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quinta-feira, 31 de março de 2011

fantástico …….!!!

 

 

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António Fonseca

Nº 875-2 (88) - 31 DE MARÇO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO


Nº 875-2
SANTO ACÁCIO DE ANTIOQUIA
Bispo (250)
Sendo bispo de Antioquia da Pisídia (Turquia Asiática) foi preso durante a perseguição de Décio (248-251). Possuímos a acta do interrogatório que o prefeito Marciano lhe dirigiu. Acácio rejeita nela o politeísmo e mofa dos deuses do Império com grande desenvoltura. Foi necessário que esse Marciano fosse de todo agnóstico, ou secretamente cristão, para que o deixasse falar como ele fez e, sobretudo, para o absolver. Não se sabe quanto sobreviveu Acácio à libertação. Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW.JESUITAS.PT
SANTA BALBINA
Virgem
Balbina de Roma, Santa
Balbina de Roma, Santa
Santa Balbina (ou Babina) encontrou lugar nos martirológios a partir do século IX em consequência dum mal-entendido. Havia em Roma, entre as vias Ardeatina e Ápia, um “cemitério de Balbina”, por causa do nome da matrona que o tinha dado à igreja. Mais tarde, veio a ser “cemitério de Santa Balbina”, e ficou desde então a julgar-se que era por uma “virgem e mártir”, chamada Balbina, lá ter sido enterrada. Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW.JESUITAS.PT
SÃO BENJAMIM
Mártir (422)
Benjamin, Santo
Benjamin, Santo
Sapor II, rei da Pérsia, tinha tentado sacudir o jugo dos romanos e ao mesmo tempo aniquilar a religião cristã no seu país. Depois da sua morte, foi restituída a paz à Igreja, mas em breve se desencadeou violenta perseguição que durou cerca de três anos. Foi nos começos deste período que foi preso o diácono Benjamim, cuja atividade e influência tinham desagradado a Isdeberge, o novo rei. Entabulavam-se, entretanto, negociações para restabelecer a paz entre este príncipe e o embaixador de Roma. Este pediu que Benjamim, fosse posto em, liberdade. O rei consentiu, mas impôs a condição de o diácono prometer não voltar a exercer o seu zelo entre os magos e sacerdotes da religião persa. Não houve forma de conseguir tal promessa do prisioneiro. Declarou que nunca fecharia aos homens as fontes da graça divina, nem deixaria de fazer brilhar diante dos seus olhos a verdadeira luz. «Doutra forma, acrescentou, eu próprio incorreria nos castigos que o Mestre reserva aos servos que enterram o seu talento». Apesar disso, foi posto em liberdade sob fiança do embaixador romano. Logo que se viu solto, Benjamim voltou a fazer prosélitos entre os magos e adoradores do fogo. Informado disso, o rei intimou-o a comparecer na sua presença e desta vez ordenou-lhe que adorasse o sol e o fogo. «Faz de mim o que quiseres – respondeu Benjamimmas eu nunca renegarei o Criador do Céu e da terra, para prestar culto a criaturas perecedoras. Que juízo farias de um súbdito que prestasse a outros senhores a fidelidade que te é devida a ti?». Furioso com a resposta, Isdeberge ordenou que o torturassem. Espetaram-lhe por muitas vezes canas aguçadas entrasse as unhas e nas articulações. Como persistisse em não apostatar, aplicaram-lhe o suplicio da empalação, e ele expirou dando graças a Deus. passou-se isto pelo ano de 422. Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW.JESUITAS.PT
SÃO DANIEL
Negociante e mártir (1411)
Daniel, alemão de nacionalidade, veio no século XV estabelecer-se em Veneza, para assegurar ao seu negócio maiores ganhos. Os estorvos do tráfico não lhe impediam servir a Deus com fidelidade. Dava grandes esmolas e visitava muitas vezes os diversos santuários da cidade; frequentava especialmente a igreja dos convento dos camaldulenses, chamada S. Matias de Murano. Pediu aos religiosos o favor de ter um quarto no claustro de baixo, para nele viver com o maior recolhimento e ocupar-se mais da salvação da alma. Num testamento de 31 de Março dispunha de todos os bens em favor dos camaldulenses. Aí viveu, não como religioso, mas antes como hóspede, e continuou durante anos o seu negócio habitual. Em 1411, vieram ladrões que, julgando encontrar grandes tesoiros no seu quarto, nele o assassinaram. Os religiosos sepultaram-lhe o corpo num túmulo de pedra, diante da sala do capítulo. Muito depois, pretendeu-se depositar no mesmo túmulo um senador de Veneza, chamado Paulo Donat. E foi então encontrado intacto o corpo de Daniel, sem corrupção e a exalar um odor agradável; desde então, foi ele considerado como mártir. O corpo foi exposto sobre um altar numa urna, a fim de ser possível aos fieis venerarem-no. Os camaldulenses festejam-no a 31 de Março. Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW.JESUITAS.PT
Renovato (Renato), Santo
Bispo de Mérida
Renovato (Renato), Santo
Renovato (Renato), Santo
Etimologicamente: Renato = Aquele que volta a nascer, é de origem latina. Etimologicamente: Renovato = Aquele que há sido restaurado, é de origem latina. O XIV bispo de Mérida, Renovato, encerra a época gloriosa de santidade e esplendor emeritense: foi um varão equitativo, justo e engenhoso. Mestre acabado por sua doutrina e exemplaridade de vida. Depois de governar a Igreja durante muitos anos morreu na paz de Deus no ano 633. Seu corpo, junto com os de seus bispos predecessores (Masona e Inocente), descansam sepultados com as maiores honras numa mesma cripta em Mérida, na cripta da Igreja martirial de Santa Eulália. Ante seus sepulcros deram-se contínuos sinais de protecção; daqui que seu culto se iniciasse por assentimento ou aclamação da igreja local na liturgia, ao uso da época. É o último biografado pelo autor das "Vitas" que diz: ´O santo Renato, homem adornado de todas as virtudes; godo de origem, nascido e insigne pelo lustre de sua família. Era esbelto de corpo, de distintos modos, de singular estatura... era maior ainda por dentro sua formosura, inundado na posse do Espírito Santo. Antes havia sido abade do mosteiro de Cauliana. Se distinguiu nas artes e nas ciências eclesiásticas, especialmente nas Sagradas Escrituras. Seu agudo engenho o fez mestre de não poucos discípulos. Sua festa se celebra em 31 de Março.
Buenaventura (Tornielli) de Forli, Beato
Buenaventura (Tornielli) de Forli, Beato
Martirológio Romano: Em Udine, no território de Veneza, beato Buenaventura Tornielli, presbítero da Ordem dos Servos de María, que com sua pregação por diversas regiões de Itália moveu o povo à penitência, falecendo já octogenário, enquanto pregava um sermão quaresmal (1491). Etimologicamente: Buenaventura = Aquele que possui boa fortuna, é de origem latino. O Beato Buenaventura Tornielli, nasceu em Forli no ano 1411, e pertenceu a uma família acomodada. Parece que não ingressou na Ordem dos Servitas senão em 1448, quando tinha trinta e sete anos de idade, mas seu fervor e austeridade de vida cedo lhe permitiram recuperar o tempo perdido. Depois de sua ordenação, preparou-se para o trabalho apostólico com um ano de retiro e cedo começou a pregar com maravilhosa eloquência e muito êxito. Foi comissionado especialmente pelo Papa Sixto IV, para empreender esta missão apostólica e seus sermões produziram uma notável reforma de vida em todos os Estados papais e nas províncias de Toscana e Veneza. Em fins de 1488, foi eleito vigário geral de sua ordem, oficio em que deu mostras de suas grandes qualidades administrativas e de sua caridade. Ele, sem embargo, continuou ainda seu trabalho missionário e apenas havia terminado sua pregação de Quaresma em Udine, quando em Quinta-feira Santa de 1491 (31 de Março), foi chamado por Deus, esgotado pela idade e as penalidades da vida que havia levado. Suas relíquias foram finalmente levadas a Veneza, onde seu culto se acrescentou por causa das muitas curas milagrosas. Este culto foi confirmado em 1911 pelo Papa Pío X.
Natalia Tulasiewicz, Beata
Natália Tulasiewicz, Beata
Martirológio Romano: Na aldeia de Ravensbrück, na Alemanha, beata Natália Tulasiewicz, mártir, que ao ser ocupada Polónia militarmente foi recolhida num campo de concentração pelos nazis e, por causa da inalação de gases, entregou sua alma ao Senhor (1945). Etimologicamente: Natália = Aquela que há nascido, é de origem latina. Natália Tulasiewicz nasceu na região polaca de Rzeszów na Polónia em 9 de Abril de 1906. Se cria num ambiente familiar católico e os valores aprendidos no lar não os perderá quando mais adiante se instale na cidade de Poznan. Todo o contrário. Natália não faz oposições entre suas ânsias juvenis de entrega e de serviço com a vivência sincera de sua fé. Ela há entendido que a vida e a fé vão da mão e que a santidade pode ser vivida no quotidiano. Por estes tempos os laicos vão tomando maior consciência de sua missão de santificar o mundo e Natália se une ao grande movimento de apostolado laical que se dá na Igreja, convertendo-se numa entusiasta animadora deste tipo de apostolado. A meados de Setembro de 1939, a católica Polónia vai a sofrer um dos períodos mais dolorosos de sua história. Quase simultaneamente é invadida por oeste pela Alemanha nazi de Hitler e por este pelo Exército Vermelho soviético de Estaline. Estes dois regimes eram abertamente contrários ao catolicismo e no lapso de poucos anos exterminaram a mais de seis milhões de polacos. A Natália, como a toda sua geração, lhe tocou presenciar com impotência como sua nação era aniquilada. Ela confiava em Deus e sabia que o mal nunca tem a última palavra, por mais que por momentos pareça invencível. Carregada de valor se entrega a infundir esperança entre seus compatriotas, animando-os a esperar no Senhor e a confiar-se à sua protecção. Mas seu apostolado não se ficou nos conselhos, ao inteirar-se de que muitas mulheres polacas estavam sendo enviadas a Alemanha a realizar trabalhos forçados, ela parte livremente com elas para poder ajudá-las espiritualmente. Em Abril de 1944 a GESTAPO, que era a polícia secreta política do regime nazi, descobre sua acção e a prendeu. Foi atrozmente torturada e humilhada publicamente para ser logo enviada ao campo de concentração de Rawensbruck. Era Sexta-feira Santa de 1945, suas forças são poucas logo depois dos mau tratos sofridos; sem embargo, esta admirável mulher sai de sua barraca e proclama um emotivo discurso sobre a Paixão e Ressurreição do Senhor que enche de esperança aos crentes. O Senhor tem um formoso gesto de ternura até sua filha Natália, pois dois dias depois, em 31 de Março, Domingo de Ressurreição, é trasladada a câmara de gás onde entrega sua alma ao Senhor da Vida.  Em 13 de Junho de 1999, o Papa João Paulo II, beatificou a 108 vítimas da perseguição nazi, entre os quais se encontrava a laica Natália Tulasiewicz. Para ver mais sobre os 108 mártires de Polónia durante a Segunda Guerra Mundial faz "click" AQUI
Juana de Toulouse, Beata
Juana de Toulouse, Beata
Martirológio Romano: Em Toulouse, em França, beata Juana, virgem, da Ordem das Carmelitas (s. XV). Etimologicamente: Juana = versão feminina do nome Juan = Deus é misericórdia, é de origem hebraica. A princípios do ano 1240, os Irmãos Carmelitas de Palestina se estabeleceram em Toulouse. Vinte e cinco anos depois, quando São Simon Stock cruzou Toulouse a caminho de Bordéus, se lhe aproximou uma mulher chamada Juana, a qual lhe suplicou que a admitisse na sua ordem. O prior Juan a admitiu, a cobriu com o hábito carmelita e lhe permitiu fazer o voto de perpétua castidade. No que foi possível, Juana observou estritamente a regra de Santo Alberto de Jerusalém e foi venerada, não só como a primeira terceira carmelita, mas como a fundadora das terceiras. Diariamente frequentava a igreja dos padres e combinava a penitência com o amor, privando-se quase das coisas necessárias da vida para ajudar aos pobres e enfermos. Costumava também dirigir os jovens nas práticas da santidade para os preparar a entrar na ordem carmelita. Costumava levar consigo uma imagem do Redentor crucificado, que ela estudava como se fosse um livro. A Beata Juana foi sepultada na igreja dos carmelitas de Toulouse e a sua tumba acudiam em grande número todos aqueles que buscavam sua intercessão. Foi venerada durante 600 anos e seu corpo foi várias vezes custodiado como relíquia, especialmente em 1805, quando um pequeno livro de orações manuscrito foi encontrado a seu lado. O anterior é um resumo da história da Beata Juana, cujo culto foi confirmado em 11 de Fevereiro de 1895.
Guido de Ponposa, Santo
Guido de Ponposa, Santo
Martirológio Romano: Em Borgo São Domnino, na região de Parma, são Guido, abade do mosteiro de Ponposa, em que recebeu a muitos discípulos e restaurou os edifícios, preocupando-se de modo especial pela oração, a contemplação e o culto divino, e buscando viver na solidão, atento só a Deus (1046). Etimologicamente: Guido = Aquilo que é de madeira ou relativo ao bosque, é de origem germânica. São Guido nasceu perto de Ravena e seus pais estavam orgulhosos dele. Principalmente para os agradar, foi muito cuidadoso em seu aspecto exterior e em sua vestimenta. Sem embargo, uma vez, foi severamente castigado por esta forma de vaidade. Foi a Ravena, onde se celebrava a festa patronal de Santo Apolinário, e, despojando-se de suas finas roupas, as deu aos pobres e vestiu as mais andrajosas que pôde encontrar. Para vergonha de seus pais, partiu para Roma com esta indumentária e, durante sua permanência ali, recebeu a tonsura. Por inspiração divina se pôs sob a direcção de um ermitão chamado Martín, que vivia numa pequena ilhota no rio Pó. Durante três anos permaneceram juntos e depois, o solitário o enviou à abadia de Pomposa, perto de Ferrara, para que aprendesse a vida monástica numa grande comunidade. Esse mosteiro e o de São Severo, em Ravena, estavam na realidade sob a direcção do ermitão, que decidia a nomeação dos superiores. Os sobre salientes méritos de Guido foram tais, que mereceu altos cargos, e chegou a ser abade, primeiro de São Severo e depois de Pomposa, por nomeação de Martín, confirmado pela votação dos monges. Sua reputação arrastou a muitos (incluindo a seu pai e a seu irmão) a unir-se à comunidade, de sorte que o número de monges foi duplicado e se fez necessário que Guido construísse outro mosteiro para acomodá-los a todos. Depois de um tempo, delegou a outros a parte administrativa de seu oficio e se concentrou no aspecto puramente espiritual, especialmente na direcção das almas. Em certas épocas do ano, costumava retirar-se a uma cela, distante aproximadamente cinco quilómetros da abadia, onde levava uma vida de tão intensa devoção e inquebrantável abstinência, que parecia sustentar-se com o jejum e a oração. Especialmente durante a Quaresma, tratava seu corpo com tal severidade, que suas torturas poderiam dificilmente superar-se e ainda assim, era extraordinariamente terno com os monges, que lhe tinham grande devoção. São Pedro Damião, que a pedido seu, deu lições de Sagrada Escritura na abadia de Pomposa durante dois anos, dedicou a São Guido seu livro De Perfectio ne Monachorum. Apesar de haver sido um santo, Guido não escapou à perseguição. Por alguma razão, Heriberto, arcebispo de Ravena, concebeu um ódio acerbo contra ele e se decidiu em verdade a destruir seu mosteiro. Advertido do ataque que se aproximava, a única medida de defesa do abade foi um jejum de três dias em companhia de toda sua comunidade. Quando o arcebispo e seus soldados chegaram às portas da abadia, Guido saiu a recebê-los, e com o maior respeito e humildade, os conduziu à igreja. O coração de Heriberto se comoveu: pediu perdão ao abade, e prometeu protegê-lo dali em diante.
Guido de Ponposa, Santo
Guido de Ponposa, Santo
No final de sua vida, São Guido de Ponposa, se retirou para a solidão, mas foi chamado a Piacenza pelo imperador Enrique III, que havia chegado a Itália e desejava consultar o abade, de cuja santidade e sabedoria tinha grandes referências. O ancião obedeceu muito a seu pesar e se despediu ternamente de seus irmãos, dizendo-lhes que nunca mais veria seus rostos. Havia chegado a Borgo San Donino, perto de Parma, quando foi atacado repentinamente por uma enfermidade, de que morreu ao terceiro dia. Se originou uma disputa pela custódia de seu corpo entre Pomposa e Parma. O imperador dirimiu a questão, fazendo levar as relíquias à igreja de São Juan Evangelista, em Speyer, que mais tarde foi rebatizada com o nome de São Guido-Stift. ¡Felicidades a quem leve seu nome!
Cristóbal Robinson, Beato
Cristóbal Robinson, Beato
Cristóbal Robinson, Beato
Martirológio Romano: Em Carlisle, en Inglaterra, comemoração do beato Cristóbal Robinson, presbítero e mártir, que foi testemunha do martírio de são João Boste e, finalmente, sob o reinado de Isabel I, em dia não identificado, só pelo facto de ser sacerdote, também foi injustiçado, recebendo desta forma a palma da glória. (1597) Data de beatificação: 22 Novembro de 1987 pelo Papa João Paulo II, junto a outros 84 mártires de Inglaterra, Gales e Escócia. Cristóbal Robinson está em todas as antigas listas de mártires durante a Reforma Protestante, mas sua vida é ainda pouco conhecida. Sem embargo, sua memória nunca foi olvidada em Cumberland (hoje é parte de Cumbria), onde ele é o único mártir católico. Sua morte, evidentemente, causou uma profunda impressão, especialmente na sua terra natal: Carlisle.  Cristóbal Robinson nasceu provavelmente em Woodside, perto de Carlisle, entre 1565 e 1570. Foi admitido, com outros seis jovens, em 17 de agosto 1589 no colégio de Douai como estudante. Esta escola havia sido fundada em 29 de setembro de 1568 por William Allen, um ex professor de Oxford e que mais tarde chegaria a ser cardeal. Os primeiros quatro sacerdotes foram enviados a Inglaterra em 1574, e nos próximos dez anos algo mais de uma centena seriam ordenados e partiriam para Inglaterra. De 1568 a 1594 o Colégio foi reassentado junto à Universidade de Reims e foi neste período que Cristóbal Robinson era estudante do Colégio. Imediatamente começou seus estudos teológicos e recebeu a tonsura e as primeiras Ordens Menores em 18 de agosto de 1590. Era tal a necessidade urgente de sacerdotes que haviam concedido ao Colégio uma dispensa geral para encurtar o tempo de formação para o sacerdócio que habitualmente é de seis anos. Cristóbal Robinson recebeu o resto de ordens menores e também as ordens do subdiaconato e o diaconato em cerimónias realizadas durante os três últimos dias do mês de março de 1591. Em 24 de fevereiro de 1992 foi ordenado sacerdote pelo Cardeal Philip Sega na sua capela privada em Reims. Partiu para Inglaterra em 1 de setembro de 1592. Cumberland e provavelmente parte de Westmorland iam ser seu campo de trabalho. Existe uma lista de 1596 em que junto a seu nome se indica “vive principalmente em Woodside, perto de Carlisle em Cumberland”. A única vivenda conhecida com certeza por haver sido visitada e usada por ele foi Johnby Hall, lar da familia Musgrave, a umas seis milhas de Penrith, perto de Castelo de Greystoke. Ele seguramente conhecia a John Boste, natural de Dufton, perto de Appleby, que era o sacerdote mais perseguido nos condados do norte. Ele seria eventualmente capturado junto de Brancepeth, no Condado de Durham, em 13 de setembro de 1593. Cristóbal Robinson se inteirou de sua captura e, tendo a segurança de que ninguém o reconheceria, cavalgou para assistir a seu julgamento. Depois escreveu um detalhado relato do processo e morte de John Boste. Este é o único documento de testemunho presencial de um martírio, escrito imediatamente após de ocorrerem os factos. Ele próprio foi detido três anos e meio depois, em 4 de março de 1597. Uma carta do P. Henry Garnett S.J., datada de 7 de abril de 1597 estabelece o seguinte: "Robinson, um sacerdote do seminário, foi recentemente encarcerado e enforcado em Carlisle. Durante a execução a corda partiu-se duas vezes e à terceira o P. Robinson reprovou ao comissário por sua crueldade, dizendo-lhe que, ainda que ele nunca cederia e se alegrava de sua luta, sem embargo a carne e o sangue eram fracos, pelo que pedia um pouco mais de humanidade para não atormentar a um homem durante tanto tempo. Quando eles optaram por usar duas cordas, ele disse: com isso tardarei mais em morrer, mas não importa, estou disposto a sofrer tudo”. O tempo se encarregou de fazer desaparecer os motivos porque Cristóbal Robinson fora julgado, mas há provas abundantes de que a única causa de sua execução foi ele ser um sacerdote católico. Também há muitas evidências de que em Carlisle o nome de Cristóbal Robinson não é só recordado mas também invocado como um verdadeiro mártir.  responsável da tradução (para espanhol): Xavier Villalta
• Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste dia
Otros Santos y Beatos
Santo Agilolfo, bispo
Em Colónia, em Austrásia, santo Agilolfo, bispo, preclaro pela austeridade de vida e a pregação (751/752).
47960 > Sant' Agilulfo (Agilolfo) Vescovo  MR
47950 > Santa Balbina di Roma Martire  MR
93903 > Beato Bartolomeo Blanco Mercedario
48000 > San Beniamino Diacono e martire  MR
92017 > Beato Bonaventura (Tornielli) da Forlì Sacerdote servita  MR
47980 > Beato Cristoforo Robinson Martire MR
93527 > Beato Daniele de Ungrispach Martire camaldolese 
47970 > Beata Giovanna di Tolosa Contessa, terziaria carmelitana  MR
90844 > San Guido di Pomposa Abate 31 marzo MR
93268 > San Mauricillo (Maurilio) Vescovo di Milano 
92951 > Beata Natalia Tulasiewicz Martire  MR

http://es.catholic.net/santoral  -  www.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt
Recolha, Transcrição e tradução
por António Fonseca

Nº 875-1 - REZAR NA QUARESMA - 31-03-2011

875-1

31 DE MARÇO

QUINTA-FEIRA

3ª SEMANA DA QUARESMA

Lucas 11, 14-23 

“… quer dizer que o Reino de Deus chegou até vós.”

*************

Tantas vezes rezamos “venha a nós o vosso Reino”…

Mas então, o Reino já chegou?

Sim.

O Reino é Jesus no meio de nós.

A mostrar a imensidade do amor que Deus tem por nós.

O Reino é Jesus que toca todos os aspectos da minha vida, os cura, os liberta.

Ele chega, entra na minha casa, na minha vida e a vida ganha um sabor novo, maior e melhor.

»»»»»»»»»

Ajuda-me, Senhor, a acolher a Tua presença.

Chegou a hora de tomar posição por Ti.

Já não é possível ficar neutro ou indiferente.

Está na hora de optar por Ti,

pela vida abundante

pelas bem-aventuranças.

 

00000000000000000

 

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail

quarta-feira, 30 de março de 2011

info.pt@josemariaescriva.info - 30-Março-2011

info.pt@josemariaescriva.info

Para aarfonseca@hotmail.com

De:
newsletter-josemariaescriva (info.pt@josemariaescriva.info)

Enviada:
quarta-feira, 30 de Março de 2011 16:10:15

Para:
aarfonseca@hotmail.com

 
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Relatos
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:: Josemaria Escrivá, Sacerdote de Jesus Cristo ::
Na quinta semana da Quaresma, sábado ante Dominicam Passionis, D. Miguel de los Santos Díaz Gómara, bispo de Tagora, conferiu-lhe a ordenação sacerdotal, na Igreja do Seminário de São Carlos.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/josemaria-escriva2c-sacerdote-de-jesus-cristo


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Artigos
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:: Deixemos que Deus faça maravilhas ::
Surpreendia-me sempre a interpretação que Josemaria Escrivá dava do nome Opus Dei: uma interpretação que poderíamos chamar biográfica e que nos consente compreender o fundador na sua fisionomia espiritual. Escrivá sabia que devia fundar algo, mas estava sempre consciente de que aquele algo não era obra sua.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/deixemos-que-deus-faccedila-maravilhas


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Para falar com Deus
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:: Santificação do trabalho ::
Todos os batizados são chamados a seguir a Jesus Cristo e a dá-lo a conhecer. São Josemaria diz que todos podemos alcançar a santidade nas ocupações profissionais, amando a Deus e os outros homens no trabalho corrente.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/santificae7e3o-do-trabalho


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Testemunhos
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:: A minha paixão pela música e São Josemaria ::
John, primeiro violoncelista da orquestra sinfónica de Kitchner.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/a-minha-paixe3o-pela-musica-e-se3o-josemaria


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Multimedia
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:: Roland Joffe, There Be Dragons ::
Roland Joffé conta como vê São Josemaria e porque quis fazer um filme sobre o fundador do Opus Dei.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/roland-joffe-there-be-dragons


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Testemunhos
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:: Trata-se de como cada um vive a vida ::
Nic Sulsky, consultor de media e comunicação, produtor. Canadá


http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/trata-se-de-como-cada-um-vive-a-vida


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Fichas Históricas
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:: Qual era a situação económica da família Escrivá? ::
Depende das épocas. Em 1902, quando São Josemaria nasceu, o pai, José Escrivá, era co-proprietário em Barbastro — pequena localidade de Aragão no nordeste da Espanha — de uma loja de tecidos chamada “Juncosa y Escrivá”.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/qual-era-a-situae7e3o-economica-da-familia-escriva3f


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Fichas Históricas
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:: Como aconteceu a falência do negócio familiar? ::
Por um lado sucederam-se más colheitas durante os anos 1912-1915, o que fez diminuir o consumo de têxteis em toda a região.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/como-aconteceu-a-faleancia-do-negocio-familiar3f


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Fichas Históricas
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:: Em que ambiente decorreu a infância de Josemaría Escrivá sob o ponto de vista sócio-cultural? ::
Os Escrivá residiam em Barbastro, localidade de uns 8.000 habitantes, que se dedicavam na sua grande maioria ao comércio e à agricultura.
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Transcrição por

António Fonseca

Nº 874-2 (87) - 30 DE MARÇO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

Nº 874-2

SÃO JOÃO CLÍMACO

Abade (649)

Juan Clímaco, Santo

Juan Clímaco, Santo

O monte Sinai, com tantas recordações bíblicas, forma um maciço de cumes e vales pedregosos e muito secos, quase sem vegetação. Quando o visitou a religiosa Etéria (de naturalidade galega, do século IV ou V), o Sinai estava povoado de monges. Etéria viu diferentes mosteiros, capelas guardas por monges, covas em que moravam anacoretas “e uma igreja no alto do vale; diante da igreja há um ameníssimo jardim  com  água abundante, no qual está a sarça; muito perto, indica-se o lugar onde se encontrava São Moisés quando Deus lhe disse: «Desata a correia do teu calçado»”. O mosteiro de Santa Catarina, único a manter a vida monacal naquelas paragens agrestes, está situado a mais de 2 000 metros do sopé de Djebel-Musa ou monte de Moisés. Vive  no mosteiro uma comunidade de monges ortodoxos gregos e conserva sua famosa biblioteca com 500 manuscritos antigos. No século XIX foi descoberto nela o Códice Sinaítico, do século IV, com todo o Novo Testamento e a maior parte da versão grega do Antigo. A recordação de Moisés e de Elias, aos quais falou Deus neste monte, atraiu desde os primeiros tempos muitos anacoretas. Estes viveram em recintos fechados e só se permitia a vida solitária dentro da clausura. Cada mosteiro regia-se a seu modo, sem regra comum; mas todas estas se inspiravam nos preceitos que S. Basílio dera aos monges. Os divinos ofícios duravam seis horas. O resto do dia ocupavam-no em trabalhos manuais e no estudo. Teciam para si os vestuários; túnica áspera de pelo de cabra ou de cordeiro, faixa, manta e sandálias. Preparavam pergaminhos, transcreviam e iluminavam códices. Comiam uma só vez ao dia e praticavam jejum rigorosíssimo na Quaresma e no Advento. A caridade em forma de hospitalidade era característica dos monges. Junto a cada mosteiro estava a hospedaria para peregrinos e viajantes. Nesse ambiente correu a vida de S. João Clímaco, o mais popular dos escritores ascéticos daqueles séculos, devido à sua única obra Escada do paraíso. Os poucos dados biográficos que chegaram até nós, conhecemo-los principalmente pelo monge Daniel. Este redigiu-os pouco depois da morte do Santo, como introdução ao livro dele.

Juan Clímaco, Santo

Juan Clímaco, Santo

João Clímaco viveu na segunda metade do século VI e primeira metade do VII. Era muito novo quando um dia se apresentou no mosteiro do Sinai, disposto a consagrar-se a Deus. Nem os bens de família, que eram muitos, nem a educação distinta que recebera, nem um porvir risonho, foram obstáculo para iniciar uma vida humilde e austera. Tudo foi esquecendo heroicamente com as instruções dum excelente religioso chamado Martírio, e depois de três anos de noviciado - a duração que preceituava a regra – entrou na comunidade de  monges. Daniel afirma sem rodeios que ele era monge submisso e instruído em letras. Uns anos depois, morreu o monge Martírio e o nosso Santo retirou-se para o extremo do monte, a uns cem metros duma ermida. Ali vivia mais perto de Deus, num antro apertado ou cela natural, que foi testemunha, durante muitos anos, das suas prolongadas orações, contemplações, penitências e lágrimas. Aprendeu aí o que, alguns anos mais tarde, aconselharia ao abade de Raytun numa carta ainda existente: “entre todas as ofertas que podemos fazer a Deus, a mais agradável a seus olhos é indiscutivelmente a santificação da alma por meio da penitência e da caridade”. Aí venceu o demónio da gula, comendo pouco, ao mesmo tempo que dominava a vanglória, comendo de tudo o que lhe permitia a regra monástica, pois sabia que as abstinências extremas foram motivo de ostentação noutros monges. Passou 40 anos alheio à indolência, dado ao estudo e ao trabalho, sendo a oração prolongada e breve o sono, e mantendo-se parco no comer e benigno com os visitantes incómodos. No princípio viveu completamente isolado; correu porém a fama da sua erudição e santidade, e várias pessoas iam ter com ele em busca de conselho. João instruiu-as com toda a caridade. Não faltaram invejoso que o censuraram de charlatão, por isso ele mesmo se impôs a penitência de não ensinar com palavras, mas com obras de penitência, de doçura e de modéstia. Isto durou até que os mesmos que o tinham difamado, foram pedir-lhe que reavivasse os seus divinos ensinamentos. passou horas de tristeza e desânimo, com vontade de tudo deixar correr. Mas logo se tranquilizava pensando agradar a Jesus Cristo e terem muitos chegado à santidade por esse caminho. Quando morreu o abade do Monte Sinai, os monges foram à procura de João e pediram-lhe que aceitasse o cargo de lhe suceder. O Santo, perante a insistência, sempre aceitou e foi para o mosteiro acompanhando-os. Não se tinham equivocado: João desempenhou o cargo com sabedoria, bondade de carácter e vida exemplar. Sendo abade, redigiu, ou pelo menos terminou, a Escada do paraíso, fruto de longa experiência ascética. Compõe-se de 30 graus, que são outros tantos capítulos em que o santo explica, em forma de aforismos e sentenças, as virtudes do monge e os vícios que terá de vencer. O estilo é muito simples e claro. Serve-se de exemplos vividos nos mosteiros. Assim diz-nos que, edificando-o a virtude do monge cozinheiro lhe perguntou uma vez como podia andar recolhido,a cada momento, praticando um trabalho tão material. O cozinheiro respondeu-lhe: “Quando sirvo os monges, imagino comigo que sirvo ao próprio Deus na pessoa dos seus servidores, e o fogo da cozinha recorda-me as chamas que abrasarão os pecadores eternamente”. Os primeiros graus da Escola do paraíso são: a renúncia à vida do mundo, aos afectos terrenos, ao afecto pelos parentes, e a obediência, a penitência, o pensamento da morte e o dom de lágrimas ou, como diz, a tristeza que nos causa a alegria. “Caríssimos amigos, – escreve o Santo – na hora da morte o juiz supremo não nos lançará em rosto termos feito milagres, ou não termos sabido subutilizar em matérias elevadas de teologia, como também não termos chegado a um grau elevado de contemplação, mas sim de não termos chorado os nossos pecados de modo que merecêssemos o perdão”-. Os graus seguintes são: a doçura que triunfa da cólera, esquecimento das injúrias, fugir da maledicência, pois esta seca a virtude da caridade; amor ao silêncio, porque muito falar leva à vanglória; fugir da mentira, que é acto de hipocrisia; combater o enfado e a preguiça, uma vez que esta última destrói por si só todas as virtudes; praticar a temperança, porque gulosar é hipocrisia do estômago, o qual diz nos vamos saciar com aquilo que realmente não sacia. Contentando a intemperança, vem a impureza; daqui se segue que no grau seguinte seja o amor à castidade. A castidade – diz – é dom de Deus, e para obtê-lo convém recorrer a Ele, pois a natureza não a podemos vencer só com as nossas forças. Seguem os graus que tratam da pobreza, virtude oposta à avareza, do endurecimento do coração, que é a morte da alma; do sono, do canto dos salmos; das vigílias, da timidez efeminada, da doçura da alma, humildade, vida interior, paz de alma, oração e recolhimento. O último grau do livro está dedicado às virtudes teologais. Levado pela caridade prática, mandou edificar uma hospedaria para peregrinos a pouca distância do mosteiro. Informado disto, o papa S. Gregório Magno quis ajudá-lo enviando-lhe uma quantia juntamente com uma carta, ainda conservada, em que se recomenda às orações de Clímaco. Morreu com a mesma simplicidade com que vivera. A sua Escada do paraíso, depressa se tornou famosa. O livro copiou-se e leu-se em todos os mosteiros, foi traduzido para latim, e o autor imortalizou-se com o sobrenome de Clímaco, do grego clymas, que significa “escada”. Também, lhe chamaram João o Escolástico, designação que apenas se dava a pessoas de muita doutrina. João Clímaco é um dos Santos Padres da Igreja grega. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuita.pt


BEATO AMADEU DE SABOIA

Duque (1435-1472)

Amadeo IX de Saboya, Beato

Amadeo IX de Saboya, Beato

Nascido em Thonon (Alta Saboia), no dia 1 de fevereiro de 1435, Amadeu IX, duque de Saboia, era neto de Amadeu VII, que foi eleito antipapa em 1438 e abdicou abnegadamente alguns anos depois. Aquele, prometido desde o nascimento a Iolanda, irmã de Luís XI, rei de França, desposou-a em 1451 e teve dela sete filhos. Em 1465 sucedeu a seu pai Luís I, no Piemonte e na Saboia, mas durante os sete anos do seu ducado, sofreu de ataques epilépticos e teve por isso de partilhar o poder com a duquesa, sua mulher. Aliás, a união entre os dois esposos foi perfeita, pois tanto um, como outra apenas pensavam no bem temporal e espiritual dos súbditos. Embora vivesse de acordo com  a sua alta posição e estivesse preparado para enfrentar a morte a todo o momento, Amadeu nunca desejou oprimir os seus povos nem expô-los a derramar o sangue inutilmente. Só os libertinos, os concussionários e os blasfemadores eram objecto da sua severidade. Seguindo o seu exemplo, Francisco Sforza, duque de Milão, impôs multas aos cortesãos que fossem apanhados a praguejar e, com as somas assim arrecadadas, construiu uma capela que pôde ornar com magnificência. Observando a extrema bondade e indulgência que Amadeu testemunhava aos pobres, o mesmo príncipe disse-lhe uma vez: “Percorrendo os vossos estados , fica-se com, a impressão de viver nos antípodas. Por toda a parte, em geral, é melhor ser rico do que ser pobre, mas, nos vossos Estados, os pobres é que são honrados e os ricos desprezados.”. O duque praticou sempre a oração e a penitência. Aos que pretendiam dissuadi-lo de jejuar tão rigorosamente, respondia que nada lhe era tão necessário à saúde. Nos últimos anos de vida, agravam-se-lhe os padecimentos. À esposa e aos familiares, que se entristeciam por o verem assim decaído, observava , ao terminarem as crises: “Porque vos afligis dessa maneira? As humilhações abrem o caminho para o reino de Deus”. Morreu em Vercelli (Piemonte), na segunda-feira de Páscoa, 30 de Março de 1472, com trinta e oito anos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuita.pt

Pedro Regalado, Santo
Patrono de Valladolid

Pedro Regalado, Santo

Pedro Regalado, Santo

Martirológio Romano: Em Aguilera, na região espanhola de Castela, são Pedro de Valladolid Regalado, presbítero da Ordem de Irmãos Menores, conspícuo pela humildade e o rigor da penitência, que fundou dois conventos, para que neles vivessem só doze irmãos solitários (1456). «Pisai rapidamente, pois debaixo destas lousas descansam os ossos de um santo» dizia Isabel a Católica às damas de seu séquito naquela dia de verão de 1493, quando visitava o convento de Aguilera. Se referia à tumba que guardava os restos de Pedro Regalado, frade franciscano, pobre e humilde que havia morrido ainda não fazia quarenta anos. Antes que a rainha havia estado ali mesmo o cardeal Cisneros nas postrimerías da vida do santo. Logo viriam também o imperador Carlos -o que dizia que ao sair de Aranda até La Aguilera devia ir o visitante com a cabeça descoberta-, dom Juan de Austria, Felipe II e tantos bispos, núncios e legados papais. Eram tempos dourados; se haviam unido as duas Castelas, se havia descoberto o novo mundo, se reconquistou Granada e se havia expulso aos mouros de Espanha. Nasceu Pedro em Valladolid, no ano 1390. Aos treze anos -bem jovem- entrou no convento dos franciscanos da cidade que então era Corte. Quando tem quinze anos se faz companheiro inseparável do ancião e enxuto Pedro Villacreces - antigo professor de Salamanca, franciscano andante por Guadalajara- que tem sonhos de reforma e há obtido permissão do bispo de Osma para fundar por terras burgalesas, em La Aguilera. Desde essa época serão mestre e discípulo, dos frades com verdadeiros desejos de santidade; o mais velho porá ao jovem na órbita da mais pura observância franciscana. Para a Igreja não andam muito bem as coisas. Os redutos dos monges não são modelo nem de na clerezia alta e baixa. A peste negra deixou também vacilando os mosteiros que abriram suas portas para repor números - que não vocações - a gente não preparada. Reforma, o que é reforma, sim se necessitava. E lá vão os dois Pedros dispostos a dar entre os monges a batalha franciscana. Desde muito cedo se lhes juntam em La Aguilera jovens que querem dar sua vida e o mestre Pedro Villacreces pode formá-los desde os cimentos, sem as má-formações e tibiezas de outros frades mais velhos que tiveram juntas pesadas tarefas. Frei Pedro Regalado foi percorrendo em onze anos todos os cargos próprios de um convento pobre: esmoler, sacristão, cozinheiro e encarregado de dar esmola aos pobres que chamam à porta. Villacreces vai de novo a Valladolid, funda em El Abrojo, e agora é Pedro Regalado o mestre de noviços. Madura em todas as virtudes: tempo de oração e muita penitência, cumprimento estrito, por amor, de toda a Regra; prega nos povos dos arredores com simplicidade e persuasão propiciando conversões numerosas e a gente fala de sua exemplar presença, e até de milagres. Em 1422 os religiosos de La Aguilera e El Abrojo elegem a Regalado prelado ou vigário, quando morre Villacreces. A reforma se vai estendendo com novas fundações até chegar a ser conhecidas como «as sete da fama» onde se respeitam doze horas de oração diárias repartidas entre o dia e a noite, trabalhos no campo para ajudar aos agricultores e obter esmolas, proibição absoluta de armazenar provisões, celas pobres para dormir, silêncio quase contínuo e nada de dinheiro por missas ou celebrações litúrgicas. Passa o tempo de um convento a outro distinguindo-se pela discrição de espíritos e pela pregação eloquente com ciência aprendida mais na oração que nos livros. La Aguilera lhe proporciona o melhor dos retiros e a melhor contemplação para os últimos anos de sua vida. Não abandona a penitência habitual, mas acrescenta jejum diário, disciplinas que mortificam a carne, e três pilares onde baseia com toda intensidade sua força: amor à Eucaristia, devoção terníssima à Santíssima Virgem e recordação da Paixão. ¿Algo chamativo? Contam que mais de uma noite se o podia ver pelo cerro da Aguila, próximo ao retiro, seguindo os passos da Paixão do Senhor com uma soga ao pescoço, cruz de madeira pesada nos ombros e uma coroa de espinhas na sua testa.
Também se conhece um facto milagroso de sua vida recolhido no processo de canonização e que oferece os elementos iconográficos de Pedro Regalado. Na madrugada de 25 de março, festa da Anunciação, está o frade Pedro rezando matinas no convento de El Abrojo; sente amor por honrar a María no convento de La Aguilera consagrado por ele à Virgem sob essa invocação; os anjos o transportam pelos ares nos oitenta quilómetros que separam as casas e o devolvem de novo a El Abrojo, cumprido seu desejo. O simples e santo patrono de Valladolid, o Poverello de Castela, morreu com fama de taumaturgo em 1456.

• Zósimo de Siracusa, Santo
Bispo

Zósimo de Siracusa, Santo

Zósimo de Siracusa, Santo

Martirológio Romano: Em Siracusa, de Sicília, santo Zósimo, bispo, que foi primeiro humilde custódio do sepulcro de santa Lucía e depois abade do mosteiro desse lugar (c. 600). Os pais do santo foram terra tenentes sicilianos, que dedicaram seu pequeno filho ao serviço de Santa Lucía e o colocaram, com a idade de sete anos, num mosteiro que levava o nome da santa, perto de seu lar. Ali sua principal ocupação foi a de cuidar as relíquias da santa, tarefa que não ia com a maneira de ser do menino acostumado à vida de campo, chegando a escapar do convento. Foi devolvido com humilhação e após sonhar com Santa Lucía -que tinha um semblante de nojo- e ver a Santíssima Mãe interceder por ele, Zósimo prometeu que nunca faria de novo tais coisas, adaptando-se à vida do claustro. Durante 30 anos viveu quase esquecido; ao morrer o abade de Santa Lucía, recaiu no bispo de Siracusa designar ao novo abade, que elegeu a Zósimo, sendo ordenado logo uns dias depois como sacerdote. O santo governou o mosteiro com tal sabedoria, amor e prudência que superou a todos seus predecessores e a todos seus antecessores. Quando a sede de Siracusa ficou vacante, o Papa Teodoro designou a Zósimo e o consagrou. Durante seu episcopado, o santo foi notável por seu zelo no ensino do povo e por sua generosidade com os pobres. Santo Zósimo morreu no ano 660, com a idade de 90 anos.

• María Restituta Kafka, Beata
Virgem e mártir,

María Restituta Kafka, Beata

María Restituta Kafka, Beata

Martirológio Romano: Perto de Viena, Áustria, beata María Restituta (Helena) Kafka, virgem, da Congregação das Irmãs Franciscanas da Caridade Cristã e mártir, que, nascida na Bohemia, trabalhava num hospital, e durante a guerra foi detida pelos inimigos da fé e decapitada (1943). Etimologicamente: María = eminência, excelsa. É de origem hebraica.  Etimologicamente: Restituta = Aquela que vive uma segunda juventude, é de origem latina. Nascida em 1 de Maio de 1894 na República Checa, ingressou na Congregação das Irmãs Franciscanas da Caridade Cristã em 1914, desempenhou como enfermeira em hospitais públicos, e em 1942 foi tomada prisioneira pelo regime nacional-socialista (Nazi), por difundir a fé católica, os símbolos da fé e o patriotismo. Da homilia de João Paulo II na missa de beatificação (Viena, 21-VI-1998) - Soror Restituta Kafka não havia alcançado ainda a maioridade quando expressou sua intenção de entrar no convento. Seus pais se opuseram, mas a jovem permaneceu fiel a seu objectivo de ser religiosa «por amor a Deus e aos homens». Queria servir ao Senhor especialmente nos pobres e os enfermos. Ingressou na congregação das religiosas m Mödling se converteu cedo numa instituição. Sua competência como enfermeira, sua eficácia e sua cordialidade fizeram que muitos a chamaram soror Resoluta e não soror Restituta.  Por seu valor e sua integridade não quis calar nem sequer frente ao regime nacional-socialista. Desafiando as proibições da autoridade política, soror Restituta colocou crucifixos em todas as habitações do hospital. Na quarta-feira de Cinzas de 1942 foi detida pela Gestapo. Na cadeia começou para ela um calvário, que durou mais de um ano e que concluiu no patíbulo. Suas últimas palavras foram: «Hei vivido por Cristo; quero morrer por Cristo». Contemplando a beata soror Restituta, podemos vislumbrar a que alturas de maturidade interior pode ser conduzida uma pessoa por Deus. Pôs em perigo sua vida com seu testemunho do Crucifixo. E conservou em seu coração o Crucifixo, dando um novo testemunho dele pouco antes de ser levada à execução capital, quando pediu ao capelão da cadeia que lhe fizesse «o signo da cruz sobre a frente». Muitas coisas nos podem tirar aos cristãos. Mas a cruz como sinal de salvação não nos a deixaremos arrebatar. Não permitiremos que seja desterrada da vida pública. Escutaremos a voz da consciência, que diz: «É preciso obedecer a Deus antes que aos homens» (Hch 5,29). Texto reproduzido com autorização de Vatican.va - Se tiverem informação relevante para a canonização da Beata María Restituta, contacte a: Hartmanngasse 7, A-1050 - Wien, AUSTRIA

• Leonardo Murialdo, Santo
Fundador

Leonardo Murialdo, Santo

Leonardo Murialdo, Santo

Martirológio Romano: Em Turim, também em Itália, são Leonardo Murialdo, presbítero, que fundou a Pia Sociedade de São José, para educar na fé e a caridade cristãs às crianças abandonadas (1900). Etimologicamente: Leonardo = Aquele homem com a força de um leão, é de origem germânica. Leonardo Murialdo não é um homem longínquo: nasce em Turim (Itália) em 26 de Outubro de 1828 e morre na mesma cidade em 30 de Março de 1900. É uma pessoa doce e nobre, um irmão que se entrega todo a outros irmãos que não têm casa e família, que estão sós e sem carinho, que não conhecem a Deus. Aos 17 anos, depois de uma crise religiosa, decide consagrar-se a Deus e em 1851 recebe a ordenação sacerdotal. É o cura dos bairros pobres, o apóstolo dos pequenos limpa chaminés, dos rapazes da rua, dos encarcerados, dos jovens operários. Pensa na formação profissional dos jovens, em sua capacidade para o mundo adulto e operário. Em 1866 aceita dirigir o colégio "Artesanitos", uma instituição para rapazes pobres e órfãos. Dócil à vontade de Deus e para dar continuidade a sua missão educativa, em 19 de Março de 1873 deu vida à Congregação de São José (Josefinos de Murialdo), formada por sacerdotes e laicos. A pedagogia de são Leonardo se pode resumir "no espírito de doçura, de paciência e de familiaridade, porque este é o segredo para realizar o bem entre as crianças e os jovens". Este estilo educativo encontra sua fonte no amor misericordioso de Deus que Murialdo experimentou desde sua juventude. Tudo isto se pode resumir no viver com os meninos e jovens como "amigo, irmão e pai". Hoje os Josefinos de Murialdo continuam na Igreja seu amor para com as crianças e os jovens nos centros juvenis, colégios, casa-lar, paróquias, missões... Estão presentes em vários países de América Latina, de Europa e de África. Em 3 de Maio de 1970 Leonardo Murialdo é proclamado santo pelo Papa Paulo VI. Sua festa se celebra em 30 de Março, os salesianos o festejam em 18 de Maio.

• Ludovico de Casoria, Beato
Fundador

Ludovico de Casoria, Beato

Ludovico de Casoria, Beato

Martirológio Romano: Em Nápoles, beato Ludovico (Arcángel) Palmentieri de Casoria, Presbítero da Ordem dos Frades Menores, que, empurrado por amor e caridade para os pobres em Cristo, fundou as Congregações dos Irmãos da Caridade e as Monjas Franciscanas de Santa Isabel. Etimologicamente: Ludovico = nome de origem germânica equivalente a Luis, seu significado é: Aquele guerreiro que é popular Ludovico de Casoria, sacerdote professo da Ordem dos Frades Menores, fundador da Congregação dos irmãos da Caridade, chamados “Bigi”, e da Congregação das religiosas Franciscanas de Santa Isabel, chamadas “Bigie”, empenhou sua vida em obras de caridade, assistência e promoção em favor dos enfermos e dos pobres, assim como em projectos missionários. Nasceu em 1814 e morreu em Nápoles no ano 1885. Ludovico (no século, Arcángelo Palmentieri) nasceu em Casoria (Nápoles) em 11 de Março de 1814 e foi batizado no dia seguinte. Atraído pelos Frades Menores do vizinho convento de Santo António em Afragola (Nápoles), entrou no convento de São João del Palco em Taurano (Avellino) em 17 de Junho de 1832. Recebeu a ordenação sacerdotal em 4 de Junho de 1837. Em 1847, enquanto orava, o Senhor lhe indicou o novo caminho que devia percorrer, ao serviço dos pobres e dos enfermos. A eles, convertido em homem novo, dedicou seus primeiros cuidados: em sua cela do convento de São Pedro em Aram, Nápoles, montou uma farmácia para os frades enfermos. Mais tarde adquiriu uma quinta, chamada La Palma, onde criou uma enfermaria para os frades. Ali quis que estivesse também a sede da Obra dos «Moretti», que, em seus planos de evangelização missional, devia servir para educar aos jovens africanos e fazê-los apóstolos de África (África converterá a África). Com a mesma finalidade missionária, deu vida depois à Obra das «Morette», que encomendou às Irmãs Estigmatinas da serva de Deus Anna Fiorelli Lapini. Criou diversas obras assistenciais: asilos para anciãos, escolas, colónias agrícolas, hospícios, montes de piedade, tipografias... Em seu imenso desejo de fazer o bem, promoveu também a cultura, que considerava como a via para a fé e meio de promoção humana, pondo em marcha modernas iniciativas culturais, como um observatório meteorológico, cinco revistas, a tradução a italiano das Obras de são Boaventura, uma edição de bolso da Bíblia, etc. Circundado de grande fama de santidade, o padre Ludovico concluiu sua missão terrena em Nápoles, no Hospício Marino (última criada por ele, em pró dos marinheiros anciãos), em 30 de Março de 1885, Segunda-feira Santa. Ali repousam seus restos mortais desde 1887, sob a custódia de suas filhas espirituais, as Irmãs Elisabetinas Grises (“Elisabettine Bigie”), que havia fundado em 1862. Em 12 de agosto de 1885, passados apenas 135 dias de seu trânsito, se abria em Nápoles o processo canónico para sua beatificação. Suas virtudes heroicas foram solenemente reconhecidas pelo Papa Paulo VI em 13 de Fevereiro de 1964. O milagre para sua beatificação, obrado em Salerno em 2 de Abril de 1885 em favor de soror Luisa Capecelatro, Filha da Caridade, foi aprovado em 11 de Julho de 1992 por João Paulo II, que o beatificou em 18 de Abril de 1993.

• Júlio Álvarez Mendoza, Santo
Presbítero e Mártir

Julio Álvarez Mendoza, Santo

Júlio Álvarez Mendoza, Santo

Martirológio Romano: Na aldeia de São Julián, no território de Guadalajara, no México, são Júlio Álvarez, presbítero e mártir, que na cruel perseguição religiosa atestou com seu sangue sua fidelidade a Cristo Senhor e a sua Igreja (1927). Etimologicamente: Júlio = Aquele que nasceu no mês de Julho, é de origem latino. Nasceu em Guadalajara em 20 de Dezembro de 1866. Ajudado por benfeitores ingressou no seminário de Guadalajara, foi ordenado sacerdote em 1894. Logo se desempenhou como capelão de Mechoacanejo e se distinguiu por seu zelo pastoral, a atenção ao catecismo e o fervor com que atendia ao culto divino. Era um homem amável, bondoso com todos, muito comunicativo e simples. Quando estalou a perseguição e enquanto podia deixar sua paróquia e esconder-se optou por permanecer ao cuidado de seus fieis. Em 26 de Março de 1927 em caminho a um rancho para celebrar uma missa foi surpreendido por uma partida de soldados. O conduziram, atado à sela de uma cavalgadura, por várias cidades. Em León, o general Amaro deu a sentença para que o fuzilassem. Ao amanhecer do dia 30 o conduziram ao lugar da execução.Seu cadáver foi atirado para uma lixeira perto do templo paroquial. No lugar de seu martírio se erigiu um monumento em sua honra. Foi beatificado em 22 de Novembro de 1992 e canonizado pelo Papa João Paulo II em 21 de Maio de 2000. Foram muitos os fieis que sofreram o martírio por defender sua fé, de entre eles apresentamos agora a vinte e cinco que foram proclamados santos da Igreja por João Paulo II.

Os 25 santos canonizados em 21 de Maio de 2000 foram:

1 - Cristobal Magallanes Jara, Sacerdote, 2 - Roman Adame Rosales, Sacerdote, 3 - Rodrigo Aguilar Aleman, Sacerdote, 4 - Julio Alvarez Mendoza, Sacerdote, 5 - Luis Batis Sainz, Sacerdote, 6 - Agustin Caloca Cortés, Sacerdote, 7 - Mateo Correa Magallanes, Sacerdote, 8 - Atilano Cruz Alvarado, Sacerdote, 9 - Miguel De La Mora De La Mora, Sacerdote, 10 - Pedro Esqueda Ramirez, Sacerdote, 11 - Margarito Flores Garcia, Sacerdote, 12 - José Isabel Flores Varela, Sacerdote, 13 - David Galvan Bermudez, Sacerdote, ,14 - Salvador Lara Puente, Laico, 15 - Pedro de Jesús Maldonado Lucero, Sacerdote, 16 - Jesus Mendez Montoya, Sacerdote, 17 - Manuel Morales, Laico, 18 - Justino Orona Madrigal, Sacerdote, 19 - Sabas Reyes Salazar, Sacerdote, 20 - José Maria Robles Hurtado, Sacerdote, 21 - David Roldan Lara, Laico, 22 - Toribio Romo Gonzalez, Sacerdote, 23 - Jenaro Sanchez Delgadillo, 24 - David Uribe Velasco, Sacerdote - 25 - Tranquilino Ubiarco Robles, Sacerdote

Para ver as biografias dos Mártires Mexicanos do século XX
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• Osburga, Santa
Abadessa,

Osburga, Santa

Osburga, Santa

Martirológio Romano: Em Coventry, em Inglaterra, santa Osburga, primeira abadessa do mosteiro deste lugar. Não sabemos nada desta santa, sua existência é a miúdo questionada por alguns estudiosos. É bastante difícil a exata localização terrenal de sua vida, segundo alguns, a data de sua morte é por volta de 1018, enquanto que segundo outros estudiosos teria vivido no século VII. Estudos recentes têm documentado que o dinamarquês Cnut teria fundado o convento de monjas em Coventry, pondo a Osburga como sua primeira abadessa. Esta versão é algo estranha já que os mesmos dinamarqueses demoliram o convento em 1016, mas logo o mosteiro masculino construído em 1043 foi dedicado a Osburga, o que nos faz pensar que o culto à santa era já algo muito estabelecido. O novo mosteiro foi fundado pelo cavaleiro Leofrico junto com sua mulher Godiva, na igreja abacial a tumba de Osburga se converteu no centro dos vizinhos. Se verificaram ali tantos milagres pela intercessão da santa, que o clero e os fieis de Coventry no ano 1410 solicitaram ao bispo oficiar uma celebração em sua honra. Desde então a festa da santa se há realizado anualmente em todo o diaconato de Coventry. Durante o renascimento do catolicismo inglês no século XIX, a primeira igreja construída em Coventry, por vontade do arcebispo Ullathorne, foi dedicada a Santa Osburga. Em 9 de setembro de 1845, o novo edifício religioso foi consagrado ao culto divino pelo Cardeal Wiseman, e é este aniversário que a santa é recordada no calendário diocesano para evitar que coincida com a Quaresma. No Martirológio Romano a comemoração segue sendo em 30 de março. responsável da tradução (para espanhol): Xavier Villalta

• Régulo de Senlis, Santo
bispo,

Régulo de Senlis, Santo

Régulo de Senlis, Santo

Martirológio Romano: Em Senlis, na Gália lugdunense, hoje França, são Régulo (ou Rieul), bispo. São Régulo é o patrono da cidade e diocese de Senlis – no norte de França -, de onde se diz que foi o primeiro bispo.Provavelmente viveu no século III, já que se fala dele como contemporâneo de outros santos que se sabe floresceram nessa época. A catedral de Senlis foi queimada e com ela desapareceram todos seus arquivos, incluindo os antigos registos dos primeiros bispos. Segundo alguns relatos apócrifos, são Régulo foi convertido por são João Evangelista e acompanhou a são Dionisio Areopagita a França, onde, como bispo de Arles, governou aos fieis da colónia cristã fundada por são Trófimo. Foi depois a París em busca das relíquias dos mártires são Dionisio, são Rústico e santo Eleutério; depois empreendeu a conversão do povo de Senlis. Possivelmente houve dois bispos com o nome de Régulo, um de Arles e o outro de Senlis; e suas histórias foram confundidas; mas em qualquer caso, a relação com são João Evangelista é certamente uma ficção.

• Segundo de Asti, Santo
Mártir,

Segundo de Asti, Santo

Segundo de Asti, Santo

Martirológio Romano: Em Asti, na região transpadana, são Segundo, mártir. A história sucede em Asti, cidade da região de Piemonte, no noroeste de Itália. Sendo Sapricio prefeito de Asti, que devia ir a ver a Marciano, (prisioneiro cristão num povo chamado Terdón), para intentar obrigá-lo a oferecer sacrifícios aos ídolos, pediu que nesta viagem o acompanhasse como escolta um de seus homens de mais confiança: Segundo. Antes de iniciar-se a viagem uma pomba veio a pousar-se na cabeça de nosso protagonista, o que surpreendeu a Sapricio, a pomba se foi mas, um pouco depois, cruzando um rio, Segundo viu a um anjo do Senhor caminhando sobre as águas que lhe disse: “Segundo, abraça a fé cristã e caminharás sobre os idólatras igual a mim sobre a água“. Sapricio disse, “Segundo parece que os deuses te falaram” e seguiram o caminho mas aconteceu que que outro anjo se fez visível ao cruzar outro rio, e falou assim ”Segundo, ¿tens dúvidas ou crês em Deus?”, ao que Segundo respondeu: “creio na verdade de sua Paixão”. Sapricio, surpreendido pelo solilóquio que havia saído de boca de Segundo perguntou-lhe “¿Te passa algo?”. Segundo guardou silêncio. À entrada de Terdón, apareceu de repente São Marciano, ao que um dos anjos havia tirado da cadeia, e disse: “Segundo empreende o caminho da verdade para que possas receber a graça da fé”. Segundo ao averiguar-lhe Sapricio sobre o que estava passando, nem curto nem preguiçoso, respondeu: “para ti é como se sonhasses,mas para mim é um aviso e uma fonte de fortaleza “. A partir daqui, Segundo se separou de Sapricio e se dirigiu a Milão onde se encontrou com Faustino e Jovita, que haviam saído da cadeia com ajuda de um anjo e com um pouco de água de chuva o batizaram. Então apareceu outra pomba que trazia no bico a hóstia sagrada, o corpo e o sangue de Cristo, para que Segundo confortasse com tudo isso a São Marciano que, novamente estava numa cela em Terdón. Com ajuda de um anjo cruza o rio Pó e consegue levar a comunhão a São Marciano, pouco tempo antes de que o executassem. Segundo será quem enterrará o corpo do mártir. A história posterior está decorada com elementos fantásticos, coisa comum nos relatos das virtudes heroicas naqueles dias. O que se pode tirar em claro é que: havendo-se dado conta Sapricio da mudança que estava Segundo, e suspeitando que este se havia feito cristão, convidou-o a oferecer sacrifícios aos ídolos, como Segundo recusara o convite, ordenou que o prendam e torturassem, essa noite foi deixado numa cela com seus membros deslocados, mas um anjo acudiu a curá-lo nessa noite e, pelo que no dia seguinte para surpresa de Sapricio se apresentou ante ele totalmente são.
Mandou que o encerrassem junto a Calocero, que de acordo a certos relatos —em algum encontro anterior— foi quem fizera conhecer a Segundo as noções do cristianismo. Tanto Calocero como Segundo seguiam negando-se a realizar sacrifícios aos ídolos, Sapricio enviou novamente a Calocero à cela mas ordenou que Segundo, em quem em algum momento havia posto toda sua confiança, fosse levado imediatamente fora da cidade e decapitado. O ano era aproximadamente em 119.

• Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste dia

Otros Santos y Beatos 

São Domnino, mártir

Em Tessalónica, em Macedónia, são Domnino, mártir (s. IV).

Santos mártires de Constantinopla, mártires

Comemoração de muitos santos mártires, que em Constantinopla, em tempo do imperador Constâncio, por ordem de Macedónio, bispo ariano, foram desterrados o torturados com toda classe de tormentos (s. IV).

São Clino, abade

Perto de Aquino, no Lácio, santo Clino, abade do mosteiro de são Pedro de Silva (d. 1030).

Santos António Daveluy, bispo,

Pedro Aumaître, Martín Lucas Huin, presbíteros,

José Chang Chu-gi, Tomás Son Cha-son e Lucas Hwang Sok-tu, catequistas, mártires

Na aldeia de Su-Ryong, na Coreia, santos mártires António Daveluy, bispo, Pedro Aumaître, Martín Lucas Huin, presbíteros, José Chang Chu-gi, Tomás Son Cha-son e Lucas Hwang Sok-tu, catequistas, que pela fé de Cristo foram decapitados (1866).

 

 

47800 > Beato Amedeo IX di Savoia Duca, Terziario francescano  MR
47770 > Santi Antonio Daveluy, Pietro Aumaître, Martino Huin, Gius. Chang Chu-gi, Tomm. Son Cha-son e Luca Hwang Martiri  MR
47760 > San Clino (o Clinio) Abate  MR
91777 > Beato Damiano Eremita camaldolese e cardinale 
93642 > Beato Dodone di Haske Premostratense 
47710 > San Donnino Martire in Macedonia MR
47825 > Beato Gioacchino da Fiore 
47750 > San Giovanni Climaco Abate  MR
91629 > San Giovanni Gbec'i Eremita
93907 > Beato Gregorio Ascissio Mercedario 
90114 > San Julio Alvarez Mendoza Martire Messicano  MR
32800 > San Leonardo Murialdo Sacerdote  MR
90241 > Beato Ludovico da Casoria Francescano MR
93905 > Beato Martino de Salvitierra Mercedario 
47730 > Santi Martiri di Costantinopoli  MR
47740 > Sant' Osburga di Coventry Badessa  MR
90393 > San Pietro Regalado da Valladolid Francescano  MR
47720 > San Regolo Vescovo  MR
90397 > Beata Restituta Kafka Vergine e martire  MR
47650 > San Secondo di Asti Martire  MR
93870 > San Verono di Lembeek 

http://es.catholic.net/santoralwww.santiebeaqti.it  -  www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução

por António Fonseca