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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Nº 18 - 18 DE JANEIRO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

 

Nº 1251

• Prisca ou Priscila, Santa
Mártir

Prisca o Priscila, Santa

Prisca ou Priscila, Santa

Etimologicamente significa “antiga”. Vem da língua latina. Pertence ao primeiro século de nossa era cristã. Também se lhe chama santa Priscila. Desde tempo muito antigo se tributou culto em Roma a esta jovem romana. No século IX, mediante as escavações arqueológicas, descobriu-se e identificou-se que estava enterrada em Aventine com o nome de Priscila, mulher de Aquila, um judeu cristão. Isto consta nos Atos dos Apóstolos e na carta de são Paulo aos Romanos: " Saúda a Prisca e a Aquila, meus cooperadores em Cristo Jesus, os quais para salvar minha vida expuseram sua cabeça". Existe em Roma a bela igreja de santa Prisca que, por sua vez, se construiu sobre o santuário de Mitra, deus pagão. Segundo as Atas, escritas no século X, quando falam dela, dizem que era uma rapariga adolescente que levaram ao anfiteatro para a diversão das gentes. Lançou-se sobre ela um leão e, em lugar de a fazer em pedaços, se deitou a seus pés. Em vista desta situação, a devolveram de novo ao cárcere. Se diz que uma águia velava, quando a mataram.

Prisca o Priscila, Santa

Prisca o Priscila, Santa

Seu corpo está enterrado nas Catacumbas de Priscila, onde há na atualidade uma igreja dedicada a seu nome desde o século IV. No que respeita à arte, os pintores a plasmaram em seus quadros como uma jovem mártir com um leão ou dois, uma espada e uma águia perto dela. Pintores como Farmer, Roeder e Tabor. O leão domado ou domesticado a seus pés simboliza a queda do paganismo. Seus restos se veneram em Roma. Um exemplo claro de sacrifício pela fé em Cristo. ¡Felicidades às que levem este nome! Não há solidão mais triste e aflita que a de um homem sem amigos, sem os quais o mundo é deserto; o que é incapaz de amizade, mais tem de besta que de homem( Francis Bacon). Comentários ao P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

SANTA MARGARIDA DA HUNGRIA

Virgem (1242-1270)

Estrela 1º Dia do «Oitavário pela unidade da Igreja»

Margarita de Hungría, Santa

Margarida de Hungria, Santa

1241; ano tremendo para a Polónia e a Hungria. O tártaro Ogotai – de posse dum império que se estendia do Oceano Pacífico aos Cárpatos e ao Vístula, e da zona glacial ártica ao Mar Negro, ao golfo Pérsico e ao Oceano Índico – com o intento de conquistar o mundo inteiro de então, venceu os polacos em Liegnitz e logo a seguir dessangrou a Hungria do rei Bela IV. Pretendia aprisioná-lo e servir-se dele para dominar o Estado da casa de Arpad. Por felicidade, o Rei foi defendido heroicamente pelos seus mais esforçados homens. A família, por sua indicação, correra a refugiar-se até junto ao Mar Adriático, na costa oriental. Aí, no castelo roqueiro de Ulissa, nasceu, na Primavera de 1242, Santa Margarida da Hungria, décima filha dos soberanos deste reino. Foi batizada ao ar livre, na ilha de Trau, por um dos poucos bispos sobreviventes húngaros; um terço da população tinha perecido. O pai disse solenemente nessa altura: “Senhor Jesus, consagro-te esta menina; dispõe, Senhor, que torne a existir a Hungria; torna a ser misericordioso e salva o teu povo; assim, os nossos lábios e o nosso coração não pararão de dar-Te graças”. Logo a seguir, foram todos os guerreiros presentes armar-se, certos de que os tártaros chegariam na noite que ia seguir-se. Felizmente não chegaram a vir, nem mesmo à costa Dálmata, visível da ilha. Veio depois a saber-se que eles, se entravam na Hungria como tufão, com a mesma velocidade saíram dela, banhada em sangue. Mas o batizado dramático imprimiu carácter em toda a vida da menina oferecida em sacrifício. O Rei e a Rainha não se esqueceram da oferta. Por isso, logo que ela atingiu quatro anos, levaram-na a um convento de religiosas dominicanas, a fim de ser educada e dirigida espiritualmente. Já com dez anos, foi transferida para o mosteiro construído por seu pai na ilha do Danúbio, mesmo no coração da capital húngara. Ao lado surgia também, na chamada “ilha das lebres”, antes simplesmente terreno de caça, um castelo real para os pais da princesa estarem bem perto da filha. E o nome da propriedade ficou a ser “ilha da Margarida”, fiadora da proteção divina na iminência de futuras investidas e centro de peregrinações. O povo húngaro ficou a considerá-la como defensora contra os tártaros, com a santidade de vida e as orações. Ela aceitou de bom grado esta missão, agora já não inconscientemente, de ser holocausto pela Nação toda. E a causa da Hungria, porta oriental do mundo cristão, ficou sendo causa da cristandade universal. Por uma e outra se empenhou ela com penitências e altíssima oração: uma espécie de dissolução de todo o ser humano na Divindade, dissolução que não pode cifrar-se no cárcere das palavras. À medida em que progredia na idade, crescia Margarida na sabedoria e foi-se transformando em autoridade, cuja opinião era pedidas. Com 16 anos e sendo solteira, segundo o costume real atingiu a maioridade e podia mostrar se voluntariamente queria ou não manifestar-se como voluntário refém ou penhor da pátria. Com esta liberdade fez votos religiosos, entrando definitivamente na ordem dominicana. Pouco antes, tinha-lhe comunicado o Arcebispo de Esztergom que o Papa Alexandre III a dispensava do voto dos pais, caso o interesse da nação se manifestasse diferentemente ou caso ela não sentisse vocação para tanto. A Infanta acabou, porém, com tais hesitações: “Nunca serei noiva senão de Jesus Cristo”. Aceitou plenamente a vocação que lhe veio de Deus, por meio dos pais e dos interesses da Pátria. Ainda assim, foi desejada como rainha por várias cortes. Manifestou-se primeiro, o rei da Boémia e Morávia; os pais deixaram-na livre, e o Primaz ofereceu-lhe igualmente a liberdade, declarada em nome do Papa Urbano IV. Ao pedido do Soberano, profundamente inclinado e de mão no coração, respondeu ela, estando acompanhada da prioresa: «Honras-me sobremaneira, rei valente e poderoso. Se desejares que seja tua mulher, e está muito, longe de mim desprezar a vocação de esposa. Mas como poderia fazê-lo, tendo presente o exemplo da bem-aventurada Virgem Maria, como também a dedicação da minha própria mãe querida, de quem sou a décima filha? Mas eu não nasci para ser esposa e mãe. A minha tarefa é completamente diversa Por isso peço que te vás embora sem te zangares, e busca para ti uma esposa quem possa fazer-te ditoso. Eu, ó rei, não poderia fazer-te feliz». Ottobar ficou pesaroso e ainda mais duas vezes tentou convencer Margarida por meio de embaixadores. Semelhantes foram os projetos e semelhantes as negativas recebidas por Carlos de Anjou. Mas já neste segundo pedido foi observado que Margarida estava envelhecida com mortificações internas , disciplinas e jejuns, e com a oração muito prolongada até perder o conhecimento. E contribuíram para a sua morte prematura o sofrimento e as lutas da pátria e da família, que embatiam no coração de tão grande patriota e tão boa filha. Veio a falecer a 18 de Janeiro de 1270. Viva ou moribunda, cumpriu sempre o grande compromisso, de acordo com a convicção firmíssima de todo o povo húngaro. E salvou a pátria. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

SÃO LIBERTO ou LEOBARDO

Recluso (953)

Nascido na Alvérnia, França, faleceu também em  França, em Tours, a 18 de Janeiro de 593. Enquanto procurava conhecer a vocação que Deus lhe reservara, dava-se às belas letras. Não pensava em casamento. Mas um dia o pai comunicou-lhe que o tinha dado como noivo a quem era dotada “de qualidades de todo o género”. Não querendo contrariar o pai, esperou. Entretanto este morreu, e Liberto ofereceu a sua noiva a um  irmão. E dirigiu-se como peregrino a Tours, a fim de visitar o túmulo de S. Martinho. Lá conheceu o seu colega de província, S. Gregório de Tours. E compreendeu que o mundo não era feito para ele, mas encontraria a felicidade na solidão. Comprou uma gruta, que ampliou usando a picaretas. Lá se estabeleceu, e foi para toda a vida. Lá orou, estudou a Sagrada Escritura, fabricou pergaminhos para ganhar o pão, e confortou almas aflitas que lhe vinham contar as mágoas. Livros, emprestava-lhes o seu santo amigo. Este deixou-nos a narração da morte de Liberto. Adoeceu em Outubro. A seu pedido, escreveu Gregório, levei-lhe as eulogias (a Eucaristia). No princípio do ano seguinte, Liberto pediu ao irmão, seu ajudante, que saísse da caverna; queria morrer só. “E foi assim que expirou; só, quer dizer: unicamente na companhia dos anjos”. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

BEATO IRMÃO JAIME HILÁRIO BARBAL COSÁN, F. S. C.

(1898-1937)

Veio ao mundo em Enviny na diocese de Urgel (Espanha), a 2 de Janeiro de 1898. Depois de sete anos de estudos no seminário diocesano, sentindo vocação para a vida consagrada, escolheu o Instituto dos Irmãos das Escolas Cristãs. Entrou no noviciado de Mollerusa em Setembro de 1916. sendo um religioso exemplar, alegre, piedoso, de grande devoção ao Santíssimo e à Mãe de Deus, fez a profissão a 27 de Julho de 1919. Dedicou-se ao ensino durante alguns anos, mas sendo atacado de surdez, passou a exercer as funções de cozinheiro e hortelão, sempre com simplicidade, alegria e humildade. Tendo estalado a perseguição religiosa em Espanha, o irmão Jaime Hilário foi preso no dia 24 de Agosto de 1936. Sofreu muitíssimo nas diversas prisões por onde passou até que a 18 de Janeiro de 1937 foi sacrificado pelos inimigos de Deus e da Igreja. João Paulo II beatificou-o na Praça de S. Pedro, a 29 de Abril de 1990. AAS 82 (1990) 456.60; L’OSS. ROM. 6.5.1990. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

 

• María Teresa Fasce, Beata
Abadessa,

María Teresa Fasce, Beata

María Teresa Fasce, Beata

Abadessa

Martirológio Romano: Na cidade de Cassia, em Itália, beata María Teresa (María Juana) Fasce, abadessa do mosteiro da Ordem de Santo Agostinho, que soube unir a ascese e a contemplação junto com obras de caridade com os peregrinos e indigentes (1947).
Data de beatificação: 12 de outubro de 1997 pelo Papa João Paulo II.

María Teresa nasceu em Torriglia (Génova). De carácter forte e voluntarioso, amante do recolhimento e da oração era também dinâmica e vivaz, compreensiva e disposta a ajudar em qualquer momento que se apresentasse a oportunidade de fazer o bem. O ideal monástico chegou-lhe cedo ao coração, mas teve que orar muito, teve que esperar e sofrer, antes de poder obter o consentimento para entrar no oásis a que Deus a chamava. O Mosteiro de Santa Rita, em Cássia, a recebeu corno postulante aos 25 anos en 1906. Na noite de Natal ofereceu ao Senhor sua juventude, vestindo o hábito agostiniano e, no ano seguinte, na mesma solenidade, selou sua imolação com os votos religiosos. Ela mesma, numa carta a sua irmã, comentou: "Agora não me resta senão começar uma vida verdadeiramente religiosa, em que não tenha que receber um dia alguma reprovação dos anjos ou dos homens". Desde 1914, las jóvenes novicias la tuvieron corno maestra de ejemplo y de palabra. De 1917 a 1920, Dios la llamó a ocupar la grave responsabilidad de Vicaria. De 1920 hasta su muerte, con voto unánime y de trienio en trienio, las hermanas la eligieron abadesa, convirtiéndose en "la Madre" por antonomasia. Testimonios claros, vivos y espléndidos de su actividad corno superiora, fueron y siguen siendo las obras que ella ideó y supo llevar a cabo, superando grandes dificultades, con ánimo indomable y serena sabiduría, destacando entre todas el templo de Santa Rita y la divulgación de su culto por el mundo entero. La pequeña capilla que guardaba el cuerpo de la Santa Taumaturga cuando ella llegó al Monasterio era casi desconocida. Hoy la basílica es meta de cientos de miles de peregrinos que siguen su vida por medio del boletín Dalle api alle rose, por ella misma ideado en el lejano 1923, y que por medio de Santa Rita se acercan a Dios. Éste era precisamente el sueño de la Madre, quien en una carta de 1943, auspiciando el final del conflicto bélico, presagiaba: "Esperemos que pronto el Señor nos conceda la gracia de un final pacífico, y entonces Casia verá un número infinito de personas deudoras de favores recibidos". Al amparo del templo, fueron acogidas por su gran corazón las huerfanitas, que ahora, en gran número, viven en la moderna “colmena Santa Rita”. En torno al monasterio, reflejo de su vida, surgen otras obras importantes, como el seminario agustiniano, el hospital Santa Rita, y la casa de ejercicios. El amor y los sufrimientos de Madre Teresa fueron y son su savia vital. La fragilidad de su cuerpo fue para Teresa un lento, duro y larguísimo calvario. El espíritu la sostuvo hasta el último día. "Me voy de este mundo - escribía - con fe, esperanza y amor. Espero veros pronto allá arriba,... allá donde reina Dios y donde viviremos para siempre bendiciendo las pruebas tenidas en el destierro". Volvió al Padre el 18 de enero de 1947. Sus restos descansan en la cripta, junto a la Santa que tan entrañablemente amó, y espera en paz la hora de la gloria. Si usted tiene información relevante para la canonización de la Beata María Teresa, contacte a: Monache Agostiniane 06043 Cascia (PG), ITALIA

• Regina Protmann, Beata
Fundadora,

Regina Protmann, Beata

Regina Protmann, Beata

Fundadora da Congregação das Irmãs de Santa Catarina de Alexandria

Martirológio Romano: Na cidade de Braunsberg (atual Braniewo), em Prússia, beata Regina Protmann, virgem, que, cheia de amor pelos pobres, se entregou generosamente ao serviço dos indigentes, fundando a Congregação das Irmãs de Santa Catalina (1613).
Data de beatificação: 13 de junho de 1999 pelo Papa João Paulo II.

A beata Regina Protmann nasceu no seio de uma família católica burguesa, em Braunsberg – Emelando (atualmente Braniewo, Polónia) em 1552. Aos 19 anos deixou as comodidades da casa paternal para juntar-se a três companheiras, numa velha casinha e ruinosa, para iniciar assim, una vida de comunidade, dedicada a Deus, na pobreza absoluta e ao serviço do próximo. Foi nessas  circunstâncias, que inspirada pelo Espírito Santo e com a ajuda de sacerdotes jesuítas, tendo como objetivo dar assistência aos enfermos e necessitados, fundou una congregação de tipo contemplativa - ativa, coisa que naquele tempo era toda uma inovação, porque tão só existiam os conventos de clausura. A Congregação recebeu a aprovação papal em 1662, propagando-se na Polónia e na Lituânia e, depois também na Finlândia, Rússia, Inglaterra, Brasil, Alemanha, Itália e Togo. Dedicou especial atenção à pastoral da mulher. A beata Regina, esquecendo-se de si mesma, abarcava, com um olhar clarividente, as necessidades do povo e da Igreja. As palavras «como Deus queira» se converteram no lema de sua vida. Seu ardente amor a impulsionava a cumprir a vontade do Pai celestial, a exemplo do Filho de Deus. Não temia aceitar a cruz do serviço diário, dando testemunho de Cristo ressuscitado. Morreu em 18 de Janeiro de 1613, depois de um período de longa e dolorosa enfermidade. Na atualidade sua obra conta com umas 120 casas, repartidas por todo o mundo. Fonte bibliográfica: Vatican.va

• Cristina Ciccarelli de L´Aquila, Beata
Virgem Agostinha,

Cristina Ciccarelli de L´Aquila, Beata

Cristina Ciccarelli de L´Aquila, Beata

Martirológio Romano: Na cidade de L’Aquila, no Abruzo (Itália), beata Cristina (Matías) Ciccarelli, virgem, da Ordem de Santo Agostinho (1543).
Data de canonização: Seu culto foi confirmado pelo Papa Gregório XVI em 1841.

Mattia Ciccarelli, fruto do matrimónio formado por Domingo e María de Perícolo, nasceu em Colle di Lucoli, província de L’Aquila (Itália), em 24 de fevereiro de 1480. Foi a última de seis irmãos. Já desde a mais tenra idade se distinguiu pelas virtudes da obediência, a humildade e a modéstia. Seu amor pela oração la levava-a a retirar-se no sitio mais escondido da casa e prostrar-se devotamente ante uma imagem da Virgem da Piedade. Às orações unia constantemente mortificações e rigorosos jejuns, flagelando seu corpo para tirar todos os sinais  de beleza e impedir assim que fosse admirada. Aos onze anos conheceu o beato Vicente de L’Aquila, que seria seu diretor espiritual e a quem confiou seu íntimo desejo de consagrar-se por completo a Deus abraçando a vida religiosa. Em junho de 1505 entrou no mosteiro de Santa Lúcia das Agostinhas observantes em L’Aquila, onde tomou o véu e mudou seu nome pelo de Cristina.
A grande piedade, a submissão mais completa e a absoluta humildade de que deu quotidianamente claras provas, lhe alcançaram em breve a veneração de todas as irmãs de hábito que não tardaram em elegê-la abadessa, cargo para que, muito a pesar seu, foi reeleita repetidas vezes. Conocida por su santidad, por sus visiones y los milagros realizados, Cristina fue visitada continuamente por una gran muchedumbre de personas, desde las más modestas a las más distinguidas. Entre los diversos éxtasis con que Dios quiso favorecerla, dos resultan verdaderamente admirables: el tenido en una solemnidad de la fiesta del Corpus, cuando se la encontró levantada sobre tierra más de cinco palmos, mientras sobre su pecho resplandecía la hostia santa dentro de un ostensorio de oro (expresión con la que suele representarse a la beata), y el acaecido en un viernes y sábado santos, en los que, según su propia confesión, llegó a sentir en su carne gran parte de los dolores de la pasión de nuestro Señor. De salud precaria y afligida por distintas enfermedades, Cristina murió el 18 de enero de 1543.
Suprimido el monasterio de agustinas de Santa Lucía el 12 de octubre de 1908, los restos mortales de la beata fueron trasladadas al monasterio de san Amico. El culto público comenzado inmediatamente después de su muerte fue confirmado por Gregorio XVI en 1841.

• Andrés Grego de Peschiera, Beato
Sacerdote Dominicano,

Andrés Grego de Peschiera, Beato

Andrés Grego de Peschiera, Beato

Martirológio Romano: No convento de Morbegno, nos Alpes italianos, beato Andrés Grego de Peschiera, presbítero da Ordem de Pregadores, que andando a pé visitou repetidas vezes aquela região, onde vivia austeramente junto dos pobres e tratava de conciliar fraternalmente a todos (1485).
Data de beatificação: Pío VII confirmou seu culto em 26 de setembro de 1820.

Andrés Grego, nasceu em Peschiera (Itália) em 1400 de piedosos pais, originários de Lago de Garda. Recebeu o hábito em Brescia dentro da congregação lombarda no momento de maior esplendor da disciplina regular promovida pelo B. Antonio della Chiesa, levando a cabo seus estudos no convento de São Marcos de Florença.  Terminado o período de formação e ordenado presbítero dedicou toda sua vida à pregação, especialmente em Valtellina, região abrupta e fria a norte de Itália, que santo Domingo evangelizou nos últimos anos de sua vida, prodigalizando incansavelmente em favor daquela pobre gente durante quarenta e cinco anos de duríssimo ministério, que lhe valeu o título de apóstolo de "Valtellina". Percorreu a pé toda a região, vivendo pobremente, passando a noite com os pobres, sempre deitados sobre os sarmentos e conciliando-se deste modo o carinho e tudo por este zelo de caridade apostólica que nascia o exercício heroico de penitência, humildade e obediência. "Um religioso obediente, dizia com frequência, é um religioso santo". Morreu em 19 de Janeiro de 1485 no convento de Morbengo (Sondrio), cuja fundação (1457) havia promovido, e seu corpo repousa em sua igreja paroquial.

• Facio de Cremona, Beato
Laico,

Facio de Cremona, Beato

Facio de Cremona, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Cremona, na Lombardia, beato Facio (Fazzio), que, ourives de profissão, deixou sua cidade natal de Verona e se mudou para este lugar, levando uma vida penitente e dedicando-se a ajudar a peregrinos e enfermos (1272).
Data de beatificação: O beato Papa Pío IX confirmou o culto em 1873.

En esa extraordinaria y monumental joya que es la catedral de Cremona, a poca distancia de la urna que contiene las reliquias de san Homobono, patrono de los sastres, está sepultado otro laico santo, auténtico ejemplo de cómo deben ser vividas cotidianamente los preceptos evangélicos. Facio, llamado también Fazzio, nació en Verona en el año 1200, en el seno de una familia muy religiosa. Todavía joven, fue confiado a un maestro orfebre para que aprendiese esa profesión bajo su tutela. Su gran laboriosidad, su buen carácter y su juventud lograron, que con tan sólo 26 años, lograra la fama en toda la ciudad. Eso le trajo como consecuencia la envidia de los otros orfebres, y los ataques recibidos fueron tantos que Facio decidió mudarse a Cremona. Tiempo después volvió a su ciudad natal con la intención de reconciliarse con sus enemigos, pero el ambiente no había mejorado, y algunos de ellos lograron, con mentiras, que él sea encarcelado. En tiempos de una guerra, y por petición de los cremonenses, que lo consideraban su coterráneo, fue liberado y retornó a la ciudad lombarda. En un clima finalmente tranquilo, la orfebrería cedió su puesto al apostolado. Su corazón generoso lo llevaba a ayudar a cuantos estuvieran necesitados, y para ello fundó la fraternidad laical del Espíritu Santo, abriendo en su propia casa un centro de salud, que con los años se convertiría en el Hospital Mayor de la ciudad.  El obispo, que lo estimaba mucho, lo nombró visitador general de los monasterios de la diócesis, hecho excepcional para un no consagrado. Ejerció el encargo con el máximo empeño hasta su muerte. En 1240 el beato fundó un hospital en Soncino, a cuyo costado se fundó la iglesia del Espíritu Santo, que inicialmente fue dedicada a su nombre (hoy lleva el título de San Antonio Abad).  Murió, aclamado como santo por todos, el 18 de enero de 1272. En el obituario del capítulo de la Catedral, Facio es llamado "Hermano", además hay una narración muy detallada sobre su muerte. Pocos años después un sacerdote de nombre Juan escribió una "Vida" en latín, aportando además una larga lista, con muchos testimonios, de los milagros que el pueblo de Cremona obtenía gracias a su intercesión. La primera biografía impresa fue escrita en 1606 por Leonardo Gregorio.  Las reliquias, que muchas veces han sido objeto de reconocimiento, fueron primero veneradas en la iglesia a él dedicada, ahora están en la cripta de la catedral, que además cuenta entre sus tesoros algunas preciosas piezas de orfebrería hechas a mano por el beato. responsable de la traducción: Xavier Villalta

• Beatriz de Este de Ferrara, Beata
Monja Beneditina,

Beatriz de Este de Ferrara, Beata

Beatriz de Este de Ferrara, Beata

Martirológio Romano: Na cidade de Ferrara, na Emília (hoje Itália), beata Beatriz de Este (Estensis), monja, que ao morrer seu esposo, e renunciando as obrigações seculares, se consagrou a Deus sob a Regra de são Bento, no mosteiro que ela mesma havia fundado (1262).
Data de beatificação: Em 1774 pelo Papa Clemente XIV.

Esta religiosa era sobrinha da beata Beatriz De Este de Gemmola, cuja festa se celebra em 10 de maio. Ela era de uma família dos Duques Normandos de Apúlia e era filha do Duque de Ferrara, Azzon IX. Estava prometida em casamento com o príncipe Galeazzo Manfredi de Veneza. Quando se dirigia a Milão para se casar, recebeu a triste noticia de sua morte provocada pelas graves feridas da batalha do dia anterior. Beatriz não voltou a sua casa e decidiu dedicar-se só ao serviço de Deus sob a Regra de São Bento, em São Lazzaro, na periferia de Ferrara. Logo fundou o mosteiro beneditino de Santo António de Ferrara e ali se encerrou com outras sete donzelas que quiseram acompanhá-la. Beatriz viveu e morreu (em 1262) com fama de grande santidade. No século XVII se dizia que da tumba de mármore em que descansavam suas relíquias brotava um azeite que obrava surpreendentes curas. Bibliografía: Vida de Santos de Alban Butler
SantaBeatriz.VidaConsagrada.net

90752 > Beato Andrea Grego da Peschiera Domenicano MR
91969 >
Beata Beatrice II d'Este Monaca MR
38220 >
Santi Cosconio, Zenone e Melanippo Martiri  MR
90151 >
Beata Cristina Ciccarelli da L'Aquila MR
38240 >
San Deicolo Abate  MR
38260 >
Beato Facio (Fazio) di Cremona  MR
38280 >
Beate Felicita Pricet, Monica Pichery, Carla Lucas e Vittoria Gusteau Martiri MR
93935 >
Beato Giovanni de Laers Mercedario 
38200 >
Santa Margherita d'Ungheria Principessa e religiosa  MR
74060 >
Beata Maria Teresa Fasce Agostiniana  MR
38250 >
Santa Prisca Martire  MR
91460 >
Beata Regina Protmann Fondatrice  MR
38210 >
Santi Successo, Paolo e Lucio Vescovi e martiri  MR
38230 >
San Volusiano di Tours Vescovo MR

 

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Compilação de

António Fonseca