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Imagens e Frases de Natal Religioso

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Nº 20 - 20 DE JANEIRO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

Nº 1252

SÃO SEBASTIÃO

Mártir (288)

Sebastián, Santo

Sebastião, Santo

Sebastião, que mereceu o cognome de Defensor da Igreja pelas maravilhas que realizou em defesa da fé, nasceu em Narbona, onde viviam seus pais, que eram oriundos de Milão. Foi educado com todo o esmero no seio do Cristianismo e da piedade. O seu génio afável , manso, prudente, generoso e outras belas qualidades, segundo refere Santo Ambrósio, bem depressa o tornaram conhecido na corte dos Imperadores. Chegou a ser um dos favoritos do Imperador Diocleciano, que o nomeou capitão da primeira companhia dos  seus guardas. Embora Sebastião se sentisse abrasado dum desejo ardentíssimo do martírio, entendeu que devia moderar o seu ardor, conservando-o como que escondido debaixo do seu uniforme de soldado, porque as funções do cargo que exercia, dando-lhe um lugar na corte, proporcionavam-lhe ocasião de prestar grandes serviços à Igreja e socorrer os cristãos perseguidos. Era em favor desta santa causa que empregava a sua autoridade e haveres, sem se poupar a trabalhos e fadigas de nenhuma espécie. Fortificava com exortações e socorria com esmolas os gloriosos Confessores de Cristo, de que regurgitavam os cárceres. Sustentou a coragem de muitos que vacilavam, nos tormentos e fortaleceu os que pareciam desanimar em face dos suplícios. Era o apóstolo dos Confessores e dos Mártires; e se parecia ser pródigo com a vida dos que enviava ao céu adiante dele, não era para poupar a sua. Tão longe estava de a amar que todos os dias se expunha a perdê-la. A morte de cada mártir que Sebastião robustecia na fé e acompanhava até ao lugar do martírio, era um novo sacrifício que fazia da sua própria vida. A cada instante a renunciava, para impedir que os outros renunciassem a Jesus Cristo. Marco e Marcelino, dois jovens romanos, tinham sido presos e condenados à morte por terem confessado a sua fé em Jesus. Depois de terem suportado gloriosamente a tortura, iam a ser degolados, quando seu pai Tarquilino e sua mãe Márcia, acompanhados das mulheres e dos filhos dos dois defensores de Cristo, se foram lançar aos pés do governador, chamado Cromácio, e com lágrimas e rogos obtiveram que se diferisse a sentença por espaço de trinta dias. Neste intervalo de tempo não faltaram súplicas, carícias, gemidos, enfim tudo quanto podem inspirar o amor e a ternura para comover a um coração brando e generoso. Tanta impressão causou este contínuo e terrível combate que os dois Confessores da fé começaram a fraquejar visivelmente. Notou isto Sebastião que os visitava com frequência e chegou tanto a tempo o seu socorro, e foi tão abençoado de Deus o poder que tinha de persuadir, quer não só animou aqueles espíritos já abatidos, mas em poucos dias converteu à fé cristã a Nicóstrato, primeiro escrivão do tribunal, a Cláudio, carcereiro, a muitos presos, e, o que é mais admirável, ao próprio pai, mãe, mulheres e filhos de Marcelino e Marco. Tão assombrosas conversões não podiam ser feitas sem muitos e grandes milagres. Enquanto Sebastião estava animando, com palavras ardentes de zelo e caridade, os dois santos Confessores, em casa de Nicóstrato, aonde tinham sido conduzidos sob fiança, uma brilhante luz resplandeceu por toda a sala onde ele falava e encheu de admiração e alegria os circunstantes. No meio dessa luz apareceu o Senhor, acompanhado de sete Anjos, e, aproximando-se de Sebastião, deu-lhe o ósculo da paz, assegurando-lhe que estaria sempre com ele. É Santo Ambrósio quem refere esta maravilha. Zoé, mulher de Nicóstrato, muda havia muito tempo, recobrou imediatamente a fala, só com Sebastião lhe fazer o sinal da cruz na boca. Todos os neófitos, que padeciam alguma enfermidade, receberam a saúde do corpo, ao mesmo tempo que pelo batismo recuperaram a da alma. Mas o maior de todos os prodígios foi a conversão de Cromácio, governador da cidade. Mandando chamar Tarquilino para saber se os filhos se tinham deixado persuadir das suas lágrimas, ficou surpreendido quando viu que o próprio Tarquilino se tinha feito cristão. «Os meus filhos, respondeu Tarquilino, são ditosos, e eu também o sou desde que Deus me abriu os olhos da alma para conhecer a verdade e a santidade da religião cristã, fora da qual não há salvação». «Com que então, disse Crómacio, também tu endoideceste, agora que estás no fim  da vida?» «Não, respondeu-lhe o santo Velho, antes nunca tive entendimento nem juízo, enquanto não logrei a ventura de ser cristão. Porque não há maior loucura do que preferir, como eu o tinha feito e tu ainda o estás fazendo agora, o erro à verdade e a morte eterna a uma vida de poucas horas». «E atrever-te-ás, perguntou Crómacio, a provar-me plausivelmente a verdade da religião cristã?» Sim, respondeu o novo apóstolo, contanto que queiras prestar ouvidos ao que eu e Sebastião te dissermos». Não foi longa a conversa; dentro em breve Cromácio dava-se por convencido e convertido. À conversão de Cromácio, seguiu-se a de toda a sua família. Muitos dos seus escravos receberam o baptismo e depois foram postos em liberdade. Entretanto, a perseguição foi dia a dia aumentando em Roma, e por isso julgou-se conveniente que Cromácio, que tinha renunciado a seu cargo, se retirasse para o campo, onde a sua casa era o asilo dos perseguidos. Todos os fiéis, e nomeadamente São Caio, que regia então os destinos da Igreja, instavam com Sebastião para que se retirasse também para ali, mas este grande herói da fé pediu que o deixassem ficar em Roma, para fortificar e socorrer muitos outros cristãos que estavam encarcerados. E tais razões apresentou ao Sumo Pontífice Caio, que este lhe tornou: «Fica, meu filho, fica no campo de batalha e, debaixo desse uniforme de oficial do imperador, sê o glorioso defensor da Igreja de Jesus Cristo». Em breve se conheceu quão necessária era a sua presença para socorrer e animar os mártires. A primeira que recebeu a coroa do martírio foi Zoé, a quem suspenderam pelos pés sobre o fogo, cujo fumo a sufocou. Seguiu-se-lhe Tarquilino, que estando a orar sobre o túmulo dos Apóstolos S. Pedro e Paulo, foi surpreendido pela plebe que o agarrou e apedrejou. Nicóstrato, seu irmão Castor, Cláudio e Sinforiano, seu filho, e Vitoriano, seu irmão, não tardaram a ser presos e, depois de atormentados por três vezes, foram conduzidos a Ostia e lançados ao mar. Tibúrcio, filho de Cromácio, foi decapitado. Cástulo, oficial do Imperador e cristão zelosíssimo, foi enterrado vivo. Marco e Marcelino foram cravados pelos pés a um poste e depois, tendo-os deixado desfalecer vinte e quatro horas neste suplicio, acabaram-nos a flechadas. Entretanto, Sebastião, que acabava de imolar ao Deus vivo estas gloriosas vítimas, precisos frutos do seu zelo, suspirava pelo momento de se lhes ir reunir no céu. Seus desejos não tardaram a ser satisfeitos. Um infeliz apóstata informou Fabiano, sucessor de Cromácio, de que era Sebastião quem convertia os pagãos e mantinha a fé dos fiéis. Não se atreveu Fabiano a prendê-lo, em virtude do lugar que o Santo ocupava na corte, mas foi procurar o Imperador e informou-o de tudo. Assombrado do que ouvia, Diocleciano mandou logo chamar Sebastião e exprobou-lhe a pretendida ingratidão com que tinha pago os seus benefícios, sobretudo por haver intentado irritar a cólera dos deuses contra o Império, introduzindo até no seu próprio palácio essa nova religião tão perniciosa ao Estado. Sebastião respondeu respeitosamente que a seu ver não podia prestar maior serviço ao Imperador e ao Império, do que adorando o único verdadeiro Deus, e que estava tão distante de faltar ao seu dever, pelo culto que prestava a Jesus Cristo, quanto era certo que nada podia ser mais vantajoso ao Príncipe e ao Estado, como ter vassalos fiéis que desprezando os falsos deuses, orassem incessantemente ao Soberano Árbitro e Criador do Universo pela salvação de um e do outro. Diocleciano, irritado com estas palavras, ordenou, sem outra forma de processo, que Sebastião fosse amarrado a um poste e atravessado com flechas pelos próprios soldados da guarda. Esta ordem foi cruelmente executada. Na noite seguinte, Irene, viúva do Santo Mártir Cástulo, tendo ido para levar o seu corpo e dar-lhe sepultura, descobriu que Sebastião ainda estava vivo. Fê-lo conduzir secretamente para sua casa, onde, em pouco tempo, se curou completamente de todas as feridas que recebera. Em vez de se retirar e esconder, como lhe diziam seus irmãos, o santo Mártir foi um  dia ao Palácio e esperou Diocleciano na escada que chamavam Mirante de Heliogábalo. Logo que viu o Imperador perto de si, disse-lhe animosamente: «É possível, Senhor, que vos deixeis eternamente iludir pelas imposturas e calúnias que se andam incessantemente inventando contra os  cristãos? Sabei que os fiéis estão longe de ser inimigos do Estado, que é somente às suas orações que vós sois devedor de todas as prosperidades». O Imperador, surpreendido ao ver e ouvir um homem que considerava morto, perguntou: «És tu realmente aquele Sebastião a quem eu mandei tirar a vida?» – «Sou esse mesmo, respondeu o Santo, e o meu Senhor Jesus Cristo quis conservar-me a vida, opara que na presença deste povo eu viesse dar um público testemunho da impiedade e da injustiça que cometeis, perseguindo com tanto furor os cristãos». Enfurecido, Diocleciano mandou conduzir imediatamente Sebastião ao circo, para aí ser morto a varadas. Com este cruel suplicio, o santo Mártir voou ao Céu, onde foi recebera coroa do martírio, no ano 288. Os pagãos, querendo impedir que se desse sepultura ao corpo do Santo, arrojaram-no a um lugar imundo, porém tal precaução foi inútil. O corpo ficou suspenso dum gancho e o mesmo S. Sebastião apareceu a uma mulher cristã, chamada Luciana, a quem mandou que o fosse tirar e o enterrasse no cemitério de Calisto. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic; www.santiebeati.it e, ainda www.quiosqueazul.blogspot.com, de onde foi retirada a imagem que se segue:

 

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<div align=center><a href="http://quiosqueazul.blogspot.com/2010/01/viva-sao-sebastiao.html%22 title="Viva São Sebastião! Padroeiro e defensor da cidade do Rio de Janeiro, Rogai por Nós." target="_blank"><img style="width:400px;height:310px" src="http://lh5.ggpht.com/__pDtqQ5sKEQ/S1XXCHSbXpI/AAAAAAAAAqQ/lFP1c-93-Mo/oracoes_sao_sebastiao.gif%22></a></div>

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SANTA EUSTÓQUIA (ESMERALDA) CALAFATO DE MESSINA

Religiosa (1434-1485)

Eustoquia (Esmeralda) Calafato de Mesina, Santa

Eustóquia (Esmeralda) Calafato de Messina, Santa

Foi solenemente canonizada no dia 12 de junho de 1988, em Messina, cidade que a viu nascer, a 25 de março de 1434. Aos 15 anos entrou para o mosteiro das Clarissas de santa Maria de Basicó. Onze anos mais tarde, insatisfeita com a vida no Mosteiro, em decadência, Eustóquia, com autorização pontifícia, fundou outro mosteiro segundo o genuíno espírito de pobreza franciscana. João Paulo II, na sua homilia, revela-nos o interior da alma da nova santa: “Ela, pondo-se com assiduidade na escola de Cristo crucificado, cresceu no seu conhecimento e, meditando os seus mistérios esplendentes de graça, concebeu um fiel amor por Ele. Para a nossa Santa a vida claustral não foi uma simples fuga do mundo para se refugiar em Deus. Ela, com a severa ascese, que se tinha imposto, queria certamente unir-se a Cristo, eliminando cada vez mais aquilo que nela, como em cada ser humano, havia de caduco, mas sentia que, ao mesmo tempo, estava unida a todos. Da cela do Mosteiro de Montevergine, Ela fazia extensivos à sua oração e o valor das suas penitências ao mundo inteiro. Deste modo pretendia estar próxima de cada irmão, aliviar toda a dor, pedir perdão pelos, pecados de todos. Hoje Santa Eustóquia ensina-nos a preciosidade da consagração total a Cristo, que deve amar-se com afecto esponsal, devoto, completo. Quando se adere a Ele, ama-se com o mesmo Coração, que tem uma capacidade infinita de caridade”. AAS 77 (1985), 907-11; L’OSS ROM. 19.6.1988. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic; www.santiebeati.it

SÃO FABIÃO (FABIANO)

XX Papa, mártir (250)

Fabián, Santo

Fabião, Santo

A Igreja celebra hoje também a festa de S. Fabião, Papa e Mártir. Era romano e sucedeu ao Papa Santo Antero, no ano de 236. A sua eleição foi maravilhosa, segundo conta Eusébio. Tinham-se reunido o clero e o povo para nomear sucessor a Santo Antero; e como estivessem divididos os votos, viu-se baixar do alto uma pomba, que foi poisar na cabeça de Fabião. Imediatamente todos os fiéis começaram a clamar que devia ser ele o escolhidos. E por mais que resistisse, alegando que era indigno de tão alta dignidade, foi consagrado Sumo Pontífice naqueles difíceis e calamitosos tempos da cruel perseguição de Maximino. Exuberantes provas deu este Santo Papa da sua firmeza e vigilância em conservar a pureza da fé e a santidade da religião cristã, pelo modo como castigou Priva, Bispo de Lambessa, em África, acusado de heresia e de vida escandalosa. Ao zelo deste santo Papa deve a Igreja de França a frutuosa pregação de vários missionários, dirigidos por S. Dinis. Finalmente, havendo, sob o Império de Décio, uma cruel perseguição contra os cristãos, á frente dos quais se colocou Fabião, que heroicamente os animava com a palavra e com o exemplo, veio o Santo a receber a coroa do martírio no ano de 250. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic; www.santiebeati.it

 

• Basílio António Maria Moreau, Beato

Sacerdote e Fundador

Basilio Antonio María Moreau, Beato

Basílio António María Moreau, Beato

Sacerdote e Fundador
da Congregação da Santa Cruz

O Beato Basílio António Maria Moreau nasceu em Laigné-en-Bélin, distrito de Le Mans (França), em 11 de Fevereiro de 1799. Foi o oitavo de catorze filhos de uma família piedosa. Com seu pároco, o p. Julián Le Provost, aprendeu as primeiras noções de latim. Prosseguiu os estudos no colégio de Château-Gontier, e os terminou no seminário maior de Le Mans. Em 12 de Agosto de 1821 recebeu a ordenação sacerdotal. Em seu coração ardia o zelo pelas missões, mas seu bispo, Mons. De la Myre, que o queria para professor no seminário diocesano, o enviou a realizar estudos superiores, primeiro em São Sulpício, em Paris, e depois na "Solitude D´Issy", dirigida também pelos sulpicianos. Ali permaneceu de 1822 a 1823, e encontrou a quem seria seu pai espiritual, o p. Gabriel Mollevaut. Ao voltar a Le Mans, ensinou filosofia, teologia dogmática e sagrada Escritura desde 1823 até 1836. Ao mesmo tempo, desenvolveu com fruto uma intensa atividade pastoral. Em 1833 participou na fundação do Bom Pastor de Le Mans, instituição destinada à reeducação de delinquentes juvenis. Em 1835 seu bispo, Mons. Bouvier, o encarregou a guia espiritual da congregação dos Irmãos de São José, constituída por laicos fervorosos que tinham como missão instruir a gente do campo de Le Mans.Nesse mesmo ano fundou a sociedade de Sacerdotes Auxiliares, com a finalidade de ajudar aos párocos mediante retiros espirituais, pregações de missões populares e cursilhos. Em 1 de Março de 1837 o p. Basílio uniu os Sacerdotes Auxiliares com os Irmãos de São José numa única comunidade, que tomou o nome de Congregação da Santa Cruz. Completou sua obra em 1841, fundando o ramo feminino das Marianitas de la Santa Cruz. Desse modo, realizou seu ideal de uma única congregação religiosa com três secções, seguindo o exemplo da Sagrada Família de Nazaré: aos sacerdotes lhes deu o nome de Salvatoristas; aos irmãos, o de Josefinos; e as religiosas, o de Marianitas.  A finalidade da Congregação era: a educação, a pregação, sobretudo nas zonas rurais e nas missões estrangeiras, o ministério paroquial, a difusão da boa imprensa, assim como a direção de casas destinadas à acolhida de delinquentes jovens ou de pessoas abandonadas. Entre os anos 1840 e 1847 a Congregação, respondendo ao impulso missionário de seu fundador, enviou a alguns de seus membros a Argélia, Estados Unidos e Canadá para estabelecer novas casas. Por desejo expresso do Papa Pío IX, o p. Basílio fundou na Argélia as primeiras escolas cristãs do país e contribuiu para a  introdução e ao progresso da Igreja católica nos Estados Unidos. Em 1853 a Congregação assumiu a responsabilidade da missão em Bengala (atualmente Bangladesh).  A vida do p. Basílio, como a vida de quase todos os fundadores, esteve marcada pelo sofrimento e a incompreensão, mas ele se sentiu sempre um simples instrumento nas mãos de Deus: "A obra da Santa Cruz — escreveu a seus filhos espirituais — não é obra do homem, mas sim obra de Deus mesmo. (...) Por isso os exorto a renovar o espírito de vossa vocação, que é um espírito de pobreza, castidade e obediência". Ainda que o nome eleito para a Congregação não foi fruto de sua devoção particular à cruz de Cristo, esta esteve muito presente em sua vida, e insistiu a miúdo nela para formar a vida espiritual de seus membros. Por isso deu como lema a sua comunidade o verso de um hino litúrgico: "Salve, oh cruz, nossa única esperança".  O Beato viveu retirado durante seus últimos anos numa casita junto ao Instituto da Santa Cruz; pregava nas paróquias dos arredores de Le Mans, onde morreu em 20 de Janeiro de 1873. Os três ramos da Congregação, que têm vindo a crescer e estendendo-se pelo mundo, estão presentes em França, África e Ásia. Desempenham sua missão em escolas e universidades, na pastoral e serviços sociais. A fase diocesana da causa de beatificação do Beato começou em Le Mans em 1948; em 1994 prosseguiu em Roma, na Congregação para as causas dos santos. Em 12 de Abril de 2003 o Santo Padre João Paulo II declarou ao p. Basílio António Maria Moreau "venerável", reconhecendo suas virtudes heroicas e S.S. Bento XVI o declarou beato em 15 de Setembro de 2007 em cerimónia realizada em Le Mans (França). Reproduzido com autorização de Vatican.va
Se tiverem informação relevante para a canonização do Beato Basílio, contacte a:
Congregazione di S. Croce, via Framura, 85  - 00168 Roma, ITALY - o -  Soeurs de Sainte-Croix 905, rue Basile-Moreau - Saint-Laurent, QC H4L 4A1, CANADA - o - Sisters of the Holy Cross - Saint Mary’s  - Bertrand Hall, Notre Dame, IN 46556, USA - o - Marianites of the Holy Cross  - 1011 Gallier Street  - New Orleans, LA 70117, USA

• María Cristina da Imaculada Conceição (Adelaide) Brando

Virgem e Fundadora

María Cristina de la Inmaculada Concepción (Adelaida) Brando,

María Cristina da Imaculada Conceição (Adelaida) Brando,

Virgem e Fundadora
da Congregação das Irmãs Vítimas Expiatórias de Jesus Sacramentado

Martirológio Romano: Na cidade de Casoria, perto de Nápoles, em Itália, beata María Cristina de la Imaculada (Adelaida) Brando, virgem, que dedicou sua existência à formação cristã das crianças e fundou a Congregação das Irmãs Vítimas Expiatórias de Jesus Sacramentado, com a qual promoveu em grande maneira a adoração à Sagrada Eucaristia (1906). Etimologia: Adelaida = aquela que é de nobre berço, é de origem germânica. Nasceu em Nápoles em 1 de Maio de 1856. Sua mãe morreu poucos dias depois. De carácter amável e dócil, recebeu uma boa educação religiosa. Pronto deu sinais de uma clara inclinação à oração e a a virgindade. Atraída pelas coisas de Deus, fugia das Costumava repetir: "Devo ser santa; quero ser santa". Aos doze anos fez voto de castidade perpétua ante uma imagem do Menino Jesus. Em 1876 ingressou na congregação das Sacramentinas de Nápoles, tomando o nome de María Cristina de la Inmaculada Concepción. Por motivos de saúde teve que abandonar esse caminho que havia iniciado com tanto fervor. Então compreendeu que havia chegado o momento de dar vida a um instituto, missão a que se sentia chamada. Em 1878 fundou as Religiosas Vítimas Expiadoras de Jesus Sacramentado, congregação que cresceu rapidamente, apesar das estreitezas económicas, as oposições e a saúde precária da fundadora. Depois de mudar de sede várias vezes, a comunidade, por conselho do servo de Deus Michelangelo da Marigliano e do beato Ludovico de Casoria, se estabeleceu em Casoria, perto de Nápoles. O novo instituto enfrentou numerosas e sérias dificuldades, mas sempre experimentou a ajuda da divina Providência, e pôde contar com o apoio de muitos benfeitores e amigos eclesiásticos. A congregação se incrementou com novos membros e casas, mostrando grande solicitude pela educação de meninos e meninas. Em 1897 a serva de Deus emitiu os votos temporais. Em 20 de Julho de 1903 a congregação obteve a aprovação canónica por parte da Santa Sede, e em 2 de Novembro desse mesmo ano a fundadora, juntamente com muitas irmãs, emitiu a profissão perpétua. Viveu sua consagração com generosidade, com perseverança e gozo espiritual, e desempenhou o cargo de superiora geral com humildade, prudência e amabilidade, dando às irmãs contínuos exemplos de fidelidade a Deus e à vocação. Sua vida sempre esteve iluminada por uma fé simples, firme e viva, que alimentou com a escuta da palavra de Deus, com a frutuosa participação nos sacramentos, com a assídua meditação das verdades eternas e com a oração fervorosa. Cultivou particularmente a devoção à Encarnação, à paixão e morte de Cristo, e à Eucaristia. Para estar mais perto do Sacrário, com o espírito e com o corpo, mandou construir uma cela contígua à igreja. Foi muito intensa sua espiritualidade reparadora, até ao ponto de que se converteu no carisma de sua congregação. "O fim principal da Obra – afirma - é a reparação dos ultrajes que recebe o Sagrado Coração de Jesus no Santíssimo Sacramento, especialmente as muitas irreverências e descuidos, comunhões sacrílegas, sacramentos recebidos indignamente, missas mal escutadas, e o que amargamente trespassa aquele Coração Santíssimo, é que muitos de seus ministros e muitas almas consagradas a ele se unem a esses ingratos (...). As Adoratrices perpétuas ao divino Coração de Jesus há querido encomendar-lhes o doce e sublime ofício de vítimas de perpétua adoração e reparação a seu divino Coração horrivelmente ofendido e ultrajado no Sacramento do amor". Percorreu com grande empenho o caminho da santidade e progrediu ininterruptamente na imitação do Senhor, na obediência ao Evangelho e na perfeição cristã. Morreu em 20 de Janeiro de 1906. Foi beatificada por S.S. João Paulo II em 27 de Abril de 2003.

• Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato

Presbítero

Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato

Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato

Martirológio Romano: No mosteiro de Mount Saint Bernard, perto de Leicester, em Inglaterra, beato Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, presbítero, da Ordem Cisterciense, que nasceu no território de Onitsha, na Nigéria, e sendo ainda menino, e contra sua família, abraçou a fé cristã. Foi ordenado sacerdote, dedicando-se com grande diligência à cura pastoral até que, feito monge, mereceu coroar com uma santa morte uma vida santa (1964). Iwene Tansi nasceu em Aguleri, perto de Onitsha, Nigéria, no ano 1903. Foi batizado com a idade de 9 anos com o nome cristão de Miguel. Seu baptismo o afectou profundamente apesar de seus poucos anos, e chocou com seus pais não-cristãos, ao atrever-se a destruir seu ídolo pessoal, dado tradicionalmente aos meninos varões no momento de nascer. Depois de trabalhar por vários anos como mestre e catequista, entrou no seminário em 1925, onde deixou uma impressão perdurável por sua entrega, por seu zelo pelo Reino de Deus e por seu intenso espírito de oração. Foi ordenado sacerdote em 1937 para a diocese de Onitsha. Como sacerdote, trabalhou sem repouso e com toda sua alma durante 13 anos para aliviar as necessidades espirituais e materiais de seu povo. Tinha que caminhar a pé para visitar as aldeias e as capelas de sua grande paróquia. Logo passava dias inteiros no confessionário. Prestava atenção especial à preparação adequada para o matrimónio, contra a tradição, muito difundida entre os pagãos de aquele então, de "matrimónios provisórios". A grande quantidade atual de cristãos em muitas aldeias da tribo igbo testemunha seu zelo sacerdotal. Sem embargo e apesar de tudo o que fazia, o P. Tansi sentia a chamada a servir a Deus de uma maneira mais directa numa vida de oração e contemplação, com o desejo também de trazer a Nigéria a vida monástico- contemplativa. Assim, no ano 1950, seu bispo o deixou livre para provar sua vocação cisterciense na abadia de Mount Saint Bernard,perto de Nottingham em Inglaterra. No mosteiro se chamava "Padre Cipriano". A mudança total de vida, especialmente o viver sob a obediência depois de haver sido um líder de seu povo, a mudança de clima, de comida e, sobretudo, a mudança brutal de cultura punham à prova sua vocação, mas estava No ano 1962 Mount Saint Bernard decidiu fazer uma fundação em África, haja sido nomeado mestre de noviços para a fundação, Padre Cipriano, já muito enfermo, não pôde ir. Morreu em 20 de Janeiro de 1964, poucos meses depois da saída dos fundadores.  A reputação de santidade que havia deixado em Nigéria antes de ir a Inglaterra não deixou de crescer. Muitas pessoas afirmaram haver recebido favores por meio de sua intercessão, de tal maneira que a causa de sua beatificação, aberta na diocese de Nottingham, foi transferida em 1986 à arquidiocese de Onitsha. O arcebispo de Onitsha era então Monsenhor (logo Cardeal) Francis Arinze, que havia sido entre os primeiros meninos batizados pelo Padre Tansi quando era um jovem pároco. Em 22 de Março de 1998, em Onitsha, durante uma viagem a Nigéria feito precisamente para este fim, o Santo Padre João Paulo II beatificou ao Padre Cipriano Miguel Tansi, ao propô-lo como modelo de zelo e de oração sacerdotais.

• Neófito, Santo

Mártir

Neófito, Santo

Neófito, Santo

Martirológio Romano: Em Niceia, cidade de Bitinia (hoje Turquia), são Neófito, mártir (s. IV). Foi um jovem cristão de Nicea, em Bitinia. Seus pais foram cristãos, desde a época em que Diocleciano governava o Império. Como dado prodigioso de sua vida, se conta que, aos nove anos, era capaz de instruir aos companheiros de sua idade e que aos dez, se retirou para uma gruta do monte Olimpo. Uma estranha besta vermelha saiu da sua cova para o sitiar. Quando tinha quinze anos, ena altura  em que a perseguição ardia com mais fúria, foi detido por cristão, em Niceia de Bitinia. Recusou sacrificar aos ídolos e por este motivo foi açoitado com varas e atirado a um braseiro ardente. Como estes suplícios não fizeram nenhum efeito nele foi decapitado. Barónio nas suas Notas sobre o martyrologe romain o há inscrito no dia 20 de Janeiro, segundo o que disse dele o monológico grego.

• Enrique de Upsala, Santo

Bispo e Mártir

Enrique de Upsala, Santo

Enrique de Upsala, Santo

Martirológio Romano: Em Finlândia, santo Enrique, bispo e mártir, nascido em Inglaterra, a que se confiou a igreja de Upsala, onde se dedicou com empenho à evangelização dos finlandeses, sendo ferido de morte por um homicida, a que havia tratado de corrigir com a disciplina eclesiástica (c. 1157). Etimologia: Enrique = Aquele que é chefe de lar, é de origem germânica. Por falta de documentos contemporâneos de valor, só podemos dar um breve resumo da vida de Santo Enrique. Se bem tenha nascido em Inglaterra, é possível que residisse em Roma, quando o cardeal Nicolás Breakspear, que foi posteriormente Papa com o nome de Adriano IV, tenha partido como legado pontifício a Escandinávia, em 1151. Enrique parece haver formado parte de sua comitiva, e não faltam razões para crer que o próprio legado pontifício o consagrou bispo de Upsala, em 1152. O novo bispo ganhou a benevolência do rei São Erico de Suécia. Quando o monarca empreendeu uma espécie de cruzada contra os pagãos de Finlândia, o bispo o acompanhou nela. Os suecos obtiveram uma assinalada vitória, a qual teve como efeito a conversão de alguns finlandeses. Erico retornou a Suécia, mas o bispo ficou na Finlândia para continuar o trabalho das conversões "com zelo apostólico, ainda que em algumas ocasiões, com pouca prudência apostólica". Santo Enrique impôs penitência a um convertido, chamado Lali, que havia cometido um assassinato. Considerando-a este como uma humilhação, se pôs à espreita do bispo e o assassinou. O santo realizou algumas curas e outros milagres. Ainda que a afirmação de que o mártir foi canonizado pelo Papa Adriano não descansa sobre nenhuma prova, o certo é que os holandeses o consideram como seu santo patrono, desde épocas muito remotas. Segundo se depreende de uma carta de Bonifácio VIII, escrita em 1296, a catedral de Abo estava já dedicada a Santo Enrique; e quando, no século XVI, a série de pinturas dos mártires ingleses foi colocada no Colégio Inglês de Roma, o patrono de Finlândia figurava nela. De maior interesse e mérito artístico é o extraordinário baixo relevo de bronze (c. 1440), todavia existente, que cobria as relíquias de Santo Enrique em Nousis, com nove placas secundárias em que estavam gravados os milagres e episódios de sua vida. As relíquias de Santo Enrique foram trasladadas em 1300 para a catedral de Abo (atualmente Turku).

• Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo

Monge e Bispo

Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo

Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Worcester, em Inglaterra, são Wulfstano, bispo, que, passando do claustro à sede, manteve os costumes monásticos junto ao zelo pastoral. Visitou incansavelmente as paróquias de sua diocese, ocupando-se em erigir igrejas, fomentar os estudos e condenar a venda de escravos (1095). Beneditino e bispo de Worcester; nasceu em Long Itchington, Warwickshire, Inglaterra, aproximadamente em 1008; morreu em Worcester, em 19 de Janeiro de 1095. Foi educado nas grandes escolas monásticas de Evesham e Pterborough. Resolutamente combateu e superou as tentações de sua juventude, e ingressou ao serviço de Brithege, Bispo de Worcester, que o ordenou como sacerdote aproximadamente em 1038. Recusando todas as prerrogativas eclesiásticas, chegou a ser noviço no grande priorado de Worcester, e logo de ocupar posições em várias oficinas no mosteiro chegou a ser prior da catedral. Manteve esta posição de maneira edificante, guiado por seu sentido de caridade, santidade em sua forma de vida, e estrita observância das normas,até 1062, quando a Sede de Worcester teve como vacante o cargo de Bispo, devido a que quem o ocupava, o Bispo Aldred, foi para ser Arcebispo de York. Dois cardeais romanos, recomendaram a Wolstan ante o Rei Eduardo para que preenchesse esta vaga. Estes dois cardeais haviam sido hóspedes de nosso personagem com anterioridade. O rei acedeu e o consagrou em 8 de Setembro de 1062. Não foi exatamente um homem de aprendizagem especial, nem de grande intelecto, sem embargo se dedicou com devoção durante sua vida completa ao cuidado de sua diocese, visitando, pregando, e confirmando. Sem intermediários, reconstruiu sua catedral no mais puro estilo saxão, além de estabelecer igrejas em muitos lugares. Em tudo isso manteve sua atitude e forma de vida caracterizada pelos hábitos ascéticos que havia adquirido em sua vida enclaustrada. Não obstante isso, sua vida esteve cheia de assíduas atividades, além de estar dedicada à oração e meditação. Os Salmos estiveram sempre em seus lábios, e recitava o Divino Ofício em voz alta, com os assistentes no que ia até à área rural a fim de cumprir com seus deveres episcopais. Wolstan foi o último bispo inglês que foi nomeado por um rei saxão, o último representante episcopal representante da Igreja de Bede e de Cuthbert, e o enlace entre estas igrejas e a Igreja de Lanfranc e Anselmo. Logo da conquista, quando quase todos os saxões nobres e o clero foi despojado de suas oficinas e honras a favor dos normandos, Wolstan reteve sua sede, e gradualmente foi ganhando a estima e a confiança tanto de Lanfranc e do próprio conquistador. Aelred de Rievaulx conta a lenda de quando se lhe pediu que renunciasse a ser bispo, e de como colocou sua cruz frente ao túmulo de Eduardo o Confessor em Westminster. A cruz se manteve fixa, como um símbolo do céu de que o santo bispo devia permanecer em seu cargo. Sobreviveu tanto a Guillermo o Conquistador, como a Lanfranc, e foi um dos que consagrou a Santo Anselmo.

 

Angelo Paoli, Beato

Angelo Paoli, Beato

Angelo Paoli, Beato

Sacerdote da Ordem dos
Carmelitas da Antiga Observância

Em Roma, Beato Angelo Paoli, sacerdote ( 1720)
Data de beatificação: 18 de abril de 2010, em San Giovanni in Laterano, Roma, no pontificado de S.S. Bento XVI

Nasceu em 1 de setembro de 1642 em Argigliano, alheio então do município de Fivizzano, hoje de Casola em Lumigiana (Massa). No baptismo lhe puseram o nome de Francisco. Em 1660 recebeu a tonsura e as duas primeiras ordens menores. Depois de passar alguns meses com sua família, tomou o hábito carmelita em Fivizzano e foi enviado a fazer o noviciado em Siena e ali pronunciou os votos em 18 de dezembro de 1661. Estudou filosofia e teologia em Pisa e Florença e nesta cidade celebrou sua primeira Missa em 7 de janeiro de 1667. Su vida puede dividirse en dos periodos: en su provincia religiosa de Toscana y en Roma. El primer periodo se caracteriza por frecuentes cambios de residencia: en Argigliano y en Pistoya, en 1675 vuelve a Florencia como Maestro de novicios. Dieciocho meses más tarde se halla de párroco en Corniola y en 1677, diez meses después, es trasladado a Siena y luego a Montecatini en 1680, donde dos años después se le encarga la enseñanza de la gramática a los religiosos jóvenes; pero ese mismo ano le trasladan a Pisa y pocos meses mas tarde a Fivizzano como organista y sacristán. En 1687 el General de la Orden lo llama a Roma donde, en el convento de S. Martino ai Monti, vivió los treinta y dos años restantes de su vida, primero como Maestro de novicios y luego como ecónomo, sacristán y organista y al mismo tiempo como director del conservatorio para muchachas fundado por Livia Vipereschi. Durante la primera época de su vida, por doquier había ido dejando a su paso el muy grato recuerdo de un alma sedienta de silencio, de oración, de mortificación, pero sobre todo de un hombre entregado a la caridad espiritual y corporal hacia los enfermos y los pobres, tanto que en Siena le dieron el apelativo de “Padre Caridad”. Y siempre hizo honor a este apelativo dondequiera que se hallara, especialmente en Roma donde cuido de los dos hospitales de S. Juan (el de hombres y el de mujeres) y fundo el hospicio para convalecientes pobres en la avenida entre el Coliseo y la basílica de S. Juan. Su lema fue: “Quien ama a Dios debe buscarlo entre los pobres». Supo también atraer a muchas personas que le imitaron en su atención a los necesitados. Y así se comprobó sobre todo durante las calamidades públicas, tales como los terremotos e inundaciones que se abatieron sobre Roma en los anos 1702 y 1703, en una época en la que el fasto de unos pocos contrastaba con la miseria de la mayoría. Acertó a dar a los ricos muy buenos consejos y ellos le estimaron y le secundaron y emplearon como mediador en sus propias obras de beneficencia. Enseñó a los pobres a ser agradecidos y a encontrar en su humilde condición motivos de perfeccionamiento moral. Fue consejero de príncipes y de otros “grandes” de la Roma de entonces o de los huéspedes ilustres de la ciudad. Cardenales y altos prelados le tenían en gran estima. Rehusó la púrpura que le ofrecieron Inocencio XII y Clemente XI porque - decía – “habría redundado en perjuicio de los pobres a los que no habría podido atender”.Tuvo una confianza plena en la Divina Providencia, a la que solía llamar su “despensa”, en la cual nunca falta nada. Esta confianza se vio no pocas veces recompensada con hechos humanamente inexplicables, tales como la multiplicación de cosas sencillas destinadas al alimento de los pobres. Al practicar la caridad, no descuidaba, sin embargo, la justicia: siendo el mismo ejemplo de justa retribución a 1os obreros, sabía conseguir también que obraran con justicia quienes a veces se olvidaban de ello. Su unión profunda con Dios la buscaba en la oración solitaria, ya fuese en una cueva como cuando era niño en Argigliano, en los espacios ilimitados del Monte S. Peregrino, en los sótanos del convento de Florencia, o en las catacumbas romanas, en su celda o en el corillo de la iglesia de S. Martino donde la noche se le pasaba en un santiamén, descansando —solía decir— como S. Juan “sobre el pecho de Cristo por medio de la oración”. Destaco por su amor a la Cruz que quiso alzar incluso materialmente allá donde le fue posible: entre Argigliano y Minucciano, en el Monte S. Peregrino, junto a Corniola, y en Roma tres en el Testaccio y tres dentro del Coliseo. El Señor le dio a conocer algunos sucesos lejanos (como la muerte de Luis XIV y la victoria del Príncipe Eugenio de Saboya; en Petrovaradin) o futuros (como su propia muerte y la de otros). Varias personas le atribuyeron señaladas gracias estando él todavía en vida. Murió el 20 de enero de 1720 y fue sepultado en la iglesia de S. Martino ai Monti donde se encuentra actualmente en la nave izquierda. Tres af1os después de su muerte se inicio el proceso informativo diocesano en Florencia, Pescia y Roma. El apostólico se desarrollo de 1740 a 1753. La heroicidad de sus virtudes fue reconocida por Pío VI en 1781. El Papa Benedicto XVI el 3 de julio de 2009 firmó el decreto de reconocimiento de un milagro obrado por intercesión del P. Angel.

BEATO JOSÉ FREINADEMETZ, S. V. D.

Sacerdote (1852-1908)

Nasceu em 15 de Abril de 1852, na cidade de Badia, na Áustria, sendo batizado no mesmo dia, sob o nome de José. Ordenado em 25 de Julho de 1875. Foi professor e catequista n a paróquia de S. Martinho. Dois anos depois pediu licença ao Bispo para se consagrar às Missões. Ingressou no seminário de Steyl, na Holanda fundado e dirigido pelo Servo de Deus, Arnaldo Janssen. Seguiu para Hong Kong no ano seguinte e preparou-se para a missão na China. Fez-se chinês como os chineses, como Paulo se fez para todos a fim de salvar a todos (I Cor 9,22). Percorreu de lés a lés o Vicariato de Shantung Meridional, tendo-lhe sido confiada a regência do Seminário. O Bispo recorria a ele sempre que era necessário dar início a uma nova cristandade entre pagãos. Nesses anos de missionário não é fácil avaliar os trabalhos, angústias, moléstias, doenças, dores físicas e morais por ele suportadas. Em 1900 foi nomeado Superior de toda a missão. Por trina anos ininterruptos deu provas de perfeita fidelidade ao seu Instituto. Missionou até à morte, que ocorreu a 28 de janeiro de 1908, devido ao tifo, que o contagiou quando tratava um  doente. A fama de santidade que o aureolava em vida confirmou-se depois da morte com milagres, que foram oficialmente reconhecidos pela Igreja, e foi beatificado por Paulo VI a 19 de Outubro de 1975. AAS (1951) 684-6; 62 (1970) 787-91; 68 (1976) 247-50). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

• Outros Santos e Beatos

Completando o santoral deste dia

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

Santa Ascla, mártir

Na cidade de Antinoe, na Tebaida (hoje Egipto), santa Ascla, mártir, que não temeu as ameaças do juiz, dado que lhe causava muito mais temor renegar de Cristo, e depois de variados tormentos, foi atirado ao rio (s. IV)

Santo Esteban Min Kuk-ka, mártir

Em Seul, cidade de Coreia, santo Esteban Min Kuk-ka, mártir, que foi degolado na cadeia por ser catequista cristão (1840).

Santo Eutímio, abade

SAN EUTIMIO

Santo Eutímio, abade

Na Palestina, santo Eutímio, abade, que, nascido na Arménia e consagrado a Deus desde a infância, foi a Jerusalém e, depois muitos anos passados na solidão, no final de sua vida, fiel e esforçado na humildade e na caridade, morreu deixando exemplo de observância e disciplina (473).

Beato Benito Ricasoli, monge eremita

BEATO BENITO RICASOLI

Beato Benito Ricasoli, monge eremita

No mosteiro de Coltibuono, na Toscana (hoje Itália), beato Benito Ricasoli, eremita da Congregação de Valumbrosa (c. 1107).

 

95034 > Beato Angelo (Francesco) Paoli Sacerdote carmelitano 
38335 >
Sant' Ascla Martire  MR
92763 >
Beato Basilio Antonio Maria Moreau Sacerdote e fondatore 
38355 >
Beato Benedetto Ricasoli da Coltibuono Eremita  MR
93933 >
Beato Bernardo di Poncelli Mercedario 
91015 >
Beato Cipriano Michele Iwene Tansi Religioso  MR
38360 >
Sant' Enrico di Uppsala Vescovo e martire  MR
92122 >
Sant' Eusebio Eremita 
38340 >
Santa Eustochia (Smeralda) Calafato di Messina  MR
92493 >
Sant' Eutimio Abate MR
25750 >
San Fabiano Papa e martire - Memoria Facoltativa MR
94083 >
San Fechin di Fobhar Abate 
91063 >
Beata Maria Cristina dell'Immacolata Concezione (Adelaide Brando) Religiosa e fondatrice  MR
38345 >
San Neofito di Nicea Martire  MR
25800 >
San Sebastiano Martire - Memoria Facoltativa MR
38365 >
Santo Stefano Min Kuk-ka Catechista e martire  MR
92663 >
San Vulstano di Worcester Vescovo  MR

 

www.santiebeati.it; www.es.catholic.; www.jesuitas.pt

 

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português

por António Fonseca