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domingo, 31 de julho de 2011

Nº 997-2 - A RELIGIÃO DE JESUS - 31 DE JULHO DE 2011 -

 

Nº 997-2

Do livro A Religião de Jesus, de José Mª CastilloComentário ao Evangelho do diaCiclo A (2010-2011)Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com:

tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

31 de Julho

18º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Mt 14, 13-21

Jesus quando isto ouviu, retirou-Se dali numa barca, para um lugar solitário e afastado; mas o povo, quando soube disto, segui-O a pé, desde as cidades. Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, e possuído de grande compaixão por ela, curou os seus enfermos. Ao entardecer, os discípulos abeiraram-se d’Ele e disseram-Lhe: «Este sítio é deserto e a hora já é avançada; manda embora toda esta gente para ir às povoações comprara alimento». Mas Jesus disse-lhes: «Não é preciso que vão; dai-lhes vós de comer». «Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes», responderam. «Trazei-mos cá», disse Ele. E, depois de ordenar à multidão que se sentasse na relva, tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu e pronunciou a bênção; partiu, depois, os pães e deu-os aos discípulos, e estes à multidão. Todos comeram e ficaram saciados; e com o que sobejou encheram doze cestos! Ora, os que comeram eram uns cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

 

1. Não se interpreta corretamente este episódio, tantas vezes recordado, quando se reduz a uma demonstração do poder de Jesus; ou quando se vê aqui somente a solução de um problema social, a fome no mundo. Por suposto, há elementos do relato que nos remetem a essas duas coisas. Mas o fundo do assunto é algo que vai mais à raiz dos problemas desta vida.

2. Tudo começa fazendo menção da “comoção visceral” (entranhável) que sentiu Jesus ao ver aquela gente de um povo desamparado e sem esperança. Jesus via ali, por suposto, um problema social e suas causas (o problema político que suportava a Galileia). Mas Jesus via mais; dava-se conta do desamparo e da solidão daquelas gentes. O que estava em jogo era o desamparo do poder político, do poder económico e do poder religioso.

3. Isto suposto, Jesus não se dedicou a denunciar os poderosos ou os sacerdotes; O que fez foi acolher aquela gente, curou os enfermos e organizou a coisa para que ali se vivesse uma abundante e gozosa “refeição”: saciar-se, mas todos sentados comodamente, compartilhando o mesmo pão. Quer dizer, compartilhando a mesma vida, e, sobretudo, fez quilo de forma que, em seus gestos (levantar a vista ao céu, benzer, partir o pão, reparti-lo…) realizou o anúncio da Eucaristia. Ou seja, uma experiência humana de gozo e satisfação (curas, comida abundante e compartilhada com outros), mas provocada de forma que tudo brotou duma profunda bondade, de uma humanidade, de uma ternura excessiva. E tudo terminou em promessa da presença e da memória que perpétua os gestos geniais que ali se viveram. Assim, e só assim, a eucaristia é solução que toca fundo; além disso perdura para sempre.

Compilação por

António Fonseca

http://bibliaonline.com.br/acf

http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt

NOTA FINAL: Desejo esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO. Desculpem e obrigado. AF.

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Nº 997 - (212) - 31 DE JULHO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

 

Nº 997

SANTO INÁCIO DE LOIOLA

Sant' Ignazio di Loyola

Fundador (1491-1556)

«Tinha alma maior que o mundo». diz Gregório XV na Bula de canonização e, na oração litúrgica do Santo, diz a Igreja que o Santo teve como missão propagar a maior glória do seu nome. A característica do ideal apostólico de Santo Inácio está na promoção da maior glória, que foi a substância verdadeira da sua atividade. A maior glória diante da simples glória: o ato intenso em oposição ao remisso, o assinalar-se e distinguir-se no serviço do Rei Eterno, que está bem longe do mero contentar da alma; o afeiçoar-se intensamente e fazer oblações de maior estima e momento, procurando sempre todo o serviço e glória da sua Divina Majestade. A vida de Santo Inácio divide-se em três períodos que refletem a grandeza da alma, a ascensão constante até ao cume. Nos trinta primeiros anos – 1491 a 1521 – foi cortesão e pecador, soldado vão e doidivanas. Desde 1521 até 1540 fez-se penitente, estudante e peregrino do ideal da maior glória de Deus. Em 1540 e até à morte, que se deu em 1556, Inácio chega à posse do ideal e torna-se o capitão da Companhia de Jesus, legislador e vencedor em muitas batalhas. O mais novo de doze irmãos «era rijo e valente, muito animoso para empreender coisas grandes, de nobre ânimo e liberal, e tão engenhoso e prudente nas coisa do mundo, que naquilo em que se metia e a que se aplicava, mostrava-se sempre para muito». «Começando a ferver-lhe o sangue», «brioso e de grande ânimo», deu-se desde o começo a todos os exercícios de armas, procurando «avantajar-se» acima de todos os iguais, com desejo de alcançar nome de «valoroso». Para os seus sonhos de ambição humana encontrou protetor no nobre cavaleiro de Arévalo, João Velásquez de Cuellar, contador mor de Castela. De pajem sobe a oficial do Duque de Nájera, vice-rei de Navarra. Um dia vai sozinho pelo passeio duma rua e diante dele vem uma “fila” de gente que não lhe cede a passagem, mas o empurra contra a parede. Inácio puxa da espada e arremete contra todos, disposto a matar e a morrer em defesa da sua honra. Sitiada Pamplona pelos Franceses, Inácio está ali como capitão. O perigo é grande. Não há sacerdote e ele pede perdão a Deus e confessa os seus pecados a um companheiro. Tanta é a sua fé de cristão! O comandante Herrera e outros capitães querem render-se. Inácio interpõe-se e o seu valor impõe a resistência até ao fim. Só ao cair ferido por uma bala de canhão, se rende Pamplona ao inimigo francês. Caído o corpo, a alma continua de pé. Teve de sofrer tratamentos dolorosíssimos; os ossos desencaixados houveram de ser reconduzidos ao lugar próprio. «Nunca disse palavra, nem mostrou outro sinal de dor senão apertar muito os punhos». Tinha-lhe ficado um osso «encavalado» noutro, de maneira que as pernas não estavam iguais. E leva a que lhe cortem o osso, com dor mais viva que a das curas, «a fim de poder usar uma bota muito justa e polida». Quiseram-no atar, mas opôs-se. Em seguida foi necessário alongar-lhe a perna; para isso sujeitou-se a uma espécie de cavalete ou ecúleo. Na longa convalescença de Loiola, cai-lhe providencialmente nas mãos a vida de Cristo e dos Santos. A alma começa a abrir-se-lhe para um mundo novo de grandeza. Se na noite do mundo, queria ser o primeiro, agora no dia da conversão precisa também de sobressair. «S. Francisco fez isto, pois eu tenho de fazer o mesmo. S. Domingos isto, pois eu tenho também de o fazer». Mesmo antes da confissão geral, que lhe levou três dias, não o preocupavam tanto os pecados, quanto o fazer coisas grandes por Deus. Para imitar os Santos, deixa a casa e os vestuários ricos, e esconde-se numa cova, nos hospitais; veste um saco de penitência, deixa crescer o cabelo e até as unhas; faz sete horas de oração por dia e passa uma semana completa sem provar nem beber nada. Durante uma noite inteira vela armas de pé, diante da Senhora dos seus novos ideais e amores, Nossa Senhora de Monserrate, e realiza uma peregrinação à Terra Santa, sem nada desde o joelho para baixo. Em Barcelona é espancado e fica meio morto; ao deitarem-no, os amigos veem que o seu vestuário interior é um asperíssimo saco. Em 1535,ao tratarem-no, encontram-lhe as costas feridas e meio podres, por causa de tantas disciplinas. Tinha pensado em ficar na Terra Santa para a conversão dos Turcos, mas foi vontade de Deus que voltasse, e compreendeu em Barcelona que devia estudar por causa do apostolado. Entrou em aulas de latim com meninos de dez e doze anos, quando ele contava 33; ao mestre, que usava de certas considerações, pediu de joelhos para o castigar todas as vezes que não soubesse a lição. Para os estudos de filosofia e teologia, peregrinou até Alcalá, Salamanca e Paris, exercitando o apostolado e a pregação, dando esmolas a estudantes pobres com o dinheiro que mendigava para a sua vida. O ideal da maior glória de Deus vai tomando cada dia formas mais concretas. os primeiros companheiros de Alcalá e Salamanca deixam-no; é em Paris que vai encontrar os que hão-de ser capitães da Companhia de Jesus, que ele dirigirá como general. O primeiro que se lhe juntou, para nunca o deixar, foi Pedro Fabro, depois Xavier, e em seguida Lainez, Salmerón, Simão Rodrigues e Bobadilla. A 15 de Agosto de 1534 fazem os primeiros votos em Montmartre, Paris, e nasce a Companhia de Jesus, que é confirmada por Paulo III em 1540. O conceito de Santo Inácio sobre o mundo é guerreiro. Em Deus está o Imperador, tudo deve convergir para a sua glória. O Generalíssimo, na terra, é o papa; por isso; coloca aos pés do Sumo Pontífice a sua Companhia e dispõe que ela pronuncie um quarto voto de «especial obediência ao Sumo Pontífice no que se refere a missões entre hereges e pagãos».- Era necessário conquistar os novos povos descobertos e reconquistar os antigos paganizados. Requeriam-se batalhas e requeriam-se soldados que trabalhassem  muito, comessem pouco, dormissem mal e lutassem de contínuo. «O fim desta Companhia não é somente ocupar-se, com a graça divina, da salvação e perfeição das almas próprias, mas, com a mesma graça, esforçar-se intensamente por ajudar a salvação e perfeição das do próximo». Sob o governo de Santo Inácio desde 1540 até 1556, em que morre em Roma, a Companhia de Jesus consolida-se e expande-se; combate as primeiras e mais gloriosas batalhas pela maior glória de Deus. É a última das religiões, mas o primeiro dos missionários, Xavier, leva a fé até ao centro do Japão; outros espalham-se pelas ilhas da Oceânia, nunca visitadas pelo zelo apostólico; outros chegam ao Indostão, Brasil e Etiópia. Fabro santifica com os exercícios de Santo Inácio a camada mais alta das cortes do Imperador, do rei de Portugal e do Príncipe D. Filipe, Lainez e Salmerón assombram com o talento e sabedoria a mais augusta assembleia do orbe, o Concílio Tridentino. Abrem-se colégios e universidades em toda a Europa, e em, Roma os Colégios Romano e Germânico para a formação de apóstolos. Em 1544, já a comunidade do colégio de Coimbra subia a 45 membros. Ao morrer Santo Inácio, a 31 de Julho de 1556, deixava um milhar de filhos, que se havia de multiplicar com o tempo. estão espalhados por todo o mundo, sob as ordens diretas do Papa, animados pelo zelo e grandeza de alma de Inácio, que a meditação do Rei Temporal resume: «Os que mais se quiserem afeiçoar e assinalar em todo o serviço do seu Rei eterno e Senhor universal, não somente oferecerão as suas pessoas ao trabalho, mas também, indo contra a sua própria sensualidade e contra o seu amor carnal e mundano, farão oblações de maior estima e momento… que eu quero e desejo e é minha determinação deliberada, contanto que seja vosso maior serviço e louvor, imitar-vos em passar todas as injúrias e todo o vitupério e toda a pobreza tanto atual como espiritual». Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt - Áudio da RadioVaticana: RadioRai: e RadioMaria:

SÃO GERMANO

San Germano d’Auxerre

Bispo (450)

Áudio da RadioVaticana:

Nasceu este S. Germano na cidade de Auxerre, de pais nobres. Desde menino, deu-se aio estudo das letras. Depois dirigiu-se a Roma para estudar direito canónico, no qual saiu eruditíssimo. Também se dedicou ao civil, tornando-se advogado distinto. Casou com uma senhora rica; pelo seu talento e habilidade, desempenhou cargos elevados. Era apaixonado pela caça, gabava-se de perito nela; e dependurava os galhos dos veados que matava em uma árvore da praça pública, satisfazendo deste modo as vaidades. Era Amador, bispo de Auxerre, varão muito santo, o qual sentia vivamente que um homem do mérito de Germano se desse tanto ao mundo; por isso, empregou mil indústrias caridosas para o ganhar, mas sem fruto. Por fim, chamou o Senhor a Si o bispo, e antes do passamento revelou-lhe que Germano devia ser o seu sucessor, que assim o dissesse ao clero, nobreza e povo. Com efeito, assim se fez com grande e geral surpresa, pois ninguém podia compreender tal eleição. Germano não pôde resistir à vontade de Deus tão claramente manifestada; foi pois consagrado bispo, e mudou tanto em seu teor de vida, que bem se viu que a mão do Senhor o havia escolhido, o guiava. Aquela que dantes era sua mulher, dali para o futuro passou a ser sua irmã, os vestidos ricos e ostentosos trocaram-se em cilício e hábito penitente; as riquezas, que dantes se iam em vaidades, iam agora aliviar os pobres mais necessitados. Não deixou o inimigo de tentar de mil modos o santo bispo; mas, vendo que era rocha inexpugnável, voltou-se contra as ovelhas para se vingar do pastor. Permitindo-o Deus, declarou-se uma epidemia de doenças de garganta, que em pouco tempo ceifou muitas vidas. O santo prelado sofria com esta contrariedade; orou e gemeu diante de Deus, e depois de benzer uma porção de azeite mandou que se ungissem com ele; e, de modo tão simples quanto miraculoso, cessou a epidemia. Com S. Lupo, dirigiu-se S. Germano a Inglaterra, onde extirparam a heresia pelagiana e reformaram os costumes. posteriormente, tendo sabido que de novo lançava raízes o erro nesta região, voltou lá acompanhado de Severo, bispo de Treves. Apenas tinham chegado, eis que S. Germano cura um coxo, e dando princípio ao seu apostolado por um facto tão admirável, o efeito foi rápido e universal, permitindo-lhes isto regressar prontamente às suas dioceses. Logo se proporcionou a Germano outra empresa de grande serviço de Deus, e foi que, achando-se Aécio, general em chefe dos exércitos de Valentiniano II, imperador romano, irritado contra os povos de Armórica, entregou-os a Eocário, rei dos Alamanos, gentio em extremo feroz, para os castigar como rebeldes. Já se preparava este para pôr em execução tão bárbaro propósito. Os Bretões acudiram ao santo bispo, que, movido por essas lágrimas, foi em procura do rei e, tendo-o encontrado, suplicou-lhe misericórdia para aqueles infelizes. A presença do prelado causou impressão profunda e salutar no ânimo do rei e do exército, que estiveram por tudo quantio o santo quis, sob a condição de Aécio ou o imperador ratificarem a decisão; o que motivou novo trabalho ao santo prelado; o de empreender viagem a Itália para obter que fosse ratificada. Achava-se Valentiniano em Ravena, onde estava a corte; era bispo o célebre Pedro Crisólogo,Estrela (VER DIA TEXTO NO BLOGUE DE ONTEM, 30 DE JULHO),  o qual recebeu o santo com as maiores demonstrações de estima e o apresentou à imperatriz Placídia, regente na menoridade do filho, princesa muito piedosa, Foi-lhe fácil obter o que desejava; a sua virtude impunha-se com ascendente irresistível; mas tantas fadigas tinham-lhe prostrado as forças do corpo. Adoeceu gravemente e conheceu que era chegado o seu último dia. A imperatriz quis servi-lo pessoalmente na doença; finalmente, depois de sete dias de leito, voou o seu puríssimo espírito ao céu. O corpo foi trasladado com grande pompa para França e colocado em sua igreja. Morreu S. Germano a 31 de Julho de 450, imperando Valentiniano III,.  Fazem comemoração deste santo todos os martirológios, e Beda na história de Inglaterra. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt - Áudio da RadioVaticana:

www.es.catholic.net/santoral

Ignacio de Loyola, Santo
Fundador de la Compañía de Jesús, 31 de julio

Elena (Elin) de Skövde, Santa
Viuda, 31 de julio

Fabio el Portaestandarte, Santo
Mártir, 31 de julio

Germán de Auxerre, Santo
Obispo, 31 de julio

Juan Colombini, Beato
Fundador, 31 de julio

Justino de Jacobis, Santo
Obispo, 31 de julio

Sidonia (Zdenka) Cecilia Schelingová, Beata
Virgen y Mártir, 31 de julio

Dionisio Vicente Ramos y Francisco Remón Játiva, Beatos
Mártires, 31 de julio

Francisco Stryjas, Beato
Padre de Familia, 31 de julio

Miguel Ozieblowski, Beato
Sacerdote y Mártir, 31 de julio

Jaime Buch Canals, Beato
Mártir, 31 de julio

www.santiebeati.it

91965 > San Calimero di Milano Vescovo 31 luglio

San Calimero di Milano

 
94093 > Beata Caterina di Lovanio Monaca 31 luglio

Beata Caterina di Lovanio


65110 > Santi Democrito, Secondo e Dionigi Martiri 31 luglio MR

Santi Democrito, Secondo e Dionigi 
93134 > Beati Dionigi Vicente Ramos e Francesco Remon Jativa Francescani, martiri 31 luglio

Beati Dionigi Vicente RamosBeato Francesco Remon Jativa

65100 > Sant' Elena (Elin) di Skovde 31 luglio MR

Sant' Elena (Elin) di Skovde
93342 > Beato Everardo Hanse Sacerdote e martire 31 luglio MR

Beato Everardo Hanse 
90108 > San Fabio il Vessilifero Martire 31 luglio MR

San Fabio il Vessilifero
93091 > Beato Francesco (Franciszek) Stryjas Padre di famiglia, martire 31 luglio MR

Beato Francesco (Franciszek) Stryjas
91340 > Beato Francesco da Milano Eremita 31 luglio

Beato Francesco da Milano
91919 > San Germano d’Auxerre Vescovo 31 luglio MR

San Germano d’Auxerre
92915 > Beato Giacomo (Jaime) Buch Canals Coadiutore salesiano, martire 31 luglio MR

Beato Giacomo (Jaime) Buch Canals 
90610 > Beato Giovanni Colombini Fondatore dei Gesuati 31 luglio MR

Beato Giovanni Colombini

65130 > Beato Giovanni Francesco Jarrige de la Morelie du Breuil Martire 31 luglio MR

Beato Giovanni Francesco Jarrige de la Morelie du Breuil 
94191 > Beato Girolamo Michele Calmell Mercedario 31 luglio

Beato Girolamo Michele Calmell
33850 > San Giustino De Jacobis da San Fele Vescovo 31 luglio MR

San Giustino De Jacobis da San Fele
23800 > Sant' Ignazio di Loyola Sacerdote 31 luglio - Memoria MR

Sant' Ignazio di Loyola 
93098 > Beato Michele (Michal) Ozieblowski Sacerdote e martire 31 luglio MR

Beato Michele (Michal) Ozieblowski

65140 > Santi Pietro Doan Cong Quy e Emanuele Phung Martiri 31 luglio MR

Santi Pietro Doan Cong Quy e Emanuele Phung
65120 > San Tertullino Martire 31 luglio MR

San Tertullino
91761 > Beata Zdenka Cecilia Schelingova Martire 31 luglio MR

Beata Zdenka Cecilia Schelingova

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Compilação por

António Fonseca