FELIZ PÁSCOA

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Nº 1119 - (334) - 30 de Novembro de 2011 - Santos de Cada Dia - 4º ano


Nº  1119

SANTO ANDRÉ
Apóstolo
Andrés, Santo
André, Santo
Os Gregos chama a este ousado apóstolo Protókletos que significa: o primeiro chamado. Santo André foi um dos afortunados que viram Jesus na verde planície de Jericó. Ele passava. O Baptista indicou-o com o dedo de Precursor e disse. «Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo». André e João foram atrás d’Ele, com a agitação duma juventude que se abre para a vida. Não se atreveram a falar-Lhe, até que Jesus se virou para eles – feliz olhar – e lhes perguntou: «Que procurais?» .- «Mestre, onde habitas?» – «Vinde e vereis». Foram com Ele e passaram juntos aquela noite. O que ouviram e viram, só eles o podem contar. Noite que foi mais clara que o meio-dia, porque nasceu para os afortunados discípulos o som da verdade. «Encontramos o Messias», dizia no dia seguinte André ao irmão, Simão Pedro. Um encontro afortunado decidiu para sempre da vida de Santo André. Aquela tarde do princípio do ano de 27 foi o amanhecer dum dia de sol e de vida. O Apóstolo viverá sempre à sua luz, junto a Jesus e com Jesus. A Igreja deve muito a Santo André. Chamado ao apostolado em primeiro lugar, não parou até encontrar seu irmão Simão. Convenceu-o, apresentou-o a Jesus e então realizou-se a eleição do primeiro Papa, num reduzido conclave campestre das margens do Jordão. «Tu chamar-te-ás Pedro». A pedra fundamental do edifício cristão estava escolhida pelo Divino Arquiteto. André tinha sido o mensageiro que o transportou à sua presença. Pouco depois apareceram André e o irmão Simão na margem do pitoresco lago da Galileia. Os dois tinham nascido perto das suas águas, na aldeia de Betsaida, casa de pesca, e eram pescadores. Jesus, a quem apraz madrugar, sobretudo quando chama almas, passeia muito cedo pela praia e vê-os nas barcas, lançando as redes ao mar. «Vinde após Mim, e Eu farei de vós pescadores de homens». E os dois irmãos ficaram com Ele e ficaram para sempre. Não há fraternidade comparável com esta, a qual sela uma vocação divina comum. Pedro e André, irmãos segundo o sangue, sê-lo-ão desde agora na fé, no apostolado e na glória. André era, como o seu nome indica, animoso, ativo e prático. Na praia norte do lago estão um dia 5 000 homens à volta de Jesus. Trata-se de lhes dar de comer. André averigua imediatamente quais as provisões disponíveis: cinco pães e dois peixes. Que eram para 5 000 homens? Com a bênção de Jesus, os pães e os peixes multiplicaram-se e todos comeram até saciar-se. Quanto gozaria Santo André naquela tarde de Primavera, ele que tinha procurado em todos os grupos e sacos, e não tinha encontrado nada além de cinco pães e dois peixes. Outro dia, uns gregos desejavam falar com o mestre; mostram o desejo a Filipe. Este não se atreve a ir com a embaixada ao Senhor e di-lo ao amigo e patrício, André. Animoso como sempre, foi direito a Jesus e transmitiu-lhe o recado dos gregos. Excelente intercessor na terra, não o há-de ser igualmente no Céu? S. Marcos apresenta-nos outra vez André sentado junto a Jesus, no dia de terça-feira santa, na colina do Monte das Oliveiras. Dali contemplam pelo Ocidente a cidade de Jerusalém e no primeiro plano a massa ingente, branca e brilhante pelo oiro e pelos mármores, do Templo. Terá sido Santo André quem primeiro perguntou pela sorte futura daquele Templo grandioso e daquela cidade de Sião? «Mestre, que será de tudo isto?» Hoje, no Céu, contempla Santo André aquela vasta esplanada, onde florescem as ervas e os cardos; aquelas ruas agitadas, que eram o ponto de encontro dos beduínos da vizinha aldeola de Siloé. Ciência divina de Jesus e desígnios imperscrutáveis da Providência de Deus sobre os povos! “Chegará um dia, respondeu Jesus a André, em que não ficará pedra sobre pedra». Já não se torna a falar de Santo André nos livros sagrados. Mas uma tradição muito antiga e autorizada, expressa por figuras tão ilustres como Eusébio e S. Jerónimo no século IV, fala-nos dele como evangelizador da Cítia e da Acaia. Nesta última região, na cidade grega de Patras, foi onde encontrou a coroa gloriosa do martírio, selando assim com o sangue a fé que, como testemunha da verdade infalível, tinha pregado.
Andrés, Santo
André, Santo
As Atas do seu martírio são relativamente tardias, do século IV, e revestem a forma duma carta que escrevem os presbíteros de Patras à Igreja Universal, comunicando a notícia da morte e martírio do Apóstolo. Embora a coroa esteja muito enfeitada, o fundo geral é histórico. Têm, especial interesse os afectos que sugere a santo André a vista da cruz, o instrumento do seu martírio. Cruz em forma de aspa ou X, que é conhecida pelo nome de cruz de Santo André. «Eu vos saúdo, ó cruz consagrada pelo corpo de Jesus Cristo! As vossas pedras preciosas são as gotas do seu sangue. Antes de o meu mestre vos ter escolhido para seu trono, o mundo tinha-vos horror; hoje deseja-vos com ardor celestial. Os que creem em Cristo conhecem as delicias que possuis e as recompensas que por vós se obtêm. Alegre e sem temor venho a vós; regozijai-vos, porque ides receber um discípulo do Crucificado. Sempre vos amei apaixonadamente e desejei poder abraçar-vos. O vosso esplendor e a vossa beleza recebeste-os do Senhor. Oh! Cruz boa, tanto tempo desejada, tão ardentemente amada,e buscada sem descanso! Agora vejo-vos pronta a satisfazer os anelos da minha alma. Retirai-me do lado dos homens e devolvei-me ao meu Divino Mestre. Fazei que por vós me receba Aquele que por vós me resgatou». Ao pronunciar estas palavras, dizem as Atas, despojou-se do que vestia e distribuo-o entre os verdugos. Ataram-no de pés e mãos à cruz e levantaram-no nela. Dois dias inteiros durou o seu sacrifício, aquela Missa solene do seu pontificado na terra. «Recebei-me, Mestre meu, Cristo meu, a quem amei desde que vos conheci, a quem agora confesso. recebei o meu espírito». O seu corpo ficou envolvido em nuvem de luz celestial cerca de meia hora, e a sua alma voou à verdadeira mansão do Mestre, que tinha ficado a conhecer nas margens do Jordão: voou para a casa solarenga do Pai. Foi agora que ficou sabendo onde habitava Jesus. A noite que passou com Ele na tenda de Jericó converte-se na jornada eterna da glória. Amanheceu a luz eterna. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. Consulta também San Andrés de Jesús Martí Ballester. ¿Queres saber mais? Consulta ewtn e www.santiebeati.it
22000 > Sant' Andrea Apostolo 30 novembre - Festa MR
Áudio da RadioVaticana:

BEATO JOSÉ MARCHAND
Mártir (1803-1835)
José Marchand, Santo
José Marchand, Santo
Nasceu em 1803, em Passavant, diocese de Besançon, França, segundo de nove filhos duma família de lavradores. Em Novembro de 1826, entrou no seminário maior. Já então usava por vezes cilício e dormia sobre tábuas. Nasceu nele o desejo das missões estrangeiras, valendo-lhe este muitas lutas com o pároco e com os pais. Já subdiácono, entrou nas missões estrangeiras de Paris no Natal de 1828. Defendendo tal passo, escrevia aos pais: «Dai outra direção à vossa ternura. Faça-vos esta pedir sem descanso por mim e duplicar esforços no serviço de Deus». Ordenado sacerdote em 1829, embarcou em 12 de maio no navio Voltaire. Terrível viagem com uma tripulação anti-religiosa e obscena. Impossível dizer Missa. Um marinheiro atreveu-se um dia a rezar com os missionários; descarregaram nele 25 açoites e prometeram-lhe 50 se reincidisse. Navegação que foi noviciado para o martírio. O mandarim da alfândega examinou detidamente o nosso sacerdote vestido à chinesa. Por fim, sempre o deixou passar, quando o piloto português lhe deu uma receita para se tornar tão belo como esse homem «cor do céu». Marchand aprendeu o anamita no colégio de Lai Thiu e em seguida visitou, na Cochinchina, três províncias e chegou até ao Camboja. depois de ensinar e se ocupar de cristandades em Lai Thiu, ficou encarregado da província de Bintuã, com 7 000 cristãos em 25 cristandades. A partir de 1820, esteve a Indochina governada por Min Mang, príncipe inteligente mas cruel e inimigo dos estrangeiros. No principio de 1833, a perseguição expulsou o nosso missionário. refugiou-se na Baixa Cochinchina, mas um chefe revoltado contra Min Mang descobriu-o, levando-o para Cho-quã e pretendeu forçá-lo a levantar os cristãos contra aquele que os perseguia. Marchand não fez tal coisa. esteve 18 meses presos em Saigão. As tropas requisitaram a cidade em 1835. Foi acusado de ter tido parte na rebelião. Conduzido a Hué, continuou em ferros. Foi interrogado, foi torturado com tenazes em brasa. Manteve firmemente não ter nunca favorecido os revoltosos. O Beato Marchand foi o único a ser interrogado e torturado imediatamente antes da morte. A 30 de Novembro de 1835, às 5 horas da manhã, sete tiros de canhão convocaram a gente para o suplicio. Marchand é tirado da sua gaiola, levam-no entre duas linhas de soldados, preso a uma maca, com as pernas afastadas e os braços estendidos. Forçam-no a prostrar-se cinco vezes diante do príncipe. Min Mang deixa cair uma bandeirinha , sinal de partida para o tribunal dos suplícios. Lá, dois algozes imobilizam o mártir, enquanto os outros cinco, com uma grossa tenaz incandescente, lhe apertam cinco vezes as coxas e as pernas. O paciente grita. O mandarim pergunta porque arrancam os cristãos os olhos aos que morrem. Novas tenazadas ardentes. Porque diante do altar os futuros esposos se apresentam ao padre? Cinco novas feridas vêm juntar-se às dez precedentes. Porquê as abominações dos festins cristãos? Que é esse pão mágico que se come depois da confissão? O mártir extenuado já não pode responder,.. Os beleguins param. O cerimonial inclui nesta altura uma refeição para o condenado. O juiz chama ao criado: «Pergunta ao Senhor Europeu que deseja comer?» – «Obrigado, responde Marchand. Já não tenho fome». E recolhe-se. Metem-lhe uma pedra na boca a servir de mordaça, com freio de bambu. Levam-no a correr, na maca, e outra pessoa encarregaram-na de pôr os algarismos por escrito. Fazem-lhe cair a pele das pálpebras sobre os globos oculares. Com a tenaz, arrancam do peito dois pedaços de carne ensanguentada, de um meio pé de comprimento. Fazem o mesmo às costas e às barrigas das pernas. Neste momento o padre sucumbiu. Morre aos 32 anos, perto de Hué, em To-Duc. O corpo é cortado em quatro e lançado ao mar. A cabeça é exposta e depois esmagada num almofariz. O pó resultante vai também para o mar. Gregório XVI declarou venerável o missionário em 1840, e Leão XIII beatificou-o em 1900. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it  Para ver mais sobre os 117 mártires no Vietnam faz "click" AQUI
93413 > San Giuseppe Marchand Sacerdote e martire 30 novembre MR
Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo
Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo
Nasceu em Yorkston,perto de Barnstaple, Devonshire (batizado em 20 de março de 1543 o 1544); morreu em Launceston, Cornwall, em 29 Novembro de 1577. Era hijo de William Mayne; su tío era un sacerdote cismático que lo hizo educacar en la escuela primaria de Barnstaple. Fue ordenado ministro protestante a la edad de dieciocho o diecinueve años. Entonces se fue a Oxford, primero a Saint Alban´s Hall, y luego a la Universidad de Saint John, donde se graduó en 1570. Durante su permanencia en Oxford conoció al Dr. Gregorio Martin y al Beato Edmundo Champion, que era todavía protestante. Cutberto comprendió muy pronto que la verdad estaba en el catolicismo, pero no se atrevió a abandonar el protestantismo por miedo de perder cuanto tenía y quedarse en la miseria. Martin y Campion partieron al Colegio Inglés de Douai y desde allí escribieron varias veces a Cutberto para invitarle a reunirse con ellos. En 1570,poco después de que Cutberto había obtenido la lincenciatura, una de esas cartas cayó en manos del obispo de Londres quien mandó arrestar a todos los estudiantes de Oxford cuyos nombres figuraban en ella. Cutberto estaba entonces ausente, de suerte que escapó de la prisión casi milagrosamente. Pero aquel incidente venció sus últimas resistencias: inmediatamente abjuró del protestantismo y, en 1573, ingresó en el Colegio de Douai. Tres años después, recibió la ordenación sacerdotal y obtuvo el título de bachiller en teología. En abril de 1576, fue enviado a Inglaterra con el Beato Juan Payne. Cutberto Mayne fue el décimo quinto sacerdote de Douai enviado a Inglaterra. Nuestro Santo estableció su residencia en casa de Francisco Tregian, en Golden de Cornwall, donde se hizo pasar por un criado. Sabemos muy poco acerca de los ministerios de Cutberto. Lo cierto es que su presencia despertó sospechas porque un año después, el alcalde mayor, Ricardo Grenville, recorrió palmo a palmo la casa de Tregian. El Padre Mayne fue arrestado por llevar al cuello un "Agnus Dei". También el señor Tregian fue detenido. El alcalde arrastró a Cutberto de la casa de un noble a otro. Finalmente, en Launceston le encerró en una horrible mazmorra y le encadenó a un poste del camastro. Hacia el día de la fiesta de San Miguel, el Padre Mayne fue juzgado por varios crímenes: por haber obtenido de Roma y publicado en Golden "una facultad de absolver" a los súbditos de la reina (en realidad se trataba de un ejemplar de un ejemplar de la indulgencia del jubileo de 1575); por haber enseñado en la cárcel de Launceston que el obispo de Roma conservaba el poder espiritual sobre Inglaterra y haber dado el Señor Tregian "un objeto vano y supersticioso, vulgarmente llamado "Agnus Dei" (de lo cual no se adujo pruba alguna); y por haber celebrado la misa (pues se habían descubierto en Golden un misal, un cáliz y unos ornamentos sacerdotales). Todo ello era contrario a los estatutos de la reina. El jurado dirigido por el fiscal Manwood, después de hablar muy largamente con el alcalde Grenville, declaró culpable al acusado, que fue condenado a muerte. Tres de los cuatro señores y los tres administradores de sus fincas fueron condenados a prisión perpetua y a la confiscación de sus bienes, por haber prestado ayuda al culpable. Pero el segundo juez, que se llamaba Jeffrey, descontento de la forma en que se había llevado el proceso, consideró que el caso fuera estudiado nuevamente por todo el cuerpo judicial en Serjeants´Inn. Los jueces no lograron ponerse de acuerdo; pero, aunque la mayoría opinaba como Jeffrey, el Consejo Privado determinó que se ejecutase la sentencia para que sirviese de escarmiento a los sacerdotes que pasaban del continente a Inglaterra. La víspera de la ejecución, se ofreció la libertad al Padre Mayne, a condición de que jurase la supremacía espiritual de la reina. El beato pidió una Biblia, la besó y dijo: "La reina no ha sido ni será nunca la cabeza de la Iglesia en Inglaterra." Fue conducido en un trineo al sitio de la ejecución y no se le permitió dirigir la palabra a la multitud desde el patíbulo. Como las autoridades tratasen de arrancarle una confesión contra el señor Tregian y su cuñado, Sir John Arundell, el Padre Mayne declaró: "Lo único que sé sobre ellos es que son hombres buenos y piadosos. El único que estaba al tanto de mi ministerio sacerdotal era yo mismo." El santo fue descuartizado vivo, pero probablemente ya había perdido el conocimiento cuando los verdugos enpezaron a desentrañarle. Cutberto Mayne fue uno de los mártires beatificados por León XII. Su fiesta se celebra en Plymouth y algunas otras diócesis de Inglaterra. Las carmelitas de Lanherne poseen una importante reliquia del cráneo del santo; procede de Launceston, donde fue expuesta la cabeza después de la ejecución. Francisco Tregian fue desposeído de sus vienes y estuvo en diversas prisiones durante casi treinta años. Murió en Lisboa en 1608 y a sus reliquias se atribuyeron varios milagros. "Es de notar que ninguno de aquellos a los que el Padre Mayne reconcilió con la Iglesia, apostató de la fe católica, sin duda porque la habían conocido gracias a tan excelente maestro."
Pablo VI lo canonizó en 1970 como uno de los cuarenta mártires de Inglaterra y Gales. Para ver más sobre los 40 mártires en Inglaterra y Gales haz "click" AQUI
92157 > San Cuthberto Mayne 30 novembre MR
 
• Everardo, Santo
Novembro 30 Sacerdote,
Etimologicamente significa “audaz, forte”. Vem da língua alemã. Inclusive quando haja no crente dúvidas, a presença do Espírito Santo permanece, nos dias aprazíveis como nas horas de aridez. Deus não faz acepção de pessoas. A todos os quer e chama por igual para que façam na vida algo concreto que ajude a os demais e se santifiquem. Este jovem nasceu de uma família rica e com o título de condes de Stahleck. Nessa casa acomodada surgiu a vocação para cisterciense na abadia de Schoeneau. Teve dificuldades a principio porque não tinha nenhuma aula de estudos. Então, quando só tinha 16 anos, foi para ermitão para uma ermida que ele próprio construiu cerca de Mogúncia. Deus o guiava em cada instante. Por isso lhe veio a ideia de fundar ali um mosteiro de monjas cistercienses. Dirigiu-se ao abade próximo, e este lhe enviou um grupo de religiosas da abadia de Marienhausen. Assim nasceu a abadia de Chumbd. Nestas circunstâncias, o abade lhe impôs o hábito da Ordem. Cedo o fizeram o pai espiritual das religiosas, uma vez, claro está, que se ordenou de sacerdote. Entre estas religiosas havia duas irmãs suas. Caiu enfermo e assim esteve durante muitos anos. Todo o mundo, começando pelas religiosas, o consideravam um verdadeiro santo que vivia entre elas. ninguém podia supor que morresse tão jovem: aos 28 anos. Foi no dia de hoje no ano 1191. O sepultaram na igreja do mosteiro. Seus restos se conservam na atualidade na abadia de Himmerod. ¡Felicidades a quem leve este nome!
79900 > Sant' Everardo di Stahleck Monaco a Chumbd 30 novembre
Federico de Ratisbona, Beato
Federico de Ratisbona, Beato
Estrela Esta biografia foi já publicada ontem neste mesmo blog.
Tendo nascido de pais pobres em Ratisbona (Regensburg), entrou como irmão leigo nos Eremitas de Santo Agostinho dessa cidade. Exerceu o ofício de carpinteiro. Pediam-lhe também que preparasse lenha para o fogão. Na verdade, sendo ele industrioso, as suas atribuições dilatavam-se à medida da necessidade dos seus irmãos, e agradecia a Deus poder prestar toda a espécie de serviços. Morreu a 30 de Novembro de 1329. O seu culto foi confirmado pela Santa Fé em 1909. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it
90155 > Beato Federico da Ratisbona Confessore 30 novembre MR

• José Otín Aquilué, Beato
Novembro 30 Mártir salesiano,
José Otín Aquilué, Beato
José Otín Aquilué, Beato
Nascido em Huesca em 22 de Dezembro de 1901. Ingressou na Ordem Salesiana, recebendo o ministério sacerdotal em 1928. Educador muito apreciado em Alcoy.  † Valência, novembro de 1936.Para ver mais sobre os 117 mártires no Vietnam faz "click" AQUI
92923 > Beato Giuseppe (Josè) Otin Aquiluè Sacerdote salesiano e martire 30 novembre MR


• Ludovico Roch Gietyngier, Beato
Novembro 30 Sacerdote e Mártir,
Ludovico Roch Gietyngier, Beato
Ludovico Roch Gietyngier, Beato
Sacerdote diocesano, nacido en Zarki, Polonia, el 16 de Agosto de 1904. Murió soportando tortura en Dachau, Alemania, en Noviembre de 1941. Para ver más sobre los 40 mártires en Inglaterra y Gales haz "click" AQUI
93071 > Beato Ludovico Rocco (Ludwik Roch) Gietyngier Sacerdote e martire 30 novembre MR
 
79920 > Beato Alessandro Crow Martire 30 novembre MR
 

94790 > Beato Berengario de Ostales Mercedari 30 novembre
 



90493 > San Galgano Guidotti Eremita 30 novembre MR
 
90819 > Beato Giovanni Garbella da Vercelli Sacerdote domenicano 30 novembre MR
 

95253 > Beato Giuseppe Lopez Piteira Diacono agostiniano, martire 30 novembre
 

90453 > Beato Guglielmo di Paolo Abate venerato a Maniace 30 novembre


79950 > Santa Maura di Costantinopoli Martire 30 novembre

79940 > Beati Michele Ruedas Mejias e sei compagni Martiri 30 novembre MR
 
79910 > San Mirocle (Mirocleto) Vescovo 30 novembre MR
 
79930 > San Taddeo Liu Ruiting Sacerdote e martire 30 novembre MR

92755 > San Tutwal Abate e vescovo 30 novembre MR
Terço1

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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
WWW. SANTIEBEATI.IT
Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes (que não constem do livro citado – nem tampouco dos outros sites) surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
As minhas desculpas e obrigado.
Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

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Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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