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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Nº 21 - 21 DE JANEIRO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

Nº 1253
SÃO PÁTROCLO
Mártir (259)
Pátroclo ou Parro foi cristão de nobre família que habitou a cidade de Troyes, na França. Depois da morte dos pais, distribuiu os seus bens aos pobres e retirou-se para as vizinhanças da cidade, para lá passar a vida de austera penitência. Os autores discutem se o seu martírio foi na perseguição de Aureliano (273) ou na de Valeriano (259). Seja como for, Pátroclo foi citado para responder sobre a sua religião, declarou-se cristão, sofreu torturas e a morte, em vez de renegar o seu divino Mestre. O corpo foi inumado por dois mendigos . Depois de restituída a paz à Igreja, levantaram uma capela sobre o túmulo, aquela sem dúvida de que fala Gregório de Tours. Tendo-se produzido  milagres, a devoção dos habitantes cresceu; foi construída uma grande Igreja e a festa ganhou em solenidade. Muito depois, cerca de 960, o arcebispo de Colónia, vindo a Troyes, obteve do bispo relíquias do santo mártir Pátroclo; deu-as ao Soest, na Vestefália. Em 1447, os habitantes viram-se livres dum cerco devido ao recurso a S. Pátroclo. Por outro lado, aparecendo em Troyes as atas do martírio, daí resultou um aumento do culto. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/
SANTA INÊS
Virgem, mártir (304)
Inés, Santa
Inês, Santa
Martirológio Romano: Memória de santa Inês, virgem e mártir, que sendo ainda adolescente, ofereceu em Roma o supremo testemunho da fé, consagrando com o martírio o título de  castidade. Obteve vitória sobre sua idade e sobre o tirano, suscitou uma grande admiração ante o povo e adquiriu uma maior glória ante o Senhor. Hoje se celebra o dia de sua sepultura (s. III/IV). Etimologia: Inês = aquela que se mantém pura, é de origem grega. Há muitos bons documentos sobre a existência desta mártir que viveu em começos do século IV e que foi martirizada aos doze anos, durante a feroz perseguição de Diocleciano. Sua popularidade e sua devoção fazem pensar que não são improváveis as lendas que se nos hão transmitido de boca em boca e também com escritos. Baseado numa tradição grega, o Papa Dâmaso fala do martírio de Santa Inês sobre uma fogueira.  Mas parece mais certo o que afirma O poeta Prudêncio  toda a tradição latina, quer dizer, que a jovenzita, depois de haver sido exposta à ignominia de um lugar de má fama por haver-se negado a sacrificar à deusa Vesta, foi decapitada. Assim comenta o facto Santo Ambrósio, ao que se lhe atribui o hino em honra de Agnes heatae virginis: “¿Em um corpo tão pequeno havia lugar para mais feridas? As meninas de sua idade não resistem ao olhar irado de seus pais, e as faz chorar a picada de uma agulha: mas Inês oferece todo seu corpo ao golpe da espada que o verdugo descarrega sobre ela”. Em redor de sua imagem de pureza e de constância na fé, a lenda há tecido um acontecimento que tem o mesmo origem da história de outras jovens mártires: Ágata, Lúcia, Cecília, que também encontram lugar no Canon Romano da Missa. Segundo a lenda popular, foi o próprio filho do prefeito de Roma o que atentou contra a pureza de Inês. Ao ser recusado, ele a denunciou como cristã, e o prefeito Sinfrónio a fez expor numa casa de má vida por haver-se negado a render culto à deusa Vesta. Mas Inês saiu prodigiosamente intacta dessa difamante condenação, porque o único homem que se atreveu a acercar-se a ela caiu morto a seus Mas o prefeito não se rendeu ante o prodígio e a condenou à morte. Um antigo rito perpetua a recordação deste exemplo heróico de pureza. Na manhã de 21 de Janeiro se benzem dois cordeirinhos, que depois oferecem ao Papa para que com sua lã sejam tecidos os pálios destinados aos Arcebispos. A antiquíssima cerimónia tem lugar na igreja de Santa Inês, construída por Constantina, filha de Constantino, em 345.
Fructuoso, obispo, Augurio y Eulogio, diáconos, Santos
Frutuoso, bispo, Augúrio e Eulógio, diáconos, Santos
Martirológio Romano: Em Tarraco (hoje Tarragona), cidade da Hispânia Citerior (hoje Espanha), paixão dos santos mártires Frutuoso, bispo, Augúrio e Eulógio, seus diáconos, os quais, em tempo dos imperadores Valeriano e Galieno, depois de haver confessado sua fé em presença do procurador Emiliano, foram levados ao anfiteatro e ali, em presença dos fieis e com voz clara, o bispo orou pela paz da Igreja, consumando seu martírio no meio do fogo, postos de joelhos e em oração (259).No Peristephanon do calagurritano Aurélio Prudêncio está presente como uma das glórias cristãs da Tarraconense ainda romana. O sexto hino feito de cinquenta e quatro estrofes de três versos de onze sílabas escritos nos alvores do século V, quando o poeta decide segundo sua própria confissão abandonar as honras mundanas para dedicar-se ao canto da glória de Deus feito em poema latino, ao expor a vida dos que sem excessivo apego a ela a deram por Jesus Cristo. Frutuoso foi bispo de Tarragona e morreu mártir, condenado a ser queimado na fogueira, acompanhado por alguns de seus ministros dois dos quais eram diáconos e com os nomes conhecidos de Augúrio e Eulógio. As Atas de seu martírio estão reconhecidas pelos estudiosos como das poucas que podem ser consideradas fieis até ao ponto de considerar a Frutuoso como "o proto-mártir hispano justificado ante a história" por sua autenticidade. Foi no tempo do imperador Valeriano; os cônsules eram Baso e Emiliano. Foi ao despontar de um dia de Janeiro. Chamaram à porta do bispo os enviados pelas autoridades que queriam vê-lo e julgá-lo por sua fé cristã já que se dedicava a dar instrução aos fieis e a estender aquela religião. Abriu a porta quando chamaram, ainda estava com as sandálias por atar. O levaram à cadeia com seus discípulos até que se constituísse o tribunal; foi uma semana em que os atenderam os da "fraternidade" que não abandonavam as portas da cadeia; para eles não havia perigo, os romanos só buscavam suprimir as cabeças dos chefes ou responsáveis. Ao final, a citação com o cônsul Emiliano tem lugar com a simplicidade e resolução da morte na fogueira dos três cristãos confessos de sua condição de crentes em Cristo e obstinados em recusar qualquer outra divindade. Se executou a condenação no anfiteatro. Entre chamas deram testemunho firme ante uma multidão de pagãos vociferantes e muitos cristãos que choravam sua morte.  O relato é sóbrio, sem adornos. As palavras do cônsul que iam ao grão e as respostas firmes que não admitem retorno ficaram plasmadas para sempre em testemunho fixo. Quase tão fixo como o prémio.
• José Nascimbeni, Beato
Presbítero e Fundador
José Nascimbeni, Beato
José Nascimbeni, Beato
Presbítero e Fundador
do Instituto das Irmãzinhas da Sagrada Família
Martirológio Romano: Em Castelletto di Brenzone, junto ao lago de Garda, em Itália, beato José Nascimbeni, presbítero, fundador do Instituto das Irmãzinhas da Sagrada Família (1922). José Nascimbeni nasceu em Torri del Benaco (diocese e província de Verona) em 22 de Março de 1851, filho de António e Amadea Sartori. Seu pai era carpinteiro e sua mãe ama de casa. Família modesta economicamente, mas religiosamente rica. Estudou as primeiras letras em seu povo natal, logo no Colégio dos Jesuítas de Verona, finalmente no Seminário diocesano. Ordenado Sacerdote em 9 de Agosto de 1874. Nomeado mestre e vigário cooperador em São Pedro di Lavagno, logo em Castelletto, de onde veio a ser pároco em 1885. Durante 37 anos exerceu como pároco de dito lugar, desempenhando uma intensa atividade pastoral e social, sobretudo a favor dos jovens, os enfermos e os pobres. Teve especial cuidado dos moribundos, a quem auxiliava com os sacramentos. Obteve para sua povoação os serviços de correio, telégrafo e aqueduto. Durante a primeira guerra mundial se prodigalizou na assistência aos soldados. Para atender às necessidades do povo com “as obras de caridade espiritual e corporal”, fundou em 4 de Novembro de 1892 as Irmãzinhas da Sagrada Família, com a colaboração da serva de Deus Maria Dominga Mantovani, para colaborar nas atividades paroquiais e na assistência aos enfermos. Em 31 de Dezembro de 1916, enquanto celebrava a Eucaristia, sofreu uma hemiplegia esquerda, enfermidade que sobrelevou com admirável paciência e fé, até 21 de Janeiro de 1922, data de sua morte. Tinha 71 anos de idade. Suas últimas palavras foram: "!Viva a morte porque é o princípio da vida!”. Foi beatificado por João Paulo II em Verona em 17 de Abril de 1988.
• Nossa Senhora da Altagracia
  Invocação Mariana
Nuestra Señora de la Altagracia
Nossa Senhora de la Altagracia
Padroeira de República Dominicana
Tem a República Dominicana duas invocações marianas:  Nossa Senhora de la Merced, proclamada em 1616, durante a época da colónia, e a Virgem de la Altagracia (imagem acima), Protetora e Rainha do coração dos dominicanos. Seu nome: "de la Altagracia" nos recorda que por ela recebemos a maior graça que é ter a Jesus Cristo Nosso Senhor. Ela, como Mãe, continua sua missão de mediadora unida inseparavelmente a seu Filho. Os filhos de Quisqueya a chamam carinhosamente "Tatica, la de Higüey".  Existem documentos históricos que provam que no ano de 1502, na Ilha de Santo Domingo, já se dava culto à Virgem Santíssima sob a invocação de Nossa Senhora de la Altagracia, cujo quadro pintado a óleo foi trazido de Espanha pelos irmãos Alfonso e António Trejo, que eram do grupo dos primeiros povoadores europeus da ilha. Ao mudar-se estes irmãos para a cidade de Higüey levaram consigo esta imagem e mais tarde a ofereceram à paróquia para que todos pudessem venerá-la. Em 1572 se terminou o primeiro santuário altagraciano e em 1971 se consagrou a atual basílica.  A piedade do povo conta que a devota filha de um rico mercador pediu a este que lhe trouxesse de Santo Domingo um quadro de Nossa Senhora de la Altagracia. O padre tratou inutilmente de o conseguir por todas partes; nem clérigos nem negociantes, ninguém havia ouvido falar dessa invocação mariana. Já de volta a Higüey, o comerciante decidiu passar a noite numa casa amiga. Na sobremesa, com pena pela frustração que seguramente sentiria sua filha quando o visse chegar com as mãos vazias, compartilhou sua tristeza com os presentes relatando-lhes sua infrutuosa busca.  Enquanto falava, um homem de idade avançada e longas barbas, que também ia de passagem, tirou de seu alforge um pequeno lenço enrolado e o entregou ao mercador dizendo-lhe: "Isto é o que você busca". Era a Virgem de la Altagracia. Ao amanhecer o ancião havia desaparecido envolto em mistério. O quadro de Nossa Senhora de la Altagracia tem 33 centímetros de largo por 45 de altura e segundo a opinião dos peritos é uma obra primitiva da escola espanhola pintada a finais do século XV ou muito ao principio do XVI. O lenço, que mostra uma cena do Natal, foi restaurado em Espanha em 1978, podendo-se apreciar agora toda sua beleza e seu colorido original, pois o tempo, com suas inclemências, o fumo das velas e o roçar das mãos dos devotos, haviam alterado notavelmente a superfície do quadro até fazê-lo quase irreconhecível. Sobre uma delgada tela aparece pintada a cena do nascimento de Jesus; a Virgem, formosa e serena ocupa o centro do quadro e seu olhar cheio de doçura se dirige ao menino quase despido que descansa sobre as palhas do presépio. A cobre um manto azul salpicado de estrelas e um branco escapulário fecha pela frente seus vestidos. María de la Altagracia leva as cores da bandeira Dominicana antecipando assim a identidade nacional. Sua cabeça, marcada por um resplendor e por doze estrelas, sustenta uma coroa doirada colocada delicadamente, acrescentada à pintura original. Um pouco retirado para trás, São José observa humildemente, mirando por cima do ombro direito de sua esposa; e ao outro lado a estrela de Belém brilha tímida e discretamente.  O marco que sustenta o quadro é possivelmente a expressão mais refinada da ourivesaria dominicana. Um desconhecido artista do século XVIII construiu esta maravilha de ouro, pedras preciosas e esmaltes, provavelmente empregando para isso algumas das joias que os devotos hão oferecido a Virgem como testemunho de gratidão.  A imagem de Nossa Senhora de la Altagracia teve o privilégio especial de haver sido coroada duas vezes; em 15 de Agosto de 1922, no pontificado de Pío XI e pelo Papa João Paulo II, que durante sua visita à ilha de Santo Domingo em 25 de Janeiro de 1979, coroou pessoalmente a imagem com uma diadema de prata sobre dourada, presente pessoal seu à Virgem, primeira evangelizadora das Américas. João Paulo II também visitou a Virgem em sua basílica em Higüey. Ver também Altagracia, Nossa Senhora de
Josefa María de santa Inés, Beata
Josefa María de Santa Inês, Beata
Agustina Descalça
Martirológio Romano: No mosteiro de Benigamin, na região de Valência, em Espanha, beata Josefa María de santa Inês, virgem, da Ordem das Descalças de Santo Agostinho (1696). Foi batizada com o nome de Josefa Teresa. Seus pais eram humildes campesinos católicos. Se sabe que ainda menina ficou órfã de pais. Foi servente em casa de um tio, de que suportou maus tratos. Era analfabeta, e não aprendeu outra língua além do valenciano. Padecia epilepsia, e daqui que era mal vista pelo povo. Desde os catorze anos teve visões que continuariam de por vida; na primeira viu a Jesus Nazareno, pelo que ansiou ser monja; depois de vários intentos se incorporou às Agostinhas Descalças da Puríssima Conceição e São José, em sua terra natal. Desempenhou trabalhos como irmã leiga, dedicada a labores domésticos; cursou o noviciado em 1643; ao professar, em 1645, se lhe outorgou o nome de Josefa María de Santa Inês, pela pureza da mártir romana. Por causa de sua inocência, era chamada com carinho "a menina". Destacou por sua espiritualidade, extrema obediência ao realizar os serviços na cozinha ou no jardim, entre outros. Em seu árduo trabalho diário, estava imersa em Jesus Cristo; tinha contínuos êxtases e frequentes revelações. Deus a favoreceu com grande sensibilidade para o próximo; orava por quem o solicitava; suas preces pelas almas do purgatório eram permanentes, pois dizia que ela levava seus "carregamentos" e lhes oferecia suas penitências. Morreu em seu convento em 21 de Janeiro, celebração da mártir Inês de Roma. Foi beatificada por Leão XIII em 1888.
beatos Juan Bautista Triquerie, Juan María Gallot, José Pellé, Renato Luis Ambroise, Julián Francisco Morvin de la Gérardière, Francisco Duchesne, Jacobo André, Andrés Dudiou, Luis Gastineau, Francisco Migoret Lambardière, Julián Moulé, Agustín Manuel Philippot e Pedro Thomas.
 Mártires
Juan Bautista Turpín du Comier y compañeros, Beatos
Juan Bautista Turpín du Comier e companheiros, Beatos
Martirológio Romano: Na cidade de Laval, em França, beatos presbíteros Juan Bautista Turpín du Comier e ouros treze companheiros, mártires, que, por sua constante fidelidade à Igreja católica, foram degolados durante a Revolução Francesa (1794). Seus nomes são: beatos Juan Bautista Triquerie, da Ordem dos Irmãos Menores Conventuais, Juan María Gallot, José Pellé, Renato Luis Ambroise, Julián Francisco Morvin de la Gérardière, Francisco Duchesne, Jacobo André, Andrés Dudiou, Luis Gastineau, Francisco Migoret Lambardière, Julián Moulé, Agustín Manuel Philippot e Pedro Thomas. Em 19 de Junho de 1955, o Papa Pío XII beatificou os 19 mártires executados durante a revolução francesa no departamento de Mayenne, região que pertencia então á diocese de Mans. O mais notável de todos foi Juan Bautista Turpín de Comier. Nascido em Laval em 8 de Setembro de 1732, ordenado sacerdote em 1756, bacharel em teologia pela Universidade de Anvers, depois de vários ministérios foi nomeado, em 1783, pároco da Trindade de Laval (a catedral atual). João havia recusado prestar o juramento de supremacia; seus viários e muitos outros sacerdotes deviam a seu exemplo e a seus conselhos sua firmeza ante a perseguição. Havendo-se feito suspeito às autoridades, foi encerrado no antigo convento de Cordéliers, desde 20 de Julho de 1772. Na Patience utilizou toda sua influência e seu prestigio para alentar a seus irmãos. Foi considerado como o chefe, tanto por eles como por seus carcereiros. Os meses passaram longos e monótonos. Em Outubro, o exército da Vendée, que havia atravessado o Loire, se aproximava a Laval. Assustadas as autoridades republicanas, evacuaram a Rambouillet a todos seus prisioneiros, excepto aos 14 sacerdotes, a quem se considerava incapazes de suportar esta deslocação. Os revolucionários entraram na cidade e libertaram também aos "bons sacerdotes". Não muito tempo depois, a armada republicana voltou a tomar o posto, os revolucionários foram expulsos e, apenas repostas em seu lugar, as autoridades do departamento obrigaram os sacerdotes a voltar a entrar na Patience.  O tribunal revolucionário de Laval queria vingar-se dos fracassos sofridos pelas ideias novas no departamento. Em 21 de Janeiro de 1794, às 8 horas da manhã, os 14 sacerdotes foram conduzidos ao tribunal, junto com alguns outros suspeitos. Juan Bautista Turpin de Comier foi o primeiro a ser interrogado: -¿Prestaste o juramento de soberania exigido pela lei? - Não. ,1 -¿Porque não ? - Porque ataca minha religião e vai contra minha consciência. -¿Exerceste teu ministério desde que te recusaste a prestar o juramento e tens celebrado a missa? - Sim. -¿ Tens aconselhado a teus sacerdotes, na conversação ou na confissão, a que não a prestem? - Cidadão, quando se nos exigiu o juramento, reunimo-nos e, depois de haver discutido sobre o assunto, nos demos conta de que nossa consciência não nos permitiria de nenhuma maneira. - Mas este juramento não é outra coisa que obedecer a lei. ¿Onde tiveram essa reunião? - Na sala do presbitério, lugar ordinário das deliberações eclesiásticas, com a permissão do cidadão Enjubault Boessay de la Roche. -¿Então, fostes tu quem há impediu aos sacerdotes prestar o juramento? ¿Queres prestar hoje o juramento de liberdade e igualdade? -Nem agora, nem depois; sempre se opõem à lei de Deus. Desde sua promulgação, o juramento de liberdade e igualdade levantou entre os sacerdotes fieis ao Papa largas polémicas. É necessário reconhecer que as interpretações dadas, o fizeram às vezes aceitável, às vezes impossível. Em Laval, o padre Gallot, a quem se interrogou em segundo lugar, recebeu uma resposta que resolvia todas as dúvidas. O fiscal lhe perguntou: –¿Prestaste o juramento de liberdade e igualdade? -Ser fiel à república, não professar nenhuma religião, nem a católica. Depois de haver sido interrogados todos os sacerdotes em forma semelhante, e convencido o tribunal de sua firmeza na fé, finalmente o fiscal pediu contra os catorze sacerdotes: "exijo que todos sofram a pena de morte e que Turpin de Comier, ex pároco desta comunidade, seja executado o último por haver fanatizado a seu clero". Os sacerdotes se confessaram mutuamente e prepararam para morrer os cinco rebeldes condenados a ser guilhotinados com eles. Era meio dia, foram conduzidos à praça do palácio. Um dos sacerdotes disse aos curiosos: "Nós vos ensinamos a viver, nós vos mostraremos como morrer". Foram enterrados na Croix-Batalle. Em 6 de Agosto de 1816, seus corpos foram exumados e depositados com honra na igreja de Avesnieres. Foram beatificados, como já se disse, em 19 de Junho de 1955 por Pío XII.
• Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste dia
São Públio, bispo e mártir
Comemoração de são Públio, bispo de Atenas, na Grécia, que deu testemunho de Cristo com seu martírio (s. II).  
Santo Epifânio, bispo
Em Pavia, cidade da Ligúria (hoje Itália), santo Epifânio, bispo, que em tempo das invasões bárbaras trabalhou esforçadamente a favor da reconciliação dos povos, na redenção dos cativos e na reconstrução da cidade arruinada (496).
SAN MEINRADO

Santo Meinrado, monge eremita
Nas montanhas que rodeiam o lago de Zürich, entre os Helvécios (hoje Suíça), são Meinrado, presbítero, que levou primeiro vida cenobítica e depois eremítica, sendo assassinado por uns ladrões (c. 861).
São Zacarias, o “Angélico”, abade
No monte Mercúrio, na Lucania (hoje Itália), são Zacarias, apodado “Angélico”, mestre da vida cenobítica (c. 950).
Beatos Eduardo Stransham e Nicolás Wheeler,
presbíteros e mártires
Na cidade de Londres, em Inglaterra, beatos Eduardo Stransham e Nicolás Wheeler, presbíteros e mártires, que, reinando Isabel I, foram condenados à morte por ser sacerdotes e sofreram o martírio em Tyburn (1586).
Santo Albano Roe, monge, e beato Tomás Green,
presbíteros e mártires
Também em Londres - Inglaterra, santo Albano Roe, da Ordem de São Bento, e beato Tomás Green, presbíteros e mártires, os quais, já anciãos, durante o reinado de Carlos I deram sua vida por Cristo, sendo enforcados em Tyburn depois de haver passado na cadeia dezassete anos o primeiro e catorze o segundo (1642).
São Juan (João) Yi Yun-il, mártir
Na aldeia de Daegu, na Coreia, são Juan Yi Yun-il, mártir, que, sendo pai de família, campesino e catequista, teve de suportar açoites e luxação de todos seus membros, mantendo-se constante na fé cristã, com o que alcançou com bom ânimo o martírio ao ser degolado. Foi a última vítima da grande perseguição nesta nação (1867).
22350 > Sant' Agnese Vergine e martire  - Memoria MR
92119 >
San Bartolomeo Albano Roe Martire  MR
38385 >
Beata Cristiana di Assisi 
93932 >
Beate Cristina, Maria Maddalena e Maria di Gesù Vergini mercedarie 
38415 >
Beati Edoardo Stransham e Nicola Wheeler Sacerdoti e martiri  MR
38400 >
Sant' Epifanio di Pavia Vescovo  MR
38380 >
Santi Fruttuoso, Augurio ed Eulogio Martiri  MR
38420 >
Beati Giovanni Battista Turpin du Cormier e 13 compagni Martiri di Laval  MR
38425 >
San Giovanni Yi Yun-il Martire  MR
90163 >
Beata Giuseppa Maria di Sant’Agnese (Giuseppa Teresa Albinàna) Vergine MR
95219 >
Beato Gualtiero di Bruges Vescovo
38405 >
San Meinrado (Meginrado) di Einsiedeln Eremita e martire  MR
38395 >
San Patroclo Martire  MR
38375 >
San Publio di Atene Vescovo  MR
38410 >
San Zaccaria del Mercurion MR
http://es.catholic.net/santoral; www.santiebeati.it; www.jesuitas.pt (Livro SANTOS DE CADA DIA)
Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português por
António Fonseca