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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Pai Nosso- Padre Marcelo Rossi



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Nº 11 - 11 DE JANEIRO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

 

Nº 1244

SANTO HIGINO

Papa (142)

IX Papa

Higinio Santo

Higino Santo

Etimologia: "o saudável", em grego. De origem grega (Atenas). Foi papa por uns quatro anos, aproximadamente, 138 até sua morte em 142. Determinou várias atribuições do clero e definiu os graus da hierarquia eclesiástica. Instituiu o padrinho e a madrinha no baptismo dos recém nascidos para os guiar na vida cristã e decretou que as igrejas fossem consagradas. Lutou contra os hereges Valentino e Cerdón e suas doutrinas, pois esses pretendiam explicar a fé cristã com especulações filosóficas apoiadas em esquemas gnósticos. Foi enterrado  no Vaticano perto da tumba de São Pedro.

 

SÃO VITAL

Monge (625)

Vital de Gaza, Santo

Vital de Gaza, Santo

Ermitão

Etimologicamente: Vital = Aquele que está cheio de vida, vem da língua latina.

Tinha sessenta anos quando, recordando-se que também as mulheres de má vida são chamadas para o reino de Deus (Mt 21, 31), resolveu empenhar-se em fazê-las entrar nele. Abandonou a região de Gaza (Palestina), onde vivia como ermitão, e foi para Alexandria onde julgava poder praticar o seu zelo. Alugou um  quartinho e repartiu o tempo a meias; mendigava pelas casas abastadas e dirigia-se para o bairro da má fama. Essas pobres mulheres afeiçoaram-se a ele, pois era tão bom e misericordioso nos seus juízos! Dirigindo-se à que lhe parecia mais triste, oferecia-lhe o dobro do que ela contava ganhar, contanto que aceitasse ouvi-lo. Concluído o contrato, narrava-lha a história da ovelha perdida (Lc 15), falava-lhe da felicidade que dá uma boa consciência, rezava com  ela e conseguia muitas vezes fazê-la mudar de vida. Todavia o Bispo, levado por devotas que se escandalizavam, mandou prender Vital. Grande protesto entre as mulheres dessa qualidade, que principiaram a vir, todas as noites, gritar e fazer assuada por baixo das janelas da residência episcopal, reclamando quem tanto se interessava por elas. O prelado, que já não conseguia dormir, informou-se, descobriu a verdade e soltou o seu preso. Vital morreu pelo ano de 625, vítima dum homem de baixo comércio a quem o santo tirava aquelas que ele explorava. Esse energúmeno apunhalou-o na rua. Vital conseguiu voltar a casa e escrever numa tabuinha que foi encontrada junto do seu cadáver: “Cidadãos de Alexandria e outros lugares, não espereis o dia de amanhã para vos converter; mas esperai, para julgar, o dia do juízo”. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt  Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

• Tomás de Cori, Santo

Franciscano Menor

Tomás de Cori, Santo

Tomás de Cori, Santo

Nascido em Cori (Latina) em 4 de Junho de 1655, Tomás teve uma infância marcada pela perda prematura de sua mãe primeiro e de seu pai depois, ficando só, aos catorze anos, ao cuidado da irmã mais pequena. Fará de pastor, aprendendo a sabedoria das coisas simples. Casadas as irmãs, fica livre para seguir a inspiração que desde há alguns anos guardava no silêncio do coração: pertencer completamente a Deus na vida religiosa franciscana. Havia conhecido os Frades Menores na sua própria cidade no Convento de S. Francisco. Casadas as duas irmãs e livre de toda a preocupação, foi acolhido na Ordem e enviado a Orvieto para fazer o ano de noviciado. Professada a Regra de S. Francisco e finalizados os estudos de teologia, se ordena sacerdote em 1683. Foi nomeado imediatamente vice mestre de noviços no convento da Santíssima Trindade de Orvieto; seus superiores reconheceram desde muito cedo seus dotes. Pouco tempo depois frei Tomás ouviu falar dos Retiros que começavam a florescer na Ordem e da intenção dos Superiores da  porta do pobre Convento em 1684, dizendo: "Sou frei Tomás de Cori e venho para fazer-me santo". Com uma linguagem talvez longe  da nossa, expressava ele sua ânsia de viver radicalmente o Evangelho segundo o espírito de S. Francisco. Desde então, frei Tomás permanecerá em Bellegra até à morte, excepto seis anos (1703-1709) nos quais será Guardião no Convento de Palombara, onde instaurou o Retiro, em base ao de Bellegra. Escreveu Regras para um e para outro, que ele primeiro observou cuidadosamente, consolidando com a palavra e com o exemplo a nova instituição dos dois Retiros. Os longos anos transcorridos em S. Francisco de Bellegra se podem resumir em três pontos: Oração Santo Tomás de Cori foi seguramente, como se há dito de S. Francisco, não tanto um homem que orava, como um homem feito oração. Esta dimensão animou toda a vida do Fundador do Retiro. O aspecto mais evidente de sua vida espiritual foi sem dúvida a centralidade da Eucaristia, testemunhada por Tomás na celebração eucarística, intensa e participada, e na oração silenciosa de adoração nas largas noites de Retiro depois do ofício divino celebrado à meia noite. Sua vida de oração esteve marcada por uma aridez persistente de espírito. A ausência total de uma consolação sensível na oração e em sua vida de união com Deus, se prolongaria durante mais de quarenta anos, encontrando-o sempre sereno e radical na vivência do primado de Deus. Verdadeiramente sua oração se configurou como " memória Dei " realizando concretamente a unidade de vida não obstante as múltiplas atividades. Santo Tomás não se encerrou no Retiro, olvidando o bem de seus irmãos e o coração da vocação franciscana, que é apostólico. Foi chamado com razão o apóstolo de " Sublacense ", havendo percorrido comarcas e cidades no anúncio incansável do Evangelho, na administração dos sacramentos e no surgir de milagres à sua passagem, sinal da presença e proximidade do Reino. Sua pregação era clara e simples, persuasiva e forte. Não subiu aos púlpitos mais ilustres do tempo: sua opção concreta pelos mais pobres. Santo Tomás de Cori foi para seus irmãos padre amabilíssimo. Ante as resistências de alguns irmãos em seu desejo de reforma e de radicalidade em viver o ideal franciscano, o Santo soube responder com paciência e humildade, encontrando-se inclusive só para atender o convento. Havia compreendido muito bem que toda autêntica reforma inicia por si mesmo.  O notável epistolário que nos há chegado, demonstra a atenção de Tomás às mais pequenas expectativas e necessidades de seus irmãos e de tantos amigos, penitentes e frades que se dirigiam a ele para receber um conselho. No convento demonstrou seu espírito de caridade na disponibilidade a qualquer necessidade, inclusive a mais humilde. Rico de méritos, adormeceu no Senhor em 11 de Janeiro de 1729. Santo Tomás de Cori resplandece entre nós e em Roma, de que é co-padroeiro, sobretudo na sua ânsia de ideal cristão e franciscano puro e vivido no essencial. Uma provocação para todos nós, a não tomar com ligeireza o Evangelho e suas exigências radicais. Reproduzido com autorização de Vatican.va

• Bernardo Scammacca, Beato

Dominicano

Bernardo Scammacca, Beato

Bernardo Scammacca, Beato

Bernardo, antes António, nasce em Catânia (Sicília) de família nobre no ano 1430. Depois de uma juventude dissipada, prostrado por uma grave ferida recebida num duelo e movido pela graça divina, quis ser inscrito entre os frades Pregadores o ano 1452. Se dedicou com ardor e exclusividade a Deus e se esforçou em conformar-se a Cristo crucificado, cuja paixão considerava devotamente, por meio de uma caridade ardente e frutos abundantes de fundação de um hospital, que ainda existe, com a ajuda de seus nobres concidadãos e que ele mesmo dirigiu em vida. Foi dos primeiros religiosos observantes de Santa Zita de Palermo, prior de Santo Domingo em Catânia e depois em Palermo e finalmente vigário geral dos conventos reformados de Sicília, dando, por conseguinte, uma extraordinária colaboração para a restauração da vida regular. Foi pregador ardoroso e levou muitas pessoas a Deus. Dele disse Tomás Schifaldo: «Homem bom, piedoso e modestíssimo, ouvindo todas as consciências.» Pôs sua experiência ao serviço de seu ministério apostólico, mostrando-se amorosamente compassivo com os pecadores e dando graças em sua oração pela misericórdia divina. Morreu em Catânia, confirmada sua vida com numerosos carismas, em 11 de Janeiro de 1487 e ali se venera seu corpo incorrupto. Leão XII aprovou seu culto em 8 de Março de 1825.

• Francisco Rogaczewski, Beato

  Mártir

Francisco Rogaczewski, Beato

Francisco Rogaczewski, Beato

Nasceu em Lipanki em 1892 e foi martirizado durante a ocupação nazi. Foi indicado para a Paróquia Cristo Rei da diocese de Gdansk. Era um pastor estimado muito procurado como confessor.  Prenderam-no por ser sacerdote católico em 1 de Setembro de 1939, devendo sofrer prolongadas torturas, até que foi finalmente fuzilado em 11 de Janeiro de 1940. Forma parte dos 108 mártires polacos da Segunda Guerra Mundial beatificados pelo Papa João Paulo II, em 1999. Para ver mais sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click" AQUI

 

Teodósio o Cenobita, Santo

  Monge

Teodosio el Cenobita, Santo

Teodósio o Cenobita, Santo

O bem-aventurado padre são Teodósio, chamado Cenobita, que quer dizer padre de muitos monges, nasceu numa aldeia de Capadócia. Havia-se dado aos estudos, e ainda declarava ao povo as letras divinas, quando desejoso da perfeição, partiu para os santos lugares. Em chegando a Antioquia, quis ver a insigne anacoreta santo Simeão Estilita, o qual, inspirado do Senhor, lhe disse: «Teodósio, varão de Deus, serás bem vindo». Espantou-se Teodósio ouvindo esta voz, porque o chamava por seu nome, e porque o honrava com o titulo de varão de Deus. Subiu a coluna por ordem de são Simeão e pôs-se a seus pés; ouviu seus conselhos e tudo o que daí em diante lhe havia de suceder; e tomada sua bênção, seguiu seu caminho até Jerusalém, onde ele adorou e regou com suas lágrimas aqueles sagrados lugares que Cristo nosso Senhor consagrou com sua vida e sua morte. Retirou-se depois para a solidão, e veio a ter tantos discípulos, que lavrou um grande mosteiro, no qual acolhia aos pobres lhes dar de comer fechassem as portas, são Teodósio mandou abri-las e dar-lhes a todos o necessário, e o Senhor os providenciou com tão larga mão, que depois ficavam as arcas cheias de pão. Era também seu mosteiro, hospital de enfermos, a quem servia e beijava as chagas com grande amor. Havia entre seus discípulos homens ricos e poderosos, militares e sábios, dos quais saíram muitos bispos e superiores de sorte que quando morreu o santo, haviam já falecido seiscentos noventa e três de seus discípulos.  O imperador Anastácio, que favorecia aos hereges Acéfalos, enviou-lhe uma boa quantidade de ouro para seus pobres: aceitou-a e repartiu-a o santo mas escreveu ao imperador, que nem ele nem os seus consentiriam com os hereges, ainda que a vida lhes custasse.  Foi logo, velho como era, a pregar sem temor algum pelas cidades daqueles hereges que condenavam o concílio de Calcedónia; e subindo uma vez ao púlpito, fez sinal ao povo que se calasse, e disse: «O que não receber os quatro concílios gerais, como os quatro Evangelhos seja maldito e excomungado». Então o imperador o desterrou, mas durou bem pouco o desterro, porque o monarca herege caiu morto, ferido por um raio. Teodósio voltou de seu desterro, glorioso e triunfante. Muitas foram as obras admiráveis que  fez este varão de Deus em sua longa vida; muitas vezes multiplicou o pão, anunciou o terramoto que assolou a cidade de Antioquia, e cheio de méritos e virtudes, descansou na paz do Senhor com a idade de cento e cinco anos. Honraram seu cadáver o patriarca de Jerusalém com outros bispos e multidão de monges, clérigos e seculares.

Paulino de Aquileia, Santo

Paulino de Aquileya, Santo

Paulino de Aquileia, Santo

Bispo

Martirológio Romano: Em Forlí, cidade da região de Veneza, são Paulino, bispo de Aquileia, que se esforçou em converter aos ávaros e aos eslovenos, e apresentou o rei Carlos Magno um poema insigne sobre a Regra da fé (804).

Um dos mais ilustres e santos prelados dos séculos VIII e IX foi Paulino de Aquileia, que parece ter nascido no ano 726, numa granja perto de Friuli. Sua família vivia do trabalho da granja, e o jovem Paulino passava boa parte de seu tempo nos trabalhos de campo. Sem embargo, lograva reservar algumas horas ao estudo, e com os anos chegou a ser um famoso gramático. Carlomagno o chamou, numa carta, Mestre de Gramática e Muito Venerável. Estes epítetos nos fazem supor que Paulino era já sacerdote. o próprio monarca, em reconhecimento dos méritos de Paulino, deu-lhe certas possessões em seu país. Parece que no ano 776, Paulino foi elevado contra sua vontade à sede do Patriarcado de Aquileia. Na dita Igreja se deixaram sentir os benéficos efeitos de seu zelo, piedade e inteligência. Carlomagno lhe pediu que assistisse a todos os grandes concílios de seu tempo, por remotos que fossem os sítios em que se reuniam, e o próprio santo reuniu um sínodo em Friuli, em 791 ou 796, contra os erros que se iam propagando sobre o mistério da Encarnação. El más grave de esos errores era la herejía adopcionista: Félix, obispo de Urgel de Cataluña, profesaba que Cristo, en cuanto hombre, era simplemente hijo adoptivo de Dios. San Paulino escribió contra él una refutación que remitió a Carlomagno. El santo prelado no se ocupaba menos de la conversión de los paganos, que de la supresión de los errores, y predicó incansablemente el Evangelio a los idólatras de Carintia y Estiria que no habían abandonado la superstición. Al mismo tiempo, la conquista de los avaros por Pipino había abierto un nuevo campo al celo del obispo. Muchos de los avaros, evangelizados por los misioneros enviados por San Paulino y los obispos de Salzburgo, abrazaron la fe. El santo se oponía con todas sus fuerzas a que los bárbaros fuesen bautizados antes de haber sido suficientemente instruidos en la fe, y en general al abuso, tan común en aquellos tiempos, de imponérsela. Cuando el duque de Friuli fue nombrado gobernador de las tribus de los hunos, a las que había recientemente conquistado, San Paulino escribió para él una excelente «Exhortación», en la que urgía a buscar la perfección cristiana, le daba reglas sobre la práctica de la penitencia y remedios contra los diferentes vicios, especialmente contra el orgullo; le instruía además sobre el deseo de agradar a Dios en todas las acciones, sobre la oración y las disposiciones esenciales para ella, sobre la comunión, el cuidado de evitar las malas compañías y algunos otros puntos. El libro termina con una hermosa oración y la promesa del santo de pedir por la salvación del buen duque. Las ardientes súplicas de San Paulino atraían constantes bendiciones del cielo sobre las almas que le habían sido confiadas. Alcuino le rogó que no se olvidase de implorar para él la divina misericordia, cada vez que ofreciera el santo sacrificio del altar. La vida de Paulino terminó con una santa muerte, el 11 de enero de 804.

Francisca de Sales (Leonia Aviat), Santa

  Fundadora

Francisca de Sales (Leonia Aviat), Santa

Francisca de Sales (Leonia Aviat), Santa

Fundadora da Congregação de Oblatas de São Francisco de Sales

Nasceu em Sézanne (França), departamento de Marne, em 16 de Setembro de 1844. Foi batizada ao dia seguinte de seu nascimento com o nome de Leónia. Frequentou as primeiras classes elementares em seu povo natal; depois, seus pais a levaram ao mosteiro da Visitação de Troyes pois, ainda que praticassem pouco, eram honrados comerciantes que desejavam para sua filha uma boa educação cristã. Sua vida esteve marcada por três etapas fundamentais: o período de formação no mosteiro da Visitação de Troyes, capital de Champagne; o encontro com o p. Louis Brisson, futuro fundador dos Oblatos de São Francisco de Sales; e a aplicação das leis subversivas contra os institutos religiosos em França a finais de século. Leonia permaneceu no mosteiro da Visitação até à idade de 16 anos. Já então manifestou à superiora seu desejo de se fazer religiosa, mas ela lhe respondeu: "Aquilo para o que Deus te tem destinada não está ainda preparado; deixa-o atuar e faz sempre a vontade divina". Quando saiu do mosteiro, seu pai havia disposto para ela um matrimónio com um rico e distinto senhor do lugar, mas Leonia pensava já na vocação religiosa e não quis aceder aos desejos de seu pai. Com a idade de 21 anos, em 1865, visitou um estabelecimento industrial de Sézanne e surgiu nela o desejo de atender as operárias. Entretanto, o p. Louis Brisson, que havia sido capelão da Visitação quando ela estava interna ali, dado seu incansável zelo pela proteção e a formação religiosa das jovens operárias que vinham dos campos e estavam expostas aos perigos mais graves, havia fundado no ano 1858 as "Obras para as trabalhadoras jovens", pondo-as sob a proteção de são Francisco de Sales: proporcionavam as jovens locais seguros, comida e a assistência de almas boas e generosas, mas fazia-lhes falta também a formação humana e a educação religiosa. Em 1866 Leonia pediu regressar à Visitação para pedir luz ao Senhor, antes de tomar uma decisão definitiva sobre sua vocação. Então conheceu a obra de assistência as jovens que havia começado o p. Brisson, o qual estava pensando em fundar uma congregação de religiosas. Compartilhou imediatamente o projeto do padre. Em 30 de Outubro de 1868 Leonia vestiu o hábito religioso, junto com outra antiga companheira do internado, e tomou o nome de Francisca de Sales. Em 11 de Outubro de 1871 emitiu os votos religiosos, junto com sua primeira companheira, iniciando assim a congregação de Oblatas de São Francisco de Sales. Outras jovens se uniram a elas, mas a ocupação alemã de 1870 retardou sua profissão religiosa. Se multiplicaram os patronatos e casas-família; as jovens recebiam, junto com a formação religiosa, a educação prática que as preparava para sua vida futura de mães de família. A madre Francisca de Sales, que foi a primeira superiora geral, se fez operária entre as operária; as ajudou a desfrutar do trabalho bem realizado, ainda que o ganho fosse mínimo; as jovens trabalhadoras compreendiam a dignidade do trabalho, como algo que vem de Deus e instrumento de caridade, porque permite ajudar as companheiras que estão necessitadas. Daí nasceu uma competição de solidariedade humana. Depois de haver consolidado as obras em Troyes, foi a Paris e organizou ali um internato para jovens de posição social acomodada. Obteve com a alta sociedade parisiense o mesmo êxito que havia tido com as operárias. Oito anos mais tarde regressou a Troyes, onde esteve outros 15 anos, quatro delas como uma religiosa mais, e nelas que teve que suportar a hostilidade de alguns membros de sua comunidade. Em 1893 foi eleita novamente superiora geral, cargo que exerceu até sua morte. Enviou religiosas às missões de Sul de África e de Equador. O instituto se estendeu também por Suíça, Áustria, Inglaterra e Itália. Em 1903 entraram em vigor em França as leis subversivas, que decretaram a expropriação dos bens das congregações religiosas: se encerraram 23 casas bem organizadas e 6 de apoio aos padres oblatos. A madre Francisca de Sales e seu conselho refugiaram-se em Itália e desde ali aperfeiçoaram a organização da congregação e sustentaram as religiosas com cartas e visitas. Sua última grande prova foi a morte do p. Brisson, acontecida em seu povo natal de Plancy em 2 de Fevereiro de 1908. Em seus últimos seis anos de vida velou zelosamente pela redação definitiva das Constituições, que foram aprovadas pelo Papa Pio X em 1911. Faleceu com a idade de 69 anos, em Perusa (Itália), em 10 de Janeiro de 1914.  O Papa João Paulo II a beatificou em 27 de Setembro de 1992 e ele mesmo a canonizou em 25 de Novembro de 2001. Reproduzido com autorização de Vatican.va

93944 > Sant' Alessandro di Fermo Vescovo 
91922 > Sant' Aspasio Vescovo in Gallia 
90751 > Beato Bernardo Scammacca Domenicano  MR
92378 > San David I Re di Scozia 
37060 > Beato Francesco (Franciszek) Rogaczewski Sacerdote e martire  MR
92094 > Beato Guglielmo (William) Carter Martire  MR
36950 > Sant' Igino Papa  MR
37000 > San Leucio di Brindisi Vescovo  MR
37200 > Santa Liberata Vergine e martire 
37100 > Santa Luminosa di Pavia Vergine 
37050 > Sant' Onorata di Pavia Vergine  MR
91143 > San Paolino d'Aquileia Vescovo  MR
37030 > San Pietro, detto Apselamo o Balsamo Martire  MR
37010 > San Salvio Martire in África  MR
37150 > Santa Speciosa di Pavia Vergine 
37040 > San Teodosio il Cenobiarca  MR
37020 > San Tipasio di Tigava Martire  MR
30800 > San Tommaso Placidi da Cori Sacerdote  MR

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António Fonseca

Café Majestic (Porto-Portugal)



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Porto



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HÁ DOIS ANOS (!!!)…

 

Caros Amigos:

(Só por curiosidade, e para se ver como anda a Saúde em Portugale não só (!!!)sob a orientação do Exmo. Governo atualmente (e ainda, – infelizmente – em funções… até quando (?)…, repito aqui a publicação da página do meu blogue, em 11 de Janeiro de 2010…

OS COMENTÁRIOS A QUEM OS QUEIRA FAZER… pois ainda não se registou qualquer evolução.

a não ser o facto de, felizmente já me encontrar bem, graças a Deus… que não aos médicos que fingiram tratar-me… no Hospital de S. João.

“É verdade: fez ontem, um ano que tive o infausto "prazer" de ter partido o meu braço esquerdo (na região cúbita, junto do cotovelo) - sem saber como (!) - o que originou uma imobilização total de movimentos no referido braço durante dois meses e parcial de mais de um mês, até ter sido operado por um médico competente ao contrário daqueles que me socorreram no dia do acidente, no Hospital de S. João que descuraram a necessidade de efetuar a operação, dado que segundo eles o assunto poderia ficar resolvido pura e simplesmente com o engessamento do braço e com umas posteriores sessões de ginástica fisioterapeuta...

Desde 11 de Janeiro até 13 de Março andei com o braço engessado, podendo apenas mover o braço direito, primeiro apenas um dedo da mão direita e só depois de dois meses é que pude mover o braço completo. Ainda aguentei mais um  mês com o braço resguardado com uma bandoleira e só em 14 de Abril é que fui operado nos SAMS-Serviços de Assistência Médico Social dos Bancários (onde estou inscrito e - que curiosamente foi fundado por mim, nos idos de 1976-Janeiro...) pelo Dr. Pinto Borges, a quem estou muito reconhecido e que me tirou as dores que sofri durante tanto tempo.

A conselho deste Médico e não só, fiz uma reclamação com  pedido de indemnização (que tinha intenções de doar em parte à Conferência Vicentina de S. Paulo, de que fui Presidente) ao Hospital de S. João e que em face de falta de resposta escrita (houve alguns contactos telefónicos, mas sem consistência alguma, nos quais eu fui convidado a deslocar-me ao Hospital para ver o processo (:::) - para quê? se não me era atribuída nenhuma indemnização, mas apenas umas desculpas esfarrapadas...).

Entretanto também fiz uma chamada de atenção para a ERS (Entidade Reguladora de Saúde) que me informou ter enviado o processo para a Direção Geral de Saúde que ia inquirir junto do Hospital sobre o que se passava... até hoje, nunca recebi qualquer comunicação destas entidades sobre a minha reclamação e respectiva indemnização (!).

Chegado a este ponto, e como depois da intervenção cirúrgica, efetuei 3 séries de 20 sessões cada, de tratamento de fisioterapia, no Centro de Diagnóstico CUF, que finalizaram em Novembro passado, resultando daí que já me sinto praticamente a 90 por cento recuperado, ainda não resolvi nada acerca da prossecução da reclamação-indemnização que gostaria que me fosse atendida. VOU PENSAR NO ASSUNTO.

Não sei para que serve a ERS. Pensava que era uma Instituição que defendesse os interesses dos doentes que tivessem queixas a apresentar relativamente a deficientes prestações de serviço dos Serviços Hospitalares, Médicos, Enfermeiros, etc., demoras inconcebíveis de horas e horas para tirar gessos, fazer radiografias, ser consultado por médico competente, e no caso de ser necessário, colocar novo gesso, sem ter de aguardar cheios de dores em más instalações, 4 e mais horas (!); para saber porque razão não foi feita uma operação que se impunha ter sido feita imediatamente, optando-se por imobilizar o braço num ângulo recto até ao antebraço, acima do cotovelo, quando o braço estava partido antes do cotovelo(?), etc., etc.,

Estamos no País em que estamos, temos o Governo que temos e há que aguentar a Saúde que temos... HAJA DEUS !

Bem vou terminar com este desabafo, - pois não adianta chorar sobre o "leite derramado" - e Saúdo todos os meus leitores, desejando-lhes um Novo Ano de 2010 livre de acidentes como eu tive.

Desculpem-me qualquer coisinha.

Obrigado

António Fonseca