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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O lado obscuro de João Paulo II - www.es.catholic

 

 NOTA: Com a devida vénia, e embora com algum atraso, em referência à data em que foi publicado – já há alguns dias – e, também porque demorei algum tempo a efetuar a respectiva tradição, o mais fiel possível, passo a transcrever o texto referente à próxima beatificação de João Paulo II, em 1 de Maio, no qual é exposto o sentir da Autora (e também meu) do referido Evento. AFonseca

O lado «obscuro» do Pontificado de João Paulo II


1978-2005: Aspectos menos conhecidos nos 27 anos do Pontificado de João Paulo II
Autor:
Lucrécia Rego de Planas | Fonte: Catholic.net

João Paulo II será declarado beato no próximo 1º de Maio segundo anunciou o Papa no passado mês de Janeiro. Ante a noticia ninguém ficou impávido,mas as reações têm sido das mais diversas dentro e fora da Igreja.


OS «NEGOCIADORES»


Estou falando aqui de Imprensas, Casas Editoriais, Linhas Aéreas, Agências de viagens, Hotéis e Fabricantes de souvenirs e objetos promocionais e religiosos. Este grupo recebeu com grande alegria a noticia da beatificação (ainda que a maioria não tenha ideia do que um beato significa), por ver nela uma grandíssima oportunidade para lucrar economicamente com a devoção das pessoas: tiraram de seus armazéns os escritos já cheios de pó de João Paulo II, para os exibir de novo, depois de cinco anos encerrados, nos escaparates das livrarias; iniciaram a produção em série de estampas, medalhas, imagens, bandeirolas, globos... todos com a imagem de João Paulo II, para ter um bom stock para venda nas datas próximas à beatificação; bloquearam todos os voos para Roma e os hotéis nessa cidade, nessas datas, para armar e vender “pacotes” para os peregrinos que queiram assistir ao magno evento e que possam, claro, pagar o alto preço. Está bem, em meu juízo. Todos são negócios lícitos e, se usando de pretexto algo bom (muito bom) como é a beatificação de João Paulo II, se criam novas fontes de emprego e se gera riqueza para as famílias dos comerciantes... está bem.


OS «ENTUSIASTAS»

A «Geração João Paulo II»... muitos milhões de católicos que agora têm entre 20 e 30 anos. Nasceram e cresceram sob seu pontificado; viram, em todos os meios de comunicação, centenas de fotografias e cenas do «Papa Viajante» abraçando as crianças, aos nativos, aos indígenas, aos enfermos e anciãos. Viram-no, com simpatia, em fotografias esquiando nos Alpes suíços, caminhando por paragens formosas com botas e mochila ao ombro, pondo chapéus típicos dos lugares que visitava. Jamais leram um discurso, livro, carta ou encíclica dele (eram muito pequenos para o fazer), mas todos gritaram com entusiasmo, em algum momento, “João Paulo, segundo, te quer todo o mundo” ao vê-lo passar ao longe no Papa-móvel ou em algum evento multitudinário como as Jornadas Mundiais da Juventude. Esta geração está sensivelmente emocionada com a beatificação. Se trata de «seu Papa» a que ainda querem, entranham e veneram, pois, ainda que jamais tenham lido algo dele, nem se recordem duma só palavra de seus discursos, sua mera imagem  traz-lhes formosas recordações de sua infância. Não ficaram quietos com a noticia. Grande parte deles está já organizando, em todos os rincões do planeta, Homenagens, Jornadas, Eventos, para festejar a beatificação em grande e ter, sim, de novo, a oportunidade de gritar emocionados “João Paulo, segundo, te quer todo o mundo”. Já reservaram grandes cenários, auditórios, estádios e cinemas e encontram-se elaborando vídeos, hinos e canções com os últimos avanços tecnológicos e sofisticadas cenografias para que nos festejos haja de tudo: imagens 3D, som surround e efeitos especiais que exaltem o coração de todo o que assista. No pensamento de alguns, todo este entusiasmo juvenil, seus esforços e o dinheiro que se está investindo na organização dos magnos eventos, seria muito mais frutífero para o Reino de Cristo se se investisse na evangelização e na formação de tantos católicos que não conhecem sua fé. Não sei... pode ser que tenham razão. A mim pessoalmente, mais que a festa, me questiona o facto de que, se a beatificação autoriza o culto local (e não universal, que é permitido e obrigado só depois da canonização), tal como o confirmou recentemente o Cardeal Saraiva aqui... ¿é lícito, canonicamente falando, organizar e promover estes festejos em redor da pessoa de João Paulo II fora do lugar onde será a beatificação? Deixo a pergunta no ar, pois não conheço a resposta.

OS «RESSENTIDOS»


Quando muito serão uma dezena de pessoas, isso sim, muito ruidosas, extremamente ruidosas, que estão verdadeiramente furiosas com a beatificação. Em momento próprio apresentaram petições a João Paulo II, este não as concedeu e agora, ressentidos, buscam a maneira de se vingarem dele tratando de o difamar perante todos os meios, alegando que foi encobridor, dissimulado e não sei quantas coisas mais. Não há quem os escute, mas seguramente continuarão gritando nos meios que se prestem a difundir seu rancor.


OS «CASTIGADOS»

Aqui falo desses pequenos grupúsculos que, como os anteriores, também estão ressentidos contra João Paulo II porque foi ele que os pôs “no seu lugar” e os admoestou, em público, desmascarando suas infidelidades. Aqui estão, entre outros, os teólogos da libertação, as feministas radicais, os homossexuais, os padres casados, os promotores do sacerdócio feminino e da abolição do celibato. Todos estes recusam a ideia da beatificação, classificando a João Paulo II de “retrógrado e intolerante”. Enfim... com suas queixas, grosseiras e desrespeitosas, só estão dando brilho e confirmando o mal em que se encontram.


OS «CRITICOS»

Pessoas entre 45 e 60 anos, bons católicos (muito bons) que viveram a transição Pío XII – João XXIII - Paulo VI – João Paulo II e sofreram com as desordens de post-concílio. Estes, são dos que estão acostumados a buscar “o ponto negro no arroz” com frases do tipo “Tudo muito bem, mas...”
A próxima beatificação de João Paulo II não é a exceção e os críticos começaram a procurar e encontrar “os pontos negros”. Seguiram de perto a João Paulo II, escutaram com atenção seus discursos, leram suas cartas e encíclicas, admiram-no, querem-no, sabem que foi una pessoa excepcional, mas...


- ¿Porque beijou o Corão em 1999?
- ¿Porque no encontro com as juventudes maometanas as convidou “a viver sua fé também em outros países”, em lugar de os convidar a converter-se ao cristianismo?
- ¿Porquê, no México, aceitou receber uma “limpia” de mãos de uma bruxa, durante a cerimónia de canonização de São João Diego?
- ¿Porquê permitiu que se pusesse a imagem de um buda sobre o altar (reservado para a Eucaristia) durante o encontro em Assis e, em troca, não permitiu, aí mesmo, que se entronizasse a imagem da Virgem de Fátimapara não ferir a sensibilidade das outras crenças”?
- ¿Porquê permitiu, em África, que uma mulher em topless lesse as leituras durante a Missa?
- ¿Porquê pôs uma oração no Muro das Lamentações em Jerusalém, como se fosse judeu?
- ¿Porquê aumentou mistérios ao Rosário, sendo uma oração “intocável” ditada pela mesmíssima Virgem?
- ¿Porque se rebaixou a “orar” junto com bruxos vudus (abertamente satânicos) no encontro de Assis?
- ¿Porquê...? Porquê...?


Enfim... estas pessoas não são más (pelo contrário). Querem a beatificação de João Paulo II, mas... sim... expressam, um pouco consternados, que teriam gostado que alguém lhes explicasse se se revisassem, durante o processo, estas ações “pouco ortodoxas” (em seu julgamento…) de João Paulo II. Ignoro se a Santa Sé fará público todo o estudo prévio à beatificação. Suponho que não. Assim estas pessoas ficarão com dúvidas e, estou certa de que quando se declare beato a João Paulo II, o venerarão obedientemente, pois são pessoas fieis ao Papa e ao Magistério.

OS «FÃS DO CARDEAL RATZINGER»


Este é um grupo bastante numeroso de excelentes católicos que amam profundamente a Igreja; conhecem e defendem a Tradição e a Sagrada Liturgia e que, baseando-se  nas palavras do então Cardeal Ratzinger na Via Crucis de 2005 (uns dias antes da morte de João Paulo II) se perguntam: “¿pode ser declarado beato alguém que deixou a Igreja neste estado tão deplorável?”


Aqui copio alguns extractos das palavras do Cardeal (*):


"Mas, ¿não deveríamos pensar também no que deve sofrer Cristo em sua própria Igreja? ¡Quantas vezes se abusa do santo sacramento de sua presença, em que vazio e maldade de coração entra ele com frequência! ¡Quantas vezes celebramos só nós, sem nos darmos conta sequer dele! ¡Quantas vezes se deforma e se abusa de sua Palavra! ¡Que pouca fé há em muitas teorias, quantas palavras vazias! ¡Quanta sociedade na Igreja e também entre os que, por seu sacerdócio, deveriam estar completamente entregues a ele ¡Quanta soberba, quanta autossuficiência! ¡Que pouco respeitamos o sacramento da reconciliação, no qual ele nos espera para nos levantarmos de nossas quedas! [...]Senhor, frequentemente tua Igreja nos parece uma barca a ponto de se afundar, que mete água por todos os lados. e também em teu campo vemos mais cizânia que trigo. Ensombra-nos seu atendimento e seu rosto tão sujos. Mas nos sujamos a nós próprios. Nós somos quem te atraiçoa[...]"


Este grupo está erroneamente convencido de que João Paulo II se dedicou a viajar e a estabelecer relações diplomáticas e descuidou, entretanto, o interior da Igreja e o depósito da fé. A existência deste grupo é o que me impulsionou a escrever este artigo, pois estou convencida de que estão em erro. Efetivamente, durante todo o pontificado de João Paulo II, os mídia dedicaram-se a publicar só suas viagens apostólicas e diplomáticas e suas formosas fotografias com governantes e pessoas com trajes folclóricos. Mas... houve uma parte muito importante no pontificado de João Paulo II que os meios deixaram na mais completa obscuridade. Não lhe fizeram a mínima promoção, não sei se por ignorância ou omissão voluntária. É o «lado obscuro» do pontificado de João Paulo II, não porque seja tenebroso, mas porque ficou na obscuridade dos arquivos vaticanos.

Para este grupo, quis fazer uma lista (de nenhuma maneira exaustiva) de algumas coisas que se fizeram durante o pontificado de João Paulo II para defender a fé e disciplina dentro da Igreja. Pensava colocá-la aqui mesmo, mas ao fazê-lo, apareceu-me uma lista demasiado  longa para a deixar no corpo deste artigo, pelo que a coloquei num artigo aparte, a que podem aceder aqui:


1978-2005: aspectos menos conhecidos nos 27 anos do Pontificado de João Paulo II

Confio em que, ao vê-la, este grupo refletirá e se dará conta do grande trabalho que fez (também para dentro) João Paulo II.


OS QUE MELHOR SABEM DO TEMA

 
Aqui estão, supostamente, o Papa e toda a equipa que colaborou directamente no processo de beatificação: Mons. Slawomir Oder, postulador da causa, aberta formalmente em 28 de Junho de 2005; os vice-postuladores, os membros do Tribunal Rogatorial em Cracóvia, os censores teólogos (encarregados de analisar todos seus escritos), os testemunhos de visu e ex auditu que declararam; o promotor de justiça (antes chamado "o advogado do diabo"); o membro do Colégio de Relatores que terá apresentado a colocação à Comissão de teólogos e estes, que com seu voto positivo a passaram aos Bispos e Cardeais membros da Congregação para as causas dos Santos.
Estas pessoas sim, sabem do assunto pois estudaram a fundo (muito a fundo) a vida e obra de João Paulo II e apresentaram seu voto a favor para que Bento XVI o declarasse Venerável, juntamente com Pío XII, em 19 de dezembro de 2009, confirmando formal e publicamente sua vivência heroica das virtudes. Neste grupo também está o grupo de médicos, encabeçados pelo Dr. Patrizio Polisca que levaram a cabo, depois, as investigações em redor da veracidade do milagre apresentado (a cura inexplicável e imediata da monja francesa Marie Simon-Pierre, enfermeira de profissão, que sofria a enfermidade de Parkinson) e que é a que, ao haver sido confirmado, permite que o Papa declare a beatitude de João Paulo II.


Eu, junto com a grandíssima maioria dos católicos, me uno de coração a este grupo. Se o Papa, em sua sabedoria e bondade e de acordo com todos os estudos que lhe foram apresentados, decidiu declarar beato a João Paulo II, a mim não me resta dúvida alguma; me uno a sua alegria confiando plenamente em que todo o processo se levou a cabo de maneira meticulosa e exigente tal como o próprio Bento XVI deixou estabelecido na instrução sobre o procedimento nas causas dos santos, Sanctorum Mater. Não resta mais do que dar graças a Deus pela beatificação próxima e pelo fecundo e prolongado pontificado de João Paulo II com o que Deus foi enriquecido, bendito e fortalecido a sua Igreja e ao mundo inteiro.

¡Que viva João Paulo II! e que Deus encha de bênçãos a todos vós.


Lucrécia Rego de Planas
Direcção: http://es.catholic.net
Comentários ao autor:
lplanas@catholic.net


(*) Palavras do Cardeal Ratzinger na Via Crucis no Coliseu em 25 de III de 2005


NONA ESTAÇÃO

Jesus cai pela terceira vez
MEDITAÇÃO

¿Que pode dizer-nos a terceira queda de Jesus sob o peso da cruz? Talvez nos faça pensar na queda dos homens em geral, em que muitos se afastam de Cristo, na tendência a um secularismo sem Deus. Mas, ¿não deveríamos pensar também no que deve sofrer Cristo em sua própria Igreja? ¡Quantas vezes se abusa do santo sacramento de sua presença, em que vazio e maldade de coração entra ele com frequência! ¡Quantas vezes celebramos só nós sem nos darmos conta sequer dele! ¡Quantas vezes se deforma e se abusa de sua Palavra! ¡Que pouca fé há em muitas teorias, quantas palavras vazias! ¡Quanta sociedade na Igreja e também entre os que, por seu sacerdócio, deveriam estar completamente entregues a ele! ¡Quanta soberba, quanta autossuficiência! ¡Que pouco respeitamos o sacramento da reconciliação, no qual ele nos espera para nos levantarmos de nossas quedas! Também isto está presente na sua paixão. A traição dos discípulos, a recepção indigna de seu Corpo e de seu Sangue é certamente a maior dor do Redentor, o que lhe trespassa o coração. Não nos resta mais que lhe gritar desde o mais profundo da alma: Kyrie, eleison - «Senhor, salva-nos» (cf. Mt 8,25).

ORAÇÃO

Senhor, frequentemente tua Igreja nos parece uma barca a ponto de se afundar, que mete água por todos os lados. E também em teu campo vemos mais cizânia que trigo. Ensombra-nos seu atendimento e seu rosto tão sujos. Mas nos sujamos a nós próprios. Nós somos quem te atraiçoa, não obstante os gestos amplos e as palavras altissonantes. Tem piedade de tua Igreja: também nela Adão, o homem, cai uma e outra vez. Ao cair, te arrastamos na terra, e Satanás se alegra, porque espera que  nunca possamos levantar-nos; espera que tu, arrastado na queda de tua Igreja, fiques abatido para sempre. Mas tu te levantarás. Tu te  reincorporaste, ressuscitaste e podes levantar-nos. Salva e santifica a tua Igreja. Salva-nos e santifica-nos a todos.


(**) 1978-2005: aspectos menos conhecidos nos 27 anos do Pontificado de João Paulo II. O trabalho de João Paulo II
para a custódia do depósito da fé
e na preservação da disciplina eclesiástica

1979 
Janeiro. Puebla. João Paulo II condena a «Teología da Libertação», heresia de corte marxista que confunde a libertação política, económica e social, com a salvação em Jesus Cristo.
Fevereiro. A Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) admoesta o P. Bernard Häring, sacerdote redentorista, por sua oposição aberta aos ensinamentos da
Humanae Vitae. A CDF admoesta o dominicano francês Jacques Pohier e o proíbe presidir assembleias litúrgicas e ensinar publicamente, por sua visão ambígua e enganosa acerca de Deus e a Eucaristia.
Nos USA, reitera à representante das religiosas estado-unidenses o ensino da Igreja com respeito ao
sacerdócio feminino.
Outubro
. Recorda às religiosas, a importância de usar e manifestar sua consagração também externamente, mediante o uso de um hábito religioso simples e adequado.
Dezembro. A CDF admoesta o teólogo holandês Edward Schillebeekx por suas propostas ambíguas em matéria cristológica que ele se nega a rectificar.
Em 15 de dezembro, a CDF declara que "O professor Hans Küng [suíço-alemão]  danificou em seus escritos, a integridade da verdade da fé católica, e portanto já não pode ser considerado um teólogo católico e não pode, como tal, levar a cabo a tarefa de ensinar. "
1980
Janeiro
. O Papa corrige, na Holanda, algumas ambiguidades e exageros do chamado “Conselho pastoral dos Países baixos” enquanto à
Eucaristia, à confissão, ao sacerdócio, à catequese e ao ecumenismo.
Outubro 14
. A CDF reestabelece, numa Carta Circular, as normas para a dispensa do celibato sacerdotal e a redução ao estado laical de sacerdotes que deixam o ministério.
Novembro 20. A CDF volta a admoestar o P. Edward Schillebeekx, fazendo-lhe ver que não rectificou suas ambiguidades cristológicas.
1981
Fevereiro 17
. A CDF intervém para corrigir os erros difundidos na “Declaração da Conferência de Bispos de Alemanha” com respeito à filiação de católicos em organizações maçónicas e ratificando a pena de excomunhão aos mesmos.
Outubro. Nomeia um delegado de sua confiança para socorrer a Companhia de Jesús no discernimento e que, deixando os desvios, regresse ao seguimento de seu carisma original.
Novembro. Na exortação apostólica Familiaris Consortio, confirma os ensinamentos da Humanae Vitae com respeito à imoralidade da anticoncepção e ratifica que os divorciados que voltem a casar não podem ter acesso à Eucaristia, a menos que decidam viver como irmãos.
1982
Março 27.
A CDF intervém para corrigir ambiguidades e lacunas em matéria de ecumenismo, que haviam ficado indicadas no Informe
Final da Conferência Internacional Anglicana-Católica Romana
Junho 29
. O Papa escreve aos bispos de Nicarágua para condenar a chamada ”Igreja Popular”, ligada às comunidades de base e fortemente impregnada pela
Teología da Libertação.
Agosto 23
. Erige a
Prelatura pessoal da Santa Cruz e Opus Dei
1983
Janeiro 25.
Promulga o novo Código de Direito Canónico, impregnado de uma renovada misericórdia disciplinária.
Março. Manágua. Reprova publicamente o P. Ernesto Cardeal que se tinha filiado no governo sandinista (feroz regime socialista). Resiste impávido aos gritos das “mães da revolução» durante a missa e, valentemente, reitera sua firme condenação à Igreja popular e ao falso ecumenismo dos cristãos que se comprometem no processo revolucionário. A CDF consegue que Sor Agnes Mary Mansour abandone a congregação das Irmãs da Misericórdia devido a seu ativismo em prol do aborto. Será o primeiro de uma longa série de abandonos de religiosas entrosadas pelo espírito modernista. Envia o Arcebispo de Washington, em sua representação, a fazer uma visita apostólica a Monsenhor Raymond Hunthausen, arcebispo de Seattle, para verificar sua errónea posição ante o desarmamento e a evasão fiscal.
Novembro 26. A CDF, devido a algumas interpretações mal-intencionadas do novo Código de Direito Canónico, que já não contém a palavra "maçonaria", responde confirmando que a fé católica e a maçonaria são incompatíveis e que os cristãos que pertençam a lojas maçónicas estão em pecado grave e excomungados.
1984  -  Podem ver a lista completa no artigo:
Aspectos não conhecidos do Pontificado de João Paulo II

Nº 56 - 25 DE FEVEREIRO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

 

Nº 1288

 • Valério, Santo

  Eremita

Valerio, Santo

Valério, Santo

Santo de heroicas virtudes e de invicta paciência na adversidade. Nascido em Astorga e cristão desde pequeno. A região de Bierzo é o cenário de suas virtudes e de sua vida. Quis entrar no mosteiro que fundou são Fructuoso em Compludo, mas por razões todavia hoje desconhecidas não pôde entrar. Falhado o intento monacal, começa uma vida de oração e penitência vivendo ao estilo dos antigos eremitas. Seu modo de viver, pouco frequente na época, faz que de boca em boca vá passando a notícia de sua existência entre os habitantes do lugar que começam a visitá-lo na eremita que há junto ao castelo chamado da Pedra, em Astorga. Lá concorrem com desejos de escutá-lo e de ser confortados em suas penas. O clérigo cuidador da eremita só começa a interessar-se por ela quando adverte o som das moedas e vê os pingues benefícios das oferendas; como se apodera delas de má maneira, o santo sai dali para não facilitar sua cobiça extrema; mas até os poucos livros que tinha teve que os deixar na eremita porque o clérigo “chupão” considerava que eles eram dali.  A gente do lugar o deixa ir e lhe sugerem um novo sitio para viver, rezar e pregar. Em Ebronato lhe edificam os fieis um oratório onde se instala e recomeça. Como a gente se reúne em torno a ele, o bispo nomeia um presbítero para que atenda a pequena igreja construída; Justo se chama o pastor e sua justiça no nome se fica. De novo fica Valério sem tecto e reduzido à miséria. A gente segue querendo-o e sofre a má inveja de Justo que em alguma ocasião chegou a empregar a violência física contra Valério.  No mesmo Bierzo, ali onde Fructuoso fundou o mosteiro de são Pedro, encontra um lugar tranquilo e pode retomar uma vez mais sua vida penitente e orante de eremita. O bispo de Astorga, Isidoro, o chama e pede sua companhia para assistir ao concílio de Toledo, a que não chegam a ir por morte do prelado. Também escreveu deixando por escrito testemunho da época. Esta literatura se conservou no mosteiro de Carrazedo e a manteve como tesouro a igreja de Oviedo. Sua pluma deixou à posteridade a vida de são Fructuoso, um abundante grupo de máximas e conselhos aos religiosos do Bierzo, as revelações dos monges Máximo e Bonelo e a história do abade Donadeo. Terminou sua vida em finais do século VII e suas relíquias se conservaram no Altar Mor da igreja do mosteiro de são Pedro dos Montes, da ordem beneditina, perto de Ponferrada. A quem se interna na sua vida lhe dá a sensação de que Deus o preparou para a contrariedade. E o mais curioso do caso é que seus enfrentados sempre foram clérigos. ¿Tão feio lhes pareceu Valério? Muitos dos bons afirmam, com pueril benevolência, que é muito difícil conviver nesta terra com um santo verdadeiro; mas talvez não caiam na conta de que a quem seriamente lhe custa conviver com os demais é o que leva vida recta.

• Sebastião de Aparício, Beato
Religioso Franciscano,

Sebastián de Aparicio, Beato

Sebastián de Aparício, Beato

 

Martirológio Romano: Em Puebla dos Ángeles, em México, beato Sebastián Aparício, que, sendo pastor de ovelhas, passou de Espanha ao México, onde reuniu com seu trabalho uma notável fortuna com que ajudou aos pobres e, havendo enviuvado duas vezes, foi recebido como irmão na Ordem dos Irmãos Menores, na qual faleceu quase centenário (1600). Etimologicamente: Sebastián = Aquele que é digno de respeito, é de origem grega, O ano de 1533 chegava às praias mexicanas, confundido entre os numerosos viajantes, um jovem, de nome Sebastián, que havia nascido em 20 de Janeiro de 1502 no povo de Gudiña, da província de Orense (Espanha). Sua meninice transcorreu junto a seus pais, Juan de Aparício e Teresa del Prado, ambos cristãos de velha cepa, caritativos e de nobres costumes; sua mocidade e parte de sua juventude passou no meio do campo, entregue aos labores agrícolas para ganhar o sustento diário e reunir o dote suficiente para suas duas irmãs. Salamanca, Zafra de Extremadura e Sanlúcar de Barrameda viram a Sebastián trabalhar afanosamente e puderam admirar suas grandes virtudes – pese a seus anos moços –, entre as quais sobressaiam sua simplicidade, rectidão de coração e seu amor pela castidade. Da antiga Veracruz onde desembarcou Sebastián, se dirigiu à cidade de La Puebla, recém fundada pelo franciscano frei Toríbio de Benavente, conhecido melhor com o sobrenome de Motolinía. As grandes extensões de terreno baldio e a segurança que dava a Audiência Real a todos os espanhóis que quisessem residir na dita cidade, atrairiam a Sebastián e o induziram a dedicar-se à lavoura. Dotado, empreendedor, de um engenho natural pouco comum e de um olhar de vastos horizontes, Sebastián concebeu a ideia de adaptar o caminho de México a Veracruz para que por ele passassem as carretas que muito cedo construiu com um amigo seu espanhol. Essas carretas foram as primeiras que, tiradas por touros ou novilhos amansados pelo próprio Sebastián, araram o solo de México. Com essa obra resolvia dois problemas fundamentais: primeiro, o difícil transporte de mercadorias, e o segundo, aliviar os índios da fadiga que padeciam ao ter que transportar tudo sobre suas requeimadas costas. Passados alguns anos, Sebastián se dirigiu novamente à Real Audiência de México para pedir permissão de abrir um novo caminho que traria prosperidade e progresso para todos. Se propôs nada menos que abrir um caminho que fosse da capital mexicana até Zacatecas, que começava a manar prata de suas entranhas. Hoje en dia admira ainda a obra titânica de Sebastián por suas vastas e grandiosas proporções: teve que aplanar profundezas, rodear montes, construir pontes de madeira, levar provisões para seus trabalhadores e, sobretudo, lograr a amizade com as tribos chichimecas, tristemente célebres por sua ferocidade e canibalismo. Ante esta obra de gigantes e de santos, Sebastián não se arredou. Sua mente e seu coração aspiravam a maiores coisas e em poucos anos viu terminada a obra que o imortalizaria para sempre. Suas quadrilhas de carretas percorreram aquelas larguíssimas distâncias sem ser molestadas pelos chichimecas, que ao ver a mansidão e caridade com que os tratava Sebastián a amaram, o protegeram e nunca lhe fizeram mal algum. Essas mesmas quadrilhas se converteram também em seguro refúgio para os passageiros e graças também aos esforços de Sebastián os pequenos povoados aumentaram consideravelmente, como a cidade de Querétaro. Durante uns dezoito anos Sebastián havia entregue o melhor de suas forças para abrir caminhos e fomentar o comércio no México; mas já em 1552 decidiu deixar seu oficio, que pingues ganhos lhe havia acarretado, e comprou umas terras fora da capital mexicana, entre Atzcapotzalco e Tlanepantla. Seus novos projetos foram proveitosos para todos, já que seus campos eram uma escola prática onde aprendiam os índios a lavoura; seu lar se converteu em asilo seguro onde não só encontravam os pobres e menosprezados refúgio, sem o pão diário e conselhos para voltar a amar a vida e o trabalho, e onde podiam aprender as virtudes cristãs que Sebastián não deixava nunca de exercitar. Entre estas virtudes sobressaía seu amor ardente ao Santíssimo Sacramento e à Virgem Maria, cujo rosário não omitiu em todos os dias de sua vida. As riquezas que honrada e justamente havia adquirido Sebastián atraíram os olhares cobiçosos de vários vizinhos seus para o persuadir a contrair matrimónio. As propostas não podiam ser senão vantajosas; e contudo, Sebastián as recusou constantemente, até que um dia ele mesmo resolveu casar-se com uma jovem pobre, mas de muito nobres virtudes. Era o ano 1562. Sebastián se comportou com sua esposa em público como marido que era dela, mas em privado a persuadiu a guardar a virgindade.À hora do descanso, ela dormia no leito e ele estendia uma esteira no solo, onde se deitava. Um ano havia apenas transcorrido e Sebastián se encontrou viúvo. Dois anos depois, movido de sua caridade em favorecer a outra pobre jovem, de nome María Esteban, contraiu com ela matrimónio, sem mudar por isso seu antigo modo de dormir no chão e de se mortificar em tudo o que podia. Apesar do teor de vida que Sebastián levava, não lhe faltaram dificuldades e provas que suportou cristãmente. Uma enfermidade que o pôs a um pé do sepulcro e a morte inesperada de sua segunda mulher foram os vendavais que sacudiram até suas raízes aquela forte árvore, que, desprendendo-se mais e mais dos bens terrenos, começou a meditar consigo mesmo de que modo serviria mais perfeitamente ao Senhor e alcançaria com menores perigos sua salvação eterna. Passou todavia algum tempo trabalhando em seus campos, até que, guiado pelos conselhos de seu confessor, resolveu deixar tudo. Vendeu seus bens, entregou o preço às religiosas de Santa Clara de México, tomou o hábito de donato franciscano e passou a servir as mesmas religiosas na qualidade de moço. Contava já naquela altura setenta e um anos de idade. A graça divina seguiu movendo suavemente aquele coração que desde pequeno lhe pertencia e o enviou ao convento de São Francisco de México, onde tomou o hábito e, apesar das imensas dificuldades que encontrou na sua resolução, professou em 13 de Junho de 1575. Durante aquele ano de recolhimento, oração e mortificação, Frei Sebastián meditou sobre as virtudes de São Francisco: sua obediência, sua pobreza, seu amor à Paixão do Senhor, seu amor para com todas as coisas por ser criaturas de Deus, e com melhores asas remontou sua alma a uma entrega cada vez mais perfeita nas mãos da Mãe de Deus, cujo rosário trazia sempre consigo e devotamente recitava várias vezes ao dia. Apenas haviam passado uns dois meses de sua profissão, a obediência o mandou ao convento de Tecali, onde havia necessidade de um irmão que cuidasse da cozinha, portaria e horta pequena. Os religiosos admiraram a virtude do humilde irmão leigo, que atendia todos os mesteres do convento com alegria e prontidão; mas pouco tempo esteve naquele lugar, pois recebeu novas ordens para mudar ao convento das Chagas de Nosso Seráfico Padre São Francisco de Puebla de los Angeles. Partiu para lá com a mesma alegria e contentamento que havia manifestado e, chegado que foi, o encarregaram de um oficio por demais penoso e duro, tida conta de sua avançada idade: o de esmoler. Com sua costumada alegre obediência tomou sobre si o novo cargo. Tinha que percorrer a extensa campina de Puebla em busca de alimentos e demais provisões, que seriam o sustento de mais de cem religiosos que moravam nesse convento. Pediu esmola alguns touros e construiu carretas, que foram seus inseparáveis companheiros até os últimos dias de sua vida. Os lavradores dos povos circunvizinhos tiveram oportunidade de admirar sua paciência, mortificação, caridade e desprendimento de todas as coisas. Tirava seu velho manto sobre o solo e dormia debaixo das carretas sem lhe interessar que chovesse, fizesse frio ou caísse neve. Além disto acrescentava dolorosas penitências para ter sujeito e a rédea ao «irmão burro», que cedo e sujeito lhe obedecia no serviço do Senhor. Na cidade de Puebla repartia sigilosa e caritativamente esmolas a famílias envergonhadas e jamais o convento notou a falta do necessário. A simplicidade de Frei Sebastián passou a ser proverbial. Esta não era mais que o fruto precioso de seu amor a Deus e de sua obediência imediata às ordens de seus superiores. Tal simplicidade de coração lhe abriu um caminho novo na via da santidade. Tudo via através de sua «fé de aço», como repetia, e sua preocupação era «não perder a Deus de vista». Por amor a Deus levou a cabo até aos mínimos atos de sua vida religiosa e Deus o premiou com favores inauditos. Em certa ocasião o padre guardião lhe ordenou ir buscar madeira ao monte de La Malinche, distante uns 25 quilómetros da cidade de Puebla. Ao ter já carregada a carreta se partiu o eixo de uma roda. Frei Sebastián não duvidou em empreender o caminho nessas condições desastrosas. Apenas havia chegado ao convento e se dispunha a compor a carreta, o padre Guardião lhe ordenou que fosse a Tepeaca, distante uns 36 kilómetros, a trazer umas esmolas. O frade obedeceu ao ponto. Tomou sua carreta, que de facto não tinha mais que uma só roda, e assim foi e regressou sem lamentar coisa alguma. Por cumprir a obediência Deus obrou o prodígio de que a carreta carregada de lenha e o próprio Frei Sebastián voaram sobre o barranco de Quautzazaloyan (hoje em dia: Barranca de los Pilares), obstruída naqueles momentos por outras carretas descompostas. Teve um grande domínio sobre os touros e animais indómitos. Certo dia, o superior lhe ordenou carregar pedra do rio – que passa perto do convento – sobre uma mula que ninguém havia podido domar, mas nem sequer aproximar-se  dela. Frei Sebastián foi ao bruto animal e lhe disse que era mester trabalhar. O antes selvagem e rude mula às palavras do frade docilmente se sujeitou. Outra vez vinha de Atlixco a Puebla e pernoitou num lugar onde havia enxames de formigas. Sucedeu que durante a noite lhe levaram o trigo que trazia. No dia seguinte, ao notar Frei Sebastián a falta do trigo, ordenou às formigas que o devolvessem, coisa que elas cumpriram de imediato.  Os lavradores o procuravam para que conjurasse as tempestades ou acabasse com as pragas que açoitavam suas sementeiras, o que sempre fazia levado de sua grande caridade. Sua corda se fez famosa em muitíssimas partes. Ao contacto dela saravam enfermos e as mulheres em difíceis partos davam a luz felizmente. Um dos mais antigos biógrafos do beato Sebastián, a chama o «sánalotodo» (ou saratudo) ou medicamento universal. Não podemos deixar de citar o milagre que Deus obrou por meio de seu servo. Aconteceu que um menino de catorze meses de idade, filho de uns benfeitores do convento, radicados em Huejotzingo, se meteu debaixo de uma carreta tirada por bravos touros. Assustados estes arrancaram e a pesada roda passou sobre o menino, enterrando-o na terra. Pouco depois chegou Frei Sebastián e os pais do menino o apresentaram morto, rogando-lhe fizesse algo por eles. O frade rogou a Deus e o menino ressuscitou por suas súplicas. Depois de vinte e quatro anos que serviu ao convento como esmoler, Frei Sebastián ouviu a voz de Deus que o convidava a descansar em seu reino. Chegou em 20 de Fevereiro de 1600 atacado por fortes dores da hérnia que por muitos anos o martirizou. Cinco dias depois, deitado no solo sobre uma coberta, esperou a «irmã morte corporal» com toda a alegria de seu espírito. Às oito da noite do dia 25 entregou seu espírito nas mãos do Senhor. Apenas morto, os prodígios se multiplicaram e é fama constante que hoje em dia ainda não cessam. Seu corpo ficou incorrupto e despedindo um aroma diferente, que todavia em nosso tempo se percebe.  A fama de suas virtudes e milagres chegou a Roma e o papa Pío VI o declarou Beato em 17 de Maio de 1789, concedendo ao mesmo tempo oficio e missa à Ordem franciscana. Os anos voaram, mas a fama do taumaturgo poblano segue aumentando e seu culto propagando-se por toda a República mexicana e fora dela. Os condutores de toda classe de veículos consideram o Beato Sebastián como a celestial padroeiro. Esperamos que não esteja longe o dia en que a imortal Roma inscreva no catálogo dos santos ao «frade carreteiro», que trabalhou como poucos no México, e deu provas de acrisoladas virtudes e lustre à Ordem de São Francisco de Assis.  Juan Escobar, OFM, Beato Sebastián de Aparício, no Ano Cristão, Tomo I, Madrid, Ed. Católica (BAC 182), 1959, pp. 433-438

fonte:Año Cristiano, Tomo I - Beato Sebastián de Aparício - Autor: Juan Escobar, OFM
Madrid, Ed. Católica  - (BAC 182), 1959, pp. 433-438

URNA DEL BEATO

Se desejas conhecer a história sobre o lugar em que está exposto o corpo incorrupto do Beato Sebastián de Aparício, sugerimos descarregar e ler o seguinte arquivo em Word: "URNA, platícame la historia del Beato Sebastián"

Urna do Beato Sebastián de Aparício - Capela da Virgem María la Conquistadora
Iglesia de San Francisco - Puebla de los Ángeles, Puebla - México

• Avertano de Lucca, Beato
Religioso Carmelita

Avertano de Lucca, Beato

Avertano de Lucca, Beato

Martirológio Romano: Em Luca, da Toscana, beato Avertano, peregrino, religioso da Ordem dos Carmelitas (c. 1386). Não são muitas as notícias que possuímos da vida deste ilustre carmelita. Boa fonte destas notícias, ainda que muito parca, é o Catálogo dos Santos, escrito a finais do século XIV. Segundo ele, nosso Avertano nasceu na diocese de Limoges (França) a finais do século XII. Com desejos de alcançar a santidade e atraído pelos bons exemplos dos carmelitas que vindos de Oriente acabavam de chegar a sua pátria, abraçou a vida do Carmelo como irmão de obediência. Pronto chamou a atenção por suas muitas virtudes, que exerceu em todos os conventos onde lhe tocou viver  Foi a Itália e, com grande fama de santidade, visitou vários santuários e obrou o Senhor por seu meio muitos prodígios. Morreu em Lucca no século XIII onde foi enterrado. Pronto acudiram a venerar seu sepulcro de toda Itália e de outras nações porque o Senhor obrava muitos milagres em favor de quantos acudiam a ele. Há pinturas muito antigas alusivas a seu enterro e a seus milagres.  No missal carmelita de 1514 já se introduziu seu nome como beato da Ordem.  A Santa Sede aprovou seu ofício de missa e breviário em 1672. Sua vida vai unida com a do  Beato Romeu porque parece que o corpo deste último foi enterrado no mesmo sepulcro que o do Beato Avertano.

• Cesáreo de Nazianzo, Santo
Médico

Cesáreo de Nazianzo, Santo

Cesáreo de Nazianzo, Santo

Martirológio Romano: Em Nazianzo, da região de Capadócia, são Cesáreo, médico, irmão de são Gregório Nazianceno (369). Etimologicamente: Cesáreo = Aquele com longa cabeleira, é de origem latina. O filho menor de Gregório o Velho, bispo de Nacianzo, e sua esposa Nonna, Cesáreo nasceu na vila familiar de Nacianzo. Provavelmente estudou em Cesareia Mazaca na Capadócia preparando-se para as escolas de elite de Alexandria no Egipto; ali seus estudos favoritos foram geometria, astronomia e especialmente medicina. Nesta última ciência destacou respeito a todo o resto de estudantes. Em redor de 355 chegou à capital imperial, Constantinopla e já havia ganho grande reputação por sua habilidade médica, quando seu irmão Gregório, em direcção ao lar desde Atenas, apareceu ali, cerca do ano 358. Cesáreo sacrificou um posto bem remunerado e honroso para regressar com Gregório junto a seus pais. Pronto se demonstrou que a capital o atraía profundamente, e com o tempo se converteu num eminente doutor na corte bizantina de Constâncio II e, com grande pesar por parte de sua família, de Juliano. Juliano fracassou em seus esforços para o ganhar para o brevemente restaurado paganismo. Cesáreo, que apreciava mais sua fé que o favor imperial, acabou abandonando a corte, mas regressou a Constantinopla depois da morte de Juliano em 363. Com o imperador Valente, Cesáreo foi questor de Bitinia, um cargo que incluía tesouraria e recolecção de impostos. Depois de escapar de um terramoto que sacudiu Nicea (11 de Outubro de 368), São Basílio lhe escreveu, rogando-lhe que deixasse sua posição política e a abandonasse para seguir uma vida religiosa. Sem embargo, Cesáreo resultou morto repentinamente pela extensão da praga que seguiu ao terramoto, pouco depois de haver recebido o baptismo, que ele, como muitos outros da época, havia demorado até ao final de sua vida. Depois de sua morte, seu grande património foi rapidamente saqueado por serventes e credores. Seu irmão Gregório insistiu em que o que ficasse da quinta se distribuísse entre os pobres e os parentes que ficavam vivos. Seus restos foram enterrados em Nacianzo, onde seu irmão pronunciou a oração fúnebre em presença de seus pais. Na oração «Oh, seu irmão: são Cesáreo», Gregório retrata a seu irmão como um modelo cristão e asceta, proporcionando a principal fonte de detalhes de sua vida e estabelecendo as bases para sua eventual canonização. Seu moderno biógrafo, John McGuckin sustenta que enquanto Cesáreo e seu irmão Gregório estavam muito próximos, tinham caracteres muito diferentes. Enquanto Gregório perseguia uma vida religiosa, seu irmão, mais vivaz e sociável, estava muito cómodo no mundo da política bizantina. Os dois eram figuras complementares; Gregório se fiava de seu irmão para que o guiasse através das tribulações, enquanto que Cesáreo animou os interesses literários e retóricos de seu irmão.  A afirmação de que este Cesáreo era o mesmo que Cesáreo, Prefeito de Constantinopla, que em 365 foi enviado a prisão por Procópio, se baseia numa suposição que fez Jacques Godefroy (1587-1652), o editor do Código Teodosiano (Lyon, 1665), e não em nenhum fundamento histórico sólido. Os quatro Diálogos de 197 perguntas e respostas que tradicionalmente se atribuem a Cesáreo e que podem encontrar-se em Migne, Patrologia Graeca, XXXVIII, 851-1190 dificilmente podem provir de sua pluma, devido à sua natureza, conteúdos e anacronismos. Em geral se supõe que são espúrias.

• Calixto Caravário, Santo
  Mártir Salesiano

Calixto Caravario, Santo

Calixto Caravário, Santo

Martirológio Romano: Junto ao rio Beijiang, perto da cidade de Shiuchow, na província chinesa de Guanddong, santos mártires Luis Versiglia, bispo, e Calixto Caravário, presbítero, da Sociedade Salesiana, que sofreram o martírio por causa de sua ação pastoral em favor das pessoas que lhes estavam confiadas (1930). Etimologicamente: Calixto = Aquele de grande beleza, é de origem grega. Calixto nasceu em Cuorgné, perto de Turim, em 8 de Junho de 1903.  Foi aluno do oratório de Valdocco. Todavia se encontrava em período de formação inicial, quando em 1924 marchou para China como missionário salesiano.  Ordenado de sacerdote em 1929 por monsenhor Luis Versiglia, se destinou ao vicariato de Shiu Chou. Por defender a virgindade de três raparigas cristãs, em 25 de Fevereiro de 1930, ambos os missionários foram assassinados em Li Tau Tseu, na margem do rio Lin Chou.  A autenticidade de seu martírio foi reconhecida pela Congregação de Causas dos Santos em 13 de Novembro de 1976. João Paulo II os beatificou em 15 de Maio de 1983.  O próprio João Paulo II, no ano 2000 proclamou oficialmente sua santidade com outro grupo de mártires chineses.

• Toríbio Romo González, Santo.
O santo protetor dos "mojados" (molhados)

Toribio Romo González, Santo.

Toríbio Romo González, Santo.

Martirológio Romano: Na aldeia de Tequila, no território de Guadalajara, no México, santo Toribio Romo, presbítero e mártir, que por causa de sua condição sacerdotal foi assassinado em tempo de perseguição religiosa (1928). Etimologia: Toribio = "Ruidoso" ou "Movido", é de origem grega.

Fuente: www.santotoribioromo.com

Em virtude da biografia de TORIBIO ROMO GONZALEZ ser muito extensa, não me foi possível aqui incluí-la devidamente traduzida, como era minha intenção, pelo que solicito a quem estiver interessado, deverá consultar o site http://es.catholic.net/santoral, catholic.net – El Santo de hoy – Santoral – dia 25 – Fevereiro, clicando no nome de Santo Toribio Romo Gonzalez. As minhas desculpas. AF.

• Romeu de Lucca, Beato
Carmelita

Romeo de Lucca, Beato

Romeu de Lucca, Beato

Não são muito seguras as notícias que dele chegaram até nós. Parece que nasceu em Itália, na segunda metade do século XIII, de pais muito cristãos. Desde pequeno sentiu uma inclinação muito profunda para com  as peregrinações a santuários famosos, devoção em voga no seu tempo.  Desejoso de maior perfeição e de uma vida estável no serviço do Senhor pediu para ser admitido na Ordem do Carmo na qualidade de irmão de obediência. Como já era grande em idade, entregou-se em pleno a viver sua vocação. Passava o dia entre os trabalhos que lhe mandava a obediência, à oração e à maceração de seu corpo. Era o exemplo de quantos o contemplavam, sobretudo por sua grande humildade. Com permissão de seus superiores, e em companhia de outro carmelita – Santo Avertano Estrela  - ver acima sua biografia - , hoje santo canonizado, cuja festa celebrava a Ordem em 25 de fevereiro –fez grandes romarias a todos os santuários mais famosos de seu tempo. Parece que seu nome de baptismo e de religioso carmelita era Enrique, mas que muito cedo, pelas muitas romarias em que participou, o povo começou a chamar-lhe Romeo, com cujo nome seria sempre conhecido. O Catálogo dos Santos, escrito a finais do século XIV, fala do Beato. Romeo e coloca-o em estreita relação com Santo Avertano durante a vida e depois de morto porque  seu corpo foi colocado no mesmo sepulcro que o de Santo Avertano. Em finais do século XIV, o bispo de Lucca, Juan III, mandou colocar seu corpo dentro do sepulcro de Santo Avertano. carmelita. Sempre teriam a mesma sorte. O papa Gregório XVI, em 29 de abril de 1842, ratificava o decreto de culto

• Luis Versiglia, Santo
bispo e Mártir

Luis Versiglia, Santo

Luis Versiglia, Santo

Martirológio Romano: Junto ao río Beijiang, perto da cidade de Shiuchow, na província chinesa de Guanddong, santos mártires Luis Versiglia, bispo, e Calixto Caravário, presbítero, da Sociedade Salesiana, que sofreram o martírio por causa de sua ação pastoral em favor das pessoas que lhes estavam confiadas (1930). Etimologicamente: Luis = Aquele que é um guerreiro ilustre, é de origem germânica. Nascido em Oliva Gessi (Pavía), em 5 de Junho de 1873 morreu em Linchow, China, em 25 de fevereiro de 1930), foi um prelado salesiano italiano, martirizado na China.  Sai de sua terra, Oliva Gessi em 16 de setembro de 1885 para Turim para estudar com os salesianos de Don Bosco com a intenção de ingressar na universidade no futuro para ser veterinário. Permanece junto a Don Bosco por dois anos e meio, se confessa com ele e tem a honra de lhe ler um discurso de felicitações no dia de seu último onomástica.  Pocos días después de la muerte de Juan Bosco, el 11 de marzo de 1888, Luis asiste en la Basílica de María Auxiliadora la imposición del crucifijo a los siete misioneros que partían a las misiones. Es aquí cuando decide renunciar a su carrera de veterinario y convertirse en salesiano para ser misionero en un futuro. Entra en el noviciado de Foglizzo ese mismo año, es enviado poco después a la Pontificia Universidad Gregoriana de Roma a estudiar filosofía, también realiza una intensa actividad pastoral en el oratorio del Sagrado Corazón. Se licencia en 1893 y regresa a Foglizzo como asistente y profesor de novicios. El 21 de diciembre de 1895 recibe la ordenación sacerdotal.  Miguel Rua, primer sucesor de Don Bosco, decide abrir un noviciado en Genzano, cerca de Roma y decide que Luis Versiglia sea el director y maestro del nuevo noviciado. A pesar de no estar muy conforme con su nuevo cargo, Luis aceptó y permaneció nueve años en Genzano. En 1905, Luis estudia idiomas para poder ir de misionero. El 19 de enero de 1906, sale de Italia la primera expedición de misioneros salesianos a China capitaneada por él. El obispo de Macao los acoge calurosamente y los pone al frente de un orfanato que albergará un máximo de 55 muchachos. En 1910, cuando el obispo los traslada a una residencia mayot como agradecimiento a su trabajo, estalla una revolución que provoca la imposición de una dictadura anticlerical en Portugal y sus territorios de ultramar. Las autoridades de Macao no comprenden, porque deben expulsar a los salesiano, pero el 29 de noviembre llega la orden de expulsión y los salesianos se trasladan a Hong Kong.  La diócesis de Macao, no solo comprendía la colonia portuguesa sino también una extensa región del interior de China. El obispo de Macao confía de nuevo a los salesianos un orfanato den el distrito de Heung Shan. Los salesianos llegana a la capital, Heung Chow el 8 de mayo de 1911 donde son recibidos por una gran muchedumbre y con fiestas. El 10 de octubre, el monzón destruye la residencia de Heung Chow y los salesianos de Luis Versiglia se dirigen esta vez a Shek Ki.  En 1912, de Europa llegan nuevos refuerzos y Luis Versiglia decide distribuir a sus hombres en cuatro residencias misioneras. Luis divide su tiempo ente Macao y la misión del Rio de Perlas. En 1915, Luis construye en Macao una obra de mayor dimensión, talleres modernos y una escuela de comercio. En 1918 los salesianos empiezan a trabajar en los ditritos más septentrionales de Kwan Tung, por lo que el padre Luis ve triplicado su trabajo.  En 1920 el territorio misionero salesiano es elevado a Vicariato Apostólico, del que Luis Versigglia es elevado a primer obispo el 9 de enero de 1921. En 1922, monseñor Versiglia hace una visita a Italia, donde Calixto Caravario se le ofrece para ayudarle en su labor misionera en China.  En el verano 1926, empiezan quejas en contra del cristianismo y los extranjeros en Shiw Chow. Al año sigueinte cuelgan en la escuela Don Bosco dos manifiestos en tela en los que se invita a los alumnos a dejar la escuela cristiana y con insultos hacia los extranjeros. El 13 de diciembre de 1927, las protestas se radicalizan con el incendio de todas las iglesias y misiones de Shiw Chow. En los años siguientes el ambiente es cada vez más hóstil y complicado. El 24 de febrero de 1930 parte con el padre Calixto Caravario y tres alumnas de las salesianas, a Linchow, para hacer obras misioneras en la misión salesiana de dicho pueblo. Al día siguiente durante el viaje son apresados por unos piratas que exigen el pago de un peaje. El padre Caravario y monseñor Versiglia intentan proteger a las jóvenes que viajan con ellos para que los piratas no se aprovechen de ellas. Los piratas fusilan a los dos salesianos y capturan a las chicas. Los restos mortales de monseñor Versiglia de igual forma que los del Padre Caravario, fueron repatriados a Italia. En 1976, el papa Pablo VI decreta a Luis Versiglia y a Calixto Caravario mártires de la Iglesia. Fueron beatificados el 15 de mayo de 1983 por el Papa Juan Pablo II y canonizados el 1 de octubre de 2000.

Domingo (Doménico) Lentini, Beato
Fevereiro 25   -  Presbítero

Domingo (Doménico) Lentini, Beato

Domingo (Doménico) Lentini, Beato

Martirológio Romano: Em Lauria, na Lucânia, beato Domingo Lentini, presbítero, que em seu lugar de origem e até sua morte exerceu um frutuoso e variado ministério, cimentado numa vida de humildade, oração e penitência (1828). O Beato Doménico Lentini, nasceu no dia 20 de Novembro do ano de 1770 em Lauria (Potenza, Itália), dentro de uma família humilde e piedosa. Aos catorze anos aceitou o chamamento do Senhor e começou sua formação cultural e espiritual, primeiro na sua paróquia natal e logo no Seminário de Policastro. Em 1794 foi ordenado Sacerdote e exerceu seu ministério na paróquia de Lauria, dedicando-se especialmente à confissão dos fieis e a pregar o Evangelho, sendo sempre obediente a seu Bispo e recusando qualquer cargo honorífico. Descansou em paz indo aos braços do Senhor no día 25 de fevereiro do ano de 1824 em Lauria (Potenza, Itália). Seu processo de beatificação foi iniciado em día 12 de abril do ano de 1905, a heroicidade de suas virtudes foram aprovadas e foi declarado digno de veneração -"Venerável"- em 27 de Janeiro do ano de 1935, finalmente, sua Santidade o Papa João Paulo II aprovou o milagre atribuído a sua intercessão e o declarou beato no día 12 de outubro de 1997.  Se tiverem alguma informação relevante para a canonização do Beato Domingo, escreva a: Fondazione “B. Domenico Lentini” - Via Domenico Lentini, 9 85045 Lauria (PZ), ITALIA  - responsável da tradução para espanhol: Xavier Villalta

• María Adeodata Pisani, Beata
Abadessa Beneditina

María Adeodata Pisani, Beata

María Adeodata Pisani, Beata

Martirológio Romano: No povo de Mdina, na ilha de Malta, beata María Adeodata (María Teresa) Pisani, virgem da Ordem de São Bento e abadessa do mosteiro de São Pedro, que, administrando sabiamente seu tempo, por sua vez cumpria sua própria missão mostrava seu interesse pelos pobres e abandonados, contribuindo assim ao bem da comunidade (1855). Nasceu en Nápoles em 29 de dezembro de 1806. Era filha do nobre Benedetto Pisani, barão de Frigenuini. No baptismo recebeu o nome de María Teresa. Por causa de conflitos familiares -seus pais se separaram- foi educada por sua avó paterna, a baronesa Elisabetta Mamo, que habitava em Pizzofalcone (Nápoles). Com a idade de dez anos, quando a avó morreu, foi internada num colégio, onde lhe deram uma boa formação humana e cristã. Ali recebeu a primeira comunhão e a confirmação.  En 1820-1821 su padre, implicado en el movimiento liberal partenopeo, fue arrestado y condenado a muerte. Habiéndosele conmutado la pena por el exilio, volvió para siempre a Malta. María Teresa, también se trasladó a la isla, pero para vivir con su madre, en la ciudad de Rabat. A pesar de que su madre se interesaba sobre todo por insertarla en la vida social, queriendo que se casara, María Teresa prefería una vida alejada del mundo, entregada totalmente a una profunda piedad e intensa oración, casi como si fuera monja. Sólo salía de casa para ir, diariamente, a la santa misa. Su vocación religiosa se despertó con la predicación de un fraile franciscano que habló del juicio final. Ese sermón la sacudió profundamente y mientras oraba ante la Virgen del Buen Consejo percibió con certeza que estaba llamada a la vida religiosa. El 16 de julio de 1828, tras superar la oposición de sus padres, ingresó en el monasterio benedictino de San Pedro, en Mdina, tomando el nombre de María Adeodata. El 8 de marzo de 1830 hizo la profesión religiosa solemne. De religiosa siguió viviendo la misma vida de humildad y sacrificio que la caracterizó durante su noviciado. No buscó nunca cargos, aunque los ejerció prácticamente todos. Fue tres veces sacristana y enfermera, oficios que le gustaban, porque el primero le permitía estar en contacto continuo con el Señor, y el segundo porque podía servir mejor a sus irmãs. También fue portera, aunque le costaba puesto que le dificultaba el silencio y el recogimiento. Aprovechaba esa oportunidad para ayudar a los pobres, a los cuales, con permiso de la superiora, reunía y catequizaba. En 1847 fue nombrada maestra de novicias, oficio que desempeñó hasta 1851, día en que fue elegida abadesa. Como superiora destacó sobre todo por su ejemplo de fidelidad a la Regla y por su empeño en ayudar a las hermanas a progresar en el camino de la perfección. Corregía con prudencia, y era más severa consigo misma que con las hermanas. Por su debilidad física y especialmente por las fuertes penitencias que practicaba, su salud fue debilitándose. Murió el 25 de febrero de 1855. A las cinco de la mañana bajó al coro para recibir la comunión. A la hermana enfermera, que la disuadía de bajar, le respondió: "Bajaré porque es mi última comunión y hoy mismo moriré". Recibida la comunión, tuvo un infarto y fue llevada a la cama. Pidió y obtuvo la unción de los enfermos. Luego, a las ocho de la mañana, expiró.

• María Ludovica de Angelis, Beata
Religiosa Missionária

María Ludovica de Angelis, Beata

María Ludovica de Angelis, Beata

Nascida em 24 de Outubro de 1880 em Itália (em São Gregório, pequena aldeia dos Abruzzos, não longe da cidade de L´Aquila), Soror María Ludovica De Angelis, com sua chegada, primeira de oito, havia enchido de alegria a seus pais que na mesma tarde do día de nascimento, na fonte baptismal, haviam eleito, para sua primogénita, o nome de Antonina. Con el correr de los años, en contacto con la naturaleza y la dura vida del campo, la niña, crecida límpida, abierta, trabajadora y ricamente sensible, se había transformado en una joven fuerte y al mismo tiempo, delicada, activa y reservada, como toda la gente de aquella espléndida tierra. El 7 de diciembre del mismo año del nacimiento de Antonina, fallecía en Savona una hermana, que había optado dar plenitud a la propia vida siguiendo las huellas de Aquel que dijo: «Sean misericordiosos como es misericordioso el Padre... Todo cuanto hagan a uno solo de estos hermanos míos, a Mí lo hacen...», era Santa María Josefa Rossello la cual dio vida, en Savona, en 1837, al Instituto de las Hijas de Nuestra Señora de la Misericordia: una Familia Religiosa que caminaba por los senderos del mundo, proponiendo con la fuerza del ejemplo el mismo ideal a muchas jóvenes. Antonina sentía en su corazón que sus sueños encontraban eco en los sueños que habían sido los de la Madre Rossello.  Ingresó con las Hijas de la Misericordia el 14 de noviembre de 1904; en la Vestición Religiosa toma el nombre de Sor María Ludovica y tres años después de su ingreso, el 14 de noviembre de 1907, zarpa hacia Buenos Aires, donde arriba el 4 de diciembre sucesivo. Desde este momento se da en ella un florecer ininterrumpido de humildes gestos silenciosos en una entrega discreta y emprendedora. Sor Ludovica no posee una gran cultura, al contrario. Sin embargo, es increíble cuánto logra realizar ante los ojos asombrados de quiénes la circundan. Y, si su castellano es simpáticamente italianizado, con algún toque pintoresco de "abruzzese", no le cuesta entender ni hacerse entender. No formula programas ni estrategias, pero se dona con toda el alma. El Hospital de Niños, al cual es enviada, y que inmediatamente adopta como familia suya, la ve, primero, solícita cocinera, luego, convertida en responsable de la Comunidad, infatigable ángel custodio de la obra que, en torno a ella, se transforma gradualmente en familia unida por un único fin: el bien de los niños. Serena, activa, decidida, audaz en las iniciativas, fuerte en las pruebas y enfermedades, con la inseparable corona del Rosario entre las manos, la mirada y el corazón en Dios y la infaltable sonrisa en los ojos, Sor Ludovica llega a ser, sin saberlo ella misma, a través de su ilimitada bondad, incansable instrumento de misericordia, para que a todos llegue claro el mensaje del amor de Dios hacia cada uno de sus hijos.

María Ludovica de Angelis, Beata

María Ludovica de Angelis, Beata

Único programa expresamente formulado, es la frase recurrente: «Hacer el bien a todos, no importa a quién». Y se realizan así, con subvenciones que solo el cielo sabe cómo Sor M. Ludovica consigue obtener, salas de cirugía,salas para los pequeños yacentes, nuevas maquinarias, un edificio en Mar del Plata destinado a la convalecencia de los niños, una capilla hoy parroquia, y una floreciente chacra para que sus protegidos tuviesen siempre alimento genuino. Durante 54 años Sor M. Ludovica será amiga y confidente, consejera y madre, guía y consuelo, de cientos y cientos de personas in City Bell de toda condición social. El 25 de febrero de 1962 concluye su camino, pero quienes permanecen todo el personal médico en particular no olvidan, y el Hospital de Niños asume el nombre de «Hospital Superiora Ludovica».

• Waldburgis de Heidenheim, Santa
Abadessa

Waldburgis de Heidenheim, Santa

Waldburgis de Heidenheim, Santa

Martirológio Romano: No mosteiro de Heidenheim, na região alemã de Francónia, santa Waldburgis, abadessa, cujos irmãos, os santos Bonifácio, Willibaldo e Winebaldo, a convenceram para que passasse de Inglaterra a Germânia, onde regeu aquele mosteiro, duplo de monjas e monges (779). Nació en Wessex (Inglaterra) cerca del 710. La leyenda dice que era hija del mítico rey san Ricardo el Sajón —un reyezuelo de los sajones occidentales— y de Winna, hermana de san Bonifacio, apóstol de Germania. Cuando su padre partió en peregrinación hacia Roma junto con sus dos hijos —los también legendarios san Wilibaldo y san Winibaldo—, Waldburgis (entonces de once años de edad) quedó bajo el cuidado de la abadesa de Wimborne. Pasó 26 años encerrada en el convento inglés, preparándose para las hazañas que llevaría a cabo en Alemania. Gracias a la educación que recibió en Winborne, Walpurga pudo más tarde escribir en latín la Vida de san Winibaldo y los viajes de san Willibaldo por Palestina. Eso la convertiría en la primera escritora de Inglaterra y Alemania. Apenas un año después de su arribo, recibió noticias de la muerte de su padre el rey Ricardo en Lucca (Italia). Durante este periodo, san Bonifacio estaba sentando los cimientos de la iglesia en Germania. Walpurga viajó a Württemberg para asistir a san Bonifacio. Se convirtió en monja y vivió en el convento Heidenheim, que había sido fundado por su hermano san Wilibaldo. Se encontraba en el actual distrito Weißenburg-Gunzenhausen, vecino al distrito de Eichstätt, en Baviera, que en esa época formaba parte del imperio franco. Bonifacio fue el primer misionero que pidió ayuda a las mujeres. En el año 748, en respuesta a su pedido, la abadesa Tetta envió a Germania a santa Lioba y santa Waldburgis, junto con muchas otras monjas. Partieron del puerto británico con buen clima, pero se desató en el viaje una terrible tempestad. Waldburgis se arrodilló en el puente de la nave y oró, y rápidamente el mar se calmó. Al arribar al puerto en el continente, los marineros proclameron el milagro que habían presenciado, por lo que Waldburgis era recibida en todas partes con veneración. En la iglesia de Amberes hay una tradición que dice que la santa pasó algún tiempo allí, en su viaje hacia Alemania. En la iglesia más antigua de la ciudad (que ahora recibe el título de santa Waldburgis), se encuentra una gruta donde se dice que la santa rezaba. Esta misma iglesia, antes de adoptar el Oficio Romano, acostumbraba a celebrar la fiesta de la santa Waldburgis cuatro veces al año. En Mainz la santa fue recibida por su hermano san Willibald y por su tío san Bonifacio. Después de vivir algún tiempo bajo la tutela de santa Lioba en Bischofsheim, fue nombrada abadesa de Heidenheim, y así quedó cerca de su hermano favorito, san Winibaldo, que gobernaba un monasterio allí. Después de la muerte de Winibaldo, ella quedó a cargo también de su monasterio. El 23 de septiembre del 776, ella asistió a su hermano Willibaldo a trasladar los restos de su otro hermano Winibaldo. Descubrieron que no había trazas de putrefacción en las reliquias. Un par de años después Walpurga cayó enferma y —confortada por san Willibald— falleció en Heidenheim el 25 de febrero del 779, y ese día lleva su nombre en el calendario católico; pero en algunos sitios —como Finlandia, Suecia y Bavaria (sur de Alemania)— su fiesta conmemora el tralado de sus reliquias, el 1 de mayo. San Wilibaldo puso su tumba al lado de la de san Winibaldo. Wilibaldo sobrevivió hasta 786. Después de su muerte, la devoción hacia santa Waldburgis declinó gradualmente y su tumba se fue arruinando  Cerca de 870, Otkar, el obispo de Eichstadt, determinó que había que restaurar la iglesia y el monasterio de Heidenheim, que se encontraba casi en ruinas. Declaró que la santa se le había aparecido y lo había amenazado debido a que su tumba había sido profanada por los trabajadores. Entonces se realizó el traslado ritual de sus restos hasta Eichstadt el 21 de septiembre de 870. Fueron instalados en la Iglesia de la Santa Cruz (ahora llamada Iglesia de Sta. Waldburgis. En el año 893 el obispo Erchanbold, sucesor de Otkar, abrió la tumba para arrancar un trozo de su cuerpo para regalarle a Liubula, la abadesa de Monheim. Dijo que el cuerpo estaba inmerso en un precioso óleo que —excepto en la época en que Eichstadt quedó en interdicto y en una ocasión en que unos ladrones lastimaron al encargado de retirar el aceite (y probablemente también de ponerlo)—, continuó fluyendo de su cuerpo (especialmente de sus pechos). Estas declaraciones hicieron que la santa fuera contada entre los elaephori (santos generadores de aceite). Partes de su cuerpo fueron repartidos a muchas ciudades, como Colonia, Amberes, Furnes y otros, mientras que su óleo ha sido repartido a todos los rincones del globo. El papa Adriano II la canonizó el 1 de mayo de c. 870.

 

• Nestor de Magido, Santo
Bispo e Mártir

Néstor de Magido, Santo

Nestor de Magido, Santo

Martirológio Romano: Em Perge, em Pamfilia, paixão de são Nestor, bispo de Magido e mártir, que em tempo de perseguição sob o imperador Décio foi condenado pelo prefeito da província a ser cravado numa cruz, para que sofresse a mesma pena que o Crucificado a quem confessava (c. 250). Etimologicamente: Nestor = Aquele que é recordado, é de origem grega. Polio, gobernador de Panfilia y Frigia durante el reinado de Decio, trató de ganarse el favor del emperador, aplicando cruelmente su edito de persecución contra los cristianos. Néstor, obispo de Magido, gozaba de gran estima entre los cristianos y los paganos, y comprendió que era necesario buscar sitios de refugio para sus fieles. Rehusando a ser oculto, el Obispo esperó tranquilamente su hora de martirio, y cuando se encontraba en oración, oficiales de la justicia fueron en su búsqueda.  Luego de un extenso interrogatorio y amenazas de tortura, el Obispo fue enviado ante el gobernador, en Perga. El gobernador trató de convencer al santo –primero con halagos y luego con amenazas- de que renegara de la religión cristiana, pero Néstor se mantuvo firme en el Señor, siendo enviado al potro, donde el verdugo le desgarraba la piel de los costados con el garfio. Ante la firme negativa del santo de adorar a los paganos, el gobernador lo condenó a morir en la cruz, donde el santo todavía tuvo fuerzas para alentar y exhortar a los cristianos que le rodeaban. Su muerte fue un verdadero triunfo porque cuando el Obispo expiró sus últimas palabras, tanto cristianos como paganos se arrodillaron a orar y alabar a Jesús.

 

• Roberto de Arbrissel, Beato
Fundador

Roberto de Arbrissel, Beato

Roberto de Arbrissel, Beato

Fundador da Ordem de Fontevrault

Martirológio Romano: No priorado de Ursano, na região de Bourges, em Aquitânia, trânsito do beato Roberto de Arbrisel, presbítero, que, pregando publicamente a conversão dos costumes, reuniu mulheres e homens no mosteiro duplo de Fontevrault, que foi governado por uma abadessa (1116). Etimologicamente: Roberto = Aquele que brilha por sua fama, é de origem germânica. Roberto de Arbrissel, apellidado así por la villa de Arbrissel (Francia), en la diócesis de Rennes en Bretaña, donde nació en el año 1047 aproximadamente. Es un religioso bretón fundador de la Orden de Fontevraud y de la Abadía de Fontevraud.  Estudió en París durante el pontificado de Gregorio VII. Se desconoce el día y lugar de su ordenación. En 1089 fue llamado a la diócesis de Rennes, por el obispo Silvestre de la Guerche. Como arcipreste se dedicó sobre todo a la supresión de la simonía auqnue intentó hacer otras muchas reformas, razón por la cual consiguió la enemistad de muchos miembros de la Iglesia, hasta el punto de que, al morir Silvestre en 1093, le obligaron a marcharse de la diócesis. Entonces Roberto se fue a Angers y comenzó a vivir de una manera ascética, costumbre que siguió el resto de su vida. En el año 1095 se convirtió en ermitaño en el bosque de Craon, en Anjou, cerca de Bretaña y del lugar donde nació. Allí vivió en compañía de Bernard, más tarde fundador de la Congregación de Tiron. Su piedad, elocuencia y fuerte personalidad atrajeron a muchos seguidores, para quienes en 1096 fundó la Abadía de la Roë. Aquellos que desearan tomar hábitos bajo su liderazgo iban a La Roë, pero los Canónigos de allí decidían el número y diversidad de quienes entraban, así que entre 1097 y 1100 Roberto renunció a su abadía formalmente y fundó [Orden de Fontevraud]]. Sus discípulos eran de cualquier edad, sexo y condición. Se dijo que había convertido a prostitutas, rumor que surgió seguramente al haber dedicado una casa en la Abadía de Fontevraud a María Magadalena. Roberto pasó así el resto de su vida predicando en su país y murió en Orsan, otro priorato de Fontevrault, en el año 1117 aproximadamente. La Orden de Fontevrault se propagó extraordinariamente por Francia —no así en el extranjero— y llegó a tener la Abadesa bajo su gobierno más de 60 Monasterios; entró en franca decadencia a fines de la Edad Media y desapareció con la Revolución Francesa.

Ciríaco María Sancha e Hervás, Beato
  Cardeal

Ciriaco María Sancha y Hervás, Beato

Ciríaco María Sancha e Hervás, Beato

Data de beatificação: 18 de outubro de 2009 na Catedral de Toledo, Espanha. Durante o pontificado de S.S. Bento XVI  Ciríaco María Sancha e Hervás nasceu em Quintana del Pidio (Burgos) em 18 de Junho de 1833 no seio de uma família humilde. Ingressou no Seminário de Osma em 1852. Se ordenou sacerdote em 27 de fevereiro em 1858. Completa seus estudos na universidade Pontifícia de Salamanca. En 1862 se trasladó a Cuba, como secretario del arzobispo Primo Calvo y Lope, un burgalés, que había sido nombrado arzobispo de Santiago de Cuba. Con ancianos desprotegidos, niños y niñas abandonados llevó a cabo una labor asistencial y de cuidado por la que se ganó el apodo de "padre de los pobres". En 1869 cumplió su sueño de fundar una congregación de religiosas para el cuidado de huérfanos inválidos y desamparados: la Congregación de Hermanas de la Caridad del Cardenal Sancha. En 1876 fue nombrado obispo auxiliar de Toledo (en el tiempo en el que los obispos residían en Madrid). En 1882 fue nombrado obispo residencial de Ávila y en 1886 elegido para la sede episcopal de Madrid-Alcalá. Siendo obispo de esta diócesis, en 1888 convoca el primer Congreso Católico Nacional. León XIII le nombró arzobispo de Valencia el 10 de octubre de 1892. Dicha diócesis estaba vacante porque Antolín Monescillo había sido promovido a Arzobispo de Toledo. Tomó posesión de la misma el 14 de noviembre del citado año y el 20 de noviembre hizo la entrada en la Catedral. Del 19 al 26 de noviembre de 1893 celebró el Congreso Eucarístico Nacional en Valencia. El 18 de julio de 1894 el Papa lo creó cardenal del título de San Pietro in Montorio. En 1898 fue nombrado Arzobispo Primado de Toledo y Patriarca de las Indias. Cuidó especialmente la formación de los sacerdotes. Impulsó y creo asociaciones e instituciones religiosas produciendo una gran renovación. Llevó a cabo una intensa labor pastoral y social entre los más necesitados, en tiempos de especial dificultad política. A él se le atribuye también los primeros movimientos encaminados a la unidad de los católicos. Fue Senador en las legislaturas 1887-88 (por derecho como arzobispo de Toledo) y 1893-94 (por derecho propio). Falleció en Toledo el 25 de febrero de 1909, y el 28 de febrero fue enterrado en la catedral de la ciudad. En su tumba de bronce, que recibe flores a diario, figura el siguiente epitafio: "vivió pobre y pobrísimamente murió". En 2006 el Papa Benedicto XVI lo declaró Siervo de Dios, como primer paso en su proceso de canonización. En 2009 se cumplirá el centenario de su muerte, para el que están previstos distintos actos en su memoria, con la celebración de un "año sanchino".

• Aldetrudis, Santa
Abadessa,

Aldetrudis, Santa

Aldetrudis, Santa

Martirológio Romano: Em Maubeuge, na Gália Bélgica, hoje França, santa Aldetrudis (ou Adeltrudis), virgem e abadessa (696). Filha de São Vicente Madelgario e de Santa Valdetrudis; irmã de Santa Madalberta; sobrinha de Santa Aldegunda de Maubeuge. Monja e logo abadessa no convento conduzido por sua tia Aldegunda.

 

• Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste día

Santo Gerlando, bispo

Em Agrigento, na Sicília, são Gerlando, bispo, que organizou sua Igreja após ser recuperada de mãos dos sarracenos (1100).

São Lourenço Bai Xiaoman, mártir

Na cidade de Xilianxian, na província chinesa de Guangxi, são Lorenzo Bai Xiaoman, mártir, artesão e neófito, que preferiu ser açoitado e degolado antes que negar a Cristo (1856).

90557 > Sant' Adelelmo di Engelberg Abate 
42710 > Sant' Aldetrude Badessa  MR
42680 > Beato Avertano di Lucca  MR
90080 > San Calixto Caravario Sacerdote  MR
94978 > Beata Cecilia Domenicana 
42650 > San Cesario di Nazianzo Confessore  MR
94486 > Beato Didaco Yuki Ryosetsu Sacerdote gesuita, martire 
90314 > Beato Domenico Lentini  MR
92423 > Sant' Eustasio di Aosta Vescovo 25 febbraio
91011 > San Gerlando di Agrigento Vescovo 25 febbraio MR
42690 > San Lorenzo Bai Xiaoman Martire  MR
90079 > San Luigi Versiglia Vescovo e martire  MR
91231 > Beata Maria Adeodata Pisani  MR
92131 > Beata Maria Ludovica (Antonina) De Angelis Missionaria
42800 > San Nestore di Magydos Vescovo e martire  MR
42670 > Beato Roberto d'Arbrissel Sacerdote  MR
92675 > Beato Sebastiano dell’Apparizione Francescano  MR
90132 > San Turibio Romo Gonzalez Sacerdote e martire  MR
42775 > Santa Valburga (Valpurga) Badessa di Heidenheim  MR

http://es.catholic.net/santoral; www.santiebeati.it; www.jesuitas.pt 

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português (de algumas biografias mais pequenas)

por António Fonseca.

NOTA: por motivos técnicos que me têm aparecido frequentemente desde o princípio deste mês, esta tradução também não foi feita como gostaria de o ter feito, (além de incompleta), pelo que solícito as minhas maiores desculpas. AF