de la Caridad del Espírito Santo (Carolina) Brader, virgem, que soube conjugar admiravelmente a vida contemplativa com a actividade missionária e, para promover a formação cristã, fundou as Irmãs Franciscanas de María Imaculada (1943) Caridad Brader, filha de Joseph Sebastián Brader e de María Carolina Zahner, nasceu em 14 de Agosto de 1860 em Kaltbrunn, St. Gallen (Suíça). Foi baptizada no dia seguinte com o nome de María Josefa Carolina. Dotada de uma inteligência pouco comum e guiada pelas sendas do saber e da virtude por uma mãe terna e solícita, a pequena Carolina moldava seu coração mediante uma sólida formação cristã, um intenso amor a Jesus Cristo e uma terna devoção à Virgem María. Conhecedora do talento e atitudes de sua filha, sua mãe procurou dar-lhe uma esmerada educação. Na escola de Kaltbrunn fez, com grande aproveitamento, os estudos do ensino primário; e no instituto de María Hilf de Altstätten, dirigido por uma comunidade de religiosas da Terceira Ordem Regular de são Francisco, os de ensino médio. Quando o mundo se abria ante ela atraindo-a com todos seus afagos, a voz de começou a fazer eco em seu coração e decidiu abraçar a vida consagrada. Esta eleição de vida, como era previsível, provocou em primeira instância a oposição de sua mãe, dado que esta era viúva e Carolina sua única filha. Em 1 de Outubro de 1880 ingressou no convento franciscano de clausura «María Hilf», em Altstätten, que regia um colégio como serviço necessário à Igreja católica de Suíça. Em um de Março de 1881 vestiu o hábito de Franciscana, recebendo o nome de María Caridad del Amor del Espírito Santo. Em 22 de Agosto do seguinte ano emitiu os votos religiosos. Dada sua preparação pedagógica, foi destinada ao ensino no colégio endossado ao mosteiro. Aberta a possibilidade para que as religiosas de clausura pudessem deixar o mosteiro e colaborar na extensão do Reino de Deus, os bispos missionários, em finais do século XIX, aproximaram-se aos conventos em busca de monjas dispostas a trabalhar nos territórios de missão. Monsenhor Pedro Schumacher, zeloso missionário de são Vicente de Paulo e Bispo de Portoviejo (Equador) escreveu uma carta às religiosas de María Hilf, pedindo voluntárias para trabalhar como missionárias em sua diocese. As religiosas responderam com entusiasmo a este convite. Uma das mais entusiastas para marchar para as missões era a Madre Caridad Brader. A beata María Bernarda Bütler, superiora do convento que encabeçará o grupo das seis missionárias, a elegeu entre as voluntárias dizendo: «À fundação missionária vai a madre Caridad, generosa em sumo grau, que não retrocede ante nenhum sacrifício e, com seu extraordinário dom de gentes e sua pedagogia poderá prestar à missão grandes serviços». Em 19 de Junho de 1888 a Madre Caridad e suas companheiras empreenderem a viagem até Chone, Equador. Em 1893, depois de duro trabalho em Chone e de haver catequizado a inumeráveis grupos de crianças, a Madre Caridad foi destinada para uma fundação em Túquerres, Colômbia. Ali despejou seu ardor missionário: amava aos indígenas e não escamoteava esforço algum para chegar até elas, desafiando as embravecidas ondas do oceano, as intrincadas selvas e o frio intenso dos pântanos. Seu zelo não conhecia descanso. OA preocupavam sobretudo os mais pobres, os marginais, os que não conheciam ainda o evangelho. Ante a urgente necessidade de encontrar mais missionárias para tão vasto campo de apostolado, apoiada pelo padre alemão Reinaldo Herbrand, fundou em 1894 a Congregação de Franciscanas de María Inmaculada. A Congregação se surtiu ao inicio de jovens suíças que, levadas pelo zelo missionário, seguiam o exemplo da Madre Caridad. A elas se uniram pronto as vocações autóctones, sobretudo de Colômbia, que engrossaram as filas da nascente Congregação e se estenderam por vários países.  A Madre Caridad, em sua actividade apostólica, soube compaginar muito bem a contemplação e a acção. Exortava a suas filhas a uma preparação académica eficiente mas «sem que se apague o espírito da santa oração e devoção». «Não olvidem —dizia-lhes— que quanto mais instrução e capacidade tenha a educadora, tanto mais poderá fazer a favor da santa religião e glória de Deus, sobretudo quando a virtude vai por diante do saber. Quanto mais intensa e visível é a actividade externa, mais profunda e fervorosa deve ser a vida interior». Encauzó su apostolado principalmente hacia la educación, sobre todo en ambientes pobres y marginados. Las fundaciones se sucedían donde quiera que la necesidad lo requería. Cuando se trataba de cubrir una necesidad o de sembrar la semilla de la Buena Nueva, no existían para ella fronteras ni obstáculo alguno. Alma eucarística por excelencia, halló en Jesús Sacramentado los valores espirituales que dieron calor y sentido a su vida. Llevada por ese amor a Jesús Eucaristía, puso todo su empeño en obtener el privilegio de la Adoración Perpetua diurna y nocturna, que dejó como el patrimonio más estimado a su comunidad, junto con el amor y veneración a los sacerdotes como ministro de Dios. Amante de la vida interior, vivía en continua presencia de Dios. Por eso veía en todos los acontecimientos su mano providente y misericordiosa y exhortaba a los demás a «Ver en todo la permisión de Dios, y por amor a Él, cumplir gustosamente su voluntad». De ahí su lema: «Él lo quiere», que fue el programa de su vida. Como superiora general, fue la guía espiritual de su Congregación desde 1893 hasta el 1919 y de 1928 hasta el 1940, año en el que manifestó, en forma irrevocable, su decisión de no aceptar una nueva reelección. A la superiora general elegida le prometió filial obediencia y veneración. En 1933 tuvo la alegría de recibir la aprobación pontificia de su Congregación. A los 82 años de vida, presintiendo su muerte, exhortaba a sus hijas: «Me voy; no dejen las buenas obras que tiene entre manos la Congregación, la limosna y mucha caridad con los pobres, grandísima caridad entre las Hermanas, la adhesión a los obispos y sacerdotes». El 27 de febrero de 1943, sin que se sospechara que era el último día de su vida, dijo a la enfermera: «Jesús, ...Me muero». Fueron las últimas palabras con las que entregó su alma al Señor. Apenas se divulgó la noticia de su fallecimiento, comenzó a pasar ante sus restos mortales una interminable procesión de devotos que pedían reliquias y se encomendaban a su intercesión. Los funerales tuvieron lugar el 2 de marzo de 1943, con la asistencia de autoridades eclesiásticas y civiles y de una gran multitud de fieles, que decían: «ha muerto una santa». Después de su muerte, su tumba ha sido meta constante de devotos que la invocan en sus necesidades. Las virtudes que practicó se conjugan admirablemente con las características que su Santidad Juan Pablo II destaca en su Encíclica «Redemptoris Missio» y que deben identificar al auténtico misionero. Entre ellas, como decía Jesús a sus apóstoles: «la pobreza, la mansedumbre y la aceptación de los sufrimientos». La Madre Caridad practicó la pobreza según el espíritu de san Francisco y mantuvo durante toda la vida un desprendimiento total. Como misionera en Chone, experimentó el consuelo de sentirse auténticamente pobre, al nivel de la gente que había ido a instruir y evangelizar. Entre los valores evangélicos que como fundadora se esforzó por mantener en la Congregación, la pobreza ocupaba un lugar destacado. La aceptación de los sufrimientos, según el Papa, son un distintivo del verdadero misionero. !Qué bien encontramos realizado este aspecto en la vida espiritual de la Madre Caridad! Su vida se deslizó día tras día bajo la austera sombra de la cruz. El sufrimiento fue su inseparable compañero y lo soportó con admirable paciencia hasta la muerte. Otro aspecto de la vida misionera que destaca el Papa es la alegría interior que nace de la fe. También la Madre Caridad vivió intensamente esa alegría en medio de su vida austera. Era alegre de ánimo y quería que todas su hijas estuvieran contentas y confiaran en el Señor. Estas y muchas otras virtudes fueron reconocidas por la Congregación de las Causas de los Santos y aprobadas como primer paso para llegar a la Beatificación. Se diría que Dios ha querido ratificar la santidad de la Madre Caridad con un admirable milagro concedido por su intercesión en favor de la niña Johana Mercedes Melo Díaz. Una encefalitis aguda había producido un daño cerebral que le impedía el habla y la deambulación. Al término de una novena que hizo su madre con fe viva y profunda devoción, la niña pronunció las primeras palabras llamando a su madre y comenzó a caminar espontáneamente, adquiriendo en poco tiempo la normalidad. Ella estubo presente para agradecer a la Madre Caridad en la solemne Beatificación realizada por S.S. Juan Pablo II el 23 de Marzo de 2003. Reproduzido com autorização de Vatican.va

• María de Jesús Deluil-Martiny, Beata
Fundadora,

María de Jesús Deluil-Martiny, Beata

María de Jesús Deluil-Martiny, Beata

María Deluil-Martiny nasce em Marselha em 28 de Maio de 1841. Seu pai é um brilhante advogado e um cristão comprometido. Sua mãe, digna sobrinha bisneta da venerável Ana Magdalena Remuzat, a visitadora que, durante a peste de 1720, havia conseguido que Marselha se consagrasse ao Coração de Jesús. Assim, a devoção ao Sagrado Coração era considerada algo assim como "património familiar". María recibe la primera educación en el pensionado que en aquella época existía en la Visitación. Las Hermanas cuentan un día sus travesuras a Mons. de Mazenod, fundador de los Oblatos de María Inmaculada (canonizado en 1995), que les responde: " No se inquieten, son cosas de niña; ya verán cómo un día será la santa María de Marsella" . A los 16 años, prosigue su formación en Lyon con las religiosas del Sagrado Corazón fundadas por la M. Barat. Al final de sus estudios hace un retiro en el que decide entregarse sin reservas al Corazón de Jesús. En el camino de regreso a su casa, pasa por Ars, para pedir consejo al santo Cura que le deja entrever que pasará mucho tiempo antes de que pueda realizar su vocación.  Seguirá un largo período de espera, en el que la joven conocerá toda una serie de pruebas: familiares, con la muerte de sus cuatro hermanos (ella es la mayor), crisis espiritual, situación difícil de la Iglesia, guerra en Francia. Comienzos de 1864. María tiene 22 años. Providencialmente cae en sus manos un sencillo folleto procedente de la Visitación de Bourg-en-Bresse, titulado: Guardia de honor del Sagrado Corazón: fin de la obra. La joven lee y relee esas líneas que parecen dirigidas a su alma de fuego. El 7 de febrero escribe al Monasterio de Bourg solicitando ser inscrita en el Cuadrante y ofreciéndose llena de entusiasmo para trabajar por la obra. Comienza entonces una activa correspondencia entre Hna. María del Sagrado Corazón y la " pequeña María ", como la llama cariñosamente la fundadora. María consigue su primer éxito haciendo llegar la Guardia de Honor hasta la misma santa Sofía Barat, que se inscribe con todas sus religiosas. Pero aún es mayor el que obtiene en junio de ese mismo año 1864. El día 5, el Cardenal de Villecourt consagra solemnemente la nueva iglesia de nuestra Sra. de la Guardia, en Marsella. Es una ceremonia impresionante a la que asiste también el Cardenal Pitra y gran número de obispos franceses. María sueña: ¡si pudiera hablarles de su Obra querida! Y. su sueño se hace realidad: los dos cardenales y 20 obispos se inscriben en la Guardia de Honor y le dan su apoyo. Este resultado no hace más que redoblar el ardor de la joven marsellesa que se encarga de imprimir los "billetes celadores" destinados a los seglares y compuestos por Hna. María del Sagrado Corazón, y de hacer las medallas de la asociación, contando siempre y en todo con la aprobación de la Visitación, donde consulta hasta los menores detalles. En mayo de 1865 hace un retiro en el Monasterio de Bourg y recibe una de las mayores gracias de su vida, según sus propias palabras, al verse libre de los escrúpulos que la asaltaban desde su infancia. Una carta suya nos revela el estado de la asociación a comienzos de 1866:  "La Providencia ha extendido esta obra en tres años de una forma que testimonia cuánto le agrada esta piadosa asociación: 78 obispos inscritos, ricas indulgencias, erección canónica en 25 diócesis, el número de asociados de este segundo año se eleva a 98.000, frutos consoladores en numerosas parroquias y en una multitud de comunidades religiosas, todo eso es una prueba de que Dios bendice la Guardia de honor y de que el mismo Corazón de Jesús la dirige". En 1866 María cree que ha llegado el momento de realizar sus deseos de consagrarse a Dios y piensa que su lugar es la Visitación. Sin embargo, el Señor tiene otros designios sobre ella. Aún habrá que esperar. Un año más tarde se hace aún más estrecha la colaboración entre Hna. María del Sagrado Corazón y María Deluil-Martiny: la composición del Manual de la Guardia de Honor acapara sus energías. Mutuamente se animan a sufrir con amor, por el Corazón de Jesús, las mil dificultades y contradicciones que encuentran. ¡La cruz es la señal de todas las obras de Dios!  Poco a poco, se va delineando mejor el plan para el que el Señor ha escogido a María, aunque ella no imagina que está llamada a ser la piedra fundamental de una nueva orden religiosa. Hna. María del Sagrado Corazón, a la que la joven llama "la madre de mi alma", la anima. Sabe que va a perder a su primera celadora, pero no se entristece, pues las Hijas del Corazón de Jesús (así se llamarán las futuras religiosas) dedicadas a la reparación de los sacrilegios, mediante la adoración y la oblación en y con Jesús-Hostia, vivirán en plenitud los fines de la Guardia de Honor. Cuando su director espiritual, el P. Calage, S.I. le descubre que la fundadora de la nueva obra será ella misma, María está a punto de retroceder, pero en seguida, aunque sintiendo su incapacidad, se somete a la voluntad divina y se abandona a ella. Las circunstancias la llevan a fundar el primer monasterio en Bélgica, bajo la tutela del Cardenal Dechamps, el 20 de junio, fiesta del Corazón de Jesús. La que en adelante se llamará M. María de Jesús recoge los deseos del Sagrado Corazón expresados a santa Margarita María de Alacoque y los introduce en la Regla de su Instituto, que es la de san Ignacio, adaptada a la vida contemplativa de clausura. Desde este momento, sin olvidar a la Guardia de Honor -de la que sus monasterios serán siempre ardientes propagadores- y manteniendo sus relaciones con la Visitación y con Hna. María del Sagrado Corazón, a la que pide consejo en numerosas ocasiones, la M. María de Jesús se entrega incansablemente a la formación de sus nuevas hijas. Cuando se trata de la gloria del Corazón de Jesús nada la detiene. La Obra atrae a numerosas jóvenes: en 1877 se abre una nueva casa en Aix-en-Provenza, y en 1879 otra en la Servianne, propiedad de la familia Deluil-Martiny a las afueras de Marsella. Aquí será donde la M. María de Jesús verá cumplidos sus deseos de unir incluso materialmente su sangre al Sacrificio de Cristo. En efecto, el 27 de febrero de 1884, miércoles de ceniza, la fundadora, que no ha cumplido aún los 43 años, cae abatida por las balas de un joven anarquista al que había acogido con bondad, ofreciéndole trabajo. Asesinada en el jardín de su propio convento, sus últimas palabras son: " ¡Yo le perdono! ¡por la Obra.!" El 22 de octubre de 1989, Juan Pablo II beatificaba a M. María de Jesús Deluil-Martiny. Presentándola como modelo a toda la Iglesia, el Santo Padre decía: "La figura de María de Jesús merece ser honrada y deseo que meditéis el mensaje de sus notas espirituales y de la fundación de su Instituto religioso. El amor de María de Jesús a la Eucaristía es ejemplar; ella comprendió en profundidad la ofrenda que Cristo hace de sí mismo al Padre por la salvación del mundo". Reproduzido com autorização de A Ordem da Visitação de Santa María

• Baldomero, Santo
  Ferreiro,

Baldomero, Santo

Baldomero, Santo

São Baldomero, era um ferreiro de Lyon, França, que vivia com grande austeridade e pobreza de seu trabalho. Empregava todo seu tempo livre na leitura espiritual e da Sagrada Escritura, na oração e em ajudar os pobres com o pouco que tinha. Vivêncio, abade de São Justo, impressionado pela vida de Baldomero, lhe ofereceu uma cela em seu mosteiro e aí o santo ferreiro se entregou à contemplação.  O bispo Gundriano o ordenou diácono.
Morreu no ano 660 e é considerado padroeiro dos ferreiros.

• Honorina, Santa
Mártir,

Honorina, Santa

Honorina, Santa

Santa Honorina, virgem e mártir, em Graville, diocese de Rouen (Alta Normandia, França). Etimologicamente significa estimada e gloriosa, vem do latim. Seu nome é a forma feminina do nome de Honório. Foi uma mulher muito detalhista, inclusive fanática, que amou a liberdade sobre todas as coisas, preocupou-se muito com sua vida interior, pelo que tendeu à solidão, para assim poder reflectir  Devido a seu carácter tinha poucos amigos, e como consequência, poucos romances, morreu afogada no rio Sena. Uma tradição conservada na diocese de Rouen, narra que Honorina de Normandia, subiu ao martírio por mãos de pagãos, sob o mando de Diocleciano (243-313) e Mélamare tra Lillebonne e Harfleur, seu corpo foi levado a Sena e se conserva em Graville.

 

SANTO LEANDRO

Bispo (600)

Nascido em Cartagena, na Andaluzia, perto do ano 540, Leandro abraçou muito cedo o monacato e foi eleito bispo de Sevilha em 579. Enquanto era bispo, jogou-se a sorte religiosa da Península, embate em que ele teve primeiríssimo papel. O rei Leovigildo, que era ariano, desejava acabar com  todos os católicos nos seus domínios. Contra os defensores do símbolo de Niceia, que definira em 325 a plena divindade de Jesus, desencadeou o soberano uma perseguição que em breve se converteu em guerra civil. Hermenegildo, herdeiro presumível do trono, fez-se católico em 570, mas foi mandado executar pelo pai (585). Ao mesmo tempo, foi Leandro desterrado. Recaredo, que abraçara o arianismo, contrário a Niceia, sucedeu ao pai como rei (586); mas procurou instrução  católica e converteu-se no ano seguinte; já Leandro tinha voltado à diocese. E num concílio nacional, convocado pelo novo rei, os representantes do clero e do povo, fizeram, solenemente profissão de ortodoxia. Os historiadores afirmam à uma que, depois de Deus, foi ao bispo de Sevilha que ficou a dever-se tão feliz resultado. Quase nada resta dos escritos de S. Leandro, mas conservam-se algumas cartas que lhe foram dirigidas por S. Gregório Magno. Essas traduzem grande afeição pelo seu amigo: “Envio-vos o meu último livro, escrevia-lhe o Papa; lede-o com atenção e lamentareis que eu pratique tão mal o que pareço saber tão bem”. Ambos sofriam da gota; e de Roma vem uma exortação para que Leandroconsidere essa doença cruel como favor do céu e como a melhor maneira de uma pessoa expiar os seus pecados”. Leandro morreu em Sevilha pelo ano de 600. Era irmão de Santo Isidoro. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Gregório de Narek, Santo

Gregorio de Narek, Santo

Gregorio de Narek, Santo

Martirológio Romano: No mosteiro de Narek, na Arménia, são Gregório, monge, doutor dos arménios, ilustre por sua doutrina, seus escritos e sua sabedoria mística (1005). Se le supone nacido en Armenia hacia el 944, y murió en Narek, sobre el lago Van (Turquía), en 1010. Fue hijo del obispo de Ansevatsik, que se llamaba Cosroes. Desde muy pequeño lo tomó bajo su protección su tío materno, Ananías el Filósofo, que era abad del monasterio de Narek. Allí fue instruido de modo especial en el conocimiento de las Santas Escrituras, se distinguió por su rigor ascético, y por su espíritu de oración. Gregorio pasó toda su vida tras los muros del monasterio. Después de ser ordenado sacerdote, lo hicieron formador de los novicios que deseaban entrar en la vida monástica. Su fama de santidad y sabiduría trascendió las paredes de Narek, pasó a los monasterios vecinos y se convirtió sin pretenderlo en reformador de monjes. Por la envidia de su sabiduría, y debido también a la estricta observancia de las normas de vida conventual, se ganó la enemistad de algunos que abrieron contra él una auténtica persecución; le llegaron a acusar injustamente de herejía, y aquella campaña terminó con la deposición de sus cargos. Es uno de los grandes poetas de la literatura universal. Su obra poético-literaria se encuentra dispersa en el extensísimo Libro de oraciones; sus más de veinte mil versos los compuso en poco más de tres años. Cuenta el sinaxario armenio que los obispos desearon conocer la clase de herejía que profesaba Gregorio de Narek; comisionaron a dos monjes sabios de su total confianza para que se entrevistaran con él y descubrieran sus errores. Aquellos buenos delegados temían una entrevista formal con quien tenía fama de recto y sabio; prefirieron hacer otras cuentas y someterlo a una especie de juicio de Dios. Idearon hacerle un exquisito paté de pichón y dárselo a comer en cuaresma; el asunto consistía en que, si Gregorio se comía el paté, sería hereje; si lo rechazaba, demostraría su fidelidad a la doctrina. Se refiere que, nada más verlos entrar en su celda, Gregorio dejó su oración, se puso en pié, abrió la ventana y dio unas palmadas en el aire, mientras gritaba a los pájaros: "Venid, pajaritos, a jugar con el pescado que se come hoy". Entendieron aquellos monjes que el modo de resolverse la trampa era testimonio más que evidente de su santidad, y tomaron buena cuenta de su inocencia, porque un hereje nunca hubiera podido realizar tal gesto. Y bien pudo ser así; porque, aunque el premio prometido comienza a disfrutarse detrás de los linderos de esta vida, algunas veces el buen Dios concede un anticipo tanto para mostrar su grandeza, como para dar un respiro de justicia a los que le son fieles.

Besa de Alexandria, Santo

Besa de Alejandría, Santo

Besa de Alejandría, Santo

Mártir

Martirológio Romano: Em Alexandria, são Besa, mártir, que, sendo soldado, intentou conter os que insultavam os mártires Julião e Euno, pelo que foi denunciado perante o juiz e, por perseverar na fé, foi degolado (s. III). Durante la persecución de Decio, muchos de los ciudadanos de Alejandría, particularmente los ricos y los que ocupaban puestos públicos, apostataron de la fe y sacrificaron a los dioses. San Dionisio, obispo de Alejandría, recordando y deplorando esto en su carta a Fabiano, dice: «Pero hubo otros que dieron noble testimonio del Reino de los Cielos, permaneciendo firmes como columnas del Señor; el mismo Señor les sostuvo y les dio la fuerza a la medida de su fe. Uno de los más notables fue un hombre llamado Julián, enfermo de gota e incapaz de dar un paso ni de mantenerse en pie. Fue hecho prisionero junto con los dos hombres que le transportaban; uno de ellos renegó inmediatamente; pero no así el otro, llamado Euno o Cronión; él, junto con Julián, después de confesar al Señor, fueron llevados en camellos por toda la ciudad -y tú sabes qué grande es-, sufrieron la flagelación, y finalmente murieron en una inmensa hoguera, ante una multitud de espectadores. Un soldado, llamado Besas, que se hallaba presente y reprendió a la insolente multitud que se apretujaba al paso de los mártires, tuvo que sufrir los insultos del populacho; este valiente soldado de Dios, después de mostrar su heroísmo en el gran combate de la religión, murió decapitado.»  El Martirologio Romano [anterior al actual] mencionaba el 7 de diciembre a un soldado con el nombre de Agatón, que murió en Alejandría durante la persecución de Decio. Como se le hubiese confiado la custodia de los cuerpos de algunos mártires, Agatón prohibió a la multitud que se acercara a profanar y mutilar los cadáveres. La turba les denunció a los magistrados, quienes le condenaron a ser decapitado por haber confesado a Cristo. El P. Quentin, benedictino, ha demostrado que se trata, en realidad de san Besas. En su traducción de la "Historia Eclesiástica" de Eusebio, Rufino omitió el nombre del soldado, y el martirólogo de Ado inventó el nombre de Agatón [que en griego significa, sencillamente, «bueno»].

Outros Santos e Beatos

Santos Julião e Euno, mártires
En Alejandría, en Egipto, conmemoración de los santos Julián y Euno (o Cronion), mártires. En tiempo del emperador Decio, Julián, imposibilitado por su enfermedad de gota, que no le permitía caminar ni estar de pie, se hizo llevar por dos de sus criados en una silla de mano para presentarse ante el juez. Uno de los criados renegó de su fe, mientras que el otro, Euno, permaneció constante en su confesión de Cristo junto con su amo, y conducidos por toda la ciudad montados en camellos, en presencia del pueblo fueron azotados hasta la muerte (s. III).

Santos Basílio e Procópio Decapolita, monges
En Constantinopla, santos Basilio y Procopio Decapolita, monjes, que en tiempo del emperador León III Isáurico lucharon decididamente en favor del culto a las santas imágenes (741).

São Lucas de Messina, abade
En Mesina, en Sicilia, san Lucas, abad del monasterio del Santísimo Salvador, que seguía la normas de los monjes orientales (1149).

Beatos Marcos Barkworth e Roger Filcock, presbíteros e mártires
En Londres, junto a santa Ana Line padecieron los beatos presbíteros y mártires Marcos Barkworth, de la Orden de San Benito, y Roger Filcock, de la Compañía de Jesús, los cuales fueron descuartizados antes de morir (1601).

Beato Guilherme Richardson, presbítero e mártir
En Londres, beato Guillermo Richardson, presbítero y mártir, que, ordenado en la ciudad de Sevilla, en España, fue ahorcado en Tyburn, siendo el último mártir bajo Isabel I (1603).

 

90557 > Sant' Adelelmo di Engelberg Abate 25 febbraio
42710 > Sant' Aldetrude Badessa 25 febbraio MR
42680 > Beato Avertano di Lucca 25 febbraio MR
90080 > San Callisto Caravario Sacerdote 25 febbraio MR
94978 > Beata Cecilia Domenicana 25 febbraio
42650 > San Cesario di Nazianzo Confessore 25 febbraio MR
94486 > Beato Didaco Yuki Ryosetsu Sacerdote gesuita, martire 25 febbraio
90314 > Beato Domenico Lentini 25 febbraio MR
92423 > Sant' Eustasio di Aosta Vescovo 25 febbraio
91011 > San Gerlando di Agrigento Vescovo 25 febbraio MR
42690 > San Lorenzo Bai Xiaoman Martire 25 febbraio MR
90079 > San Luigi Versiglia Vescovo e martire 25 febbraio MR
91231 > Beata Maria Adeodata Pisani 25 febbraio MR
92131 > Beata Maria Ludovica (Antonina) De Angelis Missionaria 25 febbraio
42800 > San Nestore di Magydos Vescovo e martire 25 febbraio MR
42670 > Beato Roberto d'Arbrissel Sacerdote 25 febbraio MR
92675 > Beato Sebastiano dell’Apparizione Francescano 25 febbraio MR
90132 > San Turibio Romo Gonzalez Sacerdote e martire 25 febbraio MR
42775 > Santa Valburga (Valpurga) Badessa di Heidenheim 25 febbraio MR

http://es.catholic.net/santoralwww.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português, incompleta pela extensão de algumas das biografias; por falta de tempo; e, também, por problemas técnicos que me surgiram mais uma vez no computador – como já tive oportunidade de informar, na minha postagem anterior (de hoje mesmo e de ontem, sábado).

 António Fonseca

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Nº 57 - 26 DE FEVEREIRO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

 

Nº  1289 

• Nestor de Magido, Santo
Bispo e Mártir

Néstor de Magido, Santo

Nestor de Magido, Santo

(*) Conforme podem verificar esta biografia foi já publicada, no passado dia 25 de Fevereiro, neste blogue.AF

Bispo e Mártir

Martirológio Romano: Em Perge, em Panfilia, paixão de são Nestor, bispo de Magido e mártir, que em tempo de perseguição sob o imperador Décio foi condenado pelo prefeito da província a ser cravado numa cruz, para que sofresse a mesma pena que o Crucificado a quem confessava Etimologicamente: Nestor = Aquele que é recordado, é de origem grega. Polio, gobernador de Panfilia y Frigia durante el reinado de Decio, trató de ganarse el favor del emperador, aplicando cruelmente su edito de persecución contra los cristianos. Néstor, obispo de Magido, gozaba de gran estima entre los cristianos y los paganos, y comprendió que era necesario buscar sitios de refugio para sus fieles. Rehusando a ser oculto, el Obispo esperó tranquilamente su hora de martirio, y cuando se encontraba en oración, oficiales de la justicia fueron en su búsqueda.  Luego de un extenso interrogatorio y amenazas de tortura, el Obispo fue enviado ante el gobernador, en Perga. El gobernador trató de convencer al santo –primero con halagos y luego con amenazas- de que renegara de la religión cristiana, pero Néstor se mantuvo firme en el Señor, siendo enviado al potro, donde el verdugo le desgarraba la piel de los costados con el garfio. Ante la firme negativa del santo de adorar a los paganos, el gobernador lo condenó a morir en la cruz, donde el santo todavía tuvo fuerzas para alentar y exhortar a los cristianos que le rodeaban. Su muerte fue un verdadero triunfo porque cuando el Obispo expiró sus últimas palabras, tanto cristianos como paganos se arrodillaron a orar y alabar a Jesús.

SÃO VITOR DE ARCIS

Confessor (século VI ou VII)

Vítor nasceu no século VI em Troyes, na Campânia, França. Diz-se que, sete meses antes do nascimento, anunciou um possesso a sua futura santidade. Logo que o menino recebeu o baptismo, mostraram-se nele marcas sensíveis da presença do Espírito Santo. Educado unicamente para Deus, não teve gosto senão pelas verdades celestiais, recebeu o sacerdócio e exerceu algum tempo o ministério de sacerdote. Mas, cedendo ao seu atractivo pela solidão, tudo abandonou a fim de se retirar para o território de Arcis, para junto duma aldeiazinha chamada Saturniae, junto dum rio. Passando o dia e a noite em oração, parecia não ter corpo; juntava à contemplação o exercício do jejum. A fama dos milagres obtidos por sua intercessão atraiu-lhe visitas numerosas, mesmo das pessoas mais ilustres. O rei de França, (Chilperico, Childerico ou Clotário II) , numa das suas caçadas, apresentou-se para o visitar e foi testemunha dum dos seus milagres; tendo-lhe o rei apresentado água numa bacia, o santo, ao que se diz, transformou com  a sua bênção esta água em vinho. As graças extraordinárias, de que dispunha para a santificação dos outros, apenas lhe inspiravam sentimentos de profunda humildade. Morreu, ao que se diz, em 26 de Fevereiro , dia que foi escolhido para a celebração da sua festa. O corpo foi enterrado na cela de Saturniae. Construiu-se lá um oratório, que se tornou, por corrupção do nome, a capela de São Vittre. Em 837, os restos foram transferidos para a abadia de Montiramé (Moutier-Ramey), diocese de Troyes. Alguns séculos mais tarde, S. Bernardo compôs um ofício próprio em honra do Santo; daí resultou o aumento do culto.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

• Alexandre, Santo
Patriarca de Alexandria

Alejandro,  Santo

Alexandre, Santo

Martirológio Romano: Comemoração de são Alexandre, bispo, ancião célebre pelo zelo de sua fé, que foi eleito para a sede alexandrina como sucessor de são Pedro e recusou a nefasta heresia de seu presbítero Arrio, que se havia afastado da comunhão da Igreja. Junto com trezentos e dezoito Padres participou no primeiro Concilio de Niceia, que condenou tal erro (326) Etimologicamente: Alexandre = Aquele que protege aos homens. Vem da língua grega.Santo Alexandre, patriarca de Alexandria, tem um especial significado na história da Igreja a princípios do século IV, por haver sido o primeiro a descobrir e condenar a heresia de Arrio e haver iniciado a campanha contra esta heresia, que tanto preocupou a Igreja durante aquele século. A ele cabe também a glória de haver formado e associado no governo da Igreja alexandrina a Santo Atanásio, preparando-se no  ano 250, já durante o governo de Pedro de Alexandria se distinguiu de um modo especial naquela Igreja. Os poucos dados que possuímos sobre suas primeiras actividades nos hão sido transmitidos pelos historiadores Sócrates, Sozomeno e Teodoreto de Ciro, ao que devemos acrescentar a interessante informação de Santo Atanásio. Assim, pois, em geral, podemos afirmar que as fontes são relativamente seguras.  O primeiro rasgo de sua vida, em que convém todos os historiadores, nos é apresentado como um homem de carácter doce e afável, cheio sempre de um entranhável amor e caridade para com seus irmãos e em particular para com os pobres. Esta caridade, unida com um espírito de conciliação, tão conforme com os rasgos característicos da primitiva Igreja, projectam uma luz muito especial sobre a figura de Santo Alexandre de Alexandria, que convém ter muito presente no meio das persistentes lutas que teve que manter mais tarde contra a heresia; pois, vendo-o envolto nas mais duras batalhas contra o arianismo, pudesse crer-se que era de carácter belicoso, intransigente e acometedor. Em realidade, Santo Alexandre era, por inclinação natural, todo o contrário; mas possuía juntamente uma profunda estima e um claro conhecimento da verdadeira ortodoxia, unidos com um abrasado zelo pela glória de Deus e a defesa da Igreja, o qual o obrigava a sobrepor-se constantemente a seu carácter afável, bondoso e caritativo, e a empreender as mais duras batalhas contra a heresia. Deste espírito de caridade e conciliação, que constituem base fundamental de seu carácter, deu bem cedo claras provas em seu primeiro encontro com Arrio. Este começou a manifestar seu espírito inquieto e rebelde, filiando-se no partido dos melecianos, constituído pelos partidários do bispo Melécio de Lycópolis, que mantinha um verdadeiro cisma frente ao legítimo bispo Pedro de Alexandria. Por este motivo Arrio havia sido arrojado por seu bispo da diocese de Alexandria. Alexandre, pois, se interpôs com todo o peso de sua autoridade e prestígio, e obteve, não só sua readmissão na  diocese, mas sua ordenação sacerdotal por Aquillas, sucessor de Pedro na sede de Alexandria. Morto, pois, prematuramente Aquillas o ano 313, sucedeu-lhe o próprio Alexandre, e por certo são curiosas algumas circunstâncias que sobre esta eleição nos transmitem seus biógrafos. Filostorgo assegura que Arrio, à frente então da igreja de Baucalis, apoiou decididamente esta eleição, o que se faz muito verosímil se temos presente a conduta observada com ele por Alexandre. Mas, por outro lado, Teodoreto atesta que Arrio havia apresentado sua própria candidatura a Alexandria frente a Alejandro, e que, precisamente por haver sido este preferido, concebeu desde então contra ele uma verdadeira aversão e uma marcada inimizade. Seja disso o que se queira, Arrio manteve durante os primeiros anos as mais cordiais relações com seu bispo, o novo patriarca de Alexandria, Santo Alejandro. Este desenvolveu entretanto um intenso labor apostólico e caritativo em consonância com suas inclinações naturais e com seu carácter afável e bondoso. Um dos rasgos que fazem ressaltar os historiadores nesta etapa de sua vida, é sua predilecção pelos cristãos que se retiravam do mundo e se entregavam ao serviço de Deus na solidão. Precisamente  neste tempo começavam a povoar-se os desertos de Egipto daqueles anacoretas que, seguindo os exemplos de São Paulo, primeiro ermitão, de Santo António e outros mestres da vida solitária, davam o mais sublime exemplo da perfeita entrega e consagração a Deus. Estimando, pois, em seu justo valor a virtude de alguns entre eles, pôs-lhes à frente de algumas igrejas, e testemunham seus biógrafos que foi feliz na eleição destes prelados. Por outro lado se refere que fez levantar a igreja dedicada a São Teonás, que foi a mais grandiosa das construídas até então em Alexandria. Ao mesmo tempo conseguiu manter a paz e tranquilidade das igrejas do Egipto, apesar da oposição que ofereceram alguns na questão sobre o dia da celebração da Páscoa e, sobretudo, das dificuldades promovidas pelos melecianos, que persistiam no cisma, negando a obediência ao bispo legítimo. Mas o mais digno de nota é sua intervenção na questão ocasionada por Atanásio em seus primeiros anos. Com efeito, menino ainda, havia procedido Atanásio a baptizar a alguns de seus camaradas, dando origem à discussão sobre a validade deste baptismo. Santo Alejandro resolveu favoravelmente a controvérsia, constituindo-se desde então em protector e promovendo a esmerada formação daquele menino, que devia ser seu sucessor e o paladino da causa católica.  Mas o verdadeiro significado de Santo Alejandro de Alexandria foi sua acertada intervenção em todo o assunto de Arrio e do arianismo, e sua decidida defesa da ortodoxia católica. Com efeito, já antes do ano 318, começou a manifestar Arrio uma marcada oposição ao patriarca Alejandro de Alexandria. Esta se viu de um modo especial na doutrina, pois enquanto Alejandro insistia claramente na divindade do Filho e sua igualdade perfeita com o Pai, Arrio começou a espalhar a doutrina de que não existe mais que um só Deus, que é o Pai, eterno, perfeitíssimo e imutável, e, por conseguinte, o Filho o Verbo não é eterno, mas que tem principio, nem é da mesma natureza do Pai, mas pura criatura. A tendência geral era rebaixar o significado do Verbo, a que se concebia como inferior e subordinado ao Pai. É o que se designava como subordinacianismo, verdadeiro racionalismo, que tratava de evitar o mistério da Trindade e da distinção de pessoas divinas. Mas, por outro lado, como os racionalistas modernos, para evitar o escândalo dos simples fieis, ponderavam as excelências do Verbo, se bem que estas não o elevavam mais além do nível de pura criatura. Em um princípio, Arrio espalhou estas ideias com a maior reserva e somente entre os círculos mais íntimos. Mas como encontrara bom acolhimento em muitos elementos procedentes do paganismo, acostumados à ideia do Deus supremo e os deuses subordinados, e inclusive em alguns círculos cristãos, a quem lhes parecia a melhor maneira de impugnar o maior inimigo de então, que era o sabelianismo, procedeu já com menos cuidado e foi conquistando muitos adeptos entre os clérigos e laicos de Alexandria e outras dioceses de Egipto. Bem cedo, pois, se deu conta o patriarca Alejandro da nova heresia e imediatamente se fez cargo de suas gravíssimas consequências na doutrina cristã, pois se se negava a divindade do Filho, se destruía o valor infinito da Redenção. Por isto reconheceu imediatamente como seu dever sagrado o parar os passos a tão destrutora doutrina. Para isso teve, antes de tudo, conversações privadas com Arrio; dirigiu-lhe paternais admoestações, tão conformes com seu próprio carácter conciliador e caritativo; numa palavra, provou toda classe de meios para convencer a bem a Arrio da falsidade de sua concepção. Mas tudo foi inútil. Arrio não só não se convencia de seu erro, mas que continuava com mais descaramento sua propaganda, fazendo cada dia mais adeptos, sobretudo entre os clérigos. Então, pois, julgou Santo Alejandro necessário proceder com rigor contra o obstinado herege, sem guardar já o segredo da pessoa. Assim, reuniu um sínodo em Alexandria no ano, 320, em que tomaram parte uma centena de bispos, e convidou a Arrio a apresentar-se e dar conta de suas novas ideias. Apresentou-se ele, com efeito, ante o sínodo, e propôs claramente sua concepção, pelo qual foi condenado por unanimidade por toda a assembleia. Tal foi o primeiro acto solene realizado por Santo Alejandro contra Arrio e sua doutrina. Em união com os cem bispos de Egipto e de Líbia lançou o anátema contra o arianismo. Mas Arrio, longe de se submeter, saiu de Egipto e se dirigiu à Palestina e logo a Nicomedia, onde tratou de denegrir a Alejandro de Alexandria e apresentar-se a si próprio como inocente perseguido. Ao mesmo tempo propagou com a maior dissimulação suas ideias e fez notáveis conquistas, particularmente a de Eusébio de Nicomedia. Entretanto, continuava Santo Alexandre a iniciada campanha contra o arianismo. Ainda que de natural suave, caritativo, paternal e amigo de conciliação, vendo, a pertinácia do herege e o grande perigo de sua ideologia, sentiu arder em seu interior o fogo do zelo pela defesa da verdade e da responsabilidade que sobre ele recaía, e continuou lutando com toda decisão e sem se arredar por nenhuma classe de dificuldades. Escreveu, pois, então algumas cartas, das que se nos hão conservado duas, das que se deduz o verdadeiro carácter deste grande bispo, por um lado cheio de doçura e suavidade, mas por outro, firme e decidido em defesa da verdadeira fé cristã. Por seu lado, Arrio e seus adeptos continuaram insistindo cada vez mais em sua propaganda. Eusébio de Nicomedia e Eusébio de Cesareia trabalhavam em seu favor na corte de Constantino. Se tratava de restabelecer a Arrio em Alexandria e fazer retirar o anátema lançado contra ele. Mas Santo Alexandre, consciente de sua responsabilidade, punha como condição indispensável a retractação pública de sua doutrina, e então foi quando compôs uma excelente síntese da heresia ariana, onde aparece esta com todas suas fatais consequências. Por seu lado, o imperador Constantino, influenciado sem dúvida pelos dois Eusébios, iniciou sua intervenção directa na controvérsia. Antes de tudo, enviou extensas cartas a Arrio e a Alejandro, onde, na suposição de que se tratava de questões de palavras e desejando a todo o transe a união religiosa, os exortava a renunciar cada um a seus pontos de vista em bem da paz. O grande bispo Osio de Córdoba, confessor da fé e conselheiro religioso de Constantino, foi o encarregado de entregar a carta a Santo Alejandro e juntamente de procurar a paz entre os diversos partidos. Entretanto Arrio havia voltado ao Egipto, onde difundia ocultamente suas ideias e por meio de cantos populares e, sobretudo, com o célebre poema Thalia tratava de as estender entre o povo cristão. Chegado, pois, Osio ao Egipto, tão cedo como se pôs em contacto com o patriarca Alejandro e conheceu a realidade das coisas, se convenceu rapidamente da inutilidade de todos seus esforços. Assim se confirmou plenamente num concilio celebrado por ele em Alexandria. Só com um concílio universal ou ecuménico se podia pôr termo a tão violenta situação. Voltando, pois, a Nicomedia, onde se achava o imperador Constantino, aconselhou decididamente esta solução. O próprio lhe propôs o patriarca Alejandro de Alexandria. Tal foi a verdadeira génese do primeiro concílio ecuménico, reunido em Niceia no ano 325. Não obstante sua avançada idade e os efeitos que havia produzido em seu corpo tão contínua e empenhada luta, Santo Alejandro acudiu ao concílio de Niceia acompanhado de seu secretário, o diácono Santo Atanásio. Desde um princípio foi feito objecto dos maiores elogios de parte de Constantino e da maior parte dos bispos, já que ele era quem havia descoberto o vírus daquela heresia e aparecia ante todos como o herói da causa por Deus. Como tal teve a maior satisfação ao ver condenada solenemente a heresia ariana naquele concílio, que representava a toda a Igreja e estava presidido por legados do Papa. Voltando Santo Alejandro a sua sede de Alexandria, tirando forças de fraqueza, trabalhou o indizível durante o ano seguinte em remediar os danos causados pela heresia. Sua missão neste mundo podia dar-se por cumprida. Como pastor, colocado por Deus numa das sedes mais importantes da Igreja, havia deixado nela os tesouros de sua caridade e da mais delicada solicitude pastoral, e havendo descoberto a mais solapada e perniciosa heresia, a havia condenado na sua diocese e havia conseguido fora condenada solenemente por toda a Igreja em Niceia. É certo que a luta entre a ortodoxia e arianismo não terminou com a decisão deste concílio, mas continuou cada vez mais intensa durante grande parte do século IV. Mas Santo Alejandro havia desempenhado bem seu papel e deixava atrás de si a seu sucessor na mesma sede de Alexandria, Santo Atanásio, que recolhia plenamente sua herança de ideal da causa católica. Segundo todos os indícios, morreu Santo Alejandro no ano 326, provavelmente em 26 de Fevereiro, se bem que outros indicam em 17 de Abril. Em Oriente seu nome cedo foi incluído no martirológio. No Ocidente não o foi até ao século IX.

 

• Porfírio de Gaza, São
Anacoreta e Bispo

Porfirio de Gaza, San

Porfírio de Gaza, São

Martirológio Romano: Em Gaza, em Palestina, são Porfírio, bispo, o qual, nascido em Tessalónica, viveu como anacoreta em Scete durante cinco anos, e outros tantos ao outro lado do Jordão, sendo célebre por sua benignidade para com os pobres. Feito bispo de Gaza, fez demolir muitos templos de ídolos, cujos seguidores lhe fizeram a vida difícil até que descansou venerável com os santos (420). Etimologicamente: Porfírio = Aquele que se veste de púrpura. Vem da língua grega.São Porfírio nasceu em Tessalónica (aquela cidade à qual São Paulo escreveu suas duas cartas aos tessalonicenses). Tessalónica fica na Macedónia, e Macedónia está situada ao norte de Grécia. Aos 25 anos deixou sua cidade e sua família e se foi de monge ao Egipto a rezar e meditar e fazer penitência. Cinco años más tarde pasó a Palestina y se fue a vivir a una cueva cerca del río Jordán. Pero allí la humedad lo hizo enfermar de reumatismo y cinco años después se fue a vivir a Jerusalén. En esta ciudad cada día visitaba el Santo Sepulcro, el Huerto de los Olivos, la Casa de la Ultima Cena y los demás santos lugares donde estuvo Nuestro Señor. Su reumatismo lo hacía caminar muy despacio y con grandes dolores y apoyado en un bastón. Sin embargo ningún día dejaba de ir a los Santos Lugares y Comulgar. En aquellos tiempos llegó a Jerusalén un cristiano llamado Marcos, el cual se quedó admirado de que este hombre tan enfermo y con tan grandes dolores reumáticos no dejaba ningún día visitar los Santos Lugares para dedicarse allí a rezar y a meditar. Un día al ver que el santo sufría tanto al subir las escalinatas del templo, Marcos se ofreció para ayudarle pero Porfirio se negó a aceptar su ayuda diciéndole: "No está bien que habiendo venido yo aquí a expiar mis pecados sufriendo y rezando, me deje ayudar de ti para disminuir mis dolores. Déjame sufrir un poco, que lo necesito para pagarle a Dios mis muchos pecados". Marcos lo admiró más desde ese día y en adelante fue su compañero, su amigo y el que escribió después la biografía de este santo. Lo único que le preocupaba a Porfirio era que no había vendido la herencia que sus padres le habían dejado en su patria, la cual quería repartir entre los pobres. Confió esta misión a Marcos, que partió rumbo a Tesalónica y a los tres meses volvió con el dinero de la venta de todas aquellas tierras, dinero que Porfirio repartió totalmente entre las gentes más pobres de Jerusalén. Cuando Marcos se fue a Tesalónica estaba Porfirio muy débil y agotado, pálido y sin fuerzas. Y al volver a Jerusalén lo encontró de buenos colores y lleno de vigor y fuerzas. Le preguntó cómo había sucedido semejante cambio tan admirable y Porfirio le dijo: “Mira, un día vine al Santo Sepulcro a orar, y mientras rezaba sentí que Jesucristo se me aparecía en visión y me decía: ‘Te devuelvo la salud para que te encargues de cuidar mi cruz’. Y quedé instantáneamente curado de mi reumatismo. Lo que los médicos no pudieron hacer en muchos años, lo hizo Jesús en un solo instante, porque para El todo es posible". Y en adelante se quedó ayudando en la Iglesia del Santo Sepulcro, custodiando la parte de la Santa Cruz que allí se conservaba. Como Porfirio había repartido toda su herencia entre los pobres, tuvo él que dedicarse a trabajos manuales para poder ganarse la vida. Aprendió a fabricar sandalias y zapatos y a trabajar en cuero y así ganaba para él y para ayudar a otros necesitados. Marcos, que era un hábil escribiente y ganaba buen dinero copiando libros, le propuso que él costearía toda su alimentación para que no tuviera que dedicarse a trabajos manuales agotadores. San Porfirio le dijo: "No olvidemos que San Pablo dijo en su segunda Carta a los tesaloniceses: "El que no quiere trabajar, que tampoco coma"; siguió ganándose el pan con el sudor de la frente, hasta los 40 años. El obispo de Jerusalén al ver tan piadoso y santo a Porfirio lo ordenó de sacerdote. Y poco después recibió una carta del obispo de Cesarea pidiéndole que le enviara un santo sacerdote para darle una misión. Como Porfirio era un verdadero penitente que ayunaba cada día y rezaba horas y horas y ayudaba a cuanto pobre podía, el obispo de Jerusalén lo envió a Cesarea. Y aquella noche tuvo Porfirio un sueño. Oyó que Jesús le decía: "Hasta ahora te has encargado de custodiar mi Santa Cruz. De ahora en adelante te encargarás de cuidar a unos hermanos míos muy pobres". Con eso entendió el santo que ya no seguiría viviendo en Jerusalén. Al llegar a Cesarea el obispo de allá lo convenció de que debía aceptar ser obispo de Gaza, que era una ciudad muy pobre. Después de que le rogaron mucho, al fin exclamó: "Si esa es la voluntad de Dios, que se haga lo que El quiere y no lo que quiera yo". Y aceptó. Al llegar a Gaza los paganos promovieron grandes desórdenes porque sentían que con este hombre se iba a imponer la religión de Cristo sobre las falsas religiones de los ídolos y falsos dioses. Porfirio no se dio por ofendido sino que se dedicó a instruir a los ignorantes y a ayudar a los pobres y así se fue ganando las simpatías de la población. La ciudad de Gaza y sus alrededor estaban sufriendo un verano terrible y muy largo. Las cosechas se perdían y no se hallaban ya agua ni para beber. Los paganos esparcieron la calumnia de que todo esto era un castigo a los dioses por haber llegado allí Porfirio con su doctrina y sus cristianos. Y empezaron a tratar muy mal al obispo y a sus fieles seguidores. Entonces San Porfirio organizó una procesión de rogativas por las calles, rezando y cantando para que Dios enviara la lluvia, y al terminar la procesión se descargó un torrencial aguacero que llenó de vida y frescor todos los alrededores. Los paganos se propusieron que de todos modos sacarían a Porfirio y a sus cristianos de aquella región y empezaron a emplear medidas muy violentas contra ellos. Pero se equivocaron. Creyeron que la piedad y la bondad del obispo eran debilidad y cobardía, y no era así. El santo se fue a donde el jefe del imperio que vivía en Constantinopla y obtuvo que le dieran un fuerte batallón de soldados que puso orden y paz en la ciudad. Y ya los paganos no pudieron atacarlo más. El no agredía a nadie, pero buscaba quién lo defendiera cuando trataban injustamente de acabar con la santa religión de Cristo. Y después de varios años la acción evangelizadora de Porfirio y de sus sacerdotes llegó a ser tan eficaz que se acabó por completo allí la religión pagana de los falsos dioses, y desaparecieron los templos de los ídolos. Las gentes quemaron todos sus libros de magia y ya no hubo más consultas a brujas o espiritistas ni creencias supersticiosas. San Porfirio construyó en Gaza un bellísimo templo. El día en que empezó la construcción del nuevo edificio recorrió la ciudad con enorme gentío cantando salmos y bendiciendo a Dios. Cada fiel llevaba alguna piedra o algún ladrillo u otro material para contribuir a la edificación de la Casa de Dios. La construcción duró cinco años y toda la ciudad colaboró con mucha generosidad. El día de la Consagración de la nueva catedral (domingo de Pascua del año 408) el santo repartió abundantísimas limosnas a todos los pobres de la ciudad. Siempre fue sumamente generoso en ayudar a los necesitados. Los últimos años los dedicó pacíficamente a instruir y enfervorizar a sus sacerdotes y al pueblo con sus predicaciones, con su buen ejemplo y su oración. El 26 de febrero del año 420 murió santamente. San Porfirio, valeroso y santo obispo: haz que todos los obispos católicos del mundo sean tan valientes, generosos y fervorosos como lo fuiste tú. "A quien se declare a mi favor delante de la gente de esta tierra, yo me declararé en su favor delante de los ángeles del cielo" (Jesucristo)¡Felicidades a quien lleve este nombre!

• Paula Montal Fórnes de San José de Calasanz, Santa
Fundadora

Paula Montal Fórnes de San José de Calasanz, Santa

Paula Montal Fórnes de San José de Calasanz, Santa

Em Olesa de Montserrat, na província de Barcelona, em Espanha, santa Paula de san José de Calasanz Montal Fornés, virgem, fundadora do Instituto das Filhas de Maria das Escolas Pias (1889). Etimologicamente: Paula = Aquela de pequeno tamanho, é de origem latina, uma variante feminina do nome Paulo. A vida de Paula Montal Fornés de San José de Calasanz, fecunda e profética, quase centenária, se desenvolveu num contexto histórico amplo (1799-1889), um período em crise do agitado século XIX espanhol, que se debatia entre os postulados do Antigo Regime e as novas correntes liberais, com repercussões sócio-políticas, culturais e religiosas muito notórias.  Quatro cidades foram especialmente representativas em sua vida, bem enraizada em sua terra e em seu entorno histórico: Em Arenys de Mar (Barcelona), viveu sua infância e sua juventude (1799-1829). Vila costeira, aberta ao mar, cosmopolita e industrial, ali nasceu para a vida, em 11 de Outubro de 1799, e à vida da graça, essa mesma tarde. Se formou num ambiente familiar cristão e muito simples. Participou na vida espiritual da paróquia. Destacou por seu amor à Virgem Maria. Desde os 10 anos conheceu a dureza do trabalho para ajudar a sua mãe, viúva com cinco filhos. Ela era a mais velha. Neste período, por própria experiência, constatou que a menina, a jovem, a mulher, tinham escassas possibilidades de acesso à educação, à cultura..., e se sentiu chamada por Deus a realizar essa tarefa. Figueras (Gerona), cidade fronteiriça com França e baluarte militar com seu famoso castelo de armas, foi sua meta. Acompanhada por sua incondicional amiga Inés Busquets, em 1829, se trasladou para a capital de Ampurdán para abrir sua primeira escola de meninas, com amplos programas educativos, que superavam com creches o legislado para os meninos. Era uma escola nova. Em Figueras começou, pois, de maneira exclusiva, seu apostolado educativo com as meninas. Ali nasceu um carisma novo na Igreja, uma obra apostólica encaminhada à educação integral humano cristã das meninas e jovens, à promoção da mulher, para salvar as famílias e transformar a sociedade. Suas seguidoras se distinguiriam por professar um quarto voto de ensino. Sabadell (Barcelona), significó el injerto de su obra educativa en la Escuela Pía. Sabemos, que por lo menos desde 1837, se sentía totalmente identificada con el carisma de San José de Calasanz, y quería vivir la espiritualidad y reglas calasancias. Con esa finalidad, tras la fundación de la segunda escuela en su villa natal, Arenys de Mar, 1842, donde entró en contacto directo con los Padres Escolapios de Mataró, abrió una tercera escuela en Sabadell, 1846.La presencia de los PP.Escolapios, Jacinto Felíu y Agustín Casanovas en el colegio de Sabadell, fue providencial. Allí con su orientación y ayuda, logró en breve tiempo, la estructuración canónica escolapia de su naciente Congregación. El 2 de febrero de 1847, ya profesó, como Hija de María Escolapia, junto a sus tresprimeras compañeras, Inés Busquets, Felicia Clavell y Francisca de Domingo.En el capítulo general, tenido en Sabadell, 14 de marzo de 1847, no fue elegida superiora general, ni asistenta general.

Paula Montal Fórnes de San José de Calasanz, Santa

Paula Montal Fórnes de San José de Calasanz, Santa

En el período 1829-1859, realizó una intensa actividad fundando personalmente 7 escuelas: Figueras (1829), Arenys de Mar (1842), Sabadell (1846), Igualada (1849), Vendrell (1850), Masnou (1852) y Olesa de Montserrat (1859). Inspiró y ayudó a la fundación de otras 4: Gerona (1853), Blanes (1854), Barcelona (1857) y Sóller (1857). Fue además la formadora de las 130 primeras Escolapias de la Congregación. Período de una gran actividad de vida y profetismo de la misma. Olesa de Montserrat (Barcelona), 1859. Su última fundación personal. Un pueblo pequeño y pobre, al pie del Monasterio de la Virgen de Montserrat, a la que profesó una gran devoción. Fue su fundación predilecta, en la que permaneció hasta su muerte (15 de diciembre de 1859, 26 de febrero de 1889). Fueron 30 años de gracia para las niñas y jóvenes olesanas, que se beneficiaron de su testimonio cristiano y de su fecundo magisterio; y para la villa de Olesa de Montserrat, enriquecida con el ejemplo de su vida entregada y santa. "Todos la querían y veneraban..." Y para la Congregación Escolapia: un sí total a Dios; la pedagogía escolapia en acción y la vivencia de las virtudes que deben caracterizar a la educadora escolapia.Y el ocaso de una vida en Dios. El trazado de la fisonomía espiritual de Madre Paula Montal comprende dos facetas: su participación en la espiritualidad calasancia y su peculiar carisma educativo, encaminado a la formación integral humano cristiana de la mujer. A su muerte, la Congregación de Hijas de María, Religiosas de las Escuelas Pías, por ella fundada, la formaban 346 Escolapias, que ejercitaban el carisma educativo escolapio, legado por su Fundadora, en 19 colegios, extendidos por toda la Geografía española. El proceso canónico para su Beatificación se inició en Barcelona, el 3 de mayo de 1957. El Papa Juan Pablo II la Beatificó en Roma, el 18 de abril de 1993. El milagro para su Canonización, obrado en septiembre de 1993, en Blanquizal, un barrio muy marginado y violento de Medellín (Colombia), en favor de la niña de 8 años, Natalia García Mora, fue aprobado por el Papa Juan Pablo II, el 1 de julio del 2000. A nuestra sociedad, lacerada por tantas tensiones, donde la educación integral para todos, la promoción de la mujer, la familia, la juventud, son temas candentes sin resolver, la nueva Santa le dirige el mensaje de su vida y de su obra educativa, mensaje de amor y de servicio. Su carisma en el siglo XIX, fue anuncio de amor y esperanza, especialmente para la mujer, que descubrió en ella a la madre y maestra de la juventud femenina.Y hoy sigue siendo tan urgente y de plena actualidad como entonces. La obra educativa de Santa Paula Montal Fornés de San José de Calasanz continúa hoy en la Iglesia, particularmente a través de más de 800 Religiosas Escolapias, distribuidas en 112 comunidades, que educan a unos 30.000 alumnos, en 19 naciones de los cuatro continentes, para la promoción de la mujer, para que sea una realidad la "civilización del amor". Fue beatificada por S. S. Juan Pablo II el 18 de abril de 1993, y luego canonizada por el mismo Santo Padre el 25 de noviembre de 2001. Reproduzido com autorização de Vatican.va

• Piedade de la Cruz Ortiz Real, Beata
Fundadora

Piedad de la Cruz Ortiz Real, Beata

Piedade de la Cruz Ortiz Real, Beata

Martirológio Romano: Em Alcantarilla, na Região de Múrcia, Espanha, beata Piedade de la Cruz (Tomasa) Ortiz Real, virgem, que por amor a Deus se dedicou com zelo à educação e à catequese dos pobres e fundou a Congregação de Irmãs Salesianas do Sagrado Coração de Jesus. Piedad de la Cruz Ortiz Real, filha de José e de Tomasa, nasceu em Bocairente, (Valência) —Espanha—, em 12 de Novembro de 1842, sendo baptizada no dia seguinte com o nome de Tomasa. Ocupava o quinto lugar entre oito irmãos.  Na escola se distinguiu pela piedade, a constância e o talento na música, no bordado e na recitação. Aos dez anos fez sua primeira Comunhão. Com um olhar retrospectivo ela mesma narra assim seus sentimentos: «Quando recebi por primeira vez a Sagrada Comunhão, fiquei como anonadada e experimentei que Jesús me chamava à Vida Religiosa». Este encontro com Cristo na Eucaristia a marcou para sempre. Tomasa quer ser do Senhor e viver para Ele. Completou sua formação humana e espiritual no Colégio de Loreto que as Religiosas da Sagrada Família de Bordéus tinham em Valência. Quando pediu para  ingressar no noviciado desse Instituto, seu pai, considerando a situação política da época e a juventude de Tomasa, a obrigou a voltar a casa. Três aspectos caracterizaram esta etapa de sua vida em Bocairente: o espírito de piedade e oração, sua dedicação a fazer o bem aos meninos pobres, os anciãos e enfermos e a vontade em dar uma resposta àquilo que sentiu em seu interior no dia da primeira Comunhão. Por fin, Tomasa, parece que podría realizar el sueño de su vida: Consagrarse al Señor en un convento de Carmelitas de clausura en Valencia, pero una enfermedad, la obligó a abandonar el noviciado y volver a la casa paterna.Una vez recuperada, hizo un nuevo intento de ingresar en un convento de clausura y otra vez ocurrió lo mismo. A través de estos acontecimientos, Tomasa descubrió que Dios no la quería por ese camino. Ella le pedía ver claro cuál era su voluntad, y su oración era ésta: «Tuya, Jesús mío, tuya quiero ser, pero díme dónde». Con la certeza de sentirse llamada a una vida de especial Consagración, pero con la duda de dónde la quería Dios, Tomasa se dirigió a Barcelona. Allí, después de muchas dificultades, el Señor respondió a la búsqueda vocacional de Tomasa haciéndola vivir una profunda experiencia mística, en la que el Corazón de Jesús, mostrándole su hombro izquierdo ensangrentado, le dijo: «Mira cómo me han puesto los hombres con sus ingratitudes, ¿quieres tú ayudarme a llevar esta cruz?». A lo que Tomasa respondió: «Señor, si necesitas una víctima y me quieres a mí, aquí estoy, Señor». Entonces, el Redentor le dijo: «Funda, hija mía, que de ti y de tu Congregación siempre tendré misericordia». Esta Experiencia fue crucial para Tomasa, le dio tal certeza, que jamás se borraría de su mente y de su corazón. Desde ese momento, comprendió que Dios le pedía dar vida a un nuevo Instituto. El interrogante ahora era dónde fundar, dónde dar respuesta positiva a la invitación de Cristo a llevar la cruz de los más pobres, de los que menos cuentan para este mundo. El Obispo D. Jaime Catalá fue quien le indicó que le abriera el corazón a su confesor y que hiciera lo que él le indicaba. Con este gesto, Tomasa, se sometió en fe a la Jerarquía de la Iglesia para hacer la voluntad de Dios. Las inundaciones del río Segura que en 1884 habían destrozado la huerta murciana y la escasez de Congregaciones religiosas en esta zona, hizo que la orientara hacia esos lugares de mayor necesidad. En el mes de marzo, Tomasa, acompañada de tres postulantes, salió de Barcelona camino de Puebla de Soto, a 1 km. de Alcantarilla, para fundar allí, con la autorización del Obispo de Cartagena-Murcia, la primera Comunidad de Terciarias de la Virgen del Carmen. Los habitantes de la huerta murciana aún no se habían repuesto de la tragedia de las inundaciones de 1884, cuando apareció el cólera. Tomasa, —que por entonces había tomado el nombre de Piedad de la Cruz— y sus Hijas se multiplicaban en el cuidado a los enfermos y a las niñas huérfanas en un hospitalillo que ella llamó de «La Providencia». Iban llegando otras jóvenes, atraídas por el modo de vivir de aquellas primeras Terciarias Carmelitas. La Casa se quedó pequeña, hubo que comprar la de Alcantarilla. También se estableció una nueva Comunidad en Caudete... Todo hacía pensar que al fin, Tomasa había encontrado el lugar donde llevar a cabo su vocación. Sin embargo... de nuevo la cruz. Era el signo que ella había pedido para saber que todo aquello era de Dios: «Fundar en tribulación» y el Corazón de Jesús se lo concedió con creces. Aunque la Virgen María ocupó un lugar muy importante en el corazón y en la vida de Tomasa, su Carisma estaba centrado en el Corazón de Cristo. Y... ¡designios de Dios! Aparecieron algunas tensiones entre las Comunidades de Alcantarilla y Caudete, ya que la Congregación no tenía aún la aprobación diocesana. En el mes de agosto, las Hermanas de Caudete se dirigeron a Alcantarilla y se llevaron las novicias, dejando a Madre Piedad sola con Sor Alfonsa. Fueron días de mucho dolor. La Fundadora, como siempre, se refugió en la oración, se postró ante el Cristo del Consuelo y allí permaneció horas y horas clavada a sus pies. Sufre, pero no se rompe, porque la barquilla de su vida estaba bien anclada en el Señor. Una vez más acudió a la Jerarquía eclesiástica en busca de orientación y de luz. Será el Obispo Bryan y Livermore quien envíe a Tomasa y a su fiel compañera, Sor Alfonsa, al Convento de la Visitación de las Salesas Reales en Orihuela para hacer un mes de ejercicios espirituales y para proyectar una nueva Fundación, tomando como protector a un Santo Obispo. Es aquí, donde el Espíritu Santo iluminó vivamente a M. Piedad, al tiempo que la llenaba de fuerza profética, le mostraba su verdadero Carisma, y el título de su Congregación, que estaría bajo el patrocinio de S. Francisco de Sales. Y... llegó la hora de Dios. Era el 8 de septiembre de 1890. Nacía en la Iglesia, después de muchas dificultades y tribulaciones, la Congregación de Hermanas Salesianas del Sagrado Corazón de Jesús, una Congregación donde el Corazón de Cristo quiere ser amado, servido y desagraviado de las ofensas que recibe de los hombres. Y al amar, servir y desagraviar, ver el rostro del Señor en las niñas huérfanas, en las jóvenes obreras, en los enfermos, en los ancianos abandonados... y ayudarles a llevar la cruz. Nos legó su propio Carisma: Hacer sensible ante los hombres, especialmente pobres, el amor del Padre Providente, manifestado en el Corazón misericordioso de Jesús abierto en brazos de la Cruz. Aunque toda la vida de Madre Piedad fue una renuncia al mundo, no por eso había «huido» del mundo, sino que seguía en él haciendo el bien y luchando contra el mal. Testigos de ello fueron tantos matrimonios rotos o a punto de romperse, tantas jóvenes a las que iba a buscar a las fábricas para formarlas en la escuela dominical, niñas sin hogar a las que amó entrañablemente, ancianos solos, enfermos ... Vivió pobre y murió pobre, sentada en un sillón, porque «Aquel —decía señalando el Crucifijo— murió en la cruz y yo no debo morir en la cama, sino en el suelo». Expiró con el crucifijo en los labios y en la santa paz de Dios. Era el sábado, 26 de febrero de 1916. La gente sencilla exclamaba con profundo sentimiento: ¡Ha muerto una santa! ¡Ha muerto nuestra madre! El día 6 de febrero de 1982 tuvo lugar en la Diócesis de Cartagena-Murcia la apertura del Proceso de Beatificación y Canonización de la Sierva de Dios. El día 7 de mayo de 1983 fue clausurado dicho Proceso, pasando a Roma, que aprueba la validez del mismo el 3 de febrero de 1984. Después de un estudio exhaustivo sobre las virtudes practicadas por Madre Piedad, el 1 de julio de 2000, en el Vaticano, en presencia de S.S. Juan Pablo II, se dio lectura al Decreto de reconocimiento de Virtudes Heroicas, y el 12 de abril de 2003 al Decreto sobre el milagro, dando paso así a la Beatificación en Roma el 21 de marzo de 2004. Reproduzido com autorização de Vatican.va

• Outros Santos e Beatos
Completando santoral deste dia

São Faustiniano, bispo

Em Bolonha, na região de  Emília, são Faustiniano, bispo, que com sua pregação confirmou e acrescentou à Igreja, que estava sofrendo por causa da perseguição (século IV).

Santo Agrícola, bispo

Em Nevers, de Neustria, santo Agrícola, bispo (c. 594).

Santo André, bispo

Em Florença, da Toscana, santo André, bispo (s. IX).

Beato Roberto Drury, presbítero e mártir

Em Londres, em Inglaterra, beato Roberto Drury, presbítero e mártir, que, acusado injustamente de participar numa conjura contra o rei Jacobo I, subiu ao patíbulo em Tyburn confessando a Cristo e revestido com o hábito eclesiástico para demonstrar sua dignidade sacerdotal (1607).

42860 > Sant' Agricola di Nevers Vescovo 26 febbraio MR
42850 > Sant' Alessandro di Alessandria Patriarca 26 febbraio MR
42880 > Sant' Andrea di Firenze Vescovo 26 febbraio MR
41850 > San Dionigi di Augusta Vescovo 26 febbraio
51300 > San Faustiniano Vescovo di Bologna 26 febbraio MR
91961 > Sant' Ilario di Magonza Vescovo 26 febbraio
42875 > Santa Paola di S. Giuseppe di Calasanzio (Paola Montal y Fornes) Fondatrice delle Figlie di Maria 26 febbraio MR
92003 > Beata Pietà della Croce Ortiz Real 26 febbraio MR
42900 > San Porfirio di Gaza Vescovo 26 febbraio MR
42890 > Beato Roberto Drury Martire 26 febbraio MR
42870 > San Vittore Eremita 26 febbraio MR

http://es.catholic.net/santoralwww.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português, incompleta pela extensão de algumas das biografias; por falta de tempo; e, também, por problemas técnicos que me surgiram mais uma vez no computador – como já tive oportunidade de informar, na minha postagem anterior (de hoje mesmo e de ontem, sábado).

 António Fonseca